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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5167 | 01 de Outubro de 2021

VALOR 1000 I: Cooperativas do PR continuam avançando no ranking das mil maiores empresas do país

destaque valor 1000 01 10 2021A 21ª edição do anuário Valor 1000 que acaba de ser publicada pelo jornal Valor Econômico traz novamente em destaque um grupo de cooperativas do Paraná que tem figurado no ranking, subindo, em sua maioria, muitas posições entre as mil maiores empresas do país a cada levantamento. São elas: Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Copacol, Agrária, Integrada, Castrolanda, Frimesa, Frísia, Coopavel, Coasul Copagril, Capal, Coopertradição, Coagru e Primato (veja o quadro abaixo). Há cooperativas paranaenses também entre as 50 maiores empresas do Sul do país e várias bem classificadas no setor agropecuário.

Classificação - O levantamento do Valor 1000 é feito em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAE). Desta vez, foram analisados 1.102 balanços ante a 1.139 em 2019. Para chegar às mil maiores, a classificação final leva em consideração a pontuação obtida pelas empresas em oito critérios: receita líquida, margem Ebitda, giro do ativo, margem de atividade, rentabilidade, cobertura de juros, liquidez corrente e crescimento sustentável. Entre eles, o de maior peso é a receita líquida, seguido da margem Ebitda e da rentabilidade do patrimônio. Além disso, o anuário traz as campeãs em 26 setores e os destaques nas cinco regiões do país.

Entre as maiores do Sul - Na lista das 50 maiores empresas do Sul do país, estão presentes a Coamo (3º lugar), C.Vale (8º), Lar (11º), Cocamar (19º), Copacol (24º), Agrária (30º), Integrada (31º), Castrolanda (33º), Frimesa (39º), Frísia (40º), Coopavel (44º) e Coasul (49º).

Por setor - No setor agropecuário, as cooperativas paranaenses estão listadas da seguinte forma na classificação final: Coamo em 5º lugar, Lar em 7º e C.Vale na 9ª posição. Em receita líquida, a Coamo está em 1º lugar; C.Vale em 2º; Lar em 3º e Cocamar em 6º. No critério rentabilidade, a Lar aparece em 7º e a Coopavel em 9º. Já em liquidez corrente, a Coamo está posicionada em 5º. Em cobertura de juros e em crescimento sustentável, a Frísia está em 10º.

Ramo saúde - Entre os 50 maiores planos de saúde, a Unimed Curitiba, Unimed Londrina e Unimed Regional Maringá estão, respectivamente, em 11º, 34º e 37º lugares. Nos destaques, a Unimed Curitiba está listada em 14º entre as 20 maiores em lucro líquido; em 16º em lucro operacional; em 11º entre as 20 maiores em aplicações financeiras; em 14ª entre as 20 maiores empresas em ativo total e em 13º lugar entre as maiores em patrimônio líquido. Já a Unimed Regional Maringá figura em 18º lugar entre as 20 que mais cresceram em contraprestações efetivas e em 18º lugar entre as 20 maiores em margem operacional.

Ramo crédito - O cooperativismo está presente também no ranking do Valor 1000 referente ao setor financeiro. O Sicoob ocupa a 8ª colocação e o Sicredi a 9ª entre os 100 maiores bancos brasileiros. O Sicoob figura em 8º entre os 20 maiores em operações de crédito; em 6º entre os 20 maiores em depósitos totais; em 7º entre os 20 maiores em receita de intermediação; em 6º entre os 20 com melhor resultado operacional, sem a equivalência patrimonial; em 7º entre os 20 maiores em patrimônio líquido; em 7º entre os 20 maiores em lucro líquido; em 10º entre os 20 com melhor rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial, entre os grandes. Entre os 20 mais rentáveis sobre o patrimônio, entre os grandes, está em 9º; em 18º entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes; em 10º entre os bancos que mais cresceram em operações de crédito, entre os grandes; em 16º entre os 20 bancos que mais cresceram em depósitos totais, entre os grandes e em 17º entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes.

Sicredi - O Sicredi está em 7º lugar entre os 20 maiores em operações de crédito; em 7º entre os 20 maiores em depósitos totais; em 8º entre os 20 maiores em patrimônio líquido e entre os 20 maiores em lucro líquido; 8º entre os 20 maiores em receita de intermediação; em 7º entre os 20 com melhor resultado operacional sem a equivalência patrimonial e em 7º com melhor rentabilidade operacional, sem equivalência patrimonial, entre os grandes. Ficou ainda em 4º entre os 20 mais rentáveis sobre o patrimônio, entre os grandes; em 12º entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes; em 11º entre os bancos que mais cresceram em operações de crédito, entre os grandes e em 15º entre os bancos que mais cresceram em depósitos totais, entre os grandes.

valor 1000 tabela I 01 10 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

valor 1000 tabela II 01 10 2021

 

VALOR 1000 II: Coamo é destaque na área no agronegócio

valor II 01 10 2021 Um dos entrevistados da edição especial Valor 1000 é o presidente-executivo da Coamo, Airton Galinari. A cooperativa aparece no ranking como a terceira maior empresa da região Sul e a 45ª entre as maiores do país. Segundo a revista, a irregularidade do clima, agravada especialmente pela geada ocorrida na segunda quinzena de julho, deverá reduzir o recebimento de grãos na Coamo, a maior empresa no ranking do setor. Mas a alta nos preços agrícolas tenderá a mais do que compensar a perda, mantendo o faturamento da cooperativa ainda em crescimento neste ano, projeta o dirigente. Em meio à pandemia, a Coamo registrou em 2020, “o melhor ano de sua história”, recepcionando em suas 111 unidades espalhadas pelo Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul em torno de 9,276 milhões de toneladas de soja, milho e trigo. Galinari espera que o volume seja reduzido para algo em torno de 131 milhões de sacas, qualquer coisa próxima a 7,9 milhões de toneladas, numa redução de quase 15% ante o recorde do ano passado e redução em torno de 7% a 8% para a soja (de 92 milhões para 85 milhões de sacas). Mas o faturamento geral poderá alcançar R$ 24 bilhões, avançando quase 20% diante dos R$ 18,8 bilhões anotados no ano passado. O resultado esperado para este ano deverá apresentar melhora em relação ao ano anterior, quando atingiu R$ 1,1 bilhão.

Sobras - “Distribuímos cerca de R$ 503 milhões em sobras para os cooperados no ano passado e esperamos melhorar esse número nesse ano”, antecipa. A programação de investimentos neste ano, segundo Galinari, inclui o início da instalação de nova fábrica de rações em Campo Mourão, com operação prevista para outubro ou novembro de 2022, num investimento de cerca de R$ 120 milhões. Em torno de R$ 240 milhões deverão ser destinados ainda à construção de três novas unidades de recebimento de grãos, em Rio Brilhante, Ponta Porã e Bandeirantes no Mato Grosso do Sul. A cooperativa espera finalizar neste ano o terminal o terminal privado de grãos no porto de Paranaguá (PR), com capacidade de 150 mil toneladas. Em 2020, a cooperativa investiu R$ 415 milhões e prevê R$ 425 milhões em 2021. No ano que vem, está prevista ainda a construção de uma usina de etanol de milho em Campo Mourão, o que exigirá desembolso entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões até 2024.

 

EDUCAÇÃO: Parceria é estabelecida entre Sescoop e Colégio Sesi da Indústria

O Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, e o Sistema Fiep, por meio do Colégio Sesi da Indústria, lançam o “Programa de Apoio ao Ensino Médio Sesi/Sescoop”, destinado aos filhos dos funcionários de cooperados e das cooperativas registradas no Sistema Ocepar.

Apoio - Pela parceria, o Sescoop/PR apoiará até 75% do valor das mensalidades para que alunos filhos do público beneficiário possam cursar, em qualquer uma das unidades do Colégio Sesi da Indústria nos municípios de Umuarama, Cascavel, Ampére, Capanema, Francisco Beltrão, Pato Branco, Campo Mourão, Maringá, Arapongas, Telêmaco Borba, Ponta Grossa, Irati, União da Vitória, Campo Largo e Rio Negro, o Ensino Médio, concomitando ao Curso Técnico em Cooperativismo, com carga horária de 1200 horas, complementar aos três anos do Ensino Médio, já de acordo com a nova proposta de currículo para o Ensino Médio que entra em vigor a partir de janeiro de 2022, em todo o território nacional.

Oportunidade - “Percebemos na nova Lei do Ensino Médio uma grande oportunidade de levarmos o ensino e a educação cooperativista para as escolas. As cooperativas buscam, cada vez mais, profissionais que entendam sobre o tema do cooperativismo e que estejam habilitados para trabalhar com esta questão. Por isso criamos, juntamente com o Colégio Sesi da Indústria o Programa de Apoio ao Ensino Médio Sesi/Sescoop, para atender os filhos dos funcionários das cooperativas registradas no Sistema Ocepar”, explica a Gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima.

Lista - Também integram a lista de unidades que dispõem deste benefício o Colégio Sesi da Indústria Alto da Glória, Boqueirão e CIC, em Curitiba, e a unidade Afonso Pena do Colégio Sesi da Indústria em São José dos Pinhais, além das unidades do Colégio Sesi Internacional Bilíngue em Londrina e Ponta Grossa e Trilíngue em Foz do Iguaçu.

Única - “A oportunidade é única, pois as famílias envoltas ao cooperativismo terão acesso aos Colégios Sesi da Indústria e também a uma metodologia de trabalho diferenciada, que tem por objetivo formar profissionais empreendedores, criativos, éticos e inovadores, com foco no desenvolvimento da solidariedade e respeito mútuo. Valores que estão explícitos no propósito de ambas as organizações: pensar global, mas agir local.”, explica a Gerente Executiva de Educação do Sistema Fiep, Fabiane Franciscone.

Mais informações - Para mais informações, os interessados podem enviar um e-mail para mirian.vieira@sistemafiep.org.br ou conversar diretamente com o agente da cooperativa Sescoop/PR. O programa é válido, exclusivamente, para filhos dos funcionários de cooperados de cooperativas com pelo menos 24 meses de filiação e para os filhos dos funcionários das cooperativas registradas no Sistema Ocepar. (Assessoria de Imprensa do Sistema Fiep)

 

educacao 01 10 2021

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 01 10 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (01/10), o Informe Semanal referente à semana de 27 de setembro a 1º de outubro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Destaques - O boletim desta semana traz, entre os destaques, a aprovação, na Câmara dos Deputados, do requerimento de urgência para a votação do PLP 27/2020, que atualiza o marco legal do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Com a aprovação, o projeto de lei deverá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara, agilizando sua tramitação. A proposta, que está nas prioridades de acompanhamento da OCB e da Ocepar, permite que as cooperativas de crédito possam disponibilizar novos produtos já existentes no mercado, com mais agilidade e modernidade, atendendo integralmente à demanda por crédito.

Inteligência artificial - Já no dia 29 de setembro, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o PL 21/2020, que institui o marco legal para uso da inteligência artificial no Brasil. A proposta foi relatada pela Deputada Federal Luísa Canziani (PTB/PR) e estabelece diretrizes para o uso desta tecnologia, tendo como objetivos a promoção do desenvolvimento econômico sustentável assim como a competitividade e produtividade brasileiras. O projeto segue para análise pelo Senado Federal.

Energia renovável e reforma eleitoral - O informativo cita ainda que a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou, na forma do relatório substitutivo, o PL 2.405/2021, de autoria do Deputado Federal Gustavo Fruet (PDT/PR), que prioriza a aplicação de recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) em pesquisas e desenvolvimento em fontes de energias renováveis: fotovoltaica, eólica, biomassa e biogás. Também, que o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional 111, que altera as regras da disputa eleitoral. De acordo com a Emenda, passa a valer a contagem, em dobro, dos votos a mulheres e pessoas negras para fins da distribuição de recursos partidários para as eleições de 2022 a 2030. Também foi alterada a data de posse de presidente e governadores, que, a partir de 2027, ocorrerá em 5 e 6 de janeiro, respectivamente. O texto ainda contemplou a fidelidade partidária, disciplinando que deputados que deixarem seus partidos perderão o mandato, salvo nos casos de concordância pela legenda. As novas regras serão aplicadas para as eleições de 2022.

Assembleia Legislativa - Em âmbito estadual, o Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou, em 3ª discussão, a redação final do PL 112/2021 dada na forma da emenda substitutiva geral da Comissão de Constituição e Justiça. O projeto institui o Programa de Recuperação de Ativos, Créditos e direitos oriundos da liquidação do Banco de Desenvolvimento do Estado do Paraná (Badep), utilizando recursos recuperados pela Fomento Paraná, através do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE). Com a aprovação, a matéria segue para sanção ou veto pelo Governador do Estado.

Compensação ambiental e 5G - A Alep recebeu, nesta semana, o Projeto de Lei nº 501/2021, de autoria do Governo do Estado, que impõe ao empreendedor a obrigação de adotar medidas de compensação para as atividades que sejam identificadas, durante o processo de licenciamento ambiental, como geradoras de impacto ambiental negativo não mitigável. Outro tema em destaque no Informe da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar é a audiência pública ocorrida na Assembleia, no dia 29 de setembro, que discutiu a implantação e os avanços da tecnologia 5G no Paraná. O debate contou com a participação do superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, que destacou a importância da ampliação de cobertura em rodovias e no interior do Estado, além da necessidade de alinhamento regulatório federal, estadual e municipal e da destinação de recursos que possam subsidiar os investimentos em infraestrutura para a implementação desta tecnologia.

Áudio - Ouça aqui o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 01 10 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 01 10 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise econômica - A análise econômica de setembro apresenta como analisar tendências é um diferencial para que as organizações possam lidar com as mudanças e dinâmicas do amanhã. Novas tecnologias, mudança no comportamento dos consumidores e diferentes experiências de compras. Pensando nisso, o Sistema OCB desenvolveu, em parceria com o Isae, o estudo Cooperativismo de olho no futuro: tendências de mercado diante de um novo mundo. O material foi elaborado de forma customizada para o cooperativismo e estruturado em três partes. Veja nesta edição os principais pontos do estudo que tratam das tendências específicas dos setores agropecuário, financeiro, saúde e transporte. Confira também como investigar o futuro pode ajudar a subsidiar decisões e a diferenciar sua cooperativa no mercado!

Acesse a Análise Econômica 

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

Câmara vota urgência para PL que moderniza LC 130 - Os deputados Arnaldo Jardim (SP) e Evair de Melo (ES) comemoram a aprovação em Plenário, nesta terça-feira, do Requerimento 1866/2021 que pede urgência na apreciação do Projeto de Lei Complementar 27/2020. A proposta moderniza as normas de atuação das cooperativas de crédito no país previstas na Lei Complementar nº 130/2009.

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Categoria CTC é reconhecida em lei - O Diário Oficial da União de terça-feira trouxe uma boa notícia para o cooperativismo, especialmente para as cooperativas de transporte. É que foi publicada a Lei nº 14.206/2021 que, entre outros pontos, reconhece a Categoria de Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas (CTC). A conquista é resultado da mobilização da OCB e da Frencoop, durante toda a tramitação da MPV 1051/2021 e é uma evolução importante para o avanço desse ramo e das políticas de fomento ao setor.

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Senado aprova novos limites de peso por eixo - Um dos setores que não parou, mesmo durante a pandemia, foi o de transporte de cargas, que recebeu uma boa notícia no dia 22 de setembro. O Plenário do Senado Federal aprovou a Medida Provisória (MPV) 1.050/21, que institui novos limites de tolerância na pesagem de carga de caminhões e, também, novos procedimentos para a regularização do veículo em eventual infração.

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PERDA: Ex-presidente do Sistema OCB/MT morre aos 74 anos

perda 01 10 2021O ex-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras de Mato Grosso- Sistema OCB/MT, antiga OCEMAT, Ary Rigo, faleceu nessa quinta-feira (30/09), após uma queda no banheiro de sua residência em Campo Grande (MS), e sofreu traumatismo craniano. Devido a uma hemorragia, passou por duas cirurgias no cérebro para estancar o coágulo que se formou, mas não resistiu a uma parada cardíaca.

Oitavo presidente - Ary Rigo foi o oitavo presidente da Organização das Cooperativas de Mato Grosso em 1974, num curto período de setembro a novembro, antes da divisão dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, ocorrido em 1977.

Perda - “O cooperativismo mato-grossense lamenta profundamente a morte de Ary Rigo, nosso ex-presidente, que teve um papel importante no fortalecimento do cooperativismo no estado de Mato Grosso. Agradecemos pela dedicação e trabalho ao movimento cooperativista, e toda nossa solidariedade à família e amigos”, disse o presidente do Sistema OCB/MT, Onofre Cezário de Souza Filho.

História - Ary Rigo morreu aos 74 anos e teve uma grande trajetória na política de Mato Grosso do Sul. Além de ex-deputado, foi o primeiro-secretário da mesa diretora da Assembleia Legislativa do estado. Além de ex-deputado, o gaúcho de Passo Fundo (RS) se formou em Agronomia e foi vice-governador, na gestão de Pedro Pedrossian. Ary Rigo deixa esposa e dois filhos.

Velório e sepultamento - O velório do ex-deputado Ary Rigo será realizado nesta sexta-feira (01/10), no Parque das Primaveras, em Campo Grande (MS), a partir das 08h30, e o sepultamento, às 10h30. (Assessoria de imprensa do Sistema OCB/MT)

 

CASTROLANDA: Comissão de Mulheres é referência nacional em atuação feminina no cooperativismo

A Comissão Mulher Cooperativista da Castrolanda realizou, na última semana, uma reunião com representantes do Comitê Nacional de Mulheres do Sistema OCB e do Sescoop de vários estados do Brasil. No encontro, que aconteceu por videoconferência, as representantes da cooperativa apresentaram os projetos da Comissão, que foi considerada como exemplo de fortalecimento da participação feminina no cooperativismo.

Iniciativa - A iniciativa partiu das mulheres da Castrolanda, que procuraram o Comitê de Mulheres do Sistema OCB para ter mais informações sobre o projeto de embaixadoras do Sescoop. A partir do primeiro contato, surgiu a ideia de realizar uma reunião para troca de experiências sobre ações voltadas a mulheres de cooperativas, como conta a Coordenadora da Comissão Mulher Cooperativista da Castrolanda, Debora Noordegraaf.

Linha do tempo - “Nesse encontro, descrevemos a linha do tempo da Mulher Cooperativista desde o início, há 12 anos, até a formação de hoje, tudo que passamos e o espaço que conseguimos dentro da cooperativa. É sempre um aprendizado trocar ideias com mulheres de outras cooperativas e de outros lugares do Brasil. Cada região tem a sua peculiaridade, a sua forma de trabalho, e é sempre muito enriquecedora essa troca de ideias, o que dá certo aqui na minha cooperativa que pode dar certo na cooperativa de outra região. Quando um grupo de mulheres se dedica a uma função, com certeza vai dar certo. Então, é muito importante esse posicionamento das representantes do Sescoop, porque são embaixadoras do cooperativismo a nível de Brasil”, relata a Coordenadora.

Exemplo a ser seguido - A Coordenadora Geral do Comitê Nacional de Mulheres do Sistema OCB, Jamile Guimarães, afirma que a Comissão da Castrolanda é um case de sucesso que serve de inspiração para o trabalho de mulheres no cooperativismo a nível nacional. “Somos novas como Comitê e temos muito o que aprender com a Comissão da Castrolanda, é uma história que muito nos inspira. Pudemos ver a organização, o empenho, a força, a determinação e, sobretudo, os resultados de tudo que tem sido desenvolvido por essas mulheres. É incrível ver a resiliência. A cooperativa está de parabéns por dar espaço para a Comissão poder trabalhar. Algo que me deixou encantada é a visão de sustentabilidade: elas não estão fazendo por fazer, têm um propósito e sabem que precisam cuidar para que amanhã continue acontecendo na Castrolanda. Isso é incrível”.

Motivação - Debora destaca que os elogios servem de motivação para continuar o trabalho que a Comissão Mulher Cooperativista realiza para fortalecer a presença feminina no cooperativismo e no agronegócio. “Para nós, ficou claro que estamos muito bem-organizadas. Temos agenda mensal e anual, participamos de fóruns e de várias demandas da cooperativa. Nós ficamos ainda mais motivadas, porque não tínhamos essa ideia da dimensão que a Mulher Cooperativista se tornou fora. Somos uma referência para o Sescoop Nacional e para as outras cooperativas de como uma Comissão de Mulheres Cooperativistas está dando tão certo. A importância e a responsabilidade que temos por outras mulheres estarem se espelhando em nós”.

Capacitação para mais mulheres - O encontro foi o segundo que a Comissão Mulher Cooperativista representou a Castrolanda a nível nacional. Em agosto, Debora apresentou as ações da Comissão no curso Semeando Futuros, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com o Sistema OCB, que visa a capacitação de mulheres do agronegócio.

Fortalecimento - “Queremos focar muito no fortalecimento da participação das mulheres no cooperativismo Brasil a fora. A gente trouxe para esse curso o case da Castrolanda, que é inspirador de fato. É preciso que haja uma capacitação contínua e multiforme para estarmos sempre aptas a estarmos onde quisermos, não porque simplesmente tem que ter uma mulher, mas porque nós temos condições de estar lá sim”, reforça Jamile.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)  

 

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COPACOL: Cooperativa supera meio milhão de reais em doações na luta contra o câncer

A luta contra o câncer já recebeu mais de meio milhão de reais da Campanha Outubro Rosa Tilápias Copacol, que agora chega à quarta edição cooperando com saúde, sabor e solidariedade. Além de alertar sobre a prevenção rotineira, todos podem ajudar diretamente as instituições que atuam com o tratamento de pacientes oncológicos. A cada embalagem rosa comercializada, R$ 1 é destinado a hospitais que atuam no tratamento oncológico de todo o País.

Registros - Todo ano mais de dois milhões de casos de câncer são registrados no mundo. A cada três registros da doença, um pode ser curado, quando descoberto logo no início, conforme a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Inca (Instituto Nacional do Câncer). O diagnóstico precoce salva vidas. Por isso, a Copacol reforça o alerta da prevenção com a campanha, que neste ano tem o slogan “Se cuidar é cooperar com quem você ama”.

Cooperação - “Quando fazemos essa campanha temos a certeza de que estamos cooperando com a prevenção. Quanto mais cedo é feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. Esse movimento vem crescendo todos os anos e esperamos doar cada vez mais em favor da saúde e da recuperação de brasileiros em tratamento”, afirma o diretor-presidente Copacol, Valter Pitol.

Receitas - Durante todo o mês serão disponibilizadas pelos canais oficiais da Copacol - Youtube, Instagram e Facebook - receitas incríveis com tilápia para inspirar milhões de brasileiros nesta ação. Basta acessar outubrorosacopacol.com.br.

Ana Furtado e Sheron Menezes - A carioca Ana Furtado, 47 anos, jornalista, apresentadora do Programa “É de Casa”, Rede Globo, é uma das apoiadoras da Copacol nesta iniciativa. Com 5,1 milhões de seguidores no Instagram, ela tem contato direto com o público, com quem compartilha estilos, opiniões e também leva informação, como a prevenção ao câncer. Outra artista muito querida pelos brasileiros que apoia a Campanha Outubro Rosa Tilápias Copacol é a gaúcha Sheron Menezes, 37 anos, também da Rede Globo, com 4,1 milhões de seguidores. No perfil pessoal ela fala sobre o dia a dia como mãe, profissional e esposa – canal que também fala sobre a importância do cuidado com a saúde.

Hospitais beneficiados - Com a campanha serão beneficiados hospitais de diferentes regiões do País: Uopeccan (União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer), em Cascavel (Paraná); Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba (Paraná); Hospital Alfredo Abrão, em Campo Grande; IGESDF (Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF), no Distrito Federal (Brasília); e Hospital de Amor, em Barretos (São Paulo). (Imprensa Copacol)

 

copacol 01 10 2021

SUPERCAMPO: Promoção sorteia prêmios semanais para colaboradores e cooperados das cooperativas sócias

supercampo 01 10 2021A Supercampo, a loja online dos cooperados e colaboradores de diversas cooperativas associadas, está com uma promoção especial, a Super Sorte. A cada R$ 100 em compras na plataforma,  um número da sorte será gerado e,  com ele,  será possível concorrer semanalmente a prêmios como: kit churrasco, jogo de ferramentas, parafusadeira, serra tico-tico e o grande prêmio, um trator de cortar grama.

Cadastro - Para participar, o cooperado ou colaborador que ainda não está cadastrado na Supercampo deverá acessar o site www.supercampo.com, clicar na sua cooperativa, informar alguns dados pessoais e,  após a validação da cooperativa à qual é associado, já é possível comprar e participar da campanha Super Sorte.

Número da sorte - Para o cooperado e colaborador que já está cadastrado na plataforma, é só começar a comprar e aproveitar! Quanto mais o usuário comprar, mais chances têm de ganhar!

Dados - Para gerar o número da sorte, após finalizar a compra, o cliente Supercampo deverá cadastrar o nome, CPF, endereço, telefone e e-mail para contato no site da promoção: www.promocaosupercampo.com.br.

Sorteios - Os sorteios acontecerão todas as quartas feiras pela Loteria Federal. Os vencedores serão divulgados sempre na segunda-feira seguinte do sorteio, no site da promoção www.promocaosupercampo.com.br

Produtos diferenciados- Ronald Eikelenboom, Diretor de Operação da Supercampo, explica que, além da promoção Super Sorte, os cooperados e colaboradores encontram produtos com preços diferenciados na plataforma. “Todas as semanas temos uma seleção de produtos em destaque e em ofertas disponíveis na plataforma da Supercampo. Além disso, nossos clientes também ganham dinheiro de volta (cashback) em todas as suas compras”, comenta.

Validade - A promoção Super Sorte é válida de 01 de outubro a 22 de dezembro. Mais informações e o regulamento completo em: www.promocaosupercampo.com.br.

Venha ser Supercampo - A Supercampo nasceu para auxiliar as cooperativas a se digitalizarem e possibilitarem aos seus cooperados e colaboradores segurança e comodidade na hora fazer compras online. Acesse o site (www.supercampo.com) e confira as cooperativas participantes.

SERVIÇO

Promoção Super Sorte

Sorteio semanal de prêmios

Período de participação: 01/10/21 a 22/12/21

Certificado de Autorização Secap nº. 04.015306/2021, expedido pelo Ministério da Economia

Sobre a Supercampo - A Supercampo é um marketplace que reúne milhares de produtos voltados ao segmento do agronegócio. Com perfil 100% cooperativista, visa atender as principais demandas das cooperativas e de seus cooperados, gerando valor com serviços de qualidade, segurança e agilidade. Atualmente, a plataforma está disponível para mais de 80 mil cooperados e tem como sócias as cooperativas paranaenses Agrária, Capal, Castrolanda, Coopertradição, Copacol, Frísia, Integrada e Lar, as catarinenses Cooperalfa e Copercampos, a gaúcha Cotrijal e a paulista Coplacana. Mais informações estão disponíveis no site www.supercampo.com. (Assessoria de Imprensa da Supercampo)

SICREDI UNIÃO PR/SP: Conecta Empresas estreita contato entre grupos de empresários

Empresários associados ligados a diferentes setores estiveram reunidos em Mogi Guaçu e Limeira, cidades das regiões Centro Leste e Centro Paulista, respectivamente, para selar o lançamento do Conecta Empresas, projeto-piloto de iniciativa da Sicredi União PR/SP e que tem por finalidade estreitar e intensificar relacionamentos entre o empresariado das cidades onde será aplicado.

Primeiros - Os dois municípios paulistas foram os primeiros a receberem os encontros para a instituição da proposta, capitaneada por Carlos Cavalheiro, gerente do segmento Empresas, e Jairo Moreira, assistente de Negócios e responsável por Convênios, ambos da instituição financeira cooperativa.

Seleção - Em Mogi Guaçu, a reunião inicial aconteceu na terça-feira (28/09), na agência Sicredi, e concentrou 20 membros associados. “Os associados foram selecionados pela própria agência, cada um com um ramo distinto do outro. E a seleção foi feita através do relacionamento que eles têm com a cooperativa, não se resumindo em produtos e serviços, mas sim com a identificação do cooperativismo”, explicou Cavalheiro.

Cooperação - “O projeto em si, o próprio nome já indica, que é conectar empresas, apresentar cooperação. É isso que traz vantagem, da Sicredi estar um passo à frente de todas as instituições financeiras. Não se vê isso em outros lugares, em outras instituições. Então cooperar com o próximo, com outra empresa ou colega é muito bem-vindo. O projeto só vem para agregar e dar mais valor aos empresários”, pontuou Vandenil Lopes Junior, sócio-proprietário do Lopes Supermercados.

Receptividade - Já em Limeira, na quarta-feira (29/09), os empresários associados reuniram-se na agência Sicredi Centro e a proposta foi muito bem recebida pelos participantes. “Sempre me envolvi em programas sociais e acredito muito em formas de trabalho que conectam as pessoas e compartilham conhecimento, pois só assim alcançamos algo maior para todos. Me associei à Sicredi logo que abri minha primeira cafeteria e tenho percebido que a forma de ação da cooperativa tem muito daquilo que acredito para minha vida, minha empresa e para o mundo”, afirmou o empreendedor Alex Ronaldo Tetzner, da empresa Tetzner Café, com duas unidades em Limeira/SP.

Conecta Empresas - O Conecta Empresas visa construir ‘pontes’ e intensificar relacionamentos mais duradouros com troca de informações entre os membros associados, oferecendo treinamentos de negócios, aprendizado com cases dos membros, divulgação da sua marca e principalmente gerar networking entre os associados participantes. Com isso, pretende-se movimentar a economia local, gerando novos negócios e sustentabilidade financeira.

Vagas - Para cada um dos primeiros encontros foram abertas 20 vagas, já preenchidas por associados selecionados por cada uma das agências participantes, mas com expectativa de abertura de novos grupos em 2022.

Atividades- Com duração de cerca de uma hora, as primeiras reuniões contam com a apresentação e objetivos do projeto e são programados para acontecerem uma vez por mês e presencialmente, de setembro de 2021 a fevereiro de 2022. No fechamento do projeto-piloto, os associados participantes poderão expor seus produtos e serviços durante uma feira de exposições, a ser programada em cada uma das cidades onde a proposta foi aplicada.

Próxima semana - Na próxima semana, três cidades paranaenses da área de cobertura da Sicredi União PR/SP também receberão os primeiros encontros do Conecta Empresas: nesta terça-feira (5), em Cianorte; na quarta (6), em Londrina; e na quinta (7), em Maringá; sempre às 18h. Todas as reuniões agendadas seguem as normas de segurança e prevenção contra a Covid-19.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIMED APUCARANA: Cooperativa lança programa de inclusão

Nesta última quarta-feira (29/09), a Unimed Apucarana anunciou o programa de inclusão no trabalho denominado Inclusive, focado exclusivamente em promover a inclusão social de pessoas com deficiência física e intelectual, além de outras diversidades. Segundo a gerente de Desenvolvimento humano, Thais Kuchpel Andrioli, o programa irá abrir oportunidades aos indivíduos no mercado de trabalho, objetivando sua autonomia e independência e, ainda, ajudar na luta contra o preconceito e contribuir com a transformação social em Apucarana e região.

Ampliação de parceria - Além deste programa, no evento foi ampliada a parceira com as Apaes do Vale do Ivaí. O Selo “Empresa Amiga da Apae” será divulgado em materiais promocionais e institucionais da cooperativa, incentivando o público a conhecer as iniciativas de responsabilidade social da Unimed Apucarana, o impacto positivo para a comunidade e estimular ações de outras empresas com projetos de impacto social.

Gratificante - O deputado estadual Tercílio Turini, presente no evento, destacou que é gratificante ver a Unimed Apucarana como "Empresa Amiga" da Apae, num trabalho conjunto de mais de 25 anos que já beneficiou milhares de crianças, jovens e adultos. "Ter essa possibilidade de marcar consultas gratuitas, nas mais diversas especialidades, garante acesso rápido e seguro aos alunos da Apae, que muitas vezes precisam da atenção mais especializada da medicina. "Ver duas instituições tão respeitadas nessa parceria mostra que a cooperação, a colaboração e o amor ao próximo são determinantes na construção de um mundo melhor", declarou Turini.

Força motriz - Segundo o presidente da Unimed Apucarana, “o cooperativismo é importante força motriz para o desenvolvimento do Estado do Paraná. As cooperativas de saúde, crédito e agropecuárias produzem valor e riqueza para a nossa região do Vale do Ivaí. Nossa parceria com as Apaes, com seus diversos projetos, faz parte do nosso plano de ação para nos tornarmos uma cooperativa mais Sustentável, promovendo a transformação social da comunidade da nossa região”, declara Maroneze.

Selo “Empresa Amiga da Apae” - O Selo da Apae foi desenvolvido pela Federação das Apaes, com o objetivo de mobilizar e engajar empresas na promoção e defesa dos direitos da pessoa com deficiência intelectual e múltipla. Com esse gesto, a empresa tem o fortalecimento de sua imagem como uma organização que se preocupa com as questões sociais através do selo “Empresa Amiga da Apae”. (Imprensa Unimed Apucarana)

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CPR: Governo federal lança Cédula de Produto Rural Verde nesta sexta-feira

cedula verde 01 10 2021O presidente da República, Jair Bolsonaro, participa nesta sexta-feira (01/10), às 10h30, da cerimônia alusiva à assinatura do decreto da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde. O evento, que acontece no Palácio do Planalto, faz parte do ciclo regional de entregas do governo federal em comemoração aos mil dias de gestão. O evento será transmitido, ao vivo, pela EBC e redes sociais do Planalto.

Participação - O lançamento da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde, nova alternativa de mercado para as empresas interessadas em compensar voluntariamente sua emissão de gases de efeito estufa, contará com a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Na ocasião, a ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Flávia Arruda, fará um balanço das entregas do governo federal para o Distrito Federal.

Coletiva - Após o evento, às 12h30, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, detalha em coletiva de imprensa virtual o lançamento da CPR Verde. Também participará da coletiva após a cerimônia o secretário adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Angelo Mazzillo Junior. A coletiva será transmita pelo canal do Ministério da Economia no YouTube. (Ministério da Economia)

SERVIÇO

Assinatura do decreto da Cédula de Produto Rural Verde e balanço de entregas do governo federal ao Distrito Federal

Data: sexta-feira, 01/10

Hora: 10h30

Local: Palácio do Planalto, Salão Nobre (2º andar)

FOTO: Anncapictures / Pixabay

 

CMN: Residentes no Brasil poderão emitir instrumento cambial de agronegócio

Investidores profissionais e qualificados residentes no Brasil poderão emitir Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) corrigidos pelo dólar ou por outras moedas estrangeiras. A medida foi aprovada nessa quinta-feira (30/09) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Financiamento - O CRA financia projetos do agronegócio. Uma empresa do segmento emite uma promessa de pagamento, que é convertida em títulos e lançada no mercado financeiro. Em troca de pegar dinheiro emprestado dos investidores, o emissor devolve o dinheiro no fim do prazo, acrescido de algum rendimento. No caso das CRA cambiais, com a correção do câmbio.

Isento - Assim como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), o CRA é isento de Imposto de Renda e de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para pessoas físicas. No entanto, o CRA não tem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), fundo que cobre eventuais calotes caso o emissor não consiga honrar os compromissos.

Emissão - Em nota, o Ministério da Economia informou que apenas investidores residentes no Brasil classificados como profissionais ou qualificados poderão emitir CRA cambial. Os investidores profissionais poderão lançar certificados do tipo sênior, subordinado mezanino e subordinado júnior. Os investidores qualificados terão acesso apenas aos instrumentos do tipo sênior e subordinado mezanino.

Operações - De acordo com a pasta, a medida aumentará as operações com os títulos do agronegócio e diversificará as fontes de recursos usados para financiar o segmento. O ministério informou que a emissão de CRA cambial para investidores profissionais e qualificados será feita gradualmente e de forma segura.

Dois programas - Em outra resolução, o CMN separou em dois programas os empreendimentos agropecuários financiados com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os projetos de construção, instalação e modernização de benfeitorias serão enquadrados no Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), quando ligados a alguma inovação ou empreendimento experimental.

Moderagro - Os mesmos projetos não relacionados à inovação permanecerão no Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro). A medida abrange os setores de avicultura; suinocultura; pecuária de leite; criação de ovelhas, carneiros e bodes; piscicultura; aquicultura; e criação de camarões. (Agência Brasil)

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Clima irregular atrasa o plantio da soja no Paraná, aponta boletim

conjuntura agropecuaria 01 10 2021O clima irregular, pelo segundo ano seguido, provoca o atraso no plantio da safra de soja 2021/22 no Paraná, o que pode comprometer a produção dessa e de culturas que, posteriormente, ocuparão a mesma área. Os detalhes estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 24 a 30 de setembro. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Falta de chuvas - A falta de chuvas que se estende praticamente por todo o Paraná ainda não possibilitou avanço significativo da semeadura da soja, ainda que o período autorizado para essa atividade tenha iniciado em 13 de setembro. O levantamento do Deral aponta que, até o momento, foram semeados 407 mil hectares, o que representa 7% do total da área estimada para a safra.

Volume maior - Se comparar com a safra 2020/21, o volume é maior. No mesmo período do ano passado, quando a estiagem já castigava o Estado, apenas 154 mil hectares, ou 3% da área estimada tinham recebido sementes. Ainda que a atual safra esteja em ritmo melhor, o atraso é evidente ao se observar que, no período 2018/19, em fins de setembro, o plantio beirava 1 milhão de hectares.

Regiões - Até o momento, as regiões que mais plantaram foram: Cascavel, com cerca de 177 mil hectares; Pato Branco (63 mil hectares); Toledo (48 mil); Francisco Beltrão (34 mil); e Campo Mourão, com quase 21 mil hectares.

Homogeneidade - A torcida e a expectativa, tanto dos produtores que já semearam quanto daqueles que ainda não o fizeram, são de que as condições climáticas estejam mais homogêneas nas próximas semanas e que a umidade possibilite o plantio e o bom desenvolvimento da lavoura.

Milho e trigo - A semeadura do milho de verão no Estado chegou, até agora, a 262 mil hectares, o que corresponde a 62% da área total prevista para a safra. No mesmo período, no ano passado, o porcentual estava em 40% da estimativa de área. Da mesma forma que acontece com a soja, a aceleração de plantio nas próximas semanas dependerá das condições climáticas.

Valor Bruto da Produção - O boletim salienta, ainda, a perspectiva de que o Valor Bruto de Produção do trigo paranaense supere R$ 5 bilhões em 2021, caso a produção esperada e o preço se mantenham. Em 2020, o VBP chegou a R$ 3,59 bilhões. Um terço da área já está colhida com expectativa de que, ao final, alcance 3,5 milhões de toneladas.

Feijão e batata - O documento preparado pelo Deral destaca, também, o plantio de feijão das águas. Até o momento foram preenchidos 37% da extensão estimada, o que representa 52 mil hectares. Na grande maioria, a lavoura a campo apresenta condições boas.

Semeadura - Os produtores de batata já semearam em torno de 86% da área de 15 mil hectares prevista para a atual safra. O volume estimado é de 457,7 mil toneladas, recuo de 1% em relação à safra anterior. Os técnicos avaliam que 97% das lavouras estão em condições boas.

Mandioca e frutas - A falta de chuvas continua prejudicando os trabalhos de plantio e colheita da mandioca. Uma das regiões mais afetadas é o Noroeste, responsável por 65% dos 126 mil hectares previstos para cultivo no Estado. Devem ser produzidas 2,9 milhões de toneladas de raiz, o que representa recuo de 14% em relação à safra anterior.

Panorama mundial - Sobre a fruticultura, o boletim traça um panorama mundial, a partir dos dados de 2019, quando se produziu 883,4 milhões de toneladas de frutas frescas em 65,3 milhões de hectares dos 193 países integrantes da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). China, Índia e Brasil são os três principais produtores de frutas in natura.

Leite e aves - O documento agropecuário faz um comparativo entre as importações e exportações de produtos lácteos, destacando que, de janeiro a agosto deste ano, as compras brasileiras alcançaram 92.068 toneladas, enquanto o País vendeu apenas 30% desse volume (28.024 toneladas). Mesmo assim, as exportações cresceram 37% em relação ao mesmo período de 2020.

Crescimento - Na avicultura, o destaque é para o crescimento em 5,7% do abate nacional de frangos no primeiro semestre de 2021, comparativamente ao mesmo período do ano passado. O Paraná continua na liderança do segmento, com crescimento de 4,9% em número de cabeças abatidas e de 9,6% em toneladas de carnes produzidas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ECONOMIA I: BC eleva projeção de crescimento da economia de 4,6% para 4,7%

economia I 01 10 2021A nova projeção do Banco Central (BC) para o crescimento da economia em 2021 ficou praticamente estável. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 4,6% para 4,7%.

Relatório de Inflação - A informação consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgada nessa quinta-feira (30/09).

Esfriamento da pandemia - Segundo o órgão, a projeção depende da continuidade do esfriamento da pandemia de covid-19, da diminuição dos níveis de incerteza econômica ao longo do tempo e da manutenção do regime fiscal de controle das contas públicas. Entretanto, há fatores que restringem o ritmo de recuperação no segundo semestre deste ano e durante o ano seguinte.

Curto prazo - “No curto prazo, choques de oferta afetam negativamente atividade e consumo. Adicionalmente, o ciclo de aperto monetário, cujos efeitos devem ser sentidos principalmente em 2022, tende a diminuir o ritmo de fechamento do hiato [da crise econômica]”, diz o relatório.

Copom - Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou novamente a taxa básica de juros, a Selic, para 6,25% ao ano, mantendo a trajetória mais contracionista da política monetária para conter o avanço da inflação.

Energia elétrica - As informações utilizadas para a projeção também já incluem os preços mais elevados da energia elétrica em razão da crise hídrica, mas não contemplam cenário de restrições diretas ao consumo de eletricidade.

Outros riscos - Outros riscos apresentados pelo BC são a própria evolução da pandemia, que segue sendo monitorada, e ações que piorem as expectativas sobre a trajetória fiscal, “que podem pressionar as avaliações de risco e a confiança dos agentes, com impactos negativos, possivelmente defasados, sobre a atividade econômica e os investimentos em particular”.

Continuidade - Por outro lado, segundo o BC, os indicadores econômicos recentes sugerem continuidade da evolução positiva da atividade doméstica, com “recuperação robusta” do crescimento da economia ao longo do segundo semestre.

Recuperação - “A continuidade do arrefecimento da pandemia e os níveis de confiança maiores que os vigentes há três meses favorecem a recuperação da atividade e do mercado de trabalho. Em horizonte mais amplo, a normalização da cadeia de insumos industriais, mesmo que apenas gradual, também deve ter efeitos positivos sobre o crescimento. As perspectivas para agropecuária e indústria extrativa, em ambiente de preços internacionais de commodities ainda elevados, também são positivas”, diz o relatório.

Oferta e consumo - Pelo lado da oferta, houve aumento das previsões de crescimento para o setor de serviços e redução para os demais. Segundo o BC, há uma tendência natural de redução na demanda por bens à medida que as famílias voltam a consumir mais serviços.

Setor terciário - A revisão para o setor terciário, de 3,8% para 4,7%, foi influenciada por resultados melhores do que esperados no segundo trimestre, em especial em serviços de informação e outros serviços. Por outro lado, o segmento de outros serviços, que engloba atividades como alojamento e alimentação e atividades artísticas e culturais, ainda se encontra em “patamar deprimido”, mas deve continuar apresentando crescimento ao longo dos próximos trimestres, influenciado pela recuperação da mobilidade diante progresso da vacinação contra covid-19.

Indústria - De acordo com o relatório, na indústria, a previsão de crescimento recuou de 6,6% para 4,7%, repercutindo, em especial, piora nas projeções para a indústria de transformação, pelas dificuldades nas cadeias de suprimentos e preços de insumos pressionados. Além disso, há pressão sobre a produção e distribuição de eletricidade, gás e água, já que a crise hídrica está ocasionando aumento da participação de usinas termoelétricas no total da energia elétrica produzida, com impacto negativo sobre o valor adicionado da atividade.

Agropecuária - Já a revisão na projeção de crescimento da agropecuária, de 2,5% para 2%, reflete, principalmente, estimativas menores para a produção do milho segunda safra e da cana-de-açúcar em razão da intensificação de problemas climáticos.

Demanda - Pelo lado da demanda, houve alta nas previsões para o consumo do governo, de 0,4% para 0,9%, sugerindo retorno aos níveis pré-pandemia em ritmo “ligeiramente mais elevado”.

Capital fixo - Na formação bruta de capital fixo das empresas, a projeção passou de 8,1% para 16%, em especial, pela expectativa de importações no âmbito do Repetro, que é o regime que suspende a cobrança de tributos federais de exportação e importação de bens para pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural, principalmente as plataformas de exploração. As boas perspectivas para o setor da construção também influenciaram o aumento na projeção.

Juros - “As taxas de juros para financiamentos permanecem em níveis favoráveis, vendas e lançamentos de imóveis residenciais encontram-se em patamares elevados e houve melhora recente da confiança dos empresários do setor”, diz o relatório.

Oposto - Em sentido oposto, o BC espera um crescimento menor para o consumo das famílias, de 3,3% ante previsão de 4% do último relatório de inflação, divulgado em junho. De acordo com o documento, apesar da expectativa de crescimento robusto ao longo da segunda metade do ano, a revisão para baixo foi motivada pela estabilidade do consumo das famílias no segundo trimestre. Naquele período, segundo o BC, esperava-se um resultado mais positivo diante de fatores como continuidade da recuperação do mercado de trabalho e da mobilidade, retorno do auxílio emergencial e antecipação do abono salarial e do 13º salário de aposentados.

Variação - As exportações e as importações de bens e serviços, em 2021, devem variar, na ordem, 5% e 14,2%, ante projeções anteriores de 6,8% e 10,7%, respectivamente. O ligeiro recuo nas exportações repercute as menores safras de milho e cana-de-açúcar e a redução no crescimento esperado dos embarques de produtos semimanufaturados e de minério de ferro. Já a alta na estimativa para as importações decorre, principalmente, do aumento esperado nas importações no âmbito do Repetro.

Inflação - Já a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar 2021 em 8,5%, no cenário com taxa de juros (Selic) em 8,25% ao ano em 2021 e 6,75% ao ano em 2022 e câmbio partindo de R$ 5,25. No relatório anterior, em junho, a projeção era 5,82%.

Acima da meta - A estimativa está acima da meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Mais alta - Caso a projeção se concretize, será a inflação mais alta desde 2015, quando atingiu 18,07%. O BC também projeta que a inflação deve ser de 3,7% em 2022 e 3,2% em 2023.

Agosto - Em agosto, o IPCA fechou no maior nível para o mês desde 2000 e acumula alta de 9,68% em 12 meses, pressionado pelos preços de alimentos, combustíveis e energia elétrica. A inflação acumulada no ano até agosto é de 5,67%.

2020 - Em 2020, a inflação terminou em 4,52%, acima do centro da meta de inflação para o ano, de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância, de 2,5% a 5,5%.

Pressão - “A pressão sobre os preços deve continuar se revelando intensa e disseminada. O choque sobre preços de bens industriais não deve se dissipar no curto prazo, como sugerem indicadores recentes de preços ao produtor e a continuidade dos gargalos nas cadeias de produção que afetam alguns segmentos. Ao mesmo tempo, os preços de serviços devem continuar em trajetória de normalização, em linha com a recuperação da demanda no setor. Assim, as medidas de inflação subjacente devem se manter em patamar elevado nesse horizonte. Adicionalmente, também se espera alta significativa em preços de alimentos e preços administrados, destacando-se a forte alta nas tarifas de energia que decorre do acionamento da bandeira tarifária de escassez hídrica”, afirma o relatório do BC.

Elevação - Com a alta da inflação, o BC elevou a Selic pela quinta vez consecutiva, de 5,25% para 6,25% ao ano e deve promover nova alta na próxima reunião do Copom, em outubro. A taxa básica de juros é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação porque causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA II: Ipea mantém previsão de crescimento de 4,8% para o PIB em 2021

economia II 01 10 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nessa quinta-feira (30/09), a Visão Geral da Conjuntura, análise trimestral da economia brasileira, mantendo a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 4,8% em 2021, conforme edição anterior da Carta de Conjuntura, de junho passado. Os pesquisadores projetaram um crescimento interanual de 4,6% no terceiro trimestre deste ano. Segundo eles, a recuperação da economia está atrelada ao avanço da vacinação contra a Covid-19 e à melhora da dinâmica epidemiológica.

2022 - Para 2022, a projeção para o crescimento acumulado do PIB foi revista de 2% para 1,8%. Essa revisão se deu por conta do cenário macroeconômico, com persistência da inflação em patamar elevado, impactando o poder de compra da população, e com a consequente necessidade de um aperto monetário maior do que o esperado. Em agosto, o endividamento das famílias brasileiras atingiu o pico histórico. Por outro lado, o crescimento robusto do setor agropecuário e o aumento da disponibilidade de caixa dos governos estaduais - que poderá ser utilizado para ampliar os investimentos - contribuíram para que a revisão para o próximo ano tenha sido pouco significativa.

Pressão - A inflação brasileira segue pressionada pela desvalorização cambial, alta dos preços internacionais das commodities e crise hídrica. Para 2021, a projeção é de alta de 8,3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e de 8,6% para o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC). A variação em 12 meses do IPCA atingiu 9,68% em agosto deste ano. No acumulado do ano, até agosto, o IPCA teve alta de 5,67%, ultrapassando o limite da banda inflacionária estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2021 (5,25%). Para 2022 há expectativa de desaceleração da taxa de crescimento dos preços, tanto para o IPCA quanto para o INPC, em relação à alta projetada em 2021. Sendo assim, a inflação medida pelo IPCA deve encerrar o ano de 2022 em 4,1%, levemente acima dos 3,9% estimados para o INPC.

Pior crise - O Brasil passa pela pior crise hídrica nos últimos 91 anos, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS). A situação é ainda mais grave porque não há perspectiva de nível de precipitação acima da média para o último trimestre nos subsistemas mais afetados, principalmente no Sudeste/Centro-Oeste. De acordo com o levantamento feito pelo Ipea, com base nas previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a precipitação prevista é igual ou abaixo da média do período de 1981 a 2010.

Cenário fiscal - O Grupo de Conjuntura do Ipea analisou o cenário fiscal brasileiro, com perspectiva de melhora nas contas públicas em 2021. De acordo com o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, o resultado primário do Governo Central esperado para o ano, divulgado em setembro, passou para um déficit de R$ 139,4 bilhões, o que representa uma melhora de R$ 16 bilhões em relação ao projetado em julho e de quase R$ 50 bilhões em comparação com o previsto em maio. Para 2022, persistem incertezas, a principal das quais está associada à magnitude do esforço de contenção de despesas requerido para a obediência do teto de gastos da União.

Disponibilidades de caixa - O crescimento das disponibilidades de caixa nos governos estaduais merece destaque. De acordo com os pesquisadores, o crescimento de 1,1% nas despesas primárias, entre os primeiros semestres de 2019 e 2021, em um quadro de aumento real de receita de 6,5%, levou a um superávit primário em 2021 substancialmente superior ao de 2019. Esse aumento permitiu o acúmulo de volumes significativos de disponibilidade de caixa que alcançaram, para o conjunto das Unidades Federativas (UFs), 22% da Receita Corrente Líquida (RCL), contra uma média em torno de 15% da RCL observada nos anos anteriores. O aumento, que equivale a cerca de 0,6% do PIB, pode contribuir para uma expansão considerável do investimento dos governos estaduais, que atingiram, no biênio 2019-20, cerca de 0,5% do PIB. Porém, os governos estaduais deverão lidar adequadamente com os desafios de evitar que o robustecimento da liquidez seja absorvido em gastos obrigatórios e de identificar boas oportunidades de investimentos.

Atenuar - Esse possível crescimento dos investimentos dos governos estaduais pode atenuar os impactos negativos do aumento dos juros sobre a atividade econômica. "Apesar da política monetária mais apertada, a economia deve continuar a crescer em 2022 devido às boas perspectivas para os investimentos em capital físico e para a produção agropecuária - com nova safra recorde e retomada do crescimento da produção de carne bovina", avaliou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea.

Atividade econômica - O Grupo de Conjuntura do Ipea também divulgou nota com os indicadores mensais de atividade econômica, cujo desempenho indica a continuidade da recuperação da economia no início do terceiro trimestre de 2021. Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, os níveis de mobilidade urbana devem se aproximar da normalidade. Sendo assim, os pesquisadores estimam, para agosto deste ano - na comparação com o mês de julho, avanço de 0,1% no setor de serviços, alta de 0,6% na produção industrial e queda de 1,1% no comércio varejista. Na comparação com o mês de agosto do ano passado, a previsão é de alta em todos os segmentos: setor de serviços (+ 15,7%), produção industrial (+ 1,2%) e comércio varejista (+ 2%).

Setor automotivo - O documento contempla uma análise do setor automotivo, que teve desempenho ruim e que impactou, em parte, os resultados do comércio varejista em agosto deste ano. O encarecimento de insumos como o aço, a borracha e mais recentemente o aumento dos preços da energia tem pressionado os custos das montadoras. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), enquanto a produção de automóveis de passeio e de comerciais leves registrou queda de 16,5% e 4,6%, no trimestre móvel encerrado em agosto, a produção de caminhões cresceu 11,4%. A renovação das frotas de caminhões foi motivada pela safra agrícola recorde, juntamente com o aumento da atividade mineradora, num cenário de crescimento da demanda mundial e dos preços de commodities. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a Visão Geral da Carta de Conjuntura

Acesse o documento sobre Atividade Econômica

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa cai 6,57% em setembro e tem pior mês desde março de 2020

Em mais um dia de instabilidade no mercado financeiro, a bolsa de valores caiu após subir durante a maior parte do pregão. O dólar iniciou o dia em baixa, mas fechou com pequena alta, após o Banco Central intervir no câmbio e impedir que a cotação ultrapassasse R$ 5,50.

Ibovespa - O índice Ibovespa, da B3, fechou essa quinta-feira (30/09) aos 110.979 pontos, com queda de 0,11%. O indicador chegou a subir 1,14% na máxima do dia, por volta das 12h30, mas reverteu o movimento durante a tarde e passou a cair, com o agravamento das incertezas econômicas no Brasil e a queda na bolsa norte-americana.

Queda - O Ibovespa encerrou setembro com queda de 6,57%. Esse foi o pior mês para a bolsa desde março de 2020, no início da pandemia da covid-19. Em 2021, o indicador acumula baixa de 6,75%.

Reversão - O mercado de câmbio também teve uma reversão de expectativas durante a sessão. O dólar comercial iniciou o dia em queda, chegando a cair para R$ 5,37 na mínima do dia, por volta das 9h45. No entanto, com o início das negociações internacionais, a moeda passou a subir e fechou o dia vendida a R$ 5,446, com alta de 0,29%. A cotação está no maior nível desde 27 de abril (R$ 5,46).

BC - A moeda norte-americana só não subiu mais por causa da atuação do Banco Central. Pouco antes das 16h, a cotação chegou a R$ 5,47. No entanto, a autoridade monetária leiloou US$ 500 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

Alta - A divisa encerrou setembro com alta de 5,36%, a maior valorização desde janeiro deste ano (5,53%). Em 2021, o dólar acumula alta de 4,97%. Apenas no terceiro trimestre, a cotação subiu 9,51%.

Fatores - Tanto fatores internos como externos contribuíram com a turbulência no mercado financeiro. Nos Estados Unidos, a aprovação de uma resolução que impede a paralisação do governo norte-americano pelos próximos meses acalmou os investidores, mas foi insuficiente para reverter o pessimismo no mercado global. A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) comece a retirar os estímulos monetários concedidos desde o início da pandemia continuou a derrubar as bolsas.

Incertezas - No Brasil, as incertezas em torno de uma eventual prorrogação do auxílio emergencial, para compensar o atraso na aprovação da reforma do Imposto de Renda, voltaram a pressionar o mercado. Paralelamente, a cotação do dólar foi influenciada pela formação da taxa Ptax, taxa baseada no câmbio médio do dia que rege diversos contratos de derivativos e a parcela da dívida pública vinculada ao câmbio. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

SAÚDE I: Brasil registra 627 mortes e 27,5 mil infecções em 24h

O Brasil registrou 27.527 casos de covid-19 e 627 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nessa quinta-feira (30/10) pelo Ministério da Saúde. Com as novas mortes, 596.749 pessoas já perderam a vida para a doença.

Total - Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.427.073.

Acompanhamento - Ainda há 405.181 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Investigação - Há 3.187 falecimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Recuperadas - Segundo o boletim, 20.425.139 pessoas se recuperaram da doença.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (149.810), Rio de Janeiro (65.134), Minas Gerais (54.547), Paraná (39.096) e Rio Grande do Sul (34.860). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.838), Amapá (1.981), Roraima (2.001), Tocantins (3.787) e Sergipe (6.010).

Vacinação - Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 236,7 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 146,3 milhões como primeira dose e 90,4 milhões como segunda dose (ou dose única).

Aplicação - Em 24 horas, foram aplicadas 2,2 milhões de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 294,7 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 01 10 2021

SAÚDE II: Sesa divulga mais 1.862 casos de Covid-19 e 55 óbitos no Paraná

saude II 01 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa quinta-feira (30/09) mais 1.862 casos e 55 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.505.437 casos e 38.879 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (1.567), agosto (108), julho (68), junho (85), maio (32), março (1) e fevereiro (1) de 2021. Os óbitos confirmados nesta quinta são de setembro (40), agosto (5), julho (5), junho (3) e abril (2) de 2021.

Internados - De acordo com o boletim, 629 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 493 em leitos SUS (303 em UTI e 190 em clínicos/enfermaria) e 136 em leitos da rede particular (83 em UTI e 53 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.265 pacientes internados, 699 em leitos UTI e 566 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 55 pacientes. São 24 mulheres e 31 homens, com idades que variam de 16 a 100 anos. Os óbitos ocorreram entre 7 de abril e 29 de setembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (8), Curitiba (6), Cascavel (3), Sertanópolis (2), Pinhais (2), Laranjeiras do Sul (2), Iporã (2), Borrazópolis (2) e Apucarana (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: São Mateus do Sul, São José dos Pinhais, Sarandi, Santo Antônio do Paraíso, Santo Antônio da Platina, Santa Terezinha de Itaipu, Santa Maria do Oeste, Santa Fé, Santa Cecília do Pavão, Rio Branco do Sul, Rio Bonito do Iguaçu, Ponta Grossa, Paranavaí, Paranaguá, Nova Fátima, Maringá, Marilândia do Sul, Mandirituba, Mandaguaçu, Mandaguari, Loanda, Ibiporã, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Cantagalo e Bandeirantes.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.072 casos de não residentes no Estado – 217 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Mais 313,8 mil vacinas contra a Covid-19 chegam ao Paraná entre sexta e sábado

saude III 01 10 2021O Paraná vai receber mais 313.870 vacinas contra a Covid-19 entre esta sexta-feira (01/10) e sábado (02/10). O voo AD 4193 deve pousar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 10 horas desta sexta, com 137.200 doses de AstraZeneca. Já na tarde de sábado, às 13 horas, o voo LA3443 traz 176.670 vacinas da Pfizer.

55ª pauta - Os imunizantes fazem parte da 55ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde. Dentre as doses da farmacêutica norte-americana, 146.250 são para dose reforço (DR) de trabalhadores da saúde que tenham tomado a segunda dose (D2) ou dose única (DU) até 31 de março. Outras 30.420 destinam-se à DR de idosos acima de 60 anos que tenham finalizado o esquema vacinal também até 31 de março.

AstraZeneca - Já os imunizantes da AstraZeneca completarão 100% da D2 da 30ª pauta (90.200 doses) e 59% de D2 da 31ª pauta (47 mil doses).

Primeiro lote - Este é o primeiro lote enviado pelo governo federal para DR em trabalhadores da saúde e idosos acima de 60 anos. Anteriormente, este reforço era indicado somente para a população acima de 70 anos e imunossuprimidos. O prazo para aplicação desta dose nestes grupos é de, pelo menos, seis meses após a D2 ou DU.

Nova orientação - A nova orientação foi oficializada nas notas técnicas da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (Secovid) nº 47 e 48/2021. O órgão federal também atualizou a recomendação referente à coadministração das vacinas contra a Covid-19 e as demais vacinas do calendário vacinal. Segundo a nota nº 1203/2021 da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI), o Ministério da Saúde optou por não mais exigir o intervalo mínimo entre as vacinas Covid-19 e as demais vacinas em uso no país.

Aplicação - O Paraná já aplicou 13.348.280 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.093.515 D1, 323.286 DU e 4.890.510 D2. Entre D1 e DU, 96,52% da população adulta já recebeu ao menos uma dose. Deste público, 59,78% está completamente imunizado. O Estado também registra a aplicação de 10.167 doses adicionais (DA) e 30.930 DR. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antônio / Sesa

 

SAÚDE IV: Governo renova decreto de medidas de enfrentamento à Covid-19 por mais 15 dias

saude IV 01 10 2021O Governo do Estado renovou as orientações indicadas no último decreto sobre a pandemia por mais 15 dias no Paraná. A normativa foi assinada nessa quinta-feira (30/09) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Eventos - De acordo com o documento, podem ser realizados eventos em espaços abertos, para público exclusivamente sentado ou delimitado, com capacidade máxima de lotação de 60% do previsto para o local, desde que não exceda 5 mil pessoas. Em ambientes fechados, também com público exclusivamente sentado ou delimitado, a regra delimita capacidade máxima de lotação de 50% do previsto para o local, desde que não ultrapasse 2 mil pessoas.

Exigência - Há exigência para que organizadores dos eventos exijam o comprovante de vacinação ou um teste negativo para Covid-19 dos participantes, com no máximo 48 horas de antecedência.

Proibida - Permanece proibida a realização presencial dos eventos, de qualquer tipo, que possuam uma ou mais das seguintes características: em local fechado que não tenha sistema de climatização com renovação do ar e Plano de Manutenção, Operação e Controle atualizados; que demandem a permanência do público em pé durante sua realização; com duração superior a 6 horas; que não consigam garantir o controle de público no local ou que possam atrair presença de público superior àquele determinado nesta norma, como exposições e festivais; de caráter internacional; realizados em locais não autorizados para esse fim; e que não atendam os critérios previstos nesta legislação e demais normativas vigentes.

Vacinação - O cenário mais positivo da condição do Estado está atrelado ao avanço da vacinação no Paraná. Para dar seguimento à aplicação das doses no Paraná, o Ministério da Saúde enviará mais 176.670 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech nesta semana. Serão 146.250 para dose reforço de trabalhadores da saúde que tenham tomado a segunda dose (D2) ou dose única (DU) até 31 de março e 30.420 para DR de idosos acima de 60 anos que tenham finalizado o esquema vacinal também até 31 de março.

55ª Pauta - Os imunizantes fazem parte da 55ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que deve incluir, ainda, 137.200 vacinas da AstraZeneca/Fiocruz para completar 100% da D2 da 30ª pauta e 59% de D2 da 31ª pauta. Ao todo, o Paraná receberá 313.870 vacinas. As doses ainda não têm data confirmada para envio, mas devem chegar ao Estado ainda nesta semana.

Aplicação - Até o momento, o Paraná já aplicou 13.348.280 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.093.515 D1, 323.286 doses únicas (DU), 4.890.510 D2, 30.930 doses de reforço (DR) e 10.167 doses adicionais (DA) em imunossuprimidos.

Cenário - De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesa nesta quinta-feira (30), o Paraná soma 1.505.437 casos e 38.879 óbitos pela Covid-19. 629 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 493 em leitos SUS (303 em UTIs e 190 em clínicos/enfermarias) e 136 em leitos da rede particular (83 em UTIs e 53 em clínicos/enfermarias). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 


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