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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5285 | 24 de Março de 2022

PRÉ-ASSEMBLEIA: Edição extra da prestação de contas do Sistema Ocepar é nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (24/03), o Sistema Ocepar promove uma edição extra da pré-assembleia de prestação de contas de 2021. Será das 14h às 17h, pela plataforma Microsoft Teams, tendo a Cooperacom, de Curitiba, como cooperativa anfitriã. A ideia é oferecer uma oportunidade para as cooperativas que não puderam participar das reuniões ocorridas na semana passada, durante os Encontros de Núcleos Cooperativos. “Das nossas 216 cooperativas, foram registradas 175 participações nos eventos. Algumas cooperativas, por alguma razão, não puderam estar presentes. Então, nós estamos promovendo uma nova edição, para que todos possam participar. Além de fazer a prestação de contas, vamos discutir bem o nosso planejamento estratégico, avaliar a situação que vivemos atualmente e, assim, nós podemos nos organizar e fazer um cooperativismo cada vez melhor”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Ele gravou um vídeo convidando os dirigentes para a pré-assembleia. Clique aqui para conferir.

Público - O evento é exclusivo para presidentes das cooperativas ou um representante designado pelo presidente, dos Núcleos Cooperativos Centro-Sul, Oeste, Sudoeste, Norte e Noroeste.

Apresentações - A programação será aberta com a participação do Sistema OCB e terá ainda a apresentação da cooperativa anfitriã. Depois, a pauta contempla a apreciação da prestação de contas de 2021 e do plano de ação para 2022 do Sistema Ocepar, além das ações previstas para este ano relativas ao Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

Informações - Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana ( secretaria@sistemaocepar.coop.br/ 41 99278-0739 ou 99151-2148).

 

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COMPLIANCE EXPERIENCE: Terceira temporada inicia nesta quinta-feira, com case da Agrária e palestra sobre Compliance

Tem início, nesta quinta-feira (24/03), a terceira temporada do Compliance Experience, evento cujo objetivo é promover a disseminação das melhores práticas de gestão, por intermédio da aprendizagem organizacional, buscando a eficiência dos programas de Compliance nas cooperativas paranaenses. A iniciativa é do Sistema Ocepar, executada por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Em formato online, a programação será dividida em dois episódios, das 15h30 às 17h30, com apresentação de cases, palestras e painel de debates.

Primeiro episódio - Nesta quinta-feira (24/03), a coordenadora de auditoria interna da Cooperativa Agrária, de Entre Rios (PR), Elisabeth Sader, vai falar sobre o Programa Nossa Conduta. Depois, haverá a apresentação da palestra com o tema “Como transformar uma crise de Compliance em algo positivo para a imagem da organização”, ministrada por Patrícia Punder.

Segundo episódio - No dia 29, será a vez do gerente de Compliance, Riscos e Auditoria da Integrada, de Londrina (PR), Fernandes de Souza Júnior, apresentar o case de Compliance da cooperativa. A palestra sobre sistema de gestão antissuborno ISO 37001 ficará a cargo de Reynaldo Goto.

Inscrições e informações - As inscrições podem ser efetivadas pelos profissionais das cooperativas do Paraná pelo formulário on-line. O evento será transmitido pela plataforma Microsoft Teams e o link de acesso será enviado pelo Sescoop/PR antes de cada episódio. Mais informações com Tiago Fernandes Gomes (tiago.gomes@sistemaocepar.coop.br).

 

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MONITORAMENTO: Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços cresceu 33,5% em faturamento

monitoramento 24 03 2022As 14 cooperativas paranaenses do ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) contabilizaram faturamento de R$ 270,4 milhões em 2021, o que representa um crescimento de 33,5% em relação ao valor obtido no ano anterior. Desse total, 88,2% foi originário de atividades de assessoria. No Estado, o segmento é formado por uma cooperativa de professores de idiomas, duas de cultura e lazer, quatro de assistência técnica, três de consultoria e instrutoria, uma de serviço técnico especializado e duas de trabalhos manuais.

Resultado - Segundo levantamento feito pela coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR, com dados relativos ao fechamento do ano passado, quanto ao resultado, o ramo apresentou um aumento significativo de 97,9% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 10,1 milhões. O número de associados ficou em 7.414, em 2021, quantidade 6,4% superior a de 2020. “Destaca-se que as cooperativas paranaenses do ramo TPBS só não possuem associados nos estados do Amazonas e Amapá, sendo que 29,4% do quadro social está alocado no Paraná”, frisa o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Funcionários - Já o quadro laboral está integralmente sediado no Estado do Paraná e somava, ao final de 2021, 163 funcionários. Em comparação com o ano anterior, houve um crescimento de 117,3%, quando eram apenas 75 empregados.

Clique aqui e confira na íntegra o cenário consolidado do ramo TPBS de 2021

 

VISITA: Cooperativistas do Paraguai realizam imersão no cooperativismo de crédito do Brasil

O Sistema Ocepar recebeu, na manhã desta quarta-feira (23/03), a visita de cooperativistas do ramo crédito do Paraguai. Formado por 37 representantes de 13 cooperativas ligadas à Fecoac (Federação das Cooperativas de Crédito), o grupo foi recebido pelos superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e da Fecoopar, Nelson Costa. Durante esta semana, a delegação está realizando uma viagem de imersão, com interesse em conhecer os atributos que impulsionam o crescimento do cooperativismo financeiro brasileiro, especialmente na implementação de estratégias de inovação e acesso a novos mercados. O roteiro inclui visitas ao Sicoob Unicoob, em Maringá, à Central Sicredi PR/SP/RJ, em Curitiba, e a cooperativas dos sistemas Ailos e Cresol, em Blumenau e Florianópolis (SC).

Intercâmbio - O grupo de dirigentes paraguaios é liderado pela presidente da Fecoac, Myriam Báez Rojas, que explicou sobre os objetivos da visita. “Viemos à Ocepar para conhecer o cooperativismo do Paraná. E saímos daqui com as melhores impressões, um sistema organizado e atuante, com grandes investimentos em agroindústria e sólida participação no varejo”, disse.  “Impressiona a base de dados que a entidade paranaense dispõe, por conta do trabalho que há muito tempo fazem de fortalecimento da autogestão”, avaliou. “Vamos levar informações importantes para discussão junto às cooperativas que integram a Federação. O objetivo da viagem é promover o intercâmbio e abrir portas para a intercooperação. No Paraguai, nos dedicamos muito à educação cooperativa e cremos que somente a integração e a cooperação nos farão crescer com solidez”, concluiu.

A Federação - A Fecoac é uma das federações que compõem a Confederação Paraguaia de Cooperativas (Conpacoop). A federação foi fundada em 1987 e é composta por 77 cooperativas, que congregam mais de 500 mil associados e administram cerca de 5 bilhões de dólares em ativos. A Fecoac é focada na oferta de assistência técnica e treinamento para dirigentes e gerentes de cooperativas de crédito paraguaias.

Informações - O gerente técnico Flavio Turra e o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, apresentaram informações sobre a história, estrutura e os indicadores sociais e econômicos do cooperativismo do Paraná. O Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) organizou o roteiro e prestou suporte aos cooperativistas paraguaios. O coordenador de relações internacionais da entidade, João Marcos Silva Martins, acompanha o grupo durante a viagem ao Paraná e Santa Catarina. A imersão será concluída nesta sexta-feira (25/03), em Florianópolis, com visita à sede da Ocesc – Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina.  

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EVENTO: Presidente do BC participa do IV Fórum de Gestão Pública Faciap, no dia 29 de março

evento 24 03 2022Na próxima terça-feira (29/03), será realizado no Teatro Positivo, em Curitiba, o IV Fórum de Gestão Pública da Faciap, que terá como tema central o "Cenário Econômico e a Agenda BC#". A abertura acontece às 14 horas, com a participação do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto.

Painel - Os diretores de Fiscalização do BC, Paulo Sérgio Neves de Souza; de Regulação, Otávio Damaso e de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, Maurício Moura, são os convidados especiais para participarem como debatedores no painel “A Importância do Sistema Financeiro na Economia Real”.

Apoio - O evento é uma realização da Faciap, com o apoio do G7 e patrocínio do Sicredi, Cresol, Sicoob e Sebrae.

Programação e inscrições - Confira no link a programação completa e inscreva-se já: https://www.sympla.com.br/evento/iv-forum-de-gestao-publica-faciap/1507796. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. O evento presencial seguirá todas as determinações das autoridades de saúde e os protocolos vigentes à sua data de realização. O Teatro Positivo está localizado na rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, bairro Campo Comprido, em Curitiba.

Imprensa - A Faciap informa ainda que, por determinação do BC, o presidente Roberto Campos Neves e os diretores do banco não atenderão a imprensa em Curitiba. A palestra e o painel serão abertos aos jornalistas, que deverão se inscrever por meio do link e selecionar a opção "imprensa". (Com informações da Assessoria de Comunicação da Faciap)

 

PNF: Sistema OCB e Anda debatem Plano Nacional de Fertilizantes

pnf 24 03 2022A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) se reuniu na terça-feira (22/03) com representantes das cooperativas agropecuárias, federações, unidades estaduais do sistema e a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) para definir o encaminhamento de demandas apresentadas pelo cooperativismo, bem como discutir e entender as dificuldades do atual cenário de fertilizantes. O objetivo do encontro foi subsidiar e apoiar a atuação institucional e cooperativista junto ao governo federal e o setor em relação ao tema.

Visão estratégica - Presente na reunião, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que é “necessário manter uma visão estratégica e conjunta para podermos alcançar uma sustentabilidade nacional e global. Uma das ações já propostas pelo Ministério da Agricultura, em conjunto com a Embrapa, é a otimização do uso de fertilizantes sem prejuízos ao produto final. Acreditamos que essa é uma das alternativas que poderá ser implementada em curto prazo, mas há outras de médio e longo prazo que também precisam ser consideradas”.

Crise - A fala do diretor executivo da Anda, Ricardo Tortorella, foi inicialmente voltada para um preâmbulo sobre a visão da cadeia de fertilizantes em relação ao atual cenário. Nesse sentido, ele destacou que a crise dos fertilizantes vem de um momento anterior ao da guerra entre Rússia e Ucrânia, devido as sanções vigentes na Belarus, uma das principais fornecedoras de cloreto de potássio, agravadas pelo fechamento dos portos Lituanos. Destacou ainda que hoje o principal problema é em relação a oferta desses insumos potássicos, frente a impossibilidade de escoamento e pagamento do produto.

Incentivo - O diretor também afirmou que o desejo da Anda é incentivar cada vez mais a produção de fertilizantes e que entidade vai continuar desenvolvendo ações nesse sentido. “Os produtores brasileiros são os players mais importantes para a segurança alimentar do mundo e reduzir nossa dependência externa desses insumos é fundamental”, ponderou.

Plano Safra - As cooperativas voltaram a defender a necessidade de um Plano Safra mais robusto para atender as necessidades dos produtores diante do “cenário turbulento” atual. Ao final, o presidente Márcio Freitas agradeceu a participação dos presentes e reforçou a luta pela inclusão do Ato Cooperativo na Reforma Tributária (PEC 110/19), que também trará mais tranquilidade aos cooperados e cooperativas. (Sistema OCB)

 

FORMAÇÃO: Presidente do Sistema OCB faz abertura do MBA em Gestão de Cooperativas de Transporte

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez na terça-feira (22/03), a abertura da aula magna do primeiro MBA em Gestão Estratégica de Cooperativas de Transporte, fruto de parceria entre o Sescoop, a Federação Nacional das Cooperativas de Transportadores de Carga (Fetranscoop) e a Faculdade Unimed. O curso é ministrado pela PUC-MG, no formato à distância com aulas ao vivo.

Oportuno - “Temos muito orgulho dessa parceria e dessa iniciativa que toma corpo em um momento mais que oportuno. Nosso Ramo Transporte precisa desse movimento para melhorar sua estrutura e gestão estratégica. Nada melhor do que investir, portanto, em aprendizados que contemplem planejamento, pensamento estratégico e aprimoramento da governança. Nosso papel na OCB é melhorar a vida da nossa gente, dos nosso cooperados e, com certeza, esse curso vai efetivamente contribuir para isso”, afirmou Márcio Freitas.

Intercooperação - O presidente lembrou ainda que o Ramo Transporte é fundamental para trabalhos envolvendo intercooperação e que o aprimoramento de suas atividades acarretará em uma evolução de todo o sistema cooperativista. “Vocês são o elo de ligação entre cooperativas e entre cooperativas e o mercado. A sociedade hoje quer ver o modelo de economia compartilhada cada vez mais presente e isso já faz parte do DNA do nosso movimento”, destacou.

PDGC - O Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas, mais conhecido como PDGC, também foi citado por Márcio Freitas. “Vocês terão a oportunidade de saber mais sobre esse programa fantástico que nos ajuda a mapear e apresentar um diagnóstico objetivo sobre a evolução das práticas de gestão e governança. Ele facilita e muito a elaboração de planos de ações que ajudam na melhoria contínua dos processos gerenciais”.

Experiência fantástica - Evaldo Moreira de Matos, presidente da Fetranscoop, também elogiou o PDGC. “Esse programa oferece uma experiência fantástica. É um presente para o cooperativismo brasileiro e será uma oportunidade única para os alunos do nosso MBA poderem explorar ainda mais suas potencialidades”, afirmou.

Aproximação - Segundo ele, 80% do transporte de carga no país é feito por meio de rodovias e é necessário aproximar cada vez mais os profissionais que atuam na área. “Hoje são cerca de 1,5 mil caminhoneiros soltos e que podem vir a fazer parte das nossas cooperativas. Trata-se de um mercado pujante que precisa de profissionalização e de uma formalização mais efetiva. Esse curso é uma iniciativa fundamental neste sentido”, completou.

Presenças - Também participaram da abertura Ronaldo Sucato, presidente do Sistema OCEMG/Sescoop-MG; Vinicius de Oliveira Mesquita, presidente do Sistema OCB/Sescoop-RJ; Miguel Alonso, pró-reitor da PUC Minas; Fábio Gastal Leite, diretor Acadêmico da Faculdade Unimed e Ronise de Magalhães Figueiredo, coordenadora Acadêmica do MBA.

Aula magna - Após a abertura, Fabíola Nader Motta, gerente geral do Sistema OCB, ministrou a aula magna do MBA.

Sobre o curso - O curso é voltado para dirigentes, gestores e cooperados do ramo Transporte, entre outros, que atuem ou pretendam atual a área de transporte, logística e distribuição de mercadorias. A primeira turma conta com 40 alunos que representam 11 estados. As aulas serão ministradas sempre às quartas-feiras, das 19h às 22h. (Sistema OCB)

COOPAVEL: Qualidade da água é assunto de primeiro curso no aviário-escola

coopavel 24 03 2022Inaugurado durante o 34º Show Rural Coopavel, realizado em fevereiro em Cascavel (PR), o Centro Tecnológico de Avicultura já começa a cumprir sua missão como aviário-escola. Menos de um mês depois do encerramento do evento, o espaço recebeu o seu primeiro treinamento oficial, na área da qualidade da água nos aviários.

Participantes - Vinte e uma pessoas, entre profissionais da área de fomento e extensionistas, participaram e puderam aprimorar seus conhecimentos em um tema considerado indispensável ao bom resultado dos lotes. O treinamento foi conduzido pela assessora técnica Daiana Taras, da empresa Kobra, de Londrina, especializada na fabricação de equipamentos para atender a essa necessidade dos avicultores.

Suficiente e de qualidade - Um dos trabalhos mais fortes que acontecem junto aos criadores busca combater a máxima de que a água é um nutriente esquecido. “Além de fundamental para as aves e aos bons resultados da atividade, elas precisam de água suficiente e de qualidade”, informou Daiana. A assessora técnica falou sobre pH ideal, cloração, sólidos totais e também quanto aos passos para a correta limpeza do sistema de resfriamento do aviário.

Impactos - Daiana deu destaque também ao impacto das águas mole e dura na placa evaporativa da granja. Os participantes ouviram informações detalhadas ainda sobre o sistema de quarteto, bastante empregado em aviários. Trata-se de um conjunto desenvolvido para cloração, acidificação, filtragem e anti-incrustração e que tem por finalidade assegurar água de qualidade para as aves confinadas.

Otimização - O gerente de Fomento Avícola da Coopavel, Eduardo Leffer, diz que o Centro Tecnológico de Avicultura trará um novo impulso ao segmento. “Ali, além de conhecer as principais novidades em inovações e tecnologias durante o Show Rural, técnicos, produtores e extensionistas terão acesso o ano todo a informações completas sobre as novidades do setor. Ao mesmo tempo que recebem o conteúdo prático eles têm a chance de ver, na prática, a aplicação do que é explicado. Há, com isso, a otimização e a potencialização de aprendizados e de resultados na avicultura de grande escala”, afirma Eduardo.

Parceria - O Centro Tecnológico de Avicultura, implantado em área nobre do parque que desde 1989 recebe o Show Rural Coopavel, foi estruturado em parceria da cooperativa com a Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos. “Nosso agradecimento à Anfeas, que entendeu o alcance do projeto proposto. Com essa estrutura, cria-se uma escola com o que há de melhor em recursos e equipamentos para o contínuo crescimento de um setor que faz do Oeste e do Paraná modelos em produção de proteção para o Brasil e para o mundo”, diz o presidente Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

 

LAR: Plantio de árvores e proteção de nascentes marcam o Dia Mundial da Água

A Lar Cooperativa promoveu evento em comemoração ao Dia Mundial da Água, na tarde de segunda-feira (22/03), em Linha Navegantes, Santa Helena (PR). O encontro foi prestigiado pelo diretor 1º vice-presidente da Lar, Lauro Soethe, vice-prefeito de Santa Helena, Dinho Maraskim, e demais lideranças do município e da cooperativa. A sensibilização sobre a importância de preservar a água foi direcionada aos alunos da Escola Municipal Pedro Alvares Cabral, do Distrito de São Roque.

Propriedade - Na propriedade do associado da Lar e avicultor, Cleber Hippler, o grupo se reuniu para comemorar o Dia da Água em uma nascente revitalizada, sendo uma das mais de 150 já recuperadas pelo programa da Lar Cooperativa. “Ao longo dos anos, a cooperativa criou esse Programa Prioridade Ambiental. São várias faces que direcionam os trabalhos e uma delas é a água. Assim, montamos uma estrutura de apoio principalmente para os nossos associados, para que identifiquem nascentes em suas propriedades que foram assoreadas, pisoteadas pelo gado e foram sumindo. Com esse programa, o agricultor vai se conscientizando e também reconhecendo a necessidade da água para as suas atividades”, relatou Lauro Soethe, ao mencionar que, após revitalizada uma nascente pode melhorar, em dois anos, de 30 a 300% sua disponibilidade hídrica. O programa da Lar segue expandindo, em 2022 serão mais 55 nascentes revitalizadas.

Plantio - Os participantes também plantaram mudas nativas no entorno da nascente recuperada. Foram escolhidas as espécies que melhor se adaptam nesse tipo de ambiente, garantido que elas consigam se desenvolver e colaborar no reflorestamento da região, entre elas, pata de vaca, açoita cavalo, canela, guajuvira, ipê, cereja, araçá e araçá vermelho. (Imprensa Lar)

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COCAMAR: UBS conquista, pelo 2º ano, a certificação Seedcare

A Cocamar, por meio de sua Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), localizada em São Sebastião da Amoreira (PR), conquistou na última semana, pelo segundo ano seguido, a certificação Seedcare, conferida pela Syngenta, em razão “da qualidade na excelência de Tratamento de Semente Industrial (TSI).

Em Atibaia - O gerente da UBS, Diogo Amaral, e o gerente Comercial de Insumos, Paulo André Câmara, representaram a Cocamar no evento Líderes Seedcare realizado dia 16/3 em Atibaia (SP) por aquela companhia, com a participação de sementeiros de todo o país.

Qualidade - Para a obtenção do certificado, que tem validade de um ano, a Cocamar atendeu a uma série de exigências, o que comprova a alta qualidade de suas sementes tratadas industrialmente, bem como a responsabilidade e segurança em seus processos.

Etapas - A certificação assegura excelência em todas as etapas do processo de Tratamento de Sementes Industrial (TSI): respeito ao meio ambiente, destinação correta de resíduos etc; segurança dos trabalhadores, treinamentos e capacitação da equipe da UBS, utilização de equipamentos de proteção individual (EPI’s); atendimento a toda a legislação referente à atividade de tratamento de semente industrial; cuidados com a revisão e manutenção das máquinas de TSI; qualidade das sementes enviadas para a TSI; e, principalmente, assertividade de cem por cento dos lotes analisados, da dosagem aplicada nas sementes, garantindo aos cooperados o controle adequado de pragas e doenças na fase de implantação das lavouras.

Segurança - “É mais uma segurança para o produtor, pois o selo confirma a qualidade do tratamento da semente que ele está recebendo”, observa Diogo.

Assertividade - Para o gerente executivo Comercial de Insumos, Geraldo Amarildo Ganaza, a conquista é significativa pois, segundo números divulgados pela própria Syngenta, apenas 25% das UBS que são clientes da companhia em todo o território nacional, possuem essa certificação de excelência. “Revela, antes de tudo, que estamos sendo muito assertivos em nosso trabalho, que é oferecer a melhor semente ao cooperado, para que ele maximize seus resultados”, comenta Ganaza. (Imprensa Cocamar)

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COCARI: Expo Cocari Cerrado leva inovação e relacionamento a produtores de Goiás e Minas Gerais

Nos dias 18 e 19 de março, a Cooperativa Cocari promoveu a Expo Cocari Cerrado 2022, no Instituto Federal Goiano, em Cristalina (GO). O evento recebeu cooperados, parceiros, produtores da região e estudantes da instituição, difundindo as novidades em cultivares de soja e milho, insumos, ferramentas de inovação agrícola, produtos e serviços da cooperativa e de empresas parceiras.

Relacionamento - A feira estreitou o relacionamento com os produtores e reforçou a credibilidade do trabalho da Cocari e fornecedores. No evento, os visitantes puderam acompanhar também a palestra do consultor em gerenciamento de riscos da StoneX, Lucas Carlos, sobre a dinâmica de mercado de soja, milho e câmbio, dinâmica e tendências para o mercado.

Novidades - O presidente da Cocari, Marcos Antonio Trintinalha, falou positivamente sobre o evento. “Foi muito importante ter voltado à modalidade presencial, mostrando ao produtor as novidades disponíveis no mercado, principalmente em termos de cultivares de soja e milho, que atualmente são inúmeras e têm apresentado alta produtividade. Verificamos mais uma vez que este é um evento que traz muito retorno, pois é especialmente organizado para que o produtor possa se inteirar sobre as novidades do mercado, acessar soluções em inovação agrícola, conhecer máquinas de última geração, esclarecer dúvidas e, assim, tomar as decisões sobre o que levar para a sua propriedade. Nossa proposta é nos aprimorarmos ainda mais e, a cada ano, promover um evento que dê condições para que os produtores tenham acesso às melhores informações e ferramentas, obtendo, assim, mais resultado”, comentou.

Demonstrações técnicas - Trintinalha comentou também sobre as demonstrações técnicas e troca de informações ocorridas na Expo. “Foram disponibilizadas muitas informações e os produtores mostraram-se bastante interessados, principalmente neste momento de desafios no fornecimento de agroquímicos e fertilizantes. Trouxemos esclarecimentos em relação a essas questões e orientamos os produtores para que avaliem junto com o consultor técnico e gerente da unidade qual é o melhor momento para fechar negócios para as próximas safras”, disse.

Aproximação - Segundo o presidente da cooperativa, o evento permitiu uma aproximação entre produtores e a Cocari. “O produtor gosta de conferir in loco as novidades e melhores opções para utilizar em suas atividades, isso o aproxima dos consultores e gerentes de unidade, assim como da diretoria e dos superintendentes da área que estiveram presentes. Essa aproximação gera negócios que serão positivos tanto para os cooperados quanto para a cooperativa”, considera.

Objetivo - O superintendente da Cocari no Cerrado, Fábio de Souza Xavier, enfatizou que o objetivo da Expo Cocari Cerrado, além da difusão de tecnologia, é justamente promover o relacionamento com os cooperados e clientes, trazendo soluções inovadoras e negócios rentáveis para os produtores e cooperativa. “Agradecemos a todos os produtores, aos mais de vinte parceiros e colaboradores que, juntos, organizaram este evento de grande porte para que fosse realizado em apenas dois dias. Já estamos na expectativa para o evento de 2023. O Instituto Federal Goiano é nosso parceiro e, por meio do ensino e pesquisa que a instituição promove, nos ajudará na difusão de tecnologia e no desenvolvimento da Cocari e negócios de nossos cooperados”, disse.

Resultados - Xavier ressalta que os resultados obtidos no evento foram muito bons. “O evento foi um sucesso, estamos muito satisfeitos com o número de produtores, cooperados e clientes que visitaram o evento, bem como pela atuação com nossos parceiros, que conosco puderam organizar este evento e potencializar a difusão de tecnologia na região do cerrado goiano e mineiro. Realmente, foi um evento muito bom, que contou o fechamento significativo de negócios”, destacou.

Pesquisa e inovação - O diretor administrativo do Instituto Federal Goiano, Fernando Augusto dos Santos, falou sobre a parceria com a cooperativa. “Estamos aqui para investir em pesquisa e inovação, um diferencial para a agricultura, de forma a atender as famílias que atuam no segmento do Agro. Aos produtores de toda região, faço o convite para que conheçam a Cocari, pois é uma cooperativa que realmente trabalha pelos interesses dos cooperados”, frisou.

Impacto positivo - A produtora rural Ana Maria T. Molena é cooperada da Cocari em Cristalina há 33 anos e falou sobre como a cooperativa impactou positivamente a região. “Vejo que desde que a Cocari chegou a Cristalina, houve uma transformação na comunidade, porque a cooperativa trouxe inovações e os consultores técnicos, que nos dão assistência e trabalham junto com os produtores. A Cocari é uma das peças fundamentais no agronegócio em Cristalina. Acredito que até mesmo as pessoas que não são cooperadas, mas são clientes da cooperativa, compartilham dessa percepção”, disse.

Agradecimento - Diante do sucesso na realização da Expo Cocari Cerrado, a cooperativa agradece a todos os presentes e já trabalha no planejamento da próxima edição, em 2023. (Imprensa Cocari)

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SICOOB: Carteira de crédito cresce 35,5% e chega a R$ 120 bilhões em 2021

sicoob 24 03 2022Em 2021, a carteira de crédito do Sicoob atingiu R 120,2 bilhões, um crescimento de R$ 31,5 bilhões com relação ao ano anterior. O aumento foi de 35,5%. Em suas operações de crédito líquidas, a instituição financeira cooperativa atingiu R$ 114,8 bilhões, alta de 36,8% frente 2020.

Ranking - Entre os bancos comerciais e cooperativas financeiras, o Sicoob é o sétimo colocado no ranking de operações de crédito. O Sistema Financeiro Cooperativo (SFC) detém 6,3% de market share em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Contabilizando apenas o SFC, o Sicoob representa, sozinho, 44% dessas operações. Se comparado com cinco anos atrás, quando a instituição tinha uma carteira de R 54,9 bilhões, houve aumento de 118,9% na carteira de crédito do Sicoob.

Alta - Com 16 centrais e 352 singulares, a instituição chegou a 6 milhões de cooperados em fevereiro de 2022, uma alta de quase 16% com relação a 2020. Somente no público PJ, o crescimento foi de 18%, saindo do 1 milhão para 1,2 milhão.

Rede de atendimento - Sua rede de atendimento -- que chegou à segunda colocação no ranking do Banco Central, deixando para trás tradicionais instituições bancárias -- agora tem 3.789 pontos de atendimento, um crescimento de 8% em um ano. O Sicoob está presente em 2.051 municípios, com agências em 27 unidades da Federação e em 330 cidades brasileiras é a única instituição financeira com presença física.

Depósitos à vista - Os depósitos à vista estão em R$ 35,9 bilhões, alta de 10,2% com relação ao ano de 2020. Já na poupança, houve crescimento de 17,0%, saltando dos R$ 9,9 bilhões para R$ 11,6 bilhões. Os depósitos a prazo subiram 21,4%, chegando a R$ 79,0 bilhões.

Depósitos totais - Com relação aos depósitos totais, houve aumento de 17,6%, chegando-se ao número de R$ 126,5 bilhões. O Sicoob acredita que a população tem se conscientizado cada dia mais sobre sua relação com o dinheiro e que, por ofertarem serviços diferenciados na esfera financeira, as cooperativas se sobressaem principalmente em momentos de dificuldades.

Captações - As captações com LCA saltaram de R$ 6,5 bilhões em 2020 para R 12,1 bilhões em 2021, um aumento de 85,4%. Em 5 anos o aumento foi de R$ 8,2 bilhões, o que representa percentualmente um acréscimo de 213,5%.

Patrimônio líquido - Também na comparação anual, em 2021 o patrimônio líquido do Sicoob teve um crescimento de 16,2%, chegando a R$ 30,2 bilhões. Os resultados e sobras (antes de Juros sobre Capital Próprio) subiram de R$ 3,6 bilhões para R 5,5 bilhões, e os ativos totais cresceram 20,8%, alcançando a marca de R 190,4 bilhões.

Justiça financeira e prosperidade - O presidente do Sicoob, Marco Aurélio Almada, explica que a instituição reforçou seus propósitos e sua missão de conectar pessoas para promover justiça financeira e prosperidade nos últimos anos. “Principalmente na pandemia, mostramos que somos uma referência no cooperativismo e no Sistema Financeiro Nacional como um todo”, diz.

Produtos e serviços - De livre-admissão, ou seja, aberto a qualquer pessoa física ou jurídica que queira ser um cooperado, a instituição oferece conta corrente, cartões de débito e crédito, crédito pessoal, imobiliário, rural e empresarial, previdência, consórcios, financiamentos, investimentos, seguros, adquirência (por meio das maquininhas Sipag), marketplace e programa fidelidade (com o Coopera), entre outros.

Atendimento digital - Além disso, o Sicoob conta com um robusto sistema de atendimento digital, no qual os cooperados podem realizar suas transações financeiras de onde estiverem, pelo App Sicoob, ou pelo internet banking.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 6 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em 330 municípios. É formado por 352 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.789 pontos de atendimento em mais de 2 mil cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

EMBRAPA: Resultado da safra de soja e eficiência no uso de fertilizantes são destaques em Dia de Campo On-line

pesquisa 24 03 2022A Embrapa Soja promove o Dia de Campo On-line, neste dia 25 de março, a partir das 8h30, pelo canal da Embrapa Soja no Youtube, lançando cultivares de soja com a tecnologia XTEND, apresentando o desempenho das cultivares Intacta, RR e convencional, na safra 2021/22, e abordando o uso racional de fertilizantes na cultura da soja. Faça sua inscrição aqui para receber o link da transmissão.

Demonstração - Na estação técnica sobre a eficiência no uso de fertilizantes, o pesquisador César de Castro, da Embrapa Soja, irá demonstrar como os produtores podem usar os nutrientes que faltam no solo, de forma racional, colocando apenas o que a planta necessita. O debate sobre o tema vem ganhando relevância, diante da crise provocada pelo conflito entre Rússia e Ucrânia, associada à dependência brasileira pela importação de fertilizantes.

Importado - Atualmente 97% do potássio usado no Brasil, por exemplo, é importado. “Essa dependência externa impacta, a princípio, diretamente na produção de soja, uma vez que para cada tonelada de soja produzida são exportados ao redor de 18 kg de potássio”, explica Castro.

Quantidade maior - Segundo ele, de modo geral, os produtores colocam uma quantidade maior de nutrientes no solo, do que é exigido para atender às necessidades das culturas. Em outros casos, há carência no solo, e estratégias de adubação precisam ser empregadas. No entanto, no momento de falta do produto, a estratégia deve ser a de aumento da eficiência.

Teor de nutrientes - “Para seguir nessa linha, o produtor precisa conhecer o solo, o histórico de aplicações de fertilizantes, ou seja, ter análises de solo que digam que os teores de nutrientes estão nos níveis críticos ou acima deles”, conta. “Os produtores que tiverem acima do nível crítico podem colocar somente aquilo que a planta retira, por exemplo”, avalia.

Fósforo - Castro lembra que no Brasil, tradicionalmente, os solos são pobres em fósforo e, por isso, o nutriente é aplicado em quantidades excedentes, em função dessa característica. “Quem tem mapeadas as características do próprio solo, pode, neste momento, reduzir um pouco a dose de fósforo e potássio ou até deixar de fazer a adubação, que é o investimento mais pesado no custo variável de produção”, defende.

Sistema de produção - Além disso, Castro explica ainda ser preciso avaliar o sistema de produção em que a soja está inserida, considerando o que as outras culturas também exportam de nutrientes. “Quando se faz a rotação ou sucessão de culturas, não se planeja a adubação pensando apenas na soja, mas sim considerando as culturas que compõem o sistema de produção”, diz. “Enquanto a soja consome grande quantidade de fertilizantes, o trigo e o milho consomem pouco potássio”, explica.

Adubação - “A adubação do sistema visa a um balanço equilibrado entre as culturas que compõem o sistema de produção”, conta. Durante o evento, Castro irá apresentar resultados de pesquisa, observações a campo e, principalmente, como se usa a análise de solo para reduzir ou até eliminar a adubação, em um momento de crise.

Desempenho das cultivares BRS na safra 21/22 - Com relação à safra 2021/22, Ralf Dengler, gerente executivo da Fundação Meridional, lembra que foi um ano atípico na parte sul do Brasil - notadamente no Rio Grande do Sul, no oeste do Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul - onde houve um longo período de estiagem, associado a altas temperaturas, exatamente na fase de formação de vagens e de enchimento de grãos. Dengler explica que nestas regiões, as médias de produção foram muito baixas, ficando na faixa de 15 a 25 sacas por hectare, associadas ainda à baixa qualidade destes grãos, o que causou prejuízos econômicos.

Desempenho - “Assim, quando falamos do desempenho das cultivares de soja BRS, o que nos foi relatado, por uma grande parte de agricultores e técnicos, é o destaque para tolerância ao déficit hídrico”, ressalta Dengler. “Nas regiões não afetadas por seca, o destaque vai para o potencial produtivo, que confirmou o conceito TOP 5000 de rendimento em muitas áreas, inclusive de grande extensão”, afirma.

Média - Segundo Dengler, em Montividiu (GO), a cultivar BRS 1003IPRO atingiu a média de 88 scs/ha em área de 700 ha, usados para produção de sementes. “Um diferencial dessa cultivar é a Tecnologia Block de tolerância aos percevejos, que garantiu a realização de apenas uma aplicação de inseticida no final do ciclo. Para se ter uma ideia, em áreas vizinhas, foram feitas de 5 a 7 aplicações”, relata. Outros destaques foram a BRS 1061IPRO, que chegou a produzir 83 scs/ha em 47ha, e a BRS 1003IPRO alcançando 75,5 scs/ha em 53 ha, ambas em Quirinópolis (GO).

Outros resultados - Por outro lado, em Cambé (PR), houve relato de produção de 77 scs/ha, em 24 ha, com a mesma cultivar. Já em Araraquara (SP), a BRS 1061IPRO atingiu a excelente marca de 82,4 scs/ha, em área de 49,7 ha, com sistema Meiosi - Método Interrotacional Ocorrendo Simultaneamente - na cana-de-açúcar. “Para a cultivar BRS 1054IPRO ainda não temos números, pois a colheita iniciou agora na região centro-sul, mas pelo que pudemos verificar a campo, as lavouras prometem bons resultados”, conta Dengler.

Lançamentos - Os lançamentos da parceria Embrapa Meridional desta safra - BRS 559RR e BRS 546 - também estão próximos da colheita nos campos de sementes, apresentando excelente visual de potencial produtivo, explica Dengler. “A título de exemplo, em Apucarana (PR), a BRS 546 foi colhida em área demonstrativa de 3,2 ha, atingindo 64 sc/há, sob condições adversas de estiagem e calor”, conta.

BRS 539 - “Ainda poderíamos destacar a cultivar convencional BRS 539, que tem em sua genética tolerância ampliada aos percevejos (Tecnologias Block) à ferrugem da soja (tecnologia Shield) e está em ótimas áreas de produção de sementes na região mais alta e fria do Paraná e em Patos de Minas (MG)”, diz.

Cerrado brasileiro - Para as macrorregiões 3 e 4, no Cerrado brasileiro, destaca-se o desempenho da BRS 531, que agrega a tecnologia Shield e resistência ao nematoide cisto, além do ciclo aproximado de 110 dias na região. Também merece atenção, afirma Dengler, a BRS 1074IPRO, indicada para solos mais arenosos e que adotam sistemas de produção com reforma de cana e de pasto.

Sucesso - Dengler diz que a cultivar tem conseguido sucesso entre os produtores desde o norte do Paraná, sul a norte de Mato Grosso do Sul, Goiás e sul de Mato Grosso e Minas Gerais. “Gostaria de mencionar ainda que, no caso da soja convencional, os destaques são as BRS 573 e BRS 531, que vêm sendo semeadas em Goiás e Minas Gerais, tradicionais na produção de soja convencional”, ressalta.

Parceria - Em 22 anos, a parceria entre a Embrapa Soja e a Fundação Meridional desenvolveu um portfólio de cultivares nas diferentes plataformas do melhoramento genético de soja. A Fundação Meridional iniciou as atividades no Paraná, São Paulo e Santa Catarina, porém, gradativamente ampliou a abrangência geográfica no mercado de sementes para as macrorregiões 3 e 4 (Norte do Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e sul do Mato Grosso). “A grande característica das cultivares geradas é a estabilidade produtiva, aliada à precocidade e sanidade”, defende Ralf Dengler gerente executivo da Fundação Meridional. “São diferenciais da genética da Embrapa, com seus quase 50 anos de pesquisa para adaptar a soja nos sistemas de agricultura tropical”, destaca. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

Programação do Dia de Campo On-line

1) Lançamento das cultivares XTEND da Embrapa na safra 21/22 - BRS 2553XTD e BRS 2558XTD

2) Desempenho das cultivares de soja na safra 21/22

3) Aumento da eficiência do uso de fertilizantes: entendendo os mecanismos de Balanço e Exportação de Nutrientes na soja

Data: 25 de março

Horário: a partir das 8h30

Local: canal da Embrapa Soja no Youtube

Faça sua inscrição na página para receber o link da transmissão: www.embrapa.br/soja/dconline

 

SEAB/IDR-PR: Sistema de Agricultura do Estado orienta produtores sobre uso de fertilizantes no solo

seab idr 24 03 2022A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) emitiram, nesta quarta-feira (23/03), notas técnicas sobre a importância do fertilizante, particularmente o importado da Rússia, para a agricultura nacional e paranaense. As análises econômica e técnica tecem um panorama atual e projetam alternativas e estratégias de uso, tendo em vista o conflito estabelecido no Leste Europeu e a dependência brasileira em mais de 80% da importação do insumo.

Importação - A nota preparada por economistas e residentes técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Seab, aponta que a importação de fertilizantes pelo Brasil atingiu o volume máximo em 2021, com crescimento de 45,4% em comparação a 2017. No entanto, houve diversificação na cadeia de países exportadores. No caso do Paraná, por exemplo, a participação russa apresenta tendência de queda.

Oscilação - Em 2019, 40% das compras era da Rússia, em 2020 caiu para 27%, e em 2021 houve mais uma redução de 20%, ficando na média de participação em 23% ao longo dos anos. O menor percentual se deve à concorrência estabelecida com outros exportadores, como Canadá e China que, em 2021, tiveram participação de 17% cada um, e Belarus, que contribuiu com 15% do fertilizante paranaense.

Investimento - O Estado investiu US$ 908,4 milhões no ano passado com esse insumo. Até fevereiro de 2022, a Rússia enviou ao Paraná 105,14 milhões de toneladas em fertilizantes, com predominância do cloreto de potássio.

Principais - Os principais fertilizantes minerais são aqueles à base de nitrogênio, fósforo e potássio. No Brasil, as maiores indústrias produzem os dois primeiros, mas em quantidade insuficiente. “O investimento, por meio de projeto de pesquisa e desenvolvimento, na indústria de transformação de matéria-prima mineral em fertilizantes faz-se necessário para fortalecer a produção nacional”, propõe a Seab. “Além disso, é fundamental o aprofundamento em relação ao estudo das questões ambientais ligadas à exploração mineral com a finalidade de produzir fertilizantes.”

Preços - Por outro lado, a análise mostra que os preços dos fertilizantes seguem tendência de crescimento acelerada por conta do cenário conflituoso entre Ucrânia e Rússia e o apoio de Belarus aos russos, afetando o fornecimento de dois dos maiores exportadores de fertilizantes para o Estado.

Preocupante - Situação preocupante, visto que o aumento médio em 2021 já foi de 125% em relação ao ano anterior, o que colocou esse insumo na dianteira quando se analisa os custos de produção agropecuária paranaense, na qual variou de 16% para a segunda safra de soja até 31% na primeira safra de milho.

Aumento - “Dado o contexto de cancelamento das importações dos fertilizantes russos, nos próximos meses espera-se um aumento no nível de preços, que vai recair fortemente sobre a receita do produtor paranaense”, estima a Nota Técnica da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

IDR-Paraná - Os técnicos do IDR-Paraná que assinam a outra Nota Técnica destacam a diversidade da agropecuária paranaense e a importância do Estado como produtor de grãos e proteínas animais. Acentuam, ainda, que o setor do agronegócio é um dos principais componentes da matriz econômica estadual. No entanto, ponderam que a maioria dos solos apresenta elevada acidez e baixos teores de nutrientes. “Portanto, a correção da acidez do solo e a adubação são as práticas que historicamente proporcionaram maiores incrementos na produtividade da maioria das culturas nessas condições”, diz a nota.

Estratégias - O documento propõe estratégias de curto, médio e longo prazo para aumentar a eficiência no uso de fertilizantes. Primeiramente, destaca algumas práticas aconselháveis para determinados tipos de solo. Uma delas é a calagem, técnica de preparo de solo com adição de calcário para neutralizar a acidez, ou a gessagem, que consiste no uso de gesso agrícola, rico em cálcio e sulfato, que melhora a exploração do solo pelas raízes. Com isso, aumenta a absorção de água e nutrientes pela planta.

Manejo conservacionista - Também ganha menção o manejo conservacionista do solo e da água, com uso de resíduos culturais e plantas de cobertura depositados na superfície para posterior incorporação biológica.

Premissas - “A conservação do solo e redução do processo erosivo também são premissas para o bom manejo da fertilidade, uma vez que é necessário conter o escoamento superficial (sedimentos + água) que carreia nutrientes para fora da lavoura”, afirmam os técnicos do IDR-Paraná. Para garantir a fertilidade física do solo, a nota alerta sobre o risco que representa a compactação do solo proporcionada pelo tráfego inadequado de máquinas e equipamentos. “Promove a degradação da estrutura do solo, a qual compromete os fluxos de água e ar no perfil”.

Conhecimento detalhado - A Nota Técnica orienta que se tenha conhecimento detalhado do solo e das exigências nutricionais das culturas para um adequado manejo de adubação. “A disponibilidade de nutrientes no solo é conhecida por meio da análise química, sendo a amostragem do solo a primeira etapa para recomendação de calagem, gessagem e adubação para qualquer cultura”, reforça.

Fontes alternativas - Os técnicos também analisam fontes alternativas de nutrientes. “O uso de resíduos agroindustriais pode ser uma alternativa para substituição total ou parcial dos fertilizantes minerais, contribuindo para a fertilidade do solo e nutrição das plantas”, dizem.

Dejetos - Segundo eles, o uso de dejetos de animais é alternativa adequada, particularmente no Paraná, que é o maior produtor de frangos e o segundo na produção de suínos, além de ter uma destacada produção bovina. “Dessa forma, há grande geração de dejetos oriundos dessa concentração de animais alojados”, afirmam. “A utilização dos dejetos e a sua contribuição na fertilidade do solo e, consequentemente, na produtividade das culturas, tem sido positiva, tendo acréscimos nos teores de um ou mais nutrientes no solo.”

Resíduos agroindustriais - A nota acrescenta que, sob orientação técnica, também é possível utilizar resíduos agroindustriais orgânicos, provenientes de usina de açúcar e álcool (bagaço e palha de cana-de-açúcar, vinhaça, cinza de caldeira); abatedores (lodo de frigorífico tratado); fábrica de papel (lama de cal, cinza de caldeira, lodo biológico, casca de madeira); fecularia e lodo de esgoto tratado. Da mesma forma, pode-se usar bioinsumos, que são produtos com presença de microrganismos ou moléculas derivadas destes e/ou a ação microbiana.

Balanço de Nutrientes - Por fim, a Nota Técnica trata do Balanço de Nutrientes, uma ferramenta utilizada para avaliar o uso de fertilizantes na agricultura e possibilitar o planejamento e tomada de decisão do agricultor. “Para uma produção agrícola sustentável é necessário que os nutrientes removidos do solo pelas culturas sejam repostos pela aplicação de fertilizantes minerais ou orgânicos e estes alcancem elevados índices de aproveitamento”, diz a nota. “Nesse momento de escassez e altos custos dos fertilizantes, o Balanço de Nutrientes deve ser considerado para as próximas safras com objetivo de racionalizar o uso de fertilizantes a serem aplicados. Nesse caso, o produtor deve buscar a obtenção da máxima margem de lucro, associada ao menor risco financeiro possível.” (Agência Estadual de Notícias) 

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

MAPA: Ministério lança portal sobre o ecossistema de inovação agro no país

mapa 24 03 2022Números de agtechs (startups do setor agropecuário) e de hubs de inovação, informações sobre parques tecnológicos, incubadoras e aceleradoras. É o Agro Hub Brasil, espaço virtual que reúne informações sobre o ecossistema de inovação da agropecuária brasileira e principais iniciativas em curso no país. Esses dados estão reunidos em um só lugar e, a partir desta quarta-feira (23/03), estão disponíveis no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Lançamento - A ferramenta foi apresentada ao público em live de lançamento nesta quarta-feira (23/03) com a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

Referência - A ministra destacou que a plataforma será uma referência para o produtor acompanhar as ações de inovação em andamento no país, servindo, como exemplo, para aproximar os empreendedores do agro da captação de recursos para os projetos. “Vamos incluir nosso produtor rural na efervescência dos ambientes de inovação para que tenhamos mais e mais soluções para os desafios reais do nosso agro”, afirmou.

Calendário - No Agro Hub Brasil, o usuário tem acesso a um calendário com as principais iniciativas do agro que acontecem no país, além de espaço dedicado ao produtor rural que quer conhecer um pouco mais sobre a agricultura digital. Neste espaço, estão disponíveis informações sobre conectividade em áreas rurais e aplicativos de celular com soluções para o dia a dia no campo e exemplos de uso das tecnologias digitas na agropecuária.

Startups - A ferramenta ainda traz informações sobre startups, empresas nascentes de base tecnológica com objetivo central de desenvolver soluções e aprimorar um modelo de negócio. As que atuam no setor agropecuário também são conhecidas como agtechs ou agritechs. Ainda há explicações sobre linhas de apoio e fomento público e privado para as startups.

Coordenação - O coordenador-Geral de Inovação do Mapa, Daniel Trento, explica que o Agro Hub Brasil contribui para uma maior coordenação das ações em curso, sejam elas promovidas pelo Ministério ou por outras instituições, além de integrar o compromisso do Mapa de promover e potencializar iniciativas de inovação que fortaleçam a aceleração da transformação digital no campo.

Lacuna - “O Agro Hub Brasil vem preencher uma lacuna, pois muito já se sabia do que estava acontecendo no campo no tocante à transformação digital, mas não havia um espaço que desse a visibilidade da grandeza desse processo. Para o futuro, a ideia é lançar chamadas online para que startups apresentem soluções para os desafios do Agro brasileiro, entre outras evoluções que devem acontecer ainda este ano”, conta ele, que é idealizador da plataforma.

Presenças - Participaram do lançamento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes; o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo; secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Cleber Soares; a diretora de Inovação do Mapa, Sibelle Silva; o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Sérgio Souza; o CEO da startup GIRA -Gestão Integrada de Recebíveis do Agronegócio, Gianpaolo Zambiazi; e o presidente do Conselho da AgroVen, Silvio Passos. (Mapa)

FOTO: Antonio Araujo / Mapa

 

 

INFRAESTRUTURA: Investimentos em PCHs e CGHs no Paraná somam R$ 2 bilhões em três anos

O Paraná é um dos estados que mais licenciou Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidráulicas (CGHs). Em apenas três anos foram emitidas 127 licenças ambientais para construção de 33 empreendimentos que representam investimentos de R$ 2 bilhões. A informação foi divulgada pelo governador do Paraná, Ratinho Junior, durante a abertura da V Conferência Nacional de PCHs e CGHs, que acontece, em Curitiba, nesta quarta e quinta-feira (23 e 24/03).

Importância - “Nos últimos 16 anos foram licenciadas 12 PCHs, em apenas 3 anos emitimos 127 licenças ambientais. Isso demonstra a importância que a energia limpa e renovável tem para o nosso governo”, declarou o governador.

Período - Os dados são comparativos ao período de 2003 a 2018, quando o Estado aprovou a instalação de 12 empreendimentos, número que saltou para 127 licenças emitidas, além de 191 renovações, a partir de 2019.

Entrega - Durante o evento, o governador entregou a licença de operação (LO) para a CGH Libera Maria, localizada em Bituruna, e com potência instalada de 1 megawatt, energia que permite abastecer aproximadamente mil residências.

Ferramentas - O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, disponibilizou ferramentas online para a solicitação de licenças, via Sistema de Gestão Ambiental (SGA). “O sistema tornou mais ágeis os processos, sem perder de vista os aspectos técnicos e jurídicos dos empreendimentos”, explica o secretário estadual do Meio Ambiente, Márcio Nunes.

Potencial - Além dos empreendimentos já licenciados, dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que o Paraná tem potencial para a construção de 162 novas PCHs ou CGHs. A região Sul do Brasil possui 407 pequenas usinas em operação. Já o potencial hídrico dos três estados somados é de 6.161 megawatts em 618 locais aptos a abrigar PCHs ou CGHs, conforme inventários hídricos.

Energia inexplorada - O presidente da Associação Brasileira de PCHs e CGHs (Abrapch), Paulo Arbex, conta que apenas no Paraná existe cerca de 1.700 megawatts de energia inexplorada, com investimentos previstos de R12 bilhões e a geração de 100 mil empregos diretos. “O Paraná também integra a lista dos que possuem maior potência outorgada de geração de energia por CGHs, com mais de 82 mil kW (quilowatts) gerados por 68 empreendimentos energéticos deste porte”, declarou Arbex.

Potência outorgada - A potência outorgada diz respeito ao potencial de geração de energia permitido pelo órgão ambiental ao empreendimento no ato do licenciamento.

Entenda - A diferença entre PCHs e CGHs está na potência instalada. A PCH é um empreendimento com potência superior a 5 MW e igual ou inferior a 30 MW. Cada MW gerado é capaz de alimentar um entorno de mil residências.

Central - Já a Central Geradora Hidrelétrica (CGH) é uma unidade que gera energia elétrica com potência instalada entre 500 kW e de até 5 MW (megawatts). Menores que as CGHs existem as Micro Centrais Hidrelétricas (MCH), que podem ter até 75 kW (quilowatts), e as Mini Geradoras Hidrelétricas (MGHs), com até 500 KW.

Linhas de transmissão - Outro ponto interessante dos empreendimentos de geração de pequeno porte é que eles muitas vezes não necessitam da construção de robustas linhas de transmissão tendo sua energia escoada por linhas que se assemelham aos sistemas de distribuição.

A Conferência - Participaram da abertura da V Conferência Nacional de PCHs e CGHs o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas de Energia, Paulo César Magalhães Domingues; a secretária municipal do Meio Ambiente de Curitiba, Marilza do Carmo Oliveira Dias; o diretor-geral da Copel, Daniel Pimentel Slaviero; o deputado federal Lafayette de Andrada; deputado estadual Tião Medeiros, além de representantes do setor e diretores da Abrapch. (Assessoria de Imprensa da Abrapch)

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IPEA: Indicador de Consumo Aparente de Bens Industriais registra recuo de 2,3% em janeiro

ipea destaque 22 03 2022O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quinta-feira (24/03), o Indicador de Consumo Aparente de Bens Industriais, que apresentou queda de 2,3% em janeiro de 2022 na comparação com dezembro de 2021, na série com ajuste sazonal. Enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional teve queda de 2,2%, as importações de bens industriais recuaram 2,4% em janeiro.

Consumo aparente de bens industriais versus produção industrial (PIM-PF) (Em %)

ipea quadro 24 03 2022

 

 

 

 

Fonte: Ipea, IBGE e Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).

Elaboração: Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea.

Nota: 1 Trimestre terminado no mês de referência da divulgação.

Comparação interanual - Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais retrocedeu 7,7% frente a janeiro do ano passado, com queda de 3,8% no trimestre móvel em comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado em 12 meses, houve crescimento de 6,6%, superando a produção industrial, medida pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou alta de 3,1%. As importações, por sua vez, cresceram 25,8%.

Categorias econômicas - Na análise das grandes categorias econômicas, todos os segmentos apresentaram fraco desempenho e queda na margem. Os segmentos de bens de consumo duráveis e bens de capital foram os destaques negativos, com recuo 14,2% e 12,9% sobre o mês de dezembro, respectivamente. Na comparação interanual, os resultados foram semelhantes, com queda para todos os segmentos em relação a janeiro de 2021.

Classes de produção - Em relação às classes de produção, a demanda interna por bens da indústria de transformação caiu 3,2% frente a dezembro, enquanto o crescimento da extrativa mineral foi de 0,6%, sendo esta a terceira alta consecutiva. No acumulado em 12 meses, as indústrias extrativas registraram crescimento de 19,2%.

Análise setorial - A análise setorial mostra que apenas três dos 22 segmentos apresentaram variação positiva, reduzindo o índice de difusão, que mede a porcentagem dos segmentos da indústria de transformação com aumento em comparação com o período anterior após ajuste sazonal, foi reduzido de 73% para 14%. Os segmentos de outros equipamentos de transporte e de veículos apresentaram os piores resultados, com quedas de 23,6% e 14,6% na margem, respectivamente. O destaque positivo ficou por conta do segmento petróleo e derivados, com avanço de 2%.

Crescimento - Na comparação interanual, cinco segmentos registraram crescimento em janeiro. Os destaques positivos foram para petróleo e derivados e informática, com altas de 6,9% e 3,1%, respectivamente. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador no blog da Carta de Conjuntura

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 4,84 e fecha no menor valor desde março de 2020

cambio 24 03 2022A disparada no preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e os altos juros no Brasil continuam a empurrar para baixo o dólar. Em mais um dia de forte queda, a moeda norte-americana fechou no menor valor desde março de 2020. A bolsa de valores resistiu às pressões externas e fechou em leve alta.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (23/03) vendido a R$ 4,844, com recuo de R$ 0,071 (-1,84%). A cotação abriu próxima da estabilidade, mas despencou após a abertura do mercado norte-americano, até fechar próxima da mínima do dia.

Sexta queda - Esta foi a sexta queda seguida da moeda norte-americana, que está no valor mais baixo desde 13 de março de 2020, quando tinha sido vendida a R$ 4,81. Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 6,04% em março e de 13,12% neste ano.

Ações - No mercado de ações, o dia foi mais instável. O índice Ibovespa, da B3, chegou a subir quase 1% por volta das 12h, mas desacelerou, influenciado pelo mercado externo, e fechou aos 117.457 pontos, com alta de 0,16%. Apesar de as bolsas norte-americanas terem caído, ações de petroleiras e de varejistas seguraram o indicador brasileiro.

Fatores - Dois fatores contribuíram para manter a entrada de capitais externos no Brasil. O primeiro foram os juros altos no Brasil. Atualmente em 11,75% ao ano, a taxa Selic (juros básicos da economia) está no maior nível desde abril de 2017 e deve subir mais 1 ponto na próxima reunião, em maio. As taxas altas mantêm o interesse dos investidores que buscam aplicar recursos em mercados de maior risco, como países emergentes.

Guerra - O segundo fator decorre de um efeito indireto da guerra entre Rússia e Ucrânia: a disparada das commodities. Os preços mais altos estimulam a entrada de divisas em países exportadores de produtos agrícolas e ambientais, como o Brasil. Nesta quarta, a cotação do barril de petróleo do tipo Brent (usado nas negociações internacionais) voltou a subir e fechou em US$ 120. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 47.376 casos e 302 mortes em 24 horas

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 657.998 mortes de covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (23/03) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é 29.729.991.

24h - Em 24 horas, foram registrados 47.376 casos. No mesmo período, foram confirmadas 302 mortes de vítimas do vírus.

Recuperadas - Ainda segundo o boletim, 28.363.966 pessoas se recuperaram da doença e 708.027 casos estão em acompanhamento.

Estados - São Paulo lidera o número de casos, com 5,2 milhões, seguido por Minas Gerais (3,30 milhões) e Paraná (2,4 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (123,7 mil). Em seguida, aparece Roraima (154,9 mil) e Amapá (160,2 mil).

Mortes - Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (166.843), seguido de Rio de Janeiro (72.556) e Minas Gerais (60.638). O menor número de mortes está no Acre (1.990), no Amapá (2.122) e em Roraima (2.144).

Vacinação - Até esta quarta-feira (23/03), foram aplicadas 391,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 171,8 milhões com a primeira dose e 149 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,7 milhões de pessoas. A dose de reforço foi aplicada em 63,4 milhões de pessoas. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim registra mais 2.209 novos casos e 28 óbitos pela Covid-19 no Paraná

saude II 24 03 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (23/03) mais 2.209 casos confirmados e 28 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números incluem dados de meses anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. O monitoramento da Covid-19 no Paraná mostra que o Estado soma 2.390.964 casos e 42.625 mortos pela doença, desde o início da pandemia.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta quarta-feira são de março (1.372), fevereiro (495) e janeiro (306) de 2022; novembro (9), outubro (1), setembro (1), agosto (3), julho (5), junho (6), maio (3), abril (1) e março (1), de 2021 e dezembro (2), novembro (1), julho (2) e junho (1) de 2020. Os óbitos divulgados são de março (14), fevereiro (9) e janeiro (1) de 2022 e outubro (1), junho (1) e maio (1) de 2021.

Internados - O boletim divulga que há 57 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados em leitos SUS (30 em UTI e 27 em enfermaria. Não há pacientes com diagnóstico confirmado na rede particular. Outros 391 pacientes considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2 estão internados, sendo 184 em leitos UTI e 207 em enfermaria, que aguardam resultados de exames.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 28 pacientes. São 10 mulheres e 18 homens, com idades que variam entre 0 e 99 anos. Os óbitos ocorreram entre 01 de maio de 2021 a 22 de março de 2022. Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (10), Curitiba (3), Maringá (2) e Londrina (2).

Uma pessoa - Há registro da morte de uma pessoa em cada um dos municípios de Telêmaco Borba, Tamboara, Prado Ferreira, Pitanga, Pinhais, Laranjal, Irati, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Colombo e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento da Saúde registra 10.745 casos de residentes de fora do Estado, 232 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

Confira o informe completo

Confira relatórios de exclusão de casos e correção de municípios no site da Sesa

 

 

SAÚDE III: Boletim quinzenal da H3N2 registra 31 novos casos e quatro óbitos pela doença

A Secretaria estadual da Saúde, em boletim emitido nesta quarta-feira (23/03), confirma mais 31 casos e quatro óbitos em decorrência da H3N2 no Paraná. As informações foram extraídas do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL). Desde dezembro do ano passado o Estado já registrou 2.112 casos e 115 mortes em 233 municípios.

Influenza - A doença é um tipo do vírus da Gripe Influenza A. Em janeiro, o Paraná declarou estado de epidemia de H3N2, considerando o rápido contágio, direto ou indireto da doença.

Municípios - Os novos óbitos foram registrados em Cascavel, Francisco Beltrão, São José dos Pinhais e Wenceslau Braz. São três homens e uma mulher, com idades entre 58 e 88 anos. As mortes ocorreram entre os dias 13 de fevereiro e 5 de março.

Diagnósticos - Atualmente os diagnósticos de Influenza são realizados nos serviços de saúde após procura por atendimento e também nas 34 unidades sentinela do Paraná – responsáveis pela detecção de doenças circulantes por meio de amostras aleatórias. Já com relação à nominação da cepa do vírus, a confirmação depende do sequenciamento genômico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. (Agência Estadual de Notícias)

Confira dos dados por municípios aqui.

SAÚDE IV: Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa em 4 abril; confira os detalhes

saude IV 24 03 2022O Ministério da Saúde divulgou o Informe Técnico com as datas e orientações para a 24ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza no Brasil. Segundo o Ministério, este ano a imunização ocorrerá entre 4 de abril a 3 de junho, sendo 30 de abril o dia D de mobilização social.

Doses - O governo federal deve distribuir cerca de 80 milhões de doses para os estados. No Paraná, a estimativa do Ministério da Saúde é que 4.308.575 pessoas elencadas como grupos prioritários deverão ser vacinadas durante a campanha. A meta é atingir pelo menos 90% deste público.

Epidemia - “O Paraná está em epidemia da Influenza H3N2 e já registrou 2 mil casos e 115 mortes pela doença. Esta vacina, já atualizada, vem em boa hora para que os paranaenses possam se proteger, principalmente nessas estações mais frias onde aumenta o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Atualização - A vacina trivalente utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é produzida pelo Instituto Butantan (SP) e todos os anos passa por atualização para que a dose seja efetiva na proteção contra as novas cepas do vírus identificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesta campanha, a imunização protegerá contra os subtipos da Influenza A (H1N1 e H3N2) e um subtipo da Influenza B.

Grupos - A campanha prioriza os grupos com comorbidades com o objetivo de diminuir a sobrecarga nos sistemas de saúde e contribuir com a prevenção de possíveis novos surtos de doenças respiratórias causadas pelo vírus da Influenza. A vacinação diminui a carga do vírus, reduz os sintomas e também auxilia no diagnóstico diferencial para a Covid-19.

Duas etapas - Este ano a vacinação acontecerá em duas etapas. A primeira, no período de 4 de abril e 2 de maio, será direcionada para idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde; a segunda, entre 3 de maio e 3 de junho, abrangerá os seguintes grupos: crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Instituição privada - Pessoas que não fazem parte desses grupos podem tomar a vacina contra a gripe na instituição privada.

Coronavírus - O Informe ressalta a importância da vacinação contra a Influenza em tempos de pandemia da Covid-19. Para o Ministério da Saúde, à medida que o percentual de pessoas vacinadas contra a Covid-19 aumenta, há uma oportunidade para que ocorra um ressurgimento da circulação de outros vírus respiratórios, como é o caso da Influenza.

Administração - A vacina contra a gripe pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Imunização, incluindo a da Covid-19. A única exceção nestes casos é para crianças de 5 a 11 anos, que devem aguardar um período de 15 dias entre as vacinas Covid e Influenza.

Crianças - Ainda segundo o documento, crianças que comparecerem a uma Unidade Básica de Saúde e ainda não tiverem sido vacinadas contra o novo coronavírus deverão, preferencialmente, receber o imunizante Covid-19 e agendar a vacina Influenza, respeitando o intervalo mínimo de 15 dias.

Histórico - Em 2021, de modo geral, todas as unidades da Federação apresentaram uma baixa adesão dos grupos-alvos durante a campanha da gripe, provavelmente relacionada com a aplicação simultânea da vacina contra a Covid-19. A média de cobertura nacional ficou em 72,8%, abaixo da meta mínima de 90%.

Cobertura - O Paraná aplicou 4.924.438 doses de vacina na campanha anterior. A população-alvo geral era de 4.480.000 pessoas, e os grupos específicos (utilizados para critérios de cobertura vacinal) entre crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas e idosos era de 3.064.625 pessoas. A cobertura vacinal do Estado fechou o ano em 68,7%. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Américo Antonio / Arquivo Sesa

 


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