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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5184 | 26 de Outubro de 2021

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Faltam menos de duas semanas para a realização da segunda rodada de 2021; inscrições abertas

 

Daqui a 13 dias, o Sistema Ocepar promove a segunda etapa dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2021, com a participação de lideranças cooperativistas de todas as regiões do Estado, como conselheiros de administração e fi­scal, integrantes de comitês educativos e de grupos femininos, jovens, gestores, entre outros. Os eventos serão realizados de 8 a 11 de novembro, em formato on-line, das 8h30 às 12h.

 

Agenda - No dia 8, o encontro vai reunir representantes do Centro-Sul e a Agrária será a anfitriã; no dia 9, ocorre com as cooperativas do Sudoeste, tendo a Coagro e Sicredi Fronteiras PR/SC/SP como anfitriãs; no dia 10, a Coamo e a Credicoamo serão as anfitriãs do evento com cooperativistas do Noroeste e Norte; e, no dia 11, haverá a participação de lideranças do Oeste, com a Lar e Lar Credi como anfitriãs. 

 

Programação - Logo após a abertura, o professor da Universidade Mackenzie, Pedro Martins, vai ministrar palestra com o tema “Estratégia de Desenvolvimento no Cenário Global”. Na sequência, Cláudio Shimoyama, do grupo Datacenso, falará sobre a “Pesquisa de Imagem e Posicionamento das Marcas das Cooperativas do Paraná”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará uma apresentação sobre os projetos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Depois, haverá espaço para manifestação das cooperativas. 

Inscrição e informações Clique aqui para se inscrever. Os links de acesso às reuniões serão enviados por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira e Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br / 41 99278-0739 | 99151-2148).

 

encontros nucleos folder 11 10 2021

CASTROLANDA: Área de Negócios Leite retoma encontros do Clube de Bezerras

Após um ano e meio sem atividades presenciais por conta da pandemia, a Área de Negócios Leite da Castrolanda retomou, na manhã do último sábado (23/10), os encontros do Clube de Bezerras. O projeto tem como objetivo incentivar a participação de crianças e adolescentes de 8 a 15 anos na produção leiteira e envolve filhos de cooperados e demais jovens da comunidade.

Atividades - As atividades iniciaram com um café da manhã na Chácara Analândia. Na propriedade, o filho de cooperado, Ronald de Boer, que prontamente amansou uma bezerra no último mês, apresentou às crianças a trilha de criação das bezerras, desde o pré-parto, o colostro, a cura do umbigo, passando pela lactação até os cuidados para a exposição do animal na programação do Agroleite. Os 15 participantes tiveram contato com uma bezerra da propriedade, deram banho, caminharam com o animal e receberam dicas para a apresentação.

Sucessão familiar - A Analista Técnica, Cibelli Neufeldt, responsável por coordenar o Clube de Bezerras, destaca que o projeto incentiva a sucessão familiar. “É um privilégio retomarmos essas atividades com as crianças, despertar o interesse delas na produção leiteira e incentivá-las a assumirem as propriedades futuramente. Aqui, mostramos que a bezerra é o investimento na propriedade, será a futura vaca e é necessário ter todos os cuidados nos primeiros passos dela”.

Responsabilidade com os animais - O Gerente Executivo de Negócios Leite da Castrolanda, Eduardo Ribas, conta que, além de aproximar crianças e jovens do negócio, o Clube também desenvolve a responsabilidade com os animais. “Para alguns jovens, às vezes, é o primeiro contato com os animais. As crianças mais novas desenvolvem o sentido, o cuidado, a proteção. Além do incentivo à sucessão familiar, também tem a questão do cuidado de conduzir e ser responsável por aquele animal durante o período do Clube. Também fortalecemos o contato do departamento com as crianças e as propriedades”.

Assistência técnica - Na segunda parte da atividade, na Chácara Drentina, do cooperado Eduardo Groenwold, a equipe da Assistência Técnica dos Negócios Leite comandou uma atividade recreativa com perguntas e respostas e brincadeiras para relembrar o conteúdo apresentado.

Participação fundamental - O Coordenador da Assistência Técnica, Marcos Koch Ortiz, ressalta que o Clube é uma ferramenta de desenvolvimento da área e a participação da equipe técnica é fundamental. “O Clube de Bezerras, historicamente, sempre contribuiu incentivando os filhos de produtores e de funcionários a participarem da atividade leiteira, iniciando o contato com a bezerra. Para o departamento, essa vivência é extremamente importante: estar junto, incentivar e gerar suporte para que o Clube perdure por muitos anos dentro do nosso negócio”.

Depoimentos - Para os participantes, os encontros trazem sempre um novo aprendizado. “É o primeiro ano que eu participo do Clube, mas já tenho contato com o bezerreiro lá na fazenda. Aqui, estou aprendendo a como cuidar melhor da bezerra, está me incentivando mais. Gostei muito quando mostraram o bezerreiro e deixaram a gente caminhar com as bezerras, foi muito legal”, conta a filha de cooperado, Sophia Bastos, de 13 anos.

Aprendizado - “Mesmo eu, que já tive contato com as bezerras antes, aprendi coisas novas e interessantes que posso levar para a propriedade. Gostei muito das dicas para a hora da exposição para os jurados, vão ajudar bastante na hora do julgamento”, reforça a estudante do Colégio Instituto Cristão e sobrinha de cooperado, Isabelly Nusda, de 15 anos.

Programação - Além dos encontros com todas as crianças, a equipe técnica da Castrolanda também realiza visitas nas propriedades para orientação e treinamento dos participantes do Clube de Bezerras. A preparação é focada no ensinamento dos primeiros cuidados com o animal e a apresentação é realizada no Agroleite.

Novo ciclo - Em março, na ExpoCastrolanda, será iniciado um novo ciclo do Clube de Bezerras e as crianças e adolescentes de toda a comunidade poderão se inscrever.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR: Região arenosa de Paranacity abre caminho para a soja

Próxima à divisa com o oeste paulista, no noroeste do Paraná, a região de Paranacity está no caminho de quem segue para o vizinho estado pela PR-463, no trecho entre Nova Esperança e Santo Inácio. Esse foi o destino na sexta-feira (22/10) do Rally Cocamar de Produtividade.

Vitrine - Os solos arenosos apresentam baixos teores de argila e as temperaturas se mantêm elevadas durante a maior parte do ano, o que cria um ambiente hostil às culturas de grãos. Contudo, o avanço tecnológico e a presença da Cocamar vêm fazendo desse lugar uma vitrine de oportunidades para produtores interessados em crescer.

Celeiro - “A região vai se transformar em um novo celeiro de produção de grãos, é só uma questão de tempo”, comenta Lucas Facini Marchi, gerente das unidades da cooperativa em Paranacity e Paranapoema. Já são 13 mil hectares ocupados pela soja no verão e parte destinada ao milho, no inverno.

Crescendo - Segundo ele, a tendência é que os números continuem crescendo nas próximas safras, impulsionados por produtores com perfil tecnificado e capacidade operacional, que não abrem mão de seguro. A soja está entrando também em programa de reforma de solos degradados, como áreas antes ocupadas pela cultura da mandioca.

Futuro promissor - A cada ano, graças a um consistente trabalho da Cocamar, que incentiva a expansão da oleaginosa a partir do emprego de tecnologias adequadas e práticas conservacionistas, o avanço vem acontecendo e já não há dúvida quanto ao futuro promissor do lugar, onde as terras são relativamente baratas e não há, ainda, a pressão dos arrendatários como se vê em outras partes do estado, caso de Maringá, distante apenas 75 quilômetros de Paranacity.

Recordes - “A Cocamar sempre acreditou no potencial da região”, observa Lucas, explicando que de 2015 para cá a expansão das culturas de grãos tem se intensificado. Com isso, as unidades de Paranacity e Paranapoema vêm batendo sucessivos recordes de recebimento de grãos, ao mesmo tempo em que as vendas de insumos disparam.

Cobertura - Para quem se habilita a cultivar o solo arenoso, um requisito básico é a cobertura para proteção da superfície e a recomposição de matéria orgânica, feita com palhada de braquiária semeada no outono/inverno. Além de reter umidade e oferecer condições mais favoráveis para o desenvolvimento das plantas, a palha serve de anteparo, evitando que o solo fique muito aquecido. Sem falar que a braquiária possui raízes agressivas, capazes de romper a camada de compactação, o que, entre outros benefícios, facilita a infiltração de água.

Altas médias - No último ciclo de verão (2020/21) a média da produção de soja ficou em 130 sacas por alqueire (53,7/hectare), mas alguns produtores, já com tradição na cultura, têm ido muito além e até despontado entre os vencedores de concursos de produtividade, em que concorrem com colegas da terra roxa.

Performance - É o caso do cooperado César Vellini, que na última safra repetiu a boa performance que tem feito dele um campeão recorrente na categoria Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) no Prêmio de Super Produtividade de Soja promovido pela Cocamar. Vellini alcançou 180 sacas de média geral (74,3/hectare).

Destaque - Por sua vez, Danilo Trujilo, membro da família Della Torre, registrou acima de 200 sacas/alqueire (82,6/hectare) na área do concurso e 160 (66/hectare) de média geral no Prêmio Colher Mais 2021 organizado pela empresa Timac em parceria com a Cocamar.

Indiscutível - São exemplos que tornam indiscutíveis os argumentos em favor da região, onde só não há espaço para aventureiros.

Investimento - Assistido pelo engenheiro agrônomo Douglas Chagas Nascimento, da Cocamar, o produtor Danilo Trujilo – que também é agrônomo - conta que o investimento em tecnologias é constante, tanto em produtos e práticas quanto em maquinários. “A partir da experiência do meu sogro [Paulo Della Torre] e trocando informações com os técnicos da cooperativa, estamos conseguindo resultados muito bons”, afirma, valorizando o acompanhamento técnico prestado pela cooperativa.

Produz bem - “Nós sempre trabalhamos para ter boas produtividades e estamos colhendo os frutos”, diz ele, frisando que o solo arenoso, desde que bem estruturado, corrigido com calcário e gesso, e tendo uma boa cobertura, produz como qualquer outro, inclusive o milho no inverno.

Receptividade - “Os produtores, de um modo geral, são muito receptivos às nossas recomendações”, salienta Douglas, citando como exemplo a escolha de variedades mais indicadas para o solo arenoso.

Oportunidades - “O potencial da região é muito grande”, afirma Alisson Galbiate, que também é engenheiro agrônomo da unidade de Paranacity. Ele afirma: a região oferece muitas oportunidades e os produtores estão enxergando isso, inclusive gente de outras regiões que chega com o interesse de arrendar terras.

Espaço - “A capacidade operacional, com estrutura própria de maquinários, é essencial”, observa Alisson, fazendo referência também à necessidade de contar com operadores bem treinados: “tem espaço para todo mundo aqui, mas é preciso estar bem preparado”. E recomenda que os interessados procurem a unidade da cooperativa: “Ficamos à disposição para orientar no que for preciso”.

Médias altas - A respeito das altas produtividades ali obtidas, o agrônomo destaca que principalmente quem investe em ILPF e segue à risca as orientações técnicas, geralmente tem conseguido médias semelhantes ou até superiores às da terra roxa.

Crescimento - Saber aproveitar as oportunidades é com Fabrício Maestrello, um produtor de 42 anos formado em administração de empresas, da própria região, que começou a lidar com soja em 2015 numa área de 10 alqueires (24,2 hectares), utilizando um pequeno trator e uma plantadeira de nove linhas.

Maquinários - De lá para cá, “sempre trabalhando com os pés no chão” e conseguindo boas médias, ele partiu para arrendar terras pela vizinhança e estruturou um robusto parque de máquinas conectadas e dotadas de tecnologias para agricultura de precisão.

Crescer - Atualmente Maestrello está à frente de 300 alqueires (726 hectares) dos quais 10% próprios, mas não pretende parar por aí. Segundo ele, a região oferece muitas oportunidades para produtores que querem crescer e trabalham com tecnologias. “Eu gosto desses desafios e me sinto seguro tendo o apoio da Cocamar”, observa o produtor, ressaltando que o solo arenoso requer cuidados e sem o apoio técnico especializado da cooperativa seria muito arriscado produzir.

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sétima edição consecutiva, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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COOPAVEL: 35 colaboradores são integrados em curso de um ano sobre liderança

coopavel 26 10 2021Trinta e cinco líderes da equipe de colaboradores da Coopavel participaram, durante um ano, de um treinamento especial realizado pela Unicoop (Universidade Coopavel) em parceria com o Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e a FAG (Faculdade Assis Gurgacz). O curso Desenvolvimento de Líderes Coopavel contou com a participação de profissionais ligados ao frigorífico de suínos, matrizeiros, incubatórios e moinho de trigo.

Módulos - Os módulos foram apresentados por professores da FAG. O treinamento contou com quatro módulos e uma palestra, com abordagens em habilidades e competências comuns ao ato de liderar. De acordo com a coordenadora da área de Gente e Gestão, Claudia Luciana da Rocha, o envolvimento da turma contribuiu para o sucesso da capacitação, cuidadosamente pensada diante de oportunidades e desafios de um tempo de mudanças.

Reflexões - “Os temas tratados permitiram reflexões sobre competências sociais e atitudes, possibilitando visualizar aspectos de uma vida plena, cheia de experiências e de interação de forma autêntica. E tudo isso aumenta a motivação, o engajamento e a humanização na vida pessoal e profissional”, afirma Claudia. Ao mesmo tempo em que o foco foi o aperfeiçoamento da liderança, o curso trabalhou pontos associados ao bem-estar dos funcionários, à contínua melhoria do ambiente de trabalho e a potencialização do desempenho das equipes.

Encerramento - O encerramento das atividades acaba de ser realizado com encontro no auditório da FAG. O encerramento contou com as presenças, entre outras, do presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e do empresário Assis Gurgacz. “"As oportunidades nos levam a novos caminhos. A Coopavel tem paixão por vencer e isso só ocorre com lideranças fortes", afirma Dilvo Grolli. O treinamento é uma das ações do Programa de Engajamento de Pessoas da cooperativa. (Imprensa Coopavel)

 

LAR: Coordenadora de Crédito recebe o prêmio Revelação em Finanças 2021

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR), o Prêmio Equilibrista já está em sua 36ª edição e premia nomes que fazem a diferença na área financeira das empresas em que atuam.

Cerimônia - A cerimônia foi realizada na última quinta-feira (21/10), com público restrito e transmitida online, evidenciando o momento delicado que perdura na maioria dos países, inclusive, que trouxe muitos desafios econômicos para as empresas exigindo um trabalho minucioso de seus profissionais, buscando novas alternativas e estratégias para superá-los.

Premiados - O Prêmio Equilibrista 2021, neste ano é de Marco Modesti, CFO e Diretor de Relações com Investidores na BBM Logística. Valerí Sberse, Diretor Financeiro na Guararapes Painéis, e Anderson Haiducki, Diretor Financeiro no Banco Paccar, receberam o troféu Destaque em Finanças 2021. E Carla Daniela Eisele, Coordenadora de Crédito na Lar Cooperativa, é a vencedora Revelação em Finanças.

Indicação - Carla Daniela Eisele foi indicada como profissional revelação pelas estratégias implantadas no setor, com ações de capacitação, workshops, criação de comitês e reestruturação do sistema de análise de crédito, que trouxeram mais segurança e agilidade na concessão de crédito aos associados, bem como a diminuição da inadimplência e a disseminação da cultura do crédito em campo nas unidades de negócios da cooperativa com o total envolvimento da área técnica no processo. “Ser uma revelação em finanças é um reconhecimento pelo trabalho realizado ao longo dos anos e uma possibilidade de representar as mulheres do agro e o cooperativismo paranaense.” revelou Carla.

Escolha - A escolha dos cases se deu a partir da votação realizada pelos associados do IBEF-PR. A consolidação dos votos foi realizada pela PwC Brasil, trazendo transparência e imparcialidade ao processo.

Orgulho - Para a Lar, é um grande orgulho ver um de seus profissionais recebendo tamanha honraria, mérito reconhecido e aplaudido por toda cooperativa. (Imprensa Lar)

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UNIMED PG: Gerente conquista prêmio nacional de RH

unimed ponta grossa 26 10 2021A premiação da 24ª edição do Top Of Mind de RH aconteceu na última quinta-feira (21/10) e homenageou os melhores profissionais, práticas e empresas da área. O gerente de Gestão de Pessoas da Unimed Ponta Grossa, Pedro Viriato, foi o vencedor na categoria “Jovem Talento de RH”.

Público - A categoria é direcionada aos profissionais que fazem a diferença no setor de RH, essenciais para o ambiente corporativo. É a área de Gestão de Pessoas que promove o equilíbrio organizacional, assumindo o protagonismo, a transformação e ideias inovadoras.

Paixão pela profissão - Pedro atua há mais de 14 anos na área e enfatiza a paixão pela profissão. “A premiação celebra e retribui todo o trabalho desenvolvidos ao longo dos anos. É uma área cativante que promove a transformação das pessoas e a evolução das empresas”, descreve.

Principal prêmio - O Top Of Mind de RH é o principal prêmio do setor que reconhece e valoriza os profissionais, empresas e fornecedores de RH. A primeira fase da premiação aconteceu por meio de votação e bateu recorde com mais de 50 mil votos, restrito apenas para quem trabalha na área de RH. “Desde o mês de abril, quando fui reconhecido entre os cinco melhores jovens talentos do Brasil na área, já foi uma surpresa e reconhecimento muito bom. Cada vez mais, pensando na evolução das e transformação das pessoas”, reforça.

Orgulho - O diretor administrativo da Unimed Ponta Grossa, Rafael Francisco dos Santos, parabeniza pelo trabalho realizado. “Todos nós ficamos orgulhosos pelo prêmio conquistado. O reconhecimento mostra que a cooperativa está trabalhando do jeito certo, crescendo e permitindo que as pessoas exerçam sua atividade da melhor forma possível, com crescimento profissional e pessoal”, enfatiza. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

CONGRESSO INTERNACIONAL: Anunciada a programação completa do IFC 2021

congresso internacional 26 10 2021O evento de referência da aquicultura brasileira chega à terceira edição com o maior encontro do setor do pescado, um marco da nova era em que vive a produção brasileira com a abertura de novos mercados e fortes investimentos em expansão da produção.

Data - O 3º International Fish Congress & Fish Expo será realizado nos dias 24, 25 e 26 de novembro no Maestra Convention – Recanto Cataratas Thermas e Resort, em Foz do Iguaçu (PR). Reunirá feira de negócios com mais de 100 estandes de empresas nacionais e internacionais, espaço para novas tecnologias de recirculação, mostra de trabalhos científicos e palestrantes de mais de 15 países, entre os maiores especialistas do mundo. O tema geral sintetiza a orientação central do Congresso: “Das águas à mesa do consumidor: por uma cadeia competitiva, sustentável e focada no mercado global”.

Grande encontro do setor - O presidente do IFC 2021 e ex-ministro da Pesca Altemir Gregolin assinala que “a terceira edição do IFC Brasil consolida-o como o grande encontro do setor. Inovamos ao criar o evento em 2019, com o conceito de reunir em um só tempo e lugar o conjunto da cadeia produtiva do pescado, para discutir tendências, projetar o futuro e construir caminhos para o desenvolvimento com a visão de futuro, ou seja, consolidar uma cadeia competitiva e sustentável. O setor entendeu a proposta e o evento foi um sucesso, com mais de 1.200 participantes”.

Proposta - A diretora executiva Eliana Panty destaca que a proposta do International Fish Congress é unir o setor, as entidades, promover diálogos, aproximar, definir pautas e estratégias comuns. “Estamos vivendo um momento ímpar, com uma grande evolução da cadeia de pescados brasileira na última década, especialmente na aquicultura e na indústria. Além de fortalecer o mercado interno, estamos ampliando as exportações e nos inserindo no mercado externo, o que é muito relevante. Ao escoar nossa produção para o mundo, temos maiores condições de desenvolver o potencial pesqueiro e aquícola, que é o nosso grande desejo”, afirma.

Dinamismo - O IFC 2021 debaterá a sustentabilidade do setor que cresce a passos largos, na esteira das cooperativas no Sul do país que agregaram a expertise da produção avícola para a cadeia do pescado. “O Brasil tem um grande potencial, com capacidade para produzir 20 milhões de toneladas/ano. Temos as melhores condições do mundo para a produção, clima favorável, uma costa de mais de 8.500 km de extensão, 13% da água doce do mundo, espécies nobres, além de fontes de matéria-prima como soja e milho para ração de qualidade. Para isso, precisamos ter a cadeia estruturada e sermos competitivos globalmente. O evento se propõe a avançar nessas discussões”, enfatiza Gregolin.

Bússola - Diante deste latente potencial, o International Fish Congress destaca-se como uma bússola para a organização da cadeia de pescados. “Na perspectiva de desenvolvimento competitivo, sustentável e focado no mercado global. Esse é o tripé do evento”, informa Gregolin. “Desde a primeira edição, em 2019, o IFC tem esse mote”, completa.

Tendências globais - Estarão na pauta as tendências globais de consumo de pescados como praticidade e produção sustentável. “O consumidor quer saber como a proteína foi produzida, qual o impacto regional, em termos de emprego e renda, como influencia as condições de vida das pessoas, de preservação ambiental, entre outros. Tudo isso com competitividade e qualidade”, afirma.

Temas-chave - Em um momento do setor marcado por investimentos internacionais e nacionais, aquisições e abertura de novos mercados para novos produtos, o evento pontua a discussão sobre os temas-chave e estratégias de crescimento sustentável, com painéis de discussão e a presença das maiores empresas do setor.

Novidade - Além dos palestrantes internacionais, o evento oferecerá uma experiência nova com o Hands On Aqua, um espaço para interação com novas tecnologias como recirculação e produção em alta densidade, produção em grandes tanques e novas tecnologias que estão chegando ao mercado.   Serão apresentadas tecnologias inéditas e lançamentos serão feitos na Fish Expo, feira de negócios que vai reunir mais de 100 empresas de nutrição, sanidade, equipamentos e aditivos para a aquicultura.

Outros atrativos - A rodada de negócios e o Arena do Conhecimento Sebrae são outros atrativos da programação, focalizando os temas estratégicos para a organização e fortalecimento da governança e liderança local, estruturação da assistência técnica dos pequenos produtores, ampliação de mercado e canais de comercialização.

Apoio unânime - O 3º International Fish Congress tem a coorganização da Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação (Fundep) e da Unioeste com apoio do Sebrae, Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca (SAP) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Governo do Estado do Paraná; Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Associação de Produtores de Peixes do Brasil (Peixe BR), Associação das Indústrias de Pesca (Abipesca), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Agência de Fomento do Paraná, Sanepar e Copel. O IFC 2021 conta ainda com o apoio da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e Sistema Faep/Senar-PR.

Site - Saiba mais acessando: http://www.internationalfishcongress.com.br/ (MB Comunicação)

 

PLANTIO DIRETO: Sistema tem desafios e metas a serem atingidas nos próximos 10 anos

Prática que revolucionou a agricultura brasileira, o Sistema Plantio Direto (SPD) teve avanços significativos em seus quase 50 anos de existência, mas ainda enfrenta desafios e metas a serem atingidas, como saltar dos 36 milhões de hectares de Plantio Direto em 2020 no País para 48,5 milhões de hectares nos próximos 10 anos.

Lançamento - Com foco na sustentabilidade do ambiente produtivo, a conferência com o tema "Sistema Plantio Direto preservando o solo, a vida e as gerações futuras" marca, nesta quarta-feira (27/10), o lançamento oficial do 1º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto e do 18º Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha, a serem realizados em 2022. Os eventos têm promoção da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP) e da Confederação de Associações Americanas para Agricultura Sustentável (CAAPAS).

Abertura - Para ministrar a conferência de lançamento, em formato on-line, a comissão organizadora convidou uma personalidade com representatividade em sua área de atuação, o professor João Carlos de Moraes Sá (Juca Sá), também presidente da Comissão Técnico-Científica da FEBRAPDP e coordenador do Projeto Nacional "Sistema Plantio Direto: base para Agricultura Sustentável" da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto em parceria com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). A palestra é gratuita e será exibida às 15 horas, nas páginas da FEBRAPDP no Facebook (https://www.facebook.com/329665733801507/posts/3887712287996816/ [2 [2]]) ou no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=JVw7nzZ6rSM&ab_channel=Federa%C3%A7%C3%A3oPlantioDireto [3 [3]]).

Marco - "O evento mundial será um marco histórico porque vamos celebrar 50 anos do Sistema Plantio Direto na América Latina, prática que começou em 1972 com o produtor Herbert Bartz, de Rolândia-PR, e, desde então, se espalhou pelo Brasil como uma das principais estratégias para a sustentabilidade do ambiente produtivo", afirma Juca Sá.

Fases marcantes - De 1972 para cá, houve fases marcantes na evolução do Sistema Plantio Direto, desde as preocupações em conseguir controlar a erosão, desenvolver máquinas para o plantio e manejo da palhada, fazer o controle de plantas daninhas, o manejo da acidez do solo através uso da calagem, a adaptação de cultivos de cobertura e rotação de cultivos para os distintos ambientes e a postulação dos princípios fundamentais que regem o SPD.

Qualidade - A partir de 2012, a qualidade do SPD veio à tona e isso deixou muito claro que para ter sucesso com o Plantio Direto era preciso praticar os seus princípios, que são basicamente os três grandes pilares: o não revolvimento do solo (restrito à linha de semeadura ou covas para mudas), a cobertura permanente do solo com plantas vivas ou palhada e, a diversificação de plantas na rotação de cultivos.

Assistência técnica - A assistência técnica ao produtor rural teve papel fundamental neste processo, bem como a atuação de cooperativas e entidades de produtores de diversos locais, em especial da FEBRAPDP, que motivadas conseguiram articular e implementar várias ações. "Nesses 50 anos tivemos preocupações e incertezas, mas hoje passamos a entender o sistema como uma estratégia de produção de alimentos em harmonia com a natureza. Esse é o principal ganho", afirma o professor Juca Sá.

Consciência - "Estamos conscientes de que para aumentar a produção em SPD não precisamos derrubar sequer um pé de árvore. Temos informação e tecnologias para gerar um crescimento vertical e colocar o sistema nessa integração harmonizado com a natureza, ou seja, dentro desta visão mais recente de que preservar o ambiente é fundamental", explica Juca Sá.

Prática - Dos 36 milhões de hectares em Plantio Direto no País em 2020, somente entre 10% a 15% praticam o SPD fundamentado nos três pilares. Cerca de 85% a 90% da área, que hoje é contabilizada como Plantio Direto, aplica um ou dois pilares. "Isto significa que uma parcela expressiva dos produtores não está aplicando os três princípios fundamentais adequadamente", afirma, acrescentando que a consequência da ocorrência da compactação e erosão dos solos têm sido noticiados.

Aumento - Com o evento, diz o professor, a FEBRAPDP quer dar mais um pontapé para que o País chegue em 2030 com 12,54 milhões de hectares a mais em Plantio Direto. "E se chegarmos em 2030 a 48,5 milhões de hectares em Plantio Direto de grãos, sendo 35% a 50% em SPD (fundamentado nos três pilares) e não 10% a 15% como é hoje, daremos um passo gigante na agricultura brasileira", prevê.

Outros benefícios - Dentro deste contexto, o professor vislumbra outros benefícios com o aumento da área em Sistema Plantio Direto. "Ampliando a área, teremos recuperação da vida e biodiversidade do solo, maior produtividade, sequestro de carbono, mitigação dos Gases de Efeito Estufa (GEE) e redução do impacto ambiental. O SPD tem uma contribuição fabulosa nessa mitigação", acrescenta.

Números - Juca Sá destaca números relevantes sobre a Emissão de Gases de Efeito Estufa no Brasil, contabilizados no Relatório da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Mapa (2020). As emissões de 2019, contabilizadas em 2020, eram de 2,17 bilhões de toneladas de CO². Desse montante, as emissões envolvendo a mudança de uso da terra (basicamente referente ao desmatamento) responderam por 44%.

Emissão - O relatório aponta que toda cadeia do agronegócio foi responsável por 592,3 milhões de toneladas de CO² equivalente, ou seja, 28%; a energia respondeu por 19%, ou 409 milhões de toneladas; a indústria por 5%, ou 101 milhões de toneladas de CO²; resíduos 4%.

Mitigação - "A boa notícia é que em 2020 o Plantio Direto, da forma como ele está, contribuiu para mitigar 59,5 milhões de toneladas de CO², ou seja, 10,4% das emissões do agronegócio. E, se praticarmos o sistema SPD na sua plenitude, podemos chegar a 211 milhões de toneladas de CO²; o que corresponderia a 35% do que o agro está emitindo", enfatiza.

Plano - Juca Sá defende a implementação de um plano maciço de treinamento com o intuito de mostrar de uma forma consolidada, robusta e bem fundamentada para o setor do agronegócio, que é possível ganhar dinheiro preservando o meio ambiente. "Sem treinar as pessoas nós não vamos ter efetividade na implantação do SPD'', alerta.

Treinamento - Para isso, a FEBRAPDP trabalha com foco no treinamento e ao mesmo tempo no desenvolvimento de "sistemas sustentáveis de produção sem a necessidade de derrubar uma árvore e colaborar na preservação ambiental e das gerações futuras".

Sistemas sustentáveis - Os sistemas sustentáveis, destaca Juca Sá, são aqueles que tecnicamente produzem muito, economicamente têm uma elevada lucratividade, ambientalmente preservam os recursos naturais e socialmente são justos e beneficiando a sociedade local, estadual e nacional.

Legado - "Não tem como falar em sustentabilidade se você abdicar de um desses pontos. É isso que temos que trabalhar, um sistema com essa visão, porque se aliarmos alta produtividade com preservação ambiental, às gerações futuras terão o legado do solo para se desenvolver", complementa Juca Sá. (Assessoria de Imprensa do evento)

SERVIÇO

Lançamento oficial do 18°Encontro Nacional do Plantio Direto na Palha e 1° Encontro Mundial

do Sistema Plantio Direto

Data: 27 de outubro de 2021

Horário: 15 horas (horário de Brasília)

Onde: Facebook: https://www.facebook.com/329665733801507/posts/3887712287996816/

ou YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=JVw7nzZ6rSM&ab_channel=Federa%C3%A7%C3%A3oPlantioDireto

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SUSTENTABILIDADE: Agropecuária pode contribuir para economia verde no Brasil, diz ministra

sustentabilidade 26 10 2021A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nessa segunda-feira (25/10) do lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde, coordenado pelos ministérios do Meio Ambiente e da Economia. No evento, a ministra destacou as ações realizadas pelo Mapa para que o agronegócio seja protagonista do desenvolvimento de uma economia verde no Brasil.

ABC+ - O Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, foi apresentado pela ministra como uma das mais ambiciosas políticas públicas agropecuárias no mundo. Até 2030, a meta do Plano é reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário com a adoção de tecnologias de produção sustentável.

CPR Verde - Ela também destacou a criação da Cédula de Produtor Rural Verde, a CPR Verde, que irá incentivar o produtor rural a produzir preservando e recebendo pagamento por serviços ambientais. “Por meio de iniciativas sustentáveis, o Brasil continuará a fortalecer a agropecuária, um dos setores mais vulneráveis à mudança do clima”, destacou Tereza Cristina.

Outras diretrizes - Outras diretrizes nas quais o Mapa atua também foram lembradas pela ministra, como a integração entre a conservação do meio ambiente com a produção agropecuária, a regularização fundiária, a promoção da regularização ambiental das propriedades rurais, com a implementação do Código Florestal Brasileiro. “A agricultura brasileira é descarbonizante, e a neutralidade de carbono caminhará a passos largos”.

Objetivos - O Programa Nacional de Crescimento Verde tem como principais objetivos aliar redução das emissões de carbono, conservação de florestas e uso racional de recursos naturais com geração de emprego verde e crescimento econômico, melhorando assim a condição de vida da população brasileira. O Programa será guiado por incentivos econômicos, transformação institucional e critérios de priorização de políticas públicas e projetos e ações do setor privado.

Incentivos - Os incentivos econômicos terão como foco a promoção do desenvolvimento de instrumentos de mercado. No âmbito da transformação institucional, o propósito é fazer com que ações do governo federal potencializem projetos verdes. Já os critérios de priorização visam dar destaque às iniciativas verdes.

Linhas de crédito - Atualmente, o governo federal conta com linhas de crédito que, somadas, chegam a R$ 400 bilhões e contemplam projetos verdes em áreas como: conservação e restauração florestal, saneamento, gestão de resíduos, ecoturismo, agricultura de baixa emissão, energia renovável, mobilidade urbana, transporte e logística, tecnologia da informação e comunicação e infraestrutura verde. Esses recursos impulsionarão a economia, gerando empregos e contribuindo para a consolidação do Brasil como a maior economia verde do mundo. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Superávit da balança comercial chega a US$ 58,37 bilhões no ano, com alta de 32,3%

comercio exterior 26 10 2021O superávit da balança comercial brasileira chegou a US$ 58,37 bilhões no acumulado do ano, até a quarta semana de outubro, com aumento de 32,3%, pela média diária, sobre o período de janeiro a outubro de 2020. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 402,88 bilhões, subindo 36,9%. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (25/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações em 2021 chegaram a US$ 230,62 bilhões, com aumento de 36,3%, e as importações subiram 37,7%, atingindo US$ 172,26 bilhões.

Acumulado do mês - Já no acumulado do mês, as exportações subiram 30,5% e chegaram a US$ 17,27 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 15,48 bilhões, com crescimento de 55,8%. O superávit no mês recuou 45,7%, para US$ 1,79 bilhão, mas a corrente de comércio subiu 41,4% e alcançou US$ 32,75 bilhões.

Quarta semana de outubro - Considerando apenas a quarta semana de outubro, as exportações chegaram a US$ 4,815 bilhões. As importações alcançaram US$ 5,186 bilhões, o que resultou em uma corrente de comércio de US$ 10,001 bilhões, com um déficit de US$ 371 milhões no período.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a quarta semana deste mês (US$ 1,151 bilhão) com a de outubro de 2020 (US$ 882,47 milhões), houve crescimento de 30,5%, impulsionado pela alta das vendas nos três setores – Indústria Extrativista (+36,6%), Indústria de Transformação (+29,4%) e Agropecuária (+25,9%).

Indústria Extrativista - Na Indústria Extrativista, destacaram-se as altas nas exportações de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+126,1%); minério de ferro e seus concentrados (+7,7%); outros minerais em bruto (+54,8%) e pedra, areia e cascalho (+77,8%).

Indústria de Transformação - A alta das exportações na Indústria de Transformação refletiu, principalmente, o desempenho das vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+352,9%); produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, não folheados ou chapeados, ou revestidos (+1.038%); carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+62,8%); produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, folheados ou chapeados, ou revestidos (+1.680,3%) e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+89,7%).

Produtos agropecuários - Já as vendas de produtos agropecuários subiram com a contribuição das exportações de soja (+115,9%); café não torrado (+23,1%); frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+20,2%); especiarias (+86,1%) e madeira em bruto (+54,5%).

Importações no mês Do lado das importações, a média diária até a quarta semana de outubro de 2021 (US$ 1,03 bilhão) representou um aumento de 55,8% sobre a média de outubro do ano passado (US$ 662,27 milhões). Os aumentos foram registrados nas compras da Indústria de Transformação (+51%), da Agropecuária (+46%) e, também, de produtos da Indústria Extrativista (+163,7%).

Destaques - Na Indústria de Transformação, o aumento das importações teve como destaque as compras de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+199,8%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+157,9%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+103,4%); geradores elétricos giratórios e suas partes (+349,7%) e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transístores (+44,2%).

Compras - A alta das importações na Agropecuária foi puxada pelas compras de milho não moído, exceto milho doce (+455,7%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+71,3%); cevada, não moída (+175,1%); látex, borracha natural, balata, gutapercha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+91,2%) e trigo e centeio, não moídos (+11,3%).

Alta - Já a Indústria Extrativista registrou alta, principalmente, nas importações de gás natural, liquefeito ou não (+544%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+184,7%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+64,9%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+385,4%) e outros metais em bruto (+19,5%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança

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IPCA-15: Prévia da inflação foi de 1,20% em outubro, maior para o mês desde 1995

ipca destaque 26 10 2021O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, ficou em 1,20% em outubro, 0,06 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de setembro (1,14%). Trata-se da maior variação para um mês de outubro desde 1995 (1,34%), e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016 (1,42%).

Alta acumulada - No ano, o IPCA-15 acumula alta de 8,30% e, em 12 meses, de 10,34%, acima dos 10,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a taxa foi de 0,94%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (26/10) pelo IBGE.

Impacto - Com o maior impacto individual (0,19 p.p.) no mês de outubro, a energia elétrica (3,91%), foi destaque no grupo Habitação (1,87%). A alta decorre, em grande medida, da vigência da bandeira tarifária Escassez Hídrica, em todo o período de referência do índice, com acréscimo de R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, o mais alto entre todas as bandeiras. Durante o período base do IPCA-15, vigorou tanto a bandeira Escassez Hídrica, na primeira quinzena de setembro, quanto a bandeira vermelha patamar 2, na segunda quinzena de agosto. Outra contribuição importante dentro do grupo veio do gás de botijão (3,80%), cujos preços subiram pelo 17º mês consecutivo e acumulam, em 2021, alta de 31,65%.

Transportes - No grupo dos transportes, o destaque foram as passagens aéreas, que tiveram alta de 34,35%, registrando impacto de 0,16 p.p. Houve aumento no preço das passagens em todas as regiões, sendo a menor delas em Goiânia (11,56%) e a maior em Recife (47,52%). Os combustíveis seguem em alta (2,03%) e continuam pressionando os preços. A gasolina, componente com o maior peso do IPCA-15, subiu 1,85% e acumula 40,44% nos últimos 12 meses. Os demais combustíveis também apresentaram altas: etanol (3,20%), óleo diesel (2,89%) e gás veicular (0,36%).

Maior variação - Em termos de grupos analisados, a maior variação foi no grupo de transportes (2,06%), que, além das altas nas passagens aéreas e nos combustíveis, registrou variação positiva em automóveis novos (1,64%), usados (1,56%) e nas motocicletas (1,27%). No caso dos automóveis usados, trata-se da 13ª alta consecutiva, acumulando 13,21% de variação nos últimos 12 meses.

Subitens - Outros subitens, como pneu (1,71%) e óleo lubrificante (1,36%), apresentam altas de 31,03% e 19,19%, respectivamente, no acumulado em 12 meses. Já ônibus intermunicipal variou 0,16%, devido aos reajustes entre 11% e 13% no preço das passagens em Fortaleza (8,25%), aplicados desde 3 de setembro.

Alimentação e bebidas - O grupo de alimentação e bebidas (1,38%) foi influenciado principalmente pela alimentação no domicílio, que passou de 1,51% em setembro para 1,54% em outubro. Os preços das frutas subiram 6,41% e contribuíram com 0,06 p.p. de impacto. Houve altas também nos preços do tomate (23,15%), da batata-inglesa (8,57%), do frango em pedaços (5,11%), do café moído (4,34%) do frango inteiro (4,20%) e do queijo (3,94%).

Queda - Houve queda nos preços da cebola (-2,72%) e, pelo nono mês consecutivo, do arroz (-1,06%). As carnes (-0,31%), após 16 meses seguidos de alta, tiveram queda.

Fora do domicílio - A alimentação fora do domicílio acelerou na passagem de setembro (0,69%) para outubro (0,97%), principalmente por conta do lanche (1,71%), cujos preços haviam recuado no mês anterior (-0,46%). A alta da refeição (0,52%), por sua vez, foi menor que a observada em setembro (1,31%).

Alta - Todas as áreas pesquisadas apresentaram alta em outubro. O menor resultado ocorreu em Belém (0,51%), devido à queda nos preços do açaí (-4,74%), das carnes (-0,98%) e dos itens de higiene pessoal (-0,64%). A maior variação foi registrada em Curitiba (1,58%), com altas da energia elétrica (4,15%) e da gasolina (3,47%).

Mais sobre o IPCA-15 - O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC) produz contínua e sistematicamente índices de preços ao consumidor. Com divulgação na Internet iniciada em maio de 2000, o IPCA-15 difere do IPCA apenas no período de coleta, que abrange, em geral, do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e na abrangência geográfica.

População-objetivo - Atualmente a população-objetivo do IPCA-15 abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes em 11 áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

ipca tabela 26 10 2021

 

ECONOMIA I: Copom inicia sétima reunião do ano para definir juros básicos

economia I 26 10 2021O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (26/10), em Brasília, a sétima reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, e deve repetir os aumentos promovidos nos últimos cinco encontros. Nesta quarta-feira (27/10), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Previsão - Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 6,25% para 7,5% ao ano nesta reunião. A expectativa de alta está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa fique em 8,75% ao ano.

Sinalização - Os membros do Copom sinalizaram, na ata da última reunião, que devem manter a elevação da Selic no mesmo patamar de 1 ponto percentual, com uma política monetária contracionista diante da piora dos índices de preços. Já o mercado agora espera por um aumento maior, de 1,25 ponto percentual, tanto no encontro desta terça e quarta-feira quanto na última reunião do ano, dias 7 e 8 de dezembro.

Ciclo de alta - Dessa forma, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Variação - Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março deste ano, quando avançou para 2,75% ao ano e, no início de maio, foi elevada para 3,5% ao ano. Em junho, agosto e setembro, subiu para 4,25% ao ano, 5,25% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente.

Taxa Selic - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Variação - Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Reunião - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Inflação em alta -Para 2021, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Último Relatório de Inflação - No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país, fecharia o ano em 8,5% no cenário base, com Selic em 8,25% ao ano e câmbio em R$ 5,25. O próximo relatório será divulgado em dezembro.

Percentual - Puxada pelo aumento dos preços de energia elétrica e combustíveis, em setembro, a inflação chegou a 1,16%, a maior para o mês de setembro desde 1994, quando foi de 1,53%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o índice está em 10,25%, acima dos 9,68% registrados nos 12 meses anteriores. Este ano, a inflação já acumula alta de 6,9%.

Mercado - A projeção do mercado é de uma inflação fechando o ano em 8,96%, de acordo com o boletim Focus. É a 29ª alta consecutiva da previsão das instituições financeiras. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA II: Juros para famílias e empresas sobem em setembro, diz BC

economia 26 10 2021As taxas de juros estão em trajetória de elevação e famílias e empresas pagaram valores mais altos em setembro, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nessa segunda-feira (25/10) pelo Banco Central (BC). A taxa média de juros para pessoas físicas no crédito livre chegou a 41,3% ao ano, aumento de 0,5 ponto percentual em relação a agosto e de 3,2 pontos percentuais em 12 meses. Nas contratações com empresas, a taxa livre cresceu 0,9 ponto percentual no mês e 5,6 ponto percentual em 12 meses, alcançando 17,1% ao ano.

Selic - A alta dos juros bancários médios ocorre em um momento de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic. Depois de chegar ao menor nível da história no mês de agosto do ano passado, em 2% ao ano, a taxa Selic começou a subir em março deste ano diante do aumento da inflação e está em 6,25% ao ano, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O colegiado se reúne novamente nesta semana e deve repetir os aumentos promovidos nos últimos encontros.

Inflação - A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para regular a inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Movimento - O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que o movimento da política monetária acontece tanto para o aumento como para a redução. “Ano passado, quando se atingiu o pico de redução [na Selic] também se viu uma redução na maior parte das modalidades de juros bancários, chegando em patamares mínimos em diversas delas”, disse.

Outros fatores - Além desse ambiente macroeconômico, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como inadimplência, perspectivas de operações, lucro e despesas administrativas. Rocha explicou, por exemplo, que as taxas de inadimplência estão estáveis e em níveis baixos e não devem estar influenciando as mudanças nos juros.

Mudança de perfil - Por outro lado, como as empresas maiores, que têm risco menor, estão crescendo no mercado de capital e reduzindo as contratações de crédito no sistema financeiro, outras empresas de maior risco se tornam mais preponderantes na carteira de clientes dos bancos. Ele explicou que não é possível quantificar esses itens agregados, mas que esse fator de mudança de perfil pode ter influência no aumento atual das taxas.

Crédito livre - No crédito livre para as pessoas físicas, o destaque foi para o cartão de crédito rotativo, que teve alta de 3,7 pontos percentuais no mês, alcançando 339,5% ao ano. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão e dura 30 dias. Após o prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida. Nesse caso, no cartão parcelado, os juros também subiram no mês: 5,1 pontos percentuais para 168,7% ao ano.

Taxas - Também influenciaram o crescimento de juros, para famílias, as taxas do cheque especial, que tiveram alta de 3,5 pontos percentuais (128,6% ao ano), e o financiamento para aquisição de veículos, com alta de 1,2 ponto percentual (23,9% ao ano). O crédito pessoal não consignado registrou queda de 2,7 pontos percentuais, para 77,4% ao ano. Os juros do crédito pessoal consignado variaram positivamente 0,2 ponto percentual no mês de 18,8% para 19% ao ano.

Maioria das modalidades - No crédito livre às empresas, o aumento dos juros ocorreu na maioria das modalidades, com destaque para as elevações em cheque especial, 7,1 pontos percentuais (333,7 % ao ano); capital de giro superior a 365 dias, 1,6 ponto percentual (17% ao ano); e financiamento para aquisição de veículos, 1,1 ponto percentual (15% ao ano). O financiamento a importações também teve aumento de 2,5 pontos percentuais, para 12,5% ao ano.

Crédito direcionado - Essas taxas são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

Média - No caso do crédito direcionado, a taxa média para pessoas físicas ficou em 7,3% ao ano em setembro, alta de 0,2 ponto percentual no mês. Para as empresas, a taxa caiu 0,5 ponto percentual para 9,5% ao ano no mês passado.

Total - No total, nas contratações de crédito livre e direcionado, a taxa média de juros do Sistema Financeiro Nacional (SFN) registrou aumento de 0,5 ponto percentual no mês e de 3,5 pontos percentuais em 12 meses, alcançando 21,6% ao ano.

Endividamento - A inadimplência (considerados atrasos acima de 90 dias) manteve-se estável pelo quinto mês consecutivo, em 2,3%, nos menores níveis da história. No crédito livre houve estabilidade da inadimplência nos dois segmentos, enquanto no direcionado o segmento de empresas apresentou redução de 0,3 ponto percentual.

Famílias - O endividamento das famílias - relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada - em 12 meses, ficou em 59,2% em julho, entre os patamares mais altos da série histórica iniciada em janeiro de 2005, refletindo o aumento das concessões de empréstimos. Com a exclusão do financiamento imobiliário, que pega um montante considerável da renda, ficou em 36,5% no mês.

Renda - Já o comprometimento da renda - relação entre o valor médio para pagamento das dívidas e a renda média apurada no período - ficou em 30,1% naquele mês. Para esses últimos dados, há uma defasagem maior do mês de divulgação, pois o Banco Central depende de dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a renda das famílias.

Saldo das contratações- No mês passado, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 4,428 trilhões, um aumento de 2% em relação a agosto. O crescimento em 12 meses da carteira chegou a 16% em setembro. O saldo do crédito correspondeu a 52,9% de todos os bens e serviços que o país produz - o Produto Interno Bruto (PIB).

Setor não-financeiro - O crédito ampliado ao setor não-financeiro, que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos independente da fonte (bancário, mercado de título ou dívida externa), alcançou R$ 13,076 trilhões, crescendo 1,2% no mês e 14,7% em 12 meses.

Mercado doméstico - A variação mensal refletiu, no mercado doméstico, o crescimento de 2,1% nos empréstimos e financiamentos e a queda de 0,8% nos títulos de dívida. Já a dívida externa subiu 4% refletindo a alta cambial de 5,76% no mês. Na comparação interanual, o resultado se deve principalmente à elevação da carteira de empréstimos do Sistema Financeiro Nacional em 15,8% e de títulos públicos, em 20,3%. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

COMBUSTÍVEL: Petrobras anuncia novo aumento da gasolina e do diesel nas refinarias

A Petrobras anunciou nessa segunda-feira (25/10) que vai reajustar os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias a partir desta terça-feira (26/10).

Valor - O litro da gasolina vendido pela empresa às distribuidoras passará de R$ 2,98 para R$ 3,19, o que representa um aumento de R$ 0,21 ou de cerca de 7%.

Preço final - A Petrobras afirma que a parcela da gasolina vendida nas refinarias no preço final do produto encontrado nos postos chegará a R$ 2,33, com um aumento de R$ 0,15. A variação é menor que os R$ 0,21 de reajuste nas refinarias porque a gasolina tem uma mistura obrigatória de 27% de etanol anidro.

Diesel - Já o litro do diesel passará a ser vendido por R$ 3,34 nas refinarias da Petrobras, o que representa um aumento de cerca de 9% sobre o preço médio atual, de R$ 3,06.

Impacto - No caso do diesel, a Petrobras calcula que o impacto para o consumidor final seja um aumento de R$ 0,24, porque o diesel vendido nos postos tem uma mistura obrigatória de 12% de biodiesel.

Justificativa - A Petrobras justifica que os reajustes no preço garantem que o mercado "siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento".

Relevante - "O alinhamento de preços ao mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021. Os ajustes refletem também parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio", afirma a empresa. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,55 em dia de ajustes no mercado

cambio 26 10 2021Num dia de ajustes no mercado após as turbulências da última semana, o dólar caiu e a bolsa recuperou-se. Além do movimento de alívio temporário no cenário nacional, o mercado internacional contribuiu, com as moedas dos principais países emergentes recuperando-se.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa segunda-feira (25/10) vendido a R$ 5,556, com recuo de R$ 0,072 (-1,27%). A cotação chegou a operar em alta nos primeiros minutos de negociação, mas reverteu a tendência e passou a cair antes das 10h. Na mínima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,54.

Segunda queda - Essa foi a segunda queda consecutiva da moeda norte-americana, que chegou a R$ 5,66 na quinta-feira (21/10), após o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmar que o governo pretende financiar parte do Auxílio Brasil com recursos que extrapolam o teto federal de gastos. A divisa caiu na sexta-feira (22/10), após pronunciamento conjunto de Guedes e do presidente Jair Bolsonaro.

Ações - No mercado de ações, a bolsa de valores recuperou-se. Após ter atingido, na sexta-feira, o menor nível desde novembro do ano passado, o índice Ibovespa fechou esta segunda aos 108.715 pontos, com alta de 2,28%. Os destaques foram as ações da Petrobras. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 6,13%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 6,84%.

Movimentos - No mercado de câmbio, prevaleceu um movimento de realização de lucros, com investidores vendendo dólares para embolsarem ganhos recentes. No mercado de ações, os papéis que ficaram baratos nos últimos dias tornaram-se atrativos, num movimento de ajuste. O ambiente externo também ajudou o mercado brasileiro nesta segunda, com o dólar caindo perante moedas como o peso colombiano e o peso chileno. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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INFRAESTRUTURA I: Nova etapa da licitação da conservação do Anel de Integração já tem data marcada

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) publicou, nessa segunda-feira (25/10), o resultado da análise das propostas de preços da licitação para conservar as rodovias estaduais do Anel de Integração após o término das concessões vigentes.

Classificação - O documento, disponível em Diário Oficial e no portal Compras Paraná, classifica as três empresas e consórcios que apresentaram as propostas mais vantajosas em cada lote, e já as convoca para a abertura dos envelopes com seus documentos de habilitação, no dia 12 de novembro, às 16h, no auditório do DER/PR em Curitiba. A sessão é transmitida ao vivo pela internet, pela plataforma de vídeos Youtube.

Interposição de recursos - A publicação do aviso abre período de cinco dias úteis para interposição de recursos, conforme estabelecido no edital de licitação, e igual período para contrarrazões das participantes quanto a qualquer recurso.

Desclassificada - Somente uma empresa foi desclassificada nesta etapa, em dois lotes, por ter apresentado propostas de preços que foram consideradas impossíveis de serem executadas, levando em conta o custo dos serviços e materiais.

Lote 1 - No lote 1, que vai atender a Região Metropolitana de Curitiba e Litoral, as propostas classificadas nesta etapa são de R$ 15.797.093,74 e R$ 16.259.632,07.

Lote 2 - No lote 2, que contempla os Campos Gerais, as propostas variam de R$ 29.968.363,94 a R$ 33.208.239,39.

Lote 3 - No lote 3, que atenderá a região Norte, as propostas variam de R$ 21.200.000,00 a R$ 21.791.080,91.

Lote 4 - No lote 4, região Noroeste, as propostas variam de R$ 19.537.048,20 a R$ 21.121.576,58.

Lote 5 - E por último, no lote 5, na região Oeste, com a menor extensão de todos, as propostas são de R$ 5.249.508,80 e R$ 5.413.451,35.

Encerramento - Os contratos da Econorte, Viapar e Ecocataratas encerram à meia noite do dia 26 de novembro, enquanto os contratos da Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia terminam no dia seguinte, à meia noite do dia 27 de novembro. Com isto, as rodovias federais que estavam delegadas ao Paraná voltam a ser administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e as estaduais permanecem sob responsabilidade do DER/PR.

Continuidade - Para garantir a continuidade da conservação do pavimento das rodovias estaduais do Anel de Integração, que antes eram atendidas pelas concessionárias, o DER/PR iniciou em setembro o processo licitatório destes serviços, divididos em cinco lotes, de acordo com as suas regionais.

Serviços - A licitação prevê serviços rotineiros de conservação do pavimento, incluindo remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento, e serviços de conservação da faixa de domínio, como controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e dispositivos de segurança viária. Serão atendidas as rodovias principais e de acesso que competem à administração pública estadual.

Prazo - O prazo de duração de cada contrato é de 730 dias (dois anos), com a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidade para as partes envolvidas, para os casos em que a conservação não será mais necessária com o início das novas concessões, devido à supressão dos serviços.

Condições - De acordo com levantamento da condição do pavimento das rodovias estaduais concedidas, cerca de 87% apresentam condições boas, e o restante condições regulares. Isso garante que a realização rotineira de serviços descontínuos localizados preserve as pistas, trazendo aos usuários segurança e conforto.

Contemplados - Estão contemplados no edital 964,52 quilômetros de rodovias:

Lote 1 – Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: 153,75 quilômetros

Lote 2 – Campos Gerais: 306,48 quilômetros

Lote 3 – Norte: 230,29 quilômetros

Lote 4 – Noroeste: 200,99 quilômetros

Lote 5 – Oeste: 73,01 quilômetros

Confira a tabela com todos os trechos AQUI.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

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INFRAESTRUTURA II: Portos do Paraná fará segunda sessão da audiência pública do Projeto Cais Leste

infraestrutura II 26 10 2021A Portos do Paraná dará continuidade à audiência pública do Projeto Cais Leste (do “Moegão”) em uma nova sessão marcada para o dia 5 de novembro, às 14 horas. O objetivo é possibilitar mais debate com a sociedade e maior participação da comunidade portuária e demais interessados.

Publicação - A data da nova sessão já foi publicada em Diário Oficial (página 27, da edição nº 11042) dessa segunda-feira, (25/10) e em jornal local. Além disso, no site oficial a empresa pública também já atualizou as informações na página veiculada em banner específico sobre o projeto.

Instrumento democrático - “A audiência pública é um instrumento democrático, de participação, que possibilita à população atuar diretamente nos nossos processos de tomada de decisões”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Participação - Como foi na primeira sessão, do dia 20 de outubro, a continuidade também será no modelo virtual – pela plataforma do Zoom no dia da sessão.

Transmissão - Toda a sessão virtual será transmitida via streaming a toda internet, gravada e disponibilizada no canal de licitações da APPA no “Youtube”: Não é necessária inscrição para assistir à Audiência Pública.

ManifestaçãoNão é necessária inscrição para assistir à sessão. Os interessados em se manifestar na continuidade da audiência pública devem se inscrever pelo aplicativo de mensagens “Whatsapp”, no número (41) 99124-0258, até as 10h do dia 05 de novembro. Apenas os inscritos poderão se manifestar. Outras informações e demais conteúdos para a audiência estão disponíveis neste LINK.

Projeto - Na página, além das plantas, foram disponibilizados o vídeo e o memorial descritivo do projeto Cais Leste, que centraliza a descarga ferroviária em uma moega exclusiva, conhecida como “Moegão”.

Objetivo - Com a construção da moega exclusiva para o modal ferroviário, a ideia é atender, em um único ponto, por correias transportadoras, os terminais que operam à Leste no Corredor de Exportação.

Aumento - O projeto prevê aumentar dos quase 550 vagões – que atualmente são descarregados, por dia, no Corredor Leste – para quase 900. Serão quase 300 em cada uma das três linhas por dia. A expectativa do projeto é descarregar no complexo, pelo modal ferroviário, cerca de 24 milhões de toneladas de granéis por ano. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

SAÚDE I: Brasil tem 21,73 milhões de casos e 605,8 mil mortes

Os casos de covid-19 desde o princípio da pandemia, no ano passado, somaram 21.735.560. Em 24 horas, secretarias de Saúde de estados e municípios registraram 5.797 pessoas com covid-19. No domingo (24/10), a soma de casos acumulados estava em 21.729.763.

Acompanhamento - Há 207.213 casos de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado e permanecem em acompanhamento.

Mortes - As mortes em decorrência da covid-19 foram para 605.804. Entre domingo e segunda-feira (25/10), órgãos de saúde confirmaram 160 mortes. No domingo, o painel de informações da pandemia marcava 605.644 óbitos.

Investigação - Há 3.041 óbitos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 vai demandar exames e procedimentos posteriores.

Divulgação - As estatísticas foram divulgadas na noite desta segunda-feira (25/10) no balanço diário do Ministério da Saúde. O documento consolida informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde.

Recuperadas - Até esta segunda-feira, 20.922.633 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96,3% das pessoas que contraíram a doença desde o início da pandemia.

Números - Os números em geral são menores aos sábados, domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana ou feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (151.545), Rio de Janeiro (68.004), Minas Gerais (55.401), Paraná (40.291) e Rio Grande do Sul (35.334). Os estados com menos óbitos são Acre (1.844), Amapá (1.991), Roraima (2.029), Tocantins (3.864) e Sergipe (6.027).

Vacinação - No total, até o início da noite desta segunda-feira, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 269,1 milhões de doses no Brasil, sendo 153,6 milhões da primeira dose e 115,4 milhões da segunda dose e dose única.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, foram aplicadas 265,5 milhões, sendo 150,3 milhões da primeira dose e 109,1 milhões da segunda dose.

Aplicação - Foram aplicadas de 5,8 milhões doses de reforço e 286 mil doses adicionais de imunossuprimidos. No total, foram distribuídas 320 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 313,8 milhões e 6,1 milhões estão em processo de distribuição. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa divulga mais 1.670 casos e 53 óbitos por Covid-19

saude II 26 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa segunda-feira (25/10) mais 1.670 casos e 53 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes também a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.540.392 casos e 40.074 óbitos pela doença.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de outubro (908), setembro (370), agosto (173), julho (72), junho (62), maio (58), abril (1), março (8) e fevereiro (5) de 2021; e de dezembro (5), novembro (2), setembro (2), julho (2), junho (1) e abril (1) de 2020. Os óbitos são de outubro (5), setembro (1), agosto (3), julho (2), junho (1), maio (2), abril (5), março (13), fevereiro (1) e janeiro (6) de 2021; e dezembro (2), novembro (2), outubro (2), setembro (2), agosto (1), julho (2), junho (2) e abril (1) de 2020.

Internados - 398 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 322 em leitos SUS (206 em UTIs e 116 em clínicos/enfermarias) e 76 em leitos da rede particular (44 em UTIs e 32 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.055 pacientes internados, 585 em leitos de UTI e 470 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 53 pacientes. São 22 mulheres e 31 homens, com idades que variam de 28 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 26 de abril de 2020 e 24 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (14), Foz do Iguaçu (7), Maringá (3), São José dos Pinhais (2), Ponta Grossa (2), Pato Branco (2), Londrina (2), Bela Vista do Paraíso (2) e Apucarana (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Toledo, São Miguel do Iguaçu, Pérola, Presidente Castelo Branco, Paranaguá, Nova Fátima, Medianeira, Marmeleiro, Manoel Ribas, Loanda, Itapejara d'Oeste, Ibiporã, Céu Azul, Cerro Azul, Cascavel, Boa Esperança e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde contabiliza 6.167 casos de não residentes no Estado – 217 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja AQUI os relatórios de Exclusões e de Correções de municípios.

 

ARTIGO: Como escolher um seguro de automóvel?

* Rodrigo Martimiano da Rocha

O automóvel é um dos meios de locomoção pessoal mais utilizados no Brasil e possuir um seguro do bem é de extrema importância. Além de cobrir o próprio veículo contra infortúnios, o produto ainda oferece cobertura contra terceiros que auxiliam caso você seja o causador de algum acidente e tenha que arcar com custos de reparação de bens de terceiros. O seguro auto é um dos seguros mais comercializados no Brasil, mesmo assim apenas 30% da frota que trafega pelas ruas possuem esse tipo de cobertura.

A maioria das pessoas conhece o básico sobre esse produto, porém ele é mais complexo do que aparenta, e gastar um tempo para entender como funciona cada cobertura - e como padronizá-lo de acordo com suas necessidades e realidade, faz com que você tenha um produto com melhor relação custo x benefício.

O primeiro ponto para analisar é o percentual de cobertura do bem. As seguradoras oferecem cobertura em caso de colisão, incêndio ou roubo, tudo de acordo com uma tabela de preços médios de veículos (tabela FIPE), e o segurado é quem opta por estar coberto entre 90% a 120% deste valor. Quanto melhor estiver o estado de conservação e quanto mais acessórios (que não os originais de fábrica) o veículo possuir, maior deve ser o percentual escolhido para evitar perdas no caso de um sinistro (nome dado a incidentes que demandam o acionamento do seguro).

Outro ponto importante é a escolha da franquia: um valor fixo mínimo a ser pago pelo segurado para reparação do seu próprio veículo em caso de sinistro (a seguradora arcará com os custos que ultrapassarem esse valor). A escolha da franquia é feita pelo próprio segurado no momento de contratação, e esse é um dos fatores que mais impacta no custo total do seguro, sendo que quanto menor for o valor, maior será o custo total.

Também é importante analisar como estão suas finanças pessoais. Se existir uma boa reserva de emergência para ser utilizada em caso de sinistro, pode-se optar por uma franquia maior e economizar com o seguro; no caso de não possuir reserva (ou se ainda estiver em formação e com valores baixos), vale a pena optar por uma franquia reduzida, mesmo que isso traga um custo um pouco maior no momento da contratação.

A escolha dos valores de cobertura contra terceiros é outro ponto que requer atenção, tanto para danos materiais quanto para danos corporais. Esse é um dos itens com menor impacto no custo total do seguro, mesmo quando a opção é pela cobertura de valores mais elevados.

Deve-se considerar o alto valor dos veículos que hoje transitam pelas ruas e os altos valores de tratamento médico hospitalar. Isso porque, no caso de um sinistro, o usuário pode ter de arcar com uma perda total do veículo do terceiro, ou internamentos e tratamentos clínicos, e a seguradora se responsabilizará até o limite total contratado. Se o prejuízo for maior que isso, o segurado terá que bancar a diferença do seu próprio bolso.

Por fim, é importante considerar coberturas adicionais, entre elas a contratação de serviço de guincho, que pode ser com limite de quilometragem a ser percorrido (gera menor custo no seguro) ou sem limites (maior custo). Nesse ponto, deve ser considerado o tipo de utilização do veículo: se o uso é exclusivo na área urbana, é possível contratar um serviço de guincho com limites; se a utilização for para viagens, indica-se uma contratação sem limites.

Outro item que pesa no custo total é a contratação do serviço de carro reserva. Nesse caso, a seguradora faz a locação de um veículo, que poderá ser utilizado enquanto o veículo segurado estiver em conserto por sinistro. O que deve ser considerado nesse caso é: “qual a falta que o carro pode fazer no caso de estar impossibilitado de utilização?”. Caso isso seja um enorme problema, recomenda-se a contratação do serviço. Caso ficar alguns dias sem veículo não gere maiores transtornos, essa cobertura pode ser dispensada.

No momento da cotação do seguro, dispense algum tempo para analisar a proposta, olhando cada cobertura oferecida, e quanto isso representa no custo total (essa informação está presente na cotação). Entenda dentro disso o que faz realmente sentido para você, maximizando assim a relação custo x benefício.

Gostou do artigo de hoje? Se quiser saber mais, escreva para contato@uniprimebr.com.br, será um prazer ajudá-lo.

* Rodrigo Martimiano da Rocha é colaborador Uniprime e profissional com Certificação CFP®.


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