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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5183 | 25 de Outubro de 2021

INTERCOOPERAÇÃO: Cooperativas avançam nas discussões de projeto de compartilhamento de serviços de TI

Mais um passo foi dado rumo à formação de uma aliança estratégica entre cooperativas paranaeneses na área de tecnologia de informação. Na tarde de sexta-feira (22/10), representantes da comissão de implantação do projeto discutiram normas e itens do estatuto social para o futuro empreendimento. Por meio virtual, com o suporte de profissionais do Sistema Ocepar, os cooperativistas analisaram proposições acerca de regras e atribuições operacionais e de governança. O documento elaborado pelo grupo será encaminhado a todos os representantes das 21 cooperativas interessadas na iniciativa de parceria em TI, para nova avaliação. A decisão conclusiva sobre o estatuto social e a formação da aliança intercooperativa deve ser anunciada ainda em 2021.

Comissão - Participaram da reunião, o superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Leonardo Boesche, o coordenador de Tecnologia da Informação do Sistema Ocepar, Plácido da Silva Junior, o coordenador Jurídico Rogério dos Santos Croscato, e o coordenador de Gestão Estratégica, Alfredo B. Kugeratski Souza. A comissão de implantação da aliança estratégica é formada por representantes de nove cooperativas (Coamo, Copacol, Cocamar, Frísia, Integrada, Cooperante, Bom Jesus, com a suplência da Coopertradição e Capal), escolhidos por votação para atuar no detalhamento e organização das regras legais e cronograma de atividades para a criação do novo empreendimento cooperativo. Durante o encontro virtual, também foram elaboradas sugestões para o nome da nova central, a ser definido pelos participantes da aliança.

PRC200 - As discussões em torno do projeto de compartilhamento de serviços de TI foram iniciadas em novembro de 2019, como desdobramento do PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo do Paraná. As discussões avançaram e foram agregadas ao novo ciclo do plano de ação da Ocepar, o PRC200. Participam da iniciativa 21 cooperativas: Agrária, Bom Jesus, Camisc, Coagru, Coamo, Cocari, Cocamar, Copacol, Copagri, Cooperante, Castrolanda, Capal, C.Vale, Frimesa, Frísia, Integrada, Lar, Coopertradição, Coprossel, Primato e Unicampo. 

Projeto disruptivo - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, lembra que um dos pilares do PRC200 é a busca por alianças e novos mercados, com a ampliação de projetos de intercooperação. “Trata-se da materialização do sexto princípio do cooperativismo – a cooperação entre cooperativas – que ganha status de ação prioritária no planejamento estratégico do setor no Paraná”. Segundo Boesche, o projeto de intercooperação visa reduzir custos e trazer soluções inteligentes e compartilhadas para a área de TI. “Mas também é importante frisar que o projeto se insere no objetivo essencial do cooperativismo, abrangendo conceitos de economia compartilhada e de escala, com o foco na agregação de valor e melhoria de serviços aos cooperados”, afirmou. A comissão de implantação terá novas reuniões em novembro.

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FÓRUM: Gianfranco Muncinelli vai mostrar os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados no ramo transporte

O especialista Gianfranco Muncinelli vai ministrar palestra sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Fórum dos Dirigentes das Cooperativas de Transporte que o Sistema Ocepar promove, nesta terça-feira (26/10), a partir das 14h, pela plataforma Microsoft Teams. De acordo com os organizadores do evento, a LGPD visa dar mais proteção ao consumidor brasileiro em relação ao uso de dados pessoais. “Ela estabelece, por exemplo, que empresas precisarão de autorização dos clientes para fazer uso de seus dados com quaisquer finalidades. Ou seja, ela não afirma que empresas só poderão usar dados de clientes sob consentimento, mas esse é, de fato, um ponto que os gestores precisam estar atentos e cientes de seus impactos e responsabilidades”, ressaltam.

Sobre o palestrante - Gianfranco Muncinelli é diretor associado da Intedya International Dynamic Advisor, sócio da DVM Consultoria em Gestão e da Muncinelli Consultoria e Treinamento. Também é professor em diversas instituições, como Fundação Getúlio Vargas (FGV), Escola de Direito do Rio de Janeiro da FGV, Isae, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Steinbeis University, de Berlin, na Alemanha.

Programação - O evento será aberto pelo coordenador estadual do ramo transporte no Paraná, Marcos Antonio Trintinalha, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Depois, o coordenador de Monitoramento do Secoop/PR, João Gogola Neto, irá repassar informações gerais sobre a Lei 14.206, que instituiu o Documento Eletrônico de Transporte (DTe). Haverá ainda a participação de representantes dos sistemas de cooperativismo de crédito Ailos, Cresol, Sicoob e Sicredi, que discorrerão sobre os produtos financeiros disponíveis para as cooperativas de transporte. O evento encerra às 17h, após o esclarecimento de dúvidas dos participantes e encaminhamentos.

 

forum folder 25 10 2021

FORMAÇÃO I: Cooperados e colaboradores da Unimed Curitiba iniciam MBA em Gestão de Negócios em Saúde

Com 45 participantes, entre cooperados e colaboradores da Unimed Curitiba, teve início, na sexta-feira (22/10), às 13h, o MBA em Gestão de Negócios em Saúde. A ideia é prepará-los para uma atuação de excelência, a fim de tornar a qualidade dos serviços prestados um diferencial para o desenvolvimento e crescimento da cooperativa de saúde nas diversas áreas. Estiveram presentes na abertura, o presidente da Faculdade Unimed, Helton Freitas, e o diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya.

Habilidade - O curso, dividido em 22 módulos de 18h cada, totalizando 396h, será realizado na modalidade virtual síncrona pela ferramenta Zoom. “Esse programa de pós-graduação foi desenvolvido pelo Sescoop/PR, em parceria com a Unimed Curitiba e a Faculdade Unimed, com o objetivo de desenvolver a habilidade de pensar e agir dos colaboradores e cooperados, considerando a relação entre todos os processos de negócio da cooperativa e a ampliação da visão sistêmica e consequente melhoria da capacidade de argumentação em temas relacionados à gestão”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

 

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FORMAÇÃO II: Pós-graduação em Direito Coletivo do Trabalho capacita profissionais de cooperativas de diversos ramos

Na sexta-feira (22/10), às 19h, 43 colaboradores de cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, crédito e saúde começaram a aprofundar os conhecimentos sobre as relações trabalhistas e o Direito Coletivo do Trabalho, por meio do curso de pós-graduação promovido pelo Sistema Ocepar, por intermédio do Sescoop/PR e em parceria com a Faculdade da Indústria. Realizado na modalidade virtual síncrona pela ferramenta Teams, a formação é composta por 20 módulos de 18h cada, totalizando 360h de carga horária. A aula inaugural foi realizada com a presença da coordenadora do curso, a professora Lucianna Pedrosa Grabowski. 

Desafios - Segundo o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, o programa de pós-graduação foi desenvolvido com o propósito de capacitar os profissionais das cooperativas para o enfrentamento dos desafios que estão surgindo com as novas perspectivas sindicais. “O objetivo é que eles tenham maior capacidade de negociação, uma visão mais abrangente das relações de trabalho e a compreensão mais detalhada da dinâmica do Direito Coletivo do Trabalho”, destacou.

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CAPADR: Falta de fertilizantes é tema de debate na Comissão de Agricultura

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados promoveu, na sexta-feira (22/10), audiência pública para discutir a falta de insumos para o plantio da safra 2021/2022. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), além de representantes de outras entidades de classe do agronegócio, foram ouvidos durante o evento.

Plano estratégico - O autor do requerimento, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), destacou que está faltando fertilizantes e defensivos em algumas áreas para os produtores rurais no país e defendeu a criação de um plano estratégico pelo Ministério da Agricultura para a resolução das consequências a curto e médio prazo. “Esse episódio provocou a ideia de que precisamos produzir e não depender mais de ninguém. Precisamos ser autossuficientes e avançar nesse sentido”.

Preocupação - O diretor do departamento de sanidade vegetal e insumos agrícolas do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, reforçou que a possível falta de defensivos preocupa o mundo todo e que o Ministério da Agricultura tem acompanhado essa questão para que não ocorra desabastecimento no mercado brasileiro. “Com o efeito da pandemia nas cadeias de suprimentos, principalmente da China e Rússia, entre maio e junho, começamos a ter sinalizações da falta de capacidade da indústria em entregar a tempo e na quantidade esperada os volumes que o Brasil consome”, explicou.

Diferentes cenários - Carlos Goulart confirmou que o Brasil pode enfrentar a falta de fertilizantes e defensivos, mas que isso não deve ocorrer na safra de verão e, sim, nas seguintes. “Temos diferentes cenários em andamento e nosso país é muito dependente dos três principais macros nutrientes – nitrogênio, fósforo e potássio. E cada um deles com problemas específicos de fornecimento. Na verdade, em alguns casos, se trata mais de uma questão geopolítica do que das cadeias de suprimentos”, acrescentou.

Dependência - Ainda segundo o diretor, o governo tem trabalhado em um plano nacional de fertilizantes para reduzir a dependência externa desses insumos. “Atualmente, essa dependência chega a 85% no geral”, concluiu.

Regulamentação - Diretora da Frencoop e presidente da Comissão de Agricultura, a deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), destacou que vem trabalhando o tema na comissão e que, em sua visão, o caminho para suprir a falta de fertilizantes e defensivos no Brasil passa pela regulamentação dos Bioinsumos no país. “Essa dependência de outros países em relação aos nossos fertilizantes precisa mudar com urgência, uma vez que esperamos uma produção de alta performance, alta qualidade, renovada, sustentável e com responsabilidade ambiental”, alertou.

Atentos - João Prieto, coordenador do ramo agro da OCB, ressaltou o anseio que permeia os produtores rurais cooperados com a possibilidade da falta de fertilizantes para as próximas safras. “Estamos atentos a essa realidade e consideramos importante fomentar a produção nacional desses insumos sem, contudo, sobretaxar os custos de produção”, afirmou.

Bioinsumos - Os bioinsumos são produtos, processos ou tecnologias de origem vegetal, animal ou microbiana que interferem positivamente no crescimento, no desenvolvimento e no mecanismo de resposta das plantas. Eles são utilizados no cultivo agrícola em substituição aos defensivos e são produzidos por empresas especializadas ou órgãos oficiais, como a Embrapa. Exemplos desses produtos são os antissépticos naturais para animais ou bactérias para fixação de nitrogênio nas plantas.

Marco legal - O Projeto de Lei 658/2021, em análise na Comissão de Agricultura sob relatoria da deputada Aline Sleutjes, visa regulamentar a produção desses bioinsumos, inclusive quando feita pelos produtores rurais. A atividade ainda não possui um marco legal no país.

Autor - A autoria da proposta é do deputado Zé Vitor (PL-MG), que também é diretor da Frencoop. “Os bioinsumos são uma fonte inesgotável de sustentabilidade de inovação para o Brasil. Temos a maior biodiversidade do planeta e esta pode ser racionalmente explorada e dividida com o mundo a partir de estímulos legislativos corretos”, defende. (OCB)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

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LEI 14.229/21: Entra em vigor lei que amplia tolerância para pesagem de transporte de carga

lei transporte cargas 25 10 2021O presidente Jair Bolsonaro sancionou, sem vetos, a Lei 14.229/21 que aumenta, de 10% para 12,5%, a tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga sem aplicação de penalidades.

PBT - A lei também admite tolerância superior para os veículos com peso bruto total (PBT) igual ou inferior a 50 toneladas, desde que respeitada a tolerância de 5% sobre os limites de PBT. O assunto será regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Até 50 toneladas - No caso de o veículo de até 50 toneladas ultrapassar a tolerância máxima do peso, a lei determina que ele também seja fiscalizado quanto ao excesso de peso por eixo, aplicando-se as penalidades de forma cumulativa. Todas as regras referentes ao peso já estão valendo.

Origem - Publicada na edição de sexta-feira (22/10) do Diário Oficial da União, a nova lei tem origem na Medida Provisória 1050/21, aprovada pela Câmara dos Deputados com base em parecer do deputado Vicentinho Júnior (PL-TO). As mudanças são feitas na Lei 7.408/85.

Reivindicação - O governo alega que os novos limites atendem a reivindicação de empresas do setor de transporte rodoviário e de caminhoneiros e não afetam a segurança no trânsito. Afirma ainda que 43% das multas aplicadas por problemas com peso referem-se a excesso inferior a 12,5%.

Vale-pedágio - Outro ponto da nova lei que afeta o setor de transportes é a fixação do prazo de 12 meses para que o caminhoneiro cobre do contratante a indenização a que tem direito (de duas vezes o valor do frete) se não receber adiantado o valor do pedágio.

Multa administrativa - Igual prazo valerá para a cobrança da multa administrativa pelo órgão competente por descumprimento da Lei do Vale-Pedágio. A lei obriga o embarcador – ou seja, empresa que contratou um serviço de transporte de mercadorias por meio de um autônomo ou transportadora – a pagar antecipadamente o pedágio.

Vigência - As regras do vale-pedágio terão vigência somente em seis meses.

Recall - A nova lei também traz medidas sobre recall e a remoção de veículos com irregularidades. No primeiro caso, a norma fixa uma data (1º de outubro de 2019) a partir da qual deverá ser incluída no certificado de licenciamento anual informação sobre campanhas de recall não atendidas pelo proprietário do veículo.

Código - A novidade tinha sido introduzida no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei 14.071/20, mas não impunha um limite temporal para as campanhas passadas. Caberá ao Contran regulamentar a inserção dos dados das campanhas antes dessa data. Se o consumidor não atender ao recall para a correção do problema, o veículo não poderá ser licenciado.

Remoção de veículos - Sobre a remoção de veículos com irregularidades, a lei altera o Código de Trânsito para permitir que o condutor parado pela fiscalização siga viagem se a irregularidade constatada não puder ser corrigida no local e o veículo oferecer condições de segurança para circular.

CRV - Para liberar o motorista, a autoridade de trânsito deverá reter o Certificado de Registro Veicular (CRV) mediante recibo e conceder até 15 dias para que a pessoa regularize a situação a fim de poder receber de volta o documento do veículo.

Restrição - Se o condutor não regularizar a situação no prazo, o Detran deverá registrar uma restrição no Renavam até a regularização, sujeitando o condutor à remoção do veículo ao depósito. (Agência Câmara de Notícias)

 

 

FRIMESA: Fernando e Sorocaba visitam a cooperativa central

A dupla Fernando e Sorocaba e equipe visitaram a sede da Frimesa, em Medianeira (PR), na quinta-feira (21/10). Os sertanejos conheceram a empresa, os produtos e a infraestrutura. Frimesa tem parceria com a dupla desde 2020 e, na oportunidade, firmaram a parceria de trabalho para o próximo ano.

Programação - A programação contou com almoço com diretores e gerência da divisão comercial e área de marketing. Em seguida, foi apresentado aos cantores as unidades industriais, dados de produtividade, além do andamento das obras do frigorífico em Assis Chateaubriand. Os músicos apresentaram suas atividades relacionadas à marca F&S e circularam pela empresa quando passaram na vista panorâmica da sala de cortes. “Sabemos quando um produto é Frimesa pelo sabor, os cortes são macios, a linguiça toscana é sempre destaque. Conhecer o que tem por trás de tudo isso, é gratificante”. Fernando Zor fala da experiência “a Frimesa é grande demais, tivemos uma aula sobre como funciona a produção desses produtos maravilhosos, tivemos um dia muito especial”.

União - A união das marcas Frimesa e F&S começou através das lives realizadas durante a pandemia, evoluiu para a divulgação da campanha Um Ano de Mercado Grátis e outras ações. De acordo com o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, “a dupla tem total afinidade com a marca, engajamento com o público da Frimesa, além de terem seriedade e chegarem nos lares das famílias”.

Sobre a Frimesa - A cooperativa é a 1ª colocada no Paraná em abate de suínos, a 4ª maior empresa do Brasil nesse segmento, e a 3ª maior indústria do estado em lácteos. A Frimesa é a 295ª maior empresa do Brasil, e a 65ª maior do agronegócio brasileiro, está colocada como a 10ª maior cooperativa paranaense conforme dados da Revista Exame, em estudo fundamentado em informações de 2019.Presente no mercado brasileiro de alimentos há 43 anos, a Frimesa Cooperativa Central do oeste paranaense industrializa carne suína e derivados de leite, com foco na produção de alimentos de valor agregado. São mais de 9.000 colaboradores e mais de 20.000 pessoas envolvidas na cadeia produtiva. (Imprensa Frimesa)

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COCAMAR: Palmital (SP) vai ganhar completa estrutura de atendimento

cocamar 25 10 2021A Cocamar anunciou na sexta-feira (22/10) que vai investir R$ 59 milhões na construção de uma completa estrutura de atendimento em Palmital, município da região oeste paulista.

O anúncio - Em transmissão acompanhada por um grupo de produtores convidados, o presidente executivo Divanir Higino informou que foi adquirida uma área de 80 mil metros quadrados às margens da Rodovia Raposo Tavares, em local de fácil acesso, onde “será edificada uma das mais bonitas unidades da cooperativa, com 7.550 metros quadrados de área construída”. A previsão é inaugurar as novas instalações em agosto do próximo ano.

Como vai ser - Compõem, a estrutura, uma ampla loja para a comercialização de insumos agropecuários (onde ficará também a administração e equipe técnica), armazém de insumos e área operacional com capacidade de secagem de 1.600 toneladas/dia de milho e 2.800 toneladas/dia de soja, além de um conjunto de silos para armazenagem de 36 mil toneladas de grãos.

Desenvolvimento sustentável - “A Cocamar fortalece ainda mais a sua presença numa região onde os produtores só têm a ganhar quando participam ativamente de uma cooperativa com quase seis décadas de história e muitas conquistas”, disse Higino, acrescentando: “somos uma cooperativa que mantém compromisso com o desenvolvimento sustentável da região, e que também soma seus esforços a iniciativas voltadas a apoiar a comunidade onde está inserida”.

Números - Fundada em 1963, a Cocamar conta com uma rede de 97 unidades operacionais e de atendimento a mais de 16 mil produtores cooperados nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e que desde meados da última década opera em Palmital. Seu faturamento foi de R$ 7 bilhões em 2021 e a previsão é chegar a R$ 9 bilhões neste ano.

A Melhor - Recentemente, de acordo com a Revista IstoÉ Dinheiro, a Cocamar foi eleita a melhor cooperativa agropecuária do Brasil. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa expande solução de pagamento por aproximação no celular ao aceitar bandeira Elo

sicredi 25 10 2021Após ser a primeira instituição financeira do país a implementar o Celular como POS, um aplicativo que possibilita usar o celular como máquina de cartões, o Sicredi anuncia agora que aceitará pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito da Elo, já disponível na solução.

Outras bandeiras - Além da Elo, os associados credenciados na ferramenta podem receber os pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard.

Alternativa - A solução é uma alternativa às chamadas “maquininhas de cartão” convencionais. Com isso, o Sicredi dá um passo à frente ao ampliar a aceitação de Elo para essa modalidade de pagamento, reforçando seu pilar de inovação na oferta de soluções tecnológicas que garantam mais conveniência e agilidade para os associados.

Parceria - A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Sicredi e a empresa Fiserv, líder global em soluções de pagamento e serviços financeiros. As transações são feitas por meio de cartões contactless, com as regras de limite sem senha já praticadas no mercado. Os recebimentos podem ser realizados somente em aparelhos com sistema Android na versão 9.0, conectividade 3G ou 4G e com tecnologia NFC (não disponível em dispositivos IOS).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Entregues os prêmios dos sorteios de outubro da Campanha União Solidária

sicredi uniao 25 10 2021Depois do sorteio de três iPhones XR, em outubro a campanha União Solidária sorteou três patinetes elétricos, cujos prêmios foram entregues na quinta-feira (21/10). A primeira entrega foi em Maringá (PR), na agência Kakogawa da Sicredi União PR/SP, e as outras foram em Londrina (PR) e Piracicaba (SP). Também foram premiadas as entidades responsáveis pela venda dos bilhetes premiados, que ganharam R$ 3 mil cada.

Ajuda - Em Maringá, foi premiado o Instituto Tênis Storm e a ganhadora do patinete foi Deleise Demczuk Gonçalves. “Ajudei a instituição simplesmente por ajudar e não me atentei que tinham sorteios. Quando recebi a ligação informando que fui contemplada, achei que era trote. Fiquei contente, ainda mais por saber que, além de ter ganhado, a Tênis Storm ganhou mais. Tenho um grupo de tênis com amigas, ajudamos instituições e participamos da Storm. Estou feliz por ajudar uma instituição que vai usar bem o dinheiro, para o início de um projeto voltado para crianças. E o patinete vai ser bem usado pelos meus dois filhos”, acrescenta Deleise.

Compra de materiais - Já o Instituto Tênis Storm usará o prêmio para comprar os materiais, como explica o vice-presidente, Diego de Souza Tambori. "Todo o recurso que estamos conseguindo, inclusive o prêmio que recebemos na campanha, será usado para comprar materiais, como raquetes, bolinhas, infraestrutura de rede e uniformes. Vamos deixar o material preparado para receber as crianças em janeiro. Já estamos fazendo contatos com escolas próximas à academia, onde será realizado o projeto, para fazer parcerias. Nosso objetivo é formar cidadãos por meio do tênis e dar a oportunidade para essas crianças conhecerem um esporte que ainda é de difícil acesso no país”, relata. O Instituto Tênis Storm, que terá sede na rua Rebouças, 528, vai iniciar as atividades com aproximadamente 40 crianças e o objetivo é expandir o projeto.

Entidades - Em Maringá, mais de 60 entidades participam da campanha, que é realizada pelo Instituto CoopConecta, da Sicredi União PR/SP, e a Cocamar. Para o gerente da agência Kakogawa, Johnny Soriani, o resultado do sorteio foi uma surpresa agradável. “Quando recebemos a informação de que uma entidade vinculada à agência tinha vendido um cupom premiado, ficamos felizes. Atualmente temos mais de 450 entidades cadastradas na área de abrangência da Sicredi União PR/SP, então, são milhares de cupons vendidos e termos uma ganhadora é gratificante. A campanha disponibiliza cupons para as entidades que cadastram seus projetos e o valor da venda fica integralmente com a entidade, que pode utilizá-lo para atender suas demandas financeiras”, explica.

Quarto ano - Este é o quarto ano da campanha, que continuará até fevereiro de 2022. Até agora 486 entidades, por meio de 519 projetos, participam. Depois que elas têm os projetos aprovados, recebem cupons para comercialização e ficarão integralmente com o valor da venda.

Cupom - A população pode ajudar comprando cupom por R$ 10 e assim ajudarão projetos voltados para idosos, deficientes, crianças, entre outros públicos, além de concorrem a prêmios mensais.

Eletronicamente ou de forma física - Os cupons podem ser adquiridos eletronicamente ou de forma física, mas neste caso é preciso cadastrá-lo em www.campanhauniaosolidaria.com.br. Até o final da campanha serão sorteados três notebooks, três smart TVs, três bicicletas elétricas, três carros Fiat Argo e seis motos Honda CG Start.

Cadastro - Ainda dá tempo das entidades participarem da iniciativa, cadastrando o projeto no site da campanha, que acontece em 131 cidades de atuação da Sicredi União PR/SP e/ou Instituto Cocamar. O Lions Distrito LD 6 apoia a ação.

Impacto - Desde que foi criada, a União Solidária impacta milhares de vidas. Em 2018 foram 550 mil em 31 cidades, envolvendo 150 entidades; em 2019 foram 690 mil vidas impactadas, atendidas por 437 entidades de 113 cidades; e no ano passado, 692 mil pessoas atendidas por 466 entidades também em 113 cidades. As arrecadações foram de R$ 1,3 milhão no primeiro ano; R$ 3,5 milhões em 2019; e R$ 4,1 milhões no ano passado. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO II: Segundo sorteio contempla Ilece

sicredi uniao II 25 10 2021 Festiva, como a ocasião pede. Assim foi a entrega dos prêmios do segundo sorteio mensal da campanha União Solidária. A campanha é realizada pelo Instituto Sicredi União PR/SP e Instituto Cocamar. Nas cidades da região norte, tem o apoio do Lions.

Contemplados - Os ganhadores foram a fisioterapeuta Milena Castilho de Moraes de Oliveira, e a entidade vendedora do cupom foi o Ilece (Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais). O Ilece participa da campanha por meio da agência Santos Dumont, em Londrina, onde foi feita a entrega dos prêmios. “Esse momento, para nós, é uma alegria enorme. É um incentivo para que as entidades participem e a comunidade adquira esses cupons, porque com um pouco de cada um, poderemos ajudar muita gente”, comentou a gerente Vânia Pereira.

Exemplo - Milena ganhou um patinete elétrico com a compra de um cupom vendido pelo Ilece. Ela é fisioterapeuta do instituto e diz que tinha duas intenções com a compra: ajudar a entidade, porque acompanha de perto suas necessidades, e também incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo. Ganhar o prêmio não passava por sua cabeça. “Foi um choque. Eu nunca ganho nada e ganhar esse prêmio foi uma surpresa muito agradável”, conta ela.

Objetivos - Na edição deste ano da campanha, a entidade que vende o cupom também ganha R$ 3 mil como prêmio. “Nossa intenção é que esse dinheiro entre no nosso projeto, que é concluir a cobertura da área de entrada do Instituto, onde os pais deixam seus filhos”, conta o presidente da entidade, Rogério Antonio Peruzzatto. A conclusão da cobertura, iniciada com os recursos arrecadados na campanha do ano passado, é o projeto inscrito na campanha deste ano pelo Ilece.

Quem participa - A campanha consiste em contemplar projetos inscritos por entidades que atuam nos eixos de Assistência Social, Esportes, Cultura, Educação, Meio Ambiente e Saúde. Os projetos inscritos são avaliados e, sendo aprovados, as entidades recebem cupons para serem comercializados. Quem compra, concorre a prêmios e todo o recurso arrecadado com a venda é revertido a cada entidade, de acordo com a venda efetuada, sem qualquer desconto.

Apoio - Os prêmios foram adquiridos pelos realizadores da campanha - a cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP e a cooperativa agropecuária Cocamar. A ação atende ao 7º princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade em que as cooperativas atuam, além de estar alinhada, diretamente, com quatro dos Objetivos de Desenvolvido Sustentável: Erradicação da Pobreza, Redução das Desigualdades, Cidades e Comunidades Sustentáveis, e Parcerias e Meios de Implementação. As duas cooperativas são signatárias do Pacto Global da ONU.

Prêmio final - Ao final da campanha, em fevereiro de 2022, serão sorteados três carros Fiat Argo e seis motos Honda CG Start. Mas há prêmios mensais. Já foram sorteados IPhone XR e patinetes. Os próximos sorteios serão de notebooks, smart TVs e bicicletas elétricas. Os cupons poderão ser adquiridos física e eletronicamente, por meio do portal www.campanhauniaosolidaria.com.br. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Canoas (RS) ganha segunda agência

sicoob tres fronteiras 25 10 2021A cidade de Canoas (RS) acaba de ganhar mais uma agência do Sicoob Três Fronteiras. O novo ponto de atendimento foi inaugurado no último dia 20 e reuniu diretoria, cooperados, colaboradores e autoridades.

Espaço - O espaço segue os padrões da marca Sicoob e proporciona um sentimento acolhedor fazendo com que o cooperado se sinta em casa. Conta também com uma sala de reunião para uso dos associados.

Momento importante - Segundo o diretor Superintendente, Dirceu Luiz Tessaro, é um momento importante para a cooperativa abrir mais uma agência em Canoas. Ele reforça que comprova a premissa de estar mais próximo do cooperado e ajudando as comunidades.

Atendimento humanizado - “Além das taxas e juros mais justos, também temos o diferencial do atendimento humanizado. Por isso, nossa agência traz esse aspecto para que o cooperado se sinta em casa”, afirma.

Agradecimento - A gerente da agência, Eliane Maschio, agradeceu a acolhida no bairro e disse que está muito feliz. “Convido a todos a virem conhecer e fazer parte da cooperativa, que é a primeira de livre admissão no bairro Mathias Velho”, conta.

Presenças - Estiveram presentes na inauguração os diretores da cooperativa, Conderlei Lorenzetti e Dirceu Luiz Tessaro, o presidente, Dimas César Bragagnolo, o conselheiro, Roni Carlos, e o diretor de Mercado do Sicoob Central Unicoob, Carlos Schlick.

Total - Agora, a cooperativa tem 19 agências, sendo cinco no Rio Grande do Sul e em breve, serão mais três. Já no Paraná, são 14 e no dia 27 de outubro será inaugurada mais uma em Medianeira.

Localização - A agência está instalada na Avenida Rio Grande do Sul, 554, no bairro Mathias Velho. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

NAPI AGRO: Com rede sobre inteligência artificial no agronegócio, Londrina dá salto em inovação

Pesquisadores, empresas, instituições parceiras e autoridades participaram, na sexta-feira (22/10), do lançamento do Novo Arranjo de Pesquisa e de Inovação em Inteligência Artificial voltado ao setor do Agro (Napi Agro), que será implantado no prédio do Laboratório de Medicamentos (LM) da Universidade Estadual de Londrina.

Investimentos - O arranjo nasce a partir de investimentos da ordem de R$ 1 milhão para custeio de bolsas de estudos direcionadas a pesquisadores de várias áreas. Também estão confirmados repasses de empresas parceiras – Adama, Cooperativa Integrada e Jacto –, que deverão investir outros R$ 750 mil para ajudar na implantação da estrutura, que pretende ser referência estadual em pesquisa e inovação, com foco em inteligência artificial no Agronegócio.

Debate - O projeto vem sendo debatido há cerca de dois anos a partir de esforços de pesquisadores da UEL e demais parceiros, como Embrapa/Soja, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), Prefeitura de Londrina, Sociedade Rural do Paraná, ITFPR, Instituto Senai Tecnológico de Londrina, Sebrae e UFTPR. Também estão envolvidos o Sistema Ocepar, além de diversas lideranças políticas e da sociedade civil.

Fomento à pesquisa de ponta - A proposta Napi Agro é fomentar a pesquisa de ponta e estimular parcerias entre pesquisadores, startups e empreendedores.

Reverberar na sociedade - Durante o lançamento, o superintendente de Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, Aldo Bona, explicou que o ambiente de inovação existente nas universidades necessita reverberar na sociedade. Ele defendeu que a Parceria Pública Privada (PPP) é um modelo interessante porque representa um mecanismo que envolve a iniciativa privada, que futuramente deverá ser impactada com novas tecnologias.

Polo agrícola - Londrina foi selecionada para o Napi Agro por ser um polo agrícola e, consequentemente, ter um ecossistema de inovação relacionado ao agro já organizado. "O Governo do Paraná pretende ampliar o número de Napis, considerando a expertise e a vocação econômica de cada região", disse.

Solidificado - Para o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, o investimento na pesquisa paranaense está solidificado nas sete universidades, na existência da Fundação e nos demais institutos de pesquisa custeados pelo governo estadual. Ele incluiu as universidade federais nessa estrutura, que colocam o Estado em posição estratégica para desenvolver inovação.

Aumento - “Nos últimos 20 anos o Paraná aumentou em quatro vezes o número de doutores, ou seja, neste tempo conseguimos nos qualificar”, definiu o presidente, citando que em 2002 o Paraná tinha 5 mil doutores, contra 20 mil em 2021. Para Wahrhaftig, considerando todos os ativos positivos da pesquisa, o Estado tem condições e estrutura para criar arranjos de inovação nas várias áreas do conhecimento.

Londrina - O reitor da UEL, Sérgio Carvalho, lembrou que o Napi Agro é um presente no mês em que a universidade completa 50 anos. "A UEL foi criada a partir da necessidade do Norte do Paraná, da mesma forma que a sociedade brasileira hoje carece de pesquisas para enfrentar a crise financeira e social agravada pela pandemia do novo coronavírus", disse.

Ciência - Segundo Carvalho, a crise brasileira só será superada se o País conseguir uma taxa de expansão de seus ativos acima do crescimento vegetativo. “É a partir da ciência que podemos pensar em desenvolvimento”, defendeu.

Áreas - Além de ceder parte da estrutura física, a UEL participa do Napi Agro por meio de pesquisas nas áreas Biológicas, da Engenharia Elétrica, das Ciências da Computação e da Agronomia. A proposta é que o local também acolha o futuro Laboratório de Inteligência Artificial.

Recursos - O projeto pretende angariar recursos do governo federal e da iniciativa privada para reunir e estimular parcerias entre pesquisadores, startups e empreendedores, além de sediar o futuro Hub de Inovação da UEL.

Tratativas - Segundo a professora Cristianne Cordeiro Nascimento, diretora de Planejamento e Integração Acadêmica da Pró-reitoria de Planejamento (PROPLAN) da UEL, a parceria é fruto de várias tratativas e esforços de todos os parceiros no projeto, considerando o potencial da região e das Universidades paranaenses. "Como o Paraná é polo em produção agrícola, a proposta foi desenvolver projetos com foco nessa área", disse.

Presenças - Participaram do lançamento do Napi Agro a deputada federal Luisa Canziani; os secretários municipais de Londrina, Alex Canziani (Governo) e Moacir Sgarioni (chefia de gabinete); o presidente do Hub CocriAgro, AgroValley, George Hiraiwa; além de representantes das empresas e das entidades parceiras do projeto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTOS: UEL e José Fernando Ogura / AEN

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SOJA: Resultados sobre adoção de boas práticas agrícolas na produção paranaense é tema de evento da Embrapa e IDR

pesquisa 25 10 2021Pelo oitavo ano, a Embrapa Soja, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná promovem evento, a ser realizado nesta terça-feira (26/10), em formato digital, das 8h30 às 12h, nos canais da Embrapa Soja e IDR-Paraná, no Youtube, sobre os resultados da adoção, no Paraná, de boas práticas agrícolas no manejo da soja. Serão apresentados os resultados obtidos por produtores que adotaram o Manejo Integrado de Pragas (MIP), o Manejo Integrado de Doenças (MID) e a coinoculação em soja.

Abertura - A abertura do evento contará com a participação do secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, do presidente do IDR-PR Natalino Avance de Souza e do chefe-geral da Embrapa Soja Alexandre Nepomuceno. “O evento é um momento de integração, avaliação de resultados e planejamento de atividades conjuntas para que possamos fortalecer as tomadas de decisão pautadas em critérios técnicos e ampliando a utilização de boas práticas agrícolas”, explica o coordenador do Programa Grãos, Edivan José Possamai, do IDR-Paraná.

Parceria construtiva - Para a Embrapa, o pesquisador André Prando, afirma que essa parceria tem sido bastante construtiva e de aprendizado mútuo. “A proximidade pesquisa e extensão é essencial para avançarmos na validação e transferência de tecnologia para aumentar a qualidade da assistência técnica ao produtor e na identificação de oportunidades de pesquisa”, afirma Prando. “Queremos discutir e compartilhar os resultados que obtivemos através deste evento e das publicações elaboradas anualmente e ainda orientar sobre boas práticas agrícolas”, enfatiza. (Assessoria de Comunicação da Embrapa Soja)

PROGRAMAÇÃO

8:30 - Abertura e boas-vindas

IDR-Paraná, Embrapa Soja e Seab

9:00 - Lançamento do Alerta Ferrugem safra 21/22

Edivan José Possamai - Coordenador estadual programa grãos sustentáveis · IDR-Paraná

9:10 - Resultados do MIP Soja safra 20/21

Arnold Barbosa – Analista de Transferência de Tecnologia da Embrapa

9:50 - Resultados do MID Soja safra 20/21

Claudine Seixas – Pesquisadora da Embrapa

10:30 - Resultados da Coinoculação em soja safra 20/21

André Mateus Prando – Pesquisador da Embrapa

Assista pelos canais da Embrapa Soja e IDR-Paraná no Youtube

www.youtube.com/embrapasoja

www.youtube.com/IDRParana

 

CONCURSO: Organização divulga competidores do Café Qualidade Paraná 2021

concurso 25 10-2021A comissão organizadora do concurso Café Qualidade Paraná divulgou os produtores homologados para o certame de 2021. São 31 candidatos ao melhor lote de café natural, 27 disputando na categoria cereja descascado e, ainda, outros 10 habilitados a concorrer com grãos que passaram por fermentação induzida. O concurso recebeu a inscrição inicial de 74 lotes, provenientes de 24 municípios, abrangendo quase todas as regiões produtoras do Estado.

Objetivo - Aberto a proprietários, meeiros, arrendatários e parceiros de lavouras produtoras, o objetivo do evento é promover a bebida e valorizar o cafeicultor paranaense. Os vencedores serão conhecidos na solenidade de encerramento do concurso, em evento online no dia 25 de novembro.

Realização - O concurso é realizado pela Câmara Setorial do Café, junto com o Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater (IDR-Paraná), Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina. A iniciativa conta com o apoio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), da fabricante de máquinas Probat Leogap e Sociedade Rural do Paraná.

Avaliação física - Os lotes homologados na edição deste ano do concurso são agora submetidos à avaliação física com base na Classificação Oficial Brasileira (COB). Os aprovados seguem para a prova de xícara, entre os dias 16 e 19 de novembro, quando, segundo a metodologia da Specialty Coffee Association (SCA), são julgados os quesitos aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida.

Alta qualidade - O engenheiro agrônomo Romeu Gair, do IDR-Paraná, destaca a alta qualidade das amostras. “Percebemos que os produtores estão cada vez mais qualificados, compreendem bem o processo de produção de cafés especiais”, afirma.

Competidores - Competem na categoria natural os cafeicultores Adriana Oliveira (Iracema do Oeste), Adriana Santina da Silva Terracini (Grandes Rios), Aldenice da Silva Soares (São Jerônimo da Serra), Ariele Miranda Afonso (Curiúva), Celina Aparecida Campana de Oliviera (Jesuítas), Claudeir Marcos de Souza (Tomazina), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eloir Inocência Nogueira de Souza (Tomazina), Euripes Geraldo Colombo (Jesuítas), Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro), Fátima Alves de Azevedo Canudo (Centenário do Sul), Francisco Rosa dos Santos (São Jerônimo da Serra), Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira), Janaina Assad da Rocha (Grandes Rios), Jarbas Cazaroto (Joaquim Távora), José Carlos Rosseto (Mandaguari), José Sendeski Neto (Iguaraçu), Loete do Carmo da Cruz (Joaquim Távora), Luzia Francini Luiz (Grandes Rios), Maria de Lourdes Camargo Palma (Figueira), Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina), Natan Miguel da Cruz Carvalho (Joaquim Távora), Orlando Brame (Califórnia), Pamela Ribeiro Matheus (Congonhinhas), Rosa Maria Depeatriz Marçal Rocha (Grandes Rios), Silvana Santos Marcomini Favaro (Ivaiporã), Sirlei de Fátima da Cruz Carvalho (Joaquim Távora), Solange Aparecida de Araújo (Apucarana), Valdeci Navarro (Jandaia do Sul), Vanessa Aparecida Osete (Londrina) e Welinton Domingos da Cruz (Joaquim Távora).

Cereja descascado - Na categoria cereja descascado concorrem Claudinéia Salvi da Silva Rodrigues (Salto do Itararé), Diva Aparecida Mioto de Souza (Arapongas), Donizetti Soares (São Jerônimo da Serra), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eliane Bacon Vieira (Pinhalão), Eloir Inocência Nogueira de Souza (Tomazina), Evilásio Shihugati Mori (Cambira), Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro), Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira), João Batista da Silva (Pinhalão), Jonas Aparecido da Silva (Pinhalão), José Sendeski Neto (Iguaraçu), Juarez Colatino de Barros (São Jerônimo da Serra), Julio Cesar de Barros (São Jerônimo da Serra), Leandro Cesar Soares (São Jerônimo da Serra), Loete do Carmo da Cruz (Joaquim Távora), Márcio Godoi (Tomazina), Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina), Natan Miguel da Cruz Carvalho (Siqueira Campos), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Pablo Ribeiro dos Santos (Congonhinhas), Rafaela Mazzottini Silva (Pinhalão), Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas), Samuel Bartolomeu Fiorucci (Cambira), Sebastião Vieira Sobrinho (Pinhalão), Sirlei de Fátima da Cruz Carvalho (Joaquim Távora) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Fermentação induzida - Já na categoria fermentação induzida estão na disputa Dilcivano Ribeiro Rodrigues (Salto do Itararé), Evilásio Shihugati Mori (Cambira), Gutemberg dos Santos (Pinhalão), Helio Fumiati Mori (Cambira). Joelma Aparecida Domingues (Pinhalão), Lurdes Isabel Travalini Silva (Curiuva), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Paulo José Villela (Pinhalão), Tumoru Sera (Congonhinhas) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Prêmio - Em cada categoria, os finalistas classificados até o terceiro lugar têm garantida a compra de seu lote pela cotação da Bolsa de Valores do Brasil (B3) do dia anterior à data do evento de encerramento, acrescido de um ágio mínimo de 50%.

Opção - Ao fazer a inscrição, o cafeicultor optou por uma avaliação do quesito sustentabilidade da produção de seu lote. Os profissionais do IDR-Paraná fazem uma auditoria da propriedade e as três mais bem posicionadas são premiadas com um certificado de boas práticas.

Inscritos - Estão inscritos nessa avaliação Adriana Santina da Silva Terracini (Grandes Rios), Diva Aparecida Mioto de Souza (Arapongas), Donizetti Soares(São Jerônimo da Serra), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eliane Bacon Vieira (Pinhalão), Juarez Colatino de Barros (São Jerônimo da Serra), Lurdes Isabel Travalini Silva (Curiúva), Maria de Lourdes Camargo Palma (Figueira), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas), Sebastião Vieira Sobrinho (Pinhalão) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Patrocínio - O concurso Café Qualidade Paraná é patrocinado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Bratac, Federação de Agricultura do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Grupo Dois Irmãos, Integrada Cooperativa Agroindustrial, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) e Sistema Ocepar. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

IBGE: Saldo entre empresas abertas e fechadas volta a ser positivo em 2019

ibge destaque 25 10 2021O saldo entre empresas abertas e encerradas em 2019 no Brasil voltou a ser positivo em 290,9 mil. Após o país ter registrado saldo negativo de 65,9 mil empresas em 2018, o movimento se inverteu em 2019, com a entrada no mercado de 947,3 mil empresas e o fechamento de 656,4 mil. Com isso, reverteu-se parte do encolhimento observado de 2014 a 2018 (perda de 382,5 mil empresas). A taxa de sobrevivência foi de 79,8%. As informações são do estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgado sexta-feira (22/10) pelo IBGE.

Cautela - O gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira, explica que os dados devem ser observados com certa cautela, principalmente na comparação com os anos anteriores, pois a pesquisa sofreu uma alteração na metodologia que define organizações ativas, em razão do novo sistema de registro adotado pelo governo federal.

Novo sistema de registro - “O governo instituiu um novo sistema de registros administrativos para escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, o chamado eSocial, que está substituindo a RAIS, sendo que algumas das informações que existem na RAIS deixaram de existir no eSocial e, com isso, o IBGE precisou ajustar o critério de seleção de organizações ativas”, explica o gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira.

Perguntas - Ele destaca que uma das perguntas não incluídas no sistema do eSocial é aquela onde a empresa declara ter exercido ou não suas atividades naquele ano. “É possível que algumas empresas estejam formalmente ativas, mas que, na prática, não estejam operando. Já havíamos identificado, quando da divulgação das Estatísticas do CEMPRE, por exemplo, uma alta incomum no número de organizações ativas sem pessoal ocupado, que não era observada na mesma proporção quando se olhava para as empresas com pelo menos uma pessoa ocupada”, ressalta.

Cempre - Em 2019, o Cadastro Central de Empresas (Cempre) somava um total de 4,7 milhões de empresas ativas que empregavam 39,7 milhões de pessoas, sendo 33,1 milhões (83,3%) como assalariadas e 6,6 milhões (16,7%) na condição de sócios ou proprietários. Os salários e outras remunerações pagos por essas entidades totalizaram R$ 1,1 trilhão, com um salário médio mensal de 2,5 salários mínimos, equivalente a R$ 2.530,76. A idade média das empresas era de 11,7 anos.

Entidades empresariais - O levantamento considera somente as entidades empresariais, excluindo os Microempreendedores Individuais (MEIs), órgãos da administração pública, entidades sem fins lucrativos e as organizações internacionais que atuam no país.

Empresas sobreviventes empregam 96,9% dos assalariados - Do total de empresas ativas, 3,7 milhões já estavam em atividade em 2018, o que representa uma taxa de sobrevivência de 79,8%. Entraram em atividade 947,3 mil empresas, das quais 15,5% (726,5 mil) nasceram naquele ano e 4,7% respondiam por reentradas (220,8 mil). Já as que saíram do mercado totalizaram 14,0% das empresas (656,4 mil empresas).

Porte maior - Thiego Gonçalves Ferreira ressalta que as empresas sobreviventes, no geral, possuem um porte maior, além de responderem pela maioria das ocupações e pagarem salários mais elevados, sendo que essa combinação, possivelmente, contribui para atraírem mais profissionais com ensino superior.

Assalariados - “As sobreviventes destacaram-se em pessoal ocupado assalariado (96,9%), em salários e outras remunerações pagos no ano (98,9%), em valor de salários mensais (cerca de 15% acima da média) e por terem 14,7% da sua mão de obra com nível superior. Já as entrantes de 2019 tiveram participação de 3,1% de pessoal assalariado e 8,4% de nível superior, enquanto aquelas que saíram do mercado, empregavam 1,3% dos assalariados e 7,5% com maior escolaridade”, exemplifica.

Predomínio - Observando as empresas de acordo com as faixas de pessoal ocupado assalariado, houve predomínio de empresas de menor porte em relação às entradas e às saídas. Cerca de 77,4% daquelas que entraram no mercado em 2019 não tinham pessoal ocupado assalariado, mas apenas sócios ou proprietários, e 20,5% possuíam 1 a 9 pessoas assalariadas. Da mesma forma, com relação às saídas, 78,5% não tinham pessoal ocupado assalariado, e 20,6% registravam 1 a 9 pessoas assalariadas, ou seja: 97,9% das entidades que entraram no mercado e 99,1% das que saíram, em 2019, possuíam de 0 a 9 pessoas assalariadas.

Sobreviventes - Com relação às empresas sobreviventes, 42,2% não tinham pessoal ocupado assalariado, 45,9% apresentavam 1 a 9 pessoas ocupadas assalariadas, e 12,0% tinham 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas. As de maior porte, com 10 ou mais empregados, respondiam por 72,5% do pessoal ocupado total e 82,8% do pessoal assalariado.

Saldo de assalariados foi positivo, com 595,5 mil novos postos de trabalho Com a entrada de novas empresas, houve um ganho de 3,1% em pessoal ocupado assalariado. Já com as saídas, a perda de pessoal ocupado assalariado foi na ordem de 1,3%. O resultado final foi um saldo positivo de assalariados de 595,5 mil pessoas.

Nível superior - Enquanto na dinâmica de entrada e saída dessas entidades as participações de empregados com nível superior foram 8,4% e 7,5%, respectivamente, entre as sobreviventes tal participação foi 14,7%, representando, portanto, uma diferença de até 7,2 pontos percentuais (p.p.) entre os eventos de sobrevivência e saída.

Gênero - No que diz respeito à distribuição por sexo, observa-se que os homens responderam pela maior parte dos vínculos nas empresas ativas: 60,6%, contra 39,4% de mulheres. A participação das mulheres nos eventos de sobrevivência, entrada e saída dessas entidades, foram, respectivamente, 39,3%, 41,3% e 42,7%.

Faixas de pessoal - Ao analisar a sobrevivência das empresas por faixas de pessoal ocupado assalariado, verifica-se que, quanto maior o porte da entidade, maior a taxa de sobrevivência. No primeiro ano de observação (2015), para as empresas sem pessoal assalariado e nascidas em 2014, a taxa de sobrevivência foi 70,7%; nas empresas com 1 a 9 assalariados, 91,9%; e, entre aquelas com 10 ou mais assalariados, 95,2%. Após cinco anos (2019), as taxas de sobrevivência segundo o porte foram 32,1%, 49,1% e 64,5%, respectivamente.

Amapá tem a menor taxa de sobrevivência das empresas e Santa Catarina tem a maior - Mas a Demografia das Empresas revela que chegar aos dez anos é bem mais difícil. Apenas 22,9% das unidades locais (filiais) das empresas nascidas em 2009 ainda estavam operando em 2019.

Regiões - Em termos regionais, o Sul se destaca com a maior taxa de sobrevivência em 10 anos: 26,0%. Em seguida, Sudeste (22,8%) e Centro-Oeste (22,4%) ficam perto da média nacional, embora um pouco abaixo. Já o Nordeste (20,9%) e o Norte (19,0%) têm os menores índices.

Estados - Entre os estados, o Amapá (13,2%) tem a menor taxa de sobrevivência das empresas no período de 10 anos. Por outro lado, Santa Catarina (30,6%) tem a maior.

Ambiente - “O ambiente microeconômico no qual a empresa está inserida, o capital humano, e a capacidade de acesso ao crédito são alguns fatores que podem explicar a diferença entre as taxas de sobrevivência em cada unidade da federação”, analisa Thiego Gonçalves Ferreira.

Empresas de alto crescimento avançam mais de 10,0% pelo segundo ano consecutivo - Em 2019, o número de empresas de alto crescimento avançou 10,0% em relação a 2018, sendo o segundo ano seguido de alta, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas dos cinco anos anteriores. Em 2012, ponto mais alto da série, havia 35,2 mil empresas de alto crescimento. Em 2019, essas empresas somavam 25,0 mil, as quais ocuparam 3,3 milhões de pessoas assalariadas e pagaram R$ 94,6 bilhões em salários e outras remunerações, com um salário médio mensal de 2,5 salários mínimos.

Quantidade de empregados - Empresas de alto crescimento são aquelas com pelo menos 10 empregados assalariados, que apresentaram um crescimento médio do seu pessoal de pelo menos 20% ao ano, por três anos seguidos. Considera-se que parte desse crescimento está associado ao empreendedorismo.

Percentual - Essas empresas de alto crescimento representaram 1,1%, das empresas ativas e 5,4% das empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas. Elas foram responsáveis pela absorção de 12,1% dessa mão de obra entre as empresas com 10 ou mais empregados e pelo pagamento de 9,7% dos salários e outras remunerações.

Desafio - “Apesar do crescimento verificado em 2019, o panorama econômico nacional, contudo, continua desafiador para as empresas se enquadrarem nesse critério, tendo em vista que um aumento médio de 20% ao ano do pessoal ocupado assalariado por três anos consecutivos tem se restringido a um número cada vez menor delas. Outro indicador do desafio enfrentado para enquadramento das empresas na categoria é a redução de sua participação no contingente daquelas com 10 ou mais pessoas assalariadas. Em 2008, as empresas de alto crescimento representavam 8,3% das entidades com 10 ou mais pessoas assalariadas, proporção essa que declinou continuamente até 2017, quando atingiu 4,5%. Com o aumento observado em 2019, verifica-se que essa participação subiu para 5,4%”, comenta Ferreira.

Quase 2,8 mil eram empresas “gazelas” - Do total de empresas de alto crescimento em 2019, 11,2% (2.805) eram as chamadas “gazelas”, que têm até cinco anos de idade. Essa participação representa uma queda de 0,2 pontos percentuais em relação a 2018, quando eram 11,4%. Em 2019, as “gazelas” absorveram 214,3 mil pessoas assalariadas, sendo esse o terceiro menor nível da variável desde 2008 (os piores foram em 2017 e 2018, ambos com 198,8 mil assalariados). E o salário médio mensal das empresas gazelas foi de 1,9 salários mínimos em 2019, abaixo, portanto, do valor médio de 2,5 salários mínimos mensais observado nas de alto crescimento. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

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SENADO: CAE debate projeto que altera regras do Imposto de Renda

senado 25 10 2021A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) promove, na quarta-feira (27/10), audiência pública semipresencial para debater o projeto de lei (PL) 2.337/2021, que altera as regras do Imposto de Renda. A sessão tem início às 13h30, na sala 19 da ala Alexandre Costa.

Interativo - De caráter interativo, o debate deverá contar com a participação do diretor do Centro de Cidadania Fiscal, Bernard Appy; do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel; do advogado e professor de Direito Tributário da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), Breno Vasconcelos; do economista, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e ex-secretário adjunto de Política Econômica,  Sergio Gobetti; do economista e advogado Eduardo Fleury; do ex-secretário da Fazenda de São Paulo, Clóvis Panzarini; e do advogado e pesquisador do Insper, Daniel Loria.

Participação - A participação de todos os convidados no debate, de iniciativa do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), ainda aguarda confirmação.

Isenção, lucros e dividendos - De autoria do Poder Executivo, o PL 2.337/2021 representa a segunda fase da reforma tributária e tem como relator o senador Ângelo Coronel (PSD-BA). O texto foi aprovado na Câmara no início de setembro, na forma de um substitutivo, apresentado pelo deputado federal Celso Sabino (PSL-PA) — que foi o relator da matéria. Uma das medidas da proposta prevê que a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) passe de R$ 1.903,98 para R$ 2.500 mensais.

Taxação - De acordo com o substitutivo, lucros e dividendos serão taxados em 15% a título de Imposto de Renda na fonte, mas fundos de investimento em ações ficam de fora dessa cobrança. O texto também prevê que o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) será reduzido de 15% para 8%. Essa redução teria vigência após a implantação de um adicional de 1,5% da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), que incidiria sobre a extração de ferro, cobre, bauxita, ouro, manganês, caulim, níquel, nióbio e lítio.

Adicional - De acordo com a proposta, o adicional de 10% previsto na legislação para lucros mensais acima de R$ 20 mil continua valendo. Já a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) diminuiria 1 ponto percentual, passando de 9% para 8% em geral — mas isso estaria condicionado à redução de incentivos tributários (para aumento da arrecadação). Bancos passariam de 20% para 19%; as demais instituições financeiras, de 15% para 14%.

Como participar - O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal eCidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal eCidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis. (Agência Senado)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 6,2 mil novos casos e 187 óbitos

O Brasil registrou nesse domingo (24/10) 6.204 novos casos de covid-19. No total, 21.729.763 pessoas já foram contaminadas no país, segundo revela a atualização do Ministério da Saúde publicada na tarde desse domingo.

Novos óbitos - O boletim epidemiológico mostra que 187 novos óbitos em decorrência da doença foram confirmados. Outras 3.048 mortes estão em investigação. Segundo aponta o boletim, 76 pessoas morreram em decorrência da síndrome respiratória aguda grave (Srag) nos últimos 3 dias.

Observação - Cerca de 1% dos contaminados - 216.895 casos - segue em observação médica, seja em hospitais ou em isolamento doméstico. A taxa de recuperação da covid-19 permanece no ápice desde o início da pandemia: 96,2% - 20,9 milhões de pessoas.

Estados - Segundo a Saúde, Mato Grosso não atualizou os números da pandemia desde o dia 22. Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Tocantins não atualizam os dados desde sábado (23/10).

Primeiro - São Paulo segue em primeiro, tanto em casos quanto em mortes. O estado contabiliza 4,39 milhões de casos e 151.544 óbitos. Mesmo desatualizada, a tabela do Rio de Janeiro indica que o estado permanece em segundo lugar nos óbitos, com 1,31 milhões de diagnósticos positivos e 67.997 óbitos - número que deve acumular 2 dias amanhã com a divulgação de um novo boletim. Minas Gerais segue em terceiro, com 55.401 óbitos e 2,17 milhões de casos.

Vacinação - Segundo mostra o painel nacional de vacinação, 271.727.874 doses de vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) já foram aplicadas na população. Destas, 153.198.420 são referentes à primeira dose, enquanto 118.529.454 são relativas à segunda dose ou dose única. O painel mostra que foram aplicadas 921 mil doses nas últimas 24 horas. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim confirma mais 747 casos e 53 mortes por Covid-19 no Paraná

saude II 25 10 2021O Paraná ultrapassou nesse domingo (24/10) a marca de 40 mil mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. No total, o Estado soma 40.022 mortos pela doença e 1.538.812 casos confirmados desde o início da pandemia.

Registros - No boletim divulgado no domingo pela Secretaria de Estado da Saúde foram registrados mais 747 casos confirmados e 53 mortes. As ocorrências são de meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de outubro (645), setembro (85), agosto (9), julho (2), junho (2), maio (2) e fevereiro (2) de 2021. Os óbitos divulgados nesta data são de outubro (30), setembro (13), agosto (2), junho (3), maio (2), abril (1) e março (2) de 2021.

Internados - 414 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 336 pacientes em leitos SUS (209 em UTI e 127 em leitos clínicos/enfermaria) e 78 em leitos da rede particular (43 em UTI e 33 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.039 pacientes internados, 618 em leitos UTI e 421 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 53 pacientes. São 27 mulheres e 26 homens, com idades que variam de 28 a 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 18 de março a 24 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (6), Ponta Grossa (5), Paranavaí (5), Pinhão (3), Maringá (2), Marechal Cândido Rondon (2), Londrina (2), Ibaiti (2), Foz do Iguaçu (2) e Apucarana (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Tuneiras do Oeste, Toledo, Santa Tereza do Oeste, Santa Maria do Oeste, Rolândia, Rio Bonito do Iguaçu, Presidente Castelo Branco, Porto Rico, Pitangueiras, Matelândia, Marialva, Guaíra, Fazenda Rio Grande, Cândido de Abreu, Cascavel, Campo Mourão, Bela Vista do Paraíso, Barbosa Ferraz, Araucária, Arapongas, Anahy e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.155 casos de residentes de fora do Estado, 216 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Ocupação geral de leitos para atendimento à doença segue em queda

saude III 25 10 2021Está disponível no portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a edição de outubro do Boletim Covid-19, que traz dados sobre o comportamento do setor de planos de saúde durante a pandemia de Covid-19.

Crescimento - Neste número, a publicação chama a atenção para a continuidade do crescimento de beneficiários em todas as modalidades de contratação do plano, evidenciando o interesse dos brasileiros no acesso à saúde suplementar. Os indicadores assistenciais mostram a contínua queda nos leitos alocados para atendimento à Covid-19, desde abril de 2021. Dentre as informações econômico-financeiras, são informadas a sinistralidade no período e inadimplência, cujas taxas se mantiveram estáveis. Quanto às demandas dos consumidores, destaca-se queda no registro de reclamações relacionadas à Covid-19.

Beneficiários - A edição de outubro traz ainda uma prévia do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a setembro e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento.

Monitoramento - O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde nesse período, subsidiando análise qualificada da agência reguladora e prestando mais informações à sociedade.

Clique aqui para acessar a edição de outubro do Boletim Covid-19 – Saúde Suplementar.

Evolução - O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica relativo segue a tendência de crescimento observada desde julho de 2020. Em setembro, foram registrados 48.566.216 beneficiários em planos de assistência médica, aumento de 0,39% em relação a agosto. A taxa de adesão (entradas) no total, considerando todos os tipos de contratações, é superior à taxa de cancelamento (saídas) nos planos médicos hospitalares. O tipo de contratação responsável por esta superioridade é o coletivo empresarial que se mantém, desde julho de 2020, com mais entradas do que saídas de beneficiários.

Tipo de plano - Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação foi positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação ao longo dos meses de março de 2020 até setembro deste ano.

Informações assistenciais - A proporção de leitos alocados para atendimento à Covid-19 nos hospitais da amostra de operadoras segue a tendência de queda que vem se observando desde abril de 2021, atingindo patamar inferior ao observado em outubro de 2020, quando teve início a segunda onda.

Taxa mensal - A taxa mensal geral de ocupação de leitos, que engloba tanto atendimento à Covid-19 como demais procedimentos, se manteve em 71% em setembro, abaixo do patamar observado em setembro de 2019 (pré-pandemia). A ocupação de leitos comuns e de UTI para casos de Covid-19 apresentou queda significativa em setembro, enquanto a ocupação de leitos para demais procedimentos manteve estabilidade.

Exames e terapias - A busca por exames e terapias ficou 10,6% acima do observado para o mesmo mês em 2019. A retomada da realização de exames e terapias eletivas é compreensível, diante da postergação desses atendimentos em 2020, bem como desejada, para que haja a continuidade do cuidado, detecção e tratamento precoces de doenças para o adequado acompanhamento de pacientes crônicos.

Exames - Dos dados sobre realização de exames de detecção de Covid-19, extraídos da base do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar), destaca-se que, o número de exames RT-PCR realizados em junho/2021 sofreu uma redução de 12,1 % em relação ao mês anterior, retornando ao patamar de novembro/2020. No caso dos exames de pesquisa de anticorpos, a queda foi ainda maior, com redução de 25,8% entre maio e junho de 2021.

Informações econômico-financeiras - O índice de sinistralidade trimestral apresentou leve aumento na comparação com o mesmo trimestre de ano pré-pandemia (3º trimestre de 2019) (82% x 83%). Porém, a prévia da taxa de sinistralidade de caixa anual em 2021 foi de 78,6%, ainda 2 p.p. inferior ao índice de 2019. A ANS permanecerá monitoramento a evolução desses dados no setor.

Patamar histórico - Em setembro de 2021, tanto os dados de inadimplência de planos com preço preestabelecido, como os para planos individuais/familiares e para coletivos, permanecem próximos dos seus patamares históricos.

Demandas dos consumidores - Os dados de setembro de 2021 mostram uma redução de, aproximadamente, 3,2% no total de reclamações registradas nos canais de atendimento da ANS em relação ao mês anterior. Quanto às demandas relacionadas à Covid-19, a redução foi ainda maior. Em setembro de 2021, a Agência registrou o menor número de reclamações sobre o tema desde março de 2020. Do total de reclamações relacionadas ao coronavírus, 44% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento para a doença.

Portal - No portal da reguladora, é possível acessar o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Consulte o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Sobre os dados - Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 49 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 105 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e análise de inadimplência. Juntas, as operadoras respondentes para esses grupos de informação compreendem 74% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares. Adicionalmente, na construção do boletim, foram utilizados dados do Documento de Informações Periódicas (DIOPS), do Sistema de Informações de Fiscalização (SIF) e o Sistema de Informação de Beneficiários (SIB). (ANS)

Confira as outras edições do Boletim Covid-19.

 


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