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SAÚDE IV: ANS divulga edição de janeiro do Boletim Covid-19

saude VI 26 01 2022A Ag√™ncia Nacional de Sa√ļde Suplementar (ANS) divulgou, nesta ter√ßa-feira (25/01), a edi√ß√£o de janeiro do Boletim Covid-19, com dados sobre o comportamento do setor de planos de sa√ļde durante a pandemia de Covid-19. A edi√ß√£o traz dados atualizados at√© dezembro de 2021, encerrando o calend√°rio anual do informe.

Benefici√°rios - O n√ļmero de benefici√°rios se aproxima da marca de 49 milh√Ķes, o que confirma o interesse dos brasileiros no acesso √† sa√ļde suplementar. A taxa de ocupa√ß√£o de leitos destinados para atendimento aos casos de Covid-19, que apontava queda cont√≠nua entre junho e outubro de 2021, mostrou pequeno aumento nos √ļltimos dois meses do ano.

Sinistralidade e inadimpl√™ncia - As informa√ß√Ķes econ√īmico-financeiras apresentam a sinistralidade no per√≠odo e a inadimpl√™ncia. Quanto √†s demandas dos consumidores, observa-se mais uma redu√ß√£o de reclama√ß√Ķes relacionadas √† Covid-19.

Monitoramento - O objetivo do Boletim Covid-19 √© monitorar a evolu√ß√£o de indicadores relevantes do setor de planos de sa√ļde nesse per√≠odo, subsidiando an√°lise qualificada da ag√™ncia reguladora e prestando mais informa√ß√Ķes √† sociedade.

Clique aqui para acessar a edi√ß√£o de janeiro do Boletim Covid-19 ‚Äď Sa√ļde Suplementar.

Evolu√ß√£o de benefici√°rios - O n√ļmero preliminar de benefici√°rios em planos de assist√™ncia m√©dica relativo a dezembro segue a tend√™ncia de crescimento observada desde julho de 2020. O total de 48.995.883 benefici√°rios representa aumento de 0,58% em rela√ß√£o a novembro. A taxa de ades√£o (entradas), considerando todos os tipos de contrata√ß√Ķes, √© superior √† taxa de cancelamento (sa√≠das) nos planos m√©dicos hospitalares. O tipo de contrata√ß√£o respons√°vel por esta superioridade √© o coletivo empresarial que se mant√©m, desde julho de 2020, com mais entradas do que sa√≠das de benefici√°rios.

Varia√ß√£o positiva - Considerando o tipo de contrata√ß√£o do plano e a faixa et√°ria do benefici√°rio, observa-se que a varia√ß√£o foi positiva para os benefici√°rios acima de 59 anos em todos os tipos de contrata√ß√£o ao longo dos meses de mar√ßo de 2020 at√© dezembro de 2021.

Informa√ß√Ķes assistenciais - A propor√ß√£o de leitos destinados para atendimento √† Covid-19 nos hospitais da amostra de operadoras segue a tend√™ncia de queda que vem se observando desde abril de 2021, atingindo 8%. A taxa mensal geral de ocupa√ß√£o de leitos, que engloba tanto atendimento √† Covid-19 como demais procedimentos, ficou em 72% em dezembro, cinco pontos percentuais acima do patamar observado em dezembro de 2019 (pr√©-pandemia).

Oscila√ß√£o - A ocupa√ß√£o de leitos comuns e de UTI para casos de Covid-19 sofreu queda significativa de junho a outubro de 2021, mas indicou leve aumento em novembro e dezembro de 2021, atingindo 43% no √ļltimo m√™s do ano.

Demais procedimentos - J√° a ocupa√ß√£o de leitos para atendimento a demais procedimentos mant√©m tend√™ncia de estabilidade que vem sendo observada desde mar√ßo de 2021, tendo ficado em 74% no m√™s de dezembro.

Exames e terapias - A busca por exames e terapias ficou 16,8% acima do patamar verificado em dezembro de 2019. Tal acr√©scimo pode estar refletindo o aumento da procura por exames de diagn√≥stico relacionados √† alta de casos de s√≠ndrome gripal em algumas regi√Ķes do Pa√≠s, al√©m de refletir o retorno da busca por atendimentos eletivos n√£o realizados ao longo da pandemia de Covid-19.

Influenza e √Ēmicron - De maneira geral, as varia√ß√Ķes nos indicadores apresentados parecem tamb√©m refletir o aumento dos casos de influenza e de Covid-19 (impulsionados pelas variantes H3N2 e √Ēmicron, respectivamente), no Brasil, no fim de 2021.

Detec√ß√£o de Covid-19 - Dos dados sobre realiza√ß√£o de exames de detec√ß√£o de Covid-19, destaca-se que, tanto o n√ļmero de exames de RT-PCR como os exames de pesquisa de anticorpos, seguem em queda no m√™s de outubro de 2021. Na compara√ß√£o com o mesmo per√≠odo de 2020, houve redu√ß√£o de 34% nos exames de RT-PCR e 87% para as pesquisas de anticorpos realizadas no setor.

Informa√ß√Ķes econ√īmico-financeiras - No encerramento de 2021, tanto o 3¬ļ quanto o 4¬ļ trimestre apresentam sinistralidade (despesas/receitas assistenciais) no mesmo patamar dos dois √ļltimos trimestres de 2019 (per√≠odo pr√©-pandemia), com leve aumento de um ponto percentual de novembro para dezembro do √ļltimo ano.

Taxa anual - Vale destacar que a taxa de sinistralidade anual em 2021 foi de 78%, sendo inferior √† de 2019 (81%). Ao comparar 2019 com 2021, observam-se mais operadoras com sinistralidade abaixo de 80% (47% x 54%), e menos operadoras com sinistralidade maior que 100% (8% x 7%). Em variadas √≥ticas (seja avaliando a sinistralidade atrav√©s da mediana ou do agregado, seja analisando a diferen√ßa entre receitas e despesas no agregado ou por benefici√°rio), se comparado com ano pr√©-pandemia, o saldo √© positivo para as operadoras da amostra no acumulado de 2 anos de pandemia. A ANS permanecer√° monitorando a evolu√ß√£o desses dados no setor.

Fluxo de caixa - Os dados de fluxo de caixa das operadoras n√£o devem ser confundidos com o √≠ndice de sinistralidade cont√°bil (divulgado na publica√ß√£o Prisma Econ√īmico-Financeiro da Sa√ļde Suplementar da ANS), mensurado por compet√™ncia e que segue metodologia pr√≥pria, usado para o c√°lculo do reajuste de planos individuais/familiares fixado pela ANS. As informa√ß√Ķes de fluxo de caixa, por sua agilidade de coleta, s√£o as adequadas para o c√©lere monitoramento dos efeitos da pandemia.

Estabilidade - Em dezembro de 2021, observou-se estabilidade no percentual de inadimplência de planos com preço preestabelecido se comparado com o mês anterior, assim como nos percentuais de inadimplência para planos coletivos. Já para os planos individuais/familiares, percebe-se aumento de dois pontos percentuais na comparação com novembro. Todos esses valores, porém, mantiveram-se próximos aos seus patamares históricos.

Demandas dos consumidores - Os dados de dezembro de 2021 mostram que houve redu√ß√£o de 14,6%, em compara√ß√£o ao m√™s anterior, e um aumento de 39,1%, em compara√ß√£o a dezembro de 2020, no total de reclama√ß√Ķes que foram pass√≠veis de intermedia√ß√£o pelo instrumento da Notifica√ß√£o de Intermedia√ß√£o Preliminar (NIP). Quanto √†s demandas relacionadas √† Covid-19, houve redu√ß√£o novamente. Em dezembro de 2021, a ANS registrou 307 reclama√ß√Ķes sobre o tema, o menor n√ļmero de queixas desde mar√ßo de 2020. Do total de queixas relacionadas ao coronav√≠rus, 48% dizem respeito a dificuldades relativas √† realiza√ß√£o de exames e tratamento para a doen√ßa. A intermedia√ß√£o de conflitos feita pela ANS, entre consumidores e operadoras, tem resolvido mais de 90% dessas reclama√ß√Ķes.

Portal - No portal da reguladora, é possível acessar o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Consulte o monitoramento di√°rio das demandas sobre Covid-19.

Sobre os dados - Para a an√°lise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informa√ß√Ķes coletadas em uma amostra de 48 operadoras que possuem rede pr√≥pria hospitalar. Para os √≠ndices econ√īmico-financeiros, foram analisados dados de 104 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e an√°lise de inadimpl√™ncia. Juntas, as operadoras respondentes para esses grupos de informa√ß√£o compreendem 73% dos benefici√°rios de planos de sa√ļde m√©dico-hospitalares. Adicionalmente, na constru√ß√£o do boletim, foram utilizados dados do Documento de Informa√ß√Ķes Peri√≥dicas (DIOPS), do Sistema de Informa√ß√Ķes de Fiscaliza√ß√£o (SIF) e o Sistema de Informa√ß√£o de Benefici√°rios (SIB). (ANS)

Confira as outras edi√ß√Ķes do Boletim Covid-19.

 

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