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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5262 | 17 de Fevereiro de 2022

AGROPECUÁRIA: Paraná apresenta sugestões ao governo federal para ampliar Plano Safra 2022/23

1agropecuaria 17 02 2022A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), em conjunto com Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Federação da Agricultura (Faep) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares (Fetaep), encaminhou, nesta quarta-feira (16/02), documento para o Ministério da Agricultura, com vistas a contribuir para a construção do Plano Safra 2022/2023. A proposta é que sejam liberados R$ 333,8 bilhões para todo o País. No período 2021/22, foram R$ 251,2 bilhões. A contribuição paranaense, com propostas que envolvem, entre outros itens, investimentos, custeio e comercialização, ocorre todos os anos. “A agropecuária paranaense é uma das mais representativas do Brasil e altamente respeitada também no Exterior. Diante disso, temos a responsabilidade de propor, com propriedade, conhecimento das coisas do campo e participação dos agricultores, o que consideramos mais adequado e justo para o momento”, disse o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara.

O ofício que acompanhou o caderno de propostas registra a importância do setor diante da pandemia da Covid-19 e da longa estiagem enfrentada pelo Estado. “O setor segue produzindo para diminuir o impacto dos índices de inflação no País e para garantir a segurança alimentar nacional”, diz a publicação. “A produção agropecuária eleva o nível de investimentos no setor, movimenta a economia por meio da geração de postos de trabalho, melhora a eficiência nos processos produtivos e promove incremento da produtividade”.

Taxas - O documento apresenta em detalhes o que as entidades representantes dos produtores paranaenses acreditam ser adequado para promover o reequilíbrio de recursos destinados para custeio, investimentos e comercialização. O objetivo é que cada uma das linhas do Plano Safra 2022/23 não tenha os recursos precocemente esgotados, o que forçaria os produtores rurais, particularmente os familiares, a aplicarem recursos próprios, comprometendo suas rendas e a oferta de alimentos.

Com o intuito de preservar a capacidade de os produtores honrarem todos os compromissos, diante da alta expressiva dos custos de produção, o documento propõe também a manutenção das taxas de juros praticadas no atual ciclo. E, de outra parte, solicita aumento de R$ 13 bilhões para R$ 17,3 bilhões nos recursos destinados à equalização das taxas de juros, especialmente para os segmentos de agricultura familiar e médios produtores. No ofício, as entidades destacam que as projeções de prejuízo financeiro superior a R$ 55 bilhões (cerca de US$ 10 bilhões), devido à redução na oferta de milho e soja na Região Sul e Mato Grosso do Sul provocada pela estiagem, pode levar o País a não repetir o resultado superavitário da balança comercial do agro, em 2021, que foi de US$ 105 bilhões. “Para tanto, reiteramos que o aumento da oferta de recursos com taxas de juros subvencionadas tanto para capital de giro (custeio) como para investimento será fundamental para injetar novo fôlego ao setor que, com um quadro de clima favorável, poderá dar continuidade ao processo de produção e ofertar quantidades superiores de proteínas vegetais e animais, com vistas a atender a demanda dos mercados interno e externo em 2023”, acentuam.

Cooperativismo - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, entidades do setor produtivo e representantes da Secretaria da Agricultura do Paraná, há mais de 20 anos, apresentam uma proposta anual de consenso ao plano safra, considerando as demandas dos produtores e cooperativas em todas as regiões do estado. “É um trabalho consistente, com análises técnicas e mapeamento das distintas necessidades dos agricultores paranaenses”, explica. O dirigente ressalta a importância das políticas de apoio e crédito ao setor agropecuário. “O crédito rural é fundamental para o desenvolvimento e competitividade da agropecuária brasileira. Se o Brasil hoje é um dos grandes produtores e exportadores de alimentos do mundo, isso se deve muito à continuidade da política agrícola nacional, que desde a década de 1960 vem dando suporte aos agricultores e cooperativas. No cooperativismo do Paraná, esse processo resultou em melhoria de renda e diversificação nas atividades dos cooperados, gerando empregos no campo e nas cidades”, conclui.

Leia abaixo algumas propostas -

Agricultura familiar – O documento constata que, dos 208 mil agricultores familiares paranaenses, menos de 75 mil acessam o crédito rural, via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o que exclui aos menos 133 mil pequenos produtores de várias políticas públicas de apoio à atividade ou de mercados institucionais.

Por isso, a proposta é que haja aumento de crédito para custeio e comercialização para esse segmento, passando dos R$ 21,7 bilhões ofertados agora para R$ 33 bilhões no Plano Safra 2022/23. Além disso, sugere-se que, para investimentos, os recursos passem dos atuais R$ 17,6 bilhões para R$ 28 bilhões. As entidades paranaenses pedem, ainda, que os limites para cada linha de financiamento sejam superiores aos praticados atualmente, visto que os custos de produção também cresceram.

O documento detalha outras propostas que podem beneficiar agricultores, entre elas a ampliação da renda bruta de R$ 500 mil para R$ 600 mil para que possam ser enquadrados no Pronaf e a sugestão de criação de um extrato com renda bruta inferior a R$ 200 mil, com políticas públicas diferenciadas. Também propõe correção do limite de crédito para construção ou reforma de habitação, passando de R$ 60 mil para R$ 100 mil, e aumento nos investimentos em assistência técnica e extensão rural, além de recomposição dos valores por beneficiário em programas como alimentação escolar.

Gestão de risco – “As adversidades climáticas, que têm se tornado frequentes nos últimos anos, mostram a necessidade de os produtores terem uma garantia para se recuperarem das perdas. O crédito continuará sendo muito importante para o agricultor, mas o seguro já assumiu um papel tão relevante quanto esse, por isso estamos pedindo uma atenção especial do governo federal nessa questão”, disse o secretário Norberto Ortigara.

A proposta das entidades que representam os agricultores paranaenses é que o Plano Safra 2022/23 tenha R$ 1,5 bilhão no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, com cronograma de liberação oportuna dos recursos, de acordo com o calendário agrícola. No caso do Proagro, que o limite seja ampliado de R$ 335 mil para R$ 500 mil por produtor e por safra. Além disso, propõem que a cobertura seja dada a partir da data de plantio até o término da colheita.

Também foram incluídas medidas setoriais, como no caso dos produtores de leite, para os quais se pede linha e recursos para poderem adquirir alimentos, que foram reduzidos em razão da estiagem, evitando assim que se desfaçam dos animais. Também é sugerida a prorrogação de parcelas do crédito rural por instituições financeiras. Com o mesmo espírito de proteção contra estiagem, há proposta de aumentar de R$ 1,35 bilhão para R$ 2 bilhões o montante destinado ao Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga).

Clima – As propostas paranaenses com vistas à melhoria do meio ambiente incluem, entre outras, aumento de R$ 5,05 bilhões para R$ 6 bilhões no montante de recursos e de R$ 5 milhões para R$ 6 milhões no limite de crédito do Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC). Também se pede que as cooperativas sejam incluídas como beneficiárias. Os recursos podem ser utilizados em diversas atividades como, por exemplo, na regularização ambiental por meio de recomposição de vegetação nas áreas de preservação permanente e reserva legal, além de plano de manejo do uso da água e de conservação dos solos.

Foram acrescentadas, ainda, propostas que visam ampliar a abrangência do Programa Fundo Clima, instrumento que tem a finalidade de apoiar projetos ou estudos para mitigar as mudanças climáticas. Uma delas é a inclusão de pessoa física nos financiamentos, com limite de R$ 100 mil a R$ 1 milhão, além de aumento de 60% para 100% por projeto. (Com informações da Agência Estadual de Notícias)

Foto: Gilson Abreu/AEN PR

Clique aqui para conhecer a proposta do Paraná ao Plano Safra

MERCADO I: Cooperativas do Paraná participam da Gulfood em Dubai

1mercado I 17 02 2022Copacol, C.Vale e Lar participam em Dubai, nos Emirados Unidos da Gulfood, da principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio, que conta com cerca de 114 empresas brasileiras que atuam nos setores de bebidas, lácteos, óleos, produtos free-from, carne e frango, grãos e cereais, alimentos, incluindo de nicho e os classificados como ‘specialty’. A expectativa nesses cinco dias é de US$ 415 milhões em negócios. O evento, que encerra nesta quinta-feira (17/02), foi aberto no dia 13 de fevereiro com a presença dos deputados federais do Paraná, Sérgio Souza e Pedro Lupion. “O Brasil cada vez mais exportando alimentos e nós, parlamentares no Congresso Nacional, aprovamos leis que dão segurança jurídica para a produção de alimentos para os brasileiros e para o mundo”, ressaltou o deputado Sérgio Souza que junto com Lupion, integra da Frente Parlamentar do Cooperativismo e preside a Frente Parlamentar da Agricultura.

Cooperativas - “O Brasil está muito bem representado na Gulfood, inclusive por nossas cooperativas e nós da Frente Parlamentar Agropecuária, temos aqui uma grande oportunidade de mostrar ao mundo que produzimos com sustentabilidade um dos melhores alimentos do planeta e que podemos dar a segurança alimentar para o mundo de maneira sustentável”, frisou o Presidente da FPA.

Hub comercial - A participação do Brasil no evento é de suma importância, visto que, Dubai é um hub comercial para o Oriente Médio por sua localização estratégica e ambiente de negócios. Individualmente, os Emirados Árabes Unidos saltaram da 22ª posição entre os principais compradores do Brasil em 2017 para o 15º lugar em 2019, com 1,34% de participação no total (US$ 1,35 bilhão). “O Brasil tem um excedente de produção de alimentos que precisa de abertura de novos mercados para comercialização, gerando emprego, renda e alavancado a economia brasileira”, ressaltou Sérgio ao falar da importância em representar o parlamento no evento.

Apex - Segundo a Apex Brasil, entre as vantagens de fazer negócios com o parceiro do Oriente Médio está a diversificação progressiva da economia do país, que vem reduzindo sua vulnerabilidade aos movimentos dos preços do petróleo em comparação com outros Estados do Golfo, o que dá mais segurança aos exportadores brasileiros para negociar com empresas baseadas no país.

Público - O perfil dos visitantes na Gulfood é internacional, sendo 60% do Oriente Médio, 20% da Ásia, 9% da África, 8% da Europa, 2% das Américas e 1% da Australásia. (Com informações de assessorias parlamentares)

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MERCADO II: Visita de Jair Bolsonaro e parceria comercial com a Rússia são destaques do informe semanal da Getec

 

1mercado II 17 02 2022Entre os dias 15 e 16 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro cumpriu agenda oficial na Rússia, a convite do presidente Vladimir Putin. Os temas tratados na viagem foram a compra de fertilizantes russos, bem como outros assuntos relacionados à agricultura, defesa e energia. A visita presidencial e um panorama do mercado russo, em especial para o Brasil, são os destaques do informe semanal da Gerência Técnica do Sistema Ocepar sobre o mercado internacional

Foto: Valdenio Vieira/Presidência da República

Clique aqui e confira o Informe Mercado Internacional da Getec

AGROINDÚSTRIA: Moinho Cotriguaçu investe R$ 40 milhões em ampliação

1agroindustria 17 02 2022Trinta anos depois de entrar em operação, o Moinho Cotriguaçu, de Palotina, inaugurou obras da primeira etapa de um plano para expansão de sua capacidade operacional. A indústria começou a funcionar em 1992 e agora está investindo R$ 40 milhões para elevar em 25% o processamento diário de trigo. Na quarta-feira (16/02), a direção da Cotriguaçu Cooperativa Central realizou cerimônia para inaugurar instalações e equipamentos avaliados em R$ 5,8 milhões que fazem parte da expansão. Ao longo de 2022, outros R$ 34,2 milhões serão investidos na troca de um equipamento que processa 200 toneladas de trigo/dia por outro, mais moderno e automatizado, capaz de beneficiar 300 toneladas de trigo/dia. Com isso, a capacidade total de moagem passará de 400 para 500 toneladas/dia, ou seja, 25% a mais que o processamento atual.

As melhorias já finalizadas são prédios administrativos, duas balanças e uma nova portaria. “O foco é a ampliação da moagem e a modernização dos processos para acompanharmos a evolução tecnológica e nos mantermos em condições de atender os nossos clientes”, explicou o presidente da Cotriguaçu, Alfredo Lang. Em seu discurso, ele antecipou que a cooperativa tem planos para uma nova ampliação que permitirá ao moinho processar 600 toneladas de trigo/dia, o equivalente a 10 mil sacas/dia.

O Moinho Cotriguaçu também adequou seus processos produtivos para fazer a migração de certificações de qualidade e segurança alimentar. A indústria possui a certificação FSSC 22.000

A farinha produzida pelo moinho abastece indústrias de macarrão, biscoito e pães nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Bahia. O moinho é controlado pela Cotriguaçu Cooperativa Central, formada pela Coopavel, Copacol, Lar e C.Vale.  

Autoridades - Participaram do evento, além do presidente da Cotriguaçu e C.Vale, Alfredo Lang, os presidentes da Coopavel, Dilvo Grolli, da Copacol, Valter Pitol, e o conselheiro de Administração da Lar, Diogo de Mattia. Também estiveram presentes o prefeito de Palotina, Luiz Ernesto de Giacometti, o presidente da Câmara de Vereadores, Eurico Barbosa, e o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Palotina, Neri Leonardt. A cerimônia de inauguração foi restrita a 40 convidados devido à pandemia de coronavírus e os participantes só retiraram as máscaras para serem fotografados. (Imprensa Cotriguaçu)

Moinho Cotriguaçu

Raio X dos investimentos

Escritório: 1003 m2

Área de apoio: 491 m2

Duas balanças rodoviárias de 26 metros

Nova portaria

Valor: R$ 5,8 milhões

Equipamento de moagem

Valor: R$ 34,2 milhões

Total: R$ 40 milhões

Capacidade de moagem: 500 ton/dia

Funcionários: 119

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COPACOL: Cooperativa obtém certificação GPTW: um ótimo lugar para se trabalhar

copacol 17 02 2022Com valorização profissional, incentivo ao contínuo aperfeiçoamento e espaço para o desenvolvimento de carreiras, a Copacol alcançou o reconhecimento GPTW (Great Place To Work), como um ótimo lugar para se trabalhar.O selo legitima a postura da cooperativa em proporcionar oportunidades aos profissionais que atuam com empenho e dedicação para que as metas sejam alcançadas anualmente. “O agronegócio proporcionou à nossa região a abertura de vagas no mercado de trabalho. A participação de profissionais altamente capacitados é fundamental para que possamos avançar. O desenvolvimento está no campo e também na cidade. Temos profissionais que chegam de diferentes regiões do país e encontram aqui na nossa Cooperativa a oportunidade de garantir um futuro melhor. É satisfatório saber que nossos colaboradores sentem que este é um ambiente acolhedor”, afirma o diretor-presidente, Valter Pitol.

A consultoria global leva em consideração principalmente o índice de confiança na Cooperativa, por isso, os colaboradores tiveram a oportunidade de responder as perguntas on-line e assim apontar o nível de satisfação interna. A certificação GPTW ocorre quando a pesquisa sobre o ambiente de trabalho supera 70 pontos.

Presente em 76 países, com um faturamento de R$ 7,9 bilhões, a Cooperativa tem como missão desenvolver ações de cooperação no agronegócio, buscando excelência dos produtos e serviços, proporcionando satisfação dos clientes, gerando renda bem-estar aos cooperados, colaboradores e parceiros. No ranking da Forbes, a Copacol aparece como a 34ª maior empresa agro brasileiro; recebeu ano passado o Prêmio de Melhor Empresa do Agronegócio, pela LIDE Paraná; também é a 14ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 Maiores do Sul, publicado pelo Grupo Amanhã. (Imprensa Copacol)

AGRÁRIA: Discussão sobre as perspectivas para o Agronegócio abre o Dia de Campo de Verão 2022

 

1agraria 17 02 2022Na quarta-feira (16/02) a Cooperativa Agrária e a FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) receberam o público para o Dia de Campo de Verão 2022. O evento tem como objetivo discutir tecnologias, inovações e previsões para o plantio das culturas do período mais quente do ano, entre elas a soja, o milho e o feijão. Para a abertura do Dia de Campo, o Centro de Eventos Agrária recebeu o analista financeiro e comentarista político Miguel Daoud. Durante a palestra Perspectivas para o Agronegócio, Daoud falou sobre a forma como temas ligados à economia, infraestrutura e mercado internacional interferem diretamente no setor agropecuário. “Até 2050 a demanda mundial por alimentos vai dobrar. Hoje, o agronegócio é responsável por 25% da economia brasileira, por isso, precisamos nos preparar para atender essa demanda. Acredito que o agro é o único setor da nossa economia que tem chance de crescer nos próximos anos”, disse.

 

O evento contou também com o lançamento do livro Enxofre e gesso agrícola na produtividade das culturas em sistema de plantio direto no Paraná. A obra é resultado de duas décadas de estudo e tem entre seus autores a pesquisadora da FAPA Sandra Mara Vieira Fontoura. Tanto no período da manhã quanto no período da tarde, o público pode acompanhar as palestras simultâneas realizadas pelos pesquisadores da FAPA. Amanhã, 17, as atividades começam às 9 horas, com a palestra Mercado de Grãos e Cenário Econômico, com Leonardo Sologuren. O Dia de Campo de Verão 2022 tem o patrocínio ouro da Oro Agri, patrocínio prata da FMC, Ihara e Pioneer, e patrocínio bronze da Gigamix. Para conferir a programação completa do segundo dia de evento acesse diadecampodeverao.com.br. A entrada é gratuita. (Imprensa Agrária)

 

 

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CAPAL: Tec Campo 2022 promove imersão em novas tecnologias com palestras diretamente na lavoura

1capal 17 02 2022A Capal Cooperativa Agroindustrial realizou na última semana, em parceria com a Fundação ABC, o Tec Campo 2022 na matriz em Arapoti (PR) e em outros cinco municípios: Wenceslau Braz, Taquarituba, Taquarivaí, Itaberá e Curiúva. O evento contou com a participação de cooperados, equipe técnica da Capal e pesquisadores da Fundação ABC.Os encontros do Tec Campo visam difundir as novas informações e tecnologias no manejo das lavouras, com enfoque nos cultivos de soja e milho. O formato do evento, com palestras ministradas no campo, promove a união da teoria com a prática, pois após nas apresentações, os produtores podem conferir e avaliar pessoalmente a resistência a doenças, produtividade e desenvolvimento das cultivares.

A ideia da Capal de descentralizar o Dia de Campo, levando as palestras para outros municípios, garante um conteúdo adaptado às peculiaridades regionais quanto ao clima e solo. Desta forma, o aproveitamento do encontro pelos produtores para esclarecer dúvidas específicas é mais assertivo.

A gerente da unidade de Taquarituba (SP), Joana Rocha, observa que a participação dos cooperados no Tec Campo é ativa porque é um momento de esclarecimento sobre os materiais plantados na região. “O diferencial do dia de campo promovido pela Capal é que ele é puramente técnico, ao contrário de outras empresas. Nossos associados já estão acostumados e aprovam esse modelo”, comenta.

As palestras abordaram assuntos de diferentes linhas de pesquisa: a área de Fitotecnia expôs cultivares de soja diretamente na lavoura, com ênfase nas mais promissoras. Em Fitopatologia, o assunto foi o manejo do mofo branco, enquanto a palestra de Herbologia tratou do controle de plantas daninhas. A área de Entomologia apresentou aos produtores o resultado de pesquisas sobre controle de lagartas e uso de bioinsumos. Houve ainda uma palestra sobre o módulo de Economia Rural no SigmaABC, aplicativo exclusivo para cooperados.

De acordo com o pesquisador da Fundação ABC Senio José Napoli Prestes, que ministrou uma das palestras para os cooperados, o melhor meio de aprender é fazendo o exercício na prática. “Quando nós apresentamos resultados usando somente um recurso audiovisual há um aprendizado que é importante. Mas a experiência com a realidade se dá no campo, nas áreas de ensaio trabalhadas pela equipe de pesquisa e apresentadas para o cooperado. Por isso, é extremamente válido realizar o dia de campo com os produtores.”

O cooperado Frederico Gobbo Soldera, da unidade de Taquarituba, considera as palestras bem explicativas e elogia a iniciativa do Tec Campo. “Todos os produtores deveriam participar do evento porque, com os estudos da Fundação ABC, sempre são apresentadas melhorias para o manejo e para a economia do produtor. E estamos sempre de olho nas cultivares que foram plantadas aqui no campo. Isso é importante, porque os pesquisadores mostram a comparação entre elas, é muito bom ver todas lado a lado e conhecer os resultados”, conclui.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial
Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,4 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 750 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

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COCAMAR: Unidade de Mirante será inaugurada nesta sexta-feira

cocamar 17 02 2022A inauguração da unidade da Mirante do Paranapanema, nesta sexta-feira (18/02), às 11h, fortalece ainda mais a presença da Cocamar no chamado Pontal do Paranapanema, uma importante região do estado de São Paulo onde a cooperativa já atua em vários outros municípios no recebimento de grãos e comercialização de insumos agropecuários, além de incentivar a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e desenvolver, desde 2019, um programa em parceria com três usinas para a renovação de áreas de canaviais.

A estrutura - A Cocamar investiu R$ 31,7 milhões na construção de uma completa estrutura no quilômetro 38 da R-272, dotada de loja em que o espaço é dividido com área administrativa (incluindo equipe técnica para prestação de assistência técnica nas lavouras), armazém de insumos, instalações para recebimento dotada de três moegas para 570 toneladas e secagem de grãos, e quatro silos para 6 mil toneladas cada. São 72 mil metros quadrados de terreno e 6.507 mil de área construída, que vão ser gerados 20 postos de trabalho efetivos e19 sazonais, além de um grande número de indiretos.

Famílias de produtores - O início oficial de operação da unidade em Mirante do Paranapanema deve beneficiar aproximadamente mil famílias de produtores que já vinham cultivando terras e trabalhando com pecuária na região, muitas delas vindas do Paraná e que pleiteavam a presença da cooperativa, sem contar outras 100 que fazem parte do programa de renovação de áreas de canaviais.

Unidades - Além de Mirante, as estruturas da Cocamar no Pontal do Paranapanema estão localizadas em Presidente Prudente (comercialização de insumos agropecuários), Iepê e Cruzália (recebimento de grãos e comercialização de insumos) e Maracaí (recebimento de grãos).

Mais - Ainda no estado de São Paulo, a cooperativa opera em Palmital (onde investe cerca de R$ 60 milhões na construção de uma moderna unidade, que deve ficar pronta em meados deste ano) e, em parceria com a Syngenta, possui lojas para a comercialização de insumos em Itaberá, Itupeva e Buri, na região sudoeste. (Imprensa Cocamar)

BIOGÁS: Pesquisadores debatem inovações no setor no Sul do Brasil

biogas 17 02 2022O webinar “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Biogás no Sul do Brasil” terá a participação de pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa e inovação do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no dia 23 de fevereiro, das 14h às 16h. Eles vão falar sobre projetos e ações voltados ao setor do biogás. O seminário também abre espaço para debates e perguntas.  “A intenção é promover o debate entre os pesquisadores sobre formas de incentivar ações para pesquisas destinadas às demandas que o mercado de biogás exige, para ofertar serviços qualificados ao setor”, explica a pesquisadora e mediadora do webinar, Suelen Paesi, da Universidade de Caxias do Sul, instituição que sediará o Fórum deste ano.

Fórum - O seminário online antecede o 4º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, que ocorrerá de 12 a 14 de abril, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. O Fórum é promovido pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), Embrapa Suínos e Aves e Universidade de Caxias do Sul (UCS). A organização é da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

Transmissão - O webinar será transmitido no canal do Fórum no Youtube. As inscrições são gratuitas podem ser feitas no site biogasebiometano.com.br (link: https://bit.ly/3LuJXX0)

Confira os trabalhos que serão apresentados -

Estratégias de melhoria na produção de biogás utilizando pré-tratamentos - Thiago Edwiges (UTFPR Medianeira);

Aplicação do digestato como acelerador de atividades agrícolas - Robson Evaldo Gehlen Bohrer (UERGS);

Biogás, purificação e energia - Estudos na UFSC - Paulo Belli Filho (UFSC);

Purificação e digestato - André Cestonaro do Amaral (UNIOESTE);

Ciclo de Vida e circularidade de processo em plantas de biogás - Karina Guedes Cubas Amaral (Instituto 17/BEP);

Mobilidade elétrica a biogás - Luciane Neves Canha (UFSM).

Serviço:

O quê: Webinar “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Biogás no Sul do Brasil”

Quando: 23 de fevereiro de 2022 | quarta-feira

Horário: 14h

Onde: canal do Fórum no Youtube/FórumSulBrasileirodeBiogáseBiometano

Inscrições: Evento gratuito – Inscrições no site biogasebiometano.com.br - no link: https://bit.ly/3LuJXX0

4º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano

Quando: 12 a 14 de abril de 2022

Onde: Universidade de Caxias do Sul | Caxias do Sul | RS

Inscrições abertas: https://biogasebiometano.com.br/inscricoes/

Mais informações sobre o 4º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano podem ser obtidas nos canais:

www.biogasebiometano.com.br

www.facebook.com/BiogaseBiometano

www.instagram.com/biogasebiometano

www.linkedin.com/company/biogasebiometano

Foto: Jean Carlos Vilas Boas

SAÚDE I: Brasil registra 1.085 óbitos e 147 mil novos casos

saude I 17 02 2022O Brasil chegou quarta-feira (16/02) a 640 mil mortes em consequência da covid-19. Com 1.085 novos óbitos registrados em 24 horas, o país totalizou 640.774 vidas perdidas ao longo da pandemia. Ainda há 3.136 mortes em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores. O número de pessoas que contraíram covid-19 no país alcançou 27.806.786. Em 24 horas, foram confirmados 147.734 diagnósticos positivos da doença. A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 2.649.421. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para óbito. Até hoje, 24.516.591 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 88,2% dos infectados desde o início da pandemia.

As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira. Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19. Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados, em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de informações.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão: São Paulo (162.165); Rio de Janeiro (70.988); Minas Gerais (58.600); Paraná (41.879) e Rio Grande do Sul (37.706). Já os estados com menos óbitos são: Acre (1.937); Amapá (2.091); Roraima (2.116); Tocantins (4.067) e Sergipe (6.191).

Vacinação - Até quarta-feira (16/02), foram aplicadas 376,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170 milhões com a 1ª dose e 154,9 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 46,4 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil de Notícias)

SAÚDE II: Boletim confirma mais 16.402 casos de Covid-19 e 52 óbitos no Paraná

saude II 17 02 2022A secretaria estadual da Saúde divulgou na quarta-feira (16/02) mais 16.402 casos confirmados e 52 mortes em decorrência da Covid-19. Os números incluem meses anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Paraná soma 2.221.677 casos e 41.650 óbitos. Os casos confirmados são de fevereiro (14.651) e janeiro (1.684) de 2022; dezembro (4), novembro (7), outubro (1), setembro (2), agosto (4), julho (9), junho (6), maio (14), abril (5), março (1), fevereiro (2) e janeiro (2) de 2021; dezembro (1), novembro (1), outubro (2), setembro (2), agosto (1), julho (2) e maio (1) de 2020. Os óbitos são de fevereiro (45) e janeiro (4) de 2022; outubro (1), junho (1) e fevereiro (1) de 2021.

Internados – 170 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados, todos em leitos SUS (78 em UTI e 92 em enfermaria). Há outros 1.212 pacientes internados, 459 em leitos UTI e 753 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos – O boletim relata a morte de mais 52 pacientes. São 23 mulheres e 29 homens, com idades que variam entre 42 e 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 5 de fevereiro de 2021 e 15 de fevereiro de 2022. Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (6), São José dos Pinhais (5), Mamborê (5), Paranaguá (4), Foz do Iguaçu (3), Ponta Grossa (2), Pitanga (2), Pato Branco (2), Paranavaí (2), Londrina (2), Cascavel (2) e Campo Largo (2). Também é registrada a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Sapopema, Sabáudia, Realeza, Porto Barreiro, Nova Esperança do Sudoeste, Medianeira, Marechal Cândido Rondon, Mandaguari, Guaíra, Curitiba, Cidade Gaúcha, Cianorte, Cambé, Assis Chateaubriand e Arapongas.

Fora do Paraná – O monitoramento registra 10.272 casos de não residentes no Estado – 229 pessoas foram a óbito. (AEN PR)


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