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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5268 | 25 de Fevereiro de 2022

RECESSO: Sistema Ocepar retorna às atividades no dia 2 de março

recesso 25 02 2022Devido ao feriado de Carnaval, o Sistema Ocepar estará em recesso na segunda e terça-feira (28 de fevereiro e 1º de março). As atividades serão retomadas na quarta-feira (02/03), a partir das 13h30. Da mesma forma, o Informe Paraná Cooperativo voltará a circular apenas a partir desta data.

 

FORMAÇÃO: Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas tem inscrições prorrogadas até 11 de março

Foram prorrogadas, até o dia 11 de março, as inscrições para o Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas, oferecido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em parceria com Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Esta será a nona turma do curso, para a qual estão sendo disponibilizadas 20 vagas aos interessados de cooperativas registradas no Sistema Ocepar. O Sescoop/PR irá apoiar 65% do valor total do curso. Uma live sobre o mestrado foi realizada, na tarde desta quinta-feira (24/02), com as participações do coordenador da pós-graduação e professor da PUCPR, Alex Ferraresi, e do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, que repassaram as informações gerais sobre a formação.

O curso - O Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas foi lançado em 2013 pela PUCPR, com apoio do Sistema Ocepar, que demandou a criação do curso. Nele, o mestrando deve cursar quatro disciplinas obrigatórias e quatro eletivas. Tem como linhas de pesquisa “Gestão Estratégica de Cooperativas” e “Dinâmica Socioeconômica de Cooperativas”, possibilitando ao mestrando desenvolver sua capacidade gerencial empreendedora, prestar consultoria, exercer funções de direção ou gerência, assim como lecionar em escolas e instituições de ensino superior no campo da Gestão e Cooperativismo. O curso tem duração de 24 meses. As inscrições, o edital e demais informações estão disponíveis no site: www.pucpr.br/ppgcoop. Também é possível obter mais detalhes pelo e-mail: ppgcoop@pucpr.br.

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 25 02 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (25/02), o Informe Semanal referente ao período de 21 a 25 de fevereiro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana.

Crédito rural - Após intensa agenda de negociações junto ao governo, confirmando as expectativas noticiadas na última semana, no dia 22/02, foi publicada a Portaria nº 1.666/2022, do Ministério da Economia/Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, que remanejou recursos do Ministério da Agricultura para a suplementação da subvenção econômica do crédito rural em cerca de R$ 792 milhões. Após a publicação desta Portaria, foram retomadas as contratações de operações de financiamento rural subvencionado nas linhas de custeio do Pronaf. Em 24/02, o BNDES publicou aviso de reabertura, a partir do dia 07/03, para pedidos de financiamento para o ano agrícola 2021/2022, e autorização para contratações de operações de crédito ano agrícola 2021/2022, a partir de 23/02.A Ocepar, em conjunto com a OCB, continua atuando na mobilização do governo federal e dos parlamentares para garantir recursos orçamentários necessários à liberação de subvenção para o lançamento do Plano Safra 2022/2023, além de recursos extraordinários para atender agricultores afetados pela estiagem. Sobre este tema, durante a sessão plenária desta quarta-feira (23/02), o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) solicitou a liberação de recursos do crédito rural para os produtores que sofrem com fortes chuvas ou com a estiagem, mencionando, dentre outros, os produtores do Paraná.

Reforma tributária - Na quarta-feira (23/02), o senador Roberto Rocha apresentou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal (CCJC) seu parecer à PEC 110/2019. A proposta de emenda constitucional institui um Imposto Único, chamado Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), nos moldes de um imposto único adotado em outros países (IVA), com o objetivo de simplificar o sistema tributário, reduzir custos para atender a legislação e gerar maior segurança jurídica, fatores que contribuem para o crescimento econômico. Além de apoiar esta simplificação, a Ocepar, em conjunto com a OCB, defende a manutenção do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, previsto no Artigo 146, III, “c” da Constituição Federal. Neste sentido foram apresentadas emendas que reforçam a importância de preservar este comando constitucional. Após a leitura do parecer, foi concedida vista coletiva à CCJC, adiando a discussão da matéria.

Aprovação de contas na Alep - Atendendo à previsão da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, apresentou relatório contábil das contas do Estado do Paraná em audiência pública realizada no dia 22/02. Segundo o relatório apresentado, em 2021, a receita corrente do Estado chegou a R$ 49,9 bilhões de reais, registrando cerca de 7% de aumento real. As despesas somaram R$ 40,3 bilhões de reais, com aumento nominal de 6% e queda real de -3%. Neste item, o secretário destacou investimentos realizados pelo Governo do Estado nas áreas de Saúde e Educação em percentuais superiores aos previstos em lei. Durante a audiência foram respondidos questionamentos dos Deputados Estaduais, dentre eles, a edição do Decreto 9.810, de 14 de dezembro de 2021, que regulamentou a cobrança dos depósitos para o Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná (Funrep), com vigência prevista para 1º de abril. A Ocepar, em conjunto com as demais entidades do G7, tem atuado junto ao Governo Estadual para a revogação desta medida tendo em vista os impactos para importantes setores da economia.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

ENTREVISTA: Meteorologista Luiz Lazinski comenta os impactos do La Niña na safra paranaense

entrevista 25 02 2022As cooperativas do Paraná sempre estão muito atentas ao que Luiz Renato Lazinski tem a dizer sobre o clima e os impactos nas safras. O meteorologista participou de uma reunião na quinta-feira (24/02), no Sistema Ocepar, quando apresentou os prognósticos para clima e, na sequência, conversou com a reportagem da Rádio Paraná Cooperativo. Muita informação que interessa ao homem do campo que, no momento, olha para o céu e torce por uma chuva boa que recupere a umidade do solo.

E quais os prognósticos - Ao contrário de outros colegas meteorologistas, Lazinski afirma que o fenômeno climático La Niña segue até o fim do ano, com chuva irregular e mal distribuída. Se por um lado o clima não é bom para a safrinha nos estados do centro-sul, por outro o cenário é bem mais animador no centro-oeste, diz o meteorologista. E com relação à temperatura, ele alerta: o frio este ano vai chegar cedo e ir embora tarde. Em abril começa a safra dos Estados Unidos. Como fica o clima por lá? Lazinski responde. Ouça aqui.

 

SISTEMA OCB I: Campanha de divulgação do Dia C é lançada para as unidades estaduais

dia C 25 02 2022Comemorado desde 2009, o Dia C materializa o compromisso das cooperativas com a sociedade. Por isso, a mobilização em torno da campanha, que ocorre ao longo de todo o ano, exige sempre muito foco e determinação. Para garantir que tudo aconteça com o máximo de organização e eficiência, o Sistema OCB lançou, nesta quinta-feira (24/02), a campanha de divulgação do Dia C para as unidades estaduais. Em reunião virtual, foram apresentadas as estratégias pensadas para integrar as cooperativas e incentivar ainda mais a prática do voluntariado.

Diferencial - “O Dia C é o que temos de mais bonito e o que nos difere do convencional. Faz parte dos princípios cooperativistas e buscamos, a cada ano, aumentar ainda mais o número de ações realizadas. Para isso, precisamos muito do apoio e engajamento das nossas unidades estaduais. Nós fazemos a coordenação dos trabalhos, mas quem realmente conhece a realidade de cada localidade, quem realmente faz acontecer são as unidades”, afirmou a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella.

Novidade - A principal novidade deste ano é que a campanha voltará a ser realizada no formato presencial. “Após dois anos de pandemia percebemos que era preciso reorientar a estratégia para que as pessoas continuassem a ser impactadas”, disse Samara Araujo, Coordenadora de Comunicação do Sistema. Segundo ela, com a pandemia mais controlada, a vacinação avançada e a flexibilização das medidas de distanciamento social, a retomada das mobilizações presenciais do Dia C se tornaram factíveis.

Tema - O tema Atitudes simples movem o mundo continua sendo o principal slogan da campanha. Para além das ações de voluntariado e solidariedade, a missão que se pretende cumprir esse ano inclui também o estímulo a prática dos valores e princípios cooperativistas, especialmente em atenção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU); o estímulo ao desenvolvimento de mais projetos contínuos de transformação e desenvolvimento sustentável; e visibilidade junto à sociedade do impacto social gerado pelas cooperativas.

Material de divulgação - A partir do dia 14 de março, todo o material de divulgação estará disponível para download no site do Dia C. São arquivos com a chave visual da campanha, artes para banners, cartilhas, posts, cards, anúncios e infográficos produzidos para manter a identidade e garantir uma comunicação alinhada em todo país.

Publicações - Também serão divulgadas diversas publicações sobre o que é a Agenda 2030, quais são os ODSs, sua importância e relação com o cooperativismo, assim como casos de sucesso que mostram a aplicação desses objetivos na prática. As histórias de voluntariado e ações de solidariedade já realizadas em anos anteriores igualmente serão divulgadas a partir de conteúdos informativos e inspiradores. (Sistema OCB)

 

SISTEMA OCB II: Perspectivas da política de crédito rural e repasses do FCO são temas de reunião com o BB

sistema ocb 25 02 2022O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, se reuniu na quarta-feira (23/02) com o vice-presidente de agronegócios do Banco do Brasil (BB), Renato Luiz Bellinetti Naegele, para discutir as perspectivas da política de crédito rural no país em 2022 e outros temas de interesse do cooperativismo. Um dos pontos principais tratados no encontro foi o retorno das operações de repasse do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) ao cooperativismo de crédito anunciado na terça-feira (22/02).

Atuação - As operações estavam suspensas desde o início do ano para adequação do BB aos parâmetros estabelecidos pela Lei 14.227/21. “Atuamos fortemente para que as operações voltassem o mais rapidamente possível, uma vez que a suspensão temporária de repasse dos recursos do FCO tem sido um ponto de grande preocupação para produtores rurais e suas cooperativas”, afirmou Freitas.

Previsibilidade - Ainda sobre o FCO, o presidente do Sistema OCB defendeu uma maior previsibilidade do banco administrador para a proposta de aplicação dos recursos pelo cooperativismo de crédito, além do acesso de um montante acima de 10% da programação do fundo a cada ano, dado o potencial de capilaridade do setor cooperativista no fortalecimento da política de desenvolvimento regional. “A Lei 13.682/2018 assegura o repasse de 10% do FCO por meio de cooperativas de crédito, mas temos capacidade para aumentar esse potencial e contribuir ainda mais com o crescimento econômico da região”.

Cenário atual - Sobre o atual cenário da política de acesso ao crédito rural e de investimentos privados ao setor produtivo, Freitas ressaltou que o ramo agropecuário já tem sentido os reflexos da suspensão temporária da contratação de linhas de financiamento equalizadas pelo governo, bem como os impactos oriundos de eventos climáticos observados em diferentes regiões do país. “Esse panorama leva o governo a adotar medidas tempestivas relacionadas ao crédito rural e também coloca em evidência a necessidade de uma política de seguro rural mais robusta”.

Remanejamento - Outro ponto tratado durante a reunião foi o remanejamento de recursos do Orçamento Federal do Ministério da Agricultura, publicado na quarta-feira (23/02) no Diário Oficial da União, com o objetivo de destravar operações de crédito rural, e a expectativa de reabertura das linhas de contratação da política agrícola, especialmente no âmbito do Pronaf.

Alternativa - Como alternativa para a próxima safra, concordou-se em trabalhar estratégias conjuntas para fortalecer a parceria entre o Banco do Brasil, o cooperativismo de crédito e o cooperativismo agropecuário como protagonistas na política de acesso ao crédito rural no país.

Presenças - Também estiveram presentes no encontro a superintende do Sistema OCB, Tânia Zanella; o presidente da Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCDF), Remy Gorga; o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Antonio Carlos Vagner Chiarello; e o gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, José Carlos Martins da Silva, além de outras lideranças cooperativistas. (Sistema OCB)

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 25 02 2022O Sistema OCB publica, semanalmente, o Panorama Coop, um boletim com análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. A newsletter é atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Especial - Nesta edição, o Panorama Coop continua com a segunda parte das três edições de análise política especial, elaborada em parceria com a BMJ Consultores Associados, uma consultoria especializada em relações governamentais e comércio internacional. Também, as principais tendências que podem conduzir o rumo político do Brasil em ano de eleição. A Reforma Eleitoral, o ativismo digital, a polarização acentuada e os impactos da economia na vida das pessoas foram algumas das pautas analisadas.

Análise política - Nesta segunda parte da edição especial do nosso boletim “Análise Política”, elaborada em conjunto com a BMJ Consultores Associados, refletimos sobre as principais tendências para o cenário eleitoral, uma vez que este deve condicionar as prioridades do Governo Federal e de autoridades públicas, a pauta legislativa e o próprio ritmo das votações no Congresso Nacional para este e para os próximos anos. O impacto das redes sociais, as formas de financiamento das candidaturas, o reflexo das federações partidárias e as mudanças relevantes no perfil dos candidatos são alguns dos aspectos analisados. Em seguida tratamos da corrida presidencial, com pontos favoráveis e desafios dos principais candidatos, e das perspectivas de renovação do quadro de parlamentares da Câmara e do Senado. Por fim, tratamos de como o ano eleitoral pode impactar na estrutura do núcleo de decisões governamentais. Se você perdeu a primeira parte do nosso boletim especial, que tratou sobre a matriz de riscos institucionais para o cooperativismo em 2022, clique aqui! Recomendamos também a leitura da nossa parte final do boletim especial, que será publicada na próxima semana, sobre as principais perspectivas de avanço da pauta legislativa de interesse do cooperativismo para 2022.

Acesse o Boletim Especial - Parte 2

Acesse as análises anteriores

Participação em Missão Oficial ao Irã promove o cooperativismo agro - Estreitar relações e promover os produtos e serviços exportados pelas cooperativas brasileiras. Esses foram os principais objetivos da participação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na Missão Oficial da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ao Irã. A visita foi realizada entre os dias 17 e 20 de outubro na capital do país, Teerã, e discutiu a possibilidade de importação de fertilizantes do Irã ao Brasil, principalmente a ureia.

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Cooperativas de crédito: Arnaldo Jardim quer agilizar aprovação do PLP 27/20 no Senado - O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) vem atuando para que o Projeto de Lei Complementar (PLP 27/2020) seja aprovado pelo Senado rapidamente sem modificações no texto aprovado pela Câmara dos Deputados. “Nosso objetivo é que a medida seja enviada direto para a sanção presidencial, sem necessidade de passar novamente pelo crivo dos deputados. Como se trata de um texto de consenso, construído a partir de diversas conversas tanto com o setor cooperativista de crédito como com o Banco Central do Brasil, acreditamos que o Senado pode acolhê-lo por completo”, afirmou.

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Projeto irá ampliar oportunidades de crédito via BNDES para cooperativas - A iniciativa pioneira no Brasil busca preparar e qualificar a demanda de acesso a crédito das cooperativas, ampliando as possibilidades de aprovação das propostas de financiamento. Será feita a capacitação dos técnicos das unidades da OCB, pré-seleção de cooperativas financeiras aptas a operar os recursos e capacitação de cooperativas que irão pleitear o crédito. Os estados do Tocantins, Rondônia e Pará serão os primeiros a receber o projeto piloto.

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COCARI: Fábrica de Rações completa 37 anos

O próximo domingo, dia 27 de fevereiro, marca o aniversário de 37 anos da Fábrica de Rações Cocari, um dos mais completos complexos de nutrição animal do sul do Brasil, atendendo diversas linhas de produção: bovinos, aves, suínos, equinos, pets e peixes. São três fábricas independentes, que trabalham com elevadas capacidades de produção, acima de 15 ton/h. A indústria dispõe de linha com mais de 80 produtos, que atendem cooperados e clientes em todas as regiões do país, além de países da América do Sul.

Resultados - O superintende industrial da Cocari, Fernando Augusto Sepulveda, falou sobre a aproximação do aniversário e os resultados mais recentes alcançados pela unidade. “É motivo de muito orgulho e alegria comemorar este momento junto aos colaboradores, cooperados e clientes que fazem parte da história da Fábrica de Rações. Passamos por crescimento significativo nos últimos dois anos, depois de uma revisão realizada internamente, com a unificação de alguns setores e a parte de mão-de-obra toda redesenhada, trazendo segurança à produção junto aos órgãos reguladores”, comentou.

Qualidade dos produtos - Todos os produtos da fábrica são reconhecidos pela qualidade, passando por controle de produção, com análises feitas desde o recebimento da matéria-prima, e pelo crivo do laboratório interno. Da mesma forma, os fornecedores são pré-homologados com vistas a garantir o produto final.

Laboratório - Na produção, a fábrica tem um laboratório de apoio, onde são feitas análises de hora em hora e coletados e analisados os índices básicos para dar seguimento à produção e, posteriormente, o produto acabado retorne para passar pelas análises necessárias para garantir a qualidade do produto. “É um grande diferencial manter um laboratório qualificado que inclusive presta serviços para outras empresas, fazendo da fábrica uma referência muito procurada para estabelecer parcerias”, destacou Sepulveda.

Mercados - Trabalhando de modo próximo aos cooperados, a indústria atende sistemas de integração e outros clientes parceiros. “Temos áreas de desenvolvimento que atuam diretamente no acompanhamento técnico das rações e seu desempenho, acompanhando os resultados obtidos a campo, principalmente nos setores de bovinocultura e piscicultura. Esse monitoramento se tornou um diferencial de mercado”, salienta.

Atividades - Atualmente, a Fábrica de Rações tem atividades nos estados do Mato Grosso e Rio Grande do Sul e realiza atendimento de outras cooperativas a partir de intercooperação. A fábrica também estabeleceu grandes parcerias na região oeste do Paraná, destaque expressivo no mercado de peixes, onde clientes fazem o processo de abate e toda a ração utilizada é fornecida pela Cocari desde a entrada no tanque, no começo do ciclo, até o final, na etapa de engorda. No segmento pet, a cooperativa vem desenvolvendo alguns projetos voltados ao atendimento de mercados de exportação e terceirizados.

Equipe profissional - Oferecendo amplo portfólio, uma área técnica bastante consolidada e mais de 60 colaboradores diretos, nas áreas operacional, comercial, administrativa e técnica, a fábrica incorporou a seu quadro funcional profissionais que trabalham junto aos órgãos regulatórios, principalmente o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Consolidada - “A fábrica está bastante consolidada quanto à mão-de-obra. Trabalhamos com um sistema de polivalência, no qual os profissionais podem atuar em diferentes atividades, em alinhamento com o plano de trabalho dos colaboradores”, destacou o superintendente da Cocari.

Boas perspectivas - Segundo o superintendente industrial, as expectativas da fábrica são de crescimento, não apenas quanto ao número de clientes, mas também na área de integração, com o projeto de Fomento à Piscicultura da própria cooperativa, que incentiva e acompanha a engorda de tilápias, que serão abatidas na Unidade de Beneficiamento de Pescados de Alvorada do Sul-PR, adquirida pela Cocari em 2021 em regime de concessão por 30 anos. “Sabemos que o Projeto de Fomento à Piscicultura trará resultados significativos para a indústria no abastecimento de novos participantes integrados. Também temos perspectiva de geração de empregos e abertura de novas linhas de produtos, com estudos no segmento de bovinos, para ampliar os materiais presentes no portfólio da fábrica, a exemplo do que foi feito com alguns produtos específicos para a lactação e ovinos, uma demanda que recebemos do Departamento Veterinário da Cocari – Devet, para atender os produtores de nossas áreas de atuação”, informou Sepulveda. (Imprensa Cocari)

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COOPAVEL: Frigoríficos têm 500 vagas abertas

coopavel 25 02 2022O setor de Seleção e Recrutamento da Coopavel informa que tem 500 vagas de trabalho abertas, para contratação imediata, para o setor de produção nos frigoríficos de aves e suínos instalados às margens da BR-277, na saída de Cascavel para Curitiba.

Salário inicial - O salário inicial é de R$ 1,5 mil, mais vale-alimentação de R$ 264,99 – que sobe para R$ 320 depois de três meses de registro em carteira. “Essa é uma oportunidade de trabalhar, conseguir renda e estar integrado a uma cooperativa com 51 anos de tradição e que bateu, nos últimos dois anos, recordes de crescimento”, informa o presidente Dilvo Grolli. A Coopavel fechou o ano de 2021 com faturamento de R$ 4,94 bilhões, 42% superior ao registrado em 2020, o melhor resultado até então.

Outros benefícios - O gerente de Recursos Humanos da Coopavel, Aguinel Waclawovski, informa que há outros benefícios aos colaboradores. Entre eles estão a possibilidade de filiação à Associação Atlética Coopavel, que oferece aos funcionários acesso a uma completa área de esporte e lazer. “Lá, temos campos e quadras poliesportivas, academia e piscina”. Os colaboradores podem também comprar em um mercado interno, com valores diferenciados, além de planos de saúde (coparticipativo) e odontológico (por adesão).

Recrutamento - Os interessados em trabalhar na Coopavel podem se dirigir à Agência do Trabalhador, que funciona de segunda a sexta-feira das 7h30 às 16h. Ela está localizada na rua Paraná, 3.648, no centro – o telefone é o 3333-2400. Ou podem ir às quartas-feiras, em horário comercial, no setor de recrutamento da cooperativa, na área industrial, no KM-582 da BR-277, em frente ao Autódromo Internacional de Cascavel.

Mídias sociais - É possível acompanhar a oferta de vagas da Coopavel também pelas mídias sociais nos seguintes endereços: facebook.com/vagascoopavel e no linkedin.com/company/coopavel. Atualmente, a cooperativa conta com 7,5 mil funcionários distribuídos, além do seu parque industrial, por filiais espalhadas por 23 municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. (Imprensa Coopavel)

 

CRESOL: Confederação realiza Assembleia Geral Ordinária

cresol 25 02 2022A Cresol Confederação, que representa institucionalmente o Sistema Cresol, realizou, na manhã desta quinta-feira (24/02), em Francisco Beltrão (PR), a sua Assembleia Geral Ordinária. Na oportunidade aprovou-se a prestação de contas referente ao exercício de 2021; a destinação das sobras; eleito o Conselho de Administração para o quadriênio 2022/2025; a remuneração de conselheiros; deliberação sobre o regulamento de atividade de Auditoria Interna; entre outros pontos. Na oportunidade foi eleito por unanimidade Cledir Assisio Magri como presidente, Adriano Michelon como vice-presidente, e Alzimiro Tomé, Elias José de Souza, Jonas Alberto Klein, Luiz Levi Tomacheski, Miguel Antônio Steffens, Pablo José Guancino, Renivaldo Ramos de Souza e Tamires da Silva Ferreira como conselheiros.

Responsabilidade - Reeleito como presidente para seu terceiro mandato, Cledir Magri, pondera que a indicação para continuar na presidência da Cresol Confederação para os próximos quatro anos é para dar condições de seguir com a implementação de vários projetos estratégicos que estão sendo construídos e, com isso, qualificar e melhorar ainda mais a relação com os cooperados. “Trata-se de uma grande responsabilidade. Sabemos o quanto evoluímos enquanto Sistema Cresol nos últimos anos. Mas, o mais importante, é perceber que crescemos sem perder nossos valores, nossos princípios. Nos mantemos fiéis as nossas origens garantindo com isso nossos diferenciais. Somos hoje um dos maiores sistemas cooperativo financeiro do Brasil, nos destacando em várias iniciativas e sendo referência Brasil a fora. Ao mesmo tempo que reconhecemos nossa evolução, temos presente nossos grandes desafios para os próximos anos”, destaca Magri.

Desafio - Quando assumiu a presidência aos 33 anos, Magri destaca que apresentou um importante desafio de aliar a juventude com a experiência e fazer o Sistema Cresol crescer em percentuais muito acima da média do mercado. “Estar à frente de um Sistema do tamanho que é a nossa Cresol seguramente traduz o significado de estar neste posto de tamanha importância, de grandes responsabilidades. Porém, encarei com toda a simplicidade, humildade e tranquilidade, pois contamos com um grande time de conselheiros, diretores e mais de 6 mil funcionários na rede que, juntos, trabalham em prol dos milhares de associados que diariamente depositam sua confiança em nossa Cresol”, descreve.

Sobre o Sistema Cresol - Com mais de 26 anos de tradição no sistema financeiro, 680 mil cooperados e 685 agências de relacionamento em 17 estados brasileiros, a Cresol é uma instituição financeira que está se consolidando entre as principais cooperativas financeiras do país. A instituição encerrou o ano de 2021 com R$ 16,8 bilhões em ativos e um resultado de R$ 246 milhões, destacando a sua solidez entre as instituições financeiras. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI ALIANÇA: Cooperativa encerra assembleias e comemora distribuição de R$ 13,5 milhões aos associados

sicredi alianca 25 02 2022Aqui seu engajamento rende uma cooperativa melhor. Este é o lema das assembleias 2022 do Sicredi e é o que a Sicredi Aliança PR/SP tem evidenciado ano após ano, pois a participação do associado culminou na distribuição de R$ 13,5 milhões aos associados, sendo a maior distribuição já realizada pela cooperativa.

Resultados - “Quanto mais o associado participa da cooperativa maior é a sua participação nos resultados. Mais você e sua cooperativa ganham. Finalizamos nesta quinta-feira (24/02) o processo assemblear com a Assembleia Geral Ordinária onde os coordenadores votam representando seus respectivos núcleos. As assembleias de núcleo, por sua vez, ocorreram entre 14 e 16 de fevereiro de forma online - devido ao momento, como forma de preservar a saúde de todos - onde foram apresentadas as ações desenvolvidas em 2021 e feita a aprovação da destinação dos resultados, um resultado expressivo assim como o valor que distribuímos aos associados. No dia 17 também realizamos de forma online uma prestação de conta para aqueles que não puderam participar das assembleias. Tivemos nas assembleias a participação de 5.116 pessoas”, considerou o Presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag.

Envolvimento - O Diretor Executivo, Fernando Barros Fenner, evidencia que o modelo cooperativo proporciona o envolvimento de todos na instituição financeira. “Quando você é associado, você é dono. Participa das decisões e recebe os resultados proporcionalmente à sua movimentação financeira. Como somos uma IF comprometida com o desenvolvimento local, este resultado gerado fica na região, movimenta a economia local, proporciona empregos e fomenta um grande círculo virtuoso”, disse.

Confiança - “O resultado expressivo de R$47 milhões merece ser comemorado e é um resultado de todos. Ele representa a confiança e participação do associado em sua cooperativa. Podemos dizer que R$ 13,5 milhões ficaram com nossos sócios: R$3,5 milhões pagos em dezembro em juros ao capital e agora mais R$10 milhões em distribuição de resultados no dia 25/02. A consulta do seu valor recebido poderá ser feita via aplicativo em Capital Social ou com o gestor da sua conta. Agradecemos a todos por este ano de 2021 e em 2022 seguimos com nossas ações de acordo com nosso Planejamento Estratégico”, destacou.

Relatório - O relatório anual da Sicredi Aliança PR/SP pode ser visualizado no site: https://www.sicredi.com.br/coop/aliancaprsp/. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Opções para produtor rural investir o resultado da produção agrícola

sicredi planalto aguas 25 02 2022Em todo o Brasil, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) atingiu R$ 1,129 trilhão, em 2021, segundo levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Mapa. O número representa alta de 10,1% em relação ao alcançado em 2020 e, de acordo com a secretaria, as lavouras representam 68% do VBP (R$ 768,4 bilhões). Por trás de números positivos está o personagem central do agronegócio: o produtor rural que, com atividade na lavoura, garante desenvolvimento regional, geração de emprego e renda.

Parceria - Com raízes no campo, o Sicredi tem uma longa parceria com o agronegócio. A instituição se destacou no ranking da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) como a 2.ª maior instituição financeira na concessão de crédito destinado ao agronegócio. Além disso, a proximidade com o produtor rural possibilita ao Sicredi oferecer as melhores soluções financeiras, incluindo os investimentos. “Nas agências do Sicredi, os associados contam com opções para todos os perfis de investidores, dos mais conservadores, que buscam menor rentabilidade e maior segurança, até os mais arrojados. Uma opção ao produtor rural que pretende rentabilizar ainda mais os resultados da safra que está colhendo”, afirma Rafael Rossi, assessor de Investimentos da Sicredi Planalto das Águas PR/SP.

Vantagens - Além do amplo portfólio e do relacionamento mais próximo e personalizado, o associado do Sicredi conta com a vantagem de investir em uma instituição financeira cooperativa sólida com avaliação das principais agências de classificação de risco do mundo, tendo o rating AA (bra) da Fitch e classificação “Forte” para a sua Asset, também concedida pela agência. O Sicredi também possui classificação das agências Moody`s (Aa2) e Standart & Poor`s (AAA).

Maior lucratividade - "Quem se associa e investe na instituição financeira cooperativa, além de receber o rendimento dos valores aplicados, consegue ter maior lucratividade porque passa a integrar o quadro social da cooperativa e participa dos resultados gerados no final do ano. Além disso, os recursos captados pelas cooperativas são reinvestidos na região promovendo um ciclo virtuoso com geração de renda, desenvolvimento econômico e social”, explica Eduardo Albuquerque, Assessor de Investimentos da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP.

Alta da Selic e novas opções de retorno - A taxa básica de juros (Selic) foi elevada de 9,25% para 10,75% ao ano, refletindo o ciclo consecutivo de altas. De acordo com o diretor de negócios da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Eric Ranullfo Martins, o cenário de juros mais elevados e de queda no índice de inflação melhora a rentabilidade de opções ligadas diretamente à Selic.

Alinhamento - “É importante que o investidor alinhe suas expectativas de ganho com seu perfil (arrojado, moderado ou conservador), e com o objetivo do investimento. Nossos gerentes são especialistas e de acordo com o perfil e objetivo, irão sugerir as melhores opções para seu dinheiro render! Contamos com portfólio completo (CDB, Fundos, Ações, LCA, Poupança), para oferecer ao produtor rural e a todos os associados opções de acordo com cada necessidade”, finaliza Eric.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.200 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

UNIMED CURITIBA: Especialista reforça importância de vacinar crianças contra Covid-19

unimed curitiba 25 02 2022Faz mais de um mês que a vacinação infantil começou no Brasil. Na capital do Paraná já teve até mutirão de fim de semana para aumentar o número de crianças protegidas contra a Covid-19. Ainda assim, os números de imunização não estão em patamares ideais e o número de crianças infectadas vem aumentando em hospitais pediátricos. Para entender esse cenário, trazer informações relevantes e confiáveis e sanar o máximo de dúvidas sobre o tema, a Unimed Curitiba promoveu a primeira edição do ano de seu projeto Diálogo Saudável com o médico cooperado especialista em pediatria e infectologia, Victor Horácio de Souza Costa Junior, que é também o atual vice-presidente da Sociedade Paranaense de Pediatria. O vídeo foi ao ar no dia 18 de fevereiro, com dúvidas recebidas e respondidas na hora, e agora está disponível na fanpage no Facebook e no canal do YouTube da cooperativa para ser replicado ao máximo de pessoas que ainda tenham questões sobre a vacinação infantil.

Argumento - O principal argumento dele para vacinar as crianças é o fato de que “a Covid-19 é a doença imunoprevisível que mais mata crianças em nosso país hoje”. Esse dado vem do seguinte comparativo: a soma de todas as outras doenças do calendário de vacinação da criança (BCG, Hepatite B, Tétano, Coqueluche, Difteria, Meningite, Pneumonia e etc) e todos os óbitos causados por essas vacinas em dois anos. “Essa é uma estatística importante e, por si só, já seria motivo suficiente”, afirma.

Fontes seguras - Um aspecto destacado pelo infecto pediatra é a busca dos pais por informações em fontes seguras, para preservar sua vida e da sua família. “Vivemos em uma onda muito antivacina. E isso é muito perigoso porque, ao mesmo tempo em que a gente vem falando da vacina contra Covid-19 em crianças e que algumas pessoas insistem em não vacinar por notícias falsas que acabam lendo na internet, existe uma outra corrente contra outras vacinas também. Criamos um cenário perigoso de não só o coronavírus estar causando doença em criança, mas voltar sarampo, varicela, uma série de outras doenças que nós já temos proteção”, avisa. Ele ainda lembra que, antigamente, muito se especulava sobre a vacina contra Varicela como indutora de Autismo, o que se provou um equívoco e levou um médico a perder sua licença na Inglaterra.

Atendimento - Costa Junior atua no Hospital Pequeno Príncipe e é um dos médicos que está fazendo o atendimento e acompanhamento de casos infantis de Covid-19 no momento. Ele revelou que, em todo 2021, foram 1.200 casos de infecção que a instituição recebeu. Para comparação, na quinzena do mês de janeiro de 2022 eles acabaram recebendo metade desse número já, um crescimento que ele acredita se dar “porque as crianças não foram vacinadas antes e em número suficiente. A imunização veio tardiamente e em meio a uma nova cepa circulando que é altamente transmissível como, por exemplo, o sarampo. Isso explica porque tantos casos entre crianças”. E agora com a aproximação do Carnaval fica novo alerta do médico: “aglomeração e descuido podem levar a nova onda após o feriado, é precisa manter as medidas preventivas para evitar que isso se repita”. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

SAFRA DE VERÃO: Paraná deve produzir 14,74 milhões de toneladas de grãos

safra verao 25 02 2022Estimativas atualizadas pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, indicam que o Paraná vai produzir 14,74 milhões de toneladas de grãos na safra de verão 2021/22, em uma área de 6,24 milhões de hectares. O volume é 42% menor do que o esperado no início da safra, que era de aproximadamente 25,5 milhões de toneladas. As informações são do relatório mensal da safra, divulgado nesta quinta-feira (24/02).

Soja - A queda acentuada se deve principalmente à redução no potencial da soja, que ocupa 90% da área plantada de grãos no Paraná. O volume previsto atualmente para essa cultura é 45% menor do que a estimativa inicial. Espera-se que o Estado produza 11,63 milhões de toneladas de soja na safra 21/22, quase 10 milhões a menos do que se estimava inicialmente.

Estiagem prolongada - O chefe do Deral, Salatiel Turra, explica que a estiagem prolongada é a principal responsável pelos efeitos negativos na produção agrícola paranaense. “Esses índices impactam diretamente a nossa economia, que tem expressiva participação do agronegócio”. A preços atuais, as perdas financeiras com a quebra podem ficar entre R$ 30 bilhões e R$ 33 bilhões.

Perdas - O relatório mostra ainda perdas na primeira safra de milho. A expectativa do Deral é que sejam produzidas 2,76 milhões de toneladas, número 35% inferior à expectativa inicial, que era de 4,26 milhões de toneladas. No caso do feijão, a variação negativa chega a 33%, na comparação com o potencial no início da primeira safra – de 279 mil toneladas para 185,75 mil toneladas.

Colheita - Na última semana, a colheita da soja atingiu quase 30% da área de 5,64 milhões de hectares. A atividade está adiantada comparativamente ao ano passado, quando o índice era de 8%, devido ao atraso no plantio naquele período.

Produção menor - O levantamento do Deral confirma que as adversidades climáticas afetaram de forma significativa a produção da primeira safra de soja, que será de aproximadamente 11,63 milhões de toneladas. Se a estimativa se confirmar, a redução será de 44,8% comparativamente ao volume estimado no início da safra, de 21,06 milhões de toneladas. “É a menor produção dos últimos 10 anos”, diz o economista do Deral Marcelo Garrido.

Regiões - Segundo ele, todas as regiões do Estado tiveram quebra na produção, mas as maiores perdas se concentraram nas regiões Oeste – uma das principais produtoras no Estado – com redução de 2,9 milhões de toneladas; Norte, com quase 1,8 milhão de toneladas a menos; e Centro-Oeste, com redução de quase 1,5 milhão de toneladas.

Comercialização - Cerca de 19% do total previsto para a safra já foi comercializado pelos produtores, totalizando 2,2 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, quando o Paraná tinha uma produção mais expressiva, os agricultores já tinham comercializado 45% do volume.

Valor - Na semana passada, a saca de 60 kg de soja foi comercializada, em média, por R$ 186,00, preço 22% superior ao do mesmo período do ano passado. A instabilidade política internacional pode promover mudanças nos valores nos próximos dias.

Milho primeira safra - A produção esperada para a primeira safra de milho é de 2,76 milhões de toneladas, cerca de 1,5 milhão a menos em relação à expectativa inicial, de 4,26 milhões de toneladas. Esses números não devem ter mudanças significativas, já que, nesta semana, a colheita já atingiu 38% dos 434 mil hectares plantados. As condições de lavoura das áreas a colher são de 42% em situação boa, 36% mediana e 22% em condição ruim.

Milho segunda safra - A segunda safra de milho apresenta um cenário mais favorável e o plantio avançou nesta semana para 38% da área prevista. Neste momento, a expectativa é de que sejam produzidas 15,54 milhões de toneladas em uma área de 2,63 milhões de hectares. Segundo o analista do Deral, Edmar Gervásio, essa é a maior área da história para a segunda safra.

Alta - O preço recebido pelo produtor pela saca de 60 kg neste mês está em torno de R$ 91,00, valor que remunera bem os agricultores. Comparativamente a fevereiro de 2021, a alta é de 26%.

Feijão primeira safra - A cultura do feijão também foi severamente prejudicada pela falta de chuvas. A redução com relação à estimativa inicial chega a 33% – de 276 mil toneladas para 185 mil toneladas, em uma área de 141 mil hectares.

Conclusão - Segundo o economista Methodio Groxko, a colheita já atingiu 97% da área, e o restante deve ser concluído nos próximos dias. “Das regiões que cultivam o feijão no Paraná, apenas o núcleo de União da Vitória continua colhendo, uma vez que nos municípios daquela região, o plantio acontece mais tarde”, explica.

Qualidade - Apesar dos problemas que a cultura atravessou durante o ciclo, a qualidade do produto colhido foi considerada de regular para boa. Até o momento, cerca de 70% do volume já foi comercializado, semelhante ao índice da safra anterior, e os preços recebidos pelos produtores pela saca de 60 kg são, em média, R$ 275,00 para o feijão-cores e R$273,00 para o feijão-preto.

Feijão segunda safra - A estimativa para a segunda safra de feijão é de que sejam produzidas 537 mil toneladas em uma área de 271,76 mil hectares. Comparativamente à segunda safra do ano passado, a produção indica um aumento de 88%. “Porém, é importante ressaltar que, no ano passado, o feijão teve uma redução significativa. A seca castigou a cultura e depois tivemos chuva no final da safra. Isso explica esse aumento expressivo para o ciclo 21/22”, diz Methodio Groxko.

Plantio - Até o momento, 77% da área está plantada. Novamente, as chuvas escassas e o calor excessivamente alto durante os últimos dias de janeiro e começo de fevereiro já começam a preocupar os produtores. As condições das lavouras, até o momento, são: 18% médias e 82% boas.

Trigo - Nesta semana, os conflitos internacionais impactaram as cotações de trigo. Na bolsa de Chicago, o produto ultrapassou US$ 9 o bushel, maior valor desde 2012. Por outro lado, o cenário não teve reflexos na moeda brasileira. O Real caminha para a sétima semana consecutiva de valorização frente ao Dólar. “Essa apreciação da moeda nacional está equilibrando os efeitos da paridade de importação de trigo no Brasil, apesar do movimento altista dos grãos no Exterior”, diz o agrônomo Carlos Hugo Godinho.

Cotações - As cotações no Paraná ao produtor continuam em torno de R$ 89,00 a saca de 60kg desde o final de 2021, mesmo sendo observadas grandes variações no mercado internacional a partir deste mesmo período. Porém, mesmo uma pequena correção na moeda brasileira pode gerar aumentos na cadeia do trigo nesta conjuntura.

Mandioca - A cultura da mandioca registra neste momento a menor área da história. Estão previstos 131 mil hectares para a safra 21/22, uma redução de 2% na comparação com o ciclo anterior, com 133 mil hectares. Em 2020, a área era de 149 mil hectares. “Essa redução é preocupante, considerando que o Paraná tem o maior parque industrial do Brasil”, diz Groxko.

Volume esperado - O volume esperado para esta safra é de 2,84 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 7% com relação à safra 2020/21. As principais causas são o aumento da área destinada ao cultivo de grãos e a valorização da arroba bovina. Os preços hoje estão satisfatórios, apesar do alto custo de produção. A tonelada da mandioca foi comercializada por, em média, R$ 610,00 na última semana.

Café - A alta dos preços no varejo chama a atenção a nível nacional. Fatores como o aumento do faturamento das exportações, sem redução do consumo interno, aliado às condições climáticas que afetaram a safra, ajudam a explicar a mudança. “O aumento coincidiu com o alto custo de matéria-prima, embalagens, transporte e logística, por exemplo. Aí estamos sentindo o preço no varejo”, explica o economista do Deral, Paulo Franzini.

Sacas - No Paraná, estima-se que sejam produzidas aproximadamente 560 mil sacas de café, uma perda de 36% na produção do ciclo 21/22 em relação à safra passada, quando foram produzidas 880 mil sacas. A área tem redução estimada em 16% na comparação entre os dois períodos, somando 27,8 mil hectares nesta safra. Na última semana, os produtores receberam, em média, R$ 1.491 pela saca de 60 kg de café.

Boletim semanal - O Boletim de Conjuntura Agropecuária, referente à semana de 18 a 24 de fevereiro, além de abordar as consequências da estiagem para soja, milho e feijão, analisa outras culturas paranaenses. Entre elas, fala do quase término da colheita da batata de primeira safra e do avanço da segunda. Na pecuária, a abordagem é sobre as dificuldades neste início de ano que estão levando alguns produtores a reduzirem rebanhos ou abandonarem a atividade.

Reflexos - Os reflexos da disputa entre Rússia e Ucrânia sobre a cotação do trigo também é tema de análise. O boletim trata ainda das exportações brasileiras de mel em janeiro deste ano e dá continuidade à abordagem da semana anterior sobre a comercialização dos principais produtos hortícolas nas unidades da Ceasa no Paraná.

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

SUSTENTABILIDADE: Estudo demonstra impactos socioeconômicos da recuperação de pastagens pelo Plano ABC

sustentabilidade 25 02 2022O primeiro estudo sobre a influência do Plano ABC na economia nacional mostra que a tecnologia de recuperação de pastagens gerou um aumento de 0,31% do PIB, o que equivale a R$ 17 bilhões no período analisado entre 2010 e 2018 (com base nas variáveis macroeconômicas a partir de 2015). Os números fazem parte do estudo realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), a partir de edital do Mapa em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Área - O estudo leva em consideração exclusivamente a tecnologia de recuperação de pastagens, uma das sete implementadas no Plano ABC. Foram considerados 20 milhões de hectares de pastagens recuperadas, identificados em imagens de satélite do Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Contribuições - A diretora de Produção Sustentável e Irrigação do Mapa, Mariane Crespolini, explica que as contribuições da tecnologia são socioeconômicas, já que permitiram, além dos ganhos ambientais, o aumento da renda do produtor rural, do consumo das famílias, dos empregos, dos salários e da arrecadação tributária. Também foram observadas altas da produtividade nas pecuárias de corte e de leite.

Tripé - “O estudo validou o tripé social, ambiental e financeiro das ações de produção sustentável desenvolvidas pelo Plano ABC. Antes de termos esse resultado, o Plano mostrava a mitigação de carbono. Só que é muito mais do que isso: nós mitigamos carbono, geramos mais empregos, mais impostos. Tivemos um efeito muito positivo na economia e na vida das pessoas. Esse é o verdadeiro sucesso do ABC”, destaca Mariane, que acompanhou o estudo e é doutora em Desenvolvimento Econômico.

Tecnologias - Política pública que fomenta a redução das emissões gases de efeito estufa na agropecuária, o Plano ABC ainda é composto por outras seis tecnologias: integração lavoura-pecuária-floresta; sistemas agroflorestais; sistema plantio direto; fixação biológica de nitrogênio; florestas plantadas; tratamento de dejetos animais. Realizado entre 2010 e 2020, o ABC mitigou cerca de 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares.

Irrigação - Agora, a partir da mesma metodologia, será realizado um estudo para as áreas atendidas com a tecnologia de irrigação do ABC+. Esta é a segunda etapa do Plano ABC, que acrescentou a irrigação como tecnologia para uma produção sustentável no agro brasileiro. A meta é reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário em uma área de 72,68 milhões de hectares até 2030. O valor em mitigação das emissões é sete vezes maior do que o plano definiu em sua primeira etapa na década passada.

Impacto na política agrícola e na sociedade - Já em relação especificamente ao retorno do Programa ABC, o estudo apresentou que o impacto social da recuperação de pastagens foi de 56%. O que equivale a 6,5% de valor real ao ano, descontada a inflação.

Linha de crédito - O Programa ABC é a linha de crédito do Plano Safra com taxa de juros subsidiada para financiar investimentos em tecnologias e sistemas de produção que contribuem para promover uma atividade agropecuária mais adaptada às mudanças climáticas e também mitigadora de gases de efeito estufa.

Investimento válido - “O estudo mostra que vale a pena investir num modelo em que a gente disponibiliza uma linha de crédito com taxas de juros mais baixa que as de mercado, e que há um retorno para a economia”, destacou o Secretário de Política Agrícola, Guilherme Bastos.

Políticas públicas - O estudo ainda confirma o papel das políticas públicas como impulsionadoras de práticas ASG (Ambiental, Social e Governança), o que deve receber um olhar atento pelas empresas em acelerar ainda mais esses resultados, conforme avaliação de Bastos. “É uma situação de ganha-ganha”.

Intensidade das emissões - Além das simulações de impactos econômicos e sociais, o estudo também apresentou a intensidade das emissões de gases de efeito estufa. Ao considerar o sequestro de carbono no solo, processo que ocorre em áreas bem manejadas da produção agropecuária, para a pecuária de corte houve uma redução de 9,67% das emissões por quilo de carne produzido. Para a pecuária de leite, a redução foi de 5,86% por litro produzido.

Mão de obra - Outra observação que o estudo traz é relativo à utilização de mão de obra nas atividades produtivas: a intensificação sustentável da produção exige uma mão de obra mais qualificada, o que é considerado positivo. Porém, complementarmente, são necessárias políticas públicas que promovam a qualificação daqueles trabalhadores que já estavam empregados em sistemas de modelo extensivo, avalia Mariane Crespolini como oportunidade para a ampliação da capacitação no campo.

Metodologia - O estudo se inicia com o isolamento do efeito de ganho de produtividade a partir da avaliação da área recuperada com base de imagens de satélite. Assim, são criados cenários e os pesquisadores fazem um recorte da economia considerando o ganho de produtividade que houve da recuperação das pastagens. A premissa da qual se parte é: como seria se a pecuária continuasse com aquela produtividade sem recuperar o pasto?

Raciocínio - Tecnicamente, se isola o efeito de ganho da produtividade da agropecuária na matriz econômica do país. Então o raciocínio deve ser o seguinte: se o produtor produz mais na mesma área, ele acaba utilizando mais insumos, contratando um maior número de profissionais, gerando mais e melhores empregos na região, proporcionando uma melhor qualidade de vida aos trabalhadores. Isso tudo traz retornos econômicos e sociais para a região.

Setores - O processo de análise dos dados envolve os 124 setores da economia nacional a partir de uma matriz baseada no modelo de equilíbrio geral computacional, teoria mundial reconhecida e muito utilizada para mensurar o resultado de políticas públicas.

Resultados - “Nós aplicamos a política, mensuramos os resultados para podermos realizar os modelos econômicos. É uma questão de avaliar a política desenvolvida, ver os resultados dela na prática para pode melhorar”, finalizou Crespolini. (Mapa)

 

ECONOMIA: Superávit primário bate recorde e totaliza R$ 76,5 bi em janeiro

economia 25 02 2022Impulsionadas pelo aumento da arrecadação em janeiro, as contas do Governo Central - Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - iniciaram 2022 com superávit recorde. No mês passado, o resultado ficou positivo em R$ 76,539 bilhões.

Melhor resultado - Esse foi o melhor resultado para todos os meses desde o início da série histórica, em 1997. O segundo melhor havia sido registrado em outubro de 2016 (superávit de R$ 52,9 bilhões a preços atuais) e em setembro de 2010 (R$ 51,1 bilhões a preços atuais). Nas duas ocasiões, no entanto, o superávit havia sido inflado por receitas atípicas.

Economia de recursos - O superávit primário representa a economia de recursos pelo governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado de janeiro veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado esperavam resultado positivo de R$ 44 bilhões no mês passado.

Repatriação - Em outubro de 2016, ocorreu uma repatriação de recursos mantidos por brasileiros no exterior. Na ocasião, o governo concedeu uma anistia a quem trouxesse dinheiro de volta ao país, sem a acusação de crime de evasão de divisas. Em 2010, o resultado foi impulsionado pela capitalização da Petrobras, durante o processo de cessão onerosa do petróleo na camada pré-sal.

Meta - Apesar do superávit em janeiro, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit primário de R$ 170,5 bilhões para este ano. O Orçamento Geral da União de 2022 reduziu a estimativa de déficit para R$ 79,3 bilhões, mas o valor levado em conta para o cumprimento das metas fiscais é o da LDO.

Arrecadação atípica - O resultado de janeiro deste ano decorreu do aumento das receitas e da relativa estabilidade das despesas. No mês passado, as receitas líquidas cresceram 30,5% em relação a janeiro do ano passado em valores nominais. Descontada a inflação, o crescimento ficou em 18,2% acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas totais cresceram 12,9% em valores nominais e 2,2% acima do IPCA na mesma comparação.

Fatores - No mês passado, dois fatores impulsionaram o crescimento das receitas: as arrecadações atípicas do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido decorrentes de lucros maiores que o previsto pelas empresas e o adiamento do pagamento de quotas do Imposto de Renda em 2021, por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Como a medida não se repetiu neste ano, a arrecadação subiu além do previsto.

Royalties - O crescimento de R$ 8,1 bilhões no pagamento de royalties também ajudou os cofres federais. As receitas subiram 81,9% acima da inflação em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, impulsionada pela alta no preço internacional do petróleo, que está na maior cotação em oito anos por causa do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Despesas - Do lado das despesas, aumentaram os gastos com despesas obrigatórias com controle de fluxo, que subiram R$ 5,6 bilhões (+53,9%) acima da inflação em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2021. A alta foi impulsionada pelo pagamento do benefício mínimo de R$ 400 do Auxílio Brasil.

Funcionalismo - Em contrapartida, os gastos com o funcionalismo federal caíram 6,9% descontada a inflação, refletindo o congelamento de salários dos servidores públicos que vigorou entre junho de 2020 e dezembro de 2021. As despesas com a Previdência Social recuaram 1,3%, também considerando a inflação, por causa da reforma aprovada em 2019.

Investimentos - Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 742 milhões em janeiro, queda de 21,5% em relação ao mesmo mês de 2021, descontada a inflação pelo IPCA. O recuo ocorre perante uma base fraca de comparação. Em janeiro do ano passado, o Orçamento não tinha sido aprovado, e todos os investimentos eram executados apenas com restos a pagar (verbas autorizadas em anos anteriores). (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

IRPF: Receita publica regras para declaração do Imposto de Renda

irpf 25 02 2022

Publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25/02) a Instrução Normativa nº 2.065, com as regras da declaração do Imposto de Renda deste ano, que tem como base os rendimentos obtidos em 2021.

 

Período de entrega - O período de entrega das declarações será de 7 de março a 29 de abril. Os lotes de restituição terão início em 31 de maio, divididos em cinco grupos mensais até 30 de setembro. A expectativa da Receita é receber 34,1 milhões de declarações até o final do prazo.

 

Quem deve declarar - De acordo com as regras, estão obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual os cidadãos que tiveram, em 2021, rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 28.559,70. Nesta quinta-feira (24/02), em entrevista, os técnicos da Receita Federal lembraram que o auxílio emergencial, pago pelo governo para amenizar prejuízos causados pela pandemia, é considerado tributável.

 

Mais - Se a pessoa recebeu, além do salário,o auxílio emergencial e, somando esses rendimentos tributáveis, ultrapassar o limite de R$ 28,5 mil, ela estará obrigada a apresentar declaração de IR. No caso de rendimentos considerados “isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte”, quem recebeu valor superior a R$ 40 mil é obrigado a declarar.

 

Ganho de capital - Continuam obrigados a apresentar declaração os que obtiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, bem como pessoas que têm direito a isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguidos de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; e pessoas que tenham operado em bolsas de valores.

 

Propriedades - Também são obrigados a declarar aqueles que, no dia 31 de dezembro de 2021, possuíam propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de 300 mil; e pessoas que, na atividade rural, receberam rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 142.798,50.

 

Facilidades - Entre as inovações preparadas para este ano está a disponibilização da declaração pré-preenchida em larga escala para contribuintes, a partir da autenticação via contas Gov.br.

 

Identificação - A conta Gov.br é uma identificação que comprova, em meios digitais, a identidade do cidadão, de forma a dar segurança para o acesso a serviços digitais. Ela é gratuita e, tanto cadastro como acesso, podem ser feitos pela internet. A habilitação dos serviços de Imposto de Renda com a conta Gov.br terá início em 3 de março.

 

Pré-preenchida - A declaração pré-preenchida possibilitará ao cidadão iniciar o preenchimento do documento já com diversas informações à disposição. Nela, praticamente todas informações em posse da Receita Federal serão importadas diretamente para a declaração. Entre os exemplos citados pelos auditores, durante o anúncio das regras, estão informações de rendimentos pagos por empresas e outras pessoas; despesas médicas informadas por estabelecimentos médicos; e o histórico de bens e direitos das declarações de anos anteriores.

 

2021 - No ano passado, foram 400 mil declarações pré-preenchidas foram apresentadas. Para este ano, a previsão é entre 3 milhões e 4 milhões.

 

Novo formato - Outra novidade é o novo formato (mais integrado) do IRPF em multiplataforma, tanto para computadores online como para dispositivos móveis. Os auditores explicaram que será possível, por exemplo, começar a declaração no celular, continuar no programa instalado no computador e finalizar na internet.

 

Pix - Também é novidade a possibilidade de o cidadão pagar as cotas do IR via Pix, bem como receber a restituição pelo sistema de transferências. Na prática, significa que o cidadão não precisará sair de casa para pagar seu Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), que passará a ser impressos com códigos de barra e QR code. (Agência Brasil)

 

 

CÂMBIO: Dólar volta para R$ 5,10 com ocupação russa na Ucrânia

cambio 25 02 2022A ocupação da Ucrânia por tropas russas fez o mercado financeiro ter um dia de nervosismo global. O dólar, que na quarta-feira (23/02) tinha fechado R$ 5, teve a maior alta diária desde setembro do ano passado. A bolsa de valores chegou a cair 2,5%, mas recuperou-se perto do fim da sessão e fechou com pequena queda.

Cotação - O dólar comercial fechou a quinta-feira (24/02) vendido a R$ 5,105, com alta de R$ 0,101 (+2,02%). No pior momento do dia, por volta das 15h, a cotação chegou a R$ 5,15, mas a alta perdeu força nas horas finais de negociação, após declarações do presidente norte-americano, Joe Biden, de que o ataque militar russo está se desenrolando como previsto pelos Estados Unidos.

Queda acumulada - Apesar da alta desta quinta-feira, a moeda norte-americana acumula queda de 3,79% em fevereiro. Em 2022, a divisa recuou 8,45%.

Ações - O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.592 pontos, com queda de 0,37%. Durante a tarde, o indicador chegou a cair para 109 mil pontos, mas recuperou-se por causa da valorização das commodities (bens primários com cotação internacional), que se refletiu na alta de ações de mineradoras.

Proteção - De forma geral, o aumento no preço das commodities ajudou a proteger o mercado financeiro de países emergentes das turbulências externas. Além disso, o aumento dos juros em várias economias emergentes estimula a entrada de fluxos estrangeiros, com investidores dispostos a aplicar em mercados mais arriscados. Atualmente, a Taxa Selic (juros básicos da economia) está em 10,75% ao ano, no maior nível desde julho de 2017. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 647,3 mil mortes e 28,5 milhões de casos

As autoridades estaduais e municipais de saúde registraram até agora 647.390 vidas perdidas para a pandemia. Em 24 horas, foram confirmadas 971 novas mortes por complicações associadas à covid-19. Na quarta-feira (23/02), o painel de dados da pandemia marcava 646.419 óbitos acumulados.

Investigação - Ainda há 3.125 falecimentos em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos posteriores.

Casos - De acordo com os dados levantados por secretarias municipais e estaduais de saúde, 28.578.647 pessoas pegaram covid-19 durante a pandemia. Nas últimas 24 horas, foram notificados 93.757 diagnósticos positivos de covid-19. Na quarta-feira (23/02), o painel de informações da pandemia administrado pelo Ministério da Saúde trazia 28.484.890 casos acumulados.

Acompanhamento - A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 2.029.338. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Recuperados - Até esta quinta-feira (24/02), 25.901.919 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 90,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Balanço diário - As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (24/02). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (164.094), Rio de Janeiro (71.570), Minas Gerais (59.416), Paraná (42.193) e Rio Grande do Sul (38.138).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.968), Amapá (2.102), Roraima (2.130), Tocantins (4.099) e Sergipe (6.237). (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa divulga mais 9.806 casos de Covid-19 e 36 óbitos no Paraná

saude II 25 02 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (24/02) mais 9.806 casos confirmados e 36 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos não necessariamente representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.298.386 casos confirmados e 41.964 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de fevereiro (8.294) e janeiro (1.435) de 2022; dezembro (2), novembro (8), outubro (2), setembro (2), agosto (3), julho (1), junho (4), maio (1), abril (5), março (29), fevereiro (14) e janeiro (1) de 2021; dezembro (1), novembro (1), setembro (1) e julho (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de fevereiro (29) e janeiro (7) de 2022.

Internados - 179 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados em leitos SUS (79 em UTI e 100 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 954 pacientes internados, 382 em leitos UTI e 572 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 36 pacientes. São 19 mulheres e 17 homens, com idades que variam entre 0 e 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de janeiro a 24 de fevereiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Mandirituba (6), Foz do Iguaçu (5), Toledo (2), Londrina (2), Irati (2) e Apucarana (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: São Miguel do Iguaçu, Nova Fátima, Maringá, Marechal Cândido Rondon, Japurá, Guaratuba, Guaraci, Faxinal, Colorado, Capitão Leônidas Marques, Campo Mourão, Cambira, Boa Esperança, Astorga, Ariranha do Ivaí, Arapongas e Ampére.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 10.498 casos de residentes de fora do Estado, 229 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões na página da Sesa.

 


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