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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5303 | 20 de Abril de 2022

EVENTO: Sistema Ocepar promove o 1º Fórum da Diversidade e Inclusão do Cooperativismo Paranaense

No dia 27 de abril, o Sistema Ocepar promove o 1º Fórum da Diversidade e Inclusão do Cooperativismo Paranaense, das 14h às 17h, por meio da plataforma Microsoft Teams. O evento tem como público-alvo os agentes de Desenvolvimento Humano e profissionais de RH das cooperativas do Paraná.

Convidadas - Para participar como palestrantes, foram convidadas Gisele Gomes, diretora executiva da Gisele Gomes Co, empresa de consultoria de diversidade nas organizações. Certificada em Balanço de Gênero nas Organizações pela Insead, ela é doutoranda e mestre em Diversidade e Inclusão pela Universidade Feevale, do Rio Grande do Sul, especialista em Negócios Internacionais pela Universidade de Economia Katowicem, da Polônia, e graduada em Ciências Sociais pela Unisinos, do Rio Grande do Sul. Também, Renata T. Fagundes Cunha, consultora em Gestão da Sustentabilidade, Diversidade e Inclusão do Serviço Social da Indústria (Sesi) no Paraná. Pós-graduanda em Direitos Humanos pela PUCRS, ela é socióloga formada pela PUCPR e mestre em História Social do Trabalho, Cultura e Gênero pela Unicamp.

Mais - Haverá ainda a presença de Mariana Gulin, coordenadora da assessoria em RH e membro do Comitê de Diversidade e Inclusão da GD9, e de Suzane de Almeida, coordenadora voluntária do Comitê de Inclusão & Diversidade da Central Sicredi PR/SP/RJ. Formada em Relações Internacionais, ela possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV e MBA em Gestão de Talentos e Comportamento Humano pela UFPR, além de especializações em universidades internacionais, como Ohio University, Singularity University e Insead.

Informações - Mais informações com o analista técnico do Sescoop/PR, Luis Henrique Macedo, pelo e-mail luis.macedo@sistemaocepar.coop.br.

 

evento folder 20 03 2022

GESTÃO DE PESSOAS: 70 profissionais das cooperativas do PR participam do 48º Conarh, com apoio do Sescoop/PR

Setenta profissionais das cooperativas do Paraná dos ramos agropecuário, crédito e de saúde, e também do Sistema Ocepar, estão participando, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), da 48° edição do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Coharh), promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), de 18 a 20 de abril, em São Paulo. Após duas edições virtuais, devido à pandemia, o evento voltou a ser realizado presencialmente, com a expectativa de reunir 25 mil participantes nos três dias.

Programação - Com o tema “Pessoas, Gestão e Negócios – É hora de acolher e ampliar horizontes”, a programação contempla sete palestras magnas e 24 palestras simultâneas, que estão abordando assuntos relacionados ao metaverso, ESG, empresas humanizadas, cenários econômicos globais e futuros, liderança e educação. Os participantes podem ainda desfrutar de exposição, arena do conhecimento e fóruns temáticos.

Melhores práticas - “O Congresso tem como objetivo a troca e consolidação das melhores práticas de gestão na área de Recursos Humanos e conta com a fala de grandes especialistas no assunto. Para os profissionais das cooperativas, é a oportunidade de provocar reflexões sobre os temas mais atuais em gestão de pessoas e desenvolvimento humano’, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Site - Saiba mais sobre o evento no site: www.conarh.org.br.

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PLANARES: Projetos ambientais do governo federal beneficiam cooperativismo

planares 20 04 2022Novas iniciativas do Governo Federal pretendem contribuir para a preservação e sustentabilidade do meio ambiente brasileiro. A primeira é a formalização dos agentes que atuam na reciclagem de resíduos sólidos, a partir do Programa Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), instituído pelo Decreto 11.043/22.

Formalização - O Planares pretende, até 2040, formalizar 95% dos contratos com cooperativas e associações de catadores. O protocolo ocorrerá por meio do Certificado de Crédito de Reciclagem (Decreto 11.044/22), ou Recicla+, que comprovará se há, ou não, restituição de produtos reaproveitados. Atualmente, apenas 3,7% das prefeituras têm contrato formal com trabalhadores que atuam na atividade.

Estratégia - Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), órgão responsável pela aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10), o Planares faz parte da estratégia para tornar as políticas públicas mais eficazes por meio de metas, projetos e ações para as próximas duas décadas, com atualização de metas a cada quatro anos.

Floresta+Comunidade - A segunda iniciativa é o lançamento do edital do Projeto Floresta+Comunidade, publicado pelo MMA em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O Sistema OCB colaborou na edição do documento, que contará com recursos internacionais do Fundo Verde para o Clima (Green Climate Fund).

Recompensação financeira - O projeto tem por objetivo recompensar financeiramente ações de inovação com foco no desenvolvimento sustentável, a exemplo da proteção e recuperação da floresta com atos que contribuem para a redução da emissão de gases de efeito estufa. Segundo estratégia do plano, o pagamento pelos serviços ambientais será efetuado até 2026. O prazo para apresentação dos projetos vai até 3 de junho.

Detalhes - Para conhecer mais detalhes sobre essas iniciativas, acesse o site https://cooperacaoambiental.coop.br/ (Sistema OCB)

 

SICREDI: Posição de segunda maior instituição financeira em crédito rural no Brasil será reforçada na 27ª Agrishow

A 27ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação - começa no próximo dia 25 de abril com a participação de mais de 800 marcas do Brasil e do exterior, reunindo soluções de inovação para o agronegócio. O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do país, estará presente em mais uma edição do evento reforçando a parceria com o produtor rural associado e apresentando soluções que estão conectadas à tecnologia no campo - o "Agro 4.0", com foco na cooperação e na sustentabilidade.

Raízes no campo - “Com raízes no campo, o Sicredi tem atuado na oferta de soluções financeiras e no apoio às tecnologias voltadas a uma produtividade mais assertiva nas pequenas, médias e grandes propriedades. Focado em inovação capaz de gerar menos custos ao produtor rural, além de menor impacto energético e ambiental. O Sicredi segue apoiando o agronegócio voltado para o futuro do campo com prosperidade para o produtor rural associado e as comunidades”, afirma o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias.

Parceiro da inovação - Desde 2019, o Sicredi é um dos principais “parceiros de inovação” do AgTech Garage, maior hub de inovação do agronegócio, localizado em Piracicaba (SP), que promove a conexão entre as maiores empresas do setor com produtores rurais, startups e instituições de fomento ao ensino e a pesquisa visando o desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnológicas para o agronegócio.

Estande - Essa ligação com o hub de inovação e as startups apoiadas pela instituição financeira cooperativa serão demonstradas no estande do Sicredi na Agrishow, que terá um espaço especial, o “Acelera Agro”, para os produtores rurais conhecerem melhor as soluções disponibilizadas por três startups:

Digifarmz: é uma plataforma digital que combina dados de pesquisas, informações climatológicas, genética de cultivares, datas de semeadura, local e outros parâmetros, para apresentar recomendações inteligentes que auxiliam produtores, agrônomos e consultores no manejo fitossanitário das doenças da soja, apresentando parâmetros para uma melhor tomada de decisão na hora de pulverizar a lavoura.

Elysios: com o aplicativo “Caderno de Campo Digital” registra facilmente as atividades agrícolas, garantindo rastreabilidade adequada, planejamento de safra, monitoramento de pragas e doenças, acesso as previsões climáticas, conexão com técnicos agrícolas, além do controle das vendas tem como público-alvo produtores de frutas, verduras e legumes.

Aegro: com ferramenta que funciona como um guia completo para o produtor rural, possibilitando o acompanhamento da safra em um único aplicativo. A ferramenta de gestão rural une as áreas operacional e financeira da propriedade a partir do controle de estoque, comercialização agrícola, entre outros, possibilitando o acompanhamento eficiente da sua produção.

Patrocinador - Reconhecendo a importância da inovação e de soluções tecnológicas com foco no campo, o Sicredi também é patrocinador da Agrishow Labs que, com a curadoria do Core Innovation Drive, promoverá uma jornada de conteúdo estratégico visando conectar tendências, colaborar e acelerar o desenvolvimento de soluções para agricultura 4.0.

Sicredi vice-líder em concessão de crédito rural - Com uma longa parceria com o produtor rural, o Sicredi se destaca por ser a 2ª maior instituição financeira na concessão de crédito destinado ao agronegócio, segundo ranking do Banco Central do Brasil

Crescimento - Em 2021, a carteira de crédito rural do Sicredi cresceu 41%, em comparação com o ano anterior, chegando a R$ 47,2 bilhões. Do total, R$ 12,2 bilhões foram destinados à agricultura familiar por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e R$ 7,9 bilhões foram concedidos aos produtores de médio porte pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). “Ao longo dos anos nos mantemos firmes em oferecer os melhores produtos e serviços para o público agro, o modelo cooperativo nos possibilita trabalhar o relacionamento simples e próximo e os números mostram que seguimos crescendo no segmento, buscando trazer um olhar consultivo para o agronegócio. Exemplo disso são as nossas ações no Agtech, onde estamos há mais de quatro anos buscando conectar as necessidades dos nossos associados com o que há de mais moderno no mercado das agtechs”, afirma o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Luis Henrique Veit.

Plano Safra 2021/2022 - Em todo o Brasil, o Sicredi disponibilizará mais de R$ 38,2 bilhões aos produtores no Plano Safra 2021/2022. O valor representa aumento de 31% em relação ao concedido no ano-safra anterior, e a projeção é de que os recursos sejam disponibilizados em aproximadamente 290 mil operações.

Expectativa - Do total da liberação de crédito, a expectativa da instituição financeira cooperativa é de disponibilizar R$ 21,5 bilhões para operações de custeio, R$ 12,1 bilhões para investimentos e R$ 1,6 bilhão para comercialização e industrialização. Além desses valores, há a projeção de conceder R$ 3 bilhões por meio de Cédulas de Produtor Rural (CPR).

Foco na sustentabilidade no campo - Nos últimos anos, o Sicredi tem aumentado a oferta de produtos e serviços da economia verde. A carteira de crédito do Sicredi para financiamento de energia solar no Brasil totalizou R$ 4,5 bilhões ao final de 2021, com aumento de 93% em relação ao mesmo período de 2020. Somente nas regionais Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o total liberado ultrapassou R$ 1,1 bilhão, em mais de 27 mil operações no ano passado.

Show Rural - Durante o Show Rural 2022, uma das principais feiras nacionais voltadas ao agronegócio, a instituição financeira cooperativa registrou mais de 200 propostas de financiamento para projetos de energia fotovoltaica, gerando um volume de negócios de R$ 42,1 milhões.

Melhores soluções - “O Sicredi trabalha para oferecer as melhores soluções ao nosso associado levando em consideração as necessidades, o perfil e os objetivos de cada um. Durante a Agrishow, estaremos com uma equipe composta por mais de 50 colaboradores com foco em entender para atender, reforçando um dos nossos diferenciais que é o relacionamento próximo que resulta no crescimento do nosso associado e também na promoção do desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, finaliza Farias.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

FOTOS: Divulgação e Drone Jc Produções

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LAR: Cooperativa apresentará portfólio de equipamentos para avicultura e piscicultura na AveSui América Latina 2022

lar 20 04 2022 Visando entregar aos seus associados e clientes a cada dia mais soluções para suas operações no campo, a Lar Cooperativa Agroindustrial lançou em janeiro deste ano uma área de negócios voltada à comercialização de máquinas e implementos agrícolas, prestação de serviços e atendimento especializado: a Lar Máquinas.

Avesui - A empresa representa a marca Mahindra em quatro concessionárias no ano de 2022 e mais uma em 2023. São quatro no Paraná e uma no Mato Grosso do Sul. E toda a equipe, bem como o portfólio completo de equipamentos estará presente na AveSui América Latina, que será realizada de 26 a 28 de abril, no Lar Centro de Eventos, em Medianeira (PR).

Tratores de pequeno porte - A Lar Máquinas dispõe de tratores de pequeno porte, que auxiliam nas operações internas e externas no manejo de aviários, equipamentos para manejo e preparo de cama de aviário, equipamentos para piscicultura como aeradores, entre outros.

Interação - A nova área de negócios propõe uma interação entre os ambientes físico e online. A Lar Máquinas em si, oferece de forma física a venda de máquinas, implementos, peças agrícolas bem como, realiza o pós-venda com técnicos e mecânicos especializados.

E-commerce - Já o mercado E-commerce é realizado através da Supercampo, uma plataforma oriunda no ambiente cooperativo, em que as cooperativas geram opções e benefícios para os agricultores navegarem nesse ambiente digital, adquirindo peças agrícolas, produtos pecuários, pneus, borrachas e mangueiras, ferramentas e equipamentos além de combustíveis e lubrificantes.

Lojas agropecuárias - Além disso, a Lar possui lojas agropecuárias com atendimento a avicultores, suinocultores e bovinocultores, com produtos como medicamentos, rações, entre outros, que auxiliam as necessidades dos produtores. (Assessoria de Imprensa da Avesui)

SERVIÇO

AveSui América Latina 2022

Data: 26 a 28 de abril de 2022

Local: Medianeira – Paraná

Organização: Gessulli Agribusiness

Tel.: (11) 4013-1277 / (11) 93292-1843

E-mail: avesui@avesui.com.br

Site: www.avesui.com

 

COOPAVEL: Dilvo Grolli recebe o diploma de colaborador emérito do Exército

coopavel 20 04 2022O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, foi um dos homenageados especiais em cerimônia realizada na manhã desta terça-feira (19/04) no 33º Batalhão de Infantaria Mecanizado, em Cascavel. A solenidade, que foi acompanhada por autoridades militares e civis, comemorou os 374 anos do Exército Brasileiro.

Diploma - Dilvo recebeu o Diploma de Colaborador Emérito do Exército, título entregue a personalidades, a militares da reserva e a instituições civis em reconhecimento aos bons serviços prestados à corporação e à comunidade. O presidente da cooperativa recebeu o diploma das mãos do comandante da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, o general de Brigada Marcos Americo Vieira Pessôa. O outro agraciado com a homenagem foi o diretor do campus de Cascavel da Unipar (Universidade Paranaense), o professor Gelson Luiz Uecker.

Data especial - O General Pessôa lembrou que o dia 19 de abril é uma das datas mais importantes do Exército e das Forças Armadas Brasileiras. São 374 anos que marcam a primeira luta de povos do Brasil contra a dominação holandesa, em 1648. O País possui três forças armadas, e uma delas é o Exército. “Ficamos muito felizes, em um momento tão especial, de reconhecer a colaboração de pessoas como o senhor Dilvo”, diz o comandante do 33º Batalhão, o tenente-coronel Felipe Gomes Nunes

Soberania - Dilvo, agradecendo a homenagem, ressalta a importância do Exército como um dos instrumentos mais importantes da democracia brasileira e para assegurar a soberania nacional. “O Exército é um meio de desenvolvimento e um garantidor dos poderes constitucionais, da lei e da ordem. É uma instituição que merece todo o meu respeito e admiração”, destaca o presidente.

A cooperativa - A Coopavel Cooperativa Agroindustrial comemorou em dezembro os seus 51 anos de fundação. Ela conta atualmente com 6,4 mil cooperados e dá emprego a 7,4 mil pessoas. Hoje, com 34 filiais, a cooperativa atende uma área formada por 23 municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. (Imprensa Coopavel)

 

OMC: Presidente diz ter pedido apoio para conter embargo a fertilizantes

omc 20 04 2022O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (19/04), em Cuiabá, que pediu ajuda diplomática à Organização Mundial do Comércio (OMC) para conter o embargo de fertilizantes. Ele participou do lançamento da Marcha para Jesus, na capital mato-grossense, e comentou sobre o assunto durante discurso. Na segunda-feira (18/04), Bolsonaro se reuniu com a diretora-geral da OMC, a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala.

Pedido - "Aproveitei o momento, dado a importância dessa senhora, [para] pedir para ela que embargos de fertilizantes não ocorram no mundo todo, bem como esses fertilizantes não continuem aumentando de preço. Caso contrário, poderemos brevemente estar envolvidos na guerra mais cruel que se possa imaginar, a guerra da segurança alimentar", afirmou.

Uso - Os fertilizantes, especialmente nitrogênio, fósforo e potássio, são largamente usados pelo setor agrícola no país, sendo considerados essenciais para fornecimento de um ou mais nutrientes para as plantações. O Brasil consome 8% de toda a produção mundial de fertilizantes, avaliada em 55 milhões de toneladas, mas importa 85% do insumo usado pelo agronegócio, principalmente da Rússia, que sofre um forte embargo econômico promovido pelos Estados Unidos, países da Europa ocidental e Japão, por causa da invasão militar na Ucrânia. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 

CONAB: Clima adverso impacta lavouras de cana e produção chega a 585,2 milhões de toneladas na safra 2021/22

conab cana 20 04 2022A produção de cana-de-açúcar na safra 2021/22 registra um total de 585,2 milhões de toneladas. O volume representa uma queda de 10,6% em relação à colheita registrada na temporada passada, como aponta o 4º Levantamento sobre a cultura divulgado, nesta quarta-feira (20/04), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Essa redução é explicada, principalmente, pelas condições climáticas adversas registradas – da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras e às baixas temperaturas registradas em junho e julho de 2021 – que impactaram nas produtividades de importantes regiões produtoras.

Combinação - “A combinação de uma seca no segundo trimestre, numa intensidade que não se via há anos, com baixas temperaturas em junho, julho e agosto, e geadas pontuais em diversas lavouras, provocou acentuada queda na produtividade na Região Centro-Sul do país. Isso também resultou na antecipação do calendário de colheita em muitas lavouras, justamente para evitar maiores danos quantitativos e qualitativos”, afirma o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro.

Área menor - Além do clima, a Conab verificou uma redução de 3,5% na área em produção de cana, passando de 8,6 milhões de hectares para 8,3 milhões de ha. A queda ocorre mesmo com um cenário positivo para o setor sucroenergético, com preços atrativos para o açúcar e etanol. “A concorrência por área está se acentuando no Brasil. A rentabilidade da terra é um fator de decisão cada vez mais determinante na escolha da atividade a ser implementada na terra. A soma da rentabilidade da soja e do milho na mesma área é praticamente imbatível. Isso explica a dificuldade para expandir e mesmo manter a área de cana. Um fator a ser considerado, ainda na decisão, é o risco associado à produtividade, neste ponto a cana ainda leva vantagem”, ressalta o diretor de Informações Agropecuárias e Políticas Agrícolas da Conab, Sergio De Zen.

Principal região produtora - Apesar de ter registrado a maior redução de área e de produtividade, o Sudeste se mantém como a principal região produtora do país, com uma colheita de 366,9 milhões de toneladas – uma diminuição de 14,4% quando comparada ao ciclo anterior. No Centro-Oeste e no Sul, o boletim aponta para queda na produção com uma colheita de 131,3 milhões de toneladas e 31,9 milhões de t, respectivamente. No Nordeste e no Norte do país a área plantada foi inferior à safra passada. Porém, nessas regiões, o clima foi favorável, refletindo em incremento nas produtividades. A produção final atingiu 51,1 milhões de toneladas nos estados nordestinos e de 3,86 milhões de toneladas nas áreas produtoras do Norte.

Produtos - Com a menor disponibilidade de matéria-prima, tanto a produção de açúcar como a de etanol foram reduzidas. Para o açúcar, a queda verificada chega a 15% em relação ao produzido na safra 2020/21, estimado em 35,05 milhões de toneladas. Já no caso do etanol a produção total, proveniente da cana-de-açúcar e do milho, é de 30,26 bilhões de litros, redução de 7,7% em relação à safra passada.

Biocombustível - Com relação ao biocombustível produzido a partir da cana-de-açúcar o percentual de queda é de 10% em comparação a 2020/21, chegando a uma produção de 26,78 bilhões de litros. A produção de etanol anidro teve aumento de 13,8%, alcançando 10,6 bilhões de litros. O total produzido do hidratado, por sua vez, ficou em 16,18 bilhões de litros, diminuição de 20,8%.

Milho - Em contrapartida, a produção total de etanol à base de milho cresceu 14,9%, totalizando 3,47 bilhões de litros. No caso do anidro, o aumento foi de 4,2%, com 972,55 milhões de litros produzidos. Para o hidratado, a produção está em 2,5 bilhões de litros, sinalizando incremento de 19,7% em comparação a 2020/21.

Mercado - A combinação entre a alta das cotações internacionais e a taxa de câmbio em patamar elevado no Brasil foram favoráveis às exportações de açúcar na safra 2021/22. Ainda assim, as exportações recuaram 19,3% na safra 2021/22, diante da restrição de disponibilidade do produto, com volume embarcado de 26 milhões de toneladas.

Exportações - No caso do mercado de etanol, o Brasil exportou 1,8 bilhão de litros - o que corresponde a uma redução de 38,9% em relação ao ciclo anterior. A queda também é influenciada pela limitação da produção registrada no ciclo atual. Retração ainda na importação do álcool em 34,6%, estimada em 380,4 milhões de litros, limitadas pelo fim das cotas de importação do etanol proveniente dos Estados Unidos.

Dados completos - Confira os dados completos sobre o 4° Levantamento da Safra 2021/2022 de cana-de-açúcar e as condições de mercado deste produto no Boletim de Safra da Cana-de-Açúcar(Conab)

 

INFRAESTRUTURA: Governo recebe os primeiros estudos do ramal ferroviário entre Cascavel e Chapecó

infraestrutura 20 04 2022O Governo do Paraná, por meio do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário, recebeu nesta terça-feira (19/04) os primeiros resultados do Estudo de Viabilidade Técnico e Econômico do ramal ferroviário entre Cascavel e Chapecó (SC). O objetivo é incorporar o trecho ao projeto original da Nova Ferroeste, que vai ligar por trilhos Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá. O outro ramal já confirmado é entre Cascavel e Foz do Iguaçu.

Linha interestadual - De acordo com o levantamento, ainda em caráter preliminar, a linha interestadual entre Paraná e Santa Catarina terá uma extensão total de 263 quilômetros. Para essa conexão são necessários 18 túneis e 31 obras de artes especiais (viadutos e pontes), com capacidade de carregamento de 32,5 toneladas por eixo. A velocidade máxima autorizada de operação será de 80 km/h. O investimento previsto, o chamado Capex, é de R$ 6,8 bilhões.

Custo - O estudo custou R$ 750 mil e foi doado ao grupo de trabalho paranaense por diferentes representantes do setor produtivo de Santa Catarina, liderados pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC Chapecó). A projeção avança agora para uma segunda fase, com a avaliação do impacto financeiro.

Participação - “Fomos instados a participar deste projeto, não havia como Santa Catarina ficar de fora. Agora estamos correndo contra o tempo para avançar no projeto. Estamos falando de uma região com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 55 bilhões, com um agronegócio extremamente forte”, disse o presidente da ACIC Chapecó, Lenoir Broch.

Autorização - O coordenador do Plano Ferroviário do Paraná, Luiz Henrique Fagundes, lembrou que o trecho com Chapecó já recebeu autorização do Ministério da Infraestrutura, dentro do programa Pró-Trilhos. "É um ramal importante para o Paraná e que dá novo corpo ao projeto da Nova Ferroeste. Estamos animados com essa conexão porque abre uma nova possibilidade para investimentos nos dois estados", disse.

Contração - Durante a reunião, no Palácio das Araucárias, em Curitiba, integrantes do setor produtivo do Rio Grande do Sul entregaram uma carta sinalizando a contratação de um estudo de demanda do traçado entre Passo Fundo (RS) e Chapecó, conectado ao novo trecho, a ser realizado nos próximos meses. O estado compra 3,5 milhões de toneladas de milho por ano, a maior parte do Mato Grosso do Sul.

Desenvolvimento - “Estamos falando de um projeto de desenvolvimento econômico e social, por isso queremos levar Passo Fundo até Chapecó, e consequentemente ao Paraná. Essa carência na infraestrutura de transportes é comum aos três estados da Região Sul do País, o que essa proposta da Nova Ferroeste vem corrigir”, acrescentou Gilmar Caregnatto, coordenador técnico e gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

DNA paranaense - "Costumo dizer que esse é um projeto com DNA paranaense, mas com solução nacional, visto que o drama logístico do Norte do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná é o mesmo. A Nova Ferroeste que vai transformar a infraestrutura desses três estados”, arrematou Fagundes.

Nova Ferroeste - A Nova Ferroeste é um projeto do Governo do Paraná que vai ligar o Porto de Paranaguá a Maracaju, no Mato Grosso do Sul, por trilhos. Ao todo serão 1.304 quilômetros, que vão cortar o Oeste do Paraná, celeiro da produção de grãos do País. Além da linha em estudo até Chapecó, há previsão da construção de um ramal entre Cascavel e Foz do Iguaçu que vai permitir a captação de carga do Paraguai e da Argentina.

Segundo maior corredor de grãos - O projeto já nasce como o segundo maior corredor de grãos e contêineres refrigerados do País, o que deve transformar o Paraná num hub logístico da América do Sul por atrair parte da produção de países vizinhos como a Argentina e o Paraguai. Se estivesse em operação hoje, a ferrovia poderia transportar cerca de 38 milhões de toneladas de produtos, 26 milhões de toneladas seguiriam diretamente para o Porto de Paranaguá.

Licença - A proposta está em processo de obtenção da Licença Prévia Ambiental junto ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). As audiências públicas devem ter início em maio. O projeto deve ir a leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) no segundo semestre. O investimento é de R$ 29,4 bilhões. A empresa ou consórcio vencedor fará a obra e poderá explorar a ferrovia por 70 anos. Os ramais são parte do edital de concessão.

Integração - “Estamos falando de uma das principais artérias logísticas do País, uma ferrovia da integração e da união nacional”, destacou o diretor da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Arene Trevisan. “O caminho é longo, mas essa ferrovia vai fazer com que o agronegócio paranaense avance muito, transformando o Estado de fato no supermercado do mundo”, completou o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

Presenças - Participaram da reunião o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Augustinho Zucchi; o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves; o diretor-presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gilson Santos; o presidente da Associação Faúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos; o diretor-regional da TPF, André Jabir; além de assessores e técnicos do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

TECNOLOGIA: Mercado de soluções 5G no Brasil deve chegar a R$ 101 bilhões

tecnologia 20 04 2022A demanda por soluções 5G para as mais diversas áreas da economia tem o potencial de gerar R$ 101 bilhões pela próxima década para empresas e startups brasileiras ou instaladas no Brasil, diz estudo apresentado nesta terça-feira (19/04) pelo Ministério da Economia.

Benefício para a economia - O estudo também calcula que o benefício potencial da implantação do 5G para a economia brasileira pode chegar a R$ 590 bilhões pela próxima década. A conta leva em consideração aumentos de produtividade e redução de custos da chamada Indústria 4.0.

Quinta geração - O 5G é a quinta geração de redes móveis e de internet, cuja velocidade chega a ser centenas de vezes superior à atual quarta geração. Com sua implantação, a expectativa é que sejam abertas inúmeras possibilidades em áreas como inteligência artificial, processamento de dados, realidade aumentada, logística, entre outras.

Impulso - “A nova tecnologia servirá como alavanca para vários setores”, disse Daniella Marques, secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, ao apresentar as projeções.

Software - O relatório em que consta a projeção para o mercado de software e aplicações foi produzido pela consultoria Deloitte, com a participação também do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Avanço - “Saímos atrás dos países desenvolvidos, mas observamos que temos boas perspectivas de avançar rápido o 5G, sobretudo no desenvolvimento de software e de aplicações”, disse Maria Ogawa, sócia-diretora e chefe para a Área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte Brasil.

Políticas públicas - No documento apresentado nesta terça-feira constam 96 recomendações de políticas públicas, em oito frentes de atuação, para que esses potenciais de geração de riqueza sejam alcançados, além de apresentar os desafios para que isso se realize.

Suporte tributário - Do lado suporte tributário, por exemplo, o relatório recomenda a criação de zonas econômicas especiais com foco na tecnologia 5G, a renúncia fiscal para compra de equipamentos para emulação de redes 5G e a oferta de benefícios fiscais para que multinacionais implantem operações estratégicas no país, transmitindo tecnologia.

Problemas - Entre os principais problemas destacados no relatório, está a baixa disponibilidade de recursos para fomentar o ecossistema nacional em torno de 5G, a falta de mão de obra qualificada (programadores e desenvolvedores) e insuficiência de ambientes que emulem o 5G e permitam a testagem de soluções.

Capital intensivo - “A gente está falando de uma indústria de capital intensivo, e obviamente todo esse investimento não é barato”, disse Alberto Boaventura, gerente sênior de Estratégia na Deloitte Brasil e um dos responsáveis pelo relatório. “Há uma necessidade de se estar quebrando essas barreiras para o suporte financeiro e tributário”, acrescentou. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

CNI: Produção industrial sobe em março, mas queda no consumo preocupa

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta terça-feira (19/04) os resultados da sondagem industrial do primeiro trimestre. A entidade destacou o crescimento forte da produção industrial entre fevereiro e março, mas também o aumento da preocupação dos empresários com a queda no consumo.

Alta - Em março, a produção industrial subiu para 54,4 pontos, resultado que está acima da linha divisória entre queda e crescimento. O índice não ficava acima dos 50 pontos desde dezembro.

Movimento normal - O movimento é normal para o primeiro trimestre, mas a CNI destacou que a retomada deste ano, de 47,9 em fevereiro para 54,4 em março, “supera a aceleração esperada no período”. A média da série histórica para o mês de março é de 51 pontos.

Empego - O emprego industrial, por sua vez, manteve-se praticamente estável, em 50,1 pontos. Em fevereiro, o índice que mede a evolução da oferta de trabalho na indústria havia ficado em 49,2 pontos, o que significa queda no número de vagas ofertadas. Em março ano passado, o patamar estava nos mesmos 50,1 pontos.

UCI - A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou 1 ponto percentual, para 69%, de fevereiro para março de 2022. O resultado está 2 pontos percentuais acima da média dos meses de março. O percentual vem em trajetória de crescimento desde janeiro de deste ano.

Principais problemas - A sondagem industrial mede também quais são os principais problemas enfrentados pela indústria, de acordo com o empresariado. Com 58,8% das menções, a falta ou o alto custo de matéria-prima permanece há sete trimestres como principal preocupação.

Escassez de insumos - Entretanto, a escassez de insumos vem perdendo força como principal preocupação da indústria, frisou a CNI. As menções ao problema caíram 1,8 ponto percentual na última passagem de trimestre, e recuou 8,4 pontos percentuais frente a março do ano passado.

Queda no consumo - Enquanto isso, cresce a preocupação com a queda no consumo, que no primeiro trimestre deste ano figurou em 25,5% das respostas dos empresários. No segundo trimestre de 2021, esse problema aparecia em 19,4% das menções.

Demanda insuficiente - O gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo, explica que, isoladamente, o percentual não parece ser tão alto, mas a alta nas menções ao problema indica haver uma demanda insuficiente no momento em que a oferta começa a se ajustar. Para o economista, “o problema de demanda fica mais evidente. É realmente uma situação muito complicada”.

Juros - Há quatro trimestres cresce também a preocupação da indústria com a alta nas taxas de juros. Entre os dois últimos trimestres, o problema passou de 14,2% para 20,8% das menções, a alta mais expressiva da sondagem. No fim do ano passado, apenas 7,6% consideravam os juros um obstáculo ao seu negócio, segundo a CNI.

Logística de transporte - Menções a dificuldades na logística de transporte ficaram com 13,8%das respostas, ante 11,8% no trimestre anterior. Esse é o terceiro trimestre seguido de alta. O segundo problema mais mencionado segue sendo a alta carga tributária, com 30,4% das repostas, queda em relação aos 33,2% registrados no trimestre anterior. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 4,66 em dia de tensão externa

cambio 20 04 2022Pressionado pelo mercado externo, o dólar fechou esta terça-feira (19/04) com pequena alta. A bolsa de valores caiu pela terceira vez seguida, pressionada por ações de mineradoras afetadas com o lockdown na China.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira vendido a R$ 4,668, com alta de R$ 0,02 (+0,43%). Depois de alternar altas e baixas ao longo da manhã, a cotação firmou a tendência de alta ao longo da tarde. Na máxima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 4,68.

Queda acumulada - Com o desempenho desta terça, a moeda norte-americana acumula queda de 1,95%. Em 2022, a divisa recua 16,28%.

Ações - O mercado de ações teve um dia mais tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 115.057 pontos, com queda de 0,55%. O indicador recuou mesmo com a alta nas bolsas norte-americanas, pressionado pelos papéis da mineradora Vale, um dos mais negociados.

Desaceleração - As perspectivas de desaceleração da economia chinesa após o lockdown na região metropolitana de Xangai comprometeu as ações de empresas mineradoras em todo o planeta. Isso porque o país asiático é um grande comprador de minérios.

Previsões - Em relação ao dólar, pesaram as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial de que a economia global crescerá menos que o previsto em 2022 por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia. Isso elevou a demanda por dólares em todo o planeta.

Fed - Outro fator que contribuiu para azedar o mercado de câmbio foi a declaração de um dirigente regional do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que a inflação nos Estados Unidos está alta demais, e a defesa de um aumento dos juros básicos norte-americanos para 3,5% ao ano até o fim de 2022.

Rendimento - A declaração elevou o rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerado o investimento mais seguro do mundo. Taxas mais altas em países desenvolvidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil tem 30,2 milhões de casos e 662,1 mil mortes

O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 30.275.219. Em 24 horas, foram confirmados mais 14.131 novos casos de covid-19. Na segunda-feira (18/04), o sistema de informações do Ministério da Saúde contabilizava 30.261.088 casos acumulados. 

Acompanhamento - O número de pacientes com covid-19 em acompanhamento está em 314.220. O termo é usado para designar casos notificados da doença nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta, nem evoluiu para morte. 

Mortes - Já as mortes em decorrência de problemas associadas à covid-19 somam 662.151. Entre segunda e terça-feira (18 e 19/04), foram registrados 125 óbitos. Até segunda-feira, o painel de informações sobre a pandemia marcava 662.026 vidas perdidas. 

Investigação - Ainda há 3.133 mortes em investigação, o que ocorre nos casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa do óbito ainda demanda exames e procedimentos posteriores. 

Recuperados - Até esta terça-feira, 29.298.848 pessoas recuperaram-se da covid-19, o que corresponde a 96,5% dos infectados desde o início da pandemia. 

Atualização - Os dados estão na atualização divulgada pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (19/04), na qual são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de Saúde sobre casos e mortes associados à covid-19. Os dados de São Paulo e Mato Grosso do Sul não foram incluídos no balanço desta terça. 

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, até o momento, São Paulo é o estado que registra o maior número de mortes pela doença: 167.854, conforme dados de ontem. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro, com 73.176 óbitos; Minas Gerais, com 61.125; Paraná, com 43.047; e Rio Grande do Sul, com 39.219. 

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são o Acre, com 1.996; o Amapá, com 2.129; Roraima, com 2.147; Tocantins, com 4.148, e Sergipe, com 6.340. 

Vacinação - Até o momento, foram aplicados no país 409,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Receberam a primeira dose 174,2 milhões de pessoas. A segunda dose foi aplicada em 153,4 milhões de pessoas, enquanto 4,8 milhões de pessoas receberam a dose única da vacina. A dose de reforço foi aplicada em 73 milhões de pessoas e a dose adicional, em 3,1 milhões. (Agência Brasil

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.735 casos de Covid-19 e 11 óbitos no Paraná

saude II 20 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (19/04) mais 1.735 casos e 11 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.425.622 casos e 42.814 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril (1.102), março (96), fevereiro (159) e janeiro (309) de 2022; dezembro (2), novembro (5), outubro (19), setembro (3), agosto (2), julho (3), junho (2), abril (22), março (6) de 2021; novembro (1), agosto (1) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de abril (6), março (2), fevereiro (2) de 2022; e maio (1) de 2021.

Internados - 130 pacientes com diagnóstico confirmado ou suspeito de Covid-19 estão internados em leitos SUS (58 em UTI e 72 em leitos clínicos/enfermaria).

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 11 pacientes. São quatro mulheres e sete homens com idades de 46 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre 31 de maio de 2021 e 18 de abril de 2022.

Município - Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (3), Ibaiti (3) e Kaloré (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Londrina, Corbélia e Alvorada do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.838 casos de não residentes no Estado – 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes do site da Sesa.

 

SAÚDE III: Mais 59,7 mil vacinas contra a Covid-19 chegam ao Paraná nesta quarta-feira

saude vacina 20 04 2022O Ministério da Saúde confirmou o envio de mais 59.750 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta quarta-feira (20/04). De acordo com o 99º Informe Técnico, os imunizantes da AstraZeneca são destinados para a dose de reforço (DR) da população acima de 18 anos.

Chegada - A chegada das vacinas está prevista para o início da tarde, no voo AD 4679. Assim que desembarcarem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para conferência e armazenamento e, nos próximos dias, distribuídas às Regionais de Saúde.

Janssen - Ainda segundo o informe, outras 59.750 vacinas da Janssen para DR devem ser enviadas ao Estado, ainda sem confirmação de data.

Pedido - “Pedimos à população que está dentro do prazo para a primeira ou segunda dose de reforço que compareça às unidades de saúde onde estão sendo aplicadas as vacinas. As doses estão sendo enviadas aos municípios para que ninguém fique sem receber o imunizante”, reforçou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Vacinômetro - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 24.181.093 vacinas contra a Covid-19, sendo 9.948.323 primeiras doses (D1), 8.935.590 segundas doses (D2) e 333.263 doses únicas (DU). O Estado registra ainda a aplicação de 307.166 doses adicionais (DA) e 4.516.548 doses de reforço (DR). (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

SAÚDE IV: Com aumento de casos, Paraná declara epidemia de dengue

saude III 20 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) declarou nesta terça-feira (19/04) situação de epidemia de dengue no Paraná devido ao aumento do número de casos. De agosto de 2021 até o momento, o Estado contabiliza mais de 80 mil notificações e cinco mortes pela doença. O boletim divulgado nesta terça registra 14.964 novas notificações em relação à semana anterior.   

Alta - “Em cada boletim semanal os números apontavam para este desfecho. Apesar do nosso constante monitoramento, por parte da Vigilância Ambiental, os números subiram e agora precisamos reverter a situação. Não queremos que os casos aumentem e, principalmente, que ocorram novos óbitos”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “Já realizamos um trabalho efetivo de combate à doença, com apoio da sociedade, e convocamos a população novamente para este enfrentamento”.  

Acima do esperado - De acordo com a Sesa, os números do boletim semanal da dengue mostram que os casos prováveis e confirmados estão acima do esperado para o período epidemiológico – por isso a configuração de um cenário epidêmico.  

Notificações - São 80.004 casos notificados, 14.964 a mais em relação à semana anterior. Os dados são do 34º Informe Epidemiológico, do atual período sazonal da doença, que iniciou em 1º de agosto e segue até julho de 2022.  

Municípios - O documento informa ainda que 365 municípios possuem casos notificados, sendo que 287 tiveram confirmações. Em uma semana foi registrado o aumento de 39,86% nos casos confirmados, passando de 16.560 para 23.161, sem registro de novos óbitos.  

Mais casos - As Macrorregiões Oeste e Norte concentram maior o maior número de casos confirmados. Francisco Beltrão, Medianeira, Arapongas, Cascavel, Salto do Lontra, Ampére, Catanduvas, Iracema do Oeste e Realeza foram os municípios com mais casos confirmados nas últimas seis semanas.  

Epidemia - Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que rapidamente se espalha, por contágio direto ou indireto, até atingir um grande número de pessoas em um determinado território e que depois se extingue após um período.  

Método - O Diagrama de Controle é um dos métodos utilizados para a verificação de ocorrência de uma epidemia. Ele consiste na representação gráfica, considerando uma série histórica de 12 anos, sugerindo limites máximo e mínimo de casos absolutos esperados.  

Piores da história - Entre 2019 e 2020, o Paraná enfrentou uma das piores epidemias de dengue da sua história, desde que começou a ser monitorada, em 1991. Naquele período foram registrados 227.724 casos confirmados da doença, com 177 mortes. Até então, o pior período havia sido entre 2015 e 2016, com pouco mais de 56 mil casos e 61 mortes.  

Em campo - “Nossas equipes já estão em campo nas regiões onde prevalece o maior número de casos, orientando a população. Estamos promovendo tutoriais voltados aos médicos para esse enfrentamento, para que haja o diagnóstico assertivo”, complementou o secretário. “Precisamos reavivar os métodos de combate da dengue. Aquele vaso de água, de entulho, na cisterna de captação de água, pois o criadouro do mosquito pode estar lá”.  

Transmissão - O mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é causador também de outras doenças chamadas de arboviroses, caso da zika e chikungunya. De acordo com o boletim semanal desta terça, houve 210 notificações de chikungunya, com 12 casos confirmados. (Agência Estadual de Notícias 

Confira o boletim semanal da dengue 

FOTO: Venilton Kuchler / Arquivo Sesa

 


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