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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5383 | 12 de Agosto de 2022

REUNIÃO DIRETORIA: Website do Programa de Educação Política é lançado oficialmente

Na tarde desta quinta-feira (11/08), foram realizadas virtualmente, em conjunto, a 38ª reunião da diretoria da Ocepar e a 15ª da Fecoopar, com a participação de 12 diretores, do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken e dos superintendentes. Durante três horas foram discutidos diversos assuntos de interesse do cooperativismo, entre os quais, Encontro de Núcleos Cooperativos, que ocorrerá entre os dias 12 e 15 de setembro; Programa de Educação Política; Plano Safra 2022/23, com informações após as novas resoluções do Conselho Monetário Nacional, e Portaria do Tesouro Nacional, com a equalização das taxas de juros; indicação de representantes do Paraná para os ramos cooperativos junto à OCB e aprovação dos balancetes acumulados até 31/07 da Ocepar e Fecoopar, entre outros temas.

Website - Durante a reunião, foi lançado oficialmente o website do Programa de Educação Política das Cooperativas Paranaenses, criado especialmente para reunir todas as informações a respeito deste importante programa, visando às eleições de 2022. “Este canal de comunicação servirá para que as cooperativas paranaenses possam acessar de forma rápida e segura as principais informações relativas ao programa e às eleições de 2022. Num mesmo espaço teremos notícias, áudios, vídeos, agenda do cooperativismo, legislação eleitoral, sobre a Frencoop e das ações que estão sendo realizadas pelo Sistema Ocepar”, frisou Samuel Milléo Filho, coordenador de Comunicação Social que apresentou a plataforma para a diretoria. O website pode ser acessado, a partir desta sexta-feira (12/08), no endereço: www.paranacooperativo.coop.br/frencoop/

Educação Política - Segundo a coordenadora de Relações Parlamentares, Daniely Andressa da Silva, “o Programa de Educação Política do Cooperativismo Paranaense 2022 tem por objetivo conscientizar para a necessidade do voto nessas eleições, além de fomentar a o engajamento e a participação política do cooperativismo visando potencializar a representação parlamentar na Frencoop no Congresso Nacional a partir de 2023”, frisou ao detalhar as próximas ações do programa aos diretores. Ela também realizou uma apresentação do atual status do programa e os próximos passos.

Defesa - “Queremos valorizar aqueles parlamentares que nos apoiaram nesses quatro anos de mandato e eleger aqueles que estão comprometidos com a defesa do cooperativismo. Importante frisar que o cooperativismo observa a neutralidade partidária e ideológica, premissa essencial da Frencoop, que congrega parlamentares de todos os partidos. O pressuposto fundamental é a defesa das bandeiras e demandas das cooperativas brasileiras”, frisou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Comitê - O Programa de Educação Política é uma iniciativa realizada em 2018 e ampliada neste ano de 2022, em parceria com o Sistema OCB que lidera este movimento junto as demais organizações estaduais. Todas as estratégias do programa no Paraná, estão sendo conduzidas com o apoio de um Comitê Interno, com coordenações estratégicas dentro da Ocepar e apoio do Grupo de Trabalho, constituído de representantes de 150 cooperativas dos diversos ramos de atuação. O Comitê Interno se reúne diariamente e o GT das cooperativas uma vez por semana para alinhar ações e troca de informações.

Ramos da OCB - Na reunião, os diretores aprovaram as indicações do Paraná para compor os ramos junto à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB):

Ramo Agropecuário – Luiz Roberto Baggio, presidente da cooperativa da Bom Jesus (Titular) e Flávio Turra (Suplente);

Crédito - Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ (Titular)  e Robson Mafioletti (Suplente);

Saúde – Paulo Roberto Fernandes Faria, presidente da Federação Unimed PR (Titular) e Rogério Croscato (Suplente);

Transporte – Marcos Antonio Trintinalha, presidente da Rodocoop (Titular) e João Gogola Neto (Suplente);

Infraestrutura – Hendrikus Salomons, presidente da Eletrorural (Titular) e Silvio Krinski (Suplente);

Trabalho – Luciano Ferreira, diretor da Unicampo (Titular) e Jessé Aquino (Suplente);

Consumo – Eraldo Correia do Nascimento, presidente do Colégio Cooperativa da Lapa (Titular) e Rodrigo Donini (Suplente).

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PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panoramacoop 12 08 2022O Sistema OCB publica, semanalmente, o Panorama Coop, um boletim com análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. A newsletter é atualizada todas as quintas-feiras. Confira.

Pesquisa de opinião - O destaque desta edição é a pesquisa de opinião parlamentar, realizada em parceria com o Instituto FSB, para identificar a imagem do coop no Congresso Nacional. Os resultados revelam que um a cada cinco parlamentares são associados a pelo menos uma cooperativa. Também foram avaliadas a atuação política do Sistema OCB e a reputação do coop. Conheça os detalhes da pesquisa e os principais destaques da semana: o cooperativismo é reconhecido no Encontro Nacional do Agro; a participação do Sistema OCB no 14º Concred; a missão do setor de mineração na Colômbia e os debates no 60° Congresso da Sober sobre cooperativismo e alimentação sustentável.

Destaques - Trazemos também os principais destaques da semana: o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2022, a participação do coop nos debates com representantes do Mapa e no ciclo de palestras sobre a produção sustentável do café. Boa leitura!

Análise política - O Sistema OCB, em conjunto com o Instituto FSB Pesquisa, conduziu a sua 6ª rodada do estudo “A Visão do Legislativo sobre o Cooperativismo: Pesquisa de Opinião Parlamentar”, visando avaliar a opinião de deputados e senadores sobre o nosso modelo de negócios.

Acesse a Análise!

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Cooperativismo é reconhecido em Encontro Nacional do Agro - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participou do Encontro Nacional do Agro promovido pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, na quarta-feira (10/08). Entre suas considerações, o presidente Márcio declarou que o cooperativismo tem contribuído expressivamente para os avanços do setor. De acordo com ele, o modelo de negócios vem viabilizando a atividade do cooperado além de gerar novos empregos.

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Sistema OCB participa do 14º Concred - O Sistema OCB participa do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), que acontece entre os dias 10 e 12 de agosto, em Recife (PE). A abertura contará com exposições do presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato; do presidente da Confebras e Coordenador do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco), Moacir Krambeck; do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto; do presidente do Conselho de Administração do FGCoop, Luiz Antônio Ferreira.

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Delegação conhece experiências de Projeto ASGM Co-existência em missão na Colômbia - A delegação formada por representantes do Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NAP.Mineração/USP), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) e do Ministério de Minas e Energia (MME) participou entre os dias 31 e 05 de agosto de missão no Departamento (Estado) de Antioquia na Colômbia para conhecer experiências de co-existência entre pequenos mineradores e grandes empresas de mineração.

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Cooperativismo e alimentação sustentável no 60° Congresso da Sober - O Sistema OCB encerrou no último dia 30 de julho, as inscrições para a Chamada Pública CNPq/Sescoop 011/2022 - Pesquisa em Cooperativismo, realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No total, 131 trabalhos foram submetidos para avaliação nas áreas de Competitividade e Inovação; Impactos econômicos, sociais e ambientais; Desenvolvimento organizacional e promoção da prática cooperativista; e Cenário jurídico do cooperativismo.

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SICREDI: Programa de intraempreendedorismo forma jovens lideranças e acelera projetos de cooperação

Conectar jovens para inspirar movimentos de impacto positivo nas comunidades. Com esse propósito, a Jornada Jovem Intraempreendedora, que começou a ser desenvolvida pelo Sicredi há três anos, formou, na última terça-feira (09/08), 25 jovens associados de cooperativas com atuação nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Rede de cooperação - Os participantes integram uma rede de cooperação inicialmente formada por 106 inscritos, integrantes dos Comitês Jovem das cooperativas Sicredi e que participaram de uma jornada de aprendizagem por meio do programa Jovens Líderes Sicredi, desenvolvido com o apoio da Eureca, uma das empresas do grupo Anga, e que resultou em 16 propostas iniciais de ações. Outros 20 projetos de jovens apresentados nos Summits 2018 e 2019 e que integraram o WYCUP – World Council Young Credit Union People foram somados à iniciativa, totalizando 36 ideias agrupadas à Jornada Jovem Intraempreendedora, realizada juntamente com o Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral.

Elementos - “Durante a jornada intraempreendedora, três elementos são muito importantes. O primeiro, é que a gente busca um empreendedorismo que não seja o que chamamos de egoempreendedorismo, mas transformar o ‘ego’ em ‘eco’, de ecossistema, de ecologia. O segundo ponto é que buscamos um empreendedorismo que reúne pessoas e talentos para sonhar juntos. E o terceiro elemento é aprender a cair e levantar com cada tropeço, que faz aprender, além de, pedir ajuda e entender quem é você nessa jornada”, analisa o consultor da Fundação Dom Cabral, Pablo Handl.

Seleção - Do total de projetos, quatro foram selecionados e submetidos a um processo de aceleração com ferramentas e metodologias de mercado, além de mentoria especializada. As iniciativas foram desenvolvidas a partir das necessidades do cooperativismo de crédito e das comunidades onde as cooperativas Sicredi atuam. "Reunimos jovens associados de cooperativas diferentes, moradores de várias cidades da nossa área de atuação e que se conectaram por três anos com energia e entusiasmo. Eles elevaram a décima potência conceitos como voluntariado, cooperação e intraempreendedorismo. Como resultado, temos projetos com conexão social, cooperativa, empreendedora e financeira", comenta o gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis.

Conexão e olhar para o futuro - Durante a formatura, os jovens puderam se conectar e ouvir a experiência dos representantes do Sicredi que participaram da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU), realizada em julho, em Glasgow, na Escócia. Sete jovens que integraram a programação do WYCUP abordaram a relevância do Sicredi na promoção de lideranças jovens e a importância das novas gerações para a realização de iniciativas com potencial de causar impacto positivo global.

Força - Essa força das novas gerações também foi abordada pelo patrono da turma e presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, que destacou a importância de um olhar para o futuro com a força das redes de proteção, de cooperação e inclusão, além dos sentimentos de ousadia e entusiasmo. “As iniciativas dos nossos jovens garantem a perenidade do modelo de negócio cooperativista nessa corrida de bastão que é a vida. Tenho certeza que iremos encontrar muitos desses formandos ocupando posições nas nossas cooperativas na construção de um mundo melhor.”

Projetos na prática para uma sociedade mais próspera - Durante a formatura, a jovem associada e oradora da turma, Solange Luza, destacou a importância do processo ao longo dos anos. “Nossos projetos não poderiam ficar na mesmice, não poderíamos criar o que já existia. Precisávamos criar um negócio inovador e o programa nos mostrou que a cooperação está relacionada diretamente com o viver em sociedade. Estamos felizes e com sentimento de tarefa cumprida, mas, lembrando que o processo ainda não acabou. Estamos iniciando a fase de implantação, ativamente cooperando para empreender com as cooperativas do Sicredi e com toda a comunidade”, afirma.

Apoio - Os projetos desenvolvidos pelos jovens associados contaram com o apoio de cooperativas-anjo do Sicredi e irão passar por um processo de implementação prática. Conheça mais cada uma das iniciativas:

Conexão Financeira: utilizando uma plataforma gamificada, o jogo digital, estilo tabuleiro, promove interação entre participantes tanto na forma digital quanto presencial e possui o jovem como mediador para trazer informações sobre educação financeira. As trilhas de aprendizado têm os conteúdos baseados na cartilha do Banco Central do Brasil, com aplicações que simulam mês a mês as receitas e despesas do cotidiano da vida no período de um ano. Inclui também questões específicas do Sicredi, como conta capital e poupança premiada. O jogo já está disponível nas lojas de aplicativos IOS e Android.

Conexão Cooperativa: jogo digital, estilo tabuleiro, que traz como diferencial imagens em 3D. Para jogar, os participantes são divididos em quatro grupos com os nomes dos fundadores do cooperativismo: Eliza Brierley, Friedrich Wilhelm Raiffeisen, Padre Theodor Amstad e Mário Kruel Guimarães. Durante o jogo, os participantes trabalham os princípios e valores do cooperativismo e situações reais de associados. O jogo utiliza uma aplicação de mercado e promove interação presencial com mediador.

Conexão Social: o Conexão de Impacto é uma plataforma de comunicação nas redes sociais (site, Facebook, Instagram e YouTube) para conectar os membros dos Comitês Jovem e dar visibilidade para os projetos e as ações que estão sendo desenvolvidos. Por meio do projeto, os jovens podem se conectar, ter acesso a conteúdos relevantes, compartilhar ideias e exercitar a cooperação.

Conexão Empreendedora: aplicativo que visa conectar mentores voluntários a jovens que desejam ser mentorados em determinadas áreas de atuação, “dar match”. Por meio do projeto, os jovens conseguem desenvolver autoconhecimento e recebem um direcionamento para a carreira. A conexão com mentores tem o objetivo de fornecer aos jovens um guia para que eles possam se empoderar e tomar decisões profissionais. Em período-piloto, os executivos das cooperativas-anjo serão convidados como primeiros mentores e os jovens dos Comitês mentores. O APP já está disponível nas lojas IOS e Android.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.300 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

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CAPAL: Loja Agropecuária lança ferramenta para pedidos online

capal 12 08 2022A Capal Cooperativa Agroindustrial, com sede em Arapoti (PR), lançou uma nova ferramenta de compras para seus cooperados: o Balcão Digital, plataforma em que o produtor faz pedidos online para a Loja Agropecuária. A nova tecnologia traz agilidade e maior comodidade para o cooperado, fornecendo todas as informações e fotos dos produtos e garantindo a escolha exata dos itens.

Plataforma virtual - Com visual semelhante a um e-commerce, no Balcão Digital o cooperado faz seu pedido online, através de uma plataforma virtual completa e ilustrada, e dirige-se à loja física para fazer o pagamento e retirar os produtos. Atualmente, o projeto piloto do Balcão Digital está disponível apenas para associados de Arapoti.

Vantagens - O pecuarista Nico Biersteker já está usando o Balcão Digital desde o lançamento e comenta as vantagens da plataforma. “Gostei muito da nova ferramenta. Alguns pontos muito úteis são: salvar o pedido para repeti-lo quando precisar, o que facilita muito para produtos de uso recorrente, incluir itens na cesta de compra conforme vamos lembrando durante o dia e depois fechar o pedido. Além disso, no caso de outra pessoa buscar a compra, não precisamos mais fazer listas escritas em papel, que poderiam gerar dúvidas”, cita o associado.

Expectativas - Para José Fernando Michalowski, supervisor da Loja Agropecuária de Arapoti, esta inovação atende às expectativas dos cooperados, principalmente dos mais jovens. “Os produtores precisam cada vez mais otimizar seu tempo e querem usar as ferramentas digitais a seu favor. O agronegócio já é bastante tecnológico em várias frentes e agora aqui na Loja Agropecuária também vamos evoluindo”, destaca.

Acesso - O cooperado Capal pode utilizar o Balcão Digital acessando o site lojascapal.coop.br ou pelo aplicativo Loja Capal, disponível para Android e iOS. Para realizar a primeira compra, o associado precisa fazer um cadastro, que será validado pela equipe da Loja Agropecuária. Esta inovação é mais uma evolução tecnológica da Capal, na construção de um ecossistema que fortaleça a relação entre a cooperativa e cooperado.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,4 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 862 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 161 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa 31 mil toneladas de suínos vivos ao ano. (Imprensa Capal)

 

CRÉDITO RURAL: Recursos do Pronaf no Plano Safra irão aumentar em 12%

credito rural 12 08 2022Em virtude da forte demanda por financiamentos de custeio no Pronaf, nesse início de safra, foi autorizada a destinação de mais R$ 6,54 bilhões de recursos equalizados pelo Tesouro Nacional para financiar os agricultores familiares, o que representa um aumento de 12% (passando de R$ 53,6 bilhões para R$ 60,1 bilhões).

Origem - A maior parte, R$ 4,74 bilhões, virá de recursos novos a partir da alocação de mais R$ 126,8 milhões de recursos orçamentários em 2022 para o Plano Safra 2022/23. A outra parte, R$ 1,8 bilhão, será proveniente de remanejamentos no âmbito dos bancos públicos federais (Caixa, BNDES e do Banco do Brasil).

Destinação - Esses recursos serão destinados aos bancos que operam Pronaf Custeio e que já sinalizaram insuficiência de recursos para atender a demanda dos agricultores. Assim, R$ 6,07 bilhões serão encaminhados ao Banco do Brasil e R$ 474 milhões, ao BNDES.

Outros programas - O BNDES será contemplado ainda com ampliação de recursos no Programa Agricultura de Baixo Carbono - ABC (R$ 287,5 milhões) e Programa de Construção e Ampliação de Armazéns - PCA (R$ 438,5 milhões).

Expectativa - Com isso, a expectativa é que não haja interrupção na concessão de financiamentos, sobretudo de custeio, nesse momento em que a safra começa a ser plantada e no atendimento prioritário aos pequenos agricultores.

Total - Lançado em julho, o Plano Safra 2022/2023 conta com R$ 340,9 bilhões para financiar a produção agropecuária nacional até junho do próximo ano.

Contratados - Dos R$ 340,9 bilhões, já foram contratados R$ 30 bilhões, o que corresponde a 8,8% do total. Mais de 90% dos recursos estão disponíveis para contratação por meio das diferentes instituições que operam no crédito rural, nas modalidades de custeio, comercialização e investimento. (Mapa)

FOTO: Divulgação / Mapa

 

GESTÃO DE RISCOS: Áreas beneficiadas pelo Proagro serão vistoriadas pela Conab

gestao riscos 12 08 2022O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará ao longo do segundo semestre de 2022 vistorias em áreas beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, de Sergipe e da Bahia. Os técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Mapa, irão percorrer as lavouras checando os dados declarados pelos profissionais encarregados da comprovação de perdas do Proagro.

Visitas - Durante o trabalho de supervisão, são realizadas visitas aos produtores, agentes financeiros, cooperativas, empresas de assistência técnica dos municípios entre outros agentes de interesse envolvidos no processo de verificação de perdas.

Até o final do ano - Até o final do ano, pelo menos 250 propriedades serão vistoriadas pelos profissionais, que poderão ainda incluir monitoramentos em outros estados. Em casos de irregularidades identificadas pelos técnicos, as instituições financeiras poderão sofrer sanções, por parte do Banco Central, como os peritos, por parte do Mapa. O Banco Central também pode impugnar as coberturas pagas indevidamente com base na comprovação de perdas em que for detectada irregularidade. As punições são aplicadas somente após esgotados todos os procedimentos legais de direito à ampla defesa.

Proagro - O Programa é custeado com recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir a amortização ou a liquidação de custeios agrícolas de financiamento, quando no caso de ocorrência de sinistro na lavoura e na proporção das perdas apuradas, e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.

Banco Central - O Proagro é administrado pelo Banco Central e executado por instituições financeiras autorizadas a operar em crédito rural, que contratam as operações de custeio e são encarregadas de formalizar a adesão do mutuário ao Programa, da cobrança do adicional, das análises de processos e da decisão dos pedidos de cobertura.

Indenizações - As indenizações pagas aos agricultores afetados por sinistros cobertos pelo programa somaram R$ 5,7 bilhões em perdas em 2021. (Mapa)

FOTO: iStock

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Preços internacionais puxam exportações recordes de US$ 14 bi em julho

comercio exterior 12 08 2022Em julho, as exportações do agronegócio brasileiro foram impactadas pelo aumento dos preços médios de exportação, que cresceram 24,8%. Com isso, as vendas para o mercado externo alcançaram valor recorde para o mês: US$ 14,28 bilhões (+26,8% em relação a julho/2021). O índice de quantum subiu 1,6%. A participação do agronegócio atingiu 47,7% do total das exportações nacionais.

Milho - A explicação para a elevação do índice de quantum está relacionada, principalmente, ao aumento do volume exportado de milho no mês de julho, que alcançou mais de 2 milhões de toneladas em termos absolutos. Outros destaques foram os produtos do complexo soja (grãos, farelo e óleo) e a carne bovina e de frango.

Menor valor - “Embora as exportações tenham alcançado recorde para os meses de julho, trata-se do menor valor dos últimos quatro meses de 2022. Na comparação com as exportações de junho deste ano (mês imediatamente anterior), por exemplo, houve desaceleração de 8,6% em valores, resultado da queda de 2,2% no índice de preços comparado, e de 6,6% dos volumes exportados”, explica a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Importações - As importações de produtos do agronegócio somaram US$ 1,48 bilhão (+19,3%), também influenciadas pelos preços médios que cresceram 16,1%.

Aumento - As vendas externas de milho subiram de 1,99 milhão de toneladas em julho/2021 para 4,12 milhões de toneladas em julho/2022 (+106,9%). Tal volume é suplantado apenas pelas exportações em 2019, que alcançaram 5,93 milhões de toneladas no mesmo mês.

Recorde para julho - Quanto ao valor exportado, de US$ 1,15 bilhão (+189,7%), este foi recorde para julho, devido à alta dos preços médios de exportação do cereal, 40% superiores em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Irã - O Irã foi o maior importador de milho brasileiro em julho deste ano, com aquisição de 832 mil toneladas ou o equivalente a US$ 258,93 milhões (+308,4%). Em seguida, aparecem Colômbia (US$ 118,42 milhões; +2.416,7%) e Japão (US$ 102,97 milhões; +34,3%).

Cenário propício - A alta disponibilidade de milho após a produção recorde estimada de 115,66 milhões de toneladas, anunciada pela Conab em julho deste ano, com primeira e segunda safras em fase de colheita, e terceira safra com previsão de plantio concluída, criam o cenário propício para o maior ritmo de exportações no segundo semestre, cuja demanda interna prevista para o ano é de 77,19 milhões de toneladas.

Complexo soja - A venda ao exterior dos produtos do complexo soja alcançaram US$ 6,03 bilhões em julho/2022 (+21%). A elevação de preços dos produtos do setor (+33,5% em média) foi responsável pela alta das exportações, já que o volume exportado caiu 9,4%.

Queda - Esta queda de volume ocorreu nas exportações de grãos de soja, que passaram de 8,67 milhões de toneladas em julho de 2021 para 7,52 milhões de toneladas em julho de 2022 (-13,3%). Com produção de 14,11 milhões de toneladas inferior à safra de 2020/2021 (-10,2%), a safra 2021/2022 disponibilizou menos grãos para exportação neste ano.

Recorde - Mesmo assim, as exportações de soja em grãos alcançaram valor recorde para meses de julho, US$ 4,71 bilhões (+18,2%), em razão dos preços médios elevados (+36,3%), reflexo também da menor disponibilidade para a oferta internacional.

China - A China aumentou a participação nas aquisições, passando de 66,5% do volume exportado pelo Brasil em julho/2021 para 68,8% do volume em julho/2022 (5,2 milhões de toneladas; -10,3%).

Alta dos preços - Os outros dois produtos do setor, no entanto, apresentaram aumento de quantidade exportada, que foi estimulada pelos altos preços praticados no mercado internacional, dado as condições de demanda e oferta atual, afetadas principalmente pelo conflito na Ucrânia (óleo e farelo de girassol).

Farelo de soja - As vendas externas de farelo de soja aumentaram 13,7%, chegando a US$ 964,76 milhões, valor recorde para os meses de julho. Houve expansão de 2,3% na quantidade, que também atingiu volume recorde.

Óleo de soja - No caso do óleo de soja, as exportações brasileiras foram de US$ 351,41 milhões em julho de 2022 (+135,4%).

Carnes bovina e de frango - O setor de carnes também foi influenciado pela alta dos preços médios de exportação (+20,4%). As exportações de julho foram recordes, com US$ 2,37 bilhões (+16,9%), mesmo com queda de 2,9% do volume total exportado.

Principal - O principal produto exportado pelo Brasil foi a carne bovina, com vendas recordes de US$ 1,21 bilhão (+20%) e taxa de crescimento semelhante ao dos preços médios (+19,5%).

Volume - O volume exportado registrou pequena elevação de 0,4% na comparação entre julho de 2021 e julho de 2022. O ritmo menor de crescimento de preços comparado aos meses anteriores de 2022 em relação a 2021, se justificou pela maior disponibilidade da proteína para exportação nos principais exportadores mundiais comparado à demanda internacional.

Carne de frango - Outro produto do setor com aumento das vendas externas foi a carne de frango. Embora a quantidade exportada tenha registrado redução de 4,4%, o preço médio de venda subiu 26,9%. As exportações alcançaram o recorde de US$ 875,15 milhões (+21,3%) para meses de julho. (Mapa)

>> Nota à Imprensa

>> Resumo da Balança Comercial do Agronegócio 

FOTO: Arquivo AEN

 

PECUÁRIA: Abate de frangos recua no 2° trimestre, mas o de bovinos e suínos cresce

pecuaria 12 08 2022O abate de frangos caiu 2,0% e o de bovinos e suínos subiu 2,7% e 6,6%, respectivamente, no segundo trimestre de 2022, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quinta-feira (11/08) pelo IBGE. Os resultados completos para o segundo trimestre de 2022 e para as unidades da federação serão divulgados no dia 6 de setembro.

Dados preliminares - De acordo com os dados preliminares, o número de cabeças de bovinos abatidas no trimestre foi de 7,32 milhões, enquanto o abate de suínos registrou 14,00 milhões e o de frangos 1,49 bilhão de cabeças. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o abate de bovinos teve aumento de 5,2% e o de suínos de 2,6%, enquanto o de frangos reduziu 3,4%.

Segundo trimestre - No segundo trimestre deste ano, do total de bovinos abatidos, o resultado preliminar aponta uma produção de 1,93 milhão de toneladas de carcaças, aumento de 2,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e alta de 5,1% em relação ao apurado no primeiro trimestre de 2022.

Peso acumulado - Em relação aos suínos, o peso acumulado das carcaças atingiu 1,30 milhão de toneladas neste segundo trimestre, com alta de 6,0% em relação ao segundo trimestre de 2021 e incremento de 4,5% na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Frango - Já o peso das carcaças de frango foi de 3,63 milhões de toneladas. Na comparação anual, esse total significou aumento de 0,6%, porém representou queda de 3,7% frente ao trimestre imediatamente anterior.

Produção de ovos e aquisição de leite apresentam queda - A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal foi de 5,39 bilhões de litros no segundo trimestre de 2022, uma redução de 7,7% em comparação ao volume registrado no mesmo período do ano passado e queda de 8,6% em comparação ao obtido no trimestre imediatamente anterior.  

Redução - A produção de ovos de galinha alcançou 992,44 milhões de dúzias, o que corresponde a uma redução de 0,6% na comparação anual e aumento de 1,6% em comparação com o primeiro trimestre de 2022.

Curtumes - A pesquisa mostra ainda que os curtumes que efetuam curtimento de, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano declararam ter recebido 7,41 milhões de peças inteiras de couro cru no segundo trimestre deste ano. Essa quantidade foi 2,0% menor na comparação com o mesmo período de 2021, porém 4,0% maior em relação ao trimestre imediatamente anterior. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Agência Brasil

 

ECONOMIA: Queda nas safras leva à retração da Região Sul no primeiro trimestre

economia 12 08 2022A Região Sul sofreu uma retração na atividade econômica no primeiro trimestre do ano, impactada pela forte estiagem e calor intenso, que comprometeram o desenvolvimento e a produtividade das lavouras. A avaliação é do Banco Central (BC) e consta no Boletim Regional, publicação trimestral que apresenta as condições da economia por regiões e por alguns estados do país, divulgada nesta quinta-feira (11/08).

Principais condicionantes - De acordo com o BC, os principais condicionantes da economia do Sul registraram resultados mistos no primeiro trimestre de 2022. “Enquanto comércio e serviços contribuíram positivamente, a desaceleração da indústria e, principalmente, a redução da produção agrícola levaram à retração da atividade na margem”, diz a publicação.

IBCR - O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Sul teve um recuo de 2,8% no primeiro trimestre do ano, ante o crescimento de 1% no trimestre anterior. Em 12 meses até março, o indicador expandiu 4,2%, “ainda favorecido pela base deprimida de comparação”.

Quebras - “As quebras nas colheitas de soja, arroz e primeira safra de milho, que são apropriadas no início do ano, consistiram nas causas fundamentais do recuo”, avaliou o BC. “De acordo com os indicadores estaduais, o decréscimo da atividade regional foi liderado pelo RS, em razão, primordialmente, da queda nas safras de verão”, completa.

Retração - Também houve uma retração, menos intensa, no Norte, e uma desaceleração da economia no Centro-Oeste.

Variação negativa - O IBCR do Norte variou negativamente 0,2% em relação ao trimestre anterior, quando teve aumento de 0,2%, influenciado pela retração da indústria mineral do Pará, segundo o BC. O indicador paraense recuou 2,2% na mesma base de comparação, enquanto o do Amazonas expandiu 2,1%, impulsionado pelo aumento do consumo de serviços. Em 12 meses, o IBCR do Norte acumulou crescimento de 3,8%.

Centro-Oeste - A economia do Centro-Oeste sustentou desempenho positivo no primeiro trimestre de 2022, com o IBCR apresentando alta de 0,7% frente ao trimestre anterior, quando teve crescimento de 1,6%. “Sobressaíram no período a agricultura, a indústria de transformação, o comércio e a administração pública. A agroindústria beneficiou-se da dinâmica sazonal do complexo da soja”, diz o Boletim Regional. No acumulado de 12 meses, o IBCR da região cresceu 4,9%.

Melhores desempenhos - As regiões Nordeste e Sudeste apresentaram bom desempenho, influenciados pela evolução positiva da indústria e dos serviços.

Expansão - Segundo o BC, a atividade econômica nordestina manteve ritmo de expansão significativo no primeiro trimestre de 2022. O IBCR do Nordeste cresceu 1,8% no período, em patamar superior ao registrado no trimestre anterior, de 1,5%. Os destaques são a indústria de transformação e as atividades de serviços. “As condições do mercado de trabalho seguem melhorando, em ambiente de queda na taxa de desocupação”, diz o documento. Em 12 meses até março, o índice de atividade expandiu 4,6%.

Acelerou - No Sudeste, a atividade econômica também acelerou no início do ano, refletindo desempenho positivo do comércio e da indústria e crescimento mais intenso dos serviços. O IBCR do Sudeste avançou 1,7% no primeiro trimestre, em relação ao imediatamente anterior, quando teve crescimento de 0,6%.

Contribuições - “Dentre os estados, as maiores contribuições vieram de SP (1,9%) e MG (1,8%), sobressaindo também o crescimento da economia capixaba (3,4%), puxado pelo desempenho da indústria”, explicou o BC. No acumulado em 12 meses encerrados em março, a economia do Sudeste registrou expansão de 4,9%, “em grande medida devido à reduzida base de comparação”.

Avaliação nacional - Nacionalmente, para o Banco Central, o ritmo da atividade econômica surpreendeu positivamente no primeiro trimestre, com desempenho mais homogêneo entre as atividades. Já a inflação continuou pressionada, refletindo sobretudo aumentos dos preços dos alimentos e dos combustíveis.

PIB - O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) do período apontou ritmo de atividade acima do esperado, com crescimento de 1% em relação ao trimestre anterior, terceira alta consecutiva. No mesmo sentido, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central - Brasil (IBC-Br) variou 1% no primeiro trimestre do ano.

Conjuntura - “Os indicadores de conjuntura da indústria, do comércio e de serviços apresentaram resultados positivos, em linha com a continuidade do processo de normalização das atividades mais atingidas pela pandemia, a trajetória de recuperação do mercado de trabalho e a expansão do consumo das famílias. Do lado negativo, a agropecuária recuou no primeiro trimestre, repercutindo a quebra parcial na safra de soja – produto com elevada participação no setor e com colheita concentrada no início do ano”, diz o Boletim Regional.

Novos estímulos - “Prospectivamente, novos estímulos ao consumo das famílias – saque extraordinário do FGTS e antecipação do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS – e a perspectiva de avanço da agropecuária e da indústria extrativa, após quedas no início do ano, reforçam a expectativa de crescimento da atividade no segundo trimestre”, avaliou a autarquia. (Agência Brasil)

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego tem queda em 22 estados no 2º trimestre de 2022

pnad continua 12 08 2022A taxa de desocupação apresentou queda em 22 unidades da federação no 2º trimestre de 2022, frente ao tri anterior, refletindo a redução, disseminada nos estados, do índice nacional de 14,2% para 9,3% no período. Outros cinco estados registraram estabilidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (12/08) pelo IBGE. Já no confronto anual, contra o 2º trimestre de 2021, todas as 27 UFs tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

Maior recuo - O estado de Pernambuco registrou o maior recuo do 1º para o 2º tri: menos 3,5 pontos percentual (p.p.). Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 p.p. nos quatro estados.

Regiões - Nas grandes regiões, houve redução da taxa do 1º para o 2º tri, com o Nordeste registrando a maior taxa de desocupação: 12,7%. A região também abriga os três estados com maior índice de desemprego: Bahia (15,5%), Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%). Já as menores taxas foram em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%). Registraram estabilidade o Distrito Federal, o Amapá, o Ceará, o Mato Grosso e Rondônia.

Carteira assinada - A PNAD Contínua Trimestral mostra que, no 2º trimestre de 2022, 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada, destaque para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51,0%).

Desocupação entre mulheres e entre pessoas pretas e pardas permanece acima da média nacional - A PNAD Contínua Trimestral mostra, também, que enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram mais altas no 2º trimestre deste ano.

Distância grande - A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, pondera que, apesar da queda generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres ainda é grande. “A queda foi maior entre as mulheres (2,2 p.p. contra 1,6 p.p. dos homens), porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, afirma.

Recorte - O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “Mas a taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica Beringuy.

Idade - No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos recuou. Era 22,8% no 1º tri e foi para 19,3% no 2º trimestre. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, diz.

Rendimento cai no Sul, Sudeste e Nordeste na comparação anual - No 2º trimestre deste ano, o rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores foi estimado em R$ 2.652, demonstrando estabilidade na comparação com ao 1º tri de 2022 (R$ 2.625). Entretanto, esse valor é 5,1% menor do que o percebido no 2º trimestre de 2021 (R$ 2.794).

Comparativo - Comparando com o tri anterior, todas as regiões apresentaram estabilidade. Já no confronto anual, Nordeste, Sul e Sudeste tiveram queda.

Mais sobre a pesquisa - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Coleta - Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. Consulte os dados da PNAD no Sidra. (Agência IBGE de Notícias) 

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras reduz preços de venda de diesel para as distribuidoras

combustivel 12 08 2022A partir desta sexta-feira (12/08), o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, redução de R$ 0,22 por litro.

Mistura obrigatória - Segundo a companhia, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

Preços de referência - “Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz o comunicado da empresa. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo / Agência Brasil

 

SERVIÇOS: Setor cresce 0,7% em junho, segunda alta seguida

servicos 12 08 2022O setor de serviços cresceu 0,7% na passagem de maio para junho, segunda alta seguida, acumulando ganho de 2,2% desde março deste ano. Com isso, o setor se encontra 7,5% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 3,2% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série). Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (11/08) pelo IBGE.

Atividades - Das cinco atividades investigadas, quatro registraram crescimento. Luiz Almeida, analista da pesquisa, destaca que o setor de transportes, com alta de 0,6%, foi o que mais influenciou o resultado em junho. “Neste mês, a maior influência positiva veio do setor de transportes, com destaque para o transporte dutoviário, transporte rodoviário de cargas e transporte coletivo de passageiros. O setor de transportes encontra-se 16,9% acima do patamar pré-pandemia, ultrapassando esse nível em maio de 2021 e se mantendo acima desde então. Ou seja, já são 14 taxas acima do nível de fevereiro de 2020. O setor foi beneficiado inicialmente pelo aumento do transporte de cargas, muito disso devido ao aumento observado nas vendas online durante a pandemia, gerando impacto na cadeia logística, e, posteriormente, a recuperação do transporte de passageiros ajudou a impulsionar o setor.”

Mais destaques positivos - Os serviços profissionais, administrativos e complementares, com aumento de 0,7%, também se destacaram positivamente, com o aumento das atividades relacionadas a organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções; atividades técnicas relacionadas à arquitetura e engenharia; serviços de engenharia; e vigilância e segurança privada. “O setor obteve a segunda taxa positiva seguida, acumulando um ganho de 1,8% nos dois últimos meses. Este crescimento leva o setor à um patamar 7,1% acima do patamar pré-pandemia, operando acima deste nível desde dezembro de 2021”, destaca o analista.

Outros serviços - Em seguida, o setor de outros serviços teve alta de 0,8%, com destaque para as corretoras de títulos e valores mobiliários e administração de fundos por contrato ou comissão. O setor se encontra 2,0% acima de fevereiro de 2020. “Ele tem uma trajetória um pouco diferente dos outros setores pois não sofreu tanto ao longo da pandemia, principalmente, por conta dos serviços financeiros auxiliares, muito devido ao influxo de novos investidores. Em agosto de 2020 já estava acima do nível pré-pandemia e depois voltou a cair, apresentando um comportamento um pouco errático e diferente dos outros grupos”, analisa Almeida.

Famílias - Já os serviços prestados às famílias tiveram alta de 0,6%, com destaque para os serviços de artes cênicas e espetáculos, bem como para a gestão de instalações esportivas. “Apesar de ainda ser o único setor abaixo do patamar pré-pandemia, vem mostrando trajetória de crescimento e se aproximando cada vez mais da recuperação. O ponto mais baixo foi em abril de 2020. Esta já é a quarta taxa positiva seguida, acumulando 9,3% de alta após uma queda acumulada de de 1,1% nos dois primeiros meses do ano”, explica Almeida.

Queda - O único setor em queda foi o de informação e comunicação (-0,2%), puxado por portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet. Segundo Almeida, “o setor de tecnologia da informação, nesse mês, teve uma pequena queda, mas ao longo dos últimos meses vem mostrando recordes de patamar, tendo atingido seu nível mais alto em maio de 2022”.

Regiões - Regionalmente, dez das 27 unidades da federação tiveram aumento no volume de serviços entre maio e junho, com impactos mais importantes vindos do Rio de Janeiro (2,4%), seguido por Paraná (2,5%), Rio Grande do Sul (2,1%) e São Paulo (0,2%). Em contrapartida, Minas Gerais (-3,0%) exerceu a principal influência negativa (-3,0%), seguido por Amazonas (-5,1%), Ceará (-3,8%) e Pernambuco (-2,4%).

Rio de Janeiro - “No Rio de Janeiro, o destaque foi transporte dutoviário, navegação de apoio e serviços de engenharia geralmente ligados ao setor de óleo e gás”, detalha Almeida.

Serviços avançam 6,3% na comparação interanual - Na comparação com junho de 2021, o volume do setor de serviços teve alta de 6,3% em junho de 2022, registrando a 16ª taxa positiva seguida. Houve expansão em quatro das cinco atividades.

Receitas - O analista da pesquisa explica que “o setor de transportes (9,8%) teve a principal contribuição positiva, impulsionado pelo aumento de receita das empresas de transporte rodoviário de cargas; rodoviário coletivo de passageiros; navegação de apoio marítimo e portuário; e ferroviário de cargas. Esta é a 17ª taxa positiva do setor nessa comparação”.

Outras influências - Em seguida, as principais influências vieram de serviços prestados às famílias (28,2%); dos profissionais, administrativos e complementares (8,0%); e de informação e comunicação (0,9%). A única taxa negativa do mês veio do setor de outros serviços (-4,7%).

Avanços - Nessa comparação, 24 das 27 unidades da federação tiveram avanços. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (7,9%), seguido por Rio Grande do Sul (15,3%), Minas Gerais (7,9%) e Paraná (5,3%). Em sentido oposto, o Distrito Federal (-6,9%) assinalou o resultado negativo mais importante do mês, seguido por Rondônia (-6,2%) e Acre (-11,7%).

Serviços crescem 8,8% no primeiro semestre de 2022 No acumulado do primeiro semestre de 2022, o volume de serviços cresceu 8,8%. “O principal impacto veio também do setor transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (13,9%), seguido por serviços prestados às famílias (36,2%); profissionais, administrativos e complementares (8,3%) e informação e comunicação (3,0%). Outros serviços vêm com impacto negativo (-4,2%)”, detalha Almeida.

Acumulado - Já o acumulado em 12 meses vem apresentando diminuição de ritmo, ao passar de 11,7% em maio para 10,5% em junho de 2022. “Essa desaceleração vem sendo observada desde abril, quando estava em 12,8%, indicando uma queda do efeito de base deprimida, completa o analista.

Atividades turísticas caem 1,8% em junho - O índice de atividades turísticas caiu 1,8% frente ao mês imediatamente anterior, após ter avançado por três meses consecutivos, período em que acumulou um ganho de 10,7%. Vale destacar que o segmento de turismo ainda se encontra 2,8% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

Transporte aéreo - Segundo Almeida, “o que puxou as atividades turísticas para baixo esse mês foi o transporte aéreo, devido ao aumento do item passagens aéreas no IPCA em junho”.

Queda - Regionalmente, sete dos 12 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda. A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-2,2%), seguido por Rio de Janeiro (-1,2%), Distrito Federal (-3,3%), Espírito Santo (-6,6%) e Pernambuco (-2,5%). Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (4,7%) assinalou o principal avanço em termos regionais.

Mais sobre a PMS - A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

servicos tabela 12 08 2022

 

ANEEL: Energia solar centralizada ultrapassa PCHs na matriz energética brasileira

aneel 12 08 2022Com a entrada em operação das Usinas Fotovoltaicas (UFVs) Lavras 6 a 8, localizadas no município de Caucaia, estado do Ceará, a fonte de geração fotovoltaica centralizada ultrapassa as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e torna-se a 4° maior fonte de geração centralizada no Brasil, com 5,615 GW. Os dados são do Sistema de Informações de Geração (Siga) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Capacidade instalada - Conforme o Siga, as Usinas Hidrelétricas (UHE) representam nossa maior parte de capacidade instalada, com 103 GW, representando 55,87% da nossa matriz. Em seguida, temos as usinas termelétricas com 45,3 GW, representando 24,54%, e as eólicas com 22,1 GW, representando 12%. A partir de agora, a quarta posição é ocupada pelas centrais fotovoltaicas, que já representam mais de 3% da nossa matriz elétrica.

Crescimento constante - Nos últimos 5 anos, o crescimento da geração solar fotovoltaica é constante, o que permitiu alcançar essa posição destacada apenas 5 anos depois da instalação do primeiro parque. Até 2017, essa fonte não integrava a matriz elétrica.

Descentralizada - É importante salientar ainda que esses números não contemplam a geração fotovoltaica descentralizada, conhecida como mini e micro geração distribuída, que hoje já acumula 12,2 GW, conforme dados do painel de geração distribuída da Aneel. (Aneel)

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,15, influenciado por exterior

cambio 12 08 2022Um dia depois de atingir o menor nível em oito semanas, o dólar subiu, influenciado pelo mercado internacional. A bolsa de valores caiu após sete altas seguidas, puxada pela realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsar ganhos recentes.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (11/08) vendido a R$ 5,158, com alta de R$ 0,073 (+1,44%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade durante a manhã, mas passou a disparar após declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que o órgão continuará a ser rígido no combate à inflação nos Estados Unidos.

Queda acumulada - Com o desempenho desta quinta, o dólar acumula queda de 0,31% em agosto. Em 2022, o recuo chega a 7,5%.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado por ajustes. Após a euforia de quarta-feira (10/08), quando fechou no nível mais alto em mais de dois meses, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.718 pontos, com queda de 0,47%. Os investidores aproveitaram os preços altos das ações, depois de sete pregões seguidos de ganhos, para vender os papéis.

Alívio - Na quarta, o mercado financeiro global teve um dia de alívio após a divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que desacelerou pela primeira vez desde que o Fed começou a elevar os juros no país. Hoje, números confirmaram a desaceleração da inflação ao produtor, mas a afirmação de diretores do Fed de que o aperto monetário continuará afetou o mercado.

Novos dados - Os novos dados tinham aumentado as expectativas de que o Fed eleve os juros básicos norte-americanos em 0,5 ponto percentual na próxima reunião. No entanto, declarações dos dirigentes indicaram que parte deles votará para um reajuste de 0,75 ponto, como ocorreu nas duas últimas reuniões. Juros mais altos em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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SAÚDE I: Brasil registra 220 mortes e 27,6 mil casos de Covid-19 em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 27.644 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 220 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Atualização - Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (11/08), com exceção do dado de óbitos do estado do Mato Grosso do Sul, que não foi informado, de acordo com a pasta federal.

Total - Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 34.124.579.

Acompanhamento - O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 515.811. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem resultaram em óbito.

Óbitos - Com os números desta quinta, o total de óbitos alcançou 681.006, desde o início da pandemia. Ainda há 3.232 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Recuperados - Até agora, 32.927.762 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a pouco mais de 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (173.523), Rio de Janeiro (75.130), Minas Gerais (63.239), Paraná (44.776) e Rio Grande do Sul (40.616).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.023), Amapá (2.153), Roraima (2.165), Tocantins (4.189) e Sergipe (6.421).

Vacinação - Até esta quinta, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 470.954.665 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização. Destas, 178,6 milhões como primeira dose, 159,7 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em mais de 104,1 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em pouco mais de 18,5 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como "adicionais", que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.972 novos casos e 51 óbitos no Paraná

 

saude II 12 08 2022De acordo com o Informe Epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (11/08) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná registrou 1.972novos casos e 51 óbitos causados pela Covid-19, dos quais 903 casos e nenhuma morte nas últimas 24h. Assim, o Estado acumula, desde o início da pandemia, 2.700.751 casos confirmados e 44.534 mortes decorrentes da doença.

MesesOs casos confirmados divulgados nesta data são de agosto (1156), julho (654), junho (21), maio (30), abril (2), março (9), fevereiro (29) e janeiro (7) de 2022; outubro (1), setembro (3), agosto (12), julho (3), junho (6), maio (6), abril (1), março (2), fevereiro (7) e janeiro (6) de 2021; e dezembro (4),novembro (6), outubro (1), setembro (2), agosto (2), julho (1) e junho (1) de 2020.

Óbitos - Os óbitos divulgados nesta data são de agosto (5), julho (4), junho (1) e maio (1) de 2022; outubro (3), setembro (1), agosto (2), julho (1), junho (9), maio (3), abril (1), março (5), fevereiro (2) e janeiro (7) de 2021; e novembro (1), outubro (1), setembro (2), agosto (1) e junho (1) de 2020.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Foz do Iguaçu (23), Terra Boa (2), Moreira Sales (2), Londrina (2) e Curitiba (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Roncador, Rolândia, Quarto Centenário, Ponta Grossa, Paranavaí, Paranaguá, Missal, Matelândia, Jaguariaíva, Jacarezinho, Itaipulândia, Fênix, Campo Mourão, Campina da Lagoa, Barbosa Ferraz, Arapongas e Apucarana (Com informações da Sesa)

Clique aqui e confira o boletim completo

FOTO: Sesa

 


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