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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5278 | 15 de Março de 2022

PRÉ-ASSEMBLEIA: Núcleo Oeste abre a rodada de prestação de contas do Sistema Ocepar de 2022

Com a participação de 31 presidentes de cooperativas de sete ramos do Oeste do Estado, foi realizada nesta segunda-feira (14/03), na modalidade virtual, a primeira de quatro reuniões dos encontros de Núcleos Cooperativos e Pré-assembleias do Sistema Ocepar. O evento que, no total, registrou a presença de 42 participantes, teve como anfitriã a Copagril, de Marechal Cândido Rondon, cujo presidente Ricardo Chapla apresentou o histórico, as ações e os números atuais da cooperativa, que, aos 52 anos de fundação, tem 5.441 cooperados, 1,4 mil funcionários e faturou R$ 2,42 bilhões em 2021.  Iniciado às 14 horas, o evento, que também teve a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, se encerrou após as 17h30.

Importância - Ao recepcionar os participantes, o coordenador do Núcleo Oeste, Valter Pitol, que é presidente da Copacol e da Central Unitá e também diretor da Ocepar, enfatizou a importância da reunião devido à agenda composta por assuntos importantes para o setor que, segundo ele, contribuem para estabelecer debates em busca de soluções para eventuais problemas, com o intuito de fortalecer o cooperativismo.

Cenário - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, disse que os eventos desta semana contam com uma programação especial, que requer a participação das lideranças para analisar questões ligadas às cooperativas em decorrência do momento atual, tanto em nível nacional como externo. Entre os motivos das apreensões, ele citou a inflação, que deve ser situar acima dos 10%, a taxa básica de juros (Selic), que deve fechar o ano em 12,5%, as incertezas que cercam o ano eleitoral e, agora, a conflito entre a Rússia e Ucrânia, que pode comprometer o abastecimento mundial de fertilizantes, que resultaram no aumento de custos do setor produtivo e, consequentemente, penalizar a sociedade, como um todo. “Isso pode até inviabilizar algumas de nossas atividades”, acentuou.

Alerta - Em sua explanação, Ricken acrescentou que “estamos diante de uma equação complicada, talvez um dos momentos mais delicados que já vivenciamos, que nos colocam em alerta. Daí a importância de procurarmos analisar e entender bem a situação e, assim, estabelecer um planejamento estratégico para a manutenção e avanço de nossas organizações”, pontuou. Daí a programação especial dos eventos visando aprofundar entendimentos sobre as questões e adotar ações para enfrentá-las e atenuar seus reflexos socioeconômicos. 

Resiliência – O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, após fazer uma análise do momento vivido no mundo, com reflexos na agropecuária brasileira e, consequentemente, no sistema cooperativista, disse que se vive um momento de tumulto na atualidade, que compromete o ritmo de crescimento não só do Brasil, mas do mundo todo. “O que nos traz um pouco de conforto é a capacidade impressionante de resiliência do movimento cooperativista, que, com extrema competência, consegue superar as diversidades. Prova disso, são os números do ano passado obtidos na superação de desafios e que mostram que o sistema cooperativo brasileiro é exemplo de desenvolvimento, de transformação e seriedade.” E o foco para se manter no rumo da expansão e consolidação do sistema, em sua avaliação, deve estar no planejamento, na inovação e na intercooperação. “No Paraná, houve um planejamento muito bom visando à meta dos R$ 200 bilhões e vejo o empenho muito grande das cooperativas para alcançar esse objetivo, mesmo em um ambiente difícil. E, com certeza, isso será realizado”, acrescentou.

Pauta – Da agenda desta pré-assembleia e Reunião do Núcleo Cooperativo Oeste, constaram as prestações de contas de 2021 e o plano de ação de 2022 das entidades que integram o Sistema Ocepar, que encerrou o exercício passado com 216 cooperativas, 2,77 milhões de cooperados, 126,6 mil funcionários, R$ 153,7 bilhões de faturamento, com incremento de 32,84% sobre os R$ 115,7 bilhões de 2020. As sobras foram de R$ 8,4 bilhões e as exportações totalizaram US$ 6,3 bilhões. Os balanços e projeções foram apresentados pelos superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, Nelson Costa, da Fecoopar, e Leonardo Boesche, do Sescoop/PR.

PRC 200 - Um dos pontos importantes do encontro foi a apresentação do Plano Paraná Cooperativo PRC200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo, feita pelo presidente José Roberto Ricken, que aprofundou o debate sobre o Projeto 6, que trata das alianças estratégicas; a coordenadora de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, Daniely Andressa da Silva, detalhou o Projeto 1, sobre educação política, e as etapas que serão desenvolvidas com as cooperativas, em parceria com a OCB; enquanto o Projeto 7, sobre ação entre ramos, teve a participação do diretorde Mercado e Comunicação da Unimed Federação, Alexandre Bley, que expôs o Projeto Paraná Cooperativo que visa ofertar plano de assistência médica ao público cooperativista.

Programa - A reunião desta terça-feira (15/03) terá como cooperativa anfitriã a Codepa, de Mangueirinha, com a participação de lideranças do Núcleo Sudoeste; na quarta-feira (16/03), será a vez do Núcleo Centro-Sul e a Witmarsum, de Palmeira, será a anfitriã. A rodada se encerra na quinta-feira (17/03), com a presença de cooperativistas do Núcleo Norte e Noroeste. A Sicredi União PR/SP, de Maringá, será a anfitriã.

Áudios - Clique nos links abaixo e confira os áudios sobre a pré-assembleia desta segunda-feira (14/03), produzidos pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar

Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB

Ricardo Chapla, presidente da Copagril

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PLANEJAMENTO: Fundos de investimento estiveram em debate no encontro do grupo de trabalho ligado ao Projeto 2 do PRC 200

prc 200 15 03 2022Profissionais do Sistema Ocepar e das cooperativas paranaenses vinculados ao Projeto 2 do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico de desenvolvimento do cooperativismo paranaense, estiveram reunidos virtualmente na última sexta-feira (11/03). Foi o segundo encontro do grupo de trabalho formado para tratar sobre os desdobramentos do Projeto 2, intitulado Desenvolvimento Econômico e Financeiro. A reunião, aberta pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, contou com 38 participantes, entre eles representantes do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).

Leis e Resoluções CVM - Na oportunidade, o consultor Ademiro Vian apresentou os pontos de atenção relacionados à Lei nº 14.130/21, que institui os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro); à Lei nº 13.986, que institui o Fundo Garantidor Solidário (FGS); dispõe sobre o patrimônio rural em afetação, a Cédula Imobiliária Rural (CIR), a escrituração de títulos de crédito e a concessão de subvenção econômica para empresas cerealistas, entre outras medidas; e, ainda, à Resolução do Conselho de Valores Mobiliários (CVM) nº 39, que dispõe, de forma temporária e em caráter experimental, sobre o registro dos fundos vinculados ao Fiagro, e à Resolução CVM nº 60, que dispõe sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios registradas no CVM.

Abertura - O gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, destacou a importância das cooperativas avançarem na estruturação de operações com papéis do agronegócio já disponíveis no mercado. Já o presidente da Cooperativa Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, convidou todos a participar e contribuir com sugestões sobre modelos e formas de capitalização e captação de recursos para investimentos das cooperativas. “Precisamos pensar ‘fora da caixinha’ sobre fundos de capitalização para as cooperativas, sempre nos adequando à legislação e aos normativos. Vamos avançar nessa direção”, frisou.

Produtivo - “O 2º encontro foi bastante produtivo e houve muita participação dos representantes das cooperativas nas indicações de possíveis soluções para o problema de obtenção de recursos para investimentos”, avaliou o coordenador do Projeto 2 do PRC200, Devair Mem. Ainda de acordo com ele, o excesso de burocracia e o custo elevado para estruturação das operações, em função dos diversos atores envolvidos, são os dois itens que merecem atenção nesse processo, de acordo com os profissionais presentes na reunião. Na oportunidade, Mem também fez uma breve apresentação dos resultados da pesquisa feita para levantar as demandas das cooperativas paranaenses relacionadas ao Projeto 2.

 

SISTEMA OCB: Prioridades do cooperativismo são apresentadas em reunião na Casa Civil

sistema ocb 15 03 2022Representantes do Sistema OCB se reuniram, na sexta-feira (11/03), com o secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Assunção de Castro, para apresentar as prioridades do cooperativismo para os próximos meses. O encontro teve como objetivo ratificar a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do país e direcionar são os pontos-chave para fortalecer o modelo de negócios.

Agenda positiva - “As cooperativas, nas suas mais diversas áreas de atuação, têm a capacidade de desenvolver as localidades onde estão inseridas e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Queremos contribuir na construção de uma agenda positiva para o país através de leis e políticas públicas que reforcem o cooperativismo e seus princípios”, comentou a gerente geral do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.

Temas - Entre os temas abordados estão: adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo na Reforma Tributária; atualização da Lei Complementar do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (PLP 27/2020); autorização para que as cooperativas ofertem serviços de seguros; recuperação judicial voltada às especificidades do cooperativismo; garantia jurídica na prestação do serviço de telecomunicações por cooperativas (PL 8.824/17); plena participação de cooperativas em contratações públicas; e crédito rural.

Propostas - As propostas tratadas podem ser acessadas no site da Agenda Institucional do Cooperativismo, assim como outros temas de grande relevância para os nossos negócios. (Sistema OCB)

 

EVENTO: Inscrições abertas para a Anufood

evento 15 03 2022A 3ª edição da feira internacional dedicada ao setor de alimentos e bebidas, a Anufood Brazil, acontecerá entre os dias 12 e 14 de abril, em São Paulo, e as cooperativas terão um espaço dedicado para expor seus produtos. O estande, montado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com o Sistema OCB, terá cinco vagas disponíveis para cooperativas registradas e regulares na OCB.  

Unidade estadual - As cooperativas interessadas em participar da seleção para expor seus produtos na feira deverão procurar a sua unidade estadual e, em seguida, enviar um e-mail para nucleo@ocb.coop.br até o dia 21/03. A escolha das expositoras é de responsabilidade do Mapa.   

Oportunidade - Participar da Anufood é uma oportunidade para as coops expandirem seus negócios no exterior e prospectar novos clientes no mercado interno. A feira é a única da América Latina voltada exclusivamente para os segmentos de alimentos e bebidas e, além disso, também se destaca por ser considerada pioneira na apresentação de produtos in natura.  

Mais detalhes - Para saber mais detalhes sobre o Anufood Brazil e como participar, acesse o ConexãoCoop. (Sistema OCB)

 

AGRÁRIA: Em assembleia, cooperativa apresenta a cooperados o maior faturamento de sua história

agraria 15 03 2022No último sábado (12/03), a Agrária realizou no Centro Cultural Mathias Leh, em Entre Rios, Distrito de Guarapuava (PR), a sua 71ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). Na reunião, foram aprovados os balanços referentes a 2021 e apresentado aos cooperados o resultado de faturamento da cooperativa durante o ano: R$ 6,5 bilhões, o maior montante já registrado pela Agrária. “Essa conquista é fruto de inúmeros trabalhos que estamos desenvolvendo dentro da cooperativa, com o empenho dos nossos cooperados e colaboradores. O mercado foi favorável, mas só pudemos aproveitar a oportunidade porque estávamos preparados”, afirmou o Diretor-Presidente da cooperativa, Jorge Karl.

Ocepar - A AGO contou com a presença do presidente da Ocepar, José Roberto Riken, que falou sobre as demandas que têm sido trabalhadas pela entidade juntos às instâncias governamentais. Ricken também parabenizou a Agrária pela precisão com que conduz sem processo de prestação de contas. “A Agrária faz um trabalho extremamente minucioso em suas assembleias, isso é diferenciado”, destacou.

Eleição - Durante a Assembleia Geral Ordinária também aconteceu a eleição do novo Conselho Fiscal da cooperativa, que terá mandato de um ano. O Conselho será presidido pela cooperada Corina Wild.

Extraordinária - Ainda no sábado (12/03), a Agrária realizou sua 123ª Assembleia Geral Extraordinária. O evento discutiu e aprovou o modelo de distribuição de sobras que será implantado na Maltaria Campos Gerais e apresentou os investimentos que serão realizados pela cooperativa nos próximos meses. “O ano de 2022 já se apresentava como um período de incertezas, pois estamos saindo da pandemia. Uma guerra em pleno século XXI era algo que não esperávamos, e que deve intensificar esse cenário. Primeiro porque um conflito como esse desestabiliza toda economia mundial, e segundo porque o envolvimento de Rússia e Ucrânia interfere diretamente no fornecimento de energia, de insumos e no preço das commodities”, finalizou Karl. (Imprensa Agrária)

 

CASTROLANDA: ExpoCastrolanda reforça potencial da cadeia leiteira

castrolanda 15 03 2022A Cidade do Leite, em Castro (PR), voltou a receber o público após mais de dois anos sem atividades no calendário da Agroleite. Entre os dias 9 e 12 de março, produtores, empresas e apaixonados pela cadeia leiteira estiveram presentes no parque para a retomada da ExpoCastrolanda. A feira contou com uma programação variada entre exposição de animais, julgamento do gado holandês, apresentações, palestras, e aperfeiçoamento ao produtor.

Retorno positivo - O presidente da Castrolanda, Willem Bouwman comemorou a retomada dos eventos presenciais e destacou a importância da feira para os integrantes da cadeia leiteira. “Ficamos dois anos sem poder realizar nossas tradicionais feiras na Cidade do Leite por conta da pandemia. Este retorno é bastante positivo, pois o produtor rural sente falta destes momentos de interação e conhecimento”, explicou.

Potencial da cadeia produtiva - Para a coordenadora de eventos da Castrolanda, Claudia Loch, a feira tem o propósito de reforçar o potencial da cadeia leiteira da região, além de atualizar produtores sobre as novidades do setor e servir como um momento de interação e aprendizado entre pessoas, empresas e a própria cooperativa.

Abertura - A abertura do evento aconteceu na noite de quarta-feira (09/03), durante o Dia do Pecuarista – organizado pela Área de Negócios Leite da Castrolanda. Em um jantar para convidados, a cooperativa destacou a importância do produtor de gado para o agronegócio e a economia mundial, além de premiar aqueles que mais se destacaram ao longo do último ano em relação a produção e qualidade do leite.

Gado jovem - O primeiro dia de julgamentos recebeu, na pista do pavilhão da Cidade do Leite, o gado jovem da Raça Holandesa. Ao longo da tarde de quinta-feira (10/03), expositores colocaram à disposição do público – e dos jurados – os animais que mais se destacam nas propriedades em questão de produção e genética. As bezerras e novilhas foram bastante elogiadas pelos participantes da feira, em especial pelos profissionais responsáveis pelo julgamento.

Campeã - A grande campeã da raça jovem foi a novilha Bur Jr. Altitude Penelope 4258 TE, dos produtores Hendrik de Boer e Reinaldo de Boer. O animal ganhou a atenção dos jurados graças ao que apresentou em relação ao equilíbrio, locomoção, profundidade de corpo e boa abertura de costela, entre outros quesitos.

Debate - Na sexta-feira (11/03), os produtores puderam acompanhar uma discussão organizada pela Phibro, uma das parceiras da Castrolanda na feira, sobre os impactos da saúde na produção das vacas. A apresentação ficou por conta do professor José Luiz Moraes Vasconcelos.

Gado adulto - Na sequência, durante a tarde, o público pode acompanhar o julgamento do gado adulto holandês. A grande campeã foi a vaca Menge Doorman C2489, também dos produtores Hendrik de Boer e Reinaldo de Boer. A curiosidade ficou por conta da história por trás do título. Patriarca da família Boer, Reinaldo contou após a premiação que o animal sequer iria participar da competição.

Participação - “Esta vaca havia parido há pouco mais de 14 dias. O período não é o ideal para colocar o animal em julgamento, geralmente os produtores escolhem vacas com cerca de 90 dias após parir. Meu filho (Hendrik, responsável por expor os animais da família na pista de julgamento) disse para levarmos ela até a feira e avaliarmos diariamente a possibilidade de ela participar. Ela apresentou uma melhora muito boa ao longo da feira e decidimos colocá-la na pista. No fim, saiu como a grande vencedora”, contou Reinaldo.

Aquecimento para o Agroleite - Ao abrir o calendário de eventos da Cidade do Leite, a ExpoCastrolanda mostra aos produtores uma prévia do que irão encontrar no Agroleite – a maior feira da América Latina do setor leiteiro. Representante do Comitê de Bovinocultores da cooperativa, Reynold Groenwold afirma que o evento deixou os produtores com ainda mais vontade de participar da Agroleite, marcada para o mês de agosto.

Sucesso - “É muito bom voltar aos eventos presenciais após um período tão longo sem. Nós produtores sentimos falta destes momentos de interação e aprendizado. A ExpoCastrolanda foi um sucesso e mostrou o potencial que o Agroleite tem para fazer ainda melhor que nos anos anteriores”, disse.

Sobre a Castrolanda

Compromisso - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo.

Faturamento - Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata.

Objetivo - O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COCARI: Cooperativa fortalece sua atuação junto aos seus cooperados com programa Sou Mais Cocari

cocari 15 03 2022O programa tem como objetivo reforçar a parceria e a união entre cooperativa e cooperados, personalizando seu atendimento por meio da consultoria técnica, colocando à disposição produtos, tecnologias e serviços de inovação agrícola, visando maior produtividade e rentabilidade para os cooperados.

Metodologia - O Departamento Técnico Cocari vem desenvolvendo um trabalho consistente que agora, com o Sou Mais Cocari, traz uma metodologia de acompanhamento dos indicadores de safra e intervenções do consultor durante todo o ciclo de produção, desde o pré-plantio até a colheita, para os cooperados que aderiram ao programa. Neste primeiro ano, houve a adesão de 148 cooperados e mais de 4.130 hectares cadastrados para participar.

Levantamentos - Com a adesão, dá-se início a vários levantamentos de área que são registrados no CRM – Sistema de Gestão de Relacionamento, e a partir de análises entre o consultor e o cooperado, começam as tratativas de implantação das melhores estratégias para uma safra de sucesso, que nada mais é do que resultado no bolso.

Requisitos - Os requisitos para a participação são a movimentação integral na Cocari (compras e entregas de produção) na área de adesão e o compromisso com as recomendações técnicas da equipe de especialistas da cooperativa.

Juntos - Juntos, cooperado e consultor encontrarão com certeza a maior rentabilidade por metro quadrado de plantio.

Fidelização - Por meio do relacionamento gerado pelo projeto Sou Mais Cocari, o cooperado passa a ter uma fidelização diferenciada, tanto nos serviços como também no resultado. Conforme explica o gerente técnico da Cocari no Paraná, Marcelo Luís Basso Meneguim, um ponto muito importante é a qualidade do serviço que está sendo direcionado ao cooperado no projeto. “O consultor técnico vai participar do planejamento para a instalação inicial da safra e fazer todo o acompanhamento técnico e fitossanitário na colheita. Ao final do processo, com todos esses serviços e benefícios que geraram economia ao produtor, a sua percepção será de um resultado com bom custo-benefício”, reforça o gerente.

Qualidade - “O compromisso da Cocari em garantir a qualidade dos serviços é visto no Sou Mais Cocari quando, por exemplo, o consultor técnico faz a indicação de diagnóstico inicial de uma área, quando o nosso time de Inovação faz a coleta deste solo e interpreta os resultados e escolhe o posicionamento técnico a partir do book de elaboração. Isso tudo busca alcançar algo mais que o produtor espera, o quanto vai sobrar financeiramente para ele. E o quanto sobra é o resultado econômico ao cooperado”, conclui Meneguim.

Troféu - Ao final do período da safra analisada, os dois cooperados que apresentarem os melhores resultados recebem o Troféu Sou Mais Cocari, além de colher os bons frutos da sua propriedade. (Imprensa Cocari)

 

COOPAVEL: Dia de campo para cultivares de soja é realizado no Sudoeste

coopavel 15 03 2022Cerca de 400 produtores rurais da região Sudoeste do Paraná, abrangidos pelas unidades da Coopavel em Pato Branco, Bom Sucesso do Sul e Vitorino, participaram, no início de março, da primeira edição conjunta das filiais de um dia de campo para a cultura da soja. O evento apresentou o melhor do portfólio de algumas das empresas parceiras da cooperativa.

Área aberta - Realizado em uma área aberta ao lado da unidade de Pato Branco, o dia de campo observou medidas sanitárias e a formação de grupos com até 15 pessoas, informa o gerente de Filiais Sudoeste, Adelar Goehl. “A receptividade, a qualidade das informações repassadas e o interesse dos visitantes nos conteúdos são uma clara demonstração de que alcançamos plenamente os objetivos propostos”, de acordo com Adelar.

Visitação - O circuito de visitação às empresas expositoras foi vencido com o auxílio de monitores. Em cada área dedicada à exposição de conteúdos, técnicos apresentaram as novidades e esclareceram dúvidas. “A dinâmica contribuiu para a otimização do aproveitamento das informações disponibilizadas”, segundo o gerente. “Os dias de campo facilitam e agilizam o processo de disseminação de conhecimentos, conduzindo os produtores rurais integrados a produtividades cada vez maiores e melhores”, segundo o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Dezoito cultivares - As empresas participantes apresentaram 18 variedades de soja. Foram elas: BMX 50i52 RSF Ipro (Raio), BMX 55i57 RSF Ipro (Zeus), BMX 57i60 RSF Ipro (Cromo), BMX 58i60 RSF Ipro (Lança), NS 5115 I2X, NS 5933 Ipro, NS 6220 Ipro, P95y02 Ipro, P95R40 Ipro, P95R90 Ipro, TMG 2757 Ipro, TMG 7262 RR, TMG 7063 Ipro, M 5705 Ipro, M 5917 Ipro, Soytech 580 i2X, C 2534 e C 2600 Ipro.

Nutriagro - A Coopavel participou com a Nutriagro, indústria de fertilizantes foliares, e com suas unidades de sementes e fertilizantes. As empresas presentes foram: Brasmax, Pionner, Nidera, TMG, Cordius (semente), Soytech (semente), Basf, FMC, Bayer, Syngenta, Corteva, Adama, UPL, Sumitomo, Ihara e Bionat. (Imprensa Coopavel)

 

CRESOL: Participação na Expodireto rende mais de R$ 26,8 milhões em propostas e duas importantes parcerias firmadas

cresol 15 03 2022Pela segunda edição consecutiva, a Cresol participou da Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio internacional, que aconteceu na última semana na cidade de Não-Me-Toque (RS). O evento, que tem como principal finalidade promover o encontro dos produtores rurais a instituições de variados segmentos, ofereceu o ambiente ideal para que novos negócios fossem consolidados e parcerias fossem firmadas fazendo, consequentemente, com que o setor agrícola se fortaleça cada vez mais.

Visitas - A Cresol recebeu, em seu estande, cooperados, empresas e visitantes em geral que prestigiaram o espaço, sendo que, só de caravanas de associados, foram mais de 250 participantes. A cooperativa de crédito concluiu os cinco dias de evento fazendo um balanço positivo de sua participação, que só de propostas protocoladas chegou a mais de R$ 26,8 milhões, sobretudo em crédito para máquinas e equipamentos, tanto para pecuária quanto lavoura.

Avaliação positiva - O presidente da Cresol Confederação, Cledir Assisio Magri, avaliou de forma positiva essa segunda participação da instituição na Expodireto. “Identificamos uma crescente na participação da Cresol na Expodireto. A cada nova edição nós ampliamos o volume de negócios, o montante de propostas de valores protocolados e isso demostra a boa articulação e inserção da Cresol na feira”.

Assinaturas Emater e Ecoagro - Além das propostas protocoladas, a Expodireto Cotrijal garantiu à Cresol outras importantes oportunidades de negócios, tendo como exemplo duas parcerias que foram firmadas durante a feira, com a Emater RS e com o Grupo Ecoagro.

Termo de cooperação - Entre a Cresol e a Emater RS foi assinado um termo de cooperação técnico financeiro. O objetivo da parceria é oferecer assistência técnica aos beneficiados pelo crédito rural, em projetos elaborados pelos extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar, no âmbito econômico, social e ambiental. Até então, este tipo de convênios era formalizado por Central ou cooperativas, mas agora será feito de forma sistêmica.

Convênio - Já com o Grupo Ecoagro foi assinado um convênio para a primeira emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) para o Cooperativismo Financeiro. A parceria entre a Central Cresol Sicoper e o Grupo Ecoagro, que foi firmada no estande da Cresol, vai possibilitar a captação de recursos no mercado que serão disponibilizados ao quadro de associados das cooperativas do estado. O CRA se torna mais uma importante alternativa para atender os cooperados, oferecendo mais recursos para o crédito rural no país.

Força - Cledir Magri destaca a importância do evento e evidencia a força da cooperativa dentro do setor de agronegócio. “A Expodireto se apresenta como uma retomada, uma reconstrução da agricultura que cumpriu um papel preponderante e ainda cumpre, durante o processo da pandemia. Mesmo com a estiagem, poder ter um ambiente dessa natureza, nos avaliza mais uma vez como uma instituição financeira muito enraizada, comprometida com o segmento do agro. Quando a gente começa a identificar os negócios que são realizados, as agendas que são construídas durante o evento, a avaliação é extremamente positiva”, conclui Cledir Magri.

Sobre a Cresol - Com mais de 26 anos de história, 680 mil cooperados e 682 agências de relacionamento em 17 estados, a Cresol é uma instituição financeira que está se consolidando entre as principais cooperativas de crédito do país. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Em 2021, a cooperativa encerrou o ano com R$ 16,8 bilhões em ativos e destacou sua solidez entre as instituições financeiras cooperativas. (Imprensa Cresol)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Canadá vai abrir mercado para importação de carne bovina e suína do Brasil

O Canadá autorizou o início da importação de carne bovina e suína in natura do Brasil. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (14/03) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que está em viagem ao Canadá. Com isso, o Brasil ultrapassou a marca de 200 novos mercados externos para produtos agropecuários abertos desde o início de 2019.

Conquista - A ministra Tereza Cristina comemorou a conquista. “Essa abertura de mercado faz com que a gente ultrapasse os 200 mercados por mim estipulados no Ministério da Agricultura e também é uma notícia muito boa para os frigoríficos brasileiros que podem empregar e trazer renda para o interior do nosso país”, disse ao sair do encontro com o vice-ministro canadense.

Estimativa - O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Orlando Leite Ribeiro explica que, levando em conta o market share do Brasil para esses dois produtos é possível estimar exportações da ordem de US$ 150 milhões por ano. “Tendo presente que o Canadá não tem imposto de importação para suínos, esse é um mercado que pode ir além do market share basileiro. No caso de carne bovina, existe uma alíquota de cerca de 26,5% de importação, mas podemos ter acesso àquele mercado via uma quota da OMC de 76,4 mil toneladas, com tarifa de 0%”.

Carne bovina - Para a carne bovina, a exportação está liberada para todos os estados que ainda fazem a vacinação de seus rebanhos contra a febre aftosa, além de Santa Catarina, que foi o primeiro estado reconhecido como livre da doença sem vacinação. Os demais estados que tiveram esse status reconhecido no ano passado ainda precisam passar por um processo de reconhecimento canadense.

Suína - No caso da carne suína, por enquanto a exportação só está autorizada para os frigoríficos de Santa Catarina, único estado que já é reconhecido como livre de febre aftosa, peste suína clássica e peste suína africana. O Mapa já entrou com um pedido de reconhecimento dos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul como estados livres dessas três doenças.

Reunião - Tereza Cristina se reuniu nesta segunda-feira com o Vice-Ministro da Agricultura do Canada, Paul Samson. No encontro, foram tratados temas como sustentabilidade e cooperação entre os dois países na área de pesquisa e tecnologia. Tereza Cristina destacou que Brasil e Canadá são líderes comprometidos com uma agricultura segura, baseada na ciência e sustentável e lembrou a atuação do Brasil durante a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU e a COP26.

Participantes - Também participaram da reunião o embaixador do Brasil no Canadá, Pedro Borio; o diretor da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Bruno Caligaris, e o adido agrícola em Ottawa, Paulo Márcio Araújo.

Fertilizantes - Na viagem a Ottawa estão previstas reuniões com presidentes de empresas produtoras e exportadoras de potássio instaladas no país para conversar sobre a possibilidade de aumentar as exportações de potássio para o Brasil.

Reuniões - Nesta segunda, a ministra tinha reuniões agendadas com os presidentes das empresas Gensource, Nutrien, Canpotex e Fertilizer Canada. No domingo (13/03), Tereza Cristina se reuniu com a diretoria da Brazil Potash,empresa brasileira privada, de capital fechado, controlada por investidores brasileiros e estrangeiros. Ela destacou a dependência do Brasil da importação de fertilizantes e a necessidade de expandir a importação neste momento.

Suprimentos adequados - “Para que o Brasil continue aumentando sua oferta de alimentos e para contribuir com a segurança alimentar do Brasil e do mundo, precisaremos de suprimentos adequados desse insumo. Isso não significa apenas assegurar os níveis atuais de compras, mas expandi-los”.

Boa vontade - O prefeito de Autazes (AM), Andreson Cavalcante, também participou do evento, ressaltando que existe a boa vontade do governo municipal para que o projeto de exploração de potássio no município aconteça. (Mapa)

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COMÉRCIO EXTERIOR II: Exportações do agronegócio ultrapassam US$ 10 bilhões em fevereiro e batem recorde para o mês

comercio exterior II 15 03 2022Em fevereiro deste ano, as exportações do agronegócio alcançaram cifra nunca obtida para meses de fevereiro, atingindo o valor recorde de US$ 10,51 bilhões (+65,8%). O maior valor exportado em fevereiro havia sido registrado em 2019 (US$ 6,84 bilhões). O resultado do mês passado foi US$ 4,17 bilhões superior aos US$ 6,34 bilhões de fevereiro de 2021.

Aumento dos preços médios - O crescimento das exportações foi motivado pelo aumento dos preços médios dos produtos exportados (+24 %), e pela alta na quantidade exportada (+33,7%).

Importações - As importações do agronegócio alcançaram US$ 1,25 bilhão em fevereiro de 2022 (-2,1%). Desta forma, o saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 9,2 bilhões.

Participação - O recorde das exportações de fevereiro de 2022 elevou a participação do agronegócio no total das vendas externas do país para 45,9% do valor total exportado. Em fevereiro de 2021, a participação foi de 38,7%.

Desempenho favorável - Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as exportações tiveram desempenho favorável com destaque para a soja em grãos, carne bovina in natura, café verde, farelo de soja, carne de frango in natura e trigo.

Soja em grãos e farelo - Segundo nota da SCRI, o volume recorde de soja em grão no mês de fevereiro explica grande parte da expansão do índice de quantum das exportações do agronegócio (+3,63 milhões de toneladas, que resultaram em exportações de 6,27 milhões de toneladas).

China - A China é, historicamente, a maior importadora de soja em grãos do Brasil. No mês de fevereiro, o país asiático adquiriu US$ 2,17 bilhões (+186,6%) ou 4,3 milhões de toneladas (+129,6%). Este volume representou 69,1% da quantidade que o Brasil exportou ao mundo.

Vendas externas - As vendas externas de farelo de soja também alcançaram recorde, com registros de US$ 699,62 milhões em exportações (+50,2%), fruto da elevação de 52,8% no volume embarcado. A União Europeia foi a maior compradora, com US$ 285,33 milhões (+10,7%), seguida por: Indonésia (US% 118,63 milhões; +5,3%); Tailândia (US$ 99,62 milhões; +327,3%); e Vietnã (US$ 77,62 milhões; +5.144,5%)

Carne bovina e de frango - Outro desempenho positivo foi a da carne bovina, com crescimento das vendas externas de 75,1%, atingindo US$ 965,02 milhões. O volume exportado aumentou 42% e o preço médio de exportação 23,3%.

China - A China foi responsável pelo forte desempenho das exportações de carne bovina in natura. Os registros de vendas ao país asiático subiram de US$ 261,79 milhões (fevereiro/2021), ou 56,41 mil toneladas, para US$ 546,49 milhões (fevereiro/ 2022) (+108,7%) ou 87,1 mil toneladas (+54,4%).

Carne frango - As vendas externas de carne de frango subiram de US$ 510,58 milhões (fevereiro/2021) para US$ 643,11 milhões (fevereiro/2022), alta de 26%. O incremento do preço médio de exportação foi de 18,8%, e o volume exportado aumentou 6,0%.

Mercados - O principal destino foi o mercado chinês, com exportações de US$ 85,58 milhões (-0,9%). Outros mercados que adquiriram o produto foram: Emirados Árabes (US$ 80,71 milhões; +132,9%); Japão (US$ 48,13 milhões; -16%); México (US$ 45,41 milhões; +832,1%); Arábia Saudita (US$ 43,6 milhões; -42,3%); e União Europeia (US$ 32,67 milhões; +117,6%).

Café verde - As exportações brasileiras de café verde registraram aumento de preços de 83,5%. Desta forma, o Brasil exportou 208,5 mil toneladas de café verde, expansão de 9,1% no volume vendido ao exterior em relação a 2021.

Trigo - Na relação dos principais produtos exportados, é possível identificar o trigo. O Brasil é, tradicionalmente, importador do produto. Em fevereiro de 2022, as exportações do cereal superaram as importações: US$ 246,3 exportados (836,6 mil toneladas), contra US$ 141,58 milhões importados (498,8 mil toneladas).

Produção brasileira - A produção brasileira de trigo na safra 2021/2022 foi recorde e estimada em 7,9 milhões de toneladas, ou 2,6% superior à safra 2020/2021, que foi de 7,7 milhões de toneladas. Segundo relatório do Cepea/USP, condições favoráveis do preço internacional e a maior aceitação externa do grão de menor PH, característica do trigo nacional, possibilitaram o aumento observado das exportações brasileiras. (Mapa)

>> Nota à imprensa - fevereiro 2022

>> Balança Comercial do Agronegócio resumida - fevereiro 2022

>> AGROSTAT - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

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COMÉRCIO EXTERIOR III: Superávit da balança comercial sobe 18,4% e chega a US$ 7,53 bilhões no ano

comercio exterior III 15 03 2022A balança comercial brasileira atingiu superávit de US$ 7,53 bilhões no acumulado do ano, até a segunda semana de março, com alta de 18,4% pela média diária, sobre o período de janeiro a março de 2021. Já a corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 101,16 bilhões, com crescimento de 24,5%. As exportações em 2022 já somam US$ 54,35 bilhões, com aumento de 24,1%, enquanto as importações subiram 25,1% e totalizam US$ 46,81 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14/03) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações cresceram 38,2% e somaram US$ 11,70 bilhões, enquanto as importações subiram 30,3% e totalizaram US$ 8,10 bilhões. O resultado foi um superávit de US$ 3,60 bilhões, em alta de 60,2%, com corrente de comércio de US$ 19,80 bilhões, subindo 34,9%.

Segunda semana - Apenas na segunda semana de março, as exportações somaram US$ 7,13 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 5,13 bilhões. Assim, a balança comercial registrou o superávit de US$ 2,00 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$ 12,26 bilhões.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana deste mês (US$ 1,462 bilhão) com a de março de 2021 (US$ 1,058 bilhão), houve crescimento de 38,2%, com aumento nas vendas da Indústria Extrativista (+21,4%), da Indústria de Transformação (+48,3%) e da Agropecuária (+39,3%).

Indústria Extrativista - Na Indústria Extrativista, os destaques foram o aumento das exportações de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+49%); minérios de cobre e seus concentrados (+46,8%); minérios de níquel e seus concentrados (+407,5%); outros minerais em bruto (+63%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (+52,4%).

Indústria de Transformação - Já na Indústria de Transformação, o crescimento foi puxado pelas vendas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+129,4%); farelos de soja e outros alimentos para animais, excluídos cereais não moídos, farinhas de carnes e outros animais (+112,6%); gorduras e óleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (+296,2%); celulose (+60,2%) e carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+41,4%).

Produtos agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações refletiu, principalmente, o crescimento nas vendas de soja (+29,1%); café não torrado (+96,9%); trigo e centeio, não moídos (+3.113,8%); algodão em bruto (+37,1%) e especiarias (+75,3%).

Importações no mês - Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2022 (US$ 1,012 bilhão) ficou 30,3% acima da média de março do ano passado (US$ 776,75 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras da Indústria de Transformação (+32,9%) e de produtos da Indústria Extrativista (+36,8%). Por outro lado, as compras da Agropecuária tiveram uma leve redução (-0,4%).

Aumento - Na Indústria de Transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+177,5%); válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+103,9%); compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (+92,3%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+51,7%) e inseticidas, rodenticidas, fungicidas, herbicidas, reguladores de crescimento para plantas, desinfetantes e semelhantes (+111,3%).

Alta - Na Indústria Extrativista a alta nas importações se deve, principalmente, à compra de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+93,2%); gás natural, liquefeito ou não (+ 21,6%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+24,4%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+47,7%) e fertilizantes brutos, exceto adubos (+41,1%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança

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CÂMBIO: Dólar sobe a R$ 5,12 e fecha no maior valor em duas semanas

 

cambio 15 03 2022Em um dia de turbulência nos mercados doméstico e externo, o dólar ultrapassou R$ 5,10 e fechou no maior valor em duas semanas. A bolsa de valores teve forte queda e encerrou no menor nível desde o fim de janeiro.

 

Cotação - O dólar comercial fechou esta segunda-feira (14) vendido a R$ 5,12, com alta de R$ 0,066 (+1,3%). A cotação iniciou o dia em baixa, caiu para R$ 5,03 por volta das 10h, mas subiu logo após a abertura do mercado norte-americano. Na máxima do dia, por volta das 15h30, chegou a R$ 5,14.

 

Maior valor - A moeda norte-americana fechou no maior valor desde 25 de fevereiro, quando tinha sido vendida a R$ 5,15. Apesar da alta desta segunda-feira, a divisa acumula queda de 0,7% em março. Em 2022, o recuo chega a 8,18%.

 

Ações - As tensões também foram sentidas no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.928 pontos, com recuo de 1,6%. O indicador está no menor patamar desde 24 de janeiro, mas ainda acumula alta de 4,87% neste ano.

 

Mercado externo - No mercado externo, três fatores contribuíram para a instabilidade no mercado. O primeiro foi a queda internacional do preço das commodities (bens primários com cotação internacional), após o anúncio de que as negociações continuarão amanhã (15), apesar de uma pausa nesta segunda-feira. A queda no preço de minérios e de grãos diminui a entrada de divisas no Brasil, grande exportador desses produtos.

 

China - O segundo fator foi o aumento das restrições sanitárias na China. O país asiático registra o maior número de contaminações por covid-19 desde o início da pandemia, por causa da disseminação da variante Ômicron. O fechamento de diversas zonas industriais chinesas aumentou o pessimismo no mercado internacional.

 

Fed - A terceira razão para a instabilidade no mercado foram as expectativas com a reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Na quarta-feira (16), o órgão deve elevar os juros básicos da maior economia do planeta pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19. As estimativas apontam reajuste de 0,25 ponto, mas parte dos investidores teme que o conflito no Leste Europeu faça o Fed elevar a taxa em 0,5 ponto, prejudicando países emergentes, como o Brasil.

 

Copom - No plano interno, as expectativas com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, nesta terça-feira (15/03) e quarta-feira (16/03), e as preocupações com negociações sobre uma redução de impostos sobre a gasolina predominaram. Na semana passada, o Congresso aprovou a redução temporária a zero de tributos federais sobre o diesel, o gás de cozinha e o querosene de aviação. Uma extensão da medida para a gasolina reduziria a arrecadação federal em R$ 60 bilhões neste ano. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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ECONOMIA: Copom inicia segunda reunião do ano em meio a receios sobre guerra

 

economia 15 03 2022Sob receio dos impactos da guerra no Leste europeu sobre a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (15/03) a segunda reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Nesta quarta-feira (16/03), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

 

Estimativas - Nas estimativas das instituições financeiras, o Copom deverá tirar o pé do acelerador, apesar das pressões atuais sobre a inflação. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a Selic deverá passar de 10,75% para 11,75% ao ano, com alta de 1 ponto percentual. Nas últimas três reuniões, o órgão elevou a taxa em 1,5 ponto a cada encontro.

 

Ata - Na ata da última reunião, os membros do Copom tinham sinalizado que reduziriam o ritmo de alta da Selic porque as elevações mais recentes ainda estão sendo sentidas pelo mercado. No entanto, a guerra entre Rússia e Ucrânia passou a influenciar a inflação brasileira, por meio do aumento recente dos combustíveis.

 

Impacto - O mercado financeiro sentiu o impacto do conflito. A última edição do boletim Focus elevou a previsão de inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,65% para 6,45% em 2022, apenas por causa da alta dos combustíveis. As próximas projeções podem subir ainda mais, caso os aumentos se disseminem para outros produtos, como alimentos e fertilizantes.

 

Meta - Para 2022, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%. Os analistas de mercado consideram que o teto da meta será estourado pelo segundo ano consecutivo.

 

Aperto monetário - Principal instrumento para controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

 

Menor nível - Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo subido 8,75 pontos percentuais até agora.

 

Taxa Selic - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

 

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

 

Variação - Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

 

Reunião - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. (Agência Brasil)

 

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

PECUÁRIA: Abate de frangos e suínos bate recorde e o de bovinos volta a cair em 2021

 

ibge pecuaria 15 03 2022O Brasil registrou o abate de 6,18 bilhões de cabeças de frango em 2021, o que representa um aumento de 2,8% - ou 169,87 milhões de cabeças a mais - em relação ao ano de 2020. Com o resultado, o país alcança o recorde da série histórica da Pesquisa Trimestral do Abate divulgada nesta terça-feira (15/03) pelo IBGE, iniciada em 1997. Já o abate de bovinos registrou 27,54 milhões de cabeças no ano passado, queda de 7,8% em relação a 2020, quando o índice já havia caído (-7,9 %) frente a 2019. O IBGE também traz nessa divulgação um novo indicador - Preço do leite cru pago ao produtor, como estatística experimental.

 

Suínos - Em relação aos suínos, o ano de 2021 marcou o abate recorde de 52,97 milhões de cabeças, um aumento de 7,3% (ou mais 3,61 milhões de cabeças) em relação a 2020.

 

Cenário - De acordo com Bernardo Viscardi, analista da pesquisa, o resultado de 2021 segue o cenário observado desde o início de 2020. “No caso dos bovinos, permanece a retenção de animais, principalmente das fêmeas, para fins de procriação. A arroba está valorizada, em um ciclo de alta, fazendo com que o produtor evite o abate" explica. O total de fêmeas abatidas ao longo de 2021 comprova: foram apenas 9,31 milhões de cabeças, o menor resultado desde 2004.

 

Restrição - A restrição imposta pelo mercado chinês também influenciou o resultado. A China é o principal importador da carne bovina brasileira, e vinha respondendo por mais de 50% da exportação nacional. Porém, em setembro, ao se constatar dois casos atípicos da “doença da vaca louca”, o país asiático embargou a carne proveniente do Brasil. O impedimento durou até dezembro. “Isso impactou a cadeia da carne bovina, já que a exportação vem, ao longo dos últimos meses, em altos patamares" relata Viscardi. Ainda assim, as exportações de carne bovina in natura tiveram o terceiro melhor resultado da série histórica da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, com 1,56 milhão de toneladas enviadas ao exterior. A crise com a China também refletiu no preço da arroba bovina, que desvalorizou no mercado, o que fez com que o produtor segurasse o abate para tentar vender mais caro posteriormente.

 

Com alta no consumo interno e na exportação, frangos e suínos batem recordes - O recorde de frangos abatidos em 2021 veio com o resultado mais alto para exportações da carne de frango in natura. Porém, não só o mercado externo influenciou no resultado: o consumo interno segue crescendo, afinal, com a alta da carne bovina, o brasileiro passou a procurar substitutos. “Tanto o frango quanto o suíno se tornaram opção de proteínas mais em conta”, diz o analista da pesquisa, lembrando os impactos da pandemia da Covid-19 na economia do país. “O desempenho na exportação auxiliou a cadeia da carne suína, que enfrentou um cenário desafiador com o aumento dos custos de produção”, ressalta Viscardi. A exportação de carne suína também bateu recorde em 2021.

 

Ovos voltam a bater recorde e aquisição de leite cai pela primeira vez após quatro anos - A produção de ovos de galinha em 2021 bateu recorde e registrou 3,98 bilhões de dúzias, uma variação de apenas 0,2% em relação a 2020, mas o suficiente para representar novo recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 1987. “Desde 2020, verifica-se um aumento do consumo do produto, após o início da pandemia da COVID-19, relacionado à queda no poder aquisitivo da população”, afirma Viscardi, lembrando do consumo do ovo como fonte de proteína acessível em tempos de economia desacelerada.

 

Queda - Já o leite captado em 2021 bateu 25,08 bilhões de litros, uma queda de 2,2% sobre a quantidade registrada em 2020. É a primeira queda após um período de quatro anos de aumentos consecutivos, 2017 a 2020 . Apesar da retração, o resultado foi o segundo melhor computado para um ano, levando em consideração a série histórica pesquisa, iniciada em 1997. “O ano de 2021 foi marcado pela ocorrência de geadas e por um período seco mais intenso, que contribuíram para prejudicar as pastagens em algumas das principais regiões produtoras”, explica Viscardi. Além disso, houve alta dos custos com aumento dos preços dos insumos como a suplementação para o gado, o custo da energia e dos combustíveis, o que afetou a cadeia produtiva do leite. “É um setor que tem dificuldade em passar essa alta para o consumidor", finaliza.

 

Couro - Já a Pesquisa Trimestral do Couro, que investiga curtumes que curtem pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano, registrou em 2021 um total de 29,34 milhões de peças inteiras, que representa queda de 4,8% em comparação com 2020, influenciada diretamente pela queda no abate bovino ao longo do período.

 

IBGE divulga o “Preço do leite cru pago ao produtor” como estatística experimental - O IBGE também divulgou hoje o preço do leite cru pago ao produtor no escopo da Pesquisa Trimestral do Leite. Em 2019, o preço médio por litro, em nível nacional, foi de R$1,36. Em 2020, chegou a R$1,70, e fechou 2021 em R$2,08.

 

Consulta - Desde 2019, o questionário da pesquisa passou a ter uma consulta às empresas sobre o preço médio pago, mensalmente, pela matéria-prima adquirida (leite cru in natura, resfriado ou não). Desde então, a variável investigada foi utilizada apenas internamente para subsidiar a coleta e a crítica dos dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM).

 

Estatísticas - Para saber mais sobre as estatísticas experimentais do IBGE, acesse aqui. Acesse as demais tabelas clicando aqui.

 

Mais sobre a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais - A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A periodicidade da pesquisa é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.

 

Divulgação - A partir do primeiro trimestre de 2018, atendendo solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura da pecuária, passaram a ser divulgados os "Primeiros Resultados" da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais para o nível Brasil, em caráter provisório. Eles estão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação dos "Resultados Completos". Os dados completos podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

 

FOTO: Governo do Estado de São Paulo

 

INDÚSTRIA: Produção cai em 10 de 15 locais em janeiro

 

ibge industria destaque 15 03 2022A queda de 2,4% da produção industrial nacional na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022, na série com ajuste sazonal, foi acompanhada por dez dos 15 locais pesquisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional). O estado do Amazonas teve a maior queda, de 13,0%, no mês, mas o que mais influenciou o resultado geral da indústria foi o recuo da 10,7% em Minas Gerais. Esses são alguns resultados regionais que o IBGE divulga nesta terça-feira (15/03).

 

Amazonas - “O Amazonas elimina quase toda a expansão verificada em dezembro, de 14,3%, sendo o recuo de 13,0% em janeiro o mais intenso na comparação mensal desde abril de 2020, quando o estado teve uma queda de 48,9%. O setor de bebidas, muito forte na indústria local, exerceu a principal influência negativa no resultado amazonense”, ressalta o analista da pesquisa, Bernardo Almeida.

 

Índice geral - Mas, no índice geral da indústria nacional, o Amazonas ficou em quarto lugar em termos de influência. O principal impacto veio de Minas Gerais (-10,7%), que também apontou sua queda mais elevada desde abril de 2020 (-15,3%) e interrompeu dois meses consecutivos de crescimento na produção, em que havia acumulado ganho de 7,5%.

 

Setor extrativo - “Nesse caso foi o setor extrativo que puxou o índice para baixo. O excesso de chuvas atrapalhou a operação de extração mineral, que é uma das principais atividades industriais do estado de Minas e também uma das principais do Pará, que que teve recuo de 9,8% e, inclusive, foi a segunda maior influência negativa no índice nacional”, explica Almeida.

 

Pará - O Pará registrou a segunda taxa negativa consecutiva (-2,6% em dezembro), acumulando perdas de 12,1% no período. Além da extração mineral, a produção local de alimentos vem pesando negativamente.

 

Impacto - E a queda na produção de alimentos também teve impacto no Paraná (-5,1%), a terceira maior influência no índice nacional, bem como a de veículos. Após avançar 7,7% em dezembro, a indústria paranaense teve recuo de 5,1%, que foi o mais intenso desde junho de 2021, quando recuou 6,1%.

 

São Paulo - Mas a indústria paulista, quinta maior influência sobre índice nacional, também teve recuo, de 1,0%, sob o impacto da queda da produção de veículos automotores, bem como de máquinas e equipamentos.

 

Desabastecimento - “O setor de veículos ainda sofre com desabastecimento de insumos, encarecimento de matérias-primas e queda da demanda, devido à queda do poder aquisitivo da população. Contudo, cabe lembrar, também, que janeiro é um mês em que, normalmente, as indústrias do setor concedem férias coletivas a seus funcionários, contribuindo para o recuo nesse mês”, destaca Almeida.

 

Taxas negativas

- Pernambuco (-5,0%) e Ceará (-3,8%) também registraram taxas negativas mais intensas do que a média nacional (-2,4%). E Goiás (-1,7%), região Nordeste (-1,6%) e Rio de Janeiro (-1,4%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em janeiro.

 

Avanços - Já na outra ponta, Mato Grosso (4,0%) e Espírito Santo (2,6%) mostraram os avanços mais elevados em janeiro frente a dezembro, com o primeiro marcando a quarta taxa positiva seguida e acumulando nesse período expansão de 37,6%; e o segundo registrando crescimento de 8,8% em dois meses consecutivos de expansão na produção. Bahia (1,2%), Santa Catarina (0,9%) e Rio Grande do Sul (0,8%) assinalaram os demais resultados positivos do mês.

 

Influência - “O Mato Grosso se destaca com o avanço no setor de alimentos, tendo sido a principal influência positiva no resultado nacional. O estado assinalou sua quarta taxa positiva consecutiva e acumula avanço de 37,6% no período”, pontua Almeida.

 

Na comparação com janeiro de 2021, MT cresceu 43,0% - Frente a janeiro de 2021, a indústria teve queda de 7,2% em janeiro de 2022, que foi acompanhada por 11 dos 15 locais pesquisados, sendo que janeiro de 2022 (21 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (20). Pará (-24,4%), Ceará (-24,3%), Pernambuco (-12,3%) e região Nordeste (-10,1%) assinalaram os recuos mais intensos. Minas Gerais (-9,8%), Santa Catarina (-9,7%) e São Paulo (-8,7%) também registraram taxas negativas acima da média nacional (-7,2%). E Rio Grande do Sul (-6,3%), Amazonas (-4,1%), Bahia (-3,9%) e Paraná (-3,7%) completaram o conjunto de índices negativos na comparação.

 

Crescimento - Por outro lado, Mato Grosso, com expansão de 43,0%, apontou o crescimento mais elevado em janeiro de 2022, impulsionado, em grande parte, pelo avanço observado nas atividades de produtos alimentícios e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (álcool etílico). Espírito Santo (5,4%), Rio de Janeiro (2,8%) e Goiás (2,1%) mostraram os demais resultados positivos na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

 

Acumulado - No acumulado dos últimos doze meses, o avanço de 3,1% no total da indústria em janeiro de 2022, foi acompanhado por dez dos 15 locais pesquisados, porém nove desses locais apontaram menor dinamismo frente aos índices de dezembro de 2021. Ceará (de 3,7% para 0,5%), Pará (de -3,7% para -6,8%), Pernambuco (de -0,2% para -2,0%), Santa Catarina (de 10,2% para 8,5%), Minas Gerais (de 9,8% para 8,3%), Paraná (de 9,1% para 7,8%), Rio Grande do Sul (de 8,7% para 7,5%) e São Paulo (de 4,9% para 3,8%) mostraram os principais recuos entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Por outro lado, o Mato Grosso (de -0,1% para 3,9%) assinalou o maior ganho entre os dois períodos.

 

Mais sobre a pesquisa

- A PIM Regional produz, desde a década de 1970, indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e região Nordeste. Veja os resultados completos no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

 

FOTO: Janaina Duarte / Agência Vale

 

ibge industria quadro 15 03 2022

 

INFRAESTRUTURA: Estado lança 0800 para atender ocorrências nas rodovias que formavam o Anel de Integração

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) está disponibilizando o número 0800-400-0404 para o atendimento de usuários das rodovias federais e estaduais do antigo Anel de Integração em casos de acidentes, pane, quedas de carga, animais na pista, materiais na pista, buraco no pavimento, entre outros.

Centro de Operações - O telefone é válido para todas as regiões do Estado e completamente gratuito para o usuário. As chamadas serão recebidas pelo Centro de Operações Integradas (COI) do DER/PR, que conta com uma equipe treinada para prestar o apoio necessário, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados.

Disponibilidade - Neste momento, o serviço está disponível nas rodovias dos antigos lote 2 (Viapar), lote 3 (EcoCataratas), lote 5 (Rodonorte) e lote 6 (Ecovia). No caso dos lotes 1 e 4, as concessionárias de pedágio permanecem realizando os atendimentos com suas próprias centrais, graças a acordos judiciais firmados com o DER/PR.

Serviço necessário - Ao receber uma ligação, o COI irá acionar o serviço necessário, como o guincho mecânico, para atender ao usuário, já informando o tempo estimado de espera para chegada do veículo, no caso de serviços de operação de tráfego rodoviário do DER/PR. O COI também irá realizar o direcionamento da chamada caso o atendimento caiba a outros órgãos, como Polícia Rodoviária, Polícia Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, SAMU, DNIT e Instituto Água e Terra (IAT). Veja como vai funcionar AQUI.

Desafio - “A percepção das pessoas nas concessões é até mais quanto aos serviços do que as próprias estradas, e isso é um desafio gigante. Parece simples, mas não é tão simples. Mas o DER se superou, vai ser um exemplo para o Brasil. O DER sempre foi referência no Brasil, um dos mais respeitados. E estamos resgatando exatamente isso, esse pioneirismo”, destacou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Investimento - O investimento no COI, que inclui equipamentos, equipe, treinamentos e todos os aspectos tecnológicos necessários para monitorar as rodovias e atender os usuários é de R$ 10.999.999,08, com duração de um ano.

Continuidade - O serviço deve continuar mesmo com o início das novas concessões, mas em outras rodovias. “Em algum momento, quando as novas concessões chegarem, a intenção é migrar esse serviço para as nossas rodovias de maior tráfego”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti. “Temos um 0800 que vai centralizar as informações e disso vamos abrir um leque – como o gerenciamento do pavimento, o tempo de viagem em aplicativos”.

Outras opções - O atendimento ao usuário será principalmente pelo número 0800-400-0404, com outras opções, como o aplicativo WhatsApp, já sendo trabalhadas para disponibilização em breve.

Sistema moderno - “É um dos sistemas mais modernos que existe no Brasil hoje, em termos de gerenciamento rodoviário. Ele é feito para que a gente consiga reduzir o tempo de atendimento do acidente. Sabemos que os primeiros minutos são cruciais, e todo esse aparato é um mecanismo para que a gente consiga reduzir esse tempo de atendimento”, explica o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Fernandes.

Boletins informativos - O COI também irá iniciar em breve a publicação de boletins informativos sobre a situação das rodovias, alertando os usuários quanto a situações que afetam o trânsito de veículos tanto de forma pontual (acidentes, queda de barreira, alagamentos) quanto de forma programada (serviços de conservação, execução de obras).

Guinchos - O trabalho do COI será totalmente integrado aos serviços de operação de tráfego rodoviário também contratados pelo DER/PR, para atender rodovias federais e estaduais do antigo Anel de Integração. São serviços de guincho leve e pesado, para desobstrução de pista e remoção de veículos, além de operações de atendimento mecânico, como troca de pneus, carga elétrica, entre outras.

Inspeção de tráfego - Os contratos preveem também a inspeção de tráfego, com equipes específicas para percorrer 100% da malha do Anel de Integração ao menos três vezes ao dia, verificando a necessidade de assistência aos usuários, inspecionando as pistas e participando ativamente na ocorrência de neblina, incêndios, acidentes e outras situações, providenciando sinalização de emergência, desvios de tráfego e demais apoios. As informações são enviadas ao COI e alimentam o sistema de gestão do centro.

Corpo de Bombeiros - Serão realizados ainda serviços de apoio ao Corpo de Bombeiros no combate a incêndios nas áreas próximas às rodovias, com fornecimento de caminhões pipa; e atendimento a incidentes com animais soltos nas pistas, com orientação aos usuários e a captura e transporte dos animais utilizando equipamento apropriado, como caminhão boiadeiro.

Edificações mais antigas - As equipes utilizam algumas das edificações das antigas concessionárias de pedágio, que passaram a ser patrimônio público.

Contratação - Foram contratados serviços para atender o antigo lote 2 (Viapar), lote 3 (EcoCataratas), lote 5 (Rodonorte) e lote 6 (Ecovia), um investimento de R$ 66.474.998,4, com prazo de duração de um ano. No caso dos lotes 1 e 4, as concessionárias de pedágio permanecem realizando os atendimentos aos usuários com suas próprias centrais, em decorrência de acordos judiciais firmados com o DER/PR.

Conservação - O DER/PR também licitou e contratou, já no ano passado, os serviços de conservação do pavimento e faixa de domínio das rodovias estaduais que antes estavam concedidas. O investimento é de R$ 93,5 milhões para atender 964,52 quilômetros durante dois anos.

Cinco - São cinco contratos, conforme as superintendências regionais do DER/PR: Lote 1 – Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: 153,75 quilômetros; Lote 2 – Campos Gerais: 306,48 quilômetros; Lote 3 – Norte: 230,29 quilômetros; Lote 4 – Noroeste: 200,99 quilômetros; e Lote 5 – Oeste: 73,01 quilômetros.

Rodovias federais - Com o término dos convênios de delegação e das concessões rodoviárias nos dias 26 e 27 de novembro de 2021, a responsabilidade das rodovias federais retornou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a das rodovias estaduais ao DER/PR, cabendo a cada departamento contratar a manutenção e conservação das rodovias de sua alçada. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Félix Leal / Seil

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LEGISLATIVO: Congresso deve analisar vetos sobre Eletrobras, BR do Mar e venda de etanol

legislativo 15 03 2022Em sessão marcada para às 14h desta quinta-feira (17/03), senadores e deputados federais se reúnem em sessão do Congresso Nacional para analisar uma pauta com 31 vetos do presidente da República. Entre esses itens estão temas relativos à proposta de privatização da Eletrobras, ao Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar), ao Orçamento e à venda direta do etanol.

Derrubada - Na semana passada, os parlamentares se reuniram no dia 10 e derrubaram dois vetos de Bolsonaro às leis que criam o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual e o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp).

Eletrobras - Um dos itens da pauta do dia 17 é o veto parcial incidente sobre 14 pontos específicos da privatização da Eletrobras (VET 36/21). O presidente Jair Bolsonaro vetou, por exemplo, trecho autorizando que 1% das ações da estatal fosse vendido a funcionários demitidos, dando a eles prazo de seis meses para o exercício do direito de compra. Para o Ministério da Economia, isso poderia causar distorção no processo de precificação das novas ações a serem emitidas e gerar redução dos recursos a serem captados na capitalização da companhia.

Realocação - O presidente também foi contra a obrigatoriedade de o governo realocar os empregados da Eletrobras demitidos sem justa causa durante 12 meses subsequentes à desestatização. Segundo o governo, tal comando viola o princípio do concurso público, estabelecido no inciso II do artigo 37 da Constituição, ao prever uma forma de reingresso na administração pública federal por meio de aproveitamento em outros cargos em empresas públicas federais,

Estímulo à cabotagem - Em relação à chamada BR do Mar, que é um programa de estímulo à navegação de cabotagem no Brasil, os parlamentares terão que analisar 14 itens (VET 10/22). Um dos pontos barrados pelo presidente da República exigia que as embarcações fretadas deveriam ter tripulação composta de, no mínimo,  dois terços de brasileiros em cada nível técnico do oficialato, incluídos os graduados ou subalternos, e em cada ramo de atividade, incluídos o convés e as máquinas.

Contra o interesse público - Para o Executivo, tal exigência contraria o interesse público ao gerar aumento dos custos para as embarcações, o que reduziria a atratividade para que um número maior de embarcações estrangeiras de baixo custo pudesse aderir ao programa e operar no país.

Etanol - O veto relacionado à venda direta de etanol dos produtores aos revendedores (VET 3/22) é outro tema a ser analisado pelos congressistas na quinta-feira: em janeiro, o presidente Jair Bolsonaro vetou parcialmente a Lei 14.292/22, e um dos pontos vetados permitia ao produtor negociar diretamente com distribuidores, revendedores varejistas de combustíveis, transportadores e mercado externo, estendendo a autorização às cooperativas produtoras e comercializadoras.

Justificativa - A Presidência da República alegou que as cooperativas já gozam de benefício que reduz a zero a base de cálculo das Contribuições para o Programa Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Por isso, tal comando teria, segundo o governo, vício de inconstitucionalidade por criar uma renúncia fiscal sem a devida previsão orçamentária e por distorcer a concorrência setorial.

Orçamento - O maior veto a ser analisado é o que diz respeito à Lei Orçamentária para 2022 (VET 11/22), que abrange 235 dispositivos. Entre eles, o corte de R$ 3,1 bilhões em despesas aprovadas em dezembro pelo Congresso Nacional (são R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em despesas discricionárias). Na mensagem enviada ao Congresso Nacional, o presidente da República justificou o corte “por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público”. Segundo Bolsonaro, os parlamentares subestimaram despesas obrigatórias com o pagamento de pessoal e encargos sociais, que precisam ser recompostas.

Concursos públicos e pandemia - Os parlamentares também vão analisar o veto que recai sobre uma proposta que suspenderia até o fim de 2021 os prazos de validade de concursos públicos homologados antes da pandemia de Covid-19 (VET 6/22). De autoria do deputado federal Professor Israel Batista (PV-DF), o PL 1676/20 foi totalmente vetado pelo Palácio do Planalto.

Mudança dos prazos - A intenção do projeto era mudar os prazos dos concursos homologados até 20 de março de 2020 — data em que o Brasil reconheceu o estado de calamidade pública devido à pandemia — para que eles começassem a contar apenas a partir de 1º de janeiro de 2022. Segundo o governo, o projeto perdeu o seu objeto, já que o prazo de suspensão proposto transcorreu. “Poderia implicar a aplicação de efeitos retroativos ao restabelecer a vigência de concursos já encerrados e causar insegurança jurídica.” (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 655,2 mil mortes por Covid-19

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 655.249 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (14/03) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 29.380.063.

24h - Em 24 horas, foram registrados 11.287 casos. No mesmo período, foram confirmadas 171 mortes por causa do vírus.

Número diário - Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Recuperadas - Ainda segundo o boletim, 27.838.793 pessoas se recuperaram da doença e 886.021 casos estão em acompanhamento.

Estados - São Paulo lidera o número de casos, com 5,1 milhões, seguido por Minas Gerais (3,26 milhões) e Paraná (2,38 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (123,3 mil). Em seguida, aparece Roraima (154,5 mil) e Amapá (160,2 mil).

Mortes - Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (166.119), seguido de Rio de Janeiro (72.233) e Minas Gerais (60.354). O menor número de mortes está no Acre (1.989), Amapá (2.119) e Roraima (2.140). (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra 1.650 novos casos e 21 óbitos pela Covid-19

saude II 15 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (14/03) mais 1.650 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos não necessariamente representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.372.304 casos confirmados e 42.448 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (1.103), fevereiro (329) e janeiro (200) de 2022; dezembro (1), setembro (1), julho (2), junho (3), maio (1), fevereiro (5) e janeiro (3) de 2021; julho (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de março (12), fevereiro (5) e janeiro (2) de 2022; dezembro (1) e junho (1) de 2021.

Internados - 91 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados em leitos SUS (45 em UTI e 46 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 685 pacientes internados, 261 em leitos UTI e 333 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 21 pacientes. São 10 mulheres e 11 homens, com idades que variam entre 42 e 108 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de junho de 2021 a 14 de março de 2022.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (5), Araruna (4), Irati (2), Fazenda Rio Grande (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Reserva, Prudentópolis, Pinhais, Paranaguá, Medianeira, Lapa, Guaraniaçu e Cascavel.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.694 casos de residentes de fora do Estado. 231 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões na página da Sesa.

 

SAÚDE III: Sesa abastece regionais com mais 153 mil vacinas contra a Covid-19

saude III 15 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu nesta segunda-feira (14/03), via terrestre, 153.572 imunizantes contra a Covid-19 para as 22 Regionais de Saúde. A remessa contempla vacinas da Pfizer (adulto e pediátrica) e AstraZeneca.

Infantil - Para o público infantil são destinadas 138.500 doses Pfizer. Dessas, 72.000 são para exclusivamente para primeira dose em crianças de 5 anos, 4.400 para segunda dose do público de 5 a 11 anos que iniciou o esquema vacinal na 1ª remessa de distribuição e 62.100 vacinas para aquelas que iniciaram a imunização na 2ª remessa.

Objetivo - “Já vacinamos 678 mil crianças e o nosso objetivo é chegar a mais de 1 milhão de doses aplicadas”, ressaltou o secretário de Estado de Saúde, Beto Preto. “E, por isso, estamos descentralizando as vacinas assim que chegam. Iniciamos mais uma semana com a esperança de que mais crianças e a população em geral sejam completamente imunizados”.

Segunda dose - Para a segunda dose dos adolescentes estão sendo enviadas 13.530 vacinas da Pfizer. Já as doses de reforço (1.542) serão encaminhadas apenas para duas Regionais de Saúde. São 1.242 vacinas da Pfizer para a 2ª Regional Metropolitana e 300 doses da AstraZenca para a 10ª Regional de Cascavel.

Novas doses - O Ministério da Saúde confirmou o envio de mais 98.700 vacinas pediátricas da Pfizer. Os imunizantes devem chegar nesta quarta-feira (16), no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba às 13h50, no voo LA-3293. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Albari Rosa

 

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