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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5170 | 05 de Outubro de 2021

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Segunda rodada de 2021 será realizada de 8 a 11 de novembro; reserve as datas

encontros nucleos 05 10 2021A segunda rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2021 ocorrerá entre os dias 8 e 11 de novembro, em formato on-line. O Sistema Ocepar promove os eventos duas vezes por ano e, tradicionalmente, a segunda etapa ocorre no mês de outubro. A mudança de data foi feita pela diretoria atendendo à solicitação de lideranças cooperativistas que participarão da Expo Dubai ou terão outros compromissos nessa época. Confira abaixo o calendário e reserve as datas em sua agenda:

08/11 – Centro Sul – anfitriã Cooperativa Agrária

09/11 – Sudoeste – anfitriãs Cooperativas Coagro e Sicredi Fronteiras PR/SC/SP

10/11 – Noroeste/Norte – anfitriãs Cooperativas Coamo e Credicoamo

11/11 – Oeste – anfitriãs Cooperativas Lar e Lar Credi

 

MERCADO: Fórum vai discutir as tendências de mercado para grãos e carnes na sexta-feira

Discutir as tendências para a soja e milho na safra 2021/22 e para as carnes, além da participação articulada das cooperativas nos mercados. É com esse propósito que o Sistema Ocepar promove, na sexta-feira (08/10), o Fórum de Mercado das Cooperativas Paranaenses. O evento ocorrerá pela plataforma Microsoft Teams, das 14h às 16h30.

Programação - A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Na sequência, o gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, irá discorrer sobre o projeto que trata de mercados dentro do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

Palestras - O professor Marcos Fava Neves irá ministrar palestra com o tema “O futuro do agronegócio e a importância da atuação articulada nos mercados para as cooperativas”. Depois, o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessoa, falará sobre os cenários para os mercados de soja, milho e carnes.

Inscrições - O fórum é destinado a profissionais que atuam nas cooperativas paranaenses. As inscrições podem ser efetivadas até o dia 7 de outubro. Clique aqui. O link de acesso ao evento será enviado por e-mail aos participantes.

 

forum folder 05 10 2021

 

 

CONEXÃO COOP: Terceiro e-book da série exportação está no ar

conexao coop 05 10 2021Sabe aquelas questões operacionais na hora de exportar seu produto, como processos relacionados a contratos, normas, pagamentos e logística? Pois é, elas são o tema do terceiro e-book da série Exportação para Cooperativas – Questões Operacionais, lançado nesta segunda-feira, pelo Sistema OCB.

Comercialização - Nos dois volumes anteriores, foram apresentadas todas as etapas necessárias à preparação da cooperativa para a entrada no mercado de exportação. Então, feito o dever de casa inicial, ela estará pronta para comercializar produtos e serviços com outros países. Para isso, é importante conhecer os métodos de exportação, garantindo que a negociação seja realizada dentro da legalidade, de forma segura, eficiente e conforme as condições estabelecidas no contrato com o importador.

Ajuda - A série de e-books tem por objetivo ajudar as cooperativas que planejam iniciar a exportação de seus produtos. E vale destacar que os manuais também são úteis para cooperativas que buscam ampliar suas exportações e para organizações que pretendem se tornar cooperativas.

Fortalecimento - Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, estimular as exportações com DNA coop é uma forma de fortalecer as cooperativas e, claro, melhorando os índices econômicos dentro e fora do país.

Economia - “Ao exportar, a cooperativa contribui não só para a economia mundial, mas também para a local. Um exemplo é que, em 2020, o cooperativismo foi responsável por 100% das exportações de 74 municípios brasileiros. Ao todo, naquele ano, segundo dados do Ministério da Economia, 451 unidades exportadoras cooperativas, de ramos variados, exportaram ou importaram produtos de forma direta, ou seja, sem utilização de intermediários, como tradings”, enfatiza Márcio Freitas.

BAIXE AGORA MESMO

VOLUME 1: Primeiros passos para exportação: Este é o nome do primeiro e-book que já está disponível. O material apresenta de forma clara e simples tudo o que você precisa saber para sua cooperativa começar a exportar. Nele você encontra informações sobre escala, embalagens, padronização e outros fatores exigidos pelo mercado internacional que farão toda a diferença na hora de a coop acessar os clientes de fora do Brasil. Para acessar, clique aqui.

VOLUME 2: Estratégia comercial e o marketing para exportação são o tema do segundo e-book da série, que tem por objetivo facilitar o entendimento sobre como funcionam as exportações diretas e indiretas e qual modelo se encaixa melhor em cada perfil de organização. Além disso, o material também reúne dois estudos de caso que demonstram, na prática, alguns pontos teóricos tratados no manual. Para acessar, clique aqui.

VOLUME 3: Clique aqui.

Próximo - Vem por aí:

Volume 4: Cooperativismo como estratégia para exportação, que vai mostrar como constituir ou integrar uma cooperativa pode ser uma ótima opção para quem deseja exportar produtos. (OCB)

 

CASTROLANDA: Cooperativa ganha posições em rankings das maiores empresas do país

castrolanda 05 10 2021A Cooperativa Castrolanda figura por mais um ano entre as maiores empresas do país, segundo dois levantamentos de renome divulgados nos últimos dias. Na 21ª edição do “Valor 1000”, a cooperativa aparece na posição número 186. Já no Anuário Época Negócios 360º, ocupa o 226º lugar.

Levantamento nacional - Trazendo um levantamento nacional das melhores empresas em 26 setores e apresentando um ranking com as 1.000 melhores companhias do Brasil, o Anuário Valor 1000 ainda aponta a Castrolanda como a 33ª maior empresa do Sul do país e a 13ª brasileira no ramo do Agronegócio.

Avanço - A cooperativa, que entrou no ranking com uma receita líquida de R$ 4,3 bilhões conquistada em 2020, subiu 26 posições em relação ao levantamento do ano passado, quando aparecia em 212º no ranking. O resultado é o reflexo de investimentos e posicionamentos estratégicos da Castrolanda ao longo do período, que se mostraram positivos em todos os oito critérios de avaliação contábil e financeira explorados pelo anuário.

Época Negócios 360º - Já no levantamento Época Negócios 360º, a cooperativa foi avaliada não só pelo desempenho financeiro, mas também pelas práticas e processos internos. No ranking da região Sul, a Castrolanda aparece na 36ª posição – mas ganha ainda destaque em dimensões isoladas: 22ª em Desempenho Financeiro, 9ª em Governança Corporativa, 19ª em Inovação, 30ª em Visão de Futuro, 12ª em Gestão de Pessoas e 19ª em Sustentabilidade. Em todo o país foram 418 empresas avaliadas.

Os rankings - O levantamento do Valor 1000 é feito em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAE). Desta vez, foram analisados 1.102 balanços ante a 1.139 em 2019. Já o Anuário Época Negócios 360º é realizado com a apoio da Fundação Dom Cabral, que mantém núcleos de pesquisa para antecipar tendências e rumos em diversas áreas da gestão, como Estratégia e Negócios Internacionais; Sustentabilidade; Desenvolvimento de Pessoas e Liderança; Logística, Supply Chain e Infraestrutura; e Inovação e Empreendedorismo. (Imprensa Castrolanda)

 

FRÍSIA I: GinCoop leva informação sobre cooperativismo com diversão

Nunca foi tão divertido aprender sobre o cooperativismo, e a GinCoop mostra isso a cooperados, colaboradores e professores que desejam saber um pouco mais sobre cooperação. Produzida pela Cooperativa Paranaense de Turismo (CoopTur), a gincana é produzida em um estúdio em Ponta Grossa (PR), levando informação, conceitos e valores do cooperativismo.

Produto - De acordo com o diretor-executivo da CoopTur, Márcio Miranda, a GinCoop é um produto do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), executado pela CoopTur. “Ela é voltada a um público interessado em cooperativismo como professores, cooperados e colaboradores. Tem de três a quatro horas de duração, de forma online e totalmente interativa”, explicou.

Perfil - Essa edição do GinCoop foi desenvolvida para o perfil da Frísia, com os professores do Cooperjovem, projeto que leva o cooperativismo para as escolas da região dos Campo Gerais. “O conteúdo é muito amplo, trabalhando, por exemplo, a história do cooperativismo, os princípios, os conceitos e os valores humanos”, destaca Miranda.

Customização - A customização do GinCoop é de acordo com o que a cooperativa pretende trabalhar, sempre com inovação e interatividade. Essa possibilidade se deve tanto à qualidade dos apresentadores quanto às sucessivas mudanças de cenário, que tem como base o fundo em chroma key.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

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FRÍSIA II: Plantio de mudas marca mês da árvore na cooperativa

frisia II 05 10 2021A distribuição e o plantio de árvores nativas (frutíferas e não frutíferas) são práticas da Frísia para reforçar seu compromisso com a sustentabilidade. Somente em 2020, em parceria com o Instituto Água e Terra (IAT), a cooperativa distribuiu mais de 22 mil mudas nativas de várias espécies do bioma Mata Atlântica, utilizadas para reflorestar aproximadamente 45 hectares na região dos Campos Gerais.

Ação - Em 2021, o plantio foi diversificado com uma ação no Instagram da cooperativa: “O futuro se planta no presente: 1 curtida = 1 árvore plantada”. Foram 5.067 curtidas no post promocional, convertidas em novas árvores.

Início - O plantio iniciou em setembro, em comemoração ao Dia da Árvore. Alunos da Escola Elo Sagrado participaram do plantio de 300 mudas numa área de preservação da Frísia, e o colégio recebeu mais 150 unidades para distribuição entre os alunos. A comunidade da Escola Evangélica de Carambeí recebeu 600 mudas, parte plantada na área da escola. Outras 50 unidades serão plantadas na Associação Parque Histórico de Carambeí (APHC) e mais de 2 mil serão plantadas em propriedades de cooperados.

Dimensão maior - A ação ganhou outra dimensão que se somou a 4 mil mudas da Prefeitura de Carambeí - distribuídas para os alunos da rede municipal de ensino para plantio nas residências - e 4 mil mudas extras para distribuição no Dia da Árvore. Até novembro, 17 hectares de mudas nativas serão plantados em uma das unidades da Frísia, para enriquecimento da vegetação nativa.

Mãos na massa - Jean Andrusko, analista ambiental da Frísia, conta que a sustentabilidade é uma das prioridades da cooperativa e dos cooperados. Ele cita como exemplo o fato da legislação exigir 20% de reserva legal nas propriedades, mas os cooperados terem mais de 30%, em média. “Mais uma vez a Frísia, com as parcerias, realiza o plantio de mudas para comemorar o Dia da Árvore. Em 2020, plantamos mais de 25 mil mudas de espécies nativas, todas elas vindas do viveiro do IAT”.

Consciência - Entre os alunos que participaram do plantio, está Gabriel Tedesco, estudante da Escola Elo Sagrado, de Carambeí, que plantou o Pau Brasil, que corre o risco de extinção. “Plantar uma árvore é uma experiência muito boa, além de criar uma consciência para ajudar no futuro, ajudar o planeta. É uma ação muito importante ao mundo, pois diminui o aquecimento global”.

Base - Maria Eduarda Santos, também estudante da Elo Sagrado, disse que gostou muito da experiência. “Aprendemos na escola que, daqui a algum tempo, pode acabar a água aqui. Sabemos que as árvores são a base da água, de tudo”.

Importância - Coordenadora do colégio, Joselba Oliveira destacou a importância da prática. “Muitas vezes colocamos somente a teoria para os estudantes, mas a prática é muito diferente. Quando eles souberam que tinha Pau Brasil, queriam disputar quem plantaria. Quando plantaram a primeira vez, despertou o interesse neles”.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR: Cooperativa participa de programa que avalia qualidade do solo

Avaliar a saúde e a preservação de diferentes tipos de solo em propriedades de produtores cooperados. Com esse objetivo, a Cocamar e a Embrapa Soja de Londrina deram início na sexta-feira (01/10) a um programa que vai se estender por todo o ciclo da safra de verão 2021/22 – ora em fase de semeadura – e terá a duração de três anos.

Parcerias - A iniciativa conta com a parceria da Itaipu Binacional e de outras três cooperativas que atuam no centro-norte e oeste do Paraná. O trabalho será realizado em seis polos regionais, distribuídos nas bacias dos rios Ivaí e Piquiri, sendo três deles em áreas atendidas pela Cocamar.

Embrapa - Os trabalhos estão sendo conduzidos pela equipe de Manejo de Solos da Embrapa, liderada pelos especialistas Júlio Franchini e Henrique Debiasi, com o apoio do corpo técnico das cooperativas.

Pioneiras - A metodologia do programa foi desenvolvida em parceria pela Cocamar e Embrapa, a partir da experiência acumulada em levantamentos anteriores realizados por duas safras consecutivas em 49 propriedades de cooperados da Cocamar.

Modelos - Em cada polo regional são selecionados 5 modelos de sistemas de produção representativos que são avaliados levando em consideração um conjunto de parâmetros relacionados ao solo e a cultura, tais como: taxa de infiltração, quantidade e cobertura de solo com palha, qualidade da estrutura do solo, atividade enzimática do solo, nematóides, plantas daninhas, índices vegetativos da soja obtidos por drones e avaliação do sistema de terraceamento.

Resultados - Os parâmetros vão ser analisados em conjunto e permitem identificar fatores positivos e negativos em cada sistema, dando orientação para indicar melhorias aos cooperados. Os resultados serão apresentados em reuniões regionais com o objetivo de identificar, juntamente com os produtores, oportunidades de aumentar a produtividade e sustentabilidade do sistema de produção.

Manejo sustentável - Conforme explica o gerente técnico da Cocamar, Rafael Furlanetto, a ideia é a partir de um diagnóstico a ser elaborado com as informações obtidas, promover eventos para orientar os produtores sobre o manejo sustentável do solo. “A Cocamar sempre teve muita preocupação com a saúde do solo”, afirma, citando ser este um tema recorrente nas realizações técnicas envolvendo os cooperados.

Melhoria - Para Franchini e Debiasi, o programa tem demonstrado que o uso de sistemas de produção mais diversificados, com a utilização de espécies recuperadoras como a braquiária, contribui para a melhoria da qualidade do solo, o que se reverte em maior produtividade e rentabilidade para o produtor e menor impacto para o ambiente.

Estratégico - Para a Itaipu, o programa é estratégico. Nas propriedades onde a conservação do solo e da água deixam a desejar, as enxurradas das chuvas acabam carregando sedimentos para os rios que desaguam na represa da binacional, podendo, com o passar do tempo, promover o assoreamento e reduzir sua vida útil. (Imprensa Cocamar)

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UNIMED APUCARANA: Curso de Gestantes gratuito será realizado em outubro

A Unimed Apucarana está com inscrições abertas para a 32ª edição do Curso de Gestantes. A capacitação acontecerá de 25 a 29 de outubro, das 19h30 às 20h30, de forma online e é totalmente gratuita. O curso tem como principal objetivo orientar e preparar as futuras mães e seus esposos para o momento do parto e a chegada do bebê, garantindo a qualidade de vida ao binômio mãe e filho. Aberto para clientes da Unimed, será ministrado por profissionais de referência na área e os temas abordados serão: desenvolvimento da gravidez, parto, pós-parto, amamentação e cuidados com o recém-nascido.

Inscrições - As inscrições podem ser feitas pelo site https://www.unimedapucarana.coop.br/32cursogestantes/ até o dia 22 de outubro. O site conta também com conteúdo adicional e um formulário para os pais tirarem dúvidas com os profissionais da saúde. Profissionais envolvidos, cronograma e temáticas: As edições do curso de gestante da Unimed Apucarana iniciaram em 2007. Desde então, mais de 1.000 pais já foram atendidos. Aproveite esta oportunidade e venha participar conosco. (Imprensa Unimed Apucarana)

 

unimed apucarana 05 10 2021

ABRATES: VII Prosa Sementeira vai debater “Plantabilidade e Produtividade das Culturas”

abrates 05 10 2021A plantabilidade é um conceito que vem sendo muito utilizado para conferir qualidade de semeadura, em especial quanto à distribuição das sementes, que deve ser feita de maneira correta por uma máquina. Em outras palavras, os especialistas dizem que a plantabilidade é uma semeadura com "capricho".

Fatores - Capricho este que envolve três fatores importantes para garantir uma boa produtividade da lavoura: solo, máquina e semente.

Evento - Para debater as questões relacionadas ao tema "Plantabilidade e Produtividade das Culturas", o sétimo episódio da Prosa Sementeira, convidou dois especialistas: professor Paulo Roberto Arbex Silva, da área de Mecanização Agrícola na Unesp de Botucatu (SP) e Fundador do GPD (Grupo de Plantio Direto) e o pesquisador da Embrapa Trigo, Osmar Conte.

Horário - A live acontecerá nesta quarta-feira (06/10), às 19 horas, no canal do YouTube da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes - ABrates (Abrates_Sementes), e será conduzida pela professora Maria Laene Moreira de Carvalho, da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e segunda vice-presidente da Abrates. Até que ponto a plantabilidade está relacionada com a produtividade? "São questões como esta, entre outras, que estaremos respondendo ao nosso público", afirma a professora.

Unesp - Para o professor Paulo Roberto Arbex Silva, em síntese, a plantabilidade é uma semeadura com "capricho". "Colocar a semente de maneira uniforme, com espaçamento entre uma semente e outra, colocar na população correta e na profundidade recomendada para cultura, utilizar um maquinário que esteja bem regulado são parâmetros fundamentais no estabelecimento do estande de plantas e produtividade final", explica ele.

Diferença - Além da semente de alto vigor, alta germinação para poder emergir no tempo correto, o solo deve estar na umidade ideal e principalmente a regulagem da máquina que faz toda a diferença, um adubo de qualidade.

Interferência - Portanto, a má regulagem da máquina ou um solo mal preparado podem afetar a resposta de uma semente de alto vigor. "A plantabilidade é um conceito teoricamente novo que vem ganhando mais destaques de uns tempos para cá. Agrônomos, pesquisadores, técnicos, grupos como o GPD, perceberam que o capricho na semeadora faz toda diferença e garante boa produtividade", afirma Arbex Silva.

Embrapa - O pesquisador da Embrapa Trigo, Osmar Conte, considera os fatores - solo, máquina e semente -, primordiais, sobretudo nas grandes culturas. "Deve-se estar atento aos aspectos de regulagem, adequação e tipos de mecanismo utilizados na semeadora. Existem limites diferentes de velocidade, de acordo com a tecnologia utilizada na semeadora, além escolha adequada de discos, regulagem de sistemas pneumáticos, profundidade de posição de semente, a pressão aplicada sobre sulco de semeadura", complementa Conte.

Critérios - A semente precisa atender todos critérios de qualidade fisiológica e sanitária, bem como a qualidade de pureza e de classificação. "A semente é um insumo muito importante. Porém, se os mecanismos da máquina não estiverem adequados, pode-se reduzir a qualidade da semente".

Solo - Outro aspecto importante é a questão do solo. "Hoje muito se fala em manejo de resíduo, mas o grande aspecto relacionado ao solo está nas condições adequadas, principalmente, de umidade em grandes culturas como a soja", comenta o pesquisador.

Semeadura diária - De acordo com ele, a   taxa de semeadura diária de soja no Brasil passa de 1 milhão de hectares/dia. "Temos uma capacidade operacional muito grande, mas o produtor brasileiro é pressionado por uma janela ideal de plantio, tanto para desempenho das cultivares, como para atender o sistema de produção com culturas que vem a seguir com o milho segunda safra. Isso muitas vezes, segundo Conte, desloca na tomada de decisão para semeadura em condições inadequadas, principalmente quanto ao teor de umidade do solo.

Decisão - A decisão de iniciar a semeadura com o solo seco, sem saber exatamente quando terá umidade suficiente, pode resultar em plantas menos vigorosas, com baixa produtividade.

"Isso é um aspecto muito ruim, porque o produtor pode ter feito tudo certo: a escolha de uma boa semente, máquinas bem reguladas, mas escolheu o momento errado, o que anula todos os outros fatores observados e praticados anteriormente", explica Osmar Conte.

Promoção - A Prosa Sementeira é um programa on-line promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), com o objetivo de discutir temas relevantes à sociedade sementeira, produtores rurais e ao consumidor final. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

Live: VII Prosa Sementeira - "Plantabilidade e Produtividade das Culturas"

Quando: Dia 6/10 de 2021

Canal do Youtube: Abrates_Sementes

BANNER/ARTE: Néia Sussai

IBGE: Produção industrial cai 0,7% em agosto, terceira queda consecutiva

ibge 05 10 2021Ao retrair 0,7% na passagem de julho para agosto, a produção industrial caiu pelo terceiro mês consecutivo. Nesse período, houve perda acumulada de 2,3%. Com o resultado de agosto, a indústria fica 2,9% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado, no cenário pré-pandemia, e 19,1% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (05/10) pelo IBGE. O setor acumulou ganho de 9,2% no ano e de 7,2% nos últimos 12 meses.

Categorias - A queda registrada em agosto foi disseminada por três das quatro grandes categorias econômicas e pela maioria (15) dos 26 ramos investigados pela PIM. O gerente da pesquisa, André Macedo, ressalta que os resultados seguem refletindo os efeitos da pandemia de Covid-19. “Há um desarranjo da cadeia produtiva, que faz com que haja encarecimento dos custos de produção e desabastecimento de matérias-primas para produção do bem final. Isso vem trazendo, pelo lado da oferta, maior dificuldade para o avanço do setor”, diz.

Outros aspectos - O pesquisador complementa que outros aspectos ligados à demanda doméstica são somados a essas dificuldades enfrentadas pela indústria. “Há um contingente importante de trabalhadores fora do mercado de trabalho e os postos que são gerados têm salários menores, ou seja, há uma precarização das condições de emprego. Também há retração da massa de rendimento e uma renda disponível menor para as famílias, por conta da inflação mais alta. Esses fatores afetam as condições de compra por parte das famílias”, afirma André.

Queda - A queda de agosto foi puxada, principalmente, por outros produtos químicos (-6,4%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,6%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,1%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,3%). “O setor de outros produtos químicos já vinha com queda nos dois meses anteriores, ligada a paralisações em unidades produtivas. Já no setor de derivados de petróleo, houve crescimento nos três meses anteriores, muito relacionado à flexibilização das restrições sanitárias, que permitiu que as pessoas tivessem maior mobilidade. Então a queda dessa atividade em agosto representa mais uma acomodação, algo pontual, do que uma reversão de tendência do comportamento positivo”, analisa.

Outras atividades - Outras atividades que impactaram negativamente o índice geral foram equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,0%), produtos de borracha e de material plástico (-1,1%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-1,6%) e celulose, papel e produtos de papel (-0,8%).

Crescimento - Já entre as que tiveram crescimento na produção, destacaram-se produtos alimentícios (2,1%), bebidas (7,6%) e indústrias extrativas (1,3%). “Essas três atividades tiveram um comportamento predominantemente negativo nos meses anteriores. O resultado positivo no mês de agosto é mais um grau de recomposição dessas perdas anteriores do que uma trajetória positiva que esses segmentos industriais venham a ter”, afirma André. Metalurgia (1,1%), produtos de madeira (3,0%) e produtos têxteis (2,1%) também cresceram em agosto.

Recuo - Com recuo de 3,4%, a categoria bens de consumo duráveis marcou o oitavo mês consecutivo de redução, acumulando, no período, queda de 25,5%. Bens de capital (-0,8%) e bens intermediários (-0,6%) também registraram queda em agosto. Já a única grande categoria econômica a registrar aumento nessa comparação foi o setor de bens de consumo semi e não duráveis (0,7%), que intensificou o crescimento de julho (0,5%).

Indústria recua 0,7% frente a agosto de 2020 - A produção industrial também recuou 0,7% na comparação com agosto do ano passado. O resultado interrompeu onze meses de crescimento. A retração foi disseminada por três das quatro categorias econômicas e 14 dos 26 ramos pesquisados. “As bases de comparação dos meses anteriores estavam muito depreciadas. Isso justificava, inclusive, taxas de crescimento de dois dígitos. Mas, à medida que os meses avançam, a base de comparação vai aumentando. E, combinada a isso, há uma produção no ano de 2021 em um ritmo menor, mostrando menor intensidade. Então chegamos a esse primeiro resultado negativo depois de onze meses de crescimento na produção”, diz o gerente da pesquisa.

Principais impactos - Entre os principais impactos para o resultado negativo estão produtos alimentícios (-7,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,2%). Outras atividades que tiveram queda foram produtos de borracha e de material plástico (-6,6%), bebidas (-6,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-10,1%), outros produtos químicos (-3,4%), indústrias extrativas (-1,6%), produtos do fumo (-23,3%), móveis (-12,9%) e produtos de metal (-3,4%).

Resultados positivos - Já entre as atividades que tiveram resultados positivos nesse indicador, máquinas e equipamentos (23,7%) e metalurgia (20,0%) foram as que mais impactaram o índice geral. Outros resultados positivos vieram de ramos de veículos automotores, reboques e carrocerias (3,6%), de produtos de minerais não metálicos (5,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (8,5%), de impressão e reprodução de gravações (39,1%), de couro, artigos para viagem e calçados (8,5%), de produtos de madeira (9,8%) e de outros equipamentos de transporte (13,7%).

Mais sobre a pesquisa - A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de maio de 2014, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após uma reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, de forma a integrar-se às necessidades do projeto de implantação da Série de Contas Nacionais - referência 2010; e adotar as novas classificações, de atividades e produtos, usadas pelas demais pesquisas da indústria a partir de 2007, quais sejam: a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e a Lista de Produtos da Indústria - PRODLIST-Indústria.

Resultados - Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no banco de dados Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Andre Motta de Souza / Petrobras

ibge tabela 05 10 2021

 

 

 

 

 

 

IPEA: Indicador registra avanço 2,2% nos investimentos entre junho e julho

ipea 05 10 2021O Indicador Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nessa segunda-feira (4/10), registrou avanço de 2,2% em julho frente a junho deste ano, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o trimestre móvel terminado em julho apresentou alta de 3,3%. Na comparação com o mesmo período de 2020, enquanto julho registrou expansão de 27,7%, o trimestre móvel cresceu 24,9%.

Composição - A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil, outros ativos fixos. A evolução do indicador representa aumento da capacidade produtiva da economia e reposição da depreciação do estoque de capital fixo. No resultado acumulado em 12 meses, os investimentos apresentaram expansão de 16%.

Consumo aparente - O consumo aparente de máquinas e equipamentos alcançou alta de 3,9% em julho e encerrou o trimestre móvel com queda de 15,1%. Enquanto a produção de máquinas e equipamentos destinados ao mercado interno apresentou crescimento de 18,7% em julho, a importação caiu 26,2% no mesmo período. No acumulado em doze meses, o investimento em máquinas e equipamentos verificou aumento de 24,3%.

Construção civil - Já o indicador de investimentos em construção civil, por sua vez, avançou 3,7% na série dessazonalizada, sendo a quinta alta consecutiva na margem. Com esse resultado, o segmento registrou crescimento de 13,6% no trimestre móvel.

Comparação interanual - Na comparação interanual, o bom desempenho também foi generalizado. O destaque ficou por conta do componente de máquinas e equipamentos, que avançou para um patamar 30,5% superior a julho de 2020. Enquanto o componente de outros ativos fixos aumentou 18,2%, a construção civil registrou alta de 28,8%. Na comparação trimestral, os resultados também foram positivos. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

ECONOMIA I: Pesquisa diz que inadimplência cai, mas dívidas crescem em setembro

economia 05 10 2021O número de famílias com dívidas a vencer subiu 1,1 ponto percentual em setembro, ficando em 74%, um recorde da série histórica iniciada em 2010. Na comparação, a alta foi 6,8 pontos, o maior incremento anual da série histórica. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nessa segunda-feira (04/10), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio.

Itens - As dívidas das famílias incluem cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa. Por outro lado, o estudo aponta que os indicadores de inadimplência caíram pelo segundo mês seguido, apesar das recentes altas dos juros e do recorde no endividamento.

Percentual - “O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso atingiu 25,5% do total de famílias, 0,1 ponto menor do que o nível de agosto, um ponto abaixo do apurado em setembro de 2020”, informou a CNC.

Sem condições de pagar - De acordo com a pesquisa, a parcela das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso caiu 0,4 ponto percentual, para 10,3%. Na comparação com setembro de 2020, o recuo foi de 1,3 ponto.

Grupos de renda - Por grupos de renda, as tendências permanecem as mesmas desde abril. Entre as famílias que recebem até dez salários mínimos, o endividamento passou de 74,2% para 75%, nova máxima histórica. Em setembro de 2020, eram 69% das famílias nessa faixa de renda endividadas. A inadimplência desse grupo diminuiu de 28,8% para 28,6%, ante 30% em setembro de 2020.

Acima de dez salários mínimos - Para as famílias que têm renda acima de dez salários mínimos, o endividamento foi de 67,6% em agosto para 68,9% em setembro, depois dos 59% registrados em setembro do ano passado. Segundo a CNC, o endividamento desse grupo vem registrando patamares recordes mensais desde fevereiro e o percentual de inadimplência caiu de 11,8% para 11,7% na passagem mensal, a menor proporção desde fevereiro.

Queda - As famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas e devem permanecer inadimplentes caíram em setembro, chegando a 10,3% do total. Em setembro do ano passado eram 12% e em agosto 10,7%. A proporção das famílias muito endividadas teve leve alta, passando de 14,3% em agosto para 14,4% em setembro. Os mais ou menos endividados são 26,5%.

Parcela média comprometida - A parcela média da renda comprometida com dívidas recuou para 30,2%. Por outro lado, 20,8% do total de endividados afirmam ter mais de 50% da renda comprometida com dívidas, uma queda em relação aos 21,1% de agosto e também aos 21,4% de setembro de 2020.

Dívidas - Do total de famílias endividadas, 84,6% fecharam setembro devendo no cartão de crédito, um novo recorde para a modalidade e aumento de 5,6 pontos na comparação anual. Dívidas com carnês de lojas foram relatadas por 18,8% e o financiamento de carro por 13,2%.

Tempo - Já o tempo de comprometimento com dívidas tem aumentado desde o final do primeiro trimestre. Entre os inadimplentes, o tempo médio de atraso caiu, passando de 61,9 dias em agosto para 61,6 em setembro. Os atrasos acima de 90 dias chegaram a 41,4%.

Fatores - De acordo com a CNC, a inflação em alta, o desemprego ainda elevado e o auxílio emergencial de menor valor e para menos beneficiários são fatores que afetaram negativamente os orçamentos das famílias.

Impacto - “A inflação corrente mais alta tem deteriorado os orçamentos domésticos e diminuído o poder de compra das famílias, em especial as na faixa de menor renda. Alimentos, medicamentos, transportes e energia são os grupos de itens com maiores altas nos preços e aqueles de maior peso na cesta de consumo do brasileiro de renda média e baixa”, informou a confederação.

Esforço - Segundo o levantamento, a queda na inadimplência “demonstra o esforço das famílias em manter os compromissos financeiros em dia, com renegociação e melhor controle dos gastos”. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

 

ECONOMIA II: BC aumenta combate a contas laranjas para reforçar segurança do Pix

pix 05 10 2021O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nessa segunda-feira (04/10) que está havendo um esforço para combater contas laranjas – contas bancárias abertas por criminosos em nome de outras pessoas. A medida busca aumentar a segurança do sistema de pagamento instantâneo, o Pix. “A gente está forçando, incentivando, a identificação desse tipo de contas e o cancelamento mais rapidamente”, disse durante palestra na Associação Comercial de São Paulo.

Ataque - Campos explicou que no caso de fraude ou até sequestro, os criminosos precisam de uma conta bancária sem os próprios dados pessoais para movimentar recursos. Daí a importância em identificar e fechar essas contas. “A gente precisa atacar esse movimento de conta laranja. Precisa que os bancos se sintam muito responsáveis quando alguma conta laranja no sistema deles é usada para algum ato ilícito”, acrescentou.

Desistência - Sem essa possibilidade de receber o dinheiro, Campos acredita que os criminosos devem desistir de praticar esse tipo de ilegalidade pelo Pix. “No final das contas, se eu não tenho como pegar o dinheiro em espécie em nenhum momento eu tenho uma diminuição da criminalidade relacionado a isso”, destacou.

Restrição noturna - Outra medida que entrou em vigor nessa segunda-feira (04/10), limita em R$ 1 mil as transferências e pagamentos de pessoas físicas entre as 20h e as 6h. As contas de pessoas jurídicas não foram afetadas pela nova regra.

Validade - A restrição vale tanto para transações via Pix, sistema de pagamento instantâneo, quanto para outros meios de pagamento, como transferências intrabancárias, via Transferência Eletrônica Disponível (TED) e Documento de Ordem de Crédito (DOC), pagamentos de boletos e compras com cartões de débitos.

Alteração - O cliente poderá alterar os limites das transações por meio dos canais de atendimento eletrônico das instituições financeiras. No entanto, os aumentos serão efetivados de 24 horas a 48 horas após o pedido.

Segurança do Pix - Campos defendeu a segurança do sistema instantâneo de pagamento, apesar do surgimento de novas modalidades de fraudes. “A criminalidade é um tema de segurança pública. A gente nunca vai reduzir a criminalidade a zero. Qualquer instrumento de pagamento que você tiver, quando a criminalidade for alta, vai ser em parte responsabilizado pela criminalidade, quando ele só é o veículo”, destacou.

Flexibilidade - Para o presidente do BC, a flexibilidade do sistema facilita o combate às fraudes e outros crimes. “A gente entende que o PIX é mais maleável porque a gente consegue mudar e adaptar coisas mais rapidamente”, enfatizou. (Agência Brasil)

 

CÂMBIO: Dólar encosta em R$ 5,45 e fecha no maior valor desde abril

Num dia de tensões no Brasil e no exterior, o dólar voltou a encostar em R$ 5,45 e a fechar no valor mais alto desde o fim de abril. A bolsa de valores levou um tombo e voltou à casa dos 110 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa segunda-feira (04/10) vendido a R$ 5,447, com alta de R$ 0,077 (1,44%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade na primeira hora de negociação, mas passou a disparar após a abertura do mercado norte-americano.

Mais alto- A moeda norte-americana está no valor mais alto desde 27 de abril, quando tinha fechado vendida a R$ 5,461. Em 2021, a divisa acumula valorização de 4,97%.

Ações - O mercado de ações também teve um dia difícil. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 110.393 pontos, com forte recuo de 2,22%. O indicador operou o dia inteiro em queda e está no menor nível desde 20 de setembro, quando tinha fechado aos 108 mil pontos.

Fatores - Três fatores principais acirraram a tensão no mercado internacional. Um dos presidentes regionais do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) disse hoje que a inflação nos Estados Unidos pode permanecer alta mais tempo que o esperado. A declaração aumenta a expectativa de que o Fed aumente os juros mais cedo que o esperado.

China - Na China, a incorporadora imobiliária Evergrande teve as ações suspensas na bolsa de Hong Kong. A empresa pretende vender uma subsidiária avaliada em US$ 5 bilhões para quitar débitos e evitar novos calotes. A turbulência no mercado global agravou-se durante a tarde, quando a queda dos sistemas do Facebook, do Instagram e do WhatsApp impactou as ações das empresas de tecnologia.

Brasil - No Brasil, a expectativa em torno de uma possível prorrogação do auxílio emergencial pressionou as negociações. Os investidores temem o impacto da medida sobre as contas públicas. Paralelamente, o mercado analisa as repercussões da divulgação de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, tinham empresas em paraísos fiscais após assumirem cargos públicos.

Offshores - No domingo (03/10), os dois informaram que as offshores foram declaradas à Receita Federal, ao Banco Central, à Comissão de Ética Pública da Presidência da República e às demais autoridades competentes. A existência das empresas foi revelada pelo Pandora Papers, investigação de um consórcio internacional de jornalistas com base em documentos vazados de 14 escritórios de advocacia no exterior. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

PLOA: Paraná prevê orçamento de R$ 54,6 bilhões em 2022

plo 05 10 2021O Paraná terá um orçamento total de R$ 54,6 bilhões em 2022. É o que prevê o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), entregue nessa segunda-feira (04/10) à Assembleia Legislativa pelo chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Guto Silva, e pelo secretário da Fazenda, Renê Garcia. Em relação a 2021, a receita orçamentária total tem incremento de 9%, e a receita tributária, que inclui ICMS, IPVA e demais taxas, de 10%.

Custeio - Ainda assim, o custeio vai permanecer apertado em 2022. “Esse aumento da receita se dá em função da inflação. Mas é importante lembrar que nosso déficit do Orçamento deve chegar a R$ 2,4 bilhões, em função sobretudo da Saúde, com gastos ainda puxados pela pandemia e seus reflexos, e que vão permanecer nos próximos anos”, disse o chefe da Casa Civil.

Despesas correntes - O cálculo dos técnicos do Estado é que as despesas correntes no próximo ano sejam 22% superiores na relação com 2021, isso porque a peça deste ano deixou de contemplar várias despesas de manutenção por conta da queda na arrecadação causada pela pandemia, que estão sendo pagas com remanejamentos e créditos adicionais. A mesma expectativa existe para os R$ 2,4 bilhões de despesas que ficaram de fora do próximo ano por falta de receita.

Planejamento futuro - “A lei orçamentária é um planejamento futuro de receitas e despesas e fazer um planejamento futuro num momento econômico tão instável é sempre um exercício muito complexo”, explicou Guto Silva. “Temos um incremento de receita em função da inflação e estamos reequilibrando os gastos na área de Saúde com a redução dos internamentos. Mas a previsão ainda é gastar R$ 1,5 bilhão a mais na emergência de Saúde”.

Ajustes fiscais - A peça aponta riscos fiscais provenientes de demandas judiciais que podem aumentar ainda mais o déficit – é o caso, por exemplo, da execução do contrato celebrado no ano de 2000 entre o Estado e o Banestado para a conta de títulos públicos de Alagoas, Santa Catarina, Osasco e Guarulhos, na ocasião em que a instituição foi adquirida pelo Itaú. A ação tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Revisão anual - Além disso há R$ 2 bilhões relacionados à revisão geral anual de pessoal prevista na Lei nº 18.493, de 24 de junho de 2015, suspensa com a situação fiscal.

Juros e precatórios - O secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, disse que a grande novidade do orçamento de 2022 é a redução do pagamento de juros e precatórios. O Estado deixará de pagar cerca de R$ 1,1 bilhão. Segundo ele, no entanto, não haverá folga orçamentária no ano que vem.

Baixa recuperação - “Em 2022 vamos ter um processo de baixa recuperação econômica, sem grandes incrementos de receita. E vamos ter as cirurgias eletivas que não foram realizadas em função da pandemia e agora voltam a ser feitas. É um gasto bem alto na área da Saúde e que precisará ser comportado pelo Estado”, avaliou.

Tramitação - O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, afirmou que a tramitação da LOA já começou. “A peça foi lida e encaminhada à Comissão de Orçamento para análise. Agora temos o prazo regimental para recebimento de emendas”, disse.

Votação - O Legislativo não pode encerrar o ano sem votar as condições orçamentárias para o ano que vem. “Pretendemos encerrar os trabalhos até 15 de dezembro. Até lá o projeto orçamentário tem que estar votado”, garantiu.

Presenças - O primeiro-secretário da Assembleia, Luiz Claudio Romanelli, e o líder do Governo, Hussein Bakri, também acompanharam a entrega.

Lei Orçamentária Anual - A lei compreende o Orçamento Fiscal (referente aos Poderes do Estado, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público); o Orçamento do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Paraná (RPPS) e o Orçamento de Investimento das Empresas Públicas e das Sociedades de Economia Mista.

Crescimento - Os valores destinados à Saúde, Educação Básica e Ensino Superior têm previsão de crescimento em 2022. No total serão aplicados R$ 8,49 bilhões em Educação Básica, um crescimento de 10,3% em relação a este ano; R$ 2,7 bilhões no Ensino Superior (+12,4%); e R$ 6,2 bilhões em Saúde (+10,2%). A Segurança Pública terá um orçamento de R$ 4,2 bilhões, 7,9% a mais do que em 2021.

Salários e Previdência - A previsão orçamentária de despesa com pessoal cresceu 8% em consequência das promoções, progressões e contratações previstas para 2022. Embora não esteja prevista na peça, o Governo do Estado estuda a reposição salarial do funcionalismo com o fim da LC 173/2020, que instituiu o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus.

Despesas correntes - Quanto ao Regime Próprio de Previdência Social (PPS), haverá aumento nas despesas correntes do Fundo de Previdência em razão da compatibilização da receita com a despesa, incluindo o superávit de R$ 229 milhões em reserva de contingência do fundo.

Reforma - A reforma do setor ajudou a recomposição das contas, mas o déficit ainda pressiona os cofres estaduais. A insuficiência dos fundos financeiro e militar passará de R$ 5,4 bilhões para R$ 6,5 bilhões (+16%). Sem a reforma, o crescimento do déficit superaria 20%.

Investimentos - A LOA prevê uma queda nos investimentos com diminuição das operações de crédito com esta finalidade em 2022. Mesmo assim o valor ultrapassa R$ 3,1 bilhões. Também está prevista uma redução de 40,09% nas Inversões Financeiras e de 36,56% na amortização de dívidas. No primeiro caso, a redução se dá em razão da alteração no plano de pagamento dos precatórios com a ampliação de prazo até 2029 – anteriormente era 2024.

Poderes - Os orçamentos do Legislativo, Judiciário e do Ministério Público obedecerão aos seguintes limites percentuais da Receita Geral do Tesouro Estadual: Legislativo, 5% (dos quais 1,9% para o Tribunal de Contas); Judiciário, 9,5%; e Ministério Público, 4,1%. Já a Defensoria Pública do Paraná terá como limite para elaboração de sua proposta orçamentária e fixação de despesas com Recursos Ordinários do Tesouro Estadual o montante de R$ 73,5 milhões.

Confira a LOA 2022.

FOTO: Dálie Felberg / Alep

 

INFRAESTRUTURA: DER abre propostas para as obras de conservação do Anel de Integração

infraestrutura 05 10 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) abriu nessa segunda-feira (04/10) os envelopes de preços de empresas e consórcios disputando os cinco lotes de serviços de conservação do Anel de Integração. A iniciativa visa garantir a boa condição do pavimento das rodovias estaduais no intervalo entre o atual programa de concessões rodoviárias, encerrando em novembro deste ano, até o início do novo programa federal.

Lote 1- No lote 1, que vai atender a Região Metropolitana de Curitiba e Litoral, foram sete participantes, com valores entre R$ 14.408.329,25 e R$ 23.360.096,66.

Lote 2- No lote 2, que contempla os Campos Gerais, foram seis propostas, com valores entre R$ 29.968.363,94 e R$ 42.044.724,49.

Lote 3- No lote 3, que atenderá a região Norte, são cinco empresas concorrentes, com valores entre R$ 21.200.000,00 e R$ 24.181.029,31.

Lote 4- No lote 4, região Noroeste, foram seis participantes, com valores entre R$ 19.537.048,20 e R$ 23.861.658,24.

Lote 5- E por último, no lote 5, na região Oeste e com a menor extensão de todos, foram sete propostas, com valores entre R$ 5.177.464,46 e R$ 6.484.305,82.

Avaliação - A comissão de julgamento vai avaliar as propostas para cada lote e publicar o resultado em Diário Oficial e no portal Compras Paraná, na sequência convocando as classificadas nos primeiros lugares para a sessão de abertura dos envelopes com documentos de habilitação.

Serviços - A licitação prevê serviços rotineiros de conservação do pavimento, incluindo remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento, e serviços de conservação da faixa de domínio, como controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e dispositivos de segurança viária. Serão atendidas as rodovias principais e de acesso que competem à administração pública estadual.

Duração - O prazo de duração de cada contrato é de 730 dias (dois anos), com a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidade para as partes envolvidas, para os casos em que a conservação não será mais necessária com o início das novas concessões, devido à supressão dos serviços.

Levantamento - De acordo com levantamento da condição do pavimento das rodovias estaduais concedidas, cerca de 87% apresentam condições boas, e o restante condições regulares. Isso garante que a realização rotineira de serviços descontínuos localizados preserve as pistas, trazendo aos usuários segurança e conforto.

Edital - Estão contemplados no edital 964,52 quilômetros de rodovias:

Lote 1 – Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: 153,75 quilômetros

Lote 2 – Campos Gerais: 306,48 quilômetros

Lote 3 – Norte: 230,29 quilômetros

Lote 4 – Noroeste: 200,99 quilômetros

Lote 5 – Oeste: 73,01 quilômetros

Confira a tabela com todos os trechos AQUI.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

LEGISLATIVO: Pacheco prorroga vigência de quatro MPs, incluindo a do Auxílio Brasil

legislativo 05 10 2021O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prorrogou por 60 dias a vigência de quatro medidas provisórias. Entre elas, a MP 1.061/2021, que substitui o programa  Bolsa Família pelo Auxílio Brasil. Pacheco também prorrogou, por igual período, a MP 1.060/2021, que repassa R$ 3,5 bilhões para acesso à internet na rede pública de educação; a MP 1.063/2021, que altera o modelo de comercialização de etanol nos postos de combustíveis; e a MP 1.062/2021, que libera R$ 9,1 bilhões para o combate à pandemia. A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União dessa segunda-feira (04/10).

Validade - Editada no início de agosto, a MP 1.061/2021 perderia a validade no dia 10 de outubro. O texto, que é relatado na Câmara pelo deputado Marcelo Aro (PP-MG), estabelece o início de pagamento do novo auxílio em novembro deste ano, com três modalidades de benefício básico: primeira infância; famílias com jovens de até 21 anos e, por último, auxílio para a superação da extrema pobreza. Neste último caso, se após receber os benefícios anteriores a renda mensal per capita da família não superar a linha da extrema pobreza, ela terá direito a um apoio financeiro sem limitações relacionadas ao número de integrantes do núcleo familiar.

Seis benefícios - O programa também inclui seis benefícios acessórios, que poderão ser somados ao valor recebido, desde que cumpridos determinados requisitos adicionais: Auxílio Esporte Escolar; Bolsa de Iniciação Científica Júnior; Auxílio Criança Cidadã; Auxílio Inclusão Produtiva Rural; Auxílio Inclusão Produtiva Urbana; e o Benefício Compensatório de Transição. A medida também determina que o novo auxílio terá um bônus para quem conseguir emprego e sair da faixa de enquadramento do programa, sendo os beneficiários mantidos na folha de pagamento por mais 24 meses.

Valores - Os valores do Auxílio Brasil ainda não estão definidos. Atualmente, o Bolsa Família é de R$ 189,00. Segundo o presidente da República, Jair Bolsonaro haverá um aumento de, no mínimo, 50% no valor médio, o que elevaria o valor do benefício para R$ 283,50.

Alimenta Brasil - A MP 1.061 também estabelece que o Programa Alimenta Brasil substituirá o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ao consolidar normas já existentes. Segundo o Executivo, a medida garante transparência e visibilidade às compras públicas da agricultura familiar. Nesse programa, o governo comprará alimentos produzidos pela agricultura familiar, com a proposta de garantir renda mínima aos produtores.

Auxílio Inclusão - Agricultores em situação de pobreza e de extrema pobreza receberão, ainda, o Auxílio Inclusão Produtiva Rural, por até 36 meses.

Internet para a educação - Já a MP 1.060/2021, que perderia a validade nesta segunda-feira, altera a Lei 14.172, de 2021, repassa R$ 3,5 bilhões para assegurar acesso à internet de alunos e professores da rede pública. Na norma, o governo retira o prazo de 30 dias, após a publicação da lei, para que a União realize a transferência do recurso a estados e ao Distrito Federal em parcela única.

Sanção - A Lei 14.172 foi sancionada em 11 de junho, após o Congresso Nacional derrubar o veto integral de Jair Bolsonaro ao texto que garantia internet para as escolas públicas. O presidente da República alegou que a matéria não apresentava estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro. Ele também argumentou que a medida aumentaria a "rigidez do Orçamento", o que dificultaria o cumprimento da meta fiscal e da regra de ouro, estabelecida pela Constituição Federal.

Responsabilidade - A MP também concede ao Poder Executivo a responsabilidade de disciplinar as regras para o repasse dos recursos, até mesmo quanto aos prazos, à forma de repasse dos valores e à prestação de contas de sua aplicação. O governo federal também será o responsável por regulamentar o regime de colaboração dos estados com os municípios.

Venda de etanol - Também prorrogada, a MP 1.063/2021, que teria prazo expirado no dia 12 de outubro, estabelece que produtores ou importadores poderão vender etanol diretamente aos postos, sem a intermediação de distribuidoras, antes obrigatória. Os postos também passam a poder revender combustíveis de mais de uma "bandeira" (marca comercial).

Concorrência - O objetivo, segundo o governo, é aumentar a concorrência no setor, para levar à redução dos preços dos combustíveis, que tiveram alta acima da inflação nos últimos meses. Ainda conforme a matéria, as regras entrarão em vigor quatro meses após a publicação da lei e os contratos em vigor deverão ser respeitados. Segundo o Poder Executivo, o prazo dará aos estados tempo suficiente para adequação da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). 

Covid-19 - Já a MP 1.062/2021 destina R$ 9,1 bilhões contra os efeitos da covid-19. O dinheiro será dividido entre o Fundo Nacional de Saúde (FNS), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre (RS). O FNS fica com a maior parte dos recursos: mais de R$ 8,3 bilhões a aplicado em atenção à saúde para procedimentos em média e alta complexidade, estruturação de serviços de urgência e emergência, pagamento do piso de atenção primária à saúde, educação e formação em saúde.

Valores - A Fiocruz recebe R$ 705,1 milhões para a compra e distribuição de vacinas, manutenção de laboratórios e pesquisas clínicas em patologias de alta complexidade da mulher, da criança e do adolescente. Enquanto que o Hospital Nossa Senhora da Conceição fica com R$ 15,3 milhões para bancar o programa de atenção à saúde nos serviços ambulatoriais e hospitalares do Ministério da Saúde em Porto Alegre. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE: Sesa divulga 1.704 novos casos de Covid-19 e 50 óbitos no Paraná

saude II 05 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa segunda-feira (04/10) mais 1.704 casos e 50 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 1.512.060 casos e 39.040 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de outubro (251), setembro (1.160), agosto (126), julho (62), junho (77), maio (25) e abril (1) de 2021, e de novembro (1) e setembro (1) de 2020.

Meses - Os óbitos são de outubro (10), setembro (21), agosto (5), julho (5), junho (4), maio (4) e abril (1) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 593 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 468 em leitos SUS (284 em UTIs e 184 em clínicos/enfermarias) e 125 em leitos da rede particular (72 em UTIs e 53 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.257 pacientes internados, 707 em leitos de UTI e 550 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 50 pacientes. São 14 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 29 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 de abril e 4 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (12), Londrina (7), São José dos Pinhais (3), Ponta Grossa (3), Santo Antônio da Platina (2), Nova Aurora (2), Colombo (2) e Cascavel (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: União da Vitória, Siqueira Campos, Presidente Castelo Branco, Porto Amazonas, Pinhais, Paranaguá, Marechal Cândido Rondon, Loanda, Lapa, Ibiporã, Ibaiti, Guaporema, Guapirama, Cruz Machado, Assis Chateaubriand, Apucarana e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.087 casos de não residentes o Estado – 216 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os relatórios de Exclusões e de Correções de municípios.

 

ARTIGO: A importância do crédito rural para o agro

artigo 05 10 2021*Márcio Lopes de Freitas

A produção agropecuária nacional se desenvolveu de tal forma nos últimos anos que o Brasil passou de importador de alimentos para um dos maiores produtores e exportadores mundiais em um espaço de tempo relativamente curto, evidenciando a vocação e eficiência do país para a atividade.

Nesse contexto, as cooperativas agro têm consolidado, ano após ano, sua relevância para a produção nacional, graças ao modelo societário diferenciado que possibilita, principalmente, que pequenos e médios produtores rurais tenham acesso à insumos tecnologicamente avançados, uma rede de assistência técnica eficiente e personalizada e vias de agregação de valor e escoamento da produção que permitem que esses cooperados tenham escala e competitividade nos diferentes mercados.

Contribuindo diretamente com o desempenho do setor, temos no Brasil atualmente 1,2 mil cooperativas agropecuárias, que congregam mais de 1 milhão de produtores rurais cooperados e empregam 223 mil trabalhadores de forma direta. Além disso, de acordo com os dados do Censo Agropecuário 2017, divulgados pelo IBGE, 53,2% da safra brasileira de grãos é proveniente de produtores rurais associados a cooperativas. Ainda de acordo com o Censo, 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são do perfil da agricultura familiar, evidenciando a relevância do modelo principalmente para os pequenos produtores.

Um dos eixos fundamentais para o setor, com números tão expressivos e pilar de sustentação da atividade de parte considerável das cadeias produtivas, é o desempenho do crédito rural no país.

Aliás, o crédito rural tem se consolidado como um dos principais fatores de produção e condicionantes do sucesso do agro brasileiro nas últimas décadas. Isso se deve, em muito, a uma política agrícola consistente, que foi capaz de garantir um volume de recursos e taxas de juros compatíveis com o retorno das atividades no meio rural.

As cooperativas agropecuárias brasileiras historicamente estiveram ligadas ao desenvolvimento do agronegócio e participam como legítimas beneficiárias do crédito rural em função do seu modelo societário, em que o cooperado é o beneficiário final e, portanto, sua principal razão de existir, plenamente amparadas no acesso às políticas públicas pela Constituição Federal.

As cooperativas, com atuação predominante junto aos pequenos e médios produtores, contribuem para a promoção de mais justiça social por meio da maior distribuição da renda, pela produção econômica coletiva e por seu envolvimento com as comunidades nas quais atuam.

Como exemplo da dinamização e capilaridade do crédito rural captado pelas cooperativas agro, nos últimos anos foram realizados investimentos de grande relevância na ampliação e modernização de seus parques agroindustriais, visando à transformação e à agregação de valor na produção de uma ampla diversidade de pequenos agricultores e pecuaristas associados, convertendo-as em renda para milhares de famílias de produtores rurais cooperados.

Reconhecendo a importância e os esforços por parte do governo federal na busca de mecanismos que possam viabilizar mais recursos ao setor, desburocratizando e dando mais autonomia ao mercado, nos cabe jogar luz sobre à fundamental importância do Sistema Nacional Crédito Rural e do adequado funcionamento da atual arquitetura da política agrícola voltada ao financiamento das atividades do produtor rural e das cooperativas agropecuárias, que fizeram com que o agronegócio nacional se tornasse um dos principais players do cenário mundial.

Adicionalmente, é também importante e necessário que continuem sendo debatidas e trabalhadas outras formas de financiamento conjuntamente ao previsto no Plano Safra, tal como o desenvolvimento da utilização dos títulos privados que podem sim ser explorados e aprimorados, mas não entendendo uma forma em detrimento à outra, mas de maneira complementar.

Nesse contexto, as cooperativas têm se mostrado dispostas com esse aprimoramento de processos para a melhor adesão e utilização de títulos privados, como alternativa complementar às fontes de financiamento do crédito rural no Brasil.

*Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB

 


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