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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5160 | 22 de Setembro de 2021

MESA REDONDA: Embaixador do Brasil na França debate acordo Mercosul-União Europeia e seus marcos regulatórios

Na manhã desta quarta-feira (22/09), o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou como convidado de uma mesa redonda virtual, com a presença do Embaixador do Brasil na França, Luís Fernando Serra, que debateu sobre o acordo Mercosul-União Europeia e suas perspectivas, entraves e marcos regulatórios. O evento foi coordenado pelo presidente da Câmara de Comércio França-Brasil, Germano Paciornik, e contou ainda com as participações de Ammar Hussein, Everton Paetzold, Paulo Wodowski, Maristela Parigot, Marcus Aguiar e Rui Lemes, representando a Fecomércio,Joaquim Ferraz Filho, diretor da Renault para as Américas. Durante uma hora, foram debatidos temas pertinentes à relação entre do Brasil e a União Europeia e a importância da atração de investimentos estrangeiros no Brasil e as exportações de produtos brasileiros.

Cooperativas – Durante sua manifestação, Ricken ressaltou ao embaixador que existe uma visão muito distorcida sobre o agronegócio no quesito sustentabilidade. “Estamos a mais de 5 mil quilômetros da Amazônia e, mesmo assim, os europeus acham que nós somos culpados pelas notícias que circulam sobre o Brasil. Precisamos mostrar esses diferenciais lá fora, falar que utilizamos apenas 8% da área agricultável do território brasileiro, de forma sustentável. Precisamos nos organizar e mostrar esta realidade para o mundo”, disse. Sobre a questões comerciais, o dirigente cooperativista lembrou que tem como destino para a União Europeia apenas 17% das exportações com produtos básicos. “Exportamos café in natura, a Alemanha industrializa e exporta para a Ásia café brasileiro com a marca deles. Temos que mudar isso, mostrar que temos produtos sustentáveis, respeitam o meio ambiente e que podemos fortalecer e ampliar essas parcerias. Se a União Europeia analisar melhor, eles vão sim querer ampliar essas parcerias”, destacou Ricken.

Embaixador - O embaixador salientou que o fato é que este café exportado acaba chegando sem impostos, o que é muito vantajoso para eles processarem o produto e colocar no mercado asiático e outros países. Luís Serra concordou com o dirigente cooperativista e disse que “o Brasil é considerado sim como vilão nas questões ambientais, muitas vezes por interesses de concorrentes”. Ricken colocou o Sistema Ocepar à disposição da embaixada para estreitar este diálogo com a França e com os demais países da Europa.

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GESTÃO: 6º Fórum de Excelência vai debater os fundamentos do ESG, no dia 28 de setembro

gestao destaque 22 09 2021Com o tema “ESG: protagonismo e estratégia”, o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), o 6º Fórum de Excelência, no dia 28 de setembro, das 13h45 às 17h, pela plataforma Microsoft Teams. De acordo com os organizadores, a ideia é debater os fundamentos do ESG - Environmental, Social and Governance (ambiental, social e governança, na tradução em português), que estão mobilizando as organizações a adotarem novas práticas e padrões de sustentabilidade visando tornar seus negócios mais competitivos e seguros.

Palestrantes - Para participar dos debates, foi convidado o diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, Carlo Linkevieius Pereira, que ministrará palestra com o tema “Um olhar global dos impactos do ESG no ambiente empresarial”. Também, a diretora do Global Reporting Initiative (GRI) no Brasil, Glaucia Terreo, que irá falar sobre ESG e as normas GRI. Já o chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derpo) do Banco Central do Brasil, Cláudio Filgueiras, vai discorrer a respeito da importância das práticas de ESG para a perenidade das organizações.

Compêndio de Boas Práticas - A programação contempla ainda a apresentação do Compêndio de Boas Práticas de Governança Cooperativa, produzido pelo Sistema Ocepar, que será feita pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Inscrições - O evento é destinado aos profissionais das cooperativas paranaenses e as inscrições podem ser feitas até o dia 27de setembro. Clique aqui. O link de acesso aos participantes será enviado por e-mail.

Informações - Informações adicionais podem ser obtidas com o coordenador de Gestão Estratégica do Sescoop/PR, Alfredo Kugeratski Souza (alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br).

FOTO: Gerd Altmann / Pixabay

 

PROGRAMAÇÃO DO 6º FÓRUM DE EXCELÊNCIA

13h45 - Recepção e boas-vindas

14h - Abertura

14h15 - Palestra: Um olhar global dos impactos do ESG no ambiente empresarial. Carlo Linkevieius Pereira, diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global

15h - Palestra: ESG e as normas GRI - Global Reporting Initiative. Glaucia Terreo, diretora da GRI no Brasil

15h40 - Apresentação do Compêndio de Boas Práticas de Governança Cooperativa. Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR

16h Intervalo

16h10 - Palestra: A importância das práticas de ESG para a perenidade das organizações. Cláudio Filgueiras, chefe do Derop do Banco Central do Brasil

17h - Avaliação e encerramento

 

EDUCAÇÃO FINANCEIRA: Vem aí a 8ª Semana Enef

educacao financeira 22 09 2021Vem aí a oitava edição da Semana Nacional de Educação Financeira (Enef). O evento é realizado pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira e Banco Central, em parceria com instituições como o Sistema OCB e as cooperativas de crédito. O evento vai ocorrer entre os dias 8 e 14 de novembro, com o tema Planejamento, Poupança e Crédito consciente: O PLA-POU-CRÉ e a sua saúde financeira.

Participação - Desde quando começou, a Semana Enef conta com a participação maciça das cooperativas de crédito. Para se ter uma ideia, no ano passado, foram realizadas 2.667 ações e 611 campanhas, ao longo do evento, em 856 municípios, beneficiando um público de mais de 107 milhões de brasileiros. E a prova de que as cooperativas estão comprometidas com a saúde financeira das pessoas é que 86% de todas as iniciativas foram realizadas pelas coops de crédito (2.290 ações e 545 campanhas). Além disso, elas foram responsáveis por 53% do público alcançado.

Cooperativismo - O Sistema OCB estimula a participação das cooperativas, realizando iniciativas que mostram que lidar com dinheiro não é tarefa tão complicada assim. E quem nos explica a importância da contribuição do cooperativismo nesse processo de educação financeira do brasileiro é a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella.

Capilaridade - “Considerando a capilaridade das nossas cooperativas de crédito, pois estamos em praticamente todos os municípios, temos o dever de contribuir com a sociedade. Por isso, palestras e cursos sobre o valor do dinheiro, como lidar com ele, onde e como investir e, ainda, como planejar a vida financeira são grandes exemplos de como as coops fazem seu dever de casa”, comenta, reforçando: “é por isso que as estimulamos a fazerem parte desse grande evento, realizando ações locais, com grande repercussão na vida e no modo de agir das pessoas”, comenta Tânia.

Agenda BC# - Além disso, a superintendente do Sistema OCB também destacou que as cooperativas de crédito estão atuando em prol da Agenda BC#, um pacote de medidas do Banco Central para a democratização financeira no país, o que passa, necessariamente pela educação e inclusão financeira. (OCB)

 

EVENTO: Começa o Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas

O maior evento de cooperativismo totalmente voltado para mulheres, o Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (ENMCOOP), começou nesta terça-feira (21/09), reunindo representantes de todas as regiões do país. O evento é realizado até esta quarta-feira (22/09) pelo Grupo Conecta e conta com o apoio de cooperativas e, também, do Sistema OCB. O presidente Márcio Lopes de Freitas participou da abertura.

Fontes de inspiração - Segundo ele, as mulheres que já exercem tão bem as funções dentro da cooperativa, nos mais variados níveis, têm na figura da ministra Tereza Cristina e na superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, duas grandes fontes de inspiração pela trajetória de ambas de ambas, bem como pelos resultados de uma atuação focada, comprometida e humana.

Consolidação - E, por falar em Tereza Cristina, durante a abertura do encontro, a ministra falou sobre A importância da consolidação da imagem do agro brasileiro para o mundo. Já, Tânia Zanella, participa do painel Como as coops vêm desenvolvendo o empreendedorismo feminino, ao lado de cooperadas contam como a questão de gênero tem sido trabalhada nas suas cooperativas.

Temas - Além disso, temas como o cenário político e econômico para o agronegócio brasileiro pós-pandemia, mercado financeiro e commodities estão na programação do evento, que segue até amanhã e vai tratar também sobre a gestão 5.0, alta performance no campo, as contribuições dos jovens ao agro do presente e do futuro, sucessão familiar, empreendedorismo e agricultura digital.

Nomes - Entre os nomes conhecidos de lideranças do setor agro que participam do evento estão o da presidente da Bayer, Malu Nachreiner, da presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, da especialista em sucessão familiar, Mariely Biff, e da palestrante, Dani Amaral, que inspira pessoas e empresas a saírem mais fortes das dificuldades, também farão parte da programação.

Palestra motivacional - A programação contará ainda com uma palestra motivacional de Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete e ídolo nacional. E após grande sucesso na edição de 2020 ao falar sobre A mulher sábia edifica sua família, sua propriedade e seus negócios e, atendendo a pedido das produtoras, o padre Fábio de Melo retorna para uma das palestras mais esperadas: Transformando sua Mente.

Sobre o evento- O ENMCOOP 2021 é realizado de forma totalmente virtual e mais informações estão disponíveis no site www.gpoconecta.com.br/enmcoop. Podem participar do evento mulheres e homens que atuam nos diversos segmentos do agro, como em fazendas, cooperativas, indústrias, órgãos de pesquisa, dentre outros.

Visualizações - No ano passado, o Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (ENMCOOP) registrou mais de 170 mil visualizações nas palestras e nos painéis virtuais durante os dois dias de evento. Foram mais de 20 mil participantes de mais de 10 países. (OCB, com informações da organização do evento)

CRESOL: Instituição financeira que mais operou crédito via BNDES para pessoa física

cresol 22 09 2021A área de operações e canais digitais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou o ranking dos agentes financeiros e o desempenho das instituições nas operações indiretas no período de janeiro a agosto de 2021.

Primeiro lugar - A Cresol vem apresentando um crescimento intenso no ranking e, neste ano, passou a ocupar a primeira posição como instituição financeira que mais opera crédito via BNDES para pessoa física no país, com mais de R$ 2 bilhões repassados aos cooperados em 45.857 contratos.

Micro, pequenas e médias empresas - Além das operações para pessoa física, a Cresol ocupa o segundo lugar nas operações para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), com mais de R$ 2,1 bilhões em 49.112 contratos aprovados. Na região Sul do país, segue ocupando o primeiro lugar no ranking das operações indiretas com mais de R$ 1,9 bilhão em 45.789 operações.

Confiança e proximidade - “Essa relação de confiança e proximidade com o cooperado faz com que nosso crescimento seja sempre acima das projeções, e a parceria de longa data com o BNDES contribui para esse desempenho que gera desenvolvimento para nossos cooperados e nas localidades onde atuamos”, disse Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação.

Sobre a Cresol - Com mais de 26 anos de história, a Cresol é hoje um sistema que se destaca entre as principais cooperativas de crédito do Brasil. Possui mais de 650 agências, 660 mil cooperados e 5 mil colaboradores em 17 estados do Brasil. A solidez e a confiança da instituição também são expressas em outros números, como em mais de R$ 15 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de mais de R$ 11 bilhões. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Campanha União Solidária envolve 400 entidades, impactando mais de 600 mil pessoas

sicredi uniao 22 09 2021Pelo quarto ano consecutivo, a campanha União Solidária está ajudando centenas de entidades. Quem compra um cupom de R$ 10, além de ajudar projetos voltados para idosos, deficientes, crianças, entre outros públicos, concorre a prêmios mensais.

Projetos - Com 440 projetos inscritos que impactarão mais de 600 mil pessoas, 400 entidades participam da campanha. Os cupons podem ser adquiridos física ou eletronicamente, mas quem compra o cupom físico precisa cadastrá-lo em www.campanhauniaosolidaria.com.br

Continuidade - A campanha continuará até fevereiro de 2022, quando serão sorteados três carros Fiat Argo e seis motos Honda CG Start. Até lá serão sorteados três patinetes elétricos; três notebooks, três smart TVs e três bicicletas elétricas. As entidades responsáveis pela venda de cada cupom também são premiadas.

Expectativa - A expectativa é a participação de 500 entidades nas 113 cidades de atuação da Sicredi União PR/SP e/ou Instituto Cocamar, que são parceiros da campanha realizada pelo Instituto CoopConecta. O Lions Distrito LD 6 apoia a ação. As inscrições para aprovação de projetos continuam abertas no site da campanha. Sendo aprovados, os projetos dão direito a cupons para serem comercializados e o dinheiro da venda fica integralmente como as entidades.

Interesse pela comunidade - A ação atende ao 7º princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade em que as cooperativas atuam, além de estar alinhada, diretamente, a quatro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Erradicação da pobreza, Redução das desigualdades, Cidades e comunidades sustentáveis, e Parcerias e meios de implementação. As duas cooperativas – Sicredi União PR/SP e Cocamar - são signatárias do Pacto Global da ONU.

Resultados - Desde que foi criada, a União Solidária impacta milhares de vidas. Em 2018 foram 550 mil em 31 cidades, envolvendo 150 entidades; em 2019 foram 690 mil vidas impactadas, atendidas por 437 entidades de 113 cidades; e no ano passado, 692 mil pessoas atendidas por 466 entidades também em 113 cidades. As arrecadações foram de R$ 1,3 milhão no primeiro ano; R$ 3,5 milhões em 2019; e R$ 4,1 milhões no ano passado. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB SUL: Voluntários participam de 13º Mutirão de Limpeza da Baía de Guaratuba

Em comemoração ao Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias (18/09), o Sicoob Sul participou como patrocinador e apoiador do 13º Mutirão de Limpeza da Baía de Guaratuba, no litoral paranaense. Após quatro horas de atividades, foram recolhidos do mar e das areias da cidade cerca de seis toneladas de lixo.

Voluntários - A ação, realizada em parceria ao Instituto Guaju, contou com 50 voluntários da singular (sendo colaboradores e familiares). Ainda, mais 170 pessoas de outras empresas, organizações e entidades participaram do evento.

Conscientização - "Me diverti muito ao lado dos meus colegas de cooperativa e aproveitei para ajudar o meio ambiente ao mesmo tempo. A iniciativa é muito boa para visarmos a conscientização das pessoas quanto ao descarte correto do lixo produzido, e para mostramos que simples ações ajudam na construção de um futuro melhor, preservando a natureza”, ressaltou Leonardo Moreira Boddy, estagiário do PA Batel.

Participação - Assim como todos os anos, o Sicoob Sul participa da iniciativa como patrocinador e como apoiador, incentivando voluntário do Instituto Sicoob a participarem da ação.

Fundamental - Para a gerente de Produtos e Serviços, Jéssica Caetano de Oliveira Assunção, o mutirão foi fundamental para salientar a importância do cuidado com o meio ambiente e a solidariedade. “Da experiência pessoal adquirida, é que nós somos os responsáveis pela preservação do nosso planeta, com a união conseguimos modificar esse quadro e extremamente feliz com o número alto de voluntários do Sicoob! É o cooperativismo na prática!" (Imprensa Sicoob Unicoob)

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COAMO: Visita do presidente do Banco do Brasil fortalece parceria com a cooperativa

O presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, acompanhado de diretores da instituição, que representa o principal banco do agronegócio, visitou a Coamo nesta terça-feira (21/09). A delegação foi recepcionada pelas diretorias da Coamo e Credicoamo, com saudação do engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração das cooperativas. Os presidentes executivos da Coamo e Credicoamo fizeram explanações dos trabalhos das duas cooperativas em prol dos milhares de cooperados.

Resgaste da vocação - Para o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, o agronegócio é muito importante para o desenvolvimento do país. “Ao longo de mais de 200 anos o Banco do Brasil esteve à frente de muitas ações para o desenvolvimento social e econômico do Brasil, e a nossa gestão está focada no resgaste do agronegócio para levar recursos e conhecimento aos produtores rurais", afirma.

Admiração - Ribeiro manifestou admiração pelo cooperativismo e destaca a importância deste sistema para o país. "Fiquei encantado com o que vi na Coamo e no cooperativismo paranaense, que reúne agricultores para juntos produzir alimentos, gerar renda e desenvolvimento.

Parceiro - Para Gallassini, foi muito importante o encontro com o presidente do Banco do Brasil, que, segundo ele, é o principal parceiro da Coamo no cooperativismo e no agronegócio. "Foi muito importante receber os diretores do Banco do Brasil. Nesses 50 anos da Coamo é grande a história entre as duas instituições e o trabalho realizado para o desenvolvimento dos nossos cooperados ".

Homenagens - Ao final do evento, aconteceu assinatura do protocolo de Intenções BB e Coamo, homenagem da cooperativa aos visitantes e do Banco do Brasil à Coamo alusivo ao seu Jubileu de Ouro, e também, plantio de árvore pelo presidente do Banco do Brasil, na sede da cooperativa, para perpetuar a parceria e história entre as duas instituições. (Imprensa Coamo)

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FRÍSIA: Tecnologia gera mais transparência, agiliza e padroniza classificação de grãos de soja

frisia 22 09 2021A Digital Agro Connection, programa da Frísia que seleciona startups com projetos voltados às demandas da cooperativa e de suas indústrias, está promovendo importantes resultados ao agronegócio. Uma das escolhidas, a NeoSilos, desenvolveu um aparelho que automatiza a classificação dos grãos de soja em poucos segundos, o que gera maior confiabilidade na análise, padroniza o trabalho e reduz possíveis erros. A tecnologia está sendo testada no entreposto Ponta Grossa 2, unidade da Frísia localizada no município paranaense.

Desenvolvimento - Um dos fundadores da NeoSilos, Felipe Martinhuk, conta que a tecnologia foi desenvolvida junto com o sócio Ian Moreira Cavalcante, em 2019, em plena colheita de soja. Foi observando no pós-colheita, no recebimento de grãos, que havia a possibilidade de melhorar o processo.

Processo rápido - A tecnologia de visão computacional foi desenvolvida para criar um processo rápido de análise e padrão nos trabalhos. “Produzimos maior transparência ao cooperado e agilidade na classificação. Em época de safra há alta demanda e é mais fácil o operador cometer erros, sem falar das longas filas de caminhão que a demora na análise pode gerar. Com a tecnologia, também desenvolvemos uma padronização, o que reduz a chance de erro ou análise diferente das características do grão”.

Processo - “Fizemos um levantamento no campo, conversamos com agricultores, cooperativas, empresas, e identificamos na análise de grãos essa possiblidade. Saber que cada unidade de recebimento pode se beneficiar com essa tecnologia”, explicou Martinhuk.

Característica dos grãos - A característica dos grãos colhidos reflete diretamente no valor repassado ao agricultor. No caso da soja, é considerada padrão aquela que tem até 8% de grãos avariados – a partir daí tem um deságio financeiro ao produtor.

Resultados - Após os grãos de soja serem colocados no aparelho, são escaneados e processados os dados para, assim, gerar um relatório sobre as características do produto. O processamento das informações leva poucos segundos.

O equipamento foi construído com milhares de imagens de diversas amostras de grãos de soja, sendo fotografada uma a uma. Alessandro Bueno, coordenador do entreposto Ponta Grossa 2, onde o aparelho está instalado, explica que todos os classificadores da unidade participaram do processo, levando informações para a máquina.

Padronização e confiabilidade - “A ideia é padronizar e ter mais confiabilidade nos resultados de classificação dos grãos”, conta Bueno. “A máquina, por exemplo, desconhecia o que era um grão fermentando, então foi separado vários grãos com essa característica e inserindo as informações nela”. A PG 2 tem capacidade para 230 mil toneladas.

Assertivo - “Na classificação do grão, se tem diversas características. Grão fermentado, ardido, queimado, picado, enfim diversas situações. Todos elas foram inseridas na máquina, que avalia de acordo com as amostras. Com a tecnologia, se ganhou confiabilidade, reduzindo a margem de erro”, conta Bueno. “Quanto mais assertivo nós formos, melhor para o negócio”, conclui.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

CASTROLANDA I: Com palestras internacionais, 6º Gira Jovem debate a inovação no agronegócio

A Comissão Jovem Cooperativista da Castrolanda iniciou, na noite desta terça-feira (21/09), o 6º Gira Jovem, evento online com discussões relacionadas ao agronegócio. O tema desta edição é “Inovação que transforma” e as inscrições são gratuitas. As lives acontecem na terça e na quinta-feira e serão transmitidas ao vivo no canal da Castrolanda no Youtube.

Palestras - Duas palestras internacionais abriram o evento nesta terça-feira. Duncan Williams trouxe o tema “Antibióticos Lácteos – Alcançando o uso sustentável” e Claire Hodge, falou sobre “Automação, novas tecnologias na agricultura”. Os palestrantes são Chefes de Culturas do Centro Agri-EPI de Cranfield, na Inglaterra, e fazem parte do Nuffield International Farming BR, instituição de networking internacional alinhada ao desenvolvimento sustentável que capacita líderes no agronegócio, da qual a Castrolanda faz parte.

Sucessão familiar - Na segunda parte do evento, o engenheiro agrônomo Ollavo Tinoco e o jovem cooperativista da Castrolanda, Carlos Zegwaard, que também fazem parte do Nuffield, abordaram a “Sucessão Familiar”. Carlos foi um dos três brasileiros escolhidos para participar do programa global e representar a cooperativa no início deste ano. Na última palestra da noite, Cláudio Kapp, pesquisador da Fundação ABC, tratou de “Gestão Financeira”.

Cases de inovação - Nesta quinta-feira (23/09), serão dois cases de inovação dos jovens cooperativistas: Jonathan Groenwold fala sobre Pecuária Leiteira e Thiago Yoshimura sobre Agricultura. A palestra principal será sobre “Inovação no Agronegócio”, ministrada pelo especialista em transformação digital e conselheiro de administração, Fernando Martins, que possui mais de 30 anos de experiência internacional em empresas de alta tecnologia.

Incentivo - O Coordenador da Comissão Jovem Cooperativista, Eduardo Groenwold, conta que o Gira Jovem busca incentivar a participação deste segmento nas discussões relacionadas ao agronegócio. “Sabemos que muitos jovens vão passar pela sucessão familiar. Com a Comissão, realizamos atividades que estimulam a participação deles na cooperativa e auxiliam nesse processo. O evento online é uma forma de trazer mais conhecimento sobre o agronegócio também a esses jovens que estão entrando na área”.

Inscrição - Para acompanhar as palestras do 6º Gira Jovem, basta realizar a inscrição pelo formulário bit.ly/2X80UBW e acessar o link que será disponibilizado. E para mais informações sobre este e outros eventos realizados para fomentar a participação dos jovens na cooperativa, é só entrar em contato pelo e-mail cooperativismo@castrolanda.coop.br. ou pelos telefones (42) 99129-3268 – Ananda Chuproski ou (42) 99101-4149 – William Santos.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

castrolanda folder 22 09 2021

CASTROLANDA II: Plantio de araucárias é realizado com a comunidade

Em 70 anos de Castrolanda, a preocupação com o bem-estar de colaboradores, cooperados e comunidade sempre foi uma tarefa constante. Para que seja possível oferecer melhores oportunidades no futuro, o desenvolvimento sustentável dentro da cooperativa é uma das premissas para aliar produtos e serviços de qualidade e respeito e preservação dos recursos ambientais. Dessa forma, é possível atender às necessidades do presente sem comprometer os recursos para as próximas décadas, buscando uma cadeia solidária que deve ter consciência de suas ações, pensar nas gerações do amanhã e buscar o equilíbrio no consumo.

Bosque - Nesta terça-feira (21/09) - Dia da Árvore, a cooperativa iniciou o projeto para a construção do bosque “Trilha dos Pioneiros” dentro da Colônia Castrolanda. Alinhado com a ideia de sustentabilidade, foi realizado um ato simbólico de plantio de cerca de 70 mudas de araucárias. Em uma ação conjunta com o Centro Cultural Castrolanda e a Escola Evangélica da Comunidade de Castrolanda (EECC), o evento reuniu alunos, familiares, cooperados e membros da diretoria.

Pinheiro - O Pinheiro do Paraná foi escolhido para representar as famílias pioneiras na imigração e construção da cooperativa, além de fomentar o plantio de uma espécie nativa da região e ameaçada de extinção. Cada uma das mudas foi plantada com o a ajuda de um representante de cada família envolvida e alunos da EECC. A ideia vem para conscientizar a população sobre a importância do meio ambiente na manutenção da vida no planeta e marcar o projeto que envolve as diversas gerações da Castrolanda.

Missão - "Nossa missão é preservar a memória da comunidade e temos feito com bastante empenho dentro do Centro Cultural. Hoje pudemos mostrar a importância que a natureza tem na nossa história e resgatar estes momentos para as gerações atuais. Todos os elos têm o compromisso de manter o que foi feito aqui", afirma o gerente do Centro Cultural, Rafael Rabbers.

Incentivador - O cooperado Frans Borg é um dos principais incentivadores desta ideia e comenta que o principal objetivo do evento é o aprendizado. "As crianças podem aprender a importância da natureza e dos nossos valores. Recuperar o exemplo dos pioneiros é importante para mostrar a união e o comprometimento. Este bosque é um ato de gratidão, tanto para a natureza como para nossa história, e temos a vontade de que todos os anos aconteçam trabalhos parecidos para a recuperação da vegetação natural da nossa região", fala.

Incentivo - O presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, explica que a Castrolanda tem um papel fundamental em incentivar ações de conscientização. "Este é um trabalho muito bonito, em que conseguimos trazer a cooperativa, a escola e a nossa comunidade. Isso é uma forma de relembrar o que nossos pioneiros fizeram por todos nós e também mostrar para as crianças a importância de cuidar do meio ambiente".

Área de visitação - O futuro bosque pretende ser uma área de visitação para o público em geral, unindo os pilares da cooperação, educação e fé, como conta o presidente Willem. "Unimos passado e futuro e conseguimos sensibilizar também os familiares das crianças. Este é um projeto que acompanharemos a cada ano, plantando novas mudas para que futuramente se torne um bosque com foco no cooperativismo, na educação e na nossa fé".

Preservação - O espaço também é uma alternativa para preservação do ecossistema da região, como comenta o analista Ambiental, Rodrigo Sidoski. “A araucária tem uma grande importância no contexto da conservação da biodiversidade. Alguns animais mamíferos, como a cutia, o serelepe e a queixada, utilizam os frutos das árvores como alimento, assim como aves que tem o pinhão como fonte de nutrientes e constroem seus ninhos nos galhos. Quando deixamos de cuidar de uma araucária, também afetamos todo um ecossistema que a acompanha”.

Futuro mais verde - Para incentivar ainda mais a manutenção das áreas verdes, a Castrolanda iniciou a distribuição de mais de 1000 mudas aos cooperados do Paraná e de São Paulo. Cada associado receberá um exemplar do pinheiro para contribuir com a preservação da mata nativa e, consequentemente, da flora, fauna e recursos hídricos das regiões.

Crises climáticas - “O plantio de árvores é uma ótima forma de combater as crises climáticas e esta é uma maneira de envolver todos os elos da nossa cadeia. Precisamos trilhar o caminho da sustentabilidade diariamente. Estes cuidados são deveres de todos e é importante lembrar que o futuro começa hoje com as nossas próprias ações”, afirma Rodrigo.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR I: Serviço para prevenir a PFC é oferecido ao citricultor

Numa parceria entre Cocamar e o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), produtores de laranja da região da cooperativa vão ter acesso a um novo serviço de previsão meteorológica para a prevenção da Podridão Floral dos Citros (PFC), doença também conhecida como “estrelinha”, neste período de florada.

Florada - “Como está iniciando a floração nos pomares de laranja, o serviço vai ser prestado durante um mês”, explica a engenheira agrônoma Amanda Caroline Zito, coordenadora de citricultura da Cocamar. Ela detalha que o Fundecitrus utilizará informações geradas pela cooperativa a partir de sua rede de 18 estações meteorológicas distribuídas pelas unidades de atendimento, no noroeste e norte do estado. Não haverá custos para o cooperado.

Planejar - “Com as informações, o citricultor vai conseguir planejar as suas aplicações de fungicidas no momento correto, evitando desperdícios”, observa a coordenadora, sendo possível, segundo ela, reduzi-las em 75% e, ao mesmo tempo, evitar perdas de produtividade.

Alertas - Os produtores que se cadastrarem (veja abaixo como fazer) passam a receber alertas emitidos por meio do aplicativo de mensagens (WhatSapp) ou e-mail pessoal, situando os municípios onde se encontram os pomares e informando sobre os riscos da doença e a indicação de pulverização.

Riscos - O sistema de previsão da doença foi desenvolvido pelo Fundecitrus em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e a Universidade da Flórida para ajudar o produtor a fazer as pulverizações preventivas. No risco moderado e alto, o sistema indica pulverizações no mínimo a cada sete dias, mas se o mesmo for extremo, as aplicações devem ser feitas em intervalos inferiores a sete dias.

Dados - O programa informa dados de temperatura, molhamento, germinação de esporos do fundo e risco imediato ou futuro (até quatro dias) de ocorrência da podridão floral dos citros. Os dados apontam que quando menos de 15% de esporos germinam, o indicativo é de “baixo risco”; entre 15% e 20%, “risco moderado”; de 20% a 50%, “risco alto” e, acima desse último percentual, “risco extremo”.

Como participar - O cooperado interessado em participar deve entrar em contato com o engenheiro agrônomo de sua unidade de atendimento. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Cooperativa e UPL distribuem mudas no Dia da Árvore

cocamar II 22 09 2021Para marcar o Dia da Árvore, comemorado nesta terça-feira (21/09), a Cocamar e a empresa UPL, uma de suas tradicionais fornecedoras e parceiras, promoveram no início da manhã na unidade de atendimento aos cooperados da cooperativa em Maringá, a distribuição de mudas de essências nativas.

Representantes - O gerente da unidade, Adilson Jardim Nocchi, o gerente de Cooperativismo, João Sadao, e alguns colaboradores, representaram a Cocamar, enquanto o consultor técnico de vendas, Ubiratan Luiz Polonio, participou em nome da empresa.

Mudas - As mudas - entre as quais de espécies como pratinha, gurucaia, goiaba, amora brava, fruta-do-sabiá, embiruçu, quina e tomateiro – foram entregues para os cooperados Cleber Veroneze Filho, Marco, Luiz e Gustavo Bruschi, Antonio Molonha, Ricardo Yamamoto, José Carlos Marques Luiz, Adão José Roque e Edvaldo Baveloni, que ficaram de fazer o plantio em suas propriedades.

Ação - “Essa é uma ação sempre muito simpática e importante”, afirma João Sadao, enquanto o gerente da unidade Maringá, Adilson Nocchi, agradeceu a UPL pela parceria e os cooperados por sua participação. (Imprensa Cocamar)

 

LAR: Plantio de mudas nativas reafirma compromisso e responsabilidade da cooperativa com o meio ambiente

Em comemoração ao Dia da Árvore, a Lar Cooperativa realizou mais uma ação com o objetivo de destacar a importância dos recursos naturais para a preservação do nosso planeta. O local escolhido para o plantio das mudas de árvores nativas foi próximo à Unidade Industrial de Aves - UIA em Matelândia (PR), área onde no mês de agosto mais uma nascente foi recuperada através do programa Prioridade Ambiental da Lar, o qual visa promover ações em prol do uso racional dos recursos naturais e o aproveitamento de fontes alternativas, contemplando as faces: água, ar, energia, resíduos sólidos e educação ambiental.

Relevância - “A recuperação de nascentes é um dos projetos de grande relevância para a cooperativa, e possui o objetivo de identificar, recuperar as minas e aumentar o fluxo de água disponível. Através do programa iniciado em 2004 na bacia do rio Xaxim, já foram recuperadas mais de 90 nascentes, e a meta para este ciclo é a recuperação de mais 50”, afirma o Diretor 1º Vice-Presidente da Lar, Lauro Soethe.

Mudas - Para esta ação, foram recebidas 500 mudas de árvores nativas doadas pela UPL, grande parceira da Lar. Parte das mudas foram plantadas por representantes da Lar, da Prefeitura de Matelândia e da UPL no entorno da referida nascente e as demais serão plantadas na área do Xaxim, local onde é realizada a captação de água para abastecimento da UIA. Até o final de 2020 foram plantadas mais de 230 mil árvores, sendo que a Lar destina mais de 2.700 ha em 10 municípios de atuação para o reflorestamento e plantio de mudas nativas. Essas árvores ajudam no sequestro de gases de efeito estufa e na regulação da temperatura, sendo que atualmente essas áreas de reflorestamento também estão sendo utilizadas como insumo para a produção de grãos e na cadeia de produção de alimentos da Lar.

Presenças - Estiveram presentes: Diretor 1º Vice-Presidente Lauro Soethe; prefeito de Matelândia, Maximino Pietrobon; secretário de meio ambiente de Matelândia, Alexandro de Lima Vieira; secretário de agricultura de Matelândia, Camilo Pastore conselheiro de Administração, Jakson Lamin; gerente industrial da avicultura, Lérida Fantin Vargas; gerente da UIA, Rodrigo Lângaro; coordenador industrial Evandro Back; gerente da unidade de atendimento de Matelândia, Thais Lamin; supervisor de manutenção da UIA, Givanildo Vargas; coordenadora de gestão ambiental, Claudiane Moretti; encarregado de gestão ambiental da UIA, Lucas Grosso; consultor técnico comercial da empresa UPL - Alexandre Comar; consultor ambiental Pedro Diesel e equipe de apoio da Lar Cooperativa.

Preocupação - Mais que o ato simbólico de plantar uma árvore, é um momento em a Lar reforça a sua preocupação no uso sustentável dos recursos naturais e sua preservação. (Imprensa Lar)

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EMBRAPA: Webinar orienta dessecação pré-colheita em trigo

embrapa 22 09 2021A prática da dessecação do trigo é utilizada por muitos produtores na Região Sul para uniformizar a lavoura ou antecipar a colheita. No webinar “Dessecação pré-colheita em trigo” pesquisadores da Embrapa buscarão orientar os cuidados na operação para evitar perdas na produtividade da lavoura. O webinar está marcado para esta quarta-feira (22/09), às 19h30, no canal da Embrapa no Youtube.

Importante - A antecipação da colheita do trigo pode ser uma prática importante em locais onde o final do ciclo da cultura do trigo sobreponha o período de instalação da cultura de verão, bem como pode ser alternativa para reduzir a germinação pré-colheita em condições de ambiente desfavoráveis ao trigo.

Vantagens - A uniformização da lavoura e antecipação da semeadura da soja são as principais vantagens em fazer a dessecação do trigo. Como desvantagens estão o risco de menor germinação das sementes, queda no rendimento de grãos, falhas no manejo de plantas daninhas e, principalmente, resíduos de herbicida no grão. Ainda, o trigo dessecado agrega mais custos à produção, com gasto em dessecante e operação de pulverização.

Produto registrado - Segundo o pesquisador da Embrapa Trigo, Leandro Vargas, o único produto registrado para dessecação do trigo hoje é glufosinato de amônia, na dose de 1,75 l/ha, que seca a lavoura lentamente sem interromper bruscamente o enchimento de grãos. "A dessecação na maturação fisiológica (momento indicado para a operação) pode antecipar a colheita em, no máximo, seis dias. Pensando em antecipar a semeadura da soja, acredito que dessecar para colher o trigo apenas seis dias mais cedo não vai trazer vantagem. Não aumenta a produção da soja e pode afetar o rendimento do trigo", avalia Vargas.

Participações - Além do pesquisador Leandro Vargas, o webinar “Dessecação pré-colheita em trigo” vai contar com a participação do pesquisador Fernando Adegas, da Embrapa Soja, e moderação do Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo, Giovani Faé. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Trigo)

Webinar Dessecação pré-colheita em trigo

Dia 22 de setembro de 2021 – 19h30

Canal da Embrapa no Youtube em https://www.youtube.com/embrapa

 

PAM: Valor da produção agrícola nacional cresce 30,4% e chega a R$ 470,5 bilhões, recorde da série

pam destaque 22 09 2021O valor da produção das principais culturas agrícolas do país atingiu o recorde de R$ 470,5 bilhões em 2020, um crescimento de 30,4% frente ao ano anterior, quando somou R$ 361 bilhões. É o maior aumento desde 2003 (34,0%). O resultado positivo se deve, principalmente, à elevação do valor da produção da soja, do milho, do café e do algodão. Com crescimento de 35,5% frente ao ano anterior e gerando R$ 5,3 bilhões, Sorriso, em Mato Grosso, segue como o município brasileiro com maior valor da produção agrícola, seguido por São Desidério, na Bahia, destaque na produção de soja, milho e algodão. Os dados são da pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada nesta quarta-feira (22/09) pelo IBGE.

Pandemia - O supervisor da pesquisa, Winicius de Lima Wagner, explica que o aumento do valor da produção agrícola é em parte relacionado aos efeitos da pandemia de Covid-19 no setor. “Esse resultado se deve a dois fatores distintos: o primeiro deles foi o recorde na produção de grãos, que abrange o grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas, totalizando 255,4 milhões de toneladas; o segundo foi a elevação dos preços das culturas agrícolas, provocada, também, pela alta demanda durante a pandemia. Isso fez com que o setor fosse beneficiado em um ano marcado pela crise econômica, que afetou os demais setores”, diz o pesquisador.

Soja - A soja, principal commodity do país, chegou à produção de 121,8 milhões de toneladas, aumento de 6,5% frente à safra anterior e gerou um valor bruto de R$ 169,1 bilhões. Isso representa um crescimento de 35% em relação ao valor obtido em 2019. A oleaginosa passou a responder por 57,2% do valor da produção total dos grãos. Em 2020, o grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas alcançou o segundo recorde consecutivo em quantidade produzida.

Desempenho - “Apesar do atraso na janela de plantio da soja, causado pela demora das chuvas no fim de 2019, o desempenho desse grão não foi prejudicado. Os fatores climáticos foram favoráveis em quase todo o país, com exceção do extremo sul, o que explica o aumento da produtividade da soja no país em 2020”, afirma Winicius.

Maior produtor do mundo - Em 2019, o Brasil se tornou o maior produtor de soja do mundo, ao ultrapassar os Estados Unidos e, em 2020, se manteve no topo do ranking. Com as boas condições climáticas, Mato Grosso, maior produtor nacional de soja, somou 35,1 milhões de toneladas (28,8% do total) e superou em 8,8% a safra de 2019. Foi também o estado com maior valor da produção agrícola, somados todos os produtos levantados pela pesquisa, ao atingir o recorde de R$ 79,2 bilhões.

Problemas - “Em 2019, houve problemas climáticos em uma região entre os estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná que acabaram prejudicando a safra naquele ano. Em 2020, tanto nessa região como em todo o Centro-Oeste, as condições climáticas foram favoráveis. Então, podemos afirmar que o desempenho da produção da soja no país foi melhor do que no ano anterior, apesar dos problemas de estiagem no Rio Grande do Sul”, explica.

Estados - Entre os grandes estados produtores do grão, somente o Rio Grande do Sul teve grande queda de produtividade (-40,6% no rendimento médio) no ano passado. O estado, que registrou o terceiro maior valor da produção com a cultura em 2019, perdeu a posição para o Paraná, que produziu 20,9 milhões de toneladas de soja em 2020. Com um total de R$ 59,8 bilhões, o estado passou a representar 12,7% do valor da produção total do país, atrás apenas de Mato Grosso (16,8%) e São Paulo (14,5%). Os três estados registraram recorde no valor da produção agrícola.

Noroeste do PR - “Em 2019, o noroeste do Paraná enfrentou problemas de estiagem no período produtivo. Com isso, o estado teve a produção prejudicada e acabou perdendo a posição para o Rio Grande do Sul. No ano passado, foi o sul do Rio Grande do Sul que enfrentou esses problemas climáticos e o Paraná retomou a terceira posição no ranking dos estados com maior valor da produção”, diz.

Milho - Entre as outras commodities que se destacaram em 2020 está o milho, cuja produção aumentou 2,8%, totalizando 104 milhões de toneladas. Esse grão passou a ser o segundo produto com maior valor da produção, à frente da cana-de-açúcar. “O milho já vem batendo recorde ano após ano. As condições climáticas em 2020 foram novamente favoráveis e o preço desse produto já vinha em alta, o que acabou incentivando os produtores a expandirem a área de produção e investirem em tecnologia”, afirma Winicius, destacando ainda que os preços do grão no mercado internacional continuaram subindo, o que gerou aumento no valor da produção. Somadas as duas safras, o valor gerado pelo milho foi de R$ 73,9 bilhões, acréscimo de 55,4% ao registrado no ano anterior.

Aumento - A cana-de-açúcar também teve aumento em seu valor da produção, que chegou a R$ 60,8 bilhões em 2020. Houve um crescimento de 0,5% em seu volume de produção, totalizando 757,1 milhões de toneladas. Nos últimos anos, o aumento da produção de etanol e a ampliação da participação do país no mercado internacional de açúcar influenciaram a indústria nacional de álcool. A cana-de-açúcar, então, cujas áreas de cultivo chegaram a dobrar nas três últimas décadas, aumentou o seu volume de produção em 188,2% entre 1990 e 2020.

Área - Mas, de acordo com o pesquisador, as áreas destinadas ao plantio da cana-de-açúcar vêm passando por estagnação. Em 2020, a área de cultivo desse produto foi reduzida em 0,9%. A cana, importante produto de exportação do país, vem perdendo espaço para outras culturas como o milho e a soja, que são mais rentáveis para os produtores. “Há seis anos, acompanhamos essa estagnação e até redução das áreas de cultivo da cana, em decorrência, principalmente, da mecanização da produção e da concorrência com outras culturas que vêm apresentando melhores valores no mercado. Há áreas produtivas no Brasil que apresentam dificuldades na adaptação da colheita mecanizada da cana, fazendo com que os produtores optem pelo plantio de outras culturas”, diz Winicius.

Aumento da demanda de arroz e feijão na pandemia impactou crescimento no valor da produção - O arroz e o feijão foram dois dos produtos que tiveram grande variação de preços em 2020. “Com a pandemia de Covid-19 e as medidas de isolamento social, houve aumento da demanda, uma vez que muitos consumidores estocaram esses produtos em casa. Os preços, consequentemente, subiram, aumentando assim o valor da produção de maneira significativa, fazendo com que o produtor tivesse uma rentabilidade maior”, explica Winicius.

Fatores - De acordo com o pesquisador, esses fatores, somados à valorização do dólar frente ao real e à consequente atratividade do produto no mercado internacional, explicam o crescimento de 32,7% no valor da produção do arroz, que atingiu R$ 11,6 bilhões. Já o feijão gerou R$ 10,8 bilhões, um aumento de 44,2% frente ao valor da produção da leguminosa em 2019. Também houve crescimento na produção de 4,4%, totalizando 3,0 milhões de toneladas. Embora tenha registrado retração de 1,8% em sua produção, o Paraná segue como principal produtor do feijão no país, ao colher 624,6 mil toneladas.

Algodão - Outra cultura com produção recorde foi o algodão herbáceo, que atingiu 7,1 milhões de toneladas, um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior. “Em 2018 e 2019, o crescimento do algodão foi pautado especialmente pela ampliação das áreas. Como já havia estoques elevados no mercado mundial, em 2020, as áreas não foram ampliadas, mas houve um incremento da produtividade que fez com que esse recorde na série histórica fosse alcançado”, diz o pesquisador. Com esse crescimento, o valor da produção da fibra chegou a R$19,1 bilhões, crescimento de 19,5% frente a 2019.

Laranja - Houve redução de 2,2% na produção da laranja, que chegou a 16,7 milhões de toneladas. Apesar do recuo, o valor da produção dessa fruta aumentou 14,3%, totalizando R$10,9 bilhões. A mesma situação ocorreu com a banana, que teve sua produção reduzida em 2,8% e seu valor da produção cresceu 14,5%, chegando a R$ 8,6 bilhões.

Preços - “Como 2020 foi um ano marcado pela subida dos preços, que foi um dos efeitos da pandemia, tanto na desvalorização do real quanto do aumento do consumo doméstico de produtos alimentícios, os preços da maior parte desses produtos subiram e o valor da produção deles acompanhou esse crescimento”, explica o analista da pesquisa.

Valor da produção do café aumenta 54,4% - A produção de café no país somou 3,7 milhões de toneladas em 2020, um crescimento de 22,9% quando comparado ao ano anterior. O valor da produção gerado foi de R$ 27,3 bilhões, aumento de 54,4%. O pesquisador explica que 2020 foi um ano de bienalidade positiva para o café arábica, fenômeno que ocorre a cada dois anos, quando as plantas apresentam produtividade superior, e que houve aumento de preço no mercado internacional. “Isso justifica o aumento expressivo no valor da produção”, afirma Winicius. A produtividade do café arábica foi 28,7% superior à safra de 2019. Já o café canephora recuou 5,0% na sua produção, totalizando 870,6 mil toneladas.

Arábica - A maior parte do café produzido no país é do tipo arábica. Em 2020, esse tipo de café representou 76,5% do total produzido, com 2,8 milhões de toneladas. O valor da produção gerado foi de R$ 22,6 bilhões, 66,3% a mais do que no ano anterior. Com crescimento de 38,3% na produção, Minas Gerais foi responsável por 72,2% de todo o café arábica colhido pelo país no ano. O estado produziu 2,0 milhões de toneladas e chegou a um valor da produção de R$ 16,5 bilhões. São Paulo, segundo maior estado produtor de café arábica, teve crescimento de 18,8%, atingindo 344,6 mil toneladas e chegando ao valor da produção de R$ 2,9 bilhões.

Canephora - Já a retração no volume do café canephora não prejudicou o seu valor da produção, que aumentou 14,8% frente a 2019, totalizando R$ 4,7 bilhões. Três estados foram responsáveis pela maior parte da produção: Espírito Santo, Rondônia e Bahia.

Centro-Oeste tem crescimento de 35,6% no valor da produção agrícola - Entre a grandes regiões, o Centro-Oeste continuou como responsável pelo maior valor da produção nacional, ao totalizar R$ 146,3 bilhões, com crescimento de 35,6% frente ao alcançado em 2019. Mato Grosso, estado com maior valor da produção nacional, gerou R$ 79,2 bilhões. O segundo estado com maior valor da produção na região foi Goiás, que totalizou R$ 36,2 bilhões. Ambos os estados se destacam na produção de soja e milho.

Regiões - A soja e o milho também foram as culturas que geraram maior valor da produção no Nordeste, região que teve aumento em sua produção e gerou R$58,3 bilhões. A região conhecida como Matopiba, que abarca o Tocantins e parte dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia, se destaca na produção desses grãos. Já a cana-de-açúcar, produto tradicionalmente cultivado no Nordeste, ficou em terceiro lugar entre os que geraram os maiores valores da produção na região.

Norte e Sul - No Norte e no Sul, a soja também foi o principal cultivo agrícola. O maior valor da produção entre os estados nortistas foi registrado pelo Pará, que teve crescimento de 45,2% em 2020. Igarapé-Miri, município paraense que se destaca pela produção de açaí, segue com o maior valor de produção regional: R$ 1,6 bilhão, um crescimento de 79,8% no ano.

Guarapuava - Já entre os municípios sulistas, o destaque ficou com Guarapuava, no Paraná, que gerou R$ 1,2 bilhão. A principal cultura cultivada no município é a soja. O Sudeste foi a única região em que essa oleaginosa não foi o principal produto cultivado. Com alta de 28,2% no valor da produção, ao gerar R$ 124,6 bilhões, a região se destacou no cultivo da cana-de-açúcar. Já o município do Sudeste com maior valor da produção foi Itapeva, que se destacou no plantio da soja, e gerou R$ 2,4 bilhões.

Valor gerado por Sorriso, em Mato Grosso, cresceu 35,5% em 2020 - Dos 50 municípios com maiores valores da produção agrícola no país, 20 pertenciam a Mato Grosso. Sorriso (MT), município que respondeu, sozinho, por 1,1% do valor da produção nacional, registrou R$ 5,3 bilhões, crescimento de 35,5% frente ao ano anterior. Com isso, conservou o primeiro lugar entre aqueles com maior valor da produção. Além da soja, Sorriso se destacou no cultivo do milho e do algodão.

Segundo maior - O segundo maior valor da produção foi registrado por São Desidério, na Bahia, que também cultiva soja, milho e algodão. O valor gerado pelo município teve crescimento de 44,6%, atingindo 4,6 bilhões. Já Sapezal (MT), que em 2019 havia registrado o segundo maior valor da produção entre os municípios, ficou em terceiro lugar no ranking. Com crescimento de 26,7%, o município totalizou R$ 4,3 bilhões em valor bruto.

Destaques - “São Desidério se destaca principalmente na cultura de soja, enquanto Sapezal tem como principal cultura o algodão. Como o aumento da soja foi superior ao crescimento do preço do algodão, isso pode explicar o avanço de São Desidério no ranking de maior valor da produção agrícola”, analisa Winicius.

Formosa de Rio Preto - Outro município que se destacou na edição de 2020 da PAM foi Formosa de Rio Preto, também na Bahia. Com crescimento de 78,3% em valor bruto gerado, a cidade, que obteve significativos avanços com a produção de soja, algodão, milho e sorgo, ficou em quinto lugar entre os municípios com maior valor da produção. No ano anterior, havia assumido a 11ª colocação.

Maracaju - Já Maracaju, em Mato Grosso do Sul, que em 2019 apareceu na 14º posição no ranking dos municípios com maior valor da produção, teve crescimento de 103,2% nesse indicador e alcançou a oitava posição. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Gcom-MT

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LEGISLATIVO I: CAE aprova estímulo ao transporte por cabotagem

legislativo I 22 09 2021A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (21/09), projeto de lei que trata do Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, o BR do Mar. O relator do PL 4.199/2020, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), recomendou a aprovação do texto original com 13 emendas por ele apresentadas, além de 24 das 44 emendas oferecidas por outros senadores, acolhidas total ou parcialmente.

Prejudicados - O relator declarou prejudicados quatro dos cinco projetos que tramitavam em conjunto. Apenas o PLS 422/2014 deverá seguir em tramitação autônoma.  Depois de passar pela CAE, o PL 4.199/2020 será examinado por mais três comissões: de Agricultura e Reforma Agrária (CRA); de Constituição e Justiça (CCJ) e de Serviços de Infraestrutura (CI). 

Objetivos - Nelsinho Trad abriu seu parecer relacionando uma série de objetivos perseguidos pelo Programa BR do Mar. Nesse rol, é possível destacar o incremento na oferta e qualidade do transporte por cabotagem; o incentivo à concorrência e à competitividade na prestação desse serviço; a ampliação da disponibilidade de frota no território nacional; o estímulo ao desenvolvimento da indústria naval nacional de cabotagem; e a otimização no uso de recursos gerados pelo Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

Diretrizes - A ideia é que o projeto ofereça diretrizes quanto à segurança nacional; estabilidade regulatória; incentivo ao investimento privado; otimização no uso de recursos públicos; equilíbrio da matriz logística nacional; transparência e integridade.

Expansão - O projeto deverá facilitar a expansão das operações de cabotagem e a entrada de novos interessados nesse mercado, segundo o relator.

Possibilidade - “Aumenta-se a possibilidade das Empresas Brasileiras de Navegação (EBN) afretarem embarcações sem a obrigatoriedade de possuírem embarcações próprias, como exigido pela legislação vigente. Esta mudança, no entanto, vem acompanhada de incentivos para que as EBNs mantenham e aumentem a frota própria, o que contribui para um importante aspecto da navegação de cabotagem, que é a disponibilidade do serviço", explicou o senador no parecer.

Novos investidores- De olho em novos investidores, a BR do Mar prevê a criação da Empresa Brasileira de Investimento na Navegação (EBN-i), que vai constituir frota e fretar as embarcações para EBNs operarem, dispensando a necessidade de estas investirem em frota própria. Ainda nesta perspectiva, o programa modifica a destinação de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) — financiado, especialmente, pela arrecadação do AFRMM —, ampliando as hipóteses de uso pelo setor, com a inclusão, por exemplo, de manutenções preventivas nas embarcações.

Reporto - A prorrogação do prazo do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto) até 31 de dezembro de 2023 também reforça as iniciativas citadas.

Ausência - Segundo o relator, a ausência desse incentivo, vigente entre 2004 e 2020, trouxe enormes prejuízos à logística e à indústria do país, que está em um momento crucial de investimentos vultosos pelos setores portuário e ferroviário. Perdas deverão ser amargadas não só pelos operadores logísticos, mas pelos usuários do sistema de transporte ferroviário e portuário, sem esquecer dos reflexos negativos sobre o agronegócio, na hipótese de o Reporto não ser prorrogado. 

Outros pontos- Outros pontos de destaque alinhavados pelo relator foram a prorrogação da isenção do AFRMM até 2027, permitindo à indústria salineira do Rio Grande do Norte enfrentar a concorrência com o sal do Chile; o reescalonamento de financiamentos viabilizados com recursos do FMM e celebrados antes da pandemia de Covid-19, desde que não ultrapassem os prazos máximos de 72 meses de carência e de até 24 anos de amortização; a garantia de mais empregos, com a exigência de que as embarcações estrangeiras na cabotagem tenham, no mínimo, um terço de tripulantes brasileiros já no início de suas operações no país. 

Resultados esperados- "Os resultados esperados pelo governo federal com o Programa de Estímulos à Navegação de Cabotagem são: o incremento da oferta de embarcações em 40%; a ampliação do volume de contêineres transportados até 2022 em até 65%; e a promoção do crescimento da cabotagem a taxas de 30% ao ano. A aprovação do PL é um passo importante para alcançar um melhor equilíbrio da matriz de transporte de cargas do país e a redução do custo médio dos fretes", disse Nelsinho Trad no parecer. 

Emendas - Quanto às mudanças promovidas no PL 4.199/2020, algumas das 13 emendas oferecidas pelo relator trataram apenas de ajustes redacionais. “Alegria de por ter dado uma contribuição a esse texto enviado pelo Executivo. Esse relatório dará um grande avanço para o setor no nosso país, porque vai diminuir o custo Brasil. Todas as emendas acatadas terão na minha pessoa uma defesa intransigente em Plenário”, afirmou Nelsinho Trad.

Acolhidas - Entre as emendas acolhidas pelo relator, estão as apresentadas pelos senadores pelo Amazonas Plínio Valério (PSDB) e Eduardo Braga (MDB), no sentido de reduzir custos de operação sem comprometer os incentivos fundamentais à marinha mercante. Tanto Plínio quanto Braga defenderam a redução da alíquota do AFRMM de 10% para 8% na navegação de cabotagem, mantendo em 40% na navegação fluvial e lacustre, quando do transporte de granéis líquidos na região Norte e Nordeste. Emenda apresentada pelo senador Lucas Barreto (PSD-AP), também acolhida.

Lei de Responsabilidade Fiscal- "É importante ressaltar que as reduções das alíquotas do AFRMM não ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Não há qualquer tratamento diferenciado de tributos, uma vez que estamos tratando de modalidades de navegação distintas. Ademais, ao mantermos a alíquota de 40% para o transporte de granéis líquidos na navegação fluvial e lacustre, e propormos a alíquota de 8% para o transporte das demais cargas (inclusive granéis sólidos), estamos elevando a arrecadação de tributos e, portanto, não há qualquer renúncia de receita nesse ponto que possa ser enquadrada entre as hipóteses previstas na LRF", disse Nelsinho.

Alteração - Outra alteração foi amparada em emenda de autoria de Lucas Barreto. Com vistas a eliminar eventual insegurança jurídica, ficou estabelecido que as embarcações estrangeiras terão o direito de usufruir das mesmas condições comerciais para a prestação dos serviços de apoio portuário, e não mais dos serviços de praticagem (serviço de assessoria aos comandantes dos navios para navegação em águas restritas).

Parcial - O relator acolheu parcialmente emenda elaborada pela senadora Kátia Abreu (PP-TO). A ideia era eliminar a exigência de um número máximo de viagens permitidas nos afretamentos a tempo, caracterizados pela disponibilização, por tempo determinado, de um navio completamente equipado e em condição de navegabilidade pelo armador. No entendimento de Nelsinho, a medida, tal como formulada, abriria o setor de cabotagem brasileira para navios estrangeiros.

Número ilimitado de viagens- A saída encontrada por ele foi admitir um número ilimitado de viagens, desde que a autorização para o afretamento vinculasse uma embarcação específica. Essa ressalva evitaria, conforme argumentou, a abertura indiscriminada para navios estrangeiros e, ao mesmo tempo, promoveria a competição, a flexibilização e desburocratização dos afretamentos a tempo.

Correções - “Estou muito feliz com as emendas acatadas, mas precisamos corrigir ainda mais com o amadurecimento da matéria nas demais comissões”, defendeu Kátia Abreu.

Mais - O relator acatou outras três emendas. A primeira delas resulta em duas mudanças na proposta: a possibilidade de acesso a recursos do FMM para manutenção de embarcações, inclusive as preventivas; a permissão para as EBNs definirem como e onde empregar os recursos do fundo, seja por meio de um estaleiro, seja por meio de uma empresa brasileira especializada na atividade; e a aplicação possível de verbas do fundo em obras de infraestrutura portuária e aquaviária.

Reescalonamento - Quanto às outras duas emendas, uma tratou de permitir o reescalonamento de financiamentos viabilizados com recursos do FMM e celebrados antes da pandemia de Covid-19, desde que não ultrapassem os prazos máximos de 72 meses de carência e de até 24 anos de amortização. A outra, prorroga o prazo dos benefícios conferidos pelo Reporto até 31 de dezembro de 2023.

Avanço - “Esse projeto vai alavancar, seguramente, o transporte marítimo no Brasil. Vai dar um avanço para a cabotagem no país”, expôs o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS).

Complexos e atrasos - O senador Confúcio Moura (MDB-RO) argumentou que “temos de ser humildes para conhecer o mundo e os segredos de países que têm estruturas portuárias baratas, modernas e eficientes” e ultrapassar a série de complexo de atrasos. 

Ajustes - O senador José Aníbal (PSDB-SP) também afirmou que o PL precisa de "ajustes". “Mas há, de outro lado, uma urgência nessa matéria para realmente ampliar a navegação de cabotagem no Brasil.”

PLS 422/2014 - Por fim, o relator recomendou a tramitação autônoma do PLS 422/2014, da senadora Kátia Abreu, que propõe a modernização do controle de tráfego marítimo na área dos portos, por meio da alteração de uma série de dispositivos que interferem nos serviços de praticagem. Nelsinho Trad justificou sua posição observando que a proposição, no seu entendimento, foge ao escopo da navegação de cabotagem. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

 

LEGISLATIVO II: MP que amplia tolerância para pesagem de caminhões será votada nesta quarta

legislativo II 22 09 2021Foi retirada da pauta desta terça-feira (21/09) a Medida Provisória (MP) 1050/2021, que aumenta de 10% para 12,5% a tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga sem aplicação de penalidades. A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados no dia 1º de setembro, na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 20/2021. De acordo com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a matéria volta ao Plenário nesta quarta-feira (22/09).

Fiscalização - De acordo com o texto, que tem o senador Carlos Viana (PSD-MG) como relator, os veículos ou combinações de veículos (carretas com reboques, por exemplo) de peso bruto total regulamentar igual ou inferior a 50 toneladas deverão ser fiscalizados apenas quanto aos limites de peso bruto total ou de peso bruto total combinado (caminhão mais o reboque), cuja tolerância fixada pela lei é de 5%. A MP modifica a Lei 7.408, de 1985.

Excesso - No caso de o veículo fiscalizado de até 50 toneladas ultrapassar a tolerância máxima do peso, o texto determina que esse veículo também seja fiscalizado quanto ao excesso de peso por eixo, aplicando-se as penalidades de forma cumulativa, respeitada a nova tolerância máxima por eixo. Em relação aos veículos não adaptados ao transporte de biodiesel, mas que realizam o transporte desse produto, o texto aumenta de 5% para 7,5% a tolerância no peso bruto total ou no peso bruto total combinado. A regra vale até o sucateamento desses caminhões.

Crítica - O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) criticou a MP. Ele pediu mais empatia no trânsito, pois o aumento do sobrepeso nos ônibus e caminhões pode trazer mais insegurança e provocar mais acidentes. Além disso, ressaltou o senador, o assunto não tem relevância nem urgência, requisitos para a edição de uma MP. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

SAÚDE I: Casos no país diminuem após ajuste de dados em estados

O balanço diário de casos de covid-19 do Ministério da Saúde desta terça-feira (21/09) apontou 573 diagnósticos a menos confirmados que os dados divulgados segunda-feira (20/09). Com isso, o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia ficou em 21.247.094, enquanto na segunda foram contabilizados 21.247.667. Isso porque o Ceará corrigiu a base de dados do estado e reduziu 12.028 casos, o que resultou em uma diminuição do total de novos casos comunicados.

Novos casos- De acordo com a pasta, em 24 horas, foram registrados 11.455 novos casos no país.

Acompanhamento - Há ainda 405.456 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Mortes - A consolidação das mortes não sofreu variações negativas. Em 24 horas, foram registrados 485 novos óbitos. Com isso, o total de pessoas que não resistiram à doença chegou a 591.440.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 20.250.198, o que corresponde a 95,2% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (148.295), Rio de Janeiro (64.918, registradas até ontem), Minas Gerais (54.095), Paraná (38.556) e Rio Grande do Sul (34.617). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.835), Amapá (1.972), Roraima (1.987), Tocantins (3.747) e Sergipe (6.177).

Vacinação - De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, 223,4 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas, sendo 142,2 milhões da primeira dose e 81,2 milhões da segunda ou dose única dose. Em 24 horas, foram aplicadas 751,4 mil doses.

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 287,9 milhões de doses, sendo 264,7 milhões de doses entregues e 23,2 milhões em processo de distribuição. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 2.118 casos e 67 mortes por Covid-19 no Paraná

saude II 22 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (21/09) mais 2.118 casos confirmados e 67 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.488.025 casos confirmados e 38.339 mortos pela doença. Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (1.797), agosto (150), julho (25), junho (99), maio (43) e abril (4) de 2021.

Internados - O informe divulga que há 740 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 546 em leitos SUS (318 em UTI e 228 em enfermaria) e 194 em leitos da rede particular (109 em UTI e 85 em enfermaria). Há outros 1.484 pacientes também internados, 777 em leitos UTI e 707 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde a informa a morte de mais 67 pacientes. São 27 mulheres e 40 homens, com idades que variam de 29 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 23 de abril a 20 de setembro de 2021. Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (18), Londrina (6), Cascavel (4), Ponta Grossa (3), Pinhais (3), Umuarama (2), Rolândia (2), Foz do Iguaçu (2), Arapongas (2) e Altônia (2).

Uma pessoa - A Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Vera Cruz do Oeste, Três Barras do Paraná, Toledo, Tamarana, Paranavaí, Moreira Sales, Medianeira, Marumbi, Maringá, Marechal Cândido Rondon, Icaraíma, Guarapuava, Foz do Jordão, Fazenda Rio Grande, Cruz Machado, Cornélio Procópio, Colombo, Campo Mourão, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Atalaia, Assis Chateaubriand e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.131 casos de residentes de fora do Estado; 217 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná) 

Confira o boletim completo 

Confira o relatório de exclusão e o de casos por municípios.

 

SAÚDE III: Com cenário mais estável, Estado amplia capacidade de público em eventos

saude III 22 09 2021Com o cenário mais estável da pandemia da Covid-19 no Paraná, diretamente relacionado com a vacinação em primeira dose (D1) ou dose única chegando a 95% da população adulta, o Governo do Estado decidiu alterar o decreto nº 8.705/2021, editado no último dia 14, ampliando a capacidade de público em eventos.

Capacidade máxima - De acordo com a nova normativa (nº 8.771/2021), assinada nesta terça-feira (21/09) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, em eventos realizados em espaços abertos, para público exclusivamente sentado ou delimitado, poderão ser realizados com capacidade máxima de lotação de 60% do previsto para o local, desde que não exceda 5 mil pessoas.

Ambientes fechados - Já os eventos realizados em ambientes fechados, novamente para público exclusivamente sentado ou delimitado, poderão ser realizados com capacidade máxima de lotação de 50% do previsto para o local, desde que não ultrapasse 2 mil pessoas. Segue valendo, contudo, a necessidade de os participantes estarem com o esquema vacinal completo contra a doença ou apresentar exame RT-PCR negativo, com no máximo 48 horas de antecedência.

Excepcionalidade - O texto prevê excepcionalidade para concursos públicos e demais processos seletivos. A promoção de eventos esportivos com público, por sua vez, será regulamentada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

Proibida - Permanece proibida a realização presencial dos eventos, de qualquer tipo, que possuam uma ou mais das seguintes características: em local fechado que não tenha sistema de climatização com renovação do ar e Plano de Manutenção, Operação e Controle atualizados; que demandem a permanência do público em pé durante sua realização; com duração superior a 6 horas; que não consigam garantir o controle de público no local ou que possam atrair presença de público superior àquele determinado nesta norma, como exposições e festivais; de caráter internacional; realizados em locais não autorizados para esse fim; e que não atendam os critérios previstos nesta legislação e demais normativas vigentes.

Validade - O documento tem validade até 1º de outubro.

Números - De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesa na segunda-feira (20/09), o Paraná soma 1.486.040 casos e 38.274 óbitos pela Covid-19. A média móvel de casos é 51,2% menor do que há 14 dias. A redução de mortes no mesmo período ficou em 49,2%. O atual índice de retransmissão (RT) é de 0,93, ou seja, cada 100 pessoas transmitem o vírus para outras 93.

Ocupação de leitos - Já a ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para tratamento da doença está em 58%, enquanto taxa de ocupação dos leitos de enfermaria é de 38%.

Confirmação - Nesta semana, o Estado confirmou o início da imunização de adolescentes e do reforço em idosos. Em números absolutos, 12.472.079 doses já foram aplicadas na população adulta. Dessas, 7.911.196 são relacionadas à D1 e 4.560.883 são D2 ou DU.

Estimativa - A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 94,4% deste grupo com ao menos uma dose ou dose única. A Sesa quer fechar setembro com 100% da população adulta vacinada com a primeira dose ou dose única. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

SAÚDE IV: Informe semanal da dengue registra mais 56 casos no Paraná

saude IV 22 09-2021O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (21/09) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 133 casos confirmados da doença no Paraná, desde o início do atual período epidemiológico, em 1º de agosto deste ano. São 56 a mais do que no informe anterior, que apresentava 77 confirmações.

Municípios - Os novos casos confirmados foram registrados em Foz do Iguaçu (27), Londrina (13), Maringá (4), Querência do Norte (2), Cambará (1), Sertanópolis (1), Rolândia (1), Lupionópolis (1), Paranacity (1), Santa Cruz do Monte Castelo (1), Umuarama (1), Guaraniaçu (1), Sengés (1), e Telêmaco Borba (1).

Investigação - Há ainda 1.476 casos em investigação e 180 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 2.652 para 3.356. O Estado não registrou nenhum óbito neste período.

Preocupação - Segundo o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, a dengue continua sendo uma preocupação da Sesa, que segue dando apoio técnico às 22 Regionais de Saúde e às equipes de Vigilância Ambiental dos municípios. “O cuidado e ajuda da população também são fundamentais para que os números não saiam do controle”, afirmou.

Criadouros - Segundo levantamento entomológico publicado pela Sesa, a maior porcentagem de criadouros está em locais passíveis de remoção, recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas e entulhos de construção. (Agência de Notícias do Paraná)

Vejo o informe completo AQUI.

FOTO: Pixabay

 

NOVA ESTAÇÃO: Primavera deve ter variações bruscas de temperatura e chuvas abaixo da média

nova estacao destaque 22 09 2021A primavera começa às 16h21 desta quarta-feira (22/09). Segundo a previsão do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o primeiro dia da estação será parcialmente nublado nas regiões Oeste, Noroeste, Norte, Norte Pioneiro, Sul, Sudoeste, Litoral e Região Metropolitana de Curitiba. As temperaturas devem variar entre 6ºC em Agudos do Sul, Piên e Rio Negro e 33ºC em Umuarama. Nas áreas próximas da divisa com Santa Catarina, nos Campos Gerais, no Litoral e na Capital, as temperaturas máximas ficam entre 17ºC e 20ºC.

Variações bruscas - “Para os próximos meses estão previstas variações bruscas da temperatura do ar em curtos períodos devido à passagem de frentes frias sobre o Paraná”, afirma o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib.

Ondas de calor - De modo geral, nos períodos secos, o rápido aquecimento diurno formará ondas de calor, sobretudo nas faixas Norte e Oeste. Além disso, massas de ar frio e sistemas de precipitação deslocando-se lentamente nas proximidades da Costa Sul do Brasil manterão as temperaturas amenas na Região Leste, entre Curitiba e as praias.

Litoral - No Litoral, a temperatura média do ar e o regime de chuvas seguirão os padrões climatológicos da estação. Nas demais regiões, a temperatura média do ar tende a ficar entre próxima e acima da média. Já as chuvas devem manter-se abaixo da normal climatológica.

La Niña - O conjunto dos modelos climáticos indica a probabilidade elevada de ocorrência do fenômeno La Niña nas águas do Oceano Pacífico Equatorial ao longo da primavera. O resfriamento da temperatura da superfície das águas altera os padrões globais de chuvas e temperaturas.

Chuvas - O meteorologista observa que o aumento gradual do volume de chuvas e das temperaturas médias são próprios da estação: “Aglomerados de nuvens de tempestade denominados Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM) costumam formar-se na região do Paraguai ou no próprio território paranaense”, explica.

Maiores valores - Os maiores valores de temperaturas mínimas e máximas ocorrem habitualmente nas regiões Oeste, Sudoeste, Norte e no Litoral. Já as chuvas são causadas pelas frentes frias e/ou quentes e outros sistemas de curta duração que se desenvolvem em função das altas temperaturas e da maior quantidade de umidade no ar no Estado e em áreas próximas, como Paraguai, norte da Argentina e estados vizinhos.

Eventos severos - Por ser uma estação de transição entre os regimes climáticos do inverno e do verão, a primavera favorece eventos meteorológicos severos como fortes rajadas de ventos, granizo, chuvas volumosas e grande quantidade de raios, que só podem ser detectados em curto prazo.

Monitoramento - O Simepar faz o monitoramento sistemático das condições do tempo e emite alertas com antecedência de poucas horas, possibilitando a adoção de medidas de prevenção e mitigação dos efeitos na sociedade. Para receber esses alertas no celular, os interessados podem cadastrar-se na Defesa Civil Estadual enviando uma mensagem para o telefone 40199 com o número do seu CEP (Código de Endereçamento Postal).

Agrometeorologia - A agrometeorologista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-PR), Heverly Morais, alerta para os impactos da crise hídrica e dos eventos meteorológicos extremos sobre a agricultura e a pecuária no contexto das altas temperaturas previstas para a primavera.

Culturas - “As grandes culturas como soja, milho e feijão podem sofrer atraso na semeadura, germinação desuniforme da lavoura, crescimento inadequado das plantas e mau desenvolvimento dos grãos”, afirma. Ela recomenda ao produtor escalonar a semeadura em talhões com cultivares de ciclos diferentes, manter o equilíbrio nutricional das plantas, utilizar sementes de boa qualidade, bem como não empregar população superior à indicada.

Sugestão - Para melhorar a estrutura do solo e o armazenamento da água no sistema, Heverly sugere o cultivo e a incorporação de plantas de cobertura em sistema de plantio direto. “Essa técnica melhora os atributos físicos e químicos do solo, favorece o aumento de infiltração da água, aprofunda as raízes da cultura, reduz a temperatura e a evaporação do solo e mantém a água disponível para as plantas em períodos de estiagem fraca e moderada”, explica a pesquisadora.

Risco - Culturas como café, cana-de-açúcar, mandioca e frutíferas correm alto risco de serem prejudicadas pela má distribuição das chuvas ao longo da estação. Além disso, as altas temperaturas podem afetar as hortaliças, sobretudo as folhosas. As olerícolas precisarão de muita água de irrigação – um desafio diante dos baixos níveis dos mananciais como rios, riachos, lagos e nascentes.

Tabela - Veja a tabela dos valores das médias mensais históricas da faixa de variação da chuva, temperaturas mínimas e máximas por região do Paraná, nos meses de outubro, novembro e dezembro. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

nova estacao 22 09 2021

 

ARTIGO: Torne-se um doador de medula óssea e salve vidas

artigo 22 09 2021*Ana Luiza de Melo Rodrigues

O mês de setembro, além da cor amarela que representa a campanha de prevenção ao suicídio, também é estampado por outra cor um pouco menos conhecida: o verde. O “setembro verde” tem como objetivo estimular a doação de medula óssea que pode auxiliar no tratamento de cerca de 80 doenças – em diferentes estágios – como leucemia, linfoma, síndromes de imunodeficiência congênita, entre outras.

Atualmente, o Brasil é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea no mundo, com mais de 5 milhões de doadores cadastrados. Parece ótimo e realmente é. No entanto, ainda não é o suficiente. A chance de um irmão de mesmo pai e mesma mãe ser 100% compatível (o chamado doador ideal) é de 1 em cada 4 e a diminuição do número de filhos nas famílias brasileiras tornou essa opção ainda mais rara. Então para 75% dos pacientes é necessário ir em busca de um doador alternativo que pode surgir a partir de registros de doadores voluntários e de bancos públicos de sangue de cordão umbilical.

Neste cenário, a probabilidade de encontrar um doador compatível é de 1 para cem mil. Porém, por conta da alta diversidade genética da população brasileira, as chances diminuem em até 10 vezes para alguns pacientes. Há ainda a possibilidade de realizar o transplante com familiares parcialmente compatíveis (haploidênticos).

Além disso, por conta da pandemia causada pela Covid-19, o Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) registrou uma queda de 30% nos números de transplantes. Hoje, só o Redome conta com a média de 850 pacientes em busca de um doador não aparentado. Nesse sentido, não é preciso ser bom em matemática para perceber que a conta não fecha.

Para se tornar um doador de medula óssea, basta visitar o hemocentro mais próximo da sua região que realize cadastro no Redome. Nele, é só solicitar mais explicações sobre o cadastro e a doação de medula óssea. O doador deve possuir de 18 a 35 anos na data do cadastro, ser saudável, não possuir câncer, doença infecciosa transmissível pelo sangue, hematológica ou autoimune. Além de levar um documento de identidade original, no momento do cadastro é necessário retirar uma pequena amostra de sangue para avaliar a compatibilidade com os pacientes cadastrados.

Feito isso é só aguardar. Caso seja identificada a compatibilidade para um transplante você será notificado e, a partir daí, será programado o procedimento. O nome ficará no cadastro e o contato poderá ocorrer até a idade máxima definida para a doação: 60 anos. Além disso, o mesmo doador pode doar mais de uma vez devido à renovação celular que ocorre de 21 a 30 dias. O doador que recebe o contato de compatibilidade, se ainda tiver a intenção de seguir, fará um check up e será selecionado se tiver boas condições de saúde, ou seja, sem contraindicações à realização dos procedimentos.

Então, salve vidas tornando-se um doador! Você estará beneficiando diversos pacientes que serão tratados, ou mesmo curados, com o transplante de medula óssea.

* Ana Luiza de Melo Rodrigues é médica cooperada da Unimed Curitiba, especialista em onco-pediatria e transplante de medula óssea e mestre em Biotecnologia Aplicada a Saúde da Criança e do Adolescente. É também vice-presidente e chefe do Serviço de Hemato/Oncologia Infantil do Grupo Brasileiro de Transplante de Medula Óssea Pediátrico da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e médica responsável adjunta pelo Serviço de Transplante de Medula Óssea Infantil (STMO). E ainda é preceptora da residência médica do serviço de Hemato/Oncologia Pediátrica do Hospital Erastinho (Hospital Erasto Gaertner) e médica do serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital Infantil Pequeno Príncipe (AHPIRC)

 


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