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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5275 | 10 de Março de 2022

PRÉ-ASSEMBLEIA: Sistema Ocepar vai reunir virtualmente os presidentes das cooperativas do Paraná na próxima semana

Como nos últimos dois anos, o Sistema Ocepar irá realizar as pré-assembleias de prestação de contas em formato virtual, devido à pandemia de Covid-19. As reuniões ocorrerão por meio da plataforma Microsof Teams, de 14 a 17 de março, das 14h às 17h, juntamente com os Encontros de Núcleos Cooperativos. Desta vez, os eventos serão exclusivos para presidentes eleitos das 220 cooperativas paranaenses.

Programação - No dia 14, a programação terá a participação dos representantes do Núcleo Oeste, tendo como cooperativa anfitriã a Copagril, de Marechal Cândido Rondon. No dia 15, a Codepa, de Mangueirinha, será a anfitriã da reunião com cooperativistas do Sudoeste. No dia 16, será a vez do Núcleo Centro-Sul e a Witmarsum, de Palmeira, será a anfitriã. A rodada encerra no dia 17, com a presença das lideranças do Norte e Noroeste, tendo a Sicredi União PR/SP, de Maringá, como anfitriã.

Apresentações - As atividades iniciam com a presença do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e apresentação das cooperativas anfitriãs. Depois, a pauta contempla a apreciação da prestação de contas de 2021 e do plano de ação para 2022 do Sistema Ocepar, além das atividades do Plano Paraná Cooperativo (PRC200), o planejamento estratégico de desenvolvimento do cooperativismo paranaense, previstas para serem implementadas a partir deste ano.

Inscrições e informações -  As inscrições podem ser feitas acessando https://forms.office.com/r/hZ4bePGQGS. Os links de acesso ao evento serão encaminhados aos participantes por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br/ 41 99278-0739 ou 99151-2148).

 

pre assembleia folder 09 03 2022

FORMAÇÃO: Abertas as inscrições para o MBA em Gestão de Transportes

formacao 10 03 2022Estão abertas as inscrições para o MBA em Gestão Estratégica de Sociedade Cooperativa de Transportes, fruto da parceria entre o Sescoop, a Federação Nacional das Cooperativas de Transportadores de Carga (Fetranscoop) e a Faculdade Unimed. O curso será ministrado pela PUC-MG, no formato à distância, todas as quartas-feiras, das 19h às 22h. As inscrições devem ser feitas até sexta-feira (11/03).  

Foco - A especialização tem como foco impulsionar a gestão das cooperativas de transporte filiadas à Fetranscoop, mas a oportunidade se estende também aos colaboradores das unidades estaduais que atuam diretamente com o ramo Transporte. Para participar, os interessados deverão apresentar diploma de conclusão de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).  

Vagas - São 40 vagas disponíveis e o preenchimento delas obedecerá aos critérios de distribuição definidos pela Fetranscoop, considerando região, estado e perfil de cargo nas cooperativas ou UEs. Os alunos selecionados devem arcar com uma mensalidade no valor de R$ 178,00, ao longo dos 18 meses do curso.  

Cronograma - Confira abaixo o cronograma divulgado pela Fetranscoop:  

• Pré-inscrição e envio de documentos – até 11/03/2022 

• Divulgação do resultado/selecionados – 15/03/2022  

• Assinatura do contrato – até 18/03/2022 

• Aula Magna – 22/03/2022  

• Início das aulas – 23/03/2022 

Inscrição - Para se inscrever clique aqui. E para tirar dúvidas e saber mais informações entre em contato pelo e-mail: leopoldo.ferreira@fetrans.coop.br. (Sistema OCB

 

CASTROLANDA: Abertura da ExpoCastrolanda reúne produtores na Cidade do Leite

Está aberto oficialmente o calendário de eventos do Agroleite em 2022. Na noite da última quarta-feira (10/02), um evento para convidados no Pavilhão Agroleite, no Parque de Exposições Dário Macedo – Cidade do Leite, em Castro (PR), deu início à ExpoCastrolanda. A feira é uma reformulação da ExpoJovem, antigo evento da Cooperativa Castrolanda voltado para o gado leiteiro nas primeiras etapas de criação, e tem programação até sábado (12/03). 

Conhecimento - Durante a cerimônia de abertura, o presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, destacou que as exposições são feitas pelos produtores e a cooperativa atua como facilitadora. “Nós buscamos trazer conhecimento, informação e organização para que o produtor possa fazer o seu trabalho bem-feito na propriedade com rentabilidade e sustentabilidade. Esse é o nosso papel diário na Cooperativa: trazer facilidades e tecnologias para os nossos cooperados”. 

Laboratório - Armando Carvalho Filho, vice-presidente da Castrolanda e membro do Comitê de Bovinocultores, explica que a ExpoCastrolanda é um laboratório para a próxima edição do Agroleite, que será realizado em agosto. “Estamos vindo de dois anos sem o Agroleite e esperamos que seja o primeiro passo para que a gente tenha uma feira condizente com o tamanho dela, para mostrar o trabalho dos produtores que atuam dia a dia na propriedade e alcançam números muito expressivos”. 

Programação - Confira a programação completa da ExpoCastrolanda:

09/03 | 19h – Abertura ExpoCastrolanda (evento para convidados)

 19h30 – Premiação Dia do Pecuarista – Negócios Leite (evento para convidados)

 10/03 | 09h às 16h – Road Show – Negócios Leite 

14h – Julgamento Gado Jovem Holandês

11/03 | 10h – Mesa Redonda Phibro – Os impactos da saúde na produção das vacas (Prof. José Luiz Moraes Vasconcelos)

14h – Julgamento Gado Adulto Holandês

 19h30 – Jantar de encerramento ExpoCastrolanda (evento para convidados)

 12/03 | 09h – Lançamento do Clube de Bezerras – Negócios Leite

 (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR: Colheita avança com médias muito desiguais nas regiões

A safra de soja do ciclo 2021/22 passou longe da expectativa de grande parte dos produtores do Paraná. Depois de um início promissor, com muita chuva no plantio em outubro, a umidade faltou durante meses e os estragos ocorreram em grande parte das regiões. Com isso, o estado projeta colher um volume bem abaixo em relação às estimativas iniciais, uma vez que a quebra pode superar os 35%.

Rally - Importante município produtor de soja, a 50 quilômetros de Maringá, no noroeste, São Jorge do Ivaí recebeu na terça-feira (8/3) a visita do Rally Cocamar de Produtividade. As colheitadeiras já haviam passado por 80% das áreas cultivadas e a média era de 16,5 sacas na contagem por hectare.

Bem abaixo - Segundo a unidade local da Cocamar, como as lavouras mais atrasadas se desenvolveram melhor por terem sofrido menos o impacto da seca, a projeção é fechar a temporada em 20,6 sacas/hectare. Nos últimos anos, a média do município foi quase três vezes maior: 57,8 sacas/hectare.

Desafiador - Com sua família morando no município desde 1963, o produtor João Pauro, de 75 anos, disse ao Rally nunca ter passado por um ano tão desafiador. Prestes a finalizar a colheita, ele calcula que sua média deve ficar em torno de 26,8 sacas/hectare, menos da metade em comparação à média dos últimos anos, de 62 sacas/hectare. “Foi o nosso pior ano, com certeza.”

Replantio - Por um capricho do destino, o clima adverso acabou, de certa forma, ajudando produtores que, a exemplo de João Pauro, se obrigaram a refazer o plantio após os danos causados por uma tempestade de granizo em 23 de outubro. Em São Jorge do Ivaí, isto aconteceu em 40% do total das áreas. São essas lavouras mais atrasadas que exibem agora um desempenho melhor, com maior número de vagens bem formadas.

Compra antecipada - O produtor mantém a tradição de adquirir todos os seus insumos com antecipação, na cooperativa, onde recebe a orientação técnica do engenheiro agrônomo Juliano Fadoni. “A gente procura investir nas melhores práticas para produzir bem”, afirma.

Custo competitivo - Por comprar os insumos mais cedo, os custos ficaram num patamar razoável e, ao longo dos meses, a cotação da soja apresentou altas. Com isso, o produtor conta que trabalhou com um custo de produção de 20,6 sacas por hectare.

Plantio de milho - Em São Jorge do Ivaí, enquanto a soja ia sendo colhida, as plantadeiras vinham atrás, inserindo no solo as sementes de milho de inverno e, assim, dando início a uma nova etapa. “Somos otimistas, vamos torcer por uma safra melhor desta vez”, diz Pauro.

Regiões - A colheita avança com percentuais diferentes nas regiões atendidas pela Cocamar, que compreende parte do noroeste e norte do Paraná, oeste de São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul.

Norte e noroeste - Levantamento semanal concluído na última segunda-feira (7/3) pelo departamento técnico da cooperativa apontou que, no geral, em cerca de 60% das lavouras os trabalhos estavam terminados e a região mais adiantada era o noroeste do Paraná, com mais de 70% finalizados, ante 55% do norte do estado. A expectativa, até então, era de uma produtividade muito desigual, respectivamente, de 13,8 e 43,3 sacas na média por hectare.

SP e MS - No oeste paulista, acima de 62% das lavouras estavam colhidas, para uma média de 41,7 sacas/hectare. E, no Mato Grosso do Sul, mais de 50% da safra já estavam nos armazéns, com média de 34,5/hectare.

Geral - Na média geral da Cocamar, a projeção pelo levantamento divulgado era 30,5 de sacas/hectare. Os dados referentes à produtividade apresentam pequenas variações a cada semana.

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sétima edição consecutiva, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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COPAGRIL: Dia Internacional da Mulher é comemorado com Tarde da Beleza

O Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março, é uma data muito importante do calendário mundial. É um momento de reflexão sobre a luta e as conquistas das mulheres, principalmente por igualdade e respeito ao longo da história. Para marcar esta data, a área do cooperativismo da Copagril realizou a Tarde da Beleza para as sócias dos comitês femininos da Copagril, na programação que contou com a presença das associadas de várias regiões de atuação da cooperativa. Durante o evento foram trabalhadas dicas para utilização de produtos de beleza, limpeza da pele e seção de relaxamento, na sequência uma belíssima apresentação em sanfona da dupla feminina Mily e Manu. (Imprensa Copagril)

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Mais de 5 mil pessoas participam das assembleias da cooperativa

sicredi parque 10 03 2022A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP realizou recentemente seu processo assemblear. Transmitidas de forma remota, a partir de Pato Branco (PR), as assembleias reuniram mais de 5 mil associados, que puderam acompanhar as apresentações por meio de uma plataforma online.

Governança - Os encontros são fundamentais para a governança do Sicredi. Enquanto donos do negócio, os associados exercem seu direito a voto a respeito dos rumos da cooperativa durante o processo assemblear.

Pauta - Na pauta das assembleias esteve a prestação de contas relativa ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2021. Também foram apresentados os relatórios de gestão, os balanços dos semestres correspondentes aos exercícios, demonstrativos de resultados e pareceres de auditoria e conselho fiscal.

Mais assuntos - Também foram abordadas a destinação de resultados, dos recursos advindos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social do exercício 2021, entre outros assuntos como o Fundo Social da cooperativa, que conta com recursos destinados a projetos de responsabilidade social.

Eleição - No processo assemblear também foi realizada a eleição dos componentes do Conselho de Administração e dos coordenadores de núcleo da cooperativa para o exercício 2022 – 2026.

Agradecimento - “Gostaria de agradecer a presença dos nossos associados nas nossas assembleias online, onde houve uma boa participação e interação. Isso demonstra o interesse do associado pela sua cooperativa, o que vem validar nosso objetivo de ser o instrumento financeiro das comunidades”, disse o presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto.

AGO - Nesta sexta-feira (11/03), a cooperativa realizará a Assembleia Geral Ordinária (AGO), encontro onde deverão ser ratificadas as decisões tomadas pelos associados nas assembleias. A AGO será transmitida online. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Resultados de 2021 são apresentados em assembleia digital aos associados da região de São Paulo

Na última terça-feira (08/03), a cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP realizou a primeira assembleia para apresentação dos resultados obtidos ao longo de 2021, assim como prestação de contas e discussão sobre o planejamento de ações e projetos previstos para este ano. A reunião aconteceu em formato digital, por meio de plataforma própria, desenvolvida especialmente para garantir a participação e deliberação dos associados, proporcionando maior transparência, que é um dos princípios do cooperativismo.

Participação - O evento contou com a participação de 450 associados da região noroeste paulista, de um total de mais de 5.000, das 5 agências: Fernandópolis, Jales, Santa Fé do Sul, Votuporanga e Mira Estrela. As assembleias promovidas pelas cooperativas que integram o Sicredi permitem que os associados se envolvam no cotidiano de sua cooperativa de crédito, possibilitando a votação e decisão quanto aos rumos do negócio.

Resultados financeiros - Durante a reunião, a Sicredi Planalto das Águas PR/SP divulgou os resultados financeiros e o valor da distribuição, pois, no Cooperativismo de Crédito, a participação no resultado é proporcional a utilização das soluções financeiras pelos associados.

Ano atípico - Segundo Fabio Peterlini, presidente da cooperativa, “2021 foi um ano atípico, que permitiu nosso desenvolvimento pessoal e coletivo, sempre com o objetivo de entender para atender as necessidades dos associados, mostrando que somos a melhor alternativa para a sua vida financeira e ainda contribuímos para uma sociedade mais próspera”.

Crescimento - Para o diretor executivo, Valmir Dzivielevski: “Os indicadores de desempenho se mantiveram em crescimento em 2021. Aumentamos a carteira de crédito em 67% comparado com o resultado de 2020, além de incremento de 15% na base de associados e um avanço no quadro de colaboradores, que passou de 196 no final de 2020 para 238 profissionais em 2021”.

Sistema - O Sicredi, enquanto Sistema, é uma instituição financeira cooperativa presente em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. Contamos com mais 5 milhões de associados distribuídos em mais de 100 cooperativas nas regiões brasileiras, atuando para o crescimento dos associados e desenvolvimento das regiões nas quais estamos presentes. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICREDI FRONTEIRAS: R$ 18 milhões são distribuídos aos associados

sicredi fronteiras 10 03 2022A expressão “distribuição de resultados” ou “sobras” não é estranha para quem quer fazer ou faz parte de uma cooperativa de crédito. Na Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, essa prática é a materialização do terceiro princípio cooperativista, que prevê a participação econômica de todos os membros.

Comunidade - A cooperativa de crédito é uma instituição financeira da comunidade, organizada de forma coletiva para atender as necessidades dos associados. Desta forma, as decisões são tomadas de forma democrática, e cada membro pode utilizar os serviços e operações oferecidas pela cooperativa.

Dono do negócio - Em uma cooperativa de crédito, cada associado é “dono”, e pode participar de forma ativa da gestão. Assim, ele faz um investimento financeiro na instituição, que administrará os recursos de forma a trazer resultados e benefícios para seus associados e para a comunidade onde está inserida.

Assembleias - Ao final de cada exercício (o ano fiscal da cooperativa), os associados são convidados a participar das assembleias. Nestes eventos, os membros podem estar ainda mais próximos da administração, e participam ativamente no futuro do empreendimento através de sua participação e voto sobre a destinação dos resultados.

Evolução - Para José César Wünsch, presidente da Sicredi Fronteiras, uma cooperativa em constante evolução está sempre inserida numa sociedade também em evolução, pois, além de entregar o valor da participação aos associados, a Cooperativa auxilia na construção de uma sociedade mais próspera.

Economia local - “Quanto mais a gente contribui para a economia local, para o empreendedorismo local, para a gestão financeira eficiente das famílias, e para a educação e formação de crianças e jovens, mais relevante é o resultado dos associados, independentemente do valor”, afirma Wünsch.

Números - A cooperativa encerrou 2021 com R$ 1,8 bilhão em operações de crédito, R$ 453 milhões em poupança, R$ 1,6 bilhões em recursos totais, R$ 688 milhões em depósito a prazo, R$ 280 milhões em patrimônio líquido e aumentou o quadro social em mais de 7 mil associados, comemorando um resultado histórico de R$ 54,8 milhões, crescimento de 47% superior ao ano anterior.

Diferencial - De acordo com Fábio Junior Camera, diretor executivo da cooperativa, através da distribuição dos resultados, a Sicredi Fronteiras apresenta a diferença do modelo de negócio, onde o cooperativismo desenvolve as comunidades e faz com que os recursos captados permaneçam na região.

Participação - “A partir do conhecimento do nosso diferencial e ao ter a principalidade dos negócios em nossa cooperativa, o associado auxilia diretamente em todas as ações realizadas, aumentando assim a sua participação nos resultados e ainda fazendo a diferença na vida das pessoas”, afirma Camera.

Valor - À vista disso, no dia 9 de março, os cooperados que já receberam no dia 1 de dezembro do ano passado, o valor referente aos juros sobre o Capital Social próprio de mais de R$ 2 milhões, receberam o valor de R$ 15,8 milhões depositados em suas poupanças, conforme a sua movimentação em 2021, resultando em R$ 18 milhões de retorno aos associados.

Confira - Confira a sua participação nos resultados da cooperativa através do Internet Banking, App Sicredi ou vá até a sua agência. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

CRESOL: A força feminina no cooperativismo

cresol 10 03 2022Em sua definição simples e literal, cooperativismo é a colaboração entre pessoas com o mesmo interesse em comum. E não é à toa que a presença feminina neste tipo de sistema é cada vez mais comum, já que a mulher na sua essência é colaborativa e tem uma grande capacidade de enxergar o todo.

Contribuição - Sendo uma das principais cooperativas de crédito do país, a Cresol não só acompanha de perto a participação das mulheres nos negócios dos mais variados segmentos, como se orgulha de contribuir de forma significativa com a gestão neste cenário. No sistema elas já são maioria entres os funcionários, 3506 são mulheres do total de 5699, o que representa 61,51%. Já no quadro social também representam mais de 40%. Elas também marcam presença na gestão, como é o exemplo da Cresol União, cuja diretoria executiva é formada 100% por mulheres.

Mulheres na liderança - No que se refere a representatividade feminina, a Cresol União é um dos exemplos. Com centro administrativo em Coronel Vivida (PR) a unidade tem à frente da Diretoria Executiva a superintendente, Iomara Gaeski Ziger, a diretora administrativa, Silvania Pizzato Schiavini e a diretoria de negócios, Silvania Faccin. No Conselho de Administração, por sua vez, 22% são do gênero feminino, enquanto no Conselho Fiscal são 33%.

Trajetória - Diretora superintendente, Iomara Gaeski Ziger precisou interromper os estudos durante o ensino fundamental, conseguindo concluí-lo só mais tarde e hoje se orgulha de ser um exemplo de que os estudos podem expandir os horizontes. Com incentivo de familiares, ingressou no Centro Estadual de Educação Profissional do Sudoeste (Colégio Agrícola de Francisco Beltrão), onde se formou no Ensino Médio no curso Técnico em Agropecuária, o que lhe abriu as portas para trabalhar na Cresol em Coronel Vivida, em 1998.

Capacitação - “Para crescer cada vez mais profissionalmente, acredito que a busca por capacitação é fundamental. Hoje sou graduada em Administração, com MBA em Gestão Empresarial de Cooperativas de Crédito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2017 participei de uma missão de estudos com o tema "Cooperativismo de Crédito na Alemanha - Sistema e estratégia", na ADG (Akademie Deutscher Genossenschaften) em Montabaur, Alemanha e em 2019, também fui a Dallas, no Texas, para participar do curso “Construindo uma comunidade global”. Assim como eu, as demais diretoras e o presidente da instituição, buscando sempre incentivar os jovens a manterem-se sempre atualizados, para que tenham oportunidade de crescimento”, afirma Iomara.

Desafios - Margareth de Fatima Gaertner Bastos é presidente da Cresol Curitibanos, que conta atualmente com a sede em Curitibanos (SC) e também já atua no cooperativismo há 26 anos. Iniciou como sócia-fundadora, e vendo a necessidade de uma liderança mais estruturada começou a se envolver cada vez mais, passando por diversas posições na cooperativa, até chegar na sua função atual como presidente. Ela conta que um dos principais desafios que enfrentou há 26 anos atrás, quando a resistência pela presença feminina em grandes cargos era um tabu ainda maior, foi justamente o fato de ser uma mulher assumindo um papel de liderança.

Lado feminino - “É essencial inserirmos o lado feminino nas organizações que é voltado para o cuidado com as pessoas, a dedicação com os detalhes, fazendo o equilíbrio entre razão e emoção e mostrando que as mulheres possuem capacidades e competência para ocupar espaços antes majoritariamente masculinos. Espero que cada vez mais mulheres se envolvam no sistema financeiro, e da nossa parte aqui na Cresol Curitibanos sempre damos oportunidades para as mulheres que estão presentes em diversos cargos como conselho fiscal, administrativo e executivo. Meu maior desejo é que mais mulheres arrisquem-se e desbravem espaços que antes eram ocupados unicamente por homens”.

História - Rosane Pansera Dalsoglio é diretora-presidente da Cresol Planalto Serra, com sede em Sandanduva (RS). Ela fez parte da história da cooperativa desde o processo de criação, mas foi a partir de 2010 que passou a ocupar a função de presidente da unidade.

Aprendizado - “Eu não sabia muita coisa, mas fui me envolvendo, querendo aprender, pedindo para funcionários da época para me ajudarem, queria fazer o trabalho bem feito. Fui até para o atendimento, visitas, fui me referendando. Contava com um grupo de umas 70 lideranças em Sananduva, tínhamos cinco unidades de atendimento... fomos crescendo, trabalhando muito Gestão de Pessoas, valorizando funcionários, a formação, e consegui mostrar para as pessoas que eu tinha capacidade. Fiz uma boa gestão já no primeiro mandato. Fui para o segundo mandato com apoio de que deveria continuar, as lideranças defenderam muito que eu continuasse. Fui para mais um mandato e continuo até hoje”.

Elas empreendem - Além das gestoras e funcionárias que contribuem cada vez mais com o crescimento da Cresol com a sua força de trabalho, a cooperativa também traz ao longo de sua história vários cases de sucesso entre mulheres que se associaram e fizeram de oportunidades grandes negócios.

Cooperada - Elenir Bones Corrêa, é manicure e pedicure há 16 anos e desde 2010 é cooperada da Cresol. Na época, antes de se associar, atendia as clientes na garagem, mas vendo a demanda crescer, sentiu a necessidade de investir um pouco mais no seu negócio. E foi através do microcrédito gaúcho, que consegui se estruturar melhor investindo em uma sala comercial.

Relacionamento - “Sabia por meio de outras pessoas que era uma cooperativa muito boa de se trabalhar. Minha família já era cooperada há alguns anos, segue sendo até hoje, e já comentavam sobre o bom relacionamento e as vantagens de ser associado Cresol. Conhecendo alguns colaboradores que trabalhavam na agência de Humaitá, fizemos o primeiro contato e desde lá, nosso relacionamento com a cooperativa sempre foi positivo e enriquecedor. Sempre quis ser dona do meu próprio negócio, buscar minha independência financeira e ser empreendedora. Acho isso extremamente importante para nós mulheres”.

Biscoito artesanal - Irys Lairelt Schlickmann e a mãe Rosimeri dedicam-se a produção de biscoito artesanal há 10 anos. Há 5 anos no entanto, também resolveram expandir os negócios abrindo uma biscoiteria. Associadas da Cresol de Grão –Pará (SC) elas comentam como a Biscoiteria Doces Meri se tornou realidade.

Expansão - “Nós fomos evoluindo, recebendo pedido de prefeitura, aceitando pedidos maiores e tivemos a necessidade de fazer um espaço maior para a produção. Como antes a minha família trabalhava com fumo, adaptamos uma estufa e transformamos esse espaço em uma cozinha para atender as demandas. Faz mais ou menos uns cinco anos que viemos para esse lugar que estamos agora, construímos um espaço maior para poder atender os clientes e atender os turistas. Aqui estamos em uma rodovia que liga a serra ao litoral, então tem uma demanda grande de turistas aqui na nossa região. O nosso trabalho é todo manual, todo artesanal, tudo o que é feito aqui passa tudo pelas nossas mãos, com muito carinho”, afirma a filha.

Sobre a Cresol - Com mais de 26 anos de história, 680 mil cooperados e 682 agências de relacionamento em 17 estados, a Cresol é uma instituição que está se consolidando entre as principais cooperativas financeiras do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Em 2021, a cooperativa encerrou o ano com R$ 16,8 bilhões em ativos e destacou sua solidez entre as instituições financeiras cooperativas do país. (Imprensa Cresol)

 

CONAB: Safra 2021/22 cresce 4% em relação ao ciclo anterior e está estimada em 265,7 milhões de toneladas

conab 10 03 2022Com crescimento superior a 10 milhões de toneladas em relação ao ciclo anterior, a produção de grãos deve chegar a 265,7 milhões de toneladas, conforme aponta o 6º Levantamento da Safra 2021/22 realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Publicado nesta quinta-feira (10/03), o documento mostra ainda um incremento de 4,3% na área a ser plantada, estimada em 72,7 milhões de hectares – o que corresponde à incorporação de 3 milhões de hectares, influenciados, sobretudo, pelo crescimento da área de soja e de milho.

Leve perda - Apesar da expectativa de aumento na colheita quando comparada com o resultado obtido no período 2020/21, observa-se uma leve perda na produção de 0,9% sobre o volume divulgado no último mês, quando eram esperadas 268,2 milhões de toneladas. A queda é reflexo da forte estiagem verificada, sobretudo, nos estados da Região Sul do país e no centro-sul de Mato Grosso do Sul. O clima adverso impactou de maneira expressiva as produtividades das lavouras de soja e milho 1ª safra, principalmente.

Soja - Com o plantio encerrado da soja em 40,7 milhões de hectares, acréscimo de 3,8% na área plantada em relação à safra 2021/22, as atenções se voltam para o andamento da colheita da oleaginosa, que já ultrapassa 50% em todo país. Segundo observado pelos técnicos da Companhia, as produtividades obtidas refletem o cenário climático durante o ciclo da cultura. A expectativa é que a produção alcance 122,76 milhões de toneladas.

Milho segunda safra - O avanço da colheita da soja dita o ritmo do plantio do milho segunda safra. Atualmente, a Conab estima 74,8% da área já semeada. Destaque para Mato Grosso com 94% plantado. A previsão é de um plantio em uma área aproximada de 16 milhões de hectares, o que representa um acréscimo de 6,7% à safra anterior. A atual expectativa da Conab é que a produção total do cereal cresça 29%, podendo chegar a 112,3 milhões de toneladas. O incremento é impulsionado pelo melhor desempenho principalmente da segunda safra do grão, que tende passar de 60,7 milhões de toneladas no período 2020/21 para 86,2 milhões de toneladas na atual temporada.

Algodão - Expectativa de crescimento também para o algodão. No atual levantamento da Companhia, é esperado um incremento de 19,7% na produção da fibra, podendo chegar a aproximadamente 6,9 milhões de toneladas, sendo 2,82 milhões de toneladas apenas da pluma. Para o feijão, o primeiro ciclo desta cultura foi parcialmente comprometido pelas perdas de rendimento em decorrência, principalmente, das adversidades climáticas registradas. Já as lavouras de segunda safra da leguminosa estão em implantação ou em pleno desenvolvimento, com perspectiva de alcançar um bom resultado, garantindo o abastecimento do mercado consumidor e equilibrando a oferta do grão. No caso do arroz, a Conab prevê redução tanto na área cultivada quanto de produtividade. Com isso a produção estimada é de 10,3 milhões, queda de 12,1% em relação à safra 2020/21.

Custos de produção - Durante o webinar do 6º levantamento, a Conab apresentou o percentual de participação dos fertilizantes nos custos para as culturas de soja, milho e trigo. De acordo com o estudo, atualmente a participação destes produtos fica dentro de uma margem entre 30% a 40% nos custos variáveis, a depender da região produtora e do produto analisado. “Vale ressaltar, no entanto, que este percentual contempla os valores praticados até fevereiro deste ano. O conflito entre Rússia e Ucrânia, por sua vez, teve início no final do mês passado. Com isso, o impacto, tanto nos preços recebidos pelos produtores como nos valores pagos pelos insumos, será melhor mensurado a partir das apurações a serem realizadas ao longo deste mês”, pondera o gerente de Custos de Produção da Conab, Rodrigo Souza.

Trigo - No caso do trigo, os fertilizantes representam cerca de 33% dos custos variáveis em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, enquanto que no município paranaense de Cascavel o percentual chega a 38%. Para o milho 2ª safra, o peso destes insumos chega a 33% em Sorriso (MT). Já no cultivo de soja no município mato-grossense o percentual de participação dos fertilizantes atinge um índice de 37%.

Impacto - “Qualquer aumento nos preços de fertilizantes impacta de maneira significativa nos custos para os produtores, que tende a influenciar as cotações dos produtos finais disponibilizados ao consumidor”, reforça Rodrigo Souza. “Mesmo com essa elevação nos valores de comercialização do grão, as margens bruta e líquida para os agricultores seguem uma tendência de queda, dada a dificuldade de repasse entre a produção e o varejo”.

Origem - De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior, cerca de 22% dos fertilizantes importados no último ano tiveram como origem a Rússia, seguido da China com 15% e do Canadá com 10%.

Mercado - Neste levantamento, em relação ao mercado externo, a Conab manteve a estimativa de exportações de algodão com crescimento de 2,5%, em relação ao último ano, esperando que seja alcançado um volume de 2,05 milhões de toneladas. Para soja, milho e feijão, a previsão para os volumes a serem exportados permaneceram estáveis em 80 milhões de toneladas, 35 milhões de toneladas e 200 mil toneladas, respectivamente.

Embarques - No caso do trigo, os embarques permanecem acima da média histórica, tendo sido comercializadas mais de 800 mil toneladas do produto em fevereiro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior. Diante disso, houve uma nova elevação das estimativas para exportações da safra 2021, cujo ano comercial vai até julho deste ano. A nova previsão é que sejam embarcadas 2,1 milhões de toneladas ao final desse período. Por fim, foi reduzida a expectativa de venda para o mercado externo de arroz, passando de 1,4 milhão de toneladas para 1,3 milhão de toneladas, dada a diminuição da estimativa de produção e considerando o cenário do mercado internacional do grão.

Estoques finais - Quanto aos estoques finais esperados, para o milho as alterações não foram significativas, sendo o estoque de passagem previsto para a safra 2021/22 em 10,3 milhões de toneladas, aumento de 32,15% em relação ao período passado. Já para a soja é esperado que os estoques ao final de dezembro de 2022 sejam de 2,41 milhões de toneladas, redução de 9,1% em relação ao levantamento de fevereiro. A queda é explicada pela nova redução na estimativa de produção para o ano de 2022.

Passagem - Quanto ao trigo, nesse levantamento, apesar do aumento da previsão de exportações de 1,9 milhão de toneladas para 2,1 milhões de toneladas, os estoques de passagem fechem a safra 2021 em 180 mil toneladas, volume estável em relação ao levantamento de fevereiro. O maior volume exportado tende a ser compensado pela elevação das importações de 6,8 milhões de toneladas para 7 milhões de toneladas.

Mais - Outras informações sobre o desenvolvimento das principais culturas cultivadas no país podem ser obtidas na íntegra do 6º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022. (Conab)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

IBGE: Estimativa para a safra recua em fevereiro, mas mantém previsão de colheita recorde

ibge 10 03 2022A safra nacional de grãos deve alcançar 261,6 milhões de toneladas em 2022, de acordo com a estimativa de fevereiro do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (10/02) pelo IBGE. Isso corresponde a uma redução de -3,8% em relação à estimativa do mês anterior. Mesmo assim, a colheita deve crescer 3,3% frente a de 2021 (253,2 milhões de toneladas) e atingir novo recorde na série histórica.

Clima - “Esse declínio na estimativa se deve aos problemas climáticos enfrentados por estados da região Sul, como Rio Grande do Sul e Paraná, notadamente a falta de chuvas durante a 1ª safra”, explica o gerente da pesquisa, Carlos Barradas.

Soja - A produção da soja, principal commodity do país, deve totalizar 123,0 milhões de toneladas, uma queda de 6,7% frente à estimativa de janeiro e de 8,8% na comparação com o último ano. “Mesmo com elevados investimentos na produção da leguminosa, os efeitos adversos causados pela estiagem têm afetado drasticamente o desempenho das lavouras de verão nos estados do centro-sul do país”, observa Barradas.

Milho - A produção de milho deve chegar a 108,7 milhões de toneladas, declínio de 1,1% em relação ao mês anterior e crescimento de 23,9% em relação a 2021. “Após uma grande queda na produção, em 2021, efeitos do atraso do plantio da 2ª safra e da falta de chuvas nos principais estados produtores, espera-se um ano dentro da normalidade o que propiciará a recuperação das lavouras de milho, inclusive devendo atingir um novo recorde nacional”, analisa o gerente do LSPA.

Arroz - A estimativa para a produção de arroz foi de 10,7 milhões de toneladas, declínios de 3,2% em relação ao mês anterior e de 7,9% frente ao ano anterior. De acordo com Carlos Barradas, a forte estiagem na região Sul afetou as lavouras de sequeiro e restringiu a irrigação de grande parte das demais, sendo a principal responsável por essa queda. “Mas tanto a produção de arroz quanto a de feijão devem atender ao consumo do mercado interno”, observa.

Participação - Soja, milho e arroz representam 92,7% da estimativa da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida em 2022.

Variações positivas - Em fevereiro, destacaram ainda as variações positivas nas seguintes estimativas de produção em relação a estimativa janeiro: milho 2ª safra (0,50%), sorgo (2,3%) e cacau (2,3%). Por outro lado, são esperados declínios na produção do milho 1ª safra (-5,9%), da batata-inglesa 1ª safra (-3,5%), da uva (-1,4%) e da batata inglesa 2ª safra (-1,0%).

Regiões - As regiões Nordeste (1,4%) e Norte (3,4%) tiveram aumento em suas estimativas frente a janeiro. Elas devem produzir 24,7 milhões de toneladas e 12,4 milhões de toneladas, respectivamente. O maior declínio foi no Sul (13,7%), que deve totalizar 69,2 milhões de toneladas. Já o Sudeste (26,7 milhões de toneladas) e o Centro-Oeste (128,4 milhões de toneladas) não tiveram variação em suas estimativas de produção em relação ao mês anterior.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

 

AGRONEGÓCIO: Abrates e UFLA oferecem novos cursos em 2022

Os desafios do agronegócio para produzir mais sem expansão de área são muitos. A formação de profissionais está no topo dessa lista para atender a demanda do campo e do mercado. A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA-MG), oferece cursos para os que querem investir na carreira. A programação 2022 prevê quatro cursos, sendo um de amostrador e três de analistas de sementes. 

Presencial - Os cursos são em formato presencial, com aulas na UFLA, em Lavras (MG). Nos dias 11, 12 e 13 de maio, será realizado o XIII Curso Teórico-Prático de Formação de Amostradores de Sementes. Em junho, entre os dias 20 e 24, acontece o XVII Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas. 

Programação - A programação ainda conta com o XVIII Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas, de 7 a 11 de novembro. E inclui ainda o XIX Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Grandes Culturas, de 21 a 25 de novembro. 

Informações e inscrições - Mais informações e inscrições para todos os cursos podem ser feitas no site da Abrates no endereço https://www.abrates.org.br/agenda/.

Reconhecimento - Os cursos são reconhecidos pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Mapa) e se destinam a todo e qualquer profissional, que queira aperfeiçoar os seus conhecimentos na análise de sementes, se tornando ainda mais qualificado para buscar posições no mercado de trabalho.

Investimento - Para associados da Abrates, o investimento para o Curso Teórico-Prático de Formação de Amostradores de Sementes é de R$ 1.600. Não sócios pagam R$ 1.800. O valor do Curso Teórico-prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas para associados da Abrates é R$ 2.100 e não sócios pagam R$ 2.600.

Coordenação - A coordenação geral do Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas é da professora e doutora Raquel Maria de Oliveira. Já a coordenação geral do Curso Teórico-Prático de Formação de Amostradores de Sementes é do professor e doutor Everson Reis. Ambos são professores da UFLA. 

Formação básica - A professora Raquel explica que o objetivo dos cursos é oferecer formação básica para os profissionais. “O curso de análise de sementes de grandes culturas disponibiliza ensinamentos básicos relativos à análise de sementes das espécies de grandes culturas, de acordo com as Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009). Capacita,os profissionais para o mercado de trabalho. Já o curso de amostrador tem o objetivo de preparar os participantes que desejam se tornar amostradores oficiais e ensinar as boas práticas de amostragem”, destaca a coordenadora. 

Resultados - A professora Raquel afirma que tanto o curso de analista de sementes, quanto o de amostrador não exigem formação superior. “Porém, é preciso que o interessado tenha conhecimentos básicos da biologia das diferentes espécies e dos procedimentos padronizados, que envolvem a análise e a amostragem de sementes, de forma que as técnicas que executarão no futuro, sejam capazes de garantir a confiabilidade nos resultados”, orienta a coordenadora.

Sementes - A professora Raquel ressalta que, no caso do curso de sementes, os analistas têm um papel importante na cadeia produtiva. “São eles os responsáveis pelas avaliações da qualidade de milhares de lotes a cada ano e contribuem com a manutenção da nossa agricultura, cada vez mais eficiente e competitiva. Nesse cenário, avaliar a qualidade de sementes, em todas as etapas do processo de produção até que cheguem ao consumidor final, é essencial, sendo fundamental o comprometimento com as análises e metodologias descritas para essa finalidade”, explica.

Amostrador - O professor aposentado da UFLA, doutor João Almir Oliveira, é um dos que fazem parte do corpo de docentes. Ele sublinha que o amostrador é quem coleta as amostras de sementes para serem enviadas para os laboratórios. “É importante que um amostrador tenha conhecimento para coletar amostras representativas das sementes dos lotes em avaliação. Dentro de uma amostra é preciso ter representatividade e, por isso, é importante ter a técnica adequada. O profissional precisa saber qual a maneira correta e que tipo de amostrador usar”, afirma Oliveira. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO 

XIII Curso Teórico-Prático de Formação de Amostradores de Sementes 

Data: 11, 12 e 13 de maio

Inscrições: https://www.abrates.org.br/evento/92/agenda

XVII Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas

Data: 20, 21, 22, 23 e 24 de junho 

Inscrições: https://www.abrates.org.br/evento/89/agenda

XVIII Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas

Data:  7, 8, 9, 10 e 11 de novembro 

Inscrições: https://www.abrates.org.br/evento/90/agenda

XIX Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas 

Data: 21, 22, 23, 24 e 25 de novembro  

Inscrições: https://www.abrates.org.br/evento/91/agenda

Investimento:

Curso Teórico-Prático de Capacitação de Analistas de Sementes de Grandes Culturas: Associado Abrates: R$ 2.100 e Não Associado: R$ 2.600

Curso Teórico-Prático de Formação de Amostradores de Sementes: R$ 1.600 para associados e R$ 1.800 para não associados.

Inscrições: https://www.abrates.org.br/evento/89/agenda

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VAREJO: Setor volta a crescer com avanço de 0,8% nas vendas em janeiro

varejo 10 03 2022O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 0,8% em janeiro, na comparação com o mês anterior. Mesmo com o avanço, cinco das oito atividades tiveram resultado negativo no período. Nos últimos doze meses, o varejo acumula alta de 1,3%. O setor encontra-se 0,8% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), e 6,5% abaixo do pico da série (outubro de 2020). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (09/03) pelo IBGE.

Estabilidade - “Desde julho de 2021 (3,6%) o varejo não tem crescimento, pois a taxa de 0,4% de novembro de 2021 está no campo da estabilidade. Já para os meses de janeiro, é o maior desde 2019, quando foi de 1,6%”, comenta o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Atividades - Cinco das oito atividades pesquisadas tiveram taxas negativas em janeiro. Mesmo assim o varejo avançou, puxado pelas atividades de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (3,8%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,4%). “A atividade de hiper e supermercados, que tem um peso muito grande, ficou no campo da estabilidade (-0.1%), o que fez com que outras atividades tivessem mais influência no índice”, explicou Santos.

Ampliado - No caso do varejo ampliado, a queda de 0,3% é explicada, principalmente, pela atividade de Veículos e motos, partes e peças, que caiu 1,9%.

Varejo cai 1,9% em relação a janeiro de 2021 - Na comparação interanual, o varejo caiu 1,9%, com resultados negativos em cinco das oito atividades pesquisadas. “No campo negativo, as principais contribuições para o resultado de janeiro de 2022 vieram de Móveis e eletrodomésticos, com -1,1 p.p de impacto, e Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com -0,9 p.p. Já no campo positivo, destaca-se a contribuição de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com impacto de 1,1 p.p.”, explica Santos.

Móveis e eletrodomésticos - Móveis e eletrodomésticos, que caiu 11,4% frente a janeiro de 2021, teve oitava queda consecutiva nesta comparação. Já os Outros artigos de uso pessoal e doméstico, setor que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., contabilizaram -6,0% frente a janeiro de 2021, maior queda desde outubro de 2021 (-7,2%) e sexta consecutiva.

Artigos farmacêuticos - O setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou aumento de 10,1%, na comparação do mês contra mesmo mês do ano anterior, terceiro consecutivo e o maior dos últimos três meses (em novembro havia sido 2,5% e em dezembro registrou 7,7%).

Material de construção - No varejo ampliado, a queda de 1,5% foi puxada pela atividade de Material de construção, que registrou -7,8%, sétima queda consecutiva. “Isso se deve a uma elevada base de comparação. O setor cresceu muito no início da pandemia, com resultados positivos de junho de 2020 (22,6%) até junho de 2021 (5,4%), iniciando trajetória de queda desde então”, contextualiza Santos.

Varejo está 0,8% abaixo do patamar pré-pandemia - Santos destaca que o resultado de janeiro está 0,8% abaixo do dado de fevereiro de 2020, anterior a pandemia. Já em relação ao pico da série, que foi em outubro de 2020, o setor encontra 6,5% abaixo.

Destaques - Estre as atividades que estão acima do patamar pré-pandemia, destacam-se Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (23,7%), Material de construção (9,8%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,4%).

Abaixo - Já as atividades de Livros, jornais, revistas e papelaria (-35,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-14,1%) e Combustíveis e lubrificantes (12,9%) ainda estão bem abaixo do nível pré-pandemia.

Vendas do varejo crescem nas 15 das 27 unidades da federação - Na comparação com dezembro, o volume de vendas do varejo foi positivo em 15 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Rio de Janeiro (3,0%), Alagoas (2,8%) e Pernambuco (2,5%). Por outro lado, os destaques negativos vieram do Amapá (-3,7%), Rio Grande do Norte (-1,8%) e Amazonas (-1,7%). Minas Gerais, nessa comparação, teve variação nula (0,0%).

Predomínio - Frente a janeiro de 2021, o predomínio foi de taxas negativas (16 do total de 27), com destaque para: Amapá (-10,8%), Sergipe (-8,9%) e Distrito Federal (-7,8%). As demais 11 Unidades da Federação alcançaram resultados positivos na comparação interanual, destacando-se: Amazonas (35,3%), Roraima (7,5%) e Espírito Santo (7,2%). Santos destaca que o crescimento do Amazonas se deve a baixa base de comparação, uma vez que o estado passou por um forte lockdown em janeiro de 2021.

Mais sobre a pesquisa - A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico auto preenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

varejo quadro 10 03 2022

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,01 com melhora no mercado externo

cambio 10 03 2022Em um dia de alívio no mercado internacional, o dólar voltou a cair e fechou na segunda menor cotação do ano. A bolsa de valores teve forte recuperação e encostou em 114 mil pontos após quatro quedas consecutivas.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (09/05) vendido a R$ 5,011, com queda de R$ 0,043 (-0,84%). A cotação operou abaixo de R$ 5 durante boa parte do dia, chegando a R$ 4,98 por volta das 13h40. No entanto, perto do fim do dia, investidores aproveitaram o preço baixo para comprar dólares, fazendo a moeda voltar a superar a barreira de R$ 5.

Queda acumulada - A moeda norte-americana acumula queda de 2,81% em março. Em 2022, o recuo chega a 10,14%.

Ações - O mercado de ações também teve um dia de euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 113.900 pontos, com alta de 2,43%. O indicador acompanhou as bolsas do mundo inteiro, que subiram em meio a um alívio temporário na escassez de petróleo e a uma perspectiva de cessar-fogo para a criação de corredores humanitários na Ucrânia.

Anúncio - Nesta quarta, a Agência Internacional de Energia anunciou a liberação de 62,7 milhões de barris de petróleo do estoque dos países-membros. O aumento da oferta provocou alívio no mercado. A cotação do barril do tipo Brent (usado nos contratos internacionais) caiu 13,16%, para US$ 111. Na terça-feira (08/03), o barril tinha fechado a US$ 128.

Valorização - Em relação ao dólar, as moedas dos principais países emergentes e do Leste Europeu valorizaram-se, em um movimento global de busca por investimentos mais arriscados. No Brasil, os juros altos, acima de 10% ao ano, e o remanejamento de fluxos da Rússia para outras economias emergentes têm mantido a entrada de divisas no país. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

EXECUTIVO FEDERAL: Sancionada com vetos lei sobre retorno de gestantes vacinadas ao trabalho

Gestantes com esquema vacinal completo contra o coronavírus devem retornar ao trabalho presencial. É o que determina a Lei 14.311, de 2022, publicada com vetos, nesta quinta-feira (10/03), no Diário Oficial da União.

Origem - A lei é originária do Projeto de Lei (PL) 2.058/2021, aprovado no Senado em dezembro do ano passado com relatoria do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS). O texto foi ratificado parcialmente pela Câmara em fevereiro, quando foram excluídas emendas dos senadores que impediam o retorno ao trabalho presencial de gestantes com comorbidades e previam restrições para a volta de lactantes.

Disciplinamento - A norma sancionada disciplina o trabalho das grávidas não imunizadas quando a atividade não puder ser feita a distância — questão até então não prevista na Lei 14.151, de 2021, que trata do afastamento da empregada gestante durante a pandemia.

À disposição- Dessa forma, a Lei 14.311 prevê que as gestantes não completamente imunizadas ficam à disposição do empregador para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância, sem prejuízo da remuneração.

Alteração - Para compatibilizar as atividades desenvolvidas, o empregador poderá alterar as funções da empregada, sem prejuízo de sua remuneração, com garantia de que ela terá retomada sua função original quando do retorno ao presencial.

Retorno - Todas as gestantes (e não apenas as completamente imunizadas) deverão retornar imediatamente ao trabalho assim que for decretado o encerramento do estado de emergência de saúde pública por conta do coronavírus.

Não vacinadas - O retorno também é previsto para aquelas que optaram pela não vacinação contra a covid-19, mediante apresentação de termo de responsabilidade.

Vetos - O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou o item que previa, no caso de retorno por interrupção da gestação, o recebimento de salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

De risco - Também foi vetada a previsão de considerar gravidez de risco no caso de o trabalho ser incompatível com sua realização em domicílio por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma a distância. Nesse caso, o projeto previa a substituição da remuneração pelo salário-maternidade.

Justificativa - Para o presidente, a proposição contraria o interesse público, ao instituir concessão de benefício previdenciário destinado à situação de maternidade de forma diversa ao previsto para o auxílio-materninade. “Ademais, ao se dilatar o prazo de fruição do benefício, restaria apresentado alto potencial de alteração de despesa obrigatória relacionada à concessão de benefícios previdenciários, o que violaria o disposto no parágrafo 5º do artigo 195 da Constituição da República e colocaria sob risco material a sustentabilidade do Regime Geral de Previdência Social”, justificou Bolsonaro. (Agência Senado)

 

LEGISLATIVO: A pedido do governo, votação de projetos sobre combustíveis é adiada para quinta

legislativo 10 03 2022Foi adiada para esta quinta-feira (10/03) a votação de dois projetos de lei que buscam frear a alta dos preços dos combustíveis no mercado brasileiro. É a terceira vez que a votação é adiada por dificuldades na negociação com o governo federal. O relator de ambas as propostas é o senador Jean Paul Prates (PT-RN), que já entregou várias versões de seus relatórios. A sessão do Senado desta quinta começará às 10h, pois o Congresso Nacional reúne-se à tarde. Os senadores podem apresentar mais emendas aos textos até o início da reunião.

Solução - “Nós vamos sair com uma solução empenhada, conciliada com todos os agentes que fazem parte do Estado brasileiro, do setor privado e dizem respeito aos combustíveis. Isso será muito importante. Ter uma conciliação completa e uma solução integrada, organizada, que o governo facilmente poderá implantar. A Câmara receberá esse projeto completamente arredondado de arestas. Com toda a organização e toda a negociação, no melhor sentido, com o governo e com os setores que produzem”, declarou o relator.

Alíquota unificada - O PLP 11/2020 é um projeto de lei complementar que determina alíquota unificada e em valor fixo para o ICMS sobre combustíveis em todo o país. Também permite a inclusão de mais 5 milhões de famílias no Auxílio Gás. 

Conta - Por sua vez, o PL 1.472/2021 é um projeto de lei que cria uma conta para financiar a estabilização dos preços. Recentemente, alguns senadores apontaram possíveis prejuízos aos estados, enquanto outros manifestaram preocupação com o preço ao consumidor.

Urgência - Diante da escalada do preço do barril de petróleo registrada nos últimos dias, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o relator da matéria vêm destacando a urgência na aprovação das medidas. 

Consenso - O presidente do Senado considera urgente a votação das propostas, mas concordou com o seu adiamento para que se consiga um texto consensual.

Situação ruim - “O que é importante nós termos em mente é que uma situação que já estava muito ruim se agravou consideravelmente com a guerra na Europa e a elevação do preço do barril do petróleo, e nós precisamos dar essas respostas legislativas, não para resolver todo o problema, porque o problema é muito maior do que uma mera iniciativa legislativa, mas são iniciativas que nós não podemos deixar de tomar e de avaliar no Senado Federal”, disse Pacheco.

Voto - O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) disse que deve votar favoravelmente ao PLP 11/2020, mas não no que se refere ao PL 1.472/2021. “O PLP 11/2020 tem dois pontos muito positivos: a monofasia e a questão do gás, com o que eu concordo totalmente. Por outro lado, o PL 1.472/2021 é uma lástima, é um projeto totalmente inviável. Seria um recuo enorme do país ir por um caminho de criar um fundo como esse. O fundo atrapalharia por completo o mercado de combustível. Seria uma coisa horrorosa. Perda de competitividade. E a difícil gestão do fundo. As fontes de recursos, todas elas erradas. Então, no projeto 1.472, não há outra coisa a fazer, a não ser negar, negar e negar, com todas as letras. Recusar. Não pode”, afirmou Oriovisto.

Caminhoneiros e motoristas - O senador Carlos Viana (PSD-MG), vice-líder do governo no Senado, disse que os caminhoneiros e os motoristas são os que mais sentem o peso do aumento do preço dos combustíveis.

Redução - “O presidente Jair Bolsonaro tem um compromisso com os caminhoneiros de reduzir o preço do combustível ou pelo menos de segurar os aumentos. Nós já temos aqui avanços importantes: a questão da redução do IPI para o gás de cozinha, a redução para o preço do diesel. O governo quer o controle, a regulação, mas não a interferência do mercado. São pontos diferentes, conceitos diferentes. O governo quer hoje ouvir os estados. Os governadores se manifestaram, pediram que nós aqui tenhamos a paciência de entender quais são as reivindicações deles. Essa é uma decisão nacional, tem de ser uma decisão de política pública. Não pode ser apenas uma política de governo momentânea”, disse Carlos Viana.

Importante - Por sua vez, o senador Eduardo Braga (AM), líder do MDB, avaliou que a questão dos combustíveis é uma das mais importantes atualmente. Ele disse que o relator ouviu todos os governadores e a equipe econômica do governo, e que as propostas estão prontas para serem votadas no Plenário do Senado.

Mundial - O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), lembrou que agora a crise dos combustíveis é mundial. Para ele, não é justo que o governo Bolsonaro seja apontado como único culpado pela alta do preço dos combustíveis.

Imposto - No PLP 11/2020, projeto de lei complementar que uniformiza o ICMS, a proposta é que os estados definam em conjunto uma alíquota sobre combustíveis que todos aplicariam. Essa decisão seria tomada até o fim de 2022 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários de Fazenda de todos os estados.

Cobrança - O ICMS passaria a ser um valor unitário cobrado sobre o litro de combustível, em vez de um percentual sobre o valor final da compra. Além disso, o cálculo do imposto seria feito uma única vez, na refinaria ou na importação do combustível, e não mais ao final de toda a cadeia de distribuição. O objetivo disso seria eliminar o chamado “efeito cascata” de incidência do ICMS.

Abrangência - Os combustíveis abrangidos pela mudança seriam gasolina, etanol, diesel, biodiesel, querosene de aviação, gás liquefeito de petróleo e gás natural.

Preços - Por sua vez, o PL 1.472/2021 cria a Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustíveis), que será usada para financiar um sistema de bandas de preços para proteger o consumidor final da variação do preço de mercado dos combustíveis. Por esse sistema, o Executivo deverá definir limites mínimo e máximo para os preços dos derivados de petróleo. 

Abaixo do limite - Quando os preços de mercado estiverem abaixo do limite inferior da banda, os recursos correspondentes à diferença serão acumulados na conta; quando estiverem acima do limite superior, a conta servirá para manter o preço real dentro da margem regulamentar. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 29,193 milhões de casos de Covid-19

O Brasil registra, desde o início da pandemia, 29.193.268 casos confirmados de covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (09/03) pelo Ministério da Saúde. O número total de mortes pela doença é de 653.498.

Casos - Em 24 horas, foram registrados 54.906 casos. No mesmo período, foram confirmadas 669 mortes de vítimas do vírus.

Recuperadas - Segundo o boletim, 27.470.786 pessoas se recuperaram da doença e 1.068.984 casos estão em acompanhamento.

Estados - São Paulo lidera o número de casos, com 5,08 milhões, seguido por Minas Gerais (3,24 milhões) e Paraná (2,36 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (123 mil). Em seguida, aparece Roraima (154,2 mil) e Amapá (160,1 mil).

Mortes - Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (165.667), seguido de Rio de Janeiro (72.067) e Minas Gerais (60.079). O menor número de mortes está no Acre (1.985), Amapá (2.116) e Roraima (2.137).

Vacinação - Até esta quarta-feira, foram aplicadas 382,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170,4 milhões com a primeira dose e 146,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,7 milhões de pessoas. Outras 58,3 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 4.163 novos casos e 47 óbitos pela Covid-19

saude II 10 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (09/03) mais 4.163 casos confirmados e 47 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.358.865 casos confirmados e 42.356 mortos pela doença.

Meses - Os casos são de março (2.912), fevereiro (672) e janeiro (543) de 2022; dezembro (4), novembro (3), outubro (1), setembro (2), julho (3), junho (2), maio (2), abril (1), março (1), fevereiro (1) e janeiro (7) de 2021; e dezembro (2), novembro (3), julho (2), junho (1) e março (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de março (27), fevereiro (16) e janeiro (1) de 2022 e dezembro (1), setembro (1) e junho (1) de 2021.

Internados - 127 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (52 em UTIs e 75 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 622 pacientes internados, 270 em leitos de UTI e 352 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 47 pacientes. São 20 mulheres e 27 homens, com idades que variam entre 39 e 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de junho de 2021 e 9 de março de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (7), Londrina (5), Maringá (4), Ponta Grossa (3), Guarapuava (3), Umuarama (2), Verê, União da Vitória, Toledo, Quedas do Iguaçu, Porecatu, Pinhais, Paranavaí, Nova Aurora, Marilena, Mandaguaçu, Joaquim Távora, Guamiranga, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Diamante D'Oeste, Colombo, Clevelândia, Cascavel, Campina Grande do Sul, Cambé, Assaí, Ampére e Alto Paraná.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.660 casos de residentes de fora do Estado, 231 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

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Confira o relatório de ajustes e exclusões AQUI.

 

SAÚDE III: Curva nacional de casos de Covid-19 mantém-se em queda, diz InfoGripe

O boletim InfoGripe, divulgado nesta quarta-feira (09/03) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referente à Semana Epidemiológica 9, que compreende o período de 27 de fevereiro a 5 de março, revela que a curva nacional de casos de covid-19 mantém sinal de queda nas tendências de longo e curto prazo, que correspondem às últimas seis semanas e às últimas três semanas, respectivamente. O estudo informa também que se mantém o predomínio de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars-CoV-2) entre os resultados laboratoriais positivos para vírus respiratórios em todas as faixas etárias analisadas.

Crianças - Apesar da manutenção do cenário de queda na população em geral, o boletim indica que a incidência de casos em crianças aumentou significativamente em diversos estados ao longo de fevereiro. Até o início do mês passado, as crianças de até 4 anos apresentavam a maior incidência entre a população abaixo de 40 anos. As faixas etárias de 60 anos ou mais mantêm-se como os grupos com maior registro semanal de casos e óbitos por SRAG com resultado de RT-PCR positivo para Sars-CoV-2 (covid-19).

Notificações - De acordo com o InfoGripe, já foram notificados 85.617 casos de SRAG no ano epidemiológico 2022, sendo 51.024 (59,6%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 20.913 (24,4%) negativos e pelo menos 8.913 (10,4%) aguardando resultado laboratorial. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 0,7% Influenza A, 0,1% Influenza B, 5,2% vírus sincicial respiratório, e 87,4% Sars-CoV-2.

Estados e capitais - Nenhum dos estados brasileiros apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a Semana 9. No entanto, três estados (Ceará, Espírito Santo e Sergipe) e o Distrito Federal mostram indícios de crescimento apenas na tendência de curto prazo. Com exceção de Roraima, com estabilidade na tendência de longo prazo, todas as demais unidades federativas estão com tendência de queda.

Expansão - Nenhuma das 27 capitais apresenta sinal de expansão na tendência de longo prazo até a Semana 9. Em apenas seis capitais, observam-se indícios de crescimento na tendência de curto prazo: Boa Vista, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Teresina e Vitória. Com exceção de Boa Vista, Fortaleza e Vitória, com sinal de estabilidade na tendência de longo prazo, nas demais capitais, a tendência é de queda. “Dados referente às últimas três semanas apontam para um cenário majoritariamente de estabilidade, sugerindo possível desaceleração ou interrupção da tendência de queda”, diz o boletim.

Cautela - Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alterações no comportamento de longo prazo necessitam de interpretação cautelosa à luz de eventuais oscilações. "Em situações como essa, o recomendável é que eventuais novas medidas que estejam em planejamento à luz da tendência de queda sejam suspensas para reavaliação da tendência nas semanas seguintes. Já na tendência de crescimento no longo prazo e sinal de estabilidade, ou queda no curto prazo, o princípio da cautela e minimização de risco recomendam que eventuais medidas associadas a tendências de queda sejam tomadas apenas quando a tendência de longo prazo também indicar queda”, disse o pesquisador.

Óbitos - Neste ano, já foram registrados 17.421 óbitos por SRAG, sendo 14.341 (82,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 2.273 (13,0%) negativos, e ao menos 397 (2,3%) aguardando resultado laboratorial.

Resultados positivos - De acordo com o boletim InfoGripe, dentre os resultados positivos registrados em 2022, 4,1% são Influenza A, 0,1% Influenza B, 0,2% vírus sincicial respiratório (VSR), e 94,4% Sars-CoV-2. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 0,4% Influenza A, 0,1% Influenza B, 0,3% vírus sincicial respiratório (VSR), e 97,3% Sars-CoV-2. (Agência Brasil)

SAÚDE IV: OMS monitora nova variante que combina Ômicron e Delta

oms destaque 10 03 2022A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quarta-feira (09/03) que está monitorando o surgimento de uma nova variante do coronavírus que combina características genéticas duas outras versões do vírus: a Ômicron e a Delta. A mistura das duas variantes tem sido chamada informalmente de Deltacron.

Primeira evidência - A primeira evidência mais sólida de um vírus recombinante Delta e Ômicron foi compartilhada pelo Instituto Pasteur, da França. Eles fizeram o sequenciamento genético completo do vírus para o GISAID, um banco de dados internacional que centraliza as sequências genéticas de todas as variantes do coronavírus.

Ciente - A diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, disse que a entidade está ciente dessa nova variante, já identificada em três países europeus. "Estamos cientes disso, é uma combinação das variantes Delta e Ômicron. Foi detectada na França, na Holanda e na Dinamarca. Isso era algo esperado dado que há uma intensa circulação dessas variantes", disse durante coletiva de imprensa da OMS.

Recombinação - Segundo ela, em países da Europa a variante Delta continuava circulando de forma expressiva quando surgiu a variante Ômicron, o que pode explicar essa recombinação.

Severidade - A epidemiologista ponderou que, até o momento, não foi identificada nenhuma severidade maior da infecção pela nova variante, mas que pesquisas e estudos ainda estão em andamento.

Pandemia- Sobre a persistência da pandemia, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, voltou a dizer que ela está longe do fim. "A pandemia está longe de acabar. E ela não vai acabar em nenhum lugar até que ela acabe em todos os lugares", alertou.

Janeiro - Em janeiro deste ano, após o aumento exponencial de contaminações impulsionado pela variante Ômicron, o dirigente da OMS já havia dito a mesma coisa. Ele também lembrou que, nesta sexta-feira (11/03) completará exatamente dois anos em que a epidemia de covid-19 foi descrita como uma pandemia. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

 

SAÚDE V: Divulgados mais 18 casos e nove óbitos pela H3N2 no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta quarta-feira (09/03) mais 18 casos e nove óbitos em decorrência da H3N2 no Paraná. As informações foram extraídas do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).

Influenza A - A doença é um tipo do vírus da Gripe Influenza A e desde dezembro do ano passado já registrou 2.081 casos e 111 mortes em 232 municípios. Em janeiro, o Paraná declarou estado de epidemia de H3N2, considerando o rápido contágio, direto ou indireto da doença.

Municípios - Os novos óbitos foram registrados em AlmiranteTamandaré, Cascavel, Curitiba, Jandaia do Sul, Manoel Ribas, Marechal Cândido Rondon e São Miguel do Iguaçu. São quatro mulheres e cinco homens, com idades entre 34 e 95 anos. As mortes ocorreram entre os dias 18 de janeiro e 23 de fevereiro.

Diagnóstico - Atualmente os diagnósticos de Influenza são feitos nos serviços de saúde após procura por atendimento e também nas 34 unidades sentinela do Paraná – responsáveis pela detecção de doenças circulantes por meio de amostras aleatórias. Já com relação a nominação da cepa do vírus, a confirmação depende do sequenciamento genômico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira os dados por municípios.


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