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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5284 | 23 de Março de 2022

MONITORAMENTO: Número de beneficiários das cooperativas paranaenses de saúde aumentou 10,5% em 2021

monitoramento 23 05 2022Com expansão de 10,5% na carteira de beneficiários, as cooperativas paranaenses do ramo saúde atingiram 2.494.453 vidas em 2021. De forma relativa, a faixa de pessoas com mais de 59 anos foi a que apresentou maior crescimento e passou a representar 15,9% do total de beneficiários, sendo que no ano anterior respondia por 9,4% da carteira. Os dados constam no cenário consolidado do ramo elaborado pela coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR, com os dados fechados de 2021.

Cooperativas - O levantamento mostra ainda que o segmento encerrou o ano passado no Paraná com 36 cooperativas, entre as quais 21 do Sistema Unimed, 5 do Sistema Uniodonto; 5 de especialidades médicas, 2 odontológicas e 3 de profissionais de saúde em geral (não médicos). Juntas, elas registraram crescimento de 8,39% no faturamento, chegando a R$ 7,6 bilhões, segregado da seguinte forma: 93% oriundos das operadoras de planos de saúde e 7% das não operadoras de planos de saúde. Em relação às operadoras de saúde, a composição da receita ficou assim dividida: 38,31% plano empresariais; 34,24% planos familiares; 22,87% planos “custos operacionais” e 4,58% outras receitas.

Solvência - As cooperativas que atuam como operadoras de saúde também se destacaram no ano passado por demonstrarem solvência perante a metodologia da Agência Nacional de Saúde (ANS), que regulamenta o setor. “No conjunto, o ramo cumpriu com 109% das exigências, ou seja, um excedente de 9%”, ressalta o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Resultado - O cooperativismo de saúde também alcançou resultado de R$ 10,1 milhões no ano passado. O valor, no entanto, é 98% menor em relação ao montante do ano anterior. “Em 2020, o ramo apresentou resultado positivo superior às expectativas, dada a restrição de atendimentos eletivos, que ficaram represados e, em 2021, retornaram e fizeram o índice de sinistralidade crescer. Agregado a este fato, ainda houve o reajuste negativo (-8,19%) dos planos de saúde familiares, o que também pressionou as margens das cooperativas operadoras”, esclarece Gogola.

Sinistralidade - O índice de sinistralidade total passou de 76,9% para 87,6%, maior índice desde 2015. Já o quadro social cresceu 1,0%, chegando a 16.774 cooperados, e o laboral apresentou expansão de 12,1%, atingindo 7.558 funcionários.

Clique aqui e confira na íntegra o cenário consolidado de 2021 do ramo saúde no Paraná

 

 

FUST: Governo Federal aprova a regulamentação do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações

A Presidência da República publicou nesta terça-feira (22/03) o Decreto 11.004/2022, que regulamenta o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). O normativo é fruto de uma intensa atuação do Sistema OCB, em conjunto com diversas entidades representativas do agronegócio, com o objetivo de possibilitar que o Fust financie a expansão da conectividade rural, culminando com a sanção, em 2020, da Lei 14.173, que incluiu no regulamento do fundo tal finalidade.

Sem acesso - Segundo o IBGE, 71,8% das propriedades rurais não possuem acesso à internet. A falta de conexão impede que produtores consigam emitir desde uma simples nota fiscal eletrônica, passando por dificuldades no contato familiar, no acesso à informação e, por fim, impedindo que a agropecuária brasileira caminhe em direção à adoção de tecnologias 4.0, tornando-a paulatinamente obsoleta em relação ao mercado externo.

Expansão - Pensando nisso, o Sistema OCB tem liderado nacionalmente o processo de expansão da internet rural, por meio do nosso assento na Câmara Agro 4.0, levando também à consolidação da OCB como parceira estratégica do Governo Federal no tema. A publicação do Decreto 11.004/2022 é mais um passo em direção à diversificação das linhas que financiarão a conectividade no campo.

Conselho Gestor - Além disso, dentre os pontos aprovados no normativo, foi instituído o Conselho Gestor do Fust, responsável por elaborar as políticas, diretrizes e prioridades que orientarão a aplicação do fundo. O Sistema OCB está atuando junto ao Governo Federal para garantir um assento na instância visando continuarmos contribuindo com o aprimoramento do Fundo de Universalização das Telecomunicações. (Sistema OCB)

Para acessar a íntegra do decreto, clique aqui.

AGRICULTURA: Sistema OCB participa de homenagem à ministra Tereza Cristina

agricultura 23 03 2022A superintendente do Sistema OCB e vice-presidente tesoureira do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Tânia Zanella, participou nesta terça-feira (22/03) do almoço em homenagem à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, promovido pelo fórum, que hoje reúne mais de 40 entidades do setor produtivo, em conjunto com a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA).

Especial - “Foi um momento singelo, mas muito especial para marcar o trabalho primoroso que a ministra coordenou nos últimos anos. A agricultura brasileira avançou muito durante esse período e o movimento cooperativista tem muito a agradecer pela atenção e incentivo que recebeu durante esse período”, afirmou Tânia, que foi uma das idealizadoras da cerimônia.

Agradecimento - “Quero agradecer por esse carinho e reforçar que esse foi um trabalho coletivo. Tive a sorte de contar com uma equipe muito boa e comprometida, além de parceiros que contribuíram diariamente para o sucesso das nossas atividades”, afirmou a ministra.

Desafios - Para ela, foi um período de inúmeros desafios, desde a mudança de estrutura da pasta que passou a cuidar de todo o universo da agricultura brasileira até superar as dificuldades da pandemia da covid-19 e a busca mais recente por soluções que ajudem a minimizar os efeitos da guerra entre a Ucrânia e a Rússia.

Resultados - “Trabalhamos com políticas públicas que apresentassem resultados, mantendo todas as ações programadas em andamento e evoluindo em outras frentes. Com a pandemia, muitos acreditaram que teríamos uma crise de abastecimento, o que não ocorreu. O agro continua a plantar, a colher e a entregar não apenas para os nossos consumidores internos, mas também para os inúmeros países que atendemos. Somos o único país preparado para continuar o abastecimento e garantir a segurança alimentar do mundo”, ressaltou.

Balanço - Durante o evento, a ministra apresentou um balanço das atividades desenvolvidas pela pasta nos últimos três anos. Segundo ela, foi uma prestação de contas sobre projetos feitos, o que está sendo gestado e o que ainda precisa ser feito para que a agricultura brasileira continue avançando.

Destaques - Entre as ações citadas pela ministra, a garantia do Seguro Rural e da oferta de fertilizantes foram destaque. Ela lembrou que ainda falta equalizar parte dos recursos prometidos para este ano no Plano Safra e que esta atuação continuará mesmo quando ela deixar a pasta no final de março para concorrer a uma cadeira no Senado.

Fora dos embargos - Tereza Cristina ressaltou também que o Brasil tem discutido internacionalmente a possibilidade de incluir os fertilizantes no rol de produtos que devem ficar fora dos embargos comerciais. “Precisamos lembrar que para termos o alimento, precisamos ter também esses insumos”. (Sistema OCB)

 

INTERCOOPERAÇÃO: Fapa e Fundação ABC discutem pesquisas sobre o cultivo da cevada

intercooperacao 23 03 2022Fomentar o cultivo da cevada é um dos grandes objetivos das seis cooperativas que fazem parte do projeto de intercooperação para construção da Maltaria Campos Gerais (Agrária, Bom Jesus, Capal, Castrolanda, Coopagrícola e Frísia). O empreendimento será sediado em Ponta Grossa e inaugurado em 2023. Pensando em formas de contribuir para esse processo, pesquisadores da Fundação ABC e da Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) estiveram reunidos nos dias 15 e 16 de março, no Distrito de Entre Rios, para compartilhar informações e alinhar metodologias de trabalho nos estudos referentes ao grão.

Pesquisas - Durante o workshop, as equipes apresentaram suas pesquisas nas áreas de melhoramento genético, fertilidade de solo e fitopatologia. De acordo com o Gerente Técnico de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação ABC, Luís Henrique Penckowski, embora a cevada ainda não esteja entre os principais cultivos nas propriedades atendidas pela Fundação, já existe um trabalho de pesquisa acerca dela. “Temos muitas demandas em comum, mas é claro que em nossa área de atuação, que abrange também o sul de São Paulo e norte do Paraná, existem particularidades de solo e clima. A grande experiência que a Fapa tem com a cevada nos ajudará a montar o melhor pacote tecnológico para os nossos produtores”, disse.

Parceria - A parceria entre as duas instituições para as pesquisas com cevada não é de agora. Há cerca de três anos as variedades do grão plantadas na região dos Campos Gerais são provenientes da Fapa. Para ampliar esse estudo, a Fundação ABC vai disponibilizar à Fapa um campo de experimentação, onde serão testadas cultivares com potencial de bom desenvolvimento na região. “Nós vamos cuidar da parte de melhoramento genético enquanto a Fundação ABC vai fazer a validação desses materiais. É importante intensificarmos esse trabalho para encontrarmos mais linhagens competitivas”, explicou Noemir Antoniazzi, pesquisador de Melhoramento Genético em Cevada da Fapa.

Visita - Além das conversas entre as duas equipes, o Workshop também contou com uma visita à Agrária Malte e à sua Cervejaria Experimental. (Imprensa Agrária)

 

COCAMAR: Para que produtor se previna, cooperativa antecipa Campanha de Produtos Pecuários

cocamar 23 03 2022Oferecendo muitas oportunidades de negócios aos pecuaristas, e também para que eles antecipem suas aquisições, de maneira a prevenirem-se de uma eventual falta de alguns itens e de novas altas de preços, a Cocamar deu início, na segunda-feira (21/03), à sua Campanha de Produtos Pecuários 2022.

Estratégico - Conforme explica o gerente comercial de Insumos Pecuários da cooperativa, Lucas Colabone Siqueira, antecipar as compras é estratégico para garantir os insumos diante de incertezas dos próximos meses. Efeitos causados durante a pandemia, como dificuldades logísticas e escassez de algumas matérias-primas, podem levar a uma escassez de produtos e elevação nas cotações. Além de preços competitivos, a Campanha oferece descontos por pontualidade e prazos especiais, tendo como foco produtos voltados à nutrição e saúde animal.

Investir - Por outro lado, lembra Siqueira, o pecuarista não pode perder de vista a necessidade de estar sempre investindo em tecnologias para extrair o maior resultado possível da atividade.

Variedade - A Cocamar mantém em suas lojas um completo leque de produtos, entre itens de fabricação própria (como rações, suplementos minerais e madeira tratada) e das marcas mais conceituadas do mercado, entre medicamentos, vacinas, ferramentaria, acessórios, equipamentos e sementes de forrageiras.

Dois momentos - O gerente observa também que as campanhas de vendas da Cocamar para o setor pecuário se concentram, tradicionalmente, em dois momentos ao longo do ano: no mês de julho, quando há maior procura por sementes de pastagens e saúde animal, e outubro/novembro, na entrada da estação quente e mais chuvosa, em que as condições das pastagens melhoram naturalmente.

Quando mais cedo, melhor - Em relação ao primeiro, a cooperativa decidiu antecipar as vendas pelos motivos mencionados. “Quando mais cedo o pecuarista fizer suas aquisições, melhor”, enfatiza Siqueira. A campanha terá a duração de três semanas, até 15 de abril, e vai coincidir com a realização da ExpoLondrina (de 1º a 10/04), onde os pecuaristas também poderão ser atendidos. (Imprensa Cocamar)

 

LAR: Emoção no Mês da Mulher

A Lar Cooperativa promoveu comemoração alusiva ao Dia da Mulher na tarde de 16 de março. Mais de 500 mulheres, associadas e esposas de associados da Lar, participaram de uma programação especial no Lar Centro de Eventos em Medianeira. A tarde foi repleta de muita reflexão com palestrante Dani Amaral e muita alegria com o grupo Espaço Sou Arte.

Palestra - Dani Amaral, uma palestrante motivacional que envolve o público com sua história, contou como foi a sua trajetória após perder os dois braços aos quatro anos de idade em um acidente com maquinário agrícola. A limitação física nunca lhe impediu de fazer nada e apenas ao ouvi-la, naturalmente a pessoa faz um exame de consciência e pensa em reclamar menos da vida. “Sou a pessoa que sou hoje, a mulher que eu sou, por conta da minha mentalidade”, relatou Dani ao esbanjar convicção e felicidade, além de mencionar que independente da dificuldade, a nossa força de vontade tem o poder de transformar a situação ao nosso redor. Dani tem um canal no Youtube com praticamente meio milhão de inscritos e mostra cenas do seu dia a dia como fazer bolo de chocolate e se maquiar (muito bem por sinal), utilizando os pés.

Arte- O brilho artístico, com muita alegria, música, dança e um toque cultural foi transmitido pelos integrantes do grupo Sou Arte de Campo Mourão. As apresentações mostraram mulheres de destaque na história como a apresentadora americana, Opra Winfrey; a pintora mexicana Frida Kahlo e a freira indiana Madre Teresa de Calcutá.

Apoio - O evento cultural contou com apoio do Sescoop/PR e Corteva, e foi prestigiado pelo diretor 1º vice-presidente da Lar, Lauro Soethe e o 2º vice-presidente Urbano Frey. Na abertura do evento todas as líderes do Comitê Feminino nas unidades foram chamadas à frente durante a abertura do evento para serem homenageadas, acompanhadas da coordenadora geral Catia Defendi Schneider, conselheiras da Lar e assessora de Ação Educativa Suzana Pieniz. Lauro Soethe agradeceu a presença do público e reforçou que todos os dias as mulheres têm um papel importante na Lar e ocupam papel de liderança nos conselhos e na gestão. (Imprensa Lar)

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SICREDI PROGRESSO: Cooperativa doa mais de 2 mil itens de material escolar ao Sesc de Toledo

sicredi progresso 23 03 2022Permitir que mais crianças e adolescentes tenham acesso a itens básicos para estudar foi o que motivou a Sicredi Progresso PR/SP participar da 4ª edição da Campanha Sesc de Material Escolar 2022. Na segunda-feira (21/03), uma equipe do Sicredi levou até a sede do Sesc Toledo, os mais de 2 mil itens.

Mobilização - A cooperativa mobilizou seus colaboradores e associados para fazerem as doações e foram arrecadados, lápis, canetas, cadernos, mochilas, estojos, cola, tintas, entre outros. Esses materiais que farão a diferença na vida de crianças e adolescentes de entidades socioassistenciais de Toledo (PR).

Cooperação - Presente no momento da entrega, o presidente da Sicredi Progresso, Cirio Kunzler, disse que é uma satisfação realizar essas atividades. “Nosso modelo de negócios é baseado na cooperação entre as pessoas e no interesse pela comunidade. Então, é com muita satisfação que entregamos esses itens que com toda certeza farão a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes, gerando um impacto positivo para elas, para suas famílias e para as entidades que participam”.

Parceria - No Sesc, a equipe do Sicredi foi recebida pela técnica de Atividades, Bruna Strelin e pela Gerente Executiva, Paula Bernardini. “Procuramos parceiros que nos ajudam com essas ações e o Sicredi abraçou a causa. Ver a alegria de vocês fazendo essa entrega é muito importante para nós e evidencia o cuidado que vocês têm com as pessoas e a comunidade”, reforçou Paula.

Compromisso - A atividade está inserida no compromisso do Sicredi possui com as regiões que está presente, muito além de serviços financeiros, a instituição cooperativa busca, por meio de diversos programas e iniciativas, estar na comunidade e ajudar as pessoas. Toda a atividade de arrecadação dos materiais escolares foi conduzida pela área de Desenvolvimento do Cooperativismo.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de mais de 53 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 20 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 13 estão no Paraná e outras 7 em São Paulo. Nosso capital humano conta com mais de 350 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. A Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está em 25 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

FOTO: Jéssica Dona

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Além de parcelar compra, cartão de crédito garante de sala VIP a seguro de carro

sicredi uniao 23 03 2022Produtor de milho, soja e criador de gado em Floresta (PR) e Rondonópolis (MT), Lorenzo Lorenzetti faz questão de pagar tudo, ou quase tudo com cartão de crédito, até a mensalidade do clube. “Já comprei pacotes de viagem e mobilei a casa pagando parcelado com o cartão”, conta.

Benefícios - Mas não é só, Lorenzetti utiliza diversos benefícios oferecidos pelo cartão: já acionou o seguro de viagem quando teve uma mala extraviada e quando precisou dormir num hotel por causa do atraso de um voo. “O acionamento foi fácil”, diz. Ele também costuma utilizar a sala VIP de aeroportos e o seguro para carro alugado.

Pontos - Com as compras por cartão, Lorenzetti acumula pontos que já foram trocados por milhas para passagens aéreas para Nova York, Itália e França. “Sempre fico de olho nas bonificações que as empresas aéreas oferecem para a transferência de milhas”, recomenda. Ele também já trocou pontos por produtos. Associado da Sicredi União PR/SP desde 2013, o produtor, além de cartão de crédito e débito, mantém aplicações, contrata seguro da produção e faz financiamento pela cooperativa.

Benefícios de sobra - Utilizado por pessoas físicas e jurídicas, o cartão de crédito é uma facilidade que permite parcelar compras e garante até 40 dias para pagar o valor de um produto ou serviço à vista. E quem usa o cartão tem acesso a uma série de benefícios. Dependendo da bandeira e da modalidade, pelo telefone é possível acionar o serviço de concierge, um assistente pessoal 24 horas por dia que ajuda em demandas variadas durante uma viagem, como indicações de dentista ou médico, além de sugestões de programação na cidade. Outras vantagens são o acesso ao programa de milhagem (para trocar por passagens aéreas, produtos e serviços), seguro para veículos alugados, proteção de bagagens em viagens, seguro que estende por até 12 meses a garantia de produtos comprados pelo cartão, entre outros. Também é possível trocar os pontos no programa de recompensa ou por cash back (dinheiro de volta na fatura) – o site é www.recompensascartoessicredi.com.br.

Bandeiras - A Sicredi União PR/SP oferece cartões de crédito com as bandeiras Visa e Mastercard. No caso da Mastercard as modalidades são black (que oferece sala VIP em aeroportos), gold e plantinum, já os usuários da Visa têm acesso a cartões gold, platinum e internacional.

Virtual - Para garantir mais segurança em compras pela internet, é possível acessar o Cartão Virtual Sicredi, gerado pelo aplicativo. É um cartão com numeração, validade e código de segurança diferentes do cartão físico que possibilita fazer compras online e assinaturas, sendo que as compras são lançadas na fatura do cartão físico.

Gerente - Para contratar cartão de crédito e conhecer os diferenciais de cada modalidade, é preciso procurar o gerente de uma das 111 agências da Sicredi União PR/SP no norte e noroeste do Paraná, centro e leste de São Paulo. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

IPEA: Agronegócio brasileiro tem superávit de US$ 9,3 bilhões em fevereiro de 2022

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (23/03), os dados de fevereiro de 2022 do comércio exterior do agronegócio brasileiro que mostram que houve saldo positivo de US 9,3 bilhões na balança comercial do agronegócio. As exportações do setor fecharam fevereiro em US 10,5 bilhões, com aumento de 64,5% na comparação com mês do ano passado, e o valor das importações foi de US 1,2 bilhão, com aumento de 2,0% frente a igual mês do ano anterior. Para a balança comercial total (com produtos de todos os setores), os resultados apontam superávit de US 4,0 milhões, conforme tabela abaixo:

ipea quadro 23 03 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 Acumulado - Os resultados acumulados em doze meses se mostraram ainda mais expressivos. O valor das exportações do agronegócio teve alta de 27,1% ante igual período do ano anterior e o valor das importações de 8,0%, contribuindo para a alta de 30,1% no saldo da balança comercial do setor, o que corresponde a US 113,6 bilhões neste período.

Preços internacionais - A alta do valor das exportações no mês de fevereiro é justificada, em parte, devido à forte elevação dos preços internacionais das principais commodities da pauta exportadora brasileira. O preço internacional da soja e do milho estão próximos das máximas históricas. Como resultado, em fevereiro, o valor mensal das exportações ficou acima do registrado em qualquer mês de 2019 e 2020.

Carne bovina - A alta dos preços internacionais da carne bovina e a demanda aquecida devem contribuir para a manutenção dos altos valores das exportações desse produto em 2022. Já a exportação de carne suína foi impactada pela queda nos preços internacionais, motivada pela redução das importações chinesas, país em que este rebanho tem apresentado recomposição. Em fevereiro, os envios de carne suína brasileira para China caíram 48% em relação a fevereiro de 2021. A queda que foi parcialmente compensada pelos demais destinos, todavia, fechou com volume exportado 12,7% inferior ao de fevereiro passado

Café - O café apresentou crescimento das quantidades exportadas, após quedas mensais seguidas entre julho de 2021 e janeiro de 2022. A exportação ajudou a conter o viés de valorização dos preços que durava desde o fim do ano passado e se agravou com a eclosão do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Quantidade - Além da alta em valor na maior parte das commodities exportadas, dez dos quinze produtos acompanhados pelo Grupo de Conjuntura da Dimac também apresentaram alta na quantidade exportada. A principal contribuição para o desempenho de fevereiro vem do complexo da soja e da carne bovina, com as maiores variações em relação a fevereiro de 2021: soja em grãos (137,0%), farelo de soja (52,8%), óleo de soja (30,0%) e carne bovina (42,0%). Apesar desse desempenho positivo da soja no início do ano, reflexo do recorde de safra e aumento dos estoques na safra 2020/2021, a estimativa de queda de produção para a safra atual -- prevista pelo IBGE e a Conab -- tende a prejudicar a quantidade exportada do produto e de seus derivados em 2022.

Importações - Assim como as exportações, as importações do agronegócio em fevereiro também apresentaram alta, com crescimento de 2,0%. O destaque foi o trigo, principal produto da pauta, com crescimento de 10,9% em quantidade e 26,5% em valor. A alta nos preços internacionais do grão vem sendo observada após o início do conflito entre Rússia e Ucrânia, dois dos maiores exportadores do produto. Mesmo com a estimativa de crescimento de 2,6% da produção brasileira estimada pela Conab, a demanda doméstica continuará não sendo atendida pela produção nacional e, por isso, as incertezas frente à produção e comercialização mundial do produto gerarão consequências para o mercado doméstico brasileiro este ano, principalmente nos produtos que usam o trigo como insumo, como pães e massas.

Fatores - A nota reforça que há dois fatores que têm contribuído para mudanças significativas no comércio mundial de commodities. O primeiro se refere às mudanças climáticas e outros fenômenos como a La Niña e as estiagens que impactaram principalmente a produção de grãos, açúcar, café e proteína animal. O outro motivo relaciona-se à incerteza quanto à oferta de diversos produtos comprometidos pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Países no entorno do conflito, como Bulgária e Hungria, reduziram ou suspenderam as exportações de grãos devido ao risco de desabastecimento interno. Em consequência, os preços dos ativos energéticos, metálicos e grãos sofreram fortes altas em março. Enquanto isso, as demais soft commodities, como açúcar, café, cacau e até mesmo a carne bovina, interromperam a sequência de altas, revertendo em queda, devido a sua menor essencialidade em um cenário de conflitos. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da análise

SANIDADE VEGETAL: Mapa monitora a ocorrência dos enfezamentos do milho em campo

sanidade vegetal 23 03 2022Em continuidade à avaliação da ocorrência do complexo dos enfezamentos de milho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciou em março as providências para a execução das atividades de monitoramento da doença nas áreas com cultivos da cultura durante o ano de 2022. A medida visa diagnosticar a ocorrência dos agentes causadores da doença para subsidiar eventuais medidas que possam reduzir ou evitar os prejuízos para os produtores de milho.

Bactérias - Os enfezamentos são causados por bactérias da classe Mollicutes e são classificados em dois tipos: o enfezamento pálido e o enfezamento vermelho, causados por Spiroplasma kunkelii (espiroplasma) e Maize bushy stunt phytoplasma (fitoplasma), respectivamente. Ambos os patógenos são transmitidos pela cigarrinha do milho Dalbulus maidis.

Ajustes - Neste ano, buscando aprimorar a sistematização dos dados e a elaboração dos mapas de ocorrência da doença, o Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária promoveu ajustes no protocolo de monitoramento, encaminhado às Superintendências Federais de Agricultura e às Agências Estaduais de Defesa Agropecuária dos principais estados produtores de milho do país.

Orientações - Entre as orientações, encontra-se a relação das informações que necessariamente devem ser registradas durante os monitoramentos tais como coordenadas geográficas, fase de desenvolvimento da cultura, práticas de manejo utilizadas para controle da cigarrinha e os enfezamentos, níveis de danos, entre outras.

Amostragem - Além disso, assim como no ano anterior, a amostragem será realizada em duas etapas, começando pela coleta do inseto-vetor, caso sejam detectados no momento do monitoramento, e, posteriormente, de folhas de milho, independentemente das plantas apresentarem sintomas.

Participação - “Para ampliar a coleta de informações sobre a ocorrência da doença junto aos produtores de milho, a Secretaria de Defesa Agropecuária espera contar também com a participação do segmento produtivo, por meio de algumas das suas entidades representativas, convidadas formalmente a participar das ações no início do mês”, relata a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro.

Levantamentos - Em 2021 o Mapa, em parceria com agências estaduais de defesa agropecuária e instituições de pesquisa envolvidas no tema, realizou levantamentos fitossanitários que permitiram o mapeamento da ocorrência do enfezamento vermelho e do enfezamento pálido nas principais regiões produtoras de milho dos estados Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do Distrito Federal.

Mapas - Os mapas encontram-se disponíveis para consulta no site do Ministério da Agricultura. (Mapa)

 

ECONOMIA: Crédito rural compartilhará dados como no open banking

economia 23 03 2022A partir do dia 2 de maio, as instituições financeiras que operam o crédito rural poderão compartilhar informações nos moldes do sistema open banking. O Banco Central (BC) aprovou nesta terça-feira (22/03) resolução que permite a troca dos dados das operações de crédito com terceiros.

Autorização - Assim como no open banking, o cliente terá que autorizar o compartilhamento de informações. Entre os dados que podem ser repassados a terceiros estão serviços, taxas disponíveis, horários e canais de atendimento e a troca de dados de cadastros dos clientes e de produtos associados às operações de crédito rural.

Ampliação - Em nota, o BC informou que a medida tem como objetivo ampliar as fontes de recursos para os produtores rurais, que terão mais concorrência para conseguirem crédito com juros mais baixos e melhores condições. O compartilhamento também permitirá, segundo o órgão, aumentar a oferta de serviços financeiros e diminuir a desigualdade de informações no crédito rural.

Melhores condições - “Essa maior transparência poderá contribuir para a oferta de crédito em melhores condições para os produtores rurais, de acordo com o risco efetivo de suas operações, e para inserção do produtor em novos mercados”, destacou o BC no comunicado.

Ferramenta - A troca de informações será feita no Sicor, sistema do BC que registra as operações de crédito rural. Com consentimento prévio dos clientes, as informações poderão ser acessadas pelos seguintes tipos de empresas:

  • bancos e demais instituições financeiras, como cooperativas de crédito;
  • fornecedores de funding (empresas que captam recursos financeiros);
  • mercado de capitais (empresas que atuam no mercado de ações e derivativos);
  • agências de classificação de risco;
  • empresas de auditoria;

(Agência Brasil)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

COPOM: Taxa básica de juros deve aumentar novamente na próxima reunião

copom 23 03 2022O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central disse que o conflito entre Rússia e Ucrânia e o choque de oferta de preços de commodities (produtos primários, com cotação internacional) levam ao aumento da incerteza em torno do cenário econômico mundial, com "potencial de exacerbar as pressões inflacionárias". O comitê indicou, em ata da reunião realizada na semana passada e divulgada nesta terça-feira (22/03), que deve aumentar novamente a taxa básica de juros, a Selic, em um ponto percentual no próximo encontro, no início de maio.

Elevação - Na última quarta-feira (16/03), o Copom decidiu, por unanimidade, elevar em 1 ponto percentual a Selic, que agora está em 11,75% ao ano. Na avaliação do comitê, o conflito entre Rússia e Ucrânia resultou em "novo impulso” nas cadeias de produção globais, com as sanções impostas à Rússia, podendo levar a "pressões inflacionárias mais prolongadas" na produção de bens.

Ata - "A reorganização das cadeias de globais, com a criação de redundâncias na produção, no suprimento de insumos e mudança no tratamento dos estoques de bens (no sentido de se deter maiores estoques), ganhou novo impulso com o conflito na Europa e as sanções aplicadas à Rússia", diz a ata.

Consumidor - O comitê disse ainda que a inflação ao consumidor segue elevada, "com alta disseminada entre vários componentes, e mais persistente que o antecipado". Ressaltou que as diferentes medidas mostram que a inflação deve permanecer "acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta", que é de 3,5%, com variação de 1,5 ponto percentual.

Bens industriais - "A alta nos preços dos bens industriais não arrefeceu e deve persistir no curto prazo, enquanto a inflação de serviços acelerou ainda mais. As leituras recentes vieram acima do esperado, e a surpresa ocorreu tanto nos componentes mais voláteis quanto nos mais associados à inflação subjacente", diz o Copom.

Reação - Na visão do comitê, o cenário “recomenda que a política monetária reaja aos impactos secundários desse tipo de choque”. Com isso, o Copom também passou a trabalhar com cenário alternativo, no qual o barril de petróleo passe a custar US$ 121 no fim de 2023, valor bem acima das projeções de mercado.

Serenidade - "O comitê observou que o atual ambiente de incerteza e volatilidade elevadas demanda serenidade para a avaliação dos impactos de longo prazo do atual choque e, portanto, optou por comparar essa hipótese com os preços de contratos futuros de petróleo, negociados em bolsas internacionais, e com projeções de agências do setor".

Trajetória mais tempestiva - Com base nesse cenário, o Copom informou que optou por trajetória de juros mais tempestiva e que essa preferência expressa cautela em relação às probabilidades atribuídas aos cenários levantados, a mensuração dos efeitos de segunda ordem, bem como seu comprometimento com a convergência da inflação e das expectativas para as metas de inflação no horizonte relevante.

Cenário desafiador - O comitê reconheceu, entretanto, que o cenário é "desafiador para a convergência da inflação às suas metas" e disse que estará pronto para ajustar o tamanho do ciclo de aperto monetário, caso o cenário evolua desfavoravelmente.

Estratégia - "Com base nesses resultados, os membros do Copom debateram a estratégia mais apropriada. Concluiu-se que um novo ajuste de 1 ponto percentual, seguido de ajuste adicional de mesma magnitude, é a estratégia mais adequada para atingir aperto monetário suficiente e garantir a convergência da inflação ao longo do horizonte relevante, assim como a ancoragem das expectativas de prazos mais longos", diz a ata. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

COMBUSTÍVEL: Fórum de Governadores prorroga congelamento do ICMS sobre gasolina

combustivel 23 03 2022O Fórum de Governadores decidiu prorrogar por mais 90 dias o congelamento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) médio que incide sobre gasolina, etanol e gás de cozinha. O anúncio foi feito nesta terça-feira (22/03) pelo coordenador do fórum, o governador do Piauí, Wellington Dias, após reunião com governadores, vice-governadores e secretários, em Brasília. Caso não fosse prorrogado, o congelamento, que está em vigor desde 1º de novembro do ano passado, acabaria no próximo dia 31. A prorrogação começa a valer no dia 1º de abril.

Alíquota única - Na reunião desta terça-feira, os governadores debateram, entre outros temas, a fixação de uma alíquota única para o ICMS de combustíveis, conforme sancionado, na semana passada, pelo presidente Jair Bolsonaro (Lei Complementar 192/22).

Fórmula - De acordo com Dias, o Conselho de Secretários de Fazenda (Comsefaz) deve definir até quinta-feira (24/03) uma fórmula para a cobrança da alíquota única que deve ser aplicada inicialmente em relação ao óleo diesel. O desafio é encontrar uma média de cálculo que não resulte em aumento do tributo em alguns estados, consequentemente, aumentando o preço do combustível.

Mais baixa - Segundo Dias, pelo menos nove estados e o Distrito Federal praticam uma alíquota do ICMS em cima do diesel mais baixa que outros estados. Para evitar o aumento, os secretários estão estudando aplicar um incentivo fiscal para compensar o aumento da alíquota nessas unidades da federação.

Resolução - "Estamos autorizando o conselho dos secretários de Fazenda nesta quinta-feira a realizar uma reunião do Confaz [Conselho Nacional de Política Fazendária] para ali aprovar uma resolução que possa ser o parâmetro para aplicação da lei nas 27 unidades da federação", disse o governador. "Somos favoráveis ao trecho da lei no que diz respeito à criação de um auxílio combustível e ao fundo de estabilidade dos preços dos combustíveis".

Gasolina - O governador disse ainda que, durante o período de prorrogação do congelamento do ICMS, os secretários vão procurar uma fórmula que possa ser aplicada em relação à gasolina.

Sem alternativa - "Neste período, o Conselho dos Secretários de Fazenda deve tratar especificamente da gasolina”, disse. "Ainda não conseguimos encontrar uma alternativa para essa pactuação", acrescentou Dias.

Ação - O governador disse ainda que, na reunião, foi decidido que os estados vão entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar um artigo da lei que prevê que, enquanto não for disciplinada a cobrança da incidência do ICMS, o cálculo deverá levar em conta o preço médio do diesel cobrado do consumidor final nos 60 meses anteriores à sua fixação.

Redução do IPI - Na reunião, os governadores também debateram a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida, anunciada pelo governo federal, em fevereiro, reduziu o imposto em 25% para boa parte dos produtos.

Ameaça - Em relação ao IPI, Dias disse que os governadores enxergam a forma como o governo vem adotando as medidas como uma "ameaça concreta" aos estados e municípios. Na avaliação dos governadores, a medida, além de ferir a autonomia dos estados e o pacto federativo, deve causar forte impacto na arrecadação dos estados.

Unilateral - "Uma medida unilateral como a que foi feita por parte da União é vista, por nós, como a quebra do pacto federativo", acrescentou Dias, destacando que os estados também devem recorrer ao STF contra a medida. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERNO: Governo quer ampliar venda de produtos paranaenses para o mercado norte-americano

comercio externo 23 03 2022O Governo do Paraná quer ampliar as exportações para os Estados Unidos incluindo novos itens na pauta comercial. O assunto foi tratado em reunião nesta terça-feira (22/03) entre o vice-governador Darci Piana, o diretor-presidente da Invest Paraná, José Eduardo Bekin, e o cônsul-geral adjunto dos Estados Unidos em São Paulo, Jonathan Austin.

Ampliação - Segundo maior parceiro de comércio exterior do Paraná, os Estados Unidos vem ampliando suas importações. Em 2021, o valor total dos produtos paranaenses exportados para o mercado norte-americano alcançou US$ 1,501 bilhão, um crescimento superior a 60% em relação a 2019, quando as vendas para aquele país somaram US$ 934,6 milhões.

Produtos - Atualmente, o principal produto negociado é a madeira, que responde por 64,4% das exportações. Em segundo lugar estão produtos alimentícios, com 8,45%. O objetivo é reforçar a fatia dos alimentos na carteira de exportações e também abrir caminho para a venda de produtos industrializados de madeira.

Missão - Um dos itens que já estão em estágio adiantado de negociação é a tilápia. “O Paraná é líder nacional na produção de peixes de cultivo, principalmente de tilápia. Temos uma participação de 22% no mercado brasileiro e condições de atender o mercado norte-americano”, informou Darci Piana. A produção paranaense chegou a 188 mil toneladas em 2021, um aumento de 9,3% em relação a 2020.

Rodadas de negócios - Em junho, uma missão com 25 empresários organizada pela Invest Paraná vai aos Estados Unidos para rodadas de negócios com a rede nacional de supermercados do país. A missão foi precedida de conversas, que já abriram caminho para a exportação da tilápia paranaense. A negociação pode ser fechada durante as reuniões.

Diversificação - Hoje os Estados Unidos importam o peixe conhecido por Saint Peter de poucos países e querem diversificar os fornecedores. Além da tilápia, o Paraná vai negociar a venda de produtos dos segmentos de alimentos, bebidas e ingredientes culinários, além de itens de saúde, beleza e higiene. Outras missões estão em planejamento e uma delas negociará a inclusão na pauta de exportações de produtos industrializados de madeira, como móveis.

Oportunidades - Além da exportação de produtos paranaenses, o vice-governador também destacou oportunidades de investimentos para empresas americanas, como as concessões do modal rodoviário, que devem acontecer no segundo semestre, e do ferroviário, com a Nova Ferroeste, prevista para o final de 2022. “Nesses três anos já ultrapassamos a casa de R$ 100 bilhões em investimentos privados atraídos para o Estado. Existem ótimas oportunidades de investimentos nas áreas de infraestrutura, energia e segurança que podem interessar indústrias americanas”, disse.

Tecnologia e capital - Piana disse que o Paraná busca tecnologia e capital para a produção de energia com biomassa, biodisel e biometano. “Produzimos 34% da energia elétrica do país, o primeiro parque aeólico é daqui, e o governo oferece apoio para a produção de energia fovoltáica nos aviários, o que tem reduzido bastante os custos desses empreendimentos”, contou.

Segurança - Na avaliação do cônsul Jonathan Austin uma área promissora para negócios é a da segurança. Empresas americanas poderão entrar na concorrência para oferecer soluções tecnológicas de videomonitoramento e controle de fronteiras para o programa Olho Vivo. Austin afirmou que o aumento das relações comerciais com o Paraná interessa aos Estados Unidos. “O desempenho do Estado é impressionante e reconhecido”, afirmou.

Área ambiental- Também elogiou as ações na área ambiental, que levaram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE a indicar o Paraná como o Estado mais sustentável do Brasil.

Ucrânia - Outro assunto trazido pelo representante consular dos Estados Unidos foi o conflito militar entre Rússia e Ucrânia. Austin agradeceu o apoio dado pelo governo paranaense à comunidade ucraniana, que é bastante numerosa no Estado. Na última semana, o Paraná recebeu 29 refugiados da guerra e já estrutura serviços de apoio para a chegada de um número bem maior. “Não temos um número certo, podemos receber de 20 a 30 mil refugiados. A Secretaria da Educação, por exemplo, já se prepara para o acolhimento de alunos que vão precisar de aprendizado da língua portuguesa”, informou Piana. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Camila Tonett / Vice-governadoria

 

CÂMBIO: Dólar aproxima-se de R$ 4,90 e fecha no menor valor em nove meses

cambio 23 03 2022Em queda pela quinta vez seguida, o dólar aproxima-se de R$ 4,90 e está no menor valor desde o fim de junho do ano passado. A bolsa de valores também acumulou a quinta alta consecutiva e atingiu o maior nível em quase sete meses.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (22/03) vendido a R$ 4,91, com recuo de R$ 0,029 (-0,59%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade várias vezes ao longo da sessão, mas consolidou a tendência de queda durante a tarde, com o ingresso de recursos estrangeiros, até fechar próxima das mínimas do dia.

Menor valor - A moeda norte-americana está no menor valor desde 24 de junho do ano passado. A divisa acumula queda de 4,66% em março e de 11,85% em 2022.

Ações - O dia também foi marcado pela euforia no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 117.272 pontos, com alta de 0,96%. O indicador foi influenciado tanto por fatores externos como pelo mercado interno, com ações de bancos e de empresas varejistas puxando os ganhos.

Alívio - Nesta terça, o mercado financeiro global teve um dia de alívio após uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmar que o país não pretende derrubar o governo do presidente ucraniano, Volodymir Zelenski. Paralelamente, a alta das commodities (bens primários com cotação internacional) está estimulando a entrada de divisas na América Latina, tradicional exportadora de produtos agrícolas e minerais.

Interno - No plano interno, os investidores repercutiram a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Segundo o documento, a autoridade monetária pode aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) para além de 12,75% ao ano, caso seja necessário, mas indicou que o ciclo de alta dos juros está perto do fim. Os juros altos no Brasil e em diversos países emergentes têm estimulado o ingresso de capitais em mercados de maior risco. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 394 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas

O Brasil registra, desde o início da pandemia, 657.696 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (22/03) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 29.682.615.

24h - Em 24 horas, foram registrados 41.021 casos. No mesmo período, foram confirmadas 394 mortes de vítimas do vírus.

Recuperadas - Ainda segundo o boletim, 28.286.808 pessoas se recuperaram da doença e 738.111 casos estão em acompanhamento.

Estados - São Paulo lidera o número de casos, com 5,1 milhões, seguido por Minas Gerais (3,30 milhões) e Paraná (2,39 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (123,7 mil). Em seguida, aparece Roraima (154,8 mil) e Amapá (160,2 mil).

Mortes - Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (166.746), seguido de Rio de Janeiro (72.534) e Minas Gerais (60.601). O menor número de mortes está no Acre (1.990), Amapá (2.122) e Roraima (2.144).

Vacinação - Até esta terça-feira, foram aplicadas 391,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 171,8 milhões com a primeira dose e 148,9 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,7 milhões de pessoas. Outras 63,3 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 2.333 novos casos e 26 óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 23 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (22/03) mais 2.333 casos confirmados e 26 mortes — não necessariamente representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.389.145 casos confirmados e 42.598 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (1.473), fevereiro (441) e janeiro (377) de 2022; novembro (3), agosto (2), julho (3), junho (16), maio (1) e março (1), de 2021 e dezembro (12), novembro (2), julho (1) e março (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de março (13) e fevereiro (11) de 2022 e setembro (1) e junho (1) de 2021.

Internados - 61 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (32 em UTI e 29 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 425 pacientes internados, 212 em leitos UTI e 213 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 26 pacientes. São 12 mulheres e 14 homens, com idades que variam entre 8 e 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de junho de 2021 a 21 de março de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Londrina (4), Curitiba (4), Terra Boa (2), Pinhais (2), Paranavaí (2), Maringá (2) e Cascavel (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Pato Branco, Paraíso do Norte, Marumbi, Jaboti, Guairaçá, Faxinal, Boa Ventura de São Roque e Apucarana.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.742 casos de residentes de fora do Estado, 232 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

Veja os ajustes (exclusões e correções de municípios) na página da Sesa.

 

SAÚDE III: Com 3 milhões de "faltosos", Sesa reforça necessidade da dose reforço contra a Covid-19

saude III 23 03 2022Com o novo cenário da flexibilização do uso de máscaras em espaços abertos no Paraná, a vacinação contra a Covid-19, organizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e pelas 399 secretarias municipais, ganha um papel ainda mais importante. Quase 80% da população está com a cobertura vacinal completa, com duas doses ou a dose única, mas muitos paranaenses acima de 18 anos não compareceram ainda aos postos de saúde para a aplicação da dose de reforço, que aumenta a quantidade de anticorpos contra o vírus.

Levantamento - Um levantamento realizado pela Sesa na segunda-feira (21/03) mostra que 3.862.627 pessoas tomaram a primeira e segunda doses (esquema primário completo) e por algum motivo não especificado não retornaram para a dose de reforço no prazo recomendado pelo Ministério da Saúde (MS). Os dados são da Interface de Programação de Aplicações (API) de Consumo de Dados contidos na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e são mais fiéis do que o Vacinômetro nacional porque refletem um cruzamento de CPFs, impedindo eventual duplicidade ou atraso na notificação.

Universo - O número de 3.862.627 leva em consideração um universo de 8.207.305 pessoas aptas a tomarem o reforço (D2 e dose única), representando quase 50% dessa população. Existe uma prevalência de ausência nas faixas etária de 20 a 34 anos (15,9% vacinados de 20 a 24, 21,39% de 25 a 29 e 27,54% de 30 a 34). Na outra ponta, 81,97% dos que têm entre 70 e 74 e 81,28% dos que têm entre 65 e 69 anos tomaram o reforço.

Esquema primário - Dos faltosos, 39,75% correspondem àqueles que receberam o esquema primário com doses da AstraZeneca, 34,43% com Pfizer, 22,38% com CoronaVac e 3,44% com Janssen.

Diferenças - Há algumas diferenças para os dados públicos do Ministério da Saúde. Segundo o Vacinômetro, 8.952.981 pessoas receberam a D2 ou DU, sendo que 91,68% (8.207.465) correspondem ao registro de doses aplicadas em maiores de 18 anos e 8,32% (744.632) em menores de idade, enquanto 3.968.486 tomaram a DR, resultando em pouco mais de 4,2 milhões “faltosos”.

Esquemas completos - A diferença acontece porque o levantamento da Sesa contabiliza apenas os esquemas completos (D1+D2 ou DU) realizados no Estado, desconsiderando aquelas pessoas que tomaram apenas uma dose do esquema primário no Paraná.

Principal estratégia - “A vacinação é a principal estratégia de prevenção de saúde pública para conter a pandemia da Covid-19, contribuindo para a diminuição do número de mortes e dos casos mais graves da doença, além de permitir a tomada de decisões por parte do Estado, como o uso de máscaras. Por isso, aqueles que estão em falta com esta dose precisam fazer esse reforço”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Disponibilidade - “Temos vacinas para atender ao público e precisamos vacinar não só com a segunda dose, que garante proteção completa, mas também com a dose de reforço. Toda semana recebemos vacinas, então, precisamos é que as pessoas se conscientizem da importância desse complemento. Caso seja ultrapassado o prazo, é fundamental que o cidadão procure uma unidade básica de saúde assim que possível”, finalizou.

Reforço - A DR é para aqueles que já completaram o esquema primário e têm mais de 18 anos, além de gestantes e imunossuprimidos. O intervalo deve ser de quatro meses entre as doses da CoronaVac/Butantan, AstraZeneca/Fiocruz e Pfizer/BioNTech (sendo aplicado a dose de reforço preferencialmente com o imunizante da Pfizer/BioNTech e de forma alternativa AstraZeneca/Fiocruz). Para quem tomou a dose única da Janssen/Johnson&Johnson, o Ministério da Saúde recomenda um intervalo de dois meses com o mesmo imunizante.

Números detalhados - Dentre os municípios, Altamira do Paraná, Nova Cantu, Corumbataí do Sul, Piên, Janiópolis, Guarapuava, Boa Vista da Aparecida, Mamborê e Jundiaí do Sul registraram o maior número de faltosos para a dose de reforço, todos com mais de 70% de ausência da população. Em Curitiba, a taxa é de 45,26%, com 683.672 pessoas acima de 18 anos em falta com a vacina. Londrina (32,20%), Maringá (40,27%), Cascavel (41,69%) e Ponta Grossa (45,56%) registram números acima dos 30%.

Menor índice - Uniflor, situado na área de abrangência de Maringá, teve o menor índice. Das 2.023 pessoas aptas à imunização, 496 estão em atraso (24,52%). Em seguida estão os municípios de São Pedro do Ivaí (24,58%), Alvorada do Sul (24,86%) e São Pedro do Ivaí (25,13%).

Recomendação - Em fevereiro, o Ministério da Saúde recomendou a aplicação de uma dose de reforço para os adolescentes (12 a 17 anos) imunocomprometidos. A orientação é de que o esquema primário de vacinação desse grupo deve ser feito com três doses – primeira, segunda e dose adicional – com intervalo de oito semanas entre elas.

Intervalo - Após a conclusão desse esquema, é recomendada ainda uma dose de reforço quatro meses após a terceira dose (ou dose adicional). Essa orientação já vale para a população adulta, com mais de 18 anos, com alto grau de imunossupressão. A vacinação para o público adolescente imunocomprometido deve ser feita obrigatoriamente com a vacina da Pfizer. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Danilo Avanci / Sesa

 

SAÚDE IV: Regionais de Saúde receberam mais 263 mil vacinas contra a Covid-19 nesta terça-feira

1saude IV 23 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu nesta terça-feira (22/03), via terrestre, 263.440 imunizantes contra a Covid-19 para as 22 Regionais de Saúde. A remessa contempla vacinas para segunda dose e dose de reforço da Pfizer (adulto e pediátrica), CoronaVac (pediátrica) e AstraZeneca.

Infantil - Para o público infantil, foram destinadas 227.944 doses para D2, sendo 169.254 CoronaVac e 58.690 vacinas da Pfizer.

A partir dos 12 anos - Outras 33.012 Pfizer foram destinadas para a aplicação da segunda dose da população a partir de 12 anos. Já para a dose de reforço das pessoas acima de 18 anos foram enviadas 1.800 doses AstraZeneca e 684 Pfizer.

Público principal - “Nessa remessa desta terça o público principal são as crianças que já tomaram a primeira dose da vacina contra o coronavírus. Os responsáveis devem ver as cadernetas ou o aplicativo da saúde e verificar se já está na data correta para levar seus filhos”, ressaltou o secretário de Estado de Saúde, Beto Preto.

Novas doses - O Ministério da Saúde confirmou o envio de mais 97.000 vacinas pediátricas da Pfizer. Os imunizantes devem chegar nesta quinta-feira (24/03), no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 9h15, no voo LA-4777. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Sesa

 

2saude IV 23 03 2022

 

SAÚDE V: Informe da dengue registra mais 1.678 casos da doença no Paraná

saude V 23 03 2022O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (22/03) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 33.629 casos suspeitos, com 4.489 confirmações. São 1.678 casos a mais que o informe anterior. Os dados são do 30º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Notificações - Até o momento, 345 municípios registraram notificações de dengue. Destes, 210 confirmaram a doença, sendo que 165 municípios registraram autoctonia, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. Há, ainda, 7.272 casos em investigação e o registro de um óbito, registrado na semana passada.

Meses - Historicamente, março, abril e maio são os meses em que são registrados os maiores números de casos de dengue no Paraná.

Atenção - “Precisamos da atenção da sociedade para a observar o seu domicílio, remover o criadouro e cuidar do seu quintal, do seu bairro, da sua cidade”, ressaltou a Coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Pixabay

 


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