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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5292 | 04 de Abril de 2022

AGO I: Cooperativismo do PR permanece em pleno desenvolvimento, trazendo benefícios às comunidades, apesar dos desafios, afirma Ricken

O Sistema Ocepar reuniu as cooperativas paranaenses vinculadas à entidade em Assembleia Geral Ordinária (AGO), na tarde de sexta-feira (01/04), quando foi realizada a prestação de contas referente ao exercício de 2021. “Nós fechamos o ano, agora com dados já confirmados por meio das assembleias promovidas pela maioria absoluta das cooperativas, em R$ 153,7 bilhões de movimentação econômica. Em 2020, foram R$ 115 bilhões. No ano passado, investimos R$ 4,65 bilhões, exportamos US$ 6,3 bilhões, recolhemos o equivalente a quase R$ 4 bilhões em impostos. Já temos conosco 2,7 milhões de cooperados e geramos 126.600 empregos diretos. Esses números, de forma resumida, nos levam à conclusão de que o cooperativismo do Paraná permanece, apesar de todos os desafios, em pleno desenvolvimento, trazendo benefícios diretos e indiretos a todas as comunidades onde estamos inseridos”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na abertura do encontro.

Participações - A AGO somou mais de 200 participações, entre as quais de 80 presidentes de cooperativas paranaenses, diretores da Ocepar, entre outras lideranças do cooperativismo. O governador do Paraná, Ratinho Junior, e o presidente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Márcio Lopes de Freitas, estiveram entre os convidados, falando ao vivo, virtualmente de Curitiba e de Brasília, respectivamente. Enquanto os presidentes das cooperativas participaram pela plataforma Microsoft Teams, o público em geral pode acompanhar a AGO pela TV Paraná Cooperativo, no canal do Sistema Ocepar no Youtube. Clique aqui para conferir.

Aniversário da Ocepar - Em seu pronunciamento, Ricken lembrou que a Assembleia também era comemorativa aos 51 anos de fundação da Ocepar, celebrados no sábado (02/04). Depois, fez uma breve análise sobre o desempenho do cooperativismo paranaense em 2021. “Foi um ano de desafios, mas também de realizações. Assim pode ser definido 2021. A pandemia modificou a nossa forma de trabalho, nos obrigou a inovar diariamente para darmos continuidade à nossa missão como sistema cooperativo, com o objetivo de promover o desenvolvimento das pessoas, dos cooperados, consolidar a sustentabilidade das cooperativas e impulsionar o compromisso com as comunidades onde as cooperativas estão inseridas, buscando aliar organização econômica com responsabilidade social e ambiental”, frisou.

Ótimos índices - “Apesar de questões de ordem internacional, de logística, custo de insumos, impactos sanitários e restrições comerciais, que se agravaram agora principalmente em função da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, somados a problemas internos, que dificultaram os avanços das reformas no Brasil, e o ressurgimento do processo inflacionário, o ano de 2021 se encerrou com ótimos índices de crescimento do cooperativismo do Paraná, superando incertezas e sinalizando para boas expectativas para o ano de 2022”, prosseguiu o presidente do Sistema Ocepar. Ainda de acordo com ele, as cooperativas souberam aproveitar as oportunidades proporcionadas pelo mercado, tanto externo como interno.

PRC200 - Ricken destacou também o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200). “Lançado em julho de 2020, o nosso novo plano de desenvolvimento do cooperativismo paranaense reforça as estratégias de médio e longo prazos de desenvolvimento, com planejamento e investimentos, profissionalização, inovação e modernização do setor no Estado”, salientou. Durante a AGO, os participantes aprovaram a execução de mais três propostas de ações ligadas a projetos estruturantes do PRC200: a ampliação do Programa de Educação Política do Cooperativismo Paranaense, a instituição do Plano de Saúde Paraná Cooperativo, destinado ao público cooperativista no Estado, e a instituição de alianças estratégicas entre as cooperativas do Paraná, de diversos ramos.

Futuro - De acordo com o dirigente cooperativista, há expectativas em relação ao futuro do país. “Vivemos um momento iminentemente político e também de superação da Covid-19, que nos levam a uma responsabilidade coletiva. Apesar disso tudo, nós precisamos focar nossas ações no crescimento sustentável das cooperativas do Paraná, buscar novas formas de alianças entre os diversos ramos, inclusive avançar na certificação, buscando a excelência do seu modelo de gestão e governança, a profissionalização e o compromisso com as questões ambientais e sociais”, complementou.

Pré-assembleias - Ricken lembrou que, antecedendo à realização da AGO, o Sistema Ocepar promoveu as pré-assembleias de prestação de contas no mês de março, desta vez exclusivamente para presidentes das cooperativas paranaenses. “Concluímos 2021 com 216 cooperativas registradas na entidade. Nas pré-assembleias, foram 243 participações de cooperativas dos sete ramos de atividades, em cinco pré-assembleias, uma delas em edição extra. Em número de cooperativas, nós superamos a presença de 160. Foram as pré-assembleias em que obtivemos a maior participação das cooperativas do Paraná, de todos os ramos”, sublinhou.

Homenagem à Donel - Durante a AGO, foi realizada uma homenagem ao ex-presidente da Ocepar, Ignácio Aloysio Donel, que faleceu no dia 10 de janeiro, aos 86 anos. “Donel nos deixou um legado de realizações e ações que ajudaram a solidificar o cooperativismo no Paraná e no Brasil, especialmente quando presidiu a Cotrefal, hoje Cooperativa Lar e a Ocepar, entre os anos de 1991 e 1993, e posteriormente como presidente da Cocecrer – Cooperativa Central de Crédito, que deu os primeiros passos para a criação do sistema de cooperativismo de crédito que que temos hoje e à Central Sicredi”, é destacado no vídeo exibido durante a Assembleia. O material é finalizado com uma parte do último depoimento gravado por Donel em vida e destaca também uma frase dele publicada no livro sobre os 30 anos da Central Sicredi PR/SP/RJ, de autoria do jornalista e escritor Domingos Pellegrini: “Até dizem que sou uma lenda do cooperativismo, mas tudo o que fiz foi obedecer à vocação para dar sentido à vida."  Clique aqui para conferir.

Pauta - Na Assembleia, a prestação de contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2021 contemplou a apresentação do Balanço Patrimonial e Demonstrações de resultado do exercício, Relatório da auditoria independente e Parecer do Conselho Fiscal. Também foram apresentadas as propostas de orçamento de receitas, despesas e imobilizações para 2022 e o plano de trabalho para o exercício de 2022. Todos os itens da pauta foram aprovados por unanimidade. Na sexta-feira (01/04), foram realizadas simultaneamente as Assembleias Gerais Ordinárias do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) e a Reunião Extraordinária de Prestação de Contas do Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).

Vídeo - Os principais resultados alcançados pelo cooperativismo paranaense foram sintetizados em forma de vídeo, apresentado aos participantes da AGO. Além dos indicadores econômicos, o material traz em destaque programas e iniciativas desenvolvidas com o propósito de dar suporte ao desenvolvimento do setor no Estado. Uma das inovações deste ano são os dados segmentados por ramo. Clique aqui para conferir na íntegra. 

Relatório - Clique aqui e confira na íntegra o Relatório de Atividades e Prestação de Contas do Exercício Social de 2021 e o Plano de Ação para 2022 do Sistema Ocepar.

Áudio - Clique aqui e confira o áudio sobre o evento produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

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AGO II: Cooperativas contribuem para expansão recorde de empregos no Paraná, diz Ratinho Junior

“O Paraná, em 2021, teve um saldo positivo de 172 mil empregos com carteira assinada. Foi o melhor resultado da região Sul e o terceiro mais expressivo do país. Em 2022, os indicadores seguem favoráveis, com cerca de 50 mil empregos criados somente nos dois primeiros meses do ano. Isso é fruto em especial dos investimentos das cooperativas, que estão contribuindo para a abertura recorde de novas vagas de trabalho no estado”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior, durante sua participação, na tarde de sexta-feira (01/04), da Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar. Realizada de forma virtual, a Assembleia é destinada à prestação de contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2021 e à aprovação do plano de ação para 2022. O evento contou com a presença de diretores da Ocepar e lideranças do cooperativismo brasileiro.

Trabalho - Foram 28.506 postos de trabalho com carteira assinada no mês de fevereiro no Paraná. O saldo é resultado de 169.870 admissões e 141.364 demissões. Santa Catarina criou 28.484 e o Rio Grande do Sul 25.908. No ranking nacional, apenas São Paulo (98.262) e Minas Gerais (36.677) tiveram desempenho melhor no período. Sozinho, o Paraná abriu mais vagas que duas regiões inteiras do Brasil: Nordeste (28.085) e Norte (12.727). No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o Estado tem saldo de 47.804 postos abertos, ficando atrás apenas de São Paulo (142.513) e Santa Catarina (51.906). O levantamento é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado em 29 de março pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

 

Ações e conquistas - Ratinho Junior também falou aos cooperativistas sobre as ações do governo estadual na estruturação da logística no estado, energia, linhas de crédito e fomento. O governador ressaltou ainda a expectativa de expansão nas exportações do setor agropecuário, impulsionadas pela conquista da certificação da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), de livre de febre aftosa sem vacinação e zona livre de peste suína clássica. “Foi uma conquista que só foi possível pelo trabalho em conjunto do governo estadual, cooperativas, setor produtivo e Ministério da Agricultura, abrindo o mercado mundial para a pecuária paranaense. Um reconhecimento mundial da qualidade sanitária dos nossos produtores e frigoríficos”, disse.

 

Logística - A respeito das melhorias na logística, o governador atualizou os cooperativistas sobre o andamento dos projetos para o Cais Leste, também chamado de Moegão, no Porto de Paranaguá, a Nova Ferroeste e processo de licitação para as concessões do pedágio. Ratinho Junior explicou que o Moegão vai dobrar a capacidade de carga e descarga dos trens no terminal portuário. “Quanto à Nova Ferroeste, finalizamos o estudo econômico, de engenharia e impacto ambiental. Em abril, serão iniciadas as audiências públicas, dentro de um cronograma para o leilão na bolsa de valores. É um projeto ferroviário de R$ 30 bilhões, com 1.304 quilômetros”, relatou. “Sobre os pedágios rodoviários, aguardamos a análise do Tribunal de Contas da União (TCU), que esperamos seja concluída até o final de maio. Acreditamos que em meados do segundo semestre deste ano, o leilão para a nova concessão será realizado”, afirmou.

Funrep - O governador explicou aos cooperativistas a postergação, por 90 dias, até 1º de julho, do início da vigência do Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal do Paraná (Funrep). “Tranquilizo a todos quanto ao Fundo, que foi postergado. Estudos estão sendo feitos, para que haja base jurídica e ajustes sejam feitos, num trabalho realizado em conjunto com a Secretaria da Fazenda”, disse. O decreto que regulamentou a instituição do Funrep (9.810/2021) definiu a cobrança de 12% sobre o valor de incentivo ou benefício tributário utilizado por setores econômicos paranaenses. Segundo o governo, o objetivo é a promoção do planejamento de longo prazo, com uma política financeira preventiva e de equilíbrio fiscal das contas públicas. O Funrep foi criado na esteira da pandemia como forma de garantia do Estado para honrar seus compromissos. O setor produtivo, por intermédio do G7, se posicionou de forma contrária à cobrança, devido aos custos e impactos às cadeias de produção paranaenses.

 

Desempenho - O governador encerrou sua participação na Assembleia da Ocepar parabenizando o setor cooperativista do Paraná pelo bom desempenho em 2021. “As cooperativas realizam um trabalho importante para o desenvolvimento social e econômico do estado, melhorando a vida das pessoas. Participo da AGO para agradecer aos cooperativistas pelo apoio e parceria”, concluiu.

Áudio - Clique aqui e confira o áudio sobre o evento produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

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AGO III: Presidente da OCB comenta sobre fertilizantes e alerta para risco de desabastecimento mundial de alimentos

ago ocb 04 04 2022A Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar, realizada virtualmente na última sexta-feira (01/04), encerrou com a presença do presidente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Márcio Lopes de Freitas. Ao falar para presidentes das cooperativas do Paraná, que participaram por meio da plataforma Microsoft Teams, e para o público em geral que acompanhou a reunião ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, Freitas destacou sua gratidão e reconhecimento ao cooperativismo do Paraná. “O trabalho de vocês é exemplar. Tenho orgulho em representar o cooperativismo do Paraná, um sistema com resultados tão bons e expressivos”, disse.

Momento político - Ao comentar os acontecimentos em Brasília, base de trabalho do Sistema OCB, Freitas disse a política eleitoral já predomina em todos os debates. “Acompanhei a posse dos novos ministros e percebi que os discursos estão eminentemente políticos. O governo, como um todo, está vestido de política. As falas, inclusive do presidente da República, estão num tom mais político do que técnico e objetivo. Os interesses partidários acabam prevalecendo. E um jogo complexo”, comentou.

Cooperativismo - A parte positiva do atual cenário, continuou o dirigente, é o fortalecimento da imagem do cooperativismo. “Os diferenciais do sistema cooperativismo estão mais claros. Isso está começando a prevalecer, facilitando um pouco o processo de negociação, em todos os níveis. Somos uma voz respeitada”, afirmou. Outro aspecto positivo, na avaliação de Freitas, é a escolha técnicas dos substitutos dos ministros que deixaram seus cargos para se candidatar nas eleições de outubro. “Especialmente no Ministério da Agricultura, onde temos uma relação maior, a ex-ministra Tereza Cristina deixou o comando da pasta para concorrer a uma vaga no Senado e em seu lugar ficou o deputado federal Marcos Montes, que já atuava na pasta”, contou.

Fertilizantes - Em sua fala, o dirigente também abordou a questão dos fertilizantes e dos riscos que isso traz para o abastecimento mundial de alimentos. “Este é um tema prioritário. Garantir o fluxo de fertilizantes é garantir o abastecimento de comida. A situação é muito séria. Os Estados Unidos são o maior exportador de alimentos do mundo. O Brasil é o segundo, Rússia e Ucrânia são, respectivamente, terceiro e quarto, sendo que esses dois países, em função da guerra e seus efeitos, não vão conseguir cultivar uma safra cheia. Então, vamos viver um gargalo mundial no próximo ano”, alertou.

Plano Safra - O dirigente encerrou sua fala abordando a questão do plano safra, destacando a dificuldade em elaborar um pacote com recursos suficientes para atender a demanda por crédito num período em que o mundo se vê diante do risco de desabastecimento. “Tem sido cada vez mais complexo discutir o plano safra. E este ano não vai ser diferente. Ano passado, foram disponibilizados R$ 270 bilhões. Isto já foi uma dificuldade tremenda e, mesmo assim, não atendeu a real necessidade por crédito, pois esse valor representa menos de 25% da real demanda. Para este ano, o objetivo é garantir R$ 300 bilhões”, disse.

Escassez - O dirigente ressaltou que está cada vez mais difícil formatar o plano safra porque os recursos estão cada vez mais escassos. “O desafio é como e onde arrumar recursos.  Quando levamos a sugestão de valor para o Ministério da Economia, nosso primeiro argumento é que temos que garantir uma safra cheia e que isso não é uma questão só da agricultura e sim de garantir a condição de abastecimento no Brasil e no mundo, visto que o risco de desabastecimento é grande. Isso é um problema global de sustentabilidade de alimentos. A OCB está trabalhando muito para compor um plano safra alinhado com as necessidades do setor produtivo e acreditamos que também dá para construir outras soluções, envolvendo, por exemplo, depósito compulsório, além de outras que as cooperativas e as unidades estaduais, como a Ocepar, estão buscando”, concluiu. 

 

ÁudioClique aqui e confira o áudio sobre o evento produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

 

 

MERCOSUPER 2022: Sistema Ocepar participa da feira junto com 17 cooperativas no Espaço Paraná Cooperativo

 

1mercosuper destaque 04 04 2022Pela primeira vez, o Sistema Ocepar participa com um estande da Feira e Convenção Paranaense de Supermercados (Mercosuper) promovida pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras). A entidade estará presente no evento junto com mais 17 cooperativas no Espaço Paraná Cooperativo, uma área de aproximadamente 2.470 metros quadrados, montada com apoio do Sistema OCB. As cooperativas que estarão divulgando seus produtos e serviços no local são: Coopavel, Copacol, Cooperaliança, C.Vale, Frimesa, Lar, Primato, Unium (Frísia, Castrolanda e Capal), Witmarsum, Integrada, Coacipar, Coofamel, Cresol, Sicoob e Sicredi. Além dos estandes, o Espaço Paraná Cooperativo abrigará sala de reuniões, balcão de degustação e ambiente de descanso. Lá também estará presente o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR).

 

Oportunidade única - “A Mercosuper é uma oportunidade única para expormos nossos produtos e serviços de forma estratégica e, principalmente, levarmos o conceito do cooperativismo para nossos parceiros supermercados no Espaço Paraná Cooperativo”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “A demanda foi encaminhada por meio do presidente da Apras em reunião da Diretoria da Ocepar e, agora, estamos concretizando isto. Acreditamos que podemos participar mais do varejo e sermos fornecedores preferenciais, dado nosso compromisso econômico e social com as regiões em que atuamos”, acrescentou o dirigente cooperativista.

 

Marco - “O Espaço Paraná Cooperativo vai ser um marco na história da Mercosuper. É uma oportunidade para que mais supermercadistas e consumidores conheçam a qualidade dos produtos das cooperativas paranaenses”, afirmou o presidente da Apras, Carlos Beal. “A partir da Mercosuper 2022, acredito que o Espaço Paraná Cooperativo vai crescer a cada ano, gerando muitos frutos nas próximas edições da Feira”, disse. Segundo Beal, as cooperativas, que já se destacam como grandes exportadoras, ampliaram a atuação também no mercado interno. “O setor está investindo de forma contínua em inovação e lançamentos de produtos, aprimorando o desempenho em todos os aspectos da estrutura de comércio, embalagem, logística, marketing, entre outros. Acredito que a presença das marcas das cooperativas paranaenses no varejo vai crescer cada vez mais em todo o Brasil”, enfatizou. “A confiança que se estabeleceu entre a Apras e o Sistema Ocepar, entidades com mais de 50 anos de história, viabilizou a ideia de criarmos o Espaço Paraná Cooperativo na Mercosuper 2022”, concluiu Beal.

 

Sobre o evento - Esta será a 39ª edição da Mercosuper e ocorrerá de 5 a 7 de abril, no Expotrade Center, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A expectativa dos organizadores é reunir um público 20% maior do que a última edição presencial, aumentar em 25% o espaço para os expositores e movimentar mais de R$ 600 milhões em negócios fechados. Uma programação especial está sendo preparada e a ideia é promover o debate dos assuntos mais relevantes do setor supermercadista e da gestão de negócios, com conteúdos essenciais para os empresários. Serão realizados fóruns, palestras e debates com convidados de renome. Clique aqui e confira a programação completa da Mercosuper 2022.

 

SINCOOPAR CRÉDITO: Eleita a nova diretoria para a gestão 2022/2026

sincoopar credito 04 04 2022O Sindicato das Cooperativas de Crédito do Estado do Paraná (Sincoopar Crédito) realizou, na tarde de sexta-feira (01/04), a sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), por meio da plataforma Microsoft Teams. A reunião foi conduzida pelo presidente do sindicato, Manfred Dasenbrock, que também preside a Central Sicredi PR/SP/RJ. Pela Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), participaram o superintendente Nelson Costa, o assessor jurídico e sindical, Graziel Pedrozo de Abreu, e o coordenador administrativo e financeiro, Carlos Roberto Gonçalves. Na oportunidade, foi realizada a eleição da nova diretoria para a gestão que compreende o período de 01/06/2022 a 31/05/2026, incluindo os membros da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal e os Delegados Representantes. Confira abaixo a composição:

Diretoria Executiva

Presidente: Jaime Basso (Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

Vice-presidente: Marino Delgado (Sicoob Central)

Secretário: Popke Ferdinand Van Der Vinne (Sicredi Campo Gerais PR/SP)

Tesoureiro: Alcyr Goldoni (Credicoamo)

Conselho Fiscal

Titular: Adriano Michelon (Cresol Baser)

Titular: Luciano Dias Carneiro Kluppel (Sicredi Novos Horizontes PR/SP)

Titular: Wilson Geraldo Cavina (Sicoob Central)

Suplente: Jeomar Trivilin (Credicoopavel)

Suplente: Agnaldo Esteves (Sicredi Agroempresarial PR/SP)

Suplente: Adolfo Rudolfo Freitag (Sicredi Aliança PR/SP)

Delegados Representantes

Titular: Jaime Basso (Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

Titular: Marino Delgado (Sicoob Central)

 

RECM: Sistema OCB participa de reunião das cooperativas do Mercosul

recm 04 04 2022O Sistema OCB participou, na semana passada, de encontro promovido pela Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM), em Assunção, no Paraguai, para deliberar sobre o planejamento estratégico proposto pelo Brasil com foco no desenvolvimento sustentável. O colegiado também tratou dos desafios do setor e pretende realizar, no próximo semestre, uma comitiva das cooperativas do Bloco à Índia para expandir atividades comerciais com o país asiático, sobretudo no que diz respeito aos alimentos. A visita já conta com o apoio das Embaixadas e do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Propostas - A RECM também tratou propostas inseridas no Estatuto das Cooperativas do Mercosul, validado atualmente apenas pelo Brasil e Uruguai, para permitir maior integração entre cooperativas do Bloco. Atualmente, estrangeiros não residentes no Brasil, por exemplo, não podem ser reconhecidos como cooperados.

Cenário mais favorável - Neste sentido, a atuação do Sistema OCB visa criar um cenário mais favorável para as cooperativas que atuam, em especial, nas regiões de fronteira no Sul e Centro-Oeste do país. Para isso, tem acompanhado os desdobramentos de proposta que tramita no Parlamento Mercosul [órgão do Congresso Nacional que delibera sobre tratativas entres os países membros], e que permite que cooperados brasileiros vinculem-se às cooperativas da Argentina, do Paraguai ou do Uruguai, e vice-versa.

Participação - A conferência contou com a participação de dirigentes de cooperativas e de representantes de órgãos governamentais que fomentam e regulam a atividade cooperativista na Argentina, no Paraguai, no Uruguai e no Brasil. Foi o primeiro encontro híbrido (presencial e online) realizado desde o início da pandemia de covid-19.

RECM - O colegiado criado em 2001 vem cumprindo seu propósito de inserir o cooperativismo na agenda de trabalho do Mercosul com intercooperação entre as cooperativas, fomento em ações conjuntas para facilitar o comércio e alavancar o desenvolvimento econômico e social das cooperativas. O Sistema OCB é um dos membros fundadores. (Sistema OCB)

 

UNICAMPO: Números robustos de um crescimento sustentável

Crescimento sustentável e planejamento estratégico têm sido os pilares das decisões da Unicampo para alcançar os melhores resultados junto aos associados, conforme apontou o relatório de gestão da cooperativa apresentado durante Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas do exercício 2021, promovida no dia 26 de março, no salão social da Associação Cocamar, em Maringá, Noroeste do Paraná.

Desafiador - O ano de 2021 continuou sendo desafiador devido ao longo período da pandemia, que causou a perda de dois cooperados: Fernando Luiz Egas de Carvalho e Stenio Adriano Gonçalves. Para seguir com as ações do Planejamento Estratégico, a Unicampo apostou em inovações, sendo criada a área de data Science para a gestão de informações gerenciais. Foi desenvolvido, por outro lado, o projeto piloto do Relatório de Despesas com Viagem que passa a ser digital e iniciada a documentação eletrônica com objetivo de proporcionar mais agilidade e facilidade aos associados, sendo que a entrega destes processos está prevista ainda para o primeiro semestre deste ano. De acordo com a cooperativa, o investimento tecnológico vai se refletir, ainda, no atendimento em outras áreas, como no portal de compras. Com o intuito de proporcionar mais comodidade aos associados nas aquisições de material de divulgação, o portal é uma realidade para 2022.

Números - Por outro lado, os resultados de 2021 foram expressivos. Dezenove novos tomadores de serviços iniciaram suas atividades junto a Unicampo, que ampliou em 24% o número de associados atuantes, passando de 2.780 para 3.441. O faturamento cresceu em proporção ao quadro social, ficando 34% acima em relação a 2020, de R$ 189,6 mi para R$ 253,9 mi. Já o resultado do exercício proporcionou sobras no valor de R$ 3,7 milhões, 48% maior em comparação ao exercício 2020. “Esse resultado trouxe maior solidez para a Unicampo, com um patrimônio líquido 17% maior que 2020, de R$ 42,1 mi para R$ 49,3 mi”, diz o relatório, mencionando que os números tornam a entidade mais competitiva junto aos tomadores de serviço, que buscam uma cooperativa com conhecimento de mercado e consistência financeira. Em 2021, nada menos que 70% dos recebíveis da Unicampo foram praticados com 60 dias, com saída financeira em 30 dias. Essa mudança tem sido um grande desafio para a Unicampo, pois é preciso atender a demanda dos clientes para conseguir manter as oportunidades de trabalho para os associados”.

Ampliação - Sempre com o olhar voltado para os associados, a Unicampo ampliou o número de gestores de projeto, com a finalidade de representar a cooperativa na execução dos projetos de tomadores de serviço, auxiliando também no desenvolvimento dos trabalhos dos associados. Para essa demanda foram incluídos mais 3 gestores de projetos.

Três décadas - Em 2022, a Unicampo completa 30 anos de fundação consolidados na prestação de serviços agronômicos por todo o território nacional. “Certamente continuaremos a unir nossos esforços para a geração de novas e melhores oportunidades para os associados e mais qualidade na prestação de serviços ao tomador de serviços”, frisou o presidente André Carlos Garcia Vilhegas. Segundo ele, entre outras iniciativas, será concluída a implantação do programa de compliance, com atuação mais fortemente em estratégias que direcionam para melhorias visando o futuro da Unicampo”.

Novo logotipo - Também para marcar as três décadas da cooperativa, foi apresentado o novo logotipo da Unicampo durante a AGO. De acordo com o presidente, mais que um desenho, a logo “solidifica o que temos em nossa essência: o cooperativismo de trabalho. Valorizamos nossas tradições, especialmente daqueles que construíram essa história com solidez e credibilidade”, afirma Vilhegas, completando: “acreditamos nas aspirações futuras que nos manterão firmes no mercado agronômico, oferecendo uma prestação de serviço que traga soluções ao agronegócio”. (Assessoria Unicampo)

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INTEGRADA: Inauguração Cocriagro

Entre as novidades da 60ª Expolondrina, aconteceu a inauguração do espaço Cocriagro, o primeiro hub de inovação da cidade, exclusivo para o agronegócio. A Integrada Cooperativa Agroindustrial é uma das apoiadoras da iniciativa.

Apoio - O presidente da SRP, Antonio Sampaio, lembrou que o projeto recebeu apoio de outras duas grandes instituições, Inquima e Sicredi União Paraná-São Paulo. “Daqui, vão surgir inúmeras soluções para o agronegócio com a inovação como base”, aposta Sampaio.

Projetos em desenvolvimento - O diretor vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho, revelou que “há vários projetos em desenvolvimento, mesmo antes da inauguração oficial. Alguns já em teste com cooperados. Conectamos o produtor rural com o que há de mais novo para aumentar a rentabilidade com redução de custos. E, estamos abertos para outras parcerias, com soluções sustentáveis. Parabéns, Sociedade Rural do Paraná, pela visão no futuro”.

Satisfação - Wellinton Ferreira, presidente do Conselho de Administração da Sicredi União Paraná/São Paulo, declarou a “satisfação em participar desse projeto, que conecta o produtor à inovação. Nossa missão, nessa parceria, é contribuir para aumentar a produtividade, através da tecnologia, pois esse é o caminho para o agro, hoje”.

Melhorias - O gerente técnico da Inquima, Mateus Gimenez Carvalho, acredita que o hub Cocriagro “vai contribuir em muito para melhorar as aplicações e insumos que já procuramos aperfeiçoar através da inovação. Trabalhamos com base na tecnologia e vamos pensar juntos também para o benefício do agronegócio”.

Terceira revolução - O secretário de agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, afirmou que “hoje, vivemos uma terceira grande revolução no agro, com os bioinsumos, a edição de genes, a Inteligência Artificial, e Internet das Coisas. Tudo em benefício da produtividade com sustentabilidade. O Cocriagro vem complementar esse caminho, e podem contar com nossa cooperação, no que for possível”.

Recinto Herbert Bartz - Na inauguração, o pioneiro do Sistema de Plantio Direto no Brasil foi homenageado. O espaço foi denominado Recinto Herbert Bartz. Johann Bartz, filho do revolucionário da agricultura brasileira, e o sobrinho, Bodo Bartz, receberam a homenagem, em nome da família. Herbert, faleceu no ano passado, aos 83 anos, depois de mudar os rumos da agricultura no Brasil e na América Latina, ao provar que deixar a palhada após a colheita, rotacionar culturas e manter terraços, protege o solo, aumenta a produtividade e garante a sustentabilidade do agronegócio.

Inovação - O Cocriagro integra um amplo projeto da SRP, de acolher iniciativas de inovação voltadas para fomentar o setor. O Parque Ney Braga é, oficialmente, o ambiente Agro Valley, primeiro parque tecnológico privado do Brasil. Já funciona nas dependências da SRP, a aceleradora de startups Go SRP.

Pandemia - O diretor de inovação da SRP, George Hiraiwa, observou que “a pandemia apenas adiou um projeto que vinha em franco desenvolvimento. Hoje, é realidade. Queremos que esse espaço, além de abrigar startups e empresas, inspire profissionais em favor do agro”.

Escolha - O gerente de planejamento estratégico da Integrada, André Galletti Júnior, diz que a “Integrada escolheu o Cocriagro para atuar fisicamente nessa conectividade com startups, e outros stakeholders porque acredita que é o melhor caminho para desenvolver soluções para o cooperado. Também, esperamos atingir nossos objetivos estratégicos e andar à frente na temática da inovação, fortalecendo não só a cooperativa, mas todo o ecossistema da região de Londrina”.

Fundamental - Para o superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, “a Integrada entende a inovação como fundamental para a concretização das mudanças necessárias para a humanidade e para o agronegócio. Nossa parceria com o hub Cocriagro procura aproximar o cooperado dessas soluções, além de contribuir para o aumento de produtividade e rentabilidade, com o olhar no ato sustentável. Esperamos colaborar para criar um ambiente saudável, e para o encontro de diversas empresas e startups que buscam os mesmos objetivos”. (Imprensa Integrada)

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CASTROLANDA: Cooperativa e UPL Brasil premiam vencedores da 11ª edição do “Meu Pé de Batata”

castrolanda 04 04 2022Os membros da cadeia de bataticultura da região conheceram, na última semana, os grandes vencedores da 11ª edição do concurso Meu Pé de Batata, realizado pela Castrolanda com o apoio da UPL Brasil. O evento aconteceu no Castro Clube de Campo, após dois anos sem ser realizado, por conta da pandemia.

Cuidado - O concurso premia os entusiastas da bataticultura que, ao longo de seis meses, melhor cuidaram de um vaso com um pé de batata. A semente e o substrato para o plantio foram entregues em setembro do ano passado a 110 pessoas, entre cooperados, funcionários de cooperados e colaboradores da Castrolanda – em especial da Área de Negócios Batata.

Objetivo - O objetivo, segundo o gerente executivo da área, Cassiano Carrano, é fomentar a cultura da batata e, ao final do ciclo, promover um momento de confraternização entre todas as partes da cadeia produtiva.

Vaso - “Os interessados levam para casa um vaso, um substrato e uma semente de batata. Lá eles cuidam como se fosse um vaso de flor: podem colocar adubo, irrigar e fazer qualquer coisa que possam resultar em um ganho de produtividade”, explica o gerente executivo.

Seis meses - Após seis meses de cultivo, o vaso com o pé de batata retorna aos responsáveis pela organização, que contabilizam a produtividade da planta. “Algumas horas antes do evento, os participantes nos devolvem os vasos para que seja feita a quantificação de produtividade. Pegamos aquilo que foi produzido no vaso e transformamos em um cálculo que resultaria em uma produtividade por hectare”, conta Cassiano.

Melhores - Os melhores participantes são premiados pela cooperativa e pela UPL. Na edição deste ano, o grande vencedor foi Carlos Petroski, que trabalha com batata na propriedade de um cooperado da Castrolanda. “É a primeira vez que participo e fiquei muito satisfeito com o resultado. Cuidei do pé de batata com muito carinho e dedicação, segui aplicando no vaso o mesmo padrão que utilizávamos na lavoura”, diz. Petroski levou para casa um televisor de 43 polegadas.

Inovadora - Gerente Unidade Paraná SUL da UPL, Guilherme Garcia considera inovadora a proposta realizada na Castrolanda. “É um projeto que a gente consegue o envolvimento de toda a cadeia, desde o pessoal do campo, os proprietários, os cooperados e corpo técnico da cooperativa. Fazemos aqui todo o processo da cadeia produtiva, encerrando com um momento de celebração", explica.

Importância - Presidente da Castrolanda, Willem Bouwman destacou a importância do evento para o fomento da cadeia da batata na região. “Começa como uma competição, mas termina em uma grande confraternização. Para os participantes é algo bastante diferente, pois promove entre eles uma competição saudável, onde cada um utiliza uma técnica diferente, que depois é compartilhada com outras pessoas”, afirma o presidente.

Top 5 – Meu Pé de Batata – 11ª Edição

Campeão: Carlos Petroski

Vice-campeão: Disonei Ortiz

Terceiro colocado: Adriano Pedroso

Quarto colocado: Murilo Nogueira

Quinto colocado: Joelcio Ribeiro

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo.

Faturamento - Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata.

Objetivo - O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

FRIMESA: Central presente no Inovameat

A Frimesa participa da primeira edição do Inovamet Toledo, evento que teve a abertura na quinta-feira (31/03) e seguiu até dia 2 de abril. A finalidade foi promover conexões no sistema produtivo da proteína animal. Com estande no evento, a Frimesa busca mostrar a evolução da marca ao completar seus 45 anos, apresenta o lançamento do portfólio de lácteos o Iogurte ImuneC e fortalece a marca que atua na industrialização de carne suína e leite.

Programação - Durante os três dias estiveram programadas cerca de 40 palestras, quatro painéis e oito minicursos, com renomados especialistas do setor, além de Rota do Queijo, Feira Meat Taste, palco inovação com Mapa Conecta e Inovameat Carreira e rodada de negócios. As discussões envolveram integralmente a cadeia produtiva da suinocultura, avicultura, bovinocultura leiteira e piscicultura, com foco nas principais inovações de cada setor.

Frimesa - Com sede em Medianeira, a Frimesa é formada por cinco cooperativas filiadas Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato, é a 4ª maior empresa brasileira de abate e processamento de suínos e está entre as maiores empresas do Brasil de recebimento de leite.

Unidades - Atualmente são 6 unidades industriais para produção de derivados de carne e leite, com atuação em todo o mercado nacional e internacional, e exportação para diversos países. Em 2021, alcançou um faturamento de 5,039 bilhões, com crescimento de 17% comparado com 2020, fruto do trabalho de mais de 9000 colaboradores. No ranking das maiores empresas do Brasil, segundo a Revista Exame, em faturamento está em 154º lugar, e é a 11ª maior cooperativa do Brasil.

Investimento contínuo - A Frimesa tem investimento contínuo nos seus projetos, entre eles, o novo frigorífico de Assis Chateaubriand, que também será apresentado durante a feira. Esta deve ser a maior planta para abate e processamento de suínos da América Latina e deve ser inaugurada em dezembro deste ano. Serão produzidos cortes, industrializados e fatiados para atendimento ao mercado externo e interno. (Imprensa Frimesa)

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SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Formação do Programa União Faz a Vida para professores do Colégio Imperatriz, no Distrito de Entre Rios

Na última quinta-feira (31/03), ocorreu a formação do Programa A União Faz a Vida com os professores do ensino médio do Colégio Imperatriz, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava/PR. Um momento muito importante para planejamento e retomada da metodologia do Programa, que visa integrar conceitos de cidadania e cooperativismo na grade curricular. A medotologia do PUFV é própria e proporciona um protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.

Envolvimento - “Serão envolvidas as 4 turmas do ensino médio do Colégio Imperatriz e todos os professores desenvolverão o trabalho de forma interdisciplinar”, comenta Arlany Andrade, Coordenadora de Desenvolvimento e Cooperativismo da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Quinta agência é inaugurada em Ribeirão Preto (SP)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP inaugurou, na noite de quinta-feira (31/03), a sua quinta agência em Ribeirão Preto (SP). Além de ampliar a atuação em uma das principais cidades do estado de São Paulo, o novo espaço representa ainda uma inovação: está é a primeira agência da cooperativa em um shopping center. O espaço está no Novo Shopping Center Ribeirão Preto.

Estrutura - A agência da cooperativa conta com caixas eletrônicos, mesas de atendimento, espaço para café e outros ambientes projetados para favorecer a convivência e o relacionamento, este que é um dos grandes diferenciais do Sicredi.

Produtos e serviços - Na nova agência, a comunidade local terá acesso a todos os produtos e serviços oferecidos pela primeira instituição financeira cooperativa da América Latina, como conta corrente, linhas de financiamento para as mais diversas finalidades e perfis, seguros, consórcios, e investimentos tanto para pessoas físicas como jurídicas.

Responsabilidade social - Além disso, a comunidade local também será beneficiada por diversos projetos de responsabilidade social. De acordo com Clemente Renosto, presidente da Sicredi Parque, a cooperativa possui o compromisso de disseminar os princípios do cooperativismo e promover o progresso da sociedade também por meio de iniciativas ligadas a educação, a promoção do esporte, da cultura, a preservação do meio ambiente, entre outros.

Receptividade - A cooperativa está em Ribeirão Preto (SP) há cinco anos, e além da agência Novo Shopping a cidade conta ainda com as agências Alto da Boa Vista, Centro, Avenida Saudade e Jardim Paulista. De acordo com Fábio Vedelago Burille, diretor executivo da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, o Sicredi é uma marca cada vez mais consolidada e reconhecida na região noroeste de São Paulo. “Nós fomos muito bem recebidos em Ribeirão Preto e região, e estamos cada vez mais integrados a comunidade. E nosso projeto é continuar expandindo”, comentou o diretor.

Total - Com a inauguração, o Sicredi passa a contar com 10 agências na região noroeste paulista, e o número deve chegar a 12 ainda em 2022. Segundo Burille, estão previstas ainda a inauguração da segunda agência em Sertãozinho e de uma nova agência na região no segundo semestre. Além de Ribeirão e Sertãozinho, a cooperativa possui agências em Batatais, Jardinópolis, Pontal e Cravinhos.

Bairros vizinhos - Ainda segundo o diretor, além de suprir a todas as demandas do universo do shopping, a nova agência também está preparada para atender a comunidade dos bairros vizinhos. Sua localização favorece o acesso de moradores e empresários do entorno do Novo Shopping Center Ribeirão Preto.

Passo importante - “Este é passo muito importante para a cooperativa, não apenas porque ela oferecerá nossos produtos e soluções para lojistas, trabalhadores e frequentadores do shopping, mas também porque a agência contribuirá com a prosperidade de uma região muito importante para a cidade. E sendo a quinta agência inaugurada, o Sicredi reforça seu compromisso de estar ao lado da sociedade na busca pelo progresso econômico e social de Ribeirão Preto”, diz Samir Aiub Calixto, gerente regional da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Exportações atingem o maior valor mensal da história, com US$ 29,09 bilhões em março

comercio exterior 04 04 2022As exportações brasileiras somaram US$ 29,09 bilhões em março, atingindo um recorde mensal histórico, segundo dados divulgados na sexta-feira (01/04) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. “É um valor inédito para a exportação brasileira, não só para o mês de março, mas para qualquer mês já registrado”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, em entrevista coletiva. O Recorde anterior de exportações mensais era de junho de 2021, com US$ 28,3 bilhões.

Importações - Já as importações aumentaram 27,1% no mês passado e chegaram a US$ 21,71 bilhões, resultando em superávit de US$ 7,38 bilhões, com alta de 19,3%, pela média diária, em relação a março de 2021. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) chegou a US$ 50,81 bilhões, em alta de 25,9%. Tanto importações quanto superávit e corrente de comércio foram recordes para o mês de março.

Volume - Segundo Brandão, o recorde histórico das exportações foi puxado pelo aumento de 1,8% no volume, mas principalmente pela alta de 17,2% nos preços dos produtos vendidos pelo Brasil. Os preços também foram o principal fator que influenciou o aumento das importações, com alta de 29,5%, já que o volume comprado caiu 7,1% no mês.

Primeiro trimestre - O desempenho positivo de março influenciou o resultado do primeiro trimestre. A corrente de comércio subiu 26% e atingiu US$ 132,16 bilhões, nos três primeiros meses do ano, refletindo a alta de 26,8% das exportações, que somaram US$ 71,74 bilhões, e de 25% das importações, que totalizaram US$ 60,42 bilhões. Os três resultados também foram recordes para o período.

Superávit - A balança comercial, por sua vez, fechou o trimestre com superávit de US$ 11,31 bilhões, em alta de 37,6%. Foi o segundo melhor saldo do primeiro trimestre desde 2017, quando chegou a US$ 13 bilhões.

Desempenho dos setores - O recorde mensal das exportações, em março, foi puxado principalmente pelo aumento dos valores das vendas da Agropecuária, que subiram 36,8% e chegaram a US$ 8,17 bilhões, e da Indústria de Transformação, que atingiram US$ 14,47 bilhões, em alta de 35,2%. Já a Indústria Extrativa somou US$ 6,34 bilhões, diminuindo 2,4% em relação a março de 2021. “Destaca-se o grande aumento dos preços dos produtos agropecuários, de 33,4%, e da Indústria de Transformação, de 19,3%, que fez com que o total crescesse 17,2%”, pontuou Brandão.

Agropecuária - Na soma do trimestre, o crescimento das exportações da Agropecuária chegou a 61%, com US$ 16,45 bilhões, enquanto a Indústria de Transformação vendeu 33,4% a mais do que nos três primeiros meses de 2021, somando US$ 39,02 bilhões. Já na Indústria Extrativa houve recuo de 5,3%, para US$ 15,94 bilhões.

Compras - Do lado das importações, as compras para a Agropecuária subiram 21% em março, somando US$ 510 milhões, e 0,9% no trimestre, alcançando US$ 1,27 bilhão. Na Indústria Extrativa, as compras cresceram 94,9% no mês, atingindo US$ 1,79 bilhão, e 168,1% de janeiro a março, somando US$ 6,13 bilhões. Também aumentaram as compras da Indústria de Transformação, que alcançaram US$ 19,34 bilhões no mês (+25,2%) e US$ 52,43 bilhões no trimestre (+20%).

Preços - De acordo com a Secex, houve aumento nos preços dos produtos comprados em todas as categorias, em março, especialmente da Indústria Extrativa (+86,4%), que sentiu o impacto da alta dos combustíveis. Nesse segmento, o volume de compras aumentou 50,7%.

Despesas - O subsecretário salientou, no entanto, que os preços vêm influenciando as despesas dos importadores brasileiros desde novembro do ano passado. Só no primeiro trimestre, em média, a alta foi de 29,7%, com impacto maior sobre a Indústria Extrativa, que sentiu uma alta de 110,4% no valor dos produtos comprados.

Parceiros comerciais - Entre os parceiros comerciais, a Secex registrou aumento das exportações para praticamente todos os principais destinos, em março, à exceção de um recuo das vendas para a Coreia do Sul (-14,2%). Destacaram-se o crescimento das exportações para União Europeia (+37,5%), Estados Unidos (+26,1%), países da Asean (+38%), China (+13,1%) e Argentina (+14,1%).

Acumulado - Já no acumulado de janeiro a março, as exportações cresceram para todos os principais destinos, principalmente União Europeia (+42,8%), Estados Unidos (+35,3%), Argentina (+20%) e China (+8%). Herlon Brandão comentou que, nos primeiros meses do ano, além de ser um período de entressafra – reduzindo os embarques de soja –, questões climáticas afetaram as vendas de minério de ferro. “Então, é natural que a China comece o ano com uma importância relativa menor. Isso vai crescer, ao longo do ano, por conta da sazonalidade da pauta exportadora brasileira”, explicou.

Aumento - Nas importações, também houve aumento das compras de praticamente todos os fornecedores no mês. Destacaram-se a China (+31,3%), Estados Unidos (+26,8%), Canadá (+105,3%), Argentina (+9%) e União Europeia (+14,5%). No trimestre, cresceram principalmente as compras da China (+39,2%), dos Estados Unidos (+40,8%) e da União Europeia (+11%). Já as importações da Argentina caíram 4,1%. Brandão lembrou que, em 2021, houve necessidade de compra de energia elétrica da Argentina, mas em 2022 essas importações diminuíram.

Estimativas em alta - A Secex também revisou para cima as projeções do comércio exterior brasileiro deste ano. “Há uma demanda crescente dos produtos brasileiros, a preços maiores. Isso fará com que a receita de exportação cresça”, previu Brandão.

Incertezas - A estimativa da Secex é de que as exportações atinjam US$ 348,8 bilhões, contra US$ 237,2 bilhões de importações. Assim, a corrente de comércio pode chegar a US$ 586 bilhões, com superávit de US$ 111,6 bilhões. “É um período de grande incerteza, de grande volatilidade das variáveis”, ressaltou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, acrescentando que os dados são influenciados, entre outros fatores, pelo aumento das cotações internacionais dos produtos. (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

FOTO: Pixabay

 

CRÉDITO RURAL: Governo regulamenta desconto de 35,2% nos financiamentos para produtores rurais atingidos pela seca

credito rural 04 04 2022O governo federal autorizou a concessão de rebate (desconto) de 35,2% sobre o valor das parcelas das operações de crédito rural contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os produtores rurais prejudicados por seca ou estiagem nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O decreto Nº 11.029, que dispõe sobre a concessão do rebate, foi publicado nesta sexta-feira (01/04), em edição extra do Diário Oficial da União.

Validade - O rebate vale para as parcelas das operações de crédito rural de custeio e de investimento vencidas e vincendas no período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2022. As operações devem ter sido contratadas até 31 de dezembro de 2021 e estar em situação de adimplência ou regularizadas até 31 de julho de 2022. Outra exigência é que o produtor tenha o registro de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).

Crédito extraordinário - Na última quarta-feira (30/03), o governo abriu um crédito extraordinário de R$ 1,2 bilhão para a concessão de descontos em operações contratadas do Pronaf. A medida foi solicitada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento após visitar as regiões atingidas, ouvir o pleito do setor e negociar com a área econômica do governo.

Não liquidação - Segundo o decreto, na hipótese de não liquidação após a concessão do rebate, o saldo remanescente da operação ou da parcela poderá ser prorrogado se houver perda de receita nos empreendimentos vinculados, em razão de seca ou estiagem igual ou superior a 35% da receita bruta esperada. A liquidação com o rebate não valerá para as operações enquadradas no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) ou com cobertura de seguro rural. (Mapa)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

GRÃOS: Deral divulga estimativa da safra para 36,2 milhões de toneladas e atualiza dados das culturas

graos 04 04 2022A safra de grãos 2021/2022 no Paraná poderá somar 36,2 milhões de toneladas, volume 8% superior ao do ciclo passado. A área total, de 10,82 milhões de hectares, é 3% maior. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

 

Safra de inverno - O relatório mensal, divulgado na quinta-feira (31/03), inclui a primeira estimativa da safra de inverno, cuja produção deve ser de 4,75 milhões de toneladas em 1,54 milhão de hectares. Do total, 3,87 milhões de toneladas correspondem ao trigo, volume 21% maior do que na safra passada. A área de cultivo de trigo deve ter uma redução de 4% na comparação com o ano anterior – totalizando 1,17 mil hectares.

 

Verão - Também foram atualizados os dados relativos à safra de verão. Os números constatam o forte impacto negativo da longa estiagem no Paraná sobre a produção de grãos. Na reta final da colheita da soja, avalia-se que as perdas se aproximem de 45% na comparação com a estimativa inicial, que era de 21,1 milhões de toneladas. Agora, a produção estimada é de 11,58 milhões de toneladas. São 9,5 milhões a menos.

 

Perdas - Com relação ao milho da primeira safra, cuja colheita também se aproxima da reta final, as perdas são de 32%. Tanto da soja quanto do milho, elas impactam o mercado de ração, importante para a avicultura, piscicultura, suinocultura e pecuária leiteira.

 

Otimismo - Quanto às segundas safras de milho e feijão, as estimativas são mais otimistas. A produção de feijão está estimada em 585,57 mil toneladas. “Isso é muito bom para o abastecimento e para tentar normalizar os preços, em que pese o quadro agudo de inflação que o Brasil ainda vive”, afirma o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. A segunda safra de milho tem perspectiva de chegar a 15,9 milhões de toneladas. “Estamos com um melhor regime de chuvas em todo o Paraná. A perspectiva é de colher boa safra, se o clima colaborar”.

 

Notas técnicas - Na semana passada, a Seab e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná) divulgaram notas técnicas sobre a importância dos fertilizantes, particularmente o importado da Rússia, para a agricultura nacional e paranaense. Segundo o chefe do Deral, Salatiel Turra, embora os preços dos insumos estejam altos, parte do volume de fertilizantes foi comprado com certa antecedência pelos produtores. “No entanto, para as próximas safras podemos ter consequências preocupantes em termos econômicos, considerando os custos de produção”, explica.

 

Trigo - A primeira projeção de área de trigo para o Paraná mostra ligeiro recuo em relação ao ano anterior. Apesar dos valores expressivos recebidos pelos produtores, os custos também estão em patamar alto, o que dificultou aumento de área ao exigir grandes investimentos. A partir de abril, há expectativa de que seja semeada uma área de 1,17 milhão de hectares, 4% menor que a plantada em 2021, de 1,23 milhão de hectares. Esse recuo é mais intenso na região Oeste, onde a segunda safra de milho retomou parte das áreas que havia perdido por falta de tempo hábil para plantio em 2021. A maior possibilidade de retorno com milho também gerou recuos de expectativa para a área de trigo na metade norte do Paraná.

 

Sul e Sudoeste - No Sul e Sudoeste, onde as geadas impedem o plantio de milho na maioria dos municípios, a expectativa é outra. Nessas regiões mais frias há incremento de área, porém de maneira tímida em função da instabilidade de preços de venda do cereal, que estão oscilando próximos aos custos variáveis. Nesta semana, com avanços nas negociações de paz no Leste Europeu, o Real tem se valorizado e as cotações de trigo em Chicago (EUA) voltaram a ficar abaixo de US$ 10,00 o bushel. Essa combinação refletiu nos preços de balcão no Paraná, que novamente estão abaixo de R$ 100,00 na maioria das praças.

 

Custo médio - Segundo o agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho, o custo médio para produzir uma saca de trigo no Paraná foi estimado em R$ 93,44, com preços levantados antes do início da invasão russa e seus subsequentes desdobramentos para os valores de fertilizantes. “Ou seja, as margens dos produtores estão bastante limitadas nas referências atuais, mas um futuro aumento na lucratividade poderia ainda incentivar um crescimento de área, visto que o plantio de trigo se estende até julho”, explica. O Deral estima que sejam produzidas 3,87 milhões de toneladas de trigo nesta safra, volume 21% maior ao registrado no ciclo 20/21, de 3,2 milhões de toneladas.

 

Soja 2021/22 - Estima-se que o Paraná produza aproximadamente 11,6 milhões de toneladas de soja. Esse volume representa uma quebra de 45% com relação às estimativas iniciais, que indicavam uma produção de 21,1 milhões de toneladas. As perdas se devem às adversidades climáticas registradas no final de 2021 e início de 2022.

 

Colheita - Nesta semana, a colheita atingiu 83% da área cultivada, chegando a 4,70 milhões dos 5,66 milhões de hectares semeados. No mesmo período do ano passado, o índice era de 75% – o que se explica pelo plantio tardio. Segundo o economista do Deral, Marcelo Garrido, a colheita deve se encerrar nas próximas semanas se o clima colaborar. Entre as lavouras ainda não colhidas, as condições são 59% boas, 29% medianas e 12% ruins. O relatório aponta ainda que 9% das lavouras estão em fase de frutificação e 91% estão em maturação.

 

Comercialização - O índice de comercialização mostra um recuo dos produtores comparativamente ao ano passado. Se, neste mesmo período de 2021, a comercialização era de 53%, agora 34% do volume foi comercializado. Com relação aos preços, nesta semana a saca de 60 kg foi comercializada, em média, por R$ 190,00. No ano passado, o valor era de R$ 156,00.

 

Milho primeira safra - Nesta semana, a colheita do milho da primeira safra 2021/22 chegou a 85% da área total, o equivalente a 362,9 mil dos 433,4 mil hectares cultivados. As lavouras foram seriamente afetadas pelo período quente e seco entre o último trimestre de 2021 e o início de 2022. Isso causou uma redução de 32% na comparação com a estimativa inicial, que era de 4,25 milhões de toneladas. De acordo com o Deral, o volume produzido pelo Paraná é de 2,89 milhões de toneladas.

 

Condições - Entre as lavouras ainda a campo, 15% têm condições ruins, 32% condições médias e 54% estão em condições consideradas boas. “A depender do volume de chuvas, a colheita deve terminar nos próximos dias”, diz Garrido. A saca de 60 kg de milho foi comercializada na última semana por R$ 92,00, preço 17% superior ao praticado no mesmo período do ano passado (R$ 77,00).

 

Milho segunda safra - A área da segunda safra de milho está 97% plantada. No ano passado, esse índice era de 74%, devido ao atraso na colheita da soja, que prejudicou os trabalhos de implantação da cultura. Segundo o Deral, as condições das lavouras tiveram sensível melhora nas últimas semanas. Há um mês tinha-se 1% em condições ruins, 16% em condições médias e 83% em boas condições. Agora, não há lavouras em condições ruins, sendo 3% em condições médias e 97% em boas condições. O volume previsto para a safra é de 15,92 milhões de toneladas em uma área de 2,7 mil hectares - a maior área da história neste ciclo.

 

Feijão primeira safra - Cerca de 80% das 195 mil toneladas de feijão produzidas na primeira safra já foram comercializadas. Na semana passada, o produtor recebeu em média R$ 315,00 pela saca de 60 kg de feijão-cores – aumento de 14,5% em relação à semana anterior. Já o feijão-preto foi comercializado por, em média, R$ 280,00, uma redução de 2%.

 

Preços - Os preços são considerados satisfatórios, apesar de grandes perdas provocadas pela seca na primeira safra, que resultaram numa redução de 29% sobre a previsão inicial, que era de 275,55 mil toneladas. Segundo os agentes de mercado, com a concentração de colheita a partir da segunda quinzena de abril e início de maio, a tendência é de redução dos preços.

 

Repasse - “Ressalte-se que o repasse dos atuais valores ao segmento varejista está difícil, uma vez que o consumo de feijão vem registrando queda nos últimos meses. Assim, com a oferta maior a partir das próximas semanas, os corretores e atacadistas esperam que os preços se estabilizem e a demanda varejista aumente”, diz o economista do Deral, Methodio Groxko.

 

Feijão segunda safra - O plantio da segunda safra já está encerrado. Até o momento, o ciclo transcorreu de forma satisfatória em todas as regiões produtoras, de acordo com Groxko. As condições climáticas estão normalizadas e as chuvas das últimas semanas atingiram a maioria dos municípios. A estimativa de produção é de 586 mil toneladas de feijão em uma área de 294 mil hectares. Esse volume seria 105% maior do que o registrado no ciclo 2020/21, em uma área 8% maior. O aumento de área se concentra principalmente nas regiões de Ponta Grossa, Guarapuava e Campo Mourão.

 

Último levantamento - O último levantamento dos técnicos do Deral, publicado nesta semana, mostra que cerca de 93% da área ocupada com feijão no Paraná era considerada boa e 7% média. “Porém, há preocupação dos produtores com as frentes frias e o risco com as geadas precoces, uma vez que praticamente 100% das lavouras estão suscetíveis ao fenômeno”, explica Groxko.

 

Mandioca - Estima-se que o Paraná produza 2,84 milhões de toneladas de mandioca nesta safra, em 131,4 mil hectares. O volume representa uma redução de 7% em relação ao ciclo passado, quando foram produzidas 3,05 milhões de toneladas. Já a área é 1% menor. Segundo Groxko, diante desse quadro, o parque industrial do Paraná tende a aumentar a dependência do produto de outros estados, como Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. Embora os preços estejam satisfatórios em termos nominais, a qualidade da matéria-prima está comprometida pela baixa quantidade de amido, consequência de um calor muito forte e da falta de chuva no ano passado.

 

Batata segunda safra - Cerca de 94% da área total para esse cultivo no Paraná está plantada e 12% colhida. Em Guarapuava, maior núcleo produtor, já iniciou a colheita da segunda safra. Os demais núcleos produtores ainda não iniciaram o plantio, segundo o engenheiro agrônomo Rogério Nogueira. Os dados do Deral mostram redução de 13% na área da segunda safra – de 12,2 mil hectares para 10,6 mil hectares. Já a produção total deve chegar a 316,7 mil toneladas, 3% a mais do que na safra anterior.

 

Café - No mercado internacional, o preço do café subiu mais de 60% nos últimos 12 meses, em razão da quebra na safra brasileira, pelo clima e por fatores logísticos. No mercado interno, o produtor não se beneficiou dos altos preços porque enfrentou também aumento nos custos de produção. Em fevereiro do ano passado, os produtores paranaenses receberam R$ 606,00 pela saca de 60 kg. Em fevereiro de 2022, o preço chegou a R$ 1.400.

 

Expectativa confirmada - O levantamento do Deral confirma a expectativa de redução de 36% do volume em relação ao ano passado. Estima-se que sejam produzidas 33,9 toneladas de café no ciclo 21/22, contra 53,3 mil toneladas produzidas na safra anterior. A área, estimada em 27,8 mil hectares, é 16% menor.

 

Regularidade das chuvas - Segundo o economista do Deral, Paulo Franzini, a produção no campo está sendo beneficiada pela regularidade das chuvas em janeiro. “Os produtores paranaenses esperam por uma recuperação nas lavouras no próximo ano, mas isso depende dos valores dos insumos”, diz. Na próxima semana, a ExpoLondrina recebe o 28º Encontro Estadual de Cafeicultores, onde devem ser debatidos aspectos importantes do mercado e da comercialização do café.

 

Boletim Semanal - Também na quinta-feira (31/03) foi publicado pelo Deral o Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 22 a 28 de março. Ele traz informações sobre o início da colheita da segunda safra de tomate, com expectativa de chegar a 78 mil toneladas. Na primeira safra, encerrada em dezembro, foram produzidas 132 mil toneladas. Entre outros produtos, o documento também analisa a situação da ovinocultura no Paraná que, em 2020, foi responsável por 575 mil cabeças, o que corresponde a 3% do rebanho nacional. Há ainda informações sobre pecuária leiteira e de corte e mel. (Agência Estadual de Notícias)

 

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

 

SERFLOR: IAT orienta produtores florestais sobre regularização junto ao sistema de registro

serflor 04 04 2022O Instituto Água e Terra (IAT) emitiu um comunicado na sexta-feira (01/04) sobre o Sistema Obrigatório Estadual de Reposição Florestal (Serflor). O prazo para apresentar o Certificado do Registro atualizado ao instituto venceu na quinta-feira (31/03), mas o IAT vai aceitar o Boleto de Renovação e o Comprovante de Pagamento emitido pela instituição bancária. A orientação é para guardar esses documentos.

Ajuste - O ajuste acontece porque uma falha no sistema impediu o acesso ao Certificado do Registro atualizado. Ele é exigido de pessoas físicas e jurídicas, especialmente produtores e empresas, que consomem ou comercializam matéria-prima, produto ou subproduto de origem florestal, conforme o Decreto Estadual nº 1940/1996.

Inscritos - O Paraná possui cerca de 10 milhões de pessoas inscritas no Serflor e que necessitam da emissão do certificado todos os anos para regularização no órgão ambiental.

Controle - Essa medida é importante para se ter um controle do consumo da matéria-prima florestal do Estado. O cadastro foi instituído no início da década de 1990, com a instauração do órgão ambiental. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: IAT-Paraná

 

RENOVAR: Governo cria programa para renovação de frota de caminhões

renovar 04 04 2022O governo federal publicou na sexta-feira (01/04) no Diário Oficial da União (DOU) a Medida Provisória (MP) 112/2022 que cria um programa para a renovação da frota de veículos antigos usados no sistema de mobilidade e logística do país.

TAC - O programa, batizado de Renovar, será voltado para veículos de transporte rodoviário de mercadorias, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários. A MP destaca que, inicialmente, poderão participar da iniciativa os caminhoneiros que trabalham no Transporte Autônomo de Cargas (TAC).

Objetivos - Segundo a MP, entre os objetivos do programa está a retirada de circulação da frota no fim da vida útil, com o desmonte ou destruição desse equipamento, redução dos custos de logística; inovação e criação de novos modelos de negócios; e melhoria da qualidade de vida dos profissionais de transporte. Pelo texto, caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definir procedimentos simplificados para a baixa definitiva de veículos classificados como sucata.

Em circulação - De acordo com dados da Secretaria Nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura, há mais de 3,5 milhões de caminhões em circulação no Brasil. Desse total, cerca de 26% têm mais de 30 anos de fabricação, o que já é considerado como fim da vida útil do veículo.

Redução de custos - O Ministério da Economia avalia que a medida pode diminuir custos no setor e alavancar a competitividade no país. “O envelhecimento da frota tem relevantes implicações quanto à segurança no trânsito, ao meio ambiente e contribui para o aumento dos custos logísticos que afetam a competividade dos produtos nacionais, resultando em repasse de custos ao consumidor e elevação da inflação no país”, disse a pasta.

Adesão voluntária - De acordo com a MP, a adesão ao programa será voluntária e poderá ser feita por donos de veículos retirados de circulação por meio de desmonte ou de destruição como sucata; o financiador ou parceiro público ou privado; e o agente financeiro, que recebe os recursos do financiador e destina aos proprietários.

Valores - A proposta não define os valores que serão aplicados no programa e diz que sua execução será condicionada à regulamentação do Poder Executivo. Segundo o texto, a operação de uma plataforma para a captação de recursos para o financiamento do programa será executada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Pnatrans - O programa pretende ainda contribuir para o alcance das metas previstas no Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).

Certificação - A MP diz que a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia pode criar uma certificação para veículos automotores em circulação, que deve levar em conta critérios como condições de segurança e controle de emissão de gases poluentes ou de efeito estufa. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

 

IMPOSTO: Decreto mantém redução do IPI em 25%

Por mais um mês, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) continuará com corte de 25%. O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que mantém a redução nesse percentual pelos próximos 30 dias, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

Edição extraordinária - O decreto saiu em edição extraordinária do Diário Oficial da União e contraria anúncios recentes do ministro da Economia, Paulo Guedes. Há duas semanas, o ministro anunciava a ampliação do corte para 33%.

Nota - Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que a medida manterá os estímulos econômicos de setores afetados pela pandemia da covid-19. “Com a proposta, será possível manter os estímulos à economia, afetada pela pandemia provocada pelo coronavírus, com a finalidade de assegurar os níveis de atividade econômica e o emprego dos trabalhadores. Dessa forma, espera-se promover a recuperação econômica do país”, destacou o comunicado.

Em vigor - O decreto entrará em vigor imediatamente e não depende da aprovação do Congresso Nacional.

Estímulo - Desde fevereiro, o IPI está com redução de 25%, como medida de estímulo à economia. Na época, o Ministério da Economia informou que a alta da arrecadação decorrente da recuperação econômica permitiu ao governo abrir mão de receitas e promover o desconto no imposto, que incide sobre produtos fabricados como carros, geladeiras, fogões e outros.

Ministério - Questionado sobre a manutenção do corte do IPI, o Ministério da Economia não se manifestou. (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA: Nova Ferroeste fará investimentos estruturais e ambientais em Paranaguá e Morretes

infraestrutura 04 04 2022A Nova Ferroeste vai ligar o Paraná aos estados do Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, além da tríplice fronteira com Paraguai e Argentina. O objetivo é facilitar o escoamento de toda a produção agrícola e industrial para o Porto de Paranaguá, e em seguida rumo ao mercado internacional. O projeto deve impactar dezenas de cidades paranaenses. Duas delas são Morretes e Paranaguá, uma das pontas da nova estrada de ferro.

Investimento - Em Paranaguá o investimento será de R$ 240 milhões para a construção de viadutos rodoviário e ferroviário. O Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA) indicou a necessidade de melhorias na estrutura urbana da cidade para receber as locomotivas. A construção de um viaduto ferroviário na Av. Roque Vernalha e um viaduto rodoviário na Av. Cel. Santa Rita vão dar maior fluidez ao trânsito. O investimento também prevê a requalificação de 10 quilômetros da linha férrea atual até o acesso ao Porto, com a troca completa de trilhos e dormentes.

Serra do Mar - A Serra do Mar, onde está Morretes, também deve receber a maior fatia das compensações e projetos ambientais. Da Capital ao Litoral será construída uma nova descida. A definição do traçado levou em consideração a área de domínio da BR-277, indicada no EVTEA, e coincide com a solução apontada pelo Plano de Desenvolvimento Sustentável do Litoral (PDS-L) há alguns anos. Entre as alternativas, à direita e à esquerda da rodovia, o trecho projetado é o que causa o menor impacto ambiental.

Trecho - Vão ser 55 quilômetros nesse trecho que envolve Morretes. Serão 18 quilômetros em viadutos e oito quilômetros em túneis para diminuir ao máximo a subtração de mata nativa. No restante, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) indica a instalação de passagens de fauna inferiores e superiores, além de guias a cada 500 metros para permitir a circulação dos animais de médio e grande porte.

Levantamento - Um levantamento feito durante o EIA com base no Sistema Nacional de Unidade de Conservação da Natureza (SNUC) apontou investimento de até R$ 143 milhões em compensação ambiental para todo o projeto, estimado em R$ 29,4 bilhões. A legislação prevê entre 0,1% e 0,5% do valor total do empreendimento para Unidades de Conservação interceptadas e influenciadas pela obra.

Cálculo - O cálculo do valor destinado à compensação ambiental, bem como a sua aplicação, será feita pelo órgão licenciador, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Morretes possui o maior fragmento de Mata Atlântica dentro do projeto. Estão previstos programas voltados para o acompanhamento e monitoramento do impacto na fauna, flora, qualidade da água, ruído e trepidação. Os moradores e produtores das áreas impactadas também serão assistidos.

Regularização - O dinheiro da compensação poderá ser usado para a regularização de reservas legais, recuperação de áreas degradadas, bem como no desenvolvimento de Planos de Manejos e Zoneamentos Ecológicos-Econômicos. Outro destino possível é o apoio a pesquisas acadêmicas e a implantação de programas de educação ambiental e turismo ecológico para a formação de mão de obra para potencializar a área, além da promoção das culturas dos povos tradicionais do Litoral.

Interferências - “Em relação à Paranaguá, essas obras vão reduzir significativamente a interferência do trem na cidade. Esse é o segunda pior conflito urbano com linha férrea no Brasil, só perde para Curitiba. Já existe um problema grande de mobilidade nessa região, precisamos organizar as ações para que a cidade usufrua dos benefícios que a linha vai trazer”, disse Luiz Henrique Fagundes, coordenador do Plano Estadual Ferroviário.

Preocupação - “Em Morretes e sua área de influência, a grande preocupação do projeto é a Serra do Mar, que é um patrimônio natural do Paraná e precisa ser tratado com muita atenção por todas as partes", completou.

Projeto - As obras estão contabilizadas no orçamento total do projeto e serão realizadas pela empresa ou consórcio vencedor do leilão na Bolsa de Valores de São Paulo, previsto para o segundo semestre desse ano. A Nova Ferroeste é um projeto do Governo do Paraná que vai tornar o estado a central logística da América do Sul, ligando por trilhos Maracaju (MS), Chapecó (SC) e Foz do Iguaçu ao Porto de Paranaguá.

Exportação - Cerca de 70% dos produtos que vão circular pelos trilhos seguirão para exportação. Dados do EVTEA mostram que este será o segundo maior corredor de grãos (a maioria soja) e contêineres refrigerados (proteína animal) do País. Hoje somente 20% da carga que chega ao Porto de Paranaguá vem de carona nas locomotivas. A participação do modal ferroviário deve passar para 60% com a execução da obra e o tráfego de trens em Paranaguá pode triplicar.

Licenciamento - Atualmente o projeto está em fase de licenciamento e discussão com a sociedade. Serão realizadas nas próximas semanas as audiências públicas sobre os impactos de meio ambiente. No dia 4 de abril termina o prazo de 45 dias para entidades e prefeituras dos 49 municípios do traçado solicitarem a realização do diálogo com a comunidade. O órgão licenciador ainda vai divulgar a lista com as datas e locais escolhidos.

Licença prévia - “Terminado esse processo das audiências públicas, o Ibama decide pela emissão licença prévia. Na fase seguinte, vamos levar o projeto a leilão. Quem ganhar vai utilizar os primeiros dois anos para fazer o detalhamento do projeto executivo. Caberá à empresa vencedora solicitar então a Licença de Instalação (LI), e a partir desse momento fica autorizado o início das obras”, concluiu Fagundes. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / AEN

 

SAÚDE I: Casos de Covid-19 somam 7.210 em 24h; mortes ficam em 39

O total de casos de covid-19 no Brasil, desde o início da pandemia, ficou em 29,9 milhões. Em 24 horas, foram confirmados 7.210 diagnósticos positivos, segundo dados divulgados no boletim diário do Ministério da Saúde.

Acompanhamento - O número de pacientes em acompanhamento está em 554.362. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta, nem evoluíram para morte.

Vidas perdidas - A quantidade de vidas perdidas para o novo coronavírus chegou a 660.147. Segundo o balanço do Ministério da Saúde, com base nos dados enviados pelas secretarias estaduais, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 está São Paulo (167.485), seguido do Rio de Janeiro (72.858) e de Minas Gerais (60.879). Entre sábado e domingo (02 e 03/04), foram registradas 39 mortes, em todo o país.

Investigação - Há 3.098 óbitos em investigação - casos em que o paciente faleceu, mas a causa da morte ainda precisa ser comprovada por exames e procedimentos posteriores.

Recuperados - Até este domingo, 28.784.928 pessoas se recuperaram da covid-19, o que corresponde a 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados que não atualizaram - O boletim deste domingo não contou com a atualização de dados do Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Tocantins. (Agência Brasil)

 

boletim covid 03 04 22

SAÚDE II: Secretaria Estadual confirma 820 casos de Covid-19 no Paraná

saude II 04 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (03/04) mais 820 casos confirmados de Covid-19 e seis mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.407.396 casos confirmados e 42.699 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril (279), março (20), fevereiro (217) e janeiro (282) de 2022; novembro (1), outubro (2), setembro (3), agosto (1), julho (5), junho (1), maio (2), abril (1), março (1) de 2021 e novembro (1), agosto (2) e julho (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de março (2) de 2022; julho (1) e abril (1) de 2021 e novembro (1) e agosto (1) de 2020.

Internados - 51 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (20 em UTI e 31 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 317 pacientes internados, 158 em leitos UTI e 159 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais seis pacientes. São quatro mulheres e dois homens, com idades que variam entre 69 e 81 anos. Os óbitos ocorreram entre 23 de agosto de 2020 a 29 de março de 2022. Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (3).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Terra Boa, Londrina e Assis Chateaubriand.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.803 casos de residentes de fora do Estado, 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

Confira o informe completo.

Ajustes - Relatório de Exclusões

 

SAÚDE III: Vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira em todo o país

saude gripe 04 04 2022Começa nesta segunda-feira (04/04) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A meta do Ministério da Saúde é imunizar cerca de 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da campanha.

Trivalente - Segundo a pasta, 80 milhões de doses da vacina Influenza trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan e eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B, estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

Grupos prioritários - Para evitar surtos da doença, que pode sobrecarregar os serviços de saúde e até levar à morte, a pasta alerta para a importância da vacinação dos grupos prioritários.

Etapas - A campanha nacional ocorrerá em duas etapas. Na primeira, de hoje a 2 de maio, serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. A segunda, que vai de 3 de maio a 3 de junho, tem como público-alvo crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; membros de forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e pessoas privadas de liberdade.

Crianças - No caso das crianças de 6 meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina influenza ao longo da vida, deve-se considerar o esquema vacinal com apenas uma dose em 2022. Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda aplicação da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose. (Agência Brasil)

 

SAÚDE IV: ANS realiza Consulta Pública 95, sobre propostas de atualização do Rol de Procedimentos

saude ans 04 04 2022A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abriu, na sexta-feira (01/04), a Consulta Pública nº 95, para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas às recomendações preliminares relacionadas a propostas de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. O prazo para envio de contribuições é de 20 dias corridos, encerrando-se, assim, em 20/04/2022. Os interessados em participar já podem acessá-la por este link

Relatórios Preliminares - A consulta também submete à participação social os Relatórios Preliminares resultantes da terceira reunião técnica da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (COSAÚDE), em cumprimento à legislação vigente. 

Propostas de atualização - As recomendações tratam de propostas de atualização do rol enviadas para ANS por meio do formulário eletrônico FormRol, de acordo com o processo contínuo de envio de propostas e de análise por parte da Agência instituído pela Resolução Normativa nº 470/2021. A Consulta Pública irá, portanto, tratar das propostas para inclusão no rol de coberturas obrigatórias dos planos de saúde dos seguintes medicamentos: 

Apalutamida (para tratamento de câncer de próstata metastático sensível à castração); 

Acalabrutinibe (para tratamento da leucemia linfocítica crônica LLC em primeira linha); 

Acalabrutinibe (para tratamento da leucemia linfocítica crônica LLC recidivada ou refratária); 

Acalabrutinibe (para tratamento de linfoma de células do manto recidivado ou refratário); 

Enzalutamida (para tratamento de câncer de próstata metastático sensível à castração); 

Lorlatinibe (para tratamento de câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) em primeira linha); 

Recomendações preliminares - As recomendações preliminares elaboradas pela ANS podem ser favoráveis ou desfavoráveis às propostas de atualização e seus fundamentos podem ser lidos nos Relatórios de Análise Crítica, que, assim como a proposta de Resolução Normativa, estão disponíveis na íntegra durante o período de consulta na página da ANS, www.gov.br/ans, em "Acesso à informação", no item "Participação da Sociedade", no subitem "Consultas Públicas", https://www.gov.br/ans/pt-br/acesso-ainformacao/participacao-da-sociedade/consultas-publicas
 
Demais consultas - Confira aqui as demais Consultas Públicas em aberto pela ANS: 
- Consulta Pública nº 92 - 
ANS realiza consulta pública sobre regras de acompanhamento assistencial — Português (Brasil) (www.gov.br). (ANS)

 

SIMEPAR: Paraná tem chuvas regulares e acima da média em março

1simepar 04 04 2022Para fazer valer a canção de que as águas de março fecham o verão, choveu muito no Paraná no mês passado. Um levantamento do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) em 11 estações meteorológicas revela que em todas as cidades nas quais estão localizadas o índice pluviométrico ficou acima da média história para o período. Em alguns casos, como Maringá (203%), Londrina (157%), Pato Branco (150%), Guarapuava (121%) e Foz do Iguaçu (120%), a precipitação acumulada em milímetros (mm) mais do que dobrou.

Ano passado - Situação bem diferente a do ano passado. Março de 2021 foi caracterizado por chuvas irregulares em todo o Estado, com a maioria das cidades finalizando o mês com precipitações abaixo do esperado. O fim da estiagem permitiu ao Paraná sair de uma longa crise hídrica – foram mais de dois anos em situação de calamidade.

Volume bom - “O volume de chuvas em março deste ano foi bastante bom em todas as regiões do Paraná, com destaque para o Norte, extremo Oeste e Sul, com precipitações significativas. Esse regime de chuvas caracterizou março como o mês da recuperação em razão do déficit acumulado em meses anteriores”, avaliou o meteorologista do Simepar, Fernando Mendes.

Curitiba - Em Curitiba o volume também ficou consideravelmente acima da média. Choveu em março na Capital 203,2 mm ante uma expectativa de 128,1 mm, reforço de 58%. Em 2021, o volume acumulado no mesmo período foi de apenas 107 mm. “Isso é muito importante e significativo”, disse Mendes. Segundo a Sanepar, o Sistema de Abastecimento de Água Integrado de Curitiba aponta que o nível geral dos reservatórios está em 86,78%.

Mais - Os dados do Simepar mostram, ainda, que em Antonina choveu 296,8 mm (4% acima do esperado), Francisco Beltrão 244,2 mm (37%), Campo Mourão 196,2 mm (38%), Guaratuba 398,8 mm (41%), e Cascavel 188,8 mm (50%).

Abril - A previsão para abril é de instabilidade, com a queda gradativa da temperatura com a entrada do outono. Uma nova frente fria está prevista para chegar ao Sul do Brasil na próxima semana, com indicativo de temporais em algumas regiões. As chuvas devem ficar dentro da média histórica para o período. (Agência Estadual de Notícias)

Confira os volumes mais expressivos de chuva em março:

simepar quadro 04 04 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

FOTO: Gilson Abreu / AEN 


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