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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5304 | 22 de Abril de 2022

SISTEMA S: Palestra sobre integridade com Letícia Sugai é na próxima terça-feira

 

Os colaboradores do Sistema S no Paraná têm um encontro marcado na próxima terça-feira (26/04) para discutir integridade. Será durante a segunda edição do Compliance Day, que ocorre das 9h às 10h, com Letícia Sugai, especialista no assunto, eleita uma das 10 consultoras de compliance mais admiradas do Brasil em 2021 pelo anuário Compliance On Top. Ela vai ministrar uma palestra com o tema “Uma manhã pela integridade” e mostrar como as ações éticas impactam no nosso dia a dia e transformam o ambiente de trabalho em um lugar melhor.  

 

Transmissão - O evento será transmitido pela TV Paraná Cooperativo, no canal do Sistema Ocepar no Youtube. A iniciativa é das entidades que compõem o Sistema S no Paraná: Sesc, Senac, Sesi, Senai, Senar, Sescoop, Sest, Senat e Sebrae. A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Também haverá a participação do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que fará o encerramento.  

 

Sobre a palestrante - Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Paraná, Letícia criou o Movimento "Integridade sempre vale a pena", é sócia da Veritaz e presidente do Instituto Paranaense de Compliance (Ipacom). Vencedora do 1º Prêmio Compliance Across Americas, foi escolhida como professora do ano de 2020 na Legal Ethics Compliance (LEC). A palestrante também é certificada em compliance e anticorrupção (CCA-1) pela Legal Ethics Compliance, possui MBA em Gestão de Riscos Corporativos pela Faculdade de Engenharia São Paulo e é especialista em facilitação de workshops pela How Education.

 

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FORMAÇÃO: Programa Educa Bom Jesus inicia capacitação de 40 futuros líderes da cooperativa

Quarenta futuros líderes da Cooperativa Bom Jesus, sediada na Lapa, região metropolitana de Curitiba, começaram a ser capacitados, na manhã desta sexta-feira (22/04), com a aula inaugural do Programa Educa Bom Jesus. A formação, com carga horária de 142 horas/aula, deve se estender até o dia 16 de dezembro. O programa será conduzido por instrutores do Sescoop/PR, da Cooperativa Bom Jesus e profissionais contratados pelo Sescoop/PR.

Desenvolvimento - No evento de abertura da formação, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, parabenizou a turma escolhida para o programa e enalteceu a iniciativa da cooperativa, que está investindo no desenvolvimento dos seus líderes, valorizando os talentos internos. Ricken também falou sobre a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social das pessoas e de suas comunidades.

Apresentação - Na sequência, as analistas do Sescoop/PR, Eliane Goulart Festa e Sandra de Souza Schmidt, fizeram a apresentação e detalhamento da estrutura do Programa Educa Bom Jesus, que tem como objetivo capacitar, desenvolver competências, motivar e preparar os líderes da cooperativa.

Planejamento estratégico - O presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, declarou que “este curso representa, além da formação e capacitação, o desenvolvimento de novas lideranças, o engajamento dos colaboradores de forma mais detalhada ao planejamento estratégico da cooperativa e ao PRC200, o planejamento estratégico de desenvolvimento do cooperativismo paranaense. Desta maneira, a visão ampliada traduz à nossa equipe a responsabilidade que temos com os próximos anos de desenvolvimento do cooperativismo em nossa região, o que projeta nosso crescimento muito além dos 70 anos que a Bom Jesus completa este ano.”

Módulos - O Programa Educa Bom Jesus é dividido em nove módulos, que tratam dos seguintes temas: Sociedades Cooperativas; Gestão de Processos, Indicadores e Resultados; Alta Performance Profissional; Gestão de Pessoas e Equipes; Visão Sistêmica; Imersão Vivencial; Compliance; Inovação e Criatividade e Projeto de Melhoria. As aulas serão presenciais e os participantes deverão elaborar um projeto ao final da capacitação.

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 22 04 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (22/04), o Informe Semanal referente ao período de 18 a 22 de abril. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana.

Crédito rural - Nesta semana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) formalizou ao Ministério da Economia pedido de linha de crédito, com prazo de carência de 24 meses, com condição especial para subsidiar a suinocultura, setor afetado com o aumento dos custos de produção e os preços praticados pelo mercado. Se deferido o pedido, a medida pode ser incluída ainda no Plano Safra 2021/22 e prorrogada para o Plano Safra 2022/23, dependendo, contudo, da suplementação orçamentária proposta no PLN 01/2022.

Execução - Ainda, com vistas a garantir a execução do Plano Safra 2021/22 e anteriores, diante da elevação das taxas de juros e dos índices de inflação, a Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento (Seto/ME) publicou a Portaria nº 3.464, de 19 de abril de 2022, realocando R$ 1,5 bilhão para subvenção a operações no âmbito do Pronaf, custeio agropecuário, comercialização de produtos agropecuários e investimento rural e agroindustrial. Os recursos não subsidiam novas contratações de crédito rural, as quais dependem de incorporação orçamentária específica.

Atuação - A Ocepar, em conjunto com a OCB, tem atuado para a aprovação do PLN 01/2022, que viabilizará recursos na ordem de R$ 868,5 milhões para a equalização de juros e retomada das linhas de crédito rural, inclusive para novas contratações. A expectativa é que a proposta seja votada na próxima sessão do Congresso Nacional, prevista para o dia 28 de abril. Na quarta-feira (20/04) OCB, Ocepar e Fecoagro estiveram reunidas com Rogério Boueri, subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Economia, para discutir os próximos passos para destravar os recursos para os últimos 60 dias do Plano Safra 2021/22 e avançar nas propostas do Plano Safra 2022/23.

Orçamento federal 2023 - O Governo Federal formalizou, através do PLN 05/2022, a proposta para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), estabelecendo as metas e prioridades governamentais para o ano de 2023. Neste sentido, o texto destaca: a agenda da primeira infância; despesas com o programa Casa Verde e Amarela; programas voltados à geração de emprego e renda; e investimentos plurianuais em andamento, previstos na Lei 13.971/2019 (Plano Plurianual da União 2020 a 2023). A exemplo do ano anterior, a proposta mantém no rol de despesas obrigatórias as indenizações e restituições relativas ao Proagro, bem como o Fundo Garantia-Safra, vinculando a disponibilização de recursos para o seguro rural. A medida gera maior segurança e estabilidade, uma vez que as despesas obrigatórias não se sujeitam a cortes futuros, tal como ocorre com as despesas discricionárias. Em relação ao cenário macroeconômico, ponderando as incertezas relacionadas aos impactos residuais da pandemia e aos conflitos no Leste Europeu, a proposta do governo refere IPCA na ordem de 3,3%, taxa Selic em 10% e salário mínimo de R$ 1.294,00. Houve elevação do limite do teto de gastos dos atuais R$ 1,608 trilhão para R$ 1,712 trilhão, sendo que estes valores não incluem as despesas para pagamento parcelado de precatórios (dívidas judiciais) de estados e municípios. Quanto ao funcionalismo público, a proposta ainda contempla a autorização, em 2023, para reajuste e reestruturação de carreiras dos servidores federais. O texto segue para deliberação pelo Congresso Nacional.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

CRESOL: Participação confirmada na Agrishow 2022

cresol 22 04 2022Pela quarta edição consecutiva, a Cresol estará entre os expositores da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola do Brasil e uma das maiores do mundo. O evento programado para acontecer entre os dias 25 e 29 de abril no interior paulista, em Ribeirão Preto (SP) é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira.

Soluções - A Agrishow reúne soluções para atender as demandas dos produtores rurais em termos de produtividade, eficiência, sustentabilidade e rentabilidade. Além disso, é conhecida por ser o “palco” dos lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio. Em sua última edição realizada em 2019, a feira contou com mais de 159 mil visitantes e chegou a movimentar R$2,9 bilhões em negócios. Para este ano, os organizadores esperam superar estes números.

Retomada - Com a retomada das feiras agrícolas este ano, a Cresol também tem intensificado sua participação aproveitando para estar próxima de um dos seus públicos-alvo, os produtores rurais. A cooperativa de crédito aproveita o evento para trabalhar todo o seu portfólio de soluções financeiras para o Agro.

Cadeia do agro - “Participar de uma das principais feiras do setor agro é muito importante para nós, pois reúne toda a cadeia do agro, com soluções para todos os tipos de culturas e tamanhos de propriedades. É uma oportunidade de aproximação com nossos clientes, instituições parceiras e todo o mercado e, como consequência, também contribui para a geração de acordos, parcerias e novos negócios”, comenta Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação.

Sobre a Cresol - Com 26 anos de história, 710 mil cooperados e 687 agências de relacionamento em 17 estados, a Cresol é uma instituição financeira que está se consolidando entre as principais cooperativas financeiras do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Atualmente, a cooperativa possui R$ 17,5 bilhões em ativos e destaca sua solidez entre as instituições financeiras cooperativas. (Imprensa Cresol)

 

COCAMAR: Produtores finalizam uma das safras mais desafiadoras de todos os tempos

Com a colheita de soja praticamente encerrada nas regiões atendidas pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial, nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, a avaliação geral aponta para médias muito abaixo em relação às expectativas iniciais. De acordo com o gerente técnico Emerson Nunes, a produção média de 1.668 quilos por hectare corresponde a apenas 47,6% do estimado, que era de 3.200 quilos/hectare.

Noroeste e MS - “Foi um ano extremamente desafiador, sob todos os aspectos”, afirma Nunes, assinalando que no Paraná a região noroeste, com seus solos mistos e arenosos, polarizada pelas cidades de Maringá, Cianorte, Paranavaí e Umuarama, foi uma das mais prejudicadas do estado, situação parecida com a de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul.

La Niña - A forte quebra é resultado dos efeitos do fenômeno meteorológico La Niña, provocado pelo resfriamento das águas superficiais do Pacífico Sul e que ocasionaram oscilações climáticas extremas no ciclo 2021/22, como precipitações em volumes recordes no mês de outubro, incluindo a ocorrência de vendavais e granizo; prolongada estiagem e má-distribuição de umidade durante a maior parte da fase de desenvolvimento da lavoura, completando com calor intenso na etapa final, de formação de vagens e grãos.

Terminando - Na segunda-feira (18/04), a cooperativa apurou que faltavam apenas 1,5% das áreas para serem colhidas, sabendo que os números não devem apresentar mais nenhuma variação.

Perdas - A média no noroeste paranaense, Maringá e imediações foi fechada em 990 quilos/hectare, 70% abaixo da previsão inicial, ao passo que em Nova Andradina o cenário foi ainda pior, com uma produtividade de 665 quilos/hectare, 78% a menos.

SP - No oeste paulista, que inclui o programa de renovação de áreas de canaviais mantido pela Cocamar em parceria com três usinas, os produtores colheram a média de 1.511 quilos por hectare, 51,3% a menos que o estimado, mas nas regiões de Cruzália, Iepê e Palmital – onde a cooperativa possui unidades de recebimento - as perdas foram menores: 23,5% com a produtividade média de 2.396 quilos/hectare.

Norte do PR - Por fim, o norte paranaense foi o que apresentou a menor redução, 22%, para uma média de 2.549 quilos/hectare.

Diferenças - O gerente técnico lembra ainda que as variações de produtividade foram gritantes em algumas regiões do Paraná. Enquanto Umuarama registrou apenas 335 quilos por hectare, produtores de Arapongas, próximo a Londrina, chegaram a colher quantidades históricas, de 3.594 quilos por hectare. (Imprensa Cocamar)

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COPACOL: Com expansão produtiva, cooperativa participa de feira no Canadá

Metas audaciosas exigem passos arrojados: assim a Copacol vem agindo para alcançar os R$ 10 bilhões em faturamento até 2025. Avançar na conquista de parceiros no mercado externo é fundamental para comercializar os produtos derivados das atividades da cooperativa.  

Feira de alimentos - Presente na Sial Canadá, feira de alimentos, em Montreal, a agroindústria referência no Oeste do Paraná busca expandir a participação na América do Norte. A expectativa é que a industrialização de aves passe para 1 milhão de cabeças/dia até 2027; 230 mil tilápias abatidas por dia até 2025; além disso, com o plano de expansão da Central Frimesa, a partir de 2023, a Copacol pretende dobrar a produção de suínos, chegando a produção anual de 625 mil cabeças. “Estamos em busca de novos mercados que proporcionem a comercialização dos nossos produtos. Com essa participação conseguimos agregar valor a nossa marca, gerando bons negócios para a Cooperativa e oportunidades aos cooperados. Estamos visitando clientes para reforçar a parceria e outros potenciais clientes para oferecer nossos produtos”, explica Genézio Clemente Junior, gerente de comércio exterior Copacol.  

Participação - A participação da Copacol na Sial Canadá é liderada pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos): ambiente propício para encontros com importadores e potenciais clientes no setor alimentício. “A feira se torna estratégica para todas as nossas integrações, gerando excelente desempenho no campo: conquistamos mercado e elevamos a produção no campo”, afirma o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.  

Estande - A Sial Canadá começou quarta-feira (20/04) e vai até esta sexta-feira (22/04), onde a Copacol conta com estande para receber clientes e potenciais parceiros importadores de proteína animal. A empresa que hoje conta com a produção de aves, suínos, peixes e leite está presente em 76 países. Somando o mercado interno e externo, são 180 produtos extremamente saborosos, saudáveis e nutritivos. “Já conquistamos um espaço importante e estamos avançando em novas parcerias. Nosso produto é extremamente valorizado: consequência da dedicação dos nossos cooperados e colaboradores, que estão dia a dia trabalhando nas mais diferentes atividades”, complementa o superintendente comercial, Valdemir Paulino dos Santos. (Imprensa Copacol)

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INTEGRADA I: Cooperativa consolida marca e produtos em feiras especializadas

integrada 22 04 2022A Integrada Cooperativa Agroindustrial investe na amplitude da marca. Ao mesmo tempo, direciona campanhas específicas para divulgação de lançamentos. Entre os ambientes com alto potencial de prospecção e fechamento de negócios, estão as feiras segmentadas.

Participação - Em abril, a Integrada esteve presente, com estandes, em três eventos do tipo. A realização da Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina/PR, levou a cooperativa de volta ao Parque de Exposições Ney Braga. A 60ª edição da Expolondrina, suspensa por dois anos, em razão da pandemia de Covid-19, mereceu dois estandes, um institucional, e o estande de máquinas, que apresentou novidades e foi sucesso em negócios.

Símbolo - O gerente da loja de máquinas da Integrada em Londrina, André Silveira, responsável pelo estande, lembrou que “a Expolondrina é um símbolo para o município, e fundamental para todos os setores. As pessoas estavam ansiosas por um evento dessa magnitude. Com a Integrada não poderia ser diferente, pois está presente na feira há 22 anos. Nosso foco foi oferecer tecnologia, boas práticas de manejo e lançamentos, para agregar nosso imenso portfólio com máquinas exponenciais”.

Recursos próprios - Silveira observou que os negócios foram direcionados para linhas de crédito com recursos próprios. “Os excelentes preços das commodities permitiram um resultado surpreendente, com mais de R$13 milhões em aquisições, além do pós-feira. A Expolondrina é mesmo um ambiente mágico”, disse André.

Maior - A Integrada ergueu o maior estande de máquinas na Expo, e apresentou o maior pulverizador da categoria nacional, o Stronger HD, 4 mil litros, com até 50 metros de barra. Entre os lançamentos, a semeadeira Select 35 e 41 linhas, o Boxer 4×4 e a nova plataforma de milho, da Eagle. “E, oferecemos tecnologias embarcadas, como pilotos automáticos, GPS, taxas variáveis, corte linha a linha e bico a bico para os pulverizadores, um show”, relata o gestor.

Importância - O diretor presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, celebra a importância da Expo, “para o agronegócio, assim como para a Integrada. Dedicamos dois estandes à feira, porque acreditamos no potencial da Expolondrina, e procuramos receber bem o nosso cooperado e demais visitantes, no espaço institucional. Também buscamos proporcionar um ambiente adequado para o fechamento de negócios, no estande de máquinas”, salientou Hashimoto.

Caravanas - Várias caravanas de cooperados Integrada visitaram a Exposição, e tiveram no estande institucional um ponto de encontro e de apoio nos 10 dias de feira, nos quais predominaram o sol e forte calor.

Profissionais - Além do viés focado em negócios e divulgação da marca Integrada, a Exposição de Londrina valorizou os profissionais da cooperativa, através da agenda técnica e de inovação programada.

Convidada - A coordenadora de sustentabilidade da Integrada, Ana Lúcia de Almeida Maia, foi uma das convidadas no evento sobre ESG, Governança Social, Ambiental e Corporativa, promovido pelo Escritório Araúz e Advogados Associados. O encontro aconteceu no Pavilhão Smart Agro e reuniu, ainda, a advogada Rafaela Parra, organizadora, e o diretor jurídico da Adama Brasil, Ricardo Barros, para um público atento.

Projeto Propriedades Sustentáveis - Ana Lúcia apresentou o Projeto Propriedades Sustentáveis, adotado pela cooperativa, e afirmou que “a ideia é implementar o conceito de ESG de forma que faça diferença onde a Integrada atua”.

Rodada de Negócios - Outra oportunidade para troca de informações na programação da Expo, aconteceu na Rodada de Negócios promovida pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, também no Pavilhão Smart Agro. O coordenador de projetos estratégicos da Integrada, Pedro Malanga, representou a cooperativa.

Startups - O evento reuniu startups dedicadas a encontrar soluções voltadas para o agronegócio, e empresas interessadas nas propostas. A Integrada estreitou contatos com startups que oferecem monitoramento inteligente de silos, e consultoria para crédito de carbono.

Modelo - Malanga aprovou o modelo de aproximação entre as duas pontas, “por permitir agilidade no contato e na apresentação dos projetos. Após a feira, estamos avaliando com mais detalhes as iniciativas”, pontuou.

Parcerias Cocriagro e BRDE - A Integrada acompanhou a inauguração do hub de inovação Cocriagro, dentro do Parque de Exposições. A cooperativa é uma das investidoras no projeto, junto com o Sicredi União PR/SP, e a empresa Inquima. Startups e empresas conectadas em soluções para o agronegócio têm o espaço como ponto de encontro e referência.

Melhor caminho - O gerente de planejamento estratégico da Integrada, André Galletti, conta que “a Integrada escolheu o Cocriagro para atuar fisicamente nessa conectividade com startups, e outros stakeholders, pois acredita que é o melhor caminho para desenvolver soluções para o cooperado. Também, esperamos atingir nossos objetivos estratégicos e andar à frente na temática da inovação, fortalecendo a cooperativa e todo o ecossistema da região de Londrina”.

Liberação de recursos - E a agenda intensa da Integrada na Expolondrina incluiu a participação na liberação de recursos pelo BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. O Banco liberou para a cooperativa R$50 milhões, destinados a equipamentos que envolvem a melhoria da estrutura da cooperativa, em diversas unidades. Outra parte do recurso vai compor linha de crédito a ser absorvida em futuros investimentos.

Assinatura - O documento foi assinado na sede da SRP – Sociedade Rural do Paraná, dentro do Parque de Exposições, pelo diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, além do diretor presidente da Integrada, Jorge Hashimoto. Acompanharam o momento oficial, representantes da cooperativa e do Banco de fomento.

Agenda técnica na Expo - Especialistas do setor de nutrição para peixes, e cooperados e cooperadas Integrada, participaram do 19º Seminário Estadual de Aquicultura, que aconteceu durante a Expolondrina. Organizado pela AnpaquI – Associação Norte Paranaense de Aquicultores, o evento foi uma oportunidade para troca de informações e reciclagem para os produtores de peixes.

Presença feminina - Entre associados e associadas da Integrada, a presença feminina prevaleceu. Tiaki Horiye, Fernanda Azoia e Cleo Ferro, gostaram da atualização na atividade e aproveitaram para valorizar a ração produzida pela Integrada, que alimenta, especialmente, as tilápias que criam no Norte no Paraná. Todas são clientes há vários anos, e “alta qualidade, conversão satisfatória e sanidade” foram algumas qualidades da ração Fish, destacadas pelas criadoras.

Avaliação - O criador Lucas Pinz também com criatórios no norte paranaense, aproveitou para avaliar a importância da nutrição na relação custo-benefício da atividade. “A margem (de retorno) da piscicultura é muito curta, o que exige investimento no produto certo, por isso, só compro a ração Integrada”, declarou o produtor.

Encontro de Produtores de Leite - Como parte da agenda técnica, a Integrada apoiou, ainda, o Encontro de Produtores de Leite, promovido pelo IDR-PR – Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná.

Café Coperatto conquista a Mercosuper - A Integrada participou, também, de uma das principais feiras do segmento supermercadista, a Mercosuper, que aconteceu no Expotrade Convention Center, em Pinhais/PR, na RMC – Região Metropolitana de Curitiba. A estrela foi o café Coperatto, no mercado varejista há pouco mais de um ano, com blend aprovado por consumidores em mais de 250 pontos de venda, no Paraná e São Paulo.

Avanços - O supervisor comercial da Integrada, Heitor Balarini, comemora os avanços do Coperatto na Mercosuper. “Comercializamos em venda direta mais de 11 toneladas no evento. Batemos o recorde em positivações e sell out, e nossa expectativa é fecharmos perto de meio milhão de reais em faturamento”, antecipa Heitor, que ainda contabiliza o sucesso da feira.

Novos clientes - O supervisor acrescenta que foram concretizados 17 novos clientes, e há vários outros negócios em prospecção. “Foi uma excelente vitrine para o nosso produto, inclusive para clientes que desejavam ter o Coperatto em suas lojas”, afirma Heitor.

Sucesso - Para o consultor de vendas, Ricardo Araújo, o Carneiro, a participação do café Coperatto e da Integrada na Mercosuper foi muito importante, “com sucesso de vendas no varejo, no Norte do Paraná é já prevendo contas em Curitiba. Nós tivemos grandes oportunidades de contato com redes de supermercados, e deixamos contas prospectadas para o pós-feira. Foi fundamental apresentar o Coperatto em um evento no qual participam grandes players do mercado. E, foi excelente ver nosso produto tão jovem receber feed back muito positivo”.

Nutrição animal em alta - A Integrada acompanha e tem contribuído para a evolução do mercado pet, com a oferta de alimentos em várias linhas, como a Brusky Premium e Brusky Todo Dia. A gerente comercial da Integrada, Patrícia Climaco, informou que “a Mercosuper foi uma oportunidade fantástica de expansão das marcas, através de contatos com representantes comerciais da região metropolitana de Curitiba. Uma das possibilidades, é a distribuição da linha pet em supermercados. Estamos conversando com prováveis clientes de grandes redes, e com fornecedores de prestação de serviço e de matéria prima. Muito produtiva a feira”, avalia Patrícia.

Superpet - A Superpet, feira específica para o setor de animais de companhia, que reúne os segmentos de alimentação, acessórios e produtos veterinários, aconteceu no Expo Dom Pedro, em Campinas/SP. A Integrada também apostou no evento, com um estande movimentado. Entre visitantes e prováveis novos clientes, o espaço recebeu distribuidores em âmbito nacional de, pelo menos, sete estados. Patrícia Climaco revela que “no Pará, Maranhão, Amazonas e Mato Grosso do Sul, as conversas estão adiantadas, com boa perspectiva de fechamento de negócios”.

Celebridades - O estande da Integrada recebeu “celebridades”, como dogs e cats “influencers”, com perfis em redes sociais, que se alimentaram das rações da cooperativa, sem deixar um grão para trás. “Esse tipo de ação potencializa as marcas, pois os pets famosos têm muitos seguidores”, explica Patrícia.

Lojistas - A gestora acrescenta, “recebemos, também, diversos lojistas da Grande São Paulo e interior. A região de Campinas é estratégica para ampliação da venda direta, portanto, estamos prospectando redes com quatro a 10 lojas nessa extensão. Há muito trabalho pela frente, e muito otimismo também”, compartilha Patrícia.

Intensidade - A gerente qualificou os dias nas feiras Superpet e Mercosuper como “muito intensos, nossas equipes se empenharam para aproveitar ao máximo os eventos. Fechamos parcerias em novas áreas de atuação, recebemos em nossos estandes muitos empresários, distribuidores, lojistas, veterinários de pequenos animais. Estamos em plena expansão e, participar de eventos desse porte, é indispensável para a divulgação do nome da Integrada e de nossas marcas para todo o Brasil”, sentencia Patrícia.

Planejamento e participação - O planejamento e participação em três feiras, de forma simultânea, em locais diferentes, exigiu habilidade, agilidade e expertise de vários setores da Integrada, como no Marketing e Comunicação. A coordenadora do setor, Patrícia Fígaro, falou sobre a experiência. “A iniciativa de participar dos eventos Expolondrina, Mercosuper e Superpet, configura uma estratégia importante para exposição das marcas institucionais e de nossos produtos e serviços, leva a efeito a transferência de tecnologia, além de aproximar a cooperativa de seus clientes e prospects, alavancar a participação no varejo e fortalecer o relacionamento com a imprensa. As feiras foram um sucesso. Nossos times estiveram engajados e dedicaram inúmeros esforços para que os resultados alcançados fossem significativos para os negócios da Integrada, para os parceiros, clientes e cooperados. O cooperativismo de resultado é uma de nossas diretrizes e está presente nas ações que implementamos ao longo de todo o ano”, comemora a gestora.

Visibilidade - Jorge Hashimoto, destaca a visibilidade que a presença nas feiras possibilita à cooperativa, assim como, o alto potencial para prospecção e fechamento de negócios. “Estamos reforçando a marca da Integrada no mercado varejista, assim como nossos produtos, como forma de crescer nesse setor”, finaliza. (Imprensa Integrada)

 

INTEGRADA II: Presente na Anufood com suco concentrado de laranja

O suco concentrado de laranja da Integrada expandiu ainda mais suas fronteiras, para além dos 30 países clientes do produto. De 12 a 14 de abril, especialistas da cooperativa visitaram a All About Food, ou Anufood Brazil, feira internacional, exclusiva para o setor de alimentos e bebidas. O evento aconteceu no São Paulo Expo, em São Paulo/SP.

Tomadores de decisão - A terceira edição da Anufood Brazil permitiu se colocarem frente a frente com os principais tomadores de decisão de distribuidores, atacadistas, redes de restaurantes e franquias, redes hoteleiras, empórios e grandes redes de supermercados de todo o Brasil, com expositores de 17 países. Os compradores foram em busca de lançamentos e tendências nos setores de alimentos e bebidas.

Foco - O especialista comercial da Integrada, Wagner Gund, junto com o gerente comercial, Samuel Tomaz da Silva, viajaram para a capital paulista focados em apresentar as qualidades e certificações do suco concentrado de laranja da Integrada, criar e estreitar contatos, e buscar novos compradores.

Novos clientes - “Prospectamos novos clientes e realizamos algumas reuniões com representantes comerciais. Também estreitamos relacionamento com Câmaras de Comércio e Embaixadas de países como Alemanha e Sri Lanka”, informou Wagner. A visita rendeu, ainda, uma parceria com a Apex-Brasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.

Agro.BR - A CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, participou da feira com um estande, que abrigou o projeto Agro.BR, iniciativa desenvolvida em parceria com a Apex-Brasil. Foram selecionados 14 empreendedores rurais do projeto, que apresentaram seus produtos a potenciais compradores internacionais. “Nosso objetivo foi inserir o pequeno e médio produtores no mercado externo. A feira é uma ótima oportunidade para esse contato”, afirmou o coordenador de promoção comercial da CNA, Rodrigo da Matta.

Estratégia de mercado - Para o gerente comercial da Integrada, Samuel Tomaz da Silva, “decidimos participar da Anufood como uma estratégia de mercado, até porque, o suco de laranja concentrado da Integrada é praticamente 100% comercializado no mercado externo. Outro ganho foram os inúmeros contatos, inclusive com a Apex, que financia ou subsidia eventos, o que é muito interessante”, avaliou Samuel.

Ativo de valor - Outro ativo de valor da Integrada foi divulgado pelos representantes da cooperativa na Anufood. Os derivados produzidos na indústria de milho, que já são comercializados, em boa parte, para o mercado externo. “Entregamos amostras que serão enviadas para novos destinos, na África. É preciso sair de casa, para entender e enxergar o mercado. A ideia é alargar as fronteiras, buscando mais países para comercializar o suco”, informou Samuel. (Imprensa Integrada)

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COACIPAR: Apoio do Estado muda a realidade de cooperativa familiar do Noroeste do Paraná

1coacipar 22 04 2022As ações do Governo do Estado, com suporte técnico e apoio financeiro, estão mudando a realidade das pequenas cooperativas e associações agrícolas do Paraná. É o caso da Cooperativa de Agricultura Familiar e Solidária do Paraná (Coacipar), de Paranavaí. Beneficiada por linhas de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e pelo Programa de Apoio ao Cooperativismo da Agricultura Familiar do Paraná (Coopera Paraná), ergueu uma planta industrial na cidade, avança no mercado interno com a marca própria de suco de laranja, a Jui Citrus, e chega a cada vez mais países na Europa com os galões de polpa da fruta.

Visita - Em passagem pela região Noroeste, o governador Carlos Massa Ratinho Junior visitou a sede da cooperativa na quarta-feira (20/04). “O Coopera Paraná ajudou essa cooperativa familiar a crescer, a industrializar seu produto. Ao invés de apenas vender a laranja na feira, eles podem agora comercializar o suco, agregando valor ao produto final. Com isso, geram emprego e renda para a região toda e levam o nome do Paraná para o mundo todo”, afirmou o governador.

Cooperados - A Coacipar é formada por 56 cooperados. Conta com 45 funcionários durante a maior parte do ano. Número que salta para mais de 120 no período da colheita. Graças à conquista de diferentes selos internacionais, a associação tem a exportação como principal atividade. Foram 500 toneladas de polpa de laranja no ano passado.

Suíça - “A Suíça é um dos nossos principais mercados. Por causa das chancelas de qualidade, nossa laranja tem de ser toda rastreada. Por meio de um processo de vaporização, tiramos toda a água do suco. O que sobra é a polpa, 100% integral. Esse processo nos permite vender mais caro o produto final justamente em razão da qualidade”, contou o presidente da cooperativa, Ederson Colussi. “Enquanto isso, com o suco tradicional, queremos chegar a cada vez mais estados do País. Hoje estamos avançando no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul”, acrescentou.

Primeiro contato - Ele explicou que o primeiro contrato com o Coopera Paraná, de R$ 380 mil, ajudou a renovar o maquinário. Processo que terá continuidade neste ano com um novo acordo, de valor semelhante, que está em fase final de conclusão. O Estado colaborou ainda, por meio do BRDE, com a construção da planta industrial da fabricante de sucos, finalizada em 2020.

Projetos importantes - “São projetos muito importantes do Governo do Estado, que nos ajudaram e estão nos ajudando a crescer, desenvolver. Queremos continuar com a parceria porque quem ganha com isso é o Paraná”, destacou Colussi.

Coopera - O programa Coopera Paraná, organizado e coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), tem, entre seus objetivos, o fortalecimento das organizações da agricultura familiar para se tornarem cada vez mais instrumentos de melhoria da competitividade e da renda. Ele prioriza ações de assistência técnico-gerencial, capacitação de dirigentes, técnicos e quadro social, e promoção à comercialização e acesso a mercados. Os trabalhos são realizados em parceria entre órgãos públicos e privados.

Apoio financeiro - O apoio financeiro também faz parte do Coopera Paraná. O edital publicado no ano passado, por exemplo, previu limite mínimo de R$ 100 mil e máximo de R$ 250 mil por projeto apresentado por associação e de R$ 100 mil a R$ 600 mil por cooperativa da agricultura familiar. Aquelas que foram apoiadas no primeiro edital, de 2019, puderam receber apoio complementar até o limite de R$ 600 mil para as associações, enquanto as cooperativas podem receber apoio até R$ 800 mil, como é o caso da Coacipar.

Propósito comum - “O Estado possui quase 200 pequenas cooperativas e dezenas de associações que nasceram em torno de um propósito comum e que precisam de capital para a execução de sua finalidade. Por isso lançamos esse programa, para oferecer créditos para o setor de forma gratuita”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “É nossa missão ajudar a se tornarem atores no processo de construção de um Estado capaz de gerar renda e empregos”.

Transferência - O recurso é transferido diretamente para as entidades beneficiárias. “A gente prefere que a maior parte seja investida em recolhimento, processamento e agregação de valor”, afirmou o secretário. “Para levar o dinheiro é preciso fazer uma boa proposta, mas também quem privilegia a produção agroecológica e orgânica e quem tem em vista a inclusão de jovens, mulheres, indígenas e quilombolas pode ter um diferencial no momento de classificação do projeto”.

Critérios - Há critérios a serem obedecidos para avançar no Coopera Paraná. Para que os projetos de negócios sejam considerados aptos precisam, entre outras exigências, envolver no mínimo 20 agricultores e as entidades que os representam ter pelo menos 50% mais um dos associados ou cooperados enquadrados na categoria de agricultores familiares. Em relação à matéria-prima, também há necessidade de 50% a ser processada ter origem nas entidades.

Liberação - Depois de analisados os projetos, os recursos são liberados com a assinatura de termos de fomento. A partir daí, é possível, entre outras ações, implantar, ampliar ou fazer reformas em construção civil, comprar câmaras frias, máquinas, cozinhas, ou aplicar em equipamentos capazes de agregar valor ao produto. Posteriormente, cada uma das entidades beneficiadas presta contas do uso dos recursos aos órgãos de controle.

Primeiro edital - O primeiro edital, lançado em 2019 e com início de aplicação em 2020, destinou R$ 30 milhões como apoio às cooperativas e associações. Em 2021/2022 estão sendo destinados mais R$ 31,5 milhões. “É por meio da agricultura e do pequeno agricultor que o Paraná avança e dá certo”, ressaltou Ratinho Junior.

Presenças - Participaram da visita o chefe de gabinete da governadoria, Darlan Scalco; e os deputados estaduais Tião Medeiros, Soldado Adriano José, Márcio Nunes e Luiz Cláudio Romanelli. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Assessoria Parlamentar

 

NA FPA: Diretora-geral da OMC encoraja setor produtivo a mostrar o agro brasileiro ao mundo

fpa 22 04 2022Na segunda-feira (18/04), durante visita de cortesia à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala, ressaltou a vocação brasileira para alimentar o mundo. Ngozi disse aos parlamentares membros da bancada e a representantes de entidades ligadas ao Instituto Pensar Agropecuária (IPA), temer por uma “crise de fome sem precedentes”, provocada pela guerra na Ucrânia.

Desafiador - O fornecimento de alimentos já era considerado desafiador no final de 2021. Agora, o cenário é ainda mais preocupante. Com a guerra em campos ucranianos, os impactos mais imediatos têm sido o aumento nos preços de alimentos, energia e fertilizantes, dos quais a Rússia e a Ucrânia são grandes fornecedores para o mercado internacional.

Papel fundamental - Para ajudar a frear a alta global de preços e evitar o aprofundamento da presente crise alimentar, a diretora-geral da OMC destaca que o Brasil terá papel fundamental na ampliação do mercado mundial de alimentos, e por consequência, na segurança alimentar da humanidade.

Desafios - “Eu sei que o mundo não sobrevive sem a agricultura brasileira. Precisamos pensar nos desafios futuros, não só do Brasil, mas do mundo todo”, disse Ngozi, que ressaltou o potencial produtivo e sustentável do setor agropecuário brasileiro. “Estou animada sobre o que o Brasil tem a dizer sobre a área ambiental e as tecnologias produtivas com potencial de descarbonização,” completou a diretora-geral da OMC.

Potencial de crescimento - O deputado Zé Silva (SD-MG), coordenador da Comissão de Comunicação da FPA, ressaltou o potencial de crescimento do agro no Brasil. “O mundo tem 3 desafios: o conhecimento, a economia verde e a tecnologia. No século 20 o conhecimento foi passado pela ciência, no século 21 é a velocidade que vai trazer essa tecnologia. O Brasil, felizmente, terá investimento para que nossos produtores trabalhem menos fisicamente e aumentem a produtividade de seus campos.”

Sustentável - O parlamentar enfatizou que a agropecuária brasileira é sustentável e possui técnicas que asseguram a segurança alimentar. “Em relação às nossas lavouras, quando se trata de utilização de pesticidas por tonelada, o Brasil é o 13º do mundo. Quando se fala de hectare, o Brasil é o 7º”, pontuou Zé Silva. “Mesmo com pouco subsídio, os produtores brasileiros são competitivos, produzindo com menos pesticida, e acessando mais de 200 mercados com qualidade e eficiência”, reforçou Zé Silva.

Realidade - Deputado pelo estado do Pará, e vice-presidente da Região Norte da FPA, Paulo Bengston (PTB-PA) atentou à comitiva da OMC para a realidade do setor na região amazônica. “As pessoas precisam comer, vender seus produtos, e o Brasil tem feito isso de uma maneira fantástica, preservando a Amazônia, que tem mais de 80% de área preservada”.

Visão - Bengston chamou atenção para a forma que os demais países enxergam a produção de alimentos brasileira. “Insistimos nisso, pois o mundo nos olha de maneira diferente. E desejamos que o Brasil seja visto como é realmente”.

Legislação rígida - Já o deputado Nelson Barbudo (PL-MT), vice-presidente da Região Centro-Oeste da FPA, informou à diretora-geral da OMC que a legislação brasileira é rígida em relação à proteção ambiental. “Nosso Código Florestal é o mais severo do planeta, nossos agricultores produzem com responsabilidade. É preciso difundir para o mundo que o Brasil não é o responsável por destruir a natureza”, destacou.

Reconhecimento - Ngozi reconheceu que as práticas brasileiras são sustentáveis. “Acredito que às notícias precisam ser melhor transmitidas. O tipo de conhecimento de práticas sustentáveis que vocês usam não são as utilizadas no resto do mundo, o que vocês estão mostrando não é visto de forma tão sustentável”, explicou.

Encorajamento - “Encorajo vocês a falarem disso para que seja repetido para o mundo, que aqui existem boas práticas. O que ouvi hoje é muito interessante, incentivo vocês a continuarem com essa pegada, e serem ambientalmente responsáveis,” finalizou.

Riqueza enorme - O presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Nilson Leitão, destacou que o Brasil é sem dúvida um país com uma riqueza enorme e tem muito a apresentar para o mundo. “Somos ecologicamente corretos, economicamente viáveis e nosso produtor é o verdadeiro ambientalista.”

Missão - O IPA e as entidades do setor agropecuário brasileiro foram convidados pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) para uma missão junto à OMC com o intuito de apresentar dados relacionados à produção de alimentos no Brasil.

Recado ao mercado mundial - No encontro, o diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), Ibiapaba Netto, apresentou uma carta à diretora-geral da OMC, em nome do IPA, com demandas do setor acerca de temas como: sistemas de diligência devida; reconhecimento da agricultura tropical como modo sustentável de produção; ofertas de insumos; e recomposição do órgão de apelação da OMC.

Segurança alimentar global - A carta observa que o comércio internacional tem um papel importante na segurança alimentar global, por meio do abastecimento de alimentos em escala e preços acessíveis para diferentes povos. “Em nome de todas as associações do IPA, entendemos que a OMC tem papel fundamental em diversos modelos de produção no mundo todo,” disse Tatiana Campos, diretora de Relações Internacionais da CitrusBR.

Aberto - “É necessário que o comércio de alimentos e insumos continue aberto para que a crise não vire global. Precisamos garantir a segurança alimentar e evitar maiores impactos,” ponderou Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da CNA.

Um país tropical - País com maior área tropical do planeta, o Brasil gera US$ 139 bilhões por ano em suas propriedades rurais. É o 4º maior exportador de produtos agropecuários, com quase US$ 101 bilhões anuais, atrás de União Europeia, Estados Unidos e China. Lidera as exportações de carne bovina (US$ 7,4 bilhões), frango (US$ 7,4 bilhões), suco de laranja (US$ 1,8 bilhão), soja (US$ 28,6 bilhões), açúcar (US$ 7,4 bilhões) e café (US$ 5,6 bilhões).

Papel do Brasil - O representante do Brasil na OMC, o embaixador Alexandre Parola, ressaltou o papel do Brasil no comércio mundial e na segurança alimentar como potência agrícola mundial. “O país colabora para a alimentação de uma em cada 10 pessoas no planeta. O Brasil, com apoio da FPA, renova o compromisso de seguir contribuindo para a segurança alimentar global. Temos uma das legislações ambientais mais desenvolvidas do mundo,” disse.

Guerra - “Estamos diante de uma crise alimentar de escala global, por razões de guerra. Temos convicção que o Brasil tem os atributos para mostrar suas qualificações nas questões verdes, com programas de recuperação de terras degradadas, redução de metano e medidas que fazem do nosso agro eficiente e sustentável,” frisou o embaixador Sarquis José.

Perfil - Ngozi Okonjo-Iweala assumiu o comando da OMC em março de 2021, e tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo de Diretora-Geral da entidade. Antes, foi ministra de finanças da Nigéria (2003-2006 e 2011-2015) e ministra de Relações Exteriores em 2006. Tem uma carreira de 25 anos no Banco Mundial, onde chegou ao posto de número 2 da entidade. É formada pela Universidade de Harvard e tem doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT). (FPA)

FOTO: FPA

 

PRONAF: Governo abre crédito suplementar para equalizar dívidas de Planos Safras de anos anteriores

pronaf 22 04 2022A Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia publicou, na quarta-feira (20/04), uma Portaria abrindo crédito suplementar no valor de R$ 1,52 bilhão para suportar a equalização de operações de crédito rural do estoque de dívidas do crédito rural. Os recursos serão utilizados para o pagamento da equalização de dívidas contratadas em Planos Safras de anos anteriores, tanto para custeio, investimento ou no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Sem relação - Os recursos liberados na quarta-feira não estão relacionados com a suspensão das novas contratações com recursos equalizáveis pelo Tesouro Nacional, correspondentes ao Plano Safra 2021/2022, que ainda dependem da aprovação pelo Congresso Nacional do PLN 1/2022, que prevê R$ 868 milhões para essa finalidade.

Reabertura - “Essa aprovação é crucial para a reabertura das linhas do Plano Safra 2021/2022 que estão suspensas. Nós temos represados cerca de R$ 24 bilhões em linhas de crédito que dependem desse PLN”, diz Wilson Vaz de Araujo, Diretor de Políticas de Financiamento ao Setor Agropecuário, da SPA/Mapa. (Mapa)

FOTO: Joelson Lucas / AEN

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Paraná fortalece cultura de kiwi e alcança maior Valor Bruto de Produção do Brasil

conjuntura agropecuaria 22 04 2022O kiwi não é uma fruta acompanhada sistematicamente nas estatísticas nacionais oficiais de produção. Mas, de acordo com o Censo Agropecuário 2017, do IBGE, que pela primeira vez apresentou alguns dados, o Paraná apareceu como detentor do maior Valor Bruto de Produção (VBP) da cultura no País. Esse é um dos assuntos analisados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 15 a 21 de abril.

Área cultivada - A pesquisa do IBGE apontou que a fruta foi cultivada em 422 hectares de 296 estabelecimentos rurais e resultou em 5,6 mil toneladas. O VBP gerado atingiu R$ 12,9 milhões, dos quais o Paraná foi responsável por 49,6%. O Estado é seguido por Rio Grande do Sul, com 33,6%; e Santa Catarina, com 16,2%.

Acompanhamento - O boletim cita que, no Paraná, o Deral acompanha a cultura desde meados de 2000. Nos últimos dez anos, os produtores de kiwi ocuparam, em média, 200 hectares, e colheram em torno de 3 mil toneladas. O VBP paranaense para a fruta, em 2020, alcançou R$ 13,5 milhões. Foram produzidas 2,9 mil toneladas em 193 hectares.

Destaque - O destaque ficou para o município de Antonio Olinto (Sul), que detém 20,4% da produção, seguido de Araucária (RMC), com 18,2%, e Mallet (Centro-Sul), com 17%. Além deles, outros 25 municípios produzem a fruta comercialmente.

Comercialização - Nas unidades da Ceasa no Paraná foram comercializadas, no ano passado, 901,4 toneladas, vindas principalmente da Itália (23,6%), Paraná (17%) e Argentina (16%). A movimentação de recursos chegou a R$ 11,8 milhões.

Milho e trigo - O documento elaborado pelo Deral destaca ainda que o clima foi favorável ao desenvolvimento da segunda safra de milho no Paraná até agora. Se confirmar a previsão de poucas chuvas e temperaturas amenas para os próximos dias, as boas condições persistem.

Menos volátil - Sobre o trigo, o boletim relata que abril vem se mostrando menos volátil para as cotações de preços e o câmbio. Com isso, os valores recebidos pelos triticultores se aproximam daqueles anteriores à intensificação do conflito na região do Mar Negro. Na semana passada, a cotação média da saca ficou em R$ 93,54 no Paraná, 4% menor que em março.

Pecuária e apicultura - O documento faz também uma análise da produção de leite no Paraná, segundo colocado no Brasil, atrás de Minas Gerais. O Sudoeste do Estado se destaca. No varejo, o preço do leite longa vida subiu para R$ 4,48, alta de 12% em relação ao mês anterior. Já para o produtor, a alta foi de 8%, cotado a R$ 2,27 o litro.

Exportação - O Boletim de Conjuntura Agropecuária apresenta ainda o panorama de exportação de mel in natura, de acordo com os dados do Agrostat Brasil. No primeiro trimestre de 2022 foram enviados para o Exterior 8.137 toneladas, volume 40,61% superior ao obtido no mesmo período de 2021. No entanto, o faturamento em dólar foi de US$ 30,798 milhões, 32,33% menor que igual período do ano anterior.

Outros produtos - Ainda são apresentadas informações sobre o início da colheita da segunda safra de batata, que já alcançou 25%. Do feijão, os dados são de bom desenvolvimento da segunda safra, mas acompanhados da preocupação de possível frente fria e eventual geada, pois a cultura está em fase suscetível ao fenômeno.

Soja - Sobre a soja, a colheita entra na fase final e atinge 96% da área. Restam as lavouras mais ao Sul do Estado, que devem ser colhidas até o final de abril. Ao tratar da mandioca, o documento registra que o Paraná teve redução contínua de área nos últimos anos. Para a atual safra, a diminuição foi de 2%, com 131 mil hectares plantados. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Gilson Abreu

 

SERASA: 15,8% dos produtores rurais estavam inadimplentes em março

serasa 22 04 2022Um estudo feito pela Serasa Experian apontou que 15,8% dos produtores rurais em estados brasileiros voltados ao agronegócio estavam inadimplentes no mês de março. O estudo foi realizado nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Queda - O Estudo de Inadimplência do Produtor Rural da Serasa Experian revelou que, em comparação ao estudo anterior, feito em junho de 2021, esse número apresentou queda de 0,1 ponto percentual, o que pode ser considerado estabilidade. O número de inadimplentes entre os produtores rurais é bem inferior ao que é registrado na população adulta em geral, que fica em torno de 40%.

Agronegócio - “O agronegócio, um dos principais motores da economia no país, continuou gerando empregos e renda neste período, contando também com preços favoráveis à comercialização de seus produtos. Os ganhos dos produtores se mantiveram ou até cresceram em alguns casos, fazendo que muitos conseguissem pagar as contas, mitigassem riscos e evitassem a inadimplência”, disse Marcelo Pimenta, Head de Agronegócio da Serasa Experian.

Menor renda - De acordo com o levantamento, a inadimplência foi maior entre os produtores de menor renda. Os produtores rurais que ganham acima de R$ 10 mil mensalmente possuem o menor percentual de negativação (12,2%). Já os que tinham renda entre R$ 2 mil e R$ 4 mil apresentaram a maior taxa de inadimplência: 19,3%. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 

IBRE/FGV: Economia cresceu 0,6% em fevereiro, aponta Monitor do PIB

ibre fgv 22 04 2022A atividade econômica em fevereiro cresceu 0,6% em relação ao mês anterior. Já no trimestre móvel encerrado em fevereiro, comparado ao finalizado em novembro, a alta ficou em 1,1%. Na comparação interanual, a economia cresceu 1,2% em fevereiro. Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB no primeiro bimestre de 2022, em valores correntes, foi de R$ 1,3 trilhão. As informações são do Monitor do PIB-FGV divulgado na quarta-feira (20/04) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE/FGV).

Serviços - A coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, informou que o crescimento da economia brasileira em fevereiro ainda pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho do setor de serviços, que se mantém, em praticamente todos os meses, desde meados do ano passado, com variação interanual acima da verificada na agropecuária e na indústria.

Crescimento - “Mesmo considerando a variação em fevereiro, frente a janeiro, o desempenho do setor também foi de crescimento. Por ter sido o mais impactado pela pandemia, a fraca base de comparação apresentada no setor de serviços favorece o seu bom desempenho atual”, disse.

Outros fatores - Juliana Trece destacou, no entanto, que apesar dos resultados mostrarem o setor de serviços como fundamental para o desempenho da economia no início deste ano, outros fatores podem interferir nos resultados.

Combo - “O combo inflação, juros e desemprego elevados podem prejudicar a sustentação do crescimento da atividade de serviços no decorrer do ano e, consequentemente, do próprio PIB”, acrescentou.

Consumo das famílias - Também no trimestre móvel encerrado em fevereiro, o consumo das famílias registrou alta de 2,1%, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a FGV, pelo quinto mês consecutivo o componente de serviços foi o único a apresentar taxas positivas que foram influenciadas, principalmente, pelo desempenho dos segmentos de transporte e de outros serviços (serviços de alojamento, alimentação e domésticos). Já no consumo de bens duráveis, houve recuo de 8,6%.

FBCF - A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) subiu 0,4% no trimestre entre dezembro e fevereiro, se comparado ao mesmo trimestre de 2021. Entre os componentes somente o de máquinas e equipamentos teve recuo, nesta comparação. Segundo o Monitor, as quedas disseminadas entre diversos segmentos deste componente explicam o desempenho, com destaque para os caminhões, outros veículos e outras máquinas e equipamentos.

Exportação - A exportação avançou 12,5% no trimestre móvel concluído em fevereiro na comparação com o mesmo período do ano passado. As exportações de produtos agropecuários foram as principais influências para o crescimento. Em movimento contrário, as exportações de produtos da extrativa mineral apresentaram retração, na mesma comparação.

Importação - A importação recuou 2,1% no trimestre móvel e encerrado em fevereiro em comparação semelhante. O desempenho de bens de capital e de bens intermediários, que caíram 20,1% e 5,7%, impactaram as importações. A importação de produtos agropecuários teve retração de 17,8%. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ORÇAMENTO: LDO pode ficar para o final do ano, avalia consultor

orcamento 22 04 2022A elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2023 deve atrasar e a expectativa é que o documento só fique pronto no segundo semestre. É a avaliação de Otávio Gondim, consultor legislativo do Senado na área de orçamento público. Ele lembra que a Comissão Mista de Orçamento (CMO) ainda não foi composta para este ano.

Disputa com outras pautas - “Não acho exagero imaginar que a CMO seja instalada sem tempo para a tramitação da LDO no primeiro semestre. No segundo, como é período pré-eleitoral, a atividade legislativa costuma se concentrar em poucas datas, e a LDO vai disputar espaço com outras pautas. É muito provável que a aprovação seja remetida para o final do ano, junto com o orçamento”, disse ele em entrevista à TV Senado.

Proposta - O Congresso Nacional recebeu do Executivo a proposta da LDO (PLN 5/2022) na semana passada. Segundo a Constituição Federal, a LDO deve ser aprovada antes do recesso parlamentar, que começa em 17 de julho. Porém, isso aconteceu apenas três vezes nos últimos nove anos. Em quatro ocasiões a aprovação veio apenas em dezembro, junto com a Lei Orçamentária Anual (LOA), cujo texto a LDO deve embasar.

Fatores - Gondim explica que um dos fatores que devem complicar a LDO em 2022 é a perspectiva do resultado da inflação do ano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o que define o reajuste do teto de gastos para o ano seguinte. Sem esse valor, o Congresso não sabe em quanto pode aumentar as despesas do orçamento.

Controvérsia - “Há uma controvérsia entre os atores de mercado e o governo. O governo tem insistido em indicar que o IPCA deste ano não deve ultrapassar 6,7%, enquanto o mercado já aproxima a expectativa de 7%. Isso importa muito no orçamento. Com o teto aumentado, vamos ter mais gasto primário, o que vai dificultar o cenário fiscal, que já é desafiador”, afirmou.

Inseguranças fiscais - Em entrevista coletiva no início da semana, o secretário especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, falou sobre as inseguranças fiscais suscitadas pela persistência da pandemia de covid-19 e pela guerra na Europa. Na versão da LDO remetida para o Congresso, o governo federal não prevê aumento real para o salário mínimo ou para o funcionalismo público.

Déficit primário - O consultor Otávio Gondim lembrou que o país vai para o décimo ano seguido de déficit primário (quando o país gasta mais do que arrecada), mas o prejuízo está menor do que se previa. Ele atribui isso à retomada econômica dos últimos meses, em contraste com o quadro recessivo da pandemia, e à aprovação da chamada “PEC dos precatórios” (ECs 113 e 114).

Impactos de longo prazo - No entanto, se a situação fiscal imediata do país ganhou um alívio, o déficit pode voltar a crescer com os impactos de longo prazo da PEC e com as medidas de controle da inflação pelo Banco Central — a principal delas é o aumento da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 11,75% ao ano.

Reescalonamento - “O déficit poderia ter sido pior. Com a PEC dos precatórios, houve reescalonamento dos pagamentos. Isso gera pressão sobre o endividamento futuro, mas no curto prazo gera um alívio fiscal. Se o resultado primário está menos ruim, com a retomada da inflação o governo começou a aumentar a Selic, e a conta de juros aumentou muito”, argumentou. (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

INSUMOS: Comissão do Senado debate dependência do Brasil de fertilizantes importados

insumos 22 04 2022A dependência brasileira de fertilizantes produzidos no exterior será tema de uma audiência pública marcada para quarta-feira (27/04), às 10h, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).

Debate - Senadores e especialistas vão debater formas de reduzir o problema e analisar os desafios e as restrições para a produção doméstica e a importação de insumos. 

Convidados - A audiência pública deve contar com os seguintes convidados:

José Carlos Polidoro, da Embrapa

Antonio Galvan, da Associação Brasileira dos Produtores de Soja

João Benjamin Parolin, da Associação Brasileira de Indústrias Químicas

Raul Jungmann, do Instituto Brasileiro de Mineração

Ricardo Tortorella, da Associação Nacional para Difusão de Adubos.

Presidência - A CRE é presidida pela senadora Kátia Abreu (PP-TO).

Como participar - O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal eCidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal eCidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis. (Agência Senado)

FOTO: Getty Images / iStockphoto

 

SAÚDE I: Brasil registra 30,3 milhões de casos e 662,5 mil mortes

Noventa e duas pessoas morreram, nas últimas 24 horas, em decorrência da covid-19. Com isso, chega a 662.506 mil o número de pessoas mortas pela doença.De acordo com boletim divulgado na noite desta quinta-feira (21/04) pelo Ministério da Saúde, foram confirmados mais 18.660 casos da doença entre quarta e quinta-feira (20 e 21/04), totalizando 30.330.629 pessoas que tiveram resultado positivo ao fazer exame para identificar o novo coronavírus.

Acompanhamento - O número de pessoas em acompanhamento está em 314.725. O termo é usado para designar casos notificados da doença nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta, nem evoluiu para morte.

Recuperados - Segundo o Ministério da Saúde, 29.353.398 pessoas recuperaram-se da doença, o que representa 96,8% do total de casos confirmados. Há ainda 3.126 óbitos em investigação, o que ocorre nos casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa do óbito ainda demanda exames e procedimentos posteriores.

Vacinação - Até o momento, o Ministério da Saúde contabiliza a aplicação de 410,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 174,4 milhões correspondem à primeiras dose, 153,7 milhões à segunda dose; e 4,83 milhões a doses únicas. Foram aplicadas 73,58 milhões de doses de reforço; e 1 milhão de segundas doses de reforço. Ainda segundo o ministério, 3,16 milhões de doses adicionais foram aplicadas. (Agência Brasil)

 

covid 21.04.22

 

SAÚDE II: Sesa divulga mais 1.947 casos de Covid-19 e 14 óbitos no Paraná

saude II 22 04 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (21/04) mais 1.947 casos e 14 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números não se referem à notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.429.318 casos e 42.838 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril (1.415), março (39), fevereiro (162) e janeiro (307) de 2022; dezembro (1), outubro (4), setembro (4), agosto (3), julho (1), junho (4), maio (1), abril (2) e janeiro (2) de 2021; dezembro (1) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de abril (8), março (1), fevereiro (1) e janeiro (1) de 2022; e setembro (2) e agosto (1) de 2021.

Internados - 131 pacientes com diagnóstico confirmado ou suspeito de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (54 em UTI e 77 em leitos clínicos/enfermaria).

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 14 pacientes. São sete mulheres e sete homens com idades de 29 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 23 de agosto de 2021 e 20 de abril de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Paranavaí (3), Ponta Grossa (2) e Maripá (2), além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Marmeleiro, Maringá, Guaraniaçu, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Curitiba e Cascavel.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 10.859 casos de não residentes no Estado – 233 pessoas foram a óbito. (Agência Estadual de Notícias)

Confira o informe completo.

 

Veja os ajustes no site da Sesa.

 


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