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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5405 | 15 de Setembro de 2022

ENCONTROS DE NÚCLEOS I: Ciclo de reuniões é encerrado totalizando 980 participações; último evento ocorreu em Rolândia

Trezentas lideranças cooperativistas das regiões Norte e Noroeste do Paraná prestigiaram os debates ocorridos durante a quarta e última reunião da segunda rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2022, realizada na manhã desta quinta-feira (15/09), em Rolândia. A Credialiança foi a cooperativa anfitriã. Estiveram presentes representantes de seis ramos do cooperativismo: agropecuário, saúde, crédito, infraestrutura, trabalho, produção de bens e serviços e transporte. Dessa forma, houve um total de 980 participações, levando em consideração o público registrado nos outros eventos promovidos pelo Sistema Ocepar ao longo da semana: em Arapoti, com 135 presenças de cooperativistas do Centro-Oeste, na segunda-feira (12/09); em Mariópolis, com 230 representantes das cooperativas do Sudoeste, na terça-feira (13/09); e em Cafelândia, com 315 lideranças do Oeste, nesta quarta-feira (14/09). O resultado representa quase o dobro da expectativa inicial, que era de 500 participantes.

Educação política - “Ficamos muito satisfeitos em reunir tantos cooperativistas para discutir um tema tão relevante para o momento, que é o Programa de Educação Política do Cooperativismo, escolhido para este ciclo de debates”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Trata-se de uma iniciativa cujos principais objetivos são estimular o voto consciente e fortalecer a base de atuação da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) no Congresso Nacional. Clique aqui para acessar o website do Programa de Educação Política do Cooperativismo e conhecer mais detalhes.

Realização - Os Encontros de Núcleos Cooperativos são promovidos duas vezes por ano pelo Sistema Ocepar com o propósito de debater assuntos de interesse do cooperativismo paranaense. A primeira rodada ocorreu virtualmente em março, juntamente com as pré-assembleias da entidade. Agora, as reuniões voltaram a ser realizada presencialmente e contaram ainda com a participação da gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Clara Maffia.

Público - O público-alvo são os presidentes, membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, líderes dos Comitês Educativos, grupos femininos e de jovens, executivos e gestores das cooperativas paranaenses.

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ENCONTROS DE NÚCLEOS II: Fortalecimento do agronegócio é defendido nas reuniões

A defesa do agronegócio brasileiro ganha força a cada etapa dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2022, realizados pela Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná). Cafelândia, no oeste paranaense, recebeu nesta quarta-feira (14/09) 315 lideranças cooperativistas, que estiveram atentos à apresentação do Programa de Educação Política do Cooperativismo – ação que visa a formação de uma bancada parlamentar intensamente envolvida com o setor, que só no nosso estado pretende faturar R$ 200 bilhões nos próximos anos.

Momento crucial- Para o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, esse é um momento crucial para o cooperativismo, devido ao período eleitoral, exigindo da categoria maior união em defesa do agronegócio. “O cooperativismo quer dar sua contribuição de forma organizada à política nacional, identificando os candidatos que se aproximam do nosso setor. A intenção é fazer um trabalho consistente e técnico. Precisamos dessa organização para estarmos fortalecidos para tratarmos de assuntos relevantes ao setor”, afirma Ricken, que enaltece o Programa de Educação Política nesse trabalho de conscientização. Entre as grandes preocupações atuais apontadas por ele está o seguro agrícola, que sofreu grandes impactos recentemente. “Tivemos perdas superiores a 10 milhões de toneladas na última safra, o que deixou as resseguradoras apreensivas, elevando os prêmios, dificultando contratações. Não podemos imaginar uma safra sem Proagro, sem seguro, por isso, precisamos de uma atuação fortalecida neste segmento”.

Núcleo Oeste - A Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata), a Sicredi Nossa Terra e a Coopercaf (Cooperativa de Transportes Rodoviários de Cafelândia) foram anfitriãs do Encontro Cooperativista do Núcleo Oeste – o primeiro presencial, após dois anos de pandemia. “O Encontro de Núcleo é uma oportunidade para estreitarmos os laços cooperativistas de diferentes ramos e compreendermos as decisões da Ocepar. Essa reunião nos proporciona a atualização do agronegócio e garante a representação política na defesa dos nossos interesses”, ressalta o coordenador do Núcleo Oeste, diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Presenças - Estiveram presentes também no encontro o presidente da Coopercaf, Edson Zonta, e a presidente do Sicredi Nossa Terra PR/SP, Maura Carrara, que recepcionaram demais presidentes, membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, líderes dos Comitês Educativos, grupos femininos e de jovens, executivos e gestores de cooperativas paranaenses. Além de Cafelândia, as cidades de Arapoti (Núcleo Centro-Sul) e Mariópolis (Núcleo Sudoeste) também já tiveram ciclos de Encontros de Núcleos nesta semana. Nesta quinta-feira (15/09), será a vez de Rolândia receber lideranças dos Núcleos Norte e Noroeste.

Apresentações - Para a formação das lideranças que levarão adiante a meta de fortalecimento do setor, duas apresentações foram realizadas durante o Encontro do Núcleo Cooperativo em Cafelândia: Eduardo Lima Queiroz, coordenador de relações governamentais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), demonstrou a função da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e como ocorre a atuação do Programa de Educação Política da OCB; e Daniely Andressa Silva, coordenadora do Programa de Educação Política e de relações parlamentares da Ocepar, trouxe um panorama da conscientização pela entidade. (Imprensa Copacol)

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ENCONTRO DE AGENTES: Karina Oliani encerra o evento com a palestra “Qual é o seu Everest?”

Única sul-americana a escalar pelas duas faces o Everest, montanha onde se encontra o ponto mais alto do mundo, com 8.848 metros de altura em relação ao nível do mar, e a primeira brasileira a conquistar o K2, considerada a montanha mais difícil do mundo. A autora desses feitos é Karina Oliani, que compartilhou sua experiência de vida com os participantes do Encontro de Agentes 2022, encerrando o evento, no final da manhã desta quinta-feira (15/09), no Sesc Caiobá, em Matinhos, litoral paranaense. Karina é palestrante, médica, apresentadora, atleta e aventureira. No Encontro, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, ela falou sobre o tema “Qual é o seu Everest?”.

Honra- “Foi uma honra enorme ter participado do Encontro de Agentes. A turma estava com a energia lá em cima. Um pessoal superanimado. Deu para ver que, depois de anos de pandemia, de afastamento social, as pessoas estavam realmente carentes e precisando desse contato, desse calor humano, de voltarem a se encontrar, dessa troca, olho no olho. Eu também estou retomando as minhas palestras presencialmente e curti muito estar aqui, num evento tão bonito, bem-organizado e de uma significância tão grande como este”, disse Karina. 

ESG - A programação desta quinta-feira começou com uma explanação sobre o projeto ESG+Coop, que integra o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, feita pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto. Ele ressaltou a importância das cooperativas estarem atentas às práticas de ESG (ambiental, social e governamental, na tradução em português) e mostrou em que fase se encontra o projeto ESG+Coop. Na sequência, juntamente com o analista técnico do Sescoop/PR, Rodrigo Donini, Gogola conduziu o painel com cases das cooperativas paranaenses Agrária, Unimed Paraná e Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ.

Quarta-feira - O Encontro de Agentes 2022 teve início na manhã desta quarta-feira (14/09). A abertura oficial foi realizada com a dupla Os Mentalistas, composta por Beto Parro e Rafa Moritz, psicólogos e especialistas em comportamento humano. Houve ainda a participação do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que discorreu sobre o Programa de Educação Política do Cooperativismo Paranaense e as atividades desenvolvidas pela entidade nas áreas de formação profissional, promoção social e monitoramento. Ainda na parte da manhã, o economista com especialização em liderança e gestão de times, Adeildo Nascimento, ministrou palestra com o tema “Cultura e gestão como diferenciais competitivos”. Na parte da tarde, foram realizadas oficinas por coordenação (Profissionalização, Monitoramento e Cooperativismo), para se trabalhar temas específicos voltados aos agentes de cada área da cooperativa. O Encontro contou com a presença de 115 profissionais que atuam como agentes de Autogestão, Profissionalização e Cooperativismo em 43 cooperativas paranaenses de diversos ramos. 

FOTOS: Cassiano Rosário

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CRÉDITO RURAL: Contratações superam R$ 113 bilhões nos dois primeiros meses da safra 2022/23

credito rural destaque 15 09 2022Nos dois primeiros meses da safra 2022/23, o total de contratações de crédito rural superou os R$ 113 bilhões, de acordo com levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), com base nos dados do Banco Central do Brasil. Para o atual ciclo agropecuário, iniciado em 1º de julho, o governo federal anunciou o total de R$ 340,88 bilhões, destinados aos financiamentos de custeio, comercialização e investimentos. A maior parte dos recursos já contratados até setembro teve origem na poupança rural (49%); recursos obrigatórios (22%); recursos com taxas livres (17%); fundos constitucionais (7%), BNDES equalizável (4%) e outros (1%).

Cooperativas - O Informe da Getec revela que, no período que compreende os meses de julho a setembro de 2022, as cooperativas brasileiras captaram R$ 5,73 bilhões, sendo a maior parte destinados para à industrialização e custeio, nesta ordem de importância. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 2,02 bilhões, representando, no Plano Safra 2022/23, mais de 35% dos recursos captados pelas cooperativas nacionais, destacando-se os segmentos: industrialização e custeio. “A captação dos recursos aumentou significativamente, quando comparado com anos anteriores, devido à maior necessidade de cobrir o elevado custo de produção apresentado nesta safra. Apesar do cenário econômico estar conturbado, as cooperativas paranaenses continuam apostando na agregação, investindo na industrialização para, consequentemente, expandir seus mercados e suas sobras”, afirma o analista da Getec, da área de Mercado, Salatiel Turra.

Forte crescimento - Verifica-se também que a captação total de recurso de crédito rural, em agosto da safra 2022/23, apresentou um forte crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. “Contudo, dado o aumento do custo de produção provocado pelo cenário econômico, o volume captado até o momento é relevante, tendo em vista que os preços recebidos pelas commodities são otimistas e influenciam da tomada de decisões dos produtores, desde a aquisição de insumos como máquinas agrícolas”, ressalta Turra.

Clique aqui para acessar o Informe Crédito Rural em versão PDF

 

credito rural folder atualizado 15 09 2022

 

GETEC: Informe nº 27 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 15 09 2022A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta quarta-feira (14/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2022, 2023 e 2024.

Clique aqui para conferir na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da Getec

 

TELECOMUNICAÇÕES: Conselho do Fust aprova programas para universalização da conectividade

O Conselho Gestor do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) aprovou os programas de aplicação de recursos em projetos voltados para infraestrutura e conectividade para a universalização do acesso a conectividade. A deliberação foi feita em reunião extraordinária, na segunda-feira (12/09), em formato virtual. Em julho, o colegiado aprovou a proposta orçamentária para 2023 de R$ 651,2 bilhões. O foco da aplicação dos programas e subprogramas que deverão ser contemplados com estes recursos é expandir o acesso à internet em áreas longínquas.

Priorização - A priorização das propostas voltadas para comunidades rurais ou remotas foi defendida por representante do cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Ministério das Comunicações (MC) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Inclusão tecnológica - Para o coordenador de Meio Ambiente e Energia do Sistema OCB, Marco Morato, este é mais um passo rumo a inclusão tecnológica das populações que vivem mais afastada dos grandes centros. “Conseguimos priorizar no texto programas que fomentem infraestrutura em áreas rurais e de baixa densidade populacional. Oportunizar investimentos com taxas de juros mais atrativas é criar, de fato, criar as condições para a inclusão tecnológica desse público com a universalização do acesso à internet no campo”.

Distribuição - O recurso total de R$ 651,2 bilhões será distribuído da seguinte forma: R$ 10 bilhões para ampliação do acesso à internet banda larga em escolas públicas; R$ 38 bilhões para subvenção econômica a projetos de expansão de uso e melhorias das redes e serviços de telecomunicações; R$ 603,1 bilhões para financiamento em projetos de expansão, uso e melhorias da qualidade das redes e serviços de telecom.

Projeto de Lei - Além de integrar o Conselho Gestor do Fust, o Sistema OCB também articula pela aprovação do Projeto de Lei 1.303/2022, que permite a prestação de serviços de telecomunicações pelas cooperativas. A proposta aguarda análise de comissões temáticas do Senado. O Sistema integra ainda o Conselho Superior da Câmara do Agro 4.0, que trata da conectividade rural. O colegiado é formado pelos ministérios da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). (Sistema OCB)

FOTO: Pixabay

PUBLICAÇÃO: Sistema OCB disponibiliza manual de orientação para acesso ao Fates

publicacao 15 09 2022Manual de orientação do Sistema OCB de acesso ao Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates) já está disponível para download e consultas. Em cinco capítulos, o documento versa sobre a reserva destinada à prestação de assistência aos associados das coops, seus familiares e, em caso de previsão no estatuto social, também aos empregados. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que a iniciativa busca sanar dúvidas em relação às obrigações legais, formas de aplicação dos recursos e as boas práticas de governança.

Instrumento de reserva - “O Fates é um importante instrumento de reserva, porque, a partir das sobras líquidas apuradas ao final de cada exercício, podemos atender as sociedades cooperativas. A Lei Complementar 196/22, que atualizou a legislação das coops de crédito, trouxe regras específicas para o Fates, abrindo a possibilidade de destinar benefícios técnicos, educacionais e sociais. Este material, certamente, contribuirá para uniformizar a interpretação e aplicação do fundo de acordo com a Lei das Cooperativas. As recomendações são importantes para tomada de decisões consistentes e juridicamente seguras para a gestão, operacionalização e aplicação destes recursos”, destacou.

Princípios do cooperativismo - Logo no primeiro capítulo, o leitor conhecerá o Fates como instrumento de aplicação e efetividade dos princípios do cooperativismo como promoção da educação, interesse pela comunidade e participação econômica dos cooperados.  O tópico seguinte traz explicações sobre o regime legal e as diretrizes para utilização do fundo, a exemplo dos princípios legais; obrigatoriedade; rol taxativo das hipóteses de utilização; rol taxativo de beneficiários; vinculação do fundo em coops de crédito; e indivisibilidade.

Aplicação dos recursos - O terceiro capítulo aborda a aplicação dos recursos. Ele orienta sobre as assistências técnica, educacional, social; contextualiza sobre a assistência social no ordenamento jurídico e no âmbito do Sistema Cooperativo. A quarta parte do documento trata da governança cooperativa do Fates e as principais recomendações às cooperativas. O quinto e último capítulo está reservado para perguntas e respostas mais recorrentes.

Link - Acesse o manual agora: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacoes. (Sistema OCB)

 

BRASIL MAIS COOPERATIVO: Economia colaborativa e proteção social fazem parte do DNA cooperativista

br mais cooperativo 15 09 2022As novas tendências do trabalho em rede, onde as pessoas estão cada vez mais inseridas, de forma horizontal, no centro da tomada de decisão dos negócios, são parte da essência do movimento cooperativista. Por meio do empreendedorismo e da autogestão, o modelo de negócios coop está alinhado aos anseios das novas gerações por uma economia colaborativa e compartilhada. E é sobre esse aspecto que o quarto eixo da publicação Propostas para um Brasil Mais Cooperativo, elaborado pelo Sistema OCB, apresenta sugestões para o desenvolvimento de projetos, ações e políticas públicas.

Soma de esforços - “Pensar em cooperativismo é refletir sobre novas formas de se trabalhar em rede, conectar pessoas que somam esforços e dividem resultados”, garante Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB. Ele sugere ao próximo governo a adoção de propostas de incentivo às cooperativas como opção viável e sustentável para que milhares de trabalhadores tenham melhores condições de inserirem seus produtos e serviços no mercado.

Reconhecimento - Neste sentido, espera-se do governo o reconhecimento do tratamento diferenciado, simplificado e favorecido para que cooperativas de pequeno porte possam ser, cada vez mais, ferramentas para a inserção de trabalhadores no mercado. Além disso, o Sistema OCB busca o reconhecimento da contribuição das cooperativas de trabalho como opção sustentável para milhares de trabalhadores brasileiros, a partir da devida regulamentação da Lei 12.690/2012, a Lei das Cooperativas de Trabalho.

Proteção Social e Empreendedorismo Coletivo - A publicação reforça que o cooperativismo é a melhor ferramenta para a inserção de trabalhadores no mercado. O potencial das cooperativas vai além de gerar emprego e renda, cria também oportunidades de organização e ganho de escala para profissionais autônomos. São sugeridas também a promoção de políticas públicas para inclusão financeira e produtiva de jovens, mulheres e negros no modelo de negócios cooperativista. “É do DNA do cooperativismo focar em seu trabalhador, em seu cooperado, sem discriminá-lo por seu gênero, classe, raça, ideologia ou religião”, afirma Márcio.

Caminhoneiros autônomos - A estruturação de caminhoneiros autônomos em cooperativas é outra recomendação do Sistema OCB. Com uma política específica, os caminhoneiros poderão ter acesso a melhores condições de contrato, a insumos, ganho de renda e de escala em suas operações. Além disso, a publicação destaca a necessidade de se reconhecer o cooperativismo para a emancipação e inclusão produtiva de garimpeiros, catadores e outros categorias de empreendedores, que, sozinhos, possuem maior dificuldade para atuarem em suas ocupações.

Plataformas da economia colaborativa - O aperfeiçoamento de políticas para o modelo cooperativista permite incentivar e explorar as novas tendências globais de se trabalhar em rede e conectar pessoas e serviços. Seja em plataformas de compras coletivas, ou na oferta de serviços via aplicativos, a autogestão está presente no movimento. Para ampliar os programas já desenvolvidos pelo Sistema OCB, a publicação sugere a possibilidade de startups cooperativistas receberem incentivos de investidores anjo.

Diferenciais - Os diferenciais das cooperativas de consumo estão na qualidade dos produtos e no preço justo, além da promoção de um comércio sustentável. Para isso, o movimento cooperativista defende o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, em tramitação na Câmara e no Senado em propostas que versam sobre a Reforma Tributária. O ato é a base para assegurar maior competitividade e justiça tributária para elas.

Potencial - Em um mundo com grandes transformações tecnológicas e cada vez mais conectado, o cooperativismo possui um imenso potencial para organizar pessoas em plataformas e aplicativos, valorizando o seu trabalho e evitando que os resultados destas atividades sejam deslocados para poucos, em grandes centros urbanos, muitas vezes, em outros países. É a economia de propósito, em prol do desenvolvimento local e da atuação pela comunidade. (Sistema OCB)

INTEGRADA: Cooperativa amplia os cuidados alimentares dos felinos

A convivência com um animal de estimação possibilita aos seres humanos uma experiência singular. Cada vez mais presentes no cotidiano, os gatos, apesar da fama de autossuficientes, exigem carinho, atenção e cuidados com a saúde, higiene e principalmente com a nutrição.

Bem-estar - Pensando no bem-estar dos bichanos, a Integrada Cooperativa Agroindustrial lançou a Brusky Premium Cat, voltada para os animais adultos, ampliando a linha Brusky Premium, reconhecida no mercado pela qualidade dos alimentos para cães adultos e filhotes.

Apresentação - A Brusky Premium é apresentada em embalagens de 10 e 20 quilos, esta última para atender a demanda dos lojistas, que oferecem o produto a granel aos consumidores.

Exigência nutricional - A Brusky Premium Cat foi cuidadosamente elaborada para suprir a exigência nutricional dos felinos, oferecendo um alimento com proteína de alta qualidade e excelente absorção, rico em taurina, que melhora as funções cardíacas e olhos mais saudáveis, para prevenção do envelhecimento.

Mix de proteínas - O mix de proteína (carnes bovina, suína e frango) sacia a necessidade dos gatos, que são mais carnívoros que os cães. Além disso, a combinação de ômegas 3 e 6 proporciona pele e pelos muito mais saudáveis e são amigas do sistema urinário, com equilíbrio do PH e níveis de minerais balanceados que previnem problemas renais.

Ingredientes naturais - A Brusky Premium Cat utiliza ingredientes naturais, sem a presença de corantes e aromatizantes artificiais e é rica em fibras prebióticas (polpa de beterraba, glucomananos, MOS e extrato de yucca), ajudando a povoar o intestino de bactérias boas (para o equilíbrio intestinal).

Prevenção - A médica veterinária da Integrada, Fabiana Barros, explica que a Brusky Premium Cat não é um alimento pet de tratamento, mas pela qualidade na seleção dos ingredientes, ela atua na prevenção de doenças. “Estes ingredientes selecionados e combinados na fórmula da Brusky Premium Cat atuam diretamente no intestino dos gatos, com um aproveitamento mais eficiente dos nutrientes e por consequência, menos desperdício nas fezes”, completa a veterinária.

Lançamento da Brusky Premium Cat - O lançamento da Brusky Premium Cat teve uma dinâmica diferente, com convites para um público selecionado. O evento contou com a presença apenas de mulheres proprietárias de pet shop na Unidade Industrial de Rações, localizada na avenida Tiradentes, 5.800, em Londrina (PR).

Catálogo de ofertas - A empresária Lízia Karine de Andrade, da Pet&Cia em Londrina, comanda a empresa há 4 anos, e oferecendo aos clientes as marcas das linhas Integrada - Splendid Super Premium, Rinthy Premium Especial e Brusky Premium. Agora, o catálogo de ofertas aumentou, com a Brusky Premium Cat. “Em pouco tempo de vendas, a Brusky Cat tem conquistado os clientes, que buscam por um produto de qualidade superior e preço justo”, ressalta Lízia.

Funcionalidade - A empresária também destacou a funcionalidade das embalagens com 20 kg. “Nosso giro maior é a venda a granel. Nossa loja oferece aos clientes o alimento em dispenser, garantindo a qualidade de armazenamento e de sanidade do produto”, finaliza.

Destaque - A proprietária do pet shop Tia Mara, Lucimara Pereira, atende tutores da região oeste de Londrina há 7 anos. Desde o início das atividades, as marcas Splendid Super Premium, Rinthy Premium Especial e Brusky Premium sempre estiveram em destaque, tendo a preferência de boa parte dos consumidores. Com a Brusky Premium Cat, os tutores dos felinos têm mais uma opção de alimento balanceado para suprir a necessidade alimentar dos seus pets.

Qualidade - “Quem tem gatinhos sempre busca por produtos de alta qualidade. E não é qualquer alimento que vai satisfazer o paladar dos bichanos. E a Brusky Premium Cat tem sido muito bem recebida pelos clientes exigentes”, conta.

Tamanho - Mara, como é conhecida entre os clientes, ainda destacou o tamanho do grão dos alimentos. “O grão de tamanho mediano, nem tão pequeno, nem muito grande, foi bem pensado para um maior conforto de mastigação”, destaca.

Disponibilidade - A Brusky Premium Cat pode ser adquirida em lojas especializadas no Paraná e outros nove Estados do país. Em breve todos os produtos do catálogo da Integrada Nutrição Animal estarão disponíveis aos consumidores em mais seis Estados brasileiros.

Crescimento - A expansão territorial é consequência direta do crescimento da produção na indústria. Em 2016 a modernização da fábrica de rações extrusadas possibilitou o aumento do portifólio de produtos voltados ao mercado pet, agregando valor à matéria-prima dos cooperados.

Produção - De acordo com Patrícia Climaco, gerente de Nutrição Animal da Integrada, “a nossa indústria deve sair de 43 mil toneladas de ração produzida em 2019, para 65 mil toneladas em 2025. Esta é uma das metas que fazem parte do planejamento estratégico da Integrada. Em 2022 já iremos atingir 50 mil toneladas, o que nos possibilita um incremento de mais de 51% no aumento do volume de produção dos últimos 5 anos”.

Saiba mais - Acesse também:

https://integradanews.com.br/

https://integradanutricaoanimal.com.br/

(Imprensa Integrada)

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SICREDI NOVOS HORIZONTES: Evento “Sintonia com a imprensa 2022” reúne dezenas profissionais em Itapeva (SP)

A Sicredi Novos Horizontes PR/SP promoveu, na terça-feira (13/09), um encontro com a imprensa regional em Itapeva (SP). Foram convidados profissionais de rádios, jornais, sites de notícia, influenciadores digitais e assessores de imprensa de órgãos públicos e privados. O evento, que leva o nome de “Sintonia com a Imprensa”, teve como objetivo prestigiar e valorizar os representantes do quarto poder na região, além de estreitar relacionamento entre Sicredi e imprensa.

Abertura - O presidente da Sicredi Novos Horizontes, Luciano Dias Carneiro Kluppel, abriu o evento destacando a importância da imprensa na sociedade e seu poder de influenciar as pessoas para o bem comum. “As grandes marcas existentes no mundo só são o que são por causa de mídia, que desperta, através da informação o poder de compra (usando como exemplo a tecnologia dos celulares “IOS e Android). Por isso, é importante estarmos aqui, para mostrar o nosso modelo de negócio, fazendo com que vocês entendam que o cooperativismo de crédito é de fato diferente dos bancos tradicionais, e que o Sicredi promove de fato desenvolvimento econômico e social nas comunidades onde estão inseridos” completou Kluppel.

Diferenciais - O diretor executivo da Sicredi, Neuri Saggin aproveitou o encontro para explanar ainda mais o assunto, explicando nossos diferenciais e a forma que atuamos enquanto cooperativa filiada a um sistema. “Nós atuamos, com base nos princípios do cooperativismo, respeitando nosso estatuto e as regulamentações do Banco Central, focando em nossa missão que é valorizar o relacionamento com os nossos associados e a comunidade” explicou Saggin.

Sabatina - Após a apresentação do sistema e da cooperativa, Luciano e Neuri foram sabatinados pela imprensa que aproveitaram o momento para sanar diversas dúvidas sobre a Sicredi Novos Horizontes. A noite foi encerrada com um delicioso jantar para todos.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.300 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Novos Horizontes PR/SP)

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SICREDI DEXIS: Feira de Negócios será realizada para a comunidade em Cianorte

sicredi dexis 14 09 2022A Sicredi Dexis (novo nome da Sicredi União PR/SP) realizará em Cianorte (PR), no sábado (17/09), a Feira de Negócios do Conecta Empresas, com exposição de produtos e serviços. O evento será no espaço da Feira do Produtor, na praça Itamar Orlando Soares, das 8h30 às 17h30.

Expositores - Ao longo do dia participarão como expositores 25 associados da instituição ligados ao projeto Conecta Empresas. Eles terão a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços aos visitantes, a fim de fomentar negócios.

Serviços - Para a comunidade, serão oferecidos serviços como capacitações, aferição de pressão e outros testes de saúde. Além disso, haverá distribuição de pipoca e de algodão-doce, entretenimento e pula-pula para as crianças.

Conecta - O Conecta Empresas surgiu em um cenário de crise e de dificuldade de manter os negócios, com o objetivo de gerar relevância para os associados. É uma iniciativa que promove o estreitamento da relação entre empresas de diversos setores, por meio de encontros mensais, em que os associados podem se conectar, trocar informações e experiências para se fortalecerem no mercado. Participam da ação as agências Cianorte Pioneira/PR, Mogi Guaçu/SP, Limeira/SP, Londrina/PR e Maringá Velho/PR.

Preparação - Além de networking e de divulgar a marca com folders e cartões nas agências, os empresários convidados para o Conecta se preparam para concluir a participação com a exposição na feira. Além disso, há treinamentos de negócios.

Expectativa - A expectativa é que a troca de informação e a criação de benefícios entre os participantes movimente a economia local, gerando novos negócios e sustentabilidade financeira. (Imprensa Sicredi Dexis)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa nomeia novos agentes de comunicação interna

unimed ponta grossa 15 09 2022A terça-feira (13/09) começou com um café da manhã especial na Unimed Ponta Grossa, para abrir o evento de nomeação dos novos agentes de comunicação interna, que irão compor o segundo ciclo do Programa Uninfluencers.

Presenças - No auditório da cooperativa, estiveram presentes, os gerentes, diretoria e os agentes do primeiro e segundo ciclos.

Relevância - No momento das boas-vindas aos convidados, Michele Cação Ribeiro, diretora de Mercado e Desenvolvimento, reforçou a relevância estratégica da comunicação interna e dos agentes nesses processos.

Comunicação - “A diretoria vê uma importância muito grande nesse projeto. Quando se discute planejamento estratégico, é preciso também trabalhar a comunicação. É importantíssimo que a gente desenvolva melhor a nossa comunicação entre todos os públicos e, para o colaborador, participar dos Uninfluencers é ter um pouquinho a mais, é ter a informação quentinha, poder replicar no setor onde atua e as pessoas começam a reconhecer quem é o portador da informação correta”.

Continuidade - De acordo com Sandri Anderson, gerente de Marketing e Comunicação, o engajamento, os desafios e os aprendizados do primeiro ciclo subsidiaram a continuidade do Programa. “Enfrentamos a pandemia, e todos os desafios de comunicação que vieram com ela, com o apoio dos agentes. A partir do piloto, o Programa deu certo, cresceu e, agora, entramos no segundo ciclo. A gente conta com a colaboração de todos os envolvidos para fazer com que nossos assuntos institucionais sejam conectados aos nossos agentes. Dessa forma, no que se refere à comunicação, eles podem contribuir para que a cooperativa continue crescendo e se desenvolvendo”.

Piloto - Na sequência da programação, 20 dos 22 colaboradores que participaram do piloto do Programa, iniciado em fevereiro de 2021, foram certificados e receberam um agradecimento especial.

Ganhos - Para Andressa Dias, do Núcleo Regulamentar, ter sido Uninfluencer trouxe ganhos além das habilidades de comunicação. “Aprendi muito, conheci novas pessoas, novas histórias. Acredito que a cooperativa como um todo só tem a ganhar com o engajamento dos colaboradores e credibilidade nas informações transmitidas pelos agentes. Me sinto privilegiada em ter participado e contribuído para essa história. Desejo aos novos Uninfluencers muito sucesso e que cada um contribua para a continuidade desse projeto de que já estou com saudades”.

Atuação - Devido à diversidade e complexidade das rotinas, a atuação dos agentes, especialmente nos recursos próprios, é fundamental nos fluxos de troca de informação. Segundo a enfermeira Jéssica Nadine Dias, a autonomia como Uninfluencer contribuiu para construção da credibilidade. “Por ser a primeira pessoa a divulgar as notícias, foi interessante pelo fato de os colegas me conhecerem como agente de comunicação e sempre me perguntar se tal informação era ou não verdadeira. Foi uma experiência bem interessante para aflorar em nós mesmos a liberdade de interagir mais e mais com equipes diferentes, sem insegurança”.

Dinâmica - O evento contou com uma dinâmica voltada aos ruídos de comunicação, para contextualizar, de forma lúdica, questões de ruído de comunicação e comunicação assertiva. As orientações sobre a atuação dos agentes e um resumo das principais novidades para o segundo ciclo também foram abordados.

Novo ciclo - No novo ciclo, o Programa irá contar com 35 Uninfluencers de todas as unidades de negócio. A nomeação foi feita com a “passagem de bastão” dos agentes do primeiro, que entregaram um kit especial de boas-vindas aos novos influenciadores.

Assertividade - O perfil comunicativo e a facilidade de interação com os colegas de área motivaram a assistente de sistemas, Rhaiana Mendes, a se inscrever no Programa. “Atualmente, já auxilio diretamente na comunicação dentro do meu setor, que é composto por várias equipes. Então, a vontade de participar e trazer ainda mais assertivamente as comunicações foi automática. Acredito que é uma oportunidade de nos desenvolvermos pessoal e profissionalmente. Minha expectativa é aprender muito e manter meu time informado e engajado nos assuntos da cooperativa, bem como poder ajudar no esclarecimento das dúvidas que possam surgir, sendo um ponto de apoio para equipe que eu integro”.

Oportunidade de desenvolvimento - A oportunidade de desenvolvimento também foi uma das motivações da Aline Saturnino, da área de Gestão de Pessoas. “Vejo também uma forma de agregar ao setor em que faço parte trazendo as novidades da cooperativa em tempo real. Espero que esse ciclo do programa seja tão engajado e motivado quanto o ciclo anterior. Que possamos, como um time de influenciadores, agregar a toda cooperativa como um elo entre o colaborador e a comunicação institucional”.

Sobre o Programa Uninfluencers - Foi implantado no início de 2021, com o objetivo de mitigar os ruídos de comunicação a partir da construção de uma comunicação interna colaborativa. Os agentes de comunicação são o apoio da comunicação institucional e das lideranças na disseminação de informações, ações, processos e projetos da cooperativa.

Número - Cada área conta com um ou mais agentes de comunicação, dependendo do número e da distribuição dos colaboradores nas unidades de negócio. Em 2022, foram abertas as inscrições e as áreas puderam votar, respectivamente, nos colaboradores candidatos a representá-las. O segundo ciclo irá contar com 35 agentes de comunicação e terá a duração de 18 meses (setembro/2022 a março/2024). (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

CBSEMENTES: Edição gênica, a revolução das sementes

cbsementes 15 09 2022O melhoramento genético avançou em muitas casas com a edição gênica que é a base do crescimento do agronegócio brasileiro. Uma revolução que, para ser ainda maior, depende de investimentos em pesquisa. “Biotecnologia - A era da edição gênica e impactos na produção de sementes” foi tema da palestra do doutor Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja, na segunda-feira (12/09), no XXI Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes). O evento acontece até esta quinta-feira (15/09), na Expo Unimed, em Curitiba. A realização é da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates).

Mediador - O presidente desta edição do CBSementes, Fernando Henning, o doutor e pesquisador da Embrapa Soja, foi o mediador deste momento da programação científica.

Revoluções tecnológicas - Na sua exposição, Nepomuceno destacou que vivemos várias revoluções tecnológicas, que vão impactar o dia a dia, nos laboratórios e no campo.

Caminho - É mais do que quebrar paradigmas. As inovações estão preparando o caminho para que, até 2050, possamos alimentar os 11 bilhões de pessoas – expectativa para a população mundial.

Trajetória - O pesquisador percorreu na palestra, a trajetória das tecnologias no Brasil, antes da primeira geração de transgênicos, no final dos anos de 1990. Ele destacou que, sem o desenvolvimento da soja transgênica não seria possível o Sistema Plantio Direto, que ocupa em torno de 60% da área de produção no Brasil. Mas, antes disso, em 1994, os Estados Unidos, já desenvolviam a primeira planta transgênica, que era uma variedade de tomate. Em 1996, chegou ao mercado o primeiro produto comercial.

Argentina - Em 1997, a Argentina também entrava nessa corrida tecnológica. O Brasil ficou de 1998 a 2005 sem liberação de transgênicos. O que só aconteceu com a nova Lei de Biossegurança.

Organismos geneticamente modificados - “Hoje, temos mais de 230 organismos geneticamente modificados pela Embrapa para uso no país, como cana-de-açúcar, eucalipto e soja. O único feijão modificado no mundo foi desenvolvido pela Embrapa. O Brasil é o segundo país produtor de plantas modificadas no mundo”, afirmou Nepomuceno.

Investimento - O pesquisador destacou a importância do investimento em pesquisa. Para se ter uma ideia do que isso representa, o custo de colocação de uma planta transgênica no mercado é alto. As empresas públicas têm poucas condições de desenvolver tecnologias a um custo baixo, por isso precisam de parcerias com empresas privadas.

Tecnologia CRISPR - Os anos se passaram e desembarcamos na tecnologia CRISPR, que abriu as portas para a edição do genoma, o que pode democratizar o uso da biotecnologia na agricultura.

Temas - Em sua palestra, Nepomuceno também abordou temas que demandam de muitas discussões, como a propriedade intelectual da tecnologia CRISPR. Finalizou dizendo que o Brasil não pode deixar de se posicionar melhor neste mercado com o risco de ficar “trocando ouro por espelhos”.

Atividades - O evento prosseguiu nesta quarta-feira (14/09) com vasta programação de palestras, incluindo painéis, visita ao showroom tecnológico e sessão pôsteres. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

XXI Congresso Brasileiro de Sementes

Data: 12 a 15 de setembro de 2022

Local: Expo Unimed, Curitiba (PR)

Informações: https://www.cbsementes.com/

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Brasil exporta US$ 14,8 bilhões em produtos do agronegócio em agosto

comercio exterior 15 09 2022Com preços e volumes em expansão, as vendas externas do agronegócio registram recorde de valor para os meses de agosto, com US$ 14,81 bilhões, alta de 36,4% em relação ao mesmo mês de 2021. As vendas externas do agronegócio tiveram participação de 48,1% nas exportações totais brasileiras.

Importações - As importações de produtos agropecuários registraram o maior valor da série histórica iniciada em 1997, com US$ 1,68 bilhão em aquisições. O valor foi 34,5% superior em comparação com os US$ 1,25 bilhão importados em agosto/2021.

Destaques - De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os destaques em termos de valores e quantidades recordes para todos os meses, inclusive agosto, ficaram com o milho e carne bovina in natura.

Valores - Já em termos de valores para os meses de agosto, os destaques foram para a soja em grãos, farelo de soja, carne de frango in natura e celulose.

Milho - Em agosto, as exportações de milho suplantaram pela primeira vez em todos os meses da série histórica, a cifra recorde de US$ 2 bilhões, atingindo US$ 2,03 bilhões. Duas variáveis explicam este resultado: o volume recorde de 7,5 milhões de toneladas embarcadas e os elevados preços médios de exportação (US$ 271 por tonelada, +41,6% em relação aos preços médios de agosto/2021).

Safra recorde - A safra recorde de milho 2021/2022, de 113,3 milhões de toneladas (+30,1%), possibilitou a quantidade também recorde exportada do cereal em agosto, elevando a disponibilidade interna do cereal.

União Europeia - A União Europeia foi o principal importador do milho brasileiro, com registros de US$ 495,77 milhões em agosto de 2022. Além dos países da comunidade europeia, outros mercados que importaram foram: Irã, Egito, Japão e Colômbia.

Carne bovina e de frango in natura - As vendas externas de carne bovina responderam por 52,6% do valor total exportado pelo Brasil de carnes. Foram US$ 1,36 bilhão exportados, uma cifra também recorde histórico, com aumento de 8,7% no volume e 6,5% no preço médio.

China - As aquisições chinesas são a razão para esse recorde. O país asiático aumentou as importações de carne bovina brasileira de US$ 633,60 milhões em agosto/2021 para US$ 852,83 milhões em agosto de 2022 (+34,6%). Os três principais mercados, além da China, foram Estados Unidos, Chile e Indonésia.

Embarques - As exportações de carne de frango também foram recordes para o mês de agosto, com US$ 902,28 milhões ou um incremento de 36,3% na comparação com os US$ 661,99 exportados em agosto/2012. Houve crescimento das vendas externas distribuídas entre os principais mercados, com exceção da China. Os cinco maiores importadores da carne de frango brasileira foram China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Coreia do Sul.

Soja - As exportações de soja em grãos, principal produto do complexo soja, foram de 6,10 milhões de toneladas (-6,0%) ou o equivalente a US$ 3,8 bilhões (+20,8%), com alta dos preços médios de exportação em 28,5%, nos últimos 12 meses.

Principal importadora - A China é a principal importadora da soja brasileira, com market share de 73,3% da quantidade exportada (4,46 milhões de toneladas) ou US$ 2,79 bilhões em agosto de 2022. Outros países que importaram foram: Irã, Vietnã, Espanha, Japão, Tailândia e Turquia.

Farelo de soja - As vendas externas de farelo de soja foram de US$ 949,00 milhões em agosto deste ano, 45,8% superior na comparação com os US$ 651,08 milhões exportados em agosto/2021. Houve aumento da quantidade exportada em 19,1%.

Preços médios - No entanto, a elevação dos preços médios de exportação em 22,4% foi o principal fator para a expansão das vendas externas do produto. A União Europeia continua como principal importadora do farelo de soja brasileiro.

Outros mercados - Outros mercados que adquiriram o produto, todos eles da Ásia, foram Indonésia, Tailândia, Irã e Coreia do Sul.

Países importadores - A China continua sendo a principal parceira comercial do agronegócio brasileiro, com aquisições de US$ 4,54 bilhões, incremento de 19,5% na comparação com os US$ 3,80 bilhões adquiridos em agosto do ano passado. Os quatro principais produtos exportados para a China foram a soja em grãos, carne bovina in natura, açúcar de cana em bruto e celulose.

Aumento na participação - De acordo com a SCRI, quatro países asiáticos tiveram aumento de participação acima de um ponto percentual: Irã (de 2,5% de participação para 5,7%); Japão (de 2% de participação para 3,4%); Indonésia (de 1% de participação para 2,4%); e Índia (de 0,6% de participação para 2,0%).

Irã - O Irã aumentou as compras de produtos do agronegócio brasileiro em 217,7% entre agosto/2021 e agosto/2022, passando de US$ 266,76 milhões para US$ 847,57 milhões em aquisições. O Irã importou quatro produtos como o milho, soja em grãos, açúcar de cana em bruto e farelo de soja.

Japão - No caso do Japão, houve elevação das exportações de US$ 220,27 milhões em agosto de 2021 para US$ 501,27 milhões em agosto de 2022 (+127,6%). Os quatro principais produtos foram milho, carne de frango in natura, soja em grãos e farelo de soja.

Indonésia - A Indonésia importou US$ 349,32 milhões em produtos do agronegócio brasileiro (+211,6%). Os três principais produtos principais adquiridos foram farelo de soja, açúcar de cana em bruto e carne bovina in natura.

Índia - Outro país que teve aumento de participação foi a Índia, que passou de US$ 60,64 milhões em importações de produtos do agronegócio brasileiro em agosto/2021 para US$ 297,27 milhões em agosto/2022 (+390,2%). Dois produtos tiveram grande participação, como o óleo de soja em bruto e açúcar de cana em bruto. (Mapa)

>> Nota à Imprensa 

>> Resumo da Balança Comercial do Agronegócio 

 

IBGE: Valor de produção bate recorde, mas safra 2021 não supera ano anterior

ibge 15 09 2022O valor de produção das principais culturas agrícolas do país atingiu o recorde de R$ 743,3 bilhões em 2021, um crescimento de 58,6% em relação ao ano anterior. A safra de grãos, por sua vez, após dois anos seguidos de recordes na série histórica, mostrou uma ligeira redução de 0,4%, totalizando 254,4 milhões de toneladas. A área plantada do país, considerando todas as culturas, totalizou 86,7 milhões de hectares, uma ampliação de 3,3 milhões de hectares, 3,9% superior na comparação com 2020. Os dados são da Pesquisa Agrícola Municipal, divulgada nesta quinta-feira (15/09) pelo IBGE.

Pandemia - “O ano de 2021 ainda foi marcado pelos reflexos da pandemia de Covid-19, que trouxe como consequência uma elevada demanda das commodities agrícolas ao redor do mundo e a valorização do Dólar frente ao Real. Essa situação resultou também na disparada dos preços agrícolas em 2021 na comparação com o ano anterior”, explica Winicius de Lima Wagner, supervisor da pesquisa.

Primeiros produtos - Soja, milho, cana-de-açúcar, café e algodão foram, nesta ordem, os cinco primeiros produtos no ranking de valor de produção, todos eles mostrando aumento em geração de valor. Em termos de quantidade produzida, no entanto, apenas a soja apresentou crescimento, atingindo novo recorde. Outros produtos com aumentos na produção foram o trigo, que bateu recorde, e o arroz.

Condições climáticas - “As condições climáticas favoreceram a maior parte dos cultivos de verão, contudo, extensos períodos de estiagem durante o outono e o inverno e, também, fortes geadas castigaram as culturas da segunda safra, com perdas registradas, principalmente, na safra do milho, feijão, cana-de-açúcar e café”, explica o supervisor. Ele complementa que apesar da tímida retração, o ano de 2021 apresentou uma boa safra: “Como 2020 foi um ano de safra recorde, temos uma base comparativa muito elevada”.

Mato Grosso concentra 1/5 do valor de produção agrícola do país A unidade da federação com maior valor de produção foi o Mato Grosso, maior produtor de soja, milho e algodão do país. Em 2021, a produção do estado gerou R$ 151,7 bilhões, um aumento de 91,5%. Cerca de 1/5 (20,4%) do valor de produção agrícola do país se concentra no estado.

RS - Em seguida, com um aumento de 138,4% no valor de produção, o Rio Grande do Sul alcançou R$ 90,8 bilhões. O estado mostrou recuperação na safra de soja, após perdas em 2020, e sua participação no valor de produção nacional passou de 8,1% em 2020 para 12,2% em 2021.

São Paulo - Já São Paulo, com R$ 84,1 bilhões, ficou em 3º lugar. Apesar do aumento de 23,7%, São Paulo perdeu participação no valor de produção nacional, passando de 14,5% para 11,3%.

Recordes - “Todos esses três estados apresentaram recordes no valor de produção. Por outro lado, o destaque negativo foi o Paraná, que teve perdas severas com estiagem durante a cultura da 2ª safra, e por isso caiu da 2ª para 4ª colocação. Mas, ainda assim, registrou aumento no valor de produção. Apenas Amapá e Amazonas, estados com menor vocação agrícola, tiveram retração no valor gerado”, informou Winicius.

Municípios - Entre os municípios, o destaque foi, pela terceira vez consecutiva, Sorriso (MT), que respondeu sozinho por 1,3% do valor de produção total, alcançando R$ 10 bilhões de reais, um crescimento de 86,4%. “Sorriso se destaca pela produção de soja e milho, as duas principais culturas do país”.

Sapezal - Em seguida, o município de Sapezal (MT), maior produtor nacional de algodão, teve um crescimento de 111,6%, chegando a R$ 9,1 bilhões, ou seja, mais que o dobro do valor alcançado no ano anterior. Na terceira posição, aparece Rio Verde (GO), com R$ 7,7 bilhões, um crescimento de 131,1%. O município tem como carro-chefe a produção de soja e milho.

Salto - Dois municípios deram um salto no ranking entre 2020 e 2021: Diamantino (MT), que aumentou em 125% o valor de produção, saindo de 10º para 5º colocado, e Querência (MT) que saiu da 18ª para a 10ª colocação, aumentando em 144,9% o valor de produção. “Diamantino se destaca pela produção de milho, soja e algodão. Querência tem como principais produtos milho, soja, feijão e algodão”, explicou Winicius.

Destaques - Destaca-se, ainda, que dos 50 municípios com maior valor de produção, mais da metade (26) estão no Mato Grosso e seis estão em Goiás, consolidando a região Centro-Oeste como motor da agricultura nacional.

Com preços elevados, soja bate recordes e dobra valor de produçãoA safra de soja em 2021 ficou marcada pelos números recordes de produção, área plantada e rendimento médio, consolidando o país como o maior produtor e exportador mundial do grão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). Com um total de 134,9 milhões de toneladas, a produção nacional teve incremento de 10,8% em relação ao ano anterior. O valor gerado pela soja cresceu 102,1%, totalizando R$ 341,7 bilhões em 2021.

Incentivo - “Com os preços se mantendo elevados desde 2019, os produtores são incentivados tanto a ampliar as áreas quanto a investir em insumos para a melhoria da produtividade”, explicou o supervisor.

Crescimento - O destaque na produção de soja foi o Rio Grande do Sul, com crescimento de 80,6% frente a 2020, um incremento de 9,1 milhões de toneladas. Mato Grosso, maior produtor nacional, teve um aumento de 0,8% na produção e alcançou 35,3 milhões de toneladas. Já o Paraná, 3º maior produtor do grão, registrou queda de 8,0%, ficando em 19,2 milhões de toneladas.

Maiores valores - Sorriso (MT) gerou o maior valor de produção da soja, com R$ 5,0 bilhões, seguido de São Desidério (BA), com R$4,2 bilhões, e Rio Verde (GO), com R$3,7 bilhões.

Problemas climáticos quebram a 2ª safra de milho e valor de produção dispara - A produção de milho, segundo produto em valor na cadeia nacional, teve uma significativa retração de 14,9% em 2021, ficando em 88,5 milhões de toneladas.

Consequências - “A produção sofreu as consequências da estiagem que assolou o centro-sul do país nos meses de maio, junho e julho, ocasionando perdas significativas de produtividade. Mesmo com a ampliação da área plantada – que bateu recorde com 19,6 milhões de hectares – houve queda de 18,3% no rendimento médio”, justificou Winicius.

Milho - Ainda assim, o milho responde por 34,8% da produção total de cereais, leguminosas e oleaginosas e obteve um crescimento de 60,7% do valor gerado em 2021, totalizando R$ 116,4 bilhões. Houve aumento do preço da commodity devido à baixa oferta do produto e o câmbio em patamares elevados.

Retração - “O ano de 2021 registrou uma retração de 40,7% no volume de milho em grão exportado, segundo a SECEX. Alcançou 20,4 milhões de toneladas, o menor patamar desde 2016, quando também houve quebra na safra nacional de grãos”, informou o supervisor.

Maior produtor - Mesmo com a retração de 4,8% na produção, o Mato Grosso segue como maior produtor de milho, com 32,1 milhões de toneladas. O valor de produção no estado alcançou R$38,5 bilhões, uma alta de 101,1%.

Goiás - Já Goiás, com queda de 9,2%, subiu para a segunda posição, com 10,8 milhões de toneladas e valor da produção de R$ 14,8 bilhões, alta de 95,2%. Com uma retração de 33,4% na produção, o Paraná caiu para a 3ª posição, com 10,5 milhões de toneladas e valor da produção de R$ 15,0 bilhões, alta de 18,8%.

Municípios - Entre os munícipios com maior valor de produção, destaca-se Sorriso (MT), com R$3,9 bilhões, seguido por Rio Verde (GO) e Nova Ubiratã (MT) (R$3,5 bilhões e R$2,0 bilhões respectivamente).

Com redução da área plantada e problemas climáticos, produção de algodão cai 19,2% Após 4 anos sucessivos de aumento, a produção de algodão registrou queda de 19,2% totalizando 5,7 milhões de toneladas. A área plantada apresentou uma redução de 16,1% e o valor de produção cresceu 38,6%, chegando a R$ 26,5 bilhões.

Redução - “A redução da área advém da concorrência com a produção de milho e soja, que estavam com valores mais atraentes na época de plantio. Além disso, o fator climático prejudicou a 2ª safra, afetando a produtividade”, explicou Winicius.

Concentração - Mato Grosso e Bahia concentram mais de 90% da produção de algodão: enquanto Mato Grosso gerou 20,9 bilhões em valor com a produção de algodão, um crescimento de 62,4%, a Bahia totalizou 4,1 milhões, uma queda de 7,6%. Os principais municípios são Sapezal (MT), com R$4,6 bilhões, seguido por Campo Novo do Parecis (MT), com R$2,2 bilhões e São Desidério (BA), com R$1,7 bilhões.

Cana e café têm queda no volume, mas aumento no valor de produção Em 2021, a produção nacional de café foi de 3,0 milhões de toneladas, retração de 19,2% na comparação com o ano anterior. No entanto, com a elevada cotação do preço do café ao longo de 2021, o valor de produção atingiu R$ 34,9 bilhões, crescimento de 27,9%. Patrocínio (SP), Pedregulho (SP) e Campos Gerais (MG) destacam-se no valor de produção de café arábica, enquanto Rio Bananal (ES), Vila Valério (ES) e Linhares (ES) tem os maiores valores para o canephora.

Café - Do total de café produzido, dois milhões de toneladas eram do tipo arábica, totalizando R$ 26,8 bilhões em valor de produção. O volume de café canephora bateu recorde e registrou crescimento de 16,5%, totalizando 1,0 milhão de toneladas, que geraram R$ 8,1 bilhões. Minas Gerais e São Paulo são os principais produtores de café arábica, enquanto Espírito Santo, Bahia e Rondônia se destacam na produção de café canephora.

Ciclos - “O café passa por ciclos biológicos que alternam abundância na produção e recuperação fisiológica da planta. Estamos com a bienalidade invertida, ou seja, negativa para o arábica e positiva para o canephora”, explicou o supervisor.

Cana-de-açúcar - A cana-de-açúcar apresentou o 3º maior valor de produção dentre os produtos da pesquisa, R$ 75,3 bilhões, um crescimento de 24,4%. Uberaba (MG), Rio Brilhante (MS) e Nova Alvorada do Sul (MS) são os três principais municípios em valor de produção.

Volume - Já o volume produzido, caiu 5,3%, totalizando 75,7 milhões de toneladas. Winicius explica que “essa queda foi causada pela redução da área cultivada e pelas condições climáticas desfavoráveis nas regiões produtoras”.

Produção de trigo bate recorde - Outros dois produtos com destaques positivos foram o trigo e o arroz. A produção de trigo atingiu o recorde de 7,9 milhões de toneladas, crescimento de 24,1% em relação a 2020. “Esse aumento se deu em consequência principalmente da expansão da área colhida em 13,1% e o crescimento de 9,8% do rendimento médio, num ano de condições climáticas favoráveis para a produção de trigo no sul do país”, explicou Winicius.

Valorização - O supervisor explicou, ainda, que ampliação na quantidade produzida e a valorização do preço de mercado permitiram que a cultura alcançasse quase R$ 11 bilhões em valor de produção, crescimento de 62,4%. Os maiores valores de produção do trigo vieram dos municípios de Itapeva (SP), Tibagi (PR) e Palmeiras das Missões (RS).

Arroz - Já o arroz, com um tímido crescimento de 0,6% na área plantada, deu um salto de 5,1% e alcançou 11,7 milhões de toneladas produzidas. O valor de produção cresceu 64,6% e chegou R$ 19,1 bilhões. Uruguaiana (RS), Santa Vitória do Palmar (RS) e Alegrete (RS) são os destaques no valor de produção de arroz. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

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CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,17 com novos dados econômicos nos Estados Unidos

cambio 15 09 2022A divulgação de novos dados econômicos nos Estados Unidos ajudou a conter as perdas no mercado financeiro. O dólar teve leve queda, mas continua próximo de R$ 5,20. A bolsa de valores não conseguiu manter o fôlego e caiu pelo segundo dia consecutivo, pressionada pelos juros altos no Brasil e pelo recuo nos preços internacionais do minério de ferro.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (14/09) vendido a R$ 5,178, com baixa de R$ 0,009 (-0,18%). A cotação chegou a cair para R$ 5,15 no início da sessão, mas voltou a operar próxima da estabilidade após a abertura do mercado norte-americano.

Queda acumulada - Com o desempenho desta quarta, a moeda norte-americana acumula queda de 0,46% em setembro. Em 2022, a divisa recua 7,14%.

Ações - O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.547 pontos, com queda de 0,22%. O indicador operou em leve alta durante a maior parte do dia, mas reverteu o movimento durante a tarde, pressionado por ações de varejistas e de mineradoras.

Inflação - Pela manhã, a divulgação de que a inflação ao produtor nos Estados Unidos ficou dentro do previsto em agosto trouxe alívio aos investidores. Na terça-feira (13/09), o mercado teve um dia de nervosismo após a inflação ao consumidor no mês passado ter fechado acima do esperado.

Bolsas - As bolsas norte-americanas subiram, um dia depois de registrarem a maior queda diária em dois anos. A recuperação, no entanto, não foi acompanhada pela bolsa brasileira. A possibilidade de que o Banco Central eleve para 14% ao ano a taxa Selic (juros básicos da economia) afetou papéis de empresas varejistas, que temem um atraso na recuperação do consumo.

Minério de ferro - A extensão dos lockdowns em regiões produtoras da China fez a cotação internacional do minério de ferro cair. Isso empurrou para baixo ações de mineradoras, impedindo que a bolsa brasileira fechasse em alta, como ocorreu em Wall Street. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

ELEIÇÕES: Conheça os cargos em disputa pelo sistema majoritário e as respectivas atribuições

eleicoes 15 09 2022No dia 2 de outubro, mais de 156 milhões de brasileiras e brasileiros vão às urnas nos 26 Estados e no Distrito Federal para escolher deputados federais, estaduais ou distritais, senadores, governadores e o presidente da República.

Majoritário - No sistema majoritário serão escolhidos 27 governadores, 27 senadores e um presidente da República. Por esse sistema, vence a candidata ou candidato que receber mais votos na eleição. Se nenhum dos candidatos atingir mais de 50% dos votos válidos, os dois mais votados na primeira etapa disputam o segundo turno das eleições.

Proporcional - Já pelo sistema proporcional serão eleitos 513 deputados federais para a Câmara dos Deputados e os milhares de deputados estaduais e distritais das 26 Assembleias Legislativas dos Estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Cálculo - No caso do sistema proporcional, para se chegar ao resultado final da eleição, é preciso aplicar o quociente eleitoral e o quociente partidário. O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os brancos e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Apenas partidos isolados que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.

Partido político - Em outras palavras, para conhecer os deputados e vereadores que vão compor o Poder Legislativo, é necessário saber, primeiramente, quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação que obteve um número mínimo de votos, verificar quais foram as candidatas e candidatos mais votados. Esse é um dos motivos de se atribuir, nas eleições proporcionais, o mandato ao partido e não a quem foi eleito.

O que fazem? - O presidente da República, no nível nacional, e os governadores, no nível das unidades da federação, são os chefes dos respectivos Poderes Executivos federal, estadual ou distrital. Cabe a eles, em suas respectivas áreas de atuação, administrar, organizar e conduzir toda a estrutura da Administração Pública sob sua responsabilidade, durante os quatro anos de seus mandatos. A eles também incumbe, entre outras atribuições, propor leis para a respectiva esfera do Poder Legislativo para normatizar e implementar políticas e realizar obras públicas em benefício da população.

Senadores - Os senadores compõem a chamada câmara alta do Congresso Nacional, que possui 81 assentos. No Senado Federal estão representadas, de forma igualitária, as 27 unidades da federação, que possuem, cada uma, três assentos com mandatos de oito anos – ao contrário do que ocorre na Câmara dos Deputados, onde, para mandatos de quatro anos, cada Estado e o Distrito Federal elege uma bancada de representantes na proporção do número de seus eleitores.

Principal função - A principal função dos senadores é revisar os projetos de lei que são propostos e votados na Câmara dos Deputados, antes de seguirem para a sanção presidencial. Os senadores também podem elaborar projetos de lei, que então são revistos pela Câmara dos Deputados. Com os deputados federais, os senadores formam o plenário do Congresso Nacional, que tem a competência de promulgar emendas constitucionais e analisar vetos presidenciais às normas elaboradas pelas casas legislativas.

Sabatina - Além disso, cabe aos senadores da República sabatinar, entre outros, os indicados a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e de demais tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União (TCU), a Procurador-Geral da República, Corregedor-Geral de Justiça, a presidente e diretores do Banco Central e diplomatas chefes de missões diplomáticas. (Tribunal Superior Eleitoral -TSE)

Conheça os candidatos no DivulgaCandContas

FOTO: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

 

SAÚDE I: Brasil registra 14,5 mil casos e 119 óbitos por Covid-19 em 24 horas

Levantamento diário feito pelo Ministério da Saúde, mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 14,5 mil novos casos de covid-19 com 119 óbitos. Desde o início da pandemia, o país acumula 34,5 milhões de casos confirmados e 685,1 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 33,6 milhões.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados, com 6 milhões e 174,4 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,8 milhões de casos e 63,6 mil óbitos); Paraná (2,7 milhões de casos e 45,2 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,7 milhões de casos e 40,9 mil óbitos).

Vacinação - Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 480,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 179,5 milhões da primeira dose; 160,9 milhões da segunda dose, e 99,8 milhões da primeira dose de reforço e 30,6 milhões da segunda dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 492 novos casos e 31 óbitos no Paraná

saude II 15 09 2022De acordo com o Informe Epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (14/09) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná registrou 253 novos casos e sete óbitos causados pela Covid-19, dos quais 230 casos e três mortes nas últimas 24h. Assim, o Estado acumula, desde o início da pandemia, 2.730.874 casos confirmados e 44.982 mortes decorrentes da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (319), agosto (55), julho (31), junho (38), maio (2), fevereiro (7) e janeiro (3) de 2022; outubro (1), agosto (1), julho (1), junho (3), maio (1), abril (4), março (4) e fevereiro (1) de 2021; e dezembro (2), setembro (4), agosto (5), julho (2), junho (2), maio (3) e abril (3) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de setembro (7), agosto (2) e julho (3) de 2022; novembro (1), abril (2) e janeiro (1) de 2021; e dezembro (1), outubro (1), setembro (4), agosto (5), julho (1), maio (2) e abril (1) de 2020.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (8), Londrina (6), Apucarana (3), Jaguapitã (2) e Ibiporã (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: São José dos Pinhais, Sertanópolis, Santa Fé, Ribeirão do Pinhal, Primeiro de Maio, Pitangueiras, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Cambé e Araucária. (Com informações da Sesa)

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FOTO: Sesa

 

SAÚDE III: Fim da pandemia de Covid-19 está à vista, diz diretor-geral da OMS

saude III 15 09 2022O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta quarta-feira (14/09) que o mundo nunca esteve em melhor posição para encerrar a pandemia de covid-19. “Ainda não chegamos lá, mas o fim está à vista”, destacou, ao lembrar que, na semana passada, o número de mortes reportadas pela doença foi o menor desde março de 2020.

Linha de chegada - “Já conseguimos ver a linha de chegada. Estamos em posição de vencer. Mas agora é o pior momento para se parar de correr. É o momento de correr mais rápido, de garantir que cruzaremos a linha de chegada e colheremos os frutos de todo o nosso trabalho árduo”, avaliou Tedros.

Oportunidade - O diretor-geral da OMS alertou ainda que, caso o mundo não utilize essa oportunidade, corre sério risco do surgimento de novas variantes da covid-19, de mais mortes provocadas pela infecção e de ainda mais incerteza de cenários futuros. “Então, vamos aproveitar a oportunidade”, completou.

Vacinas - “Pedimos a todos os países que invistam em vacinas para 100% dos grupos de risco, incluindo trabalhadores da saúde e idosos”, disse Tedros, citando como prioridade manter a taxa de imunização em 70%. “Continuem testando a sequenciando o SARS-CoV-2, além de integrar a vigilância e os serviços de testagem para outras doenças respiratórias, incluindo a influenza”. (Agência Brasil)

 


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