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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5372 | 28 de Julho de 2022

28 DE JULHO I: Sistema Ocepar presta homenagem ao Dia do Agricultor

dia agricultor 28 07 2022Nesta quinta-feira (28/07), celebra-se o Dia do Agricultor, profissional do campo que contribui para produzir um insumo essencial para a sobrevivência de todos: os alimentos. “Nessa data, não poderíamos deixar de prestar homenagem aos agricultores de todo o país, especialmente àqueles ligados às nossas 58 cooperativas agropecuárias. São mais de 188 mil produtores rurais que nos orgulham pelo trabalho que fazem no dia a dia, com muito profissionalismo e dignidade”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Participação - Ele destaca ainda que, no Paraná, o cooperativismo é responsável por cerca de 65% da produção de grãos do Estado. “Em se tratando das principais culturas, os nossos cooperados, juntamente com nossas cooperativas, produzem 70% da soja paranaense, ou seja, 14 milhões de toneladas do grão; 62% do milho, o que representa 9,6 milhões de toneladas do cereal; e 55% do trigo, 1,2 milhão de toneladas. Boa parte dessa matéria-prima é processada pelas unidades agroindustriais das cooperativas, gerando uma renda maior para os cooperados e emprego nas comunidades onde as cooperativas estão instaladas. Dessa forma, o setor contribui com o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado, e isso tudo começa lá na propriedade rural, com os nossos agricultores”, acrescenta Ricken.

A data- O Dia do Agricultor foi instituído pelo então presidente da República, Juscelino Kubitschek, em 1960, com o propósito de comemorar os 100 anos da criação do Ministério da Agricultura, pelo imperador do Brasil D. Pedro II. Em 28 de julho de 1860, Dom Pedro II criou a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Já no início da década de 30, depois de variadas mudanças de nomenclatura, a Pasta passou a se chamar em definitivo de Ministério da Agricultura.

FOTO: Assessoria Coamo

 

28 DE JULHO II: Dia do Agricultor; dedicação ao campo gera alimentos e transformação

O desenvolvimento agrícola e o incentivo à diversificação transformam as propriedades rurais em empreendimentos com alto desempenho produtivo. As regiões oeste e sudoeste do Paraná despontam como verdadeiros exemplos de evolução do movimento agro, que vem ganhando o merecido reconhecimento devido a expressiva participação nos índices econômicos. O PIB (Produto Interno Bruto) Agropecuário representa uma participação superior aos 33% na economia do estado: percentual que beneficia o comércio, a indústria e gera impostos para as cidades.

Atividades - Por menores que sejam, as áreas de terra são utilizadas em diferentes atividades. Para manter a rentabilidade agrícola, os produtores aprenderam técnicas de manejos de animais que são a base da alimentação mundial. O cooperativismo tornou possível o acesso as tecnologias, capacitando produtores rurais para que pudessem implantar as novas fontes de renda. E todo esse resultado só é alcançado devido ao comprometimento do produtor: faça chuva ou faça sol ele se mantém perseverante na lida do campo.

Cooperado - Oranídes Alves de Souza, 84, vive em uma propriedade rural em Nova Aurora, cidade que alcançou R$ 1,4 bilhão de VBP (Valor Bruto de Produção) graças a força do agronegócio. A avicultura é a principal fonte de renda para o produtor rural que alia a experiência da lida diária, com as técnicas apresentadas pela Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata), onde ele e a família são cooperados. “Temos muito amor pelo que fazemos. A gente sempre aprende algo novo e assim melhora o desempenho da nossa atividade. Trabalhar no campo pra mim é tudo. É um prazer ver o desempenho das atividades. Mesmo em épocas difíceis, estamos animados, buscando produzir alimento para as famílias”, diz Oranídes.

Força - A força do agricultor ficou evidente durante a pandemia, quando esses bravos guerreiros não pararam um dia que seja. O Dia do Agricultor, 28 de julho, é motivo de reconhecimento aos produtores que dedicam suas vidas ao campo. “Parabenizamos todos os nossos agricultores pelo esforço, em manter esse trabalho que é muito importante para todos. Só com a dedicação das nossas famílias que trabalham no campo conseguimos alimentar o mundo. Esperamos que essa profissão tenha o merecido reconhecimento e nossos produtores estejam firmes nessa missão”, diz o diretor presidente da Copacol, Valter Pitol.

Pioneira - A Copacol foi a primeira a implantar o modelo integrado de avicultura no Oeste do Paraná: pioneirismo que completou 40 anos e hoje é a sustentação para 788 produtores integrados, como Oranídes. Ao todo são 1.729 aviários distribuídos em várias cidades da região. O exemplo da diversificação serviu para outras atividades, como a piscicultura, que hoje desponta como uma das mais promissoras fontes de proteína animal. O produto paranaense é entregue para supermercados brasileiros e também para outros países, como Líbia, Canadá, Iraque, Paraguai, Aruba, Tailândia, China, Japão e Estados Unidos.

Maior da América Latina - Com a maior produção da América Latina em tilápia, a Copacol investe em uma segunda Unidade de Produção de Alevinos, em Quarto Centenário, dobrando a atual capacidade de reprodução de peixes. “Investimos de maneira constante nas nossas atividades para gerar desenvolvimento no campo. Nosso propósito é gerar transformação na vida dos agricultores da nossa região, que transformam as propriedades em fontes de renda. Nossa atuação completa 59 anos trazendo progresso para a área rural. Vamos continuar com esse ciclo trazendo oportunidades aos nossos cooperados”, diz Pitol.

Evolução - Na suinocultura, outra importante atividade da Cooperativa, foram investidos R$ 120 milhões na construção da UPD (Unidade de Produção de Desmamados), em Jesuítas. Dez mil matrizes passaram a ser alojadas para produção média de 300 mil leitões por ano, atendendo ao plano de expansão da Central Frimesa, a partir de 2023, com a nova planta industrial em Assis Chateaubriand. A produção anual da Copacol salta para 625 mil cabeças: crescimento de 76%. “Aumentamos nossa área de ação para 282 mil hectares, compartilhando nossas oportunidades. Estamos sempre em constante evolução e a nossa previsão para este ano é chegar a R$ 9 bilhões de faturamento, graças a participação dos nossos sete mil cooperados e 16 mil colaboradores, gerando desenvolvimento no campo e nas cidades”, reforça Pitol.

Entrevista - Clique aqui e confira a entrevista com o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol

Vídeo - Clique aqui e confira o vídeo em homenagem ao Dia do Agricultor, celebrado nesta quinta-feira (28/07)

(Imprensa Copacol)

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XII EILAC: Pesquisadores latino-americanos discutem o futuro do cooperativismo e o papel da academia no fortalecimento do setor

Pesquisadores latino-americanos do cooperativismo participam esta semana do XII Eilac - Encontro Latino-Americano de Pesquisadores do Cooperativismo, evento promovido PUCPR, por meio do Programa de Pós-graduação em Gestão de Cooperativas – PPGCoop. Com o tema “O Futuro das Cooperativas e o Cooperativismo do Futuro: Identidade e Resiliência em Tempos de (pós) Pandemia”, o XII Eilac vai até esta sexta-feira (29/07), na Escola de Negócios da PUCPR, no formato híbrido, com transmissão também pela internet.

Integração - No painel oficial de abertura, realizado na tarde desta quinta-feira (28/07), o professor Pedro Luís Büttenbender, da Unijuí (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul), falando em nome do Comitê Executivo do XII Eilac, disse o encontro deste ano deve reunir cerca de mil pesquisadores com o intuito de discutir o panorama do cooperativismo na América Latina e a capacidade do setor de superar crises e de responder às demandas da sociedade atual. “O objetivo é buscar uma integração entre o sistema cooperativismo, composto pelas cooperativas e suas entidades representativas, e a academia, ou seja, as universidades. Estes ambientes não são mais mundos diferentes. São mundos que, em cooperação, poderão de forma mais qualificada responder aos desafios da sociedade atual”, disse,

Academia - Apoiadores do evento, os sistemas OCB e Ocepar marcaram presença no painel de abertura na tarde de ontem. Na ocasião, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, lembrou que desde o seu nascimento, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo tem andado de mãos dadas com as universidades. “O cooperativismo do Paraná tem sido, cada vez mais, um cooperativismo pujante e de resultado”, comentou o superintendente, lembrando que nos últimos 10 anos, o setor tem apresentado um crescimento médio de 10% ao ano no Paraná. “E isto requer não só habilidade nos negócios, em conduzir sociedades cooperativas, mas estudos científicos que nos deem suporte para que a gente possa manter esse processo de expansão do setor”, disse.

Economia colaborativa - Participando de maneira virtual, a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, lembrou que o cooperativismo é um movimento social, mas também um modelo de negócio. “No mundo volátil de hoje, temos que pensar onde queremos colocar o cooperativismo. E falar em cooperativismo, é falar em quase 19 milhões de brasileiros que estão engajados nesse movimento que é um movimento econômico e precisa estar inserido no mercado como de fato como uma ferramenta importante no modelo de economia que hoje se busca, que é a economia colaborativa,

O evento - Os painéis e mesas redondas do evento seguem quatro eixos de discussão: 1) Educação cooperativa, identidade e diversidade; 2) Governança e gestão em cooperativas; ​3) Cooperativismo como instrumento de desenvolvimento sustentável, e 4) Inovações, transformações tecnológicas e o cooperativismo do futuro.​ Para mais informações clique em XII EILAC – XII EILAC – 2022 (ciente.live)

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FORMAÇÃO: Realizado o 2º módulo do Programa Educa Clac, com a participação de integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal da cooperativa

“Estatuto Social e Governança Cooperativa” foi o tema do segundo módulo do Programa Educa Clac, conduzido pelo analista técnico de Monitoramento do Sescoop/PR, Emerson Barcik, nesta quarta-feira (27/07), com 11 participantes, entre os quais integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal da cooperativa. A formação ocorreu na filial de União da Vitória, logo após a realização da reunião mensal do Conselho de Administração da Clac.

O Programa - Desenvolvido com o apoio do Sescoop/PR, o Programa Educa Clac tem como objetivo específico levar conhecimento sobre as sociedades cooperativas, suas características e legislação própria para o público interno da cooperativa. Dessa forma, visa ainda formar novas lideranças. O conteúdo é dividido em quatro módulos, somando 16h de treinamento. O primeiro ocorreu no dia 28 de julho, na Lapa, e tratou sobre o tema “Cooperativismo”. O terceiro módulo irá abordar “Contabilidade introdutória e indicadores”, e está previsto para ocorrer no 30 de agosto, também na Lapa. E o último módulo, sobre “Representação e planejamento do cooperativismo paranaense”, está programado para ser realizado no dia 27 de setembro, no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba.

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C.VALE: Incubatório e Abatedouro de Aves da Levo são inaugurados em Iporã

Nesta quarta-feira (27/07), a Levo Alimentos inaugurou duas unidades em Iporã, no noroeste do Paraná, sendo um incubatório de ovos, considerado o maior do país, e um frigorífico de frangos. Os novos empreendimentos estão movimentando a economia da cidade e de toda a região. Mais de 1.500 postos de trabalho serão gerados.

Comemoração - “Hoje estamos aqui para comemorar, com orgulho e satisfação, a inauguração de um empreendimento de estrutura forte, competitivo e que, sem sombra de dúvidas, trará benefícios para Iporã e região, com a criação de novos postos de trabalho, geração de recursos por meio de tributos e desenvolvimento para o noroeste do Paraná”, afirma o presidente da Levo Alimentos e do Grupo Pluma, Lauri Paludo.

Injeção de recursos - Entre salários de funcionários e pagamento a produtores, a Levo Alimentos vai injetar R$ 123 milhões por ano em Iporã e municípios vizinhos, nesta primeira etapa. Serão mais de R$ 10,3 milhões por mês circulando na economia regional. “A avicultura vai representar o início de uma nova era para essa região. Estamos trazendo um bom problema para o noroeste do Paraná: mais empregos do que pessoas disponíveis para trabalhar”, enfatizou o vice-presidente da Levo e presidente da C.Vale, Alfredo Lang.

Autoridades - Diversas autoridades estiveram presentes no evento, entre elas, o secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, que destacou os impactos social e econômico dos empreendimentos. “Receber um investimento dessa dimensão por uma cooperativa e por uma empresa privada vai agregar valor e colaborar muito para a geração de renda e empregos para as pessoas viverem bem. É um impulso fantástico para a geração de riquezas.” O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, seguiu na mesma linha de Ortigara. “É maravilhoso ver esta aliança entre uma cooperativa e uma empresa privada e o resultado ficando aqui na região. Vai dar condição de as pessoas levarem uma vida melhor”, projetou.

Presença - O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, fez questão de comparecer à inauguração e contextualizou a importância da avicultura nacional. “Eu ando pelo mundo afora e vejo o respeito que o mundo tem pela avicultura brasileira. E a C.Vale e a Pluma fazem parte disso. O Brasil está se mostrando um grande parceiro do mundo na busca pela segurança alimentar”, ponderou. Marcaram presença também o prefeito de Iporã, Sérgio Luiz Borges e o presidente da Câmara de Vereadores, Adão Alves Pimentel, que agradeceram os investimentos.

Presenças - Além de prefeitos, vereadores, empresários e representantes de segmentos organizados das regiões oeste e noroeste, prestigiaram o evento os secretários de Estado, Darlan Scalco (Chefe de Gabinete), Augustinho Zucchi (Desenvolvimento Urbano), Everton Souza (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), e os deputados estaduais Marcel Micheletto e Márcio Nunes.

Público - Cerca de 600 pessoas participaram das inaugurações. Os convidados tiveram a oportunidade de visitar as novas instalações e participar de um coquetel. Para o gerente geral da Levo Alimentos, Rodrigo Francisco, esses empreendimentos são um marco na história de Iporã. “O início das atividades, no incubatório e no frigorífico, é um divisor de águas para a cidade e toda a região, pois irá impulsionar o crescimento e a economia, principalmente com a geração de empregos”, conclui Rodrigo.  

Incubatório - No incubatório, que é considerado o maior do país, com capacidade para 13,5 milhões de ovos/mês, foram investidos em torno de R$ 76 milhões. A área tem 10 mil metros quadrados. Para este ano, a meta é atingir a incubação de 10,5 milhões de ovos/mês. Mais de 20 granjas produzirão ovos férteis, para atender a demanda do local. Os pintinhos serão enviados para as granjas da Levo, C.Vale e Pluma Agroavícola de todo o Paraná.

Frigorífico - O frigorífico tem 21 mil metros quadrados e teve investimentos de cerca de R$ 180 milhões, em uma estrutura moderna, com equipamentos de alta tecnologia. Inicialmente, o abate será de 40 a 60 mil frangos/dia, com expectativa de atingir 90 mil aves/dia até outubro deste ano. A unidade industrial tem capacidade para abater 200 mil aves/dia e esse número deve ser atingido em 2023. Cerca de 230 aviários fornecerão as aves ao frigorífico. A produção atenderá aos mercados interno e externo.

Levo Alimentos - A Levo Alimentos nasceu em 2020 de uma parceria entre a Pluma Agroavícola e a Cooperativa C.Vale, quando foi inaugurada a primeira unidade em Umuarama, no noroeste do Paraná. A empresa também tem filiais em Capanema, Tupãssi e Brasília. Atualmente, fornece produtos para o mercado interno e exporta para vários países. (Imprensa C.Vale)

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COOPAVEL: Trigo é uma excelente oportunidade para os produtores rurais do Oeste, afirma Dilvo

coopavel 28 07 2022O Brasil tem boas chances de voltar a ser autossuficiente na produção de trigo em cinco anos, disse em reunião de diretoria da Acic, na manhã desta quarta-feira (27/07), o presidente da Coopavel Dilvo Grolli. “E diante da realidade mundial do grão, a triticultura se mostra uma excelente oportunidade a produtores rurais do Oeste do Paraná”, afirmou ele, que foi convidado para falar da terceira edição do Show Rural Coopavel de Inverno, agendada para 23 a 25 de agosto, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Produção mundial - Atualmente, a produção mundial de trigo é de 779 milhões de toneladas e o consumo chega a 786,8 milhões. A Ucrânia e a Rússia, que estão em guerra há quatro meses, respondem por 30% da exportação do grão, mas devido ao conflito terão dificuldades estruturais e de logística para produzir e mandar o cereal a outras regiões. “Assim, a tendência é que os preços do trigo sigam valorizados e temos aqui uma chance de produzir mais e fazer com que o Brasil volte, como ocorreu no passado, a ser autossuficiente”, afirma o presidente da Coopavel.

Cultivares - O Show Rural de Inverno vai mostrar 40 cultivares, dessas 29 de trigo e pelo menos dez delas com produtividade superior a seis mil quilos por hectare. Isso é quase o dobro da média argentina e bem maior que a média do Oeste, atualmente na casa de 2,6 mil quilos por hectare. Com as novas variedades, a meta é fazer com que a região eleve a sua produtividade, em alguns anos, para 4 mil quilos/hectare, fazendo com que o Paraná assuma a dianteira na produção nacional do grão – a liderança hoje é do Rio Grande do Sul.

Sul - O Sul responde por 90% da safra de trigo, mas o governo federal passa a incentivar também cultivos em outras regiões do País, a exemplo do Centro-Oeste. O Paraná, segundo Dilvo, dedicou em 2020 1,1 milhão de hectares à cultura e agora, em 2022, são 1,5 milhão, fazendo com que a produção salte de 3,1 milhões para 3,9 milhões de toneladas no Estado. O consumo brasileiro é de 13 milhões de toneladas e para atender às necessidades internas o País precisará importar, neste ano, pelo menos seis milhões de toneladas. “Esses são fatores que mostram o bom momento da triticultura nacional que será, novamente, atração do Show Rural de Inverno”.

Participação - O evento será realizado diariamente a partir das 8h30 e contará com a participação de agricultores, técnicos, filhos de produtores rurais e acadêmicos. Uma das novidades deste ano será a participação de um especialista em mercados, de projeção nacional, que fará palestras todos os dias sobre cenários e perspectivas ao agronegócio. O convidado é Vlamir Brandalizze, engenheiro agrônomo com mais de 30 anos em experiência em análises especializadas ao setor.

Gratuito - O acesso ao parque e o uso do estacionamento serão gratuitos. “Todos são convidados a participar e a conhecer novidades às culturas indicadas aos meses frios do ano”, afirmou Dilvo. O presidente da Acic, Genesio Pegoraro, parabenizou a Coopavel pelo evento e reiterou o apoio da entidade empresarial às mais diferentes ações de fomento e estímulo à agropecuária. (Imprensa Coopavel)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa passa a operar nova fase do Pronampe

sicredi 28 07 2022O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença nos 26 estados e Distrito Federal, iniciou, nesta quarta-feira (27/07), as operações de crédito da nova fase do Pronampe. Nesta fase, é previsto o limite de R$ 7 para o Sicredi entre os R$ 50 bilhões disponibilizados aos empreendedores via o Programa.

Linha de crédito especial - Criado em 2020 como uma linha de crédito emergencial para incentivar o empreendedorismo brasileiro, o Pronampe passou a ser permanente e busca oferecer crédito a taxas mais atrativas aos micro e pequenos empresários, com faturamento anual de até R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, respectivamente, além de MEI, com faturamento anual R$ 81 mil. Atualmente, as condições do financiamento são de juros igual a Selic + até 6% ao ano, com prazo de 48 meses, o que inclui a carência de 11 meses para o pagamento da primeira parcela.

Parceiro - “O Sicredi sempre foi parceiro das micro e pequenas empresas, atuando de forma muito próxima a esse público. Fazemos questão de participar do Pronampe para tentar atender ao máximo essa parcela tão importante da sociedade, essencial para geração de empregos e renda”, comenta Elenilton Souza, Gerente de Produtos de Crédito do Sicredi.

Como e quem pode solicitar o empréstimo - Com o Pronampe, empresas com mais de um ano de existência podem solicitar até 30% da sua receita bruta anual registrada em 2021 em crédito. No caso de empresas mais novas, é possível solicitar até 50% do capital social ou 30% da média de faturamento mensal (será considerado o maior valor entre os dois). O valor limite é de R$ 108 mil para microempresas, R$ 150 mil para as pequenas, R$ 24,3 mil para MEIs. Valores contratados nas fases anteriores do programa não irão influenciar no teto de empréstimo.

Portal - Para solicitar o empréstimo, as empresas devem primeiramente acessar o e-CAC, portal disponível no site da Receita Federal, e autorizar o compartilhamento dos dados de faturamento com a instituição de sua preferência. A partir de então, o empresário está apto a negociar o crédito somente com esta instituição financeira.

Participação - “Participamos do Pronampe desde sua criação e, somando as mais de 68 mil operações das fases anteriores, o Sicredi já ofereceu R$ 3,8 bilhões em crédito. A nossa expectativa com a nova fase do programa é seguir fomentando o empreendedorismo e a geração de empregos no Brasil”, completa o executivo.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Prêmio da campanha da poupança é entregue a associado de Roncador (PR)

Desenvolvida com o objetivo de despertar e incentivar nos brasileiros o hábito de poupar, a campanha Poupança Premiada Sicredi chega à sétima edição reforçando a importância do planejamento financeiro e da parceria para a realização dos sonhos pessoais ou familiares. Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, um dos premiados é associado da agência de Roncador (PR). José Alves de Souza foi um dos contemplados no sorteio semanal de R$ 5 mil.

Feliz e surpreso - “Eu fiquei muito feliz e surpreso, pois nunca tinha recebido um dinheiro extra desse jeito. Agradeço por toda a atenção que o Sicredi sempre me deu”, afirma o associado.

Parceria - A campanha Poupança Premiada Sicredi traz a parceria com os cantores Leonardo e Zé Felipe, pai e filho, que destacam como é importante a cooperação para prosperar e vencer. A promoção, realizada pelas cooperativas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, segue até dezembro, com 200 sorteios semanais de R$ 5 mil, um prêmio especial de R$ 500 mil, em outubro, celebrando o Dia Mundial da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, em dezembro.

Participação - Para participar é muito simples: a cada R$ 100 aplicados na poupança é gerado automaticamente um número da sorte para o associado concorrer nos sorteios, que são realizados pela Loteria Federal. Não é necessário se cadastrar. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensal na conta), as chances de ganhar são em dobro. Para verificar os números da sorte, nomes dos ganhadores, regulamento completo e outras informações, basta acessar o site da campanha (www.sicredi.com.br/promocao/poupancapremiada/).

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 33 anos de história, mais de 190 mil associados e 96 espaços de atendimento. A área de atuação da cooperativa abrange 43 localidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades do grande ABCD (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de seis milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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UNIPRIME DO BRASIL: Cooperativa de crédito paranaense disponibiliza financiamento estudantil para graduação

uniprime brasil 28 07 2022A Uniprime do Brasil, cooperativa de crédito fundada no norte do Paraná há 25 anos, com sede em Londrina e 40 agências no Paraná e interior de São Paulo, lançou há seis meses uma nova modalidade de crédito para estudantes de graduação direcionada a financiar até 100% dos cursos com duração de até seis anos.

Critério - A instituição de ensino precisa ser regulamentada e a linha atende tanto quem está iniciando a faculdade quanto quem esteja cursando. A liberação de crédito é feita semestralmente mediante a disponibilização do comprovante de matrícula e boletos da instituição educacional. Em seis meses, já foram liberados mais de R$ 5,6 milhões, e a perspectiva é que a demanda cresça nesse segundo semestre.

Juros - Durante o curso, o pagamento de juros é realizado a cada trimestre com taxa mista, compatível com o mercado. E após o término da graduação, o valor principal pode ser quitado em até 72 meses. A contratação prevê a análise da capacidade de renda do estudante ou da família e a garantia de alienação fiduciária de imóveis, limitada a 60% do valor da venda.

Ensino superior - “Percebemos a importância de incluir os estudantes de nível superior nas modalidades de crédito disponibilizadas pela cooperativa. O financiamento governamental muitas vezes não é acessível, o que pode ser um limitante para o sonho da graduação. Estamos levando ao mercado uma nova oportunidade para o custeio da formação educacional com o pagamento desse investimento sendo feito somente na fase de entrada no mercado de trabalho”, afirmou Jayr de Paula Gonçalves, Diretor Financeiro da Uniprime do Brasil.

Sobre a Uniprime do Brasil - A Uniprime do Brasil, a maior cooperativa de crédito com foco na área da saúde no país, completa 25 anos de mercado com a administração de quase R$ 5,5 bilhões em ativos. Possui R$ 767 milhões em patrimônio líquido e uma carteira de R$ 2,5 bilhões em operações de crédito. Atualmente, são 40 agências nos estados do Paraná e São Paulo, totalizando 41 mil cooperados, incluindo profissionais liberais, empresários e empresas de médio e grande porte. No ranking das 851 cooperativas de crédito do país, divulgado pelo Banco Central em 31 de dezembro de 2021, a Uniprime do Brasil está em primeiro lugar na distribuição de lucros (sobras) aos cooperados no estado do Paraná e em segundo no estado de São Paulo. Em recursos próprios, a cooperativa também se posiciona em primeiro lugar no Paraná e está em terceiro em São Paulo. Já em ativo total é a quarta no Paraná e terceira em São Paulo. (Imprensa Uniprime do Brasil)

 

INOVAÇÃO: Portaria institui Programa AgroHub Brasil

inovacao 28 07 2022Com objetivo de apoiar os ecossistemas e ambientes de inovação do agro brasileiro, bem como a divulgar ações e iniciativas de inovação agropecuária, foi instituído o Programa AgroHub Brasil. A Portaria nº 461, publicada nesta quarta-feira (27/07), entra em vigor em setembro.

Finalidades - Entre as finalidades do programa está o incentivo e a promoção de criação e amadurecimento de startups, desenvolvendo iniciativas de inovação para a agropecuária, apoiando eventos e desafios e aproximando as startups de potenciais oportunidades de captação de recursos públicos e privados, nacional e internacionalmente.

Aproximação - O programa também busca inserir o produtor rural em ambientes de inovação para a agropecuária, buscando aproximá-lo dos desenvolvedores de tecnologias, propiciando oportunidades de acesso e adoção de novas soluções tecnológicas, melhoria da qualidade dos processos e produtos, a redução de custos e a ampliação de receitas no agronegócio.

Institucionalidade - De acordo com a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa, a medida serve para dar institucionalidade a processos fundamentais ao desenvolvimento de tecnologia de ponta para o agro brasileiro.

Reflexos - O apoio ao empreendedorismo de base tecnológica se refletirá no futuro em aumento da produtividade, geração de emprego e renda e mais inovação no campo.

Ações - As instituições de pesquisa, universidades, produtores rurais, empresas privadas, startups e investidores, sejam públicos ou privados, poderão realizar projetos, desenvolver estudos, organizar eventos e promover ações em prol de ecossistemas e redes de inovação, conforme definido em planos de trabalho para este fim e sob orientação da secretaria.

Promoção - O Programa será promovido pela secretaria por meio de parcerias com instituições públicas e privadas, com a possibilidade de transferência de recursos, na forma da lei.

Apoio - O apoio às ações de fomento à transformação digital da agropecuária brasileira vem ocorrendo por meio da criação e fortalecimento de ecossistemas regionais de inovação, que envolve ações de articulação e apoio ao empreendedorismo de base tecnológica, criação de startups do Agro, também conhecidas como Agtechs, peças importantes para levar novas tecnologias ao produtor rural.

Números - Hoje, o Brasil tem mais de 1.500 startups ligadas às atividades e mais de 50 ambientes de inovação distribuídos por todo país, especialmente em regiões de vocação agropecuária.

Dinâmica - A dinâmica de levantamento de demandas, geração de soluções e transferência dessas tecnologias é um processo complexo e envolve diversas etapas e interação de diferentes instituições. Para acelerar esse processo, a inovação aberta tem sido uma das estratégias e para que isso ocorra é fundamental que existam ambientes que promovam essa interação entre os beneficiários do programa.

Portal de pesquisa - O portal AgroHub Brasil reúne informações sobre o ecossistema de inovação da agropecuária brasileira e as principais iniciativas em curso no país. Além de informações sobre agricultura digital, conectividade em áreas rurais e aplicativos de celular com soluções para o dia a dia no campo, a página traz explicações sobre linhas de apoio e fomento público e privado para as startups. (Mapa)

FOTO: iStock

 

IPP: Inflação da indústria fica em 1% em junho

ipp 28 07 2022Os preços no setor industrial em junho tiveram alta de 1% em relação a maio, desacelerando em relação aos 1,81% na passagem de abril para maio. No acumulado do ano, o indicador atingiu 10,12%, a segunda maior taxa para o mês de junho da série histórica. No acumulado em 12 meses, alta foi de 18,78%.

IPP - Os dados, divulgados nesta quinta-feira (28/07) pelo IBGE, são do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete. Das 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação pesquisadas, 15 apresentaram alta em junho.

Destaque - O destaque deste mês ficou para a indústria de refino de petróleo e biocombustíveis com a maior variação (4,05%) e a maior influência: 0,52 ponto percentual (p.p.). A alta foi puxada pelos produtos derivados do petróleo, como o querosene de aviação, a gasolina e, principalmente, o óleo diesel.

Petróleo bruto - “O aumento desses produtos ocorre, em parte, por conta dos maiores preços do petróleo bruto, que está com uma demanda global aquecida desde meados de 2021, mas que não está sendo acompanhada por um crescimento da oferta. Fatores como a guerra entre a Rússia e Ucrânia acabam limitando ainda mais essa oferta mundial”, explica o analista da pesquisa, Murilo Alvim. Ele comenta que o resultado da atividade ainda foi segurado por conta dos preços do álcool, que apresentaram queda no mês, consequência de uma redução na demanda pelo produto.

Alimentos - Outro setor que ganhou destaque foi o de alimentos, em grande medida por conta dos maiores preços do leite e seus derivados. “O grupo de laticínios, por exemplo, mostra uma variação de 14,91% no mês, sendo esse o maior resultado em toda a série nesse indicador. E essa alta é consequência do início do período de entressafra do leite, que acabou limitando uma oferta que já estava escassa devido a questões climáticas – como a seca em diversas regiões do país – e por maiores custos de produção”, ressalta o analista.

Açúcares - “Outro produto que ajuda a explicar essa alta do setor de alimentos são os açúcares, produtos exportáveis que estão com uma demanda externa aquecida. Além de ter ocorrido um aumento do dólar no mês, de 1,9%, que aumenta o preço recebido em real pelo produtor”, acrescenta Alvim.

Maiores variações - Os quatro setores com maiores variações, em termos absolutos, foram: refino de petróleo e biocombustíveis (4,05%); impressão (3,97%); indústrias extrativas (-2,89%); e alimentos (1,99%). As maiores influências ocorreram em refino de petróleo e biocombustíveis (0,52 p.p), alimentos (0,46 p.p.), indústrias extrativas (-0,17 p.p.) e metalurgia (-0,10 p.p.)

Contraponto - Em contraponto aos setores que impulsionaram os preços de junho para cima, a indústria extrativa sofreu queda de 2,89%, com uma variação menos intensa observada no setor nesse primeiro semestre. Segundo Alvim, isso é justificado porque os dois produtos de maior peso da área caminharam em direções contrárias. Os óleos brutos de petróleo apresentaram alta no mês, mas foram mais que compensados pela queda observada nos minérios de ferro.

Commodities - “Os resultados estão de acordo com a variação dessas commodities no mercado internacional. No caso dos minérios de ferro, a queda ocorre por conta de uma demanda desacelerada pelo produto, em especial por parte da China, como consequência da política de ‘Covid Zero’ adotada pelo país e que tem freado suas atividades econômicas. E a desaceleração econômica nos Estados Unidos e na Europa também tem impactado o preço da commodity”, esclarece o analista.

Metalurgia - Além da indústria extrativa, outra atividade com peso importante, o setor de metalurgia, apresentou queda de 1,50%. “Isso é fruto dos menores preços de produtos da siderurgia, que possuem o minério de ferro como sua principal matéria prima, e das quedas observadas em produtos de metais não ferrosos, principalmente os de alumínio, que também teve sua cotação no mercado internacional caindo durante o mês de junho”, resume o pesquisador, destacando que essa variação negativa observada nesse setor é decorrente, portanto, de menores custos de produção.

Grandes categorias - Entre as grandes categorias econômicas, todas apresentaram resultados próximos, com destaque para os Bens Intermediários (BI), categoria com maior peso no cálculo do índice e que apresentou um alta de 1,04% no mês. Já os Bens de Capital (BK), com variação de 0,98%, e os de Consumo (BC) com 0,92%, tiveram, por conseguinte, resultados um pouco abaixo da média da indústria.

Mais sobre a pesquisa - O IPP acompanha a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, e sua evolução ao longo do tempo, sinalizando as tendências inflacionárias de curto prazo no país. Trata-se de um indicador essencial para o acompanhamento macroeconômico e um valioso instrumento analítico para tomadores de decisão, públicos ou privados.

Empresas - A pesquisa investiga, em pouco mais de 2.100 empresas, os preços recebidos pelo produtor, isentos de impostos, tarifas e fretes e definidos segundo as práticas comerciais mais usuais. Cerca de 6 mil preços são coletados, mensalmente. As tabelas completas do IPP estão disponíveis no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Pixabay

 

ipp tabela 28 07 2022

 

FAZENDA: Empresas podem consultar pendências tributárias pelo sistema da Receita Estadual

fazenda 28 07 2022As empresas do Paraná podem consultar pendências tributárias e saber quais pagamentos estão faltando e relacionados a qual imposto. A consulta pode ser realizada pelo portal da Secretaria da Fazenda, que dá acesso ao sistema da Receita Estadual e, em seguida, as abas “extratos e cálculos” e depois “extrato de pendências tributárias”.

Cadastro - Se ainda não possuir cadastro no sistema, o contribuinte pode seguir as instruções para realizá-lo e ter acesso aos serviços.

Pendências - Os contribuintes que estão com problemas no pagamento dos impostos estaduais podem ser inscritos no Cadastro Informativo Estadual (CADIN) e/ou em Dívida Ativa. Estas pendências também impedem a emissão de Certidão Negativa de Débitos.

Consulta - Neste sistema, as empresas podem também consultar as declarações não entregues no menu "Escrituração Fiscal Digital – EFD" e "Declaração Eletrônica de Substituição Tributária, Antecipação e Diferencial de Alíquota - DeSTDA, no item Histórico de GIA, GIA-ST, EFD e DeSTDA".

Cancelamento - Estas pendências podem resultar no cancelamento da inscrição estadual da empresa e no impedimento de emissão de nota fiscal, conforme regras estabelecidas pela norma de procedimento fiscal (NPF) nº 92/2017.

Pagamentos - Também é possível consultar os pagamentos que já foram realizados utilizando o serviço Histórico de Pagamentos no menu GR-PR e GNRE do mesmo sistema.

Regularidade - Estes serviços disponibilizados no sistema Receita colaboram no controle da regularidade das empresas e estão liberados tanto para os sócios, quanto para os contabilistas responsáveis cadastrados. Basta acessar e consultar. (Agência Estadual de Notícias)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ECONOMIA I: Juros para empresas e famílias sobem em abril, diz BC

economia I 28 07 2022As taxas de juros do crédito para empresas e pessoas físicas subiram em abril, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (27/07) pelo Banco Central (BC).

Taxa média - A taxa média de juros para pessoas físicas e jurídicas subiu 0,8 ponto percentual em relação a março, para 50,3% ao ano e 22,4% ao ano, respectivamente.

Rotativo - O rotativo do cartão de crédito é a taxa mais alta para as pessoas físicas: subiu 4,9 pontos percentuais para 364% ao ano, em abril. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Cartão de crédito - Na modalidade de parcelamento das compras pelo cartão de crédito, os juros chegaram a 175,1% ao ano em abril, com aumento de 3,4 pontos percentuais.

Cheque especial - O cheque especial ficou com taxa média de 132,7% ao ano, alta de 4,9 pontos percentuais.

Crédito consignado - O crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) apresentou alta de 0,5 ponto percentual para 24,1% ao ano.

Crédito pessoal - A única modalidade pesquisada pelo BC que registrou queda nos juros foi o crédito pessoal. A taxa chegou a 87% ao ano, com redução de 1 ponto percentual em relação a março.

Inadimplência - A inadimplência, considerados atrasos acima de 90 dias para pessoas físicas, subiu 0,1 ponto percentual, chegando a 5%. No caso das empresas, ficou estável em relação a março em 1,7%.

Crédito livre - Todos os dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes.

Crédito direcionado - No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito), os juros para as pessoas físicas subiram 0,2 ponto percentual para 9,7% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 3,1 pontos percentuais para 14,6% ao ano.

Inadimplência - A inadimplência no crédito direcionado ficou estável para empresas (1,1%) e pessoas físicas (1,5%).

Saldo dos empréstimos - O estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 4,8 trilhões em abril, com alta de 0,8% em relação a março e de 16,8% em 12 meses. Esse saldo do crédito correspondeu a 53,7% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB) – com redução de 0,2 ponto percentual em relação a março e alta de 1,1 ponto percentual, em 12 meses.

Saldo das operações de crédito - No relatório, o BC destaca que o saldo das operações de crédito com recursos livres às empresas totalizou R$ 1,3 trilhão em abril, com elevações de 1% no mês e de 16,8% em 12 meses. “Esse resultado evidenciou aceleração em relação ao ocorrido no mês anterior, quando assinalou alta de 15,7% na comparação interanual. Entre as principais modalidades de crédito que contribuíram para o desempenho do segmento de pessoas jurídicas no mês, destacaram-se as operações de adiantamento de contratos de câmbio (ACC), 8,3%, capital de giro com prazo superior a 365 dias, 1,8%, e os financiamentos à exportações, 1,8%”.

Famílias - No caso do crédito livre às famílias, o saldo chegou a R$ 1,6 trilhão em abril, com aumento de 1,8% no mês e de 25,6% na comparação o mesmo período do ano anterior. “Por modalidades, destacou-se a expansão na carteira de crédito pessoal consignado para aposentados e pensionistas do INSS, 5,2%, impulsionada pelo aumento recente da margem de consignação [de 35% para 40%]”, diz o BC.

Aumento - A autarquia destaca ainda o aumento das “carteiras de crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor público, 1,1%, crédito pessoal não consignado, 1,4%, e de cartão de crédito total, 2%”. (Agência Brasil)

FOTO: Jonas / Pixabay

 

ECONOMIA II: Petrobras aprova nova diretriz de formação de preços dos combustíveis

economia II 28 07 2022O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira (27/07), a Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno a ser aplicada aos derivados de petróleo e gás natural, comercializados no mercado interno, incluindo o próprio Conselho de Administração e o Conselho Fiscal na supervisão da execução das políticas de preço da petroleira.

Supervisão - A diretriz incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da Diretoria Executiva, "formalizando prática já existente".

Sem mudanças - A diretriz, no entanto, não vai alterar a política de equilíbrio de preços da empresa com os mercados nacionais e internacionais. “Vale destacar que a referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da companhia”, informou a estatal.

Evolução - “Na execução das Políticas de Preços, buscando maximizar a geração de valor para Companhia, a Diretoria Executiva, ou alçada por ela delegada, deverá acompanhar a evolução do mercado brasileiro de derivados de petróleo [considerando, por exemplo, o efeito da venda de ativos de refino], dos produtos substitutos e a atuação dos importadores, tendo como principal balizador de preço competitivo o equilíbrio dos preços da Petrobras com os mercados nacional e internacional e observando também a participação de mercado necessária para a otimização de seus ativos, bem como a preservação de um ambiente competitivo salutar, nos termos da Legislação em vigor”, explicou a Petrobras.

Competência - Embora acrescente os conselhos de Administração e Fiscal, a diretriz reiterou a competência da Diretoria Executiva na execução das políticas de preço, para “preservar e priorizar o resultado econômico da companhia, na direção de maximizar a sua geração de valor”.

Procedimentos - “Os procedimentos relacionados à execução da política de preço, tais como, a periodicidade dos ajustes dos preços dos produtos, os percentuais e valores de tais ajustes, a conveniência e oportunidade em relação à decisão dos ajustes dos preços permanecem sob a competência da Diretoria Executiva”, observou.

Reportar - Ainda de acordo com a diretriz, “a Diretoria Executiva deverá reportar trimestralmente ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal a evolução dos preços praticados no mercado nacional para diesel, gasolina e GLP, bem como da participação da Petrobras nestes mercados”. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Frazão / Agência Brasil

 

CONTAS PÚBLICAS: Dívida Pública Federal atinge R$ 5,845 trilhões em junho

contas publicas 28 07 2022O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) atingiu R$ 5,845 trilhões em junho, uma alta, em termos nominais, de 2,51% (R$ 143,31 bilhões) em relação a maio (quando totalizou R$ 5,702 trilhões). A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) teve seu estoque ampliado em 2,18%, passando de R$ 5,475 trilhões para R$ 5,595 trilhões, de maio para junho. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) teve aumento de 10,56% sobre o estoque apurado em maio e encerrou junho em R$ 250,17 bilhões (US$ 47,76 bilhões).

Relatório - As informações constam do Relatório Mensal da Dívida referente a junho, material produzido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e divulgado nesta terça-feira (27/07) em entrevista coletiva com transmissão online. O detalhamento dos dados foi apresentado pelo coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Luis Felipe Vital.

Emissão líquida - A ampliação do estoque da DPMFi resultou da emissão líquida de R$ 67,33 bilhões e à apropriação positiva de juros no valor de R$ 52,09 bilhões. O estoque da DPFe, por sua vez, foi impulsionado por parcelas de R$ 212,9 bilhões (US$ 40,64 bilhões) referente à dívida mobiliária e de R$ 37,27 bilhões (US$ 7,12 bilhões) relativa à dívida contratual.

Emissões e resgates - Em junho, as emissões da DPF somaram R$ 71,34 bilhões e os resgates, R$ 4 bilhões. Nas emissões da DPMFi predominaram os títulos prefixados (R$ 29,87 bilhões). A emissão líquida da DPF em junho atingiu R$ 67,33 bilhões.

Composição do estoque - A composição do estoque da DPF teve aumento da participação de títulos prefixados, de 27,21% para 27,23%, resultado da emissão líquida de R$ 29,54 bilhões. Os títulos atrelados ao câmbio aumentaram sua participação no estoque da DPF para 4,53% em junho, em razão, principalmente, da desvalorização de 10,77% do dólar em relação ao real.

Instituições financeiras - As Instituições Financeiras lideram os principais detentores, com 30,1% de participação, seguidas dos Fundos (23,6%) e da Previdência (22,3%). Em junho, o estoque de Não Residentes foi ampliado em R$ 1,6 bilhão. O estoque de Instituições Financeiras aumentou em R$ 65 bilhões no mês.

Reserva de liquidez - O custo médio da DPF acumulado em 12 meses subiu de 9,86%, em maio, para 10,90% ao ano, em junho. Já o custo médio do estoque da DPMFi acumulado em 12 meses aumentou de 10,58%, em maio, para 10,98% ao ano, em junho. O custo médio do estoque da DPFe acumulado em 12 meses, por sua vez, passou de -5,59%, em maio, para 8,72% ao ano, em junho. O custo médio das emissões em oferta pública da DPMFi acumulado em 12 meses foi de 12,03% ao ano.

Aumento - A reserva de liquidez apresentou aumento, em termos nominais, de 10,23%, passando de R$ 1,108 trilhão, em maio, para R$ 1,221 trilhão, em junho. Em relação a junho de 2021, quando o montante foi de R$ 1,167 trilhão, houve crescimento, em termos nominais, de 4,66%. Está previsto para os próximos 12 meses o vencimento de R$ 1,326 trilhão da DPMFi.

Cobertura - A reserva de liquidez é suficiente para cobrir 9,75 meses de vencimentos à frente da DPF. Está acima, portanto, do nível prudencial, que é de três meses.

Tesouro Direto - As vendas do Tesouro Direto em junho atingiram R$ 3,67 bilhões e resgates, R$ 2,13 bilhões, resultando na emissão líquida de R$ 1,53 bilhão no mês. O título mais demandado foi o Tesouro Selic (55,31%). O estoque atingiu R$ 94,07 bilhões, um aumento de 2,6% em relação a maio. Os títulos indexados à inflação representam 54,04% do estoque do Tesouro Direto.

Compras - Operações até R$ 5 mil responderam por 82,7% das compras. Junho registrou 539.295 novos investidores cadastrados, o que elevou o número total de participantes para 19,49 milhões, crescimento de 69,57% nos últimos 12 meses. No mês, houve aumento de 34.499 investidores ativos, que já totalizam 2 milhões (variação de 28,92% nos últimos 12 meses). (Ministério da Economia)

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,25 e fecha no menor valor em quase um mês

cambio 28 07 2022A decisão do Banco Central norte-americano de elevar os juros dentro do previsto trouxe alívio ao mercado financeiro global. O dólar caiu para menos de R$ 5,30 e fechou na menor cotação em quase um mês. A bolsa de valores recuperou os 101 mil pontos e atingiu o maior nível em 40 dias.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (27/07) vendido a R$ 5,251, com recuo de R$ 0,098 (-1,83%). A cotação abriu perto da estabilidade, mas passou a cair após a abertura dos mercados norte-americanos e despencou a partir das 15h, após o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) anunciar o aumento dos juros básicos nos Estados Unidos em 0,75 ponto percentual.

Menor nível - A cotação está no menor nível desde 30 de junho. Com a queda de hoje, a moeda norte-americana passou a acumular alta de apenas 0,03% em julho. Em 2022, a divisa cai 5,83%. O euro comercial, que chegou a R$ 5,61 na última sexta-feira (22), encerrou esta quarta vendido a R$ 5,359, com queda de 1,03% hoje.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 101.438 pontos, com alta de 1,67% e no maior nível desde 15 de junho. Além da alta das bolsas norte-americanas, o indicador foi influenciado pela divulgação de balanços de empresas brasileiras, que apontam manutenção de lucros ou lucros maiores que o previsto.

Fed - Após semanas de expectativa, o Fed elevou os juros básicos nos Estados Unidos em 0,75 ponto percentual, para uma faixa entre 2,25% e 2,5% ao ano. Apesar da alta significativa, o mercado financeiro global recebeu a notícia com alívio, porque parte dos investidores tinha receio de que o Fed elevasse os juros em 1 ponto percentual para segurar a inflação norte-americana, que está no maior nível em 41 anos. Juros mais altos em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil)

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LEGISLATIVO I: Reforma tributária deve ficar para 2023

legislativo 28 07 2022Mesmo com os esforços do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e do relator da matéria, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), a reforma tributária não foi aprovada pelos senadores no primeiro semestre de 2022. Com a corrida eleitoral do segundo semestre, a reformulação do sistema tributário nacional pode acabar ficando para 2023.

Prioridade - O ano de 2022 começou otimista, com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (União-AP), prometendo que a reforma tributária teria prioridade na comissão. Foi Davi quem apresentou a PEC da Reforma Tributária no Senado (PEC 110/2019).

Abertura dos trabalhos - Na abertura dos trabalhos legislativos, Pacheco também elencou a reforma como uma das prioridades de 2022. 

Compromisso - “Temos o compromisso de avançar nas propostas que já estão em discussão, como é o caso especial da PEC 110. Esse pleito é do setor produtivo, dos contribuintes, dos entes subnacionais. Sabemos da complexidade do tema, mas entendemos que o crescimento de nosso país depende disso, sendo uma prioridade do Congresso Nacional para 2022”, disse Pacheco.

Cobrança eletrônica - Pouco depois, a Comissão Senado do Futuro (CSF) ouviu especialista que defenderam a adoção imediata da cobrança eletrônica de impostos, prevista na PEC 110.

Nova versão - No final de fevereiro, Roberto Rocha apresentou nova versão de seu relatório. Ele já havia apresentado dois em 2019 e outro em 2021. Em meados de março, a CCJ tentou votar a PEC, mas houve adiamento por falta de acordo. O relator apresentou complementações a seu relatório após novos debates e negociações. Enquanto isso, Pacheco mantinha seus esforços em busca de consenso para a votação da proposta. Em abril, houve outro adiamento de votação na CCJ.

Sem consenso - No final de maio, mais uma tentativa frustrada, sem consenso e sem quórum, a votação da reforma tributária foi mais uma vez adiada. No mesmo dia, Pacheco reconheceu que as negociações sobre a reforma estavam difíceis. Desapontado, Roberto Rocha chegou a cogitar deixar a relatoria da PEC da Reforma Tributária. Ele acatou 70 das 250 emendas apresentadas por senadores à proposta.

Avanço - “Ao longo desses últimos três anos conseguimos construir o texto que mais avançou até hoje no que diz respeito à reforma tributária. Estamos tratando de uma reforma na base consumo, não estamos tratando da base renda, nem patrimônio. Ou seja, é a base onde está a maioria da população brasileira, sobretudo a mais pobre. Temos a questão da Zona Franca de Manaus, a questão do IPI, do ICMS. É muito difícil chegar a um consenso, chegar a um acordo e a falta de quórum da CCJ é uma prova disso. Vejo com muita dificuldade, este ano, aprovar a reforma tributária”, afirmou Roberto Rocha na ocasião.

A proposta - A reforma da legislação tributária vem sendo debatida no Brasil há pelo menos duas décadas. Além da PEC 110, está em debate no Parlamento a PEC 45/2019, da Câmara. A principal convergência entre as duas propostas é a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços. Eles seriam substituídos por um só imposto sobre valor agregado (IVA). A unificação de impostos tem algumas vantagens: simplicidade na cobrança; diminuição da incidência sobre o consumo; e uniformidade em todo o país.

Diretriz - A PEC 110 tem como diretriz principal a instituição de um modelo dual do Imposto de Valor Agregado (IVA). O IVA Subnacional será composto pelo Imposto de Bens e Serviços (IBS) — resultado da fusão do ICMS (imposto estadual) e do ISS (imposto municipal) — para estados e municípios. 

Outra frente - Na outra frente, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) unifica tributos federais (Cofins e Cofins-Importação, PIS e Cide-Combustíveis) arrecadados pela União e formará o IVA Federal. O IBS terá uma legislação única para todo o país, exceto a alíquota, que será fixada por cada ente federativo.

Transição - A transição do IBS se dará em duas etapas: a primeira, referente aos 20 anos iniciais, terá parcela da receita do IBS distribuída de forma que os entes federativos mantenham a atual receita, com correção pela inflação. Nas décadas seguintes, a parcela da receita do IBS que repõe a receita real de cada ente será reduzida progressivamente.

Incidência - Já a CBS incidirá sobre todas as operações com bens e de prestação de serviços, inclusive as importações. A aplicação da CBS será a mesma dos impostos que substitui: na seguridade social e em programas constitucionais (seguro-desemprego, abono salarial, repasses para o BNDES).

Divergência - Entre os pontos que mais apresentam divergência está a preocupação de parte dos senadores com relação à compensação para seus estados e regiões e com o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR).

Receitas do IBS - Esse fundo será custeado exclusivamente com um percentual das receitas do IBS, que deve variar em função do aumento real da arrecadação, não podendo exceder 5%. Temporariamente, caso o crescimento real da receita do IBS seja muito baixo, o FDR poderá receber 5,8% do imposto.

Cooperativas - Outra questão bastante debatida é a solicitação para tratamento tributário ajustado às particularidades das operações feitas pelas cooperativas. 

Partilha - Desde a elaboração, a PEC tem entre seus princípios não elevar a carga tributária, promover melhor partilha de recursos entre os entes da Federação, preservar incentivos a micros e pequenas empresas (Simples) e aliviar o peso dos tributos para famílias mais pobres.

Substituição - Além disso, o relatório de Roberto Rocha propõe a substituição do IPI pelo Imposto Seletivo (IS), que incidiria apenas sobre determinados produtos, como cigarros. As alterações buscam ainda ampliar o rol de bens e serviços com regime especial de tributação, vincular a concessão de crédito tributário ao efetivo pagamento do tributo, definir regras para a administração tributária por estados e municípios, estabelecer isenções para o IPVA e criar nova base de cálculo para o IPTU. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Proposta prevê benefício fiscal ao farelo e ao óleo de milho

legislativo II 28 07 2022O Projeto de Lei 1548/22, de autoria do Senado, estende ao farelo de milho e ao óleo de milho a isenção de contribuições sociais (PIS/Pasep e Cofins) hoje concedida à soja. A proposta está agora em análise na Câmara dos Deputados.

Alteração - O texto altera a Lei 12.865/13, que suspendeu a incidência de PIS/Pasep e Cofins sobre as receitas com as vendas de soja. Com isso, igual tratamento será dado aos derivados do milho. A perda de receita foi estimada em R$ 28,6 milhões por ano.

Necessário - Para o autor da proposta, o ex-senador Cidinho Santos (MT), o benefício fiscal é necessário porque o milho e a soja contribuem de forma equivalente na oferta de empregos, de alimentos e de insumos para outros segmentos do agronegócio.

Tramitação - O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Divulgação / Governo de Mato Grosso do Sul

 

SAÚDE I: Brasil registra 44,5 mil novos casos e 310 óbitos por Covid-19

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (27/07) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou, em 24 horas, 44,5 mil novos casos da doença e 310 óbitos.

Acumulado - Desde o início da pandemia, o país acumula 33,7 milhões de casos confirmados e 677,8 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 32,1 milhões (95,5% dos casos).

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados, com 5,8 milhões de infectados e 172,7 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,8 milhões de casos e 62,8 mil óbitos); Paraná (2,6 milhões de casos e 44,4 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,6 milhões de casos e 40,4 mil óbitos).

Vacinação - Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 463,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 178 milhões da primeira dose; 159 milhões da segunda dose, além de 101,1 milhões da primeira dose de reforço e 15,7 milhões da segunda dose de reforço. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 28 07 2022

SAÚDE II: Sesa confirma mais 2.010 casos e 24 óbitos pela Covid-19 no Paraná

saude II 28 07 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (27/07) mais 2.010 casos confirmados e 24 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.674.549 casos confirmados e 44.170 mortos pela doença.

Meses - Os casos são de julho (1.769), junho (123), maio (43), abril (2), março (5), fevereiro (26) e janeiro (20) de 2022; outubro (4), setembro (1), agosto (2), julho (1), junho (4), maio (1), março (1) e fevereiro (3) de 2021; e dezembro (3), agosto (1) e junho (1) de 2020. Os óbitos são de julho (13), junho (1), maio (2) e março (1) de 2022; e dezembro (1), novembro (1), outubro (1), setembro (1), junho (1), abril (1) e março (1) de 2021.

Internados - A Sesa alterou a base de dados para expandir a pesquisa de pacientes internados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Paraná, em razão da sazonalidade de doenças respiratórias. Agora, os dados de internamentos incluem todos os pacientes com casos de SRAG e suspeitos ou confirmados de Covid-19.

Leitos SUS- Nesta data, 481 pessoas estão internadas nos leitos SUS (141 em UTIs e 340 em leitos clínicos/enfermaria), seja por suspeita ou diagnóstico de Covid-19 ou de outras SRAGs. Estes dados podem ser consultados diariamente clicando AQUI.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 24 pacientes. São 12 mulheres e 12 homens, com idades entre 33 e 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de março de 2021 e 26 de julho de 2022.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (6), Agudos do Sul (4), Londrina (2), Cornélio Procópio (2), Sarandi, Ponta Grossa, Paiçandu, Ortigueira, Marechal Cândido Rondon, Jacarezinho, Guaíra, Curiúva, Campo Magro e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 11.620 casos e 241 óbitos de residentes de fora do Estado desde o início da pandemia. (Agência Estadual de Notícias)

Confira AQUI o informe completo.

FOTO: Sesa

 


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