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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5258 | 11 de Fevereiro de 2022

AGRICULTURA I: Senadores e representantes do setor produtivo cobram crédito suplementar para seguro rural

1agricultura I 11 02 2022O pedido de crédito suplementar para o seguro rural e de auxílio emergencial para os produtores que foram afetados pela seca e pelas chuvas dos últimos meses foram as principais reivindicações do setor agropecuário na audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal (CRA), nesta quinta-feira (10/02), na 34ª feira agropecuária Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR). Os senadores Acir Gurgacz (PDT-RO) e Álvaro Dias (Podemos-PR) acataram as reivindicações do setor e, se necessário, deverão apresentar projeto de lei de crédito suplementar e emergencial para o setor agropecuário. “Estamos conversando com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, que já fez esse pedido à equipe econômica e ao presente da República para termos a liberação em sua totalidade dos recursos prometidos no Plano Safra”, disse o senador Acir Gurgacz presidente da CRA, completando que, se necessário, será apresentado um projeto de lei para mexer no Orçamento da União e criar o crédito suplementar.

O senador Álvaro Dias também fez coro juntos ao setor agropecuário, destacando que os recursos do Programa Federal de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para as culturas de soja e milho desta safra de Verão se esgotaram antes mesmo do início do plantio, em setembro de 2021. "O recurso adicional de R$ 375 milhões, previsto no Plano Safra pode subvencionar mais 60 mil produtores de soja e milho, e é o que podemos contar sem mexer no Orçamento via Congresso, basta que o presidente retire o corte que ordenou", frisou Dias.

O senador Acir Gurgacz também cobrou o auxílio emergencial para os produtores da agricultura familiar atingidos pelas secas e pelas chuvas, e a recomposição orçamentária para equalização dos juros do crédito rural. "Neste momento de crise, o governo precisa estender a mão aos agricultores, que representam 30% do PIB nacional, para que nossa economia não sofra um impacto ainda maior", salientou Gurgacz.

O secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Ortigara, também cobrou o apoio do governo federal ao setor, mas destacou a importância da tecnologia e da inovação como pilares para a boa agricultura. “Ao mesmo tempo em que cobramos uma política de crédito mais atrativa, temos que continuar investindo na agricultura de precisão e de alto rendimento, pois só assim podemos fazer mais e melhor, com menos recursos e mais sustentabilidade”, salientou.

De acordo Norberto Ortigara, o Paraná vai colher 22,54 milhões de toneladas na safra de verão, em uma área de 6,24 milhões de hectares, mesmo com a seca e as chuvas em excesso. "Mesmo com todas as adversidades, conseguimos manter um patamar de alta produtividade justamente por conta da ciência e tecnologia aplicadas no campo", frisou Ortigara.

O presidente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar/Ocepar), José Roberto Ricken, disse que “se o Brasil quiser ser um país desenvolvido tem que investir especialmente em educação e pesquisa, principalmente na agropecuária”. Segundo Ricken, a Embrapa, os institutos de pesquisa estaduais e a iniciativa privada devem ter condições de trabalhar de forma integrada. Por isso a importância de aprovarmos no Senado o projeto de Lei 6417/2019, que moderniza o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Agropecuária (SNPA).

O presidente da Cooperativa Agroindustrial Cascavel (Coopavel), Dilvo Grolli, destacou a importância das feiras agropecuárias na facilitação do acesso aos produtores rurais de equipamentos e técnicas que auxiliam no aumento da produtividade e na produção de alimentos.

Dilvo parabenizou a Ministra Tereza Cristina e disse que o agronegócio está junto com ela na luta para que a equipe econômica reconheça a necessidade de crédito suplementar nesse momento de crise econômica, sanitária e climática.

“A economia brasileira depende muito da agropecuária e, nesse momento, nós precisamos da atenção do governo, com uma política econômica mais voltada para o setor produtivo”, disse Grolli. O presidente do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Roberto Orso, destacou a importância da organização do setor rural em entidades associativas e cooperativas, e da reunião da cadeia produtiva nas feiras agropecuárias. “Quando reunimos o setor e ainda conseguimos interagir com o poder público, com o parlamento, valorizamos o trabalho do agricultor, democratizamos o conhecimento e fortalecemos toda cadeia produtiva”, disse Orso.

O diretor do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Natalino de Souza, destacou a importância da aprovação no Senado do projeto de Lei 6417/2019, que moderniza o SNPA, possibilitando a integração institucional e técnica dos produtores de conhecimento científico sobre a agropecuária. “Precisamos da integração institucional, do trabalho em parceria dos pesquisadores, e também da integração das plataformas digitais para que esse conhecimento chegue mais rápido na lavoura, nas mãos e mentes dos agricultores”, disse Natalino.

Já a diretora de Pesquisa e Inovação do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), Vânia Cirino, defendeu o princípio da inovação aberta na Ciência e Tecnologia. Segundo ela, trata-se de um conceito mais colaborativo entre os institutos de pesquisas, as empresas e os agricultores no desenvolvimento de pesquisas e de novas tecnologias, visando o avanço do conhecimento científico e a sua aplicação ampla e democrática no campo.

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AGRICULTURA II: Governo busca recursos extras para o retorno dos financiamentos do Plano Safra, afirma ministra Tereza Cristina

agricultura II 11 02 2022A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, enviou nota aos senadores e lideranças do cooperativismo e do setor agropecuário, que participaram da audiência pública do Senado Federal, na manhã de quinta-feira (10/02), na Casa Paraná Cooperativo, no Show Rural Coopavel. “É muito bom que sejam realizadas audiências públicas num evento como este, para aproximar o Parlamento da produção agropecuária”, disse. De acordo com a ministra, a interrupção nas contratações de financiamentos do Plano Safra será “temporária”. “O governo está remanejando valores entre as próprias linhas de financiamento do Plano Safra atual e deve solicitar ao Congresso Nacional recursos extras de mais de R$ 3 bilhões para o orçamento da União que permitam, tanto o retorno das contratações do crédito rural, quanto as medidas para socorrer os agricultores e pecuaristas atingidos pela atingidos pela seca na região Sul e excesso de chuvas em outras regiões”, afirmou, em nota.

Nota - Confira a íntegra da nota da ministra Tereza Cristina:

“Estou muito feliz com o retorno das feiras agropecuárias em “modo presencial”. Sei da importância desses eventos para nossos agricultores. Atualmente, o uso de tecnologia é indispensável para que os produtores tenham bons resultados em sua atividade. Aumento da produtividade, melhor gestão da propriedade, mais qualidade dos produtos, redução de custos são alguns dos benefícios que a tecnologia proporciona. Mais recentemente, inclusive, com o advento da agricultura de precisão as possibilidades são inúmeras e as novidades aparecem a todo momento.

As feiras reúnem produtores de máquinas e equipamentos, fornecedores de insumos e provedores de serviços fundamentais para a produção. Em um evento como esse da Coopavel, os produtores podem tomar contato com as novidades, conhecer de perto, tirar suas dúvidas, para, quem sabe, adquirir o que precisarem. Com isso essas feiras têm crescido muito e movimentam dezenas de bilhões de reais por ano no Brasil! Esse evento promovido pela Coopavel, já bastante tradicional, marca o início das feiras agropecuárias do nosso calendário. Faço votos de neste ano voltemos à normalidade, possamos realizar grandes eventos e que os agricultores, que afinal, são quem movimenta as feiras e a razão de sua existência, tenham bons resultados.

A propósito, agora, dos problemas com a estiagem e do crédito rural. Em primeiro lugar, quero destacar que essa interrupção nas contratações de financiamentos do Plano Safra é temporária!

Para esclarecer: a Secretaria do Tesouro Nacional, que cuida dos recursos do Estado brasileiro, enviou uma comunicação às instituições financeiras que operam com o crédito rural determinando a suspensão, até o final de fevereiro, de novas contratações de financiamentos subvencionados.

O governo está remanejando valores entre as próprias linhas de financiamento do Plano Safra atual e deve solicitar ao Congresso Nacional recursos extras de mais de R$ 3 bilhões para o orçamento da União que permitam, tanto o retorno das contratações do crédito rural, quanto as medidas para socorrer os agricultores e pecuaristas atingidos pela atingidos pela seca na região Sul e excesso de chuvas em outras regiões.

É muito bom que sejam realizadas audiências públicas num evento como este, para aproximar o parlamento da produção agropecuária. Infelizmente não pude comparecer pessoalmente! Parabenizo a iniciativa e agradeço ao Presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado pelo convite.”

SAFRA: Nova estimativa da Conab aponta para produção de 268,2 milhões de toneladas

safra 11 02 2022A produção brasileira de grãos na safra 2021/22 está estimada em 268,2 milhões de toneladas. O volume, se confirmado, representa um crescimento de 5% quando comparada com a temporada passada, o que representa cerca de 12,79 milhões de toneladas a mais a serem colhidas. É o que mostra o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022 divulgado nesta quinta-feira (10/02) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “O desempenho da atual safra sofre impacto da forte estiagem, verificada nos estados da Região Sul do país e no centro-sul de Mato Grosso do Sul, que justifica as perdas expressivas nas produtividades estimadas, sobretudo nas lavouras de soja e milho”, explica o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro. “Mesmo com índices pluviométricos mais regulares em comparação ao registrado em dezembro do ano passado, a chuva registrada em janeiro na Região Sul não foi suficiente para atingir a média em toda a região”, pondera Ribeiro.

Com 16,8% das lavouras já colhidas, a soja deverá registrar uma produção de 125,47 milhões de toneladas, uma queda de cerca de 9% quando comparada com a safra passada. O plantio da oleaginosa ocorreu dentro da janela ideal na maioria das regiões produtoras, o que gerou expectativas positivas. Porém, a partir de novembro, o cenário mudou devido às condições climáticas adversas ocorridas. “A influência do fenômeno La Niña interferiu fortemente nas precipitações registradas. Praticamente toda a Região Sul e parte do Mato Grosso do Sul sofreram restrição hídrica severa em novembro e dezembro, além de altas temperaturas, que provocaram drástica queda de produtividade nas áreas”, reforça o diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio De Zen.

Já para o milho, apesar do clima adverso para a primeira safra, a Conab espera uma recuperação na produção. Segundo a estimativa da estatal, deverão ser colhidos 112,34 milhões de toneladas, um incremento de 29% em relação a 2020/21. A primeira safra do grão deve permanecer em 24 milhões de toneladas, volume muito próximo ao colhido na temporada passada. Já para a segunda safra é esperado um aumento de 47% na colheita, podendo chegar a 86 milhões de toneladas. “Esse aumento é devido aos preços atrativos praticados pelo mercado e pelo plantio realizado na janela ideal da soja, principal cultura que antecede ao milho”, ressalta o diretor. Segundo o Progresso de Safra, divulgado no último dia 7, já haviam sido semeados 22,4% da área prevista, com destaque para Mato Grosso, com percentual de plantio que chega 42,6%.

Na avaliação do diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Silvio Farnese, a estimativa da produção de milho segunda safra é um bom sinal. "Se o clima estiver favorável, vamos ter um aumento substancial, de 25 milhões a mais do que no ano passado. Isso ajuda bastante o abastecimento interno, os compromissos nossos, sobretudo na questão da produção de proteínas animais".

A produção de feijão deve se manter em torno de 3 milhões de toneladas. A primeira safra, deve apresentar uma queda na colheita de 4,2%, podendo chegar a 935,5 mil toneladas. O resultado reflete a redução tanto de área cultivada quanto de produtividade. Mas, a expectativa é que as próximas duas safras da leguminosa apresentem recuperação. No caso do arroz, a Conab estima uma queda de produção em torno de 10%, e a colheita prevista está em 10,57 milhões de toneladas. De acordo com o levantamento, a questão climática no Brasil é apontada como um dos fatores determinantes para as expectativas da safra 2021/22. 

Outra importante cultura, o algodão já está semeado em cerca de 79,6% da área destinada ao cultivo do grão. A expectativa é que a produção cresça próximo a 15%, chegando a 6,6 milhões de toneladas. Esse crescimento reflete não só o aumento da área cultivada, bem como das condições climáticas favoráveis à semeadura, germinação e desenvolvimento vegetativo, assim como a semeadura dentro da correta janela de plantio. Apenas a pluma da fibra deve registrar uma produção de 2,71 milhões de toneladas.

Mercado - Neste levantamento, a Conab manteve a estimativa de exportações de algodão com crescimento de 2,5%, em relação ao último ano, esperando que seja alcançado um volume de 2,05 milhões de toneladas. Por outro lado, houve um corte de 10,3% nos embarques previstos para a soja em relação ao boletim divulgado em janeiro. Com a quebra da safra na Região Sul, a nova estimativa é que as exportações da oleaginosa atinjam 80 milhões de toneladas. 

Já para o milho, na safra 2020/21, no acumulado de fevereiro a janeiro, foram exportadas 20,8 milhões de toneladas, enquanto que as importações fecharam o ano safra em 3 milhões de toneladas. Com isso, os estoques finais estimados para o ciclo passado resultaram num total de 8,8 milhões de toneladas. Para a temporada 2021/22, diante do aumento da produção e de uma moeda doméstica desvalorizada, a Conab estima que 35 milhões de toneladas serão exportadas. Além disso, a Conab espera que o estoque final no atual ciclo seja de 10 milhões de toneladas, valor 14,5% superior ao estimado para a safra 2020/21. A recuperação ocorre em função da expectativa de uma boa segunda safra de milho no Brasil.

Quanto ao trigo, a previsão é que os estoques de passagem fechem o ano em 180 mil toneladas, volume superior ao que foi observado na safra 2020/21, porém com redução em relação ao último levantamento, quando se previa a finalização do ano safra em julho com 280 mil toneladas de estoques de passagem.

Em relação aos preços dos produtos nas principais praças observou-se, no mês de janeiro em comparação com dezembro, certa estabilidade nas cotações de arroz no Rio Grande do Sul, com ligeira queda de 0,1%. Preços estáveis também para o trigo no Paraná. Em contrapartida, o feijão preto no estado paranaense e o feijão cores em São Paulo registraram alta de 20% nas cotações. No Mato Grosso, alta para milho, soja e algodão em 10,5%, 7,6% e 6,7% respectivamente. A oleaginosa também apresentou preços mais elevados em 5,5% no PR. (Mapa/Conab)

TRIBUTAÇÃO: G7 pede revogação de decreto que institui taxa de 12% para o Fundo de Recuperação Fiscal do Paraná

tributacao 11 02 2022O G7, grupo formado por sete grandes entidades representantes do setor produtivo do Estado, está solicitando ao governador do Estado, Ratinho Júnior, a revogação do Decreto 9810, de 14 de dezembro de 2021, que regulamentou a cobrança dos depósitos para o Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná (Funrep), criado para atenuar os efeitos da crise econômica (para o Estado), acentuada em função da pandemia. Entidades alegam que recolhimento de 12% ao Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná onera as empresas neste momento de crise.

Com base no Decreto, que entra em vigor no dia 1º de abril, o Estado passa a cobrar taxa de 12% das empresas que recebem benefícios fiscais. Ou seja, todas as empresas que utilizam crédito presumido deverão realizar a apuração do Funrep a partir de 1º de abril, aplicando 12% sobre o valor do benefício ou incentivo utilizado.

Em ofício encaminhado ao governador, o G7 alega que a exigência de depósito sobre os créditos presumidos do ICMS concedidos pelo Estado desencadeará significativos prejuízos ao setor produtivo paranaense, que perderá competitividade frente às indústrias concorrentes localizadas em outros Estados.

De acordo com o coordenador do G7 e presidente da Faciap, Fernando Moraes (foto), “não é o momento para esta cobrança. Está todo mundo sofrendo com essa crise, trabalhando pela retomada econômica e sem caixa para recolher novas taxas. Além disso, as contas do Estado não evidenciam essa necessidade de um fundo de emergência no momento”, afirma. (Imprensa Faciap)

GETEC: Confira o novo boletim da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec 11 02 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (11/02), o Informe Semanal referente ao período de 07 a 11 de fevereiro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana:

PL 6.299/2002 – Lei do alimento mais seguro

No dia 09 de fevereiro o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a proposta de atualização do marco legal dos defensivos agrícolas. O PL 6.299/2002, de relatoria do Deputado Federal Luiz Nishimori, moderniza e garante celeridade e transparência ao processo de registro dos defensivos, possibilitando maior produtividade e segurança alimentar. O texto também propõe a redução do prazo de registro de novos produtos de 8 para 2 anos, sendo que os registros de produtos genéricos devem acontecer no prazo de 01 ano. Com a aprovação, o projeto segue para deliberação pelo Senado Federal. Este projeto consta das prioridades da OCB e OCEPAR, que apoiam sua aprovação.

Disponibilidade imediata de medicamentos oncológicos – pl 6.330/2019

No dia 08 de fevereiro o Congresso Nacional manteve o veto integral ao projeto de lei n. 6.330/2019, que estabelecia a incorporação de medicamentos para o tratamento do câncer ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde (ANS). O veto considerou que a proposta implementava tratamento desigual aos pacientes, além de prever a inclusão de novos medicamentos no rol de coberturas obrigatórias, sem a devida avaliação da ANS, suprimindo análises técnicas e afetando critérios de previsibilidade, transparência e segurança jurídica para os planos de assistência à saúde. A manutenção do veto se deu em atenção ao acordo firmado com o governo, que editou a MP 1.067/2021, cujo projeto de conversão em lei foi aprovado por Senadores e Deputados Federais e agora aguarda sanção presidencial.

Ciclo de debates – Comissão de Agricultura do Senado Federal

Durante a programação do Show Rural, no dia 10 de fevereiro, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado realizou ciclo de debates coordenado pelo Senador Acir Gurgacz e que contou com a participação do Diretor Presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, do Secretário Estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, do Presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, além do Diretor Presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza. A audiência debateu a importância das feiras tecnológicas na facilitação do acesso, por produtores rurais, a técnicas para a otimização da produção, bem como o PL 6.417/2019, que moderniza o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Agropecuária (SNPA). As autoridades presentes também destacaram temas relevantes para o setor, a exemplo da importância da modernização da legislação sobre licenciamento ambiental, regularização fundiária, defensivos agrícolas, além da necessária recomposição do orçamento para o crédito rural após o anúncio, pelo Ministério da Economia, da suspensão das contratações de financiamentos rurais subvencionados. Também se destacou a necessidade de defender a aplicação do Código Florestal enquanto medida essencial à segurança jurídica para as atividades rurais.

Proteção de Dados – EC 115/2022

O Congresso Nacional promulgou em 10 de fevereiro a Emenda Constitucional 115/2022, que confere à proteção de dados pessoais a natureza de direito fundamental e estabelece a competência privativa da União para legislar sobre o tema.

Eleições 2022 – ADI 7021 – Federações partidárias

Ao julgar a ADI 7021, o STF validou o modelo de federações partidárias para as eleições de 2022, permitindo a união de dois ou mais partidos para a apresentação de candidatos aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual. Com este modelo, as federações passam a atuar como se fossem um só partido e, diferente das coligações, vinculam seus integrantes por, pelo menos, 4 anos, na tentativa de diminuir a fragmentação partidária e seus possíveis impactos negativos nas políticas públicas pelo governo. De acordo com a decisão do STF, os registros de federações para as eleições de 2022 devem ocorrer até a data de 31 de maio.

SHOW RURAL COOPAVEL: Um hub que conectará inovação ao agronegócio 365 dias por ano

show rural coopavel 11 02 2022A inauguração do Espaço Impulso, na tarde de quinta-feira (10/02) e na presença de inúmeras autoridades, não se torna apenas um dos mais marcantes momentos da 34ª edição do Show Rural Coopavel. O ato materializa um projeto de coragem e visão estratégica que encaminha o agronegócio de Cascavel e do Oeste a um novo estágio em seu contínuo processo de desenvolvimento. “A Coopavel sempre foi uma cooperativa inovadora. Criou em 1989 o Show Rural, em 2000 a Unicoop, uma universidade de formação e capacitação profissional, e em 2018, com a constituição do comitê de inovação, deu início à construção desse hub de inovação que tanto fará pelo presente e futuro da nossa agricultura e pecuária”, destacou o presidente da cooperativa, Dilvo Grolli.

O Espaço Impulso, com as soluções que começam a ser desenvolvidas, tornará o agronegócio regional ainda mais pujante e competitivo. “Esse projeto levará um país digital para o mundo, por meio de sua agropecuária”, apontou Dilvo. “Aqui começa a 35ª edição do Show Rural, com o mesmo compromisso de sempre, mas com uma agricultura de futuro”, ressaltou o presidente da Coopavel, agradecendo aos parceiros e a todos que se unem a uma iniciativa transformadora e de grandes possibilidades.

Empreendedorismo - É um desafio permanente manter a atividade produtiva em alto nível, por isso parcerias e iniciativas como essa se mostram tão relevantes, expressou o presidente do Parque Tecnológico Itaipu, o general Eduardo Castanheira Garrido Alves. “Nesse ambiente, unem-se o produtor rural e jovens universitários que têm boas ideias para a competitividade do agronegócio. Agradeço ao Dilvo e à Coopavel pela oportunidade de o PTI se aliar ao Espaço Impulso”, afirmou o general Garrido.

Integração - A inovação é a criatividade que gera resultados e essa é uma das propostas deste hub do agronegócio, definiu o diretor do Exohub, Michel Costa. “O que conecta o ontem ao amanhã é o hoje, por isso temos uma missão de inovar por e para todos”. Pela primeira no Brasil, segundo Michel, conta-se com uma área de 72 hectares para a experimentação das mais diferentes ideias e a cada ano o marco para a apresentação das soluções desenvolvidas será o Show Rural Coopavel.

O presidente da Fundetec (Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Cascavel), Alcione Gomes, disse que o Espaço Impulso é a prova da força da união de vários atores e da dinâmica da coletividade como instrumento impulsionador. “Essa será uma ferramenta para melhorias no agro, criando um ambiente de fomento à criatividade e ao empreendedorismo”. Já o prefeito Leonaldo Paranhos lembrou das dificuldades trazidas pela pandemia, dos cuidados e da coragem de realizar um evento tão grandioso. “Não poderíamos ser omissos de não defender a nossa cadeia do agro e tudo o que ela representa”, afirmou ele. “O Espaço Impulso se soma ao agro, uma cadeia indispensável à economia do Paraná, que tanto nos orgulha”, citou o deputado estadual Guto Silva.

Marcelo Rangel, superintendente de Inovação do Governo do Paraná, disse que o Espaço Impulso representa um novo ciclo de tecnologia para o Paraná. “Temos aqui um laboratório do agro, que vai funcionar 365 dias por ano, para inovar e proporcionar novos saltos de produtividade, qualidade e criatividade ao agronegócio do celeiro do mundo”. Implantado no antigo auditório da administração do Show Rural Coopavel, o Espaço Impulso tem área de 450 metros quadrados que serão ocupados por parceiros, startups e todos os atores que se somam a esse projeto de inovação, diz o coordenador de Inovação da Coopavel Kleberson Angelossi.

Os parceiros - São parceiros no Espaço Impulso: PTI, Exohub, Claro, BeOnClaro, Embratel, Cresol, Sebrae, Fundetec, Prefeitura de Cascavel, Unijuí, Unioeste, AcicLabs, BRDE, Iguassu Valley, PackId, FarmsEdge, SOL e CapTable. (Imprensa Coopavel)

COCAMAR: Consumidor concorre a prêmios na promoção Minha Cozinha é Cocamar

cocamar 11 02 2022A promoção Minha Cozinha é Cocamar, em que na compra de qualquer produto de varejo da cooperativa o consumidor tem direito a concorrer a prêmios, realizou o primeiro sorteio no dia 29 de janeiro e há vários outros programados para as próximas semanas. Em fevereiro, os sorteios acontecem nos dias 16 e 26; em março, nos dias 9 e 30 e, em abril, no dia 20, sendo que o período válido para participação na campanha vai de 3 de janeiro a 15 de abril.

Cadastrar - A cada compra, para receber o seu número da sorte e se habilitar aos sorteios, o consumidor deve fazer o cadastro no site da promoção (veja abaixo).

Produtos - Com uma extensa linha nas gôndolas, que vai desde óleos de soja, milho, girassol e canola, a café torrado e moído, passando por néctares de frutas e bebidas à base de soja, maioneses, catchup e mostarda, além de álcool doméstico e farinha de trigo, a Cocamar é reconhecida pela indiscutível qualidade de seus produtos. Em 2021, os negócios nessa área somaram R$ 1,1 bilhão, um recorde, com expectativa de continuarem crescendo fortemente em 2022.

Onde comprar - Oferecidos em milhares de pontos de vendas – entre as quais as principais redes de supermercados do Paraná e várias regiões do país, os produtos Cocamar podem ser encontrados, também, nas unidades da cooperativa e na lojacocamar.com.br.

Informações - O site, onde o consumidor encontra informações sobre o passo a passo para participar, é www.minhacozinhacocamar.com.br 

(Imprensa Cocamar)

LOGÍSTICA: Ferroeste teve alta de 13% na movimentação em 2021

logistica 11 02 2022Reflexo do bom momento vivido pela produção agropecuária do Oeste do Estado e da confiança dos investidores, a Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná S/A) terminou 2021 em alta. O balanço anual da empresa, divulgado na quinta-feira (10/02), aponta para a movimentação de 1.566.200 toneladas de produtos, um volume 13% maior do que no ano anterior (1.382.600 ton) e 33% maior do que 2019 (1.172.000 ton). A maior parte desse saldo positivo se deve à circulação de grãos, basicamente soja. Passaram pela Ferroeste 920.339 toneladas dessa commodity, número 15% maior que em 2020 (795 mil/ton), o que ajudou a impulsionar os recordes de movimentação da Portos do Paraná, que administra os terminais de Paranaguá e Antonina, e a balança comercial do Estado, que encerrou 2021 positiva.

Os contêineres com proteína animal também engordaram o volume de escoamento pelo modal ferroviário administrado pelo Estado. Em 2021 foram transportadas 384.230 toneladas de carne de porco e frango in natura e congelada, um aumento de 12% em relação ao mesmo período do ano retrasado (340 mil/ton).

“Melhoramos os indicativos em todas as frentes, no volume de grãos e no número de contêineres, o que se traduziu num resultado financeiro cada vez mais positivo. A Ferroeste passou anos sendo deficitária e desde 2019 conseguimos fechar as operações no azul, honrando os compromissos e facilitando o transporte para os produtores rurais que estão mais distantes do Litoral”, afirma o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves.

A produção escoada pelos trilhos da estrada de ferro é oriunda das cooperativas instaladas em Cascavel e municípios da região. Caminhões do Mato Grosso do Sul e de outras regiões descarregam grandes volumes de soja e milho no terminal central da empresa. Desse total, cerca de 40% desembarca em Guarapuava para beneficiamento e 60% segue viagem até o Porto de Paranaguá, de onde a produção embarca para outros continentes, em especial a Ásia.

O lucro operacional da empresa fechou em R$ 5,4 milhões em 2021 (já descontada a depreciação), em crescimento constante desde 2019 (R$ 450 mil) e 2020 (R$ 1,4 milhão).

Bastidores – Para o diretor de produção da Ferroeste, Gerson Almeida, o investimento de R$ 8,1 milhões em infraestrutura, com a troca de dormentes e a correção geométrica dos trilhos nos 248 quilômetros do trecho entre Cascavel e Guarapuava, ajudaram no crescimento gradual do transporte de grãos, granéis e contêineres observado. As adequações também diminuíram pela metade o número de incidências, transformando o escoamento em um dos mais seguros do País. O acordo de passagem com a Rumo, ainda em vigor, é outro fator de sucesso.

“Ganhamos no deslocamento, o que possibilitou uma melhora no tempo de trânsito”, destacou. "Também houve uma reforma completa em seis locomotivas e 50 vagões. Estamos nos adaptando à realidade do mercado porque o volume de transporte de grãos cresceu 145% nos últimos cinco anos. Precisamos estar cada vez mais preparados".

A relação com os clientes e o controle interno reduziram o custo operacional em 35% em 2021, o que também ajudou a impactar os números. “Essa gestão conseguiu fazer um bom planejamento estratégico e em três anos cumprimos 80% das metas. Esse ano pretendemos concretizar todos os nossos objetivos”, complementou Gonçalves.

Para 2022, segundo ele, estão previstas a compra de equipamentos de tecnologia embarcada, como computadores de bordo e detectores de quedas de barreiras, e a melhora da captação da chamada carga de retorno, que sai do porto em direção ao Interior do Estado. Na lista dos produtos estão cimento ensacado e fertilizantes. Este último representa 8% do total transportado. Com a crescente demanda do agronegócio a empresa vê nesse item uma oportunidade de aprimorar o desempenho.

Futuro – Para aumentar a participação do modal ferroviário no Paraná, justamente nesse movimento ininterrupto de crescimento das empresas e cooperativas do agronegócio, o Governo do Estado trabalha na elaboração e aprovação do projeto da Nova Ferroeste. A Ferroeste funciona desde 1991 e administra 248 quilômetros de trilhos entre Guarapuava e Cascavel. Essa linha será ampliada nos dois sentidos, fazendo a ligação entre Maracaju, no Mato Grosso do Sul e o Porto de Paranaguá. Está previsto ainda um ramal entre Cascavel e Foz do Iguaçu para captar carga do Paraguai e da Argentina.

"É um sonho que estamos tirando do papel. É uma demanda histórica do setor produtivo, por conta da vocação do Paraná para a produção e a logística. Com a nova estrada de ferro, o objetivo é que o Paraná dê um salto produtivo para se tornar uma referência em comércio internacional", afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Dois grandes estudos já avaliaram a viabilidade técnica e econômica e o impacto ambiental da obra. Estima-se que a nova estrada terá capacidade de transportar 38 milhões de toneladas de produtos no primeiro ano de operação plena. O projeto está em análise no Ibama. Depois do aceite do Estudo de Impacto Ambiental, será aberto nos próximos dias o prazo para os 49 municípios do traçado solicitarem a realização das audiências públicas sobre as questões ambientais.

O projeto deve ir a leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) no segundo trimestre de 2022. O investimento de R$ 29,5 bilhões será feito pela empresa ou consórcio vencedor do leilão, que vai construir e explorar a estrada de ferro por 70 anos. (AEN PR)

 

Foto: José Fernando Ogura/AEN

SAÚDE I: Brasil registra 164 mil novos casos e 943 mortes

saude I 11 02 2022A quantidade de pessoas contaminadas pela covid-19 ultrapassou os 27 milhões. Com 164.066 novos diagnósticos positivos em 24 horas, o total de brasileiros infectados pelo coronavírus alcançou 27.119.500. A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 3.036.634. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte. As mortes causadas pela covid-19 chegaram a 636.017. Nas últimas 24 horas, foram registrados por autoridades de saúde 943 novos óbitos. Ainda há 3.154 falecimentos em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores. Até quinta-feira (10/02), 23.446.849 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 86,5% dos infectados desde o início da pandemia. As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na quinta-feira (10/02). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19. Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (160.839), Rio de Janeiro (70.528), Minas Gerais (57.203), Paraná (41.618) e Rio Grande do Sul (37.417).
Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.914), Amapá (2.072), Roraima (2.106), Tocantins (4.033) e Sergipe (6.154).

Vacinação - O Brasil passou das 370 milhões de doses aplicadas, com 370,9 milhões, sendo 168,6 milhões com a 1ª dose e 153,9 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 44 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil de Notícias)

SAÚDE II: Mais 15.690 casos e 48 óbitos pela Covid-19 são confirmados no Paraná

saude II 11 02 2022A Secretaria estadual da Saúde divulgou na quinta-feira (10/02) mais 15.690 casos confirmados e 48 óbitos em decorrência da Covid-19 no Paraná. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 2.143.149 diagnósticos e 41.393 mortes, desde o início da pandemia. Os casos confirmados são de fevereiro (13.506) e janeiro (2.133) de 2022; dezembro (4), novembro (1), outubro (1), agosto (2), julho (4), junho (4), maio (9), abril (1), março (2) e janeiro (2) de 2021; e dezembro (6), novembro (3), outubro (1) e julho (11) de 2020. Os óbitos são de fevereiro (39) e janeiro (9) de 2022.

Internados – 182 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (82 em UTIs e 100 em leitos clínicos/enfermaria). Há outros 1.377 pacientes internados, 519 em UTIs e 858 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 48 pacientes. São 25 mulheres e 23 homens, com idades que variam entre zero e 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 14 de janeiro e 10 de fevereiro de 2022. Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (6), Londrina (5), Apucarana (4), Paranavaí (3), Maringá (3), Ribeirão do Pinhal (2) e Chopinzinho (2). Também foi registrada a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, São José dos Pinhais, São Jerônimo da Serra, Sarandi, Rolândia, Pinhais, Palmas, Nova Esperança, Nova Aurora, Jacarezinho, Irati, Imbituva, Foz do Iguaçu, Floresta, Figueira, Fazenda Rio Grande, Dois Vizinhos, Clevelândia, Cascavel, Borrazópolis, Bituruna, Araucária e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná – O monitoramento registra 10.039 casos de não residentes no Estado, sendo que 225 pessoas foram a óbito. (AEN PR)


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