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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5182 | 22 de Outubro de 2021

DIRETORIA OCEPAR: Reunião mensal discute assuntos de interesse do cooperativismo

Na tarde dessa quinta-feira (21/10), foi realizada a 29ª reunião da diretoria da Ocepar, de forma on-line e com a participação da maioria dos membros e convidados. Durante o encontro, foram aprovados o balancete de setembro, entre outros assuntos administrativos, como algumas adaptações necessárias na sede do Sistema Ocepar, para atender exigências sanitárias, pós-pandemia.

Pauta - Na reunião também foram tratados assuntos de interesse do cooperativismo, como a participação na Expo Dubai pelo Sistema Ocepar e cooperativas; Centro de Inteligência Artificial do Agro da Universidade Estadual de Londrina (UEL); pesquisa sobre imagem e posicionamento do cooperativismo e suas marcas e realização da Mercosuper 2022, com a participação do presidente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), Carlos Beal.

Outros assuntos - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, reforçou o convite a todos os diretores e coordenadores de núcleos, na divulgação das datas da próxima rodada de Encontros de Núcleos Cooperativos, que será realizada de 8 a 11 de novembro. O dirigente também informou que o Encontro Estadual de Cooperativistas será realizado no dia 3 de dezembro, on-line e em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que está completando 60 anos de fundação, e a Ocepar 50 anos.

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CBA 2021: Ricken realiza palestra no Congresso Brasileiro de Agronomia

Teve início na terça-feira (18/10), em Florianópolis (SC), a trigésima segunda edição do Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA), o maior evento da agronomia brasileira, que realiza debates sobre assuntos importantes para o desenvolvimento do agronegócio e do país. Neste ano, a discussão é em torno do eixo “Desafios Profissionais no Mundo em Transformação”. Entre os temas em debate no CBA estão a formação profissional; oportunidades de trabalho; desenvolvimento rural; desafio da sustentabilidade; código florestal; agricultura digital; inteligência artificial; segurança alimentar; cooperativismo; sistema inovadores de produção, entre outros.

Sistema Ocepar- Um dos palestrantes convidados do evento foi o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que falou sobre o Plano Paraná Cooperativo – PRC200, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e sobre os principais investimentos das cooperativas no Paraná.

Tradição - O presidente da Confederação dos Engenheiros de Agronomia do Brasil, Kleber dos Santos, destacou a tradição do evento, que acontece desde 1930, além da relevância dos debates. “Estamos discutindo temas importantes não só para a categoria dos agrônomos, mas também para a nação. A agricultura brasileira é muito forte. Alimenta a população mundial com uso de muitas tecnologias. Hoje já não se discute mais se é possível produzir com conversação ambiental”, pontuou.

Paraná - O vice-presidente do Crea-PR e presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Clodomir Ascari, destacou a importância da participação da comitiva paranaense. “Além do compartilhamento de informações e conhecimentos, o CBA será uma importante possibilidade de networking para profissionais da área, estudantes e entusiastas do agronegócio brasileiro”.

Presença - A palestra magna de abertura foi realizada pelo engenheiro agrônomo e ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 2021 devido ao trabalho de impulsionamento do agronegócio brasileiro, quando criou e foi líder da revolução agrícola tropical sustentável que transformou o Brasil em potência agroalimentar global e trouxe novos horizontes para a segurança alimentar mundial. Além de Paolinelli, entre os principais palestrantes também estava o ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da OCB e da Aliança Cooperativa Internacional, o engenheiro agrônomo, Roberto Rodrigues. O evento encerra nesta sexta-feira (22/10).

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 22 10 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (22/10), o Informe Semanal referente ao período de 18 a 22 de outubro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Retorno de gestantes ao trabalho presencial - O boletim desta semana informa que, após a aprovação pela Câmara dos Deputados, o Senado Federal recebeu o PL 2.058/2021, que altera a Lei nº 14.151/2021 e estabelece as regras de retorno ao trabalho aplicáveis às gestantes durante a pandemia. A proposta autoriza o retorno ao trabalho presencial das gestantes após a vacinação, observadas as orientações do Ministério da Saúde para sua imunização. Permanece a obrigação de afastamento nos casos em que a gestante ainda não tenha sido totalmente imunizada e suas atividades não sejam compatíveis com o teletrabalho.

Mudanças climáticas - O informativo trata ainda da aprovação, pelo plenário do Senado Federal, do PL 1.539/2021, que altera a Política Nacional sobre Mudanças Climáticas, antecipando em cinco anos o compromisso assumido pelo Brasil para a contenção das emissões de GEE e redefinindo a meta de redução dessas emissões em 43%. Também destaca que a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o parecer sobre o Projeto de Lei Complementar nº 50/2019, rejeitando a proposta que tem como objetivo vedar, pelos próximos cinco anos, a realização de programas de regularização tributária, recuperação fiscal ou qualquer outra forma de parcelamento de caráter geral.

Operações de crédito rural - Já no dia 20 de outubro, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para debater o PL 4.334/2020, que estabelece um teto nacional para as custas de cartório para registro de garantias vinculadas às cédulas de financiamento rural. O texto também prevê a implantação do sistema de registro eletrônico de imóveis, visando conferir maior celeridade a estes processos. E nesta sexta-feira (23/10), a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza audiência pública para discutir a possibilidade de falta de defensivos agrícolas para a próxima safra, reflexo da escassez de matéria-prima chinesa. O assunto é uma das prioridades da Ocepar e da OCB, que participará como um dos convidados da audiência.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 15 10 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

PL 2.541/2021: OCB debate desoneração da folha com o presidente da Câmara dos Deputados

pl 2541 22 10 2021A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou, nessa quinta-feira (21/10), de reunião presencial com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O encontro foi marcado para discutir a necessidade de aprovação ainda este ano do Projeto de Lei 2.541/2021, que prorroga por mais cinco anos o prazo de desoneração da folha de pagamento para os setores que mais empregam no Brasil, a partir do Regime de Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Além da OCB, entidades dos setores beneficiados pela medida também participaram da reunião.

Pleito - Lira afirmou que compreende o pleito, além de acreditar que a aprovação da medida contribui para a manutenção de empregos. Ele destacou, porém, que é preciso haver previsão orçamentária para que a proposta seja efetivamente em prática.

Nova reunião técnica - Com base nas observações do presidente da Câmara, uma nova reunião técnica será realizada para calcular o impacto da aprovação do projeto de lei e, a partir disso, as estratégias de atuação serão mais uma vez discutidas.

Proposição - A medida foi proposta pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Segundo ele, o prazo de cinco anos proposto para a prorrogação foi pensado para que, durante esse período, governo, setores envolvidos e Congresso possam negociar um modelo definitivo para equilibrar os impostos que incidem sobre a folha de pagamento e a manutenção de empregos.

Equívoco - “Dizer que quem emprega tem que pagar mais imposto é errado, é um equívoco que precisa ser revisto. A desoneração precisa ser pensada como uma política ampla de médio e longo prazo que atinja, inclusive, todos os setores. Enquanto isso não é possível, precisamos manter o que já existe. Muitos setores produtivos dependem desse estímulo para continuar empregando e não demitir mais pessoas”, afirmou o parlamentar.

Defensor - O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), também membro da Frencoop é outro defensor da medida. “Estamos iniciando uma trajetória para que a desoneração da folha se torne uma realidade definitiva. Ela já havia sido prorrogada até dezembro em função da expectativa em torno da Reforma Tributária. Trata-se de um tema estrutural e que não pode mais continuar sendo tratado como emergencial”.

Proteína animal - Entre os setores beneficiados pela proposta está o de proteína animal. Nota técnica da OCB em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), aponta que as cadeias produtivas da avicultura e suinocultura geram mais de 4 milhões de empregos diretos e indiretos e mais de R$ 120 bilhões em VBP (Valor Bruto de Produção), além de ocupar a liderança mundial nas exportações de carne de aves e o quarto lugar entre os maiores exportadores de carne suína, somando cerca de 5 milhões de toneladas em volume total.

Prejuízos - “Se a política de desoneração não for mantida, o setor com certeza sofrerá muitos prejuízos. É preciso considerar que desde o início da pandemia da Covid-19, as indústrias assumiram inúmeros custos de produção para minimizar os impactos na cadeia e no campo. Sem essa política, pelo menos 120 mil famílias de pequenos produtores que abastecem tanto o mercado interno quanto externo podem sem diretamente impactadas”, explica Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB. (OCB)

 

PL 4.334/20: OCB discute criação de teto para registro de garantias de crédito rural

pl 22 10 2021A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados discutiu, na quarta-feira (20/10), o projeto de lei (PL 4.334/20), de autoria do deputado Zé Mario (DEM-GO), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que fixa um teto nacional de R$ 250 para o custo do registro em cartório das garantias de operações de crédito rural.

Demanda antiga - A redução dos emolumentos cartorários e a revisão da cobrança como percentual do valor de financiamento tomado pelo produtor rural é uma demanda antiga da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que foi representada no debate pelo coordenador jurídico da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) Jair Carlos Smargiasse Júnior.

Padrão - “Atualmente, não existe um padrão, um limite nacional de valor desses emolumentos. Cada estado pode definir os valores mínimos e máximos sem qualquer uniformidade e também a operação por meio de legislação estadual. Isso faz com que em São Paulo, por exemplo, os custos de registro de garantias em cartórios para um financiamento de R$ 50 mil cheguem a R$ 150, enquanto em Minas Gerais, demanda semelhante exige mais de R$ 1 mil para o registro”, destacou.

Importante - Para o coordenador jurídico, a proposta é importante para o cooperativismo agropecuário e que a definição de um teto não representa “prejuízo do exercício da competência complementar dos estados e do Distrito Federal, que continuarão fixando os valores com suas tabelas dentro da norma geral restituída pela União”.

Equilíbrio - Ainda segundo Jair Carlos, as cobranças de emolumentos para registro de garantia do crédito rural são necessárias para obtenção do financiamento pelos produtores. “Precisamos, no entanto, buscar um equilíbrio na proposta para que os cartórios continuem com suas atividades, uma vez que 71,2% dos estabelecimentos rurais de produtores associados as cooperativas agropecuárias brasileiras são da agricultura familiar e deve ter o tratamento diferenciado dos grandes empresários rurais”.

Lei - Desde a publicação da Lei 13.986/20 (Lei do Agro), o produtor não precisa mais fazer o registro em cartório das cédulas de crédito rural e de produto rural. Mas, o registro de garantias ainda deve ser feito nesses estabelecimentos.

Menos burocracia - Além de criar um teto para o registro de garantias rurais, o PL 4.334/20 busca reduzir a burocracia no processo de registro. A proposta muda a Lei 6.015/73 e reduz de 30 para 10 dias úteis o prazo para que os cartórios providenciem o registro de um imóvel, a partir da formalização do pedido.

Novo parecer - Integrante da diretoria da Frencoop e relator da proposta, o deputado Zé Silva afirmou que pretende protocolar o novo parecer ainda esta semana para em breve colocar na pauta de votações da Casa. “A agricultura não pode pagar sozinha essa conta. Anotei todas a sugestões dos participantes na audiência e vamos fazer o possível para reduzir ainda mais o prazo para que os cartórios providenciem o registro das garantiras rurais”.

Participação - Além da OCB, também participaram da audiência, o consultor jurídico da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Rodrigo de Oliveira Kauffmann; o presidente do Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR), Flauzilino Araújo dos Santo; o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Antonio Galvani; e o representante da Associação dos Notários e Registrados do Brasil (Anoreg BR), Elmucio Moreira. (OCB)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

 

FUNDOS CONSTITUCIONAIS: Nova lei garante repasse de 10% do FNO ao cooperativismo de crédito

fundos 22 10 2021O presidente Jair Bolsonaro sancionou nessa quinta-feira (21/10), a Lei 14.227/2021, que alterou regras dos fundos constitucionais e garantiu o repasse mínimo de 10% dos fundos no Norte (FNO) para as cooperativas de crédito. A nova legislação é proveniente da Medida Provisória 1052/2021, aprovada pelo Congresso Nacional em setembro e a publicação no Diário Oficial da União ocorreu justamente na data em que se comemora o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito.

Papel importante - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) tiveram papel importante para que o repasse mínimo fosse garantido em lei. O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) e os senadores Acir Gurgacz (Rede-PDT) e Sérgio Petecão (PSD-AC), membros da Frencoop, foram os responsáveis pela apresentação de emendas que incluiu o benefício no texto da medida provisória. A reserva mínima já estava garantida anteriormente para os fundos do Centro-Oeste. Como um dos atores-chave na defesa do tema, o deputado Neri Geller (PP/MT) também atuou de forma bastante eficiente nas negociações do tema junto ao governo e ao relator.

Atuação relevante - O presidente da Frencoop, deputado Evair de Melo (PP-ES), responsável pela articulação da proposta como vice-líder do governo, destaca que as cooperativas de crédito têm tido atuação relevante na atual conjuntura. “Durante o período da pandemia, mais uma vez, elas tiveram papel fundamental na inclusão financeira de milhões de brasileiros, em especial, os produtores rurais e os micro e pequenos empreendedores. Essa lei reforça o reconhecimento do poder público ao cooperativismo de crédito como instrumento de geração de renda e oportunidades, tendo em vista o seu papel de desenvolvimento local nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste”.

Presença - “As cooperativas de crédito estão presentes nas localidades mais remotas e são as únicas instituições financeiras atuantes em um expressivo número de municípios brasileiros. Com essa nova legislação, buscamos intensificar e democratizar o acesso ao crédito por meio das cooperativas nas regiões dos fundos constitucionais, inclusive com taxas mais baixas e facilidade de ingresso”, ressalta Arnaldo Jardim.

Norte - Cooperativas de crédito que atuam na região Norte do país conquistaram a possibilidade de expandir a oferta de financiamentos com base nos recursos dos fundos constitucionais. O Senado aprovou, na terça-feira (21/10), a Medida Provisória 1052/2021, que prevê repasse mínimo de 10% dos recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO) para as cooperativas do setor, reserva que até então estava garantida apenas para os fundos do Centro-Oeste. A proposta segue agora para a sanção presidencial.

Comissão - A lei também gera mudanças em relação ao del credere, comissão cobrada pelos bancos para assumirem riscos de crédito, nas operações com os fundos constitucionais. Com a alteração, esse percentual (atualmente de 6%) ficará menor quanto maior for o faturamento da empresa que desenvolver o projeto financiado. Na prática, melhora as condições nas operações contratadas pelos agentes repassadores, inclusive as cooperativas de crédito.

Íntegra - Confira a nova legislação na íntegra em https://in.coop.br/lei-fno-coops-de-credito. (OCB)

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 22 10 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise política - A nossa atuação junto ao Poder Executivo tem se intensificado ano após ano e o reflexo disso pode ser visto no aumento das conquistas do cooperativismo. Este cenário é refletido nas recentes reuniões com o ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, com o diretor da ANTT, Guilherme Sampaio, e com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, César Halum. No Panorama Coop de hoje, consolidamos alguns dados da atuação da OCB no governo e como isso tem se revertido em políticas públicas de fomento ao setor. Confira!

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Nova Lei garante repasse de 10% do FNO ao cooperativismo de crédito - O presidente Jair Bolsonaro sancionou nessa quinta-feira (21/10), a Lei 14.227/2021, que alterou regras dos fundos constitucionais e garantiu o repasse mínimo de 10% dos fundos no Norte (FNO) para as cooperativas de crédito. A nova legislação é proveniente da Medida Provisória 1052/2021, aprovada pelo Congresso Nacional em setembro e a publicação no Diário Oficial da União ocorre justamente na data em que se comemora o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito.

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OCB debate desoneração da folha com o presidente da Câmara dos Deputados - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou, nessa quinta-feira (21/10), de reunião presencial com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O encontro foi marcado para discutir a necessidade de aprovação ainda este ano do Projeto de Lei 2541/2021, que prorroga por mais cinco anos o prazo de desoneração da folha de pagamento para os setores que mais empregam no Brasil, a partir do Regime de Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Além da OCB, entidades dos setores beneficiados pela medida também participaram da reunião.

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Cooperativismo de crédito: a força que move o Brasil - Neste 21 de outubro, comemoramos o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC). A data é celebrada sempre na terceira quinta-feira de outubro e, este ano, o tema definido pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês), é Construindo saúde financeira para um futuro melhor. Impossível não reconhecer o importante papel que as cooperativas de crédito brasileiras desempenham nesse sentido. E é justamente esse o objetivo deste artigo.

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OCB debate criação de teto para registro de garantias de crédito rural - A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados discutiu, nessa quarta-feira (20/10), o projeto de lei (PL 4.334/20), de autoria do deputado Zé Mario (DEM-GO), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que fixa um teto nacional de R$ 250 para o custo do registro em cartório das garantias de operações de crédito rural.

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COPACOL 58 ANOS: De geradora de eletricidade à agroindústria promissora

copacol 22 10 2021A eletricidade, com efeitos constatados por meio de uma pipa para atração de raios durante temporais pelo inventor americano Benjamin Franklin, é um grande marco histórico da humanidade e tem forte relação com uma gigante do agronegócio paranaense. Embora possa parecer estranho para muitos, a geração de energia foi a primeira atividade da Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata), que completa 58 anos de existência neste sábado (23/10), exercendo uma função transformadora no campo.

Missão - Com a missão de fornecer eletricidade, a empresa instalou geradores hidrelétricos na barragem do rio Jesuítas (em Cafelândia), em Salto São Luis, em 1963 – projeto incentivado pelo Padre Luis Luise, financiado por 32 agricultores pioneiros que iniciaram passos importantes em favor do progresso econômico da região. Com o avanço agrícola, a usina hidrelétrica foi vendida e novas oportunidades surgiram, como as integrações em aves, suínos, leite e peixes.

Evolução - A segurança proporcionada aos cooperados tornou constante a evolução de todos os negócios da Cooperativa, que hoje conta com 6,9 mil cooperados, 16 mil colaboradores e deve atingir um faturamento de R$ 7,3 bilhões em 2021, aumento de 30% em comparação ao ano anterior.

Renda e qualidade de vida - Com unidades no oeste e no sudoeste paranaense, a Cooperativa proporciona renda e qualidade de vida no campo e na cidade. A assistência técnica em quase seis décadas fez o solo produzir além das expectativas. A diversificação abriu novos horizontes aos jovens que antes precisavam ir embora para alcançar oportunidades. “Com novas perspectivas de crescimento, os filhos dos produtores buscam aperfeiçoamento e decidem ficar na propriedade. Esse é o trabalho que construímos ao longo destes 58 anos e estamos colhendo os resultados. Temos diferentes gerações trabalhando juntas: a experiência aliada a modernidade – ambas precisam seguir na mesma direção”, afirma Valter Pitol, diretor-presidente da Copacol.

Cooperativa presente - Além de emprego no campo, na indústria e nos setores administrativos, a Cooperativa fomenta ações na comunidade que atenderão mais de 35 mil crianças e adolescentes até 2025, por meio do Programa Futuro tem Copacol, que envolve cinco ações: Busão da Imaginação, que incentiva o hábito da leitura nas escolas; Apoio Cultural, com atividades voltadas a cultura e ao esporte; Escola no Campo, em parceria com a Syngenta, com aulas sobre meio ambiente e prevenção ao trabalho infantil; CooperJovem, em parceria com o Sescoop, com atividades relacionadas aos princípios do cooperativismo; e Proerd (Programa Educacional de Resistência as Drogas e à Violência).

Impostos - Em cinco anos, o volume de impostos pagos chegou a R$ 1 bilhão, montante revertido em obras de infraestrutura, saúde e educação na área de abrangência da empresa. “Seguimos de uma maneira muito segura, proporcionando geração de renda no campo e na cidade. A transformação econômica garante o desenvolvimento econômico da região e proporciona essa evolução na nossa Cooperativa. Confiantes de tempos melhores, seguimos com nossa missão de agregar valor ao campo e oferecer produtos de extrema qualidade. É um orgulho fazer parte desta história iniciada com muito comprometimento de nossos cooperados e administradores”, diz Pitol.

Constante evolução - Até 2025 a Copacol pretende atingir R$ 10 bilhões em faturamento. Até lá a produção de peixes deve chegar a 230 mil cabeças/dia; maior participação na suinocultura, com investimentos na Central Frimesa; também estão estabelecidas estratégias para o recebimento de grãos (1,8 milhão de toneladas de soja e milho). A industrialização de aves será ampliada, passando para 1 milhão de cabeças/dia até 2027.

Segurança - Em Goioerê, o cooperado Lucas Sirotti é um exemplo de sucessão familiar no campo. Dos avós e do pai, Sinésio Sirotti, ele aprendeu a amar o manejo no campo e é hoje um exemplo de diversificação, mantendo agricultura, piscicultura e avicultura nas propriedades. Com o curso de agronomia, Lucas vem aplicando novidades importantes para o bom rendimento dos negócios. Sinésio mantém firme a parceria com a Copacol, gerando confiança as futuras gerações. “A Copacol dá muita segurança pra nós. Vemos o quanto de desenvolvimento a Copacol gera ao redor”, afirma Sirotti. (Imprensa Copacol)

 

LAR: Entre as top 10 do setor agropecuário no anuário do jornal Valor Econômico

lar 22 10 2021Um dos dois principais levantamentos (o outro é o da revista Exame) que medem o desempenho da economia brasileira, o recém-divulgado anuário Valor 1000 mostrou a resiliência, a resistência e a superação das grandes companhias na travessia da pandemia.

Receita líquida - A despeito da recessão econômica decorrente da covid-19, a receita líquida das 1000 maiores empresas registrou crescimento nominal de 10,1% em 2020, para um agregado de R$ 4,72 trilhões. Puxada pela performance positiva da receita líquida consolidada do agronegócio, foi a segunda melhor taxa de evolução anual nos últimos sete anos, inferior apenas ao avanço de 17,2% de 2018.

Campeãs setoriais - Além de listar as 1000 maiores empresas do país, o ranking do jornal Valor Econômico também apontou 26 campeãs setoriais, identificadas a partir da análise de oito critérios de avaliação contábil e financeira.

Agropecuário - Entre as dez mais bem pontuadas no segmento agropecuário, aparecem, pela ordem de classificação, as cooperativas agroindustriais paranaenses Coamo (5ª posição), Lar (7ª) e C.Vale (9ª).

Faturamento - Em faturamento, a Lar saltou na classificação geral do 101° lugar em 2019 para o 78° no anuário 2021, tornando-se a 11ª maior empresa dos três estados do Sul. (Imprensa Lar)

 

COOPAVEL: Robô que alimenta animais insere conceitos da era 4.0 na suinocultura

Um robô que distribui ração na quantidade certa e nas horas recomendadas é a nova sensação em granjas de suínos na área de cobertura da Coopavel. O primeiro dos cooperados a investir na tecnologia e a perceber as vantagens e possibilidades que ela traz é João Paulo Alberton, criador estabelecido em Três Barras do Paraná.

Diferença - O equipamento foi instalado há pouco tempo, mas a família de Alberton já sente a diferença. A tarefa de alimentar o plantel, de quatro a cinco vezes por dia, é uma das mais desafiadoras a quem está na atividade. Com o robô, além da potencialização de resultados, os produtores rurais ganham em qualidade de vida. “Sobra tempo para pensar em outras coisas, melhorando os resultados do negócio”, diz Alberton.

Gestor - Em vez de ser o tratador, o criador se transforma no gestor da granja e isso traz avanços incríveis, observa Giovani Molin, da Roboagro, empresa de Caxias do Sul (RS) que desenvolveu o robô alimentador de suínos. “Ao mesmo tempo em que contribuímos para aliviar o fardo das famílias integradas à atividade, há potencialização dos indicadores, com ganhos à propriedade e à cadeia produtiva”, segundo Giovani. O equipamento é motorizado e sua configuração permite a operação de forma autônoma.

Economia - O alimentador de suínos traz economia ao liberar a quantidade exata de comida aos animais. Para uma granja de mil suínos, a economia em um ano se aproxima dos R$ 100 mil. O robô é uma das ferramentas que introduzem a era 4.0 nas pocilgas, promovendo uma revolução na suinocultura. Ao mesmo tempo em que executa a tarefa, o equipamento conta com sensores e leitores que levam ao suinocultor informações atuais e precisas sobre a situação da granja.

Ação - Com os dados em mãos, o criador pode agir no menor sinal de anormalidade. Assim, de acordo com Giovani, ele inibe problemas maiores e neutraliza potenciais prejuízos. “As contramedidas para a solução e normalização do quadro são tomadas na hora. E tempo é fundamental para o êxito desse negócio”. A Roboagro tem mais de 800 robôs colocados em várias regiões do Brasil, principalmente em granjas de integrados a cooperativas, agroindústrias e produtores independentes.

Show Rural - A região Sul responde por mais de 66% da suinocultura no País. O Brasil é o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. O médico veterinário Gustavo Bernart, da área de fomento de suínos da Coopavel, informa que o robô alimentador de suínos vai ser apresentado de 7 a 11 de fevereiro de 2022, em Cascavel, no Oeste do Paraná, durante a 34ª edição do Show Rural Coopavel. (Imprensa Coopavel)

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COCAMAR: Destaque em Gestão de Frotas

A Cocamar possui o melhor gestor de frotas do Brasil. Ezequiel Scopel, gerente executivo de Logística Integrada da cooperativa, obteve o importante reconhecimento, conquistando o primeiro lugar no ranking elaborado anualmente pelo Instituto Parar em parceria com a NAFA Fleet Management Association, dos Estados Unidos, divulgado nessa quinta-feira (21/10). Na categoria The 100 Best Fleets, etapa Brasil, a Cocamar foi premiada com a quinta colocação, permanecendo entre os 20 melhores cases de Gestão de Frotas do país pelo quarto ano consecutivo.

Em nível nacional - Há anos Scopel, 34 anos, graduado em Sistemas de Informação, com especialização em Desenvolvimento de Software e Novas Tecnologias, Gestão de Pessoas, Gestão de Negócios, Advanced Executive in Cooperativism e mestrando em Gestão de Cooperativas, vem se destacando entre as primeiras colocações, assim como a Cocamar tem-se posicionado entre as melhores organizações a nível nacional.

Vida Segura- Para o profissional, que no ano passado já havia recebido menção honrosa, concedido a um seleto grupo de gestores de frotas, chegar ao topo de uma avaliação feita por renomados especialistas nacionais e internacionais “é a colheita de um fruto que foi semeado e cultivado ao longo de mais de quatro anos, resultado de um trabalho de gestão e dos colaboradores que entenderam a importância do Projeto Vida Segura na condução de veículos”.

Mudança cultural - Scopel ressalta que o “Projeto demandou um intenso trabalho de mudança de cultura que tem se desenvolvido de forma brilhante e é uma referência”. A iniciativa principal se resume na implantação de um sistema de telemetria para o uso dos veículos conectado ao reconhecimento facial, que tem aprimorado o comportamento dos condutores, e ainda reduzido acidentes, multas, consumo de combustível e desgastes dos veículos.

Valor - “Vida não tem preço, vida tem valor”, acrescenta o gerente executivo, frisando que o principal objetivo é a segurança dos colaboradores. "Segurança é um valor que não abrimos mão! Gestão de Frotas é Gestão de Vidas", conclui.

Transcocamar - “Uma grande conquista”, observa o superintendente de Operações Osmar Liberato, referindo-se ao reconhecimento obtido por Scopel e pela cooperativa, destacando ainda que a decisão tomada há alguns anos de centralizar a gestão de frotas, profissionalizar a estrutura e colocá-la sob o controle da coligada da cooperativa, a Transcocamar, fez da Cocamar, uma das mais bem avaliadas do país. Para ele, “é gratificante ver o trabalho realizado por muitas mãos atingir um nível de excelência, o que não se constrói do dia para a noite”.

Responsabilidade - Liberato comenta também que “por estar entre as melhores práticas de gestão de frotas e contar com um gestor premiado como o melhor do país, a responsabilidade aumenta ainda mais". (Imprensa Cocamar)

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COCARI: Live apresentou tendências do mercado de grãos; confira detalhes sobre o evento

Trazendo informações aos produtores, clientes e parceiros sobre tendências de mercado dos cereais, a Cocari promoveu uma palestra na última quarta-feira (20/10), com o renomado consultor Alexandre Mendonça de Barros. O evento foi transmitido pela página do Facebook e canal do YouTube da cooperativa, nos perfis @cocaricoop.

Informação - Mediando o evento, o presidente da Cocari, Marcos Antonio Trintinalha, comentou sobre a importância de apresentar o cenário do mercado neste momento. “Diante dos desafios climáticos e da falta de produtos, como agroquímicos, é importante trazer para nossos associados, parceiros e clientes as principais projeções sobre as tendências de mercado”, disse.

Especialista convidado - O consultor convidado, doutor em Economia Aplicada (Esalq/USP), Alexandre Mendonça de Barros, falou sobre as perspectivas para o mercado de soja, milho e trigo, respaldado em dados atualizados que permitiram uma visão esclarecedora sobre o momento para cada cereal. Barros apresentou dados sobre o dólar, mostrou as projeções climáticas para os próximos meses, analisou a disponibilidade dos cereais no mercado mundial e opinou a respeito do melhor momento para os produtores fazerem a fixação da safra.

Panorama mundial - “O mundo vinha mostrando desequilíbrio nas cadeias de produção e agora passa por um ritmo de crescimento fortíssimo, o que causa problemas não só de produção, mas também de logística, situação em que até o mercado de máquinas agrícolas vem sentindo os efeitos. Estamos em um momento de ajuste entre demanda forte e oferta comprometida”, resumiu Barros.

Soja - De acordo com o especialista, a safra americana já está consolidada e o mundo se volta agora ao Brasil. “Estamos plantando 40,5 milhões de hectares de soja, com potencial de colher 145 milhões de toneladas se o clima contribuir, ampliando a distância contra a produção norte-americana. O quadro climático no Brasil melhorou muito e devemos passar o período de primavera/verão em um ambiente de La Niña mais fraca que no ano passado, migrando para um regime mais próximo à neutralidade, sem tantos desafios”, detalhou.

Perspectivas positivas - Barros destacou ainda que a velocidade de plantio no país é muito grande comparativamente ao ano passado. “Se considerarmos o estado que mais planta no Brasil, o Mato Grosso, não é improvável terminarmos o mês de outubro com até 85% da área já plantada. Existe alto potencial de a colheita ser realizada bem mais cedo do que no ano passado, o que permitirá o plantio de algodão e milho safrinha muito mais cedo, o que, por sua vez, diminui o risco de falta de chuva na safrinha e de frio no Paraná e Mato Grosso do Sul. Há uma leitura muito mais positiva do potencial de safra brasileiro e, obviamente, isso está afetando a formação de preços no mercado mundial, já que hoje somos o ‘gigante da soja’”, frisou.

Milho - Na avaliação de Barros, haverá uma redução considerável nas exportações brasileiras. “Não tínhamos milho para exportar, por isso vemos o alto preço do milho se descolando das paridades de exportação. Se vier uma safra grande como se espera, o milho irá buscar a paridade de exportação, não irá se sustentar nos patamares atuais, porque haverá uma disponibilidade alta por milho neste ano”, explicou.

Trigo - O consultor destacou que os preços internacionais do trigo seguem muito firmes. “A relação estoque-consumo está caindo na visão global e o trigo segue extremamente alto no mercado mundial”, disse. Com isso, o preço será vantajoso para os produtores brasileiros. “Há uma discussão de que aconteça um recuo na área de trigo de inverno devido aos insumos estarem em valores elevados na Europa, favorecendo os preços no Brasil”, comentou.

Palestra - O público interagiu pelas redes sociais da Cocari, enviando perguntas que foram sendo respondidas pelo especialista. O evento completo está disponível e pode ser acessado no canal da Cocari no YouTube pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=ltWR0PWbZ-I. (Imprensa Cocari)

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AGRÁRIA: Cooperados conhecem o Centro de Eventos

O Centro de Eventos Agrária será inaugurado oficialmente durante a festa que marcará os 70 anos da chegada dos suábios a Entre Rios, em janeiro de 2022. Enquanto as comemorações não começam, os cooperados da Agrária tiveram a oportunidade de conhecer o espaço em detalhes. No último dia 2 de outubro, a Cooperativa realizou uma visita guiada ao local.

Particularidades - Para mostrar todas as particularidades aos visitantes e garantir o cumprimento dos protocolos contra à Covid-19, os passeios pelo Centro de Eventos foram agendados previamente. A cada hora era recepcionado um grupo com no máximo 80 pessoas. Após uma breve explicação sobre o histórico do projeto que culminou com a construção do espaço, esse grupo era dividido em outros quatro, seguindo rotas diferentes para visitação.

Locais - Todos os grupos passaram pelo foyer, mezanino, cozinha industrial, salão de eventos, palco e churrasqueira. Ao final da visita, os participantes eram convidados para um coquetel. “Fiquei surpreso com a qualidade da construção, porque realmente é de primeira. Acredito que esse lugar vai ser um ponto de encontro para muitos eventos em Entre Rios”, avaliou o cooperado Andreas Keller.

Demanda - A iniciativa da Agrária em criar seu próprio Centro de Eventos surgiu de uma demanda dos cooperados. Com o passar dos anos, as festas tradicionais promovidas pela comunidade cresceram e os locais disponíveis em Entre Rios para realização desses eventos já não eram mais adequados. “Visitamos centros de eventos em várias partes do Brasil e anotamos os pontos positivos para colocar aqui. O nosso espaço fica em um local muito bonito, com vista para Maltaria e para um trecho da mata nativa. Tenho certeza de que esse é um passo importante para estimularmos o Turismo em Entre Rios”, disse o cooperado Eduardo Reinhofer, membro do Conselho de Administração da Agrária na época em que o projeto foi elaborado.

Acima das expectativas - Segundo o Diretor Vice-Presidente da Cooperativa, Manfred Majowski, a receptividade dos cooperados e os elogios ao Centro de Eventos superaram as expectativas. “O cooperado foi peça-chave para a construção desse local. Ele contribuiu com sua distribuição de sobras para custear metade do investimento, a outra metade foi subsidiada pela Cooperativa. Não conheço outro espaço no país que tenha sido construído dessa forma. Nada mais justo que ele pudesse conhecer essa nova casa, que é dele”, afirmou.

Visita especial - No dia 19 de outubro, foi a vez do Altenrund fazer sua visita ao Centro de Eventos. O grupo, que reúne os idosos da comunidade, alguns deles pioneiros da imigração suábia na região, também teve a oportunidade de conhecer o espaço. No total, 95 pessoas participaram dessa segunda visita. (Imprensa Agrária)

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C.VALE: Outubro Rosa; um olhar para o cuidado

Funcionárias, associadas, esposas, noras e netas de cooperados da C.Vale participaram, dia 20 de outubro, da palestra “Outubro Rosa, um olhar para o cuidado”. O evento, promovido pela cooperativa, foi transmitido ao vivo simultaneamente pelo Facebook, Instagram e Youtube e tratou sobre prevenção ao câncer de mama e do colo do útero.

Exames preventivos - Num bate-papo com a jornalista Sara Ferneda Messias, a coordenadora da Secretaria de Saúde de Palotina, Nissandra Karsten, destacou a importância dos exames preventivos anuais. A campanha enfatiza a necessidade da manutenção dos exames de rastreamento, mesmo em um cenário de continuidade da Covid-19. “No início da pandemia, muitas pessoas deixaram de cuidar da saúde de uma forma geral. A pandemia reforçou a necessidade de voltarmos nossos olhos para prevenção.”

Atenção - Nissandra diz que é muito importante que a mulher fique atenta à questão da saúde. Se notar alguma alteração na mama, nódulo, retração de mamilo, alteração de pele, deve procurar o médico e fazer os exames. "Não podemos deixar passar um diagnóstico de câncer que na maioria das vezes é curável. O diagnóstico precoce do câncer de mama é igual à cura", complementou. (Imprensa C.Vale)

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SICREDI CENTRO SUL: Cooperativa inaugura nova agência em Santo Antônio de Pádua (RJ)

sicredi centro sul 22 10 2021Com mais de 115 anos de tradição, a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o Sicredi, inaugurou na última segunda-feira (18/10) mais uma agência no estado do Rio de Janeiro, no município de Santo Antônio de Pádua.

Acessibilidade - Com 447 metros quadrados, a agência, localizada na rua da Maçonaria, 155, foi planejada para oferecer acessibilidade a todos os associados e moradores da comunidade e possui conceito "eco amigável" – com objetivo de causar menor impacto ao meio ambiente. A estrutura tem placas fotovoltaicas para a produção de energia solar, vidros que possibilitam a economia de energia e sistema de captação e reaproveitamento de água pluvial. “A agência foi inteiramente pensada para proporcionar um ambiente mais sustentável e colaborativo com espaços planejados para coworking e o nosso 'Café com o Sicredi'. Além disso, quem adentrar a este espaço encontrará uma equipe de pessoas comprometidas em proporcionar o melhor atendimento”, comenta a gerente regional de desenvolvimento da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Maria Joceli Kovalski.

Sexta no estado do RJ - A agência é a sexta inaugurada pela Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ no estado do Rio de Janeiro, e a segunda inaugurada em 2021. No estado já são 25 agências. O movimento reflete os investimentos da cooperativa na ampliação da rede física, na contratação de pessoal e, também, na inovação dos canais digitais. “Temos mais de 45 mil associados, e cada um deles é único. Nessa nova agência, em Santo Antônio de Pádua, temos 30 pioneiros que já representam, um grande marco na história da cooperativa e a constante reafirmação do nosso compromisso com as pessoas e a comunidade. Realizamos um atendimento humanizado e consultivo, além de trabalharmos para a geração de emprego e renda.”, afirma o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Santo Cappellari.

Cooperativas X bancos - As instituições financeiras cooperativas oferecem os mesmos serviços financeiros de um banco tradicional. O grande diferencial é que os associados são donos do negócio e participam ativamente da gestão da cooperativa durante as assembleias. Por serem associados, e não clientes, os correntistas recebem de volta parte do resultado positivo da instituição e se beneficiam das ações que a cooperativa desenvolve localmente. O principal objetivo de uma cooperativa de crédito não é garantir o lucro, mas trabalhar para propor as melhores soluções financeiras ao associado. Além disso, os recursos aplicados nas instituições financeiras cooperativas ficam na região de atuação, movimentando a economia local por meio das linhas de crédito.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

UNIPRIME DO BRASIL: Cooperativa lança podcast sobre dinheiro e vida financeira

uniprime brasil 22 10 2021Estreou essa semana no Spotify o podcast falaReal, uma iniciativa da Uniprime do Brasil – a maior cooperativa de crédito do país com foco na área da saúde – que tem como objetivo trazer, de forma leve e prática, assuntos de educação financeira.

Temas - A primeira temporada vai falar sobre planejamento financeiro, investimentos, empréstimos, variação cambial e tudo o que você precisa saber a respeito das finanças. São 30 episódios com a participação de diversos profissionais certificados e especialistas com grande experiência na área, em bate-papos descomplicados sobre dinheiro e vida financeira.

Novos episódios - O falaReal tem novos episódios todas as manhãs, de segunda a sexta-feira. Confira em https://uniprime.info/FalaReal. (Imprensa Uniprime)

 

FEBRAPDP: Federação lança eventos comemorativos a meio século do plantio direto

FEBRAPDP 22 10 2021A Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP) lança no dia 27 de outubro dois eventos simultâneos e híbridos (presencial e digital) para comemorar seus 30 anos de existência e os 50 anos do Plantio Direto. Em parceria com a Confederação das Associações Americanas para uma Agricultura Sustentável (CAAPAS), a FEBRAPDP promoverá o 18° Encontro Nacional do Plantio Direto na Palha e o 1° Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto entre os dias 5 e 8 de julho de 2022, em Foz do Iguaçu (PR).

Lançamento oficial- O lançamento oficial e os detalhes dos eventos poderão ser conferidos em conferência on-line no dia 27 de outubro, a partir das 15 horas, pelas páginas da Federação no Facebook (https://www.facebook.com/329665733801507/posts/3887712287996816/) ou no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=JVw7nzZ6rSM&ab_channel=Federa%C3%A7%C3%A3oPlantioDireto). Neste evento on-line e gratuito, o diretor da FEBRAPDP e coordenador do Projeto Nacional “Sistema Plantio Direto: base para Agricultura Sustentável”, João Carlos de Moraes Sá, irá proferir palestra com o mesmo tema dos eventos comemorativos do ano que vem, que é “O Sistema Plantio Direto preservando o solo, a vida e as gerações futuras”. Sá monstrará o quanto o Plantio Direto melhora a qualidade do solo e impacta positivamente no aumento da produtividade e rentabilidade das culturas com sustentabilidade – a palavra de ordem mundial do momento.

Eventos em 2022 - De 5 a 8 de julho de 2022, o tema do 18º Encontro Nacional e 1º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto será aprofundado em palestras e debates de alto nível com os melhores especialistas e produtores do Brasil e do mundo; além de exposição de resumos científicos, dia de campo interativo e visitas técnicas no Brasil e Paraguai.

Soluções sustentáveis - Segundo o presidente da FEBRAPDP, Jônadan Hsuan Min Ma, as melhores propostas e soluções sustentáveis para o desenvolvimento tecnológico, econômico, social e ambiental do agronegócio serão apresentadas aos participantes presenciais e virtuais. “Este é o maior evento da agricultura sustentável do País. E, este ano, queremos frisar a importância do Sistema Plantio Direto para garantir a preservação do solo e, consequentemente, da vida e das gerações futuras.

População - A população precisa saber que os produtores que usam este sistema produzem alimentos com sustentabilidade e responsabilidade, não causam desmatamento nem usam defensivos agrícolas de forma abusiva e descontrolada ou qualquer mão de obra escrava ou infantil. Não vamos falar só de assuntos técnicos, vamos tratar da vida e das gerações futuras que dependem do solo para se alimentarem”, resume Jônadan.

Público - O Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha é direcionado para o setor produtivo do agronegócio brasileiro e, nesta 18ª edição e 1ª edição Mundial, das Américas, são esperados mais de 800 participantes, entre produtores rurais, consultores, empresários, profissionais liberais, professores, pesquisadores e acadêmicos, cooperativas e empresas de todo Brasil e de países como Paraguai, Uruguai, Argentina, México, Chile, países membros em CAAPAS, e de todo o mundo.

Medalha Herbert Bartz - Uma das novidades desta edição será o lançamento e concessão inédita da Medalha de Honra Herbert Bartz, com o objetivo de premiar os produtores rurais que se destacaram, no Brasil e nos países das Américas, pela conservação do solo e o aumento da produtividade com sustentabilidade de sua propriedade, utilizando como base o Sistema Plantio Direto (SPD).

Pioneiro - O nome da premiação é do produtor Herbert Bartz, descendente de alemães, que é o 'pai' do Plantio Direto no Brasil por ter sido a primeira pessoa a usar a técnica no país em 1972. Na época, foi considerado maluco por adotar o sistema que permite a semeadura no solo, sem aragem e a partir da rotação de culturas. Após muita luta e a conquista de adeptos que viram que o sistema restabelecia a biodiversidade da terra, o Plantio Direto foi considerado revolucionário na agricultura brasileira. Bartz faleceu este ano, em 29 de janeiro, aos 83 anos na região Norte do Estado do Paraná, onde vivia.

Pilares - O Sistema Plantio Direto (SPD) é baseado em três pilares: o não revolvimento do solo (restrito às linhas de plantio e semeadura ou covas para mudas), a cobertura permanente do solo, feita preferencialmente com plantas vivas, mas podendo ser morta (palha), e a diversificação de plantas no sistema de rotação de cultivos. Em 2020, o Plantio Direto chegou a ser adotado em 36 milhões de hectares, representando cerca de 54% da área de produção de grãos no território brasileiro.

FEBRAPDP - A FEBRAPDP é referência em Sistema Plantio Direto e exerce papel fundamental na expansão desta tecnologia e da Agricultura Conservacionista no Brasil e no mundo. Com a contribuição de seus associados e empresas parceiras, a FEBRAPDP desenvolve pesquisas, estudos e projetos relevantes para a defesa, modernização e disseminação do Sistema Plantio Direto, além da representação dos interesses dos produtores agropecuários nas diversas esferas do governo e da sociedade civil. A entidade foi criada em um encontro de Plantio Direto em Cruz Alta (RS) no ano de 1992, a partir do Clube da Minhoca de Ponta Grossa (PR) fundado por Manoel Henrique Pereira (Nono Pereira) e Franke Djikstra em 1979, visando difundir o SPD em todo o país. (Assessoria de Imprensa da FEBRAPDP)

SERVIÇO

Lançamento oficial do 18°Encontro Nacional do Plantio Direto na Palha e 1° Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto

Data: 27 de outubro de 2021

Horário: 15 horas (horário de Brasília)

Onde: Facebook: https://www.facebook.com/329665733801507/posts/3887712287996816/

ou YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=JVw7nzZ6rSM&ab_channel=Federa%C3%A7%C3%A3oPlantioDireto

Mais informações: telefone (45) 98431-6606 / e-mail: febrapdp@febrapdp.org.br

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Mesmo com dias chuvosos das últimas semanas, colheita do trigo avança no Paraná

conjuntura agropecuaria 22 10 2021Os dias predominantemente nublados e chuvosos das últimas semanas não impediram totalmente a colheita do trigo no Paraná. O avanço foi consistente, com crescimento de 16 pontos porcentuais em relação ao que se verificava havia duas semanas. Esse é um dos assuntos abordados no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 15 a 21 de outubro. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Percentual - O levantamento feito a campo mostra que já foram colhidos 74% da área total de trigo paranaense, estimada em 1,21 milhão de hectares. Com condições climáticas mais propícias para o trabalho desde quarta-feira (20/10), espera-se que o processo seja acelerado ainda mais, reduzindo o pequeno atraso que se verifica e possibilitando que se posicione mais próximo da média para este período do ano.

PH - Em decorrência das condições climáticas nas localidades de colheita mais recente, o PH do cereal (nível de acidez) está mais baixo. No entanto, o produto mantém qualidade suficiente para uso na panificação. O que se observa no campo são alguns pontos de acamamento das lavouras e perda de peso nos grãos. Essa situação, aliada às quebras por seca, podem levar a novo rebaixamento na previsão de safra, a ser anunciada ainda em outubro. No mês passado, a projeção era de 3,5 milhões de toneladas.

Soja e milho - Enquanto a colheita do trigo evoluiu nos últimos dias, no caso da soja as condições climáticas ajudaram no plantio da safra. O relatório aponta que foram plantados 2,1 milhões de hectares, ou seja, 38% da área total estimada em 5,6 milhões de hectares. As chuvas regulares ajudam também no bom desenvolvimento das plantas.

Impulso - Da mesma forma, os produtores de milho impulsionaram os trabalhos e já estão com 371 mil hectares semeados. A previsão é de que a área total para este ciclo seja de 420 mil hectares. As condições gerais das lavouras são boas para 96% da área, enquanto os 4% restantes estão em situação mediana.

Feijão, batata e mandioca - O boletim relata, ainda, que as chuvas ajudaram nas atividades de plantio e manejo do feijão. O primeiro ciclo da safra 2021/22 está com 76% da área plantada. Os técnicos de campo do Deral detectaram que 78% encontram-se em fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em germinação e 3% em floração, a maioria em boas condições.

Entressafra - O Paraná está na entressafra da colheita da batata, com expectativa que o trabalho comece em novembro. A área é de 15 mil hectares e 93% estão em boas condições. Para a mandioca também há previsão de que os trabalhos de campo sejam retomados a partir desta semana e os produtores poderão dar continuidade à colheita e ao plantio.

Suínos, aves e leite - O documento preparado pelo Deral registra o crescimento em 7% na exportação de carne suína paranaense entre janeiro e setembro deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado. Hong Kong é o principal comprador com 36% do total de 112,4 mil toneladas.

Custo de produção- Sobre a avicultura, a análise discorre no custo de produção do frango. No Paraná, o aumento ficou em 1,7% em agosto, comparativamente ao mês anterior. O boletim analisa, ainda, com detalhes, os reajustes nos preços do milho e de farelo de soja, dois dos principais componentes da alimentação das aves.

Pedido - Por fim, registra-se o pedido feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que os frigoríficos habilitados a exportar carne bovina para a China suspendam a produção destinada ao país asiático. Desde 4 de setembro, os chineses não compram mais essa proteína animal brasileira, em razão de focos da doença da vaca louca detectados em Minas Gerais e Mato Grosso. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

CMN: Conselho remaneja R$ 1,3 bi para cafezais afetados por geadas

cmn 22 10 2021Os produtores de café afetados pelas geadas no último inverno poderão ter acesso a R$ 1,32 bilhão em linha especial de crédito para a recuperação de cafezais danificados, decidiu nessa quinta-feira (21/10) o Conselho Monetário Nacional (CMN). Os recursos vêm de remanejamentos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Aprovação - Em nota, o Ministério da Economia informou que a realocação do dinheiro foi aprovada após recomendação do Conselho Deliberativo da Política do Café. O montante estava nas demais linhas do Funcafé – custeio, comercialização, capital de giro e financiamento para aquisição de café – e tinha sido reservado em agosto, de forma preventiva, para fazer frente aos danos provocados pelas geadas.

Contratação - Os empréstimos para restaurar os cafezais poderão ser contratados até 30 de junho de 2022. O limite por produtor, o prazo de reembolso e a carência (adiamento do pagamento da primeira parcela) serão definidos de acordo com o procedimento necessário para a recuperação da lavoura: decote (poda leve) esqueletamento (poda em cone), recepa (corte de parte do tronco) e arranquio (retirada da planta).

Decote - O produtor que precisar fazer decote poderá pegar até R$ 300 mil emprestados. Para as demais operações, o limite individual aumenta para R$ 750 mil. O prazo de reembolso será de dois anos para decote; três anos (com dois anos de carência) para esqueletamento; seis anos (com três de carência) para recepa; e oito anos (com três de carência) para arranquio.

Agricultura familiar - O CMN também flexibilizou os critérios para os agricultores familiares financiarem máquinas, equipamentos, implementos e veículos por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A maioria dos itens não precisará constar de relação de produtos do Ministério da Agricultura.

Exigência - A exigência permanece apenas para tratores, colheitadeiras e máquinas autopropelidas para pulverização e adubação. Segundo o Ministério da Economia, a medida reduz custos e facilita o acesso dos agricultores familiares ao crédito para investimentos na produção. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 

INFRAESTRUTURA: Chuva acima da média em outubro impacta nas operações portuárias no Paraná

infraestrutura 22 10 2021Nos primeiros 15 dias de outubro, segundo o Simepar, a chuva já superou a média comum para o mês em todas as regiões do Estado. A previsão para esta segunda quinzena – que inclui o Litoral – é de que chova ainda mais. A umidade, que é positiva para os recursos hídricos e para a agricultura, nos portos gera saldo negativo na movimentação, principalmente dos granéis sólidos.

Suscetível - Como explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a natureza desse tipo de carga – fertilizantes, açúcar, milho, sacaria, soja em grão e farelo – fica suscetível à umidade. “Se molhados, os produtos estragam. Por isso, quando há sinal de chuva as operações param. O comandante do navio manda fechar os porões até que tenha segurança para abri-los novamente, sem prejuízo à carga”, diz.

Paralisação - Segundo os dados da Diretoria de Operações da empresa pública, até essa quarta-feira (20/10) as paralisações por chuva no embarque dos granéis sólidos de exportação – soja, farelo e milho –, pelo Corredor Leste, já equivalem a um período de 11 dias.

Ano passado - “Para se ter uma ideia, no ano passado, nos 31 dias de outubro não chegou a parar nem dez dias por causa da chuva”, afirma o diretor-presidente. "Se comparados os mesmos primeiros 20 dias do mês de outubro de 2020 e 2021, o aumento do tempo de parada nos embarques dos produtos, por conta da chuva, é de cerca de 77%". Em 2020, o tempo de paralisação de 01 a 20 de outubro foi de 6,2 dias.

Importação - No sentido contrário do comércio internacional, ou seja, na importação, os impactos de tanta água acumulada também se refletem. Entre todos os adubos que são descarregados pelos Portos do Paraná, por exemplo, apenas a ureia opera com garoa. Os demais não podem ser operados sob umidade.

Operações - “As operações que seguem normalmente, mesmo com chuva, são os embarques e desembarques de contêineres, veículos, carga geral (com exceção de papéis e sacaria) e dos granéis líquidos, que ocorrem pelas tubulações e os tanques permanecem fechados”, explica Garcia.

Custos - As paralisações costumam gerar custos para os usuários, salvo quando provocadas por chuva. Os navios, ao carregarem e descarregarem as cargas, mantêm boletins diários. Neles, é anotado o tempo que a embarcação permanece parada pelas condições meteorológicas. No fechamento da operação, esses períodos são descontados em algumas taxas e multas.

Produtivos e eficientes - Segundo Luiz Fernando Garcia, como não existe ainda nenhuma tecnologia ou alternativa para seguir com essas operações portuárias sob condições de chuva, o que os operadores portuários do Paraná fazem é aproveitar as condições meteorológicas favoráveis para serem ainda mais produtivos e eficientes. “Nos dias em que não chove, aproveitamos os tempos operacionais para mantermos os resultados”, acrescenta. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Cláudio Neves / Arquivo Portos do Paraná

 

RODOVIAS: DER/PR reúne diretorias e regionais e intensifica trabalho para o fim dos pedágios

rodovias 22 10 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) reuniu nesta semana as diretorias de Operação e Administrativa-Financeira e as cinco superintendências regionais para uma reunião de trabalho sobre o fim dos pedágios do Anel de Integração.

Contratos - Os contratos da Econorte, Viapar e Ecocataratas encerram à meia noite do dia 26 de novembro, enquanto os contratos da Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia terminam no dia seguinte, à meia noite do dia 27 de novembro.

Procedimentos - Durante a reunião, foram apresentados e discutidos os procedimentos operacionais e administrativos dos últimos 30 dias dos contratos. Os detalhes sobre a transição para o primeiro dia sem cobrança de tarifas serão amplamente divulgados nas próximas semanas, para que todos os usuários das rodovias estejam preparados para as mudanças.

Administração - Com o fim das concessões, as rodovias federais que estavam delegadas ao Paraná voltam a ser administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e as rodovias estaduais permanecem sob responsabilidade do DER/PR.

Continuidade - Para garantir a continuidade dos serviços rotineiros de conservação do pavimento das rodovias estaduais do Anel de Integração, que antes eram atendidas pelas concessionárias de pedágio, o DER/PR publicou no dia 1º de setembro um edital licitando a contratação deste serviço, dividido em cinco lotes, de acordo com as suas regionais.

Conservação do pavimento - A licitação prevê a conservação do pavimento, incluindo remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento, e serviços de conservação da faixa de domínio, como controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e dispositivos de segurança viária.

Manutenção - “A partir de 28 de novembro acabam as concessões. Naturalmente o DNIT vai cuidar das rodovias federais e nós vamos cuidar das rodovias estaduais, nossos editais já estão prontos e vamos ter empresas para fazer a manutenção do pavimento”, afirma o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

Envelopes - No dia 4 de outubro foram abertos os envelopes com as propostas de preços dos cinco lotes, e em breve deve ser publicado o resultado da análise destas propostas, já marcando a data da sessão de abertura de envelopes com documentos de habilitação.

Rescisão contratual - A licitação prevê também a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidade para as partes envolvidas, para os casos em que a conservação não será mais necessária com o início das concessões, devido à supressão dos serviços. Ou seja, nesta situação o DER/PR pagará apenas pelos serviços executados na pista e no entorno até o início dos próximos contratos de concessão. Outras novidades sobre serviços nas rodovias devem ser anunciadas em breve.

Trabalhos - Com a proximidade do final das concessões, em menos de 40 dias, o ritmo de trabalho no DER/PR se intensificou para garantir uma transição tranquila e com segurança, tanto para os usuários quanto em seus aspectos administrativos e legais.

Atividade complexa - “O encerramento das concessões é uma atividade bastante complexa, sendo encabeçada pela Diretoria de Operações, por meio de sua Coordenadoria de Concessões e Pedágios Rodoviárias, mas que envolve todas as diretorias do DER e todas as superintendências. É um momento de bastante cooperação, em que contamos com todos”, explicou o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Fernandes.

Alinhamento - “A ideia agora é alinhar tudo isso, por isso uma reunião tão grande, com todos nossos superintendentes e com todas as pessoas que de alguma forma vão ter impacto nessa transição” afirmou o diretor administrativo-financeiro do DER/PR, Marco Aurelio Cordeiro.

Detalhes - Os detalhes do fim das concessões também são trabalhados junto ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, Polícia Rodoviária Federal, as próprias concessionárias de pedágio e secretarias do Governo do Estado.

Auditorias - Todas as ações são embasadas por levantamentos em campo e análises realizadas por empresas contratadas para este fim, garantindo que o DER/PR consiga fiscalizar as obrigações contratuais assumidas pelas concessionárias, e solicite as devidas correções caso sejam constatadas eventuais irregularidades.

Divisão - Os trabalhos de auditoria são divididos em três atividades principais: recebimento dos bens das concessionárias, tanto os que foram cedidos no início do contrato quanto os que foram adquiridos ao longo das décadas; encerramento dos contratos de concessão, incluindo análise do reequilíbrio econômico-financeiro, passivos socioambientais e eventuais condições contratuais não atingidas por ambas as partes; encerramento dos convênios de delegação, em que o governo federal delegou a administração de rodovias federais ao governo estadual para serem concessionadas.

Auditoria e avaliação - Além de serviços de gerenciamento e apoio às atividades da Coordenadoria de Concessões e Pedágios Rodoviárias do DER/PR, foram contratadas empresas especificamente para auditoria e avaliação: das faixas de rolamento e acostamentos das rodovias concedidas; dos bens móveis e imóveis das concessionárias; das condições das obras de arte especiais (viadutos, trincheiras, pontes), obras de arte correntes (bueiros), estruturas de contenção de taludes e dispositivos de drenagem (sarjetas, valetas, drenos); e da sinalização horizontal, sinalização vertical e dispositivos de segurança.

Recursos - Todos os recursos empregados nessas iniciativas são de uma verba de fiscalização prevista nos próprios contratos de concessão. As empresas de pedágio depositam um montante destinado ao órgão fiscalizador, no caso o DER/PR, para utilização em serviços de fiscalização e auditoria.

Concessões - Em 1996 foram firmados convênios de delegação para exploração de rodovias federais entre o Governo do Paraná e o governo federal, abrindo espaço para a licitação e assinatura dos contratos de concessões no ano seguinte, divididos em 6 lotes e com prazo de execução de 24 anos. Os mesmos foram modificados ao longo dos anos, com termos aditivos assinados em 1998, 2000, 2002, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018.

Total - Atualmente 2.505,2 quilômetros de rodovias federais e estaduais compõem o Anel de Integração, que será encerrado no final de novembro de 2021. O novo programa de concessões rodoviárias está sendo elaborado pelo governo federal, devendo ser lançado em 2022. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jorge Woll / Arquivo DER  

 

ECONOMIA: Presidente anuncia apoio para 750 mil caminhoneiros comprarem diesel

economia 22 10 2021O presidente Jair Bolsonaro anunciou nessa quinta-feira (21/10), em Sertânia (PE), que o governo pretende pagar um auxílio a cerca de 750 mil caminhoneiros para compensar o aumento do diesel. Segundo ele, os números relacionados à medida serão informados nos próximos dias. A declaração foi dada durante evento de inauguração do Ramal do Agreste das obras de transposição do Rio São Francisco.

Dobro - "O preço do combustível lá fora está o dobro do Brasil. Sabemos que aqui é um outro país, mas grande parte do que consumimos em combustível, ou melhor, uma parte considerável, nós importamos e temos que pagar o preço deles lá de fora. Decidimos, então, atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel. Fazemos isso porque é através deles que as mercadorias e os alimentos chegam nos quatro cantos do país”, disse o presidente.

Live - Horas após a agenda em Pernambuco, durante sua live semanal nas redes sociais, o presidente voltou a comentar a medida e acrescentou que o programa de apoio aos caminhoneiros deve pagar um auxílio de R$ 400 por mês, ao custo de R$ 3 bilhões.

Reajuste - O último reajuste definido pela Petrobras no preço do diesel entrou em vigor no dia 1º de outubro. O combustível acumula alta de mais de 30% este ano. Até a semana passada, o preço médio do produto vendido nos postos era de R$ 4,97, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). (Agência Brasil)

FOTO: Isac Nóbrega / PR

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,66 com possíveis mudanças no teto de gastos

cambio 22 10 2021O dólar encostou em R$ 5,70 e a bolsa de valores caiu para o menor nível desde novembro do ano passado no dia seguinte à declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o governo pretende pedir mudanças no teto de gastos para financiar parcialmente o Auxílio Brasil. O Tesouro Direto chegou a interromper as negociações por diversas vezes, e a atuação do Banco Central (BC) não conseguiu segurar a moeda norte-americana.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (21/10) vendido a R$ 5,668, com alta de R$ 0,107 (+1,92%). Na máxima do dia, por volta das 15h30, a cotação chegou a R$ 5,69. No maior nível desde 14 de abril, quando estava em R$ 5,671, a divisa acumula alta de 4,07% em outubro e de 9,21% em 2021.

Bolsa - Na bolsa de valores, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 107.735 pontos, com recuo de 2,75%. O indicador está no menor nível desde 20 de novembro do ano passado. Durante a tarde, o índice chegou a cair 4,57%.

Paralisação dos caminhoneiros - Além das negociações em torno do futuro do teto de gastos, que afetaram ações de empresas ligadas ao varejo eletrônico e à construção civil, a ameaça de uma paralisação de caminhoneiros por causa da alta dos combustíveis fez cair as ações de empresas do setor. O BC leiloou US$ 750 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Mesmo assim, a atuação foi insuficiente para segurar a moeda.

Títulos públicos - A instabilidade também afetou o mercado de títulos públicos. Por três vezes ao longo do dia, as negociações do Tesouro Direto, programa que vende títulos públicos a pessoas físicas, foi interrompida. O Tesouro Nacional não quis aceitar os juros pedidos pelos investidores e paralisou a venda de papéis prefixados (com juros definidos antecipadamente) e corrigidos pela inflação.

Renúncia - A renúncia do secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, ainda não repercutiu no mercado. Os dois anunciaram o pedido de exoneração após o fechamento das negociações. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

LEGISLATIVO: Rodrigo Pacheco quer ampliar discussão sobre cobrança de ICMS nos combustíveis

legislativo 22 10 2021O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, declarou nessa quinta-feira (21/10) que pretende fazer novas reuniões com os governadores ao longo da próxima semana para debater o PLP 11/2020, projeto de lei que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. Ele também disse que irá avaliar a participação de representantes da Petrobras na discussão da matéria. Pacheco fez essas declarações após participar de reunião remota, nessa quinta, com governadores e secretários estaduais de Fazenda.

Câmara - O PLP 11/2020 foi aprovado na Câmara dos Deputados no último dia 13 na forma de um substitutivo, e agora aguarda votação no Senado.

Demanda - “Ouvimos as demandas [na reunião dessa quinta-feira], as reflexões e as impressões dos governadores. Há convergência por parte deles de que o ICMS não é o único problema na composição de preços ou em relação aos preços altos dos combustíveis. Eles disseram muito da importância de se discutir uma política de preços no Brasil com a participação da Petrobras. Também defenderam a PEC da Reforma Tributária relatada pelo senador Roberto Rocha [PSDB-MA]. Ficamos de evoluir e desdobrar essa reunião em outras reuniões ao longo da próxima semana para amadurecer esse projeto e identificarmos qual o caminho que nós temos de convergência em relação a essa tributação dos combustíveis. Foi uma reunião muito importante”, afirmou.

Petrobras - Ao comentar o pedido dos governadores para que a Petrobras participe das discussões sobre o assunto, Rodrigo Pacheco disse que isso é “legítimo”. “[Pode ser] Eventualmente um convite, para que [representantes da Petrobras] possam fazer parte de uma mesa de reunião virtual ou presencial, para que possam dar sua opinião sobre esse problema dos combustíveis. O mais importante numa discussão dessa natureza é ouvir os personagens. É muito importante ouvi-los e saber qual a recomendação técnica e política de cada personagem nessa história”, afirmou.

Solução principal - Segundo Pacheco, a maioria dos governadores argumentou que a solução principal estaria na política de preços da Petrobras e também no restabelecimento do fundo de equalização dos combustíveis. “O governador Wellington Dias [do Piauí] lançou isso como uma tese que deveria ser suscitada e provocar reflexão, como um fator para poder se resolver o problema.” 

Auxílio e programa social - Em relação a uma eventual alteração no teto de gastos públicos para viabilizar a concessão de auxílio social, Rodrigo Pacheco defendeu uma solução que concilie as despesas públicas e a responsabilidade fiscal.

Obrigação - “O ponto principal disso é que nós temos a obrigação de dar solução, de um jeito ou de outro, à questão do programa social. É preciso socorrer cerca de 17 milhões de famílias que precisam ter esse socorro por meio de programa social que seja consistente e possa minimamente atualizar a capacidade de compra, especialmente da cesta básica, já que se elevaram muito os preços. É evidente que defendemos que esse programa social seja concebido, aprimorado, incrementado o seu valor, dentro daquilo que todos nós pregamos sempre, que é a responsabilidade fiscal, ou seja, a importância de encontrarmos a matemática, a equação capaz de fazer inserir dentro do teto de gastos públicos esse programa social.”

Precatórios - O presidente do Senado disse que nos últimos dias recebeu o ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro da Cidadania, João Roma, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o relator da PEC dos Precatórios, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB).

Dívida - “O outro problema, que na verdade é um pressuposto para essa solução, é o problema dos precatórios. Precatório é dívida, que tem que ser paga. No entanto, tem que se respeitar o teto de gastos que foi concebido em 2016. Então, é atualizar o valor pago de precatórios até agora, pagar dentro do teto de gastos públicos, e o saldo que não comportar dentro do teto de gastos públicos poder ser objeto de negócios jurídicos os mais diversos: recebimento de ativos da União, pagamento de outorgas onerosas, pagamento de multas, pagamento de dívidas fiscais, compensação entre o devedor ou a devedora União e os credores, inclusive os estados da Federação. São soluções inteligentes que permitem conciliar o respeito ao teto de gastos e a responsabilidade fiscal e, por outro lado, a obrigatoriedade de se dar solução a esse problema dos precatórios. E, o mais importante de tudo, efetivar de uma vez por todas o programa social, dentro de um valor que seja condizente para a necessidade das famílias brasileiras, especialmente aquelas mais atingidas pela pandemia, as pessoas que não conseguem emprego, até porque não há oferta de emprego e trabalho suficiente no Brasil neste momento. Nós temos que trabalhar para que se tenha, para que haja esse socorro efetivo a essas famílias.”

Correção do teto de gastos - Pacheco afirmou que não está sendo debatida a alteração do teto de gastos públicos, mas sim uma redefinição da regra relacionada à correção desse teto.

Avaliação - “Em vez de ser de meados de um ano até meados de outro ano, [poderia ser de] de janeiro até dezembro. Essa é uma avaliação que tem de ser feita à luz de princípios constitucionais. Pode ser até que essa solução, eu sinceramente nesse instante não posso afirmar categoricamente isso, pode ser que essa solução de 'parametrização' do começo até o fim do ano possa eventualmente ser mais justa, mas essa é uma avaliação que tem que ser feita pela Câmara dos Deputados, repito, com critérios técnicos, legais e constitucionais. Tendo essa decisão da Câmara na PEC dos Precatórios, o Senado vai avaliar a matéria com o máximo de pressa possível, para poder dar solução definitiva a isso.”

Reforma tributária - O presidente do Senado também declarou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, que trata da reforma do sistema tributário nacional é vista pelos governadores como uma solução inteligente para a redefinição do modelo tributário atual. Essa proposta, de autoria do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ). A comissão é presidida por Davi. O relator da matéria é o senador Roberto Rocha (PSDB-MA).

Ampla - “Nunca desistimos de uma reforma ampla. É bem considerável o apoio que essa PEC tem da sociedade civil, dos setores produtivos, dos governadores, da Confederação Nacional dos Municípios e do próprio Ministério da Economia. Nós temos de discutir e buscar o caminho de sua aprovação na CCJ e, eventualmente, sua submissão ao Plenário do Senado ainda este ano. Ela é vista pelos governadores como uma solução inteligente, com a fixação de um imposto sobre valor agregado em nível federal, e um imposto sobre valor agregado subnacional, que acabaria por dar solução definitiva a essa questão tributária, inclusive quanto aos combustíveis. Ela tem uma regra de transição, e a transição é muito importante para a assimilação por parte da sociedade, do setor produtivo do Brasil — declarou, acrescentando que, "de fato, temos um problema para hoje: o preço do combustível muito elevado; e temos que buscar solução para isso".

CPI da Pandemia - Em relação à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, Rodrigo Pacheco destacou a autonomia desse colegiado. Também disse que é muito importante que as conclusões da CPI sejam encaminhadas às instâncias competentes.

Foco - “Da parte da Presidência do Senado, confesso que o nosso foco é a pauta do Senado, do Plenário do Senado, e o funcionamento das comissões permanentes. Temos problemas muito presentes para resolver, como essa questão do Bolsa Família, a solução dos precatórios, o preço dos combustíveis, a contenção da inflação, a contenção da elevação do câmbio, o desemprego, que é um problema gravíssimo que nós estamos enfrentando no Brasil. Então eu considero que a Presidência do Senado tem muitas coisas a contribuir para o Brasil nessas vertentes. A CPI tem o papel dela autonomamente.” (Agência Senado)

FOTO: Reprodução TV Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 451 mortes e 16.853 diagnósticos em 24 horas

As autoridades de saúde totalizaram até essa quinta-feira (21/10) 604.679 mortes por covid-19 em todo o Brasil. Em 24 horas, os órgãos de saúde de estados e municípios confirmaram 451 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.051 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demandar exames.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nessa quinta-feira (21/10). O balanço consolida informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias municipais e estaduais de saúde. Apenas o estado do Ceará não atualizou os dados.

Casos - Ainda conforme as secretarias estaduais e municipais de saúde, a quantidade de pessoas que contraíram covid-19 desde o início da pandemia alcançou 21.697.341. Entre quarta e quinta-feira (20 e 21/10), foram confirmados 16.853 novos diagnósticos positivos da doença.

Acompanhamento - Ainda há 216.663 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. O número subiu hoje em relação a ontem, quando havia 215.205 casos ativos sendo acompanhados por equipes de saúde.

Recuperadas - Até esta quinta-feira, 20.875.999 pessoas se recuperaram da covid-19.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (151.386), Rio de Janeiro (67.774), Minas Gerais (55.347), Paraná (40.063) e Rio Grande do Sul (35.278).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre (1.842), Amapá (1.989), Roraima (2.022), Tocantins (3.851) e Sergipe (6.024). Acre e Amapá não tiveram novas mortes entre ontem e hoje.

Vacinação - No total, até o início da noite dessa quinta-feira (21/10) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 263,8 milhões de doses no Brasil, sendo 151,9 milhões da primeira dose e 111,8 milhões da segunda dose e dose única.

Aplicadas - Foram aplicadas 4,4 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 320 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 22 10 2021

SAÚDE II: Boletim da Sesa divulga mais 1.573 casos e 61 mortes pela Covid-19 no Paraná

saude II 22 10 2021A secretaria estadual da Saúde divulgou nessa quinta-feira (21/10) mais 1.573 casos confirmados e 61 mortes em decorrência da Covid-19 no Paraná. Os números incluem meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 1.535.165 casos confirmados e 39.847 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta quinta-feira são de outubro (1003), setembro (269), agosto (143), julho (51), junho (51), maio (45), abril (1), março (3), fevereiro (3) e janeiro (2) de 2021 e novembro (2) de 2020. Os óbitos divulgados são de outubro (36), setembro (12), agosto (1), julho (1), junho (3), maio (1) e março (4) de 2021, e dezembro (2) e julho (1) de 2020.

Internados - O boletim relata que há 428 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 341 em leitos SUS (222 em UTI e 119 em enfermaria) e 87 em leitos da rede particular (46 em UTI e 41 em enfermaria). Há outros 1.091 pacientes internados, 614 em leitos UTI e 477 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 61 pacientes. São 25 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 25 a 100 anos. Os óbitos ocorreram entre 05 de julho de 2020 a 20 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que faleceram residiam Curitiba (16), Londrina (4), Foz do Iguaçu (4), São José dos Pinhais (2), Jaguapitã (2), Campo Mourão (2) e Araucária (2). O boletim registra, ainda, a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Toledo, Telêmaco Borba, São Sebastião da Amoreira, São Mateus do Sul, Rio Azul, Pitangueiras, Piraquara, Pato Branco, Miraselva, Matinhos, Matelândia, Maringá, Loanda, Joaquim Távora, Jardim Alegre, Jaguariaíva, Irati, Ibiporã, Guarapuava, Florestópolis, Farol, Dois Vizinhos, Diamante do Sul, Cruzeiro do Oeste, Cornélio Procópio, Cascavel, Carlópolis, Campo Largo e Ampére.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.146 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 216 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo

Confira relatórios de exclusão de casos e de correção de municípios

 

SAÚDE III: Paraná recebe novo lote com 555.750 imunizantes da Pfizer/BioNTech nesta sexta

saude III 22 10 2021O Estado do Paraná receberá mais 555.750 imunizantes da Pfizer/BioNTech nesta sexta-feira (22/10). As doses ainda aguardam a divulgação do Informe Técnico do Ministério da Saúde para definição do público.

Horários - Os lotes serão enviados em três horários distintos. O primeiro está previsto para desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h, no voo LA 3443. Na sequência, às 13h50, no voo AD 4830, chega o segundo lote, e às 14h35, no voo G3 1106, o terceiro.

Cemepar - Os imunizantes serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde passarão por conferência e armazenamento até que sejam distribuídos.

Terceiro lote - Este é o terceiro lote destinado ao Estado durante a semana, totalizando 1.007.090 imunizantes, que fazem avançar o calendário de vacinação dos municípios. Na terça-feira (19), 318.240 vacinas da Pfizer/BioNTech chegaram ao Paraná e logo foram distribuídas para as Regionais de Saúde. Para esta quinta-feira (21) estão previstas mais 133.100 vacinas da AstraZeneca/Fiocruz.

Número expressivo - “Em uma semana mais de 1 milhão de vacinas, um número expressivo que faz a vacinação avançar ainda mais. Nossas equipes trabalham dia e noite na logística das remessas para que as doses cheguem o quanto antes aos municípios, e, consequentemente, aos braços dos paranaenses”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Aplicação - O Paraná já aplicou 14.712.664 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.327.978 D1 e 6.176.797 D2. Além disso, o Estado também registra a aplicação de 25.557 doses adicionais (DA) e 182.329 DR. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

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