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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5406 | 16 de Setembro de 2022

GETEC: Confira o informe semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 16 09 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (16/09), o Informe Semanal referente ao período de 12 a 16 de setembro. O setor foi criado com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira os destaques do boletim desta semana.

Programa de Educação Política parana.coop+ - Entre os dias 12 e 15 de setembro, o Sistema Ocepar realizou os Encontros de Núcleos com a participação de 980 lideranças cooperativistas de todo o Estado. As reuniões foram realizadas em Arapoti (12/09), com lideranças das cooperativas da Região Centro-Sul; em Mariópolis (13/09); com representantes das cooperativas do Sudoeste; em Cafelândia (14/09), com lideranças da região Oeste; e em Rolândia (15/09), com cooperativistas das regiões Norte e Noroeste. O tema dos Encontros foi o Programa de Educação Política, que tem como objetivo incentivar a participação política dos cooperativistas e apresentar as ações de representação político-institucional do setor através da Frencoop, Frente Parlamentar do Cooperativismo. Fundado na observância aos princípios democráticos, trata-se de iniciativa suprapartidária, respaldada na neutralidade ideológica e nas premissas de transparência e prestação de contas de ações de representação que propiciam o fomento de políticas públicas para o desenvolvimento do setor.

Registros de candidaturas - Na segunda-feira (12/09), terminou o prazo dos Tribunais Regionais Eleitorais dos Estados para julgar os registros de candidatura para as eleições 2022. Para o cargo de Deputado Federal, do total de 10.619 candidatos inscritos, 710 foram considerados inaptos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e 552 aguardam julgamento. No dia da votação, os votos que sejam registrados para candidatos inaptos serão considerados nulos. No Paraná, dos 632 pedidos de registro para a disputa de Deputado Federal, 557 foram deferidos, 26 foram indeferidos e aguardam julgamento de recurso. Foram registradas 21 renúncias e os demais registros aguardam julgamento. Para o cargo de Senador, dos 10 pedidos de registro, 9 foram deferidos e apenas 01 ainda aguarda julgamento. Para a disputa para o cargo de Deputado Estadual, dos 902 pedidos de registro, 773 foram deferidos e 59 foram indeferidos, porém aguardam o julgamento de recurso. As informações sobre as candidaturas podem ser consultadas no site do TSE https://divulgacandcontas.tse.jus.br/.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar em arquivo PDF

 

FORMAÇÃO: CapacitaCoop lança cursos sobre Compliance e Gestão de Riscos

formacao 16 09 2022Mais dois cursos gratuitos estão disponíveis na plataforma de aprendizagem do Sistema OCB, CapacitaCoop. Nesta quinta-feira (15/09), foram lançados os títulos Compliance e Gestão de Riscos. Após o início do treinamento, o aluno tem 30 dias corridos para conclusão do curso. Para obter o certificado do Sistema OCB, por sua vez, é necessário alcançar no mínimo 70% de desempenho na avaliação ao final da trilha de aprendizagem.

Critério técnico - Segundo o analista da Gerência de Desenvolvimento de Cooperativas (Gedec), Carlos Magno, “os cursos foram concebidos com muito critério técnico e referências científicas, apresentando didática simples e linguagem acessível. Eles vêm ocupar uma lacuna na capacitação de dirigentes, conselheiros e gestores de cooperativas dentro do tema da governança, um dos pilares do ESG”.

Compliance - O curso de Compliance tem por objetivo oferecer conhecimento sobre a importância de cumprir e de fazer cumprir normas legais e regulamentares; políticas e diretrizes do negócio da cooperativa; além de orientar sobre como evitar, detectar e tratar as inconformidades que possam vir a existir. O termo, bastante utilizado no universo corporativo, tomou força nas organizações que querem utilizar desta relevante ferramenta de governança e sustentabilidade do negócio.

Módulos - Com jornada de 4 horas, conta com em cinco módulos de conteúdo: Compliance; Compliance e Cooperativismo; Controles internos de compliance; Controles externos de compliance; e Certificações, selos e prêmios em compliance/excelência.

Riscos - Para contornar os riscos, ou minimizar falhas em processos, o curso de Gestão de Riscos leva ao aluno a compreensão do conceito de riscos inerentes à operação das coops. Ele aprenderá também a identificar os principais riscos específicos em cada ramo do cooperativismo; trabalhar com matrizes de riscos e metodologias; e conhecer as diretrizes para classificá-los e tratá-los.

Temas - Também com carga horária de 4 horas, o aprendizado está dividido em quatro módulos: Conceito e análise de riscos; Espécies de riscos na perspectiva da gestão em cooperativas; Principais riscos por ramo de cooperativas; e Ferramentas de reconhecimento do risco em cooperativas. (Sistema OCB)

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 16 09 2022O Sistema OCB publica, semanalmente, o Panorama Coop, um boletim com análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. A newsletter é atualizada todas as quintas-feiras. Confira.

Adidos agrícolas - A análise econômica do Panorama Coop desta semana destaca a importância dos adidos agrícolas para a promoção comercial dos produtos brasileiros em mercados internacionais. O Brasil conta com a assessoria especializada de 28 adidos que atuam em 26 países. Saiba mais sobre o trabalho deles e como esses profissionais podem abrir caminhos para sua coop exportar. Também fique por dentro das principais notícias da semana: o lançamento do manual da gestão dos recursos do Fates, a divulgação do resultado preliminar da 2ª chamada CNPq/Sescoop, a celebração dos 50 anos do Sistema OCB/PE e o artigo que ressalta a economia colaborativa e a proteção social como essência do coop. Boa leitura!

Análise econômica - Os adidos agrícolas desempenham missões permanentes de assessoramento especializado no agro junto às representações diplomáticas brasileiras no exterior. Eles estão em contato com representantes dos setores público e privado das nações estrangeiras e interagem com importantes formadores de opinião, na sociedade civil, imprensa e academia, obtendo uma visão muito estratégica dos países nos quais estão alocados. Nessa edição você vai conhecer um poco mais sobre o trabalho dos adidos agrícolas brasileiros e como eles têm contribuído com as cooperativas brasileiras.

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Sistema OCB disponibiliza manual de orientação para acesso ao Fates - O Manual de orientação do Sistema OCB de acesso ao Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates) já está disponível para download e consultas. Em cinco capítulos, o documento versa sobre a reserva destinada à prestação de assistência aos associados das coops, seus familiares e, em caso de previsão no estatuto social, também aos empregados. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que a iniciativa busca sanar dúvidas em relação às obrigações legais, formas de aplicação dos recursos e as boas práticas de governança.

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Divulgado resultado preliminar da 2ª chamada CNPq/Sescoop - A 2ª Chamada Pública realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), divulgou, na sexta-feira (09/09), seu resultado preliminar. O edital 11/22, que versa sobre Pesquisa em Cooperativismo, recebeu 131 trabalhos e 41 deles foram considerados aptos pelo comitê.

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Presidente Márcio prestigia cerimônia de 50 anos do Sistema OCB/PE - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, esteve presente na cerimônia que comemorou os 50 anos de atuação do Sistema OCB/PE, na segunda-feira (12/09). O encontro, que aconteceu na sede da Unidade Estadual, teve a participação de dirigentes de cooperativas de todos os ramos atuantes no estado. O ambiente contou com exposição que resgatou a história da entidade e de seus ex-presidentes.

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Economia colaborativa e proteção social fazem parte do DNA cooperativista - As novas tendências do trabalho em rede, onde as pessoas estão cada vez mais inseridas, de forma horizontal, no centro da tomada de decisão dos negócios, são parte da essência do movimento cooperativista. Por meio do empreendedorismo e da autogestão, o modelo de negócios coop está alinhado aos anseios das novas gerações por uma economia colaborativa e compartilhada. E é sobre esse aspecto que o quarto eixo da publicação Propostas para um Brasil Mais Cooperativo, elaborado pelo Sistema OCB, apresenta sugestões para o desenvolvimento de projetos, ações e políticas públicas.

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VALOR 1000 I: Coopavel sobe 28 posições entre as mil maiores empresas do País

valor 1000 16 09 2022O melhor desempenho da história da Coopavel, registrado em 2021, é evidenciado também em um dos mais respeitados estudos econômicos do País. O Anuário Valor 1000, editado pelo jornal Valor Econômico, acaba de trazer o ranking das mil maiores empresas brasileiras de inúmeros segmentos. A exemplo do que ocorreu no ano anterior, a Coopavel subiu 28 degraus e agora ocupa a posição de número 206 entre as maiores companhias do País.

Posições - No levantamento de 2020, a cooperativa galgou 32 posições, saltando da 264ª para a 232ª colocação. Em dois anos, a Coopavel melhorou 60 degraus na tabela, uma das melhores performances entre as empresas do mesmo segmento no Paraná. A colocação dela avançou também no ranking das 50 maiores empresas do Sul, passando do número 44 para 42. “Esse avanço reflete o planejamento, a dedicação e a união que fazem da nossa cooperativa um marco de superação, trabalho e bons resultados”, diz o presidente Dilvo Grolli.

Faturamento - Em 2021, o faturamento da Coopavel foi próximo de R$ 5 bilhões. Com 51 anos de percurso, a cooperativa tem 7,5 mil funcionários e 6,5 mil cooperados. A cooperativa atua em 23 municípios das regiões Oeste e Sudoeste e, além de emprego e renda, ela participa ativamente da vida dessas comunidades, distribuindo divisas e compartilhando oportunidades. “A cada dia, reforçamos nosso compromisso de produzir alimentos com sustentabilidade”, afirma Dilvo. Na área de abrangência da Coopavel, 27% das propriedades rurais dos seus cooperados estão preservados.

Dezessete cooperativas - O Valor 1000 de 2021 comprova mais uma vez a força do sistema cooperativista paranaense. Dezessete delas aparecem entre as mil maiores empresas nacionais e 15 estão entre as 500. Juntas, as 216 cooperativas do Estado, de sete vertentes, empregam mais de 130 mil pessoas e movimentaram, no ano passado, R$ 153,7 bilhões. São 2,7 milhões de cooperados. As cooperativas do respectivo segmento formam 64% no PIB agropecuário do Paraná.

Avaliação - O anuário Valor 1000 chega à sua 22ª edição e revela o desempenho de empresas de 26 setores econômicos. Também traz os destaques das cinco regiões geográficas do País. Realizado em parceria com a Serasa Experian e Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, ligada à FGV (Fundação Getúlio Vargas), a edição que acaba de ser apresentada analisou o balanço de 1.069 empresas.

Avaliação - A avaliação é feita por nomes que são referências profissionais em suas áreas de atuação. Setenta por cento da nota corresponde a duas etapas, que consideram aspectos contábeis-financeiros e outros seis quesitos (receita líquida, margem Ebtida, rentabilidade do patrimônio, crescimento médio anual da receita líquida nos últimos cinco anos, alavancagem financeira e cobertura de juros).

ESG - A principal novidade aparece na pontuação dos 30% restantes da nota, que envolvem questões associadas ao ESG (governança e aspectos ligados à sustentabilidade e a relação da empresa com o social). (Imprensa Coopavel)

 

VALOR 1000 II: Sicredi é destaque no anuário

valor 1000 I 16 09 2022O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, está classificada, mais uma vez, no Valor 1000, anuário organizado pelo Valor Econômico, considerado um dos mais importantes rankings do Brasil em termos de avaliação de empresas. A instituição conquistou a 8ª posição na categoria “100 Maiores Bancos”, uma colocação acima em relação ao ano passado.

Destaques - Entre os destaques, o Sicredi também ficou em 4º lugar como o Mais Rentável sobre o Patrimônio entre os 20 maiores bancos, em 6º como Maior em Depósitos Totais e na 7ª posição como Maior em Operações de Crédito. Também ocupou o 8º lugar nas categorias de Maior em Patrimônio Líquido, Maior em Receita de Intermediação, Maior com Melhores Resultados Operacionais sem Equivalência Patrimonial e Maior em Lucro Líquido.

O ranking- O ranking do Valor 1000 é idealizado pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (Eaesp/FGV) em parceria com a Serasa Experian. O anuário está em sua 22ª edição e apresenta informações sobre as maiores empresas do Brasil por setor de atuação, por meio de demonstrações financeiras consolidadas, faturamento bruto e outros itens estratégicos de gestão e negócios, retirados dos balanços ou informados pelas próprias companhias ou instituições. Neste ano, 1.069 empresas participaram das análises.

Avanço - “O avanço na posição desse relevante e criterioso ranking reflete o comprometimento das cooperativas que compõem o Sicredi com a vida financeira dos seus associados e com as regiões onde atuam. Nosso crescimento em números expresso no anuário significa mais capacidade de apoiar a prosperidade das pessoas por meio do diferencial do nosso modelo de atuação”, diz César Bochi, diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.300 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

WITMARSUM: Campeonato Mundial de Queijos tem representante do Paraná

witmarsum 15 09 2022Com reconhecimento nacional pela produção de Queijos Finos, a Cooperativa Witmarsum, localizada no município de Palmeira (PR), participa pela primeira vez do 2º Mundial do Queijo do Brasil, que acontece de 15 a 18 de setembro, em São Paulo.

Chancela - Organizado pela Associação SerTãoBrás, o evento é chancelado pelo Guia Internacional de Queijos da França e conta com jurados brasileiros e estrangeiros, que tem como objetivo reconhecer os melhores queijos do mundo.

Produtos inscritos - Para sua primeira participação no evento, a Cooperativa Witmarsum inscreveu 3 queijos do seu portfólio: Raclette, Appenzeller e Emmental, ao todo são mais de 1.200 queijos e produtos lácteos inscritos em diversas categorias.

Amadurecimento da marca - Para o presidente da cooperativa, Artur Savatsky, participar do mundial demonstra um amadurecimento da marca, “não só pela oportunidade de acompanhar as tendências de mercado, mas também uma chance de mostrar que somos capazes de produzir queijos da mais alta qualidade, assim como os melhores queijos do mundo”, ressalta.

Qualidade e exclusividade - Há 70 anos em atividade, a Cooperativa Witmarsum é conhecida nacionalmente pela qualidade e exclusividade dos queijos e laticínios que produz. Mensalmente 150 mil litros de leite envasado, e outros 400 mil litros que se transformam em cerca de 30 toneladas de queijo, divididos em 11 tipos diferentes. (Imprensa Witmarsum)

 

COCAMAR I: Cocamar Máquinas apresenta suas tecnologias a produtoras

Um grupo de produtoras ligadas ao Sindicato Rural de Maringá foi recepcionado, na manhã de quinta-feira (15/09), na sede da Cocamar Máquinas/Concessionária John Deere, em Maringá (PR), onde conheceu o Centro de Soluções Conectadas (CSC) e as modernas tecnologias que vêm sendo empregadas para inovar a gestão e impulsionar a produtividade e a rentabilidade.

Evolução - Ao fazer sua saudação, o superintendente da concessionária, Arquimedes Alexandrino, destacou a evolução da atividade rural para a conectividade das máquinas e a agricultura digital, em que o gestor passa a ter, na palma da mão, todas as informações para conduzir o seu negócio, como mapas para implementar a agricultura de precisão e um detalhado desempenho da operação das máquinas.

Parceria - Ao mesmo tempo, a concessionária passou a ser uma parceira ainda mais efetiva dos produtores, oferecendo soluções, auxiliando-os a aprimorar a gestão e agindo rapidamente quando de uma eventual intercorrência nos maquinários. Para se ter uma ideia, dos mais de 1,2 mil atendimentos já prestados pelo CSC, cerca de 92% tiveram resolução de forma remota, sem a necessidade de deslocamento de um técnico até a propriedade, gerando economia de tempo e dinheiro.

Explanações - As produtoras ouviram também explanações de outro dois profissionais da Cocamar Máquinas, o gerente corporativo de Agricultura de Precisão, Bruno Guidi, e o supervisor de Agricultura de Precisão, Bruno Trolsdorf, além do coordenador de Agricultura Digital da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, Vítor Palaro.

"Fantástico" - Em seguida, o supervisor do Centro de Soluções Conectadas (CSC), André Aguilera, fez uma apresentação dessa estrutura, em que as visitantes, demonstrando bastante interesse, fizeram muitas perguntas. A produtora Cláudia Zanusso, que em 2021 assumiu o comando de uma propriedade de sua família em Alto Paraná, definiu o nível tecnológico oferecido pela concessionária como “fantástico”. Engenheira civil, ela disse estar em busca de conhecimentos, bem como de novas técnicas e ferramentas para tornar mais eficiente a gestão do negócio.

Brasil mais verde - Ao final da programação, cada uma delas recebeu um brinde da Cocamar Máquinas, uma muda de árvore de espécie nativa e um certificado referente a campanha de sustentabilidade promovida pela John Deere, denominada Brasil Mais Verde, cuja meta é o plantio de 1 milhão de árvores na América Latina até 2030. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Cresce a produção de sorgo nas regiões da cooperativa

cocamar II 16 09 2022Apresentada desde 2020 pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial como uma alternativa para os produtores durante o período de inverno, a cultura do sorgo vem ganhando espaço nas regiões da cooperativa, no Paraná.

Expansão - Foram 3 mil hectares naquele ano, área que avançou para 6 mil hectares em 2021 e 16 mil em 2022. Fatores como a inviabilidade do milho em algumas regiões de solo arenoso, somada a problemas enfrentados nos últimos anos por essa cultura, como o intenso ataque da praga cigarrinha, têm contribuído para a expansão do sorgo, que deve continuar em evolução: a previsão da Cocamar para 2023 é chegar a 50 mil hectares.

Recebimento - A cooperativa utiliza o grão como matéria-prima em sua indústria de rações, sendo a produção dos cooperados entregue em três estruturas, nos municípios de Florestópolis, São Jorge do Ivaí e Iporã. “Com o crescimento da área, a Cocamar estuda ampliar também o número de unidades para recebimento de sorgo”, comenta o gerente técnico Emerson Nunes.

Acompanhamento técnico - Conforme explica o engenheiro agrônomo Thiago Vidal, da unidade de Centenário do Sul, o sorgo é uma cultura mais rústica no aspecto sanitário e menos sensível que o milho em relação ao déficit hídrico, tornando-se uma opção interessante. Mas, para que o produtor tenha o retorno esperado, é preciso que faça uma boa adubação, bem como um adequado controle de pragas e doenças e também o manejo de plantas daninhas, sendo indispensável contar com o acompanhamento técnico prestado pela cooperativa.

Milho x sorgo - Nos últimos anos, fazendo um comparativo com o milho, o investimento realizado em uma lavoura de sorgo foi de 70% em relação ao dispêndio com aquele cereal, enquanto o preço ficou em 80%. “É um bom negócio”, resume Vidal, lembrando ainda que o produtor utiliza a mesma estrutura de máquinários das outras culturas, sendo necessária apenas uma regulagem da colheitadeira. A semeadura ocorre em março, após a colheita da safra de verão, sendo que o ciclo da planta compreende entre 100 e 140 dias.

Aprendendo - Com suas terras no município de Rolândia, a família do produtor Alex Fernando Rosolen está entre as que decidiram diversificar com sorgo no inverno. A cultura ocupou 10% das áreas cultivadas, percentual que deve subir para 20% em 2023. “Ainda estamos aprendendo a trabalhar com o sorgo, é uma opção a mais”, observa Rosolen.

Diversificação - O produtor Osmar Ribeiro Obici cultiva lavouras diferentes, durante o inverno, em três propriedades: trigo em Marialva, onde reside; milho no município de Cianorte e sorgo em Centenário do Sul, esta última numa área de 80 alqueires. Com isso, Obici diversifica as culturas no período, sofre menos com o impacto ocasionado pela cigarrinha do milho e consegue avaliar melhor as culturas.

Empolgado - Por sua vez, Edgar Rodrigues da Silva, tradicional produtor de milho de Centenário do Sul, decidiu neste ano fazer uma experiência com o sorgo, em 40 alqueires. O resultado superou suas expectativas: colheu 180 sacas por alqueire (74,3 sacas/hectare), em média, enquanto no milho, devido aos problemas com a cigarrinha e a estiagem, não foi além de 60 sacas/alqueire (24,7/hectare). “Ele ficou tão empolgado que no próximo ano vai plantar cem por cento de sua área com sorgo”, comenta o agrônomo Thiago Vidal.

No país - A projeção da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), feita no seu último boletim em 8 de setembro, aponta que a produção do cereal na safra 2021/2022 será 35,6% maior do que a anterior, superando 2,8 milhões de toneladas. Este avanço resultou de um incremento de área plantada de 19,4% de uma safra para outra. Confirmando estes números, a produção de sorgo no Brasil terá crescido 75% em 12 anos, saindo de 1,6 milhão/t na safra 2009/2010 para as 2,8 milhões/t no ciclo 2021/2022. Se manter esse crescimento, o sorgo deve ultrapassar o feijão em área cultivada já na safra de 2023.

Ajustando - De acordo com especialistas, produzir mais em menor área mostra avanço em produtividade, revelando que o produtor está ajustando tecnologia e escolhendo com mais critério as cultivares para obter resultados cada vez melhores.

Surpreendendo - Em Mato Grosso do Sul, a Conab registrou mais de 80% das áreas colhidas com “produtividades acima das expectativas, surpreendendo os técnicos que possuem ainda pouca experiência com o cereal”.

No planeta - O sorgo é uma cultura muito antiga, originária da África e parte da Ásia. No entanto, somente no final do século passado começou a ocupar espaços agropecuários significativos pelo mundo. Em 1984 já foi o quinto cereal mais produzido no planeta, perdendo apenas para trigo, arroz, milho e cevada.

Versátil - Sua versatilidade vem chamando a atenção da agroindústria brasileira, uma vez que pode ser usado para o consumo humano, de animais e por diversas formas nas indústrias. No país a diversificação da matriz produtiva vem estimulando os cultivos de sorgo sacarino, granífero, forrageiro, vassoura e biomassa. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: 3ª temporada da websérie em parceria com Smurfs é lançada na Semana dos Objetivos Globais

A Semana dos Objetivos Globais (Global Goals Week), realizada pela ONU entre os dias 16 e 25 de setembro, reforça a importância da atuação e conscientização das entidades para ações que contribuem para um mundo melhor. Integrante do Pacto Global desde 2020, o Sicredi realiza inúmeras iniciativas conectadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e lança, durante essa semana de reflexão, a terceira temporada dos vídeos que integram o Projeto Sicredi & Smurfs: juntos pelo desenvolvimento sustentável.

Novos filmes - Ao todo, serão disponibilizados seis novos filmes protagonizados pelos Smurfs e com exemplos de boas práticas desenvolvidas pelas cooperativas da primeira instituição financeira cooperativa do Brasil com atuação nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Os temas abordados nessa temporada são: Erradicação da Pobreza (ODS 1), Fome Zero e Agricultura Sustentável (ODS 2), Saúde e Bem-Estar (ODS 3), Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9), Redução das Desigualdades (ODS 10) e Parcerias e Meios de Implementação (ODS 17). Nessa nova fase, a campanha também contará com conteúdos exclusivos desenvolvidos em parceria com o professor e ativista da Agenda da ONU, Marcelo Langer.

Produção - Para a produção dos vídeos, a caravana Smurfs, como ficou conhecida a equipe de filmagem, passou por 54 cidades nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, foram mais de 24 mil quilômetros rodados para captação de imagens e entrevistas sobre as iniciativas das cooperativas do Sicredi que estão contribuindo com os 17 ODS. Uma jornada que será Carbono Neutro com todo o impacto causado pelas emissões de gases do efeito estufa (GEE), gerados por essa produção, neutralizados por meio do plantio de árvores.

Pequenas ações - Com o projeto, fruto da parceria firmada com a empresa belga IMPS, detentora dos direitos dos Smurfs, por intermédio da agência brasileira Vertical Licensing, o Sicredi reforça, juntamente com as criaturinhas azuis embaixadoras da Agenda 2030 e dos ODS, a importância de pequenas ações de impacto positivo para formar uma sociedade mais justa e sustentável.

Sustentabilidade - “As nossas cooperativas realizam uma série de ações sustentáveis capazes de gerar o bem-estar dos nossos associados e o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atuamos. Acreditamos que cada gesto conta, por isso o desenho dos Smurfs, criado pelo cartunista belga Peyo, se conecta tão bem com o nosso propósito de construir juntos uma sociedade mais próspera", afirma o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Primeiras temporadas - As duas primeiras temporadas do projeto já alcançaram mais de cinco milhões de visualizações no YouTube, e no Facebook, mais de 110 mil acessos no site, além de mais de 164 mil page views. Os conteúdos especiais e vídeos de todas as temporadas estão disponíveis no site Sicredi & Smurfs (sicrediesmurfs.com.br) e nas redes sociais das 31 cooperativas de crédito do Sicredi que atuam nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Os conteúdos da terceira temporada do projeto também estão disponíveis no Tik Tik do Sicredi.

Premiação nacional de licenciamento - No início de setembro, o Projeto Sicredi & Smurfs: juntos pelo desenvolvimento sustentável conquistou o Prêmio Marcas e Personagens - Licensing CON, que reconhece os destaques do mercado brasileiro de licenciamento. A iniciativa foi a vencedora na Categoria Inovação: Ação Ambiental/Social. O superintendente de desenvolvimento da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Diego Schanoski, representou a instituição financeira cooperativa durante a premiação e, juntamente com o CEO da Vertical Licensing, Alexandre Volpi, recebeu o troféu durante o evento em São Paulo (SP).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.300 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

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CBSEMENTES: O futuro do emprego na indústria de beneficiamento

cbsementes 16 09 2022O beneficiamento é mais do que operações para melhorar um lote de sementes. É também oportunidade de mercado de trabalho para os profissionais mais preparados. “Hoje, o profissional de beneficiamento é fundamental nas empresas que buscam alcançar longevidade e a perpetuidade no mercado”.

Avaliação - A avaliação é de Winicius Menegaz, gerente de produção de sementes, da Girassol Agrícola, que foi um dos palestrantes do Painel 8: “Beneficiamento de sementes: evoluções, atualidades e perspectivas”, do XXI Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), realizado de 12 a 15 de setembro, em Curitiba. Realização Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates).

Tema - Menegaz apresentou a palestra “Importância do profissional de sementes e desafios do futuro”. Participou ainda do painel, como palestrante, José Francisco Martins, Gestor de Produção e Qualidade de Sementes no Bom Futuro, da Sementes Bom Futuro. A intermediação foi do doutor Geri Eduardo Meneghello, da Universidade Federal de Pelotas.

Profissionalização - Em um contexto em que não se admite mais a falta de análise de custos e em que se busca o máximo de eficiência, é exigido muito mais profissionalização pela indústria de beneficiamento. “As sementeiras que buscam esse nível técnico e de eficiência, a maior redução de custos e máxima qualidade, têm que buscar um profissional a altura do empreendimento. Vejo como longevidade, a palavra mais correta para resumir a importância do profissional dentro de uma unidade de beneficiamento”, assegurou Menegaz.

Gargalo - Ele destacou que a profissionalização é um dos maiores gargalos da indústria. “Hoje, buscar profissionais no mercado, que queiram participar no processo de beneficiamento de sementes é um grande desafio. Temos poucos profissionais sendo formados para a indústria de beneficiamento. O agrônomo não está sendo incentivado da maneira correta para buscar esse setor de sementes, que é uma grande oportunidade. O beneficiamento de sementes é um dos cargos mais buscados pelos sementeiros. Talvez, ainda, os jovens recém-formados não perceberam essa oportunidade. As vagas são inúmeras, o conhecimento técnico é escasso, mas acredito que falta um pouco mais de divulgação das oportunidades que estão no mercado”, avaliou.

Modelos - Já os modelos de beneficiamento no Brasil requerem algumas mudanças, principalmente de conceito, como apontou em sua palestra, José Francisco Martins. “Atualmente, ainda se acha que a indústria de equipamentos está certa, mas, cada produtor tem a sua dinâmica de trabalhar e, com isso, tem que usar as máquinas da forma ideal para classificar a semente e poder entregar o produto com a melhor qualidade possível. Isso gera um impacto financeiro grande porque pode reduzir o tempo de colheita, frete e secagem. Com isso, o produtor vai aproveitar o máximo de sementes dentro da unidade de secagem e, com isso, entregará uma semente melhor em termos de qualificação”, exemplificou Martins. (Imprensa Abrates)

FOTO: Jackson Mendes

 

PNAD TIC: Internet já é acessível em 90,0% dos domicílios do país em 2021

pnad tic destaque 16 09 2022Pela primeira vez desde 2016, houve alteração significativa no ranking de dispositivos mais utilizados nos domicílios brasileiros para acessar a Internet. Em 2021, o telefone celular continuou na liderança, sendo o principal equipamento de acesso à internet em 99,5% dos domicílios. Na segunda posição, pela primeira vez, agora aparece a televisão, opção de acesso mais utilizada em 44,4% dos domicílios, alta de 12,1 pontos percentuais frente a 2019 (32,3%). Já o uso dos microcomputadores caiu de 45,2% para 42,2% e se encontra na terceira posição. Completa a lista o tablet, que recuou de 12,1% para 9,9% dos domicílios, no período.

Queda no acesso- “Entre 2019 e 2021, houve queda do acesso à internet por microcomputador e tablet, mas já observamos o aumento do acesso por meio da televisão em mais de 10 pontos percentuais. Analisando a série desde 2016, vimos que houve ligeiro aumento do acesso por celular, queda do computador de 57,2 para 42,2% e no uso do tablet de 17,8% para 9,9%. Já a TV sai de 11,7% em 2016 para 44,4%. O rendimento desses domicílios foi maior entre os que utilizavam tablet, R$ 3 mil; ante R$ 2.296 dos que utilizavam microcomputador, R$ 1.985 para os que acessam via TV e o menor rendimento, R$ 1.480, é dos que acessam com telefone celular”, destaca a analista da pesquisa, Flávia Vinhaes.

Dados - Os dados, divulgados nesta sexta-feira (16/09) pelo IBGE, são do Módulo de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) que é investigado nas visitas do 4º trimestre pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, abrangendo o acesso à Internet e à televisão nos domicílios e o acesso à Internet e a posse de telefone celular pelas pessoas com 10 anos ou mais de idade. As comparações mais recentes são entre 2019 e 2021, pois esse módulo da pesquisa não foi a campo em 2020, por causa da pandemia de Covid-19.

Banda larga- Outro destaque é que de 2019 a 2021, o percentual de domicílios com conexão à internet por banda larga móvel caiu de 81,2% para 79,2%, enquanto o percentual da banda larga fixa aumentou de 78,0% para 83,5%.

Primeira vez- “Pela primeira vez na série, a banda larga fixa supera a banda larga móvel, que teve queda enquanto a fixa tem um aumento mais expressivo. O aumento do uso da banda larga fixa pode estar relacionado à pandemia, período em que as pessoas tiveram de manter o isolamento, ficando em casa, o que fez com que a banda larga móvel fosse menos utilizada. Outro motivo pode ser a expansão do acesso na Região Norte, onde o percentual dos domicílios com acesso via banda larga fixa teve incremento representativo, subindo de 54,7%, em 2019, para 70,5% em 2021”, analisa Flávia.

2021 - Em 2021, entre os 183,9 milhões de pessoas com 10 ou mais anos de idade no país, 84,7% utilizaram a Internet no período de referência da PNAD TIC. Esse percentual foi maior entre os estudantes: 90,3%, sendo 98,2% para os da rede privada e 87,0% para a rede pública de ensino.

Cai o percentual de domicílios com TV no país- De 2019 para 2021, o número de domicílios com TV no país subiu de 68,4 milhões para 69,6 milhões. No entanto, houve uma ligeira queda na proporção de domicílios com TV: de 96,2% para 95,5% do total de domicílios do país. Esse comportamento foi observado em todas as grandes regiões, sendo que a maior redução de percentuais ocorreu no Nordeste: de 94,6% para 93,4%.

Rendimento real médio- O rendimento real médio per capita nos domicílios em que havia televisão (R$ 1.453) equivalia a quase o dobro desse rendimento nos domicílios sem TV (R$ 830).

TV - Em 2021, 96,2% dos domicílios urbanos e 90,8% dos domicílios rurais tinham TV.

Conversor para TV digital já está presente em mais de 90% dos lares- Em 2021, havia 63,3 milhões de domicílios com televisão com conversor para receber o sinal digital de televisão aberta, o equivalente a 90,9% dos domicílios com televisão do país.

Proporção - De 2019 para 2021, essa proporção cresceu na área urbana (92,6% para 92,9%) e, com mais intensidade, na rural (71,9% para 76,6%).

Uso de TV por assinatura diminui nas áreas urbanas e sobe nas áreas rurais -No recorte de 2021, 27,8% dos domicílios com televisor tinham acesso a serviço de televisão por assinatura, proporção que era de 29,2% em área urbana e de 17,8% em área rural. No Brasil, o percentual de domicílios com televisão por assinatura se reduziu, exceto na área rural, onde este percentual era de 16,4% em 2019.

TV por assinatura- Nos domicílios sem acesso a serviço de televisão por assinatura, 43,5% não o possuíam por considerá-lo caro e 45,6% por não haver interesse pelo serviço. Aqueles que não tinham o serviço porque os vídeos (inclusive de programas, filmes ou séries) acessados pela Internet substituíam este serviço representavam 8,7%, enquanto os que não o tinham por não estar disponível na área em que se localizava o domicílio, somente 1,2%.

Antena parabólica era encontrada em quase 16 milhões de domicílios- Cerca 22,6% dos domicílios do país (ou 15,7 milhões) tinham recepção de sinal de TV por antena parabólica, sendo que 56,1% deles estavam em área rural e 17,8% em área urbana. O rendimento médio per capita nos domicílios com antena parabólica (R$ 1.075) representava 46,0% desse rendimento nos domicílios com acesso a serviço de televisão por assinatura (R$ 2.336).

Quase 60% dos idosos já acessam a internet- A proporção de pessoas com 10 anos ou mais que acessaram a Internet no período de referência da PNAD TIC subiu de 79,5% para 84,7% de 2019 para 2021. Em todos os grupos etários, as proporções de utilização cresceram. O grupo com 25 a 29 anos tem o maior percentual de utilização: 94,5%, mas todos os grupos etários entre 14 e 49 anos têm percentuais superiores a 90%.

60 anos ou mais- Proporcionalmente, a o grupo etário com 60 anos ou mais é o que menos acessa à Internet mas, de 2019 para 2021, o percentual de utilização dos idosos foi o que mais aumentou: de 44,8% para 57,5%, alta de 12,7 pontos percentuais, superando, pela primeira vez, os 50%. No grupo de 50 a 59 anos, esse percentual também subiu bastante: de 74,4% para 83,3%.

Uso da internet para chamadas de voz ou vídeo ultrapassa o das mensagens de texto- Também pela primeira vez desde o início da série histórica, mais pessoas utilizaram a Internet para conversar por chamadas de voz ou vídeo (95,7%) do que para enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail (94,9%), que era a finalidade mais frequente até 2019. Completam a lista assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes (89,1%) e enviar ou receber e-mail (62%).

Estudantes - Enquanto 84,2% dos estudantes da rede privada utilizaram a Internet para enviar ou receber e-mail, entre os estudantes da rede pública este percentual foi de 55,0%. Ainda entre os da rede pública, em 2021, a principal finalidade do uso da Internet foi assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes (94,1%), ao passo que, entre os estudantes da rede privada, o maior percentual ocorreu na finalidade conversar por chamadas de voz ou vídeo (97,2%).

Celular - Em 2021, 28,7 milhões de pessoas não tinham telefone móvel celular para uso pessoal, o que representa 15,6% da população de 10 ou mais anos de idade. Deste número, 28,1% alegaram que o aparelho telefônico era caro.

Número de domicílios com telefone fixo continua caindo- A proporção de domicílios com telefone fixo no país foi de 15,6%, com uma queda de 7,5 pontos percentuais em relação a 2019 (23,1%). Essa tendência de baixa foi também observada em todas as regiões do país. Já a taxa de domicílios que possuíam telefone móvel celular (96,3%) aumentou frente a 2019 (94,4%).

Bem abaixo- O rendimento real médio per capita da parcela de domicílios em que não havia telefone ficou muito abaixo daquele nos domicílios que tinham telefone. No país, em 2021, o rendimento nos domicílios que não tinham telefone (R$ 700) representou 48,4% do rendimento nos que tinham telefone (R$ 1.445). Já nos em que havia telefone fixo convencional o rendimento médio foi de R$ 2.432, enquanto naqueles com telefone móvel celular este rendimento foi de R$ 1.444.

Cai a proporção de domicílios com microcomputador- De 2019 a 2021, a proporção de domicílios com microcomputador recuou de 41,4% para 40,7%. Na área urbana, esse percentual caiu de 45,6% para 44,9% e na área rural, houve redução de 13,8% para 12,8%. Nesse período, a proporção de domicílios com tablet caiu de 11,6% para 9,9%. O rendimento médio dos domicílios sem microcomputador nem tablet era de R$ 835, e de R$ 2.172 nos domicílios com pelo menos um destes equipamentos. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes sobre mockup Freepik

ARTE: Jéssica Cândido

 

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BOLETIM MACROFISCAL: Governo eleva previsão de crescimento da economia para 2,7%

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia elevou a projeção para o crescimento da economia este ano, enquanto a estimativa para a inflação teve recuo. As projeções estão no Boletim MacroFiscal divulgado nesta quinta-feira (15/09).

Aumento - A estimativa para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) foi de 2% para 2,7%, em relação ao boletim divulgado em julho, reflexo do aumento do emprego, do desempenho do setor de serviços e da elevação da taxa de investimento.

Resultado - “A revisão altista para a atividade econômica em 2022 se deve principalmente ao resultado do PIB do segundo trimestre – crescimento de 1,2% na margem – superior ao estimado e à tendência positiva dos indicadores já divulgados para o terceiro trimestre de 2022”, informou a SPE.

Alta acumulada - No primeiro semestre, o indicador acumula alta de 2,5%. Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões.

Mercado de trabalho - De acordo com o Ministério da Economia, houve expansão no mercado de trabalho, com a taxa de desocupação caindo para 9,1% no trimestre encerrado em julho e o contingente de pessoas ocupadas chegando a quase 100 milhões, um recorde na série histórica, iniciada em 2012. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Investimentos - No âmbito dos investimentos, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 4,8% em relação ao trimestre anterior na última divulgação das contas nacionais. E, segundo dados do IBGE, os indicadores do setor de serviços tiveram expansão anualizada de quase 4,5% nos últimos três trimestres.

Perspectivas - O Ministério da Economia espera a continuidade do crescimento da atividade ao longo deste segundo semestre. “As primeiras divulgações para o mês de julho sugerem que indústria, serviços e mercado de trabalho continuam crescendo. As séries de confiança confirmam as expectativas positivas para o terceiro trimestre de 2022, com expansão disseminada nos diversos setores”, diz a SPE.

Desaceleração - Entretanto, as estimativas pressupõem alguma desaceleração da economia ao longo desse período em razão de riscos externos, como a desaceleração do crescimento global e os impactos da guerra na Ucrânia. Nesse contexto adverso, houve uma revisão das taxas de crescimento dos países desenvolvidos e emergentes que ajudam a compor o cenário básico para as projeções.

Hipótese - “O cenário básico para a projeção da atividade nesta grade de parâmetros pressupõe, como hipótese importante, um crescimento moderado para 2023 das economias desenvolvidas e emergentes de 1,1% e 4,4%, respectivamente. Isso indica que, segundo o consenso de mercado, deverá ocorrer uma desaceleração da atividade econômica nos países desenvolvidos, mas uma aceleração do crescimento para os emergentes, quando comparado às últimas estimativas para 2022. Deve-se destacar que o cenário básico não considera uma recessão global, com efeitos negativos nos termos de troca e nas condições financeiras locais”, diz o boletim.

Próximos anos - Para os próximos anos, de 2023 a 2026, a estimativa de crescimento do PIB brasileiro se manteve em 2,5%.

Inflação- A projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2022 recuou de 7,2% para 6,3%. Mas ainda está acima da meta de inflação para o ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional em 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior é 5%.

Ano - No ano, o IPCA já acumula alta de 4,39% e, em 12 meses, o índice total está em 8,73%.

INPC - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para estabelecer o valor do salário mínimo, deverá encerrar este ano com variação de 6,54%, segundo a previsão da SPE, queda de 0,87 ponto percentual em relação ao boletim anterior. A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que inclui também o setor atacadista e o custo da construção civil, além do consumidor final, é de 9,44%, abaixo da variação verificada na grade anterior, de 11,51%, e inferior à taxa registrada em 2021, de 17,74%. (Agência Brasil)

BC: Atividade econômica tem alta de 1,17% em julho, diz Banco Central

bc 16 09 2022A atividade econômica brasileira registrou alta em julho deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15/09) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou aumento de 1,17% em julho de 2022 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Oscilação - Desde o ano passado, os resultados do IBC-Br vêm oscilando. Em abril e maio teve queda, em junho apresentou crescimento de 0,69% e, agora, mais uma alta.

Julho - Em julho, o IBC-Br atingiu 145,55 pontos. Na comparação com julho de 2021, houve crescimento de 3,87% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo, em 2,09%.

Avaliação - O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 13,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia, a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Antecipação - O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

2021 - Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. No primeiro semestre de 2022, o indicador já avançou 2,5%. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

FGV: IGP-10 tem deflação de 0,90% em setembro

fgv 16 09 2022O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação (queda de preços) de 0,90% em setembro deste ano. A queda foi mais acentuada do que a observada no mês anterior (-0,69%). O dado foi divulgado nesta sexta-feira (16/09) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Acumulado - Com esse resultado, o índice acumula taxas de inflação de 7,45% no ano e de 8,24% em 12 meses. Em setembro do ano passado, o índice havia tido deflação de 0,37% no mês e inflação de 26,84% em 12 meses.

IPA - O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda de 1,18% em setembro, deflação superior à registrada no mês anterior (-0,65%).

IPC - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, também continuou registrando deflação, mas com taxa maior, ao passar de -1,56% em agosto para -0,14% em setembro.

INCC - O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de uma inflação de 0,74% em agosto para deflação de 0,02% em setembro. (Agência Brasil)

FOTO: Antônio Cruz / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,23 com temores sobre juros nos Estados Unidos

cambio 16 09 2022Os temores de que os Estados Unidos podem elevar os juros além do esperado pesaram no mercado financeiro. O dólar subiu para o maior nível em 40 dias, e a bolsa de valores caiu para o menor patamar em uma semana.

Cotação - O dólar comercial encerrou a quinta-feira (15/09) vendido a R$ 5,239, com alta de R$ 0,061 (+1,18%). A cotação subiu durante toda a sessão, até fechar próxima das máximas do dia, em um movimento internacional de compra da moeda norte-americana.

Valor mais alto - A divisa está no valor mais alto desde 3 de agosto, quando tinha fechado a R$ 5,27. O dólar sobe 0,71% em setembro, mas acumula queda de 6,04% em 2022.

Ações - A turbulência também marcou o dia no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.954 pontos, com recuo de 0,54%. O indicador acompanhou as bolsas norte-americanas, que voltaram a cair nesta quinta, após uma trégua de quarta-feira (14/09).

Divulgação - A divulgação de que os pedidos semanais de auxílio-desemprego caíram nos Estados Unidos aumentaram o pessimismo no mercado internacional. O dado aumentou os receios de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) terá de elevar os juros básicos em 1 ponto percentual na reunião da semana que vem, após duas elevações seguidas de 0,75 ponto, para segurar a inflação na maior economia do planeta.

Fuga de capitais - Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa. Num cenário de elevação de juros nos Estados Unidos, os títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do planeta, ficam mais atrativos. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

ELEIÇÕES: Eleitor pode tirar dúvidas pelo Whatsapp

 

eleicoes 16 09 2022 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relançou no início deste mês o "Fato ou Boato", serviço que busca reforçar o combate à desinformação durante o período eleitoral. O assistente virtual do TSE já existia desde 2020 em uma parceria pioneira no mundo feita com o WhatsApp e renovada neste ano.

 

Pesquisa - Mais de meio milhão de inscritos já podem pesquisar termos na conta oficial do TSE, o que facilita a consulta por informações sobre o processo eleitoral que já foram verificadas por agências de checagem parceiras da Justiça Eleitoral, como a Agência Lupa, a Aos Fatos, o Projeto Comprova e o Estadão Verifica.

 

Como funciona - Basta enviar o assunto ou link relacionado ao processo eleitoral para a realização da pesquisa. A inteligência artificial faz uma busca e traz conteúdos já conferidos sobre o tema.

 

Encaminhamento - Se o conteúdo pesquisado não tem correspondência com alguma informação verificada, ela é encaminhada para o grupo de checadores de fatos e o eleitor cadastrado recebe notificação de quando o conteúdo estiver disponível.

 

Utilização - Para usar o tira-dúvidas do TSE basta enviar um “oi” para o número +55 61 9637-1078 no WhatsApp. A ferramenta foi desenvolvida gratuitamente pela empresa Infobip, um dos principais provedores de serviços para negócios no aplicativo.

 

Parceria com a Câmara - Nestas eleições, a Câmara dos Deputados e o TSE também firmaram parceria para combater as notícias falsas e adotar medidas para desestimular e denunciar condutas ilegais em campanhas, como o envio em massa de mensagens de propaganda política que violam a legislação.

 

Integridade - A parceria também prevê a defesa da integridade do processo eleitoral e da confiabilidade do sistema eletrônico de votação e a difusão de conteúdos oficiais do TSE.

 

Comprove - Além disso, desde setembro de 2019, a Câmara mantém uma ferramenta de checagem dos fatos relacionados à atividade parlamentar chamada Comprove, também usada pelo WhatsApp.

 

Primeira checadora - Coordenadora de atendimento do Comprove, a servidora Ana Marusia Lima explica que a agência é a primeira checadora de fatos do legislativo brasileiro e uma das primeiras do mundo. Pelo número de WhatsApp +55 (61) 99660-2003 o cidadão pode tirar dúvidas sobre conteúdos que recebeu nas redes sociais ou divulgados na internet.

 

Escolha - Ana Marusia explica que o WhatsApp foi escolhido porque é o aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasil. "A pesquisa Digital 2022 mostra que mais de 96% dos usuários de redes sociais brasileiros utilizam WhatsApp, mais ou menos 165 milhões de usuários", informa a servidora. "Pelo WhatsApp as pessoas recebem e difundem fake news e também pelo WhatsApp elas podem rebater essas notícias falsas”, acrescenta Ana Marusia. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Depositphotos

 

ACOMPANHAMENTO FISCAL: Auxílio de R$ 600 em 2023 pressiona teto de gastos, aponta IFI

 

beneficio 16 09 2022A prorrogação do Auxílio Brasil no valor de R$ 600 durante o próximo ano não cabe no teto de gastos da União de 2023. A conclusão é do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de setembro, publicado nesta quinta-feira (15/09) pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado.

 

Reajuste - Originalmente fixado em R$ 400, o benefício foi reajustado temporariamente para R$ 600 por meio da Emenda Constitucional 123, de 2022. O pagamento extra de R$ 200 vale apenas até dezembro deste ano. No projeto de Lei Orçamentária Anual (PLN 32/2022) enviado ao Congresso Nacional em agosto, o Poder Executivo admite a hipótese de pagar um Auxílio Brasil de R$ 405 a partir de 2023.

 

Esforço - De acordo com a IFI, a eventual manutenção de um benefício de R$ 600 para cerca de 21,6 milhões de famílias a partir de janeiro “demandará esforço para acomodação no Orçamento”. “A manutenção do benefício adicional demandaria ajustes no Orçamento e eventualmente nas regras fiscais, quer seja para tornar o gasto adicional excepcional à regra do teto, quer seja para acomodar a despesa à regra existente. Ou seja, caso a opção seja por manter o Auxílio Brasil em R$ 600 no próximo ano, o governo precisará, em momento oportuno, divulgar como seria feito esse pagamento cumprindo a regra constitucional do teto de gastos”, destaca o RAF.

 

Impacto - Segundo o documento, o pagamento de R$ 600 deve impactar a despesa primária em R$ 51,8 bilhões, o equivalente a um gasto de 0,5% do produto interno bruto (PIB) em 2023. Nesse cenário, a despesa primária total do governo central saltaria de R$ 1,86 trilhão para R$ 1,92 trilhão.

 

Compressão - Para pagar os R$ 600 e respeitar a regra do teto de gastos, o Poder Executivo precisaria promover uma “compressão das despesas discricionárias” de R$ 115,7 bilhões para R$ 63,9 bilhões. De acordo com a IFI, essa redução eleva o risco de descumprimento do teto e a possibilidade de paralisação no funcionamento da máquina pública.

 

Montante mínimo - “Um cenário como o apresentado acima não é razoável em razão do montante mínimo de despesas discricionárias necessário para o funcionamento da máquina pública. O exercício evidencia, portanto, não apenas a ausência de espaço no teto de gastos da União para a execução da despesa do Auxílio Brasil em R$ 600, mas as dificuldades impostas ao governo para a acomodação desse gasto no Orçamento”, conclui o RAF.

 

Déficit primário - Ainda segundo o documento, o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600 e as desonerações previstas no projeto de Lei Orçamentária Anual podem elevar o déficit primário da União a R$ 91,6 bilhões em 2023. “A principal renúncia consiste na prorrogação da desoneração de Cide e PIS/Cofins sobre os combustíveis e o gás de cozinha”, destaca a IFI. (Agência Senado) 

FOTO: Leonardo Sá / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 9,9 mil novos casos e 82 óbitos por Covid-19 em 24 horas

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (15/09) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou, em 24 horas, 9,9 mil novos casos da doença e 82 óbitos.

Acumulado - Desde o início da pandemia, o país acumula 34,5 milhões de casos confirmados e 685,2 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 33,7 milhões.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados (6 milhões) e 174,4 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,8 milhões de casos e 63,7 mil óbitos); Paraná (2,7 milhões de casos e 45,2 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,7 milhões de casos e 40,9 mil óbitos).

Vacinação - De acordo com o vacinômetro do Ministério da Saúde, 481,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 179,5 milhões da primeira dose; 160,9 milhões da segunda dose, além de 98,7 milhões da primeira dose de reforço e 32 milhões da segunda dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 653 novos casos e 12 óbitos no Paraná

saude II 15 09 2022De acordo com o Informe Epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (15/09) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná registrou 653 novos casos e 12 óbitos causados pela Covid-19, dos quais 166 casos nas últimas 24h. Assim, o Estado acumula, desde o início da pandemia, 2.731.458 casos confirmados e 44.993 mortes decorrentes da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (203), agosto (330), julho (58), junho (17), maio (6), fevereiro (13) e janeiro (3) de 2022; outubro (1), agosto (1), julho (1), abril (8) e março (1) de 2021; e dezembro (3), novembro (2), setembro (1), agosto (1), julho (2) e junho (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de agosto (2), julho (1), junho (2) e janeiro (1) de 2022; dezembro (1) e janeiro (1) de 2021; e setembro (1) e julho (3) de 2020.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Almirante Tamandaré (3), Telêmaco Borba (2), Guarapuava (2) e Curitiba (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Paranaguá, Fazenda Rio Grande e Cambé. (Com informações da Sesa)

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FOTO: Sesa

 


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