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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5166 | 30 de Setembro de 2021

FEIRA INTERNACIONAL: Lideranças paranaenses vão promover o cooperativismo na Expo Dubai

feira internacional 30 09 2021Um grupo de cooperativistas paranaenses, formado por representantes do Sistema Ocepar e das cooperativas Agrária, Cocamar, Integrada, C.Vale, Frísia e Coopavel, vai integrar a delegação que irá participar da Expo Dubai 2020, nos Emirados Árabes Unidos. A missão é organizada pelo governo do Estado, que irá promover o evento Paraná Business Experience 2021, entre os dias 10 e 16 de outubro, no Pavilhão do Brasil montado na feira internacional. Segundo o presidente do Conselho de Administração da Cocamar e diretor da Ocepar, Luiz Lourenço, que representará o Sistema Ocepar em Dubai, “as cooperativas paranaenses estão buscando oportunidades e ampliando sua presença no mercado internacional, com sua gama de produtos, elaborados com alta qualidade e de forma sustentável. O Oriente Médio é um potencial importador. Poder participar de um evento dessa magnitude é fundamental para avançarmos nesse objetivo”, destacou.

PRC200 - “Temos como propósito fortalecer a imagem do cooperativismo mundialmente. Será ainda um momento importante para as cooperativas prospectarem negócios”, afirma o coordenador da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Silvio Krinski, que acompanhará o grupo de cooperativas. Ainda de acordo com ele, a ação está vinculada ao Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, especialmente ao projeto “Desenvolvimento de Mercado”, que contempla iniciativas voltadas a abrir novos mercados para o setor. “Nesse sentido, também queremos mostrar no evento que as cooperativas trabalham aliando as questões econômicas, sociais e ambientais, ou seja, os produtos e serviços que nós ofertamos são sustentáveis e têm qualidade”, acrescenta Krinski.

Exportações - Atualmente, as cooperativas do Paraná exportam para aproximadamente 150 países. Em 2020, elas atingiram US$ 4,4 bilhões em vendas externas – 34% desse valor corresponde aos embarques de carne de frango, 25% soja em grãos, 18% farelo de soja e 20% outros itens, como carne suína, peixes e milho. 

Programação - O Paraná Business Experience 2021 será aberto com a presença do governador Ratinho Junior, no dia 10 de outubro. Nos dias 11 e 12 de outubro, as empresas e cooperativas que acompanham a missão participarão de rodadas de negócios e networking, realizados com potenciais investidores dos Emirados Árabes Unidos. As atividades serão segmentadas por setores, entre eles, automotivo; agronegócio; alimentos e bebidas; papel, madeira e celulose; bem-estar; e infraestrutura e tecnologia da informação; além de uma agenda específica para os municípios. No dia 11, a Ocepar, Agrária e C.Vale, além da Seab, participam de um painel sobre Agronegócio. Os paranaenses devem ainda acompanhar o Global Forum Africa nos dias 13 e 14, quando devem fazer visitas técnicas e cumprir agenda de networking nos pavilhões da feira internacional. A programação dos dias 15 e 16 está em processo de finalização.

Expo Dubai- A Expo Dubai 2020 deverá reunir mais de 190 países e terá duração de 181 dias. São esperados 25 milhões de visitantes no período de 1º de outubro de 2021 e 31 de março de 2022. O tema desta edição é “Conectando mentes, criando o futuro”. Os países participam com pavilhões que representam suas nações, divididos em três distritos: Oportunidade, Mobilidade e Sustentabilidade. O Pavilhão do Brasil, que integra a área da Sustentabilidade, terá 4.380 metros quadrados. O Paraná será o primeiro estado a assumir o pavilhão brasileiro na feira, por meio do evento Paraná Business Experience 2021, cujo objetivo é mostrar os potenciais do Estado e as oportunidades de conexões, investimentos, negócios, além da possibilidade de fomentar a cooperação internacional.

Vídeo - Clique aqui e confira o vídeo produzido pelo Governo do Estado, por meio do Invest Paraná, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, para divulgar o Paraná na Expo Dubai.

Catálogo das Cooperativas - Clique aqui e confira o Catálogo de Produtos das Cooperativas Agropecuárias do Paraná que será apresentado pelas lideranças do setor no evento.

FOTO: Site Brasil Expo Dubai 2020

 

INVESTIMENTOS: BRDE libera R$ 176 milhões em financiamento para melhorias em cooperativas paranaenses

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou, nessa quarta-feira (29/09), um convênio para a liberação de R$ 176 milhões em recursos para melhorias em cooperativas e empresas paranaenses, por meio de crédito concedido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). No mesmo evento, ele também sancionou a lei que autoriza uma nova captação de recursos pelo BRDE junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), até o valor de EUR 134,6 mil, para investir em infraestrutura urbana e projetos sustentáveis nos municípios paranaenses.

Beneficiadas - As cooperativas beneficiadas com os recursos são: C.Vale Cooperativa Agroindustrial, Coasul Cooperativa Agroindustrial, Cocamar Cooperativa Agroindustrial, Frimesa Cooperativa Central, Integrada Cooperativa Agroindustrial e Lar Cooperativa Agroindustrial. Já as empresas são: A B Comercio de Insumos e Rapidium Scmepp S/A. Entre as melhorias contempladas estão o financiamento para novos equipamentos, ampliação da infraestrutura de unidades de armazenamento, modernização de fábricas, entre outros.

Iniciativas - “As iniciativas do Governo do Estado visam colaborar com as cooperativas para que continuem investindo e gerando emprego e renda no Paraná. Os recursos atendem as cooperativas em seus projetos de expansão, como ampliação das plantas e barracões industriais. Isso se traduz em mais oportunidades para os paranaenses no campo”, disse o governador.

Diversificadas - Segundo Ratinho Junior, as cooperativas paranaenses são diversificadas e operam com todos os produtos agrícolas importantes da economia do Estado. “Elas são pioneiras na implantação de novas culturas e projetos, além de terem projeção em toda a América Latina. São, em muitos municípios do Paraná, as atividades econômicas mais emblemáticas e as maiores geradoras de receita”, reforçou.

Sintonia com a coletividade - Para o governador, o sistema cooperado atua em sintonia com a coletividade, atendendo parcela importante da população rural. “O trabalho das cooperativas resulta na agregação de valor sobre o produto primário. Assim, o produtor também consegue reinvestir na atividade produtiva, garantindo desenvolvendo no meio rural”, acrescentou.

Destinação - Presidente da Lar e do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues ressaltou que o financiamento de R$ 80 milhões tomado pela cooperativa será destinado para a indústria de abate de frangos, que está em processo de ampliação. “A Lar é a empresa que mais abate frangos no Paraná, e por essa razão é preciso continuar investindo tanto para ampliar o abate quanto para inovar”, informou.

Próximos dez anos - A Lar investirá R$ 8 bilhões nos próximos dez anos. “Esses investimentos vêm para desenvolver as cadeias produtivas da suinocultura e avicultura, como forma de desenvolver as pequenas propriedades tendo alternativas para além da área de grãos”, acrescentou.

Paraná Cooperativo - Em quase 60 anos de atuação, o BRDE chega a R$ 58,7 bilhões em crédito, recursos que ajudaram o Estado a diversificar a economia. “As cooperativas paranaenses têm 50 anos de atuação e a agência paranaense trabalha para impulsionar essa atividade desde o início. Neste momento de retomada econômica não é diferente”, apontou o diretor de Operações do Banco no Paraná e vice-presidente do BRDE, Wilson Bley Lispski.

Contratações - Desde 2020, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, o banco contratou nos três estados em que atua (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) mais de R$ 3,3 bilhões de créditos, tanto para investimentos quanto para capital de giro. O Paraná registrou o maior volume de contratações: R$ 1,25 bilhão.

Soluções de crédito - “O BRDE oferece soluções de crédito para todos os setores, atendendo a agroindústria e os pequenos municípios paranaenses. O objetivo é propiciar ganhos de produtividade para uma economia cada vez mais forte”, finalizou.

Agricultura - De acordo com o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, há uma grande procura por parte das cooperativas por crédito rural, especialmente aqueles por taxas controladas. “Isso é bom para a economia, pois permite ampliar a capacidade de produção da agroindústria, melhora a eficiência dos processos e abre caminho para que possamos sair da pandemia ainda mais fortalecidos para gerar oportunidade e fazer o PIB crescer”, disse.

Cooperativas - O Paraná conta com 120 unidades agroindustriais cooperadas, que abarcam 2,48 milhões de cooperados e geram cerca de 113 mil empregos diretos. O faturamento bruto das cooperativas em 2020 foi de R$ 116 bilhões, montante 16% maior que o do ano anterior. Deste total, 86% foram responsabilidade das 59 cooperativas do setor agropecuário. Elas são as maiores empregadoras em 130 cidades do Paraná.

Sistema Ocepar - O Sistema Ocepar reúne 217 cooperativas com 2,5 milhões de cooperados. 65% da produção agrícola do Paraná passa pelo sistema cooperativista, assim como 45% dos produtos pecuários. Só em 2020, foram criados no setor cerca de 10 mil empregos no setor no Estado.

Investimentos - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destacou que os recursos reforçam a participação do banco nessa cadeia. “O BRDE sempre foi o nosso grande parceiro em investimentos, e boa parte da representatividade do cooperativismo no Paraná se deve aos financiamentos oportunizados pelo banco”, ressaltou.

PRC200 - Ricken ainda explicou que os quase R$ 180 milhões vão ajudar as cooperativas paranaenses para que concretizem os objetivos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), que visa atingir R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos cinco anos. Para alcançar o resultado, elas pretendem realizar investimentos totais de R$ 30,3 bilhões até 2026 nos ramos de atuação que englobam, principalmente, o setor agropecuário, de crédito, saúde, infraestrutura e transporte.

Dobro - Com isso, o plano é quase dobrar o faturamento atual do setor, passando de R$ 116 bilhões anuais para R$ 200 bilhões nos próximos cinco anos.

Lei - A lei sancionada pelo governador Ratinho Junior autoriza o BRDE a contratar com o Novo Banco de Desenvolvimento – NBD (também conhecido como Banco de Desenvolvimento do BRICS, de desenvolvimento multilateral, operado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) operação de crédito até o valor de EUR 134.640,00.

Programa - Os recursos integrarão o Programa de Apoio à Infraestrutura Urbana, Rural e Social para Atingimento – PROINFRA SUL, e serão destinados para financiar a ampliação da infraestrutura sustentável da Região Sul do Brasil, necessária ao desenvolvimento econômico e social, através de apoio aos municípios e iniciativa privada.

ODS - As ações deverão privilegiar os projetos ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, fortalecendo a busca pelos propósitos da Agenda 2030.

Longo prazo - “Esse recurso internacional é de longo prazo, com cinco anos de carência e média de 25 anos para amortização do empréstimo junto ao NDB. Ele será voltado para ações de sustentabilidade no Sul do Brasil. O dinheiro será destinado aos municípios, para as cooperativas, agricultura familiar, enfim, toda a gama de setores que atendemos dentro do BRDE”, esclareceu Wilson Bley.

Homenagem - Para comemorar seus 60 anos, o BRDE também homenageou com um troféu simbólico os parceiros que, ao longo dos anos, contribuíram direta ou indiretamente com o desenvolvimento da instituição.

Presenças - Compareceram ao evento o vice-governador Darci Piana; o secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o secretário de Estado da Administração e Previdência, Marcel Micheletto; o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; os deputados estaduais Ademir Bier e Gugu Bueno; o diretor executivo da Sindiavipar, Inácio Afonso Kroetz; o presidente da Coasul Cooperativa Agroindustrial, Jacir Scalvi; o sócio-diretor da AB Comércio de Insumos, Arney Frasson; o sócio-diretor da Rapidium, Flávio Locatelli Junior; e o vice-presidente da Integrada Cooperativa Agroindustrial, João Francisco Sanches Filho.

Projetos - Confira os projetos contemplados:

C.Vale Cooperativa Agroindustrial

Valor: R$ 31.490.000,00

Financiamento dos equipamentos para uma unidade de armazenagem de 92 mil toneladas a ser construída anexa à esmagadora de soja da cooperativa, que contempla 840 mil toneladas.

 

Coasul Cooperativa Agroindustrial

Valor: R$ 1.663.537,00

Financiamento para a aquisição isolada de equipamentos para a unidade de recebimento de grãos de Nova Laranjeiras.

 

Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Valor: R$ 16.062.058,55

Financiamento para aquisição de equipamentos para ampliação das unidades de armazenagem de grãos de Floraí, Maringá e Tamarana.

Financiamento para investimentos em adequação e/ou instalação de sistemas de prevenção e combate a incêndio. Os investimentos serão realizados nas unidades de Cianorte, Florestópolis, Japurá, Paiçandu, Panema, Paranacity, Querência do Norte, Tapira, Terra Boa e Umuarama.

 

Frimesa Cooperativa Central

Valor: R$ 18.247.856,00

Financiamento para investimentos na unidade fabril de Medianeira, com o abatedouro de suínos, e na unidade fabril de queijos, em Marechal Cândido Rondon.

 

Integrada Cooperativa Agroindustrial

Valor: R$ 23.832.880,64

Financiamento de investimentos para melhorias e modernização em diversas unidades da cooperativa, compra de novos equipamentos, automatização de unidades, além de ampliação da capacidade de armazenagem de grãos da unidade de Astorga em seis mil toneladas.

Financiamento para aquisição de equipamentos de armazenagem para as unidades de Cândido Mota, Cornélio Procópio, Ibaiti e Floresta.

 

Lar Cooperativa Agroindustrial

Valor: R$ 79.221.508,00

Recurso destinado para o financiamento de obras civis, equipamentos nacionais e capital de giro associado que contemplam a segunda fase de ampliação da produção de carne na unidade industrial de aves de Matelândia. O projeto prevê o aumento no abate de aves em 120 mil unidades por dia, passando dos atuais 340 mil para 460 mil aves/dia.

 

A B Comercio de Insumos Ltda

Valor: R$ 5.197.855,00

Financiamento para ampliação da capacidade de armazenamento estático de grãos da unidade de grãos de Serranópolis do Iguaçu. A capacidade será ampliada em 8 mil toneladas, passando de 9,7 mil toneladas para 17,7 mil toneladas.

O financiamento contempla também a aquisição de dois tombadores de grãos para outras duas unidades da empresa, localizadas em São Miguel do Iguaçu e Entre Rios do Oeste.

 

Rapidium Scmepp S/A

Valor: R$ 900.000,00

Financiamento para disponibilização de recursos a serem aplicados no microcrédito produtivo orientado no Estado do Paraná. O BRDE, através dessa operação, pulveriza e facilita o acesso a crédito para empreendedores paranaenses.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTOS: Geraldo Bubniak / AEN

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G7: Grupo se manifesta contra alta de preço dos cartórios

g7 30 09 2021 O G7, grupo que reúne as principais entidades representativas da sociedade civil organizada no Paraná, encaminhou ofício ao desembargador Sigurd Roberto Bengtsson, do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, manifestando sua posição contrária ao aumento das taxas administrativas dos cartórios extrajudiciais, proposto pela Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg). O documento foi protocolado no TJPR na manhã dessa quarta-feira (29/09).

Encargos - “O setor produtivo e a sociedade não podem ser, mais uma vez, sobrecarregados com mais encargos da atividade pública, nem mesmo ter a atividade de cartórios em concorrência com a iniciativa privada. Uma vez que o papel do Estado é suprimir as ausências e não competir com o setor produtivo”, aponta o ofício.

Aumento acima da inflação - Entre os principais motivos defendidos pelas entidades, um deles é de que, a análise técnica da proposta, realizada pela OAB/PR, demonstra aumentos acima da inflação, o que seria um desrespeito à sociedade brasileira. Além disso, a proposta apresentada não demonstra que o valor das taxas seja insuficiente para custear os serviços prestados e, por isso, representantes do G7 apontam que os argumentos não justificam a elevação de preço.

Solução mais adequada - O grupo defende que a solução mais adequada para remunerar os Cartórios Extrajudiciais deficitários, caso isso ocorra, deve ser por meio da instituição de uma renda mínima para as ser ventias deficitárias, oriunda do Provimento 81/2018 do CNJ, proposta já encaminhada anteriormente pelo G7 ao TJPR.

Sobre o G7 - G7 é um grupo que reúne sete grandes entidades representativas da sociedade civil organizadas. É composto pelas seguintes entidades: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP). (Assessoria de Imprensa da Faciap)

Leia o ofício na íntegra AQUI.

 

CNCOOP: Confederação Nacional das Cooperativas prestigia o VII Seminário do Carf

cncoop 30 09 2021Transformação digital no Poder Judiciário. Este foi o tema do painel de abertura do VII Seminário do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais de Direito Tributário e Aduaneiro, realizado pelo Carf na terça-feira (28/09), em formato virtual. O painel contou com a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Fux. Representantes da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) prestigiaram o evento transmitido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

Justiça 4.0 - Em sua fala, o ministro Fux informou que o Brasil possui um dos judiciários mais desenvolvidos e produtivos e que tem alcançado níveis tecnológicos cada vez mais modernos, tornando a Justiça mais acessível à população. Na oportunidade, o ministro Fux apresentou o Programa Justiça 4.0 de virtualização e digitalização dos serviços da Justiça e informou que, em apenas 10 meses de implantação, 50% dos tribunais brasileiros já utilizam a solução de tramitação processual remota trazida pelo Juízo 100% Digital. O projeto faz uso de recursos tecnológicos para permitir que as pessoas acessem os serviços à distância e em meio virtual, sem necessidade de comparecimento presencial aos fóruns e tribunais.

Digitalização - Já a presidente do Carf, Adriana Gomes Rêgo, informou que o Conselho tem, desde 2009, digitalizado os processos, o que gerou ganhos em termos de qualidade e celeridade. Segundo Adriana, a digitalização tem permitido uma série de avanços, entre ganhos quantitativos e qualitativos na análise dos casos e a realização cada vez maior das sessões de julgamento remotas. “As sessões virtuais jamais seriam possíveis sem que houvesse a digitalização dos processos.”

Presenças e painéis - O Seminário contou, ainda, com a participação de professores-doutores de prestigiadas universidades brasileiras; magistrados federais e autoridades fazendárias e teve outros quatro painéis:

- Novas formas de solução de controvérsias, compliance e a realidade brasileira;

- Tratados internacionais e tributação;

- Desafio da legalidade do direito tributário e a evolução da teoria dos precedentes;

- Influência do processo judicial no processo administrativo tributário.

Qualificação - Para a gerente da CNCoop, Jucélia Ferreira, a participação efetiva do Sistema OCB no VII Seminário do Carf qualifica a representação e a integração significativa do Cooperativismo, ampliando os espaços de interlocução e debates sobre os conhecimentos e assuntos de interesse das nossas cooperativas.

Apoio - Além da CNCoop também são apoiadores do seminário as seguintes confederações:

- da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA);

- do Comércio, Serviço e Turismo (CNC);

- das Instituições Financeiras (CNF);

- da Indústria (CNI);

- da Saúde (CNS);

- dos Transportes (CNT).

(OCB)

 

LAR: Cooperativa doa ao Estado anteprojeto de pavimentação da rodovia entre Ramilândia e Santa Helena

lar 30 09 2021O Governo do Estado recebeu, nessa quarta-feira (29/09), o anteprojeto de pavimentação da estrada que liga os municípios de Ramilândia e Santa Helena, na região Oeste. A doação foi feita pela Cooperativa Agroindustrial Lar, com investimento de R$ 400 mil. Ele foi executado sob a chancela do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

Parceria - “Hoje assinamos uma grande parceria com a Cooperativa Lar, uma empresa que olha para o desenvolvimento do Estado. Essa obra vai mudar toda a realidade de uma região que não tinha uma rodovia moderna e segura para os usuários. Quando você leva infraestrutura de pavimentação, você melhora a logística e atrai novos investimentos”, afirmou o governador.

Pavimentação - O projeto prevê a pavimentação total de um trecho de 26 quilômetros entre os municípios, que atualmente é composta por estradas rurais municipais em calçamento, cascalho, leito natural ou asfalto. Futuramente, a interligação será pavimentada com via simples e acostamento dos dois lados.

Região - Além de conectar Ramilândia e Santa Helena, a rodovia também vai cortar os municípios de Missal e Diamante D’Oeste, beneficiando a logística da região como um todo. A expectativa é começar a obra até o primeiro trimestre de 2022, e o prazo para sua conclusão é de dois anos.

Desenvolvimento - O presidente da Cooperativa Lar, Irineo da Costa Rodrigues, ressaltou que a estrada vai impulsionar o desenvolvimento de uma região ainda carente. “Para nós esse investimento faz sentido, já que temos ali uma produção de avicultura e suinocultura que precisam transitar pela região e, por não ter estradas, fazíamos enormes voltas. Por isso, essa obra vai ter um cunho econômico importante, mas sobretudo social, com uma rodovia mais segura”, pontuou.

Recursos da Itaipu - O projeto executivo e a execução da obra serão financiados pela Itaipu Binacional através de um convênio com o Governo do Estado anunciado em janeiro deste ano. A parceria destina R$ 26.202.191,42 para a totalidade da obra.

Licitação integrada - Rejane Karam, gestora do convênio da Itaipu na Secretaria estadual de Infraestrutura e Logística, explica que a supervisão do DER/PR no anteprojeto facilita a licitação integrada de obra e o projeto executivo. Com isso, a publicação do edital de licitação é praticamente imediata, e aguarda apenas alguns ajustes técnicos da Itaipu com relação ao convênio – o que deve acontecer nas próximas semanas.

Potencialização - Karam reforça a importância da parceria para potencializar a região. “Com a pavimentação da rodovia, teremos a redução de pontos críticos de acidente, drenagem da via, instalação de pontos de ônibus e defensas em pontos com curvas mais acentuadas. A obra vai trazer mais segurança e mais fluidez para o tráfego na ligação das comunidades aos centros urbanos”, declarou.

Lar - Sediada em Medianeira, no Oeste, a Cooperativa Agroindustrial Lar está investindo R$ 2,4 bilhões até 2024 na avicultura e na suinocultura.

Recepção e armazenagem - Uma das frentes de investimento é o Complexo Industrial Bom Jesus, que contempla uma nova estrutura para recepção e armazenagem de grãos e três fábricas de rações. No total, ele tem cerca de 50 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 266 mil metros quadrados de área.

Empregos - Com conclusão prevista para 2024, é estimada a criação de 450 empregos diretos. As obras do complexo foram iniciadas em julho de 2020, e já estão concluídos quatro silos de 15 mil toneladas cada, além de uma estrutura de apoio.

Presenças - Compareceram ao evento de assinatura da doação o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; e Inácio Afonso Kroetz, diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias/ AEN

 

CASTROLANDA I: Conexão Agrícola apresenta ações de safra de inverno no Paraná

Aproximação com os cooperados e as principais tendências para a agricultura marcaram mais uma vez o Conexão Agrícola, na terça-feira (28/09). O encontro reuniu associados, colaboradores e diretoria para atualizar as principais ações da Área de Negócios Agrícola, além de apresentar um balanço da última safra e palestra com Eduardo Vanin - Diretor de Derivativos da Agrinvest Commodities.

Apresentação - A Gerente Executiva, Tatiane Bugallo deu as boas-vindas aos participantes e apresentou os principais tópicos de discussão sobre o recebimento da safra 21/21 nas unidades da Castrolanda no Paraná.

Culturas de inverno - Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelos produtores como, a estiagem e geadas, para o fim desta safra de inverno se espera um volume de recepção muito próximo ao de 2020, em que as unidades paranaenses receberam volume de 106 mil toneladas de trigo.

Compromisso - O Coordenador de Unidade - Matriz, Diego Van Helvoort reafirma o compromisso da Recepção e Secagem de Grãos da Castrolanda em assegurar serviços com garantia e confiabilidade aos cooperados e clientes de forma transparente, ágil e com qualidade. Tudo isso é possível com base em muito planejamento, capacitação das equipes e manutenção adequada dos equipamentos. “Sabemos que a safra não pode parar e nosso trabalho aqui é garantir a operacionalidade de nossos ativos para atendimento de nossos cooperados no momento de colheita”, destaca Diego.

Macroeconomia agrícola - Eduardo Vanin comentou um pouco sobre a dinâmica global das commodities agrícolas e os fatores impactantes no preço dos grãos. Além disso, explicou como o a geopolítica internacional e o cenário político-econômico brasileiro afeta sobre o agronegócio nacional e mundial.

Planejamento - “A soma de fatores como aquecimento global e a covid-19 causou alguns problemas de inflação para todos os consumidores, assim como o custo de produção está mais elevado. Uma das dicas para minimizar estes efeitos é estabelecer metas de lucratividade, existem parâmetros que todo produtor pode seguir, muitas vezes não é só o preço que importa. Nestes casos planejamento é uma das ferramentas eficientes”, explica Eduardo.

Próximos eventos - A Área de Negócios Agrícola já planeja outros eventos ainda para 2021. Confira a agenda:

Setembro: Show Tecnológico de Inverno

Outubro: Dia de Campo Cevada e Dia do Engenheiro Agrônomo

Novembro: Conexão Safra – Campanha de vendas inverno e Conexão Agrícola

Dezembro: Bonificação Sementes

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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CASTROLANDA II: Workshop aborda gestão de propriedades leiteiras

A Área de Negócios Leite da Castrolanda realizou, na última terça-feira (28/09), um workshop para cooperados sobre a importância da gestão para propriedades leiteiras. A palestra on-line foi ministrada pelo professor Paulo Fernando Machado, diretor-presidente da Clínica do Leite e da Escola Agro+Lean, além de ser considerado referência nacional sobre o assunto.

Importância - Durante o evento, foi apresentada a importância de se fazer a gestão das propriedades, atendendo as demandas de maneira focada e assertiva, reagindo rapidamente aos problemas e reduzindo o tempo de trabalho, criando um ambiente de confiança entre as pessoas envolvidas na atividade.

Sistema - “Gestão é o sistema que trabalhamos com a intenção de melhorar os negócios. Se for bem ajustado e de acordo com as necessidades da fazenda, a consequência é o sucesso. Ela existe para resolver problemas que inevitavelmente estão presentes e nem sempre notamos o quanto são prejudiciais”, explicou Paulo Machado.

Compromisso - Gerente de Negócios Leite da Castrolanda, Eduardo Ribas acredita que a implantação de um sistema de gestão seja um passo muito importante dentro da área leiteira. “Queremos implantar ferramentas, modelos e processos que beneficiam a cadeia do leite de maneira geral. Esta gestão é um compromisso do departamento técnico com os cooperados. Estamos aqui para apoiá-los neste novo processo, para que lá na frente os frutos possam ser colhidos pelos próprios produtores e, consequentemente, pela Castrolanda”, contou.

Desafio - O desafio da implantação do sistema de gestão também foi destacado pelo Coordenador de Assistência Técnica do Negócios Leite da cooperativa, Marcos Koch Ortiz. “O tema do workshop é muito oportuno, uma vez que temos propriedades parceiras que buscam a máxima eficiência na produção de leite – um desafio que requer o engajamento de todos os envolvidos. O departamento tem o papel de alavancar estas oportunidades, para que o produtor se sinta seguro para tomar decisões e maximizar os recursos”, ressalta.

Essencial - Supervisor de Projetos do Setor de Inovação e Negócios da Área de Negócios Leite da cooperativa, Augusto Meierjürgen acredita que a implantação de um sistema de gestão junto aos cooperados é um passo muito importante dentro da Castrolanda. “A gestão é um dos sete pilares do cooperativismo e faz parte do processo de evolução da cooperativa e das propriedades. É essencial discutirmos sobre isso para que os produtores possam ter segurança para instalar os processos porteira adentro”, afirmou.

Paulo Fernando Machado - Responsável pela apresentação do sistema MDA e pela condução do debate, o palestrante Paulo Fernando Machado é engenheiro agrônomo, mestre em Ciência Animal e Pastagens e doutor em Ciência dos Alimentos pela Universidade de São Paulo (USP), além de possui pós-doutorado em Bioquímica do Rúmen pela Michigan State University. É professor aposentado, titular em bovinocultura de leite, da Esalq/USP. Atualmente é diretor-presidente da Clínica do Leite, um centro que tem como propósito contribuir com a produção de alimentos de qualidade, seguros, saudáveis e de forma sustentável. É, também, diretor-presidente da Escola Agro+Lean, que tem como propósito contribuir para o crescimento sustentável e competitivo dos negócios agropecuários.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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COOPAVEL: Caravana gaúcha conhece modelo de cooperação do Oeste do Paraná

coopavel 30 09 2021Com seis das 20 maiores cooperativas agropecuárias brasileiras em seu território, o Oeste do Paraná é uma das referências desse método de união e trabalho no País. Esse diferencial atrai caravanas dos mais diferentes cantos, que vêm à região conhecer o sucesso de cooperativas que, juntas, movimentam mais de R$ 40 bilhões por ano e dão emprego a cerca de 50 mil trabalhadores.

Caravana - Uma caravana de Cândido Godoy, Noroeste do Rio Grande do Sul, esteve recentemente em Cascavel para conhecer o abatedouro de aves da Coopavel. Sob medidas sanitárias rigorosas, os visitantes foram divididos em grupos para conhecer as principais estações do complexo. A recepção foi feita pelo gerente da área, Noraldino Borborema Filho. A Coopavel é uma das cooperativas mais antigas da região e tem a produção da proteína de frango como um dos pilares de suas atividades. Atualmente, essa produção vai para diversos países do mundo.

Tecnologia e força de trabalho - “Impressionante como a tecnologia e a força de trabalho dos funcionários se aliam para fazer com que uma fábrica desse tamanho funcione perfeitamente”, observou o presidente da Associação Comercial de Cândido Godoy, Cleudir Sturmer. Há muito tempo pessoas de posições de comando do município gaúcho ensaiavam organizar uma viagem em busca de novos conhecimentos. “Queríamos visitar outros lugares, ver outros sistemas de produção e saber mais da organização associativista e cooperativista”, disse Cleudir.

Aprendizado - “Pudemos ver e aprender muitas coisas. Estamos entusiasmados com as possibilidades que temos para a nossa região”, acentua o vice-prefeito Mário Backes. Cândido Godoy é um município de 6,5 mil habitantes nacionalmente conhecido como a capital dos gêmeos. Lá, a média de nascimento de gêmeos é a maior do País.

Agricultura - A agricultura responde por 70% da economia do município gaúcho, com destaque para as culturas de soja, milho e pecuária de leite. A visita pelo interior de Santa Catarina foi nas cidades de São João do Oeste e em São Miguel do Oeste. Já no Oeste do Paraná, os gaúchos estiveram, além de Cascavel, em Cafelândia e Toledo. (Imprensa Coopavel)

 

UNIMED LONDRINA: Instituições recebem 18 cadeiras de rodas da cooperativa

Nesta quinta-feira (30/09), a Unimed Londrina realizou aentrega as 18 cadeiras de rodas adquiridas pela campanha Eu Ajudo na Lata. O evento foi presencial, às 9h, no auditório da sede administrativa (Av. Ayrton Senna, 1065, Londrina-PR). Por conta da pandemia, somente um representante de cada instituição beneficiada foi convidado para o evento.

Arrecadação - A 9ª edição da campanha arrecadou mais de uma tonelada de lacres de lata de alumínio. Com esta quantidade, a cooperativa comprou 15 cadeiras de rodas e acrescentou mais três equipamentos já que se comprometeu a doar uma a cada cinco adquiridas com a doação dos anéis de alumínio.

Instituições - Neste ano, os equipamentos serão destinados a sete instituições de Londrina e região que atendem pessoas com mobilidade reduzida:

• Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae), de Alvorada do Sul

• Associação Flávia Cristina, de Londrina

• Cáritas Arquidiocesana, de Londrina

• Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece), de Londrina

• Instituto Pernas Preciosas, de Londrina

• Lar São Vicente de Paula, de Arapongas

• Secretaria Municipal de Educação de Londrina

Ajuda - As doações de lacres contaram com a ajuda de clientes, cooperados, secretárias de médicos, colaboradores, escolas municipais de Londrina, comunidade e demais parceiros.

Iniciativa - A campanha Eu Ajudo na Lata é uma iniciativa da Unimed do Brasil replicada pelas demais Unimeds. Em Londrina, a ação está em seu nono ano de atividade e já distribuiu 176 cadeiras de rodas, que beneficiou quase 50 mil pessoas de 62 instituições. (Imprensa Unimed Londrina)

SICREDI UNIÃO PR/SP: CoopConecta comemora um ano de atividade

sicredi uniao 30 09 2021O primeiro ano do Espaço CoopConecta Sicredi União PR/SP foi comemorado em dose tripla em Londrina (PR): além de um ano do espaço, também foram celebrados os 36 anos da cooperativa e o momento foi coroado com a assinatura de convênio com a Apae para ativação, na Regional Norte, do programa Eu Coopero com a Inclusão. A programação foi transmitida por meio de uma live, conectando todas as agências da cooperativa de crédito.

Novo conceito - O espaço CoopConecta Sicredi União PR/SP foi inaugurado dentro de um novo conceito de atendimento e com o firme propósito de conectar pessoas e negócios. Embora tenha sido aberto em plena pandemia, vem cumprindo com seu objetivo, na avaliação do presidente da cooperativa, Wellington Ferreira. Mesmo sem aglomerações e de acordo com todos os protocolos exigidos em tempos de pandemia, o CoopConecta tem realizado exposições, palestras virtuais ou presenciais com número limitado de pessoas e várias atividades voltadas ao público em geral.

Rumo à quarta década - Os 36 anos da cooperativa também foram lembrados com emoção e orgulho. O presidente fez uma retrospectiva da história da Sicredi União PR/SP e lembrou que, há mais de 25 anos, o que o fez aceitar o desafio de presidi-la foi exatamente o sentimento de querer construir uma cooperativa que transformasse vidas. “E nós estamos fazendo isso, porque levamos desenvolvimento e oportunidades às localidades onde atuamos”, disse.

Orgulho - Rogério Machado, diretor-executivo da cooperativa, e Walter Silva, diretor de operações, também falaram com entusiasmo do trabalho realizado pela Sicredi União PR/SP. “Em momentos como esse sempre refletimos como e com quem chegamos até aqui. Chegamos com perseverança, transparência e ousadia; e valorizando a proximidade com nossos associados e colaboradores, com que chegamos até aqui e vamos muito mais longe”, mencionou Silva. Machado reforçou que a cooperativa tem propósitos. “E eles estão em nossas ações diárias”, disse. As comemorações contaram com a presença, no espaço, de convidados, conselheiros, diretores e colaboradores da cooperativa.

Convênio com Apae - Por meio de convênio assinado com a Apae Londrina, a Sicredi União PR/SP ativou o programa Eu Coopero com a Inclusão, na Regional Norte da Cooperativa. Atualmente, o programa, criado em 2015, funciona nas cidades de Maringá e Nova Esperança e conta com 32 colaboradores oriundos das Apaes dessas cidades, todos registrados e com salários condizentes com as funções que exercem, entre elas, estão atendimento ao público, primeiros encaminhamentos dentro das agências, auxílio nos caixas eletrônicos e nas rotinas administrativas.

Treinamento e sensibilização - Em Londrina, o programa irá inserir dez colaboradores nas sete agências da cidade. Taiane Andrade Boccato, coordenadora de Desenvolvimento Social da cooperativa, informa que os futuros colaboradores, que serão selecionados pela Sicredi União PR/SP, passarão por sete meses de treinamento. Ao mesmo tempo, também os colaboradores das agências passarão por sensibilização para acolher os novos colegas de trabalho. “Eles são extremamente responsáveis com o trabalho, pontuais e dedicados. Eles valorizam essa oportunidade e se dedicam ao que fazem”, avalia Taiane. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI VANGUARDA: Associada investe em loja contêiner

Acreditar nas pessoas! Assim é o Sicredi, uma instituição financeira que pensa em alternativas que trazem impacto positivo e desenvolvimento sustentável para a sociedade. Com esse pensamento, a cooperativa Vanguarda apoiou a realização de um projeto, a idealização de uma loja contêiner em Santa Helena, oeste do Paraná.

História - A história da Renata Auxiliadora Ladeia Costa, empresária e associada da Sicredi Vanguarda, começou em março de 2013, quando desempregada foi a em um casamento em Santa Catarina e aproveitou uma promoção para comprar alguns pares de calçados e revender em Santa Helena. “Minha formação é biologia, trabalhei em laboratório e de uma hora pra outra minha vida profissional mudou com o incentivo do meu marido. Vendi parte da primeira compra, voltei para devolver os pares que sobraram, acabei comprando mais e vendendo todas as peças. Crescemos muito desde o início e realizamos um sonho com a nova loja”, explica Renata.

Missão - Para o Sicredi, apoiar os associados a realizarem seus sonhos e projetos faz parte da sua missão e de seus valores. “Acreditamos no potencial dos nossos associados, por isso estamos ao lado deles, como no caso da Renata, que investiu em um espaço próprio para a sua loja. Analisamos juntos as melhores opções de crédito com taxas justas, o que oportunizou o novo espaço da Ilária Boutique”, comenta a gerente da agência Sicredi em Santa Helena, Lisangela Aparecida Kuhn.

Apoio - Para a idealização do projeto da Ilária Boutique, a empresa também contou com o apoio da Garantioeste para planejar e realizar o projeto. “Acreditamos que esse apoio demonstra que estamos no caminho certo como garantidora, pois conseguimos auxiliar os empresários na realização de seus objetivos e sonhos, facilitando o acesso ao crédito sem a necessidade de atrelar uma garantia complementar e também reduzindo o custo financeiro com menores taxas de juros por conta da carta de garantia fornecida”, explica Gabriel Führ, agente comercial da Garantioeste.

Evolução - Por oito anos a Ilária Boutique funcionou no endereço residencial de Renata, nesse período várias transformações aconteceram até evoluir para o novo endereço. “Tínhamos o sonho de fazer uma loja contêiner, pensando na sustentabilidade, investimento e tempo de construção do projeto. A nova loja, em novo endereço é a realização desse sonho, e eu tive o apoio do Sicredi para conquistar isso”, comemora Renata.

Energia fotovoltaica - Além do projeto contêiner, a empresa também investiu em energia fotovoltaica pensando na sustentabilidade e redução de custos.

Garantioeste - A Sociedade Garantidora de Crédito do Oeste do Paraná é resultado de um projeto da Faciap, Sebrae, Caciopar, IDR-Oeste e da ACIFI. A parceria já garantiu o atendimento de várias empresas, tanto na emissão de Cartas de Garantia, bem como na prestação de consultorias. A Garantioeste intermedia o diálogo entre os empresários e a instituição financeira, facilitando a liberação de crédito para capital de giro e investimentos. Microempreendedores individuais, microempresas, pequenas e até médias empresas têm acesso a cartas de garantia de aval para as operações.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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PNAD CONTÍNUA: Desemprego recua para 13,7% e atinge 14,1 milhões de pessoas no tri até julho

pnad continua-30 09 2021A taxa de desocupação recuou para 13,7% no trimestre fechado em julho, uma redução de 1,0 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril. Isso corresponde a 14,1 milhões de pessoas na fila em busca de um trabalho no país. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (30/09) pelo IBGE.

Influência - O recuo na taxa foi influenciado, principalmente, pelo aumento no número de pessoas ocupadas (89,0 milhões), que avançou 3,6%, com mais 3,1 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu 1,7 ponto percentual para 50,2%. “Essa é a primeira vez, desde o trimestre encerrado em abril de 2020, que o nível de ocupação fica acima de 50%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”, destaca a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

Carteira assinada - Houve um aumento no emprego com carteira assinada no setor privado e nos postos de trabalho informais, com a manutenção da expansão do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira no setor privado. Isso fez, inclusive, com que a taxa de informalidade subisse dos 39,8% do trimestre móvel anterior para 40,8%, no trimestre encerrado em julho.

Avanço - O emprego com carteira assinada avançou 3,5%, com mais 1,0 milhão de pessoas, totalizando 30,6 milhões no trimestre até julho. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o contingente aumentou 4,2%, com mais 1,2 milhão de pessoas. É o primeiro aumento no emprego com carteira, desde janeiro de 2020, na comparação anual.

Sem carteira - O número empregados no setor privado sem carteira (10,3 milhões) cresceu 6,0% na comparação com o trimestre móvel anterior. Em um ano, esse contingente subiu 19,0% ou 1,6 milhão de pessoas.

Trabalho por conta própria e trabalho doméstico atingem recordes - O trabalho por conta própria manteve a trajetória de crescimento e atingiu o patamar recorde de 25,2 milhões de pessoas, um aumento de 4,7%, com mais 1,1 milhão de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o contingente avançou 3,8 milhões, alta de 17,6%. “Essa é a forma de inserção na ocupação que mais vem crescendo nos últimos trimestres na PNAD Contínua, embora o trabalho com carteira assinada comece a ter resultados mais favoráveis”, acrescentou Adriana Beringuy.

Aumento - O trabalho doméstico aumentou 7,7%, somando 5,3 milhões pessoas. Frente ao mesmo período do ano anterior, cresceu 16,1%, um adicional de 739 mil pessoas. As expansões trimestral e anual foram as maiores em toda em toda a série histórica da ocupação dos trabalhadores domésticos.

Sem variações - Já as categorias dos empregadores (3,7 milhões) e dos empregados do setor público (11,8 milhões) não tiveram variações significativas nas duas comparações.

Um ano - Em um ano, a população ocupada cresceu 7,0 milhões no país. Adriana Beringuy observa, contudo, que esse crescimento, embora muito significativo, tem como base de comparação o mesmo trimestre de 2020, quando a ocupação ainda era bastante afetada pela pandemia. “Embora tenha havido um crescimento sucessivo ao longo dos trimestres, mostrando recuperação da ocupação, a população ocupada segue inferior ao período pré-pandemia em cerca de 5,0 milhões de pessoas”, disse a analista do IBGE.

Ocupação cresce na maioria das atividades econômicas - O crescimento da ocupação no trimestre fechado em julho, avançou em seis dos 10 agrupamentos de atividades econômicas. Nenhuma registrou perdas. Construção avançou 10,3%, seguida por alojamento e alimentação (9,0%), serviços domésticos (7,7%), transporte, armazenagem e correio (4,9%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,5%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,2%).

Comparação - Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, esse crescimento foi ainda mais disseminado. Das 10 atividades, oito avançaram na ocupação, com destaque para construção (23,8%), alojamento e alimentação (16,8%) e serviços domésticos (16,5%). “Essas duas últimas atividades tiveram perdas muito acentuadas na pandemia. São atividades que ainda estão recompondo o seu contingente”, observa Adriana Beringuy.

Informalidade impulsiona aumento da população ocupada O trabalho informal, que inclui aqueles sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração, chegou a 36,3 milhões de pessoas e uma taxa de 40,8%. No trimestre anterior, a taxa foi de 39,8%, com 34,2 milhões de pessoas. Há um ano esse contingente era menor, 30,7 milhões e uma taxa de 37,4%, o menor patamar da série.

Crescimento - “Em um ano, o número de informais cresceu 5,6 milhões. O avanço da informalidade tem proporcionado a recuperação da ocupação da PNAD Contínua”, explica Adriana Beringuy. “Embora tenha havido um crescimento bastante acentuado no período, o número de trabalhadores informais ainda está distante do máximo registrado no trimestre fechado em outubro de 2019, quando tínhamos 38,8 milhões de pessoas na informalidade”, acrescenta.

Subutilizados recuam, mas subocupados atingem novo recorde O contingente de pessoas subutilizadas, aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, foi de 31,7 milhões, uma redução de 4,7% em relação ao trimestre anterior (33,3 milhões). A taxa composta de subutilização recuou 1,6 ponto percentual para 28,0%.

Fator - Esse recuo na taxa foi influenciado pelo aumento na desocupação e no contingente da força de trabalho potencial. Já os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, aqueles que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar, chegou a um número recorde de 7,7 milhões de pessoas, um aumento de 7,2%, com mais 520 mil pessoas. Em relação ao ano anterior, o indicador subiu 34,0%, quando havia no país 5,8 milhões de pessoas subocupadas.

Desalentados - Os desalentados (5,4 milhões), pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, tiveram uma redução de 10,0% no trimestre fechado em julho, em relação ao trimestre encerrado em abril. Em relação ao mesmo período do ano passado, esse contingente teve uma redução de 7,3%, quando havia no país 5,8 milhões de pessoas desalentadas no Brasil.

Rendimento médio não acompanha crescimento da ocupação - Apesar do crescimento da população ocupada no trimestre até julho, o rendimento médio real dos trabalhadores recuou 2,9% frente ao trimestre anterior e reduziu 8,8% em relação ao mesmo trimestre de 2020, ficando em R$ 2.508. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, ficou estável, atingindo R$ 218 bilhões.

Menor - “Temos mais pessoas ocupadas, no entanto, com rendimentos menores. Isso faz com que a massa de rendimentos fique estável. A despeito de um crescimento tão importante da população ocupada, a massa de crescimento não acompanha a expansão, devido ao fato de a população ocupada estar sendo remunerada com rendimentos menores, tanto na comparação trimestral quanto na anual”, conclui a analista da PNAD.

Mais sobre a pesquisa - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e no Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE. As tabelas com os resultados completos estão disponíveis no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Alerrandre Barros / Agência IBGE Notícias

 

pnad tabela 30 09 2021

 

CAGED: Com melhor resultado do Sul em agosto, Paraná abre 153 mil vagas de emprego no ano

caged 30 09 2021A geração de empregos continua a todo vapor no Paraná, confirmando a tendência da retomada da economia estadual. Com a criação de 21.973 postos de trabalho formais, o Estado teve o melhor saldo em agosto na região Sul e o quarto melhor resultado do País no último mês. O Paraná também ultrapassou a marca de 150 mil vagas no acumulado do ano, com um saldo de 153.696 empregos com carteira assinada em 2021.

Caged - Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa quarta-feira (29/09) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O saldo do mês se refere à diferença entre as 138.780 contratações e as 116.807 demissões. No ano, foram 1.016.622 admissões contra 862.926 desligamentos.

Plena retomada - “Mesmo com o abalo causado pela pandemia de Covid-19 e pela pior crise hídrica da história, o Paraná mostra que está em plena retomada da economia. Temos batido recordes sucessivos na geração de empregos e tivemos um bom resultado no crescimento, com um aumento de 4,2% no PIB no primeiro semestre”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Alinhamento - “Isso demonstra que o governo está alinhado com a iniciativa privada, criando condições para que o Estado esteja cada vez mais aberto a investimentos”, disse.

Terceiro melhor resultado - Terceiro melhor resultado do ano no Estado, o número de vagas abertas no último mês é 35,5% superior a agosto do ano passado, com um avanço de 57,2% com relação a julho.

Saldo - O saldo de empregos se manteve positivo durante todos os meses de 2021 no Paraná. Foram 25.123 vagas abertas em janeiro, 41.387 em fevereiro, 10.557 em março, 9.712 em abril, 15.499 em maio, 15.471 em junho, 13.974 em julho e os 21.973 postos de agosto. No acumulado dos últimos 12 meses, entre setembro 2020 a agosto de 2021, o Estado soma 224.467 vagas abertas.

Destaque nacional - "O Paraná é destaque nacional na geração de empregos. São números consistentes ao longo do ano e que mostram que as políticas de intermediação e capacitação da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho dão resultado", afirmou o secretário Ney Leprevost. "Os indicadores de todas as áreas econômicas mostram que o Estado reagiu de maneira rápida aos impactos da pandemia".

Recuperação - “São resultados excelentes, que mostram a recuperação de importantes setores da economia, como o comércio e a indústria, que lideraram a geração de empregos no Estado em agosto”, acrescentou Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

Municípios - Dos 399 municípios paranaenses, 308 tiveram números positivos na geração de empregos em agosto, 77% do total. Em nove o número de contratações foi o mesmo que de demissões e, nos outros 82, o saldo foi negativo. No acumulado do ano, o resultado nos municípios é ainda melhor: 93% deles (372), abriram mais vagas do que fecharam. Em dois, essa diferença foi a mesma e em apenas 25 (6%) o saldo de empregos está negativo.

Curitiba - Curitiba lidera a abertura de postos de trabalho formais em agosto, com um saldo de 6.015 vagas. É seguida por Londrina (1.737), Maringá (1.462), São José dos Pinhais (779), Colombo (630), Ponta Grossa (555), Cascavel (510), Toledo (501), Guarapuava (430) e Pinhais (410).

Melhores resultados - Os melhores resultados nos oito primeiros meses foram observados em Curitiba (36.179), Maringá (7.729), Cascavel (7.191), Londrina (7.119), São José dos Pinhais (5.021), Toledo (4.001), Araucária (3.611), Ponta Grossa (2.706), Apucarana (2.463) e Umuarama (2.262).

País - O Brasil fechou agosto com a abertura de 372.265 de postos de trabalhos formais, um avanço de 22,7% com relação a julho. Todas as unidades da federação tiveram saldo positivo no mês, com os estados de São Paulo (113.836), Minas Gerais (43.310), Rio de Janeiro (22.960), Paraná (21.973) e Santa Catarina (30.305) na liderança.

Acumulado do ano - No acumulado do ano, o País soma 2.203.987 novas vagas, também com todos os estados com resultados positivos. Os que mais abriram vagas em 2021 foram São Paulo (704.174), Minas Gerais (261.586), Santa Catarina (158.946), Paraná (153.696) e Rio Grande do Sul (118.816). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

ECONOMIA: Contas públicas têm superávit de R$ 16,7 bilhões em agosto

economia 30 09 2021As contas públicas registraram saldo positivo em agosto, resultado do aumento da arrecadação e da diminuição de gastos do governo com a pandemia de covid-19. O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, apresentou superávit primário de R$ 16,729 bilhões no mês passado, ante déficit primário de R$ 87,594 bilhões em agosto de 2020.

Divulgação - Os dados foram divulgados nessa quarta-feira (29/09) pelo Banco Central (BC). É o melhor resultado para o mês de agosto da série histórica do BC, que teve início em 2001.

12 meses - Em 12 meses, encerrados em agosto deste ano, as contas acumulam déficit primário de R$ 130,346 bilhões, o que corresponde a 1,57% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). A redução também foi significativa se comparada aos 12 meses encerrados em agosto de 2020, quando o déficit acumulado foi de R$ 703 bilhões ou 9,47% do PIB.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas) desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. No ano, de janeiro a agosto, há superávit de R$ 1,237 bilhão, ante resultado negativo de R$ 571,367 no mesmo período do ano passado.

Meta - A meta para as contas públicas deste ano, definida no Orçamento Geral da União, é de déficit primário de R$ 251,1 bilhões para o setor público consolidado. Em 2020, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário recorde de R$ 702,950 bilhões, 9,49% do PIB. Foi o sétimo ano consecutivo de resultados negativos nas contas do setor público.

Dados isolados - No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 11,092 bilhões ante o déficit de R$ 96,471 bilhões de agosto de 2020. É o melhor resultado para agosto desde 2017.

Receita líquida - Além da diminuição de 41,2% nas despesas, ante os gastos com a pandemia no resultado de 2020, no mês passado, a União registrou aumento da receita líquida de 5,2% em comparação a agosto do ano passado. Para o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, os números positivos devem ser contextualizados com a situação econômica da época e com a recuperação que se observa atualmente.

Metodologia diferente - O montante difere do resultado divulgado na terça-feira (28/09) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 9,88 bilhões em agosto, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

Governos estaduais - Os governos estaduais contribuíram para a melhora do resultado no mês passado registrando superávit de R$ 23,479 bilhões, ante superávit de R$ 8,308 bilhões em agosto de 2020. Os governos municipais também anotaram superávit de R$ 3,859 bilhões em agosto deste ano. No mesmo mês de 2020, o superávit foi de R$ 788 milhões para esses entes.

Melhora - Da mesma forma, segundo Rocha, houve melhora na arrecadação desses entes, principalmente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que teve variação de 18,5% do ano passado para cá. Além disso, as transferências regulares do governo federal no âmbito do compartilhamento de impostos e outras normas federativas cresceram 54,6%, fruto natural do aumento da arrecadação federal.

Rio de Janeiro - Além disso, no mês passado, o estado do Rio de Janeiro recebeu R$ 15 bilhões do contrato de concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae). O leilão ocorreu em abril. A transferência extraordinária melhorou o resultado das contas dos governos regionais, que é o maior para qualquer mês da série histórica do BC.

Empresas estatais federais - Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram superávit primário de R$ 484 milhões no mês passado.

Despesas com juros - Os gastos com juros ficaram em R$ 46,467 bilhões em agosto, contra R$ 45,119 bilhões no mês anterior e R$ 34,285 bilhões em agosto de 2020. O crescimento foi influenciado pela alta de 9,68% na inflação e do aumento da taxa Selic no período, que passou de 2% ao ano em agosto do ano passado para os atuais 6,25% ao ano. O crescimento do estoque nominal da dívida também impactou no resultado.

Efeitos - Por outro lado, segundo Rocha, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro), que, nesse caso contribuíram para a melhora da conta de juros no mês. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita, quando há ganhos, e como despesa, quando há perdas.

Comparação - Na comparação entre agosto de 2020 e 2021, houve redução nas perdas. Em agosto deste ano, as perdas com swap foram de R$ 7,6 bilhões. Já em junho de 2020, as perdas foram de R$ 14,3 bilhões com swap.

Resultado nominal - O resultado nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros, permanece em trajetória de queda. Em agosto, o déficit nominal ficou em R$ 29,739 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 121,879 bilhões em igual mês de 2020. Em 12 meses, acumula R$ 466,049 bilhões, ou 5,62% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública - A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,918 trilhões em agosto, o que corresponde a 59,3% do PIB. Em julho, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 59,8%.

Fator - A redução tem como fator a depreciação cambial de 0,42% sob o estoque da dívida que ocorreu no período. A dívida líquida reduz quando há alta do dólar, porque o Brasil também é credor em moeda estrangeira. Além disso, há os efeitos do próprio crescimento do PIB nominal.

Dívida bruta - Em agosto de 2021, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 6,849 trilhões ou 82,7% do PIB, contra 83,1% (R$ 6,797 trilhões) no mês anterior. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

PIB nominal - Da mesma forma, um dos fatores para a redução da DBGG foi o crescimento do PIB nominal do país, que acabou compensando as emissões de dívidas do governo e a desvalorização cambial. Como a DBGG só contabiliza os passivos no país, sem impacto das reservas internacionais, a alta do dólar contribui para aumentar as dívidas dos governos. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa sobe 0,89% em dia de alívio global

mercado financeiro 30 09 2021Num dia de alívio global após as turbulências de terça-feira (28/09), a bolsa de valores subiu e recuperou parte das perdas da véspera. O dólar oscilou bastante, alternando altas e baixas, mas fechou praticamente estável, com leve alta, em contraste com outras moedas de países emergentes, que se desvalorizaram mais.

Ibovespa - O índice Ibovespa, da B3, fechou essa quarta-feira (29/09) aos 111.107 pontos, com alta de 0,89%. O indicador operou em alta durante todo o dia, influenciado pela recuperação no preço de algumas commodities (bens primários com cotação internacional), o que beneficiou ações de exportadoras de petróleo e de minérios.

Câmbio - No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,43, com leve alta de 0,11%. A moeda norte-americana ficou praticamente estável ante o real, enquanto subiu em relação às divisas de outros países emergentes, como o peso mexicano, a lira turca e o rand sul-africano.

Mercado internacional - No mercado internacional, os juros dos títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do planeta, caíram nessa quarta-feira após terem disparado na terça-feira. Declarações de um dos presidentes regionais do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que os juros básicos da maior economia do planeta só aumentarão no fim de 2022 ou início de 2023 trouxeram alívio aos investidores.

China - Na China, o fato de a incorporadora imobiliária Evergrande ter vendido a participação em um banco e captado US$ 1,55 bilhão para honrar dívidas amenizou temporariamente os temores de novos calotes. Na Europa, a melhoria da confiança na economia da zona do euro subiu em setembro, após cair em agosto, animando ainda mais os investidores.

Brasil - Dados econômicos brasileiros também contribuíram para diminuir o pessimismo no mercado financeiro. A divulgação de que o Brasil criou 372 mil postos de trabalho formais em agosto e de que União, estados e municípios registraram superávit primário de R$ 16,7 bilhões no mês passado, resultado recorde para o mês, foram bem recebidos pelos analistas financeiros. (Agência Brasil)

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LEGISLATIVO: Marco legal das ferrovias será votado na terça

legislativo 30 09 2021O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que o novo marco legal das ferrovias será votado na próxima terça-feira (05/09). O substitutivo ao projeto (PLS 261/2018) estava previsto para ser votado nessa quarta-feira (29/09), mas teve sua votação adiada. O relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), leu seu relatório e disse que a matéria tem tudo para modernizar o setor e atrair novos investimentos. O texto original é do senador licenciado José Serra (PSDB-SP).

Mais tempo - O adiamento da votação veio depois de a senadora Kátia Abreu (PP-TO) pedir mais tempo para analisar o relatório de Jean Paul, com mais de 60 páginas. Ela disse que o texto foi disponibilizado apenas nesta quarta e o tema é importante para um novo momento da infraestrutura do país. Assim, o assunto merece um estudo mais aprofundado.  

Argumento - “Esse assunto é caro para muita gente aqui, pra mim, principalmente. O relatório deve estar muito bom. Mas eu não tenho condições de votar esse projeto, que é vital para o país”, argumentou a senadora.

Relatório - Segundo Jean Paul Prates, o assunto vem sendo debatido há muito tempo no Senado. Ele disse que, antes do seu, já foram publicadas seis versões do relatório sobre o projeto, desde o tempo em que a matéria estava sendo analisada na Comissão de Infraestrutura (CI), em 2018. O senador também informou que coordenou quatro audiências públicas sobre a proposta. Jean ainda fez questão de destacar que o projeto foi amplamente discutido com agentes, usuários, governo e até reguladores de outros países com setores ferroviários recentemente modernizados.

Novos instrumentos - O texto trata de novos instrumentos de outorga para ferrovias em regime privado, com participação mínima do Estado, tanto em nível federal, quanto estadual e municipal, e contém ainda definições técnicas para harmonizar a legislação do setor. Para o senador Jean Paul Prates, trata-se de um marco seguro e moderno. Ele disse que a iniciativa de Serra é digna de louvor, por propor a renovação de um setor logístico estratégico e estruturante.

Trabalho complexo - “O relatório traduz mais de dois anos de um trabalho complexo. José Serra teve uma iniciativa valorosa para o país”, registrou o relator.

Inovações - A matéria traz inovações para o setor, como o estabelecimento de princípios da política setorial e diretrizes para a expansão do setor ferroviário. Uma inovação que vem do projeto original, segundo destacou o relator, é a possibilidade de o poder público instituir contribuição de melhoria decorrente da implantação da ferrovia. Essa receita será arrecadada junto aos moradores de imóveis lindeiros ao projeto e comporá as fontes de financiamento do empreendimento, de forma a reduzir os custos de implantação e, consequentemente, os preços que virão a ser cobrados dos usuários.

Urgente - “O desenvolvimento do setor ferroviário é premente e urgente, tanto pelo aspecto da minoração dos custos logísticos, como pela busca por cadeias produtivas com menor impacto ambiental”, afirmou o relator.

Autorização - Mantido no substitutivo de Jean Paul, o uso da modalidade da autorização para a construção de novas ferrovias é a principal novidade do projeto. Nesse modelo, o poder público possibilita que o particular assuma o risco da operação ferroviária investindo em projetos de seu interesse. A proposta é diversa da concessão, na qual o investimento é bancado pelo Estado, buscando o atendimento dos seus interesses estratégicos.

Emendas - Conforme informou Jean Paul, foram apresentadas 51 emendas ao projeto, das quais ele aproveitou 33, de forma total ou parcial. Uma delas foi a do líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que deixa claro que o marco legal terá alcance em todo o país, inclusive nas iniciativas de estados, do Distrito Federal e municípios. Outra emenda, da senadora Kátia Abreu (PP-TO), foi acatada de forma parcial para impor vedação a preços abusivos de serviços acessórios, prevendo a fiscalização do poder público.

Devolução - O senador Wellington Fagundes (PP-MT), líder da Frente Parlamentar Mista de Logística de Transporte e Armazenagem (Frenlog), teve várias emendas acatadas. Por sugestão dele, o texto final prevê a devolução de trechos antieconômicos por parte das concessionárias. Foi também de Wellington Fagundes a emenda que retira a possibilidade de a operadora ferroviária lavrar boletim de ocorrência. Segundo o senador, não há amparo legal para essa previsão, devendo a operadora registrar a ocorrência junto à autoridade policial competente.

Transporte de produtos perigosos - Outra emenda de Wellington Fagundes que foi acatada estabelece que o transporte de produtos perigosos será realizado em conformidade com a legislação ambiental e com as normas de segurança da autoregulação e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Com base em sugestões dos senadores Fernando Bezerra Coelho, Wellington Fagundes e Kátia Abreu, o substitutivo também tratou do procedimento de conversão de concessões vigentes em autorizações.

Desejo comum - “O desejo comum de todos é ampliar a extensão da malha ferroviária brasileira e aumentar a o volume de produção ferroviária. Para chegar lá, todavia, é preciso considerar etapas de ajustes”, registrou o relator, ao agradecer as sugestões dos colegas.

Elogios - O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) classificou o projeto como “importantíssimo” para a estrutura nacional. Segundo o senador, era o que se podia esperar de José Serra, um senador “que se preocupa com o bem do país”. O senador Jorginho Mello (PL-SC) também destacou a pertinência do projeto e elogiou a iniciativa de Serra. Já o presidente Rodrigo Pacheco elogiou o relatório de Jean Paul Prates e brincou que “tudo em Minas é trem, e trem é metrô”. (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

ONU: Organização divulga recomendações para países minimizarem impactos da pandemia

onu 30 09 2021Criada em outubro de 1945, um mês após o término da Segunda Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU) classificou a pandemia da covid-19 como a pior crise sistêmica global enfrentada pela humanidade nos últimos 76 anos. Segundo dados da universidade norte-americana Johns Hopkins, mais de 4,7 milhões de pessoas já morreram em todo o planeta devido a complicações causadas pelo novo coronavírus – destas, 595.446 eram brasileiras.

Escolas - Segundo a organização, dentre as graves consequências da pandemia - como a tendência de queda no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede o grau de desenvolvimento de regiões, países, estados e cidades a partir de parâmetros como educação, saúde e renda -, uma afetou em particular às crianças e adolescentes: o fechamento de escolas em todo o mundo.

Impacto - Em seu relatório Covid-19 e desenvolvimento sustentável: avaliando a crise de olho na recuperação, divulgado nessa quarta-feira (29/09), a ONU afirma que a impossibilidade de participar de atividades pedagógicas presenciais impactou a mais de 1,4 bilhão de crianças e jovens de diferentes nacionalidades.

Crise sem precedentes - Embora todos os países tenham sido afetados em alguma medida, a situação que a ONU classifica como uma “crise sem precedentes na educação” impactou a cada sociedade de formas diferentes. “A taxa de estudantes da educação primária fora da escola varia de acordo com o nível de desenvolvimento do país: enquanto a taxa é maior nos países de baixo desenvolvimento humano, os países de alto desenvolvimento humano apresentam as menores taxas”, apontam os autores do relatório.

Deixaram de frequentar - Em abril de 2020, cerca de dois meses após a confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil, 154 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar deixaram de frequentar aulas temporariamente em toda a América Latina e Caribe. Segundo a ONU, no Brasil, os temporariamente afetados chegam a 47,9 milhões, mas se considerada a situação ao longo de todo o ano passado, a organização estima que cerca de 5,5 milhões de estudantes brasileiros tiveram seu direito à educação negado em 2020.

Alerta - A exemplo de outros especialistas, a ONU alerta que, entre os mais jovens, as consequências da pandemia podem perdurar por toda a vida, contribuindo para ampliar as desigualdades já existentes. Para evitar que isso ocorra, a organização recomenda às nações que, além de medidas para tentar conter a propagação do vírus, como a vacinação da população e campanhas de saúde pública para conscientizar as pessoas sobre a importância do uso de máscaras e do distanciamento social, implementem políticas públicas de desenvolvimento econômico e social, sobretudo para mulheres e meninas, que enfrentam desafios particulares e são, em termos globais, as maiores vítimas da insegurança econômica.

Mecanismos - “São necessários mecanismos sistêmicos e uma lente de equidade para reduzir as perdas no desenvolvimento humano e transformá-las em oportunidades no longo prazo”, aponta a ONU, destacando a importância do retorno às aulas presenciais em segurança. “Além de perdas de aprendizagem, o fechamento prolongado de escolas traz consequências à alimentação e à segurança, pois representa a interrupção de acesso a outros serviços básicos importantes, como merenda escolar, programas recreativos, atividades extracurriculares, apoio pedagógico e infraestrutura de saúde, água, saneamento e higiene”.

Desigualdades - A organização lembra que, embora seja uma alternativa, o ensino remoto pode agravar as desigualdades, já que muitos não têm acesso às ferramentas tecnológicas necessárias para assistir aulas à distância. O que pode provocar um aumento nas taxas de abandono escolar, com todas os agravantes que costumam estar associados, como o trabalho infantil e a gravidez na adolescência. A organização calcula que, no Brasil, cerca de 28% das famílias não têm acesso à internet. Percentual que aumenta conforme a renda familiar diminui. “Diante desse cenário, além de priorizar a reabertura segura das escolas, investimentos em disrupção digital são fundamentais como resposta imediata e caminho para além da recuperação.”

Brasil - Ainda sobre a situação específica do Brasil, a ONU afirma que a organização do sistema público de saúde nacional (SUS) propicia uma resposta rápida para ações emergenciais, embora, para isto, seja necessária uma “visão estratégica coordenada”. “Embora [o país] possua um sistema público de saúde capaz de responder a emergências sanitárias, a pandemia da covid-19 exige medidas em todos os âmbitos, considerando as desigualdades entre os estados”, sustenta a ONU, ainda confiante de que “um novo Brasil, mais justo e sustentável, pode emergir da atual crise” e destacando o efeito benéfico de medidas como o auxílio emergencial pago a pessoas financeiramente afetadas pela pandemia.

Desenvolvimento sistêmico - “Porém, para assegurar uma recuperação resiliente e inclusiva, o Brasil deve enfrentar os desafios do desenvolvimento sistêmico. Nesse sentido, os pilares governança, proteção social, reimaginar o futuro para cada criança e adolescente, disrupção digital e economia verde são fundamentais para superar a crise e aproximar o Brasil da agenda de desenvolvimento sustentável”, acrescenta a organização, destacando que o pós-pandemia exigirá “um novo contrato social” e mudanças estruturais.

Trabalho conjunto - “Governos, setor privado e sociedade civil precisarão trabalhar juntos para promover a coesão social e a igualdade de gênero, e defender os direitos humanos e o estado de direito, especialmente em contextos frágeis e afetados por conflitos. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Brasil contabiliza 676 mortes e 17,7 mil infecções em 24h

O Brasil registrou 17.756 casos de covid-19 e 676 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nessa quarta-feira (29/09) pelo Ministério da Saúde.

Total - Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.399.546.

Acompanhamento - Ainda há 398.723 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Investigação - Existem 3.187 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Soma - Com os novos óbitos, a soma de pessoas que perderam a vida para a doença alcançou 596.122 pessoas.

Recuperadas - Segundo o boletim, 20.404.701 pessoas se recuperaram da doença.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (149.621), Rio de Janeiro (66.015), Minas Gerais (54.466), Paraná (39.041) e Rio Grande do Sul (34.827). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.837), Amapá (1.978), Roraima (1.998), Tocantins (3.784) e Sergipe (6.009).

Vacinação - Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 234,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 145,6 milhões como primeira dose e 88,9 milhões como segunda dose (ou dose única).

Aplicação - Em 24 horas, foram aplicadas 1.253.358 doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 294,7 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 30 09 2021

SAÚDE II: Estado registra mais 1.861 casos e 58 mortes pela Covid-19

saude II 30 09 2021A Secretaria estadual da Saúde divulgou nessa quarta-feira (29/09) mais 1.861 casos confirmados e 58 mortes em decorrência da Covid-19 no Paraná. Os números incluem meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma agora 1.503.624 casos confirmados e 38.824 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta quarta-feira são de maio (24), junho (97), julho (66), agosto (137) e setembro (1.537) de 2021. Já os óbitos são de maio (3), junho (1), julho (1), agosto (5) e setembro (48) de 2021.

Internados - O boletim informa que 629 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 493 em leitos SUS (303 em UTIs e 190 em enfermarias) e 136 em leitos da rede particular (83 em UTIs e 53 em enfermarias).

Exames - Há outros 1.360 pacientes também internados, 734 em leitos de UTI e 626 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - As 58 pessoas que faleceram eram 19 mulheres e 39 homens, com idades que variam de zero a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de maio a 28 de setembro de 2021. Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (16), Curitiba (8), Cascavel (3), São José dos Pinhais (2) e Paranavaí (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Ventania, Tijucas do Sul, Sarandi, Santa Isabel do Ivaí, Ribeirão do Pinhal, Ponta Grossa, Pinhais, Paranaguá, Ourizona, Mariópolis, Maringá, Marialva, Jandaia do Sul, Jaguapitã, Irati, Ibiporã, Guapirama, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Corbélia, Colorado, Campo Mourão, Cambé, Cambira, Barbosa Ferraz, Bandeirantes e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.078 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 217 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

Confira os relatórios de exclusões e de correção de municípios.

 


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