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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5171 | 06 de Outubro de 2021

RAMO TRANSPORTE: Paranaenses participam do Seminário da Região Sul promovido pelo Sistema OCB

 

Representantes das cooperativas paranaenses prestigiaram, na tarde desta terça-feira (05/10), o Seminário Regional do Ramo Transporte promovido pelo Sistema OCB, por meio da plataforma Zoom, com os estados do Sul. Entre os participantes estavam o coordenador estadual do ramo transporte no Paraná e presidente da Rodocoop, Marcos Trintinalha, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola, analistas do Sistema Ocepar e dirigentes de diversas cooperativas.

 

Planejamento estratégico - Os Seminários Regionais do Ramo Transporte estão sendo realizados desde setembro. O evento já ocorreu com lideranças do Nordeste e Centro-Oeste. O próximo vai reunir cooperativistas do Sudeste e, por fim, será promovido um evento Nacional, previsto para o dia 21 de outubro. A ideia é, com essa iniciativa, elaborar, coletivamente, o plano estratégico do cooperativismo de transporte.

Insumos - “Uma coisa é sabermos minimamente o que precisamos fazer para o desenvolvimento das nossas cooperativas, especialmente do ramo transporte. Mas outra é termos insumos, informações e criar a inteligência para poder defender as causas do cooperativismo perante os parlamentares, agências reguladoras, ministérios, enfim, em todos os ambientes que nós ocupamos espaço”, afirmou a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella. “Então, é muito importante esses eventos que vocês estão organizando, não só para o ramo como um todo, para vocês se entenderem enquanto negócio e definirem o rumo que vão seguir. É importante para nós, do Sistema OCB e das organizações estaduais, ter a percepção sobre onde nós podemos atuar para ajudar, abrir caminhos para que vocês consigam avançar sempre cada vez mais. Vocês podem conosco pois a nossa intenção é contribuir e buscar o fazer o melhor para as nossas cooperativas”, acrescentou, ao abrir o Seminário da Região Sul.

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EVENTO: Superintendente do Sescoop/PR fala sobre cooperativismo no Brasil e no Paraná em live da Uniodonto Paraná

“Cooperativismo no Brasil e no Paraná” é o tema da live que a Uniodonto Federação Paraná promove nesta quarta-feira (06/10), a partir das 19h15, com a participação do superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), Leonardo Boesche. Trata-se do segundo evento de uma série de cinco encontros, que está sendo realizada sob a coordenação da Uniodonto Londrina e com apoio do Sistema Ocepar.

Objetivo - “Nosso objetivo é apresentar à classe odontológica os princípios e valores do cooperativismo. O ciclo de lives faz parte de um trabalho que desenvolvemos para o mês do dentista. Nosso propósito é levar ao conhecimento de profissionais cooperados, não cooperados e estudantes de odontologia, um pouco sobre o cooperativismo”, destaca o diretor-presidente da Uniodonto Federação Paraná, Adalberto Baccarin.

Ciclo - O ciclo de lives foi iniciado no dia 29 de setembro com a participação consultor José da Paz Cury, que falou sobre “Cooperativismo no mundo”. No dia 20 de outubro, o diretor-presidente da Uniodonto do Brasil, José Alves de Souza Neto, é o convidado da live sobre “Cooperativismo de Saúde e Odontologia no Brasil”. Ele também participa do evento que ocorrerá no dia 27 de outubro, sobre “As cooperativas Odontológicas na Saúde Suplementar Brasileira”, que também terá a participação do diretor vice-presidente Político Institucional da Uniodonto do Brasil, Pedro Rogério Teixeira Júnior. O último evento será no dia 10 de novembro, com o tema “Uniodonto no Paraná” e as presenças de Adalberto Baccarin, presidente da Federação das Uniodontos do Paraná e diretor vice-presidente Administrativo Financeiro da Uniodonto do Brasil; Vampré Luís, diretor-presidente da Uniodonto Maringá; Carlos Beduschi, diretor-presidente da Uniodonto Curitiba, e Rubens Bandeira, diretor-presidente da Uniodonto Ponta Grossa. Todos os eventos podem ser acompanhados pelo canal da Uniodonto do Brasil no Youtube. (Com informações da Uniodonto Federação Paraná)

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INTEGRADA: Uma das maiores empresas do Brasil

integrada 06 10 2021A Integrada está entre as 1.000 maiores empresas do Brasil, pelo terceiro ano consecutivo. O desempenho financeiro da organização garantiu ranking também nos anos anteriores. A Integrada subiu 46 degraus. Da 222ª. posição, em 2020, subimos para a 176ª. colocação.

Paraná - A cooperativa está entre as 78 maiores organizações do Paraná a contribuírem com a economia do estado, na avaliação de 2021. E, ocupa o primeiro lugar no pódio da classificação em Londrina.

Ranking - As posições foram divulgadas no 21° ranking Valor 1.000, do jornal Valor Econômico, em parceria com o Serasa Experian. O estudo avaliou as empresas por segmento, levando em conta o faturamento líquido anual das organizações.

Resultado - A Integrada atingiu o resultado de 4,4 bilhões em 2020, o que consolida sua posição não só no segmento agro, mas também na economia nacional.

Planejamentos estratégicos - O presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, afirma que “o crescimento da Integrada é fruto de planejamentos estratégicos, renovados a cada cinco anos, que priorizam ações que gerem valor para os cooperados e desenvolvimento com solidez para a organização”.

25 anos - A Integrada completou 25 anos de fundação em 2020, com superação de metas e concretização de projetos importantes.

Lançamento - O lançamento do café Coperatto marcou as comemorações de aniversário da cooperativa. Disponível para venda, inicialmente, nas lojas de insumos e outras unidades, hoje está nas prateleiras de mais de 150 estabelecimentos do varejo, nas versões tradicional e extra forte.

Meta antecipada - Outra conquista foi o cumprimento antecipado da meta da Unidade Industrial de Rações, ainda em setembro. A indústria atingiu os R$100 milhões projetados para todo o ano de 2021.

Produção - A Integrada produz ração para animais do setor comercial, como peixes, bovinos, suínos e aves, e, ainda, para equinos. No segmento pet tem crescimento contínuo com as marcas Splendid, na categoria Super Premium, Rinthy Premium Especial, Brusky Premium e Brusky Todo Dia.

Cooperados e colaboradores - A Integrada tem mais de 11 mil cooperados, ultrapassou 1.900 colaboradores e trabalha seus projetos a partir da inovação.

Parcerias - Parcerias com importantes hubs de inovação, como AgTech Garage, maior hub nacional dedicado ao agronegócio, e a participação no Cocriagro, o primeiro hub voltado exclusivamente para o agro em Londrina, garantem o protagonismo da cooperativa ao adotar um modelo de gestão que tem levado à superação de metas em tempos especialmente desafiadores.

Confiança e dedicação - Jorge Hashimoto sintetiza a energia que move a Integrada, “nossa base é a confiança do cooperado e a dedicação dos colaboradores”. (Imprensa Integrada)

 

COOPAVEL: Cooperativa avança 32 posições entre as mil maiores empresas do Brasil

O bom desempenho da Coopavel no ano de 2020 fez com que ela melhorasse em 32 posições a sua classificação no ranking do Valor 1000, uma das principais publicações especializadas do País sobre negócios e mercado. Com isso, a Coopavel saltou do lugar de número 264 para o de 232 entre as mil maiores empresas brasileiras considerando os mais diferentes segmentos empresariais.

Região Sul - A 21ª edição do anuário acaba de ser divulgada pelo jornal Valor Econômico e traz também o ranking das 50 maiores empresas do Sul do Brasil. Nesse, a Coopavel aparece na posição de número 44. Oficialmente criada em 15 de dezembro de 1970, a cooperativa tem presença em 23 municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. Atualmente, ela conta com mais de 7,3 mil colaboradores e 6,5 mil cooperados.

Consolidação - “Com faturamento de R$ 3,4 bilhões em 2020, um ano atípico e difícil devido aos efeitos e consequências da pandemia do coronavírus, a Coopavel segue com sua trajetória de crescimento e se consolida entre as 15 maiores do segmento cooperativista agroindustrial do País”, diz o presidente Dilvo Grolli. “Esse desempenho, que foi histórico em 2020, resulta de um planejamento sério e cuidadoso e do trabalho dedicado e eficiente de diretores, cooperados e colaboradores”, destaca Dilvo.

Rentabilidade - A Coopavel também está bem colocada no critério de rentabilidade no estudo do anuário Valor Mil, ocupando a nona colocação. Onze cooperativas do Paraná aparecem entre as 250 maiores empresas brasileiras. Dessas, cinco são da região Oeste do Paraná. “Isso comprova, mais uma vez, a força e a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social de uma das regiões que mais trabalham, produzem e crescem no País”, observa Dilvo Grolli.

O anuário - O Valor 1000 é realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, ligado à Fundação Getúlio Vargas, e com a Serasa Experian. Para elaborar o material do exercício de 2020 foram analisados 1.102 balanços. O trabalho é desenvolvido por especialistas e profissionais de elevado e comprovado conhecimento técnico em suas respectivas áreas.

Critérios - Oito critérios são observados para definir a classificação das maiores empresas. São eles: receita líquida, margem Ebitda, giro do ativo, margem de atividade, rentabilidade, cobertura de juros, liquidez corrente e crescimento sustentável. Entre eles, o de maior peso é a receita líquida, seguido da margem Ebitda e da rentabilidade do patrimônio. (Imprensa Coopavel)

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AGRÁRIA/FAPA: Público é recebido no WinterShow 2021

agraria 06 10 2021Nessa terça-feira (05/10), começou a 18ª edição do WinterShow. Promovido pela Cooperativa Agrária Agroindustrial e pela Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), o evento se consolidou como maior disseminador de inovações e tecnologias para o cultivo de cereais de inverno do Brasil.

Abertura - Na abertura do evento, o Diretor-Presidente da Agrária, Jorge Karl, ressaltou a importância que a pesquisa voltada para culturas como a cevada e o trigo tem para toda cadeia produtiva. “A movimentação que o WinterShow traz é essencial para nossos cooperados, para nossa indústria e também para o mercado, que exige produtos de qualidade”, disse.

Palestra - O jornalista Alexandre Garcia fez a primeira palestra do dia, com o tema Brasil: um país de mudanças. Durante sua fala, ele abordou aspectos do cenário interno e externo que têm impacto direto na atividade do Agronegócio. “Há 50 anos, quando iniciei minha carreira no jornalismo, falávamos muito sobre a industrialização do país. Porém, o que movimenta nossa economia é a produção de alimentos”, afirmou.

Aplicação aérea - Outro assunto que pautou o período da manhã foi a aplicação aérea. O pesquisador Fernando Kassis Carvalho, da Agroefetiva, explicou sobre as melhores formas de pulveirização e em que situações a pulverização aérea é mais indicada que a terrestre.

Palestras simultâneas - À tarde, a programação do evento contou com duas rodadas de palestras simultâneas, conduzidas pelos pesquisadores da Fapa.

Celebração do agronegócio - O primeiro dia do WinterShow 2021 também foi palco de um lançamento. Produtores rurais de Guarapuava anunciaram a realização do Mega Encontro de Tratores. O evento acontecerá no dia 07 de janeiro de 2022, como uma das atrações da Festa em comemoração aos 70 anos da chegada dos suábios em Entre Rios.

Intenção - A intenção dos organizadores do evento é ousada: circundar todo distrito de Entre Rios através da PR 540. Para isso, serão necessários no mínimo 1.500 veículos. Caso a meta seja atingida, a ideia é homologar o Mega Encontro de Tratores junto ao Guiness Book como maior evento do gênero. “O crescimento do Brasil depende de nós, mas sabemos que temos muitos desafios. E é com o esforço e a união de cada um de nós que vamos vencê-los. O Mega Encontro de Tratores é uma oportunidade de fazermos história, uma história para contar para nossos filhos e netos”, declarou Rodolpho Botelho, presidente do Sindicato Rural de Guarapuava.

Festa - Ao explicar o objetivo do evento, o produtor rural Cristhian Abt, um dos organizadores do Mega Encontro de Tratores, o classificou como uma celebração do agronegócio. “Não se trata de um evento político ou de um protesto. Queremos fazer uma linda festa, mostrando a força e a união do agro”, explicou.

Inscrição - Quem quiser participar do evento já pode se inscrever pelo site www.megaencontrodetratores.com.br.

O que esperar nesta quarta - Nesta quarta-feira (06/10), as visitas aos estandes dos expositores do WinterShow 2021 começam às 8 horas. Às 10, uma mesa redonda, promovida com o apoio do Itau e da Ihara, discutirá o Cenário Macroeconômico e os futuros dos Commodities de Inverno. A 18ª edição do WinterShow tem o patrocínio ouro da Oro Agri e do Sicredi. Patrocínio prata da FMC, e patrocínio bronze da Master Agro, Sindicato Rural de Guarapuava, Sicoob e Ubyfol. (Imprensa Agrária)

 

COCARI: XVI Campanha Cocari Solidária arrecadou mais de R$ 580 mil para instituições sociais e educacionais

Na manhã da última terça-feira (05/10), a cooperativa realizou o sorteio da XVI Campanha Cocari Solidária, que foi transmitido ao vivo pela página da Cocari no Facebook, no perfil @cocaricoop. Lançada em 2005, a iniciativa tem como objetivo contribuir com instituições sociais e educacionais da área de atuação da Cocari, beneficiando entidades dos estados do Paraná, Goiás e Minas Gerais que desenvolvem amplos trabalhos voltados à educação e assistência social na sociedade, como asilos, escolas, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) entre outros.

Iniciativa – Para a realização da campanha, a Cocari adquire cinco prêmios para serem sorteados entre as pessoas das comunidades envolvidas, que compram vale-mudas de essências nativas das instituições participantes. Cada vale-mudas custa R$ 5,00 e quanto mais as entidades vendem, mais recursos captam para que possam manter os serviços disponibilizados. Já as pessoas que colaboram com as entidades ganham cupons para concorrer ao sorteio dos prêmios ao final da campanha. As mudas de essências nativas vendidas são produzidas por estudantes de Apaes contratados pela Cocari por meio do Projeto Cultivando Cidadania.

Sorteio – O sorteio ocorreu na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari-PR, com a presença de diretores, superintendentes e colaboradores da Cocari; o vice-prefeito de Mandaguari, João Jorge Marques; representantes de instituições aderentes e a imprensa local.

Arrecadação – Na edição 2020/2021, 86 entidades participaram da campanha, resultando na arrecadação de R$ 583.690,00, que ficaram integralmente para as instituições, proporcionalmente ao valor levantado a cada venda. Os municípios que mais arrecadaram nesta edição foram: Cambira-PR, Cristalina-GO e Itambé-PR. Em 16 campanhas, a iniciativa já beneficiou entidades com o montante de R$ 6.369.410,00 em valores originais (R$ 10.480.761,84 em valor corrigido pelo CDI). É importante ressaltar que a Cocari não tem qualquer benefício tributário ou financeiro com a realização desta ação.

Multiplicando os resultados – Na abertura do evento, o presidente da Cocari, Dr. Marcos Antonio Trintinalha, comentou sobre a realização da iniciativa e destacou a transparência durante todo o processo. “Esta é uma ação que viemos realizando ao longo dos últimos anos, estando agora em sua 16ª edição, e foi uma forma que a Cocari buscou de fazer multiplicação porque se nós trouxéssemos apenas o carro, as duas motos e as duas TVs, juntando estes valores financeiros para distribuir entre as entidades, poderia ser muito pequeno o resultado que conseguiríamos entregar para cada instituição participante em nossa área de atuação. Então, essa campanha promove a multiplicação destes valores. E aquele que mais vender os vale-mudas, mais recursos terá para realizar aquilo que é necessário dentro da entidade social”, frisou.

Benefícios à comunidade – “Tenho certeza de que muitas entidades esperam por esta ação durante o ano todo, já contando com isso para utilizar esse recurso em benefício da sua comunidade. E esta iniciativa vai continuar enquanto as instituições tiverem interesse em participar, sendo realizada com total transparência, envolvendo auditoria e prestação de contas”, disse. “Que esses recursos arrecadados possam ser utilizados da melhor forma possível em benefício das pessoas atendidas. E que venha a 17ª campanha”, concluiu o presidente da cooperativa.

Desenvolvimento local – O vice-prefeito de Mandaguari, João Jorge Marques, ressaltou que a campanha contribui para o desenvolvimento dos municípios. “É um orgulho estar fazendo parte deste evento de sorteio da Campanha Cocari Solidária, que todo ano a cooperativa realiza em prol das entidades. Parabéns à Cocari por promover esta ação e nossos agradecimentos por todo esse trabalho que a cooperativa sempre desenvolveu em nossa cidade e em todos os municípios de sua área de atuação”, salientou o vice-prefeito.

Ganhadores dos prêmios – Confira os ganhadores que foram sorteados durante o evento: 1º prêmio (Fiat Uno Atractive 1.0 / 0 km): Erlei Ramos da Rocha, de Rosário do Ivaí-PR; 2º prêmio (Honda CG 160 Start / 0 km): Gabriele Meneo Rodrigues, de Apucarana-PR; 3º prêmio (Honda CG 160 Start / 0 km): Maria da Penha Domingues Kahali, de Apucarana-PR; 4º prêmio (Smart TV Led 4K wi-fi USB/HDMI 50”): Evilásio B. Conradi, de Mandaguari-PR; e 5º prêmio (Smart TV Led Full HD USB 43”): Heloisa Nakamura, de Itambé-PR.

Entrega dos prêmios – Obrigado a todos que contribuíram com a XVI Campanha Cocari Solidária e parabéns aos ganhadores! Os prêmios serão entregues na próxima quinta-feira (07), às 10 horas, na Sede da Cocari, em Mandaguari. (Imprensa Cocari)

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ALEGRA: Semana Nacional da Carne Suína; mais barata, proteína animal é aliada do "Projeto Verão"

alegra 06 10 2021Com a alta dos preços da carne bovina e de frango, que ultrapassam os 34% nos últimos doze meses (segundo o IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a carne suína tem se tornado cada vez mais atrativa ao consumidor e estimulado a produção da suinocultura nacional. O segmento registrou, no 2° trimestre de 2021, o abate de 13,04 milhões de cabeças de suínos, novo recorde da série histórica, iniciada em 1997. Além da vantagem financeira durante o momento de instabilidade financeira e de alta inflação, a carne suína também tem se destacado por ser um alimento rico em proteínas, ferro, potássio e vitaminas do complexo B e, ao contrário dos mitos populares, essa proteína também pode ser uma aliada do “Projeto Verão”.

Variedade de cortes - Segundo o gerente industrial da Alegra, Valdomiro Santuches, a variedade de cortes suínos traz a possibilidade de consumir a proteína com baixo teor de gordura. “No caso da Alegra, possuímos cortes temperados como filé mignon, sobrepaleta, lombo e picanha, que são saborosos, leves e saudáveis. Esses produtos são classificados para o corte padrão, separados, preparados para os temperos, massageados, homogeneizados e embalados à vácuo, com todo o cuidado”, afirma Valdomiro. “A carne suína, inclusive, tem ganhado muita visibilidade pois o preconceito tem perdido força, ainda mais que a suinocultura brasileira tem grande preocupação com o bem-estar e com o cuidado nutricional dos animais. Portanto, é um alimento seguro, saboroso, de fácil preparo e que combina com a mesa dos brasileiros”, acrescenta o gerente industrial.

Valor nutricional e sensorial - “A carne suína possui reconhecido valor nutricional e sensorial, sendo, por isso, uma das proteínas mais consumidas no mundo e a mais utilizada para a fabricação de produtos derivados. Ao contrário do que muitos pensam, ela combina, e muito, com uma dieta saudável e rica em vitaminas. De preferência, o consumidor deve optar por cortes mais magros como o filé mignon, lombo, bisteca e pernil, preparados grelhados ou assados”, sugere a doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos e professora do curso de Nutrição da Universidade Positivo, Mariana Etchepare.

Saudável e longevo - De acordo com a especialista, uma alimentação “eclética” também é o segredo não apenas de um corpo mais magro, mas também mais saudável e longevo. “De uma forma geral, para mantermos uma alimentação equilibrada o ideal é consumir a carne suína com preparações básicas do nosso dia a dia, o famoso arroz e feijão acompanhado de vegetais e hortaliças, sempre dando preferência por alimentos in natura ou minimamente processados. Se tratando de “Projeto Verão”, também é importante manter-se hidratado. A prática de atividade física com profissionais da área também é altamente recomendada”, finaliza a nutricionista.

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa oferece soluções para produtores rurais há 36 anos

sicredi uniao 06 10 2021Mais de 6 mil produtores acessaram o crédito rural da Sicredi União PR/SP na safra 2020/2021, superando R$ 1 bilhão em custeio e comercialização. Isso significa 170% mais que, seis anos atrás, na safra 2014/2015, quando foram liberados cerca de R$ 400 milhões. Desde a safra de 2014 a cooperativa emprestou quase R$ 5 bilhões. O número é maior do que movimenta anualmente a economia de muitos municípios paranaenses.

Decisiva - Mais do que números, a atuação da cooperativa tem sido decisiva para a manutenção da atividade rural. Que o diga Antonio Valter Tamborlim, associado desde 1993. Ele tem máquinas financiadas pela cooperativa, crédito rural, além de utilizar seguro, consórcio e cartão de crédito.

Apoio - Ao acionar recentemente a cobertura do seguro do milho, cuja safra foi quase toda perdida, Tamborlim contou com o apoio da equipe da Sicredi União PR/SP. O mesmo aconteceu quando, cinco anos atrás, ele precisou acionar a cobertura do seguro residencial. “A cooperativa oferece um excelente atendimento. Os colaboradores são moradores da cidade e os diretores são pessoas da comunidade, o que transmite segurança”, diz ele, que produz soja, milho, mandioca e cria gado em Atalaia, Santa Mônica e no Mato Grosso.

Relacionamento sempre próximo - O trabalho da Sicredi União PR/SP com os produtores rurais começou há várias décadas: 36 anos atrás um grupo de produtores, cansados de não ter crédito disponível para a atividade agrícola e diante das altas taxas de juros cobradas pelos bancos, se uniu para formar uma cooperativa de crédito, inicialmente com o nome de Credimar. Desde então a cooperativa mudou de nome, ampliou a atuação, o número de agências e de colaboradores, mas continua oferecendo um relacionamento próximo e focado em atender as necessidades dos associados. São 111 agências e 1,3 mil colaboradores.

Essência - “A Sicredi União PR/SP cresceu muito, mas a essência do cooperativismo continua presente. Os associados têm acesso à diretoria e aos colaboradores. É uma baita cooperativa”, elogia Tamborlim.

Diversas soluções - Os produtores contam com diversas soluções, como linhas de crédito, seguro agrícola e rural e assessoria para investimentos. Com a seca e depois a geada que trouxeram prejuízos à lavoura, a Sicredi União PR/SP esteve ao lado dos produtores, auxiliando no acionamento do sinistro e acompanhando o pagamento das indenizações.

Especialistas agro - Todas as 111 agências, no norte e noroeste do Paraná, centro e leste paulista, contam com especialistas agro, que auxiliam os produtores na escolha dos produtos e serviços financeiros mais adequados para seu negócio a céu aberto. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Parceria é firmada com produtores de orgânicos de Coronel Domingos Soares (PR)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP firmou recentemente uma parceria com a Associação de Produtores Orgânicos de Coronel Domingos Soares (Aprocel), para contribuir com a modernização do sistema de certificação, produção e distribuição de produtos orgânicos do município. O projeto é realizado em conjunto com o Sebrae e a prefeitura local.

Contribuição - Por meio da parceria a cooperativa está contribuindo com recursos para que os produtores da associação viabilizem suas certificações junto aos órgãos competentes. Ao todo, 26 produtores estão recebendo capacitação em produção orgânica através da certificadora Genesis, que analisou os planos de manejo das propriedades e orientou sobre os procedimentos internos de certificação.

Educação financeira - Além dos recursos, a Sicredi Parque também disponibilizou um projeto de educação financeira, com planilhas para controle de recursos e custos de produção.

Composição - A Aprocel é uma associação formada por produtores de frutas e hortaliças orgânicas que distribui seus produtos em supermercados de Coronel Domingos Soares (PR) e Palmas (PR), além de redes atacadistas no Rio Grande do Sul e Paraná; um mercado exportador, além de fornecer alimentos para escolas de Coronel Domingos Soares, Palmas e Mangueirinha, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Desenvolvimento da comunidade - O Sicredi acredita que firmar parcerias com entidades como a Aprocel é uma das formas de contribuir com o desenvolvimento da comunidade. Além disso, também é uma forma de incentivar a produção sustentável de alimentos e promover a qualidade de vida. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICOOB: Proteção, carro zero e solidariedade; conheça o Outubro Rosa do sistema

sicoob 06 10 2021Para conscientizar sobre a importância da proteção na vida dos cooperados e cooperadas, o Sicoob promove uma semana de ações celebrando o Outubro Rosa. A ação foi denominada "juntos a favor da vida" e, entre 4 e 8 de outubro, todas as vidas protegidas pelo seguro de vida individual, mulher ou simples, concorrerão a um carro 0km, além de contribuírem para uma ação solidária.

Destinação - O Sicoob vai destinar o valor de R$ 100 mil às 8 agências que mais se destacarem na semana da ação e este montante será repassado para instituições que combatem o câncer. "Além de conscientizar sobre a doença, queremos que nossas cooperadas e cooperados passem a ter a proteção do seguro de vida, pois eles contam com diversos benefícios, como cobertura em caso de doenças graves e invalidez", afirma Guilherme Ciarrocchi, diretor comercial do Sicoob Seguradora.

Novos casos - De acordo com o Inca, o câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo. Cerca de 2,3 milhões de novos casos são diagnosticados por ano. Para o Brasil, foram estimados mais de 66 mil casos em 2021, sendo este o câncer que mais mata mulheres em todo o país. "Importante também ressaltar que, além do câncer de mama, vários outros são cobertos pelos seguros de vida do Sicoob, além, é claro, de casos de morte pela Covid-19", diz Ciarrocchi.

Aquisição - É possível adquirir os seguros do Sicoob por meio de um ponto de atendimento ou pelo App Sicoob e Internet Banking. O carro sorteado será um Hyundai HB20, modelo 2022, além de um ano de seguro de automóvel custeado pela Mapfre Seguradora.

SERVIÇO

Juntos a favor da vida

Sorteio de um HB20 0km para contratações de seguros de vida entre 4 e 8 de outubro

Contratações podem ser feitas pelo App Sicoob, Internet Banking ou presencialmente na cooperativa mais próxima

Confira a sua cooperativa em: https://www.sicoob.com.br/web/sicoob/pesquisa-cooperativa

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB OURO VERDE: Quarta agência será inaugurada na cidade de São Paulo

sicoob ouro verde 06 10 2021Mais um espaço moderno e seguro do Sicoob Ouro Verde foi inaugurado na cidade de São Paulo, mais especificamente no bairro da Lapa, no dia 30 de setembro. A nova agência é a quarta da cooperativa no município.

Escolha - O diretor-presidente do Sicoob Ouro Verde, Elisberto Torrecillas, falou sobre a escolha do local para as novas instalações. “É uma região tradicional da cidade, com uma pujança e importante por ser referência no desenvolvimento de instituições financeiras e, claro, de São Paulo”, explicou.

Ponto - Segundo o diretor-presidente do Sicoob Central Unicoob, Márcio Gonçalves, o ponto em que a agência está instalada é muito bom, porque está próximo a diversos comércios, outras instituições financeiras e lugares importantes do bairro. Além disso, ele falou sobre como a inauguração da agência está ligada ao propósito do Sicoob. “Temos o propósito de conectar pessoas para promover a justiça financeira e prosperidade e não temos como realizar isso se não tivermos um trabalho humanizado e, para isso, é preciso estar presente”, disse.

Honra - O gerente geral da agência, Cristiano Seixas dos Santos, contou que conheceu o Sicoob Ouro Verde no início do ano pela gerente da agência de Perdizes e logo se encantou. “A partir daí, trabalhar aqui se tornou um sonho e em agosto, realidade. Agora sou gerente da agência do bairro da Lapa. É uma honra inaugurar um local tão lindo”, afirmou.

Sobre o Sicoob Ouro Verde - A cooperativa, que foi fundada em 12 de maio de 2003, hoje, já conta com mais de 65 mil cooperados atendidos em três estados. A rede de atendimento é formada por 55 agências, destas duas são agências digitais e quatro escritórios de negócios, distribuídas em 20 municípios do Paraná, seis de São Paulo e dois do Amapá.Atualmente, a cooperativa tem uma equipe composta por mais de 450 colaboradores, dedicados a oferecer um atendimento próximo e humanizado. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

ECONOMIA: Paraná cria agências de desenvolvimento regional para impulsionar novas vocações

economia 06 10 2021Incentivar o desenvolvimento socioeconômico e aumentar a competitividade das empresas paranaenses, agregando tecnologia aos processos de produção de bens e serviços. Esse é o objetivo do Programa de Estímulo às Ações de Integração Universidade, Empresa, Governo e Sociedade, do Governo do Estado, lançado nessa terça-feira (05/10).

Agências - Idealizado pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o programa cria as Agências de Inovação para o Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni) e será implementado pelas sete universidades estaduais do Paraná.

Vocação - “Sempre quisemos criar um mecanismo que pudesse descobrir a vocação de cada região do Paraná. Quando você descobre sua vocação, sua dedicação é mais intensa e você presta um serviço melhor. A ideia das agências de desenvolvimento regional é fazer esse diagnóstico, aprofundando esse potencial com novos estudos, investimentos e infraestrutura. Serão sete agências a pensar o Paraná de forma regional”, explicou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Recursos financeiros - A iniciativa aplicará, inicialmente, recursos financeiros da ordem de R$ 10 milhões, provenientes do Fundo Paraná e da Secretaria de Estado da Fazenda. Esse montante será operacionalizado pela Fundação Araucária a partir de três editais de chamamento. A gestão dos recursos será realizada pelas Fundações de Apoio das instituições de ensino superior.

Intuito - Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o intuito do programa é contribuir para a prospecção de negócios e impulsionar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores, gerando trabalho, emprego e renda na cidade e no campo. Para ele, essa ação deve ser protagonizada pelas universidades.

Diferentes realidades - “O Paraná tem diferentes realidades, e em cada região é preciso fazer uma atuação focada em seu desenvolvimento. E a maior agência de desenvolvimento regional que temos são as universidades. Nenhuma outra estrutura que se crie vai equivaler em termos de potencial ao que elas representam”, afirmou Bona.

Iniciativas locais e regionais - A ação consiste em apoiar iniciativas locais e regionais, com foco na realização de projetos de educação e qualificação profissional; ciência, tecnologia e inovação; infraestrutura econômica e urbana; e desenvolvimento social, artístico e cultural, fortalecendo os mecanismos de gestão, infraestrutura e serviços tecnológicos das instituições estaduais de ensino superior.

Comitê de Gestão - A Ageuni contará com um Comitê de Gestão, que será responsável por escolher os projetos a serem viabilizados. Além das universidades estaduais, esses grupos terão a participação de empresas, entidades do setor produtivo e municípios (prefeituras e associações municipais).

Sistema de governança - “Concebemos um sistema de governança com participação de diferentes atores para que se identifiquem as demandas e vocações regionais, se elaborem projetos coletivamente e para que as universidades atuem na execução desses projetos. Assim, elas atendem o que cada região escolher como prioritário, contribuindo para o seu desenvolvimento”, reforçou Bona.

Demandas da sociedade - Segundo Ramiro Wahrhaftig, presidente da Fundação Araucária, a principal intenção das agências é atender demandas da sociedade. “Temos nas instituições de ensino superior ativos extraordinários: boa parte da inteligência do Estado está no corpo de professores, pesquisadores e alunos. Com a participação deles, do setor produtivo e dos municípios, vamos atender essas demandas com recursos financeiros que permitam a execução de programas e projetos que forem solicitados”, ressaltou.

Prática - Na prática, o programa será instrumento de articulação de ações conjuntas, visando ao alinhamento entre políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação e políticas de desenvolvimento regional. O programa tem amparo no novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Paraná, composto pela Lei de Inovação (Lei nº 20.541/2021) e a Lei de Fundações de Apoio (Lei nº 20.537/2021).

Eixos - As atividades da Ageuni contemplam quatro eixos temáticos: parceria entre universidade e empresa; inovação e apoio para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas (MPEs), cooperativas, associações e empreendimentos solidários; universidade empreendedora; e universidade e desenvolvimento regional sustentável.

Função - O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto, explicou que a iniciativa reforça a própria função das instituições de ensino, fomentando a pesquisa focada na comunidade. “As universidades estaduais nasceram regionalmente a partir de demandas da comunidade para que houvesse ensino, pesquisa e extensão de qualidade nas nossas cidades. Essas agências apenas consagram aquilo que as universidades vêm fazendo, potencializando nossa capacidade de resolver os problemas regionais”, pontuou.

Integrantes - A governança da Ageuni será exercida por um Comitê de Gestão, composto pela Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes e as próprias instituições de ensino superior.

Participação - O comitê terá, ainda, a participação da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep); Federação da Agricultura do Paraná (Faep); Federação do Comércio do Paraná (Fecomercio); Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae/PR); Associação de Municípios do Paraná (AMP); e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).

Sede - Esse Comitê de Gestão será sediado na Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com o apoio das sete universidades estaduais para a administração e o pleno funcionamento do programa. Para tanto, serão estabelecidos, em conjunto, a articulação e a interação entre os órgãos governamentais, o setor produtivo, as cooperativas e as associações de trabalhadores, para atendimento dos objetivos propostos.

Presidência - Cada unidade da Ageuni será presidida pelos respectivos coordenadores institucionais das agências de inovação ou dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) das universidades estaduais.

Documentário - Durante o evento foi exibido um trecho do webdocumentário Chamada Zero Nove, que retrata as principais ações do Governo do Estado no enfrentamento à Covid-19. O material foi produzido pela UEPG no âmbito da Chamada Pública 09/2020 – Programa de Apoio Institucional para Ações Extensionistas de Prevenção, Cuidados e Combate à Pandemia do Novo Coronavírus.

Registro - “Quando surgiu a pandemia e as universidades entraram com ações extensionistas no Estado todo, entendemos que precisávamos registrar isso através de um documentário que tivesse um caráter humano e artístico. Foi assim que surgiu o Chamada Zero Nove, que acompanhou ações das universidades em todo o Paraná”, pontuou Sanches Neto.

Projetos - Essa Chamada Pública contemplou projetos desenvolvidos na área da saúde, pelas sete Universidades Estaduais e a Universidade Federal do Paraná (UFPR). A iniciativa foi coordenada pela Seti, com apoio da Fundação Araucária, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Itaipu Binacional.

Presenças - Compareceram ao evento o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário estadual de Saúde, Beto Preto; o presidente da Associação dos Municípios do Paraná e prefeito de Jesuítas, Junior Weiller; os reitores das universidades estaduais do Oeste do Paraná (Unioeste), Alexandre Webber; da Centro-Oeste (Unicentro), Fábio Hernandes; de Maringá (UEM), Julio César Damasceno; de Londrina (UEL), Sérgio Carlos de Carvalho; do Norte do Paraná (UENP), Fátima da Cruz Padoan; e Estadual do Paraná (Unespar), Salete Paulina Machado Sirino; o representante da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Ronei Volpi; o coordenador de inovação no Sebrae/PR, Weliton Perdomo; e os prefeitos de São Jorge do Patrocínio, José Carlos Baraldi, e de Nova Cantu, Airton Agnolin. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

CRÉDITO RURAL: Com alta de 37%, contratação chega a R$ 97,75 bilhões em três meses do Plano Safra

credito rural 06 10 2021Nos três primeiros meses de operação do Plano Safra 2021/2022, os produtores rurais, cooperativas e agroindústria contrataram R$ 97,75 bilhões para financiar a atividade agropecuária, florestal, aquícola e pesqueira. O valor representou incremento de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior, distribuídos em mais de 668 mil contratos (+3%).

Balanço - Os números estão no balanço do crédito rural divulgado, nessa terça-feira (05/10), pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Maior crescimento - Os financiamentos em investimentos registraram o maior crescimento em relação ao mesmo período do plano anterior (59%), com R$ 29,49 bilhões e 329 mil contratos firmados. Com maior valor liberado, as operações de custeio alcançaram perto de R$ 52,69 bilhões e 333 mil contratos, incremento de 27% e 6%, respectivamente.

Outras finalidades - Nas outras finalidades, há procura por financiamentos de comercialização (+34% ou R$ 8,28 bilhões) e industrialização (+42% ou R$ 7,2 bilhões).

Regiões do país - De acordo com o estudo da SPA, os produtores rurais da Região Sul, historicamente, são os que mais contratam financiamentos. Até o momento, foram R$ 36,90 bilhões e mais de 277 mil contratos, o que representa, respectivamente, 38% e 42% do total nacional.

Demanda - O balanço do crédito rural mostra a forte demanda por financiamentos rurais na Região Norte (aumento de 64% no valor e de 46% no número de contratos) e Nordeste, 34% no valor, embora a quantidade de contratos tenha sofrido redução de 5%.

Programas de investimento - Entre os programas de investimentos na atual safra, o Moderfrota alcançou a maior parcela dos recursos programados (66%), seguido do Procap-Agro (50%) e de outras linhas/programas (45%).

Disponível - O diretor do Departamento de Crédito e Informação do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, destaca que não há escassez de recursos de investimento na atual safra e o saldo disponível desses recursos, no conjunto das instituições financeiras, é de 60%.

Fontes de recursos - As fontes de recursos mais utilizadas pelas instituições financeiras na contratação do crédito aos produtores e às suas cooperativas de produção, entre julho a setembro, foram os Recursos Obrigatórios (R$ 28,63 bilhões, alta de 71%), a Poupança Rural Controlada (R$ 21,97 bilhões ou +5%) e a Poupança Rural Livre (R$ 17,91 bilhões ou +129%). Essas fontes somaram 69% de participação no valor dos financiamentos rurais.

LCA - A LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), com recursos não controlados, foi a única fonte que teve um decréscimo no valor (-46%) das liberações comparativamente à safra passada, o que representou R$ 4,03 bilhões. (Mapa)

FOTO: Arquivo CNH

 

COP 26: Agropecuária brasileira pode ajudar no combate ao aquecimento global, diz ministra

cop 26 06 10 2021A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou nessa terça-feira (05/10) um posicionamento frente às negociações da 26ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26 - Glasgow), que terá início em outubro.

Pontos relevantes - O documento apresenta cinco pontos considerados relevantes, do ponto de vista do setor agropecuária brasileiro, no processo de negociação do novo acordo climático: definições objetivas sobre mercado de carbono; adoção do plano de ação para agricultura resultado das negociações de Koronívia; financiamento para cumprimento do Acordo de Paris; mecanismos focados em adaptação; e produção e preservação pautadas pela ciência e legalidade.

Ministra - A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou do evento e ressaltou que o agro é capaz de atuar na descarbonização ativa e no enfrentamento do aquecimento global, porém as ações e planos acordados não devem perder de vista a competitividade da agricultura e pecuária e o papel do agro na segurança alimentar mundial.

Oportunidade - “Na COP-26, temos a oportunidade, por meio dos resultados das negociações, de estabelecer condições objetivas para que o agro possa contribuir não apenas com a mitigação de emissões de gases do efeito estufa e a descarbonização das cadeias produtivas, mas também endereçar nossas necessidades de adaptação aos impactos da mudança do clima”, afirmou a ministra.

Papel - Tereza Cristina disse ainda que o “Brasil e sua agricultura tropical têm um papel a desempenhar como portadores de soluções que conciliam segurança alimentar, crescimento econômico inclusivo e conservação ambiental”.

Esforços - O coordenador de sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho, ressaltou que o setor já vem empregando esforços para cumprir as metas do Acordo de Paris e que a agenda prevista na COP 26 deve reconhecer o setor agropecuário como UMA solução ao alcance dessas metas. “Se por um lado os produtores mostram-se prontos para atender o desafio de contribuir para o alcance dos compromissos nacionais junto ao acordo do clima, por outro lado espera o reconhecimento da atividade agropecuária como solução aos desafios de um mercado consumidor cada dia mais exigente quanto à produção sustentável”, disse, ao apresentar o documento da Confederação.

Presenças - Também participaram da apresentação do documento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes; o presidente da CNA, João Martins; o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite; e o chefe da Área de Mudança do Clima do Ministério das Relações Exteriores, André Maciel. (Mapa)

FOTO: CNA / Wenderson Araujo / Trilux

 

VAREJO: Vendas recuam 3,1% em agosto, com mais da metade das atividades em queda

varejo destaqque 06 10 2021O volume de vendas do comércio varejista no país recuou 3,1% em agosto, na comparação com o mês anterior (2,7%). Mais da metade das atividades caíram no período. No ano, o varejo acumula alta de 5,1% e nos últimos doze meses, crescimento de 5,0%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (06/10) pelo IBGE.

Atividades - Seis das oito atividades pesquisadas tiveram taxas negativas em agosto, com destaque para outros artigos de uso pessoal e doméstico (-16,0%), que teve a principal influência negativa sobre o indicador do comércio varejista. Essa atividade é composta, por exemplo, pelas grandes lojas de departamento.

Reinventou - “Foi um setor que sofreu bastante no início da pandemia, mas se reinventou com a reformulação das suas estratégias de vendas pela internet. Isso culminou com crescimentos expressivos, principalmente em julho (19,1%) com o lançamento das plataformas de marketplace. Com muitos descontos, o consumidor antecipou o consumo em julho, fazendo com que o mês de agosto registrasse uma queda grande de 16,0%. Esse recuo, contudo, não é suficiente para retirar os ganhos dos quatro meses anteriores”, explica o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Recuo - Também recuaram no período os setores de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,7%), combustíveis e lubrificantes (-2,4%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (-1,0%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,9%).

Impactados - “Hiper e supermercados, assim como combustíveis e lubrificantes, vêm sendo impactados pela escalada da inflação nos últimos meses, o que diminui o ímpeto de consumo das famílias e empresas. A receita nominal de hiper e supermercados ficou perto de zero (0,3%) e a de combustíveis recuou 0,7%. Houve efetivamente um gasto menor das famílias na passagem de julho para agosto”, acrescenta Cristiano Santos.

Variação positiva - As duas atividades que tiveram variação positiva no volume de vendas em agosto foram tecidos, vestuário e calçados (1,1%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,2%).

Ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, veículos e materiais de construção, o volume de vendas caiu 2,5% em agosto na comparação com julho. A atividade de veículos, motos, partes e peças teve variação positiva de 0,7%, enquanto material de construção variou negativamente (-1,3%).

Varejo tem primeira taxa negativa interanual desde fevereiro - Em um ano, na comparação com agosto de 2020, o comércio varejista teve queda 4,1%, depois de cinco taxas positivas consecutivas. Esse resultado veio dos recuos nos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-19,8%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-9,1%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-4,6%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,7%).

Aumento - Por outro lado, outras quatro atividades tiveram aumento no indicador interanual: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,5%), livros, jornais, revistas e papelaria (1,3%), tecidos, vestuário e calçados (1,0%) e combustíveis e lubrificantes (0,4%).

Estável - O comércio varejista ampliado ficou estável (0,0%), frente a agosto do ano passado, registrando alta de 16,8% na atividade de veículos e motos, partes e peças e queda de 7,1% no setor de material de construção.

Taxa interanual - “Essa é a primeira taxa interanual negativa desde fevereiro. As cinco taxas positivas anteriores refletiam a base muito baixa de comparação daquele momento de 2020”, observa Cristiano Santos. “Apesar do recuo em agosto, o varejo está 2,2% acima do período pré-pandemia. Esse nível, porém, não é homogêneo entre os setores. Há atividades que ainda não recuperaram as perdas, como material para escritório, informática e comunicação; combustíveis e lubrificantes e tecidos; e vestuário e calçados”, acrescentou.

Vendas do setor recuam em 24 unidades da federação - O comércio varejista teve resultados negativos em 24 das 27 unidades da federação em agosto frente ao mesmo mês do ano passado, com destaques para Rondônia (-19,7%), Paraná (-11,0%), Mato Grosso (-10,9%), Acre (-10,2%) e Santa Catarina (10,1%). Os três estados que ficaram no campo positivo foram Ceará (2,0%), Maranhão (1,0%) e Roraima (0,3%).

Variação negativa - Já no comércio varejista ampliado, a variação negativa foi seguida por 20 das 27 unidades da federação, sendo as principais Amapá (-9,2%), Paraná (-9,0%) e Rondônia (-7,4%). Por outro lado, registraram as principais altas o Pará (1,3%), Ceará (1,1%) e Sergipe (1,1%). O Alagoas ficou estável (0,0%).

Mais sobre a pesquisa - A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado para o Brasil e unidades da federação. A técnica de coleta é o questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Alerrandre Barros / Agência IBGE Notícias

varejo 06 10 2021

 

 

 

CÂMBIO: Dólar sobe por mais um dia e aproxima-se de R$ 5,50

cambio 06 10 2021Em mais um dia de turbulências domésticas e externas, o dólar voltou a subir e aproximou-se de R$ 5,50, no maior valor em mais de cinco meses. A bolsa de valores não acompanhou a recuperação do mercado norte-americano e fechou praticamente estável.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa terça-feira (05/10) vendido a R$ 5,485, com alta de R$ 0,039 (+0,71%). A cotação abriu em queda, caindo para R$ 5,42 pouco antes das 10h, mas reverteu o movimento e passou a subir após a abertura das negociações nos Estados Unidos. Depois de passar a maior parte do dia em torno de R$ 5,46, a moeda norte-americana intensificou a alta perto do fim das negociações em meio a tensões políticas no Brasil.

Mais alto - Com o desempenho dessa terça, o dólar está no nível mais alto desde 23 de abril, quando tinha fechado a R$ 5,497. A divisa acumula alta de 5,71% perante o real em 2021.

Ações - O dia também foi marcado pela instabilidade no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.458 pontos, com alta de apenas 0,06%. O indicador alternou altas e baixas ao longo do dia, chegando a subir 1,16% por volta das 13h30, mas perdeu força ao longo da tarde até fechar próximo da estabilidade. A bolsa acumula perda de 7,19% no ano.

Fatores domésticos - Fatores domésticos e internacionais afetaram o mercado hoje. No exterior, uma nova rodada de valorização nos juros dos títulos do Tesouro norte-americano jogou o dólar para cima. Taxas mais altas nesses papéis, considerados o investimento mais seguro do mundo, estimulam a retirada de dinheiro de países emergentes, como o Brasil.

Relatório - O mercado aguarda a divulgação do relatório de emprego nos Estados Unidos em setembro, na próxima sexta-feira (08/10), para analisar se o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) começará a retirar os estímulos monetários concedidos durante a pandemia. Paralelamente, as incertezas em torno da incorporadora imobiliária chinesa Evergrande também têm provocado turbulências no mercado internacional, com o receio de que uma eventual quebra da empresa afete a economia da China e reduza as exportações do Brasil.

Plano interno - No plano interno, o dólar intensificou a alta no fim da tarde, após declaração do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de que a ampliação do Bolsa Família poderia depender de outros recursos, além da reforma do Imposto de Renda. A afirmação provocou receio de aumento de gastos públicos sem receitas suficientes para financiá-los.

Investigação - Paralelamente, a abertura de investigação preliminar na Procuradoria-Geral da República em torno de empresas no exterior no nome do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também pressionaram o mercado.

Offshores - No domingo (03/10), os dois informaram que as offshores foram declaradas à Receita Federal, ao Banco Central, à Comissão de Ética Pública da Presidência da República e às demais autoridades competentes. A existência das empresas foi revelada pelo Pandora Papers, investigação de um consórcio internacional de jornalistas com base em documentos vazados de 14 escritórios de advocacia no exterior. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 21,4 milhões de casos e 598 mil óbitos

O Ministério da Saúde divulgou nessa terça-feira (05/10) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 21,4 milhões de casos confirmados da doença e 598 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 20,4 milhões, número que representa 95,3% dos casos.

24h - Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 20,5 mil novos casos e 677 óbitos. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 4,3 milhões de casos e 150,2 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (2,1 milhões de casos e 54,7 mil óbitos); Paraná (1,5 milhão casos e 39,3 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1,4 milhão de casos e 34,9 mil óbitos).

Vacinação - De acordo com o painel nacional de vacinação, o Brasil já conta com 242.736.755 doses de vacinas diversas contra covid-19 aplicadas. Destas, 147,99 milhões são referentes à primeira dose, enquanto 94,73 são referentes à segunda dose ou dose única. Em 24 horas foram vacinadas 950.212 pessoas. No total, já foram distribuídas 301 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal. (Agência Brasil)

 

boletim covid05out

SAÚDE II: Boletim registra mais 1.752 casos e 60 óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 06 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa terça-feira (05/10) mais 1.752 casos confirmados e 60 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.513.811 casos confirmados e 39.100 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados são de outubro (463), setembro (982), agosto (139), julho (64), junho (79), maio (25) de 2021. Os óbitos são de outubro (30), setembro (22), agosto (7), junho (1) de 2021.

Internados - 588 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 460 pacientes em leitos SUS (282 em UTIs e 178 em leitos clínicos/enfermarias) e 128 em leitos da rede particular (72 em UTIs e 56 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.243 pacientes internados, 690 em leitos de UTI e 553 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 60 pacientes. São 23 mulheres e 37 homens, com idades que variam de 25 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de junho e 5 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (15), Cascavel (4), Campina Grande do Sul (4), Fazenda Rio Grande (3), Tomazina (2), Ponta Grossa (2) e Londrina (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: União da Vitória, Umuarama, Ubiratã, São Pedro do Iguaçu, São José dos Pinhais, Ribeirão do Pinhal, Querência do Norte, Piraí do Sul, Palmital, Nova Aurora, Matinhos, Itaperuçu, Ibaiti, Guaratuba, Guarapuava, Guairaçá, Foz do Iguaçu, Diamante do Norte, Centenário do Sul, Campo Bonito, Cambé, Cafelândia, Braganey, Borrazópolis, Araucária, Apucarana, Alvorada do Sul e Agudos do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.093 casos e 216 óbitos de residentes de fora do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Confira o relatório de exclusões e ajustes.

 

SAÚDE III: Com parcela para reforço dos trabalhadores da saúde, Paraná recebe mais 344 mil vacinas

saude III 06 10 2021Chegaram ao Paraná nessa terça-feira (05/10) mais 344.210 doses de vacinas contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. A primeira parte, com 182.750 imunizantes da AstraZeneca/Fiocruz, desembarcou no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 10 horas. O restante do lote, composto por 161.460 doses da Pfizer/BioNTech, chegou às 13 horas.

Cemepar - Os imunizantes já estão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). A Secretaria estadual da Saúde enviará eles para as regionais de todo o Estado nos próximos dias.

Destinação - As 182.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz são destinadas para segunda dose (D2). Das 161.460 da Pfizer/BioNTech, 141.570 são para D2 e 19.890 para dose de reforço (DR) de trabalhadores da saúde que tenham completado o esquema vacinal até 15 de abril.

Aplicação - O Paraná já aplicou 13.652.911 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.175.772 D1; 323.575 doses únicas; e 5.097.857 segunda doses.

Balanço - Segundo balanço da Secretaria estadual da Saúde, 97,46% da população adulta já recebeu a D1 ou DU e 62,17% deste público está imunizado com as duas doses ou dose única. Além disso, o Estado também registra a aplicação de 13.623 doses adicionais (DA) e 42.943 doses de reforço. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Boletim semanal da dengue registra mais 27 casos no Estado

saude IV 06 10 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa terça-feira (05/10) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 219 casos confirmados no atual período sazonal da doença, inciado em 1º de agosto e que deve seguir até julho de 2022. São 27 casos a mais que no informe anterior.

Novos casos - De acordo com o 7º Informe Epidemiológico da dengue, os novos casos confirmados foram registrados em Rolândia (5), Foz do Iguaçu (4), Londrina (3), Medianeira (3), Ibiporã (2), Cambé (2), Paiçandu (1), Maringá (1), Mandaguaçu (1), Marilena (1), Umuarama (1), Tapira (1), Cascavel (1) e Ampére (1).

Investigação - Há, ainda, 1.722 casos em investigação e 216 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 4.087 para 4.797. O Estado não confirmou nenhum óbito neste período.

Ações - “Em meio ao trabalho de enfrentamento à pandemia da Covid-19, também mantemos ações para conter doenças como a dengue. Precisamos que a população continue com os cuidados, eliminando os criadouros do mosquito. Mesmo com poucos casos, não podemos deixar de nos preocupar com essa doença que já vitimou muitas pessoas”, destacou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

FOTO: Pixabay

 


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