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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5291 | 01 de Abril de 2022

51 ANOS: Ocepar supera meio século de trabalho em prol do cooperativismo paranaense

aniversario ocepar 01 04 2022Neste sábado (02/04) o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) comemora 51 anos de criação, com resultados altamente positivos. Instituída com a missão de representar e defender os interesses do sistema cooperativista paranaense em todas as esferas de poder e também perante a sociedade, bem como a adequada prestação de serviços essenciais e relevantes visando ao desenvolvimento das cooperativas e dos cooperados, a entidade, que no dia 2 de abril de 1971 foi fundada por 34 cooperativas, contava com 216 organizações de sete ramos no final de 2021. E o trabalho de defesa e voltado ao fomento do desenvolvimento sustentável do setor é realizado juntamente com Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), que, juntas, formam o Sistema Ocepar. O aval do acerto das ações que tem adotado em benefício do cooperativismo se expressa em números ostentados no fechamento do último exercício: 2.741.270 associados, 129.585 empregados e faturamento de R$ 153,7 bilhões.

Planejamento - A sintonia fina que mantém com as cooperativas, e que tem aumentado ao longo dos anos, alicerça o acerto das ações e o sucesso da Ocepar em benefício de todo o setor. Como  tem frisado o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, é objetivo da entidade, por meio da união e de criterioso planejamento, promover o desenvolvimento do cooperativismo, assim como defender os seus interesses, por meio de articulação junto aos poderes Legislativo, Executivo, órgãos de governo e entidades parceiras, ampliando os benefícios advindos disso a toda a sociedade.

Evolução - O desenvolvimento do cooperativismo paranaense nesses 51 anos de trabalho é notório. Para exemplificar, basta comparar alguns indicadores dos últimos dez anos: com aumento de mais de 220%, o número de cooperados passou de 856.098 de 2012 para mais de 2,74 milhões no ano passado. Nesse mesmo comparativo, constata-se que o total de funcionários cresceu mais de 94%, de 66.755 para 129.585. Com um salto acima de 410%, o faturamento subiu de R$ 30,1 bilhões para R$ 153,7 bilhões; as exportações, com incremento de 200% fecharam 2021 em US$ 6,3 bilhões frente aos US$ 2,1 bilhões de 2012; os investimentos, com aporte superior a 251%, foram de R$ 1,32 bilhão para R$ 4,65 bilhões e a arrecadação de impostos passou de R$ 1,64 bilhão para R$ 3.9 bilhões, uma evolução de quase 138% no intervalo de dez anos, segundo indicadores compilados pela Coordenação da Monitoramento do Sescoop/PR e Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar.

Segmentos - No Paraná, as cooperativas estão divididas em sete ramos de atuação: agropecuário, com 58 organizações; crédito, 54; saúde, 36, transporte, 34; infraestrutura, 16; trabalho, produção de bens e serviços, 14, e consumo, 4.  

 

AGO: Assembleia Geral do Sistema Ocepar é nesta sexta-feira, a partir das 14h, com transmissão ao vivo pela TV PR Cooperativo

destaque 30 03 2022A Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar será realizada virtualmente nesta sexta-feira (01/04), a partir das 14h. Os presidentes das cooperativas vão participar por meio da plataforma Microsoft Teams. Já o público em geral poderá acompanhar a reunião ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, no canal do Sistema Ocepar no Youtube. Clique aqui para acessar.

Convidados - O evento tem entre os convidados o governador do Paraná, Ratinho Junior, e o presidente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Márcio Lopes de Freitas.

Pauta - A Assembleia é destinada à prestação de contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2021, contemplando Balanço Patrimonial e Demonstrações de resultado do exercício, relatório da auditoria independente e parecer do Conselho Fiscal. Também será apresentada a proposta de orçamento de receitas, despesas e imobilizações para 2022 e do plano de trabalho para o exercício de 2022. A AGO contempla as três entidades que formam O Sistema Ocepar: o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar).

Links - Clique nos links abaixo para conferir na íntegra os editais de convocação da AGO.

- Ocepar

- Sescoop/PR

- Fecoopar

 

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 01 04 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (01/04), o Informe Semanal referente ao período de 28 de março a 1º de abril. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana.

MP 1.111/2022 - Confirmando as expectativas após negociações do Sistema OCB com o Governo Federal, nesta quinta-feira (31/03), houve a publicação da MP 1.111/2022, que disponibilizou R$ 1,2 bilhão para atender produtores rurais, no âmbito do Pronaf, afetados pela estiagem. Em complementação à medida provisória, o Governo Federal deve editar um Decreto estabelecendo as condições e a operacionalização para acesso aos recursos.

PLN 01/2022 - Na terça-feira (29/03), a Comissão de Orçamento do Congresso Nacional (CMO) aprovou o PLN 01/22 que destina aproximadamente R$ 870 milhões de reais de subvenções ao crédito rural, destravando valores do Plano Safra 2021/2022 suspensos no início deste ano. A proposta orçamentária segue para análise pelo Plenário do Congresso Nacional. A Ocepar, em conjunto com a OCB, segue na mobilização do Governo Federal e dos parlamentares para garantir recursos orçamentários necessários para o lançamento do Plano Safra 2022/2023.

Funrep - Após intensa agenda de negociações da Ocepar e demais entidades do G7, o Governo do Estado do Paraná prorrogará, de 1º de abril para 1º de julho, a entrada em vigor do Decreto n. 9810/2021, que regulamentou a cobrança dos depósitos para o Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná (Funrep). Segundo o Governo, a suspensão do Funrep justifica-se diante do atual cenário econômico de alta dos preços e os impactos nas cadeias produtivas. Clique aqui para ter acesso à nota publicada pela Secretaria da Fazenda. A Ocepar continuará atuando para a revogação desta medida tendo em vista os impactos para importantes setores da economia.

Ministério da Agricultura - Para assegurar a igualdade na disputa eleitoral, a legislação estabelece a desincompatibilização, ou seja, determina aos candidatos que pretendem tornar-se elegíveis o seu afastamento obrigatório de cargo público até 1º de abril. Neste contexto, em atenção ao calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral, nesta quinta-feira (31/03) ocorreu a solenidade de posse do novo Ministro da Agricultura, Marcos Montes. A então ministra, Tereza Cristina, reassume seu mandato de Deputada Federal pelo Estado do Mato Grosso do Sul, havendo a expectativa de que possa ser candidata ao Senado Federal por seu Estado.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

FUNREP: Governo prorroga início da cobrança de contrapartida de empresas com benefícios fiscais

fazenda 01 04 2022A Secretaria de Estado da Fazenda prorrogou para 1º de julho de 2022 a cobrança de uma contrapartida de empresas beneficiárias de incentivos ou benefícios fiscais no Paraná. A operação iniciaria em abril. A alteração atende um pedido do setor produtivo, que tem sido impactado pela pressão inflacionária e a crise internacional ocasionada pela guerra no Leste Europeu, desestabilizando a organização das cadeias produtivas globais.

Adequação - Até julho, a equipe técnica da Receita Estadual também estuda adequar a cobrança de alguns setores até que haja maior estabilidade no mercado. Entre as empresas impactadas estão as ligadas ao agronegócio e indústria.

Lei Complementar - A instituição da cobrança atende a Lei Complementar nº 231/2020, que disciplina essa contrapartida dos depósitos a serem efetuados pelos beneficiários do programa de incentivos tributários. O decreto que regulamentou a decisão (9.810/2021) instituiu a referência de 12% sobre o valor do respectivo incentivo ou benefício utilizado.

Funrep - Essas operações são destinadas ao Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná (Funrep), que tem por objetivo a promoção do planejamento de longo prazo, de política financeira preventiva e de fomento ao equilíbrio fiscal das contas públicas. Os valores tendem a atenuar os efeitos decorrentes de recessões econômicas e vão auxiliar na manutenção de programas sociais. Ele foi criado na esteira da pandemia como forma de garantia do Estado para honrar seus compromissos, o que tem impacto sobre toda a sociedade.

Oficialização - “Estamos aguardando a publicação do decreto estadual que oficializará esta prorrogação. A Ocepar, juntamente com o G7, grupo que reúne as principais entidades representativas do setor produtivo no Paraná, tem trabalhado incessantemente para que o decreto atual não entrasse em vigor devido aos impactos nos custos das cadeias produtivas paranaenses”, afirma o coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato. (Com informações da Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 01 04 2022O Sistema OCB publica, semanalmente, o Panorama Coop, um boletim com análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. A newsletter é atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise econômica - Nesta edição, a Análise Econômica traz as organizações que seguiram crescendo mesmo com a crise da pandemia, que ainda afeta a economia. Sabe o que elas têm em comum? O investimento na gestão! Conheça os principais aprendizados e como o PDGC, programa exclusivo para coops, pode te auxiliar nessa jornada! Boa leitura!

Acesse a Análise Econômica

Acesse as análises anteriores

Evair de Melo apresenta emenda para resguardar cooperados - A medida tem por objetivo resguardar que os todos os cooperados, exceto os de cooperativas de trabalho, que preencham os requisitos de segurado especial não percam essa condição quando estiverem ocupando cargos no quadro do conselho de administração, do conselho fiscal ou de outros órgãos diretivos da cooperativa. Atualmente, a lei estabelece essa condição apenas para os associados em cooperativas agro ou que desenvolvem atividades rurais.

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Ministério do Trabalho e Sistema OCB firmam parceria - A superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, assinou na sexta-feira passada (25/03), juntamente com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, e dirigentes de outras entidades, convênio no âmbito dos Programas de Qualificação Profissional da Pasta, para fomentar ações de incentivo à qualificação dentro do universo coop.

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Crédito Rural ganha crédito suplementar de R$ 868 milhões - A atuação do Sistema OCB junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional contribuiu para um novo aporte de R$ 868,49 milhões para subvenções ao crédito rural e que contribuem para destravar as linhas suspensas no atual Plano Safra, além de fortalecer a política agrícola no país.

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Cooperativas são incluídas como beneficiárias da Política Aldir Blanc de Fomento à Cultura - O Senado Federal aprovou, na quarta-feira (23/03), o Projeto de Lei 1.518/21, que institui a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. A proposta destina mais R$ 3 bilhões do Orçamento para a cultura, em uma parceria da União, estados e municípios. A política deve ter duração de 5 anos e as cooperativas também foram incluídas como beneficiárias.

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INTEGRADA: Com dois estandes, negócios e tecnologias, cooperativa celebra volta da Expolondrina

A Integrada se junta à Sociedade Rural do Paraná, na realização da 60ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, de 1º a 10 de abril, em Londrina (PR). Esta é a 22ª participação da cooperativa na feira. A Integrada reafirma a Expo como centro de divulgação de produtos e serviços que dão suporte ao cooperado conectado à agricultura de alta performance, em busca de produtividade com sustentabilidade.

Estande institucional - O estande institucional da Integrada está instalado ao lado do Recinto Milton Alcover, em frente à Pista Central de Julgamentos. No espaço, os gestores recebem cooperados, autoridades, parceiros, fornecedores, colaboradores e demais visitantes.

Campanha - Nesse estande, é possível conhecer a campanha institucional da Integrada, “Esse é o nosso futuro”. A campanha valoriza a sucessão familiar nas propriedades, e apresenta a cooperativa como força que une produtores rurais, e movimenta o agronegócio brasileiro.

Maior empresa - A Integrada é a maior empresa de Londrina e, está entre as 10 maiores cooperativas agroindustriais do Brasil, segundo publicações especializadas. Em 2021, alcançou 5,9 bilhões de reais em faturamento, e mais de 150 milhões de reais de resultado, o que representou mais de 50 milhões de reais em sobras aos cooperados. O recurso devolvido, movimenta a economia de mais de 50 municípios, nos estados do Paraná e São Paulo.

Planejamento estratégico - Para o ciclo 2021-2025, a Integrada elaborou um planejamento estratégico, denominado ROTA 843. O objetivo é chegar a 2025 com 8 bilhões de reais em faturamento, 4% de resultado e 3 de alavancagem. Os projetos estão relacionados à expansão dos negócios atuais, inovação e iniciativas focadas em novos produtos e serviços.

Expectativa - O diretor presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, espera uma grande feira para todos. “É uma alegria retornar à Expolondrina, que representa muito para o agronegócio. Instalamos dois estandes, para receber cooperados e toda a população. O estande de máquinas tem equipamentos para dar ainda mais impulso à pujança do agricultor. Esperamos a visita de todos, para compartilharmos a força da união da Integrada”.

Novas tecnologias no Estande de Máquinas - O estande da Integrada ocupa a maior área do setor de máquinas da Expo, adequado para demonstrar os equipamentos inteligentes que potencializam a safra.

Novidades - André Silveira, gerente da Loja de Máquinas da Integrada, em Londrina, responsável pelo espaço, conta que há várias novidades. “O pulverizador Boxer Hidro é uma máquina com capacidade para até 2000 litros. Temos, também, a semeadeira Select 35 e 41 linhas, ambos, lançamentos 2022, da Kuhn. E, o produtor vai conhecer, de perto, a plataforma Eagle, da Vence Tudo, primeira vez presente na Expolondrina. Estamos, ainda, com o Stronger HD 4000 litros, maior autopropelido da feira. O excelente preço das commodities é um indicador de que o produtor rural pode fazer boas aquisições no evento. E, nós oferecemos o que há de melhor no segmento”, pontua André.

Sobre a Integrada - Em 06 de dezembro de 2021, a Integrada Cooperativa Agroindustrial completou 26 anos de fundação. Com matriz em Londrina-PR, está presente em mais 51 municípios, no Paraná e São Paulo, nas 15 regionais, que dão suporte a 800 mil hectares, com soja, milho, trigo, café, laranja e aveia.

Unidades - São 65 unidades de recebimento, estrategicamente localizadas nos dois estados produtores. A cooperativa tem 41 pontos de venda de insumos, e oferta maquinário e equipamentos de ponta em 5 lojas, distribuídas também no Paraná e em São Paulo.

Agroindústrias - A Integrada tem três agroindústrias: nutrição animal, suco de laranja e derivados de milho, com mercado interno e exportação para mais de 30 países. 

Corretora - Em 2021, foi inaugurada a corretora de seguros, para aperfeiçoar o portfólio de entregas ao cooperado.

Café - O café Coperatto com pouco mais de um ano de lançamento no mercado varejista, é um sucesso junto ao consumidor, e tem mais de 250 pontos de venda, no Paraná e em São Paulo.

Cooperados - A Integrada tem mais de 11.500 cooperados e 2 mil colaboradores. Em 2021, recebeu do Instituto GPTW – Great Place To Work, pelo terceiro ano consecutivo, o certificado de Excelente Lugar para Trabalhar, e o prêmio de Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná. Ainda em 2021, o GPTW qualificou a Integrada como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, nos Rankings Nacionais – Indústria e Agronegócio. (Imprensa Integrada)

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C.VALE: Seminário da Mulher reúne 800 pessoas

Mais de 500 associadas e familiares de cooperados participaram, no dia 30 de março, do 22º Seminário da Mulher da C.Vale, em Palotina (PR). No dia anterior, outras 300 pessoas se reuniram em São Jorge do Ivaí, na edição do evento para o norte do Paraná. As mulheres acompanharam as lições de superação da youtuber Dani Amaral, que perdeu os dois braços em um acidente com um trator na propriedade dos pais aos quatro anos de idade. Ela emocionou as participantes do evento ao narrar a luta pela sobrevivência nas semanas seguintes ao acidente e a capacidade de adaptação do corpo que a faz levar uma vida praticamente independente, dirigindo, escrevendo e se alimentando com os pés. Atualmente, Dani Amaral tem um canal com 400 mil seguidores no Youtube em que dá dicas de maquiagem, também utilizando os pés.

Meta - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, abriu o evento dizendo que as mulheres representam 17% do total de associados da cooperativa e 43% do quadro de funcionários. Jéssika Terra, representante da Bayer, patrocinadora do seminário, disse que a meta da empresa até 2030 é ter mulheres em metade dos cargos de liderança. (Imprensa C.Vale)

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SICOOB: Saiba como usar o Saque Extraordinário do FGTS a seu favor

sicoob 04 01 2022Está na expectativa para sacar os R$1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)? De acordo com o educador financeiro do Sicoob, Eduardo Trigueiro, não há nem dúvidas sobre retirar ou não o dinheiro: é muito claro que o trabalhador pode encontrar rendimentos muito maiores, até nos investimentos mais básicos e seguros.

Consciência - A grande questão é sobre o uso desse montante. “O que nós sempre indicamos aqui no Instituto Sicoob é para que as pessoas tenham plena consciência sobre o uso do dinheiro. Esse saque vem a calhar em um momento em que muitas famílias estão endividadas, então essa utilização é muito nobre”, explica.

Endividamento - Para se ter uma noção, o endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em 2021, com uma média de 70,9%. O crescimento com relação ao ano anterior foi de 4,4 pontos percentuais.

Oportunidade - “Obviamente existem pessoas que não estão com dívidas, mas veem no saque uma oportunidade. E elas estão certíssimas”, diz Eduardo. Hoje o rendimento fixo do FGTS é de 3% ao ano, enquanto a Taxa Selic, um dos principais indicadores de referência da renda fixa, está no patamar dos 11,75% para o mesmo período. “Uma aplicação em renda fixa, com baixo risco, pode já conferir quase quatro vezes o rendimento do FGTS”, afirma.

Finalidade - De acordo com Eduardo, antes de sair tirando o dinheiro, é preciso ter em mente a finalidade do FGTS, no entanto. “Ele é um fundo criado para que o trabalhador, em caso de demissão, por exemplo, não fique desamparado. Além disso, quando ele se aposenta, tem uma poupança forçada. Por isso é preciso ter muita cautela para não sair gastando com qualquer coisa”.

Dúvidas - Para quem ainda tem dúvidas sobre o saque do FGTS e em como empregar este dinheiro, vale dar uma conferida no Se Liga Finanças Online, uma jornada 100% gratuita de conhecimento que auxilia a população a ter uma visão mais saudável sobre o dinheiro. O Sicoob também dispõe das Clínicas Financeiras Virtuais, em que é possível fazer consultas gratuitas com especialistas para tirar dúvidas pontuais.

Saiba mais sobre o saque - A medida foi anunciada no dia 17 de março e pode beneficiar mais de 40 milhões de trabalhadores. Eles poderão sacar entre R 500 e R 1 mil, dependendo do saldo, e todo o processo é digital. Basta ter uma conta no Caixa Tem e no aplicativo do FGTS.

SERVIÇO

Se Liga Finanças Online

Clínicas Financeiras Virtuais

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 6 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em 330 municípios. É formado por 352 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.789 pontos de atendimento em mais de 2 mil cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

EXECUTIVO FEDERAL: Novos ministros tomam posse no Palácio do Planalto

executivo 01 04 2022Tomaram posse, na manhã desta quinta-feira (31/03), os novos ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Decretos - Os decretos com as exonerações a pedido dos ministros foram publicados mais cedo no Diário Oficial da União (DOU). A saída abre aos que deixaram as funções a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas eleições.

Atos de posse - Durante a cerimônia em que foram assinados os atos de posse dos novos ministros, Bolsonaro agradeceu aos que deixaram os cargos e desejou boa sorte aos novos ocupantes da Esplanada. “Até perguntei: vocês têm certeza dessa decisão de assumir? Porque não é fácil, serão olhados com lupa”, disse Bolsonaro que informou já ter se reunido com os novos ministros há dois dias.

Quem é quem - No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o ministro Marcos César Pontes passou o cargo para Paulo César Rezende Alvim. Ao prestar contas da sua atuação frente à pasta, Pontes destacou como uma das realizações a produção nacional de vacinas contra doenças como a covid-19, a febre-amarela, dengue e chicungunya.

Independente - “A partir desse ano, o Brasil passa a ser independente desde o conceito até a produção de vacinas nacionais, não só para a covid, mas também para as próximas pandemias e para doenças negligenciadas como febre-amarela, dengue e chikungunya”, disse.

Desenvolvimento Regional - Já Rogério Marinho deixou o Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta que terá à frente Daniel de Oliveira Duarte Ferreira.

Turismo - O Ministério do Turismo será comandado por Carlos Alberto Gomes de Brito, que substitui Gilson Machado.

Cidadania - O Ministério da Cidadania ficará a cargo de Ronaldo Vieira Bento, que assume o cargo no lugar de João Roma.

Mulher - Damares Alves deixa o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que será comandado agora por Cristiane Rodrigues Britto.

Trabalho e Previdência - No Ministério do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni foi substituído por José Carlos Oliveira.

Agricultura - Já no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ministra Tereza Cristina dá lugar a Marcos Montes Cordeiro. Ao discursar, a ex-ministra lembrou que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) gerou um desafio para o agronegócio brasileiro, que teve de se adaptar para manter a produção. “O agronegócio foi colocado à prova. Ele se adaptou, criou protocolos para permitir a manutenção dos serviços, a produção, a comercialização dos produtos e ciente da importância do abastecimento. Esse governo protegeu essa atividade”, disse.

Infraestrutura - No Ministério da Infraestrutura, sai Tarcísio Gomes de Freitas e entra em seu lugar Marcelo Sampaio. Ao se despedir, Tarcísio disse que com as ações da pasta, a matriz de transporte no país será mais equilibrada no futuro, com menor custo do frete de mercadorias. “A gente vai ter, no futuro, uma matriz de transportes muito mais equilibrada, com a participação muito maior da navegação de interior, da navegação de cabotagem, do transporte ferroviário, que vai dobrar a participação, teremos uma oferta de transporte muito maior”, discursou.

Secretaria de Governo - Quem também se despediu do cargo foi a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, que dá lugar a Célio Faria Júnior. A ex-ministra volta a ocupar sua vaga como deputada federal. Ao se despedir da pasta, Flávia Arruda agradeceu aos líderes partidários da base aliada, os líderes do governo e os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), "sem os quais teria sido impossível a aprovação de matérias importantes e polêmicas que foram fundamentais para ajudar o Brasil a atravessar esses tempos de turbulência”, disse. (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasil

 

MAPA I: Tereza Cristina se despede do cargo de ministra; Marcos Montes é o novo ministro

1mapa 01 04 2022Em cerimônia no Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira (31/03), Tereza Cristina se despediu do cargo de ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o qual assumiu em 2019. A cerimônia reuniu o presidente da República, Jair Bolsonaro, ministros que deixam os cargos para concorrerem nas eleições de outubro de 2022 e os novos ministros que assumem as pastas.

Agradecimento - O presidente agradeceu o trabalho dos ministros que deixam o governo e desejou sucesso aos novos ocupantes dos Ministérios.

Desafios - Em seu discurso, Tereza Cristina ressaltou os “desafios” frente à Pasta, que incorporou as políticas do Incra, do Serviço Florestal Brasileiro, da Agricultura Familiar e da Pesca, antes lotados em áreas distintas da Esplanada.

Conquistas - Tereza Cristina ainda agradeceu a confiança e pontuou conquistas do setor agropecuário, como a manutenção do abastecimento e garantia da segurança alimentar durante a pandemia da Covid-19 e mais recentemente com o cenário decorrente do conflito na Ucrânia.

Potência agroambiental - “Somos a potência agroambiental que somos baseados na vocação natural de nosso país, na ciência e no trabalho duro dos nossos produtores. Os produtores são verdadeiros heróis. Resilientes face às adversidades de todas as ordens, geram renda e emprego. Finalmente, diante da pandemia e do conflito da Ucrânia, a sociedade começa a reconhecer o papel fundamental do Agro na preservação da economia e do processo de desenvolvimento sustentável”, disse, ao frisar que foi levado ao debate internacional o tema da garantia da segurança alimentar global frente ao cenário do conflito da Ucrânia e das decorrentes sanções e limitações ao comércio de fertilizantes.

Mais destaques - A entrega da titulação da propriedade rural a milhares de brasileiros; o fortalecimento da agricultura familiar e do seguro rural, e a abertura de mais de 200 mercados externos durante o período também foram destacados.

Agricultor familiar - “Na nossa gestão priorizamos o agricultor familiar. A agricultura é uma só e devemos apoiar aqueles que mais precisam. Destinamos valores recordes aos financiamentos do Pronaf e, para esse público, não faltaram recursos. Entregamos mais de 340 mil títulos de regularização fundiária em todo o Brasil até agora e poderemos chegar a 500 mil até o final deste ano. Com os documentos, crédito adequado e assistência técnica, pequenos produtores contribuem para que o Brasil aumente ainda mais sua importância como uma potência agrícola”, comemorou Tereza Cristina.

Termo de posse - Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro assinou o termo de posse do novo ministro da Agricultura, Marcos Montes, que estava na secretaria-executiva da Pasta desde 2019. A cerimônia de transmissão de cargo ocorrerá às 15h e será transmitida pelo canal do Mapa no Youtube.

Continuidade - Tereza Cristina destacou que o bom trabalho desenvolvido no Mapa terá continuidade sob comando do novo ministro Marcos Montes. “Temos um ministério mais leve, preparado para apoiar a agropecuária de nosso país. Há ainda muito a ser feito. Tenho certeza que o Marcos Montes responderá aos desafios com muito sucesso”, finalizou.

Deputada federal - Nos três anos e três meses de gestão frente ao Mapa, Tereza Cristina esteve licenciada da cadeira de deputada Federal. Ela se desliga do cargo no Executivo em cumprimento ao prazo de desincompatibilização estipulado pela Justiça Eleitoral. (Mapa)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

MAPA II: Marcos Montes assume Ministério em continuidade à gestão focada nos produtores rurais brasileiros

2mapa 01 04 2022O ministro Marcos Montes assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em cerimônia de transmissão do cargo na tarde desta quinta-feira (31/03). Após tomar posse no Palácio do Planalto, Montes recebeu o comando da Pasta de sua antecessora, Tereza Cristina.

Continuidade - Marcos Montes assume o Ministério com uma política de continuidade da gestão implementada nos últimos três anos. “Hoje, com as nossas entidades e as nossas secretarias começamos a construir um momento diferente e levamos isso com programas maravilhosos ao mundo inteiro. E isso é uma demonstração clara de que o governo quer olhar o pequeno, aquele que realmente precisa de dignidade”, destacou Montes ao citar programas como o AgroNordeste e a entrega de títulos de regularização fundiária.

Convite - Marcos Montes exerceu o cargo de secretário-executivo do Mapa desde 2019 e lembrou o convite de Tereza Cristina para formar o time da Pasta em seu discurso. “Em janeiro de 2019 tive uma alegria imensa quando a Tereza me procurou para assumir um cargo tão importante, que é a Secretaria-Executiva do Mapa. Assim, fomos construindo este Ministério e as conquistas foram muitas”.

Fertilizantes - O novo ministro inicia a gestão reforçando a diplomacia dos fertilizantes com viagens previstas ao Marrocos, Egito e Jordânia a partir de maio. Nesta quarta-feira (30/03), Montes recebeu representantes do governo iraniano para uma negociação do aumento da cota de importação de ureia para o Brasil, de 1 milhão de toneladas podendo chegar a três milhões de toneladas. O ministro ainda defendeu a importância dos fertilizantes como produto não passível de sanção junto a organismos internacionais como a FAO. Para Montes isso só é possível, pois o agro brasileiro alçou uma posição de liderança neste governo não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.

Diálogo - Em sua despedida, Tereza Cristina reforçou o trabalho em equipe e o diálogo com o setor. “Eu acho que a nossa habilidade, tanto a minha quanto a do Marcos, é o diálogo com vocês, com o setor, com cada segmento do setor. Às vezes, a gente não concorda, mas a gente sempre acha o rumo do meio para que a gente possa caminhar, progredir e fazer do agronegócio esse agro que nós temos tanto orgulho hoje, dos nossos produtores e do nosso agro do Brasil”, destacou.

Sucesso - Ela ainda desejou sucesso ao ministro Montes e destacou que sua continuidade, agora, frente à Pasta é “um reconhecimento de que estamos no caminho certo”.

Conheça o ministro Marcos Montes Natural de Sacramento (MG), Marcos Montes Cordeiro tem 72 anos e é Médico Anestesista e Médico do Trabalho, formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em 1975. Possui Pós-Graduação em Medicina do Trabalho, especialização em Anestesiologia, pela Universidade de Campinas e residência médica, todas pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Prefeito - O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento foi prefeito de Uberaba (MG) por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004. Nesse período, presidiu a Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande e foi vice-presidente da Associação Mineira de Municípios.

Secretário - No Poder Executivo, Marcos Montes também já foi secretário estadual de Desenvolvimento Social e Esportes de Minas Gerais e secretário municipal de Turismo da Prefeitura de Uberaba.

Deputado - No Legislativo, foi deputado federal por três mandatos seguidos, de 2007 a 2018. Durante sua atuação na Câmara dos Deputados, foi presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e presidiu a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Também foi vice-presidente de outras comissões importantes, como a de Orçamento, e a de Meio Ambiente e a de Minas e Energia. (Mapa)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

PGPM: Governo reajusta preços mínimos para laranja, trigo e café

pgpm 01 04 2022O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estabeleceu os reajustes dos preços mínimos para laranja in natura, trigo em grãos, sementes de trigo, café arábica e café conilon da safra 2022/2023.

Arábica - O preço do café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, teve incremento de 64,23%, passando de R$ 369,40 na safra 2021/22 a saca de 60 quilos para R$ 606,66 na atual temporada, que vai de abril deste ano a março de 2023.

Conilon - No caso do café conilon, tipo 7, a elevação foi de 64,75%, saindo de R$ 263,93 para R$ 434,82, no período de abril deste ano a março do ano que vem.

Laranja in natura - Para a caixa de 40,8 quilos da laranja in natura, o reajuste foi de 36,43%, saindo de R$ 17,76 para R$ 24,23. O novo mínimo terá vigência a partir de julho deste ano até junho de 2023.

Trigo - Os preços mínimos do trigo em grãos tiveram reajuste de 64,33% nas três regiões produtoras do país (Sul, Sudeste e Centro-Oeste/Bahia), para os três tipos do cereal com base do pH e nas quatro modalidades especificadas (básico, doméstico, pão e melhorador). Os valores ficarão entre R$ 34,44 e R$ 95,90 a saca de 60 kg, válido entre julho deste ano até junho de 2023.

Sementes - As sementes de trigo também tiveram reajuste de 64,33%, subindo de R$ 1,98/kg para R$ 3,25/kg. Os novos preços mínimos valerão a partir de julho até junho do próximo ano.

Publicação - Os novos valores foram publicados pela Portaria n° 419 no Diário Oficial da União desta quinta-feira (31/03) e fixados pelo Voto n° 25 do Conselho Monetário Nacional, de 24 de março deste ano.

PGPM - O preço mínimo é o valor de referência no mercado e não acarreta impacto nas contas públicas, já que os gastos orçamentários das operações do Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) estão condicionados à disponibilidade orçamentária e financeira nas operações oficiais de crédito.

Receita - Os reajustes servem para garantir parte da receita do produtor em caso de oscilação drástica do preço no mercado, como balizador para as políticas de comercialização, por exemplo, e como referência do volume de crédito em operações de financiamento para a condução da atividade.

Ferramenta - A PGPM é uma ferramenta para diminuir oscilações na renda dos produtores rurais, assegurar uma remuneração mínima e equilibrar a oferta de alimentos, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional. (Mapa)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: MP libera R$ 1,2 bilhão em crédito rural para MS, PR, SC e RS

agricultura familiar 01 04 2022Para amenizar as perdas que agricultores familiares sofreram na safra 2021/2022 devido à seca, o governo federal editou uma medida provisória destinando R$ 1,2 bilhão em crédito rural para Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Destinação - O dinheiro é direcionado aos pequenos produtores rurais da agricultura familiar afetados pela seca ou estiagem. Os municípios beneficiados tiveram os níveis de chuva inferiores à média histórica. Como resultado, sofreram perdas nas safras e, consequente, impacto na renda e na capacidade de pagamento de dívidas.

Descontos - Serão concedidos descontos de no máximo 58,5% nas parcelas com vencimento a partir de 1º de janeiro de 2022 até 30 de junho de 2022, relativas a financiamentos já contratados pelos agricultores beneficiados, no âmbito Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (Pronaf), e que não sejam cobertos pelo Proagro ou pelo Seguro Rural.

Teto de gastos - Os créditos extraordinários não se sujeitam ao teto do gasto, conforme foi estabelecido pela Emenda Constitucional nº 95/2016. (Agência Brasil)

 

FOTO: Rogério Recco

 

 

IPEA: Instituto mantém previsão de 1,1% para crescimento do PIB em 2022

ipea 31 03 2022O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quinta-feira (31/03), a Visão Geral da Conjuntura, análise trimestral da economia brasileira. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), para 2022, foi mantida em 1,1%, com mudanças, porém, na composição setorial do crescimento.

Produção - Pela ótica da produção, houve redução do crescimento esperado para o setor agropecuário no ano, de 2,8% para 1%, devido à diminuição das estimativas para a produção de soja, que passaram a ser de queda de 8,8%, mesmo com o aumento de 3,7% da área plantada. Para a indústria, a taxa projetada anteriormente também foi reduzida, de um crescimento nulo para uma queda de 0,8%. Essa revisão decorreu do dado divulgado para o quarto trimestre de 2021, que veio abaixo do esperado e ensejou um carregamento estatístico negativo para 2022, além dos efeitos persistentes da desorganização das cadeias de abastecimento globais e dos impactos defasados do maior aperto monetário doméstico. A manutenção da taxa de crescimento do PIB projetada para 2022 em 1,1% decorre, portanto, da revisão para cima do crescimento esperado do setor de serviços, que passou de 1,3% para 1,8%. O maior otimismo em relação à evolução desse setor decorre principalmente da expectativa de redução gradual dos efeitos da pandemia sobre a mobilidade urbana e as atividades econômicas. A recuperação do setor de serviços deverá sustentar o bom desempenho dos indicadores de ocupação, gerando um efeito positivo na demanda doméstica.

Cenário previsto - O cenário previsto para 2023 é de crescimento do PIB em 1,7%. Nesse cenário, a Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea considerou que a taxa de juros deverá ser gradualmente reduzida a partir do início de 2023 e fechar o ano em torno de 9%, acompanhando o movimento de queda nas taxas de inflação, o que deve favorecer o mercado de crédito e os investimentos. Um mercado de trabalho mais aquecido será determinante para a demanda. Espera-se também que o aumento de preços de commodities seja temporário no cenário base e a taxa de câmbio fique estável, em relação ao fim de 2022, em R 5,20. Ainda mais importante, consideramos que haverá menos incerteza por conta do fim dos efeitos da guerra na Ucrânia e de efeitos mínimos da pandemia, o que deve garantir uma evolução positiva das atividades ligadas a comércio e serviços. No que se refere à política fiscal, este cenário pressupõe a manutenção de um arcabouço de regras fiscais compatível com o compromisso com a disciplina fiscal, mantendo sob controle o risco associado à evolução das contas públicas.

Inflação - As previsões para a inflação também foram alteradas no mundo todo em função dos impactos econômicos do choque causado pelo conflito militar na Ucrânia. Mesmo diante de um comportamento mais benevolente do câmbio - com valorização de 15% no ano até agora -, a manutenção da trajetória de alta dos preços das commodities no mercado internacional, aliada ao impacto da guerra sobre os preços do petróleo e aos efeitos climáticos adversos sobre a produção doméstica de alimentos, levou a uma revisão das estimativas feitas pela Dimac/Ipea para 2022.

IPCA e INPC - Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a variação prevista em 2022 passou de 5,6% para 6,5%, enquanto que, para o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC), a taxa projetada mudou de 5,5% para 6,3%. Embora as estimativas de inflação para o ano tenham aumentado ao longo das últimas semanas, ainda se mantém a perspectiva de um cenário de desaceleração inflacionária, tanto para 2022 quanto para 2023. Além disso, mesmo acima do patamar projetado inicialmente, o IPCA e o INPC devem encerrar 2022 com uma variação bem abaixo da observada em 2021. Para 2023, as projeções de inflação indicam a manutenção dessa trajetória de desaceleração, com taxas previstas de 3,6%, tanto para o IPCA quanto para o INPC, no próximo ano.

Conjuntura recente - O estudo analisa também a evolução da conjuntura recente, começando pela economia mundial e os reflexos da guerra, que levaram a revisão de expectativas em vários países: de maior inflação e de menor crescimento. Um box analisa a questão dos fertilizantes -- produção nacional, importação e efeitos iniciais do conflito. Uma das conclusões é que, para a atual safra, o grosso das áreas já foi devidamente adubado e apenas a partir de agosto eventuais faltas de adubos podem de fato começar a afetar a agricultura. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do estudo.

 

IPARDES: PIB do Paraná cresce 3,3% em 2021, maior avanço desde 2014

ipardes 01 04 2022O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná cresceu 3,3% no ano passado, o maior aumento da economia paranaense desde 2014. O avanço consolida a recuperação econômica do Estado após os impactos da pandemia de Covid-19 e é resultado principalmente da recuperação da indústria – em especial da construção civil e setor automotivo – e dos serviços. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31/03) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Valor - O PIB do Paraná, de R$ 579,3 bilhões, equivaleu a 6,67% do PIB brasileiro no período. A ampliação de 8,52% no valor adicionado da indústria e de 2,28% no de serviços foram determinantes para o bom resultado no ano. A estiagem prolongada, que provocou quebras nas safras de soja, milho e cana-de-açúcar, combinadas à diminuição no processamento de carne bovina, provocaram retração de -9,53% na agropecuária. A arrecadação de impostos apresentou variação de 8,16%.

Bons resultados - “O crescimento do PIB demonstra os bons resultados alcançados pelo Paraná nos diferentes setores ao longo do ano passado. Mesmo enfrentando a pior pandemia do último século e a maior estiagem em 90 anos, a economia paranaense continua forte e robusta e está em plena recuperação”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Fechamos o ano passado com o maior geração de empregos em 18 anos, com mais de 172 mil vagas abertas, e agora com o maior avanço no PIB em quase uma década”.

Recuperação - O diretor-presidente do Ipardes, Daniel Nojima, explica que a recuperação do Estado iniciou já no último trimestre de 2020 e foi constante ao longo do primeiro semestre do ano passado. No ano anterior, o PIB paranaense fechou em queda de -1,84%, com o impacto da pandemia em todos os setores, além das consequências da estiagem já naquele período.

Indústria da transformação - Ao longo de 2021, os diferentes ramos que compõem a indústria da transformação expandiram de forma disseminada, com destaque para a indústria automotiva e fabricação de máquinas e equipamentos. Também contribuiu para o resultado do setor industrial o bom desempenho da construção civil. O resultado positivo dos serviços levou em conta a recuperação das atividades de seus segmentos, que estavam entre os mais afetados pela pandemia.

Avanço - “O PIB paranaense avançou no ano passado mesmo com as adversidades. Além da Covid-19, inflação e alta de juros, o clima afetou muito a produção de energia e da agricultura, que tem um peso grande na economia do Estado”, explica Nojima. “Houve aumento também no número de empregos, ajudando na recuperação de parte do setor de serviços”.

Resultados - No primeiro trimestre de 2021, o PIB paranaense caiu -0,42% com relação aos primeiros três meses do ano anterior – o único trimestre de 2020 que fechou em alta. O desempenho foi revertido já no trimestre seguinte, com crescimento de 4,56% entre janeiro e junho. No resultado acumulado até setembro, o PIB do Paraná foi a 4,45%.

Estabilidade - No último trimestre do ano, o PIB apresentou estabilidade em relação ao período correspondente do ano anterior, com variação de 0,01% e valor acumulado de 3,3%. Dentre as atividades que compõem o valor adicionado (que corresponde ao PIB subtraído de impostos), houve expansão de 0,98% na indústria e retrações de -8,05% na agropecuária e de -0,57% no setor de serviços.

Comparação - Na comparação com o trimestre anterior, o PIB registrou contração de -0,41%, influenciado por contrações de serviços (-1,15%) indústria (-0,72%). Segundo a análise do Ipardes, o crescimento da indústria dependeu da expansão da construção civil, que mais que compensou as variações negativas na indústria de transformação e nos serviços industriais de utilidade pública, como a geração de eletricidade.

Reduções - O declínio da agropecuária foi resultado de reduções nos volumes produzidos de cana-de-açúcar e de carne bovina. No setor de serviços, foi observada queda acentuada no varejo, o que provocou a retração do comércio no quarto trimestre.

Serviços - “O setor de serviços vinha se recuperando por conta do aumento no número de empregos. Mas a inflação em alta desde o terceiro trimestre, com aumento no preço dos combustíveis e dos alimentos, reduziu poder de compra do cidadão e trouxe consequências ao desempenho do comércio, o que fez com que o setor crescesse em um ritmo mais lento no ano”, explica Nojima.

Quarto trimestre - No quarto trimestre de 2021, o Produto Interno Bruto do Paraná totalizou R$ 132,84 bilhões, sendo R$ 113,53 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 19,3 bilhões aos impostos. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: José Fernando Ogura

 

IBGE: Produção industrial cresce 0,7% em fevereiro, mas continua abaixo do patamar pré-pandemia

ibge 01 04 2022A produção industrial cresceu 0,7% em fevereiro, na comparação com o mês anterior. Esse resultado eliminou parte da queda de 2,2% registrada em janeiro, mas, mesmo com o avanço, o setor permanece 2,6% abaixo do patamar de antes do início da pandemia. Também está 18,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Os dados são Pesquisa Industrial Mensal (PIM) - Brasil, divulgada nesta sexta-feira (01/04) pelo IBGE.

Queda - No ano, a indústria acumula queda de 5,8% e, em 12 meses, alta de 2,8%. Frente a fevereiro de 2021, o recuo foi de 4,3%.

Taxas positivas - O avanço da indústria em fevereiro teve taxas positivas disseminadas em todas as quatro grandes categorias econômicas e em 16 dos 26 ramos pesquisados. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes vieram das indústrias extrativas (5,3%) e de produtos alimentícios (2,4%).

Extrativo - “O setor extrativo teve uma queda importante em janeiro (-5,1%), por conta do maior volume de chuvas em Minas Gerais, naquele mês, o que prejudicou a extração do minério de ferro. Com a normalização das chuvas, houve uma regularização da produção. Já o setor alimentos teve seu quarto mês positivo de crescimento, acumulando no período ganho de 14,0%. Em fevereiro, os destaques foram a produção de açúcar e carnes e aves, dois grupamentos importantes dentro do setor de alimentos”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

Outras contribuições positivas - Outras contribuições positivas vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (3,2%), metalurgia (3,3%), bebidas (4,1%), outros equipamentos de transporte (15,1%) e produtos de borracha e de material plástico (2,9%).

Redução de jornada - “O mês de janeiro também é caracterizado por ter algum grau de redução de jornadas de trabalho e pelo movimento maior de férias coletivas. Em fevereiro, há o retorno normal ao trabalho, que impulsiona a produção do mês. Isso ajuda a entender o resultado positivo de fevereiro na margem da série”, acrescenta André Macedo.

Atividades - Já entre as dez atividades que tiveram redução na produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-3,4%) tiveram os principais impactos no mês. A primeira eliminou parte do crescimento de 3,1% em janeiro, enquanto a última intensificou a queda no mês anterior (-1,8%).

Categorias - Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (1,9%), bens intermediários (1,6%) e bens de consumo semi e não-duráveis (1,5%) tiveram as taxas positivas mais acentuadas em fevereiro. Com esses resultados, as duas primeiras voltaram a crescer após recuarem -8,8% e -1,3%, respectivamente, em janeiro. Bens de consumo semi e não-duráveis marcou o quarto mês seguido de crescimento na produção, período em que acumulou ganho de 3,9%.

Bens de consumo duráveis - O setor produtor de bens de consumo duráveis (0,5%) também avançou em fevereiro, mas abaixo da média da indústria (0,7%). Vale destacar que esse segmento recuou 11,7% em janeiro de 2022 e eliminou parte da expansão de 18,6% registrada nos dois últimos meses de 2021.

Queda acumulada - André Macedo observa que, apesar do resultado positivo em fevereiro, a indústria acumula queda de 4,3% frente ao mesmo mês do ano anterior e recuo de 5,8% no acumulado de 2022. A taxa positiva no acumulado em 12 meses indica perda de intensidade, que vem ocorrendo desde agosto (7,2%), nessa comparação.

Abaixo - “Dois anos após o início da pandemia, a indústria ainda está abaixo daquele patamar. Isso pode ser explicado pelo desarranjo das cadeias produtivas, já que as indústrias ficaram com dificuldade de acesso à matéria prima e insumos. Pelo lado da demanda doméstica, há inflação alta, juros em elevação, mercado de trabalho ainda com contingente elevado de trabalhadores fora dele e a massa de rendimento que também não avança. São características que ajudam a entender esse cenário da indústria,” conclui Macedo.

Mais sobre a pesquisa - A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) - Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no banco de dados Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Agência Vale

 

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CÂMBIO: Dólar cai para R$ 4,76 e tem maior queda trimestral desde 2009

cambio 31 03 2022Após oscilar entre altas e baixas ao longo do dia, o dólar fechou esta quinta-feira (31/03) com queda e teve o maior recuo trimestral desde 2009. A bolsa de valores caiu após duas altas seguidas, mas também encerrou o trimestre em alta, com a maior valorização desde 2020.

Cotação - O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,761, com recuo de R$ 0,026 (-0,54%). Depois de iniciar o dia em alta, a cotação reverteu a tendência e caiu logo após a abertura das negociações no mercado norte-americano. Na mínima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 4,72, mas o preço baixo atraiu a compra por grandes empresas que querem fechar o caixa no fim do trimestre.

Recuo - Com o desempenho desta quinta, a moeda norte-americana fechou março com recuo de 7,63%. Essa foi a maior queda mensal desde outubro de 2018. No primeiro trimestre, a divisa caiu 14,55%, a maior baixa desde o segundo trimestre de 2009, quando os mercados financeiros se recuperavam da crise financeira de 2008.

Ações têm dia tenso - O mercado de ações teve um dia mais tenso. O índice Ibovespa, da B3 (Bolsa de Valores), fechou o dia aos 119.999 pontos, com recuo de 0,22%. A queda foi puxada por ações de petroleiras e de empresas de energia, que reagiram ao recuo na cotação internacional do petróleo após o presidente norte-americano, Joe Biden, anunciar a liberação de estoques internos para enfrentar o encarecimento do combustível após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Ganhos - O Ibovespa encerrou março com ganhos de 6,06%. Nos três primeiros meses de 2022, a alta acumulada ficou em 14,48%, o melhor desempenho desde o último trimestre de 2020.

Alta - Em relação ao câmbio, o dólar subiu perante várias moedas após a divulgação de que o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos aumentou acima do previsto em março e com o agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia.

Brasil - No caso do Brasil, no entanto, a valorização das commodities (bens primários com cotação internacional) nos últimos meses e os juros altos continuaram a pressionar para baixo a cotação da moeda norte-americana. O mesmo ocorreu com outros países latino-americanos, como Colômbia e México. (Agência Brasil, com Agência Reuters)

FOTO: Pixabay

 

TELETRABALHO: Conheça as regras previstas na MP que regulamenta o trabalho remoto

teletrabalho 01 04 2022Adotado com o intuito de evitar aglomerações em empresas e escritórios durante o período mais crítico da pandemia de covid-19, o teletrabalho (ou home office) pode ganhar mais destaque nos arranjos trabalhistas com a edição da Medida Provisória 1108/22, publicada na segunda-feira (28/03) no Diário Oficial da União.

Modernização - De acordo com o Ministério do Trabalho, o normativo prevê que a modalidade tem, por objetivo, "modernizar a regulação existente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)", além de “corrigir aspectos regulatórios que o uso maciço do teletrabalho durante a pandemia da covid-19 evidenciou, como, por exemplo, aumentar as possibilidades de regimes híbridos de teletrabalho”.

Teletrabalho - Segundo a pasta, o teletrabalho (ou trabalho remoto) é caracterizado como "prestação de serviços fora das dependências da empresa, de maneira preponderante ou híbrida, que, por sua natureza, não pode ser caracterizada como trabalho externo".

Produção ou tarefa - De acordo com as novas regras, é possível a contratação no teletrabalho por jornada; por produção; ou tarefa, possibilitando, conforme a contratação, o controle de jornada ou a flexibilidade na execução das tarefas.

Comparecimento - "Será viável, ainda, que no contrato de teletrabalho ocorra o comparecimento habitual no local de trabalho para atividades específicas", detalha o Ministério do Trabalho por meio de seu site.

Contrato individual - A MP prevê que o teletrabalho deverá constar expressamente em contrato individual de trabalho, e que esse contrato poderá dispor sobre os horários e os meios de comunicação entre empregado e empregador, desde que assegurados os repousos legais.

Alteração -O empregador poderá, a seu critério, alterar o regime de trabalho presencial para teletrabalho ou trabalho remoto, além de determinar o retorno ao regime de trabalho presencial, independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos, dispensado o registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho.

Notificação - Essa alteração, no entanto, precisa ser notificada ao empregado com antecedência de, no mínimo, 48 horas, “por escrito ou por meio eletrônico”.

Equipamentos e infraestruturas - A MP acrescenta que “disposições relativas à responsabilidade pela aquisição, pela manutenção ou pelo fornecimento dos equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada à prestação de trabalho remoto e as disposições relativas ao reembolso de despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato escrito, firmado previamente ou no prazo de 30 dias, contado da data da mudança do regime de trabalho”.

Comodato - Caso o empregado não possua os equipamentos ou infraestrutura necessários à prestação do serviço, o empregador poderá fornecer os equipamentos em “regime de comodato” (empréstimo gratuito) e custear os serviços de infraestrutura, “que não caracterizarão verba de natureza salarial”. Além disso, o período da jornada normal de trabalho será computado como “tempo de trabalho à disposição do empregador”, na impossibilidade do oferecimento dessas condições via regime de comodato.

Esclarecimento - A MP esclarece que o tempo de uso de equipamentos tecnológicos e de infraestrutura necessária, assim como de softwares, ferramentas digitais ou mesmo aplicações de internet utilizados para o trabalho remoto fora da jornada de trabalho normal do empregado, “não constitui tempo à disposição, regime de prontidão ou de sobreaviso, exceto se houver previsão em acordo individual ou em acordo ou convenção coletiva de trabalho”.

Estagiários e aprendizes - Por fim, a MP prevê que a adoção do regime de teletrabalho poderá ser estendida a estagiários e aprendizes. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Brasil tem 29,9 milhões de casos e 659,7 mil mortes

 

O total de casos de covid-19 no Brasil desde o início da pandemia atingiu 29.947.895. Em 24 horas, foram confirmados 31.561 diagnósticos positivos da doença. Na quarta-feira (30/03), o total de casos acumulados contabilizados pelas secretarias e pelo Ministério da Saúde estava em 29.916.334.

 

Acompanhamento - O número de pacientes em acompanhamento está em 569.558. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

 

Vidas perdidas - A quantidade de vidas perdidas para o coronavírus chegou a 659.757. Entre quarta e quinta-feira (30 e 31/03), foram registrados 253 óbitos. Na atualização anterior, o sistema de dados totalizava 659.504 mortes ao longo da pandemia.

 

Investigação - Há ainda 3.098 óbitos em investigação - casos em que o paciente faleceu, mas a investigação da causa demanda exames e procedimentos posteriores.

 

Recuperadas - Até esta quinta-feira, 28.718.580 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,8% dos infectados desde o início da pandemia.

 

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (167.374), Rio de Janeiro (72.835), Minas Gerais (60.850), Paraná (42.933) e Rio Grande do Sul (39.049).

 

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.992), Amapá (2.124), Roraima (2.145), Tocantins (4.144) e Sergipe (6.317).

 

Vacinação - Até esta quinta-feira, foram aplicados 398,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 172,8 milhões com a primeira dose e 150,8 milhões com a segunda dose, além de 4,7 milhões de doses únicas, 67,6 milhões de doses de reforço e 2,8 milhões de doses adicionais. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Mais 2.534 casos de Covid-19 e 15 óbitos são registrados no Paraná

 

saude II 01 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (31) mais 2.534 casos e 15 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 2.404.630 casos e 42.700 óbitos pela doença.

 

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (1.245), fevereiro (658) e janeiro (590) de 2022; dezembro (2), outubro (2), setembro(4), agosto (1), julho (3), junho (2), maio (1), abril (3), março (4), fevereiro (4) e janeiro (2) de 2021; e dezembro (9), outubro (1), setembro (2) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de março (12) e fevereiro (2) de 2022 e abril (1) de 2021.

 

Internados - 55 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (22 em UTIs e 23 em leitos clínicos/enfermaria). Há outras 374 pessoas internadas, 192 em leitos de UTI e 182 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Elas estão em leitos das redes pública e particular e são consideradas casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

 

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 15 pacientes. São sete mulheres e oito homens, com idades que variam entre 8 e 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 14 de abril de 2021 e 31 de março de 2022.

 

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (2), Londrina (2), Cascavel (2), Terra Boa, Piraí do Sul, Marechal Cândido Rondon, Jaguariaíva, Ivaiporã, Irati, Cornélio Procópio, Campo Largo e Bom Jesus do Sul.

 

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 10.787 casos de não residentes no Estado – 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja do ajustes (exclusões e correções de municípios) no site da Sesa.

 


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