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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5382 | 11 de Agosto de 2022

VISITA: PRC200 é tema de reunião com diretores da Coopercitrus

Na tarde desta quinta-feira (10/08), foram recebidos na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, o presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, com sede em Bebedouro (SP), Matheus Kfouri Marino, e o vice-presidente, José Geraldo da Silveira Mello. Eles estiveram reunidos com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, os superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, Nelson Costa, da Fecoopar, e Leonardo Boesche, do Sescoop/PR, e com o gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra.

Finalidade - A finalidade da visita foi conhecer a forma de atuação do sistema cooperativista paranaense e os diversos projetos que estão sendo executados, entre eles, o Plano Paraná Cooperativo PRC200, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. “Sabemos que o cooperativismo do Estado do Paraná é referência e nós buscamos esse intercâmbio com instituições do porte da Ocepar, para que realmente possamos agregar valor, discutir novos modelos, a formação de conselheiros e do quadro social, técnicas de gestão e governança corporativa em cooperativas, ou seja, viemos buscar conhecimento e trocar experiências”, afirmou Marino.

Atuação - De acordo com ele, a Coopercitrus possui 38 mil associados e unidades de negócios em mais de 60 municípios, nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. “Nós atuamos com as culturas de cana, café, soja, citrus, milho, pecuária, fertilizantes, defensivos, sementes, tratores, implementos agrícolas, compra da produção de soja, milho e café do cooperado. É uma cooperativa que tem foco em integrar tecnologias e soluções para ajudar no dia a dia do agricultor dentro da sua propriedade. Ainda atuamos pouco com industrialização. Possuímos uma fábrica de ração mas não processamos, em função da necessidade dos nossos cooperados e da disponibilidade de matéria-prima, e viemos aqui aprender um pouco com o modelo do Paraná, sobre como desenvolver uma indústria que dê sustentabilidade ao nosso negócio”, acrescentou.

Intercooperação - Um dos aspectos destacados pelos dirigentes da Coopercitrus foram as experiências bem-sucedidas desenvolvidas pelas cooperativas paranaenses na área de intercooperação. “Nessa visita, vimos a importância do Sistema Ocepar junto às cooperativas do Paraná. Foi um ótimo benchmarking. Nos forneceu uma visão dos valores, das boas práticas de gestão, especialmente na governança cooperativa, do PRC200, o planejamento do setor, mas, sobretudo, o que nos chamou a atenção foi a intercooperação, que é muito forte aqui e vamos tentar adaptar à realidade de São Paulo”, afirmou o vice-presidente da cooperativa, José Geraldo da Silveira Mello.

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AGRO I: Cooperativismo é reconhecido em Encontro Nacional promovido pela CNA

agro I 11 08 2022O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participou do Encontro Nacional do Agro promovido pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, nesta quarta-feira (10/08). Entre suas considerações, o presidente Márcio declarou que o cooperativismo tem contribuído expressivamente para os avanços do setor. De acordo com ele, o modelo de negócios vem viabilizando a atividade do cooperado além de gerar novos empregos.

Representatividade - “Hoje somos 1,2 mil cooperativas agro e mais de um milhão de cooperados. Somos responsáveis por 53,6% da produção nacional de grãos e temos destaque na oferta de assistência técnica. Para se ter ideia, um estudo do IBGE apontou que apenas 20,2% do total de produtores rurais conta com assessoramento técnico. Já nas cooperativas esse percentual sobe para 63,8%. Está mais que comprovado que o cooperativismo é essencial em todos os elos da cadeia, desde a matéria prima até a comercialização. Fazemos isso de forma sustentável e alinhados com os princípios cooperativistas”, afirmou Márcio.

Congresso Nacional - João Martins, presidente da CNA, ressaltou que, embora o agronegócio esteja caminhando bem, os novos integrantes do Congresso Nacional precisam estar alinhados com o setor para promover reformas estruturantes. “Sabemos que somos bons em produzir e temos tecnologia e equipamentos, mas precisamos de mais modernidade no agro. Para isso, vamos eleger representantes que tenham coragem de votar as grandes reformas que o Brasil precisa para nos posicionarmos como um dos líderes do mundo”.

Documento - Neste contexto, o diretor da CNA, Bruno Lucchi, apresentou documento direcionado aos presidenciáveis com propostas para o agro dividido em temas: segurança alimentar e desenvolvimento econômico, social e ambiental. A ampliação da conectividade no campo, das áreas de irrigação e a produção nacional de fertilizantes também são pontos defendidos pela entidade.

Integração ministerial - O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, declarou que embora os avanços do setor sejam consideráveis, há ainda uma longa jornada em defesa da integração do agro com o ambiental.

Pressão mundial - “Há, sem dúvidas, uma pressão mundial para que o Brasil só preserve. Estamos mostrando que sabemos produzir e preservar ao mesmo tempo. Não podemos utilizar a questão ambiental como uma barreira que retira nossa competitividade. Nosso Código Florestal já é completo e bastante rigoroso. Temos avançado significativamente, mas precisamos progredir ainda mais. Sei que os produtores vão nos ajudar Registro ainda que a parceria com a OCB e com o Ministério do Meio Ambiente têm sido muito importantes para o agronegócio brasileiro”, destacou.

Eficiência - A eficiência da produção nacional foi analisada durante a exposição do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Segundo ele, o atual modelo de produção agropecuária com proteção ambiental tem sido um diferencial para o aumento de escala. “Saímos de um modelo simplório de regulação ambiental que só multava, reduzia e culpava o produtor para incentivar e inovar com a economia verde e, assim, reduzir emissões de gases até 2050. Criamos soluções climáticas lucrativas para o empreendedor e para as pessoas. Tudo isso, por conta do trabalho integrado com o Ministério da Agricultura e com o setor privado”, salientou.

Leite - Ainda segundo Leite, são diversos os programas meritórios nesse sentido, como o de créditos de metano para quem reduzir os resíduos. “Temos outros financiamentos específicos para os mais variados segmentos do agro e é isso que vai dar escala para esta nova economia verde. Tenho que destacar ainda, que na parte energética, as três principais fontes de energia no Brasil são renováveis e os investimentos privados em saneamento e infraestrutura vêm garantindo a oferta de serviços de forma eficiente”, complementou.

Protagonismo brasileiro - A ex-ministra da Agricultura e deputada Tereza Cristina (MS), diretora da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), reforçou, entre outros pontos, a necessidade da conectividade rural para otimizar o processo produtivo. “Não temos mais tempo a perder. Não somos o país do futuro, somos o Brasil do presente. Somos [agro] o motor da economia e mesmo durante a pandemia não paramos de produzir, gerar renda e emprego. É preciso mais investimentos para sermos autossuficientes em tudo. Temos tecnologia para isso”.

Parabenização - A deputada também parabenizou o presidente Márcio Freitas pelo trabalho desempenhado. “O Sistema OCB é combativo. Temos um exército de pequenos produtores e somos exemplo para o mundo”, ressaltou.

Forte e sustentável - Já o deputado Sergio Souza (PR), também diretor da Frencoop, expressou que o agro brasileiro é forte e sustentável. “Nossas pautas são para produzir alimentos, gerar empregos e gerar excedentes para exportar para mais de 200 países. Precisamos de um Brasil mais desenvolvido e o agro é nosso pilar principal, é nossa vocação natural”, destacou.

Agro global - O coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, palestrou sobre o cenário econômico, em especial, sobre segurança alimentar e sustentabilidade. Segundo ele, a pandemia provocou o fechamento de milhares de pequenas empresas em razão da falta de insumos, o que fez com que as cadeias perdessem a consistência em seus trabalhos.

Forma adequada - “A ideia agora é ter esses insumos mais perto para que as cadeias funcionem de forma adequada e não lhes faltem elementos básicos. Sobre a segurança alimentar, devemos entender que é um fator de desenvolvimento político e econômico de uma nação”, declarou Rodrigues, que também ocupou o cargo de ministro da Agricultura e de presidente do Sistema OCB.

Sustentabilidade - Em relação à sustentabilidade, Rodrigues explicou que estudos já vêm sendo realizados para que o Brasil defina suas próprias métricas, por exemplo, de emissão de gases. “Sustentabilidade é a gestão, o social e o ambiental. Fazemos isso muito bem, porque já praticamos esses princípios. Criei dentro da FGV o Observatório da Bioeconomia, no qual contamos com personalidades importantes como o Márcio da OCB. É um espaço para que possamos definir nossas métricas e colocá-las na mesa de negociações, com aval científico, para evitar confrontos desnecessários”, explicou.

Ator - Rodrigues reforçou que o Brasil é o principal ator da agricultura mundial. “O Brasil é líder, porque além de ser um país tropical, desenvolveu tecnologia sustentável e os produtores sabem como fazer. O departamento de Agricultura do Estados Unidos realizou estudo apontando que, entre 2026 e 2027, os produtores americanos precisam aumentar a produção em cerca de 20% para garantir a segurança alimentar. Para o mesmo período, as previsões para o Brasil apontam um crescimento de 41%. Ou seja, temos mesmo muito o que ensinar em relação à produção e à utilização de tecnologias”, concluiu. (Sistema OCB)

FOTO: Adriano Brito / CNA

 

AGRO II: Sistema OCB apoia pesquisa que traz o olhar do brasileiro sobre o setor

agro 11 08 2022Fortalecer a imagem do agronegócio e contribuir para que ele seja admirado pelo brasileiro é o objetivo da pesquisa “Percepções Sobre o Agro. O Que Pensa o Brasileiro”, do Movimento Todos A Uma Só Voz. A pesquisa iniciada em agosto de 2021 está em sua última fase, que é a análise dos dados e dos materiais levantados. A apresentação dos resultados está prevista para a segunda quinzena de setembro.

Construção da marca - O projeto integra a construção da marca Agro do Brasil e o Sistema OCB, juntamente com outras associações, entidades e profissionais de diversos setores da economia, prestam apoio institucional para disseminar os conhecimentos levantados e estimular a simpatia da população urbana pelo campo e seus produtores.

Críticas - “Muitas informações sobre o agronegócio são baseadas em críticas destrutivas. Evidente que apoiamos este e outros estudos que valorizem o trabalho dos produtores, em especial, dos cooperados que com seus valores e princípios produzem mais que alimentos, levam prosperidade para suas localidades”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Quantitativo - O coordenador geral da pesquisa, Paulo Rovai, explica que, logo na fase qualitativa do levantamento de dados, surgiram percepções que contribuíram como um guia para a construção do questionário quantitativo. “Foram feitas 38 entrevistas em profundidade com executivos, consumidores e jornalistas que acompanham o setor e de outras editorias, análises de mais de 30 papers acadêmicos do exterior e do Brasil e workshop com associações ligadas ao agronegócio. Isso porque, na etapa quantitativa, precisávamos ter o maior número de referências como artigos, reportagens, webinars, que são fontes riquíssimas para complementar a pesquisa”.

Percepção - A mediadora, Ana Luisa Almeida, que participa do grupo de mentores e condutores da pesquisa, avalia que cada vez mais as pessoas constroem suas percepções e, a partir delas, agem – seja para comprar um produto, para recomendar um serviço ou até mesmo para criticar uma marca ou um setor específico da economia.

Questionário - “Foram aplicados rigor científico, metodologias e base teórica sólida para uma abordagem ampla”, assevera Pedro Scrivano, responsável pelos métodos quantitativos da pesquisa. O questionário, aplicado em amostra nacional, já congrega 4.215 entrevistas com a finalidade de representar todos os estados e perfis da sociedade brasileira.

Representativo - “Esse número é bastante representativo, atingindo uma amostra nacional relevante, o que confere uma margem pequena de erro para garantir a confiabilidade da pesquisa”, acrescenta Claudio Vasquez, condutor da pesquisa de campo quantitativa. Segundo ele, as respostas são dívidas seguindo os parâmetros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): distribuição de gênero (feminino e masculino), por idade (15-29 anos; 30-59 anos e 60 anos ou mais), por renda (Classes A, B, C e D/E) e por região (Sudeste, Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste) com as respectivas porcentagens estabelecidas pelo órgão público.

Pioneirismo - De acordo com o professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Eduardo Eugênio Spers, a pesquisa é inédita tanto por não haver dados sobre a percepção dos brasileiros sobre o agro, como por olhar diretamente para o consumidor final.

Inédita - “A pesquisa é inédita porque entende a necessidade de o Agro querer se comunicar e se esforçar para ser compreendido pelo público urbano. Por isso, é importante compreender o que esse consumidor final, que está muito distante do Agro, pensa sobre o setor para que consiga se comunicar de uma forma melhor e mais próxima da realidade. Outro ponto é que este estudo será amplamente divulgado, daí o pioneirismo”, pontua.

Composição - O grupo de mentores e condutores do projeto é composto pelo presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (Abmra) e idealizador do Movimento Todos A Uma Só Voz, Ricardo Nicodemos; pela presidente da ALL+ Consultoria em Excelência Corporativa, Ana Luisa Almeida; pela Embaixadora do Capitalismo Consciente, Ana Vaz; pela professora PhD da Fundação Dom Cabral (FDC), Áurea Puga; pela sócia-diretora da Hilo, Claudia Leite; pelo diretor da Brazil Panels, Claudio Vasques; pelo professor da USP/Esalq, Eduardo Eugênio Spers; pela coordenadora do Movimento Todos A Uma Só Voz, Isabel Araujo; pela PhD em Economia de Empresas, Luciana Florêncio; pela diretora da Attuale Comunicação, Mariele Previdi; e pelo diretor da Paulo Rovai Marketing e Negócios e professor da ESPM, Paulo Rovai. (Sistema OCB)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

INTEGRADA: Mendonça de Barros faz análise de mercado e conjuntura do agronegócio durante live

integrada 11 08 2022Os efeitos do conflito Rússia/Ucrânia, iniciado em fevereiro, reverberam nas bolsas mundiais e nos negócios do planeta. Agora, uma nova sombra encobre a economia global: a inflação.

Live - O assunto foi apresentado em mais um live da Integrada, no dia 4 de agosto, com análises criteriosas do agrônomo, doutor em Economia Aplicada pela USP e consultor, Alexandre Mendonça de Barros. A mediação ficou com o superintendente comercial da cooperativa, João Bosco de Souza Azevedo. O encontro virtual foi transmitido pelo canal da Integrada no YouTube.

Volta da inflação - Antes de fazer a análise conjuntural específica das commodities agrícolas, Barros explicou a volta da inflação. Ele mostrou como a pandemia de Covid-19 fez o consumo mundial recuar, porque a renda da população encolheu drasticamente. Com o retorno gradativo da normalidade, a sociedade voltou a adquirir bens e contratar serviços em um ritmo acelerado. Com esse cenário, as taxas de juros dispararam, e a inflação se instalou. “Mas, fica a dúvida: a causa da inflação é a baixa oferta de produtos e serviços, ou essa explosão na demanda?”, desafia Barros.

Excesso de demanda - Segundo o consultor, os Bancos Centrais do mundo acreditam que o excesso de demanda causou desequilíbrio nas economias, e, por essa razão, eles decidiram elevar os juros, na tentativa de conter o consumo. “Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo federal aplicou taxas mais altas para tentar “esfriar” a economia e o impulso inflacionário. Como consequência, os Fundos de Investimentos, que estavam com as compras de commodities do agronegócio muito aquecidas, reagiram com vendas massivas. Foi uma movimentação financeira, pois são grandes especuladores, que visualizaram a desaceleração das economias para breve, com a queda no consumo em geral. Na medida em que a taxa de juros sobe, eles preferem aplicar em títulos do governo americano, mais seguros e rentáveis”.

Fundamento macroeconômico - Alexandre Barros alertou que essa forte liquidação dos Fundos é baseada em um fundamento macroeconômico, não em risco real de quebra da safra americana. “Diante desse vendaval essencialmente macroeconômico é difícil prever quando e se a inflação vai baixar, qual a próxima dose da taxa de juros dos Estados Unidos, e quais os reflexos concretos para a economia global. Hoje, o cenário mostra a desaceleração da economia mundial, inclusive para 2023. Vamos acompanhar”, ponderou.

Perguntas - Os internautas participaram da live e contribuíram com perguntas. Um dos corretores parceiros da Integrada, Giovani Locatelli, interrogou o consultor sobre uma possível vantagem no prêmio da soja no Brasil, caso se concretize um embargo da China à soja americana. O condutor da live acredita que sim, e aproveitou para apresentar um efeito não previsto no setor de esmagamento de soja no Brasil. “Em 2021 o Brasil exportou 90 milhões de toneladas de soja. Com a quebra na última safra, foram exportados 70 milhões de toneladas. Era esperado que o esmagamento também caísse, mas com a alta no preço do óleo, a expectativa é de mais esmagamento interno. A China tem uma enorme capacidade de esmagamento de soja, e, mesmo assim, há indícios de que compre até farelo de soja do Brasil. Outro aspecto, em 2021, exportamos de 30 a 40% mais óleo, em relação à média. É o mercado de biodiesel se mostrando interessante. Sobe o óleo, sobe o biodiesel, vamos dar atenção a esse mercado”, adianta Alexandre de Barros.

Milho - Por enquanto, as atenções se concentram na safra americana. Por lá, o clima está seco e as temperaturas altas. “Choveu um pouco mais do que o previsto, e, como o mercado é muito sensível a qualquer alteração, é preciso seguir monitorando até mesmo pequenas mudanças nos modelos climáticos. No entanto, no máximo, em cinco semanas, a produção americana de milho vai se consolidar. Aí, os players se voltam para as safras brasileira e argentina”, explicou Barros.

Cedo - Para o consultor, também é cedo para confirmar algum prejuízo em decorrência do La Ninã. “O fenômeno climático foi determinante nas últimas duas safras. E, está presente no momento. Mesmo assim, é cedo para dizer que teremos quebra novamente. Mais uma vez, é preciso acompanhar diariamente o clima”, afirma Barros.

Produção relevante - Vale acrescentar, que a produção de milho e trigo na Ucrânia são muito relevantes para o mercado mundial. E, possíveis perdas nessas culturas, em razão da guerra, podem influenciar na futura área de soja no resto do mundo. “Há uma correlação entre esses mercados. Eu só não acredito que os preços atinjam os altos valores do início do conflito”, afirma Alexandre de Barros.

China - Em paralelo, há pouco tempo, a China acenou com a possibilidade de importar milho do Brasil. Seria mais uma movimentação dos importadores que perderam o mercado da Ucrânia. “Com isso, os preços devem se manter em patamares muito bons”, acredita Barros.

Etanol de milho - O superintendente comercial da Integrada acrescentou o recente protagonismo das usinas de etanol de milho no Brasil. “Estão se tornando fortes players, abrindo ainda mais esse mercado, o que é muito interessante para nós”, destacou João Bosco.

Mercado DDG - Além disso, o mercado de DDG, está em grande expansão. O DDG é um coproduto no processo de obtenção do etanol de milho. É um composto proteico de grande interesse comercial para uso industrial em rações animais, especialmente, em confinamentos. “É outro produto atraente para gerar valor para as usinas”, complementa Barros.

Laranja - Há piora na safra americana, por seca e doenças. O USDA – United States Department of Agriculture, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, projeta a colheita de 41 milhões de caixas da fruta, seis vezes menos do que os 241 milhões de caixas que o país já colheu, cerca de 20 anos atrás. Os pomares americanos estão envelhecendo e não há substituição proporcional das plantas.

Recuperação - No Brasil, a safra está em recuperação, com estoques de passagem de junho e julho ainda baixos, mas previsão de oferta e demanda estável. A colheita deve ficar perto de 270 milhões de caixas. “Os preços estão bons no mercado externo, ainda que as altas tarifas cobradas pelos Estados Unidos tirem um pouco desse valor. Também é preciso acompanhar os reflexos da movimentação dos Fundos de Investimentos, que, como já falamos, estão prevendo uma desaceleração na economia mundial.

Alta no consumo - No mercado de sucos, após a alta no consumo verificada no período mais intenso da pandemia de Covid-19, quando as pessoas buscaram a proteção da vitamina C, se percebe, há algum tempo, que as vendas diminuíram. “A razão principal é o preço, em razão da queda na renda da população junto com a alta no valor do produto”, explicou Barros.

Café - O USDA estima uma colheita de 64,3 milhões de sacas para o Brasil, na safra 22/23, o consultor trabalha com um volume próximo, 63,8 milhões de sacas. Na média, o arábica deve responder com cerca de 40,3 milhões de sacas.

Acomodação - “Os preços no mercado futuro indicam acomodação. Isso se deve à estimativa de um potencial produtivo maior para a próxima safra brasileira, já que há tendência de recuperação dos efeitos do clima. E, a relação estoque consumo deve permanecer entre 20% e 23%, o que é considerada baixa”, analisa Alexandre Barros.

Fertilizantes - O potássio continua disputado, pois a Bielorrúsia continua fora do mercado. O país fornece perto de 18% do produto para o mundo. “Mas, em geral, vemos uma certa acomodação dos preços dos fertilizantes aqui no Brasil, muito em razão do desempenho das indústrias nacionais. É preciso destacar que o setor foi muito ágil em fornecer o maior volume possível dos insumos, porque nossa demanda é enorme”, reconheceu Barros.

Questionamento - A agrônoma da unidade de São Martinho/PR, Luceli Violim, também usou o chat do canal da Integrada no YouTube para questionar o especialista sobre a oferta de matéria-prima para a produção dos agroquímicos.

Incertezas - O economista comentou que “a guerra Rússia/Ucrânia mantém as incertezas no mercado global no setor, por isso, a postura deve ser a mesma em relação às outras commodities, monitorar preços e ações dos grandes players”, recomenda Alexandre.

Trigo - O superintendente João Bosco comentou sobre a mudança na correlação de preços entre milho e trigo. Há grande expectativa para produtividade e qualidade, mas ainda precisa cair uma boa chuva em algumas regiões produtoras do Paraná, para que a produção do trigo se confirme. Com a entrada da colheita no estado, Bosco pediu ao convidado uma análise sobre os preços do cereal, tendo em vista o cenário global.

Preços internacionais - “Como a relação estoque consumo cai, os preços internacionais devem se manter firmes. Só é preciso lembrar que o Brasil é comprador de trigo, então, conforme a negociação, atenção ao câmbio”, finalizou Alexandre Mendonça de Barros.

Íntegra - Para assistir a live na íntegra, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=_76VJc4Pe4I. (Imprensa Integrada)

 

COOPAVEL: Mulheres terão programação especial durante o Show Rural Coopavel de Inverno

coopavel 11 08 2022A terceira edição do Show Rural Coopavel de Inverno, de 23 a 25 de agosto, em Cascavel, no Oeste do Paraná, terá como uma de suas novidades uma programação especialmente dedicada às mulheres agricultoras. “A participação da mulher cresce dia a dia nas propriedades rurais. Elas assumem as mais diferentes funções e parte delas gere os negócios com ótimos resultados. Estamos muito felizes em abrir espaço especial para as produtoras rurais no evento”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Programação - A programação vai ser realizada na quarta-feira (24/08), com início às 8h30, no segundo andar do prédio Paraná Cooperativo. A recepção às mulheres será com café da manhã e então a abertura oficial acontecerá às 9h30 com a presença de autoridades do meio agropecuário. O primeiro momento de reflexões dessa atividade será debate sobre o tema É tempo de mulher, no agro e no mundo. Esse encontro contará com a participação de debatedores especialmente convidados pelos organizadores. Depois haverá pausa para almoço e visita aos estandes das empresas participantes.

Nutrição e autocuidado - As atividades retornam às 13h com debate sobre Nutrição e autocuidado. “Criar um ambiente de diálogos e de troca de experiências às mulheres é importante, principalmente pelas conquistas e ampliação da participação delas nas mais diferentes atividades profissionais e também em cargos de decisão de áreas determinantes, como a do agronegócio”, observa a gerente do Show Rural Coopavel, Adriana Gomes. As atividades do segundo dia do Show Rural de Inverno serão encerradas com palestra especial do engenheiro agrônomo e analista de mercados agrícolas, Vlamir Brandalizze. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Caravana ILPF inicia sua jornada pela região da cooperativa

A passagem da Caravana ILPF pela Cocamar em Maringá (PR), na segunda-feira (08/08), constou da realização de uma oficina na parte da tarde, no auditório principal, ministrada pelo pesquisador Marcelo Dias Muller, da Embrapa Gado de Leite, e uma apresentação à noite, na Associação Cocamar, que reuniu representantes da Rede ILPF e lideranças do agro regional.

O começo- Foi o início das atividades da Caravana que, ao longo dos próximos 18 meses, vai percorrer 10 Estados para conhecer as realidades regionais, bem como seus potenciais, elaborando diagnósticos para auxiliar na expansão do sistema, que atualmente já atinge 17 milhões de hectares no país e deve chegar a 35 milhões em 2030.

Crescer - Ao fazer sua saudação, o superintendente de Relação com o Cooperado, da Cocamar, Leandro Cezar Teixeira, lembrou os dez anos de fundação da Rede e disse que a ILPF [Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) ainda tem muito a crescer no país.

Falta um seguro - “Pelo seu poder transformador, a ILPF tem tudo a ver com o tema ESG”, destacou, ao justificar que o sistema gera postos de trabalho, movimenta a economia e transforma o local onde é implantado. Teixeira só lamentou a ausência, no momento, de um seguro para a ILPF, ressaltou a necessidade de qualificação da mão de obra e também de melhorar a capacidade de convencimento do pecuarista a adotar essa tecnologia, “que representa um grande avanço e oferece muitos benefícios para ele”.

No palco - Participaram da apresentação Renato Watanabe, gerente executivo técnico da Cocamar; Itamar Jr., diretor comercial da Soesp Sementes; Roberto Castro, diretor de sustentabilidade da Syngenta; Maria Iraclézia de Araújo, presidente da Sociedade Rural de Maringá (SRM); Marcelo Dias Muller, pesquisador da Embrapa Gado de Leite e coordenador da Caravana ILPF; e Isabel Ferreira, diretora executiva da Rede ILPF.

Expansão- Para Watanabe, “a ILPF tem grande capacidade de transformação, e quando uma região se desenvolve com a aplicação do sistema, esse é o objetivo”. Ele lembrou que o país possui de 70 a 80 milhões de hectares de áreas degradadas, “o que daria um novo Brasil rural”.

Áreas degradadas - O gerente executivo técnico mencionou ainda que a região do arenito caiuá, no noroeste paranaense, conta com pelo menos 1,5 milhão de hectares de áreas degradadas ou em vias de degradação que podem ser incorporados a esse modelo. “Foi nessa região repleta de limitações e gargalos que a Cocamar começou a sua história e com a qual aprendeu a lidar graças ao apoio da pesquisa”, disse.

Carnes - Watanabe acrescentou que a ILPF tem apresentado um crescimento constante. Ele informou ainda que a cooperativa ingressou no segmento de carnes para atender a uma demanda de pecuaristas que buscam um preço diferenciado para a qualidade de seu produto.

Braquiária - Itamar Júnior citou, em seu pronunciamento, que a Cocamar foi preponderante para que a Sementes Soesp ingressasse no segmento de braquiária ruziziensis, destacando também que o Estado de São Paulo possui ao menos 5,2 milhões de hectares de áreas degradadas, com potencial para serem aproveitadas em projetos de ILPF.

Sustentável - “A ILPF é o maior projeto de sustentabilidade apoiado pela Syngenta”, comentou o diretor Roberto Castro, ao ressaltar que nada é mais importante para o produtor que a saúde do solo.

Fórum nacional - Por sua vez, Maria Iraclézia de Araújo lembrou que a Sociedade Rural de Maringá promove há anos durante as realizações da Expoingá, um fórum nacional sobre ILPF, com a participação de especialistas e produtores. “É uma forma de apresentar as vantagens desse modelo aos pecuaristas e convencê-los a adotarem a tecnologia.”

Parcerias - Por fim, o coordenador da Caravana ILPF, pesquisador Marcelo Muller, falou sobre a importância de haver parcerias para a implementação de conhecimentos como a ILPF. “Se deixar só por conta do meio científico, há o risco de não prosperar, daí a importância das parcerias, pois os desafios são muitos”, afirmou.

Diagnóstico - Sobre a Caravana, ele disse: “vamos nos embrenhar nas regiões e fazer um diagnóstico para cada qual”, assinalando que é preciso, também, ser mais claro na comunicação com a sociedade, percebendo-se, não raramente, que a mesma tem uma visão distorcida do setor.

Eventos - Completando a programação, na terça-feira (9/8) foi realizado um dia de campo na Fazenda Flor Roxa, da família Vellini, em Jardim Olinda, na divisa dos Estados do Paraná e São Paulo; e, à noite, em Presidente Prudente, a Caravana participou do 4º Encontro sobre ILPF, promovido no Aruá Hotel. Na quarta-feira (10/8), o grupo se reuniu com produtores e pecuaristas em Nova Andradina (MS). (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Cooperativa é destaque na Agrofest em Santa Cecília

Com o apoio da Cocamar e uma extensa programação, o município de Santa Cecília do Pavão, na região de Londrina (PR), promoveu no período de 4 a 7 deste mês a 22ª edição da Agrofest.

Atrações - Reunindo milhares de pessoas na praça central da cidade, a realização voltou a acontecer após dois anos de interrupção por causa da pandemia e, entre outras atrações, apresentou exposição do agronegócio, feira de produtos, parque de diversões, praça de alimentação e uma agenda de shows com grandes nomes nacionais.

Relacionamento - Em seu estande, a cooperativa recepcionou cooperados, autoridades e familiares, “estreitando ainda mais os laços com a comunidade”, conforme destacou o gerente da unidade local, Sérgio Lemos. Segundo ele, a Agrofest foi retomada “em grande estilo e se fortalecendo ainda mais como importante evento regional”.

Desde 2010 - A Cocamar abriu suas portas no ano de 2010 em Santa Cecília do Pavão, com estrutura para o recebimento de grãos, a comercialização de insumos agropecuários e prestação de assistência técnica aos produtores. (Imprensa Cocamar)

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COPAGRIL: Festa de aniversário reúne aproximadamente 1.800 pessoas

A Copagril preparou uma noite memorável para os associados e familiares. Na terça-feira (09/08), na Casa Cultural, em Marechal Cândido Rondon (PR), aconteceu a apresentação do Grupo Viola Caipira e logo após show com o Padre Ezequiel Dal Pozzo. A entrada foi gratuita.

Ação beneficente - A cooperativa promoveu uma ação beneficente, pedindo aos convidados, apenas a doação de um litro de leite integral Frimesa, em prol do Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan). Foram arrecadados 1.182 litros de leite.

Presencial - “Depois de um longo tempo sem poder realizar nenhum tipo de evento presencial, estamos nos reunindo outra vez. Sentimos que é uma excelente oportunidade também para agradecer especialmente a Deus, por termos passado por essa grande turbulência durante a pandemia e assim a Copagril concluiu que não existira melhor opção para esse momento que o Padre/Cantor Ezequiel Dall Pozzo para abrilhantar essa festa”, frisou o Presidente da Copagril Ricardo Chapla.

Sucesso - Na avaliação da diretoria da cooperativa e dos organizadores, o evento comemorativo foi um verdadeiro sucesso sob todos aspectos, demonstrando o sentido cooperativista e o envolvimento de associados e funcionários para o resultado alcançado ontem. (Imprensa Copagril)

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AGRÁRIA: Equipe do Colégio Imperatriz é única paranaense classificada para fase presencial da OBAP

agraria 11 08 2022No início do mês de julho, os alunos do Curso Técnico em Agropecuária do Colégio Imperatriz Dona Leopoldina participaram da fase virtual da OBAP – Olimpíada Brasileira de Agropecuária. A equipe Agro Dona Leopoldina, formada por Elis Danieli Schneider, Igor Rafael Caldas de Jesus e Nicolas Roth, e orientada pelo professor Elói Bareta, é a única paranaense classificada para a fase presencial da competição.

11ª edição - Organizada pelo IFSULDEMINAS (Instituto Federal do Sul de Minas), a OBAP está em sua 11ª edição. Seu principal objetivo é incentivar a pesquisa entre estudantes de cursos técnicos da área de ciências agrárias do Brasil e de outros países falantes de português e espanhol. Em 2022, a fase presencial da Olimpíada acontecerá entre os dias 07 e 10 de setembro, na sede do Instituto Federal de Jundiaí, parceiro do IFSULDEMINAS na realização do evento.

Terceira participação - Essa é a terceira participação do Colégio Imperatriz na OBAP. De acordo com o professor Elói Bareta, competições desse gênero possibilitam que o potencial dos alunos seja explorado. “A participação dos alunos é muito importante, pois eles exercitam seu ponto de vista técnico e expõem suas habilidades perante a questões que envolvem toda a cadeia do agronegócio. A expectativa para a fase presencial é grande, porque eles passarão por avaliações práticas tanto no ramo da agricultura quanto da pecuária”, esclarece.

Diferencial - De acordo com a estudante Elis Danieli Schneider, os conhecimentos do grupo acerca de manejo do solo e de animais comerciais foram um diferencial para o bom desempenho na primeira fase da Olimpíada. “Na maioria das questões não tivemos dificuldades. Juntos, pudemos comparar os cálculos e discutir a melhor resposta”, comenta.

Fase final - Para a fase final da competição, a equipe está focada no estudo de algumas culturas com as quais não tem tanta familiaridade, caso do café e a cana-de-açúcar. Eles também estão fazendo revisões sobre temas práticos das atividades agropecuárias. "Sabemos que a próxima etapa será mais difícil, porém estamos trabalhando para ficarmos nos primeiros lugares”, afirma o aluno Igor Rafael Caldas de Jesus. (Imprensa Agrária)

 

CRESOL: Presente na 14ª edição do Concred

cresol 11 08 2022O Congresso Brasileiro de Cooperativas de Crédito (Concred) chega a sua 14ª edição, contando com uma extensa programação entre os dias 10 e 12 de agosto, no Centro de Convenções de Pernambuco. O evento que no ano passado foi 100% digital, este ano será realizado no modelo híbrido, oferecendo ao público a possibilidade de participar presencialmente ou online.

Estande - Já sendo uma presença confirmada em outras edições do Congresso, a Cresol também participará este ano e além de ser uma das patrocinadoras (diamante), contará com um estande no evento, terá representantes entre os palestrantes e ainda aproveitará a ocasião para reforçar o lançamento do Livro “Saberes”, que já havia tido um “pré-lançamento” de forma online na edição passada.

Fomento ­- “O Concred é um evento de extrema importância e que contribui para fomentarmos o modelo de cooperativismo financeiro, que principalmente nos últimos anos tem demonstrado a sua grande importância para a economia como um todo. Na última edição nós participamos de forma online e eu tive a oportunidade de falar um pouco mais sobre o sistema Cresol, destacando a governança e a sustentabilidade. Este ano eu e outros representantes da Cresol teremos a oportunidade de abordarmos outros temas, além de contarmos também com um stand próprio dentro do Congresso, então as expectativas são ainda melhores”, avalia o presidente da Cresol Confederação, Cledir Magri.

Painel - O presidente da Cresol Confederação irá participar do painel que abordará o tema “Sistema Nacional de Crédito Cooperativo”. Além disso, o presidente do Cresol Instituto, Alzimiro Thomé, também será um dos palestrantes do painel “Educação Cooperativista e Financeira – principais desafios rumo à sociedade 5.0” e o diretor de comunicação e relacionamento da Cresol Baser, Luiz Panzer, trará a palestra sobre o “Projeto Juventude Conectada”. O Concred ainda oferece uma programação especial para o público jovem, com o espaço “Integração Juventude”, onde dentro das atividades programadas haverá o “Talkshow com jovens cooperativistas” que contará com a presença de Denise Leão, uma das jovens participantes do Projeto Juventude Conectada da Cresol.

Lançamento Livro Saberes - Na abertura da Concred Digital, edição de 2021 do evento, a Cresol aproveitou a ocasião para lançar “virtualmente” o livro Saberes: Inovação, Relacionamento e Governança nas Cooperativas Cresol”. Contando com o auxílio da plataforma do evento, foi exibido um vídeo apresentando o livro e deixando-o disponível para os participantes que tivessem interesse em adquirir um exemplar. Na ocasião, a Cooperativa Financeira já sentiu um retorno positivo recebendo inúmeros pedidos da obra.

Reforço - Agora nesta 14ª edição do Concred a Cresol irá reforçar o lançamento do livro, durante um momento que contemplará os lançamentos da editora Confebras, disponibilizando exemplares, desta vez, de forma presencial. A ocasião contará com a presença do presidente da Cresol, Cledir Magri, que foi um dos organizadores do livro, além do vice-presidente, Adriano Michelon. Vale reforçar que a obra reúne fragmentos de autores que são profissionais parceiros da Cresol, no âmbito nacional e internacional.

Sobre a Cresol - Com 27 anos de história, mais de 720 mil cooperados e 700 agências de relacionamento em 17 estados, a Cresol é uma instituição financeira que está se consolidando entre as principais cooperativas financeiras do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Em 2021, a cooperativa encerrou o ano com R$ 16,8 bilhões em ativos e destacou sua solidez entre as instituições financeiras cooperativas. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI ALIANÇA: Especialista em investimentos do Sicredi ministra palestra em Marechal Cândido Rondon e Guaíra

O especialista em investimentos do Sicredi, Felipe Campos Iturriet Albaini, ministrou duas palestras esta semana na região oeste paranaense. Em Guaíra (PR), a parceria foi viabilizada entre Sicredi Aliança PR/SP, Aciag – Associação Comercial e Empresarial, Comeg- Conselho da Mulher Empresária de Guaíra e Unipar, no Auditório da Unipar, na noite de terça-feira (09/08). Em Marechal Cândido Rondon (PR), o evento aconteceu em parceria com a Acimacar – Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon na manhã desta quarta-feira (10/08) no auditório da entidade.

Especialista - Felipe é especialista em Investimentos pela Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – e com MBA em Finanças Empresariais pela FGV, possui mais de 15 anos de atividade no Mercado Financeiro. Dentre os principais temas abordados por ele estiveram o cenário econômico, conhecendo pontos relevantes para escolher projetos e produtos de investimentos ideais, soluções e perfis de investidores e previdência, ressaltando a importância de pensar nas reservas futuras o quanto antes.

Muito produtivos - O gerente de Desenvolvimento de Negócios – Investimentos da Sicredi Aliança PR/SP, Marcelo André Dambrós, destaca que os eventos foram muito produtivos e que o papel da cooperativa é estar ao lado da comunidade também proporcionando momentos de troca de informações e conhecimento. “Proporcionamos produtos e serviços, mas vamos além dessa entrega, também oportunizamos conhecimento para que o associado tenha sucesso nas suas decisões. Isso é colaborar com a saúde da vida financeira do sócio. O Sicredi conta com ótimos produtos de investimento e também temos à disposição excelentes consultores que podem acompanhar e auxiliar o desenvolvimento dos investimentos. Agradecemos aos parceiros que realizaram junto conosco estes dois belos eventos”, disse.

Mais - Se você quer saber mais sobre os investimentos do Sicredi, procure a agência mais próxima de você. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Associada é premiada na campanha de seguro de vida

Uma associada da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP foi sorteada na campanha institucional de seguro de vida. Solange Gonçalves Oliveira, associada da agência Pato Branco – Centro (PR), recebeu um prêmio de mais de R$ 30 mil.

Entrega simbólica - A entrega simbólica da premiação foi realizada na manhã da última segunda-feira (08/08), e contou com a presença do presidente Clemente Renosto, do assessor comercial da Icatu Seguros, Diego Iuchemui, além de colaboradores da agência.

Prêmios - Ao contratar o produto seguro de vida os associados Sicredi concorrem a prêmios em dinheiro por meio de sorteios. Em 24 anos de campanha, já foram mais de 2 mil contemplados em todo o Brasil e mais de R$ 66 milhões distribuídos.

Diferencial - Para Rose Amorim, gerente da agência Pato Branco – Centro (PR), a premiação é um diferencial oferecido pela cooperativa em um produto muito importante para a segurança dos associados. Ela acrescenta que o seguro de vida garante assistência para diversas situações. “O seguro em caso de morte trará segurança financeira familiar daqueles que somos responsáveis. Em caso de uso em vida, o proponente do plano ainda poderá usar para tratamento de doenças graves, ou invalidez total ou parcial”, explica a gerente.

Complemento - Diego Iuchemui, assessor comercial da Icatu Seguros, analisa que o prêmio complementa a contratação do seguro. “Além de estar protegendo nossos associados, trazemos um momento especial na contratação de seguro de vida, por meio da premiação”, comentou. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI DEXIS: Peça teatral que ensina educação financeira para crianças percorrerá cidades da região

sicredi dexis 11 07 2022Os palhaços Adalberto Pé de Chinelo e Cajuíno Castanho estão de volta em mais uma edição da Caravana Kids, peça teatral da Sicredi Dexis (novo nome da Sicredi União PR/SP), que leva educação financeira a crianças de forma lúdica. Voltada para estudantes do ensino fundamental entre 6 e 11 anos, a peça atende aos pilares econômico, social e de sustentabilidade da instituição.

Cidades - Em Maringá e região, serão 15 espetáculos, de 16 a 27 de agosto, em 12 cidades. No dia 16, a peça acontecerá às 10h em Floresta, às 13h30 em Paiçandu e às 16h em Sarandi. Já em 17 de agosto terá um espetáculo às 10h em Astorga, e outro às 13h30 em Munhoz de Mello. No dia 18 também terão apresentações: às 8h em Floraí, às 10h30 em Mandaguaçu e às 13h30 em Nova Esperança.

23 a 27 agosto - No dia 23 de agosto terão três espetáculos em Maringá: às 8h, 10h30 e 16h. Também haverá três espetáculos em 24 de agosto: às 8h, em Colorado, às 10h30, em Santa Fé, e às 13h30, em Ângulo. Em 27 de agosto haverá a apresentação final em Maringá, às 13h30. Todas as apresentações acontecerão em escolas.

Agendadas - Também estão agendadas apresentações em 15 cidades do noroeste do estado: Tapejara (25/08, às 10h), Tuneiras do Oeste (25/08, às 13h30), Cruzeiro do Oeste (25/08, às 16h), São Carlos do Ivaí (26/08, às 10h), Paraíso do Norte (26/08, às 13h30), Icaraíma (29/08, às 10h), Douradina (29/08, às 13h30), Tapira (29/08, às 16h), Cianorte (30/08, às 8h), Japurá (30/08, às 10h30), Terra Boa (30/08, às 13h30), Jussara (30/08, às 16h), São João do Caiuá (31/08, às 8h), Paranavaí (31/08, às 10h30) e Alto Paraná (31/08, às 13h30).

Mais - Depois, os palhaços farão outros 15 espetáculos em Londrina e região, que também são áreas de atuação da cooperativa. E antes eles fizeram 20 apresentações no leste e centro-leste paulista, totalizando 65 espetáculos.

Sobre a peça - A peça teatral conta a história de dois palhaços que sonham em abrir um circo, mas precisam economizar dinheiro para atingir esse objetivo. Enquanto correm atrás do sonho, se divertem improvisando diferentes papéis ao mesmo tempo em que ensinam as crianças a poupar. A iniciativa faz parte do programa Cooperação na Ponta do Lápis, que leva conhecimento e estimula a disciplina e o autocontrole para que as pessoas possam ter uma vida financeira saudável. Além da peça teatral, o programa contempla palestras para diversos públicos, como crianças, servidores públicos, funcionários de empresas, professores e surdos, ministradas por voluntários. Apenas no ano passado 266 mil pessoas foram impactadas pelas palestras realizadas por quase 200 voluntários, após capacitação sobre educação financeira. (Imprensa Sicredi Dexis)

 

CONAB: Estimativa aponta recorde para milho 2ª safra com produção superior a 87 milhões de toneladas

conab 11 08 2022Os produtores de milho deverão colher na segunda safra do cereal 87,4 milhões de toneladas na temporada 2021/22, como aponta o 11º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta quinta-feira (11/08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com o bom desempenho das lavouras, a atual estimativa da Companhia para a produção total de grãos para esta temporada está em 271,4 milhões de toneladas, acréscimo de 6,2% ao colhido em 2020/21, ou seja, 15,9 milhões de toneladas.

Milho segunda safra - A colheita do milho segunda safra segue avançando e ultrapassa 79% da área plantada, como indica o Progresso de Safra publicado pela estatal nesta semana. Se confirmado, o volume estimado para a segunda safra de milho este valor representa a maior produção registrada na série histórica. O número já considera a redução de produtividade, quando comparado com o levantamento anterior, devido ao impacto da falta de chuva e ataques de pragas em importantes regiões produtoras, como o Paraná. Em relação ao ciclo anterior, o aumento na produção chega a 44%.

Algodão - Outra cultura de destaque é o algodão. A colheita da fibra está em andamento sob condições climáticas favoráveis, com os trabalhos realizados em mais de 67% da área cultivada e a finalização estimada para setembro. Se por um lado o clima afetou a produtividade em algumas lavouras devido ao estresse hídrico, por outro, o tempo seco observado na maioria das regiões produtoras influenciou de maneira positiva a qualidade do produto final. De acordo com o levantamento da Conab, a expectativa é de uma colheita de 2,74 milhões de toneladas da pluma do algodão, 16% superior à safra passada.

Feijão - Para o feijão, a segunda safra está praticamente finalizada restando apenas alguns talhões que devem ser colhidos ainda na primeira quinzena de agosto. Mesmo com as oscilações climáticas registradas durante o ciclo, a produção deve alcançar em torno de 1,36 milhão de toneladas, representando um incremento de 19,5% em relação à temporada anterior. Sobre a terceira safra da leguminosa, os técnicos da Companhia verificaram que as lavouras já foram implantadas, seguindo em plena evolução do ciclo. Houve redução na área plantada em comparação a 2020/21, especialmente em razão da grande concorrência com o cultivo de milho e trigo, cereais que expandiram suas áreas de abrangência neste ciclo. Ainda assim, a produção total do grão ficará próximo a 3 milhões de toneladas.

Culturas de inverno - Dentre os produtos de inverno, a semeadura das culturas foi finalizada em julho. Para o trigo, principal produto semeado, estima-se uma produção recorde de 9,2 milhões de toneladas. Esse aumento esperado na produção de 19,3% é reflexo de uma maior área plantada, com crescimento expressivo no Rio Grande do Sul – chegando a 18% no estado gaúcho se comparado com a safra passada –, aliado a uma expectativa de aumento na produtividade.

Produção - Produtos de 1ª safra, as lavouras de soja e arroz têm produção estimada em 124 milhões de toneladas e 10,8 milhões de toneladas, respectivamente. O resultado da oleaginosa é reflexo da severa estiagem ocorrida no final de 2021 no Sul do país e em parte de Mato Grosso do Sul. O clima também influenciou a produtividade do arroz, que, aliado a uma menor área plantada, teve a colheita reduzida em 8,4% em relação à safra passada. No caso do milho 1ª safra, a produção se manteve praticamente estável, em volume próximo a 25 milhões de toneladas.

Mercado - Neste levantamento, destaque para o trigo que teve a safra 2021/2022 (ano comercial de agosto de 2021 a julho de 2022) encerrada com os estoques finais totalizados em 722,6 mil toneladas. Outros ajustes foram realizados nos dados de exportação e importação encerrados no último mês, sendo estimados em cerca de 6 milhões de toneladas e 3 milhões de toneladas, respectivamente. Para a safra que se inicia, a expectativa é que o estoque finalize em 1,6 milhão de toneladas.

Suprimento - A Conab também alterou o quadro de suprimento da soja. Os estoques finais da oleaginosa foram ajustados para 7,66 milhões de toneladas, conforme indica a pesquisa de estoques divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse aumento dos estoques finais da safra 2020/21 também acarretou expectativa de um maior estoque de passagem na safra 2021/22, saindo de 4,65 milhões de toneladas para 5,98 milhões de toneladas. Também foi estimada uma elevação nas exportações de óleo de soja para 2,1 milhões de toneladas, em decorrência das fortes vendas para o mercado externo entre janeiro e julho deste ano, dos elevados preços internacionais e das margens de esmagamentos positivas.

Ajuste - Para o milho, houve um pequeno ajuste no consumo interno em relação ao último levantamento divulgado. Outro destaque refere-se ao incremento de 80,2% das exportações do grão, com estimativa de que 37,5 milhões de toneladas devem sair do país via portos. Os estoques finais também tendem a aumentar em 25,3% na comparação com a safra anterior, o que indica a recomposição da disponibilidade interna do cereal ao fim do ano safra em curso.

Estoque baixo - Com baixa disponibilidade de estoques do produto, as exportações de algodão apresentaram um ritmo lento em julho deste ano, quando foram embarcadas 19,68 mil toneladas do produto brasileiro, volume 68,63% menor que o mês de junho e 66,2% menor que o mesmo período do ano passado. A situação só deve mudar em outubro, quando a nova safra estará disponível para comercialização. Já para o arroz e feijão, os números no quadro de suprimentos não apresentaram alterações significativas neste levantamento.

Detalhes - Mais detalhes sobre as principais culturas cultivadas no país podem ser acessados nos arquivos do 11º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022, disponíveis no site da Companhia. (Conab)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

IBGE: Estimativa de julho aponta safra recorde de 263,4 milhões de toneladas em 2022

ibge 11 08 2022A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 263,4 milhões de toneladas de acordo com a estimativa de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (11/08) pelo IBGE. Este valor é 4,0% maior (ou 10,2 milhões de toneladas) que a safra obtida em 2021 (253,2 milhões de toneladas) e 0,8% acima (2,0 milhões de toneladas) da estimativa de junho.

Safra recorde - “Tivemos uma safra recorde crescendo 0,8%, ou 2 milhões de toneladas em relação ao mês anterior, e 4,0% em relação ao produzido em 2021, com 10,2 milhões de toneladas a mais. Esse crescimento se deve ao aumento do plantio e dos investimentos dos produtores que estão ampliando a área de cultivo de grãos em 6,4% para 73 milhões de hectares, ou mais 4,4 milhões de hectares em relação da 2021 (68,6 milhões de hectares). Os produtores plantaram mais porque os preços internacionais estão muito elevados, sobretudo o do trigo, por conta da guerra da Rússia e a Ucrânia, grandes produtores e exportadores de trigo”, destaca gerente da pesquisa, Carlos Barradas.

Principais produtos - O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos da pesquisa. Somados, eles representam 91,4% da estimativa da produção e respondem por 87,1% da área a ser colhida.

Acréscimo - Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 9,7% na área do milho (aumento de 7,7% no milho 1ª safra e de 10,4% no milho 2ª safra), de 18,1% na do algodão herbáceo (em caroço), de 4,6% na da soja e de 8,6% na do trigo, ocorrendo declínio de 2,7% na área do arroz.

Soja - Principal commodity do país, a soja apresentou uma alta de 0,7%, em relação ao mês anterior, sendo o segundo produto responsável, com 814 mil toneladas, pelo crescimento de 2 milhões de toneladas de grãos em julho, depois do trigo que atingiu 820 mil toneladas. Segundo Barradas, houve reavaliações importantes em estados como o Mato Grosso, principal produtor com 38 milhões de toneladas, que aumentou o rendimento médio de 1,5% em relação a junho.

Rendimento - O Rio Grande do Sul também aumentou o rendimento e estimativa em 1,8% em relação ao mês anterior. Com isso, a soja deve alcançar uma produção nacional de 118,8 milhões de toneladas ante 118,0 milhões em junho.

Retração - Porém, esse volume representa uma retração de 12,0% em comparação a obtida no ano anterior, havendo declínio de 15,9% no rendimento médio. Barradas, explica que embora tenha havido aumento de área de plantio da soja, a ocorrência de uma estiagem prolongada durante o desenvolvimento da cultura em algumas Unidades da Federação produtoras, sobretudo no centro-sul do país, foi responsável por essa queda anual.

Área colhida - A área colhida foi estimada em 40,8 milhões de hectares, aumento de 4,6% na comparação com 2021, e de 0,2% em relação ao mês anterior. A participação da soja no volume total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no País, em 2022, foi de 45,1% permanecendo como o grão de maior peso no grupo.

Produção maior - “Esperávamos uma produção muito maior, mas houve uma queda de 12% em relação a 2021, devido a problemas climáticos especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul. O milho também está com os preços elevados, levando os produtores a ampliarem o plantio. São duas safras: a de verão, plantada em setembro ou outubro e colhida de dezembro a janeiro e a safrinha, cujo plantio vai de fevereiro a abril. Só que hoje a segunda safra é muito maior que a de verão. O clima ajudou, diferentemente do ano passado, quando tivemos problemas de clima na segunda safra. Isso explica esse alto crescimento da produção do milho de segunda safra em relação ao ano passado”, esclarece o gerente da pesquisa.

Arroz - Outro aspecto que ele destaca é que as produções de arroz (10,6 milhões de toneladas) e de feijão (3,1 milhões de toneladas) devem atender o consumo interno do país em 2022. O Brasil não é importador dos dois produtos, mas já houve necessidade de importações.

Café - “Quanto ao café, o Brasil deve produzir 3,2 milhões de toneladas, somando as espécies arábica e canephora, o equivalente a 53,2 milhões de sacas de 60 kg, crescimento de 0,8% em relação ao mês anterior, e aumento de 8,6% em relação a 2021. A maior parte é para exportação. Da espécie arábica vamos produzir 2,1 milhões de toneladas ou 35,1 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 9,6%. Esse café arábico tem bianualidade da produção - produz muito em um ano e pouco no seguinte. Estamos no ano de bianualidade positiva, mas esperávamos uma produção maior, que não ocorreu devido a problemas climáticos como geada e falta de chuvas em algumas regiões produtoras no ano passado. Quanto ao café canéfora, vamos produzir 1,1 milhão de toneladas ou 18,1 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 6,8% em relação a 2022”, diz Barradas.

Quatro regiões apresentam alta nas estimativas de produção - Em julho, a estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou alta na comparação com 2021 em quadro regiões: Centro-Oeste (11,9%), a Sudeste (13,0%), a Norte (8,7%) e a Nordeste (10,6%). Somente a região Sul teve estimativa negativa (-13,5%). Quanto à variação mensal, apresentaram aumento a Região Centro-Oeste (1,1%), a Norte (3,0%) e a Sul (0,6%), e declínio a Nordeste (-0,3%) e a Sudeste (-0,2%).

Unidades da federação - Entre as unidades da federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, (30,6%), seguido pelo Paraná (13,4%), Goiás (10,5%), Rio Grande do Sul (9,7%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (6,7%), que, somados, representaram 79,0% do total nacional. Com relação às participações das regiões brasileiras, tem-se a seguinte distribuição: Centro-Oeste (49,5%), Sul (25,2%), Sudeste (10,5%), Nordeste (9,7%) e Norte (5,1%).

Pandemia - “A pandemia fez com que os preços aumentassem, porque, em casa, as pessoas passaram a consumir mais, sem falar que o milho e a soja são usados na produção de proteína animal. A partir disso, o produtor passou a plantar mais porque a sua rentabilidade é maior. Nos últimos anos, devido ao aumento da área plantada e da produtividade, a agricultura brasileira vem produzindo “recordes sobre recordes”, concluiu o gerente da pesquisa.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Luiz Henrique Magnante / Embrapa

 

ZONEAMENTO AGRÍCOLA: Nova versão do Painel de Indicação de Riscos facilita o acesso aos dados do Zarc

zoneamento 11 08 2022O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disponibilizou, nesta quarta-feira (10/08), a nova versão do Painel de Indicação de Riscos, plataforma que possibilita aos usuários acessar os dados do Zoneamento Agrícola de Risco Climático.

Interação - A interação com o mapa ficou mais amigável, pois com a mudança da plataforma para um ambiente mais moderno, a seleção dos menus ficou mais dinâmica e o resultado da consulta mais veloz.

Menus - Para facilitar a visualização dos dados, a tela inicial foi dividida em dois menus: “Zarc Oficial” e “Zarc Para Validação”. O “Zarc Oficial” trará os dados de zoneamento que já foram validados e publicados no Diário Oficial da União, enquanto o “Zarc Para Validação” disponibilizará ao público os estudos que ainda passarão pelo processo de validação e que ainda poderão sofrer alterações antes de se tornarem oficiais.

Avanços metodológicos - A nova plataforma vai abranger os avanços metodológicos e operacionais do ZARC, como por exemplo a classificação do solo por classes de água disponível (AD), que deu início com o estudo da soja para a safra 2023/2024, já disponível no menu “Zarc Para Validação”, na aba “Zarc – 6 solos”.  

Detalhamento - O detalhamento da informação também foi aprimorado. No menu “Zarc Oficial”, o usuário poderá acessar a guia “Dados”, que além de mostrar informações do ZARC em forma de gráficos, possui uma tabela interativa, que permite ao usuário realizar a seleção dos campos de interesse, facilitando a exportação dos dados.

Manual - Para facilitar a adaptação dos usuários à nova plataforma, foi disponibilizado um manual de instruções do novo Painel de Indicação de Riscos do Zarc.

Clique aqui e acesse a nova versão do Painel de Indicação de Riscos do Zarc

Por que seguir o Zarc? - Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só permitem o acesso ao crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas portarias de zoneamento. 

Aplicativo Plantio Certo - Os resultados do Zarc também podem ser acessados por meio de tablets e smartphones, de forma prática, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos:  iOS e Android . (Mapa)

 

INPEV: Dia Nacional do Campo Limpo volta ao formato presencial e celebrações incluem ação de sustentabilidade

inpev 11 08 2022Após dois anos de comemorações virtuais, o Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL), 18 de agosto, voltará a ser presencial. Realizadas pelo Sistema Campo Limpo (programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas), as ações acontecem em mais de 100 municípios de 19 estados do país.

Conquistas - O slogan “Comemorando juntos as conquistas de todos” dá o tom do DNCL 2022 ao celebrar as conquistas de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, indústria, revendedores e poder público: 680 mil toneladas de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta desde 2002.

Ações - Durante a 18ª edição serão realizadas uma série de ações com a participação de autoridades, agricultores, estudantes e comunidade em geral. O destaque do ano é o DNCL Sustentabilidade, que mobilizará a comunidade e os elos da cadeia agrícola para a arrecadação e plantio de mudas de árvores. A expectativa é conseguir pelo menos 15 mil mudas em todo o Brasil, segundo o inpEV, Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, responsável pela gestão do Sistema Campo Limpo.

Parceiros locais - Marilene Iamauti, gerente de Sustentabilidade do inpEV, explica que unidades de recebimento estão buscando parceiros locais para arrecadar as mudas. Essa iniciativa está alinhada com a missão do inpEV de conservar o meio ambiente promovendo a economia circular, reduzindo o consumo de recursos naturais e a emissão de gases de efeito estufa. “Com o DNCL Sustentabilidade, pretendemos engajar a comunidade do entorno e os elos da cadeia agrícola neste propósito. Plantaremos árvores como um símbolo de renovação da vida após a pandemia”, destaca a gerente.  Cada árvore tem a capacidade de capturar 140 kg de CO2 equivalente em 20 anos de seu ciclo de vida.

Especial - A edição de 2022 ganhou ainda um significado especial: a volta da realização do DNCL Portas Abertas, quando nossas centrais recebem a comunidade para atividades relacionadas às boas práticas ambientais. Também fazem parte do cronograma de atividades, palestras para estudantes, de todos os níveis, e homenagens aos agricultores.

Solenidades - Neste ano, as solenidades oficiais acontecerão simultaneamente em 11 cidades brasileiras. Em duas delas, São Paulo (SP) e Rio Verde (GO), terão transmissão ao vivo pelo canal do inpEV no YouTube e pelo programa Dia Dia Rural, do Canal Terra Viva, no dia 18/08, às 11h.

Capital paulista - Na capital paulista, a solenidade será no Congresso da Andav – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários, que representa cerca de 2 mil distribuidores de insumos agropecuários do país. Na central de Rio Verde, haverá a presença de autoridades, agricultores, revendedores, representantes de entidades, entre outros convidados.

Redes sociais - Durante a semana, será possível acompanhar as atividades nas redes sociais do inpEV, incluindo homenagem a agricultores e divulgação de um esquete teatral gravado e disponibilizado no YouTube do inpEV, direcionado a alunos do Ensino Fundamental.

Atividades - Além da ação de sustentabilidade, as centrais participantes promoverão, tanto no dia 18 de agosto como em outras datas próximas, atividades dentre as seguintes categoriais:

DNCL Solenidade: celebração com a presença de autoridades públicas;

DNCL Portas Abertas: visita de alunos e comunidade;

DNCL na Escola: ações voltadas para estudantes de ensino fundamental e médio

DNCL Universitário: atividades para estudantes de universidades; 

DNCL Ação com Agricultor: homenagem aos agricultores.

Detalhes - Para mais detalhes do Dia Nacional do Campo Limpo, inpEV e o Sistema Campo Limpo, acesse o link: Informações Adicionais. Site e redes sociais: www.inpev.org.br, no Facebook, Youtube e Instagram. (Assessoria de Imprensa do InpEV)

 

PORTARIA: Plano ABC+ entra em vigor em setembro e vai reduzir emissão de carbono

portaria 11 08 2022Começará a vigorar - a partir de 1º de setembro - o Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (ABC+) para o período 2020-2030. A portaria que detalha a política setorial – criada para reduzir emissões de carbono pelo setor agropecuário brasileiro por meio de incentivos e fomentos a tecnologias ambientais – foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11/08) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Meta - Segundo o ministério, o plano ABC+ tem como meta “promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, considerando uma gestão integrada da paisagem rural”.

2030 - Entre as metas projetadas até o ano de 2030 está a de ampliar, em 30 milhões de hectares, as áreas destinadas à adoção de práticas para recuperação de pastagens degradadas; em 12,58 milhões de hectares as áreas voltadas à adoção de sistemas de plantio direto; e em 10,10 milhões de hectares as áreas com adoção de sistemas de integração.

Ampliação - O governo prevê, também a ampliação, em quatro milhões de hectares, da área a ser destinada à adoção de florestas plantadas; em 13 milhões de hectares a área com adoção de bioinsumos; em três milhões de hectares, a região com adoção de sistemas irrigados; em 208,40 milhões de metros cúbicos a adoção de manejo de resíduos da produção animal; e em cinco milhões os bovinos em terminação intensiva.

Estímulo - Ao “estimular a adoção de sistemas, práticas, produtos e processos de produção sustentáveis”, o plano ABC+ pretende diminuir vulnerabilidades e aumentar a resiliência dos sistemas de produção agropecuários, conservando recursos naturais e aumentando a biodiversidade e a estabilidade climática dos sistemas produtivos. (Agência Brasil)

FOTO: José Cruz / Agência Brasil

 

ECONOMIA I: Lei de Diretrizes Orçamentárias prevê mínimo de R$ 1.294 em 2023

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023. O texto prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem e um déficit primário de R$ 65,91 bilhões para as contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central).

Resultado - O déficit primário representa o resultado das contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

PIB - Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a estimativa é de um crescimento real de 2,5% para Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todos os bens e serviços produzidos) em 2023.

IPCA - A meta para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que meda a inflação, é de 3,3%, taxa Selic em 10% e taxa de câmbio média de R$ 5,3 no ano que vem.

Metas e prioridades - A LDO determina as metas e prioridades para os gastos públicos e oferece os parâmetros para elaboração do projeto da Lei Orçamentária de 2023 (LOA 2023). O texto, publicado nesta quarta-feira (10/08) no Diário Oficial da União, foi aprovado no Congresso em julho.

Veto - De acordo com a Presidência, foi vetada a previsão de direcionamento de recursos do orçamento do Ministério da Saúde para a implantação de sistemas fotovoltaicos (de conversão de energia solar em energia elétrica) em entidades privadas. “Aparentemente, haveria um desvio de finalidade pela ausência de relação com a ampliação ou a manutenção de ações e serviços públicos de saúde”, explicou.

Devolução - “Foi vetada também a necessidade de devolução dos recursos não utilizados transferidos aos entes federados por meio das transferências especiais à União, tendo em vista que os recursos pertencem ao ente federado no ato da efetiva transferência financeira”, diz a nota.

Organizações Sociais - Outro veto citado pela Presidência é ao trecho que possibilita Organizações Sociais receberem recursos por termo de colaboração ou de fomento, convênio ou outro instrumento congênere celebrado com entidade filantrópica ou sem fins lucrativos.

Contrato de gestão -“De acordo com o disposto na Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998, deveria ser utilizado o contrato de gestão como instrumento para formar parceria entre o Poder Público e a organização social”. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Prisma Fiscal passa a monitorar PIB, inflação e desemprego

economia II 11 08 2022A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia (SPE/ME) disponibilizou, nesta quarta-feira (10/08), além do Relatório Mensal e a Distribuição de Frequência do Prisma Fiscal de agosto de 2022, Nota Especial - Incorporação de novas variáveis ao Sistema Prisma Fiscal. O documento resume o histórico do Sistema e informa sobre as ampliações ocorridas em 2021 e as que passam a constar a partir do relatório deste mês.

Ampliação - O Sistema Prisma Fiscal, que monitora as expectativas de mercado para as principais variáveis fiscais, passou por ampliação, buscando melhorar a qualidade das projeções para as variáveis macrofiscais e incentivar o debate qualificado sobre o tema.

Soma - De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia – órgão responsável pelo Prisma –, foram somadas ao questionário perguntas sobre as projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), variação real do Produto Interno Bruto (PIB), deflator do PIB, taxa de desemprego e população ocupada.

Novos indicadores - Os novos indicadores são relevantes para o estudo de eventos fiscais e ampliam a utilidade do Sistema Prisma, além de servir de base para pesquisas econômicas com foco macrofiscal, segundo esclareceu a SPE. O INPC e as variáveis sobre o mercado de trabalho, por exemplo, ajudam nas estimativas relacionadas a gastos previdenciários, seguro-desemprego e recolhimento de Imposto de Renda.

Início - O Sistema Prisma foi iniciado em 2016, monitorando as seguintes variáveis: arrecadação total das receitas federais; receita líquida do Governo Central, despesa total do Governo Central; resultado primário do Governo Central e Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do PIB.

Projeções de mercado - Em 2021, o sistema passou a monitorar as projeções de mercado do resultado nominal do Governo Central, e foi ampliado o horizonte das projeções anuais, que passou a abranger o ano corrente e os nove anos seguintes.

Instituições - Entre 40 e 50 instituições como bancos, corretoras e consultorias contribuem regularmente para o sistema. As informações coletadas são sigilosas e apenas a SPE tem acesso aos dados individuais de cada instituição.

Ranking - Desde o início, a SPE elabora um ranking do Prisma. São três modalidades diferentes envolvendo as cinco instituições com maior capacidade de acerto em suas projeções para cada variável e para diferentes horizontes de previsão.

Curto Prazo - No Podium de Curto Prazo, estão as cinco instituições com menor erro absoluto médio de previsão nos últimos seis meses. O Podium Anual de Curto Prazo retrata a média dos erros de previsão de 12 podiums mensais de curto prazo. O Podium de Longo Prazo apresenta as cinco instituições com menor erro absoluto médio de previsão ponderado considerando os últimos 18 meses.

Penalização - Há penalização para a instituição em função do desvio de suas projeções em relação ao valor efetivamente ocorrido e pela falta de regularidade no envio das informações. (Ministério da Economia)

FOTO: David Schwarzenberg / Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,08 após inflação desacelerar nos EUA

 

cambio 11 08 2022A queda na inflação nos Estados Unidos (EUA) provocou uma onda de alívio no mercado financeiro global. O dólar fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em oito semanas. A bolsa de valores emendou a sétima alta seguida e recuperou os 110 mil pontos.

 

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (10/08) vendido a R$ 5,085, com recuo de R$ 0,045 (-0,87%). A moeda chegou a cair para R$ 5,03 pouco antes das 10h, mas a queda perdeu força à medida que investidores aproveitaram a cotação baixa para comprarem dólares.

 

Menor valor - A divisa está no menor valor desde 15 de junho, quando estava em R$ 5,02. Com o desempenho desta quarta, o dólar acumula queda de 1,72% em agosto. Em 2022, o recuo chega a 8,8%.

 

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.236 pontos, com alta de 1,46%. O indicador está no maior nível desde 7 de junho. Além do alívio no mercado financeiro internacional, a divulgação de balanços de empresas, que tiveram lucros em linha ou acima do previsto, impulsionaram a bolsa brasileira.

 

Pressões - A divulgação de que a inflação ao consumidor nos Estados Unidos ficou em 0% em julho e atingiu 8,5% no acumulado em 12 meses desafogou as pressões das últimas semanas no mercado global. Isso porque a desaceleração dos preços reduz as pressões para que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) eleve os juros básicos dos Estados Unidos em 0,75 na próxima reunião, favorecendo as apostas de um aumento de 0,5 ponto.

 

Fuga de capitais - Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. Caso a inflação norte-americana continue a desacelerar, aumenta a possibilidade de o Fed começar a reduzir os juros na metade de 2023. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 255 mortes e 30,9 mil casos em 24 horas

 

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 30.935 novos casos de covid-19 e confirmaram mais 255 mortes por complicações associadas à doença em um período de 24 horas em todo o país.

 

Atualização - Os dados estão na atualização divulgada nesta quarta-feira (10/08) pelo Ministério da Saúde. O boletim desta quarta não traz o total de óbitos ocorridos em Mato Grosso do Sul, que não informou os dados ao ministério.

 

Total - Com as novas informações, o total de pessoas infectadas durante a pandemia de covid-19 no Brasil soma 34.096.935.

 

Acompanhamento - O número de casos da doença em acompanhamento está em 514.876. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta, nem foi a óbito.

 

Óbitos - Com os números desta quarta, o total de óbitos desde o início da pandemia chegou a 680.786. Ainda há 3.237 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa ainda demanda exames e procedimentos complementares.

 

Recuperados - Até agora, 32.901.273 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a pouco mais de 96% dos infectados desde o início da pandemia.

 

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, com 173.484 mortes, São Paulo é o estado com maior número de óbitos desde o começo da pandemia. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro, com 75.119 óbitos; Minas Gerais, com 63.193; o Paraná, com 44.726; e o Rio Grande do Sul, com 40.598.

 

Menos- Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre, com 2.022; Amapá, com 2.153; Roraima, com 2.161; Tocantins, com 4.189; e Sergipe, com 6.421.

 

Vacinação - Até esta quarta-feira, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 470.462.239 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas no país desde o início da campanha de imunização. Destas, 178,6 milhões como primeira dose, 159,7 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única.

 

Reforço - A dose de reforço já foi aplicada em mais de 103,9 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em pouco mais de 18,3 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como adicionais, que são s aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única. (Agência Brasil)

 

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.644 novos casos e 44 óbitos no Paraná

 

saude II 11 08 2022De acordo com o Informe Epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (10/08) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná registrou 1.644 novos casos e 44 óbitos causados pela Covid-19, dos quais 1.048 casos e uma morte nas últimas 24h. Assim, o Estado acumula, desde o início da pandemia, 2.698.845 casos confirmados e 44.484 mortes decorrentes da doença.

MesesOs casos confirmados divulgados nesta data são de agosto (1333), julho (185), junho (24), maio (8), abril (5), março (2), fevereiro (25) e janeiro (8) de 2022; dezembro (1), outubro (1), setembro (1), agosto (9), julho (3), junho (4), maio (8), abril (2), março (3) e janeiro (5) de 2021; e dezembro (6), novembro (2), outubro (1), setembro (4) e agosto (4) de 2020.

Óbitos - Os óbitos divulgados nesta data são de agosto (10) e julho (3) de 2022; dezembro (1), setembro (1), julho (2), junho (6), maio (2), abril (6), março (1), fevereiro (1) e janeiro (1) de 2021; e dezembro (2), novembro (2), outubro (1), setembro (3) e agosto (2) de 2020.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Paranaguá (12), Matinhos (5), Londrina (3), Pontal do Paraná (2), Foz do Iguaçu (2), Curitiba (2), Cascavel (2), Arapongas (2), Apucarana (2) e Antonina (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Toledo, Sarandi, Porto Barreiro, Nova Prata do Iguaçu, Maripá, Jaguapitã, Ivaiporã, Ibiporã, Guaratuba e Cambé. (Com informações da Sesa)

Clique aqui e confira o boletim completo

FOTO: Sesa

 


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