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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5265 | 22 de Fevereiro de 2022

SESCOOP/PR: Aula magna marca o início da segunda turma do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas

Começam, nesta terça-feira (22/02), as aulas da segunda turma do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas, na modalidade ensino a distância (EAD), promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), e em parceria com o Isae. A formação é destinada a empregados das cooperativas paranaenses. Nesse ciclo, o Sescoop/PR está apoiando 160 alunos com bolsas de estudo. A unidade do Sescoop de Goiás também está subsidiando alunos daquele estado no curso.

Aula magna - Nesta segunda-feira (21/02), o presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, ministrou a aula magna, marcando o início oficial da turma de 2022 da graduação. O diretor da Faculdade Isae Brasil, Norman Neto, abriu o evento, que contou ainda com as presenças do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e do presidente do Isae, Norman Arruda Filho. 

Preparo - “O Curso de Tecnólogo em Gestão de Cooperativas prepara os profissionais para planejar e gerenciar as atividades, por meio de um conhecimento aprofundado em gestão, legislação cooperativista e uso da tecnologia e da inovação. Com duração de dois anos, é reconhecido como uma formação de ensino superior”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

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SISTEMA OCB: Participação em missão oficial ao Irã promove cooperativismo agro

sistema ocb 22 02 2022Estreitar relações e promover os produtos e serviços exportados pelas cooperativas brasileiras. Esses foram os principais objetivos da participação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na missão oficial da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ao Irã. A visita foi realizada entre os dias 17 e 20 de fevereiro na capital do país, Teerã, e discutiu a possibilidade de importação de fertilizantes do Irã ao Brasil, principalmente a ureia.

Reuniões - “Participamos de diversas reuniões com o Ministro da Agricultura, membros do Parlamento e empresários iranianos e pudemos observar que o Brasil tem condições de suprir a demanda por produtos agro do país, especialmente no que diz respeito ao milho e a soja”, afirmou João Prieto, coordenador do Ramo Agro e representante do Sistema OCB na Missão Oficial.

Catálogo - Ainda segundo ele, durante as reuniões foi apresentado o Catálogo Brasileiro de Cooperativas Exportadoras, publicação desenvolvida pelo Sistema OCB que está disponível em 11 idiomas, inclusive o farsi, língua oficial do Irã. “Também participamos de encontro com a Câmara Cooperativa iraniana com o objetivo de fomentar uma maior troca entre as cooperativas dos dois países na busca de novas oportunidades de negócios”, acrescentou.

Sistema robusto - Com 92 mil cooperativas ativas, 10 milhões de cooperados e 1,7 milhão de empregos diretos, o Irã possui um robusto sistema cooperativista. A Câmara de Cooperativas do Irã (ICC) é o principal órgão de representação das cooperativas locais e atua também no comércio internacional, com exportação e importação de produtos e subsídios para os empreendimentos cooperativistas.

População - O Irã tem atualmente a terceira maior população do Oriente Médio, com 83 milhões de habitantes, e é um grande importador de alimentos. Em 2019, o valor total chegou a US$ 35 bilhões e o Brasil foi o quinto maior fornecedor. O total exportado pelo Brasil ao Irã no período foi de US$ 2,19, um dos maiores superávits da Balança Comercial Brasileira.

Comércio - O principal produto exportado pelo Brasil ao Irã foi o milho, sendo que o Brasil foi o maior fornecedor do cereal ao Irã, com negócios equivalentes a US$ 972 milhões em 2019. Por outro lado, o principal produto importado pelas empresas brasileiras foi fertilizante à base de hidrogênio, cujo valor somado em negócios chegou a US$ 99 milhões. (Sistema OCB)

 

INTEGRADA: Cooperativa realiza a Assembleia Geral Ordinária 2022

integrada 22 02 2022A AGO – Assembleia Geral Ordinária 2022, da Integrada, acontece nesta quarta-feira (23/02). O encontro será presencial, no Recinto Milton Alcover, na SRP – Sociedade Rural do Paraná, em Londrina (PR), a partir das 15h (terceira e última convocação).

Transmissão - A AGO também será transmitida ao vivo, pelo canal da Integrada no YouTube. A observação é que o direito a voto fica exclusivo para a participação presencial do cooperado, na SRP.

Superação - Em um 2021 carregado de desafios, a Integrada, com mais de 11.500 cooperados e 2.000 colaboradores, mostrou superação. O resultado, inclusive as sobras, será divulgado na AGO. Uma antecipação, a cooperativa ultrapassou 5,85 bilhões de reais em faturamento.

Conquistas - O diretor presidente, Jorge Hashimoto, afirma que “a união e o sentimento cooperativista de associados e colaboradores levaram às conquistas que serão divulgadas na AGO”.

Desafios - Os desafios de 2021 ficaram por conta do clima, com um stress hídrico histórico para o Paraná, e, um inverno também incomum, com três geadas seguidas. O milho de segunda safra foi o que mais sentiu. A quebra foi inevitável em todo o estado.

Indenizações - Na Integrada, o milho de inverno gerou indenizações de R$125 milhões. Quase metade desse total, ajudou os cooperados a diminuir ou quitar débitos com a cooperativa. O revés provou que o seguro das lavouras é a melhor garantia contra grandes prejuízos. A Integrada Seguros consolidou resultados positivos e conquistou a confiança dos associados.

Demanda mundial - No cenário macro, a demanda mundial por grãos se manteve aquecida. A queda na produção no Brasil, além de outras causas em vários países produtores, junto com estratégias comerciais de grandes players, como a China, manteve as cotações das commodities em alta. Assim, a rentabilidade compensou a produtividade menor das lavouras.

Verticalização - Na verticalização, foram extrapoladas as metas das agroindústrias de rações, milho e suco de laranja. Contribuição importante veio, ainda, da área de insumos, inclusive os setores de máquinas e o TRR, o Terminal de Combustíveis. O café Coperatto segue sua trajetória de sucesso no varejo, com mais de 250 pontos de venda.

Governança - O cuidado com a governança também rendeu reconhecimentos à Integrada. O certificado GPTW de Excelente Lugar para Trabalhar e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná, por três anos consecutivos, além dos reconhecimentos como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, no Ranking Nacional – Indústria 2021 e Agronegócio 2021, revelam a qualificação de todo o time Integrada.

Iniciativas - A cooperativa implantou o programa de Compliance e atualizou o Código de Integridade e Conduta. Afinal, fazer o certo, esse é nosso valor. A Integrada segue, cumprindo as diretrizes do planejamento estratégico 2021-2025, o ROTA 843, que constrói o futuro todos os dias. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa apoia futebol nacional com patrocínio à Copa Intelbras do Brasil

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados e atuação em todas as regiões do Brasil – junto à Klefer, agência detentora dos direitos comerciais da competição, renovou pelo sétimo ano consecutivo o contrato de patrocínio à Copa Intelbras do Brasil, uma das principais do futebol nacional.

Presença - Desde 2015 como patrocinadora da competição, a marca do Sicredi permanecerá presente na comunicação visual dos estádios e arenas, em painéis estáticos e de LED, e nas redes sociais da Copa Intelbras do Brasil. “Esta é uma competição que tem muita sinergia com a nossa forma de atuar, pois reúne clubes de todas as regiões do país, muitos deles municípios fora dos grandes centros urbanos, localidades que temos forte presença. Além disso, o esporte coletivo tem um caráter de cooperação, pois por meio da união de esforços nos tornamos mais fortes e é isso que o cooperativismo realiza”, comenta Fernando Di Diego, gerente de Marketing do Sicredi.

Ações - Além disso, entre as ações de patrocínio à competição, será realizada a premiação de Defesa Mais Bonita. Em cada fase, uma votação popular no Twitter premiará um goleiro com um troféu referente à conquista e, na eleição geral da competição, o vencedor da Defesa Mais Bonita da edição receberá um valor de R$ 30.000,00 para ser doado a uma instituição de caridade escolhida pelo jogador. O Sicredi também realizará a iniciativa Seleção da Fase, que elege os 11 melhores jogadores de cada etapa a partir de uma curadoria interna da competição.

Edição - Esta é a 34ª edição da Copa Intelbras do Brasil, organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A disputa conta com a participação de 91 equipes que representam 27 federações do futebol brasileiro. A grande decisão da competição está marcada para o dia 19 de outubro deste ano.

Paulistão Sicredi 2022 - Nos últimos anos, o Sicredi vem consolidando o apoio ao esporte com patrocínio a campeonatos, clubes e outros esportes regionalmente. Pelo quarto ano consecutivo, a instituição financeira cooperativa segue como "title sponsor” do Paulistão Sicredi 2022.

Transmissão - Os torcedores podem acompanhar o torneio paulista ao vivo pela Record TV e pelo Youtube (transmissões abertas a todos), pelo Paulistão Play, plataforma oficial do Paulistão; além das plataformas HBO Max, e Premiere, do Grupo Globo. Outra grande novidade da competição é a presença nos jogos principais, das placas de publicidade em versão LED, no formato de U, envolvendo todo o campo de futebol, seguindo o padrão das principais ligas e torneios de futebol da Europa.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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COMÉRCIO EXTERIOR: Superávit da balança comercial sobe 56,7% e chega a US$ 2,33 bilhões no ano

comercio exterior 22 02 2022A balança comercial brasileira atingiu superávit de US$ 2,33 bilhões no acumulado do ano, até a terceira semana de fevereiro, com alta de 56,7% pela média diária, sobre o período de janeiro a fevereiro de 2021. Já a corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 68,41 bilhões, com crescimento de 21,7%.

Exportações - As exportações em 2022 já somam US$ 35,37 bilhões, com aumento de 22,6%, enquanto as importações subiram 20,8% e totalizam US$ 33,04 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (21/2) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações cresceram 23,6% e somaram US$ 15,74 bilhões, enquanto as importações subiram 16,6% e totalizaram US$ 13,19 bilhões. Dessa forma, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,55 bilhões, e a corrente de comércio alcançou US$ 28,93 bilhões, subindo 20,3%.

Terceira semana de fevereiro - Apenas na terceira semana de fevereiro, as exportações somaram US$ 5,506 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 4,669 bilhões, resultando em um superávit de US$ 837 milhões. A corrente de comércio foi de US$ 10,174 bilhões.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana deste mês (US$ 1,124 bilhão) com a de fevereiro de 2021 (US$ 909,74 milhões), houve crescimento de 23,6%, com aumento nas vendas da Indústria Extrativista (+7,3%), dos produtos da Indústria de Transformação (+20,8%) e da Agropecuária (+73,3%).

Indústria Extrativista - Na Indústria Extrativista, os destaques foram as vendas de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+77,8%); minérios de cobre e seus concentrados (+59%); outros minerais em bruto (+125,7%) e pedra, areia e cascalho (+410,2%).

Transformação - Já na Indústria de Transformação, o crescimento foi puxado pelas vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+251,5%); carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+70,4%); produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, não folheados ou chapeados, ou revestidos (+656,8%); celulose (+29,5%) e farelos de soja e outros alimentos para animais, excluídos cereais não moídos, farinhas de carnes e outros animais (+14,8%).

Agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações refletiu, principalmente, o crescimento nas vendas de soja (+108,2%); café não torrado (+79,9%); trigo e centeio, não moídos (+775%); milho não moído, exceto milho doce (+19,8%) e madeira em bruto (+99,6%).

Importações no mês - Nas importações, a média diária até a terceira semana de fevereiro de 2022 (US$ 942,13 milhões) ficou 16,6% acima da média de fevereiro do ano passado (US$ 807,73 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras de produtos da Indústria de Transformação (+14%) e da Indústria Extrativista (+116,6%). Por outro lado, caíram as compras em Agropecuária (-13,9%).

Aumento - Na Indústria de Transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+113,5%); válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+52,9%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+50,1%); compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (+59,8%) e caldeiras de geradores de vapor, caldeiras de água sobreaquecida, aparelhos auxiliares e suas partes (+29.442,9%).

Alta - Por fim, na Indústria Extrativista a alta nas importações se deve, principalmente, à compra de gás natural, liquefeito ou não (+206,6%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+102%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+120,2%); outros minerais em bruto (+34,9%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (+2,1%). (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

Veja os principais resultados da balança

 

INFRAESTRUTURA I: Portos do Paraná abre consulta pública para nova área de arrendamento

infraestrutura 22 02 2022A empresa pública Portos do Paraná abriu o prazo de consulta pública para o futuro leilão de arrendamento de mais uma área no Porto de Paranaguá. Denominada PAR 09, o terminal de 24 mil metros quadrados está localizado a Oeste do porto organizado (espaço que envolve a estrutura do porto e o entorno).

Contribuições - A consulta pública foi aberta nesta segunda-feira (21/02) e as contribuições podem ser feitas até as 23h59 do dia 06 de abril. A convocação está publicada em Diários Oficiais, do Estado e da União, desde a última sexta-feira (18/02).

Área - Trata-se de uma área classificada como brownfield, ou seja, já construída, e destinada à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, como explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Encerrado esse prazo, dentro do qual todos os interessados podem se manifestar, vamos analisar as sugestões recebidas e aprimorar, ainda mais, os projetos”, afirma Garcia.

Transparência - Após o encerramento do processo, e análises das contribuições pela Autoridade Portuária, o processo será remetido ao Tribunal de Contas da União. Segundo o executivo, todo o trâmite segue com transparência e ampla divulgação no site da Portos do Paraná. Um banner foi especialmente criado para que as pessoas encontrem as informações de maneira mais fácil e prática.

Regras - As regras para o envio de subsídios e sugestões para o aprimoramento das minutas jurídicas e técnicas – incluindo edital de licitação, contrato de arrendamento, documentos técnicos e respectivos anexos – estão disponíveis AQUI .

Arrendamento - A audiência pública – a primeira deste ano, a ser realizada em breve, em data a ser definida - vai fomentar ainda mais o debate e esclarecer eventuais dúvidas sobre o arrendamento da área.

Leilão - O leilão deve ocorrer no segundo semestre deste ano, com investimentos totais esperados de cerca de R$ 492,6 milhões. Confira os estudos completos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

INFRAESTRUTURA II: No Noroeste, PR-323 ganha terceiras faixas para melhorar logística e aumentar a segurança

infraestrutura II 22 02 2022A PR-323 nunca mais será a mesma. De ponta a ponta, da pequena Iporã até chegar em Maringá, a rodovia que corta o Noroeste do Paraná está em obras. São duplicações, terceiras faixas, recapeamentos e viadutos em andamento para ampliar a capacidade de tráfego e aumentar a segurança e conforto para pedestres e motoristas.

Terceiras faixas - No lado mais à Oeste do Estado, próxima à divisa com o Mato Grosso do Sul e à fronteira com o Paraguai, a região de Iporã está sendo contemplada com a construção de 3,8 quilômetros de terceiras faixas. Caminhões, tratores e escavadeiras apertam o ritmo para pôr fim à antiga reclamação de que a estrada não tem pontos de ultrapassagens, o que torna a viagem bem mais longa e perigosa.

Segurança - “Se a pessoa fica atrás de um caminhão, dificilmente vai conseguir ultrapassar. Ou vai se arriscar, o que resulta em muitos acidentes. Essas terceiras faixas vão ampliar a capacidade e a segurança de quem usa a rodovia, sem sombra de dúvidas”, conta o ambulante Rodrigo Carlos de Oliveira Silva.

Oportunidade - Desempregado, ele mesmo viu na modernização da PR-323 uma forma de ganhar a vida – passa o dia no perímetro do “siga e pare” vendendo picolés de fruta por R$ 2,50, um alívio necessário em meio ao calor que costuma bater na casa dos 40ºC naquela região. “Está ficando bom”, diz, enquanto faz o "zigue-zague" entre os carros que aguardam pacientemente a vez para seguirem o percurso.

Fim de gargalos - O segmento entre Iporã e Cafezal do Sul é apenas um dos vários trechos que serão ampliados ao longo da rodovia. Ao todo, o Governo do Estado está implementando quase 24 quilômetros de faixa adicional na PR-323, um investimento de R$ 59,4 milhões do programa Avança Paraná, financiado pela Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Compromisso - “Assumimos o compromisso de resolver gargalos logísticos que perduravam há muito tempo no Estado. Com a conclusão dessas obras, melhoramos a trafegabilidade e escoamento da produção paranaense, além de trazermos mais segurança aos motoristas”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Graças a um planejamento que fizemos na alocação de recursos e na elaboração de projetos, o Paraná inteiro está em obras”, acrescenta.

Salvar vidas - Morador de Cafezal do Sul há 58 anos, Ascânio Antônio de Paula faz o trajeto de pouco mais de 20 quilômetros até Iporã diariamente. Conhece como poucos as nuances da pista que passa por reforma. “Isso aqui era a rodovia da morte. Agora, essa obra vai beneficiar muita gente e salvar muitas vidas”, diz.

Projeto - A obra integra o novo Programa de Revitalização da Segurança Viária do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). O projeto prevê soluções como a implantação de terceira faixa para ultrapassagens, alargamento de faixa, reabilitação do pavimento com soluções de reciclagem e pavimentação, eliminação de degraus com desnível maior que cinco centímetros, reforço da sinalização horizontal e vertical e implantação de mais dispositivos de segurança.

Segmentos - Devem ser atendidos 20 segmentos da PR-323, no trecho entre Doutor Camargo e Iporã, com um prazo de execução de 360 dias, após emissão da ordem de serviço.

PRC-280 - Iniciativas semelhantes estão sendo licitadas na PRC-280, no Sudoeste, e na PR-092, no Norte Pioneiro.

Obras - “Temos um volume expressivo de obras, que inclui a recuperação de rodovias importantes, temos projetos históricos que eram aguardados há décadas e que atendem todas as regiões”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Corredor - A PR-323 é um dos principais corredores de transporte de cargas no Paraná, ligando a região Noroeste ao Oeste e ao Norte. Atualmente, está em fase de conclusão a duplicação da rodovia entre Paiçandu e Doutor Camargo, em uma extensão de 20,7 quilômetros, sendo que 10 deles já foram liberados para tráfego. O investimento é de R$ 73,4 milhões.

Licitações - Além disso, a PR-323 é objeto de duas licitações de duplicação, uma de R$ 81 milhões no trecho entre Umuarama e a PR-468, que inclui duas novas interseções em desnível, sendo uma delas no Trevo do Gauchão, e outra de R$ 55 milhões para continuar a duplicação da rodovia de Doutor Camargo até o quilômetro 180,5, próximo à ponte sobre o Rio Ivaí.

Crescimento - “Iporã está crescendo e conquistando espaço graças ao investimento em parceria com o Governo do Estado. E essa melhoria na PR-323 é mais uma obra importante, que vai evitar acidentes e melhorar o fluxo de veículos. Estimamos que nos próximos anos, com os investimentos privados que estão vindo para a cidade, abriremos mais de 2,5 mil vagas de emprego. Por isso, a rodovia é fundamental”, ressalta o secretário do Planejamento de Iporã, Leandro Aparecido Sabino. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

 

TRATOR SOLIDÁRIO: Governo divulga caderno sobre distribuição de recursos do Programa

trator solidario 22 02 2022O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgou nesta segunda-feira (21/02) um caderno com o relatório sobre o Programa Trator Solidário e a análise da distribuição de recursos entre 2007 e 2021. O programa possibilita o financiamento, com preços mais acessíveis, de tratores, pulverizadores e colhedoras para pequenos produtores.

Parceria - Para isso, trabalham em parceira a Seab, o Instituto de Desenvolvimento Rural – Iapar-Emater (IDR-Paraná), a Fomento Paraná, agentes financeiros e cooperativas de crédito, além de fabricantes de implementos, equipamentos, tratores e máquinas agrícolas. Esse é um dos programas que exercem papel importante no processo de inovação, modernização e implantação de tecnologias nas unidades produtivas de até quatro módulos fiscais.

Números - No caso dos tratores, o documento aponta que, durante o período estudado, foram entregues mais de 13.275 unidades, com força variando entre 55 cv até 75 cv. O valor financiado entre 2007 e 2021 foi de R$ 891.739.077,30. Os núcleos da Seab que mais se destacaram na aquisição são Toledo, Curitiba e Francisco Beltrão, enquanto os municípios de Ipiranga, Toledo e São João do Triunfo lideram.

Colhedoras - As colhedoras de grãos entraram na lista de produtos com possibilidade de financiamento em 2015. Por serem equipamentos mais caros, a aquisição desse tipo de bem exige, normalmente, a participação de dois ou mais produtores, geralmente membros da mesma família, mas com áreas distintas de exploração.

Destaques - O documento mostra que os destaques em compras são os municípios de Ubiratã e Palotina. Em sete anos, foram financiadas 279 colhedoras no valor de R$ 86.640.300,30.

Pulverizadores - Em 2015, também começou o financiamento de pulverizadores para agricultores familiares. Desde então, o valor financiado foi de R$ 2.205.020,26 para a compra de 115 equipamentos. Os núcleos regionais de Ponta Grossa e Curitiba foram os que mais tiveram favorecidos. Os destaques municipais são para Ipiranga e Marmeleiro. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

Confira o Caderno Trator Solidário

 

BOLETIM LOGÍSTICO: Colheita de soja deste ano leva a recorde nos preços de frete

boletim logistico 22 02 2022O escoamento da soja brasileira, que normalmente toma conta dos serviços de frete nos períodos de colheita, desta vez eleva os preços do transporte a níveis recordes. As cotações para a movimentação de grãos em Mato Grosso, maior estado produtor da oleaginosa, alcançaram os valores mais altos na série histórica em janeiro, e devem atingir patamares ainda maiores neste mês de fevereiro. As informações são do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado na última sexta-feira (18/02).

Exportação - Com o registro de 2,45 milhões de toneladas em exportações apenas em janeiro deste ano, a soja alcançou valor recorde também de receita, chegando a US$ 1,24 bilhão no último mês. “As informações do mercado indicam uma demanda mundial crescente pela oleaginosa, em virtude da retomada da produção e do consumo de proteína animal no mundo, o que indica redução da relação estoque/consumo de soja em grãos em 2022”, afirma o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth. “E as exportações brasileiras em janeiro de 2022 foram históricas tanto em receita quanto em embarques para este período do ano”.

Aumento - De acordo com a pesquisa mensal realizada pela Conab para monitorar as rotas mais relevantes de corredores logísticos com origem nos estados produtores, o preço de frete praticado em Mato Grosso aumentou 41% nos percursos de Querência/MT para Araguari/MG e Colinas/TO em relação a janeiro do ano passado, chegando ao valor de R$ 270 por tonelada. Entre os trajetos realizados, a mais cara é de Campo Novo/MT para o porto de Santos/SP, cotada em R$ 430/t (aumento mensal de 10% e de 33% em relação a jan/21).

Goiás - Em Goiás, que passou a ser o segundo maior produtor de soja nesta safra, após a quebra registrada nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, a antecipação ainda em janeiro da colheita da soja nos principais municípios fez aumentar a demanda por caminhões, marcando o reinício das atividades com forte movimentação dos grãos. A rota mais cara no período de janeiro foi a de Rio Verde/GO para Imbituba/SC, cotada em R$ 250,50, aumento de 6% em relação a dez/21. Em termos percentuais, a elevação maior foi no trecho de Bom Jesus de Goiás para São Simão/GO, que passou de R$ 67,50 para R$ 92, um incremento de 36% no total.

Dados - O Boletim Logístico da Conab aponta ainda os dados coletados sobre os valores de frete nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e Distrito Federal, além dos quantitativos comercializados nos principais portos exportadores. Nesta edição, o estudo traz também informações sobre as importações brasileiras de adubos e fertilizantes, que no mês de janeiro foram bastante influenciadas pelas tensões geopolíticas entre Rússia e Ucrânia. (Conab)

Confira a análise completa do Boletim Logístico - Fevereiro/2022, disponível no site da Companhia.

FOTO: C.Vale

 

ECONOMIA: Desaceleração da China deve afetar Brasil, diz presidente do BC

economia 22 02 2022O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta segunda-feira (21/02) que a desaceleração da economia da China deverá dificultar o crescimento do Brasil e dos demais países da América Latina. De acordo com Neto, a pandemia de covid-19, a crise imobiliária chinesa e o envelhecimento de sua população estão entre os principais fatores da queda de crescimento do país asiático.

Preocupação - “Acho que a preocupação é que um crescimento menor na China possa dificultar o crescimento da América Latina e o crescimento do Brasil. Acho que o ponto principal é entender que esse processo vai acontecer de tal forma, e tomar as medidas, e se reinventar para que isso tenha o mínimo de efeito possível”, disse o presidente do BC, em palestra online promovida pelo Canal AgroMais.

Crescimento mundial - “A gente começa a ver, e a própria autoridade chinesa tem dito, que a gente vai ver um crescimento da China mais perto do crescimento mundial, não tão descolado, ainda que seja acima”, acrescentou.

Inflação - O presidente do BC voltou a destacar que a tendência de inflação no Brasil ainda é de crescimento. Segundo ele, o aumento de preços no país está sendo impulsionado principalmente pela área de energia. Os dados citados por Neto são de janeiro, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Tendência - “A gente vê de fato uma tendência de inflação que ainda é crescente. A inflação do Brasil, de fato, foi uma das mais elevadas do mundo, 10,4%, mas o Brasil teve a maior inflação de energia do mundo, de 5,8%. E se a inflação do Brasil de energia tivesse sido a média dos outros países [em torno de 2%], a nossa inflação também teria sido igual a dos outros países [em torno de 6,7%]. Basicamente o que levou a inflação do Brasil acima da média foi energia”, disse.

Dados - Os dados do BC utilizados por Neto fazem comparação da inflação brasileira de janeiro de 2022 (10,4%), no acumulado dos últimos 12 meses, com os últimos números disponíveis da inflação da Turquia, 36,1%; Rússia, 8,4%; Chile, 7,9%; Estados Unidos, 7,5%; Colômbia, 6,9%; Espanha, 6,5%; Peru, 6,4%; África do Sul, 5,9%; Holanda, 5,7%; Índia, 5,6%; área do Euro, 5%; Alemanha, 4,9%; Itália, 4,8%; França, 2,9%. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

FGV: Confiança do consumidor atinge maior nível desde agosto

fgv 22 02 2022O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,9 pontos na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 77 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde agosto do ano passado.

Alta - A alta da taxa foi puxada, principalmente, pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança dos consumidores em relação ao futuro e que subiu 3,8 pontos. Com isso, o subíndice chegou a 84,5 pontos, principalmente devido ao bom desempenho do componente intenção de compras de bens duráveis próximos meses.

Situação atual - O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, também subiu (1,5 ponto) e chegou a 67,6 pontos. Apesar da alta, este subíndice ainda está em patamar muito baixo em termos históricos.

Influências - “O resultado positivo pode ter sido influenciado pelo Auxílio Brasil nas faixas de renda mais baixas, perspectivas mais favoráveis sobre o mercado de trabalho e situação econômica que voltaram a ficar mais otimistas, com indicadores superando o nível neutro de 100 pontos. Mas é preciso ter cautela, o nível ainda é muito baixo em termos históricos e o comportamento volátil dos consumidores nos últimos meses mostram que a incerteza elevada tem afetado bastante a manutenção de uma tendência mais clara da confiança no curto prazo”, explica a pesquisadora Viviane Seda Bittencourt, em nota divulgada pela FGV. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Frazão / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,10, mesmo com tensões na Ucrânia

cambio 22 02 2022O agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia não impediu o dólar de voltar a cair e atingir o menor valor desde o fim de julho do ano passado. A bolsa não teve o mesmo otimismo e recuou pela terceira vez seguida, pressionada pelo mercado externo.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (21/02) vendido a R$ 5,107, com queda de R$ 0,027 (-0,64%). A cotação operou em alta na primeira hora de negociação, mas inverteu o movimento e chegou a cair para R$ 5,07 na mínima do dia, por volta das 13h.

Oscilação - Após a decisão da Rússia de reconhecer a independência das regiões separatistas ucranianas de Donetsk e Luhansk, a moeda voltou a ser vendida acima de R$ 5,10. No entanto, a entrada de fluxos externos impediu que a cotação subisse.

Nível mais baixo - A divisa fechou no nível mais baixo desde 29 de julho do ano passado, quando era vendida a R$ 5,07. O dólar comercial acumula recuo de 3,75% em fevereiro e de 8,41% em 2022. Mesmo com as tensões internacionais, os juros altos no Brasil continuam a atrair capital estrangeiro. No início do mês, o Banco Central brasileiro elevou a taxa Selic (juros básicos da economia) para 10,75% ao ano, no maior nível desde julho de 2017.

Ações - A intensificação do conflito no leste europeu pesou mais no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.725 pontos, com queda de 1,02%. Na semana passada, o indicador alcançou os 115 mil pontos, mas caiu pela terceira sessão consecutiva.

Petrobras - O que limitou a perda da bolsa foram as ações da Petrobras, que subiram por causa da alta do petróleo no mercado externo. Os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionistas) tiveram alta de 2,7%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 2,58%. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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LEGISLATIVO I: Projetos para estabilizar preços de combustíveis voltam à pauta na quarta

legislativo I 22 02 2022Retirados da pauta na semana passada, os dois projetos em análise no Senado para estabilizar o preço dos combustíveis podem ser votados nesta quarta-feira (23/02) em Plenário. O texto do relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), para o PL 1.472/2021 cria a Conta de Estabilização de Preços (CEP), a ser gerida pelo Poder Executivo. Já o PLP 11/2020 estabelece cobrança monofásica (em uma única fase da cadeia de produção) para uma série de combustíveis e propõe que o imposto tenha uma alíquota única para cada produto em todo o país. A ordem do dia começa às 16h.

Gás de cozinha - Relator dos dois projetos, Jean Paul Prates também incluiu o gás de cozinha na lista de combustíveis com novo modelo de tributação e estabeleceu um prazo para os estados mudarem a cobrança do ICMS. 

Cálculo - Atualmente, o ICMS sobre combustíveis varia de estado para estado e é calculado em toda a cadeia de distribuição e sobre um preço médio na bomba. A ideia é que o tributo passe a ter um preço fixo, em reais, por litro de combustível, em vez de ser cobrado como uma porcentagem sobre o preço final do produto. Conforme o projeto, a cobrança do imposto será na refinaria ou na importação do combustível e não mais em toda a cadeia de distribuição. 

Novo parecer - No novo parecer do PLP 11/2020, apresentado no sábado (19/02), o relator, Jean Paul Prates, ampliou o rol de combustíveis que poderão ser submetidos a essa tributação. Além do diesel, o biodiesel e a gasolina, entraram na lista o etanol anidro (que é misturado à gasolina), o gás liquefeito de petróleo (GLP) e o gás liquefeito de gás natural (GLGN). A inclusão desses combustíveis atende a emendas dos senadores Eduardo Braga (MDB-AM), Soraya Thronicke (PSL-MT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Prazo - A partir das sugestões de senadores, o substitutivo também dá um prazo até o fim de 2022 para os estados e o Distrito Federal mudarem a cobrança do ICMS para um valor em reais por litro.

Preço-base - Enquanto os entes federativos não adotarem o regime monofásico e definirem a alíquota uniforme do ICMS sobre os combustíveis, o projeto determina que o preço-base sobre o qual incidirá o ICMS do diesel, biodiesel, gasolina, GLP e gás natural em cada estado passe a ser a média dos 60 meses imediatamente anteriores. Atualmente, a base de cálculo de todos os combustíveis é reajustada de 15 em 15 dias.

Mecanismo - “Introduzimos, no entanto, mecanismo transitório para incentivar o Confaz a efetivamente implementar, tão célere quanto possível, a monofasia prevista no Substitutivo”, aponta Jean Paul. 

Auxílio-gás - O parecer ao PLP 11/2020 também traz a sugestão de ampliação do auxílio-gás em 2022. A medida teria impacto estimado de R$ 1,9 bilhão e permitiria atender 11 milhões de famílias, o dobro do público atendido pelo programa atualmente. Jean Paul indica como fonte para novas despesas com o auxílio-gás parte dos recursos arrecadados com os bônus de assinatura dos campos de Sépia e Atapu, localizados na Bacia de Santos.

Conta de estabilização - Na quinta-feira (17/02) o senador também apresentou um novo substitutivo para o projeto de lei que muda a política de preços de combustíveis (PL 1.472/2021). A  novidade é a criação da Conta de Estabilização de Preços (CEP), que será administrada pelo Executivo e poderá usar receitas da tributação da exportação de petróleo. Na versão anterior, o substitutivo de Jean Paul Prates criava um fundo federal para ser usado na estabilização de preços. Ele observou, porém, que o Poder Legislativo não pode criar fundos a serem geridos pelo Executivo, e por isso transformou a ferramenta em uma conta.

Hospitais filantrópicos - Estão ainda na pauta desta quarta-feira (23/02) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 115/2017, que torna impenhoráveis os bens de hospitais filantrópicos e santas casas, ressalvadas algumas exceções; o Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019, do senador Flávio Arns (Podemos-PR), que cria o Sistema Nacional de Educação (SNE), para integrar as ações da União, dos estados e dos municípios; e o PL 316/2021, que reduz a pena prevista para crimes contra as relações de consumo. (Agência Senado)

FOTO: Geraldo Falcão / Agência Petrobras

 

LEGISLATIVO II: Projeto isenta trabalhador rural de multa para aderir ao Regime Geral de Previdência Social

legislativo 22 02 2022O Projeto de Lei 4385/21 isenta o trabalhador rural que pretenda aderir ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) do pagamento de indenização referente ao período anterior a 1991 – época em que a adesão desses trabalhadores ao RGPS era opcional. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

Condição - Autor do projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) explica que a legislação brasileira condiciona a passagem de um regime previdenciário para outro ao pagamento de uma indenização pelo tempo de serviço prestado. A cobrança tem o objetivo de manter o equilíbrio financeiro de sistemas previdenciários distintos.

Cobrança - Paim acrescenta que o pagamento da multa não deve ser condição para que o trabalhador migre para o RGPS. Segundo ele, a cobrança só é devida caso o trabalhador pretenda contar o período como tempo de contribuição para o novo regime.

Manifestação - “A contagem desse tempo é operação que depende, necessariamente, de sua vontade. Somente a partir de sua manifestação é que passa a existir a obrigação de recolher o valor da indenização”, afirma.

Injusto - Na avaliação do autor, é injusto o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) exigir do trabalhador rural indenização referente ao período anterior a 1991, quando a adesão ao RGPS era facultativa.

Alteração - O projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social e o Regime Geral da Previdência Social.

Tramitação - O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Depositphotos

 

SAÚDE I: Brasil tem 28,2 milhões de casos e 644,6 mil mortes

Desde o início da pandemia, 28.245.551 pessoas foram infectadas pelo coronavírus no Brasil. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 37.339 diagnósticos positivos da doença. No domingo (20/02), o painel de informações do Ministério da Saúde marcava 28.208.212 casos acumulados.

Acompanhamento - A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 2.356.921. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Vidas perdidas - A soma de vidas perdidas para a pandemia chegou a 644.604. Entre domingo e segunda-feira (20 e 21/02), foram registradas 318 mortes. No domingo, o sistema de dados da pandemia totalizava 644.286 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.105 mortes em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperadas - Até esta segunda-feira, 25.244.026 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 88,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Balanço - As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (21/02). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (163.183), Rio de Janeiro (71.323), Minas Gerais (59.116), Paraná (42.074) e Rio Grande do Sul (37.922).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.959), Amapá (2.097), Roraima (2.125), Tocantins (4.090) e Sergipe (6.223).

Vacinação - Até esta segunda-feira, foram aplicadas 380,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 171,2 milhões referentes à primeira dose e 155,7 milhões referentes à 2ª dose ou dose única. Outros 48,5 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 22 02 2022

SAÚDE II: Estado registra mais 4.366 casos de Covid-19 e 26 óbitos

saude II 22 02 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (21/02) mais 4.366 casos e 26 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.266.965 casos e 41.845 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de fevereiro (3.962) e janeiro (376) de 2022; dezembro (3), novembro (3), outubro (5), setembro (2), agosto (5), julho (2), junho (1), maio (1), março (1), fevereiro (1) e janeiro (2) de 2021; dezembro (1) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de fevereiro (25) de 2022 e setembro (1) de 2020.

Internados - 183 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (72 em UTI e 111 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.107 pacientes internados, 445 em leitos UTI e 662 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 26 pacientes. São 11 mulheres e 15 homens, com idades que variam entre 56 e 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 6 de setembro de 2020 e 21 de fevereiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (9) e Foz do Iguaçu (3), além de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Três Barras do Paraná, Terra Roxa, São Mateus do Sul, São José das Palmeiras, Pinhais, Mirador, Maringá, Dois Vizinhos, Coronel Vivida, Cascavel, Campo Bonito, Assaí, Araucária e Apucarana.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 10.410 casos de não residentes no Estado – 229 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes (relatórios de exclusões e correções de municípios) no site da Sesa.

 

SAÚDE III: Paraná recebe mais 169.200 vacinas pediátricas da CoronaVac

saude III 22 02 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na manhã desta segunda-feira (21/02) mais 169.200 vacinas pediátricas da CoronaVac. A remessa, enviada por via terrestre, é referente ao 87º Informe Técnico do Ministério da Saúde e é destinada para crianças de 6 a 11 anos.

Destinação - De acordo com o documento, do quantitativo total das vacinas recebidas, 78.280 são para primeira dose (D1) e 90.920 para segunda dose (D2). O esquema vacinal deve ser de duas doses com intervalo de 28 dias.

Distribuição - Os imunizantes já estão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, foram conferidos e armazenados e serão distribuídos às Regionais de Saúde nesta terça-feira (22/02).

Segunda dose - “Em 26 de janeiro iniciamos a distribuição aos municípios das primeiras doses de CoronaVac para as crianças. Agora, enviaremos a segunda dose, dentro do prazo estipulado pelo Governo Federal. Reforço a importância dos pais e responsáveis em levarem seus filhos aos postos onde estão sendo aplicadas as vacinas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Danilo Avanci / Sesa

 

SAÚDE IV: Brasil ultrapassa 93% de vacinados com uma dose

saude IV 22 02 2022O Brasil ultrapassou a marca de 93% de brasileiros acima de 12 anos vacinados com a primeira dose da vacina contra covid-19. Com a dose única ou as duas doses do esquema vacinal, são 87% dos brasileiros cobertos, considerando o mesmo público-alvo. Até o momento, foram 380 milhões de doses de vacina aplicadas nesse público. As informações são do Ministério da Saúde.

Reforço - Já o reforço da imunização foi tomado por 50,6 milhões de pessoas. Desse total, 48,5 milhões são de doses de reforço e 2 milhões de doses adicionais. No total, das mais de 660 milhões de doses de vacinas adquiridas, o Governo Federal já distribuiu mais de 430 milhões às unidades federativas. Segundo o governo, a vacinação do público entre 5 e 11 anos também segue avançando. Das 20,4 milhões de crianças, mais de 5 milhões tomaram a primeira dose.

Importância - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou com jornalistas na manhã desta segunda-feira (21/02) e reiterou a importância de completar o esquema vacinal contra covid-19 e tomar a terceira dose. “A campanha de vacinação segue firme e aproveito a oportunidade de reiterar o que eu tenho falado todos os dias: a necessidade de avançar com a dose de reforço. Isso é importante para a proteção da nossa população, sobretudo para os idosos, que tomaram as duas doses no começo da campanha. Esse reforço é fundamental para que tenhamos uma proteção maior contra a variante Ômicron”, disse Queiroga. (Agência Brasil)

FOTO: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

 


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