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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5299 | 13 de Abril de 2022

COMPLIANCE DAY: A integridade impacta na vida de todos nós, afirma Letícia Sugai

“A integridade impacta na vida de todos nós. Eu costumo brincar que nós precisamos perceber que a vida com compliance, já nesse termo corporativo, é melhor do que sem, pois nos torna mais seguros”, afirma Letícia Sugai, especialista que irá ministrar a palestra com o tema “Uma manhã de integridade”, no dia 26 de abril, durante a segunda edição do "Compliance Day", evento destinado aos colaboradores do Sistema S no Paraná. O debate ocorre das 9h às 10h, e será transmitido pela TV Paraná Cooperativo, o canal do Sistema Ocepar no Youtube.  A iniciativa é das entidades que compõem o Sistema S no Paraná: Sesc, Senac, Sesi, Senai, Senar, Sescoop, Sest, Senat e Sebrae.

Dilemas éticos - Em entrevista ao jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo, Letícia destacou que, como seres humanos, nós também nos deparamos com dilemas éticos no dia a dia, sem nos darmos conta disso. “A intenção do conteúdo que vamos abordar no evento é justamente clarear um pouco esses pontos cinzentos diante dos quais às vezes nós não sabemos exatamente como agir e, claro, fazer uma contextualização de como o mercado tem evoluído, qual é o momento que nós vivemos”, acrescentou. Clique aqui para conferia o áudio na íntegra.

Sobre a palestrante - Eleita uma das 10 consultoras de compliance mais admiradas do Brasil em 2021 pelo Anuário "Compliance On Top", Letícia é bacharel em Administração pela Universidade Federal do Paraná, criadora do Movimento "Integridade Sempre Vale à Pena", sócia da Veritaz e presidente do Instituto Paranaense de Compliance (Ipacom). Vencedora do 1º Prêmio Compliance Across Americas, foi escolhida como professora do ano de 2020 na Legal Ethics Compliance (LEC). A palestrante também é certificada em compliance e anticorrupção (CCA-1) pela Legal Ethics Compliance, possui MBA em Gestão de Riscos Corporativos pela Faculdade de Engenharia São Paulo e é especialista em facilitação de workshops pela How Education.

 

sistema s 13 04 2022

FORMAÇÃO: Profissionais da Lar iniciam curso de graduação em Gestão Integrada de Agronegócios

Na noite desta terça-feira (12/04), foi realizada a aula inaugural do curso de graduação em Gestão Integrada de Agronegócios, na modalidade EAD, para os alunos da Cooperativa Lar, com sede em Medianeira, no Oeste do Paraná. Desenvolvido pela PUCPR, Campus Toledo, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), a formação será realizada virtualmente, com alguns momentos de presencialidade. O evento de lançamento foi realizado no formato híbrido reuniu os novos estudantes, professores, e representantes das instituições parceiras.

Abertura - A abertura foi feita pelo presidente da Cooperativa Lar, Irineu da Costa Rodrigues, pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e pelo professor Pedro Espinha, Diretor da PUC/Toledo

Preocupação - Segundo o presidente da Lar, é constante a preocupação da cooperativa com a qualificação dos seus colaboradores, associados e familiares. “A educação está na nossa essência”, disse Rodrigues, dando boas-vindas aos alunos da graduação.

Parceria - O superintendente do Sescoop/PR ressaltou a importância da parceria com a PUCPR e com a Cooperativa Lar. “Temos um compromisso constante de aprendizado e atendimento de demandas das nossas cooperativas. O Sescoop/PR promove ações de forma integrada e essas iniciativas se traduzem em benefícios e inovação para o nosso público”, afirmou Boesche.

O curso - O objetivo do curso de Gestão Integrada do Agronegócio EAD é formar profissionais que possam administrar diferentes empresas, desde as do setor primário até os negócios de produto e sua comercialização. Sempre com foco na resolução de problemas de forma inovadora, criativa e técnica.

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AGRÁRIA: Cooperativa conquista selo Empresas com Melhor Gestão, da Deloitte

Nesta terça-feira (11/04), a Agrária recebeu o selo Empresas com Melhor Gestão da Deloitte. A cooperativa foi representada na cerimônia de premiação, que aconteceu em São Paulo, pelo Diretor Financeiro, Edmund Gumpl, e pelo Gerente Financeiro e Administrativo, Walter Galvan. A Deloitte é a maior organização de serviços profissionais do mundo e, pela primeira vez, realiza no Brasil a entrega do selo Empresas com Melhor Gestão. A Agrária é uma das cinco empresas do país premiadas pelo programa.

Convite - Antônio Carvalho Morais Junior, da Deloitte, comenta que empresas de diferentes regiões brasileiras foram convidadas para participar da avaliação. O programa é composto por quatro fases, em que são analisados itens como estratégia, cultura organizacional, inovação e governança. A cada etapa, o nível de criticidade com que são analisados os dados aumenta, limitando o número de participantes que chegam à fase final. “Mais do que a avaliação em si, nosso objetivo é auxiliar as empresas a mapear pontos de crescimento e também contribuir para que essas melhorias aconteçam”, esclarece Morais.

Suporte técnico - Na realização do selo, a Deloitte teve o suporte técnico do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBCG), a parceria da SingularityU Brazil. As empresas vencedoras do selo poderão utilizá-lo em suas mídias durante um ano. Após esse período, será realizada uma nova avaliação do programa. “Os nossos profissionais tiveram uma surpresa bastante positiva ao analisar os dados da Agrária. Nos deparamos com uma cooperativa agroindustrial, localizada no interior, que conta com um sistema de gestão consolidado e com um processo de governança bastante maduro”, afirmou Bernardo Etcheverry, um dos mentores da Agrária dentro do programa. (Imprensa Agrária)

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COCAMAR: Deloitte destaca a cooperativa entre as empresas com melhor gestão

cocamar 13 04 2022A Cocamar Cooperativa Agroindustrial acaba de ser distinguida pela Deloitte, líder global em auditoria, um dos destaques do Programa Empresas com Melhor Gestão – Edição 2021. Presente em mais de 150 países, onde opera também com consultoria empresarial, assessoria financeira, gestão de riscos, consultoria tributária e serviços correlatos, a Deloitte atende a quatro de cada cinco organizações listadas pela Fortune Global 500 e conta com 345 mil profissionais.

Selo - Por isso, a Deloitte concede à cooperativa o selo de reconhecimento pelas técnicas de gestão alinhadas às melhores práticas do mercado, demonstrada durante todo o processo do programa. O selo tem validade até 31/12/2022 e pode ser utilizado em peças de comunicação interna e externa, cartões de visita, materiais de recrutamento, publicidade e ativos da empresa.

Orgulho - Para o presidente executivo da Cocamar, Divanir Higino, o reconhecimento prestado pela Deloitte, “uma das mais respeitadas organizações em seu setor, em todo o mundo, atesta a qualidade da gestão da cooperativa, que está aliada às melhores práticas de governança”.

Credibilidade - Segundo ele, a elevada credibilidade da Deloitte, ao realizar um programa para ressaltar a gestão das melhores empresas, “é motivo de orgulho para a Cocamar e um incentivo a mais para que a cooperativa continue se aprimorando”.

Números - É a primeira vez que a Deloitte implementa seu Programa Empresas com Melhor Gestão no Brasil. Foram 55 organizações selecionadas, de diferentes setores, das quais 12 passaram à etapa seguinte, para uma avaliação mais minuciosa, e cinco premiadas, entre elas a Cocamar.

Dimensões - Consolidado globalmente e presente em 44 países, o programa visa apoiar as organizações no desenvolvimento dos negócios e reconhecer o esforço na adoção das boas práticas de gestão corporativa. Diferentes dimensões são consideradas: Estratégia, Cultura & Compromisso, Capacidade & Inovação e Governança & Finanças. Dessa forma, pelos critérios da Deloitte, a Cocamar se posiciona entre 1,2 mil empresas com melhor gestão no mundo. (Imprensa Cocamar)

 

LAR: Destaque na Mercosuper

O tradicional olho no olho e o relacionamento com os clientes estiveram de volta com a Mercosuper. A feira, que reúne empresários do ramo de supermercado, gerentes e compradores de redes supermercadistas do Paraná e da região Sul, aconteceu no Expotrade Convention Center de Pinhais, região metropolitana de Curitiba (PR), de 05 a 07 de abril. No evento, o moderno stand da Lar foi destaque logo na entrada, com a equipe da cooperativa esbanjando simpatia e simplicidade ao recepcionar os visitantes e apresentar sua linha variada de produtos, com qualidade e procedência.

Importância - “Essa feira tem uma importância estratégica muito grande é uma vitrine da região Sul, podemos assim dizer e tem uma importância enorme pra Lar, que se tornou nos últimos anos a 5ª maior empresa de abate de frangos da América Latina” afirmou o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues em entrevista após o evento. Além da equipe comercial da Lar que tradicionalmente representa a Lar em feiras, o Conselho de Administração da Cooperativa também prestigiou a Mercosuper.

Evolução - Durante a feira, a equipe da Lar mostrou de maneira mais efetiva como a cooperativa evoluiu nos últimos dois anos, principalmente através da conversa e networking a da Diretoria, Superintendência e Gerência com os clientes. O momento também foi oportuno para destacar a linha tradicional de cortes de frango em geral, empanados, linguiça, ovos e ênfase nos lançamentos de hambúrguer de frango empanado e cortes temperados. “O hambúrguer empanado vem para facilitar a rotina do dia a dia, e também adequamos a linha de IQF para 700g, visando se ajustar as necessidades de varejo para menor desembolso do consumidor e tendências de mercado, de porção ideal para famílias menores”, relatou o superintendente de Suprimentos e Alimentos, Jair Meyer.

Presença nacional - A marca Lar vive um novo momento no mercado brasileiro. Atualmente os produtos da marca estão presentes em todos os estados e mensalmente mais de 25 mil clientes estão ativos, desde pequenas, médias e grandes redes de supermercados até distribuidores estratégicos.

Expansão - A expansão da produção de alimentos recebe uma atenção especial da Diretoria da Lar, o que inclui visitas do diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues em clientes de diversos estados brasileiros, visando estreitar relacionamento e mapear oportunidades para que a equipe comercial possa continuar evoluindo com a expansão de planos de negócio de longo prazo, vantajosos para ambas as partes.

Ações publicitárias - O fortalecimento da marca também conta com ações publicitárias dos artistas Michel Teló e a esposa Thaís Fersoza, que na TV, internet e mídia impressa estão divulgando os produtos Lar. Estrelado pelo casal, a Cooperativa tem a promoção “Pra Ganhar Compre Lar” que já caminha para o terceiro sorteio. Adquirindo três produtos Lar e cadastrando o cupom fiscal no site www.praganharcomprelar.com.br, os clientes de qualquer lugar do Brasil podem concorrer a poupanças de R$ 5 mil.

São Paulo - A Lar Cooperativa já está organizada para participar do maior evento supermercadista do Brasil que é a APAS – São Paulo, a feira acontece 16 a 19 em São Paulo. (Imprensa Lar)

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FRIMESA: Presente na Mercosuper

A novidade da Frimesa para a 39ª edição da Mercosuper – Feira e Convenção Paranaense de Supermercados, ocorrida de 5 a 7 de abril, no Expo Trade Center, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, foi a linha de iogurtes ImuneC, ricos em vítima C. Desenvolvida durante a pandemia, a novidade chega ao mercado na versão copo em três sabores: tangerina, laranja e acerola e tem a finalidade de auxiliar na imunidade reforçando as defesas do organismo. O produto também é rico em vitamina D e zinco.

Porco a Passarinho - O público presente na Mercosuper pode experimentar também no estande da Frimesa, o Porco a Passarinho Agridoce. Esses pedaços de costelinha suína são temperados com suavemente com pimenta vermelha e com toque agridoce.

Marcas - Ao todo, foram 300 marcas apresentando lançamentos, serviços e soluções aos visitantes da feira. A projeção da Apras – Associação Paranaense de Supermercados é de que cerca de R$ 600 milhões em negócios sejam movimentados durante os três dias da Mercosuper. Com a volta das feiras após a pandemia o Diretor Presidente da Frimesa, Valter Vanzella, comemorou a participação da cooperativa, “as feiras sempre têm sido uma oportunidade para o relacionamento com o mercado, todos estávamos ansiosos com a volta dos eventos”. (Imprensa Frimesa)

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UNIMED COSTA OESTE: Serviço de Saúde Ocupacional terá espaço exclusivo no HGU, em Marechal Cândido Rondon

O serviço de Saúde Ocupacional da Unimed Costa Oeste terá um espaço exclusivo no Hospital Geral Unimed (HGU), em Marechal Cândido Rondon (PR). O acesso será pela Avenida Irio Jacob Welp - uma das principais vias da cidade – com amplo estacionamento para maior acessibilidade aos beneficiários e às empresas.

Estrutura - O espaço será composto por três consultórios médicos, salas para realização de audiometria, eletrocardiograma, espirometria, além da coleta de exames laboratoriais. Haverá, ainda, sala para pré-consultas dos pacientes, recepção própria para o serviço de Saúde Ocupacional e um amplo e confortável espaço de espera para os beneficiários.

Objetivo - O objetivo do serviço de Saúde Ocupacional é a promoção e a preservação da saúde dos funcionários da empresa contratante, por meio do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e do Programa de Gerenciamento de Riscos. “Ter um espaço para o Serviço de Saúde Ocupacional no HGU em Marechal Cândido Rondon confirma que a Unimed Costa Oeste vem trabalhando e se empenhando constantemente para um atendimento de excelência, buscando satisfação por parte da empresa contratante, dos beneficiários, dos cooperados e dos prestadores”, frisa a coordenadora Administrativa e Ocupacional, Adriana Zavan.

Presença - O plano de Saúde Ocupacional da Unimed Costa Oeste está presente há 23 anos no mercado de Saúde e Segurança do Trabalho, buscando sempre pela segurança e qualidade no serviço prestado. Com o advento do e-Social a Cooperativa conta com a solução da ferramenta SOC (Software de Medicina do Trabalho), que permite programar para gerar os eventos e o próprio sistema envia para o e-Social as informações de saúde e segurança do trabalhador, tudo de forma automática.

Obras - As obras do Hospital Geral Unimed (HGU) em Marechal Cândido Rondon iniciaram no mês de março e a previsão de entrega da obra completa é novembro deste ano. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

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UNIMED LONDRINA: Primeira corrida presencial após início da pandemia será realizada no Dia das Mães

unimed londrina 13 04 2022Está dada a largada para as inscrições da Corrida Unimed Inspira Etapa Day, que será realizada no domingo de Dia das Mães (08/05), no aterro do Lago Igapó II, em Londrina (PR). Esta é a mesma prova inicialmente marcada para março de 2020, adiada em razão da pandemia da Covid-19. O evento simboliza o retorno das corridas presenciais promovidas pela cooperativa.

Percursos - Os percursos ainda disponíveis são de 4 km e 8 km, com largada simultânea às 8h. Demais modalidades como a caminhada e a cãominhada (2,7 km) e a corrida kids (500 m) já estão com as inscrições esgotadas.

Inscrições - Nesta corrida, os atletas já inscritos em 2020 terão a sua vaga garantida mediante a confirmação da sua inscrição, obrigatória para retirada do kit e participação na prova. Atletas que não efetuarem essa confirmação perderão o direito a inscrição e sua vaga será liberada para outro participante. A confirmação deverá ser feita até o dia 18 de abril no site do evento ou clicando aqui.

Vagas abertas - Para os atletas com interesse em se inscrever, 150 vagas foram abertas até o dia 30/04 ou enquanto estiverem disponíveis. O valor das inscrições é de R$ 84,90 + taxa de serviço para clientes e cooperados Unimed Londrina e R$ 94,90 + taxa de serviço para os demais públicos. A inscrição pode ser feita neste link.

Entrega do kit - O kit da corrida contará com nécessaire organizadora, toalha de microfibra para banho, número de peito, chip de cronometragem, medalha e bandana para o pet (para inscritos na cãominhada). A entrega dos kits acontecerá nos dias 6 e 7 de maio. Sexta-feira (06/05) das 12h às 20h e sábado (07/05) das 10h às 19h na loja Decathlon (Av. Madre Leonia Milito, 2020). (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Agência de Ângulo é reinaugurada

sicredi uniao 13 04 2022Na segunda-feira (11/04), a Sicredi União PR/SP reinaugurou a agência de Ângulo (PR). Com 275 metros quadrados, o espaço é moderno e tecnológico, com novos caixas de autoatendimento. A agência em Ângulo existe há cerca de 12 anos e conta, hoje, com cinco colaboradores, além de vigilante e zeladora. São mais de 1,1 mil associados.

Comunidade - “Somos uma instituição financeira que olha para o próximo, tendo como maior propósito transformar a comunidade onde estamos inseridos. Somos feitos de pessoas para pessoas, com diferencial em nosso atendimento para entender e realizar os objetivos de cada associado. Agora estamos em uma agência nova, mais confortável, moderna e tecnológica, mas continuamos com o relacionamento que só a Sicredi proporciona, com o olho no olho, de portas abertas para os associados”, destacou o gerente Rafael Crestani de Lima.

Compromisso - “Vale ressaltar o compromisso da Sicredi União PR/SP com o município e a comunidade e dizer que a cooperativa sempre estará pronta para atendê-los da melhor forma, valorizando cada associado e pensando em um bem comum”, acrescenta.

Localização - A agência está localizada na avenida Brasil, 4, na região central. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

BRDE: Banco lidera ranking de operações com recursos do BNDES na Região Sul

brde 13 04 2022Com um total de R$ 671,7 milhões em operações liberadas no primeiro trimestre deste ano (janeiro a março), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aparece nas primeiras posições em diferentes classificações no ranking de utilização de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Líder absoluto - Líder absoluto entre todas as instituições que operam em parceria com o banco federal na Região Sul, incluindo aquelas comerciais e cooperativas de crédito, o BRDE ocupa também a primeira posição do País como agente financeiro do programa BNDES Automático, que financia investimentos fixos.

Classificação geral - Na classificação geral em termos de recursos liberados junto ao BNDES, o BRDE também aparece em segundo lugar, ficando atrás apenas do Bradesco (R$ 1,4 bilhão), mas à frente de instituições como Itaú, Santander, Sicredi, Banco do Brasil e Banrisul. Neste período, o BRDE soma 5.728 operações aprovadas junto ao seu principal parceiro de funding (captação de financiamento).

Parcela - “Dos R$ 4,1 bilhões em financiamentos aprovados pelo BRDE no ano passado, o BNDES respondeu por 59,5% da operação. Essa posição no ranking de 2022 assegura ao BRDE a possibilidade de alcance das metas orçamentárias e gerencial, com a conquista de novos limites a fim de garantir a movimentação da economia, a empregabilidade e atendimento à demanda de créditos dos empresários”, afirmou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Valores - Apenas no Paraná, os valores dessa relação com o BNDES chegaram a R$ 140 milhões nesse mesmo período, para micro e pequenas empresas. A atuação do BRDE no Estado nesses três meses do ano é marcada por recursos para o agronegócio, energias limpas e renováveis, além do setor industrial.

Meta - “Este primeiro trimestre aponta para um 2022 no qual podemos alcançar a meta de R$ 1,4 bilhão de recursos operados pela agência paranaense do BRDE”, disse o superintendente Paulo Cesar Starke Junior. “O banco começou forte no setor industrial, mas também atendendo pequenas e médias empresas. Teremos um primeiro semestre forte para a indústria e um segundo semestre forte para o agronegócio”.

Desempenho - “Trata-se de um desempenho operacional muito forte e que demonstra o quanto o banco está atento aos desafios neste momento de retomada, auxiliando as empresas mais afetadas pela pandemia com capital de giro, mas atuando com força em projetos estratégicos, com forte impacto na geração de emprego e renda”, salientou a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos.

CLASSIFICAÇÃO BRDE – OPERAÇÕES APROVADAS PELO BNDES

– 2º no Ranking Nacional

– 1º no Ranking Região Sul

– 1º no Ranking Setor Público

– 1º no Ranking Nacional do BNDES Automático (projetos)

– 2º no Ranking Nacional de Crédito para Pequenas Empresas

– 2º no Ranking Nacional PAGF (Programas Agrícolas do Governo Federal)

Fonte: Área de Operações e Canais Digitais do BNDES - Ranking dos Agentes Financeiros Agrupados (março de 2022)

(Agência Estadual de Notícias)

FOTO: BRDE

 

PARTICIPAÇÃO SOCIAL: Mapa prorroga prazo de consulta pública sobre carbono verde

participacao socialO prazo para o recebimento de propostas à minuta de Instrução Normativa que estabelece os critérios para produção, contabilização e remuneração de carbono verde foi prorrogado até o dia 15 de maio. A nova data foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (11/04). 

Instrumento - O crédito de carbono é um instrumento que permite remunerar iniciativas de descarbonização da economia, como projetos de restauração florestal e uso de energia limpa entre outras medidas para reduzir emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. Esses créditos podem ser transformados em títulos e comercializados para outros agentes que emitem mais gases poluentes do que o permitido, por exemplo.

Voluntários - Agentes voluntários também podem comprar os créditos para ter acesso a fontes de financiamento verdes ou por outra decisão estratégica. A coordenadora-Geral de Produção Animal do Mapa, Marcella Teixeira, explica que o objetivo é estimular o desenvolvimento de um mercado voluntário de créditos de carbono verdes no Brasil com critérios referendados para as peculiaridades da produção agropecuária nacional.

Nomas técnicas - Serão publicadas normas técnicas a partir de metodologias e princípios descarbonizantes validados nacionalmente, como os definidos pelo Plano ABC+. O que ocorre atualmente é uma proliferação de marcas que utilizam os conceitos carbono zero, baixo carbono, carbono neutro, sem uma regulamentação que garanta ao consumidor esses critérios.

Portarias - Por isso, o Mapa criará portarias para estabelecer as condições mínimas para atender essa demanda e de comercialização de créditos de carbono no mercado voluntário. A consulta pública está aberta para receber contribuição da sociedade para estabelecer critérios para a produção, contabilização e comercialização de carbono verde de forma voluntária, seguindo diretrizes da Política Nacional de Carbono Verde na Agropecuária.

Conteúdos - São seis conteúdos a receber sugestões aos textos normativos, sendo cinco normas técnicas. Duas são referentes à fabricação de produtos de origem animal, englobando o modelo de baixo carbono com foco em carbono evitado e o modelo de carbono neutro com foco em carbono mitigado ou removido. Outras duas minutas de portarias tratam de produtos de origem vegetal. A quinta norma técnica diz respeito à captura e estocagem de carbono pelo processamento de produtos agropecuários.

>> Para participar, acesse as minutas das portarias aqui 

Participação - Podem participar órgãos, entidades representativas, pessoas físicas e jurídicas interessadas no tema a partir do envio de sugestões de alteração ou inclusão. O conteúdo deve ser apresentado no formato de planilha editável, conforme exemplo abaixo, devendo ser enviadas para o e-mail: cgpa.decap@agro.gov.br .

Critérios - Os critérios para aceitação das sugestões de alteração, inclusão ou exclusão nos textos levarão em conta a observância aos demais ditames legais e acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Recusa automática - A inobservância do formato proposta implicará na recusa automática das sugestões encaminhadas. Ao término do prazo de contribuições, a Coordenação-Geral de Produção Animal do Mapa avaliará as sugestões recebidas. (Mapa)

FOTO: Pixabay

 

EMBRAPA FLORESTAS: Sistema Erva 20 inspira políticas públicas em municípios no Paraná

embrapa florestas 13 04 2022Com tecnologias e recomendações compiladas sobre como plantar, controlar pragas, doenças e plantas daninhas, realizar adubação e podas, o sistema de produção Erva 20, lançado pela Embrapa Florestas há três anos, vem gerando resultados cada vez mais concretos. “O sistema não é fruto do trabalho de uma pessoa só, mas de diversas pesquisas conduzidas pela Embrapa Florestas e parceiros em mais de 30 anos, o que demonstra que o trabalho em parceria traz frutos importantes às cadeias produtivas”, avalia Ives Goulart, engenheiro agrônomo e analista da Embrapa Florestas.

Adesão - Estima-se que, atualmente, cerca de 1.200 produtores já adotam o Erva 20, porém esse número pode ser muito maior, segundo Goulart. Só o manual do Sistema Erva 20 já foi distribuído para mais de 17.000 pessoas, somando-se as versões impressa e digital. O sistema, inclusive, tem servido de inspiração e estímulo para o fomento de políticas públicas em municípios paranaenses, como o recém-lançado em Mallet, e o Ecomate, programa que já existe em Turvo desde 2018.

Preceitos - Apesar de já haver muito conhecimento para elevar a produção nos ervais, esta cultura ainda preserva alguns preceitos de sua origem extrativista, que se baseia na colheita da erva-mate em florestas naturais, sem reposição nutricional ou adoção de tecnologias de cultivo. A baixa adoção tecnológica é, inclusive, um forte entrave para o crescimento do setor ervateiro, cuja produtividade média tem sido em torno de 7.700 kg/ha. O baixo desempenho desestimula ainda mais a busca por melhorias, e ocorre, principalmente, entre os pequenos produtores, para os quais a erva-mate tem significado uma importante fonte de renda.

Fomento - Com o intuito de fomentar o cultivo da erva-mate, no início de março, durante o 2º Encontro Regional da Erva-mate, em Mallet/PR, pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do município, foi lançado um programa para estimular a produção local da erva-mate. Localizada no centro-sul do estado, a 200 km de Curitiba, Mallet se situa no maior polo de produção de erva-mate paranaense.

Inspiração - De acordo com Margareth Maksemovicz, secretária de agricultura e abastecimento de Mallet, o programa foi inspirado nas recomendações do Sistema Erva 20. “A ideia do programa de fomento à erva-mate em Mallet nasceu após assistirmos a uma palestra sobre o Sistema, com um técnico da Embrapa Florestas, em Irati”, conta. Além disso, Maksemovicz é engenheira agrônoma de formação e, por isso mesmo, está ciente da importância do uso de tecnologias e do manejo correto nos ervais, como em qualquer cultura comercial.

Aporte inicial de mudas - Segundo a secretária, o programa visa oferecer um aporte inicial de mudas de erva-mate, em parceria com o Instituto Água e Terra (IAT), além de assistência técnica aos produtores cadastrados e assessoria em projetos para obtenção de cartas de crédito voltadas para investimentos na produção.

Finalização - O programa ainda não foi oficialmente publicado, pois a listagem de produtores interessados está em finalização, como informou a secretária. Com o pontapé inicial do poder público e a depender do engajamento e investimento de cada produtor, com o programa, “espera-se que, em curto prazo, a produtividade dos ervais aumente em 20%, e a médio e longo prazo, em até 70%”, prevê a secretária de agricultura.

Produção - Mallet tem uma produção de 5.200 toneladas anuais, por hectare (PEVS e PAM-IBGE, 2020). Estima-se que três mil produtores trabalhem com a erva-mate em suas propriedades, segundo os dados do Cadastro de Produtores Rurais - CAD/PRO. “Nosso objetivo é capacitar o produtor rural para ele buscar novas técnicas, pois ela é o quarto produto de maior arrecadação do município (R$ 7 milhões). Sabemos da potencialidade que o município tem na questão da produtividade”, diz.

Preservação de remanescentes florestais - O viés conservacionista, intrínseco à cultura de erva-mate sombreada, foi a base para um outro exemplo de política pública, um pouco mais antiga, que existe em Turvo, na região Central do Paraná. Intitulado Ecomate, o programa foi implementado há quatro anos, com o objetivo de levar conhecimento técnico aos produtores de erva-mate, aliado à educação ambiental.

Programa - Segundo o secretário de Agricultura e Pecuária de Turvo-PR, Flávio Luiz de Oliveira, o programa Ecomate surgiu antes do Sistema Erva 20, mas, posteriormente, teve seus princípios incorporados ao programa, com a colaboração da Embrapa Florestas. A produção anual de Turvo é de 11.500 quilos por hectare ao ano (PEVS e PAM-IBGE, 2020).

Necessidade - Havia, segundo Oliveira, a necessidade de criar uma política de governo que auxiliasse o produtor de erva-mate com mudas e assistência técnica e que também o despertasse a fortalecer o pensamento conservacionista dos remanescentes florestais do município. Segundo conta o secretário de agricultura de Turvo, o apoio da Embrapa Florestas, por meio dos conhecimentos do Erva 20, tem sido muito importante nesse trabalho.

Projeto piloto - “Iniciamos um projeto piloto com 10 produtores, em 2018, e no ano seguinte fizemos o acréscimo de mais 24 produtores. Hoje, contamos com uma lista de espera de mais de 60 produtores, todos provenientes de pequenas propriedades e que têm a erva-mate como mais uma fonte de renda dentro da sua economia. Observamos uma melhor condução da atividade e uma mudança de pensamento, de que a área de mata pode gerar renda e não prejuízo para a propriedade”, diz o secretário de Agricultura de Turvo-PR.

Propagando conhecimento - Um dos grandes parceiros neste trabalho de divulgação das tecnologias e recomendações do Erva 20 tem sido o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR). Encontros regionais, como o ocorrido em Mallet em março deste ano na Ervateira Sokolowski, têm atraído produtores de várias regiões. Neste segundo evento, promovido pela indústria da família na região, em parceria com o IDR, Prefeitura de Mallet e Embrapa Florestas, compareceram 160 pessoas, de 23 municípios.

Qualificação - De acordo com Juliano de Lima Souza, engenheiro agrônomo, extensionista do IDR em Mallet e organizador do evento, o Sistema Erva 20 tem sido um importante aliado para qualificar os produtores de erva-mate da região. “Pouco tempo atrás, os produtores não investiam na cultura, não adotavam práticas como calagem, adubação e isso causava uma produtividade muito baixa por área. As informações do Erva 20 vêm para profissionalizar o produtor e deixar a atividade mais atrativa”, afirma.

Trabalho em família - Alvim Sokolowski, produtor e sócio da ervateira, diz que a família trabalha com a cultura há 22 anos, e assume já ter cometido muitos erros com os ervais. Mas, garante que muitos destes erros ficaram para trás, graças ao empenho da família em investir em conhecimento e se atualizar. A ervateira Sokolowski recebe uma média de 100 toneladas de matéria-prima por semana, advinda de cerca de mil produtores. Portanto, receber um produto de qualidade dos fornecedores do entorno é algo essencial para o sucesso dos negócios.

Produtividade - “A produtividade dos nossos ervais aumentou bastante desde a adoção das tecnologias, algo que ocorreu há cerca de oito anos. Após a adoção do Sistema Erva 20 nosso conhecimento aumentou mais e, por isso, objetivamos, com o evento, propagar aos produtores tudo isso que o Sistema traz, pois tem muita gente que ainda vive naquele modo antigo de extrativismo, considera a planta como nativa e acha que não precisa de cuidados especiais, como nutrição, por exemplo”, enfatiza Alvim Sokolowski.

Participante - Um dos produtores que estiveram neste evento foi o Marcos Kamikoga, de Ponta Grossa. Este é o terceiro evento sobre o tema do qual participa e considera fundamental conhecer o que há de tecnologia para melhoria da produção. Além de pecuária de corte, Kamikoga planta soja e, há três anos, vem cultivando a erva-mate no sistema sombreado, como forma de incrementar as plantas nativas que encontrou na propriedade.

Tecnificação - “Ao me aposentar, decidi tocar a propriedade de uma maneira mais tecnificada e busquei um curso sobre erva-mate. Além de informações no Senar, tive acesso ao Erva 20, e comecei a ler e aprender e, qualquer dúvida, eu ia no Manual. A primeira coisa que busquei foi adquirir mudas de linhagens selecionadas, e também faço calagem, adubação orgânica e química e plantio de cobertura vegetal com amendoim forrageiro, principalmente. Hoje, a área para plantio está estagnada e a gente tem que se aprofundar cada vez mais, para aumentar a nossa produtividade. Eventos como este são um estímulo para o produtor familiar. Tenho 10 mil plantas de erva-mate e quero chegar a 15 mil esse ano, pois, mesmo estando distante da região produtora, acho que vai valer a pena”, diz, otimista.

O Sistema Erva 20 - Em 2019, a Embrapa iniciou o projeto intitulado “Disponibilização e inserção de tecnologias do Sistema Erva 20 e prospecção de fatores limitantes à adoção tecnológica no setor ervateiro”, cujo objetivo era realizar a transferência das tecnologias para produção de erva-mate.

Atividades - “Estas foram compiladas e geraram o Sistema Erva 20 e dentre as atividades do projeto, estavam diversas ações de transferência de tecnologia realizadas em parcerias institucionais, como cursos presenciais e a distância, palestras, divulgações na mídia, a criação dos aplicativos, entre outros. O projeto encerrou em fevereiro de 2022, e a sensação é de ter atingido o objetivo com sucesso”, conta Ives Goulart, um dos autores da publicação, juntamente com o analista aposentado da Embrapa Florestas Joel Ferreira Penteado Júnior.

Divulgação - Desde 2019, quando a Embrapa lançou o Sistema Erva 20, este vem sendo divulgado por meio de palestras e cursos em várias cidades do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A Embrapa também oferece gratuitamente o Manual do Sistema Erva 20, que apresenta o passo a passo para plantar, manejar e colher e, assim, estabelecer um erval com capacidade de alcançar seu potencial produtivo, mantendo a qualidade da matéria-prima e a sustentabilidade ambiental.

Uso - “Com o Manual, qualquer profissional pode trabalhar com o Erva 20, como já existem alguns consultores no mercado que o utilizam. Isso nos traz satisfação, ao saber que o Erva 20 gera negócios, riquezas e melhora a produtividade da erva-mate nas propriedades”, diz Goulart.

Ferramentas agregadas - Outras ferramentas foram agregadas, como os aplicativos Matte, que podem ser usadas de forma independente. É o caso do aplicativo Manejo-Matte que faz o diagnóstico dos ervais, e apresenta o que é preciso fazer para melhorar o erval, com recomendações. Se no diagnóstico for detectado que é preciso fazer adubação, pode-se lançar mão do aplicativo Ferti-Matte, que calcula as doses dos adubos recomendados para erva-mate, de acordo com a análise de solo. Os cálculos são baseados nos parâmetros que estão no próprio Manual do Erva 20 e na publicação Propagação e Nutrição de erva-mate (Ivar Wendling e Delmar Santin, 2015).

Terceiro recurso - O terceiro recurso é o Planin-Matte, um software para computador que faz a análise econômica, permitindo calcular quanto vai custar todo o erval. Além disso, o Planin-matte gera parâmetros econômicos que permitem ao usuário comparar a atividade ervateira com outras, com indicadores adequados para este fim. Os três aplicativos têm manuais publicados.

Abrangência do Erva 20 - Segundo Ives Goulart, o número de adotantes do Erva 20 e o nível de adoção do Sistema são variáveis. “Por ser um sistema de produção, dificilmente vai ter um produtor que adote 100%, o que é comum na agricultura, então existem níveis de adoção diferentes. Mas entre os produtores que adotam algum dos aspectos, estima-se que haja cerca de 1500 hectares com algum nível de adoção, pelo menos. Já com adoção plena do Erva 20, foi estimado que ela ocorre em cerca de 400 hectares. Em termo de produtores, pode-se estimar um número de 700 a 1.200 produtores. Porém, este dado pode ser bem maior, pois só dos aplicativos Matte, nós já temos 1.700 usuários, e o manual do Erva 20 já foi distribuído para mais de 17.000 pessoas”, explica Ives Goulart. Tais dados relacionados à adoção do Erva 20 nos ervais foram avaliados em sua tese de doutorado, publicada em 2020.

Adubação - “Já com relação ao sistema de adubação, pode-se dizer que todo o Rio Grande do Sul, com o trabalho da Emater-RS, já trabalha com a nova recomendação de adubação. Em Santa Catarina, há vários profissionais que usam o sistema para suas consultorias. Aqui no Paraná, o IDR trabalha com o Ferti-Matte, recomendando também o sistema de adubação. Sem deixar de mencionar as dezenas de capacitações com o Erva 20, nas quais temos tido muito retorno e a demonstração de que os produtores já estão usando o Sistema e testando as tecnologias. O futuro é promissor”, comemora. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Florestas)

 

ANEEL: Atualização dos valores das bandeiras tarifárias entra em consulta pública

aneel destaque 13 04 2022A Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel aprovou, nesta terça-feira (12/04), a abertura da Consulta Pública nº 012/2022, referente à atualização anual dos adicionais e das faixas de acionamento das bandeiras tarifárias. A sociedade poderá avaliar a proposta da Agência e enviar sugestões a partir de quinta-feira, 14 de abril, até 4 de maio. Espera-se que os novos valores, após análise das contribuições da consulta pública, sejam aplicados a partir de junho de 2022.

Proposta - Segundo a proposta da Aneel, a bandeira verde, assim como em anos anteriores, não terá custo para o consumidor e servirá para sinalizar condições favoráveis de geração de energia.

Previsão - De acordo com o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, um estudo apresentado à Aneel pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) aponta que a previsão de que esta seja a bandeira vigente até dezembro é superior a 97%. “Durante o atual período úmido, estamos tendo muitas chuvas e os reservatórios estão sendo abastecidos”, explicou o diretor.

Valor sugerido - O valor sugerido na consulta pública para a bandeira amarela é de R$ 2,927 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos no mês, e o da bandeira tarifária vermelha patamar 1 é de R$ 6,237 a cada 100 kWh. No caso da bandeira vermelha patamar 2, o valor na proposta da Aneel é de R$ 9,33 a cada 100 kWh.

Atualização dos valores das bandeiras tarifárias – Consulta Pública nº 012/2022

Bandeira Verde

Condições favoráveis de geração

Sem custo adicional

Bandeira Amarela

Condições menos favoráveis

R$ 2,927 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos

Bandeira Vermelha 1

Condições desfavoráveis

R$ 6,237 a cada 100 kWh consumidos

Bandeira Vermelha 2

Condições muito desfavoráveis

R$ 9,33 a cada 100 kWh consumidos

Variações adicionais - Contribuíram para a variação dos adicionais de bandeira tarifária amarela e vermelha 1, entre outros, os dados do mercado de compra de energia durante o período de escassez hídrica em 2021, o custo do despacho térmico em razão da alta do custo dos combustíveis e a correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2021 com aumento de 10,06%. Em relação à bandeira vermelha 2, uma pequena redução em comparação com o valor de 2021 se deve ao retorno da Aneel à metodologia tradicional, na qual esse adicional cobre 95% dos eventos históricos conhecidos (e não 100% como no segundo semestre de 2021).

Como participar?- A consulta pública estará disponível para contribuições entre 14/4 e 4/5/2022 pelo e-mail cp012_2022@aneel.gov.br. Os documentos relacionados poderão ser acessados na página da Aneel, no espaço da Consulta Pública n º 012/2022. 

O que são as bandeiras tarifárias? - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Além disso, esse custo é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária. A Aneel estima que, desde que as bandeiras foram criadas, elas geraram uma economia de R$ 4 bilhões aos consumidores de todo o país, porque evitam a incidência de juros sobre os custos de geração nos momentos menos favoráveis.

Transparência - As bandeiras dão transparência ao custo real da energia e permitem ao consumidor se programar e ter um consumo mais consciente. Antes, ele não sabia que a energia estava mais cara. Agora ele sabe e pode se programar. Se a bandeira está vermelha, ele sabe que é conveniente economizar, ter um consumo mais consciente e evitar o desperdício de água e energia. (Aneel)

 

ECONOMIA: Moody’s mantém nota da dívida do governo brasileiro

A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira, com perspectiva estável, sem chances de mudanças em breve. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta terça-feira (12/04).

Sem mudança - A perspectiva estável significa que a agência não pretende mudar a nota do país na próxima análise. Atualmente, a Moody’s concede nota Ba2 para o Brasil, dois níveis abaixo do grau de investimento, garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública.

Fatores - Em comunicado, a agência explicou que a manutenção da nota da dívida pública brasileira se justifica por três fatores. O primeiro foram mudanças estruturais nas políticas fiscal e monetária adotas nos últimos anos, com destaque para a autonomia do Banco Central e a reforma da Previdência.

Contas públicas - O segundo fator foi a melhora das contas públicas. Com a arrecadação federal batendo recorde, o governo tem obtido déficits primários mais baixos. Segundo a Moody’s, isso amenizará o impacto do aumento da taxa de juros na dívida pública. O terceiro motivo para a manutenção da nota foi o grande volume de reservas internacionais do Brasil, que fortalece a posição externa no país.

Reformas - “A perspectiva estável reflete as expectativas da Moody's de que as reformas no arcabouço fiscal e de política monetária realizadas recentemente são estruturais por natureza e serão em grande parte preservadas, contra o risco de derrapagem fiscal e o impacto do fraco crescimento sobre a consolidação fiscal”, destacou a agência em comunicado.

Resiliência - Segundo a Moody’s, o Brasil mostrou forte resiliência após a pior fase da pandemia de covid-19, com o Produto Interno Bruto (PIB) crescendo 4,6% em 2021. A agência considera que o país retomou o impulso em relação à aprovação de reformas estruturais da economia e elogiou reformas que reduziram a burocracia no ambiente de negócios, o desinvestimento em ativos do governo federal (concessões e privatizações) e o aumento do investimento privado no setor de infraestrutura.

Níveis - Desde o início de 2017, a Moody’s classifica o país dois níveis abaixo do grau de investimento. A nota é melhor que a de outras agências. Desde janeiro de 2018, a S&P Global enquadra o Brasil três níveis abaixo do grau de investimento, mesma nota concedida pela Fitch, outra das principais agências de classificação de risco. (Agência Brasil)

VAREJO: Vendas crescem 1,1% em fevereiro, segunda alta consecutiva

varejo destaque 13 04 2022O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 1,1% em fevereiro, na comparação com o mês anterior (2,1%), segunda alta consecutiva. Com isso, o setor está 1,2% acima do patamar pré-pandemia, e 4,9% abaixo do pico da série (outubro de 2020). No ano, o varejo acumula variação de -0,1%. Já nos últimos 12 meses, cresceu 1,7%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13/04) pelo IBGE.

Taxas positivas - Seis das oito atividades pesquisadas tiveram taxas positivas em fevereiro. Embora o setor de livros, jornais, revistas e papelaria tenha crescido 42,8%, os maiores impactos vieram de combustíveis e lubrificantes (5,3%), móveis e eletrodomésticos (2,3%), tecidos, vestuário e calçados (2,1%).

Diminuição - Segundo o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, a atividade de livros, jornais, revistas e papelaria vem, ao longo do tempo, diminuindo. Basta observar as grandes cadeias de livrarias, por exemplo. É uma atividade que vem perdendo importância no varejo por conta dos grandes marketplaces, que vendem livros online, mas não estão inseridos nessa categoria.

Livros didáticos - “O que segurava a atividade era o mercado de livros didáticos, que foi bastante afetado pela pandemia com o ensino online e a migração do material impresso para o meio digital. Ocorre que no início deste ano houve uma retomada relacionada, principalmente, com os grandes contratos de livros didáticos. Esse avanço, porém, não foi suficiente para recuperar os níveis anteriores, já que algumas atividades didáticas continuam no ambiente online”, explica Cristiano Santos.

Principais contribuições - Assim, as principais contribuições para o resultado do varejo em fevereiro vieram de combustíveis e lubrificantes (5,3%), móveis e eletrodomésticos (2,3%), tecidos, vestuário e calçados (2,1%).

Crescimento - “No caso de tecidos, vestuário e calçados, o crescimento ocorreu após uma alta de 4,0% em janeiro. Foi uma atividade que não teve um Natal muito bom, com uma queda de 5,6% em dezembro. Mas em janeiro, as empresas fizeram promoções muito fortes que se estenderam até fevereiro e contribuíram com esse resultado. Já móveis e eletrodomésticos, que desde junho do ano passado não crescia, teve uma retomada com a série de promoções feitas pelas empresas. No caso de combustíveis, pela primeira vez, nos últimos 12 meses, não há uma pressão inflacionária tão clara para essa atividade”, detalha o gerente da PMC.

Avanço - Também avançaram, em fevereiro, outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%). Vale ressaltar que os indicadores de volume de vendas têm sido impactados pela inflação dos alimentos. Já o volume de vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria recuou 5,6% frente a janeiro, depois de três altas seguidas. O setor de equipamentos e material para escritório informática e comunicação ficou estável (0,0%).

Varejo ampliado - No comércio varejista ampliado, o crescimento de 2,0% no volume de vendas, em fevereiro, foi influenciado pela taxa positiva de veículos, motos, partes e peças (5,2%). Material de construção teve variação negativa de -0,4%.

Seis das oito atividades tiveram taxas positivas na comparação interanual - O comércio varejista avançou 1,3% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2021. Seis das oito atividades investigadas tiveram taxas positivas: livros, jornais, revistas e papelaria (18,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,4%), tecidos, vestuário e calçados (8,0%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,0%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,0%) e combustíveis e lubrificantes (0,1%).

Equipamentos e material para escritório - Já equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-7,2%) e móveis e eletrodomésticos (-12,6%) registraram queda.

Veículos e motos - Considerando o comércio varejista ampliado, para a mesma comparação, veículos e motos, partes e peças registrou aumento de 1,4% e material de construção registrou queda de 8,0%.

Acima do nível pré-pandemia - Cristiano Santos observa também que o comércio varejista está 1,2% acima do nível pré-pandemia. As atividades que compõem o índice geral do setor, porém, apresentam comportamentos distintos. Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria, por exemplo, está 38,7% abaixo do nível pré-pandemia, enquanto artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria está 21,9% acima desse patamar.

Vendas crescem em quase todas as unidades da federação - Na comparação com janeiro, o volume de vendas do comércio varejista foi positivo em 26 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (8,0%), Rondônia (8,0%) e Acre (5,9%). Somente Tocantins teve resultado negativo (-3,7%).

Fevereiro 2021 - Já frente a fevereiro de 2021, o varejo teve resultados positivos em 18 unidades da federação, principalmente Amazonas (21,5%), Roraima (17,8%) e Acre (16,5%). No campo negativo, estão nove unidades da federação, entre elas, Pernambuco (-7,7%), Sergipe (-7,0%) e PiauÍ (-5,0%).

Mais sobre a pesquisa - A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a pesquisa traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado, que inclui automóveis e materiais de construção, com dados para o Brasil e as unidades da federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

varejo quadro 13 04 2022

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova mudanças no Pronampe

legislativo pronampe 13 04 2022A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (12/04) o projeto de lei que muda regras do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para tornar permanente o uso de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) em operações não honradas.

Substitutivo A matéria, aprovada na forma de um substitutivo do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP) para o PL 3188/21. A proposta retornará ao Senado devido às mudanças.

DispensaUma das alterações feitas pelo relator é a dispensa das empresas de cumprirem cláusula de manutenção de quantitativo de empregos prevista nas contratações até 31 de dezembro de 2021. Segundo ele, por não cumprirem essa cláusula, muitas empresas tiveram antecipadas todas as parcelas vincendas. A regra voltará a valer para os empréstimos tomados a partir de 2022.

Adiamento O texto também adia para 2025 a devolução ao Tesouro Nacional de valores não utilizados do fundo relativos a empréstimos por meio do Pronampe, que foi criado para socorrer essas empresas devido aos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. Os valores devolvidos serão usados para amortizar a dívida pública, regra vigente na lei atual.

Data limite A proposta acaba com a data limite (31/12/21) para o governo aumentar o aporte inicial de recursos ao FGO para cobrir operações com o Pronampe, pois o programa se tornou permanente desde a Lei 14.161/21.

UniãoSe esse aumento de participação da União no fundo se der por meio de créditos extraordinários, os valores recuperados ou não utilizados deverão também ir para amortização da dívida.

Cobertura Mas, a partir da futura lei, os outros valores que o fundo usou para honrar prestações não pagas deverão ser usados para a cobertura de novas operações contratadas no âmbito do programa.

Médias empresas - Bertaiolli incluiu ainda mudanças na Lei 14.257/21, que criou o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC), para estender seu acesso a empresas médias com até R$ 300 milhões de receita bruta anual, consideradas de médio porte. Atualmente, esse programa é destinado somente a microempreendedores individuais (MEI), a micro e pequenas empresas, a produtores rurais e a cooperativas e associações de pesca e de marisqueiros. A receita limite é de R$ 4,8 milhões.

Público atual Para o público-alvo atual o texto reserva 70% do valor total que pode ser contratado.

Créditos presumidos Esse programa permite aos bancos contarem com créditos presumidos de tributos federais a serem usados para diminuir o valor a pagar em troca de empréstimos feitos sob seu risco. As contratações de operações desse programa, cujo prazo de funcionamento tinha acabado em 2021, serão reabertas até dezembro de 2022.

Dispensa de certidões - Para as instituições que emprestarem por meio do PEC, o PL 3188/21 dispensa a exigência de apresentação de certidões pelos interessados, como certidões negativas de tributos e contribuições sociais federais, de quitação eleitoral, comprovação do recolhimento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Paulo Sergio / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Especialistas defendem que Estatuto do Aprendiz seja focado em adolescentes

legislativo aprendiz 13 04 2022Participantes de debate sobre o projeto que institui o Estatuto do Aprendiz (PL 6461/19) defenderam nesta terça-feira (12/04) que o foco da proposta sejam os adolescentes com idade entre 14 e 18 anos e não jovens de 14 a 24 anos, como prevê o texto atual.

Aprendiz - Aprendiz é o jovem que estuda e trabalha, recebendo, ao mesmo tempo, formação na profissão para a qual está se capacitando.

Análise - A proposta do Estatuto do Aprendiz está em análise na comissão especial da Câmara dos Deputados dedicada ao tema. O presidente do colegiado é o deputado Felipe Rigoni (União-ES); e o relator, o deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP).

Argumento - Em defesa da faixa etária de 14 a 18 anos, os debatedores argumentaram que a aprendizagem pode combater o trabalho infantil.

Priorização - “Daí a importância da priorização do adolescente no estatuto. Que isso fique bem claro no projeto de lei”, afirmou o diretor-adjunto de Comunicação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, Sebastião Estevam dos Santos.

Trabalho infantil - A representante na audiência do Comitê Nacional de Adolescentes pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Conapeti), Anna Luiza Calixto Amaral, lembrou que o trabalho infantil impacta, no Brasil, 1,8 milhão de crianças e adolescentes, dos quais 78% têm idade entre 14 e 18 anos de idade.

Objetivo - “Com o Estatuto do Aprendiz, nós devemos ter por objetivo encampar ainda mais esses meninos e meninas. Antes dos jovens, os adolescentes são nossa prioridade”, disse Anna Luiza.

CLT Atualmente, a aprendizagem é regulada pela Lei da Aprendizagem e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além de decretos. O projeto cria um novo marco legal para esse tipo trabalho, com condições sobre os contratos de trabalho, cotas para contratação, formação profissional e direitos dos aprendizes. O objetivo é atualizar a legislação.

Recomendação - A recomendação dos participantes do debate, no entanto, é para que o assunto não saia da CLT. Como observou Sebastião Estevam dos Santos, trata-se de uma regulamentação especial e deve permanecer na legislação trabalhista.

Tempo de contrato - Os debatedores defenderam ainda contratos de aprendizagem com prazos menores que os três anos estipulados pela proposta. Hoje esse prazo é de dois anos, o que é considerado mais adequado pelos especialistas.

Redução de vagas - “Se aumentar [os contratos] para três anos, um aprendiz vai ficar muito tempo. Se a empresa contratar a cada três anos, a cada seis anos haverá só dois aprendizes, quando deveria haver três. Portanto, reduz as vagas de aprendiz”, apontou o diretor Legislativo da Associação Nacional dos Procuradores e das Procuradoras do Trabalho, Antonio de Oliveira Lima.

Deficiência - Um contrato por prazo menor também foi defendido para os aprendizes com deficiência. Segundo a representante da Associação Nacional do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência, Maria Aparecida Gurgel, o contrato de três anos impede a inclusão efetiva no mundo do trabalho e prejudica futuras colocações competitivas.

Rodízio necessário - “Aumentar o tempo para aprendizagem também será uma forma de privar as empresas e os demais trabalhadores do convívio do rodízio necessário a cada dois anos de diferentes pessoas com deficiência. No mundo das pessoas com deficiência, há muita diversidade”, pontuou Maria Aparecida Gurgel.

Acessibilidade - Ela também chamou a atenção para a ausência, no projeto, de critérios de acessibilidade que devem permear os contratos de aprendizagem.

Política pública - Em linhas mais gerais, o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luiz Antonio Colussi, ressaltou que a aprendizagem deve ser tratada pelo Estado como política pública, o que garante benefícios para toda a sociedade. Isso porque traz embutidos a obrigatoriedade da frequência escolar, o suporte financeiro que influencia na renda familiar e a profissionalização da mão de obra para diversos setores produtivos, entre outros aspectos.

Pontos de melhoria - Entre os pontos do projeto que podem ser melhorados, o presidente da Anamatra citou a criação de políticas de contratação ao fim do término do contrato de aprendizagem. “O contrato de aprendizagem é fundamental porque abre a porta para o ingresso dos jovens no mercado de trabalho. Para que isso aconteça, é necessária a devida proteção social”, destacou Colussi. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Billy Boss / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Projeto cria fundo nacional para financiar ações de defesa agropecuária

legislativo 13 04 2022O Projeto de Lei 711/22 cria um fundo nacional para financiar ações de prevenção contra perdas agropecuárias provocadas por eventos climáticos ou sanitários adversos. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

Subsídio - Conforme a proposta, o Fundo Nacional para Prevenção, Proteção e Defesa Agropecuária Contra Calamidades (Fundeagro) também poderá subsidiar os produtores afetados por eventos climáticos ou sanitários adversos, como secas e doenças que afetam plantações.

Composição - O fundo será composto por 1% das receitas arrecadadas com tributos federais relativos à comercialização de produtos agropecuários. Poderá receber ainda recursos de dotações orçamentárias, doações e convênios.

Autoria - O projeto é de autoria do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). “Com essa proposta, buscamos criar mais um mecanismo para proteção contra eventos que causem prejuízo ao setor agropecuário, que é o principal gerador de divisas para o País”, diz.

Repasse - Pelo texto, os recursos do Fundeagro poderão ser repassados mediante convênio, acordos ou ajustes. O financiamento de projetos dependerá de avaliação técnica feita por órgão especializado.

Normas - Ato do Poder Executivo Federal determinará as normas de gestão, funcionamento e controle do fundo.

Tramitação - A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Autoridades relatam 22,7 mil casos e 166 mortes em 24 horas

As secretarias municipais e estaduais de saúde registraram, nas últimas 24 horas, 22.724 novos casos de infecção pelo novo coronavírus. Os órgãos de saúde também notificaram 166 novas mortes por complicações associadas à doença.

Total- Com os novos casos acrescidos às estatísticas, o total de pessoas que contraíram covid-19 durante a pandemia foi para 30.183.929. Até segunda-feira (11/04), o painel de informações do Ministério da Saúde marcava 30.161.205 casos acumulados.

Acompanhamento - O número de casos em acompanhamento, de covid-19, está em 396.133. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias, que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Óbitos - Com as novas mortes, o total de pessoas que não resistiram ao novo coronavírus chegou a 661.493. Na segunda, o sistema de dados da pandemia contabilizava 661.327 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.095 mortes em investigação. A investigação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação para esclarecer a causa ainda demanda exames e procedimentos posteriores.

Recuperados - Até esta terça (12/04), 29.126.303 pessoas se recuperaram de covid-19. O número corresponde a 96,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Atualização - Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira (12/04). Nela, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Números - Os números, em geral, são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados, em razão da redução de equipes para a notificação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, normalmente há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (167.730), dados de ontem, Rio de Janeiro (73.111), Minas Gerais (61.046), Paraná (42.004) e Rio Grande do Sul (39.172).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.996), Amapá (2.128), Roraima (2.146), Tocantins (4.148) e Sergipe (6.337). Não foram registradas novas mortes entre ontem e hoje no Acre, Amapá e em Roraima.

Vacinação - Até esta terça-feira, foram aplicados 406 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 173,5 milhões com a 1ª dose, 152,4 milhões com a 2ª dose e 4,8 com a dose única. Outros 71,6 milhões já receberam a dose de reforço e 3 milhões ganharam dose adicional. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Secretaria divulga 1.450 novos casos e 31 óbitos pela Covid-19 no Paraná

saude II 13 04 2022A secretaria estadual da Saúde divulgou nesta terça-feira (12/04) mais 1.450 casos confirmados e 31 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.417.800 casos confirmados e 42.771 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta terça-feira são de abril (848), março (138), fevereiro (197) e janeiro (190) de 2022; dezembro (4), novembro (2), outubro (5), setembro (3), agosto (10), julho (9), junho (7), maio (4), abril (2), março (5) e janeiro (4) de 2021 e dezembro (10), novembro (2), setembro (1), agosto (3) e julho (6) de 2020. Os óbitos são de abril (4), março (5) e fevereiro (6) de 2022; outubro (4), setembro (1), agosto (1), julho (1), abril (2), março (1) e janeiro (4) de 2021; novembro (1) e agosto (1) de 2020.

Internados - Trinta pacientes com diagnóstico confirmado estão internados em leitos SUS (16 em UTI e 14 em enfermaria). Não há pacientes com diagnóstico confirmado na rede particular. Outros 297 pacientes internados (140 em UTI e 157 em enfermaria), que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 31 pacientes. São 15 mulheres e 16 homens, com idades que variam entre 21 e 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 23 de agosto de 2020 a 8 de abril de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (11), Curitiba (4), Cascavel (3) e Laranjeiras do Sul (2). Também foi registrada a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Vera Cruz do Oeste, Terra Boa, São José dos Pinhais, Porto Vitória, Nova Fátima, Engenheiro Beltrão, Diamante do Sul, Cantagalo, Braganey, Boa Vista da Aparecida, Bela Vista da Caroba.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 10.825 casos de residentes de fora do Estado; 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

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SAÚDE III: Sesa distribui 175 mil vacinas contra a Covid-19 e 71 mil para prevenção da gripe

saude III 13 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu, nesta terça-feira (12/04), 246.428 imunizantes para as 22 Regionais de Saúde. São 175.308 contra a Covid-19 (Pfizer, Janssen e CoronaVac) e mais 71.120 vacinas da gripe, para a continuidade da Campanha Nacional de Imunização contra a Influenza.

Acima de 60 anos ou mais - As 71.120 doses para a campanha da gripe são destinadas para a população de 60 anos ou mais.

Descentralização - Para a imunização contra a Covid-19 a Sesa descentraliza 175.308 doses para diferentes públicos e continuidade do esquema vacinal. Destas, 19.802 são vacinas para crianças de 5 a 11 anos, 133.462 destinadas para dose de reforço (1ª e 2ª), 30 para primeira dose (D1) e 22.014 para segunda dose (D2).

Pfizer - Da Pfizer, são 18.310 doses pediátricas, 30 para a D1 da 8ª Regional de Francisco Beltrão e 22.014 doses para a D2 da população acima de 12 anos; e ainda, 12.822 vacinas para a dose de reforço das pessoas acima de 18 anos.

Janssen - As 60.890 vacinas da Janssen são para a aplicação da primeira ou segunda dose de reforço, atendendo solicitação dos municípios, seguindo a idade e os prazos de intervalo, estipulados pelo Ministério da Saúde.

Coronavac - São 1.492 vacinas pediátricas da CoronaVac destinadas para a segunda dose, que serão distribuídas para as Regionais de Paranaguá (1ª RS), Guarapuava (5ª RS), Francisco Beltrão (8ª RS), Cianorte (13ª RS), Paranavaí (14ª RS), Apucarana (16ª RS), Londrina (17ª RS) e Ivaiporã (22ª RS). (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Albari Rosa / Sesa

 

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SAÚDE IV: Em pouco mais de uma semana, Paraná registra 230 mil vacinados contra a gripe

saude IV 13 04 2022Uma semana após o início da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza, o Paraná registra 230.063 doses aplicadas do imunizante, sendo o quarto estado brasileiro que mais vacinou contra a doença em números absolutos, atrás de São Paulo (890.369), Rio Grande do Sul (390.718) e Minas Gerais (354.529). Os dados são do Vacinômetro Nacional e foram atualizados até esta terça-feira (12/04). Nesse quadro também estão elencadas as pessoas que estão fora dos grupos prioritários e tomaram a vacina na rede privada.

População-alvo - Segundo o Ministério da Saúde, 4.387.469 pessoas estão elencadas como população-alvo no Estado, sendo 3.061.238 de grupos específicos (utilizados para critérios de cobertura vacinal). Elas deverão ser vacinadas durante a campanha que teve início no dia 4 de abril e segue até 3 de junho, sendo 30 de abril o dia D de mobilização social. A meta é atingir 90% do público.

Doses - Até agora, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu do Ministério da Saúde e já enviou para as 22 Regionais 1.743.400 vacinas. “Historicamente os paranaenses sempre aderiram muito bem a vacinação da gripe e este ano não será diferente. Contamos com o apoio das equipes municipais para acelerar a imunização em todo o Estado e proteger nossa população”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Municípios - Os municípios com maior número de doses aplicadas até agora são Londrina (22.704), Curitiba (12.568), Cascavel (9.531), Guarapuava (6.649) e São José dos Pinhais (6.024). Já com relação à cobertura vacinal, os municípios que mais atingiram os grupos prioritários são: Doutor Camargo (35,5%), Itaúna do Sul (34%), Arapuã (29,5%), São Pedro do Paraná (29,4%) e Lunardelli (28,8%).

Produção - A vacina trivalente utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é produzida pelo Instituto Butantan e todos os anos passa por atualização para que a dose seja efetiva na proteção contra as novas cepas do vírus identificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesta campanha, a imunização protegerá contra os subtipos da Influenza A (H1N1 e H3N2) e um subtipo da Influenza B.

Etapas - Este ano a campanha é dividida em duas etapas. A primeira, que deve seguir até 2 de maio, abrange idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde. Depois, entre os dias 3 de maio e 3 de junho, serão contemplados os seguintes grupos: crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Américo Antoni / Arquivo Sesa

 


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