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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5159 | 21 de Setembro de 2021

TRIGO: Boa expectativa para a safra 2021

trigo Agencia de Noticias do Parana 21 09 2021Segundo o gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, a expectativa em relação à safra de trigo no Paraná é das melhores. “O potencial produtivo está ótimo nas lavouras que estão numa fase de desenvolvimento. Se não tivermos nenhum imprevisto climático, teremos uma safra recorde neste ano”. Turra estima que nesta safra deverão ser colhidos em torno de 8 milhões de toneladas no Brasil, de uma demanda de consumo próximo dos 12 milhões de toneladas. “Nossas cooperativas estimularam neste ano o cultivo do cereal. Elas possuem 10 moinhos instalados e necessitam de matéria-prima de qualidade. O trigo é uma excelente alternativa na safra de inverno, em especial para as regiões onde não há possibilidade do cultivo do milho safrinha. E tudo leva a crer que a combinação de safra cheia e bons preços animam o setor”, destacou.

Coopavel - Segundo matéria veiculada no portal G1, o presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, disse que o momento é propicio para o trigo. "Esse incentivo à produção de trigo está baseado em três pilares: primeiro, o pilar juro zero para a compra de insumos. Segundo: o preço de garantia do trigo de R$ 100 a saca. Terceiro pilar: levar o produtor a fazer seguro da safra", comentou Dilvo.

Incentivo - A cooperativa quer incentivar o produtor a usar terras que ficam ociosas durante o inverno. No Paraná, são pelo menos 2,5 milhões de hectares disponíveis para o plantio no período, mas só metade dessa área é usada. Na região de Cascavel, 400 mil hectares são utilizados para o plantio da soja e milho no verão. No inverno, apenas 250 mil hectares são utilizados. São 150 mil hectares que podem ser aproveitados para o plantio do trigo, o que aumentaria a renda do produtor e os ganhos da cooperativa.

Link - Para ler a matéria completa, acesse o link: https://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/noticia/2021/09/19/preco-em-alta-e-variedades-mais-resistentes-estimulam-producao-de-trigo-no-parana.ghtml

 

FOTO: AEN

 

MÍDIA: Reportagem destaca 300 vagas de empregos ofertadas por cooperativa no Oeste do Estado

midia 21 09 2021O jornal Bom Dia Paraná, exibido nesta terça-feira (21/09) pela Rede Paranaense de Comunicação (RPCTV), mostrou como a Lar está buscando preencher 300 vagas de emprego existentes em sua Unidade Industrial de Aves. Funcionários da cooperativa estão indo até os terminais de transporte público da cidade de Cascavel, no Oeste do Estado, e realizando o cadastro dos interessados. Há vagas para trabalhar no refeitório, lavanderia, manutenção, Controle de Qualidade, Recursos Humanos e, ainda, como encarregado de produção e assistente de produção. Clique aqui para conferir na íntegra a reportagem.  

Cooperativismo - Os empregos diretos gerados pelas cooperativas do Paraná passaram de 117.929 para 123.884, ou seja, crescimento de 5% no primeiro semestre deste ano. “Se comparado ao período de 12 meses, a variação chega a 9,9%”, frisa o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto. O ramo agropecuário representa 81% das vagas de trabalho do cooperativismo do Estado.

 

CAPACITACOOP I: Curso Cooperativismo de Plataforma já está no ar

capacitacoop I 21 09 2021Lançado na última terça-feira (14/09), durante a programação da Semana Inovacoop, o curso Cooperativismo de Plataforma já pode ser acessado na maior plataforma de formação profissional do cooperativismo brasileiro – a Capacitacoop. O curso que acaba de ser disponibilizado é gratuito e pode ser feito por todos os interessados em transformar a realidade de sua cooperativa de origem, utilizando, para isso, tudo o que já é uma tendência ao redor do mundo.

Estímulo - Aqui no Brasil o cooperativismo de plataforma ainda engatinha, por isso, o Sistema OCB decidiu estimular o fortalecimento desse modelo, por meio de um curso totalmente voltado ao que há de mais moderno, vantajoso e possível para a realidade do nosso país.

Instrutor - O curso será ministrado pelo professor e diretor da Escoop, Mario de Conto e a ideia é preparar as cooperativas para atuarem com mais força e resultados nesse mundo dos aplicativos e plataformas.

Conteúdo - Segundo o professor, o objetivo é apresentar a economia de plataforma, as profundas transformações que ela vem acarretando e propor – por meio do cooperativismo de plataforma – um modelo em que a propriedade e a gestão da plataforma é de seus usuários. “Faremos isso por meio da apresentação de conceitos e, também, de práticas mapeadas em diversos países. Queremos, ao final, apresentar ferramentas que auxiliem as coops já constituídas e grupos interessados a estabelecer plataformas estruturadas sob os princípios do cooperativismo”, explica Mário de Conto.

Módulos - Para isso, o curso está estruturado em quatro módulos:

Módulo 1: Capitalismo de Plataforma: Aborda as transformações do capitalismo, o surgimento da economia de plataforma e seus aspectos (criação de valor e efeitos de rede) e, também, como essa estratégia pode ser incorporada pelas coops. Apresenta, ainda, a tática das plataformas, provocando a reflexão a respeito das estratégias que podem ser adotadas. Utilizam-se exemplos de empresas brasileiras que utilizam a estratégia de plataformização.

Módulo 2: Cooperativismo de Plataforma: Contextualiza o cooperativismo de plataforma. Apresenta conceituação e classificações. Aborda a Legislação brasileira no que diz respeito às formas de financiamento, governança digital, escala e cooperativa multistakeholder.

Módulo 3: Cases de cooperativas de plataformas: Apresentação de cases de Cooperativas de Plataforma e sua contextualização segundo o Direito brasileiro, apontado desafios e oportunidades. Cases: Stocksy, Mensakas, Coopcycle, UpandGo e Fairbnb.

Módulo Extra: Geração de Modelo de Negócios: Aborda as possibilidades de elaboração de modelo de negócios considerando a natureza e os princípios das organizações cooperativas e as características dos negócios de plataforma. Apresenta a ferramenta de geração de modelo de negócios customizada para proposição de cooperativas de plataforma.

Links úteis

O que é: clique aqui.

Desafios e cases de sucesso: clique aqui.

Entrevista com Mário De Conto sobre cooperativismo de plataforma: acesse por aqui.

Acesse o curso por aqui.

(OCB)

 

CAPACITACOOP II: Aberto o curso de formação de conselheiros fiscais

capacitacoop 21 09 2021A maior plataforma de formação profissional do cooperativismo brasileiro – a Capacitacoop – tem uma novidade a partir desta segunda-feira (20/09): o curso de formação de Conselheiros Fiscais para Sociedades Cooperativas. O curso é gratuito e tem por objetivos: aprimorar a atuação dos conselheiros fiscais e preparar novos conselheiros para os desafios do cargo. O curso está organizado em cinco módulos:

Direito e Legislação: explora o marco jurídico próprio que norteia o cooperativismo e as especificidades aplicadas em cooperativas no Direito brasileiro e comparado. Estuda a estrutura jurídica dos estatutos sociais, associados, assembleias gerais, órgãos de administração e fiscalização, bem como os aspectos legais da governança corporativa, as responsabilidades e competências do Conselho Fiscal.

Governança, Riscos e Compliance (GRC): Explora a estrutura de governança cooperativa: papéis e relacionamento entre os diversos órgãos (associados, conselho fiscal, gestão executiva, comitês/núcleos/conselhos consultivos, auditorias). Detalha e compara as responsabilidades e atribuições da auditoria interna e externa, bem como as competências do Conselho Fiscal e introduz aspectos da gestão de risco e compliance.

Contabilidade e Análise de Resultados: oferece uma visão ampla sobre os reflexos da Lei nº 5.764/71 na contabilidade das coops, bem como da ITG 2004. Possibilita um ambiente para análise e compreensão das principais peça contábeis que integram a contabilidade societária. Explora as diferenças entre a contabilidade societária, gerencial e fiscal. Explora a tomada de decisão com base em indicador operacionais, indicadores de rentabilidade, indicadores de estrutura e liquidez.

Conduta do Conselheiro Fiscal: explora o processo de comunicação com diferentes partes interessadas. Oferece uma discussão sobre as dificuldades e dilemas no exercício da função, com uma reflexão sobre aos aspectos éticos do conselho fiscal.

Instrumentos Práticos do Conselho Fiscal: discute o regimento do conselho fiscal e a documentação para fins de comprovação da atuação. Explora o plano de trabalho e a elaboração dos pareceres.

Pré-requisitos - É recomendável que o aluno tenha conhecimento básico sobre cooperativismo e sobre a Lei nº 5.764/71 (Lei do Cooperativismo). O aluno precisa de conexão à internet, para acessar as aulas por meio de computadores, celulares ou tablets.

Certificado - Os alunos que concluírem o curso terão direito ao Certificado de participação emitido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

Acesse - Para participar do curso, inscreva-se aqui. (OCB)

 

CASTROLANDA: Programa Crescer e Cooperar incentiva cooperativismo nas escolas

castrolanda 21 09 2021Educação, formação e informação fazem parte de um dos princípios do cooperativismo. A Castrolanda atua com projetos para fortalecer este princípio e é a pioneira no setor do agronegócio brasileiro a implementar as cooperativas escolares nas regiões onde atua. No mês de setembro, a cooperativa retomou as atividades presenciais do Programa Crescer e Cooperar, que trabalha os princípios do cooperativismo nas escolas de ensino fundamental I e II e ensino médio.

Treinamento - Na última semana, os professores das instituições Escola Evangélica da Comunidade de Castrolanda, Colégio Emília Erichsen e Colégio Estadual do Campo Profª. Fabiana Pimentel passaram por treinamento para implementação das atividades de cooperativa escolar.

Como começou - O Programa Crescer e Cooperar teve início em 2015, em uma iniciativa da Comissão Mulher Cooperativista da Castrolanda, que identificou que não existia nenhum programa da Cooperativa voltado a alunos e crianças. Então, buscaram informações, realizaram briefing, viagens de conhecimento e trouxeram a primeira parceira: a Escola Evangélica da Comunidade de Castrolanda. A partir de um projeto piloto, foi fundada a primeira cooperativa escolar em 2018, nomeada CoopEECC.

Processo - A cooperada Analúcia Litzinger Gomes, uma das idealizadoras do programa, conta como foi o processo para implementação na primeira escola. “No começo, fizemos algumas visitas, conhecemos lugares e, junto à escola, estruturamos o projeto piloto, algo diferente daquilo que eles estavam habituados a fazer durante as aulas, e tivemos uma adesão muito boa”.

Sociedade - Analúcia destaca que o Crescer e Cooperar incentiva a participação dos estudantes nas questões da sociedade. “O programa é extremamente importante para o desenvolvimento de crianças e adolescentes para que sejam mais cooperativistas mesmo, participem e desenvolvam maneiras de atuarem na sociedade e serem protagonistas de suas histórias”.

Como funciona o programa - As atividades do Crescer e Cooperar são realizadas em período de contraturno escolar, conforme explica o Analista de Cooperativismo, Jhonatan Bonfim, que também já atuou como professor orientador do programa e possui experiência em cooperativa escolar. “Nós temos um professor que faz toda a condução dentro da escola. As atividades precisam atender aos princípios do cooperativismo, iniciando pela livre adesão, ou seja, o programa é para aquele aluno que realmente quer participar”.

Online - Em razão da pandemia de Covid-19, as atividades da primeira cooperativa escolar da região, na Escola Evangélica, estavam sendo realizadas de forma online, inclusive a Assembleia Geral Ordinária (AGO).

Lançamento - Na última sexta-feira (17/09), com a retomada das atividades presenciais, o programa lançou o 1º Material Metodológico construído pela Castrolanda e que servirá como base para os professores responsáveis e os alunos da CoopEECC apresentaram aos Professores Orientadores das demais instituições parceiras as tarefas realizadas dentro da escola.

Interesse - As escolas que tiverem interesse em conhecer mais sobre o Programa Crescer e Cooperar podem entrar em contato com o setor de Cooperativismo pelo e-mail cooperativismo@castrolanda.coop.br. ou pelos telefones (42) 99109-9986 - Jhonatan Bonfim ou (42) 99129-3268 - Ananda Chuproski.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COCAMAR I: Cooperativa participa do VII Simpósio ILPF do Estado de SP

cocamar I 21 09 2021Representada pelo gerente técnico Emerson Nunes, responsável pelo programa de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), áreas de renovação sustentável e diversificação de negócios, a Cocamar participou na quarta e quinta-feira da última semana (dias 15 e 16/09) do VII Simpósio ILPF do Estado de São Paulo, promovido em formato virtual.

Especialistas - A promoção foi da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Grupo de Estudos Luiz de Queiroz (Gelq) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), reunindo especialistas que trataram de vários temas em dois módulos, tendo como público-alvo profissionais da área, pesquisadores, estudantes, produtores e empresas.

Papel do técnico - O gerente técnico da cooperativa foi um dos palestrantes no segundo módulo, no dia 16, em que discorreu sobre o papel do técnico no sistema ILPF.

Fundamental - “O engenheiro agrônomo tem o papel fundamental em levar o conhecimento técnico, resultado da pesquisa e da ciência, ao produtor rural, realizando todo o planejamento quando se pretende fazer a implementação do sistema”, afirma Nunes, salientando que o programa de intensificação sustentável precisa ser conduzido com critérios.

Assistência contínua - “Sem a orientação e o acompanhamento especializados, as chances de insucesso são grandes”, adverte. Ao longo de mais de 20 anos, a experiência da Cocamar nesta área demonstra que os casos bem-sucedidos e que estão no processo há muito tempo, contaram com a assistência técnica contínua prestada pela cooperativa na propriedade. E deixa claro: “É muito importante a incorporação dos resultados da pesquisa, ao longo dos anos, para que esse processo tenha efetividade”.

Dia 15 - No primeiro módulo foram abordados “Indicadores de saúde do solo em ILPF”, com o especialista George Brown, da Embrapa Florestas; “Biodiversidade de controle biológico em ILPF (a cargo de Raphael de Campos Castilho, da Esalq/USP; “Pecuária de baixo carbono” (Roberto Giolo, Embrapa Gado de Corte); Novos mercados para ILPF (Rafael Vivian, Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia) e uma mesa redonda coordenada por Alberto C. de Campos Bernardi (Embrapa Pecuária Sudeste).

Dia 16 - O segundo módulo contemplou “Efeito poupa terra por meio de adoção de ILPF” (Geraldo Bueno Martha Jr, Embrapa Informática); “Sistema Antecipe” (Décio Karam, Embrapa Milho e Sorgo); “ILPF: da ciência à prática, visão do pesquisador e produtor (Abílio R. Pacheco, Embrapa Florestas); “O papel do técnico no sistema ILPF” (Emerson da Silva Nunes, Cocamar); “Fazenda Santa Silvéria: ILP aplicada à produção animal (Fúlvio Domeneck, Fazenda Santa Silvéria) e mesa redonda sob a coordenação de José Ricardo Pezzopane (Embrapa Pecuária Sudeste). (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Novidades em agricultura digital ganham terreno entre cooperados

cocamar II 21 09 2021Várias novidades em tecnologias, que são um desdobramento da agricultura de precisão, estão sendo implementadas pela Cocamar e sua rede de concessionárias John Deere na semeadura da safra de soja da temporada 2021/22, que começou nos últimos dias em diversas regiões.

Herbicidas em taxa variável - O engenheiro agrônomo Vítor Palaro, coordenador de Agricultura Digital da cooperativa, conta que uma delas é a aplicação de herbicidas com taxa variável, em que o equipamento pulveriza somente onde são detectadas ervas daninhas, o que gera mais eficiência na operação e uma economia na demanda por herbicidas que pode chegar a 60%.

Vant - Esse trabalho, explica Palaro, é desenvolvido em parceria com a empresa Xárvio, a qual lança mão de um Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) para o mapeamento da área, visando a orientar a pulverização. A tecnologia já conta com mais de 3 mil hectares prospectados para implementar a técnica em regiões da cooperativa.

Plantio em linha - Outra novidade é o plantio em linha empregando, igualmente, o Vant para a execução do mapeamento altimétrico das áreas. Para isso, explica Palaro, os tratores devem estar equipados com piloto automático e a região ser servida por sinal RTK ((Real Time Kinematic) baseado na transmissão instantânea de dados de correções dos sinais de satélite. O objetivo é que haja um tráfego controlado de máquinas na lavoura, de forma a reduzir a compactação do solo. Cerca de 9,7 mil hectares já estão sendo trabalhados com plantios em linha nas regiões da cooperativa.

Drones - Por fim, a aplicação de defensivos com drones, iniciada na última safra nas regiões da cooperativa, deve ser incrementada neste ano. “Ao avaliarem a economia que obtém, entre outros benefícios, os produtores estão cada vez mais interessados por essa forma de pulverização”, completa o coordenador. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Um ano do CoopConecta é comemorado com atividades para crianças e adultos

Uma série de eventos presenciais e abertos ao público comemora o primeiro ano de atividades do Espaço CoopConecta do Sicredi União PR/SP, em Londrina (PR). As atividades ocorrem esta semana e todas são abertas ao público e gratuitas, começando nesta terça-feira (21/09), com uma Oficina de Casinhas de Madeira, das 14 às 17 horas. Na quarta e quinta-feira (22 e 23/09) também terão atividades no período da tarde, com oficinas de Jogos em Papel e de Brigadeiro, respectivamente.

Bate-papo - Em todos os dias, gerentes das agências farão um bate-papo, de forma bem lúdica, sobre planejamento financeiro, investimentos e empreendedorismo. Ainda nesta terça-feira, às 18h30, os experts Marcos Kumura e Alexandre Farina participam de um bate-papo com o sugestivo título: “Como fazer o certo em um mundo incerto? A inteligência de negócios nas empresas”. Para participar, basta fazer a inscrição pelo whatsapp (43) 3294-7800. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COMÉRCIO EXTERIOR: Superávit da balança sobe 40,3% e chega a US$ 54,52 bilhões no ano

comercio exterior 21 09 2021A balança comercial atingiu superávit de US$ 54,52 bilhões no acumulado do ano, até a terceira semana de setembro, com alta de 40,3% pela média diária, sobre o período de janeiro a setembro de 2020. Já a corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 352,30 bilhões, com crescimento de 36,7%. As exportações em 2021 já somam US$ 203,41 bilhões, com aumento de 37,2%, enquanto as importações subiram 36,1% e totalizam US$ 148,89 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20/09) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.  

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações cresceram 38,9% e somaram US$ 14,47 bilhões, enquanto as importações subiram 60,6% e totalizaram US$ 12,06 bilhões. Dessa forma, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,41 bilhões, em queda de 17,1%, e a corrente de comércio alcançou US$ 26,53 bilhões, subindo 48%.

Terceira semana de setembro - Apenas na terceira semana de setembro, as exportações somaram US$ 5,411 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 5,035 bilhões. Assim, a balança comercial registrou o superávit de US$ 376 milhões e a corrente de comércio alcançou US$ 10,446 bilhões.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana deste mês (US$ 1,205 bilhão) com a de setembro de 2020 (US$ 867,78 milhões), houve crescimento de 38,9% em razão do aumento nas vendas da Indústria Extrativista (+31,6%), da Indústria de Transformação (+45,9%) e da Agropecuária (+27,4%).

Indústria Extrativista - Na Indústria Extrativista, os destaques para o aumento das exportações foram as vendas de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+79,1%); minério de ferro e seus concentrados (+12,9%); outros minerais em bruto (+54,8%); minérios de cobre e seus concentrados (+4,6%) e pedra, areia e cascalho (+28,6%).

Indústria de Transformação - Já na Indústria de Transformação, o crescimento foi puxado pelas vendas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+127,6%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+191,4%); produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+167%); carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+77,8%) e ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (+115,7%).

Produtos agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações refletiu, principalmente, o crescimento nas vendas de soja (+85,8%); café não torrado (+15,8%); madeira em bruto (+383,5%); arroz com casca, paddy ou em bruto (+384,9%) e especiarias (+39,5%).

Importações no mês - Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro de 2021 (US$ 1,005 bilhão) ficou 60,6% acima da média de setembro do ano passado (US$ 625,71 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras da Indústria de Transformação (+54,5%), da Agropecuária (+42,5%) e, também, de produtos da Indústria Extrativista (+272,2%).    

Maiores compras - Na Indústria de Transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+129,8%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+264%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+75,3%); partes e acessórios dos veículos automotivos (+72,5%) e motores e máquinas não elétricos, e suas partes, exceto motores de pistão e geradores (+130,1%).

Alta - Na Agropecuária, a alta ocorreu, principalmente, pela compra de milho não moído, exceto milho doce (+361,8%); trigo e centeio, não moídos (+26,7%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+96,8%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+143,7%) e soja (+40,9%).

Itens - Por fim, na Indústria Extrativista a alta nas importações se deve, principalmente, à compra de gás natural, liquefeito ou não (+606,9%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+183,9%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+243,8%); minérios de cobre e seus concentrados (+140,9%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (+238,2%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança 

FOTO: Pixabay

 

NEGÓCIOS: Paraná lança missão internacional que vai a Dubai apresentar Estado e atrair novos investimentos

negocios 21 09 2021Promover as vocações do Paraná para o mundo. Essa é a premissa da missão técnica-comercial Paraná Business Experience 2021, que de 10 a 16 de outubro vai colocar o Estado no centro das atenções de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Lançada oficialmente nesta segunda-feira (20/09), a missão vai levar representantes do Paraná à Expo Dubai, exposição internacional que concentra mais de 190 países em 181 dias de evento e espera receber 25 milhões de visitantes.

Protagonista - O Estado será o protagonista do Pavilhão do Brasil ao longo da semana, com uma exposição imersiva que apresenta o Paraná a seus visitantes, do potencial agroindustrial e de geração de energia aos roteiros turísticos e parcerias em diversas áreas da gestão pública. Paralelamente à mostra, a agenda prevê rodadas de negócios para atrair novos investimentos, nos mesmos moldes dos Paraná Day que ocorreram na Espanha, no México e nos Estados Unidos.

Comitiva - A comitiva é composta por representantes do Governo do Estado, de municípios paranaenses e de empresas que almejam expor sua marca e captar novos investimentos no Exterior – elas também são as patrocinadoras da missão. O evento, que deveria ter ocorrido em 2020, também celebra a reabertura econômica no pós-pandemia.

Oportunidade - “Essa é a maior feira de exposições do mundo, e uma ótima oportunidade para o Paraná apresentar todo o seu potencial de produção. Não vamos fazer apenas uma apresentação, mas buscar a chance de fecharmos novos negócios. Queremos trazer investimentos, indústrias, parceiros, e queremos que os empresários paranaenses também possam vender seus produtos para outros países. Para isso, estamos levando a maior comitiva que o Estado montou com empresários nos últimos 30 anos”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior no evento de lançamento, realizado no Palácio Iguaçu. Ele também será o líder da missão.

Relacionamento - O embaixador dos Emirados Árabes Unidos no Brasil, Saleh Alsuwaidi, comemorou a programação paranaense e reforçou o potencial comercial da relação bilateral. “Essa é uma importante oportunidade de impulsionar o relacionamento entre os Emirados Árabes Unidos e o Paraná. Além da participação da semana do Paraná no pavilhão brasileiro, a Expo Dubai tem duração de seis meses, o que estende as oportunidades de contato entre as comunidades”, ressaltou. O diplomata participou do lançamento por videoconferência.

Rodadas de negócios - As rodadas de negócios do Paraná Business Experience serão realizadas nos dias 11 e 12 de outubro com potenciais interessados, como fundos de investimentos, empresas internacionais e traders. Na programação, elas são divididas entre setores estratégicos para o desenvolvimento sustentável: automotivo; agronegócio; alimentos e bebidas; papel, madeira e celulose; bem-estar; e infraestrutura e tecnologia da informação; além de uma agenda específica para os municípios.

Evento principal - “O evento principal é a Expo Dubai 2020, onde o Paraná assume o Pavilhão do Brasil durante uma semana. Mas estamos indo para fazer negócios. Por isso, ao mesmo tempo em que estamos contando a história do Paraná na exposição, nós planejamos um evento paralelo muito ousado em que vamos fazer com que empresas, investidores e fundos façam novas conexões”, explicou Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná, autarquia responsável pela ponte com a organização do evento, feita pela Apex Brasil.

Cidades - Além das empresas interessadas, fazem parte da comitiva oito cidades: Ponta Grossa, Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Londrina, Maringá e Pato Branco. Durante a missão, elas terão oportunidades específicas de mostrar suas vocações e potencialidades.

Momento especial - A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, ressaltou que essa é uma das primeiras grandes oportunidades do município se mostrar ao mundo. “Somos um grande produtor de grãos, temos comércio forte, serviços e indústrias de ponta. Acredito que, nessa retomada pós-pandemia, temos um momento especial para mostrar isso ao mundo”, disse.

Agenda - A agenda oficial da comitiva começa no dia 9 de outubro com um encontro com o embaixador brasileiro nos Emirados Árabes Unidos. Um dia depois será a cerimônia de abertura da semana do Paraná no Pavilhão do Brasil e a primeira apresentação do espetáculo de projeção mapeada que integra a programação do Estado no local.

Rodadas de negócios - Nos dias 11 e 12, no hotel Crowne Plaza, serão realizadas as rodadas de negócios. Na sequência, ao longo dos dias 13 e 14, estão previstas visitas a outros pavilhões da Expo Dubai, além da participação no evento internacional Global Forum Africa, que reúne investidores de diferentes países africanos. Já no dia 15, a agenda é de networking nos pavilhões da Expo Dubai.

Pavilhão do Paraná - A Expo Dubai 2020 será realizada entre 1º de outubro de 2021 e 31 de março de 2022, e terá como tema a frase “Conectando Mentes, Criando o Futuro”. Os países participam com pavilhões que representam suas nações, divididos em três distritos: Oportunidade, Mobilidade e Sustentabilidade.

Pavilhão do Brasil - O Pavilhão do Brasil, que integra a área da sustentabilidade, terá 4.380 metros quadrados. O Paraná será o primeiro estado a assumir o espaço brasileiro na feira, que tem como objetivo mostrar o desenvolvimento tecnológico dos países e discutir as perspectivas do futuro da sociedade.

Conceito - O conceito da exposição paranaense é batizado de “Wow! All Around”, frase em inglês equivalente a “surpresa por toda parte” e que sugere as diversas formas de encantamento que o Estado pode proporcionar a quem o conhece.

Espetáculo - Isso toma forma através de um espetáculo artístico dividido em 18 atos que englobam diferentes aspectos da história. A história começa com o descobrimento do Paraná através do Litoral, e segue de Leste a Oeste, do Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu. Assim, os atos do espetáculo destacam diversas qualidades do Estado, como sua natureza, cultura, indústria, agronegócio, indústria, logística, educação, entre outros.

Presenças - Compareceram ao evento o vice-governador Darci Piana; o diretor superintendente da Rede Brasileira para o Desenvolvimento da Metrologia, Tecnologia e Qualidade, Celso Romero Kloss; os secretários estaduais Guto Silva (Chefe da Casa Civil), Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); Giancarlo Rocco, diretor de Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná; o presidente da Sanepar, Claudio Stabile; o presidente da Tecpar, Jorge Callado; Keli Guimarães, vice-presidente do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social do Paraná (Cedes); Luiz Henrique Fagundes, coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Paraná; Fernando Furiatti, diretor-geral do DER-PR; Borges da Silveira, diretor administrativo do BRDE; Luiz Fernando Garcia da Silva, diretor-presidente da Portos do Paraná; Sebastião Motta, vice-presidente da Junta Comercial do Paraná; o diretor-geral da Emirates no Brasil, Stephane Perard; o assessor político da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos no Brasil, Paulo Rebello; os deputados estaduais Artagão Junior, Alexandre Amaro e Dr. Batista; os prefeitos de Maringá, Ulisses Maia, e de Pato Branco, Robson Cantu; o diretor de Assuntos Internacionais de Foz do Iguaçu, Jihad Abu Ali; o presidente da Federação da Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Fernando Moraes; Letícia Yumi, gerente de relações governamentais da Fiep; além de outras autoridades e de representantes das empresas patrocinadoras. De forma virtual, também participaram o diplomata do Escritório de Representação do Ministério de Relações Exteriores, Paulo Fernando Pinheiro Machado, e o superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

CONAB: Novo levantamento da safra de café estima produção de 46,9 milhões de sacas

conab 21 09 2021O país deverá produzir aproximadamente 46,9 milhões de sacas de café beneficiado, de acordo com o 3º Levantamento da Safra 2021 do produto, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (21/09). O número representa uma diminuição de 25,7% em relação ao resultado da safra de 2020. A área em produção, por sua vez, é atualmente estimada em 1,8 milhão de hectares, 4,4% menor que a safra anterior.

Colheita - O levantamento da Conab ocorreu em um momento em que mais de 95% das áreas plantadas já foram colhidas. O resultado da pesquisa de campo confirma, portanto, uma redução considerável na produção, em comparação à safra anterior, que foi considerada recorde. Além dos efeitos fisiológicos da bienalidade negativa, observados em diversas regiões produtoras neste ciclo, os motivos para a redução também incluem as condições climáticas adversas de seca em muitas localidades e as geadas, que ocorreram em junho e julho. Estes fatores influenciaram tanto para redução do rendimento médio como para a diminuição da área em produção.

Arábica - A produção de café arábica está estimada em 30,7 milhões de sacas, 36,9% a menos se comparado ao volume produzido na safra anterior. O conilon, por sua vez, deve alcançar uma produção de 16,15 milhões de sacas, o que indica um aumento de 12,8% sobre o resultado obtido em 2020.

Produção regional - O café é uma das culturas que possui a característica da bienalidade. Isso significa que um ano a cultura produz um maior número de frutos, o que exige da planta mais nutrientes. Em decorrência deste fato, no ano seguinte ela recompõe suas estruturas vegetais e reservas, reduzindo sua produção. Por causa da bienalidade negativa, os efeitos fisiológicos nas lavouras ficam mais latentes na fase de produção, especialmente para o café arábica, que é mais sensível a este fenômeno se comparado ao café conilon.

Estados - Neste contexto, com relação aos estados produtores, Minas Gerais deverá alcançar 21,4 milhões de sacas, uma redução de 38,1% em comparação a 2020. Já a estimativa de colheita para o Espírito Santo deve ser de pouco mais de 14 milhões de sacas, 11 milhões para conilon e 3 milhões para arábica. Em seguida vem o estado de São Paulo, com produção estimada em 4 milhões de sacas de café arábica. Isso representa uma redução de 35,1%, em comparação à safra anterior, que chegou a pouco mais de 6 milhões de sacas.

Mais - A Bahia deverá produzir quase 3,5 milhões de sacas, 13% a mais que no ano de 2020. Rondônia vai colher quase 2,2 milhões de sacas, um decréscimo de 11,3%. No Paraná, a produção está estimada em quase 873 mil sacas de café. O Rio de Janeiro, por sua vez, tem produção esperada de 236 mil sacas, redução de 36,4%. Em Goiás serão 212 mil sacas, 14,4% a menos do que em 2020. Finalmente, Mato Grosso deverá produzir 194 mil sacas.

Aumento - Diferentemente dos demais estados, o Mato Grosso representou um aumento de 22,6% em relação à safra anterior. Isso se deve a uma mudança no sistema de produção do estado, que passa por transformações, com o predomínio de novos materiais propagativos e maiores investimentos na cafeicultura estadual.

Mercado - Após o recorde de 43,9 milhões de sacas de 60 kg na exportação brasileira de café em 2020, os volumes exportados no acumulado dos oito primeiros meses de 2021 atingiram um patamar ainda mais elevado do que o observado em igual período do ano passado. De janeiro a agosto de 2021, o Brasil já exportou cerca de 28,4 milhões de sacas de 60 kg em equivalente de café verde, um aumento de 8,7%. Essas exportações tendem a continuar aquecidas em razão da valorização do café no mercado internacional e da taxa de câmbio elevada no Brasil.

Limitação - No entanto, há uma limitação na disponibilidade interna em razão da queda da produção de café em 2021. Somado a este fator, há uma grande preocupação com a produção a ser colhida em 2022, em razão da seca prolongada e da ocorrência de geadas neste inverno. O cenário de incerteza quanto à oferta futura deixa muitos produtores retraídos e afastados do mercado, dosando a oferta de seus estoques diante da expectativa de preços mais atrativos no futuro. Além dos problemas climáticos sobre a produção, o patamar elevado das exportações acentua ainda mais a restrição da oferta interna e o aumento dos preços no mercado doméstico.

Preços - Com relação ao aumento dos preços do café arábica, este decorre principalmente da quebra da produção no Brasil em 2021 e da estimativa de crescimento da demanda global no ciclo 2021/22, em razão do avanço do controle da pandemia de Covid-19 em importantes polos consumidores, como Europa e Estados Unidos. Nesse cenário de forte valorização do arábica, a indústria tende a ampliar a demanda pelo café robusta para reduzir o custo na produção dos blends. (Conab)

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 3° Levantamento da Safra de Café 2021.

 

ECONOMIA I: Copom inicia sexta reunião do ano para definir juros básicos

economia I 21 09 2021O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (21/09), em Brasília, a sexta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, e deve repetir os aumentos promovidos nos últimos quatro encontros. Nesta quarta-feira (22/09), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Aumento - Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 5,25% ao ano para 6,25% ao ano nesta reunião. A expectativa de alta está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa fique em 8,25% ao ano.

Patamar - Os membros do Copom também sinalizaram, na ata da última reunião, que devem manter a elevação da Selic no mesmo patamar de 1 ponto percentual, mantendo uma política monetária mais contracionista diante da piora recente dos índices de preços.

Ciclo de alta - Dessa forma, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Alterações - Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março deste ano, quando avançou para 2,75% ao ano e, no início de maio, foi elevada para 3,5% ao ano. Em junho e agosto, subiu para 4,25% ao ano e 5,25% ao ano, respectivamente.

Taxa Selic - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela também é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Variação - Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Reunião - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta - Para 2021, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Relatório - No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país, fecharia o ano em 5,82% no cenário base, com Selic em 6,25% ao ano e câmbio partindo de R$ 5,05. O novo relatório será divulgado na semana que vem, com a previsão mais atual considerando a taxa Selic que será definida pelo Copom nesta semana e os aumentos inflacionários dos últimos meses.

Aumento - Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.

Projeção - A projeção do mercado é de uma inflação fechando o ano em 8,35%, de acordo com o último boletim Focus. É a 24ª alta consecutiva da previsão das instituições financeiras. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ECONOMIA II: Começam a valer novas alíquotas do IOF

As novas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que começaram a valer nesta segunda-feira (20/09), aumentam o custo do crédito para empresas e famílias. O aumento, que é de 36%, vai ser cobrado até o dia 31 de dezembro de 2021 e incidirá sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos e valores mobiliários. O objetivo do governo é custear o Auxílio Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família.

O que é o IOF - O IOF é um imposto cobrado pelo governo em alguns tipos de transações financeiras. Ele é composto por duas alíquotas diferentes: a diária e a fixa que incidem sobre operações de crédito, câmbio (compra e na venda de moeda estrangeira, como o dólar), de seguro realizadas por seguradoras, relativas a títulos ou valores mobiliários e também em operações com ouro.

Custo efetivo total - Isto significa que, quando o imposto aumenta, mais caro fica o custo efetivo total de cada uma das operações.

Incidência - No caso do decreto publicado pelo governo no Diário Oficial da União, o aumento da alíquota do IOF vai incidir nas operações de operações de crédito (como empréstimo e financiamento). O aumento também será aplicado em operações de financiamento para aquisição de imóveis não residenciais, em que o mutuário seja pessoa física.

Pessoas físicas- Para as pessoas físicas a alíquota passa de 3% ao ano (diária de 0,0082%) para 4,08% ao ano (diária de 0,01118%). Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% (atual alíquota diária de 0,0041%) para 2,04% (diária de 0,00559%).

Exemplo - Ou seja, a nova tarifa vai ser aplicada, por exemplo, quando alguém entrar no cheque especial ou atrasar a fatura do cartão e em financiamentos.

Alíquota diária - Vale destacar que os novos valores serão cobrados apenas na alíquota diária dessas operações de crédito. Nesses casos, a base de cálculo é o valor do principal de cada liberação.

Rotativo - Um exemplo: quem cair no rotativo do cartão de crédito será cobrado em 0,38% do valor mais uma taxa diária de 0,01118%. A mesma alíquota será aplicada no empréstimo consignado e no cheque especial.

De fora - Outro ponto importante é que o decreto deixa de fora da cobrança das novas alíquotas as pessoas jurídicas do Simples Nacional. Para elas, permanece a atual alíquota para operações diárias de crédito, que 0,00137% ao dia. (Agência Brasil)

MERCADO FINANCEIRO: Crise da empresa chinesa Evergrande faz bolsas do mundo despencarem

mercado financeiro 21 09 2021Notícias sobre um possível calote da gigante do mercado de incorporações e construção civil chinesa Evergrande - que atualmente possui a maior dívida de ativos do mundo, mais de US$ 300 bilhões - balançaram nesta segunda-feira (20/09) os mercados mundiais e geraram uma fuga ainda maior de capital da empresa.

Ações - As ações da Evergrande, que é responsável por cerca de 3,8 milhões de empregos em vários países, caíram 10,24% após o anúncio de que os juros da dívida da empresa não seriam pagos aos credores, e fecharam o dia em US$ 2,28 - uma queda acumulada de 84,7% desde o início do ano.

Wall Street - Em Wall Street, as principais empresas de tecnologia registraram queda nos valores das ações. Apple, Google (Alphabet), Tesla e Amazon figuram como principal influência negativa do dia, tanto no índice de tecnologia quanto no S&P 500. O Dow Jones fechou o dia com queda de 1,79% e a Nasdaq recuou 2,17%.

Brasil - No Brasil, o impacto do calote fez o Ibovespa despencar para o menor nível dos últimos 10 meses, fechando o dia em 108.843 pontos - uma queda de 2,33%.

Temores - Segundo a agência de notícias Reuters, o calote da Evergrande criou temores de uma crise imobiliária chinesa que pode trazer consequências de larga escala para a economia global, parecida com a crise em 2008 gerada pela bolha imobiliária nos Estados Unidos.

Dólar - Impulsionado pelo temor de uma crise generalizada, o dólar apresentou alta de 0,78%, e fechou o dia cotado a R$ 5,32. Este é o maior valor da moeda norte-americana desde 23 de agosto, quando foi cotada a R$ 5,38. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

PLN 12/21: Orçamento 2022 terá 67 novos investimentos com R$ 997 milhões

pl 21 09 2021O Projeto de Lei Orçamentária de 2022 (PLN 19/21) encaminhado pelo Poder Executivo, conta com 67 novos investimentos, que juntos somam R$ 997 milhões. Isto corresponde a quase 4% do valor total das 638 ações de investimentos para o ano que vem, que juntas somam R$ 25,658 bilhões.

Destinação - Investimentos incluem obras ou a compra de equipamentos, maquinário e veículos. Os dados são do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), somando recursos do orçamento fiscal e da seguridade social. As emendas parlamentares ainda podem aumentar o volume de investimentos e a quantidade de ações.

Perdas e ganhos - Dos 425 investimentos em andamento, que contam com uma dotação em 2021, 209 terão os recursos aumentados pelo projeto de lei orçamentária para 2022, ganhando no total R$ 4,9 bilhões. Outras 194 ações vão perder no total R$ 10,2 bilhões na comparação com este ano.

Mais recursos - Entre os investimentos que mais ganharão recursos no ano que vem estão ações do Ministério da Defesa, como a aquisição do cargueiro militar KC-390, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), o Projeto Forças Blindadas e o desenvolvimento de sistemas de tecnologia nuclear da Marinha. Juntas, estas quatro ações terão um incremento de R$ 956 milhões na comparação com as dotações deste ano.

Perdas - Já os investimentos de Saúde e Educação estão entre os que mais perderam recursos. A estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde passou de uma dotação de R$ 2,3 bilhões, neste ano, para R$ 482 milhões em 2022, uma diferença de R$ 1,8 bilhão. O Fomento ao Setor Agropecuário, atualmente com R$ 1,4 bilhão, tem apenas R$ 4,5 milhões no projeto de lei orçamentária para o ano que vem.

Órgãos - Mais da metade dos novos investimentos em 2022 se destina a cinco ações do Ministério da Defesa, com R$ 627,5 milhões. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações tem nove novas ações, com R$ 89 milhões. A Educação conta com duas ações de R$ 59 milhões. Ainda há outras 17 obras de infraestrutura de transporte, com R$ 57,5 milhões.

Aquisição - O novo investimento com mais recursos é a aquisição de aeronaves para transporte logístico estratégico de pessoal e material, com R$ 484 milhões. Em seguida, também do Ministério da Defesa, está a recomposição da capacidade e dos meios da Força Terrestre, que inclui a aquisição de sistemas e materiais de emprego militar para o Exército, por R$ 70 milhões. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Palácio do Planalto

Veja a relação dos 67 novos investimentos, de acordo com suas funções

 

pl quadro 21 09-2021

 

LEGISLATIVO: Comissão aprova projeto que prorroga prazo para agricultor afetado por quebra da safra pagar dívida

legislativo 21 09 2021A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto que estende o prazo para agricultores pagarem dívidas do crédito rural no caso de frustrações de safra ou problemas de mercado. Entre os casos previstos para quebra da safra estão praga, doença, estiagem, seca, excesso hídrico, enchente e outros fenômenos naturais adversos.

Substitutivo - O texto aprovado é o substitutivo do deputado Jose Mario Schreiner (DEM-GO) ao Projeto de Lei 5555/19, do deputado Luis Nishimori (PL-PR), que altera a Lei da Política Agrícola. O relator retirou do texto a proibição de inscrever o devedor em cadastros de restrição de crédito.

Risco - "O risco das operações de crédito é dos agentes financeiros. Seria impróprio vedar a possibilidade de avaliar a capacidade de pagamento do tomador, sob risco de se desestimular a oferta de recursos para financiamento rural", argumentou Schreiner.

Proteção - O relator elogiou a proposta pelo objetivo de evitar o endividamento pernicioso e a perda de patrimônio em função de cobrança judicial do débito. "É importante assegurar em lei essa proteção aos produtores rurais."

Tramitação - A proposta tramita em caráter conclusivo e segue para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem 21,24 milhões de casos e 590,9 mil mortes

O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 21.247.667. Em 24 horas, foram registrados 7.884 novos diagnósticos positivos.

Acompanhamento - Ainda há 425.821 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Mortes - O total de vidas perdidas para a pandemia alcançou 590.955 pessoas. Entre domingo (19/09) e esta segunda-feira (20/09), foram registradas 203 mortes.

Investigação - Ainda há 3.343 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgados na noite desta segunda-feira (20/09).

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 é de 20.230.891. Isso corresponde a 95,2% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - Os estados que registraram o maior número de mortes estão São Paulo (148.104), Rio de Janeiro (64.918), Minas Gerais (55.085), Paraná (38.491) e Rio Grande do Sul (34.607). Os que tiveram menor número de óbitos estão Acre (1.817), Amapá (1.979), Roraima (1.987), Tocantins (3.743) e Sergipe (6.005).

Casos - No número de casos, São Paulo é o estado que registra a maior incidência de confirmações, com 4,35 milhões, seguido de Minas Gerais (2,11 milhões) e Paraná (1,49 milhão). Os estados com menos casos confirmados são Acre (87.932), Amapá (122.677) e Roraima (126.097)

Vacinação - Na última atualização do painel de vacinação do Ministério da Saúde, o sistema marcava 222,4 milhões de doses aplicadas, sendo 141,8 milhões da primeira dose e 80,5 milhões da segunda dose e dose única. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 293,7 mil doses.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 210,5 milhões de doses, sendo 134,7 milhões da primeira dose e 75,8 milhões da segunda dose e dose única.

Registro - Segundo o painel, 11,9 milhões de doses de vacina aguardam registro, sendo 6,9 milhões de primeira dose e 4,8 milhões de segunda dose e dose única.

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 267,6 milhões de doses, sendo entregues 264,7 milhões de doses e 2,9 milhões de doses estão em processo de distribuição. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 21 09 2021

SAÚDE II: Boletim confirma 1.991 novos casos e 42 óbitos pela Covid-19 no Paraná

saude II 21 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta segunda-feira (20/09) mais 1.991 casos e 42 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.486.040 casos e 38.274 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de maio (39), junho (125), julho (32), agosto (165) e setembro (1.629) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 778 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 565 em leitos SUS (340 em UTI e 225 em clínicos/enfermaria) e 213 em leitos da rede particular (121 em UTI e 92 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.475 pacientes internados, 788 em leitos UTI e 687 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 42 pacientes. São 14 mulheres e 28 homens, com idades que variam de 32 a 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 29 de abril e 19 de setembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (9), São José dos Pinhais (4), Ponta Grossa (4), Ortigueira (3), Cascavel (3), Cafelândia (2) e Apucarana (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Santo Antônio da Platina, Pinhão, Pato Branco, Mariluz, Mangueirinha, Mandirituba, Londrina, Ipiranga, Guapirama, Fênix, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Céu Azul, Colombo e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.150 casos de não residentes no Estado – 217 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

Veja os relatórios de Exclusões e de Correções de municípios.

 

SAÚDE III: Estado recebe mais vacinas e anuncia início da aplicação da dose de reforço

 

saude III 21 09 2021Com a ajuda das vacinas contra a Covid-19 que o Paraná recebeu nesta segunda-feira (20/09), a Secretaria de Estado da Saúde dará início a mais uma etapa da campanha de vacinação com a aplicação das doses de reforço (terceira dose).

 

Janssen - Serão utilizadas 450 da Janssen para o reforço de indígenas com mais de 70 anos e imunossuprimidos (pessoas que passaram por um transplante ou pacientes que têm HIV, por exemplo) de 18 a 59 anos, além de 118.170 imunizantes da Pfizer para a aplicação em idosos acima de 70 anos e imunussuprimidos, desde que com o esquema vacinal completo há mais de seis meses.

 

Chegada - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, acompanhou a chegada das doses, e disse que a terceira dose será importante para aqueles que já tomaram as duas primeiras, dentro dos atuais critérios da campanha de vacinação. “Nós teremos agora um quantitativo para aqueles que têm um sistema imunológico mais suscetível e idosos que tomaram a vacina no início da campanha, seguindo a orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI)”, disse.

 

AstraZeneca - As demais 164.250 da AstraZeneca/Fiocruz, que também chegaram nesta segunda, ainda aguardam a divulgação do Informe Técnico do Ministério da Saúde para definir o público e a descentralização.

 

Distribuição - A Secretaria também anunciou a distribuição de 571.670 vacinas às 22 Regionais de Saúde, sendo 327.600 da Pfizer/BioNTech, 168.870 de Coronavac, 450 da Janssen e 74.750 da AstraZeneca/Fiocruz. As remessas serão para a primeira (D1), segunda (D2) e terceira (D3) doses. Elas chegaram ao Paraná nos últimos dias (sábado e domingo).

 

Regionais - As vacinas foram encaminhadas no início da tarde para as Regionais de Saúde (via terrestre e aérea) de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo Telêmaco Borba e Ivaiporã.

 

Adolescentes - Beto Preto também disse que nesta terça-feira (21/09), em reunião com o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), o Paraná vai fechar uma decisão conjunta sobre a vacinação dos adolescentes. Na última quarta-feira (15/09) o Ministério da Saúde emitiu Nota Técnica recomendando a vacinação apenas para adolescentes entre 12 e 17 anos que tenham deficiência permanente, comorbidades ou estejam privados de liberdade.

 

PNI- “É importante ressaltar que o Paraná continua seguindo o PNI, mas, ao mesmo tempo, dialogamos com o Ministério da Saúde e cobramos que, o quanto antes, se realize a vacinação dos adolescentes, sem comorbidades”, enfatizou.

 

Vacinação - Segundo os dados do Vacinômetro, o Paraná já aplicou 12.412.029 doses, sendo 7.894.999 primeiras doses; 322.484 doses únicas (DU) e 4.195.414 segundas doses (D2). O Estado já atingiu 94,23% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas com, pelo menos, uma dose. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

ARTIGO: Você sabe o que é a CVM?

artigo 21 09 2021*Juliana Olivieri Refundini

Você já deve ter ouvido falar nos noticiários sobre a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mas você sabe o que isso significa e qual a sua competência no mercado financeiro?

Bem, a CVM é uma entidade autárquica, em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda. Criada pela Lei Federal 6.385, de 07 de setembro de 1976, tem a competência de disciplinar, fiscalizar e desenvolver o Mercado de Valores Mobiliários. Mas, o que exatamente quer dizer “Mercado de Valores Mobiliários”?

Bom, imagine que a economia de um país, ou de sua cidade, é formada por diversos tipos de pessoas, sejam físicas, jurídicas, sejam elas particulares ou públicas. Dentro desta economia, existem pessoas que produzem mais do que consomem, ou seja, as pessoas que conseguem poupar recursos. Outras pessoas que consomem mais do que conseguem produzir, ou seja, para que a conta feche, elas precisam emprestar daqueles que poupam.

Agora imagine você se cada poupador tivesse que procurar um tomador para emprestar seu dinheiro extra e fazê-lo render, e tivessem que se acertar em prazos e tudo mais, muito provavelmente nenhum negócio se concretizaria, já que as demandas de cada um são diferentes. Com esta situação nasceram assim as instituições financeiras e suas necessidades de normatizações. Entretanto, as empresas que são as grandes tomadoras do mercado, começaram a demandar créditos que nem mesmo as instituições financeiras conseguiam suprir, ou mesmo se conseguissem, o custo desse dinheiro ficaria caro demais para essas empresas. Surgiu, com isso, o que é conhecido como Mercado de Capitais, ou Mercado de Valores Mobiliários.

No Mercado de Valores Mobiliários, em geral, os investidores emprestam recursos diretamente aos agentes deficitários, como as empresas. Caracterizam-se por negócios de médio e longo prazo, onde são negociados títulos chamados Valores Mobiliários. Como exemplo, podemos citar as ações, que representam a parcela do capital social de sociedades anônimas; e as debêntures, que representam títulos de dívida dessas mesmas sociedades.

É neste contexto que foi criada a CVM: para normatizar essa forma e transferência de riquezas, e garantir a lisura nos processos para que as pessoas não coloquem seus investimentos sem qualquer formalização ou informação de confiança que garanta a operação.

A autarquia, com sede na cidade do Rio de Janeiro, é administrada por um Presidente e quatro Diretores nomeados pelo Presidente da República. O Presidente e a Diretoria constituem o Colegiado, que define políticas e estabelece as práticas implantadas e desenvolvidas pelo corpo de Superintendentes, que é a instância executiva da CVM.

Espero que tenha ficado claro como funciona nosso mercado financeiro e de capitais. Se você ficou com dúvida, já sabe: escreva para contato@uniprimebr.com.br que ficaremos felizes em ajudá-lo.

 * Juliana Olivieri Refundini é colaboradora Uniprime e profissional com Certificação CFP®

 


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