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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5172 | 07 de Outubro de 2021

FÓRUM: André Pessoa apresenta os cenários para os mercados de grãos e carnes, nesta sexta-feira

O sócio-diretor da Agroconsult, André Pessoa, é um dos palestrantes do Fórum de Mercado das Cooperativas Paranaenses. Ele vai apresentar os cenários para os mercados de soja, milho e carnes. Haverá ainda a participação do professor Marcos Fava Neves, que irá tratar do tema “O futuro do agronegócio e a importância da atuação articulada nos mercados para as cooperativas”. O evento é uma promoção do Sistema Ocepar e ocorre nesta na sexta-feira (08/10), pela plataforma Microsoft Teams, das 14h às 16h30.

Programação - A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Na sequência, o gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, irá discorrer sobre o projeto que trata de mercados dentro do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

 

Inscrições - O fórum é destinado a profissionais que atuam nas cooperativas paranaenses. As inscrições podem ser efetivadas até esta quinta-feira (07/10). Clique aqui. O link de acesso ao evento será enviado por e-mail aos participantes.

 

forum folder 05 10 2021

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Para Federação das Unimeds, foco é a sustentabilidade das cooperativas de saúde

“A pandemia já dura um ano e sete meses. Foi um período muito desafiador, mas também de enormes aprendizados. Fomos testados de várias formas. Mas as cooperativas de saúde deram uma resposta positiva no enfrentamento à crise. Mantiveram-se firmes e mostram o quanto são essenciais. O objetivo agora é aproveitar os aprendizados adquiridos para aprimorar ainda mais o que já fazem. Tanto o Sistema Ocepar quanto a OCB estão com as atenções voltadas para o ramo saúde, com total disponibilidade para apoiar em seu desenvolvimento. E sem informação estruturada, não há planejamento”, destacou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao abrir, na tarde desta quarta-feira (06/10), a reunião institucional com a Federação das Unimeds do Paraná.

Acompanhamento - As reuniões institucionais com as cooperativas registradas no Sistema Ocepar têm por objetivo apresentar os indicadores do cooperativismo, consolidados pelo Programa Autogestão, e da cooperativa em questão, inclusive, com um comparativo em relação a outras do mesmo porte e ramo. “Estamos finalizando o ciclo de reuniões deste ano. Mesmo com a pandemia e a necessidade de distanciamento social, que impossibilitou viagens e encontros presenciais, mantivemos esse trabalho por videoconferência para dar uma devolutiva em relação aos dados de desempenho econômico e financeiro das cooperativas e fazer uma análise conjunta em relação aos desafios, oportunidades e perspectivas”, disse o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Ramo saúde - Na reunião de ontem, com a presença de diretores e profissionais da Federação Unimed, o foco foi a atuação do ramo saúde, em especial, do sistema Unimed. No Paraná, são 37 cooperativas de saúde. Elas reúnem mais de 15,6 mil profissionais associados e geram 6,8 mil empregos na área da medicina, odontologia, fisioterapia, entre outras especialidades. São responsáveis pela assistência à saúde de mais de 2,5 milhão de paranaenses. O Sistema Unimed é o mais representativo do ramo, com 21 cooperativas médicas e mais de 1,5 milhão de beneficiários, quase 14% da população do estado.

Análise - Segundo o analista de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Emerson Barcik, no início da pandemia a preocupação era com uma possível redução do número de beneficiários. “Essa questão aconteceu, mas não foi tão expressiva quanto se imaginava. Podemos dizer que tecnicamente o número de beneficiários ficou estável, e que no primeiro semestre de 2021 voltou a linha de crescimento contínua, já percebida desde 2017”, disse. Em relação aos indicadores da Federação das Unimeds do Paraná, a base de clientes passou de 158.628 beneficiários, em dezembro de 2020, para 159.417 em agosto de 2021.

Integração - Além de atuar no segmento de saúde complementar, a Federação das Unimeds tem um papel importante de integração das singulares. Outro propósito é prover condições para a sustentabilidade de todo o sistema Unimed no estado, por meio de serviços, consultorias e assessorias visando a busca de soluções para os desafios que se apresentam no dia a dia. “A Federação monitora e atua preventivamente auxiliando as singulares nas situações mais críticas do sistema”, disse o presidente da Unimed PR, Paulo Roberto Fernandes Faria. “Por este motivo, agradecemos a disponibilidade que o Sistema Ocepar está demonstrando em se reunir individualmente com as cooperativas do estado para informar sobre os indicadores que constam no Programa Autogestão, trazendo gráficos, análises, comparativos e discutindo questões inerentes de cada cooperativa. Isto é importante, inclusive, porque possibilita comparar com os números que temos, garantindo mais assertividade nas análises e tomadas de decisões”, destacou.

Apoio às singulares - Acompanhado de diretores da cooperativa e demais profissionais da Federação, Farias falou sobre as dificuldades enfrentadas durante a pandemia, como a redução da sinistralidade, e das projeções para 2022. Também lembrou que uma das funções da Federação é oferecer apoio às singulares. “O ano de 2020 foi um período performático. Apesar dos desafios, mantivemos o bom desempenho. Já o ano de 2021 está um pouco mais preocupante, mas a Federação está tranquila e usa suas energias para ajudar as singulares. O foco é a  sustentabilidade das cooperativas de saúde.  Assim como o Sistema Ocepar veio até nós para falar sobre os nossos indicadores de desempenho, também fazemos isso com as nossas singulares. Temos feito um acompanhamento mensal e ajudado de todas as formas para que as Unimeds se mantem sustentáveis e cumprindo com o seu papel que é prover serviços de saúde de qualidade”, disse.  As 21 cooperativas do Sistema Unimed no Paraná possuem 11 mil médicos cooperados, 7 hospitais próprios, 37 clínicas e 22 laboratórios. Já a rede credenciada é composta por 486 laboratórios, 224 hospitais e 1.540 clínicas.

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CONCURSO: Sistema OCB Pernambuco lança prêmio de jornalismo

concurso 07 10 2021Na noite da última terça-feira (05/10), aconteceu uma live de lançamento do 1º Prêmio de Jornalismo Cooperativista de Pernambuco, que tem como objetivo reconhecer e premiar as melhores matérias e reportagens sobre o cooperativismo estadual. Na oportunidade, foram apresentadas todas as informações referentes ao concurso, incluindo critérios de classificação e premiação. A abertura foi realizada pelo presidente do Sistema OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira. Estiveram presentes, além dos representantes de veículos de Pernambuco, de São Paulo e do Rio de Janeiro, o presidente da Unimed Caruaru, Pedro Melo, e o coordenador de comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, que junto a Malaquias Ancelmo, integra o Conselho Nacional de Comunicação do Sistema OCB.

Iniciativa - A iniciativa busca reconhecer e valorizar matérias e reportagens sobre o cooperativismo, escritas por jornalistas que atuam em veículos de comunicação voltados ao grande público (blogs, mídia impressa, rádio, TV) ou em assessorias de cooperativas. Os jornalistas deverão escolher um dos seguintes temas para trabalhar: “O Desenvolvimento do Cooperativismo em Pernambuco” ou “O Cooperativismo Transformando Vidas”.

Prêmio Ocepar - Essa é a primeira edição do prêmio, que teve como inspiração a iniciativa realizada pelo Sistema Ocepar há 17 anos. “Gostaríamos de parabenizar o Sistema OCB/PE pelo lançamento e desejar todo o sucesso e vida longa ao prêmio. Essa é uma ação muito importante para mostrar o valor dos meios de comunicação, ao mesmo tempo, valorizar o importante papel do jornalista em difundir espontaneamente os principais atributos do cooperativismo junto a sociedade”, frisou Samuel Milléo Filho.

Categorias - O concurso contemplará quatro categorias: Jornalismo Impresso Digital; Telejornalismo; Radiojornalismo; e Jornalismo Cooperativo. Esta última categoria é destinada, exclusivamente, para jornalistas que atuam em cooperativas, sejam contratados ou terceirizados. Os três classificados de cada categoria receberão vaga em programa de inovação do Sescoop/PE e os vencedores firmarão um contrato com o Sistema OCB/PE no valor líquido de R$ 2.500,00, para cada categoria, e receberão troféu alusivo. Podem participar do concurso, jornalistas de todo o Brasil, desde que o material inscrito utilize, como fonte, pelo menos, uma cooperativa pernambucana.

Requisitos - Outro requisito a ser observado é que as fontes, nas matérias, devem contemplar somente cooperativas regulares, ou seja, devidamente registradas na OCB/PE e em dia com suas obrigações legais. Isso assegura que os jornalistas deem visibilidade a empresas cooperativas que cumprem a legislação, contribuindo para que a informação levada ao público seja de fonte confiável e legal. Para saber se uma cooperativa é regular, os jornalistas poderão entrar em contato com o Sistema OCB/PE, a qualquer tempo, pelo contato (81) 3032-8313.

 

RAMO CRÉDITO: Arnaldo Jardim prevê crescimento do SNCC

ramo credito 07 10 2021A participação do cooperativismo no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) pode aumentar, nos próximos dez anos, dos atuais 8% para até 20% com a aprovação do PLP 27/2020, que propõe a modernização das normas de atuação das cooperativas de crédito no país previstas na Lei Complementar 130/2009. A afirmação é do deputado Arnaldo Jardim (SP), autor do projeto incluído na pauta de votação do Plenário da Câmara dos Deputados esta semana.

Entrevista - A declaração do parlamentar foi feita durante entrevista para o programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, nessa quarta-feira (06/10). Segundo ele, “o crédito cooperativo atrai por seu perfil local, já que está presente em todas as regiões do Brasil, especialmente nas pequenas localidades onde não existe outras instituições do sistema financeiro”.

Operações - Além disso, o parlamentar destacou que as operações do setor estão concentradas em operações de pequena e média monta, o que permite que os recursos cheguem realmente na ponta. “Os resultados, por sua vez, são redistribuídos entre os cooperados, resultando numa incidência financeira imediata na economia local”.

Pessoas - Jardim observou ainda que o cooperativismo de crédito não se resume a uma questão de números, apesar do avanço registrado nos últimos anos em termos de profissionalização administrativa e desenvolvimento tecnológico. “Trata-se de uma relação entre pessoas que se conhecem”.

Modernização - A modernização proposta pelo PLP 27/2020 altera a legislação sob três perspectivas: atividades e negócios; organização sistêmica; e gestão e governança do modelo. Entre outros pontos, a medida prevê que as cooperativas de crédito possam disponibilizar novos produtos já existentes no mercado, com mais agilidade e modernidade, bem como atender integralmente a demanda por crédito.

Link - Confira a entrevista completa em https://bit.ly/3myiE2c. (OCB)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

FRÍSIA: Cooperativa eleva posições em rankings nacionais de desempenho financeiro

frisia 07 10 2021Referências em desempenho de empresas brasileiras, o “Valor 1.000” e o “Época Negócios 360º” apontaram elevação da Frísia nos rankings nacionais em seu último levantamento. As informações foram divulgadas pelo jornal Valor Econômico e revista Época Negócios. Os rankings, que tem como base o ano 2020, levam em conta uma série de indicadores que são tabulados e analisados por técnicos e especialistas.

Valor 1.000 - No Valor 1.000, a Frísia saltou da 249ª posição em 2019 para a 218ª em 2020. Os dados avaliados das empresas levaram em conta as receitas, as despesas, as margens, as dívidas, entre outros critérios. Ao todo são oito indicadores avaliados que receberam pesos diferentes, sendo o mais relevante o de receita líquida.

Época 360º - Já na Época 360º, outra evolução: de 250ª (2019) para 223ª (2020). Os critérios da revista Época Negócios, que apresenta as 500 maiores do País, para o ranking são: desempenho financeiro, governança corporativa, inovação, sustentabilidade, visão de futuro e pessoas.

Destaque nacional - O levantamento do Valor Econômico ainda coloca a Frísia em posição de destaque nacionalmente, sendo a 10ª em “cobertura de juros”, ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) sobre despesas financeiras. A cooperativa também está na 10ª posição em crescimento sustentável, variação da receita líquida sobre a variação do patrimônio ajustado.

Crescimento - A Frísia apresentou crescimento de 27,6% no faturamento de 2020 comparado ao ano anterior. A cooperativa com sede em Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná, alcançou R$ 3,713 bilhões. É a cooperativa de produção mais antiga do Estado, que, ao todo, tem 216 entidades no sistema. No Brasil, foi a segunda a ser fundada e conta com cooperados localizados em mais de 30 municípios na região Centro-Sul do Paraná e 16 municípios no Tocantins.

Esforço - “Esses levantamentos coroam todo o esforço de cooperados e colaboradores em produzir alimentos e serviços de qualidade, com respeito ao meio ambiente, ao nosso planejamento estratégico e seguindo rigorosamente os preceitos do cooperativismo. Estamos no caminho certo, e esses números confirmam isso. Gostaria de agradecer a todos pela nossa constante evolução”, destaca o presidente da Frísia, Renato Greidanus.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

C.VALE: 2ª maior empresa do Brasil

destaque valor 1000 01 10 2021A C.Vale é a segunda maior empresa agropecuária do Brasil em receita líquida, segundo o levantamento Valor 1000, publicado no mês de outubro pela revista Valor Econômico. A 21ª edição do anuário também aponta a C.Vale como a 69ª maior empresa brasileira, crescendo 15 posições em relação a 2019, com receita liquida de R$ 12,4 bilhões no ano passado. A cooperativa aparece também como a 8ª maior empresa do Sul do Brasil em receita líquida, de acordo com os critérios da pesquisa. (Imprensa C.Vale)

Classificação da C.Vale

Receita Líquida

2ª maior da agropecuária do Brasil

8ª maior da região Sul

69ª maior do Brasil

 

AGRÁRIA: Cenário macroeconômico pauta discussão do 2º dia do WinterShow 2021

O foco do segundo dia do WinterShow 2021, nessa quarta-feira (06/10), foi a interferência do cenário econômico na produção dos cereais de inverno. Para falar sobre o tema a Cooperativa Agrária Agroindustrial e a Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) convidaram um time de especialistas: Pedro Renault, economista do Itau BBA, Carlos Cogo, consultor da Inteligência Agronegócio, e Guilherme Bellotti, gerente da consultoria agro do Itau.

Assuntos - Fim da pandemia, aquecimento da economia americana e dificuldades para compra de insumos vindos da China foram alguns dos assuntos abordados pelo trio. “O próximo ano deve ser um período bastante desafiador. A aceleração da economia americana, que tem resultados diretos em todo mundo, somada às eleições presidenciais brasileiras, deve causar grande volatilidade no câmbio, aumentando o preço do dólar”, explicou Renault.

Produção mundial - Ao analisar o mercado mundial de commodities, Carlos Cogo ressaltou que o trigo e a cevada, culturas típicas do inverno, já correspondem a mais de 20% da produção mundial de grãos. Ele também comparou o potencial produtivo brasileiro de trigo com o da vizinha Argentina, que hoje está entre os 10 maiores produtores do cereal em todo mundo. “O Brasil tem potencial para ser autossuficiente não apenas no trigo, mas em todas as commodities de inverno. Em especial sobre o trigo, vemos que ele tem recuperado sua rentabilidade”, disse.

Pesquisas da Fapa - Difundir os estudos desenvolvidos pelo corpo técnico da Fapa é o principal motivo para realização do WinterShow.Produtividade, manejo, adubação e a interferência de pragas e doenças em cereais como a cevada e o trigo, que estão entre as principais culturas produzidas pelos cooperados da Agrária, são alguns dos temas presentes nas palestras. Além deles, esse ano o evento abriu espaço para três áreas de pesquisa que foram incorporadas pela Fapa no último ano: controle biológico, hortifrúti e mecanização agrícola, tecnologia e inovação.

Rodadas simultâneas - As rodadas simultâneas de palestras com os pesquisadores da Fapa aconteceram na terça e na quarta-feira, no período da tarde. Devido à grande procura, será realizada mais uma apresentação nesta quinta-feira, dia 07, a partir das 09 horas.

Último dia - No último dia de WinterShow haverá três palestras no pavilhão do Centro de Eventos Agrária. A programação começa às 10 horas, com Bruno Dupin, da Startup Connection USA, falando sobre Disrupções no Agronegócio. Na sequência, Paulo Augusto Zanardi Júnior, da GSS Sustentabilidade, abordará um tema em alta no setor agropecuários: Oportunidades de mercado de créditos de carbono.

Palestra - Para sua última palestra, o WinterShow 2021 recebe, às 14 horas, Luciano Salamacha, da Bosstech Corporation, para uma conversa sobre Inovação: pensamento transversal. O encerramento do evento acontece com o Bremswagem, um desafio de tratores destinado à comunidade local.

Patrocínio - A 18ª edição do WinterShow tem patrocínio ouro da Oro Agri e do Sicred. A FMC é patrocinadora prata e os patrocinadores bronze são a Master Agro, Sindicato Rural de Guarapuava, Sicoob e Ubyfol. (Imprensa Agrária)

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SICOOB: Semana do Investidor agita cooperados do sistema em todo o Brasil

sicoob 07 10 2021Começou na segunda-feira (04/10), a quinta edição da Semana Mundial do Investidor. O Sicoob, como grande apoiador e promotor da educação financeira no Brasil, não poderia estar de fora: são diversas iniciativas on-line, com foco na proteção e educação dos investidores, assim como lançamento de projetos educacionais, vídeos e cursos.

Simultaneamente - O evento ocorre simultaneamente em mais de 80 países, sendo que no Brasil a semana é coordenada pela CVM. "O crescimento do público investidor, que segundo a B3 já alcançou a marca de 3,8 milhões de pessoas, demanda que as pessoas sejam mais conscientizadas sobre o assunto", explica Louize Pereira Oliveira, Analista de Educação Financeira do Instituto Sicoob.

Conscientização - O Sicoob participa do evento com 1.096 ações, espalhadas por todo o país, voltadas para pessoas físicas não investidoras, mas com interesse no tema, além de pessoas físicas que começaram a investir recentemente e procuram por mais informações. "Queremos oferecer conteúdo que possa conscientizar os cidadãos sobre conceitos como investimentos, educação financeira, finanças sustentáveis e, claro, golpes e fraudes", diz a analista.

Eventos - Entre os eventos organizados pela instituição financeira cooperativa, estão: ações de divulgação, cursos, oficinas, palestras e muito mais. Todos os eventos são gratuitos e estão disponíveis para consulta através do site: semanadoinvestidor.cvm.gov.br. A Semana do Investidor acontece até 10 de outubro.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICREDI PROGRESSO: Proximidade com o associado marca história da cooperativa

sicredi progresso 07 10 2021Há 40 anos a Sicredi Progresso PR/SP vem construindo uma história de cooperação e principalmente de proximidade com o associado. Fundada por 23 agricultores que acreditavam em um futuro promissor e com melhores condições de crédito, a Cooperativa mantém forte seu propósito de ajudar no desenvolvimento econômico e social das pessoas.

Força - Ano a ano, a Sicredi Progresso PR/SP foi ganhando força e mais pessoas se uniram ao modelo cooperativo que atualmente é composto por mais de 50 mil associados na região de atuação no Paraná e em São Paulo. Muito além de um marco, esse número evidencia sonhos realizados e um movimento que transforma a vida das pessoas, mas para que tudo isso seja possível, estar junto do associado faz toda a diferença.

Homenagem especial - Foi com esse intuito, sempre relembrando o pioneirismo e também seu objetivo de constituição, que inserida na programação dos 40 anos, houve uma homenagem especial aos fundadores, conforme explica o presidente, Cirio Kunzler. “Se hoje estamos aqui, comemorando quatro décadas de atuação e com planos robustos de crescimento para os próximos anos é porque lá atrás nossos 23 fundadores se uniram para fundar a Cooperativa. Para nós, nada mais justo do que prestar essa homenagem”.

Orgulho - Um dos fundadores e associado da Cooperativa até hoje, é Sérgio Canan, que recebeu em mãos a homenagem. “Fico muito feliz com esse reconhecimento e tenho orgulho em dizer que sigo associado, acreditando nesse trabalho. A homenagem é uma honra para mim, algo que as gerações da minha família vão ver”, conta.

Familiares - A entrega também aconteceu para familiares dos fundadores (in memorian) e evidencia a proximidade a consideração por quem fez e ainda faz muito pela cooperativa. “Cada contato que pudemos fazer, relembrar os períodos de aprendizados e superação que tivemos ao longo da nossa história, vale muito a pena. Estar próximo dos nossos associados traduz quem somos, é o que nos torna diferentes e isso é ser Sicredi Progresso”, finaliza Kunzler.

Relembrando o passado - O início de tudo foi através de 23 agricultores que procuravam desenvolver suas pequenas propriedades e resolver seus problemas financeiros. Unidos para compartilhar seus problemas comuns, criaram a Credipagro, nas dependências da extinta Coopagro, em 30 de agosto de 1981. A Sicredi Progresso PR/SP foi a primeira filiada do Sistema Sicredi a entrar em atuação no Paraná e teve como sócios fundadores: Alfredo Lang; Arnaldo Escher; Atílio Maróstica; Belmiro Alfredo Marx; Cláudio Silvestre Strieder; Frederico Lorenzoni; Inelmo João Kalling; João Luiz Schutz; José Elias Conti; Lodovino Roque Grespan; Lotário Richter; Luiz Retore; Nelson Copetti; Ney Nicolau Zillmer; Olívio Alfredo Wilhelms; Olívio Michelon; Osmar Cerutti; Renato Ernesto Reimann; Rudi Henrique Wendpap; Sérgio Canan; Thadeu Ciupak; Valter Feil; Werner Zielasko

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de mais de 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 20 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. No Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Nosso capital humano conta mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. A Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está presente em 25 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Programa “Eu Coopero com a Inclusão” chega a Londrina

sicredi uniao 07 10 2021Por meio de convênio assinado com a Apae Londrina, a Sicredi União PR/SP ativou o programa Eu Coopero com a Inclusão na Regional Norte da Cooperativa. Atualmente, o programa, criado em 2015, funciona nas cidades de Maringá e Nova Esperança e conta com 32 colaboradores oriundos das Apaes dessas cidades, todos registrados e com salários condizentes com as funções que exercem, entre elas, estão atendimento ao público, primeiros encaminhamentos dentro das agências, auxílio nos caixas eletrônicos e nas rotinas administrativas.

Treinamento e sensibilização - Em Londrina (PR), o programa irá inserir dez colaboradores nas sete agências da cidade. Taiane Andrade Boccato, coordenadora de Desenvolvimento Social da cooperativa, informa que os futuros colaboradores, que estão sendo selecionados pela Sicredi União PR/SP, passarão por sete meses de treinamento. Ao mesmo tempo, também os colaboradores das agências passarão por sensibilização para acolher os novos colegas de trabalho. “Eles são extremamente responsáveis com o trabalho, pontuais e dedicados. Eles valorizam essa oportunidade e se dedicam ao que fazem”, avalia Taiane.

Oportunidade - O interventor da Apae, Carlos Alberto Mariocato, comemora a celebração do convênio. “Conheço o programa e sempre quis que ele estivesse disponível também em nossa cidade. É uma grande alegria ter mais essa oportunidade para inserir nossos alunos no mercado de trabalho”, comentou.

Meta - Regiane Medeiros Rosa, diretora administrativa; e Wilmara Cayres Rios, diretora pedagógica da Apae, ressaltam a importância do trabalho para a autoestima dos alunos da instituição. “Nosso grande objetivo é inserir alunos que têm condições de exercer funções no mercado de trabalho”, comenta Wilmara Rios.

Trabalho - As diretoras informam que, atualmente, 20 alunos da Apae de Londrina trabalham em locais conveniados, como supermercados e a Santa Casa. A instituição atende a 330 alunos.

Vídeo institucional - Abaixo, o link do vídeo institucional do programa: https://www.youtube.com/watch?v=CSPvFsIJeUk. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIPRIME I: PIX agendado; nova funcionalidade permite programar transferências pelo aplicativo

uniprime I 07 10 2021Instantâneo e simples, o Pix inovou a forma de realizar pagamentos no Brasil. De acordo com as estatísticas do Banco Central, quase 300 milhões de transações via Pix já foram realizadas desde novembro de 2020 (mês do lançamento) até julho de 2021.

Prioridade - Na Uniprime, a prioridade é facilitar a vida do cooperado, deixando a funcionalidade cada vez mais completa. Desde o início de setembro, é possível agendar transferências Pix pelo App Uniprime Mobile Banking para diferentes contas. “O Pix agendado é uma nova funcionalidade do Aplicativo e do Internet Banking. Quando o cooperado for fazer um Pix com Chave, Manual, QR Code ou Copia e Cola, será apresentada uma opção de agendar o Pix. Caso deseje, poderá selecionar a data e um horário para a efetivação (09h00, 14h00 ou 19h00)”, detalha Everton José Santana, Analista de Negócios em TI da Uniprime.

Baixe - Gostaria de conferir a nova funcionalidade do Pix? Baixe gratuitamente o App (Android ou iOS) em seu celular ou tablet e comece a utilizar agora mesmo. (Imprensa Uniprime)

 

UNIPRIME II: Newsletter reúne diversas informações sobre a vida financeira

uniprime II 07 10 2021Com o objetivo de manter o cooperado informado e também de aprimorar sua experiência junto à instituição, a cooperativa lançou em agosto a Uniprime News, uma newsletter que reúne semanalmente as informações mais importantes sobre o mercado financeiro e também sobre a cooperativa.

Envio - A Uniprime News é enviada todas às sextas-feiras aos cooperados e, além do panorama econômico com os principais números do mercado, o boletim informativo traz também artigos sobre educação financeira, conta as novidades sobre a Uniprime, além de fornecer dicas de livros, filmes e seriados no espaço cultura. Tudo em um formato leve e fácil de acompanhar.

Link - Ainda não está recebendo a newsletter da Uniprime? Acesse https://www.uniprimebr.com.br/newsletter, faça seu cadastro e receba todas as edições! (Imprensa Uniprime)

 

CONAB: Estimativa indica aumento na produção de grãos na safra 2021/22, com previsão em 288,61 milhões de toneladas

conab 07 10 2021A nova safra brasileira de grãos deve apresentar uma recuperação no ano agrícola 2021/22. A estimativa é que o crescimento seja em torno de 14,2%, o que representa um acréscimo de 35,87 milhões de toneladas em relação ao volume obtido no ciclo anterior. Caso se confirme as previsões, a produção total deve ficar em 288,61 milhões de toneladas, atingindo um novo recorde para a agricultura nacional. As informações estão no 1º Levantamento da Safra Grãos 2021/22, divulgado nesta quinta-feira (07/10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Soja - A soja continua como o grande destaque dentre as culturas. A oleaginosa apresenta tendência de aumento tanto de área cultivada como de produção. De acordo com os dados levantados pela Companhia, a área a ser semeada tende a passar de 38,9 milhões de hectares para 39,91 milhões de hectares, um ligeiro acréscimo de 2,5%. De acordo com os dados da Conab, o plantio já teve início nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná. As atividades seguem em ritmo mais acelerado em comparação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que a produção atinja 140,75 milhões de toneladas, o que mantém o país como o maior produtor mundial do grão.

Milho - Já para o milho, a tendência é de recuperação nas produtividades. Além disso, os preços elevados do cereal no mercado incentivam o cultivo pelos produtores. Apenas para a primeira safra do cereal se espera um aumento de 1,6% na área plantada, podendo chegar a 4,41 milhões de hectares. A produtividade, neste primeiro momento, é estimada em 6.416 quilos por hectare, resultando em uma produção de 28,3 milhões de toneladas. No somatório para as três safras do produto, a Companhia espera uma produção de 116,3 milhões de toneladas.

Arroz e feijão - Importantes para o consumo diário dos brasileiros, a dupla arroz e feijão, de acordo com as estimativas iniciais, apresentam produções que garantem o abastecimento no mercado interno. Para o primeiro produto, a produção deve se manter relativamente estável em torno de 11,6 milhões de toneladas. Já a leguminosa, tende a apresentar um ligeiro crescimento de 0,8% na área a ser semeada na primeira safra. Como o produto é cultivado ao longo do ano, o volume é ajustado dentro do próprio ano safra. A estimativa é que a produção total de feijão chegue a 2,97 milhões de toneladas, somando-se as três safras.

Algodão - No caso do algodão é esperado um aumento de 10,2% na área plantada da cultura, totalizando 1,51 milhão de hectares cultivados. A produção de pluma tende a ser de 2,67 milhões toneladas, volume próximo ao registrado na safra 2018/19. Entre as culturas de inverno, destaque para o trigo. A safra 2021 ainda está sendo colhida, com índice de colheita chegando a 22,6%. O volume esperado para produção neste ano é de 8,19 milhões de toneladas.

Área - Para a nova safra 2021/22, a estimativa da área a ser cultivada no país é de 71,5 milhões de hectares, uma previsão de crescimento de 3,6% em relação ao registrado em 2020/21. Esse crescimento é impulsionado principalmente pelas culturas de soja e milho 2ª safra. Para este novo ano agrícola, o cultivo das culturas em sucessão à colheita das culturas de primeira safra soma cerca de 21,5 milhões de hectares. Com isso, para todas as culturas cultivadas para a produção de fibras e grãos, são utilizados cerca de 50 milhões de hectares.

Mercado - A partir deste levantamento, a Conab irá informar dois quadros de suprimentos para algodão, arroz, feijão e milho. Essa dupla informação será apresentada até o final da comercialização da safra 2020/21. No caso do milho, por exemplo, os dois quadros serão apresentados até fevereiro do próximo ano, quando se encerra a 3ª safra do cereal.

Cenário positivo - Em relação ao mercado externo, o algodão em pluma e a soja seguem com cenário positivo. Neste levantamento, a Companhia manteve o volume previsto de 2,1 milhões de toneladas para a exportação da fibra de algodão na safra 2020/21 e houve uma amena redução para os embarques previstos de soja para o período, que ficou estimado em 84,3 milhões de toneladas.

Queda - Mais especificamente sobre o milho, a partir dos efeitos do clima na produção e da reversão do destino de contratos de exportação para o mercado doméstico, a expectativa é de queda nas exportações em relação ao ano safra anterior, sendo mantida a estimativa de 22,0 milhões de toneladas exportadas do grão. Da mesma forma, a projeção de importação manteve-se inalterada em 2,3 milhões de toneladas.

Trigo - Quanto ao trigo, a Companhia espera aumento de produção aliado ao incremento do consumo interno em 3,8% para esta nova safra. O cenário é favorável, de modo que os estoques de passagem estarão em níveis mais confortáveis, sendo que a previsão é que fechem o ano em 1,09 milhões de toneladas, apresentando uma clara tendência de recomposição após duas safras de volumes reduzidos.

Preços pagos aos produtores - Em relação aos preços pagos aos produtores nas principais praças, observou-se, no mês de setembro em comparação com o mês de agosto, uma redução de 2,0% para o arroz no RS, queda de 6,1% nas cotações do feijão cores SP e estabilidade no feijão preto PR. Preços estáveis também para o trigo no PR e soja no MT e no PR. Em MT, foi registrado queda de 7,8% nos valores de milho e um ligeiro aumento de 1,4% nos preços do algodão.

Monitoramento da soja - Durante o webinário sobre 1º Levantamento da safra de Grãos, a Conab também apresentou os resultados do trabalho de mapeamento da soja nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rondônia. Realizada em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a iniciativa visa aprimorar a metodologia da estimativa da Conab.

Mapeamento - A expectativa é que a Companhia realize o mapeamento da oleaginosa da safra 2021/22 nas regiões produtoras do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba). (Conab)

Clique aqui para mais informações do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022.

FOTO: Banco de Imagens CNH

 

IBGE: Estimativa de setembro prevê safra de 250,9 milhões de toneladas em 2021

ibge 07 10 2021A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 250,9 milhões de toneladas em 2021, de acordo com a estimativa de setembro do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (07/10) pelo IBGE. É o sexto mês consecutivo de queda na estimativa mensal. Com o resultado de setembro, a produção deve ficar 1,3% abaixo da obtida em 2020, que atingiu o recorde de 254,1 milhões de toneladas.

Falta de chuvas - O gerente da pesquisa, Carlos Barradas, explica que o declínio da produção de grãos se deve, principalmente, à falta de chuvas em estados produtores, o que prejudicou o milho. “O país vive uma crise hídrica. A quantidade de chuvas está muito abaixo do que normalmente é esperado. A soja, por ter sido plantada e colhida com atraso, diminuiu a ‘janela de plantio’ da segunda safra do milho, que vem logo depois da colheita dela. Por isso ficou mais dependente de boas condições climáticas e, como as chuvas não vieram, houve redução na produção dessa safra”, diz o pesquisador.

Geadas - Além da falta de chuvas, Barradas cita a ocorrência de geadas em outras áreas produtoras do milho. “O clima do Sul, diferentemente do Centro-Oeste, é mais instável. Neste ano, o inverno foi mais rigoroso e o Paraná, por exemplo, foi atingido por geadas, o que prejudicou as lavouras do estado”, afirma. Além do estado sulista, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul também tiveram perdas na produção da segunda safra do grão por causa do clima frio.

Redução - Com isso, ao totalizar 86,3 milhões de toneladas, o milho deve ter a sua produção reduzida em 16,4% em relação ao total colhido no ano passado. Para a segunda safra, que representa 70,2% da produção total do milho, a estimativa é de que a produção caia 21,0%. Já em relação à estimativa anterior, divulgada no mês passado, o declínio é de 2,0%, causado pela queda na produção de alguns estados, como Goiás (-3,5%), Paraná (-6,7%), São Paulo (-24,1%) e Minas Gerais (-10,1%).

Área plantada - “A área plantada da segunda safra do milho no país cresceu 8,5% em relação ao ano passado, ou seja, o produtor plantou mais e mesmo assim perdeu 21,0% na produção”, diz Barradas. O milho, o arroz e a soja são os três principais produtos do grupo de grãos. Somados, representam 92,4% da estimativa da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida.

Cana-de-açúcar - Outra cultura que sofreu declínio frente ao ano anterior foi a cana-de-açúcar, cuja produção deve chegar a 628,5 milhões de toneladas (-7,3%). O gerente da pesquisa explica que o clima seco que atingiu as regiões produtoras neste ano prejudicou os canaviais. “A maior parte da produção da cana-de-açúcar não tem irrigação. Então é uma cultura que sente muito a falta de água e por isso foi bastante afetada pelo clima”, diz Barradas.

Regiões produtoras - Principal produtor da cana-de-açúcar no país, São Paulo deve responder por quase metade (49,9%) do total produzido, ao atingir 313,6 milhões de toneladas. No Paraná, a estimativa da produção caiu 1,7% em setembro, enquanto, no Nordeste, aumentou 1,4% em relação a agosto. A região é responsável por 8,6% da produção nacional, com crescimento de 3,1% frente ao ano anterior, o que representa 724,9 mil toneladas a mais.

Laranjas - O clima seco em São Paulo também prejudicou a produção de laranjas. Frente ao ano passado, a produção dessa fruta deve ficar 13,8% menor, ao chegar a 13,6 milhões de toneladas. A queda em São Paulo, que responde por 70,7% da produção nacional da laranja, deve ser de 18,9%. Com isso, a estimativa é de que o país produza 332,7 milhões de caixas de 40,8 kg, queda de 7,2% em relação ao previsto no mês anterior.

Soja - Já a estimativa de produção da soja segue aumentando. Em 2021, esse grão deve atingir o recorde de 134,0 milhões de toneladas, aumento de 0,2% frente à previsão anterior e de 10,3% na comparação com o total produzido no ano passado. “O destaque da produção brasileira de 2021 é, de longe, a soja. O dólar continua elevado e os preços das commodities continuam bons. Isso incentiva a agricultura do país, já que boa parte dela é voltada para a exportação”, analisa.

Recuperação do RS - O resultado positivo é relacionado, especialmente, à recuperação da produção do Rio Grande do Sul, que cresceu 80,8% em relação ao ano anterior, quando as lavouras desse estado foram atingidas por um longo período de estiagem. Outros estados que se destacaram no aumento da produção da soja na estimativa de setembro foram Mato Grosso (0,9%) e Rio Grande do Sul (0,1%).

Trigo - A produção do trigo também deve superar o total colhido no ano passado, apesar do declínio de 0,6% em relação à última estimativa. A commodity deve chegar à produção de 8,1 milhões de toneladas, aumento de 31,0% frente a 2020. “Essa é uma produção muito boa. O trigo está agora em campo e o clima tem ajudado. O Paraná e o Rio Grande do Sul são os principais estados produtores do trigo e tem chovido por lá”, completa Barradas.

Produções do Centro-Oeste e do Sudeste devem cair em 2021 - Duas das cinco grandes regiões devem sofrer declínio de produção neste ano. O Centro-Oeste, que responde por 45,7% da produção nacional de grãos, deve ter a sua produção reduzida em 5,8%. Em 2020, a região chegou a produzir 121,7 milhões de toneladas, enquanto em 2021, deve atingir 114,7 milhões. Já a produção do Sudeste deve cair 2,6% frente ao total do ano passado, quando totalizou 25,7 milhões de toneladas.

Acréscimo - O Sul (5,4%), Nordeste (1,7%) e Norte (1,3%) devem ter acréscimo em suas produções. Entre as unidades da Federação, Mato Grosso lidera, com uma participação de 28,5% na produção total do país, seguido pelo Rio Grande do Sul (15,0%), Paraná (13,3%), Goiás (9,2%), Mato Grosso do Sul (7,7%) e Minas Gerais (6,1%), que, somados, representam 79,8% do total nacional.

Primeiro diagnóstico - O primeiro prognóstico do IBGE para a produção de grãos da safra 2022 será divulgado no dia 11 de novembro. O segundo e o terceiro prognósticos estão previstos para os dias 9 de dezembro deste ano e 11 de janeiro de 2022, respectivamente.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - LSPA - fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o País. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no SIDRA. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: AgroBrazil

 

SILVICULTURA: Florestas plantadas no Brasil somam 9,3 milhões de hectares em 2020

silvicultura 07 10 2021A área estimada de florestas plantadas no Brasil totalizou, em 2020, 9,3 milhões de hectares, dos quais 70,6% concentrados nas regiões Sul e Sudeste. As áreas com cobertura de eucalipto corresponderam a 80,2% das florestas plantadas para fins comerciais no país. Enquanto 44,3% das áreas de eucalipto concentraram-se na Região Sudeste, no Sul observou-se predominância de florestas de pinus, correspondentes a 84,6% do total.

Pesquisa - Os dados são da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs 2020), divulgada nessa quarta-feira (06/10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Produção primária - Em 2020, o estudo identificou registro de produção primária florestal em 4.868 municípios, que, juntos, somam R$ 23,6 bilhões em valor de produção, o que representou crescimento de 17,9% em relação a 2019. Esse resultado reflete a recuperação do setor, que, em 2019, recuou 2,7%, interrompendo uma série de três anos de crescimento.

Participação - Segundo o IBGE, a silvicultura ampliou sua participação no valor da produção primária florestal (79,8%) frente ao extrativismo vegetal (coleta de produtos em matas e florestas nativas), que passou a responder por 20,2% desse total. A participação dos produtos madeireiros segue preponderante no setor da silvicultura, representando 90,1% do valor da produção florestal.

Carvão vegetal - Entre os produtos madeireiros da silvicultura houve crescimento do valor da produção em todos os grupos, sendo mais acentuado no carvão vegetal (37,8%). A madeira em tora aumentou 18,3%, com destaque para a madeira destinada à fabricação de papel e celulose que cresceu 25,6%. A lenha teve aumento de 6,3%.

Representatividade - Enquanto os produtos madeireiros respondem pela quase totalidade do valor da produção da silvicultura, na extração vegetal esse grupo representa 60,3%, seguido pelos alimentícios (31,6), ceras (5,3%), oleaginosos (2,2%).

Não madeireiros - Segundo o levantamento, entre os produtos extrativos não madeireiros, o açaí, com R$ 694,3 milhões, e a erva-mate, com R$ 559,7 milhões, são os que mais geram valor de produção.

Produção nacional - As regiões Sul e Sudeste concentram grande parte da produção florestal do país. Juntas, elas responderam por 69,6% do valor da produção nacional, impulsionadas, principalmente, pelo setor de florestas plantadas. Minas Gerais continua registrando o maior valor da produção para esse segmento, atingindo R$ 6 bilhões em 2020, o que significa 32,1% do valor da produção nacional da silvicultura, seguido pelo Paraná, com R$ 4,2 bilhões.

Municípios - “Entre os municípios, Telêmaco Borba (PR) apresentou o maior valor da produção florestal primária em 2020, com R$ 568 milhões, assumindo a primeira posição no ranking nacional. Das 20 municipalidades do país com os maiores valores de produção florestal, 17 sobressaem na exploração de florestas plantadas, e as demais, no extrativismo. Cruz Machado (PR), além da silvicultura, destacou-se na extração de erva-mate, e Limoeiro do Ajuru (PA), além do extrativismo madeireiro, distinguiu-se na extração de açaí. Colniza (MT) foi destaque na extração da madeira em tora”, informou o IBGE. (Agência Brasil)

FOTO: Wenderson Araújo / CNA / Trilux

 

ECONOMIA I: Banco Mundial eleva expectativa de crescimento econômico do Brasil

economia I 07 10 2021O Banco Mundial divulgou, nessa quarta-feira (06/10), que a economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021. Uma estimativa mais otimista que os 4,5% de incremento que a instituição projetava para o país em junho deste ano.

Melhora - “A economia brasileira melhorou muito e, provavelmente, [o crescimento] chegará a 5,3% este ano”, declarou o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, William Maloney, que também lembrou que, em 2020, a atividade econômica no Brasil recuou 4,1%.

Antes da crise - “É importante enfatizar que a região, de modo geral, e incluindo o Brasil, já não tinha um bom desempenho antes da crise” acrescentou o economista-chefe ao destacar que incertezas políticas são capazes de afetar os investimentos e, consequentemente, o crescimento econômico de qualquer nação.

Aquém - Apesar da melhora em relação aos últimos meses, a perspectiva de crescimento da economia brasileira ficou aquém da projeção para o conjunto dos países latino-americanos e caribenhos, que o Banco Mundial estima que devem crescer, em média, 6,3% este ano – graças, principalmente, a aceleração da vacinação contra o novo coronavírus e a queda das mortes por covid-19.

Próximos anos - Já em 2022 e em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve avançar, respectivamente, 1,7% e 2,5% - percentuais também menores que as expectativas para toda a América Latina e Caribe, que a instituição estima que crescerá 2,8%, em 2022, e 2,6%, em 2023.

Problemas estruturais de longo prazo - “Precisamos nos concentrar nos problemas estruturais de longo prazo. Além de reduzir as incertezas no curto prazo”, propôs Maloney ao detalhar o relatório semestral em que o Banco Mundial apresenta um panorama econômico de toda a região, com ênfase nas perspectivas pós-pandemia.

Vacinação - “A boa notícia é que, com o ritmo mais acelerado de vacinação e a redução do número de mortes pela covid-19, a região está pouco a pouco saindo da crise e voltando a crescer. Apesar disto, e mesmo com alguns setores emergentes, a recuperação ainda é mais fraca do que esperávamos. A projeção de crescimento regional de 6,3% é insuficiente para reverter a queda de 6,7% de 2020, reativar as economias e reduzir a pobreza. Há países crescendo mais, outros menos, mas, na média, ainda não estamos recuperando o que foi perdido”, comentou Maloney.

Pobreza - No relatório, o Banco Mundial afirma que, considerando a média regional, os índices de pobreza (medidos com base em uma renda domiciliar per capita de até US$ 5,50 por dia) aumentaram de 24% para 26,7% em toda a América Latina e Caribe. O que representa “o patamar mais alto em décadas”. Em parte devido aos “devastadores” custos sociais da pandemia.

Educação - “Os estudantes da região perderam de um a um ano e meio de aprendizado, e a queda no Índice de Desenvolvimento Humano [IDH] da ONU superou aquela verificada durante a crise financeira [global, de 2008]. Uma boa notícia é que a campanha de vacinação vem ganhando força nos últimos seis meses e, embora ainda esteja longe dos índices almejados, já tem gerado uma redução nas mortes por covid-19 na maioria dos países”, enfatiza o relatório.

Pressão inflacionária - Para o Banco Mundial, além de vacinar a população para evitar o surgimento de variantes do novo coronavírus, o mundo deve conter a pressão inflacionária global e os elevados níveis de dívida do setor privado; dirimir eventuais incertezas a respeito da solidez do setor bancário e atentar para o crescente déficit orçamentário e para o aumento da dívida pública em função dos investimentos que os governos tiveram que assumir para proteger famílias e empresas durante a pandemia. (Agência Brasil)

FOTO: Gerd Altmann / Pixabay

 

ECONOMIA II: Poupança tem retirada líquida de R$ 7,72 bilhões em setembro

economia II 07 10 2021A alta da inflação e a proximidade do fim do auxílio emergencial fizeram a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrar o segundo mês seguido de retiradas. Em setembro, os brasileiros sacaram R$ 7,72 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança, informou nessa quarta-feira (06/10) o Banco Central (BC).

Maior retirada líquida - Essa foi a maior retirada líquida registrada para meses de setembro desde o início da série histórica, em 1995. Na comparação mês a mês, a retirada foi a maior desde janeiro deste ano, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 18,15 bilhões.

Acumulado - Com o desempenho de setembro, a poupança acumula retirada líquida de R$ 23,35 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Essa é a maior retirada acumulada para o período desde 2016, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 50,54 bilhões.

Ano passado - No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia da covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 2,02% nos 12 meses terminados em setembro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 10,59%.

IPCA - O IPCA cheio de setembro será divulgado nesta sexta-feira (08/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Perda - Mesmo rendendo mais nos últimos meses, a poupança continua a perder da inflação, por causa de dois fatores. O primeiro são os juros reais negativos (abaixo da inflação). Recentemente, a taxa Selic (juros básicos da economia) foi elevada para 6,25% ao ano. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos, dos combustíveis, da energia elétrica e do dólar, que continuarão a pressionar a inflação no segundo semestre.

Projeção - Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 8,51% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 4,375% este ano, caso a Selic permanecesse em 6,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). (Agência Brasil)

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MERCADO FINANCEIRO: Dólar e bolsa fecham estáveis com trégua nos Estados Unidos

A expectativa de um acordo que destrave as negociações para o orçamento dos Estados Unidos em 2022 deu uma trégua ao mercado financeiro. O dólar, que chegou a ultrapassar R$ 5,53 no início da tarde dessa quarta-feira (06/10), desacelerou no fim da tarde e fechou abaixo de R$ 5,50. A bolsa de valores encerrou com estabilidade pelo segundo dia consecutivo.

Cotação - O dólar comercial fechou essa quarta-feira vendido a R$ 5,486, com leve alta de 0,02%. A cotação continua no valor mais alto desde 23 de abril (R$ 5,497), mas a alta poderia ser maior não fosse a redução das pressões do mercado norte-americano nas horas finais de negociação.

Alta acumulada - A moeda norte-americana acumula alta de 2,18% na semana. Até o momento, a divisa subiu 5,73% em 2021.

Ações - No mercado de ações, o dia foi parecido. O índice Ibovespa, da B3, caiu durante quase toda a sessão, mas aproximou-se da estabilidade perto do encerramento e fechou em 110.560 pontos, com alta de 0,09%. O indicador acumula queda de 7,11% em 2021.

Declaração - No meio da tarde, o líder republicano no Senado norte-americano, Mitch McConnell, disse que o partido, de oposição ao governo de Joe Biden, votaria a favor de uma extensão do teto da dívida pública dos Estados Unidos até dezembro. O anúncio tranquilizou os investidores, ao adiar um shutdown (paralisação) da máquina pública na maior economia do planeta.

Brasil - No Brasil, o dólar iniciou o dia em alta e a bolsa caiu após a divulgação da queda de 3,1% nas vendas do varejo em agosto, na comparação com o mês anterior. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a recuperação econômica pode estar chegando ao fim.

BC - Pela manhã, o Banco Central (BC) leiloou US$ 700 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro, para segurar a alta da moeda norte-americana. Desde a semana retrasada, o BC tem feito esse tipo de operação, considerada uma intervenção discreta no câmbio. No fim da tarde, o órgão anunciou a rolagem (renovação) de US$ 9,9 bilhões de contratos de swap cambial que venceriam em janeiro de 2022. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO I: Aprovado no Senado, marco legal das ferrovias segue para a Câmara

legislativo 10 07 2021O Plenário do Senado aprovou, na terça-feira (05/10), o substitutivo ao projeto que cria o marco legal das ferrovias brasileiras (PLS 261/2018), com alterações realizadas em Plenário. Ficam prejudicados o projeto e as demais emendas. O texto trata de novos instrumentos de outorga para ferrovias em regime privado, com participação mínima do Estado, tanto em nível federal, quanto estadual e municipal, e contém ainda definições técnicas para harmonizar a legislação do setor.

Câmara - Do senador licenciado José Serra (PSDB-SP) e relatada pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), a matéria segue agora para a análise da Câmara dos Deputados. O senador Jean Paul já havia lido o relatório na última quarta-feira (29/09), quando a matéria deveria ter sido votada. O projeto, no entanto, teve a sua votação adiada para terça, quando foi aprovado em Plenário.  

Inovações - O texto traz inovações para o setor, como o estabelecimento de princípios da política setorial e diretrizes para a expansão do setor ferroviário. Na justificativa do projeto, Serra diz que buscou incorporar à legislação "mecanismos que permitirão maior integração e parcerias entre o poder público municipal e as administrações ferroviárias, a fim de mitigar e suprimir tanto os conflitos causados pelos cruzamentos em nível, quanto a carência de fontes de financiamento”.

Ferramentas - Jean Paul apontou que, com a ampliação das formas de regular a exploração de ferrovias, “estamos propiciando ao Estado brasileiro ferramentas de múltiplo uso, para qualquer que seja o ministro ou governo utilizar da melhor forma possível”. Uma inovação que vem do projeto original, segundo destacou o relator, é a possibilidade de o poder público instituir contribuição de melhoria decorrente da implantação da ferrovia. Essa receita será arrecadada junto aos moradores de imóveis lindeiros ao projeto e comporá as fontes de financiamento do empreendimento, de forma a reduzir os custos de implantação e, consequentemente, os preços que virão a ser cobrados dos usuários.

Principal novidade - Mantido no substitutivo de Jean Paul, o uso da modalidade da autorização para a construção de novas ferrovias é a principal novidade do projeto. Nesse modelo, o poder público possibilita que o particular assuma o risco da operação ferroviária investindo em projetos de seu interesse. A proposta é diversa da concessão, na qual o investimento é bancado pelo Estado, buscando o atendimento dos seus interesses estratégicos.

Espaço - O relator destacou que, com a autorização da exploração de ferrovias, o projeto reconhece que há um grande espaço para que essa modalidade de outorga possa propiciar aos investidores uma maior latitude para conceber, viabilizar, construir e operar infraestrutura ferroviária em regime privado, ao mesmo tempo em que se obrigam a assumir todos os investimentos e todos os riscos do negócio, e se sujeitam à regulação setorial aplicável, garantida a segurança operacional. “Estamos votando uma lei geral das ferrovias, incluindo a autorização no mundo das ferrovias. É importante destacar também que a autorregulação não vai se sobrepor às leis”, afirmou o senador.

Destaques - Segundo Jean Paul, o texto final foi escrito “por várias mãos”, incluindo representantes do governo e da iniciativa privada. Ele elogiou a participação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na construção do relatório. Além das emendas já acatadas, o relator aceitou fazer mais algumas alterações no texto final, diante das negociações em Plenário.

Mudanças - O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu algumas mudanças no texto, por meio de destaques. Ele pediu a retirada de um artigo que permitia mais 24 meses para o reequilíbrio econômico de concessionárias que enfrentaram dificuldades na pandemia do coronavírus. O argumento do governo era que as concessionárias ferroviárias tiveram produção recorde, mesmo durante a pandemia. Por acordo, o texto final reduziu o prazo para 12 meses.

Direito de preferência - Outro ponto questionado pelo governo foi o artigo que previa o direito de preferência nas autorizações, nos primeiros cinco anos da lei, para os atuais concessionários de ferrovias. De acordo com Bezerra, a medida prejudicaria o Nordeste, principalmente o estado de Pernambuco. Ele disse temer atrasos nos investimentos em ferrovias na região. Jean Paul Prates manteve o prazo de cinco anos, mas alterou o texto para excetuar as autorizações em andamento, como forma de evitar qualquer atraso de investimentos nas ferrovias do Nordeste.

Trabalho - O senador Zequinha Marinho (PSC-PA) exaltou o fato de o relator ter trabalhado “muito e por muito tempo”. Ele sugeriu uma alteração na parte que trata da minuta das condições de financiamento, para deixar o texto mais “claro e simples”. Jean Paul acatou a sugestão e disse que iria fazer a alteração no texto a ser enviado para a Câmara.

Direito - O relator também acatou mudanças para prever o direito de passagem restrito às concessões e não às autorizações. Jean Paul, no entanto, alertou que a questão poderá ser judicializada, com empresas conseguindo o acesso às ferrovias por meio da Justiça. O PDT também apresentou um destaque para retirar a permissão de uma concessão ser transformada em autorização. O relator, porém, rejeitou esse destaque.

Elogios - O vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que presidia a sessão, destacou a competência do relator. Segundo o senador Carlos Viana (PSD-MG), o projeto é um dos mais importantes votados no Senado neste ano. Carlos Portinho (PL-RJ) também elogiou a iniciativa do projeto e o relatório final. José Aníbal (PSDB-SP) destacou que a matéria nasceu da vontade de José Serra em criar esperança e oportunidades para o país. Ele disse que o principal mérito do projeto é permitir a ampliação da malha ferroviária, trazendo investimentos e gerando renda para os brasileiros. Soraya Thronicke (PSL-MS) afirmou que a proposta é muito importante para seu estado e vai incrementar o agronegócio de todo o país. Ela ainda elogiou os senadores José Serra e Jean Paul.

União - “Estamos unidos naquilo que realmente é importante para o país. O que nos une é maior do que o que pode nos desunir”, declarou a senadora.

Diálogo - Na visão de Wellington Fagundes (PL-MT), o texto final é fruto do diálogo e do trabalho árduo de Jean Paul. O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) também elogiou o trabalho do autor e do relator da matéria. Para o senador, a matéria é importante para todo o Brasil. Na visão do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), o projeto vai permitir a regulação do mercado, com o acompanhamento das agências, e favorecer a competitividade. O senador Dário Berger (MDB-SC), presidente da Comissão de Infraestrutura (CI), classificou o projeto como “extremamente importante”. Para o senador, trata-se de um passo importante para o desenvolvimento do país e para a geração de empregos.

Estímulo - “O estímulo para outros modais precisa ser visto com bons olhos. Esse projeto pode atrair investimentos privados, diminuir a burocracia e ampliar a competitividade para o país”, afirmou Berger.

Críticas - Apesar dos elogios de muitos senadores, o texto também recebeu críticas. A senadora Kátia Abreu (PP-TO) criticou o prazo dado para “reequilíbrio econômico para quem teve lucro” e o direito de preferência para novas autorizações por cinco anos para os atuais concessionários ferroviários. Outro ponto que mereceu ressalva da senadora foi a possibilidade de autorregulação para o setor. Ela defendeu o regime de autorizações, mas disse que o substitutivo não “tem mais nada a ver com o original de José Serra”. “Assim como o relator estudou, eu também estudei. Sou mulher, mas estudei!”, desabafou a senadora, que apesar das críticas concordou com a aprovação da matéria. (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Aprovado projeto que prorroga incentivos fiscais a empresas por até 15 anos

legislativo II 07 10 2021O Senado aprovou, nessa quarta-feira (06/10), o projeto de lei complementar (PLP) 5/2021 que prorroga até 2032 incentivos fiscais concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal para empresas no âmbito da guerra fiscal entre essas unidades federativas resolvida pela Lei Complementar 160/2017. Aprovado com 67 votos favoráveis, três votos contrários e uma abstenção, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.

Beneficiados - O setor de comércio atacadista e empresas que desenvolvem atividades portuárias e aeroportuárias e operações interestaduais com produtos agropecuários estão entre os beneficiados pela proposta. A guerra fiscal é resultado da concessão unilateral de isenções e benefícios fiscais do ICMS por parte de estados que buscam atrair investimentos para seus territórios.

15 anos - Relatado pela senadora Rose de Freitas (MDB-ES), o projeto altera a Lei Complementar nº 160, de 2017, para permitir a prorrogação, por até 15 anos, das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) destinados à manutenção ou ao incremento das atividades comerciais - desde que o beneficiário seja o real remetente da mercadoria, às prestações interestaduais com produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura e à manutenção ou ao incremento das atividades portuária e aeroportuária vinculadas ao comércio internacional, incluída a operação subsequente à da importação, praticada pelo contribuinte importador.

Atividades - O projeto contempla atividades agropecuária e industrial, inclusive agroindustrial, e ao investimento em infraestrutura rodoviária, aquaviária, ferroviária, portuária, aeroportuária e de transporte urbano, templos de qualquer culto e entidades beneficentes de assistência social; atividades portuária e aeroportuária vinculadas ao comércio internacional, incluída a operação subsequente à da importação, praticada pelo contribuinte importador; atividades comerciais, desde que o beneficiário seja o real remetente da mercadoria; e operações e prestações interestaduais com produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura.

Emenda rejeitada - A relatora rejeitou emenda 1 de Plenário, do senador Esperidião Amin (PP-SC), que buscava aprimorar a redação do artigo 30 da Lei nº 12.973, de 2014, para afastar qualquer objeção por parte do Fisco federal de que os incentivos e os benefícios fiscais relativos ao ICMS concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal são considerados subvenções para investimento, e como tal, desonerados do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Cofins).

Retorno do projeto - Embora meritória, ressaltou a relatora, a aprovação da emenda provocaria o retorno do projeto à Câmara dos Deputados, o que é desaconselhável ante a urgência de retomar os benefícios fiscais para o setor agropecuário extintos em 31 de dezembro de 2020. Ademais, os entraves erigidos pela fiscalização federal já vêm sendo majoritariamente afastados na fase recursal administrativa, justificou a relatora ao rejeitar a emenda.

Retirada - Esperidião Amin chegou a defender a emenda em Plenário, mas desistiu e retirou o destaque, diante da urgência para a votação do projeto defendida por vários senadores.

Primeira necessidade - Em seu relatório, Rose de  Freitas (MDB-ES) ressalta que a aprovação do projeto é de extrema relevância, pois os benefícios fiscais permitem o acesso a bens de primeira necessidade por preços reduzidos, tendo em vista que os benefícios fiscais são repassados ao preço, beneficiando o consumidor final em toda a cadeia de abastecimento.

Incremento na arrecadação - “A concessão de incentivos fiscais não constitui renúncia de receitas (fiscal), visto que os Estados nunca tiveram a receita correspondente, pelo contrário, em razão da concessão dos incentivos é que os Entes Federados atraíram empresa e consequentemente tiveram forte incremento na arrecadação do ICMS”, destaca a relatora.

Receitas - Rose de Freitas registrou, ainda, que a prorrogação das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao ICMS destinados à manutenção ou ao incremento das atividades comerciais não afetarão as receitas da União, tampouco dos estados.

Orçamento público - “Pelo contrário, o fim dos incentivos do comércio fará um êxodo das empresas para os grandes centros econômicos onde estão instaladas as indústrias. Nesse sentido, a prorrogação do prazo do benefício fiscal não acarreta impacto no orçamento público, visto que os benefícios já foram computados nos atuais orçamentos das unidades federadas. Ressalta-se que muitos incentivos fiscais têm sido prorrogados. Só o Confaz prorrogou mais de 228 incentivos em 2020, além da, extensão dos incentivos ao terceiro setor, o que aumenta a necessidade de equidade para outros setores da economia como o comércio” justificou a relatora.

Discussão - Antes da votação do projeto, o senador José Aníbal (PSDB-SP) defendeu a realização de debate na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para aprofundar discussão sobre a matéria, aprovada na Câmara em 28 de setembro.

CAE - “O projeto renova incentivos fiscais, não vou me estender sobre essa questão que o Parlamento mais fala e menos faz, que é a reforma tributária, que não avança. Avança a guerra fiscal. Do ponto de vista fiscal, acho que o projeto não acrescenta, mas, de qualquer maneira, gostaria que esse debate fosse levado à CAE. São Paulo está sempre na mira dos subsídios e da guerra fiscal, que é uma corrida para o fundo, não é para a frente e nem para o alto. São Paulo não quer prejudicar ninguém. Sou um brasileiro que moro em São Paulo e admiro o Brasil em seu conjunto”, afirmou.

Adiamento - A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) também defendeu o adiamento do projeto para a realização de debate na CAE, assim como o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), relator da reforma tributária no Senado. “Esse assunto deveria estar sendo discutido no bojo da reforma tributária. Não tem sentido discutir prolongamento de prazo de ICMS se o ICMS vai ser extinto”, afirmou Roberto Rocha. 

Necessidade - O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), por sua vez, destacou que os estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste precisam dos incentivos fiscais para o desenvolvimento.

Votação - O senador Otto Alencar (PSD-BA) também cobrou a votação da proposição em Plenário. “O projeto tem efeito imediato, a PEC da Reforma Tributária é um processo mais seletivo, isso aqui é fundamental para os estados em desenvolvimento, não dá para adiar, são benefícios vinculados ao ICMS destinados à manutenção de incremento de atividades comerciais, sem isso vamos ter dificuldades. Não teve estado mais beneficiado do que São Paulo na renegociação de sua dívida de 200 bilhões de reais. Nós, do Nordeste, queremos também essas condições de benefício fiscal para os estados poderem se desenvolver e preservar empregos. Proponho que não seja adiada a votação, vamos para o voto”, afirmou.

Um dos grandes males - O senador Eduardo Braga (MDB-AM) destacou que a guerra fiscal é um dos grandes males do país. “Porém, na ausência de um plano de desenvolvimento nacional, vedar a possibilidade de estados mais pobres poderem atrair investimentos é legá-los ao desemprego, falta de renda e de perspectiva. Nós precisamos ter responsabilidade federativa”, afirmou.

Desafio - O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) registrou que a reforma tributária vem sendo discutida há mais de dez anos, e destacou que o desafio do Distrito Federal é mudar a matriz econômica para geração de mais empregos. “O projeto tem que ser votado, é urgente, o setor do comércio atacadista precisa resolver isso, faço apelo para que volte favoravelmente ao projeto”, afirmou.

Defesa - Em resposta aos senadores, Rose de Freitas disse que compreendia todas as manifestações contrárias ao projeto, mas defendeu a votação do texto. “Não se trata de salvar algum e prejudicar o outro, mas olhar o Brasil com responsabilidade. Não foi votada ontem [terça-feira] por causa do quórum baixo. O Brasil tem pressa, que a gente vote”, concluiu. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 530 mortes por Covid-19 em 24 horas

O Brasil registrou mais 17.893 casos de covid-19 e 530 mortes em 24 horas, segundo registra a atualização epidemiológica divulgada pelo Ministério da Saúde na noite dessa quarta-feira (06/10). No balanço geral, o país teve 21.516.967 casos de covid-19, com 599.359 óbitos, desde o início da pandemia.

Recuperação - A taxa de recuperação é de 95,5%, mais de 20,5 milhões de pessoas são consideradas livres da infecção pelo novo coronavírus.

Casos ativos - O boletim mostra, ainda, 362.672 casos ativos de covid-19, que estão sob cuidados médicos e foram informados ao Sistema Nacional de Saúde (SUS).

Investigação - Há 3.122 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque, em muitos casos, a análise sobre a causa da morte continua mesmo após o óbito.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado, estão São Paulo (150.401), Rio de Janeiro (66.741), Minas Gerais (54.840), Paraná (39.367) e Rio Grande do Sul (34.976). Os estados que menos registraram mortes por covid-19 foram o Acre (1.839), o Amapá (1.986) e Roraima (2.003).

Vacinação - Segundo o painel nacional de vacinação do Ministério da Saúde, 243.589.234 doses de imunizantes ofertados pelo SUS foram aplicadas. Destas, 148,28 milhões são relativas à primeira dose do ciclo vacinal, enquanto 95,30 milhões são referentes à segunda dose ou dose única.

Distribuição - Foram distribuídas para os estados 301 milhões de doses de vacina contra a covid-19. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Secretaria divulga mais 1.712 casos e 52 mortes pela Covid-19 no Paraná

saude II 07 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa terça-feira (06/10) mais 1.712 casos confirmados e 52 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.515.417 casos confirmados e 39.151 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de outubro (518), setembro (832), agosto (175), julho (68), junho (82), maio (36), abril (1) de 2021.

Meses - Os óbitos divulgados nesta data são de outubro (31), setembro (11), agosto (4), julho (3), junho (1), maio (1) e abril (1) de 2021.

Internados - 588 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 462 pacientes em leitos SUS (272 em UTI e 190 em leitos clínicos/enfermaria) e 126 em leitos da rede particular (71 em UTI e 55 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.191 pacientes internados, 694 em leitos UTI e 497 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 52 pacientes. São 23 mulheres e 29 homens, com idades que variam de 27 a 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de abril a 5 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (12), Londrina (7), Cascavel (4), Ponta Grossa (3) e Colombo (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Uraí, Umuarama, Três Barras do Paraná, São José dos Pinhais, Santo Antônio da Platina, Santa Terezinha de Itaipu, Realeza, Porto Amazonas, Pitangueiras, Nova Laranjeiras, Marumbi, Maringá, Mandaguaçu, Laranjeiras do Sul, Ibiporã, Guaíra, Faxinal, Cruz Machado, Chopinzinho, Campo Largo, Boa Vista da Aparecida, Bituruna, Barracão e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.096 casos de residentes de fora do Estado, 216 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Sesa distribui 583,6 mil vacinas contra a Covid-19 nessa quarta-feira

saude III 07 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou a distribuição de mais 583.660 vacinas contra a Covid-19 nesta quarta-feira (06/10). Os imunizantes foram descentralizados do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para as 22 Regionais de Saúde e serão usados para aplicação de segundas doses (D2) e dose reforço (DR).

Quantidades - São 225.410 vacinas da CoronaVac/Butantan e 196.790 doses da AstraZeneca, ambas integralmente para segunda dose, e 161.460 da Pfizer/BioNTech, sendo 141.570 para D2 e 19.890 DR de trabalhadores da saúde.

Pautas - As doses para D2 referem-se às 31ª, 33ª, 35ª, 36ª e 51ª pautas do Ministério. Dentre os imunizantes estão dez doses da CoronaVac doadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

Logística - A logística de distribuição dos imunizantes ocorre por meio terrestre para as regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Apucarana, Ivaiporã e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais mais distantes da Capital: Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo.

Descentralização - Este é a segunda distribuição de vacinas pela Sesa somente nesta semana. Na segunda-feira (04/10), a pasta já havia descentralizado 390.880 imunizantes para as Regionais, sendo 194.250 vacinas para D2, 19.960 para primeira dose (D1) e 176.670 para DR. Somando o envio desta quarta-feira (6), 974.540 imunizantes foram distribuídos em três dias.

Novas doses- O Ministério da Saúde já confirmou o envio de mais 124.020 vacinas da Pfizer/BioNTech ao Paraná nesta quinta-feira (7). As doses devem chegar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10, no voo LA4721. Os imunizantes fazem parte da 57ª pauta de distribuição e devem ser destinados integralmente para D2 da 37ª e 38ª pautas.

Avanço - Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná registra 13.762.509 vacinas contra a Covid-19 aplicadas, sendo 8.215.866 primeiras doses (D1) e 5.480.273 D2 e dose única (DU). Até agora, o Estado atingiu 97,93% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas, com a D1 ou DU e 62,84% deste público está completamente imunizado com a D2 ou DU.

Distribuição - Confira a distribuição de doses enviadas nesta quarta-feira (06/10) por Regional de Saúde:

saude III tabela 07 10 2021

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Setor de planos de saúde mantém evolução em agosto

saude IV destaque 07 10 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou, na terça-feira (05/10), os números de beneficiários de planos de saúde referentes ao mês de agosto. Os dados estão publicados na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS. Nesse período, o setor se manteve em crescimento e totalizou 48.446.444 usuários em planos de assistência médica e 28.315.635 em planos exclusivamente odontológicos.

Clique aqui para acessar a Sala de Situação.

Incremento - No caso dos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 1.544.805 beneficiários - o equivalente a 3,1% de aumento em relação a agosto de 2020. No comparativo de agosto com julho, o crescimento foi de 82.813 mil usuários. O total de beneficiários é o maior número registrado desde abril de 2016, quando o setor atingiu 48.523.031 beneficiários nessa segmentação. Já nos planos exclusivamente odontológicos, foi registrado aumento de 2.536.758 beneficiários em um ano – o que representa 8,8% de crescimento no período – e de 325.850 em um mês (comparativo com julho).

Estados - Entre os estados, no comparativo com agosto de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 24 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, todas as unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo também que São Paulo, Minas Gerais e Paraná, os estados com maior crescimento em números absolutos. Vale destacar que esses estados têm se destacado há quatro meses consecutivos, como as regiões com maior crescimento nas duas segmentações (assistência médica e odontológica).

Modificações - A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências. (ANS)

 

saude IV tabela I 07 10 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tabela II 07 10 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tabela III 07 10 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tabela IV 07 10 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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