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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5175 | 13 de Outubro de 2021

EXPO DUBAI I: Cooperativismo paranaense apresenta potenciais na feira internacional

A convite da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), da qual é diretor, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, está representando o Sistema Ocepar na Expo Dubai 2020, a primeira exposição mundial realizada no Oriente Médio. Ele está em companhia do coordenador de desenvolvimento técnico da Ocepar, Silvio Krinski, e de representantes da Agrária, C.Vale, Frísia, Integrada e Coopavel.

Potenciais do Paraná - Eles fazem parte da missão liderada pelo governador Ratinho Júnior e que conta com a participação de lideranças políticas e empresariais de vários segmentos com o intuito e apresentar as potencialidades de negócios do Paraná.

Agro - Em evento promovido nos últimos dias, sobre agronegócio, dentro do espaço patrocinado pelo Paraná, o resultado foi considerado bastante positivo pelos participantes, na visão de Lourenço.

Interesse - Empresários locais demonstraram interesse na aquisição de açúcar, carne de frango, carne bovina, leite em pó e rações animais. “É uma região que precisa desses alimentos e, em troca, tem a oferecer fertilizantes, em especial fósforo, potássio e ureia, entre outros itens”, explicou.

Estratégica - O dirigente comentou que Dubai e o entorno, propriamente, não demandam grandes volumes de importação, mas por ser uma cidade estratégica, com estrutura portuária voltada ao atendimento regional, é interessante para os exportadores brasileiros.

Logística cara - Uma reclamação ouvida na feira é quanto ao alto custo da logística. De acordo com Lourenço, com a retomada das atividades após a queda dos números da Covid-19 no mundo, os custos ficaram muito elevados e um objetivo dos compradores locais é compartilhá-los com exportadores brasileiros.

Óbice - “De qualquer forma, a dificuldade de acertar preços, hoje esbarra nesse óbice, a logística realmente não está fácil, além de ser muito lenta. É, no momento, uma dificuldade, mas que com o tempo tende a desaparecer”, destacou.

A Expo - Adiada no ano passado por causa da crise sanitária, a exposição foi aberta ao público no dia 1º/10, em meio ao deserto nos arredores de Dubai, dos Emirados Árabes Unidos (EAU), apresentando obras arquitetônicas e inovações tecnológicas dos mais de 190 países representados em seus pavilhões.

O maior evento - No ano que antecede a Copa do Mundo de futebol, que será promovida no vizinho Catar, a Expo promete ser o maior evento já visto no Oriente Médio.

Cuidados - Em 181 dias de realização, a Expo Dubai espera receber 25 milhões de visitantes. Ao contrário do Japão que proibiu a presença de público nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a cidade abre suas portas aos turistas estrangeiros, com a condição de que usem máscara e respeitem o distanciamento social. Todos os visitantes deverão estar vacinados ou, caso não estejam, devem apresentar um teste PCR negativo muito recente. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Cocamar)

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EXPO DUBAI II: Integrada participa de reunião de negócios

 

dubai integrada 13 10 2021A missão da Integrada na Expo Dubai 2020 teve agenda intensa e promissora já nos primeiros contatos. Na segunda (11/10), o superintendente industrial e de operações da Integrada, Igor Beno Bourscheidt, e o gerente comercial para derivados de milho e laranja, e de varejo do café Coperatto da Integrada, Samuel Tomaz da Silva, tiveram encontros com vários compradores em potencial dos produtos derivados da laranja, além do catálogo de milho e do café Coperatto. 

Interesse - O gerente Samuel informou que os industriais árabes têm interesse em produtos alimentícios a serem comercializados em vários países africanos. Entre os empresários estavam os proprietários de uma gigante varejista. “Tivemos a oportunidade de apresentar a Integrada e nossos negócios, inclusive, fizemos uma apresentação dos itens industrializados nos quais apostamos. Foi muito produtivo”. 

Presenças - Samuel acrescenta que a reunião com os empresários teve a presença do governador do Paraná, Ratinho Massa Júnior, do secretário estadual de Agricultura, Norberto Ortigara, e de outros integrantes da comitiva oficial do governo do Paraná. 

Agenda - Na terça-feira (12/10), a agenda de negócios da Integrada teve continuidade em Dubai, nos Emirados Árabes. 

Participação - A programação prevê a participação no Global Forum Africa nesta quarta e quinta-feira (13 e 14/10), com visitas técnicas e agenda de networking nos pavilhões da feira internacional. Ainda no dia 14, está programada uma visita ao Porto de Dubai. A agenda da missão paranaense se estende até o dia 16. 

Países - Os países participam com pavilhões que representam suas nações, divididos em três distritos: Oportunidade, Mobilidade e Sustentabilidade. O Pavilhão do Brasil, que integra a área da Sustentabilidade, tem 4.380 metros quadrados. 

Tema - O tema desta edição da Expo Dubai é “Conectando mentes, criando o futuro”. Se estima que a feira reúna mais de 190 países e receba 25 milhões de visitantes de 1º de outubro de 2021 a 31 de março de 2022. (Imprensa Integrada) 

 

EXPO DUBAI III: Governador e empresários paranaenses se reúnem com investidores

No domingo (10/10), primeiro dia do Paraná Business Experience, que aconteceu paralelamente à Expo Dubai, o governador Carlos Massa Ratinho Junior se reuniu com investidores, redes de supermercado, fundos de investimento e representantes da família real dos Emirados Árabes Unidos. Ele explicou algumas das principais vocações e características do Estado, como a representatividade no PIB nacional (5ª maior economia), a liderança em cadeias produtivas do campo (frango, milho, peixes), o crescimento da industrialização, o potencial de geração de energia limpa e a produção com alta tecnologia.

Rodada de negócios - Esse primeiro dia da rodada de negócios foi dedicado ao mercado de madeira, papel e celulose, agronegócio e a indústria de alimentos e bebidas. Na terça-feira (12/10), foi a vez das áreas de wellness, tecnologia, infraestrutura e indústria automotiva.

Polo logístico - “Estamos no centro de 70% do PIB da América do Sul. Queremos ser um polo logístico de toda a região, por isso temos dois portos públicos e teremos mais portos privados, além de uma linha férrea de 1,3 mil quilômetros num futuro próximo. O Paraná tem como vocação a produção de alimentos e o selo de maior grau de qualidade sanitária do mundo, da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), além da capacidade para vender de maneira eficiente essa produção a outros países”, disse Ratinho Junior.

Convite - O governador também convidou os investidores a conhecerem o Paraná. Uma visita deve acontecer já no ano que vem. “Queremos investimentos dos países árabes em infraestrutura, temos oportunidades nesse setor, o que é algo natural, mas também que os empresários da região invistam em plantas no Paraná, ou novos empreendimentos, parcerias. Queremos que conheçam o País, o nosso Estado, e entendam onde podem construir uma relação mais próxima com as empresas paranaenses”, acrescentou.

Alimentos - Na questão de alimentos, o governador citou um comércio que já existe com os países árabes com o abate halal; a industrialização do setor agrícola e pecuário para o mercado de alimentos prontos para consumo; e a variedade da produção do Estado para além das grandes cadeias tradicionais (grãos e proteína animal), com o braço florestal, a fruticultura, a erva-mate, os cafés especiais, os derivados do leite e o malte.

Turismo - Em relação ao turismo, ele citou investimentos em Foz do Iguaçu, principal polo turístico do Estado, que tem um aeroporto renovado (com a maior pista do Sul) e recebe mais recursos para alavancar a sua infraestrutura, como a Ponte da Integração Brasil-Paraguai. Também é uma cidade com uma das maiores comunidades árabes do Brasil. “É um espaço que pode receber mais hotéis, parques, resorts ou atrativos turísticos. O potencial é imenso”, afirmou Ratinho Junior.

Prospecção - Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná, destacou que o Estado deve fechar o ano com mais de US$ 20 bilhões prospectados em investimentos privados, e que há segurança jurídica para investidores internacionais, inclusive com possibilidade de incentivos fiscais.

Pilares - "São quatro grandes pilares da nossa agenda em Dubai: fomentar a geração de empregos, promover o desenvolvimento regionalizado (indústrias com grande capacidade de transformação das comunidades), aumentar a arrecadação do Estado sem alterar a carga tributária, o que ajuda a reduzir o custo logístico, e atrair negócios que tenham como meta a sustentabilidade”, ponderou. Segundo ele, outro diferencial é a formação técnica dos paranaenses, com apoio das sete universidades estaduais.

Elogio - Os investidores elogiaram a escolha do Paraná em apresentar os seus potenciais em Dubai. Eles explicaram que os países da região têm contratos com os Emirados Árabes Unidos para importação conjunta, pela capacidade de abertura comercial e logística no Golfo Pérsico. Eles também ponderaram que têm flexibilidade para trabalhar com outros países, interesse em investir no Brasil e podem ajudar cidades com o exemplo do "deserto que se transformou em potência”.

Participantes - Participaram do encontro integrantes de empresas ligadas à família real dos Emirados Árabes Unidos, a LuLu Group International (conglomerado multinacional que opera uma rede de hipermercados e empresas de varejo) e representantes de empresas da Jordânia, Turquia, Egito, Arábia Saudita, entre outros.

Cooperativas - Um dos grandes destaques do dia foi um encontro de investidores estrangeiros com os representantes das cooperativas agroindustriais (Cocamar, Frísia, C.Vale, Agrária, Integrada, entre outras) que estão em Dubai. Eles falaram sobre possibilidades de aumentar a cooperação internacional. Apenas em 2020, mais de US$ 200 milhões em produtos foram negociados do Paraná para os Emirados Árabes Unidos – para os países árabes, foram mais de US$ 1 bilhão.

Números - O secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, participou do encontro e citou números para exemplificar esse potencial. Ele disse que o Estado produz 2,5 milhões de toneladas/ano de açúcar, 4,5 milhões de toneladas/ano de frango e uma linha premium do mercado bovino, no qual o Estado figura com um dos dez maiores produtores do País.

Tecnologia - “O Paraná produz em larga escala e com muita tecnologia, passando agora a explorar também subgrupos dos produtos principais. Temos muito a ofertar para o mundo”, disse.

Leite em pó e cerais - Segundo Mario Dykstra, representante da Frísia, um dos assuntos abordados foi o mercado de leite em pó e de cereais. "Eles se mostraram bastante interessados nas nossas novidades. O objetivo é justamente fazer networking e na sequência, com ajuda da Invest Paraná, gerar algum tipo de negócio concreto. O Paraná é competitivo, tem diversidade, e precisamos apresentar isso ao mundo”, afirmou.

Unium - A Unium, marca institucional das indústrias Frísia, Castrolanda e Capal, começou a produzir neste ano o MPC (Milk Protein Concentrate, proteína concentrada de leite, em inglês) no formato “em pó”. O produto de alto valor agregado é destinado a indústrias de bebidas funcionais e nutricionais; suplementos alimentares; produtos dietéticos; produtos ricos em proteína; fórmulas infantis; barras de proteína, iogurtes, queijos e até mesmo para segmentos da panificação.

Celulose - A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, também participou dos encontros. A empresa tem 23 fábricas no Brasil e as mais modernas ficam na região dos Campos Gerais, no Paraná, onde os investimentos alcançam R$ 13 bilhões.

Internacionalização - Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Projetos da empresa, disse que os encontros desta segunda-feira ajudaram a internacionalizar a marca no Oriente. “É uma missão importante porque queremos mostrar a Klabin para um universo maior de pessoas. E principalmente falando sobre sustentabilidade. Estamos sempre buscando produtos biodegradáveis”, disse. "Já somos fornecedores de produtos para o mundo árabe, mas é uma experiência que permite desenvolver novas oportunidades". (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Governo do Paraná

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EXPO DUBAI IV: Paraná Business Experience reúne empresários do agronegócio e do setor florestal

Começou na segunda-feira (11/10), em Dubai, a primeira edição do Paraná Business Experience 2021, um evento inédito realizado para conectar empresas paranaenses de diversos segmentos com investidores e compradores estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos e de outros países.

Exposição internacional - O evento aconteceu paralelamente à Expo Dubai 2020, a maior exposição internacional do mundo e que este ano conta com a participação de 191 países, entre eles o Brasil, que até o próximo dia 17 homenageia o Estado do Paraná no pavilhão dedicado ao País.

Palestras e painéis - O primeiro dia começou com uma série de palestras sobre como fazer negócios com os Emirados Árabes Unidos, voltadas aos empresários paranaenses, e painéis com empresas e autoridades do Estado, direcionados aos investidores estrangeiros.

Embaixador - O primeiro a falar foi o embaixador do Brasil nos EAU, Fernando Igreja. Ele explicou o processo que transformou os sete principados da região, há 50 anos, ainda sob domínio britânico, na grande potência econômica da região do Mar Arábico.

Transformação - “Os Emirados Árabes souberam transformar a sua riqueza natural, o petróleo, em oportunidade. Mas o objetivo do país não é depender desta riqueza, por isso, investem tanto em inovação, principalmente na área de energia eólica e solar, diversificando a sua economia”, contou. "Todos os nossos setores produtivos podem se beneficiar desta parceria. E o Paraná tem excelentes oportunidades para ampliar os seus negócios aqui”.

Negócio - Naji Hatem e Glauber Adão Jaskievicz, da Rockland Group falaram sobre como abrir um negócio na região e como funcionam as Zonas Francas (também conhecidas como Free Zones) nos EAU. A programação voltada para empresas paranaenses contou ainda com a participação dos advogados Hani Naja e Rony Eid, do escritório Baker & McKenzie, sobre jurisdições locais; e com a apresentação da chefe de Operações do Escritório da Apex-Brasil em Dubai, Karen Jones.

Potência produtiva - O governador Carlos Massa Ratinho Junior descreveu, a partir de cada município-polo do Estado, a potência produtiva e econômica do Paraná. Também lembrou do objetivo de tornar a região um hub logístico da América do Sul, ou “a ponte entre as regiões Sul e Sudeste, e entre os Oceanos Pacífico e Atlântico”.

Investimentos - Ratinho Junior lembrou dos investimentos realizados em grandes projetos de infraestrutura e em obras de desenvolvimento urbano realizados nos últimos dois anos e meio. “Atraímos mais de R$ 83 bilhões de negócios com a confiança da iniciativa privada e sabemos onde queremos chegar. Melhorar todos os nossos indicadores, dar a guinada em infraestrutura que a população merece e construir o Estado mais inovador do Brasil”, afirmou.

Comércio - O presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, disse que atualmente o comércio entre o Paraná e os EAU gira em torno de US$ 359 milhões/ano. “Nosso objetivo é dobrar esse número. Eles têm o dinheiro para investir e nós temos os produtos que eles precisam”, afirmou. Logo em seguida, a comitiva do governo paranaense participou de uma série de encontros com empresários e investidores locais.

Primeiro dia - O primeiro dia da rodada de negócios foi dedicado ao mercado de madeira, papel e celulose, agronegócio e a indústria de alimentos e bebidas. Na terça-feira (12/10) foi a vez das áreas de wellness, tecnologia, infraestrutura e indústria automotiva.

Desenvolvimento sustentável - O desenvolvimento sustentável foi destaque do painel sobre o segmento de madeira, papel e celulose, que contou com a participação do dono da Repinho Reflorestadora, Odacir Antonelli, com diretores da Klabin Francisco César Razzolini e Flávio Deganutti. As duas empresas mostraram como é possível crescer e se tornar referência no mercado mundial, priorizando a proteção ambiental e as práticas sustentáveis.

Gestão - A Klabin, instalada no Paraná desde 1934, tem como foco produtos florestais renováveis, recicláveis e biodegradáveis. De acordo com Razzolini, toda a gestão da empresa está orientada para o desenvolvimento sustentável. “Possuímos a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil, com 250 mil hectares. Além disso, 43% das nossas áreas florestais são preservadas e realizamos o manejo florestal em mosaico, intermediando florestas plantadas com florestas nativas, formando corredores ecológicos que preservam nascentes e protegem 822 espécies de fauna e 1,9 mil espécies de flora”, explicou.

Capacidade produtiva - A empresa tem uma capacidade de produção anual de 2,1 milhões de toneladas papel e 1,6 milhão de toneladas de celulose de mercado. Grande parte dessa produção vai para a fabricação de embalagens para alimentos, como frutas, verduras, proteína animal e líquidos.

Autossuficiência - A Repinho Reflorestadora, terceira maior empresa de compensados do País, é economicamente autossuficiente em matéria-prima e as suas reservas florestais são preservadas. “Mantemos árvores de até 60 anos de idade e incentivamos o plantio para preservar a mata nativa e as nascentes. O reflorestamento para a Repinho é ouro verde”, explicou Antonelli.

Outras preocupações - Responsabilidade social e educação são outras preocupações do grupo, que atualmente conta com 19 empresas, além de um parque tecnológico, dedicado à inovação. “Além de investir na formação dos funcionários, acompanhamos a vida escolar de 700 crianças de 2 a 8 anos de idade e estabelecemos parcerias com universidades para a formação de jovens”, completou.

Cooperativismo - O segundo painel, mediado pelo secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, abordou o segmento de alimentos e bebidas, e recebeu Luiz Lourenço, presidente da Cocamar, representando o Sistema Ocepar; Jorge Karl, presidente da Agrária; e Walter Andrei, da C. Vale.

Tema central- O tema central foi a força e a importância do cooperativismo para o desenvolvimento do Estado. Segundo Lourenço, 60% de toda a matéria-prima produzida pelo Paraná passa pelo sistema cooperativo. “O Estado conta com o melhor cooperativismo do Brasil. Isso porque ele se baseia nas pequenas propriedades, que por conta própria não conseguem comprar e vender", disse.

Sustentabilidade - A sustentabilidade foi outro tema de destaque entre os convidados. Karl lembrou que o Paraná é pioneiro no plantio direto, que reduz os custos de produção, aumenta a estabilidade do solo e evita o uso massivo de herbicidas e inseticidas. “As cooperativas paranaenses possuem todas as certificações e o Brasil é um dos poucos países do mundo que têm capacidade de crescimento na produção de alimentos sem precisar de grandes áreas”, explicou.

Competitiva - “Nossa agricultura é competitiva porque temos escala, território e produzimos o ano inteiro. E vamos aumentar a nossa produção sem derrubar nenhuma árvore”, completou Ortigara.

Resultados - Ao final do primeiro dia, o governador Ratinho Junior fez um balanço sobre os assuntos e as perspectivas do futuro. Ele destacou que o sentimento geral é de que os investidores estrangeiros se surpreenderam com o Estado. “Foi um dia muito produtivo. Deu oportunidade para que as empresas se apresentassem aos investidores e também ouvissem o que precisam para ampliar o comércio com essa região. Tivemos comitivas da Jordânia, Turquia e do Egito, grupos empresariais que querem comprar do Paraná", disse.

Empregos - "E todos esses investimentos que estão sendo discutidos geram empregos lá na ponta. É a produtividade do Paraná sendo exportada”, arrematou. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Governo do Paraná

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EXPO DUBAI V: Paraná e Câmara de Comércio Árabe-Brasileira formalizam acordos para intensificar a parceria

expo dubai III 13 10 2021O segundo dia do Paraná Business Experience em Dubai, nessa terça-feira (12/10), foi marcado pela assinatura de memorandos de entendimento entre a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB) e instituições paranaenses (governamentais e privadas). O evento aconteceu em paralelo à Expo Dubai e reuniu empresários e representantes comerciais do Estado e do mundo árabe para estabelecer novas parcerias e formas de cooperação.

Acordo formal - O memorando de entendimento é um acordo formal entre duas ou mais partes. Sinaliza a vontade das partes de avançar com um contrato. Os documentos foram costurados após um primeiro encontro entre as delegações, no sábado.

Dois memorandos - Dois memorandos estabeleceram um novo acordo entre a Câmara, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e a Invest Paraná, agência do Estado de prospecção de investimentos. Assinaram os documentos o presidente da Câmara, Osmar Vladimir Chohfi, o presidente da Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, a gerente de Relações Governamentais da Fiep, Letícia Yumi de Rezende, e o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin.

Terceiro - Um terceiro, de caráter técnico, foi assinado pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira com a Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (PTI). O objetivo deste acordo é desenvolver atividades e ações que promovam inovação, com integração de startups de diversas áreas, além de promover a geração de negócios dessas startups com investidores. As instituições se comprometeram a realizar rodadas de negócios temáticas nos próximos meses.

Assinaturas - Além de Chofhi, assinaram esse acordo o secretário-geral da Câmara de Comércio, Tamer Mansour, o diretor Administrativo Financeiro do PTI, Flaviano da Costa Masnik, e o chefe de Negócios em Inovação do PTI, Rodrigo Régis de Almeida Galvão.

Governador - O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou da cerimônia. Ele disse que os memorandos representam a vontade do Paraná de ampliar as parcerias com o mundo árabe. "O Paraná Business Experience foi criado justamente para que as ideias se transformem em negócios, empregos, tecnologia. Temos muito a oferecer, mas também muito a aprender. O evento dá sinais de que essa relação vai se aprofundar nos próximos anos", ressaltou.

Parceria sólida - Segundo Osmar Chohfi, os documentos têm o objetivo de apoiar o Estado na sua projeção internacional e no mundo árabe. “Essa missão internacional é muito importante porque apresenta o Paraná a investidores e empresários do mundo árabe, um mercado muito promissor para o Brasil e especialmente para o Paraná”, explicou.

Crescimento - A Câmara completa 70 anos em 2022 e projeta crescimento na relação comercial entre os países do Golfo Pérsico e o Brasil. “O Paraná é um dos principais responsáveis pela segurança alimentar do mundo árabe. Só em 2020, foi o quarto estado brasileiro que mais exportou para este mercado, atingindo a marca de US$ 1,32 bilhão. De janeiro a setembro deste ano, este número já teve um aumento de 7%, mesmo com todos os problemas econômicos trazidos pela pandemia”, disse. "O que mostra que estamos caminhando para aumentar a parceria".

Incentivo - Ele completou que a missão da Câmara agora é trabalhar para incentivar a vinda de pequenas e médias empresas brasileiras para estes países. “O mundo árabe se moderniza com uma rapidez extraordinária. O nosso objetivo agora é aproveitar esse ambiente de oportunidades para promover um intercâmbio de startups e atrair ainda mais investimentos em tecnologia”, finalizou Chohfi.

Instrumento - Fundada em 1952 por empresários brasileiros de origem árabe, a CCAB é um instrumento de promoção do comércio exterior no mundo árabe. A entidade representa 22 países árabes. Atualmente, os três principais parceiros do País na região são Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos.

Escritório - Também foi anunciada a abertura do escritório da Invest Paraná e da Fiep em Dubai. A ideia é que um representante trabalhe exclusivamente para dar apoio estratégico a empresas paranaenses que queiram fortalecer suas relações comerciais com a região. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Governo do Paraná

 

EXPO DUBAI VI: Com certificação halal, Paraná vai aumentar negócios e turismo com muçulmanos

dubai V 13 10 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior se reuniu nessa terça-feira (12/10), em Dubai, com representantes da Cdial Halal, certificadora que atua na América Latina credenciada pelos principais órgãos oficiais dos Emirados Árabes Unidos e do Golfo Pérsico, referência global em certificação halal. O encontro é resultado de uma articulação da Invest Paraná e da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB).

Missão - Essa empresa tem como missão oferecer ao consumidor muçulmano produtos e serviços com certificação halal, que respeitam as tradições do Islã. É um selo que abrange o mercado de alimentos, mas também fármacos/cosméticos, turismo, vestuário, entre outros. A certificação é reconhecida em mais de 150 países e o mercado movimenta quase US$ 3 trilhões por ano.

Expertises - O Paraná tem uma das maiores expertises do Brasil no sistema, com apoio da Cdial. Atualmente, segundo o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), são 31 plantas habilitadas para abate de frango com o método produtivo que respeita as crenças do consumidor muçulmano.

Maior exportador - O Estado é o maior exportador de proteína halal do Brasil, considerando o embarque conjunto de derivados de aves e bovinos. Apenas para o mundo árabe, as empresas paranaenses exportaram entre janeiro e setembro deste ano US$ 618,1 milhões.

Produtor - O governador reiterou que o Paraná é o maior produtor de frangos do País e está recebendo investimento bilionários da iniciativa privada nesse setor. "Nós tínhamos uma meta de atrair US$ 8 bilhões em quatro anos. Até agora, já computamos US$ 16 bilhões de novos investimentos. No mercado de alimentos, o Estado tem qualidade sanitária reconhecida internacionalmente, capacidade para produzir conforme as exigências do mundo árabe e um sistema cooperativista articulado para encontrar novos mercados”, disse Ratinho Junior.

Articulação - Segundo Ali Ahmad Saifi, sócio-administrador da Cdial, com a articulação da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e o histórico do Paraná na cadeia de alimentos, o objetivo da aproximação é desenvolver parcerias em outras atividades econômicas. Dentre os produtos que recebem a certificação, o setor com maior movimento de receita é o de alimentos e bebidas, responsável por 58% do faturamento global, mas vestuário, chocolates, produtos de padarias e refeições congeladas estão ganhando mais espaço.

Exemplo - "O Brasil é exemplo de bem-estar animal e atua de forma adequada na produção halal. Fazendo uma analogia com o futebol, em proteína animal, o Brasil tem a melhor seleção e o Paraná é o melhor jogador desse time”, afirmou Saifi.

Turismo - No encontro também foi assinado um protocolo de intenções entre a Cdial, a CCAB e a Prefeitura de Foz do Iguaçu para viabilizar a capacitação de estabelecimentos turísticos da cidade em serviços halal, voltados às tradições da cultura muçulmana. A ideia é que o município seja um polo atrativo para os países árabes e uma das primeiras cidades do Brasil com serviços preparados para esse público.

Comunidade - “Foz do Iguaçu tem uma das maiores comunidades árabes do Brasil e é um dos destinos turísticos mais importantes do País. Queremos atrair cada vez mais turistas estrangeiros ao Paraná e a Cdial vai ajudar a prefeitura na certificação. Essa promoção internacional ajudará o Paraná a ser cada vez mais reconhecido como destino sustentável, dinâmico e inovador”, disse Ratinho Junior.

Halal - A certificação halal atesta a qualidade da produção, da confiabilidade, da rastreabilidade e do cumprimento dos requisitos de segurança em todo o seu processo. Abrange desde a matéria-prima ao processo de higienização, rastreabilidade, armazenagem e transporte, no caso de produtos.

Categorias - Pode ser aplicada a qualquer categoria de empresa, inclusive serviços de alimentação (hotéis e restaurantes), transporte, indústria têxtil, química e bioquímica, embalagens, produtos de longa vida, dentre outros.

Novos mercados - Com a certificação, as empresas paranaenses poderão começar a explorar novos mercados ao exportar para diferentes países islâmicos, como Arábia Saudita, Indonésia, Bangladesh, entre outros. Além disso, para obter a aprovação, é necessário adequar os processos de fabricação às normas de qualidade internacional, o que se traduz em vantagem competitiva.

No mundo - Embora a concentração de muçulmanos seja maior no Oriente Médio, existem quase 1,8 bilhão em todo o mundo que consomem produtos certificados halal.

Presenças - Participaram do encontro o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; o presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Osmar Vladimir Chohfi; e diversos empresários locais. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Governo do Paraná

 

COOPERJOVEM: Encontro de Educadores do programa é nesta quinta-feira (14/10)

“Luz, câmera, emoção! Esse é o tema do Encontro de Educadores do Cooperjovem que o Sistema Ocepar promove, por meio do Sescoop/PR, juntamente com as cooperativas parcerias, nesta quinta-feira (14/10), a partir das 19h, com transmissão ao vivo pelo canal da TV Paraná Cooperativo no Youtube. Para o evento foram convidados o educador Marcos Meier, o psicólogo Alexandre Coimbra, e o especialista em marketing e inovação, Jean Siegel, da Escola de Criatividade. O grupo Sou Arte, de Campo Mourão, é outra atração do Encontro. Clique aqui para acompanhar

Retorno - “Neste Encontro, procuramos trazer uma temática de emoção e motivação para o retorno das aulas presenciais. O período pandêmico trouxe consigo isolamento, aflições e insegurança e o Programa Cooperjovem quer resgatar a alegria e o entusiasmo, mostrando que trabalhar e lidar com essas emoções de maneira positiva gera uma postura otimista, tanto para os educadores quanto para seus alunos e para a comunidade escolar de uma maneira geral”, afirmou a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke. “Esse é o momento que o Cooperjovem escolheu para oferecer esse evento como forma de homenagem, retribuição, valorização e agradecimento pela parceria das cooperativas, escolas, professores, municípios e secretarias de educação que permaneceram comprometidos com o Programa em 2021.Nosso desejo é que o evento possa gerar conteúdo de qualidade e supere as expectativas dos educadores e demais convidados”, complementa.

O Programa - O Programa Cooperjovem tem como propósito disseminar a cultura da cooperação no ambiente escolar e na comunidade ao seu entorno. No Paraná, é executado pelo Sescoop/PR em parceria com mais de 20 cooperativas, abrangendo 34 mil alunos, 2.200 educadores e 348 escolas localizadas em 66 municípios paranaenses.

cooperjovem folder 13 10 2021

 

FORMAÇÃO: Tem início a pós-graduação em Gestão Estratégia com Ênfase em Análise de Dados

Foi realizada, na noite da última sexta-feira (08/10), a aula inaugural do curso de pós-graduação em Gestão Estratégia com Ênfase em Análise de Dados. Participam do curso, 45 profissionais de cooperativas paranaenses dos ramos saúde, crédito e agropecuário. Realizada pela Isae, em parceria com o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, a pós terá duração de 18 meses. O objetivo é capacitar os profissionais no mapeamento, desenvolvimento e implementação de projetos estratégicos voltados à superação dos principais gargalos existentes na gestão da estratégia das cooperativas, visando a melhoria do desempenho dessas organizações, por meio da orientação para resultados e do uso intensivo de análise de dados.

Demanda - “Tivemos uma grande demanda e ofertamos duas turmas desse curso que visa proporcionar a oportunidade de melhoria da compreensão dos profissionais sobre a importância da gestão da estratégia para a melhoria do desempenho e promover discussões aprofundadas sobre o papel da estratégia na geração de valor para as partes interessadas e na melhoria do desempenho das cooperativas”, destacou ainda o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

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PL 2.673/2021: Diretor da Frencoop defende segurança jurídica para irrigação

pl 13 10 2021Engenheiro agrônomo e professor universitário, o deputado federal Zé Vitor (MG) é natural de Araguari, no Triângulo Mineiro – tradicional região produtora de cereais, hortaliças, cana-de-açúcar, leite e café – e tem dedicado o seu primeiro mandato parlamentar ao desenvolvimento sustentável.

PL 2,673/2021 - Membro da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e coordenador de Meio Ambiente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), o deputado é o autor do PL 2.673/2021, que considera como de utilidade pública as obras de infraestrutura voltadas à irrigação e a bebedouros e açudes para animais. Para tratar sobre o projeto, o deputado concedeu entrevista à OCB sobre o assunto.

Deputado, qual a importância do PL 2.673/2021?

Temos pautado nosso mandato no sentido de impulsionar a imagem do agro brasileiro de mãos dadas com a sustentabilidade, como ferramenta de combate à fome e à desigualdade social, assim como ferramenta para o aumento dos índices de desenvolvimento humano nas comunidades onde está inserido.

O intuito desta proposta caminha neste sentido: nossa ideia é dar segurança jurídica à possibilidade de acesso à água para a irrigação e dessedentação de animais, na forma de bebedouros, açudes e outros. Assim, melhoramos as condições para desenvolvermos uma agricultura cada vez mais moderna, tecnológica e sustentável. O Brasil hoje está na dianteira do mundo como matriz energética limpa e como propulsor da segurança alimentar no mundo. E a nossa intenção é reforçarmos esse nosso papel para os próximos anos.

O projeto mantém a proteção ambiental nas margens de córregos e rios?

Sim. É importante lembrar que a legislação atual já permite o barramento ou represamento de cursos d’água naturais, desde que observadas as regras previstas na legislação ambiental. O nosso projeto mantém todas as salvaguardas legais de proteção do meio ambiente já existentes no Código Florestal (Lei 12.651/2012), quanto aos critérios que devem ser observados para a realização de intervenções excepcionais em áreas de preservação permanente.

Ou seja, continua sendo necessário o processo de licenciamento ambiental para a realização destas intervenções, mas com as devidas obrigações por parte dos produtores rurais, tais quais a necessidade de reflorestamento e a condição de continuidade do fluxo constante de água. Do mesmo modo, as situações em que a construção da barragem possa prejudicar a sustentabilidade da vegetação local, continuarão sendo coibidas pelos órgãos de controle.

Como o projeto pode minimizar os dados das estiagens?

Considero que este seja um dos grandes motivadores para a aprovação deste projeto. O reconhecimento da construção de barragens para a irrigação e dessedentação de animais como um serviço de utilidade pública, primeiramente, pode fomentar políticas públicas em comunidades que hoje precisam de investimento deste tipo de infraestrutura.

Em segundo lugar, o nosso projeto de lei permite um melhor ambiente regulatório para reservarmos água das chuvas. Uma das possibilidades para a autorização de licença e outorga das barragens tem justamente este propósito: reservar água para produtores rurais se prevenirem em relação aos períodos de seca. Eu, como engenheiro agrônomo, tenho muita segurança de afirmar que esta é uma das alternativas técnicas para diminuirmos os impactos negativos das estiagens. (OCB)

 

COCAMAR: La Niña de baixa intensidade deve favorecer a safra

A tendência é de o clima, nos próximos meses, beneficiar o desenvolvimento da cultura da soja, ora em fase de semeadura. A informação foi transmitida na última semana aos produtores que acompanharam o Ciclo de Debates Cocamar, que teve como tema Clima e Safra, Como Preparar a Lavoura.

Participações - Coordenada pelo gerente técnico Rafael Furlanetto, a jornada de número 26º do Ciclo contou com a participação do agrometeorologista João Castro, do Climatempo, e do professor Tadeu Inoue, do Departamento de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Intensidade - De acordo com Castro, os mapas meteorológicos apontam para a ocorrência de um fenômeno La Niña de menor intensidade e com volumes de chuvas em maiores ou menores volumes, ao longo do ciclo, comparando com a safra anterior.

Natural - O La Niña é um fenômeno natural causado pela diminuição da temperatura das águas superficiais do Oceano Pacífico nas zonas Tropical Central e Oriental, ocasionando uma série de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao redor da Terra

Comportamento - Outubro deve apresentar uma quantidade maior de precipitações, favorecendo o arranque e o estabelecimento das lavouras. A umidade diminui em novembro e pode ficar abaixo da média em dezembro e janeiro – mais ainda com bons volumes, retornando com quantidades maiores em fevereiro e ficando novamente abaixo dos índices médios em março.

Verão - “Haverá uma incidência maior dos sinais típicos do La Niña durante os meses de verão”, comentou. A boa distribuição de chuvas tem mais influência para a soja do que, propriamente, os volumes de precipitação.

Apucarana - O agrometeorologista elaborou algumas previsões para municípios indicados pela Cocamar. Em Apucarana, por exemplo, a estimativa é de 233mm para este mês de outubro, acima da média histórica dos últimos 30 anos de 170mm para o mês, e mais de três vezes o volume registrado em 2021.

Nos meses seguintes - Para novembro, naquele mesmo município, são esperados 138mm (ante 69mm no ano passado) e, em dezembro, 125 (contra 293mm de dezembro/2020); janeiro tem previsão de 183mm (abaixo dos 297mm em janeiro deste ano) e 160mm em fevereiro (frente aos 89mm na mesma comparação); março, finalmente, tem previsão para 81mm (foram 179mm no mesmo mês em 2020). Nesse mesmo contexto, chama atenção a previsão de 421mm para este mês de outubro em Iporã, região de Umuarama.

Boas condições - “As condições para plantio são excelentes, teremos um La Niña de baixa intensidade e com problemas que devem ser pontuais”, completou Castro. (Imprensa Cocamar)

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UNIMED LABORATÓRIO: Biomédicos recebem homenagem pela atuação durante a pandemia

No dia 08 de outubro, membros da nova diretoria do Conselho Regional de Biomedicina e representantes do Conselho Federal estiveram na Megaunidade da Unimed Laboratório, em Curitiba, com o intuito de homenagear os colaboradores que trabalharam na linha de frente em função da pandemia. A ocasião seguiu todos os protocolos sanitários que seguem imperativos e foi rápida para evitar aglomeração.

Presenças - Estiveram no local o presidente do conselho, Thiago Yuiti Castilho Massuda, junto com a vice-presidente Daiane Pereira Camacho e também Jannaina Ferreira de Melo Vasco e Raphael Sahd da diretoria da entidade. Recebidos por Milton Zymberg, superintendente da Unimed Laboratório, eles conversaram com metade da equipe de produção e atendimento do laboratório que, ao todo, é composta por cerca de 40 biomédicos. Um profissional de cada setor acompanhou o encontro e Daiane Gallo, biomédica do setor técnico da Unimed Laboratório, recebeu uma placa em nome dos demais.

Reconhecimento - “Acredito que os biomédicos passaram a ser mais reconhecidos nesse período de pandemia. Estivemos à frente, tanto a área de diagnóstico clínico quanto a área de diagnóstico da Covid-19, na tentativa de auxiliar de alguma forma a sociedade. Fico bem feliz hoje com essa homenagem! Principalmente porque aqui na Unimed Laboratório nós conseguimos iniciar o processamento dos exames de Covid de uma forma muito rápida. Esperamos seguir ajudando as pessoas com um diagnóstico rápido e muita qualidade, como fizemos desde o início da pandemia”, afirmou. Massuda, presidente do conselho, também lembrou do desafio e da recompensa de atuar nesse período. “Nós representamos a categoria no Paraná e temos visto o quanto saímos fortalecidos, bem como reconhecidos, diante de toda essa situação. Então nosso objetivo é homenageá-los e agradecê-los por todos os esforços”.

Agilidade - O superintendente da Unimed Laboratório, que também é biomédico, lembrou da agilidade do trabalho para o bem da sociedade como um todo no enfrentamento do novo vírus. “Provavelmente fomos o laboratório privado do Paraná que mais realizou exames de Covid-19 até aqui, e isso sem deixar de dar assistência aos demais pacientes com relação às outras patologias. E nossos biomédicos não pararam durante todo o período pandêmico, nem um dia sequer. Seguimos atuando 24 horas por dia, sete dias por semana divididos em quatro turnos e reunindo quase 300 colaboradores hoje. Agradecemos nessa oportunidade o Conselho Regional de Biomedicina pela proximidade e apoio aos profissionais, bem como por esse reconhecimento”, finalizou. (Imprensa Unimed Laboratório)

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UNIPRIME PIONEIRA: Cooperativa inaugura espaço ao ar livre na Associação Médica de Toledo

No ano em que comemora o Jubileu de Prata, a Uniprime Pioneira inaugurou seu “Espaço Uniprime”, construído na Associação Médica de Toledo (AMT). A solenidade de entrega do ambiente aos associados foi realizada no dia 25 de setembro, coincidentemente no mesmo dia em que a cooperativa de crédito iniciava suas atividades na cidade de Toledo (PR), há 25 anos.

Espaço - O espaço foi construído ao ar livre, sombreado de árvores, com mesas, cadeiras, sofás e guarda-sóis personalizados, que delimitam o ambiente da cooperativa dentro da AMT. “O presidente da Associação Médica nos ofereceu a oportunidade e nos deu a liberdade de pensarmos em um espaço de convivência para que os associados pudessem relaxar, conversar, ver uma partida de futebol e desfrutar de momentos agradáveis com seus familiares e amigos”, conta o presidente da Uniprime Pioneira, Orley Campagnolo.

Utilização - De acordo com o presidente da AMT, Nilson Fabris, o espaço foi edificado no “coração” da AMT, podendo ser utilizado tanto por quem vai usar o campo ou o salão principal, bem como o quiosque localizado ao lado. “Ficou um espaço nobre, que vai ser muito bem aproveitado por todos. Foi o primeiro evento que realizamos depois de quase dois anos parados, mas aproveitamos a pandemia para fazer reformas na AMT, investindo em novos ambientes”, destaca.

Lazer, treinamentos e outras ações - O Espaço Uniprime pode ser utilizado tanto para o lazer, como para o desenvolvimento de treinamentos e ações da cooperativa.

Simbolismo - O espaço é carregado de simbolismo, tendo em vista que a Uniprime Pioneira foi criada por médicos dentro da AMT. “Tem um significado muito grande porque a Uniprime nasceu dentro da associação. Esse espaço marca a presença da cooperativa na vida dos médicos e da AMT na vida da Uniprime”, frisa Orley.

Parceria - Já Nilson faz questão de ressaltar que a parceria com a Uniprime é de longa data. “Temos um orgulho muito grande dessa cooperativa que hoje está com mais de nove mil cooperados e se expandindo pelo Brasil com o ideal de manter viva a essência do cooperativismo”, complementa. (Imprensa Uniprime Pioneira)

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EVENTO: Smart Farm atrai grandes investidores no Agrobit Brasil Evolution

Se você já tem uma solução pronta para a venda no mercado do agronegócio, sua ideia inovadora pode ser inscrita na Smart Farm Mapa Conecta no AgroBIT Brasil Evolution 2021, um dos maiores eventos do país com foco em inovação para o agronegócio, que será realizado nos dias 9 e 10 de novembro de 2021, no formato Virtual Experience, das 8h30 às 18 horas.

Inscrições - As inscrições para o Smart Farm são gratuitas e o prazo final foi ampliado para até o dia 19 de outubro. A realização da Smart Farm tem a parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Sebrae.

Parcerias - Outra boa notícia é que as parcerias com investidores e aceleradoras do ecossistema de inovação para o Smart Farm seguem de vento em popa. Além daqueles que já são parceiros originais do evento, como os paranaenses Smart Valley e Cocriagro, o coordenador-geral de Inovação Aberta do Mapa, Daniel Trento, anunciou a participação de alguns fundos de investimentos e aceleradoras no Agrobit Brasil Evolution 2021.

Presenças confirmadas - Estão confirmadas as presenças do NTAgro, fundo de investimento focado em tecnologias para agronegócio; a startup Connection, aceleradora que promove a aproximação entre startups e hubs do Brasil com os Estados Unidos; a Venture Hub, de Campinas, que atua junto a instituições de pesquisas, como a Embrapa; a FoodTech, hub voltado para a área de alimentos; o fundo Cedro Capital, que vem investindo em várias startups de sucesso no País e, também, o fundo de investimento 10B que atua fortemente em Minas Gerais e São Paulo.

Papel - "Nosso papel é apresentar para esses investidores a possibilidade de investimentos de recursos em iniciativas com potencial de crescimento no agro", explica Daniel Trento. Segundo ele, a estratégia do Mapa é fomentar e apoiar os ecossistemas regionais de inovação, estimulando oportunidades de negócios e buscando aproximar empresa de base tecnológica, universidades e instituições de pesquisa, produtores rurais e investidores.

Ecossistemas regionais - "São os ecossistemas regionais que vão compor a grande força regional da rede nacional de pesquisa e desenvolvimento da inovação", afirma Daniel Trento, lembrando que o Mapa tem olhado para Londrina com muita atenção e apoiado muitas iniciativas, como o AgroBIT, que é hoje um dos maiores do gênero da América Latina.

Parceria grande - "Londrina tem tido uma parceria grande com o Ministério Agricultura e isso forma uma vitrine de experiência, de projetos de pesquisas junto às universidades e instituições de pesquisas, como a Embrapa", afirma Daniel Trento.

Soluções para o agro - Mais do que simular a rotina e o uso de inovações no campo, a Smart Farm apresenta, na prática, soluções para o produtor rural. Uma oportunidade também para que startups, que já disputam mercados, possam se mostrar e atrair potenciais investidores.

Sebrae - A parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na realização da Smart Farm, é um facilitador que aproxima os modelos de negócios inovadores dos que buscam soluções no agronegócio.

Startups - O gerente regional do Sebrae Paraná - Regional Norte Londrina, Fabrício Bianchi, destaca o apoio que o serviço tem oferecido às startups, que já concorrem no mercado. “Existe um trabalho completo por parte do Sebrae para que possamos ajudar as startups em cada uma das fases de maturidade. Para aquelas que já percorreram um caminho e estão em fase de mercado, a Smart Farm se torna uma vitrine para que possam ser alcançadas por seus potenciais clientes e parceiros", afirma Bianchi.

Maturidade - As startups do agronegócio ocupam a terceira posição entre 45 segmentos no Brasil, o que revela o grau de maturidade do ecossistema.

Beneficiado - “O agronegócio tem se beneficiado muito com o surgimento de startups ligadas ao setor, fazendo com que as empresas rurais possam ganhar em produtividade e, consequentemente, em resultados financeiros. Isso só é possível porque a infraestrutura de telecomunicação tem sido ampliada em áreas rurais e a informação, como forma de crescimento, tem alcançado cada vez mais os produtores”, ressalta Bianchi.

Batalha de pitches- Durante o evento vai acontecer uma batalha de pitches ao vivo. A competição será em três fases, em que as melhores startups selecionadas têm a oportunidade de apresentar seus projetos para uma banca de especialistas, potenciais investidores e para o público em geral do evento. A competição resulta na seleção dos três primeiros classificados que se apresentam para todos os participantes no encerramento do evento e entrega de premiação ao vencedor, patrocinada pela GDM. “Será uma verdadeira imersão no empreendedorismo brasileiro. O evento vai reunir as melhores ideias, investidores e aceleradoras do ecossistema de inovação brasileiro e proporcionar o espaço ideal para networking, visibilidade e oportunidades de negócio. A edição deste ano será muito mais interativa”, frisa a coordenadora geral do AgroBIT Brasil, Daiana Bisognin Lopes. (Assessoria de Imprensa do evento)

SERVIÇO

Smart Farm Mapa Conecta – AgroBIT Brasil 2021

Quando: 9 e 10 de novembro 2021

Informações: https://www.agrobitbrasil.com.br/smartfarm

Inscrições gratuitas: Até 19 de outubro neste link: https://www.agrobitbrasil.com.br/inscricao

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COMÉRCIO EXTERIOR: Superávit da balança atinge US$ 1,93 bilhão até segunda semana de outubro

comercio exterior 13 10 2021Até a segunda semana de outubro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,93 bilhão, em um crescimento de 46%, pela média diária, em relação ao mesmo período do ano passado. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) alcançou US$ 13,87 bilhões, em alta de 49,6%. No acumulado do ano, o superávit chegou a US$ 58,50 bilhões, subindo 38,8%, e a corrente de comércio atingiu US$ 384 bilhões, um aumento de 36,5%, na comparação com o período de janeiro a outubro de 2020. Os dados foram divulgados na segunda-feira (11/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.  

Crescimento - As exportações em outubro, até a segunda semana, cresceram 49,2% e somaram US$ 7,90 bilhões, enquanto as importações subiram 50,3% e totalizaram US$ 5,97 bilhões. Já no acumulado desde janeiro, as exportações cresceram 36,8% e somaram US$ 221,25 bilhões, com as importações subindo 36,1% e alcançando US$ 162,75 bilhões.  

Exportações por setores - O desempenho das exportações brasileiras por setores, até a segunda semana de outubro, apresentou crescimento de 45,6% na Agropecuária; de 52,9% na Indústria Extrativa; e de 48,8% na Indústria de Transformação. Na Agropecuária, o crescimento nas vendas foi impulsionado por soja (+ 186,6%); café não torrado (+ 29,1%); frutas e nozes não oleaginosas,frescas ou secas (+ 12,5%); produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (+67,5%) e especiarias (+ 42,3%).

Indústria de Transformação - Já a Indústria de Transformação teve crescimentos mais expressivos nas vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+ 584,5%); produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, folheados ou chapeados, ou revestidos (+ 4.044,4%), alumina, óxido de alumínio, exceto corindo artificial (+ 276,2%); celulose (+ 53,4%) e produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, não folheados ou chapeados, ou revestidos (+ 776,2%).

Indústria Extrativista- Por fim, na Indústria Extrativista destaque para as vendas de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+ 201,7%); pedra, areia e cascalho (+ 154,8%); minérios de alumínio e seus concentrados (+ 103,1%) e outros minerais em bruto (+ 23,9%).

Importações por setores - Até a segunda semana de outubro, todos os setores também registraram crescimento nas importações. A Agropecuária registrou alta de 41%; a Indústria Extrativista aumentou as compras do exterior em 134,1%, enquanto a Indústria de Transformação registrou aumento de 46,5%.

Influência - A alta das importações na Agropecuária foi influenciada pela expansão das compras de milho não moído, exceto milho doce (+ 560,3%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+104,5%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+ 62,4%); algodão em bruto (+ 1.169,7%) e matérias vegetais em bruto (+ 9,8%).

Destaques - Na Indústria Extrativa, os destaques foram os aumentos nas compras de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+ 483,0%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+ 77,0%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+ 257,1%); fertilizantes brutos, exceto adubos (+ 13,1%) e outros minerais em bruto (+ 2,5%).

Altas - Já na Indústria de Transformação as importações foram puxadas pelas altas de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos, (+ 209,0%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+ 97,1%); geradores elétricos giratórios e suas partes (+ 588,9%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+ 88,8%) e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+ 52,4%). (Ministério da Economia)

Acesse os dados com o resultado Balança Comercial.

FOTO: Markus Distelrath / Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 185 óbitos e 7.359 diagnósticos em 24 horas

O Brasil chegou a 601.398 mortes por covid-19 nessa terça-feira (12/10). Em 24 horas, foram 185 óbitos e 7.359 novos casos. No total, 21.590.097 casos já foram confirmados no país.

Investigação - Ainda há 3.132 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas totalizou 20.720.496. Ainda há 268.203 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado no fim da tarde de hoje, elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.

Covid-19 nos estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (150.826), Rio de Janeiro (67.204) e Minas Gerais (55.012). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.841), Amapá (1.986) e Roraima (2.006).

Casos confirmados - Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com 4,3 milhões de casos. Minas Gerais, com 2,1 milhões, e Paraná, com 1,5 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de covid-19 é o Acre, com 87,9 mil, seguido por Amapá (123,1 mil) e Roraima (126,2 mil).

Vacinação - Os últimos dados da vacinação no país são da última sexta-feira (08/10). Neles, o Ministério da Saúde computou a distribuição de 301 milhões de doses de vacina contra covid-19. Conforme o painel de vacinação da pasta, foram aplicadas 246,8 milhões de doses de vacinas. Desse total, foram aplicados 149,2 milhões da primeira dose e 97,6 milhões da segunda dose ou dose única. (Agência Brasil)

saude I tabela 13 10 2021

SAÚDE II: Boletim desta terça-feira registra mais 1.433 casos de Covid-19 e 21 óbitos

saude II 13 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa terça (12/10) mais 1.433 casos de Covid-19 e 21 mortes no Paraná. Os casos são referentes também a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.524.172 casos e 39.367 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados nesta data são de outubro (689), setembro (347), agosto (194), julho (84), junho (85) e maio (34) de 2021.Os óbitos divulgados são de outubro (12), setembro (5), agosto (1), julho (1) e junho (2) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 511 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 392 em leitos SUS (241 em UTI e 151 em clínicos/enfermaria) e 119 em leitos da rede particular (72 em UTI e 47 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.165 pacientes internados, 652 em leitos UTI e 513 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 21 pacientes. São 9 mulheres e 12 homens, com idades que variam de 31 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 5 de junho e 11 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (2), Londrina (2), Curitiba (2) e Contenda (2), além de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Uraí, Santo Antônio do Sudoeste, Santana do Itararé, Santa Terezinha de Itaipu, Nova Aurora, Jaguariaíva, Guamiranga, Cruz Machado, Cerro Azul, Cascavel, Campo Mourão, Astorga e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.117 casos de não residentes no Estado – 216 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os relatórios de Exclusões e de Correções de municípios.

 


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