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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5176 | 14 de Outubro de 2021

COMÉRCIO INTERNACIONAL: Evento vai viabilizar encontro de cooperativas do PR com adidos agrícolas brasileiros

evento 14 10 2021As cooperativas do Paraná terão a oportunidade de prospectar negócios no exterior com adidos agrícolas brasileiros lotados em diferentes países durante evento que será realizado virtualmente, de 18 a 29 de outubro, numa iniciativa da Apex Brasil, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Ministério das Relações Exteriores. Trata-se da 3ª Reunião com Adidos Agrícolas Brasileiros que, de acordo com os organizadores, é exclusiva para as entidades setoriais e tem como objetivo alinhar informações acerca de ações de inserção internacional do agronegócio brasileiro, promovendo discussões sobre sustentabilidade, bioeconomia, temas técnicos, sanitários e fitossanitários, de negociação comercial, além de propiciar rodadas de conversas dos adidos com o setor privado.

Participação - O Sistema Ocepar participa do encontro, por intermédio do Sistema OCB, e irá promover diversas reuniões com os adidos agrícolas, com o intuito de fortalecer a imagem das cooperativas no exterior e identificar as possibilidades de ampliação das exportações do setor. Os interessados devem efetivar as inscrições diretamente pelo Sistema Ocepar. Basta encaminhar, até sexta-feira (15/10), uma solicitação de participação por e-mail ou WhatsApp para a analista de Desenvolvimento Técnico, da área de Mercado Internacional, Carolina Teodoro (41 99647-5522 / carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br). As datas e os horários das reuniões ainda estão sendo definidos pelas organizações realizadoras.

Adidos - Foram sugeridos encontros com os seguintes adidos:

África do Sul - Jesulindo Nery

Arábia Saudita – Marcel Moreira

Argentina – Priscila Moser

Austrália – Daniela Aviani

Bélgica/União Europeia - Guilherme Costa

Canadá – Paulo Marcio Araujo

China – Jean Cury e Fábio Coelho

Coreia do Sul – Gutemberg Barone

Egito – Cesar Simas Teles

EUA – Filipe Guerra Sathler

Índia - Dalci Bagolin

Indonésia - Gustavo Bracale

Japão – Ricardo Maehara

Marrocos – Nilson Guimarães

México – Bivanilda Tápias

Rússia – Rafael Requião

Singapura – Leandro Antunes

Tailândia – Maria Eduarda Machado

Vietnã – Tiago Charão

Mais informações - Para mais informações sobre o evento, acesse o site oficial: https://brazilbusinessmatch.mbmapp.com/event/3encontroadidosagricolas2021.

 

COOPERJOVEM: Educadores do Programa têm um encontro especial marcado para esta quinta-feira

Os educadores do Programa Cooperjovem são os convidados especiais do encontro que o Sistema Ocepar promove, por meio do Sescoop/PR, nesta quinta-feira (14/10), a partir das partir das 19h, com transmissão ao vivo pelo canal da TV Paraná Cooperativo no Youtube. O evento é realizado juntamente com as cooperativas parceiras e tem como tema “Luz, câmera, emoção!”. Haverá a participação do educador Marcos Meier, do psicólogo Alexandre Coimbra, e do especialista em marketing e inovação, Jean Siegel, da Escola de Criatividade. O grupo Sou Arte, de Campo Mourão, é outra atração do Encontro. Clique aqui para acompanhar.

Retorno - “Neste Encontro, procuramos trazer uma temática de emoção e motivação para o retorno das aulas presenciais. O período pandêmico trouxe consigo isolamento, aflições e insegurança e o Programa Cooperjovem quer resgatar a alegria e o entusiasmo, mostrando que trabalhar e lidar com essas emoções de maneira positiva gera uma postura otimista, tanto para os educadores quanto para seus alunos e para a comunidade escolar de uma maneira geral”, afirmou a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke. “Esse é o momento que o Cooperjovem escolheu para oferecer esse evento como forma de homenagem, retribuição, valorização e agradecimento pela parceria das cooperativas, escolas, professores, municípios e secretarias de educação que permaneceram comprometidos com o Programa em 2021.Nosso desejo é que o evento possa gerar conteúdo de qualidade e supere as expectativas dos educadores e demais convidados”, complementa. Clique aqui para ouvir a entrevista concedida por Fabianne ao jornalista Alexandre Salvador para a rádio PR Cooperativo.

O Programa - O Programa Cooperjovem tem como propósito disseminar a cultura da cooperação no ambiente escolar e na comunidade ao seu entorno. No Paraná, é executado pelo Sescoop/PR em parceria com mais de 20 cooperativas, abrangendo 34 mil alunos, 2.200 educadores e 348 escolas localizadas em 66 municípios paranaenses.

 

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GESTÃO: Garanta sua participação na segunda temporada do Compliance Experience; inscrições abertas

 

O Compliance Experience está de volta. A segunda temporada tem início no dia 19 de outubro, das 15h às 17h30, pela plataforma YouTube. Promovida pelo Sistema Ocepar, por intermédio do Sescoop/PR, a série Compliance Experience visa contribuir para a sustentabilidade das cooperativas paranaenses e foi realizada inicialmente em 2020. A ideia desta edição é destacar as melhores práticas e os desa­fios enfrentados pelas organizações nos processos de integridade e conformidade, em relação à gestão de riscos, cultura de compliance e agenda ESG.

 

Palestrantes - A programação contempla a apresentação de duas palestras. Uma delas, com o tema “Como integrar um sistema de integridade com práticas de compliance, cultura organizacional e políticas ESG”, será ministrada por Marcelo Zenkner. Já Isabel Franco vai discorrer sobre “Como as práticas de compliance e risco serão fortalecidas com a agenda ESG: vantagem competitiva ou sobrevivência”. 

Inscrição - O evento é destinado a profissionais das cooperativas paranaenses. Clique aqui para se inscrever. O link de acesso será enviado por e-mail pelo Sescoop/PR até o dia 18 de outubro. Mais informações com Alfredo Kugeratski Souza (41 3200-1144 alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br). 

 

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REUNIÃO INSTITUCIONAL: Sistema Uniprime e Ocepar debatem indicadores e desafios para o ramo crédito

Na manhã desta quinta-feira (14/10), representantes do Sistema Uniprime e da Ocepar realizaram reunião institucional para avaliar os indicadores econômicos do setor em 2021. Participaram do encontro online, o superintendente da Central Uniprime, Evandro Carlos Gasparetto, e os gerentes Alexsander Pelozo, Adão Guimarães Santos Júnior e Adriana Gazzaeno. O Sistema Uniprime é formado por uma central e cinco cooperativas singulares. Em 2020, teve um faturamento de R$ 401,4 milhões. Atualmente, o Sistema tem 49.311 cooperados e 640 funcionários. A gerente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Maria Emilia Pereira Lima, e o analista técnico Jessé Aquino Rodrigues apresentaram os dados da autogestão e dos programas de capacitação e treinamento.

O ramo crédito – Os indicadores do Sistema Ocepar mostram que o ramo crédito teve um crescimento de 15% no número de cooperados em 2020, o que significou a adesão de 293 mil pessoas ao setor. Formado por 56 cooperativas, que congregam no total 2,3 milhões de associados, o ramo teve um faturamento de R$ 7,8 bilhões no ano passado, alta de 1,77%. As cooperativas de crédito possuem cerca de 1.000 pontos de atendimento, cobrindo quase 90% dos municípios paranaenses. 

O Sistema Uniprime – O Sistema Uniprime está presente nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso representando e organizando 5 cooperativas singulares: Uniprime Centro-Oeste do Brasil, Uniprime Iguaçu, Uniprime Pioneira, Uniprime Sul MS e Uniprime do Brasil.

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EXPO DUBAI I: C.Vale na feira internacional

Durante essa semana (de 10 a 15 de outubro), o Paraná tem sido o protagonista do Pavilhão Brasil na Expo Dubai 2020, a maior e mais antiga exposição global, que reúne 191 países, com expetativa de público de 25 milhões de visitantes nos seis meses do evento. A C.Vale é uma das empresas integrantes da comitiva paranaense. A cooperativa tem apresentado seus produtos e fortalecido suas relações comerciais.

Potencial - Liderados pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o grupo que integra a missão técnica comercial Paraná Business Experience 2021 tem mostrado ao mundo o potencial do Brasil. O Paraná inaugurou o pavilhão brasileiro por ter sido eleito um estado sustentável pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Painéis e rodadas de negócio - O diretor-secretário Walter Andrei Dal’Boit e o gerente da Divisão Industrial, Reni Eduardo Girardi estão representando a C.Vale no evento. Dal’Boit, inclusive participou de um dos painéis do Paraná Business Experience que abordou o agronegócio e a indústria de alimentos e bebidas. Estão sendo realizadas também seções de networking e rodadas de negócios com clientes e empresas estrangeiras de várias partes do mundo. (Imprensa C.Vale)

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EXPO DUBAI III: Empresas paranaenses fortalecem conexões para expansão ao mundo árabe

expo dubai 14 10 2021A missão comercial do Paraná em Dubai já rende novas perspectivas para o Estado. Após dois dias de rodadas de negócios, empresas paranaenses engatilharam acordos com parceiros internacionais que conheceram suas potencialidades no Paraná Business Experience, evento que acontece em paralelo à Expo Dubai 2020.

Principais vocações - “Nossas empresas estão tendo a oportunidade de mostrar todo seu potencial ao mundo. Algumas das principais vocações do Paraná, como a produção de alimentos, o cooperativismo e o desenvolvimento de novas tecnologias por startups já chamaram a atenção de grandes investidores e potenciais parceiros. Agora entramos na fase de amadurecer as relações e concretizar negócios”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Áreas - Entre as áreas que se destacaram no evento estão as indústrias de bem-estar, agronegócio e tecnologia. Uma delas é a empresa Aeroflex, referência nacional em aerossóis, que aproveitou a missão em Dubai para lançar uma linha de biotranspirantes naturais produzidos à base de água, a BemBio. A novidade teve investimento de R$ 5 milhões, e a expectativa é de comercializar 29 milhões de unidades do produto por ano, com presença em 20 mil pontos de venda.

Menos impacto ambiental - A nova linha foi desenvolvida para gerar menos impacto ambiental. Para isso, ela utiliza gás ecológico de origem vegetal, com emissão de carbono três vezes menor que gases convencionais, além de ser isenta de materiais como alumínio, álcool, triclosan e silicones.

Oportunidade ideal - Marcio Paranhos Miksza, CEO da Aeroflex, pontua que o Paraná Business Experience foi a oportunidade ideal para lançar a novidade da empresa, que almeja atingir novos mercados. “Vimos como uma oportunidade a vinda do Paraná para esse que é o principal evento do mundo, com um tema que faz todo o sentido para o que o produto oferece: a sustentabilidade. Estamos lançando o primeiro biotranspirante a base d 'água em aerossol do mundo, uma tecnologia 100% paranaense, um produto que tem tudo a ver com a proposta do Brasil aqui no evento”, explicou.

Novas conexões - Ele entende que, por se tratar de um evento internacional de grande porte, são muitas as oportunidades de novas conexões e de fazer sua empresa ser conhecida por diversos países – especialmente na comunidade árabe. “Tenho certeza de que a Aeroflex vai sair daqui com muitas oportunidades alinhadas que futuramente vão virar negócio. Já temos conversas com empresas da região, possíveis distribuidoras dos nossos produtos, e acredito que é uma questão de tempo para estarmos presentes nos mercados daqui”, endossou.

Cooperativas - A tradição paranaense das cooperativas agrícolas também saltou aos olhos de potenciais investidores, que veem vantagens em agregar a força de trabalho de uma região em prol de interesses em comum. O Paraná conta com 120 unidades agroindustriais cooperadas, que abarcam 2,48 milhões de cooperados e geram cerca de 113 mil empregos diretos.

Boa articulação - O secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, aponta que isso nem sempre é parte da cultura local, e que, ao longo da história, a boa articulação do hábito de cooperar construiu o modelo empresarial que hoje é dominante no Estado.

Trocas comerciais - Segundo ele, trocas comerciais foram iniciadas nas áreas de fertilizantes, derivados de leite, sucos, erva-mate e mel. “Temos visto aqui um olhar carinhoso de nossos potenciais parceiros árabes com essa grandeza do cooperativismo no agronegócio paranaense. Eles percebem que essa forma de organização pode encurtar o caminho e aproximar interesses de ambos os lados, favorecendo as trocas. Tudo isso é possível acontecer se aproveitarmos bem essa relação que está sendo construída entre os países”, pontuou.

Rapidez - A cooperativa industrial C. Vale foi uma das que protagonizou conversas com países árabes com foco em novas parcerias. Walter Andrei Dal´Boit, diretor da empresa, se surpreendeu com a rapidez com que as conexões foram geradas no evento. Entre os exemplos estão Emirados Árabes Unidos e Egito, dois países que já estão em fase de discussões de potenciais negócios.

Qualidade - “Apresentamos a qualidade que temos, que atende os mercados mais exigentes do mundo. Assim que descemos do palco, fomos chamados a uma sala de negociação. Foi um avanço bem rápido e promissor. De forma geral, eles ficaram surpresos com uma outra ideia de Brasil e, principalmente, uma ideia muito mais avançada do que é o Paraná. Não sabiam de toda a pujança e organização que existe no Estado, tanto na indústria como no agronegócio”, disse.

Carambeí - A prefeita de Carambeí, Elisangela Pedroso, foi uma das representantes dos municípios que também estiveram presentes na missão para apresentar seu potencial turístico e corporativo. A região já tem contato com países árabes através da BRF, que exporta frango halal.

Leite em pó - No evento, essa relação ganhou uma nova conexão em uma reunião de cooperativas da região com empresários de Dubai, que demonstraram interesse especial na produção de leite em pó. A cidade tem no leite sua principal produção agrícola: o produto gerou um Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 373,13 milhões em 2020, o equivalente a 31,86% do total gerado pelo município.

Desenvolvimento - “É uma oportunidade ímpar estar neste evento em que temos a chance de ter contato com câmaras de comércio de todo o mundo. Esse contato vem engrandecer nossas conexões, levando mais desenvolvimento para a região dos Campos Gerais. A exportação do leite em pó será com certeza um grande avanço para a região”, pontuou a prefeita.

Inteligência artificial - Há cinco anos no mercado de tecnologia, a startup Robô Laura desenvolveu uma tecnologia capaz de ajudar a equipe médica a identificar o diagnóstico de sepse, uma infecção generalizada que mata mais de 230 mil brasileiros por ano. Através de inteligência artificial, o robô analisa mais de 90 variáveis e gera alertas em casos de risco. Com isso, a tecnologia reduz em 25% a taxa de mortalidade geral e em 10% o tempo médio de internação por paciente. Foi um dos "cases" paranaenses apresentados em Dubai.

Atendimentos - “Nós criamos um sistema de inteligência artificial que poderia ajudar os médicos e enfermeiros a identificar quais eram os pacientes em risco. Hoje, nossa tecnologia está em toda a jornada do paciente, em mais de 50 centros de saúde no Brasil. Nesses cinco anos, foram mais de 10 milhões de atendimentos analisados pela Laura”, explicou Cristian Rocha, CEO da startup.

Outras tecnologias - Com o tempo, outras tecnologias foram desenvolvidas pela empresa. Foi o caso do PA Digital, criado rapidamente após o início da pandemia do coronavírus para ajudar na triagem de pacientes com sintomas da doença através de algoritmos. Além de hospitais, prefeituras e operadoras de saúde estão entre os clientes da empresa.

Soluções - Rocha explicou que os produtos são pensados para resolver problemas sistêmicos na área da saúde de forma global, não apenas no Brasil. Por isso, a expansão internacional é um caminho natural a ser buscado — e que ganhou uma nova possibilidade através das rodadas de negócios em Dubai.

Ponte - “Tivemos a oportunidade de conhecer grupos de investidores e conversamos com um grupo italiano com negócios na Europa e nos Emirados Árabes Unidos. A gente ainda não iniciou um casamento, mas já estamos no namoro, e há grandes possibilidades de firmar parcerias nos mercados árabe e europeu. Se não fosse um evento como esse, não teríamos tido a oportunidade de conhecer esses investidores. Esse evento é uma ponte para mostrar que o Paraná também pode exportar tecnologia e conhecimento para o mundo”, reforçou o CEO. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Governo do Paraná

 

EXPO DUBAI III: Qualidade e rigor sanitário fazem do Paraná líder em exportação de carne halal

expo dubai III 14 10 2021O Paraná é o maior exportador de proteína halal do Brasil, considerando o embarque conjunto de derivados de aves e bovinos. A carne halal segue o método produtivo de acordo com as crenças do consumidor muçulmano. Apenas para esta população, conjunto de 22 países de maioria árabe no Oriente Médio e Norte da África, o Estado exportou US$ 618,172 milhões em carne bovina e frango halal de janeiro a setembro de 2021, segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Consumidores - Considerando o grande número de consumidores muçulmanos em todo o mundo – quase 2 bilhões – o Paraná tem potencial para entrar nesse mercado com ainda mais intensidade. De acordo com o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o Estado tem 31 frigoríficos habilitados.

Outros estados - Depois do Paraná, o segundo colocado no ranking de exportações de proteína halal de janeiro a setembro é o Rio Grande do Sul (US$ 442,6 milhões), seguido de Santa Catarina (US$ 362 milhões). Em 2020, o Brasil exportou US$ 2,95 bilhões em proteína halal avícola e bovina, sendo US$ 1,9 bilhão em aves e outros US$ 968 milhões derivados bovinos.

Melhora - O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca que o governo estadual tem trabalhado para melhorar ainda mais esse desempenho. Um dos encontros das autoridades do Estado em Dubai, durante a semana de internacionalização do Governo e de empresas paranaenses, foi com a Cdial Halal, certificadora que atua na América Latina credenciada pelos principais órgãos oficiais dos Emirados Árabes Unidos e do Golfo Pérsico.

Tratativas - “Estamos em tratativas para ampliar nossas vendas de alimentos para o mundo e atrair novos investimentos. A longa tradição de nossas cooperativas agrícolas, a qualidade sanitária reconhecida internacionalmente e a agenda diplomática positiva têm colaborado para manter o Paraná em patamares elevados de comercialização internacional”, disse.

Momento - “Temos cerca de 2 bilhões de consumidores muçulmanos no mundo. É preciso aproveitar esse momento em que nos livramos de dificuldades sanitárias antigas para ingressar com mais intensidade nesse mercado”, acrescentou.

Exportações - Maior produtor de carne de frango no País, o Paraná se destaca também nas exportações dessa proteína. O secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Tamer Mansour, enumera uma série de características que permitiram ao Paraná o protagonismo na produção em larga escala, como clima favorável, disponibilidade de água, terras férteis, grãos cultivados nas proximidades das integrações, grande prevalência de pequenas unidades produtivas com perfil de agricultura familiar – preferido das empresas integradoras, além da infraestrutura para o escoamento.

Papel importante - “Tudo indica que o Paraná continuará a ter importante papel na alimentação diária dos muçulmanos do mundo”, diz Mansour.

Hábitos de consumo - Quando um produto recebe certificação halal, significa que seu consumo é lícito e permitido ao muçulmano, passando por processos diferentes dos produtos convencionais. No caso do frango, por exemplo, o consumidor árabe prefere a ave tipo griller, que pesa entre 1.200 e 800 gramas. Embora o hábito varie de acordo com o País, geralmente as famílias servem o frango inteiro, uma ave para cada pessoa, conta Mansour.

Regras - O abate desses animais segue as regras da religião – precisa ser feito por abatedor ou supervisor muçulmano, por método de corte por lâmina no pescoço, sem dor nem insensibilização elétrica. O sangue, considerado impuro na cultura islâmica, precisa ser drenado. A linha de abate deve estar posicionada em direção à cidade sagrada de Meca (Arábia Saudita) – geralmente indicada por setas no chão dos frigoríficos.

Armazenamento e transporte - O armazenamento e o transporte são realizados em galpões separados de outros tipos de carne. O processo produtivo também não pode incluir contaminação cruzada com substâncias proibidas pelos princípios religiosos, como o álcool.

Tradição - Segundo a Câmara, no Brasil, as exportações de carne halal para os árabes começaram em 1977, na esteira da crise do petróleo, quando os árabes começaram a trocar o combustível fóssil por alimentos e outros gêneros.

Tradição diplomática - “O Brasil acabou se inserindo nesse mercado não só porque tinha capacidade produtiva e condições de fornecer produto de qualidade e na especificação desejada com um setor agropecuário competitivo já naquela época, mas porque tinha, como ainda tem, uma tradição diplomática historicamente não beligerante”, Tamer Mansour.

Fornecedor confiável- De lá para cá, o Brasil se consolidou como um fornecedor confiável. Além da qualidade da produção, são determinantes a transparência e segurança do processo, o que envolve investimentos por parte das indústrias e capacitação dos trabalhadores.

Certificadoras - Sete certificadoras no Brasil emitem o certificado halal. Embora não realize certificação, a Câmara Árabe colabora no processo com a confirmação aos compradores da autenticidade dos documentos relativos a cada carregamento. O procedimento está passando por uma modernização, migrando gradualmente para o modelo digital, o que garante ainda mais confiabilidade, segurança para o consumidor final e pode reduzir o tempo de processamento de documentação de três semanas para até dois dias.

Halal - A certificação halal, que comprova o cumprimento dos requisitos da religião, envolve não apenas alimentos, mas também fármacos/cosméticos, turismo, vestuário, entre outros. Quanto às proteínas animais, os procedimentos diferenciados incluem aspectos como a matéria-prima, higienização, armazenagem e transporte. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação / IDR-Paraná

 

EXPO DUBAI IV: Com escritório em Dubai, Paraná visa ampliar potencial de investimentos e novas parcerias

expo dubai IV 14 10 2021O Paraná terá um escritório fixo para a captação de investimentos e negócios internacionais em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A decisão foi formalizada nessa quarta-feira (13/10) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Carlos Valter. O espaço dá um caráter permanente à iniciativa do Governo e do setor empresarial no estabelecimento de novas parcerias comerciais com a região.

Compartilhamento - O escritório será compartilhado entre a Invest Paraná, que é a agência de prospecção de investimentos do Estado, e a Fiep. De acordo com o governador, a estrutura funcionará como mais uma frente de atuação para o fortalecimento das empresas paranaenses em nível internacional. Ele citou algumas áreas em que o Estado é destaque global: produção de alimentos, tecnologia, indústria automotiva, medicina e startups.

Agro e indústria - “O Paraná tem setores agropecuário e industriais muito fortes, além do turismo, que tem se desenvolvido muito nos últimos anos, o que tem propiciado um crescimento econômico sustentável”, afirmou o governador. “Com a agenda de Dubai, estamos demonstrando aos investidores da região todo o potencial comercial do nosso Estado, o que poderá ser explorado de maneira permanente a partir da instalação do escritório”.

Rodadas - Uma das ideias para prospecção de novos negócios é implementar rodadas intermediadas pela Invest Paraná para que os empresários paranaenses possam apresentar detalhes de suas empresas e também conhecer oportunidades de novos negócios que podem ser firmado nos Emirados Árabes Unidos e também em outros países do Oriente Médio e África, o que aumenta as possibilidades de "matchmaking" (conexões empresariais).

Facilitador - Segundo o diretor de Desenvolvimento Econômico e Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco, o Governo do Estado deverá atuar como um facilitador de negócios das empresas paranaenses em toda a região. A comitiva paranaense se reuniu nos últimos dias com as Câmaras de Comércio Árabe-Brasileira e de Abu Dhabi de olho em novas perspectivas de comércio internacional.

Impressionados - “O que percebemos ao longo desses dias é que os investidores e empresários locais ficaram impressionados com o potencial econômico do Paraná e demonstraram interesse em estabelecer uma cooperação bilateral em diversos setores”, disse.

Contatos - Segundo Carlos Valter, presidente da Fiep, o escritório facilitará os contatos também com o mercado africano. "Essa é uma oportunidade de chegar nesses investidores, através do mundo árabe. Nós temos diversidade no polo industrial e podemos usar essa oportunidade para diversificar nossos negócios", arrematou.

Localização - O escritório deverá ficar na região central de Dubai, perto do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, em um complexo comercial que reúne diversas empresas da região.

Reuniões - A comitiva paranaense também se reuniu nesta quarta com a Câmara de Comércio de Dubai. Ela possui cerca de 260 mil associados, que são organizados por setores econômicos, e que atua com bases de dados de maneira organizada. A ideia é aproximar o novo escritório dessa estrutura já estabelecida na região.

Novo hub - “Trata-se de um novo hub que vai facilitar o acesso dos empresários paranaenses a novas oportunidades comerciais. Vamos passar uma lista das empresas paranaenses que estão aqui representadas e quais são as prioridades de negócios, olhando para oportunidades de empresas estrangeiras de 22 países do Oriente Médio representadas pela Câmara de Dubai”, explicou Rocco.

Outros encontros - Outros encontros foram com representantes da ARJ Holding, do Thiesen Group e do Grupo Rockland, conglomerados que atuam em diversos ramos e têm interesse em expandir negócios com o Brasil. Ratinho Junior disse que o Estado é o maior produtor de proteína animal do País e tem diversidade e capacidade para atender a demanda do mercado árabe nesse setor, além de ter vocações regionais bem estruturadas em diversos segmentos, como tecnologia da informação, indústria metal-mecânica e wellness. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SICREDI: Parceria com Smurfs alcança 2 milhões de visualizações

sicredi 14 10 2021Com mensagens que reforçam a importância de ações colaborativas e de impacto positivo, os vídeos da parceria, hospedados no site Sicredi e Smurfs, redes sociais e canais do Sicredi no Youtube, já alcançaram dois milhões de visualizações em menos de um mês após o lançamento. O site desenvolvido especialmente para o projeto também já registrou mais de 25 mil acessos e, somente pelo Facebook, mais de um milhão de usuários foram impactados. O projeto, desenvolvido por meio de uma parceria entre a instituição financeira cooperativa e a empresa belga IMPS, detentora dos direitos dos Smurfs, apresenta vídeos protagonizados pelas pequenas criaturas azuis, e que chamam atenção sobre a importância de ações coletivas para a promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Vídeos - Na primeira fase do projeto, foram produzidos seis vídeos. Cada animação enfoca um ODS específico, e também traz exemplos de iniciativas realizadas por cooperativas do Sicredi conectadas aos Objetivos e que, dessa maneira, estão contribuindo com o fomento das metas propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Ajuda mútua - Criados em 1958 pelo cartunista belga Peyo, os Smurfs são reconhecidos por histórias que enfatizam a importância da ajuda mútua e do bem coletivo. Por esse motivo, além de serem queridos por várias gerações, são embaixadores da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Estamos muito satisfeitos que uma instituição como o Sicredi esteja realizando grandes iniciativas para um mundo melhor e mais sustentável. Portanto, é uma honra que o Sicredi possa se juntar a nós [família Smurf] para o desenvolvimento sustentável, um dos valores fundamentais dos Smurfs. Eles contam com vocês para mudar o mundo e cada gesto conta”, comenta o chefe de Marketing na Communications & Family Entertainment, da IMPS, Philippe Glorieux.

Cooperação para uma sociedade mais próspera - Com um modelo de negócio sustentável e colaborativo, o Sicredi, primeira instituição financeira do Brasil, integra o Pacto Global desde fevereiro de 2020. Ao longo de sua história, tem desenvolvido projetos baseados nos propósitos dos fundadores do cooperativismo e conectados à agenda moderna da ONU. Iniciativas que promovem a educação, a igualdade de gênero e o crescimento econômico inclusivo e sustentável.

Pesquisa - De acordo com pesquisa realizada pela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o cooperativismo incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios onde atua em 5,6%. O modelo ainda cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

CRESOL: Mais de 18 mil crianças e jovens são impactados com projetos do sistema

cresol 14 10 2021Segundo uma pesquisa do Ibope realizada em 2020, apenas 21% das pessoas tiveram educação financeira na infância até os 12 anos no Brasil. E, com o objetivo de mudar esse cenário e fazer com que as crianças aprendam sobre a importância de uma relação equilibrada com o dinheiro na primeira infância, a Cresol lançou, em maio deste ano, o portal Cresol Educa.

Conteúdo - O portal disponibiliza uma série de atividades, histórias e livros sobre educação financeira, divididos por faixa etária e com personagens diferentes de acordo com as etapas da infância, com o objetivo de apoiar pais, educadores em ampliar a informação sobre finanças de forma lúdica para os pequenos de 6 a 12 anos. O grande diferencial do projeto é que além do acesso online, a instituição também disponibiliza os arquivos para download para famílias que se cadastrarem.

Impacto - Até agora cerca de 5 mil crianças foram impactadas diretamente pelo Portal, incluindo downloads de atividades, leituras online e envios dos livros impressos para as casas. Além disso, outras 13 mil crianças têm suporte dos materiais desenvolvidos pelo Instituto Cresol em parceria com as escolas e secretarias de educação.

Receptividade - “A receptividade foi incrível. Já tínhamos a ação junto às escolas e com a adoção das aulas online, percebemos que era preciso ampliar o acesso também no digital. Em pouco mais de 2 meses de lançamento foram mais de 1.500 coleções entregues e centenas de crianças e famílias receberam em suas casas muito mais do que coleções, mas ensinamentos para a vida, que demonstram o interesse da Cresol em levar por meio das coleções aproximação com a sociedade”, comemora José Vandresen, gerente do Instituto Cresol, responsável pelo projeto.

Projetos educacionais nas escolas - Antes de nascer o portal Cresol Educa, os projetos já estavam na sala de aula. O portal é uma extensão das parcerias entre as cooperativas, o Cresol Instituto e as Secretarias Municipais de Educação onde a Cresol atua que integra uma estratégia pedagógica maior, que une as coleções de história disponíveis no Educa, jogos, propostas pedagógicas dos projetos e atividades ligadas a Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Por meio dessa organização, a proposta é desenvolver um ambiente de aprendizagem coletiva, capaz de levar aprendizado por meio da ludicidade.

Inseridos - Neste ano, os projetos educacionais do Instituto, “Mesadinha e sua Turma”, “Um Olhar Para o Futuro” e “Juventude Cooperativista”, estão inseridos em mais de 380 escolas, de todos os estados onde a Cresol tem abrangência, com mais de 13 mil alunos impactados.

Exemplo - Ana Paula da Rosa é um exemplo de como a educação pode modificar a vida de uma comunidade. Professora voluntária na cidade de Francisco Beltrão, interior do Paraná, ela dá aulas de reforço para crianças do seu bairro e utiliza os materiais do Instituto Cresol em suas aulas. Entre os assuntos que a educadora pontua com seus alunos, está a educação financeira. “Estamos muito felizes em poder oferecer um conteúdo de qualidade, com uma linguagem que as crianças entendam e, por vezes, até possam ensinar seus pais sobre saúde financeira e como investir”, finaliza Vandresen. (Imprensa Cresol)

 

COCAMAR: Programa Colher Mais divulga vencedores

Na sexta-feira (08/10) foram conhecidos os cooperados e seus respectivos agrônomos vencedores da 2ª Edição do Programa Colher Mais TIMAC Agro Cocamar 2021, referente a safra de soja 20/21. A premiação foi distribuída geograficamente em duas áreas: a Regional 1, 2 (imediações de Maringá e noroeste do Paraná) e MS; e a Regional 3 (norte do Paraná) e SP.

Paranacity - Na primeira regional, a maior produtividade e o maior retorno sobre o investimento foram conquistados pelo cooperado Danilo Paiva Trujilo, de Paranacity (PR): 208,1 sacas por alqueire (86,0 sc/ha) e 24,5 sacas de retorno para cada saca de investimento realizado, respectivamente. Trujilo recebe assistência técnica do engenheiro agrônomo Alysson de Campos Galbiate, da unidade local.

Sta. Cecília do Pavão - Na segunda regional, o maior retorno sobre o investimento foi obtido pelo produtor Jean Ivanaga, de Santa Cecília do Pavão (PR). Ele é atendido pelo engenheiro agrônomo Leandro Luppi Lima, da unidade local da Cocamar. Para cada saca de soja investida, Ivanaga colheu 13,3 sacas de retorno.

Cambé - Na mesma região, a maior produtividade veio de Cambé (PR), onde a Família Monteiro registrou a média de 196,4 sacas/alqueire (81,1 sc/ha). A assistência técnica é prestada pelo engenheiro agrônomo Gustavo Mastrantonio Martins, da unidade daquela cidade.

Viagem - Os campeões receberam troféus e o direito de participarem de uma viagem à França, em 2022, onde, entre outras atividades, irão conhecer o Centro Mundial de Inovação - CMI - da TIMAC Agro, um dos mais tecnificados centros de pesquisa privado do mundo.

Desafios - Ao participar da solenidade de premiação, o presidente executivo da Cocamar, Divanir Higino, parabenizou a TIMAC Agro, tradicional parceira da cooperativa, pela realização do programa Colher Mais, destacando que a busca pelo aumento da produtividade, com rentabilidade, é um dos principais desafios dos produtores, lembrando que isto se torna possível por meio da utilização das melhores tecnologias e uma orientação profissional adequada. “A transferência de conhecimentos e tecnologias é uma das funções mais nobres da cooperativa”, frisou.

Fertilizantes - Conforme informou o gerente técnico Emerson Nunes, o produtor de Paranacity, Danilo Paiva Trujilo, conquistou as duas premiações em áreas distintas, demonstrando assim, a importância em se ter áreas potenciais cadastradas no programa. E como novidade, nesta safra de soja 21/22, a 3ª Edição do Colher Mais TIMAC Agro Cocamar, além de uma categoria envolvendo fertilizantes sólidos da TIMAC, haverá uma outra categoria envolvendo a aplicação do fertilizante líquido Viridian Mn, produzido pela Cocamar. (Imprensa Cocamar)

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CAPAL: Tudo sobre cevada, a cultura que vai ganhar o campo

capal 14 10 2021As geadas na safra inverno 2021 trouxeram incerteza para o produtor rural. A adversidade climática colocou em dúvida a produtividade e ocasionou perdas. No entanto, a colheita mostrou que este foi também um momento de aprendizagem, que permitiu à cultura da cevada mostrar todo o seu potencial.

Perda - O cooperado Henk Salomons, da região de Arapoti (PR), relata que nos primeiros dias de geada acreditou ter perdido a produção. “Já na primeira geada, eu pensei: ‘perdi essa cevada’. Mas, para nossa grata surpresa, estimo que a quebra foi de 20%. Se fosse trigo, estaria 100% perdido. A média de produção neste ano foi de 4.590 kg por hectare”, afirma.

Entre os primeiros - Henk está entre os primeiros associados da Capal a plantar cevada. Há cerca de 5 anos inseriu a cultura em suas áreas: “no início, fui muito cético quanto à cevada. Mas já na primeira colheita, a produtividade média foi de 4.925 kg por hectare”.

Benefícios - Ele complementa que, além do alto teto produtivo, a cevada traz outros benefícios: produz boa palhada, agregando à safra verão, e é uma opção na rotação de culturas, contribuindo para o controle de doenças. “Eu acho que ela casou perfeitamente para a rotação de culturas. Alguns produtores estão plantando trigo toda safra e, com isso, o mal-do-pé aumentou. A cevada cria um círculo virtuoso no manejo do solo”, assinala o cooperado.

Esclarecimentos - Nesta reportagem especial, conversamos com a equipe técnica da Capal para explicar estes e outros pontos importantes sobre a cevada, uma cultura que vai ganhar o campo nas próximas safras.

Opção produtiva e rentável - A cevada representa uma alternativa às outras culturas de inverno, como trigo e aveia. O trigo é um cereal exigente, que requer plantio em solos férteis para apresentar boa produção. A aveia, por sua vez, contribui para a nutrição animal e a estruturação do solo, mas com retorno financeiro diferente da cevada e trigo.

Restrição - Gustavo Borba, do Departamento de Assistência Técnica (DAT) de Arapoti, comenta que muitas vezes o agricultor se restringe a essas opções. “O produtor repete o trigo nas áreas de alta fertilidade e, naquelas inferiores, repete aveia para gerar matéria orgânica e recuperar o solo, de certa forma”. No entanto, a prática de sucessão da mesma cultura prejudica o controle de doenças e pragas.

Boa opção - Nesse cenário, a cevada revela-se uma boa opção para a composição de um sistema sustentável. Além de permitir o plantio em solos de qualidade reduzida, ela rende lucro direto.

Produtividade - Gustavo pontua que uma vantagem da cevada em relação ao trigo é a produtividade em áreas de média e até baixa fertilidade: “o trigo é uma cultura de alta exigência. Em áreas de média e baixa fertilidade, ele não se comporta tão bem. Mas a cevada se encaixa bem em áreas com essa característica. Mesmo em áreas inferiores, em que o teto de produção pode ser reduzido, a cevada entrega mais”.

Outro ponto positivo - O agrônomo Cleiton Fassini, do DAT de Itararé (SP), indica que outro ponto positivo nesta comparação é a capacidade superior de produção. “Agronomicamente, a cevada possui potencial produtivo alto, com tetos superiores ao trigo, com a vantagem de ter ciclo inferior às cultivares deste grão comumente mais plantadas”, esclarece.

Manutenção do solo - Outro benefício apresentado pela cevada no campo é que, assim como a aveia, ela contribui para a manutenção do solo. Cleiton menciona que a cevada produz uma palhada de ótima qualidade: “possui alta produção de matéria seca muito importante para a conservação e evolução na construção da fertilidade dos nossos solos”.

Nutrição animal - Além da produção de grãos, a cevada também serve à nutrição animal. Seu diferencial é a alta qualidade bromatológica, o que faz com que seja considerada um alimento nobre. O coordenador do DAT no estado do Paraná, Roberto Martins, explica que nos casos em que o grão não alcança os índices de qualidade exigidos para a industrialização, ele pode ser utilizado na produção de ração.

Aproveitamento - Também a cevada destinada à indústria possui grande aproveitamento na nutrição do rebanho: “mesmo depois de processada, ela continua tendo valor alimentar muito interessante para compor ração”.

Industrialização - Na indústria, a cevada passa pela malteação, processo que dá origem ao malte, matéria-prima da cerveja. Para isso, é necessário que o grão atenda a critérios de qualidade específicos. Segundo o agrônomo Gustavo Borba, a exigência de qualidade gera receios ao produtor. No entanto, as práticas de manejo adequadas, desde o plantio até a colheita, são capazes de oferecer condições para que o grão produzido tenha a qualidade necessária.

Lado negativo - “Para o produtor, tem duas questões que pesam a balança para o lado negativo. A primeira é a ideia de que o custo de produção é muito alto. A segunda é a qualidade, existe o receio de não atingir o padrão exigido para a venda”, comenta. No entanto, o técnico ressalta que as pesquisas desenvolvidas pela Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (Fapa) em parceria com a Fundação ABC, da qual a Capal é mantenedora, vêm mostrando que o agricultor tem plena capacidade para gerir custos e prover qualidade: “Por meio dos estudos que temos feito, percebemos que os custos da cevada não são muito diferentes do trigo, por exemplo, e o teto produtivo é consideravelmente maior. Além disso, nós temos condições geográficas e de clima para produzir um grão de boa qualidade”.

Acompanhamento divulgado - É importante ressaltar que a equipe técnica da Capal oferece acompanhamento individualizado aos produtores associados, recomendando a cultura mais adequada para cada área, assim como as práticas de manejo necessárias para garantir produção.

Parceria - Desde o início do cultivo da cevada nas áreas atendidas pela Capal, a parceria com a cooperativa Agrária esteve presente. Além programa de fomento ao plantio e da entrega dos grãos à maltaria da cooperativa localizada em Guarapuava (PR), a parceria envolve também uma colaboração técnica entre Fapa e Fundação ABC.

Maltaria - Neste ano, a parceria tomou novas proporções, a partir da intercooperação entre Capal e Agrária, além de outras quatro cooperativas (Bom Jesus, Castrolanda, Coopagrícola e Frísia), na construção da Maltaria Campos Gerais.

Empreendimento - O empreendimento soma 1,5 bilhão em investimento das seis cooperativas e tem localização estratégica na cidade de Ponta Grossa (PR), para atender às principais indústrias cervejeiras do Brasil.

Consumo - Anualmente, o Brasil consome cerca de 1,7 milhão de toneladas de malte por ano e produz somente 700 mil toneladas. Isso significa que cerca de 1 milhão de toneladas de malte são importadas anualmente no país. A nova maltaria vem ao encontro dessa demanda, com a estimativa de produção de 240 mil toneladas por ano, correspondendo a cerca de 15% do consumo nacional.

Rentabilidade - Roberto Martins, coordenador do DAT no Paraná, aponta a rentabilidade do novo investimento para os associados. “A relação ganha-ganha é muito visível, seja diretamente, quando o produtor vende os grãos, seja indiretamente, conseguindo um subproduto de qualidade para a ração. Além disso, todos os produtores terão ganhos indiretos com as sobras de resultado que serão distribuídas lá na Assembleia Geral Ordinária”.

Missão - Roberto finaliza apontando que a maltaria vem contribuir mais ainda com a missão da cooperativa: “A Capal percebeu que esta é mais uma ferramenta para cumprir nossa missão de promover o desenvolvimento contínuo do cooperado, agregando valor à sua produção.” (Imprensa Capal)

 

UNIMED LONDRINA: Cooperativa realiza espetáculo inédito e gratuito ao ar livre

unimed londrina 14 10 2021Durante sete dias de outubro, o Lago Igapó II será palco de um teatro de águas. O Dia do Médico (18/10) será a data da abertura do espetáculo que a Unimed Londrina vai realizar de forma inédita na cidade. A apresentação é parte das comemorações aos 50 anos da cooperativa, uma homenagem aos médicos e à cidade de Londrina e marca o lançamento do hospital da operadora de planos de saúde.

Programação - O Show das Águas Unimed Londrina será realizado diariamente, de 18 a 24 de outubro, das 19h30 às 22h, e o público que passar pela Av. Higienópolis poderá contemplar a apresentação, que é gratuita.

Jatos iluminados - A atração, inspirada em teatros de águas realizados em diversas cidades mundo afora, vai trazer 16 jatos de água iluminados que serão instalados no Lago Igapó e, bombeando as águas do lago a uma altura de até dez metros, farão as águas dançarem no ritmo de músicas. A água retorna ao lago naturalmente mais oxigenada, beneficiando o ecossistema local.

Som e projetor - Nas margens do lago serão instalados um sistema de som e um projetor, que possibilitará a apresentação de um vídeo em uma cortina de água. O vídeo, que tem duração de um minuto, será projetado em looping, diversas vezes durante o show, se intercalando com a apresentação dos jatos dançantes.

Amor pelo município - O presidente da Unimed Londrina, Omar Genha Taha, afirma que esta iniciativa tem o objetivo de reforçar o amor da operadora pelo município. “A Unimed Londrina está há 50 anos construindo esta cidade junto com os londrinenses. Esta apresentação é uma homenagem da cooperativa à cidade e a todos os médicos, e também é uma comemoração ao importante passo que estamos dando na construção do nosso hospital próprio, uma obra que vai beneficiar toda Londrina”, complementa. (Imprensa Unimed Londrina)

 

ZARC: Milho segunda safra e consórcio com braquiária têm novos zoneamentos de risco climático

zarc 14 10 2021O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura de milho segunda safra foi publicado nessa quarta-feira (18/10) no Diário Oficial da União pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fundamentais para uma condução eficiente das lavouras brasileiras no campo, um desses zoneamentos recém-elaborados é do cultivo consorciado de milho segunda safra com braquiária.

Ajuste - “O ajuste do ciclo de cultivo do milho em função da variação das temperaturas neste período de segunda safra pode ser considerado o principal aperfeiçoamento deste estudo, especialmente para os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul (PR), onde se concentram as maiores produções”, afirma Balbino Evangelista, geógrafo e analista de Pesquisa da Embrapa no Tocantins. Ele é um dos líderes dos trabalhos com Zarc na empresa.

Avaliações de riscos - Ele explica que, por conta do grande efeito da temperatura no alongamento do ciclo do milho safrinha, foram realizadas avaliações de riscos para ciclos variáveis, com duração de 100 até 180 dias. No estudo anterior, essa análise estava restrita a ciclos de 100 até 120 dias. Como consequências, aumentou a quantidade de municípios contemplados dentro de níveis de riscos aceitáveis e foi possível ajustar as janelas de plantio em regiões críticas, seja para maior ou para menor período. Alguns municípios situados em regiões mais frias do Sul e do Sudeste do país tiveram a janela reduzida.

Reuniões virtuais - Entre 22 e 24 de setembro, aconteceram reuniões virtuais de validação junto a diferentes agentes da cadeia produtiva de valor de quatro estados: Paraná; Mato Grosso do Sul; Minas Gerais; e São Paulo. Profissionais como técnicos da extensão rural, consultores, produtores, pesquisadores e agentes financeiros tiveram acesso aos resultados do zoneamento que, após discussões técnicas, foram validados com pequenos ajustes.

Zarc 50% não será implementado - Com o atraso de plantio do milho segunda safra na última safra, plantada a partir de janeiro de 2020, diversas instituições solicitaram ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento uma prorrogação da data de plantio da cultura. Por se tratar de instrumento técnico-científico, não havia como flexibilizar datas sem prévio estudo da Embrapa.

Pesquisas - No entanto, visando demonstrar quais munícipios do Brasil poderiam ter mais um decêndio de plantio no milho de segunda safra com uma nova classe de risco de 50%, a Embrapa, a pedido do Mapa, desenvolveu as pesquisas, que foram apresentadas às instituições demandantes, que declinaram da criação do Zarc de 50%.

Atendimento - Havia riscos de não atender todos os municípios que poderiam ter atraso de plantio, possível exposição de um risco muito alto de perdas por problemas climáticos, elevação dos custos do sistema de seguro rural e Proagro.

Para que serve o Zarc? - O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

Modelo - O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Recomendações - Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo - Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android  

Plataforma - Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”. (Mapa)

FOTO: Embrapa

 

INFRAESTRUTURA: Volume de carga movimentada por ferrovia aumentou 25% nos portos do Paraná

infraestrutura destaque 14 10 2021Segue em alta a participação do modal ferroviário no transporte de cargas que chegam ou saem pelos terminais portuários paranaenses. Como mostram os dados da Portos do Paraná, de janeiro a setembro, neste ano, o volume de produtos movimentados em vagões subiu 25,19% em relação ao mesmo período do ano passado.

Equilíbrio entre os modais - Para o diretor de Desenvolvimento Empresarial da empresa pública Portos do Paraná, André Pioli, o ideal, para o desenvolvimento sustentável dos portos paranaenses, é que haja equilíbrio entre os modais. Segundo ele, o objetivo a médio e longo prazo é alcançar participação equilibrada entre os modais rodoviário e ferroviário no transporte de cargas, sentido porto e inverso.

Projetos - “Para isso, estamos desenvolvendo projetos como o Moegão, para descarga ferroviária exclusiva no Corredor Leste de Exportação, e apoiando os investimentos que o Governo do Estado vem fazendo na Nova Ferroeste”, completa o diretor, atualmente presidente em exercício na Portos do Paraná.

Primeiros nove meses - Nos primeiros noves meses deste ano, chegaram ou saíram de trem 19,7% do total foi movimentado pelos portos paranaenses. Isso equivale a 8.752.258 toneladas de carga. Em 2020, no mesmo período, essa participação foi de 15,9% - equivalente a 6.991.429 toneladas.

Aumento - O aumento foi observado, principalmente, no transporte de soja, farelo, açúcar e fertilizantes. Também são destaques derivados de petróleo, contêineres e trigo, segmentos que não tiveram volume movimentado em vagõs em 2020.

Contêineres - Das 8.890.869 toneladas de cargas conteinerizadas que chegaram ou saíram pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), 9% (805.238 toneladas) foi transportado pelo modal ferroviário. De derivados de petróleo, neste ano, 7% do que foi transportado no período, foram pelos trilhos. O percentual equivale a 231.582 toneladas dos produtos. Pelo modal rodoviário, chegaram e saíram 2.152.447 toneladas. De trigo, das 223.282 toneladas importadas ou exportadas pelos portos do Paraná, 10% (21.646 toneladas), foram em vagões.

Caminhões - Das 44.486.026 toneladas movimentadas nos primeiros nove meses deste ano, 77.9% (36.641.812 toneladas), chegaram ou saíram dos portos do Paraná em caminhões. No mesmo período, em 2020, essa participação do modal rodoviário era de 82,8% (36.347.985 toneladas de cargas).

Oleoduto - Os únicos produtos transportados pelo duto são os derivados de petróleo. Como houve alta no volume movimentado no período, de maneira geral, também foi registrado aumento nessa modalidade de transporte. Neste ano, foram 1.091.957 toneladas (equivalente a 2,5% do total) transportadas pelo oleoduto que liga o Porto de Paranaguá à refinaria, em Araucária. No ano passado, foram 559.238 toneladas (1,3% do total).

Tabela - Confira a tabela para saber a participação dos modais, para os demais produtos:

infraestrutura tabela 14 10 2021

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

IBGE: Serviços crescem 0,5% em agosto e atingem maior patamar desde 2015

ibge destaque 14 10 2021O volume de serviços cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto, quinta taxa positiva seguida, acumulando no período ganho de 6,5%. Com isso, o setor está 4,6% acima do patamar pré-pandemia e alcança o nível mais elevado desde novembro de 2015. Apesar do crescimento, o setor ainda está 7,1% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (14/10) pelo IBGE.

Comparação - Na comparação com agosto de 2020, o volume de serviços cresceu 16,7%, sexta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o setor avançou 11,5% frente a igual período do ano anterior. Em 12 meses, ao passar de 2,9% em julho para 5,1% em agosto, manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro deste ano (-8,6%) e alcançou a taxa mais intensa da série histórica, iniciada em dezembro de 2012.

Recuperação - “O setor de serviços mantém sua trajetória de recuperação em agosto, sobretudo nos serviços considerados não presenciais, mas também nos presenciais, com o avanço da vacinação e o aumento da mobilidade das pessoas. Desde junho do ano passado, o setor acumula 14 taxas positivas e somente uma negativa, registrada em março, quando algumas atividades consideradas não essenciais foram fechadas por determinação de governos locais em meio ao avanço da segunda onda do coronavírus”, explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Avanço - O avanço dos serviços em agosto foi impulsionado por quatro das cinco atividades, com destaque para serviços de informação e comunicação (1,2%) e transportes (1,1%), após resultados negativos em julho.

Impulso - “O primeiro foi impulsionado pelos serviços de desenvolvimento e licenciamento de softwares, portais e provedores de conteúdo e ferramentas de buscas na internet, além de edição integrada e impressão de livro. O segundo pelo transporte aéreo de passageiros e operação de aeroportos, na medida em que houve maior fluxo de passageiros se deslocando e aumentando a receita das companhias aéreas e das concessionárias de aeroportos. Destaco ainda a parte de logística de cargas”, detalha Rodrigo Lobo.

Famílias - Os serviços prestados às famílias avançaram 4,1% em agosto, quinta taxa positiva desde abril, acumulando crescimento de 50,5%. Esse avanço vem, novamente, do segmento de alojamento e alimentação, como os hotéis e restaurantes. Mesmo com o avanço em agosto, serviços prestados às famílias operam 17,4% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

Menor impacto - Com o menor impacto no índice, outros serviços (1,5%) eliminaram o recuo do mês anterior (-0,2%). “Essa atividade foi impulsionada pelos serviços financeiros auxiliares e, em menor medida, pelos serviços de pós-colheita correlacionados à agropecuária, como contratação de mão de obra para colheita da safra ou plantação de algum produto agrícola e locação de maquinário. Uma vez que é feita a colheita, há um conjunto de serviços que são utilizados nesse processo agrícola”, explica Lobo.

Abaixo do nível pré-pandemia - Serviços profissionais, administrativos e complementares voltam a ficar abaixo do nível pré-pandemia

Profissionais - Já os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 0,4% em agosto, depois de três taxas positivas consecutivas, quando acumularam ganho de 4,1%. Com esse resultado negativo, o setor voltou a ficar 0,2% abaixo do patamar pré-pandemia, se juntando aos serviços prestados às famílias.

Acomodação - “Esse recuo de 0,4% é uma acomodação do ritmo de crescimento. A pressão negativa veio das atividades jurídicas, atividades técnicas relacionadas à arquitetura e engenharia e soluções de pagamentos eletrônicos. Com isso, temos agora dois setores que estão operando abaixo de fevereiro de 2020: serviços profissionais, administrativos e complementares e serviços prestados às famílias”, observa o gerente da PMS.

Unidades da federação - Em agosto, 16 das 27 unidades da federação tiveram crescimento no volume de serviços, na comparação com o mês anterior. Entre os locais com taxas positivas, o impacto mais importante veio de São Paulo (0,5%), seguido por Rio Grande do Sul (4,2%), Paraná (1,0%) e Bahia (1,7%). Já Mato Grosso (-3,6%), Distrito Federal (-2,0%) e Rio de Janeiro (-0,4%) registraram as principais retrações no período.

Índice de atividades turísticas acumula crescimento de 49,1% - O índice de atividades turísticas avançou 4,6% em agosto na comparação com julho. É a quarta taxa positiva seguida, período em que acumulou crescimento de 49,1%. Cabe salientar que o indicador de turismo ainda se encontra 20,8% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado.

Taxas positivas - Oito das 12 unidades da federação observadas nesse indicador apresentaram taxas positivas, com destaque para São Paulo (4,9%), Minas Gerais (4,7%), Goiás (8,8%) e Paraná (5,4%). No campo negativo, o Rio de Janeiro (-1,1%) teve o resultado negativo mais importante do mês.

Mais sobre a PMS - A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as unidades da federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

ibge tabela 14 10 2021

 

LEGISLACÃO: Câmara aprova valor fixo para cobrança de ICMS sobre combustíveis

legislacao 14 10 2021A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (13/10), por 392 votos contra 71 e 2 abstenções, o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. A proposta segue para análise do Senado.

Substitutivo - O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), ao Projeto de Lei Complementar 11/20, do deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT). O texto obriga estados e Distrito Federal a especificar a alíquota para cada produto por unidade de medida adotada, que pode ser litro, quilo ou volume, e não mais sobre o valor da mercadoria. Na prática, a proposta torna o ICMS invariável frente a variações do preço do combustível ou de mudanças do câmbio.

Estimativa - Dr. Jaziel estima que as mudanças na legislação devem levar à redução do preço final praticado ao consumidor de, em média, 8% para a gasolina comum, 7% para o etanol hidratado e 3,7% para o diesel B. "A medida colaborará para a simplificação do modelo de exigência do imposto, bem como para uma maior estabilidade nos preços desses produtos", espera.

Novo cálculo - Atualmente, o ICMS incidente sobre os combustíveis é devido por substituição tributária para frente, sendo a sua base de cálculo estimada a partir dos preços médios ponderados ao consumidor final, apurados quinzenalmente pelos governos estaduais. As alíquotas de ICMS para gasolina, como exemplo, variam entre 25% e 34%, de acordo com o estado.

Específicas - Segundo o texto aprovado pela Câmara, as operações com combustíveis sujeitas ao regime de substituição tributária terão as alíquotas do imposto específicas por unidade de medida adotada, definidas pelos estados e pelo Distrito Federal para cada produto.

Fixação - As alíquotas específicas serão fixadas anualmente e vigorarão por 12 meses a partir da data de sua publicação. As alíquotas não poderão exceder, em reais por litro, o valor da média dos preços ao consumidor final usualmente praticados no mercado considerado ao longo dos dois exercícios imediatamente anteriores, multiplicada pela alíquota ad valorem aplicável ao combustível em 31 de dezembro do exercício imediatamente anterior.

Exemplo - Como exemplo, os preços médios de setembro da gasolina comum, do etanol hidratado e do óleo diesel corresponderam, respectivamente, a R$ 6,078, R$ 4,698 e R$ 4,728, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Na forma do substitutivo, a alíquota seria calculada com base na média dos preços praticados de janeiro de 2019 a dezembro de 2020. Nesse período, os preços de revenda variaram de R$ 4,268 a R$ 4,483, no caso da gasolina comum; de R$ 2,812 a R$ 3,179, no caso do etanol hidratado; e de R$ 3,437 a R$ 3,606, no caso do óleo diesel.

Política de preços - O relator observou que os tributos federais e estaduais são responsáveis por 40,7% do preço da gasolina. "Independentemente da política de preços da Petrobras, a carga tributária é decisiva para o elevado custo dos combustíveis", disse Dr. Jaziel.

Carga tributária - Autor do projeto, o deputado Emanuel Pinheiro Neto apontou a alta carga tributária que pesa no bolso do consumidor. “Temos uma carga tributária de 36% do PIB. A maior parte do impacto é na pessoa humilde, em que o preço do combustível impacta tudo, como o custo do frete”, declarou. Ele afirmou ainda que é preciso rever medidas econômicas e a política de preços da Petrobras. “Esse projeto é somente o primeiro passo, mas é um passo glorioso.”

Acordo entre partidos - O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ressaltou que a proposta foi objeto de acordo com os líderes partidários. “O governo propôs unificar as tarifas de ICMS no Brasil em todos os estados – o que todos nós não concordávamos – e o que nós estamos votando é um projeto que cria uma média dos últimos dois anos e, sobre esta média, se multiplica pelo imposto estadual de cada estado, com total liberdade para cada estado”, afirmou.

Projeto - Lira disse que o projeto “circula desde o início da legislatura” e foi debatido em reuniões no Colégio de Líderes e que teve acordo de procedimento com a oposição para que não houvesse obstrução na sessão de hoje.

Pontos rejeitados - Na votação, os deputados rejeitaram destaques da oposição que buscavam mudar a política de preços da Petrobras, que tem como base a paridade com o mercado internacional do petróleo, ou então compensar as perdas de arrecadação dos estados.

Emendas - Foram rejeitadas:

- emenda do PT que limitaria a vigência das alíquotas específicas definidas pelos estados e pelo Distrito Federal para o ano de 2021 apenas até 31 de dezembro de 2021. O objetivo seria limitar possíveis perdas de arrecadação dos estados.

- emenda do PT que obrigaria a Petrobras a calcular os preços de derivados do petróleo de acordo com os custos de produção apurados em moeda nacional, limitando a aplicação da variação cambial, do preço internacional do barril de petróleo, à parcela de derivados importados. Os reajustes seriam semestrais.

- emenda do Psol que fixaria os preços da Petrobras com base nos custos internos de extração (lifting cost) e de refino, com reajuste periódico para reduzir a volatilidade dos preços.

- emenda do PCdoB que reverteria a perda de arrecadação do ICMS decorrente da aprovação do projeto para o pagamento das dívidas dos estados.

- emenda do PT que proibiria o início ou prosseguimento de processos de desestatização, desinvestimentos ou a conclusão da venda de qualquer unidade de produção de combustíveis da Petrobras. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

ELEIÇÕES: Conheça as novas regras para a votação de 2022

eleicoes 14 10 2021Falta pouco menos de um ano para as eleições de 2022 e os brasileiros irão às urnas com novas regras. Promulgada pelo Congresso Nacional no dia 28 de setembro, as regras serão aplicadas nas eleições para presidente e vice-presidente da República, de 27 governadores e vice-governadores de estado e do Distrito Federal, de 27 senadores e de 513 deputados federais, além de deputados estaduais e distritais.

Pleito - O pleito será realizado em primeiro turno no dia 2 de outubro e, o segundo turno, ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.

Regras - Conheça as regras:

Recursos - Para incentivar candidaturas de mulheres e negros, a nova regra modifica contagem dos votos para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030. Serão contados em dobro os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados nas eleições realizadas durante esse período.

Fundo eleitoral - Em 2022, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha - chamado de fundo eleitoral - terá R$ 5,7 bilhões. Esse é o valor previsto para o financiamento de campanhas políticas. Os recursos são divididos da seguinte forma:

- 2% dos recursos do fundo devem ser divididos entre todos os partidos, sendo o marco temporal a antecedência de seis meses da data do pleito.

- 35% dos recursos devem ser divididos entre os partidos na proporção do percentual de votos válidos obtidos pelas siglas que tenham pelo menos um representante na Câmara dos Deputados, tendo por base a última eleição geral. Nos casos de incorporação ou fusão de partidos, os votos dados para o partido incorporado ou para os que se fundirem devem ser computados para a sigla incorporadora ou para o novo partido.

- 48% dos recursos do fundo serão divididos entre os partidos na proporção do número de representantes na Câmara dos Deputados na última eleição geral. Pela regra, partidos que não alcançaram a cláusula de barreira, contam-se as vagas dos representantes eleitos, salvo os deputados que não tenham migrado para outra legenda.

- 15% dos recursos do fundo devem ser divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado, contabilizados aos partidos para os quais os senadores foram eleitos.

Fundo Partidário - Já o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos ou fundo partidário é destinado às siglas que tenham seu estatuto registrado no Tribunal Superior Eleitoral e prestação de contas regular perante a Justiça Eleitoral. Distribuído anualmente, o fundo partidário deve alcançar R$ 1,2 bilhão em 2022 e R$ 1,65 bilhão em 2023. A divisão é feita da seguinte forma:

- 5% do total do Fundo Partidário serão divididos, em partes iguais, a todos os partidos aptos que tenham seus estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral;

- 95% do total do Fundo Partidário serão distribuídos a eles na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

Nova data de posse - A emenda à Constituição modifica o dia da posse do presidente da República para 5 de janeiro e dos governadores para 6 de janeiro a partir de 2027. Atualmente, presidente e os governadores tomam posse no dia 1º de janeiro. No caso da próxima eleição, em 2022, a data de posse em 2023 permanecerá no primeiro dia do ano.

Fidelidade partidária - As novas regras permitirão que parlamentares que ocupam cargos de deputado federal, estadual e distrital e de vereador possam deixar o partido pelo qual foram eleitos, sem perder o mandato, caso a legenda aceite.

Outras siglas - O texto permite ainda que partidos que incorporem outras siglas não sejam responsabilizados pelas punições aplicadas aos órgãos partidários regionais e municipais incorporados e aos antigos dirigentes do partido incorporado, inclusive as relativas à prestação de contas.

Antes - Antes da mudança, a lei eleitoral permitia que parlamentares mantivessem o mandato apenas nos casos de “justa causa”, ou seja, mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e se o desligamento fosse 30 dias antes do prazo de filiação exigido em lei para disputar a eleição.

Disciplinada - A incorporação de partidos também foi disciplinada pela emenda. Pelo texto, a sigla que incorporar outras legendas não será responsabilizada pelas sanções aplicadas aos órgãos partidários regionais e municipais e aos antigos dirigentes do partido incorporado, inclusive as relacionadas com prestação de contas.

Plebiscitos - A emenda constitucional incluiu a previsão para a realização de consultas populares sobre questões locais junto com as eleições municipais. Essas consultas terão que ser aprovadas pelas câmaras municipais e encaminhadas à Justiça Eleitoral em até 90 dias antes da data das eleições. Os candidatos não poderão se manifestar sobre essas questões durante a propaganda gratuita no rádio e na televisão.

Federações partidárias - Apesar de não fazer parte da Emenda Constitucional 111, outra mudança nas regras eleitorais terá validade no próximo pleito. Ao derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro, o Congresso Nacional validou o projeto que permite a reunião de dois ou mais partidos em uma federação.

Possibilidade - A federação partidária possibilita aos partidos, entre outros pontos, se unirem para atuar como uma só legenda nas eleições e na legislatura, devendo permanecer assim por um período mínimo de quatro anos. As siglas que integram o grupo mantêm identidade e autonomia, mas quem for eleito devem respeitar a fidelidade ao estatuto da federação.

Outras modificações - A Câmara dos Deputados aprovou ainda outra proposta com a revisão de toda a legislação eleitoral. A modificação do novo código consolida, em um único texto, a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação eleitoral tem, ao todo, 898 artigos e reúne, entre outros pontos, a Lei das Eleições, a Lei dos Partidos Políticos, a Lei das Inelegibilidades e a Lei do Plebiscito.

Quarentena - O texto aprovado na Câmara estabelece a quarentena de diversas carreiras. A proposta aprovada pelos deputados exige o desligamento de seu cargo, quatro anos antes do pleito, para juízes, membros do Ministério Público, policiais federais, rodoviários federais, policiais civis, guardas municipais, militares e policiais militares.

Inovações - Entre as inovações da nova regra eleitoral está a autorização para candidaturas coletivas para os cargos de deputado e vereador. O partido deverá autorizar e regulamentar essa candidatura em seu estatuto ou por resolução do diretório nacional, mas a candidatura coletiva será representada formalmente por apenas uma pessoa.

Sem tempo hábil - No entanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), avaliou que não havia tempo hábil para analisar as propostas de alteração ao código eleitoral a tempo de vigorar para as eleições de 2022. De acordo com o Artigo 16 da Constituição Federal, "a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência". A matéria ainda aguarda votação no Senado e não terá vigor nas próximas eleições. (Agência Brasil)

FOTO: Antônio Augusto / Ascom / TSE

 

SAÚDE I: Brasil tem 601,5 mil mortes e 21,59 milhões de casos

O número de pessoas que perderam a vida para a pandemia de covid-19 chegou a 601.574. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 176 novas mortes por covid-19.

Investigação - Ainda há 3.134 óbitos em investigação. Essa situação ocorre quando o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa da morte ainda carece de exames e procedimentos posteriores.

Infectadas - Já a quantidade de pessoas infectadas desde o início da pandemia, no início de 2020, chegou a 21.597.949. De terça para quarta-feira (12 e 13/10), foram confirmados por secretarias municipais e estaduais de Saúde 7.852 novos diagnósticos positivos para a doença.

Acompanhamento - Ainda conforme as autoridades de saúde, há 256.108 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite dessa quarta-feira (13/10). A atualização sistematiza as informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde.

Recuperadas - Até o momento, 20.740.267 pessoas já se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96% dos infectados pelo novo coronavírus desde o princípio da pandemia.

Números - Os números em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Isso ocorre também em dias posteriores a feriados, como é o caso dessa quarta-feira (13/10).

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (150.835), Rio de Janeiro (67.207), Minas Gerais (55.036), Paraná (39.603) e Rio Grande do Sul (35.070).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre (1.841), Amapá (1.986), Roraima (2.006), Tocantins (3.820) e Sergipe (6.020).

Marca - O Brasil chegou nessa terça-feira à marca de 100 milhões de pessoas com ciclo vacinal contra a covid-19 concluído.

Total - No total, até o início desta quarta-feira, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 249,7 milhões de doses no Brasil. Já foram distribuídas 310,4 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra mais 1.334 casos confirmados e 21 mortes por Covid-19

saude II 13 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa quarta-feira (13/10) mais 1.334 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.525.330 casos confirmados e 39.387 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de outubro (637), setembro (319), agosto (196), julho (68), junho (72), maio (41) e abril (1) de 2021. Os óbitos divulgados nesta data são de outubro (18), setembro (2) e maio (1) de 2021.

Internados - 487 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 370 pacientes em leitos SUS (232 em UTI e 138 em leitos clínicos/enfermaria) e 117 em leitos da rede particular (66 em UTI e 51 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.182 pacientes internados, 656 em leitos UTI e 526 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 21 pacientes. São 16 mulheres e 5 homens, com idades que variam de 38 a 100 anos. Os óbitos ocorreram entre 11 de maio a 12 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (7). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Wenceslau Braz, Santa Tereza do Oeste, Ponta Grossa, Paranacity, Maringá, Londrina, Goioerê, Foz do Iguaçu, Céu Azul, Cascavel, Campo Mourão, Araucária, Apucarana e Anahy.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.122 casos de residentes de fora do Estado, 216 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e o relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Secretaria distribui mais 155.327 doses de vacinas contra a Covid-19

saude III 14 10 2021A secretaria estadual da Saúde distribuiu nessa quarta-feira (13/10), às suas 22 regionais, 155.327 doses de vacinas contra a Covid-19. São 154.440 doses da Pfizer/BioNTech, que chegaram ao Paraná segunda-feira (11/10) e 1.250 doses da AstraZeneca, que desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 10h20 dessa quarta-feira (13/10). Uma parte das 155.690 doses fica para reserva técnica.

Destinação - São 150.930 para segundas doses (D2), 3.082 para primeira aplicação (D1) e 1.315 para dose reforço (DR). As doses da Pfizer/BioNTech, destinadas para D2 são complemento do esquema vacinal da população em geral de 18 a 59. O quantitativo de primeiras doses (D1) é para atender adolescentes indígenas de 17 a 12 anos de idade. Já as vacinas AstraZeneca para DR serão enviadas exclusivamente a idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde, ambos de áreas indígenas.

Envio - Os imunizantes estão sendo enviados por via terrestre para as Regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã.

Distribuição - Confira a distribuição de doses enviadas nesta quarta-feira (13) por Regional de Saúde:

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(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Boletim semanal da dengue confirma mais 30 casos no Estado

O boletim semanal da dengue publicado nessa quarta-feira (13/10) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 249 casos confirmados no Paraná – 30 a mais que no documento anterior. Os dados são do 8º Informe Epidemiológico da Dengue do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Municípios - Os novos casos confirmados foram em Foz do Iguaçu, Paranavaí, Londrina, Maringá, Nova Aurora, Marechal Cândido Rondon, Ribeirão Claro, Sertaneja, Rolândia, Ibiporã, Bela Vista do Paraíso, Ubiratã, Engenheiro Beltrão e Paranaguá.

Investigação - Há, ainda, 1.585 casos em investigação e 230 municípios registraram notificações, que passaram de 4.797 para 5.468. Não houve nenhum óbito no Estado neste período.

Chikungunya - Foram confirmados ainda os primeiros casos de febre chikungunya no Paraná. São pacientes residentes em Rondon, todos com vínculo familiar, sem relato de viagens e com início dos sintomas em agosto de 2021. As vigilâncias ambiental e epidemiológica, e a assistência à saúde acompanharam a família e, até o momento, são casos isolados.

Doença viral - A febre chikungunya é uma doença viral transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. É importante que todo paciente que apresente febre de início súbito maior que 38,5ºC e intensas dores articulares, acompanhadas ou não de dor de cabeça, manchas vermelhas na pele, fadiga e dor nas costas com duração média de sete dias, procure a Unidade de Saúde mais próxima.

Cuidados - “Não há motivo de alerta. Nossas equipes acompanharam os novos casos, mas devemos seguir com os cuidados necessários para que os números não aumentem”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe aqui.


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