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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5296 | 08 de Abril de 2022

MERCOSUPER: Lançada a Academia de Liderança do Varejo para cooperativas do Paraná, em parceria com a ESPM

“Um curso sob medida, ágil, prático e com conceitos baseados na atual realidade em que vivemos. Voltado para o interesse das cooperativas em ter, cada vez, profissionais mais focados no mercado do varejo”, destacou o coordenador do Núcleo do Varejo da ESPM, Ricardo Pastore, ao participar, na manhã desta quinta-feira (07/04), do lançamento do curso Academia de Liderança do Varejo, durante o último dia de programação da Mercosuper 2022 - Feira e Convenção Paranaense de Supermercados promovida pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras), no Expo Trade, em Pinhais, Paraná.

Tendências do varejo - Segundo Pastore, “varejo não é área de conhecimento, é o campo de atuação, onde podemos aplicar gestão, marketing, administração etc. A atividade de varejo precisa ter um ambiente adequado para que possa se desenvolver, como mão de obra, crédito e inflação baixa, que não é o caso neste momento, pois o crédito está escasso e a inflação alta”, disse. Ele destaca que o importante é sabermos o que está acontecendo no mundo neste setor. “O varejo está se transformando, o jeito de vender está mudando. Redes sociais, delivery, metaverso, novas gerações e novos comportamentos do consumidor. Crises econômicas e ambientais. Novas tecnologias digitais disruptivas, tudo isso será foco nas disciplinas que teremos no curso”.

Cadeia de valor - De acordo com o especialista, “as inovações promovem mudanças, as mudanças alteram o modelo de negócios. Onde está o valor? O que o cliente identifica como valor? São respostas que precisamos ter de forma ágil. As inovações ocorrem em certos pontos da cadeia de valor e quando identificamos, ocorre a aceleração, a disrupção”, frisou.

Pandemia - “Vínhamos de um mundo físico, com a pandemia entramos no digital. Agora, com retorno ao presencial passamos a viver nesses dois mundos. Esses momentos de virada é que a gente encontra oportunidade para crescer, assumir a liderança. Isso nos motiva, criar estratégias de mercado. Então, sejam bem-vindos ao mundo híbrido!”

Oportunidade - Para ele, é uma grande oportunidade que o sistema dá aos profissionais do varejo das cooperativas. “É digna de elogios, afinal, estamos vendo nesta situação de crise, não são todas as empresas ou instituições que oferecem uma oportunidade como esta. Com certeza, ao preparar melhor os profissionais do varejo das cooperativas, o sistema se coloca à frente de outros setores e abre novas oportunidade de negócios, com pessoas mais qualificadas”, frisou.

Disciplinas - O curso é promovido pelo Sistema Ocepar e realizado com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com a ESPM, com início previsto para junho próximo. No decorrer das aulas, os participantes terão disciplinas com foco em inovação e novos modelos de negócios, inteligência de mercado, trade marketing e execução de PDV etc.

Inscrições e informações - A Academia de Liderança do Varejo é uma formação com carga horária de 120 horas, que serão distribuídas ao longo de 2022 e 2023, cujo objetivo é atualizar e preparar as lideranças cooperativistas atuantes no varejo a enfrentarem o cenário pós-pandemia. Os profissionais de cooperativas interessados em saber mais sobre o curso podem entrar em contato com Carolina Bianca Teodoro (carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br / 41 99647 5522) ou Alexandre Monteiro (alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br / 41 99604 7007).

Link vídeo Professor Ricardo Pastore da ESPM

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 08 04 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (08/04), o Informe Semanal referente ao período de 4 de março a 8 de abril. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana.

Mudanças nos ministérios e secretarias de Estado - Para assegurar a igualdade na disputa eleitoral, a legislação estabelece a desincompatibilização, ou seja, determina aos candidatos que pretendem disputar cargos nas eleições deste ano o seu afastamento obrigatório de cargo público até 2 de abril. Esta determinação trouxe mudanças na composição do primeiro escalão, tanto no Governo Federal quanto Estadual. Abaixo destacamos as principais alterações: 

quadro 08 045 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Crédito rural - Após a publicação da MP 1.111/2022, que disponibilizou R$ 1,2 bilhões para atender produtores rurais, no âmbito do Pronaf, afetados pela estiagem, no dia 2 de abril foi veiculado o Decreto 11.029/2022, estabelecendo as condições e a operacionalização para acesso aos recursos. De acordo com o Decreto, foram autorizadas as concessões de rebate de 35,2% sobre o valor das parcelas das operações vencidas e vincendas no período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2022, nos municípios decretados em situação de emergência ou estado de calamidade pública.

Resolução ANS - Na terça-feira (05/04), foi veiculada no DOU a Resolução Normativa nº 506, que instituiu o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde. O Programa, de caráter voluntário, tem como objetivo aprimorar o setor suplementar de saúde em relação ao acesso à rede prestadora de serviços de saúde, à qualidade da atenção à saúde e à experiência do beneficiário. O processo de reconhecimento é realizado pela ANS.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

FRENCOOP: Projeto prevê reorganização de sociedades cooperativas

frencoop 08 04 2022O deputado Hugo Leal (RJ), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), apresentou o Projeto de Lei 815/22, que trata da regulação e reorganização de sociedades cooperativas. A proposta tem a intenção de preservar a atividade econômica, a identidade, a continuidade de atos cooperativos, o emprego dos trabalhadores e os interesses dos credores.

Desprotegidas - Segundo o parlamentar, as cooperativas estão desprotegidas em razão da impossibilidade de utilizar procedimentos de recuperação judicial e extrajudicial, como ocorre com as empresas (Lei 11.101/05), já que essa norma não leva em conta as especificidades do cooperativismo.

Tratamento - “O tratamento não pode ser igual, pois a atividade econômica da sociedade cooperativa apresenta características diferentes. O ato cooperativo está desprotegido com o tratamento geral do sistema de recuperação vigente no país. Então, nada mais justo, que criarmos procedimentos específicos para as cooperativas, respeitando suas peculiaridades, com estímulo econômico e sem trazer insegurança aos credores e aos próprios cooperados”, defendeu o deputado.

Importância - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância da iniciativa. “Criar essa possibilidade de recuperação judicial para as cooperativas é muito importante. Foi um pedido das próprias cooperativas quando realizamos o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo em 2019. Não somos empresas, os créditos das cooperativas em relação a seus cooperados (Ato Cooperativo), são de natureza societária e não comercial. Então, esta justa proposta é bem-vinda e está entre as prioridades do ano da Agenda Institucional do Cooperativismo 2022, que será lançada no próximo dia 27, na Torre de TV”, reforçou.

Medidas - Entre outras medidas, o projeto propõe a criação de estímulos econômicos para capitalização da cooperativa; a preservação de garantias negociadas, para não gerar insegurança e fraudes; a compreensão de que no sistema cooperativista, a cooperativa pode ser devedora, mas outras podem lhe ser credoras; a preservação de fluxos de créditos para cooperativismo, sem gerar encarecimento das operações; e a simplificação e agilização do procedimento, visando à redução de custos e maior acesso para cooperativas menores e fragilizadas economicamente.

Não se aplica - A matéria não se aplica às cooperativas de créditos que já estão regulamentadas pela Lei Complementar 130/09, que dispõe do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

Despacho - A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados ainda não despachou a proposta para análise das comissões temáticas da Casa. (Sistema OCB)

Clique aqui e acesse o texto na íntegra.

FOTO: Billy Boss / Câmara dos Deputados

 

EVENTO: Fórum permanente de direito do agronegócio

evento 08 04 2022O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, propôs a criação de um fórum permanente de direito em defesa do agro constituído por representantes do setor e dos Três Poderes. A sugestão foi feita durante a abertura do II Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na quarta-feira (06/04). O evento foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA) e contou com a participação de ministros do Superior Tribunal de Justiça, de ex-ministros do governo e de várias entidades de representação do setor produtivo.

Pilar central - “A pilastra central do movimento cooperativista é o agro. Precisamos constituir um fórum propositivo de discussão permanente. Falta confiança jurídica no desenvolvimento das nossas atividades e precisamos dela para avançarmos cada vez mais”, declarou.

Reconhecimento - Márcio Lopes pontuou que o papel do movimento cooperativista precisa ser mais reconhecido pelos tomadores de decisão, principalmente no que tange os aspectos tributários. “É necessário que entendam que a cooperativa não tem vantagem tributária, que o benefício fiscal recebido – em casos de não pagamento de tributos - é do cooperado, da pessoa física”.

PL 6.299/202 - O presidente destacou a importância da aprovação do Projeto de Lei 6.299/2002, que dispõe sobre as novas regras para avaliação, aprovação e fiscalização da produção e comercialização de defensivos agrícolas. “Quem é contrário não entende o tremendo avanço que isto representa. Somos mais de 1,2 milhão de cooperados agricultores e nenhum é contra o desenvolvimento sustentável, pelo contrário, queremos o melhor uso dos defensivos. Esse tema precisa evoluir e ser tratado também nos tribunais”, considerou.

Transparência e segurança jurídica - O presidente também levantou a reflexão acerca da transparência e segurança jurídica de investimentos financeiros de outros países no agro brasileiro. “Os silos graneleiros, por exemplo, precisam de investimentos de R$ 50 milhões, cada um, mas, com essa taxa Selic, como faz? Experimentamos buscar lá fora esse aporte e vai dar certo, embora tenhamos nos deparado com dificuldades para internar estes recursos porque nos falta bagagem jurídica para isso”, ponderou.

Agradecimento - Na oportunidade, ele também agradeceu aos esforços desmedidos dos ex-ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura) para alavancar o setor.

Temas - O Congresso, realizado no formato online, também tratou de temas como licenciamento e compliance ambiental, regularização fundiária e crédito privado, seguro e ESG (Environmental, Social and Governance Practices) ou práticas ambientais, sociais e de governança corporativa de uma organização (ASG, em português). (Sistema OCB)

 

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 08 04 2022O Sistema OCB publica, semanalmente, o Panorama Coop, um boletim com análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. A newsletter é atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Acontecimentos - Fique por dentro dos acontecimentos que podem afetar a sua coop! A gente trouxe pra você os destaques das análises políticas mais recentes e as principais notícias da semana. Boa leitura!

Análise política- Mudança nos ministérios! Com a aproximação das eleições, a legislação eleitoral exige que os ministros que quiserem concorrer a cargos eletivos deixem seus postos atuais seis meses antes do pleito. 10 dos 24 ministros do Poder Executivo deixaram seus cargos indicando interesse na corrida eleitoral. Quem são os novos ministros que entram em seus lugares? Quais as possíveis ligações deles com o cooperativismo? Qual a importância de cada pasta sob novo comando para o nosso modelo de negócios? Confira na Análise Política de hoje!

Acesse a Análise Política

Acesse as análises anteriores

Tecnoshow: Sistema OCB defende mais recursos para atividade agrícolaO presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participou da abertura da Tecnoshow Comigo 2022, na segunda-feira (04/04). O evento promovido há quase vinte anos pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo) é considerado um dos mais importantes para debater os avanços e as tecnologias que alavancam o agronegócio no Brasil.

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Sistema OCB avança em negociações com coops da ÍndiaA Cooperativa de Fertilizantes dos Agricultores da Índia (IFFCO), considerada a maior do setor no mundo, retornou ao Brasil para acertar tratativas com coops brasileiras. Em junho de 2021, o Sistema OCB e a IFFCO assinaram acordo de parceria em intercâmbio técnico, acadêmico e comercial entre cooperativas do Brasil e da Índia.

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Reforma Tributária: votação é adiada por falta de quórum - A sessão deliberativa da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado marcada para quarta-feira (06/04) foi cancelada por falta de quórum. Em decorrência a votação do parecer do Senador Roberto Rocha (MA) à Proposta de Emenda à Constituição da Reforma Tributária (PEC 110/2019) foi adiada novamente, assim como as discussões em defesa do adequado tratamento tributário do ato cooperativo.

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Sescoop apresenta seu Relatório de Gestão 2021 O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), vinculado ao Sistema OCB, divulgou seu Relatório de Gestão referente ao exercício de 2021 nesta semana. Integrante do Sistema S, o Sescoop vem contribuindo desde 1999 para a autogestão das cooperativas com o objetivo de garantir maior competitividade e, principalmente, prestar atendimento aos interesses dos cooperados.

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Realidade aumentada é destaque em livro sobre inovação no coop - O livro conta com seis capítulos que introduzem o tema, passam por metodologias e estratégias e finaliza com tendências para o futuro próximo. Segundo dados da publicação, oito em cada dez cooperativas brasileiras (84%) consideram a inovação fundamental e já incluíram o tema no planejamento estratégico de suas organizações.

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COOPAVEL: Projeto aprimora a gestão do quadro de vagas de emprego

coopavel 08 04 2022A Coopavel tem a inovação no seu DNA. Desde o início de suas atividades, há 51 anos, a cooperativa emprega os mais sofisticados recursos para dar eficiência e dinâmica aos seus mais diferentes processos. Uma das novidades mais recentes é a implantação do Quadro de Vagas da Coopavel, levando ainda mais qualidade, agilidade e assertividade às tarefas das áreas de negócios e de Gente & Gestão.

Inovadora - “Somos uma cooperativa inovadora e essa característica contribui muito para que estejamos entre as 15 maiores do Brasil”, diz o presidente Dilvo Grolli. Ele lembra que levar assistência técnica de qualidade foi um passo fundamental para melhorar o desempenho das propriedades agrícolas, medida potencializada com o Show Rural Coopavel, a partir de 1989, que permitiu colocar as novas tecnologias e conhecimentos para o campo em contato direto com o produtor.

Elaboração - O projeto Quadro de Vagas da Coopavel começou a ser elaborado em outubro, informa Claudia Luciana da Rocha, do departamento de Gente & Gestão da cooperativa. “Nesses meses todos foram muitas horas de estudos e treinamentos para o entendimento do módulo Quadro de Vagas no Sistema Sênior. Tivemos trocas de informações com as áreas de negócios para entender a rotina empregada quanto à gestão do quadro de vagas”, observa Claudia.

Proposta - A proposta era, com uso das ferramentas tecnológicas mais inovadoras, automatizar o quadro e então administrá-lo ainda com mais eficiência por meio do módulo sênior denominado QL (Quadro de Lotação). A finalidade, segundo Claudia, é levar autonomia para as áreas de negócios, aprimorando e profissionalizando o setor com agilidade, autonomia e segurança na gestão da informação para a Coopavel.

Projeto-piloto - Com a fase inicial cumprida, o passo agora é implantar o projeto-piloto na área de Recursos Humanos/Administração Central. O Quadro de Vagas foi dividido em três etapas: implantação do Quadro nativo (primeiro semestre de 2022), Orçamento de pessoal (segundo semestre de 2022) e Revisão e análise individual por posto de trabalho versus faturamento/produção (primeiro semestre de 2023).

O que é?- O gerente de Recursos Humanos da Coopavel, Aguinel Waclawovsky, informa cria-se com essa ação um mecanismo para administrar o saldo de vagas dos postos de trabalho permitindo a movimentação de pessoas por meio do incremento delas, das substituições por transferências ou ainda pela diminuição do quadro de lotação, bem como administrar custo real com pessoal.

Desafio - “É um grande desafio desenvolver um projeto dessa relevância e magnitude. Por isso, todas as etapas são avaliadas com regularidade a fim de revisar com muito cuidado cada passo, podendo assim junto à área de Gente & Gestão elaborar estratégias para que a ferramenta possa ser utilizada com o máximo de eficiência e efetividade”, diz Aguinel.

Objetivo - O objetivo da Coopavel é que esse instrumento seja um aliado à gestão na tomada de decisões de curto, médio e longo prazos, bem como construir um legado para análise e tomada de decisão assertiva, pontua Claudia Luciana da Rocha. (Imprensa Coopavel)

 

CRESOL: Conselho de Administração da cooperativa realiza reunião itinerante em Foz do Iguaçu

cresol 08 04 2022O Conselho de Administração da Cresol Baser está realizando mais uma reunião itinerante. Desta vez o destino é Foz do Iguaçu (PR), considerado um dos locais turísticos mais procurados do mundo por suas belezas naturais e região onde ficam as sedes da Cresol Costa Oeste, Integração e Progresso.

Estratégias - O encontro que iniciou na quarta-feira e seguiu até esta quinta-feira (07/04) reuniu os presidentes e superintendentes do Sistema para discutir as estratégias e os próximos passos. Entre as pautas da reunião, foram tratados assuntos relacionados a Política de Liquidez e de Expansão do Sistema, além das agendas institucionais e dos projetos desenvolvidos pelas diretorias da central. Os participantes também ouviram a palestra sobre o “Futuro do Crédito Rural e o Agronegócio Brasileiro” realizada por Antônio Luz.

Rumo - O presidente da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé, fez a fala de boas-vindas aos participantes, agradeceu a presença de todos e contextualizou o rumo do sistema. “Estamos retomando os eventos presenciais com o sentimento de que a Cresol teve uma imensa capacidade de superação durante esse período em que estivemos mais afastados. Hoje, estamos aqui para discutir os próximos passos do sistema, junto aos nossos presidentes e superintendentes, discutindo estratégias e alinhando as propostas para este ano de 2022, mas também prospectando um futuro promissor com um olhar para 2030”, destacou o presidente que também falou do foco no agro para o próximo período: “também é momento de pautar as ações do crédito rural para o novo ano safra, mas sem deixar de lado as percepções e preocupações para os demais segmentos que a Cresol atende com um olhar de um sistema para todos”.

Debates - Com foco nas ações específicas, os presidentes e superintendentes também discutiram o fortalecimento do cooperativismo e da Cresol, como também soluções financeiras e eficazes aos cooperados, expansão e estratégias de crescimento para a cooperativa. (Imprensa Cresol)

 

EXPOLONDRINA I: BRDE assina R$ 52,5 milhões em contratos de financiamento com empresas, cooperativas e produtores

brde 08 04 2022O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta quinta-feira (07/04) contratos que somam R$ 52,5 milhões em financiamentos e linhas de crédito com empresas, cooperativas e produtores rurais, na ExpoLondrina 2022. Os termos foram assinados pelo diretor administrativo do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira. Segundo ele, consolidam o relacionamento de transparência do BRDE e potencializam o desenvolvimento na região Norte.  

Formalização - A formalização das assinaturas aconteceu na Sociedade Rural do Paraná, Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina, também com a participação do superintendente do BRDE, Paulo Starke Júnior. 

Integrada - A Integrada Cooperativa Agroindustrial, criada em 1995, com 15 regionais e 65 unidades distribuídas no Paraná e São Paulo, firmou com o BRDE um termo de aprovação de financiamento no valor de R$ 50 milhões, destinados à modernização e ampliação das unidades da cooperativa, e outros R$ 2,5 milhões com demais empresas. 

Parceria - O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, falou sobre a parceria com o BRDE. “O banco sempre apoiando projetos e investimentos, principalmente na melhoria, ampliação e construção de unidades de recebimento e armazenamento, no apoio ao fortalecimento na agroindustrialização da Integrada, para agregar valor na produção de nossos cooperados, levando a geração de empregos e desenvolvimento dessas regiões”, disse. 

Números - Atuante em 50 municípios, a Integrada tem 11 mil cooperados e mais de 1.800 colaboradores, com um faturamento de R$ 4,4 bilhões, em 2020. 

Mais - Também foi realizada a assinatura da LSE Empreendimentos, de Apucarana, com o representante da empresa, Pedro Baleotti. 

Operações - Nos últimos 15 meses, o BRDE realizou operações de crédito, financiamentos e inserção de empresas (pequenas, micro e médias), indústrias, cooperativas em fundos e programas de facilitação de negócios que totalizam R$ 156,5 milhões em contratações no Norte do Paraná. Os setores de maior investimento são o agronegócio, seguido da indústria e energia. 

Papel - “Essa é uma demonstração de que o BRDE cumpre seu papel no que diz respeito a ser um banco de desenvolvimento, na pulverização de recursos, mais próximos do produtor rural até as grandes empresas, conforme compromisso com as diretrizes do governador Carlos Massa Ratinho Junior”, destacou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski. 

Balanço - Em publicação recente do balanço financeiro do banco, o BRDE nos três estados do Sul alcançou marca histórica, com um lucro líquido em 2021 de R$ 266,6 milhões, valor 33,8% maior comparado ao ano anterior. Também bateu recorde de R$ 4,1 bilhões em contratações, mesmo no segundo ano de pandemia e início do período de vacinação, enquanto o Paraná teve R$ 1,4 bilhão em contratações desse total. 

Acesso - Todas as linhas de crédito, documentos ou atendimento com a equipe de prospecção podem ser acessados com facilidade pelo aplicativo do BRDE ou neste LINK. (Agência Estadual de Notícias 

FOTO: BRDE 

 

EXPOLONDRINA II: Governo reúne cafeicultores na ExpoLondrina e reforça relevância da cultura para o Estado

 

A modernização e o fortalecimento da cadeia de produção cafeeira paranaense foram o tema central do 28º Encontro Estadual de Cafeicultores, que reuniu cerca de 300 participantes no Parque de Exposições Ney Braga na manhã desta quinta-feira (07/03).

Ranking nacional - O Paraná é o 5º no ranking nacional de produção de café arábica. Os municípios com maior VBP (Valor Bruto de Produção) são Carlópolis, Pinhalão, Ibaiti, Tomazina e Apucarana. A produção ocupa 34 mil hectares e gera 58 mil toneladas/ano.

Produção - Para este ano, estima-se que sejam produzidas aproximadamente 560 mil sacas de café, uma perda de 36% na produção do ciclo 21/22 em relação à safra passada, quando foram produzidas 880 mil sacas.

Qualidade - “O Paraná, que um dia foi um mar de café, hoje está num tamanho pequeno, tentando crescer, mas distinguindo-se pelo padrão de qualidade. Esse é um grande diferencial e que temos que apostar cada vez mais”, disse o secretário de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, na abertura do evento.

Renda - “Além de uma cultura histórica, o café proporciona densidade de renda e qualidade de vida no campo. Temos um projeto com as Mulheres do Café e estamos apoiando os produtores com conhecimento técnico para o seu crescimento”, apontou o diretor-presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater (IDR-Paraná), Natalino Avance de Souza. "É parte importante do Estado e da tradição do agronegócio".

Palestra - O agrônomo Luiz Roberto Saldanha ministrou uma palestra sobre as perspectivas do mercado brasileiro e internacional do produto. “O Paraná é um berço de cafés de qualidade, uma região que tem tudo para voar. Temos solo, temperatura, tradição, cultivo equilibrado e estamos nos tornando cada vez mais exigentes“, disse.

Concurso - Um dos elos da cadeia no Estado é o concurso Café Qualidade Paraná. No evento, foram entregues aos patrocinadores os lotes vencedores do último concurso, encerrando a edição 2021 do certame (confira os vencedores).

Divulgação- “O concurso divulga nossos cafés, aproxima produtores e compradores, estabelece padrões de qualidade e impulsiona ações estratégias do poder público”, disse o economista Paulo Sérgio Franzini, ligado à Câmara Setorial do Café, entidade que organiza anualmente o prêmio.

Patrocínio - A última edição contou com o patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Bratac, Federação de Agricultura do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Grupo Dois Irmãos, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) e Sistema Ocepar.

Lançamento - O secretário Norberto Ortigara aproveitou o encontro para lançar oficialmente o concurso deste ano, a 20ª edição. Os vencedores serão conhecidos no mês de novembro.

Homenagem - Autoridades, lideranças e cafeicultores presentes no encontro também prestaram uma homenagem aos extensionistas Cilesio Abel Demoner, de Cornélio Procópio, e Nelson Menoli Sobrinho, de Grandes Rios. Servidores do IDR-Paraná, os dois agrônomos se aposentaram recentemente, depois de devotar grande parte da vida profissional à cafeicultura. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: IDR-Paraná

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CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Plantio da 2ª safra de milho encerra nos próximos dias e produtividade segue média histórica

conjuntura agro 08 07 2022O plantio do milho de segunda safra no Paraná está praticamente encerrado nesta semana. Os produtores já semearam 99% da área de 2,7 milhões de hectares prevista para o ciclo 2021/2022. Esse índice está em conformidade com o período ideal de implantação da cultura e representa um avanço com relação à segunda safra do ano anterior, quando o plantio foi prejudicado pelo atraso no ciclo da soja, ocasionando perdas significativas.

Boletim - Esse é um dos temas do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 1º a 7 de abril. O documento, preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, traz ainda informações sobre o desenvolvimento das principais lavouras paranaenses neste período.

Expectativa - Para este ano, a expectativa do setor é de uma safra de milho com produtividade dentro da média histórica, pois o Paraná vem de duas safras consecutivas de perdas (2ª safra de 2021 e 1ª safra de 2022), o que causa impacto não só para os agricultores, mas na produção de carnes, já que o grão é fundamental para o fornecimento de ração animal. O volume previsto é de 15,9 milhões de toneladas.

Primeira safra - Com relação à primeira safra, a área está praticamente toda colhida, chegando a quase 90% do total nesta semana. A expectativa é que o encerramento da colheita aconteça assim que as condições climáticas permitam.

Soja e feijão - As chuvas das últimas semanas reduziram o ritmo da colheita de soja no Estado. A expectativa é de que os trabalhos sejam finalizados nas próximas semanas. Dos 5,65 milhões de hectares semeados nesta safra, aproximadamente 4,95 milhões foram colhidos, cerca de 88% do total.

Preço - Na última semana, os produtores de feijão receberam, em média, R$ 325,00 pela saca de 60 kg de feijão-cores, aumento de 3% frente ao período anterior, e R$ 272,00 pela saca de 60 kg de feijão-preto, redução de 2,5% em relação à semana anterior. Para o momento, esses preços são considerados satisfatórios, uma vez que o custo de produção é de R$ 200,00 a saca de 60 kg.

Hortaliças e fruticultura - Os preços das hortaliças se mantiveram nos últimos 15 dias, depois da alta em alguns produtos em fevereiro até a primeira quinzena de março, devido a fatores climáticos que atingiram o Paraná e outros estados produtores.

Análise - O boletim também traz análise dos dados da Agrostat/Mapa sobre as importações brasileiras de frutas, que somaram 376,7 mil toneladas em 2021. Nozes e castanhas, peras, maçãs, uvas e kiwis provenientes da Argentina, Chile, Espanha, Turquia e Itália - em ordem de importância – abasteceram as mesas nacionais.

Mandioca e trigo - Os técnicos do Deral explicam ainda a redução de área da mandioca no Paraná e as consequências da oferta limitada. Até o final de março, a colheita atingiu 18% dos 131 mil hectares cultivados na safra 2021/22. Esta área é 1% menor frente à safra passada, e a produção prevista deverá sofrer uma redução de 7%.

Zoneamento agrícola - Desde o dia 1º de abril, o plantio de trigo já é recomendado pelo zoneamento agrícola em 216 municípios do Paraná. Apesar de isto corresponder a praticamente toda metade norte do Estado, os trabalhos na triticultura seguem em ritmo lento, decorrente especialmente da região ter priorizado o plantio de milho.

Proteínas animais - Sobre a pecuária de corte, o Boletim informa que a recente valorização do Real ainda não se refletiu no preço da arroba. O boi gordo no Paraná está sendo comercializado a R$ 310,32, uma diferença de -0,8% em comparação à semana anterior, quando estava cotado a R$ 313,00. Quanto à pecuária de leite, o preço do leite longa vida no varejo fechou o mês de março a R$ 4,00. Esse valor representa uma alta de mais de 14% em relação ao mês anterior, e de quase 20% em relação a março de 2021.

Exportação - No 1º bimestre de 2022 a exportação brasileira de carne de frango cresceu 12,4% em volume e 33,5% em faturamento. Os principais destinos são, respectivamente, China, Emirados Árabes, África do Sul e Arábia Saudita. O Paraná, que lidera em produção em exportação, destacou-se no contexto nacional, com participação de 41,6% do volume exportado pelo Brasil no primeiro bimestre do ano. No mesmo período, a exportação brasileira de ovos cresceu 34,8% em relação ao primeiro bimestre de 2021. (Agência de Notícias do Paraná)

Foto: Jaelson Lucas / AEN

 

SUSTENTABILIDADE: Banco do Brasil lança solução de crédito para preservação ambiental no campo

sustentabilidade 08 04 2022O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira (07/04) a emissão de sua primeira Cédula de Produto Rural voltada à preservação, solução financeira que oferece ao produtor crédito e recursos para apoiar e fomentar o cuidado que ele dedica à sustentabilidade no campo. O lançamento teve a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes; da Economia, Paulo Guedes; do Meio Ambiente, Joaquim Leite; e da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

Monetização da área preservada - Criada a partir de metodologia desenvolvida pelo banco e amparada pela Lei 13.986/20 e Decreto nº 10.828/21, essa modalidade de crédito possibilita a monetização da área preservada, tendo como lastro para a emissão do financiamento a vegetação nativa do imóvel rural.

Recursos adicionais - De acordo com o banco, a solução gera recursos adicionais para suportar custos e despesas das atividades produtivas e de conservação, agregando valor à sua atividade e produtos em função da adoção de ações voltadas à preservação do meio ambiente. Os valores financiáveis são estabelecidos por bioma de localização do estabelecimento rural (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), possibilitando a geração de recursos sobre as áreas de vegetação nativa das propriedades rurais, como reserva legal, áreas de preservação permanente e áreas excedentes de preservação.

Marco - “Ao lançar a CPR Preservação, o Banco do Brasil estabelece um marco, cria um parâmetro de repercussão mundial quando se fala em desenvolvimento do agronegócio e preservação do meio ambiente. Disponibilizamos uma solução que reforça nossa parceria com os nossos clientes produtores rurais, a partir de critérios que nos colocam na vanguarda mundial do crédito ambientalmente sustentável. Esse lastro ambiental cria possibilidades para que investidores externos possam aportar recursos em nosso país com o objetivo de apoiar a preservação de nossa fauna e flora”, ressalta o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

Primeira operação - A primeira operação de BB CPR Preservação foi realizada com o produtor Francisco Malta Cardozo, proprietário da Fazenda Alpes, localizada em Santa Lúcia (SP), empreendimento que se destaca pela preservação das áreas de vegetação nativa, biodiversidade e recursos naturais. A emissão da CPR conta com certificação externa de terceira parte da Global Certification System, a partir de Relatório de Auditoria de Sustentabilidade emitido pela CS Ambiental. (Mapa, com informações do Banco do Brasil)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

IPCA: Inflação acelera para 1,62% em março, maior para o mês desde 1994

ipca destaque 08 04 2022A inflação acelerou para 1,62% em março, após ficar em 1,01% em fevereiro. Esse foi o maior resultado para o mês de março desde 1994 (42,75%), antes da implantação do Real. No ano, o indicador acumula alta de 3,20% e, nos últimos 12 meses, de 11,30%, acima dos 10,54% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (08/04) pelo IBGE.

Principais impactos - Em março, os principais impactos vieram dos transportes (3,02%) e de alimentação e bebidas (2,42%). Os dois grupos, juntos, contribuíram com cerca de 72% do índice do mês. No caso dos transportes, a alta foi puxada, principalmente, pelo aumento nos preços dos combustíveis (6,70%), com destaque para gasolina (6,95%), que teve o maior impacto individual (0,44 p.p.) no indicador geral.

Reajuste - “Tivemos um reajuste de 18,77% no preço médio da gasolina vendida pela Petrobras para as distribuidoras, no dia 11 de março. Houve também altas nos preços do gás veicular (5,29%), do etanol (3,02%) e do óleo diesel (13,65%). Além dos combustíveis, outros componentes ajudam a explicar a alta nesse grupo, como o transporte por aplicativo (7,98%) e o conserto de automóvel (1,47%). Nos transportes públicos, tivemos também reajustes nas passagens dos ônibus urbanos em Curitiba, São Luís, Recife e Belém”, detalha o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Passagens aéreas - Por outro lado, houve queda 7,33% nos preços das passagens aéreas. “Isso porque a metodologia empregada no indicador considera uma viagem marcada com dois meses de antecedência. A variação reflete a coleta de preços feita em janeiro para viagens realizadas em março. Em janeiro, houve um aumento nos casos de Covid, o pode ter reduzido a demanda e, consequentemente, os preços das passagens aéreas naquele momento”, relembra Kislanov.

Alimentos e bebidas - No grupo dos alimentos e bebidas, a alta de 2,42% decorre, principalmente, dos preços dos alimentos para consumo no domicílio (3,09%). A maior contribuição (0,08 p.p.) foi do tomate, cujos preços subiram 27,22% em março. A cenoura avançou 31,47% e já acumula alta de 166,17% em 12 meses. Também subiram os preços do leite longa vida (9,34%), do óleo de soja (8,99%), das frutas (6,39%) e do pão francês (2,97%).

Alta disseminada- “Foi uma alta disseminada nos preços. Vários alimentos sofreram uma pressão inflacionária. Isso aconteceu por questões específicas de cada alimento, principalmente fatores climáticos, mas também está relacionado ao custo do frete. O aumento nos preços dos combustíveis acaba refletindo em outros produtos da economia, entre eles, os alimentos”, analisa Pedro Kislanov.

Habitação - O grupo habitação (1,15%) teve aumento por conta do gás de botijão (6,57%), cujos preços subiram devido ao reajuste de 16,06% no preço médio de venda para as distribuidoras, em março. A alta de 1,08% da energia elétrica também contribuiu para o resultado do grupo, principalmente por causa dos reajustes de 15,58% e 17,30% nas tarifas de duas concessionárias de energia no Rio de Janeiro.

Vestuário - Em março, também houve aceleração nos preços dos grupos vestuário (1,82%) e saúde e cuidados pessoais (0,88%). O único com queda foi comunicação, com -0,05%. Os demais ficaram entre o 0,15% de educação e o 0,59% de despesas pessoais.

IPCA tem alta em todas as áreas pesquisadas - A pesquisa mostra ainda que todas as áreas pesquisadas tiveram alta em março. A maior variação ocorreu na região metropolitana de Curitiba (2,40%), onde pesaram as altas da gasolina (11,55%), do etanol (8,65%) e do ônibus urbano (20,22%). Já a menor variação foi registrada no município de Rio Branco (1,35%), onde houve queda nos preços das passagens aéreas (-11,33%) e do frango inteiro (-2,10%).

INPC foi de 1,71% em março - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 1,71% em março, acima do resultado do mês anterior (1,00%). Essa é a maior variação para um mês de março desde 1994, quando o índice foi de 43,08%. O INPC acumula alta de 3,42% no ano e 11,73% nos últimos 12 meses, acima dos 10,80% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Produtos alimentícios - Os produtos alimentícios passaram de 1,25% em fevereiro para 2,39% em março. Os não alimentícios também aceleraram e registraram 1,50%, frente à variação de 0,92% do mês anterior.

Mais sobre as pesquisas - O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra. E conheça mais sobre o IPCA no IBGE Explica. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

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BANCO CENTRAL: Futuro dos juros dependerá de guerra e outros choques

banco central 08 04 2022O futuro das taxas de juros no Brasil dependerá da extensão dos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia e de eventuais outros choques sobre a inflação, disse nesta quinta-feira (07/04) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Em evento promovido por uma empresa de investimentos, ele declarou que o conflito no Leste europeu trouxe um desafio adicional para a política monetária.

Caminho certo - “Olhando a parte longa da curva e as expectativas de inflação mais longa, existe um certo consenso de que estamos no caminho certo. A calibragem sempre depende da extensão do choque. Temos falado bastante sobre isso nas últimas reuniões do Copom [Comitê de Política Monetária]”, disse.

Desafios - Segundo Campos Neto, mesmo se a guerra terminar no curto prazo, o planeta continuará com desafios por longo tempo. Entre os problemas, ele citou a redivisão das cadeias globais de valor, problema que persiste desde a pandemia da covid-19, e a cisão entre países democráticos com países com outros regimes.

Copom - Na última reunião do Copom, o BC tinha anunciado que elevaria a taxa Selic (juros básicos da economia) em 1 ponto percentual na reunião de maio, para 12,75% ao ano. No entanto, Campos Neto tem dito, em eventos recentes, que a autarquia poderia promover uma alta adicional em junho, caso os choques internacionais – fatores externos que pressionem a inflação – continuem.

Descolamento da meta - Campos Neto disse que a inflação está “descolando muito” da meta, com grande disseminação entre os itens cujos preços estão subindo. Ele ressaltou que os núcleos de inflação (medida que exclui os componentes com maior volatilidade) também estão em alta, o que indica persistência dos índices de preços.

Proativo - “A gente tem se preocupado em ser proativo em relação a isso, passar mensagem de que o Banco Central tem os instrumentos para agir”, afirmou.

Energia -Apesar de reconhecer que os núcleos de inflação continuam altos, o presidente do BC disse que eles estão “um pouco mais comportados”. Ele, no entanto, disse que acontecimentos recentes reduzirão a pressão sobre os preços, como o fim das bandeiras tarifárias nas contas de energia elétrica, anunciado ontem (6) pelo presidente Jair Bolsonaro após a melhora no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Pressão inflacionária global - Para Campos Neto, o principal problema nos próximos meses deverá ser a pressão inflacionária global. Ele lembrou que os Estados Unidos registram a maior inflação em 40 anos, com o índice de preços ao consumidor norte-americano em torno de 8% no acumulado de 12 meses e com os núcleos de inflação rondando 6,5%.

Câmbio - Sobre a recente valorização do real, o presidente do BC disse que a queda do dólar no Brasil foi influenciada pela elevação rápida dos juros nos últimos meses, pela melhora da arrecadação no curto prazo e pelo aumento no preço internacional das commodities (bens primários com cotação internacional). Ele também mencionou o aumento dos investimentos de empresas estrangeiras no Brasil.

Eleições - Em relação às eleições, Campos Neto disse que, apesar das incertezas, as limitações impostas pela legislação eleitoral e pela Lei de Responsabilidade Fiscal farão com que o gasto público esteja mais ou menos controlado. “Por ser um ano eleitoral, entramos em fase onde nada mais poderá ser executado. A lei eleitoral não permite fazer isso. O fiscal de curto prazo está mais ou menos pré-determinado”, explicou.

Estimativa do mercado - De acordo com o presidente do BC, a estimativa do mercado para o crescimento da economia pode ser revista para cima. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do BC, as instituições financeiras preveem expansão de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) em 2022. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março, a autoridade monetária projetava crescimento de 1%.

Greve - Campos Neto comentou ainda a greve dos servidores do BC. Ele disse esperar uma solução rápida para o movimento, para que projetos paralisados sejam retomados. “A gente tem agora o tema da greve, que a gente espera endereçar em breve. A gente precisa avançar com esses projetos. São projetos importantes para a sociedade”, declarou.

Reajuste - Em greve por tempo indeterminado desde o dia 1º, os servidores do BC pedem reajuste de 26,3% e reestruturação de carreira. A reunião na terça-feira (05/04) entre os grevistas e representantes do Ministério da Economia terminou sem acordo. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar volta a subir e aproxima-se de R$ 4,75

cambio 08 04 2022As tensões em torno do aperto da política monetária nos Estados Unidos fizeram o dólar ter mais um dia de alta. A moeda aproximou-se de R$ 4,75 e praticamente anulou a queda observada em abril. A bolsa de valores interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas e subiu puxada pelas ações da Petrobras e pelas bolsas norte-americanas. 

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (07/04) vendido a R$ 4,741, com alta de R$ 0,026 (+0,56%). A divisa chegou a abrir em baixa, mas passou a subir assim que o mercado norte-americano abriu. Na máxima do dia, por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 4,77. 

Queda acumulada - Com o desempenho desta quinta-feira, a moeda norte-americana acumula queda de apenas 0,42% em abril. Em 2022, a divisa registra recuo de 14,97%. 

Ações - O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.862 pontos, com alta de 0,54%. Após operar em baixa durante a maior parte do dia, o indicador recuperou-se perto do fim da sessão, influenciado pela alta das bolsas norte-americanas e pelas ações da Petrobras, que subiram após a definição do futuro presidente da estatal. 

Indicação - A indicação do ex-secretário do Ministério de Minas e Energia José Mauro Ferreira Coelho para ser o novo presidente da Petrobras foi bem recebida pelos investidores. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da companhia subiram 5,18%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 5,22%. Ações mais negociadas na bolsa, os papéis da Petrobras têm o maior peso no índice Ibovespa. 

Internacional - No plano internacional, o dólar continuou a subir perante as principais moedas após a divulgação de que os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos caíram na semana passada. Para parte dos investidores, isso sugere que o mercado de trabalho está perto da saturação e que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) pode aumentar os juros em 0,5 ponto percentual na próxima reunião, em maio. Taxas mais altas em economias avançadas acarretam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters

FOTO: Pixabay

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA: Debatedores apoiam nova legislação para reduzir insegurança fundiária

audiencia publica 08 04 2022Mostrar a insegurança jurídica em que vivem os produtores à espera de regularização fundiária na Amazônia Legal, em especial no estado de Rondônia — colonizado por agricultores das Regiões Sul e Sudeste do Brasil nas décadas de 1960 e 1970 — foi a proposta da audiência pública promovida nesta quinta-feira (07/04) pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).

Embasamento - Requerida pelo presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), e pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS), a audiência funcionou como mais um instrumento de embasamento para a análise, pelo colegiado e pela Comissão de Meio Ambiente (CMA), de projetos de lei sobre o tema.

Reunião conjunta - Em reunião conjunta das duas comissões em 8 de dezembro, o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) apresentou seu relatório às matérias que tratam da regularização fundiária. O relator optou pela aprovação do PL 510/2021, do senador Irajá (PSD-TO), na forma de substitutivo de sua autoria, com acatamento integral ou parcial de emendas dos senadores. Em seu texto, Fávaro deliberou pela prejudicialidade do PL 2.633/2020, proveniente da Câmara.

Relevância - “A necessidade de regularização fundiária, especialmente em Rondônia, é um tema de extrema relevância. Podemos falar de avanços, mas que estão longe dos benefícios que poderíamos levar ao homem do campo. (...) O objetivo dessa audiência é mostrar o que acontece quando não existe regularização e fazer um apelo para que possamos aprovar com urgência esse novo marco legal”, afirmou Gurgacz.

Registro - Segundo o presidente da CRA, em 2020 o Brasil registrou 1,5 mil conflitos de terra, recorde desde 1985; e houve aumento de 30% no número de assassinatos derivados desses conflitos.

Documentação - Secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luiz Antônio Nabhan Garcia, destacou o desbravamento das terras nortistas nas décadas de 1960 e 1970 por produtores sulistas.

Objetivo - “Essa regularização fundiária tem o objetivo de cumprir a questão social. (...) No Norte do país não tinha estrada, não tinha comunicação, só área de florestas, esperando por essas famílias, que eu considero heroínas. Jamais o Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] pode esquecer de regularizar essas famílias; muitas até perderam seus entes para doenças como a malária”, disse o secretário, ao acrescentar que é favorável à aprovação de nova legislação. 

Desburocratização - Diretor de Desenvolvimento e Consolidação de Projetos de Assentamento do Incra, Giuseppe Vieira reconheceu a necessidade de desburocratização dos órgãos que atuam com essa agenda — no caso o Incra, pelo Executivo federal —, assim como a necessidade de avanço da legislação.

Dificuldades de regulamentação - Vieira salientou as dificuldades de regulamentação, diante da necessidade de reanálise de documentos frequentemente questionados. Os avanços ocorrem com mais facilidade, segundo o diretor, principalmente nas novas titulações. “Não temos hoje na legislação uma forma simplificada para a resolução desses processos [mais antigos].”

Emissão - Desde 2019, foram emitidos pelo governo federal mais 237 mil documentos, sendo cerca de 15 mil em Rondônia, com regularização de muitas terras, segundo o diretor.

Nova tecnologia - Com a nova tecnologia implementada, por meio da Plataforma de Governança Territorial, foi possível avançar na titulação, afirmou o superintendente do Incra em Rondônia, Mário Moacir de Almeida. Entre janeiro e março de 2022, foram emitidos no estado mais de 1,4 mil documentos. “Estamos buscando o georreferenciamento para que possamos titular, e isso vai fazer com que avancemos bastante, tanto em assentamentos, como em terras públicas.”

Meio ambiente - Para o coordenador fundiário e ambiental da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia, Edson Afonso Rodrigues, a regularização fundiária protege o meio ambiente. De acordo com Rodrigues, nova lei é necessária para facilitar a regularização das terras, o que não quer dizer que serão regulamentadas as ocupações ilegais. “Há uma confusão entre as leis fundiárias e ambientais. Lei fundiária boa é parte da solução ambiental.”

PIB - A regularização fundiária promoverá ainda elevação do produto interno bruto (PIB), segundo o coordenador.  Em Rondônia, estima-se aumento de 40% em 5 anos. “A regularização dará dignidade para milhares de produtores rurais. Os processos fundiários nunca terminam, as ações são iniciadas e não continuadas. As alterações de normas obrigam a reanálise de processos e o caos fundiário gera conflitos agrários.”

Preservação ambiental - Assessor técnico da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Henrique Pereira também enfatizou a preservação ambiental: no bioma amazônico, 84,1% estão preservados, disse, e há uso consolidado de 13,8% da região, dos quais 2,3% são destinados às lavouras, 10,5% às pastagens e 1% para as infraestruturas viárias e rurais.

Proteção - “A área real passível de regularização da Amazônia Legal representa 5% da área total. (...) A titulação promove a proteção ambiental e a recomposição de vegetação nativa, já desmatada, nos moldes do novo Código Florestal; identifica os infratores e garante a adequada regularização para o combate à grilagem de terras, às queimadas e aos desmatamentos ilegais na região.”

Apoio - A CNA apoia o relatório do senador Fávaro, segundo Pereira. Ele destacou, em especial, a previsão de possibilidade de uso da tecnologia de sensoriamento remoto para pequenas e médias propriedades.

Audiência pública - A CRA aprovou requerimento para a promoção de audiência pública para debater a utilização de remineralizadores com alternativa de manejo e uso de solos. O debate está inicialmente agendado para 28 de abril. “Esse é um tema importante, pela guerra da Ucrânia e Rússia, pois estamos com dificuldades na importação de fertilizantes”, disse Gurgacz. (Agência Senado)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

SAÚDE I: Registrados 30,09 milhões de casos e 660,9 mil mortes

As secretarias municipais e estaduais e o Ministério de Saúde registraram até o momento 30.093.751 pessoas que contraíram covid-19. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 26.502 diagnósticos positivos da doença. Até quarta-feira (06/04), o sistema de informações do Ministério da Saúde marcava 30.067.249 casos acumulados. 

Acompanhamento - O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 456.381. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.  

Mortes - Também conforme as autoridades de saúde, o total de vidas perdidas para a pandemia totalizou 660.973. Entre quarta e quinta-feira (06 e 07/04), foram notificadas 250 novas mortes. Ontem, o painel de informações da pandemia contabilizava 660.723 óbitos.  

Investigação - Ainda há 3.096 mortes em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.  

Recuperados - Até esta quinta, 28.976.397 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96,3% dos infectados desde o início da pandemia.  

Atualização diária - Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (07/04). Nela, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.  

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.  

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (167.651), Rio de Janeiro (73.033), Minas Gerais (60.995), Paraná (42.965) e Rio Grande do Sul (39.138). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.994), Amapá (2.128), Roraima (2.146), Tocantins (4.147) e Sergipe (6.329).  

Vacinação - Até esta quinta-feira (06/04), foram aplicados 403,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 173,2 milhões com a 1ª dose, 151,8 milhões com a 2ª dose e 4,8 com a dose única. Já receberam a dose de reforço 70 milhões de pessoas e 2,9 milhões ganharam dose adicional. (Agência Brasil

 

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SAÚDE II: Boletim da Covid-19 registra mais 1.605 casos e 19 óbitos no Paraná

saude II 08 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (7) mais 1.605 casos confirmados e 19 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.412.633 casos confirmados e 42.732 mortos pela doença.

Meses - Os casos são de abril (771), março (93), fevereiro (316) e janeiro (380) de 2022; dezembro (3), outubro (1), setembro (3), agosto (1), julho (4), junho (3), maio (6), abril (6) e março (2) de 2021; e dezembro (12), novembro (1), agosto (2) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de abril (7), março (4), fevereiro (1) e janeiro (1) de 2022; setembro (1), julho (1) e abril (2) de 2021; e novembro (1) e agosto (1) de 2020.

Internados - 35 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (15 em UTIs e 20 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 291 pacientes internados, 126 em leitos de UTI e 165 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 19 pacientes. São sete mulheres e 12 homens, com idades que variam entre 24 e 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 23 de agosto de 2020 e 5 de abril de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (4), Foz do Iguaçu (3), São José dos Pinhais (2), União da Vitória, Terra Boa, Santo Antônio do Sudoeste, Ponta Grossa, Marialva, Mamborê, Ibiporã, Bandeirantes, Assaí e Ampére.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.812 casos de residentes de fora do Estado, 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Confira o relatório de ajustes e exclusões AQUI.

 

SAÚDE III: Ministério confirma primeiro caso de subvariante da Ômicron no país

saude III 08 04 2022Foi identificado o caso de mais uma variante do novo coronavírus no Brasil. O Instituto Butantan informou que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante denominada XE, que mistura duas modalidades da Ômicron.

Confirmação - O caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde, que divulgou nota anunciando que recebeu a notificação do Instituto Butantan. A pasta acrescentou que “mantém o constante monitoramento do cenário epidemiológico da covid-19”.

Combinação - A variante XE é uma combinação de duas cepas diferentes da Ômicron: BA.1 e BA.2. O primeiro caso foi mapeado na cidade de Londres, em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Butantan, a taxa de crescimento da XE é 10% superior à da cepa BA.2.

Sem evidências suficientes - Contudo, o Instituto informa que ainda não há evidências suficientes acerca de mudanças, vantagens e desvantagens da circulação a nova variante em aspectos como gravidade, transmissão e eficácia de vacinas já existentes. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 


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