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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5376 | 03 de Agosto de 2022

G7: Entidades apoiam decisão da Assembleia Legislativa

g7 03 08 2022O G7, grupo composto pelas sete principais entidades do setor produtivo paranaense, enviou, na segunda-feira (01/08), um ofício ao presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano, manifestando apoio à decisão de não permitir que o Paraná receba lixo de outros estados sem um estudo mais aprofundado sobre o impacto ambiental. “O G7 considera oportuna e importante a decisão da Alep, de vetar os dispositivos e dar tempo para uma análise técnica mais aprofundada com todas as instituições interessadas”, diz o G7.

Sobre o G7 - Fazem parte do G7, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP). (Assessoria de Imprensa do G7)

Leia AQUI o ofício na Íntegra

Leia mais sobre o tema na matéria da Rádio BandNews:

Depois de liberar lixo de outros estados, Assembleia mantém veto

 

MILHO: Cooperativas discutem como avançar no controle da cigarrinha

Representantes da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e de várias cooperativas paranaenses reuniram-se na última quinta-feira (28/07), em Maringá (PR), na sede da Cocamar, para um alinhamento sobre como enfrentar um problema que tem causado grandes prejuízos aos produtores: o ataque da cigarrinha, causadora do enfezamento na cultura do milho.

As cooperativas - Além da Cocamar, participaram Copacol, C,Vale, Integrada, Coamo, Lar, Coopavel e CooperTradição.

Avaliação - Conforme explicou Silvio Krinski, coordenador de desenvolvimento técnico da Ocepar, um dos objetivos foi ouvir as cooperativas para uma avaliação geral de quanto esse problema tem impactado nas diferentes regiões do estado. “A preocupação é geral”, disse.

Ações - Além de ações realizadas em parceria com a Embrapa, para trabalhar com materiais mais resistentes, bem como um manejo adequado, as cooperativas investiram na capacitação de suas equipes técnicas e têm realizado dias de campo para levar informações aos cooperados.

Evolução - Foi proposto durante a reunião manter uma rede de monitoramento como estratégia para acompanhar a dinâmica da praga e o complexo enfezamento nas regiões do estado. Silvio informou também que, no próximo mês, o assunto será levado para discussão no Plano Paraná Cooperativo, o PRC200.

Afetadas - “Os cooperados aumentam seu custo de produção com mais aplicações e sem que isso seja garantia de bom resultado”, afirmou o coordenador, lembrando que todas as regiões do Estado estão sendo muito afetadas.

Comunicação - Para fazer frente ao desafio, houve o consenso, durante a reunião, de que esse trabalho precisa adotar também uma comunicação mais estratégica e pontual com os cooperados, para a eliminação de plantas voluntárias, o chamado milho tiguera, que funcionam como hospedeiras da cigarrinha.

Sensibilizar - “Temos que fazer uma ação maciça de comunicação em determinados períodos do ano, no sentido de que os produtores sejam sensibilizados sobre as ações prioritárias a serem tomadas", pontuou Silvio, assinalando que a eficácia do controle depende da erradicação das plantas tigueras por parte de todos. (Imprensa Cocamar)

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COOPERATIVISMO I: Sistema OCB conclui formação de novos instrutores Cooperjovem

cooperativismo 03 08 2022O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) concluiu a formação de mais duas turmas de novos instrutores para atuarem nas escolas do Programa Cooperjovem. Foram 24 horas de atividades para cada turma, desenvolvidas durante o período de 12 de julho a 1º de agosto. No total, foram 54 inscritos, representando 17 unidades estaduais interessadas em ampliar a oferta da educação cooperativista nas escolas públicas e cooperativas educacionais.

Peça-chave - “O papel do instrutor é considerado peça-chave para o início da execução do Programa Cooperjovem, uma vez que ele é visto como aquele que indica o caminho para o desenvolvimento do programa na escola, enquanto valoriza os conhecimentos já trazidos pelos participantes e pelo meio em que ele leciona”, explica Guilherme Souza Costa, coordenador da iniciativa no Sescoop.

Capacitação - Segundo Guilherme, o instrutor é capacitado a zelar pela marca, orientar a execução de acordo com a metodologia, esclarecer dúvidas quanto aos vínculos com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) e, principalmente, quanto aos eixos temáticos: educação cooperativista, empreendedora, financeira e ambiental.

Conceitos - “Na formação o instrutor se apropria dos conceitos necessários para um pensamento crítico, que impulsione a execução do Cooperjovem considerando o propósito do programa, a Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), a gamificação, e outras iniciativas que incentivem a autonomia dos estudantes, reconhecendo e valorizando as práticas educativas já existentes nas escolas que aderiram ao programa”, explica.

Insumos teóricos - Ainda segundo o coordenador, com esses insumos teóricos, a principal atividade do instrutor será capacitar os educadores na escola para, de forma lúdica, incentivar o protagonismo dos estudantes na execução das fases do Cooperjogo: preparar, explorar, sonhar, concretizar e comemorar.

Cultura cooperativista - Com o apoio das cooperativas e escolas, o Cooperjovem está entre as soluções que o Sescoop oferece para fortalecer a cultura cooperativista que, há mais de 20 anos, atende em média 100 mil alunos por ano. “Desenvolver o Cooperjovem é uma oportunidade para a cooperativa participar das comunidades onde estão inseridas, enquanto contribuem para a formação de cidadãos conhecedores do seu modelo de negócio”, completa Guilherme. (Sistema OCB)

 

COOPERATIVISMO II: Geração C e Elas pelo Coop propõem oficinas para Semana de Competitividade

cooperativismo II 03 08 2022Os Comitês consultivos de jovens, Geração C, e de mulheres, Elas pelo Coop, do Sistema OCB realizaram suas reuniões ordinárias, na quinta-feira (28/07), em formato virtual. O Geração C tratou de pautas específicas, além de um alinhamento sobre a participação de seus integrantes na Semana de Competitividade, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de agosto, em Brasília. O Comitê de Jovens vai participar de oficina com a temática no dia 24.

Histórias inspiradoras - Já o Elas pelo Coop conheceu histórias inspiradoras de outros coletivos de mulheres que fazem a diferença dentro e fora do coop. Ficou acordado que, no dia 22 de agosto, durante a Semana de Competitividade, será realizada uma oficina presencial voltada para a elaboração do planejamento estratégico do comitê, alinhando o propósito, responsabilidades e governança. O plano elaborado será compartilhado, no dia 24, com as Unidades Estaduais do Sistema OCB.

Inclusão e diversidade - Os dois colegiados compõem parte da estratégia do Sistema OCB para promover a inclusão e a diversidade, atuando para o fortalecimento da participação democrática das mulheres e dos jovens no cooperativismo. Integram os comitês embaixadores e embaixadoras coop e jovens e mulheres indicados pelas Unidades Estaduais.

Semana de Competitividade - A Semana de Competitividade, promovida pelo Sistema OCB, reunirá as principais temáticas do momento em um evento com palestras, feira, mesas redondas, laboratórios, espaço de intercooperação, rodada de negócios internacional e outras atividades. (Sistema OCB)

FOTO: OpenClipart Vectors / Pixabay

 

FRENCOOP I: Frente defende aprovação da Lei de Licenciamento Ambiental

frencoop sergio 03 08 2022Após promover intensos debates no Congresso Nacional, a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) aguarda para este segundo semestre de 2022, a votação e aprovação da proposta sobre o Marco Legal do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/2021) em análise na Comissão de Agricultura (CRA) do Senado Federal.

Audiências - Diretor da Frencoop, o deputado Sérgio Souza (PR) ressalta que já foram realizadas audiências suficientes sobre o tema. “A discussão e aprovação desse projeto é um dos temas mais importantes para o país neste momento, pois só assim vamos equacionar os problemas e as dificuldades que enfrentamos hoje no processo de licenciamento ambiental de obras ou de qualquer atividade produtiva”.

Marco legal - A proposta, aprovada em 2021 na Câmara dos Deputados, entre outras medidas, cria um marco legal que unifica as diversas normas sobre o tema e estabelece uma plataforma comum a todos os entes da Federação (estados e municípios) para ordenar o processo, garantir segurança jurídica e evitar excessos e ineficiência.  

Força - Durante a tramitação na Câmara, Sérgio Souza destaca a força do setor agropecuário no processo de convencimento dos parlamentares com argumentos que reforçam a importância de modernização nos procedimentos para obtenção do licenciamento ambiental no Brasil. “Defendemos esse projeto porque queremos a redução do custo Brasil, queremos ter alimento de qualidade ao alcance do cidadão brasileiro, queremos cuidar do meio ambiente e acelerar a economia”, declara.

Temas prioritários - O projeto é um dos temas prioritários da agenda institucional do cooperativismo. As sugestões propostas pelo setor têm como objetivo o desenvolvimento sustentável e, para isso, conta com duas diretrizes básicas: a proteção do meio ambiente e a eficiência do processo de licenciamento ambiental.

Diretrizes gerais - “Acreditamos que o projeto deva tratar de diretrizes gerais de procedimento, assegurando autonomia para estados e municípios na implementação da política. Além disso, consideramos importante adequar as exigências de licenciamento às características dos empreendimentos, para que não existam cobranças excessivas para aqueles de pequeno porte ou baixo potencial poluidor. Também consideramos importante dar maior previsibilidade na análise dos procedimentos de licenciamento por parte dos órgãos públicos”, explica o consultor ambiental do Sistema OCB, Leonardo Papp.

Tratamento adequado - Ainda segundo Papp, outra prioridade do Sistema OCB é conferir tratamento adequado para as atividades agropecuárias, considerando como não sujeitas a licenciamento ambiental aquelas que já tenham prestado informações ambientais nos demais cadastros existentes e que contenham obrigações ambientais decorrentes diretamente da legislação. (Sistema OCB)

FOTO: Cléia Viana / Agência Senado

 

FRENCOOP II: Sistema OCB articula pela ampliação da atuação de cooperativas no mercado de seguros

frencoop I 03 08 2022A ampliação das possibilidades legais e regulatórias da participação do cooperativismo no mercado de seguros no Brasil é tema de debate há anos no Congresso Nacional. De acordo com o Decreto-Lei 73/1996, as cooperativas só podem atuar em operações de seguros de saúde, agrícola ou acidentes de trabalho. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o cooperativismo poderá ser protagonista em políticas de acesso a esses produtos com preços mais competitivos.

Mundial - “No mercado de seguros mundial existem 5,1 mil cooperativas, distribuídas em 77 países com mais de 900 milhões de segurados. Em ativos os números alcançam quase USD 9 trilhões e representam 27% do mercado, gerando mais de um milhão de empregos, segundo dados da Federação Internacional de Cooperativas e Seguros Mútuos. Tudo isso sinaliza que as cooperativas têm competência e braço para atuar neste setor tão requisitado em todo o mundo”, considera.

Pendente - Está pendente de análise pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar (PLP) 519/18 que, em seu substitutivo, incluiu as cooperativas no rol de prestadores destes serviços. A admissão das coops é fruto de articulação do Sistema OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Após longas discussões, durante estes anos, o texto da comissão especial está pronto para votação em Plenário.

Articulação - O coordenador nacional do Ramo Transporte do Sistema OCB, Evaldo Matos, explica que a instituição tem articulado com o Legislativo, Executivo e junto aos órgãos regulamentadores pela plena atuação das cooperativas no mercado de seguros. “A OCB entende que há hoje uma reserva injustificada de mercado que veda a atuação plena das cooperativas no mercado de seguradoras. Temos nos mobilizado, mantendo diálogo com os parlamentares, com o Executivo, com o órgão regulador e outras instituições representativas na busca de um entendimento que traga segurança jurídica e democratização do setor de seguros”, pontua.

Ampliação - Membro da diretoria da Frencoop, o deputado Arnaldo Jardim (SP), defende a ampliação da participação das cooperativas no mercado de seguros e acredita que, além das coops, o país ganhará com a aprovação da medida.

Livre concorrência - “O princípio da livre concorrência é reforçado nessa proposta que traz as cooperativas para o mercado de seguros de forma mais ampla. A capilaridade e pluralidade das cooperativas contribuirão de forma significativa em outras esferas para além de seguros de saúde, agrícola ou acidentes de trabalho. Está comprovado que no mercado internacional esta experiência é assertiva, então, precisamos incorporar as cooperativas com regulamentação adequada ao modelo de negócios cooperativista. Estamos articulando para que a proposta seja logo analisada pelo Plenário da Câmara”, assevera Jardim.

Desdobramentos - O Sistema OCB vem articulando junto ao governo federal, com o propósito de criar entendimento sobre o mercado de seguros operados por coops e sua efetiva regulamentação. (Sistema OCB)

FOTO: Elaine Menke / Agência Senado

 

FRÍSIA: Cooperativa prevê aumento da área agrícola e do número de cooperados no Tocantins

frisia 03 08 2022Há seis anos no Tocantins, a Frísia apresenta um crescimento em números de cooperados, áreas de atuação e unidades no Estado. Esse trabalho se deve à aplicação do “Planejamento Estratégico Rumo aos 100 anos”, que conduz as ações da cooperativa visando gerar maior rentabilidade aos cooperados. Na safra 22/23, a cooperativa estima uma área total de 50 mil hectares, sendo 35 mil de soja e 15 mil da safrinha de milho - em 2016, ano da chegada, eram menos de 4 mil hectares de área total.

Primeiro entreposto - Erica Lima é coordenadora Comercial da Frísia no Tocantins e acompanhou a instalação do primeiro entreposto da cooperativa no Estado, em Paraíso do Tocantins. O município está distante cerca de 60 km de Palmas e conta com uma ampla estrutura de recebimento de grãos, além de um campo demonstrativo experimental - com o apoio da Fundação ABC. Somado ao entreposto, que tem capacidade atual de 42 mil toneladas de armazenamento, haverá até o fim de setembro a inauguração da primeira loja agropecuária da Frísia no Estado.

Tranquilidade - “Vamos inaugurar uma loja agropecuária, o que dará tranquilidade ao cooperado para o atendimento das suas necessidades, e promoverá todo o suporte técnico e comercial para auxiliá-lo a crescer e continuar se consolidando”, destaca Lima.

Números positivos - A Frísia conta atualmente com 134 cooperados (em 2016 eram somente 5) localizados em 22 municípios da região central do Tocantins. O objetivo, explica Lima, é expandir nos municípios onde a cooperativa está presente. “Já iniciamos estudos para futuros entrepostos em outros municípios de atuação”.

Recepção de grãos - A recepção de grãos da Frísia no Estado apresentou um aumento de 51% em 2021 em relação ao ano anterior. Para elevar ainda mais esse número, a cooperativa aumentará o número de entrepostos, sendo o próximo em Dois Irmãos do Tocantins. Com capacidade de armazenamento de 21 mil toneladas de grãos, a unidade deverá atender uma região que conta com aproximadamente 45 mil hectares de área plantada, que envolve os municípios de Dois Irmãos do Tocantins, Araguacema, Abreulândia e Goianorte.

Crescentes - “Os números da cooperativa no Estado estão cada vez mais crescentes por a Frísia mostrar todo o seu conhecimento na agricultura e no cooperativismo. Os produtores das regiões onde ela está instalada veem que há um valor agregado na produção”, reforça a coordenadora.

Diversificação - “Com essa diversificação que a cooperativa traz de serviços prestados ao cooperado, fortalece os negócios da Frísia no Tocantins. Nossa consolidação de negócios, hoje, está em assistência técnica, comercialização de grãos e insumos, armazenamento e secador”, afirma Lima.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2021 produziu mais de 290 milhões de litros de leite, 895 mil toneladas de grãos, 89 mil toneladas de madeira e mais de 30 mil toneladas de carne suína, resultado do trabalho de 971 cooperados e 1.176 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR: Caravana ILPF na próxima semana na região da cooperativa

No início da próxima semana, a Caravana ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) – formada por pesquisadores da Embrapa e técnicos de várias empresas - estará visitando a Cocamar em Maringá e regiões atendidas pela cooperativa nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Objetivo - A iniciativa é da Associação Rede ILPF e seu objetivo é conhecer experiências e realizar diagnósticos que ajudem a difundir e ampliar as áreas com sistemas de integração em nível nacional.

Retorno - Segundo Isabel Ferreira, diretora executiva da Rede ILPF, a proposta da realização é retornar posteriormente às regiões que foram visitadas, com projetos específicos, a partir dos diagnósticos realizados e dentro das realidades locais. “Não podemos pensar em ILPF como uma receita de bolo, é uma tecnologia muito democrática, que tem que ser adequada às particularidades de cada região”.

Em Maringá - Na noite de segunda-feira (08/08), os participantes vão ser recebidos em um evento no qual a cooperativa vai apresentar como esse modelo produtivo vem se desenvolvendo nos solos arenosos de sua região.

Pioneirismo - A Cocamar se destaca entre as pioneiras em ILPF no Brasil, sistema que passou a incentivar a partir de 1996 no noroeste paranaense, sendo atualmente uma de suas principais bandeiras. Com o acompanhamento de uma equipe técnica especializada, já são mais de 250 mil hectares em diferentes formatos integrados, na soma dos três Estados.

Dia de Campo - Na manhã de terça-feira (09/08) haverá um dia de campo na Fazenda Flor Roxa em Jardim Olinda, na divisa dos Estados do Paraná e São Paulo, onde a família Vellini pratica a ILPF há mais de duas décadas.

Presidente Prudente - Ainda na terça-feira, a partir das 18h15, a Caravana participa do 4º Encontro sobre ILPF no Aruá Hotel em Presidente Prudente (SP), evento para o qual são esperados mais de 400 produtores.

MS - Finalmente, na quarta-feira (10/08), a Caravana se reúne com produtores em Nova Andradina (MS).

Rede - Compõem a Rede ILPF: Embrapa, Cocamar, John Deere, Bradesco, Syngenta e Sementes Soesp. (Imprensa Cocamar)

CRESOL: Mais de 10 mil agasalhos são arrecadados para campanha social em parceria com a Federação Gaúcha de Futebol

cresol 03 08 2022O estádio Montanha dos Vinhedos, no município gaúcho de Bento Gonçalves (RS), foi o palco da final da divisão de acesso do Campeonato Gaúcho de futebol masculino, no último dia 24 de julho. Mas além da disputa, a final do campeonato também conclui outra grande iniciativa que vai além do campo de futebol, a campanha “Dê um Drible no Frio”. A iniciativa foi uma parceria entre a Federação Gaúcha de Futebol e a Cooperativa Financeira Cresol, que teve como finalidade arrecadar agasalhos para serem distribuídos entre entidades que atendem pessoas carentes.

Mobilização - A campanha, iniciada junto com a realização das finais do Gauchão A2, ao longo de pouco mais de um mês mobilizou oito estádios que sediaram os jogos das finais, além da própria Sede da Federação em Porto Alegre (RS) e cerca de 100 agências da Cresol espalhadas pelo Rio Grande do Sul, como pontos de arrecadação. No total foram arrecadados mais de 10 mil agasalhos que serão distribuídos para cerca de 50 entidades.

Presença - Representantes da Cresol Rio Grande do Sul estiveram presentes na final do Gauchão A2 para prestigiar as duas equipes que disputaram o título e, o superintendente Rui André Steffens, aproveitou a ocasião também para agradecer a participação de todas as pessoas que contribuíram com as doações.

Sucesso da parceria - Da mesma forma, o presidente da Cresol, Cledir Magri, também comemorou o sucesso da parceria com a Federação Gaúcha, chamando a atenção para a importância de iniciativas como a da campanha.

Ganhos - “Além da disputa em questão, entre times que representam municípios gaúchos e que por meio do esporte trazem entretenimento e um momento de leveza para as pessoas, esse é o tipo de “jogo” onde todos saem ganhando: ganha quem doa, ganha quem recebe, ganha a Cresol, a Federação e as outras entidades, que fazem essa ponte para unir quem pode ajudar com aqueles que estão precisando. Na Cresol nós sempre apoiamos o esporte por acreditar que é um instrumento importante de transformação social, essa campanha mais uma vez nos provou isso”, reforça Cledir.

Tour da Taça - Para concluir a campanha, o público de três cidades terá a oportunidade de ver de perto a Taça de Campeão do Gauchão A2 Cresol. O Troféu passará pelas agências de Porto Alegre e Veranópolis e pelo centro administrativo da Cresol Rio Grande do Sul, com sede em Bento Gonçalves, ficando disponível para visitação.

Sobre a Cresol - Com 27 anos de história, mais de 720 mil cooperados e 700 agências de relacionamento em 17 estados, a Cresol é uma instituição financeira que está se consolidando entre as principais cooperativas financeiras do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Em 2021, a cooperativa encerrou o ano com R$ 16,8 bilhões em ativos e destacou sua solidez entre as instituições financeiras cooperativas. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Primeira agência da cooperativa completa 31 anos

sicredi fronteiras 03 08 2022No domingo (31/07), a agência de Capanema completou 31 anos. Esta foi a primeira unidade de atendimento aberta pela Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. A cooperativa iniciou sua trajetória com o nome de Credesul, há quase 32 anos, no município de Capanema, na região Sudoeste do Paraná, quando nasceu do agronegócio para fomentar o crédito rural.

Livre admissão- Hoje, com livre admissão, tornou-se uma sólida instituição financeira cooperativa, com visão empreendedora e planejamento, atualmente com mais de 83 mil associados, atendidos em 38 agências, abrangendo 57 municípios, em três estados: Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Marco - José César Wunsch, presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras, afirma que a inauguração desta primeira agência foi o marco inicial para a expansão da cooperativa. “Quando abrimos a primeira agência, estávamos com mais ou menos 700 associados. Relembro que tínhamos uma oferta muito pequena de produtos e serviços, praticamente nada comparado às demais instituições. Porém, havia um ideal e esse ideal foi o que nos tornou essa instituição que pensa no bem mútuo e auxilia no crescimento das comunidades, em todos os campos: financeiro, educacional, cultural e ambiental, através de uma administração transparente e sustentável”, comenta Wunsch.

Gratificante - Gilvan Cesar Cavalheiro, atual gerente da agência de Capanema, comenta como é gratificante trabalhar diariamente com uma excelente equipe, que procura através dos mais de 300 produtos e serviços da cooperativa, oferecer um atendimento personalizado para cada perfil de associado.

Conquistas e parcerias - “Ser parte desta equipe e trabalhar na primeira ‘casa’ da Sicredi Fronteiras, nos faz lembrar diariamente do quanto devemos ser gratos aos nossos associados. Aqui na agência, nós encontramos mais uma família, por isso cuidamos e nos preocupamos com ela, queremos que a força da nossa união nos faça crescer ainda mais. Obrigado aos associados que também são donos desta agência. Obrigado a vocês que acreditam e fazem parte desta história de conquistas e parcerias. Feliz aniversário para a agência pioneira de nossa cooperativa” finaliza o gerente. (Imprensa Sicredi Fronteiras)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Peça Teatral #Juntos é apresentada em Palmital (PR)

Com o apoio da Fundação Sicredi, a Peça Teatral #Juntos foi apresentada no Salão Rotary de Palmital (PR), na segunda-feira (01/08), e reuniu cerca de 200 alunos. A produção conta com o apoio da Fundação Sicredi, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e está percorrendo todo Brasil. Com texto da dramaturga Dedé Ribeiro e direção do premiado Daniel Colin, o espetáculo aborda as questões da transição do jovem para a vida adulta, em suas amplas mudanças e decisões. Todas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público.

Preocupações - “O espetáculo reflete com leveza e bom humor as questões que preocupam os jovens. Como preparar-se para o futuro com tantos caminhos possíveis? Nos dias de hoje o espaço físico não precisa ser compartilhado para que as pessoas possam cooperar, se unir e construir seus projetos de vida juntas” afirma a dramaturga Dedé Ribeiro.

Educação financeira - Para Evandro Gindri, Gerente da Agência de Palmital, “a peça teatral aborda um tema muito importante para a comunidade, sobretudo para os jovens, que é a educação financeira. Nós como cooperativa Sicredi, incentivamos essa prática com o objetivo de promover uma vida mais justa e sustentável”.

Pilares - Michael Bueno, Coordenador de Comunicação e Marketing da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP, enfatiza que “o Sicredi possui alguns pilares, o econômico e o social, dentro do pilar social, levamos a educação financeira para diferentes comunidades. Acreditamos que por meio dela, conseguimos promover o entendimento entre as pessoas sobre a importância de uma vida financeira e um futuro sustentável, além de proporcionar um melhor entendimento sobre como utilizar o seu dinheiro”.

Enredo - A ação de #Juntos se passa no dia da formatura de três colegas inseparáveis no ensino médio, que traçam planos para o futuro. No entanto, a separação é inevitável, mas a distância, hoje, é relativa, graças às redes sociais. Com o auxílio da irmã de um deles e de outras personagens que aparecem, os amigos criam juntos um projeto que possa reuni-los outra vez e garantir que seus sonhos de trabalho se realizem. Com muitas complicações e situações divertidas, a montagem foi concebida para um público jovem, de 13 a 20 anos. Na ficha técnica destacam-se atores reconhecidos no teatro gaúcho, como Douglas Oliveira, Denis Gosh e Ursula Collischonn, entre outros, bem como os cenários de Rodrigo Shalako e os figurinos de Antônio Rabadan. A produção é assinada pela DUX /LIGA Produção Cultural. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICOOB CREDICAPITAL: Cursos profissionalizantes são ofertados aos moradores de Catanduvas (PR) por meio do Expresso Instituto Sicoob

sicoob credicapital 03 08 2022O Sicoob Credicapital ofereceu, aos moradores do município de Catanduvas (PR), a oportunidade de realizarem cursos profissionalizantes de forma gratuita por meio do Expresso Instituto Sicoob. Entre os dias 18 e 22 de julho, mais de 90 pessoas, entre jovens e adultos, cooperados e não cooperados, realizaram os cursos ofertados pela plataforma itinerante.

Agradecimento - “Quero agradecer ao Sicoob, os cursos são bons, bem direcionados, bem objetivos e contribuíram muito com a minha área”, afirma a recepcionista, Ionara Soares Gomes.

Oportunidade - O gerente da agência do Sicoob no município, Jads Ribeiro, comemora o sucesso da ação. Segundo ele, todos ficaram muito felizes por ter tido a oportunidade de receber o ônibus na cidade.

Participação - “Tivemos muita participação dos nossos cooperados. Quase 100 pessoas fizeram os cursos e tem muita gente já perguntando quando será a próxima vez que o Expresso estará na cidade”, destaca.

Muitos cursos - A cooperada Gizele Breta comenta que são muitos cursos que servem para aprimorar o conhecimento e a gestão. “Acredito que a vinda do ônibus para Catanduvas foi uma oportunidade para que os moradores da nossa cidade tivessem acesso ao conhecimento”, relata.

Sobre o Expresso - O Expresso Instituto Sicoob é uma plataforma itinerante de formação profissional e cidadã instalada em um ônibus, que é equipado com mesas e cadeiras, notebooks, televisores e acesso à internet. A unidade prioriza o atendimento a pessoas vinculadas a entidades sociais, prefeituras e escolas públicas e privadas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Exportação de pescados dobra no primeiro semestre de 2022

comercio exterior destaque 03 08 2022A exportação de produtos da piscicultura brasileira cresceu 100% nos primeiros seis meses de 2022 em comparação ao mesmo período do ano anterior. É o que mostra Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, feito pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR). No total, foram US$ 14,3 milhões em vendas externas e 4.931 toneladas.

Valor - O crescimento, em valor, é resultado da venda de produtos piscícolas de maior valor agregado, como os filés congelados, com alta de mais de 500% em valor e toneladas.

Fatores - De acordo com a Secretaria de Pesca e Aquicultura, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o crescimento exponencial das exportações brasileiras ocorre por diversos fatores, como a desburocratização, a evolução no manejo, a melhoria genética e tecnificação do cultivo de peixes. Assim como a profissionalização da cadeia produtiva e o crescimento de crédito de fomento para atividade. Outro ponto é a realização de ações conjuntas de promoção comercial da piscicultura brasileira, desenvolvidas pelo Mapa em parceria com a Apex Brasil.

Destinos - Os principais destinos das exportações da piscicultura foram Estados Unidos, maior comprador; seguido pelo Canadá e pela Líbia.

Tilápia - Originária da África e de grande aceitação no mercado mundial, a tilápia é a espécie de peixe mais exportada pelo Brasil, representando 98% do total do faturamento com pescados exportados até o mês de junho, montante de US$ 14 milhões.

Paraná - O Paraná é o estado com a maior exportação da espécie no período analisado, com US$ 7,4 milhões, representando 53% do total. Em seguida, aparecem Mato Grosso do Sul e Bahia.

Primeira posição - Dados do informativo apontam que a categoria de tilápias inteiras congeladas ocupou a primeira posição de exportação nesse semestre, com um valor total de US$ 7 milhões. Depois, estão o filé fresco, com US$ 3,4 milhões, e o filé congelado (US$ 2,6 milhões). (Mapa)

FOTO: iStock

 

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total po estados                                                                   Fonte: Comextat/Ministério da Economia 2022. Elaboração Embrapa Pesca e Aquicultura

ECONOMIA: Copom inicia quinta reunião do ano para definir taxa Selic

economia 02 08 2022Em meio aos impactos de uma possível recessão nos Estados Unidos e da evolução da inflação após a queda dos preços da gasolina no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), iniciou, nesta terça-feira (02/08), em Brasília, a quinta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Nesta quarta-feira (03/08), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Focus - Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a Selic deverá passar de 13,25% para 13,75% ao ano, com alta de 0,5 ponto percentual. Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até o fim do ano.

Ata - Na ata da última reunião, os membros do Copom indicaram que pretendiam aumentar mais uma vez a taxa Selic em 0,5 ou 0,25 ponto percentual, mas deixaram aberta a possibilidade de promover novas altas caso a inflação persista.

Maio - Até maio, os comunicados do BC indicavam que a autoridade monetária pretendia encerrar o ciclo de elevações em junho. No entanto, as altas além do previsto promovidas pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu adicionaram pressão sobre os juros brasileiros.

Estimativas - Depois de altas nos últimos meses, as estimativas de inflação têm caído. A última edição do boletim Focus reduziu a previsão de inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 7,3% para 7,15% neste ano. Em junho, as projeções para o IPCA chegaram a 9%.

Guerra - Embora a gasolina e a energia elétrica tenham ficado mais baratas nos últimos meses, a guerra entre Rússia e Ucrânia continua a impactar os preços do diesel, de fertilizantes e de outras mercadorias importadas. Além disso, a instabilidade na economia norte-americana, que enfrenta a maior inflação nos últimos 41 anos, provoca forte volatilidade na cotação do dólar em todo o planeta.

Meta - Para 2022, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%. Os analistas consideram que o teto da meta será estourado pelo segundo ano consecutivo.

Aperto monetário - Principal instrumento para o controle da inflação, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa atingiu 6,5% ao ano em março de 2018.

Julho 2019 - Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo aumentado 11,25 pontos percentuais até agora.

Taxa Selic - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

Atuação - O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Elevação - Quando o Copom eleva a taxa básica de juros, ele pretende conter a demanda aquecida, causando reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas seguram a atividade econômica.

Redução - Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Taxas - Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Encontros - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CÂMBIO: Tensões entre China e Taiwan elevam dólar para R$ 5,27

cambio 03 08 2022O acirramento das tensões políticas entre China e Taiwan interrompeu a trégua dos últimos dias no mercado financeiro. O dólar voltou a aproximar-se de R$ 5,30 e teve a maior alta diária em três semanas.

Bolsa de valores - A bolsa de valores, em contrapartida, descolou-se do exterior e subiu mais de 1%, puxada pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (02/08) vendido a R$ 5,279, com alta de R$ 0,101 (+1,94%). A divisa começou o dia em leve alta, mas passou a disparar depois das 11h, quando foi confirmado que a presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, havia pousado em Taiwan.

Maior alta - A moeda norte-americana teve a maior alta para um dia, desde 11 de julho. A cotação está no maior nível desde 26 de julho. Apesar da valorização de hoje, a divisa acumula queda de 5,33% em 2022.

Mercado financeiro - Ao contrário do câmbio, o mercado de ações teve um dia menos tenso. Apesar de iniciar a sessão em baixa, o índice Ibovespa, da B3, reagiu e fechou aos 103.362 pontos, com alta de 1,11%.

Brasil - A bolsa brasileira subiu mesmo com as bolsas norte-americanas em queda porque o preço das commodities subiu com os temores de um conflito entre China e Taiwan, o que beneficiou ações de mineradoras e de siderúrgicas. Um possível estímulo do Banco Central chinês ao setor de construção civil beneficiou as cotações do ferro e do aço.

Ações - As ações de bancos também subiram na véspera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, o Copom deve elevar a taxa Selic (juros básicos da economia) de 13,25% para 13,75% ao ano. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

AUXÍLIO: Benefício para caminhoneiros começa a ser pago em 9 de agosto

auxilio 03 08 2022A partir da próxima terça-feira (09/08) começam a ser pagos os benefícios emergenciais concedidos a caminhoneiros. A portaria interministerial que regulamenta a medida voltada a “transportadores autônomos de carga” foi publicada em edição especial do Diário Oficial da União na noite desta terça-feira (02/08).

Prazo - O prazo para pagamento do benefício vai até 31 de dezembro de 2022, e será pago em seis parcelas mensais no valor de R$ 1 mil, “observado o limite global de recursos de R$ 5,4 bilhões”, conforme informa o Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), que é o órgão gestor do benefício.

Ajuda - O auxílio tem por objetivo ajudar os transportadores autônomos de carga a enfrentar o estado de emergência que decorre da alta do preço de combustíveis e derivados.

Direito - Segundo o MTP, têm direito a receber o Benefício Caminhoneiro-TAC os transportadores de carga autônomos com CPF válido e cadastrado no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) até 31 de maio de 2022, na situação de Ativo”, entre outras exigências.

Primeiras e segundas parcelas - No dia 9 de agosto serão pagas a primeira e a segunda parcelas, referentes aos meses de julho e agosto. “Para os próximos lotes de pagamento, o Ministério de Infraestrutura, por meio da ANTT, encaminhará mensalmente ao MTP a relação dos transportadores autônomos de cargas que estiverem na situação ativo no RNTR-C”, acrescenta o ministério.

Terceiro lote- O terceiro lote deverá estar disponível em 24 de setembro; e as demais parcelas, nos dias 22 de outubro, 26 de novembro e 17 de dezembro.

Cadastro - Aqueles que estiverem com situação cadastral pendente ou suspensa podem regularizar o registro na ANTT para se habilitarem.

Não cumulativo - O Ministério do Trabalho ressalta que o benefício não é cumulativo com o Benefício Taxista e será pago apenas um por CPF, independentemente se o beneficiário tiver mais de um veículo cadastrado.

Instituição bancária - “Será designada uma instituição bancária federal registrada para efetivar o pagamento que será feito em conta digital. Os valores não movimentados no prazo de 90 dias, contados da data de depósito, retornarão para a União”, acrescenta. (Agência Brasil)

FOTO: Thomaz Silva / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova MP que prevê incentivos à renovação da frota de ônibus e caminhões

legislativo I 02 08 2022O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (02/08), a Medida Provisória 1112/22, que cria o Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária no País (Renovar), voltado para renovação de frota de ônibus e caminhões. A proposta segue para o Senado.

Segurança - O relator da MP, deputado Da Vitória (PP-ES), destacou que a medida vai promover a segurança nas estradas nacionais. “A substituição de ônibus, vans e caminhões antigos por equipamentos modernos trará impactos positivos ao transporte de cargas e aos indicadores de meio ambiente e acidentes de trânsito”, disse.

Mudanças - O relator também incluiu no texto da MP mudanças no Código de Trânsito Brasileiro sobre habilitação, descanso em rodovias e veículos abandonados. “São medidas que trazem fluidez ao processo nos departamentos estaduais de trânsito e mudanças pontuais”, defendeu.

Financiamento - O Renovar será custeado por repasses da Cide-Combustíveis e por recursos que as petroleiras investem em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

Crítica - Deputados de oposição criticaram a aplicação de recursos até então destinados a projetos científicos no programa de renovação de frota.

Outras fontes - O líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE), defendeu o uso de outras fontes de recurso. “É verdadeiramente um absurdo nós retirarmos recursos já tão sofridos da área de Ciência e Tecnologia e, de repente, delegarmos todos esses recursos a uma área”, criticou.

Baixo impacto - O relator, deputado Da Vitória, destacou que o programa se estrutura com baixo impacto nas contas públicas. “O mecanismo proposto se baseia essencialmente na coordenação de esforços privados, com a cooperação do poder público”, destacou.

Renovação - O texto estabelece que o Renovar será coordenado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e por um conselho, que terá participação dos setores do transporte, da indústria e da sociedade civil e definirá as diretrizes do programa.

Plataforma - Uma plataforma da ABDI vai permitir as operações de venda de bens usados e compra dos novos veículos.

Contratação - A plataforma também será utilizada para contratação de empresas que realizarão o desmonte do veículo original.

Caminhoneiros - Pelo texto, o transportador autônomo de cargas e os associados das cooperativas de transporte de cargas terão prioridade de acesso aos benefícios.

Em circulação - Dados da Secretaria Nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura indicam haver mais de 3,5 milhões de caminhões em circulação no Brasil e, desse total, cerca de 26% dos veículos possuem mais de 30 anos de fabricação.

Benefícios - A MP prevê o perdão de alguns débitos dos bens cuja baixa definitiva de registro seja solicitada no âmbito do programa, desde que sejam inferiores a R$ 5 mil. O texto também autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a criar linhas de crédito dirigidas aos participantes do Renovar.

Eleição - O texto foi criticado pelo líder do Novo, deputado Tiago Mitraud (MG), que chamou a medida de “eleitoreira”. “Poucos meses antes da eleição, o governo de Jair Bolsonaro lança um programa de renovação de frotas de caminhoneiro custeado com dinheiro público”, criticou. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Câmara aprova MP com regras trabalhistas para estado de calamidade pública

legislativo II 03 08 2022A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (02/08) a Medida Provisória 1109/22, que institui relações trabalhistas alternativas para vigorar durante estado de calamidade pública decretado em âmbito nacional, ou estadual e municipal reconhecidos pelo governo federal. Foram 249 votos a favor e 111 contra.

Destaques - Os deputados rejeitaram em Plenário os seis destaques que poderiam alterar o texto.

Medidas - Entre as medidas previstas estão o teletrabalho; a antecipação de férias individuais; a concessão de férias coletivas; o aproveitamento e a antecipação de feriados; o banco de horas; e a suspensão da exigibilidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Defesa - O relator, deputado Sanderson (PL-RS), defendeu a aprovação por acreditar que as medidas trabalhistas poderão beneficiar a economia de municípios atingidos pelas enchentes no início do ano. “Além de ceifarem vidas, as enchentes abalam as economias locais, prejudicando sobremaneira a manutenção de empregos e rendas. Medidas que visam a minorar os efeitos da crise econômica são inquestionavelmente urgentes e relevantes", argumentou.

Benefício Emergencial - Segundo o governo, o objetivo da MP é preservar o emprego e a renda, garantindo a continuidade das atividades e reduzindo o impacto social decorrente do estado de calamidade pública.

Mudanças - Para isso, a MP, também retoma, com algumas mudanças, regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, adotado durante a crise causada pela pandemia de coronavírus. O programa passa a ser permanente, podendo ser instituído para combater consequências de estado de calamidade pública.

Experiências exitosas - “Não se deve desprezar a experiência exitosa das medidas de enfrentamento ao Covid-19 que foram fundamentais para a preservação de empregos e renda, agora para o caso de calamidade pública”, argumentou o relator. “Precisamos, nesse sentido, contar com uma política pública permanente. Assim, é importante dotar o Estado brasileiro de mais agilidade para o enfrentamento de calamidades públicas.”

Suspensão temporária - Com o programa, contratos de trabalho poderão ser suspensos temporariamente, com a concessão do Benefício Emergencial (Bem), a ser pago mensalmente como compensação aos trabalhadores atingidos.

Redução de jornada - Além da suspensão temporária dos contratos, será possível a redução proporcional da jornada de trabalho e do salário.

Acordo - O empregador pode acordar a suspensão do contrato de trabalho de forma setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho. O período máximo previsto para a redução da jornada e a suspensão dos contratos de trabalho é de 90 dias, prorrogável enquanto durar o estado de calamidade pública em âmbito nacional ou local.

Cálculo - O Benefício Emergencial devido a cada trabalhador será calculado com base no valor que ele teria direito de seguro-desemprego. O beneficiário poderá receber o Bem na instituição financeira em que possuir conta-poupança ou conta de depósito à vista, exceto conta-salário.

FGTS - Em relação aos recolhimentos do FGTS, a medida provisória dá poderes ao Ministério do Trabalho para suspender a exigibilidade por até quatro meses nos estabelecimentos situados em municípios com estado de calamidade pública reconhecido pelo governo federal.

Empresas - A medida alcança todas as empresas, independentemente do setor em que atuam, do regime tributário ou de adesão. Os depósitos ao fundo serão retomados após o fim da medida alternativa, em seis parcelas, sem incidência de juros, multas ou outros encargos.

Abrangência - As medidas da MP se estendem a trabalhadores rurais, domésticos e temporários urbanos, além de aprendizes e estagiários. Ato do Ministério do Trabalho e Previdência estabelecerá o prazo de adoção das medidas alternativas, que poderá ser de até 90 dias, prorrogável enquanto durar o estado de calamidade pública decretado.

Alternativas - A MP detalha as medidas alternativas. Por exemplo, no caso do teletrabalho, a responsabilidade pelo custo dos equipamentos e reembolso de outras despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato firmado com a empresa.

Férias coletivas - Já a concessão de férias coletivas poderá ser decidida pelo empregador e informada aos empregados com antecedência mínima de 48 horas. Ela poderá incidir sobre toda a empresa ou setores dela. A MP permite a concessão por prazo superior a 30 dias.

Cheque em branco - O deputado Bohn Gass (PT-RS) criticou a medida provisória por flexibilizar e prejudicar as relações de trabalho. “Em casos de calamidade, as contratações nos municípios vão ser mais precárias ainda. Vamos dar um cheque em branco para terceirizações e contratos emergenciais, sem concursos e estabilidade”, alertou.

Contexto específico - A líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP), afirmou que as medidas adotadas durante a pandemia se limitavam ao contexto específico da necessidade de seguir regras de isolamento social. “Eram medidas para salvar os trabalhadores e as empresas do ramo produtivo que empregavam muitas pessoas que corriam o risco de ser demitidas”, comentou. “Isso não se justifica como um gatilho para outras situações de crise.”

MP - O deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) disse que a matéria não deveria ser discutida em uma medida provisória. “O governo quer atropelar direitos de trabalhadores na véspera da eleição”, lamentou.

Oportunidade - Já o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) afirmou que a medida provisória moderniza as relações trabalhistas e pode gerar emprego e renda. “O direito ao trabalho vem antes do direito trabalhista. Desempregado não tem nenhum direito trabalhista. Falta renda para comprar comida. Não estamos tirando direitos, mas deixando as pessoas tomar decisões e gerar oportunidades de emprego”, declarou.

Empregos formais - O deputado Kim Kataguiri (União-SP) ressaltou que as medidas adotadas na pandemia garantiram a manutenção de mais de 20 milhões de empregos formais. “Quando a empresa está em crise, o empregado pode ser mandado embora. Nenhum dono de empresa quer reduzir sua capacidade produtiva, e os próprios trabalhadores podem negociar coletivamente, sem renunciar direitos, para manter seus empregos. Ambas as partes ganham”, defendeu.

Queda - O deputado Paulo Marinho Jr (PL-MA) lembrou que o índice de desemprego está em queda, com 9,3 milhões de desocupados no último trimestre segundo o IBGE, o menor número desde 2016. “As medidas em vigor têm surtido efeito, e a economia está melhorando”, avalia. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Agência Câmara

 

SAÚDE I: Brasil registra 295 óbitos e 34,4 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 34.464 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 295 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta terça-feira (02/08).

Total - Com as novas informações, o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia do covid-19 soma 33.890.428. O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 669.784. O termo se refere a casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Óbitos - Com os números desta terça, o total de óbitos alcançou 679.010, desde o início da pandemia. Ainda há 3.222 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Recuperados - Até agora, 32.511.634 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Números - Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (173.036), Rio de Janeiro (74.867), Minas Gerais (62.995), Paraná (44.525) e Rio Grande do Sul (40.485). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.018), Amapá (2.153), Roraima (2.158), Tocantins (4.187) e Sergipe (6.414).

Vacinação - Até esta terça, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava que um total de 465.534.451 doses de vacinas contra covid-19 foram aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização.

Doses - Destas, 178,1 milhões são primeira dose, 159,2 milhões são segunda dose e 4,9 milhões foram aplicadas como dose única.

Reforço - A dose de reforço já foi aplicada em mais de 102 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em 16,5 milhões.

Janssen - O painel registra ainda 4,6 milhões de doses como "adicionais", que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim confirma mais 1.894 casos e 22 óbitos por Covid-19 no Paraná

saude II 03 08 2022Segundo o Informe Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (02/08) pela Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná registrou mais 1.894 casos confirmados e 22 óbitos causados pela Covid-19, dos quais 1.278 novos casos e uma morte nas últimas 24h. Assim, o Estado acumula, desde o início da pandemia, 2.683.208 casos e 44.283 óbitos em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de agosto (1278), julho (465), junho (12), maio (15), abril (24), março (6), fevereiro (13) e janeiro (32) de 2022; dezembro (2), outubro (1), julho (1), maio (1), março (2) e janeiro (1) de 2021; e dezembro (14), novembro (16), outubro (4), setembro (2), agosto (1), julho (2) e junho (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de agosto (1), julho (10) e janeiro (2) de 2022; dezembro (1), maio (1) e março (1) de 2021; e dezembro (2), outubro (1), setembro (2) e agosto (1) de 2020.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Londrina (5) e Umuarama (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Toledo, Santo Antônio do Sudoeste, Santo Antônio da Platina, Rolândia, Quedas do Iguaçu, Paranaguá, Ortigueira, Jaguapitã, Icaraíma, Francisco Beltrão, Curitiba, Castro, Cascavel, Candói e Cafezal do Sul. (Com informações da Sesa)

Clique aqui para conferir o Informe Epidemiológico completo

 


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