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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5185 | 27 de Outubro de 2021

FÓRUM I: Especialista orienta dirigentes das cooperativas de transporte do PR sobre a Lei Geral de Proteção de Dados

Dirigentes das cooperativas paranaenses de transporte estiveram reunidos, na tarde dessa terça-feira (26/10), por meio da plataforma Microsoft Teams, durante o Fórum promovido pelo Sistema Ocepar com o propósito de esclarecer os participantes sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e seus impactos no setor. “Nós estamos muito preocupados com esse assunto, que é relevante e acaba afetando todas as cooperativas de maneira geral. O melhor que temos a fazer é nos adequar à nova legislação e é isso que estamos buscando”, afirmou o coordenador estadual do ramo transporte no Paraná, Marcos Antônio Trintinalha.

Importância - Da mesma forma, ao abrir o evento, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, chamou a atenção para a importância de debater o tema. “É muito oportuna essa reunião. Hoje estamos aqui com toda a diretoria executiva pois acreditamos que, de forma bem organizada, nós podemos superar todas as dificuldades que temos e avançar. A LGPD, que é uma legislação nova, vai afetar todos os cidadãos e empresas, e nós não podemos incorrer em nenhum erro porque isso pode resultar em multas e em problemas de ordem técnica e de responsabilidade. Vamos entender bem tudo o que isso representa”, disse Ricken. Juntamente com ele, participaram do evento os superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e da Fecoopar, Nelson Costa.

Especialista - O especialista convidado para falar sobre a LGPD no Fórum de Dirigentes das Cooperativas de Transporte do Paraná foi Gianfranco Muncinelli, que é diretor associado da Intedya International Dynamic Advisor, empresa com atuação em 18 países, com 83 escritórios, cuja matriz fica em Madri, na Espanha. Ele explicou que, por esse motivo, começou a trabalhar com a GDPR (General Data Protection Regulation), a lei de proteção de dados sancionada na Europa em 2016, antes mesmo da LGPD ser promulgada no Brasil. De acordo com Muncinelli, a lei brasileira surgiu a partir da pressão dos europeus.  “Na GDPR existe uma cláusula estabelecendo que, quando uma empresa europeia vai trocar dados com outra fora do Mercado Comum Europeu, esse país de destino precisa ter uma lei tão forte quanto a europeia. Assim, o Brasil recebeu pressão internacional do Mercado Comum Europeu para que o país tivesse uma lei tão forte para que a empresa europeia não recebesse multa. Ou seja, além de ser uma questão de privacidade, é uma questão ligada ao comércio exterior”, afirmou.

A LGPD - O palestrante lembrou que a LGPD foi sancionada em agosto de 2018, entrou em vigor em setembro de 2020 e passou a ter vigência em sua totalidade a partir do dia 1º de agosto deste ano. Trata-se da Lei nº 13.709/18, que se aplica a todos que façam tratamento de dados pessoais, como coleta, armazenamento, compartilhamento, entre outros. “Isso nos meios físicos e digitais. Ou seja, dados tratados online e offline”, ressaltou.

Dados pessoais - Muncinelli informou ainda que, de acordo com o artigo 5º, inciso I, da LGPD, o dado pessoal é toda informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável, como nome, idade, gênero, endereço, data de nascimento, profissão, entre outras. Esse mesmo artigo define, no inciso II, o que são dados pessoais sensíveis, que, segundo o especialista, merecem proteção extraordinária, como origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, saúde, dado genético ou biométrico. Ele alerta que a lei determina que a empresa deve obter o consentimento explícito do titular dos dados, demonstrar os propósitos legítimos, específicos e explícitos, além de comunicá-lo sobre a finalidade da solicitação das informações. O tratamento dos dados deve se restringir aos meios informados ao titular e limitar-se ao estritamente necessário. O titular dos dados deve ter acesso facilitado às informações sobre o tratamento de seus dados pessoais e os agentes de tratamento devem garantir aos titulares dos dados a exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, atendendo às suas necessidades e finalidades.

Responsabilização - A LGPD também estabelece duas figuras: a do controlador e do operador. “O controlador é quem faz a aquisição do dado do titular, que é a pessoa física, ou seja, o dono do dado. E o operador é quem faz qualquer tipo de manuseio desses dados. A lei diz que se houver qualquer problema na transmissão dos dados, como vazamento, por exemplo, os dois vão responder solidariamente a um processo judicial”, afirmou Muncinelli. As sanções previstas na LGPD são: advertência, com indicação de prazo de medidas, e multa de até 2% do faturamento, limitado a R$ 50 milhões por infração. Além disso, a empresa deve tornar público que cometeu a infração e eliminar ou bloquear o tratamento de dados pessoais a que se refere à infração até a sua regularização.

Abordagem - Outro ponto ressaltado pelo palestrante diz respeito à abordagem da LGPD pelas empresas, que deve se sustentar em três pilares: legal, tecnológico e de processos de gestão, e que todos são importantes. “Não há um produto único ou abordagem única. E, sim, uma construção de processos e comportamentos”. Muncinelli afirmou também que, ao se adequar à LGPD, as empresas estarão mitigando o risco jurídico e se prevenindo para evitar um litigioso. Ele destacou que o artigo 50º da LGPD vem ao encontro das atuais políticas empresariais de governança e de compliance, ao indicar como garantir a segurança dos dados, ou seja, por meio da adoção de mecanismos e procedimentos internos de proteção de dados, com políticas e boas práticas de governança, boa fé, garantia de segurança da informação (ISO 27001 e ISO 27701), a não incidência ou reincidência, a cooperação do infrator e a pronta adoção de medidas corretivas. 

Programa de Compliance - Logo após a palestra de Muncinelli, os participantes do Fórum decidiram fazer um levantamento entre os dirigentes das cooperativas do ramo transporte, para saber qual delas têm interesse em aderir ao Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense oferecido pelo Sistema Ocepar. De acordo com o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, ao invés de cada cooperativa buscar se adequar individualmente à LGPD, elas podem ter acesso ao conhecimento teórico sobre o assunto de modo conjunto, em uma turma única do Programa de Compliance, e depois implementar o conteúdo na prática separadamente. “Isso trará economicidade para todos”, frisou.

O ramo - No Paraná, o ramo transporte, em junho de 2021, era formado por 35 cooperativas, 3.784 cooperados e 171 funcionários. A frota continha 3.633 veículos, sendo 2.890 destinados ao transporte de cargas. O segmento de cargas representa 99,7% do movimento econômico do ramo.

Áudio - Ouça aqui o áudio sobre o evento produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

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FÓRUM II: Intercooperação com ramo crédito também fez parte da programação

Que soluções financeiras disponíveis nas cooperativas de crédito podem beneficiar as cooperativas paranaenses de transporte? Profissionais do Sicredi, Sicoob, Ailos e Cresol participaram do Fórum de Dirigentes das Cooperativas do Ramo Transporte, ocorrido virtualmente na tarde desta terça-feira (26/10), para apresentar as opções de produtos e serviços oferecidas pelo sistema cooperativo de crédito. Estiveram presentes Adilson Felix de Sá, diretor de Desenvolvimento do Sicredi; Jacson Correa de Melo, gerente de Negócios da Transpocredi, do Sistema Ailos; Luciano Damaren, gerente executivo do Sicoob Unicoob; e Marcelo Daniel, assessor de Negócios da Cresol. Todos demonstraram receptividade em trabalhar junto com as cooperativas de transporte.

Intercooperação - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lembrou que um dos projetos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, refere-se exatamente à intercooperação. “Em particular, o sétimo projeto do PRC200 trata da relação entre ramos de cooperativas. Nós queremos estimular as ações dentro dos ramos e a aliança entre as cooperativas. Obviamente o crédito tem possibilidade de apoiar o ramo transporte em sua estratégia financeira, em tudo o que for necessário. Hoje nós temos um sistema financeiro próprio para as cooperativas, que facilita muito a nossa vida. Então, vamos estreitar essa relação, mesmo na hora dos investimentos. As cooperativas de crédito podem ser a ponte entre o ramo transporte e o crédito nos programas estabelecidos pelo governo”, ressaltou.

Financiamento - O coordenador estadual do ramo transporte no Paraná, Marcos Antônio Trintinalha, propôs aos representantes das cooperativas de crédito que estudassem a possibilidade de disponibilizar uma linha de crédito, com taxas atrativas, que pudesse ser utilizada para a renovação e manutenção da frota de veículos das cooperativas de transporte. “Vocês poderiam pensar em algo estruturado e diferenciado. Nós nos colocamos à disposição para trabalharmos nisso”, disse. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, lembrou ainda de uma outra necessidade do ramo: recursos para capital de giro. “Num primeiro momento, poderíamos construir algo específico porque o segmento está em crescimento e necessita de uma frota mais adequada. Também seria uma aproximação perfeita entre os três ramos: transporte, crédito e agropecuário”, afirmou, lembrando que as cooperativas do ramo transporte atuam em parceria com as do ramo agropecuário na movimentação de grãos. 

Legislação - No Fórum, Gogola também prestou esclarecimentos sobre a Lei 14.206, que institui o Documento Eletrônico de Transporte (DTe), e a Lei 14.229/21, que aumenta de 10% para 12,5% a tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga, sem aplicação de penalidades.

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SECRETARIADO: Setenta profissionais prestigiam encontro que abordou criatividade, inovação e mudanças no mercado de trabalho

O Encontro dos Profissionais de Secretariado, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, nos dias 21 e 22 de outubro, via plataforma Zoon, foi prestigiado por 70 representantes das cooperativas paranaenses. No primeiro dia, o evento abordou temas ligados à criatividade e a inovação. De forma lúdica e dinâmica, os participantes trabalharam conteúdos comportamentais, com foco na mudança e/ou melhoria de comportamentos.

Mudanças - No segundo dia, a instrutora Bete Dalia falou sobre as mudanças radicais ocorridas no mercado de trabalho e a necessidade de reconstrução do perfil profissional, aliados à revisão e atualização das competências técnicas e comportamentais, direcionadas aos diversos formatos de trabalho, como home office, presencial e híbrido.

Importância - "É inquestionável a importância dos profissionais de secretariado para as cooperativas, que dependem da eficiência deles para seu funcionamento efetivo. Por essa razão, aumentam cada vez mais as exigências em sua formação dada à crescente complexidade das funções a eles atribuídas", afirmou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

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JUBILEU DE OURO: Ramo crédito é o destaque do 6º episódio da série sobre os 50 anos da Ocepar do programa RIC Rural

jubileu ouro 27 10 2021O sexto episódio da série de reportagens sobre os 50 anos da Ocepar, veiculada pelo programa RIC Rural, traz o ramo crédito como destaque. A matéria mostra porque ele é o segmento cooperativista que mais cresce no Paraná em número de cooperados. “Assim como as cooperativas agropecuárias fazem do Estado uma referência nacional por sua grandeza e números impactantes na economia, o mesmo se pode dizer das instituições financeiras cooperativas”, afirma a jornalista Rose Machado, ao apresentar a matéria. Clique aqui para conferir.

A série - Em oito episódios, o objetivo desta série é mostrar o trabalho realizado pela Ocepar, que completou cinco décadas no dia 2 de abril deste ano, e a realidade do cooperativismo nas diferentes regiões do estado. As matérias especiais começaram a ser veiculadas no dia 24 de maio, com uma reportagem especial exibida por mês.

 

INOVACOOP: Chegou a vez das coops agro no Conexão com Startups

inovacoop 27 10 2021Agro de todo o Brasil têm até esta quarta-feira (27/10) para inscreverem seus desafios na segunda rodada do programa InovaCoop: Conexão com Startups. A ideia é descobrir quais os principais desafios que essas coops enfrentam para crescer e, junto com startups, encontrar a melhor e mais criativa solução. Vamos conectar as duas pontas em uma mesma rede.

Desafios - As cooperativas devem inscrever desafios que precisam de soluções inovadoras. Em seguida, será feita a seleção dos que vão integrar o programa. Soluções com potencial para serem escaladas para outras cooperativas e que apontem melhorias em práticas em sustentabilidade ambiental serão priorizadas.

Seleção - Depois serão selecionadas as startups com potencial para solucionar os desafios das coops e, juntas, começarão o desenvolvimento da prova de conceito (POC). “Assim, aproximando essas duas pontas e combinando o que cada uma pode oferecer de melhor, o Sistema OCB pretende contribuir com o desenvolvimento da cultura da inovação dentro do setor, consolidando as iniciativas de sucesso e disseminando as oportunidades de inovação. Aliás, vale ressaltar que a primeira edição do programa foi um sucesso e isso nos motivou a iniciar, imediatamente, a segunda edição”, comenta a coordenadora do Núcleo de Inovação do Sistema OCB, Samara Araujo.

Como o programa funciona? - Simples. As cooperativas inscrevem seus desafios e com base no regulamento os melhores desafios são selecionados para o programa. Os critérios de seleção são:

- Regularidade da cooperativa junto à OCB

- Relevância da solução do desafio para o ramo

- Possibilidade de aplicação da solução do desafio em outras cooperativas (escalabilidade da solução)

- Capacidade da cooperativa de investimento na POC, com disponibilidade de investimento referente a 30% do valor do projeto. A OCB irá apoiar com os outros 70%

- Disponibilidade de pessoal para desenvolver o piloto junto à startup

- Perfil do desafio adequado para o ecossistema de startups

- Desafios que apontem melhorias em práticas em sustentabilidade ambiental serão priorizados

Parceria do programa - O programa conta com a parceria das unidades estaduais do Sistema OCB, que tem o papel de contribuir com a identificação dos desafios junto às coops. Vale destacar que o programa é desenvolvido junto ao Silo, que é uma parceria da Embrapa com a Neoventures.

Inscreva sua coop - Para participar, é fácil. Basta que as coops sigam os seguintes passos:

1. Acesse a área exclusiva do programa para entender melhor;

2. Cadastre o desafio de sua cooperativa;

2. Comece a torcida para o desafio de sua coop ser selecionado!

Clique aqui e faça a inscrição!

(OCB)

 

SICREDI I: Reconhecido em quatro premiações nacionais

sicredi I 27 10 2021Em mais um ano, o Sicredi foi destaque nos rankings das principais premiações organizadas por veículos de comunicação nacionais. No guia Exame Melhores & Maiores 2021, por meio do Banco Cooperativo Sicredi, uma das estruturas que compõem a instituição financeira cooperativa, se classificou no 15º lugar entre os Maiores Bancos que fazem parte do guia. Elaborado desde 1974, o anuário, que neste ano conta com parceria com a Ibmec, traz as maiores empresas do Brasil com base na avaliação de critérios econômico-financeiros, de crescimento e adoção de práticas ESG.

Outros rankings - O Sicredi figurou também entre as Maiores do País, de acordo com o Valor 1000. A instituição ficou em 9º lugar na classificação dos 100 Maiores Bancos do anuário, mantendo a mesma posição em relação ao ranking do ano anterior. Além disso, o Sicredi também se destacou em outras 11 categorias do guia, que considera o balanço combinado do Sistema. Entre os destaques, ocupou a 4ª colocação entre os 20 Mais Rentáveis sobre o Patrimônio e o 7º lugar entre os 20 Maiores em Operações de Crédito e em Depósitos Totais.

Elaboração - Elaborado pelo jornal Valor Econômico e pelo Serasa Experian, com base em dados do ano contábil de 2020, o Valor 1000 conta com o trabalho de homologação da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (Eaesp/FGV). A publicação traz informações completas sobre as maiores empresas do Brasil, com rankings comparáveis, demonstrações financeiras consolidadas, faturamento bruto e outros itens estratégicos retirados dos balanços ou informados pelas companhias ou instituições.

Época Negócios 360º - Já no Época Negócios 360°, guia elaborado pela revista em parceria com a Fundação Dom Cabral, a instituição financeira cooperativa ficou em 8º lugar no ranking setorial de Bancos, colocação influenciada pelo destaque no 2º lugar em Governança Corporativa dentro do setor. O Sicredi também figurou no 6º lugar em Pessoas, 8º em Inovação, 10º em Sustentabilidade, 11º em Visão de futuro e 15º em Desempenho Financeiro, entre outros.

Finanças Mais - No mês de setembro, a instituição também teve posição de destaque no ranking do Finanças Mais, publicado pelo jornal O Estado de São Paulo em parceria com a agência classificadora de risco de crédito Austin Rating. Participando do anuário por meio do Banco Cooperativo Sicredi, o Sicredi foi ranqueado em 6º lugar na categoria Bancos – Financiamento. O Finanças Mais apresenta uma radiografia das instituições líderes do setor financeiro no País, com base na análise das demonstrações contábeis publicadas em seus respectivos balanços do ano anterior ao da publicação.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Evento propõe reflexões sobre novos caminhos do ensino

Reconhecer, ressignificar e revolucionar o ensino. Com essas reflexões, a Central Sicredi PR/SP/RJ realiza, nesta quinta-feira, (28/10), mais uma edição do Summit Educação. O evento on-line, que tradicionalmente é voltado aos professores que participam do Programa A União Faz a Vida (PUFV), esse ano também estará aberto a todos os profissionais que atuam na área de educação.

Aprendizagem participativa - O Programa A União Faz a Vida é realizado há mais de 25 anos pelas cooperativas do Sicredi. Com uma metodologia própria, o projeto propõe uma aprendizagem participativa que já envolve mais de 2,6 mil escolas e cerca de 150 mil educadores de todo o país. “A iniciativa possibilita uma maneira diferente de ensinar e aprender a partir do engajamento de uma rede de compromisso formada por assessores pedagógicos, gestores das escolas, apoiadores e, claro, pelos professores, alunos e familiares. Por isso, para nós do Sicredi é tão importante mantermos a conexão com a comunidade acadêmica, visando um ensino cada vez mais baseado nos conceitos de cooperação e cidadania”, afirma o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Programação - A jornalista especializada em educação e direitos humanos, Marta Avancini, abre a programação da primeira parte do evento com reflexões sobre a importância da educação para a transformação. O bloco com o tema “Reconhecer” terá, também, a participação de Ana Cardoso, autora do best seller “A mamãe é rock”, que ajudará a trazer para o debate a visão dos pais na educação. Para somar com o olhar da comunidade e do educador, o professor de filosofia Audino Vilão, que ficou conhecido na internet por descomplicar conceitos filosóficos de pensadores como Nietzsche e Aristóteles, participa do evento, que também trará a perspectiva de religiosas e professoras que atuam na Institution Sacré Coeur de Jésus - escola de Porto Príncipe, no Haiti, que trabalha com o PUFV desde 2019.

Potencial dos indivíduos - Para ajudar a debater a importância de ressignificar os processos de aprendizagem, a mestre em Educação pela Universidade de Harvard e presidente do Instituto Sidarta, Ya Jen Chang, abordará o potencial dos indivíduos e a neurociência. O segundo bloco do evento ainda contará com a participação do designer de serviço em educação, autor e co-autor de seis livros na área, Caio Dib. O especialista viajou por cinco meses para conhecer as práticas educacionais mais inovadoras desenvolvidas em diferentes regiões do Brasil, e, durante o encontro virtual, vai compartilhar sua experiência pessoal e profissional para abordar as diferentes oportunidades em educação.

Interação - O Summit Educação ainda irá proporcionar momentos de interação entre participantes e convidados, além de exibir depoimentos de educadores que trabalham com o Programa A União faz a Vida para a promoção de uma educação mais colaborativa, ética e empreendedora. O encerramento contará com a participação do rapper e escritor Gabriel, o Pensador, que vai trazer "um presente em forma de rima para os educadores".

SERVIÇO:

Summit Educação - Sicredi

Evento on-line para professores do Programa A União Faz a Vida e profissionais que atuam na área de educação.

Data: quinta-feira, 28 de outubro

Horário: 18h

Inscrições pelo site summitsicredi.com/educacao

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

sicredi II 27 10 2021

SICREDI PARANAPANEMA: Rede de atendimento é ampliada na região Sudoeste de São Paulo

sicredi paranapanema 27 10 2021Em 2022, o Sicredi completa 120 anos de história e solidez como uma instituição financeira completa. Com mais de 260 agências no estado de São Paulo, o Sicredi tem intensificado sua estratégia de expansão da rede de atendimento, um crescimento de 235% nos últimos seis anos. E ainda até no primeiro trimestre de 2022, o Sicredi inaugurará mais cinco novas agências somente na região sudoeste de São Paulo.

Inaugurações - Nos municípios de Florínea, Cruzália e na Vila Prudenciana, em Assis, as inaugurações estão previstas ainda para 2021. Em Maracaí e na Avenida Dom Antônio, também no município de Assis, as inaugurações estão previstas para janeiro e março de 2022, respectivamente.

Relacionamento próximo - Segundo o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Cláudio Marcos Orsini, o Sicredi caminha na contramão das demais instituições financeiras, atuando em prol das comunidades onde está inserido, através de um relacionamento próximo que possibilita encontrar soluções únicas. “O Sicredi trabalha com o propósito de atender sonhos e projetos das pessoas, gerar trabalho e renda para as comunidades onde está inserido. Dessa forma, estamos chegando para fazer a diferença em nossas comunidades e mais vez selarmos nosso propósito de atendimento próximo e humanizado, criando ambientes propícios para a socialização de nossos associados e colaboradores, e reforçamos nosso papel de responsabilidade social, contribuindo para o desenvolvimento da economia local, na criação de novos empregos e, consequentemente, melhor qualidade de vida”, afirma.

Crescimento - Orsini ainda destaca que o Sicredi é a rede de atendimento que mais cresce no estado de São Paulo e segue investindo no plano de expansão da rede física, ao mesmo tempo em que trabalha na implementação de novas soluções tecnológicas que visam maior independência e autonomia na jornada financeira dos associados. “Gostamos e prezamos pelo contato humano com cada associado e priorizamos por suas escolhas. Seja através de nossas agências que estão de portas abertas para receber a todos, também estamos à disposição com serviços e produtos por canais digitais, como o Theo, nossa inteligência artificial que funciona por meio do WhatsApp, além do atendimento humano pelo mesmo canal em horários alternativos e exclusivos na região do Sudoeste de São Paulo, de segunda à sexta-feira, das 07h às 20h e aos sábados das 08h às 17h, para auxiliar em dúvidas, contratações de serviços ou consultas. Sendo assim, os associados conseguem ter o controle pleno de suas operações de onde ele estiver, escolhendo a melhor forma de atendimento, presencial ou digital”, detalha o presidente.

Mais - Conheça mais sobre o Sicredi e suas mais de 300 soluções financeiras que vão contribuir para a realização de seus sonhos e projetos através do WhatsApp pelo número (51) 3358-4770 ou no site www.sicredi.com.br. Abra sua conta e tenha uma nova, diferente e agradável experiência em sua vida financeira.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.100 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COOPAVEL: Cultivares de alto potencial mostram força do trigo em dia de campo no Sudoeste

A qualidade e a versatilidade das cultivares apresentadas chamaram a atenção dos visitantes que acompanharam, na segunda quinzena de outubro, a segunda edição do Dia de Campo de Trigo da Coopavel no Sudoeste do Paraná. Produtores rurais e técnicos de municípios da região participaram e tiveram contato com o melhor da pesquisa para o desenvolvimento de soluções que tornem a triticultura ainda mais rentável e interessante. Esse foi um de uma série de eventos organizados pela cooperativa, em setembro e outubro, e que teve o trigo como atração principal.

Resultados - “Os resultados do nosso dia de campo são muito bons. Estamos felizes com o interesse dos participantes em conhecer mais sobre as possibilidades que o trigo oferece”, diz o agrônomo Rodrigo Junior Schneider, um dos integrantes da comissão organizadora do evento no Sudoeste. As áreas de visitação foram preparadas na região da Reta Grande, em Pato Branco. Os visitantes tiveram acesso a informações sobre 18 cultivares, algumas novidades e de elevado potencial produtivo.

Esquema especial - Um esquema especial de visitação foi observado para garantir o máximo de segurança aos presentes. “Os agricultores e técnicos foram divididos em pequenos grupos para evitar aglomerações. E então avançaram, segundo um cronograma específico e sempre usando máscara, ao longo das estações distribuídas pela área”, conforme Rodrigo.

Participação - O evento contou com a participação, além de sementes, de empresas de insumos e de defensivos. As empresas parceiras no dia de campo foram: Basf, OR Sementes, Embrapa, Seedcare, Biotrigo, Syngenta, FMC, UPL, Ihara, Corteva e Iapar. A cooperativa organizadora do Dia de Campo participou com a Nutriagro, indústria de fertilizantes foliares, com a Fertilizantes Coopavel e com a Sementes Coopavel.

Mais trigo - No início de setembro, a cooperativa realizou o 2º Show Rural Coopavel de Inverno que contou com a apresentação de 38 cultivares indicadas para os meses frios do ano. Vinte delas foram de trigo, algumas com potencial de produtividade de até seis mil quilos por hectare, quase o dobro da média de 3,4 mil da Argentina, uma das referências mundiais em triticultura.

Programa de incentivo - A confiança da Coopavel no sucesso da cultura é tão grande que, durante o evento em Cascavel, lançou um programa especial de incentivo ao plantio do trigo em sua área de abrangência. O Coopavel Mais Trigo pretende, em seis anos, dobrar a recepção do grão em suas unidades, passando das atuais 3,5 milhões de sacas para sete milhões em 2026. Nos 23 municípios do Oeste e Sudoeste nos quais a cooperativa atua, são destinados 130 mil hectares à atividade. A meta é aumentar para 250 mil. A área de pousio no Paraná, no inverno, é de 2,7 milhões de hectares, dado que demonstra o quanto a triticultura pode crescer.

Pilares - São três os pilares centrais do Coopavel Mais Trigo: financiamento de insumos com taxa zero, seguro da safra e garantia de preço mínimo de R$ 100 à saca em 2022. A margem de lucro do triticultor será de 60%. O presidente Dilvo Grolli informa que não existe nada parecido com isso no Brasil.

Ações - “As ações que dão sustentação a esse programa comprovam a confiança que a Coopavel, que trabalha focada na produção de alimentos de qualidade e com sustentabilidade, deposita nessa cultura que tem tudo para, em oito a dez anos, fazer com que o Brasil seja novamente autossuficiente na produção do grão”, conforme Dilvo.

Demanda em alta - Com produção próxima de quatro milhões de toneladas na safra atual, o Paraná, com 52% do total, é o maior produtor de trigo do País. No Brasil, a produção é de sete milhões de toneladas, mas ainda é preciso importar seis milhões de toneladas para fazer frente à demanda. “Um em cada dois pãezinhos são produzidos com farinha importada, mais uma comprovação do quanto o futuro do trigo é promissor no País”, ressalta Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

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COCAMAR: Dia de campo sobre citros nesta quinta-feira em Guairaçá

cocamar 27 10 2021O dia de campo sobre citricultura que a Cocamar promove na manhã de quinta-feira (28/10) em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) de Guairaçá, município da região de Paranavaí, vai ter um formato híbrido e reduzido, conforme explica seu coordenador, o engenheiro agrônomo Rodrigo Sakurada.

Apresentação - Dois temas do evento vão ser apresentados presencialmente, em estações específicas: variedades de clones de copas e porta-enxertos mais produtivos e tolerantes a doenças; e irrigação de pomares. Esses assuntos, e mais o manejo da doença conhecida como pinta-preta, vão ser pautas de reportagens para exibição em três edições no mês de novembro no programa RIC Rural, da RIC TV, nas manhãs de domingo.

Covid-19 - Segundo Sakurada, diante da forte redução das ocorrências de Covid-19 e a autorização das autoridades sanitárias para a realização de pequenos eventos, 60 produtores estão sendo convidados para participarem do dia de campo, que terá a duração de duas horas, exigindo-se dos mesmos o uso de máscaras, higienização das mãos com álcool e distanciamento. (Imprensa Cocamar)

 

COCARI: Cooperativa lança linha de produtos de Nutrição Vegetal e Tecnologia de Aplicação

Como parte da missão de promover o desenvolvimento tecnológico do mercado agrícola brasileiro, a Cocari lança sua nova linha de produtos de nutrição vegetal e tecnologia de aplicação: Éfforos.O nome Éfforos tem origem grega e está ligado a fertilidade, crescimento das plantas e proteção das colheitas.

Fórmula inovadora - A linha Éfforos da Cocari traz fórmula inovadora e versátil e levará mais resultados de produtividade para as lavouras, além disso, pode ser usada em diversas culturas e nos vários estágios de crescimento das culturas. A linha é composta por 3 produtos de nutrição vegetal e 3 de tecnologia de aplicação, todos com atributos distintos e desenvolvidos de acordo com as necessidades dos produtores.

Produtos - Os produtos da linha Éfforos são:

Nutrição Vegetal:

Éfforos StimuBio – Estimulante metabólico exclusivo para soja

Éfforos FortnpK – Para fase de enchimento de grão

Éfforos NPK + Micros – Para aplicação após a fase vegetativa

Tecnologia de Aplicação

Éfforos Spray Prime – Condicionador de calda

Éfforos Spray – Antideriva

Éfforos Define – Aplicação com herbicida

Características - Conheça as características de cada produto:

Éfforos StimuBio

– Potencializa a fixação biológica de Nitrogênio;

– Redução do estresse causado pelo glifosato;

– Proporciona maior tolerância a estresses bióticos e abióticos;

– Maior retenção de florescência e número de vagens;

– Atua na ativação enzimática e síntese de proteínas.

Éfforos FortnpK

– Alta concentração de Potássio;

– Fornece nutrientes com alta eficiência de absorção;

– Auxilia na regulação de pressão osmótica;

– Atua na translocação de fotoassimilados pela planta;

– Resposta imediata após a aplicação.

Éfforos NPK + Micros

– Alta concentração de Nitrogênio;

– Fornece nutrientes com alta eficiência de absorção;

– Aliado com um amplo complexo de micronutrientes;

– Atua como ativador enzimático;

– Resposta imediata após a aplicação.

Éfforos Spray Prime

– Alta redução na formação de deriva;

– Reduz a evaporação;

– Espalhante/Adesionante;

– Uniformiza o tamanho de gotas aumentando sua deposição no alvo;

– Mantém a calda homogênea e com boa fluidez;

– Diminui o acúmulo de resíduos no equipamento;

– Reduz a formação de espuma;

– Sequestrante de cátions.

Éfforos Spray

– Alta redução na formação de deriva;

– Reduz a evaporação;

– Espalhante/Adesionante;

– Uniformiza o tamanho de gotas aumentando sua deposição no alvo;

– Reduz a formação de espuma;

– Sequestrante de cátions.

Éfforos Define

– Alta redução na formação de deriva;

– Reduz a evaporação;

– Espalhante/Adesionante;

– Redutor de pH;

– Valor competitivo no mercado;

– Reduz a formação de espuma;

– Sequestrante de cátions.

Mercado - A marca Éfforos chega ao mercado com foco em produtividade, qualidade e segurança da produção, em sintonia com a perspectiva da Cocari de trazer tecnologia para os seus cooperados e produtores. A linha Éfforos já está disponível em todas as unidades da Cocari. Vá até a unidade e converse com o consultor técnico e saiba mais sobre como a linha Éfforos pode contribuir com a aplicação e crescimento da sua lavoura.

Site - Acesse o site da linha de produtos: https://www.cocari.com.br/efforos/. (Imprensa Cocari)

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CASTROLANDA: Projeto busca atingir marca de zero acidente de trabalho até 2025

castrolanda 27 10 2021A Castrolanda lançou, na última segunda-feira (25/10), o projeto Preservando Vidas com Você. A proposta norteará a cooperativa a um objetivo desafiador no ambiente operacional: atingir a marca de zero acidente de trabalho até o ano de 2025. O projeto foi lançado em meio à programação da Semana Interna de Prevenção aos Acidentes de Trabalho (Sipat).

Metodologia - A metodologia do programa de segurança passa por abordagens que integram pessoas, processos e tecnologias para alcançar a chamada Excelência em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), que é a condição de zero acidente de trabalho.

Pilares - Para isso, serão trabalhos cinco pilares. O primeiro deles é a própria Gestão do SSMA, onde todos poderão demonstrar apoio ao processo de construção da cultura de segurança no trabalho. Outro pilar é o Desenvolvimento de Lideranças, que serão preparadas para assumir o protagonismo nas ações.

Gestão de riscos - A Gestão de Riscos também é outro fator importante. A cooperativa irá mapear as eventuais ameaças, entender como elas ocorrem e controlá-las por meio de ferramentas e ações específicas. Neste processo também será trabalhada a Administração de Desvios, que construirá um sistema de percepção, tratamento e bloqueio de desvios em condutas que possam aumentar a probabilidade de acidentes. Por fim, a proposta ainda traz a ideia de Disciplina Operacional, com operações laborais conduzidas de forma segura, consistente e sólida.

Protagonismo - Gerente Executivo de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Castrolanda, Adriana Dalla Nora acredita que o sucesso deste projeto deve passar obrigatoriamente pelo sentimento de protagonismo de cada colaborador. “Para que o objetivo coletivo de zero acidente seja alcançado, é necessário começarmos pelas ações individuais. Podemos ter os melhores técnicos, equipamentos, estruturas, mas é fundamental que cada um faça a sua parte para conseguirmos chegar ao objetivo”, avalia.

Calendário - A proposta conta com um calendário detalhado que estabelece etapas de desenvolvimento do projeto ano a ano, até a consolidação final do ecossistema de SSMA em 2025. De acordo com o Diretor Executivo da Castrolanda, Seung Lee, a lógica do projeto é trabalhar com ações mais educativas, ao invés das punitivas.

Foco e disciplina - “Vamos reduzir drasticamente o número de acidente se todos nós tivermos foco e disciplina. Esse é um trabalho de todo mundo, e não só da gestão. O projeto é para garantir que todos os dias nós sejamos lembrados da importância de garantirmos a segurança dos nossos colaboradores, e não somente em ações isoladas de conscientização”, afirma.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)    

 

ADAPAR: Veterinários do setor privado devem se recadastrar na Agência em novembro

adapar 27 10 2021Os médicos veterinários do setor privado que atuam no Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT), coordenado pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), devem fazer o recadastramento em novembro. A obrigatoriedade serve tanto para os cerca de 3,2 mil cadastrados para aplicação de vacinas quanto para os 1,2 mil habilitados para exames de diagnóstico.

Portaria - A data foi estabelecida pela Portaria número 146, da Adapar, de 25 de maio de 2021. O documento tem o objetivo de organizar as ações, os registros e os cadastros dos veterinários, com vistas à adequação às novas legislações pertinentes ao PECEBT.

Transparência - “Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Paraná, o recadastramento dos médicos veterinários habilitados para exames e dos cadastrados para vacina contra brucelose é necessário para que a parceria público-privada aconteça de forma transparente”, disse a coordenadora do programa, a médica veterinária Elenice Amorim.

Casos - Ela explicou que há casos em que profissionais mudaram de endereço ou já não atuam mais no Estado e outros que estão aposentados. “Por isso a necessidade de que essa atualização seja feita uma vez por ano como mais uma contribuição dos médicos veterinários para o bom andamento do Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose” afirmou a coordenadora.

Regras - As regras dos processos de indenização de animais positivos a tuberculose, saneamento de propriedades e vacinação contra brucelose foram atualizadas em 2020 por meio das Portarias da Adapar 154, 157 e 215, respectivamente. As atualizações derivaram dos resultados dos inquéritos soroepidemiológicos realizados em 2018 no Paraná.

Pouca evolução - Quando comparado com a avaliação anterior (tuberculose em 2005 e brucelose em 2002), observou-se pouca evolução no que se refere à redução dos casos das doenças. Por isso, algumas regras ficaram mais rígidas e o processo de saneamento foi implantado visando à eliminação de todos os animais positivos do rebanho.

Processo - De acordo com a nova portaria, o recadastramento dos médicos veterinários passa a ser obrigatório em novembro. O processo é gratuito e fácil. Os profissionais devem preencher o Anexo I da Portaria n° 146/2021 e levar, junto com o comprovante recente de endereço, até a unidade local da Adapar.

Vacinadores auxiliares - Também devem ser atualizados os dados dos vacinadores auxiliares. Cada veterinário pode ter até cinco auxiliares, assumindo a responsabilidade técnica sobre o trabalho por eles realizado, além de possuir a incumbência de oferecer treinamento.

Exames - Os médicos veterinários habilitados para exames também precisam fazer o recadastramento na Adapar. É necessário, ainda, estarem cadastrados para vacina contra brucelose e fazer a atualização na plataforma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), responsável pela habilitação do profissional.

Regras - De acordo com as regras estabelecidas, esses profissionais devem comprar insumos e antígenos com requerimento próprio em estabelecimentos registrados na Adapar. É deles também a obrigação de emitir o atestado de exames em até cinco dias da colheita da amostra ou inoculação, ou imediatamente nos casos de resultado inconclusivo ou positivo. A entrega de relatórios do uso de antígenos deve ocorrer até o quinto dia útil do mês.

Importância - O médico veterinário da iniciativa privada é fundamental para a defesa sanitária animal do Estado e, em especial, para o PECEBT, programa no qual tem participação ativa no processo de diagnóstico e controle das doenças. Por isso, o não cumprimento da regra de recadastramento pode levar à suspensão do documento e eventual descadastramento do profissional.

Participação - Além de estar em contato direto com os produtores rurais e seus rebanhos, eles participam ativamente dos processos de prevenção da brucelose por meio da vacinação correta das fêmeas bovinas e bubalinas, detecção oportuna de ocorrência de brucelose e tuberculose, notificação à Adapar dos animais reagentes e positivos e participação no processo de saneamento dos focos detectados.

Legislação - Toda a legislação referente ao Programa de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose pode ser acessada  AQUI. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Seab

 

CAGED: Com nove meses consecutivos de saldo positivo, Paraná chega a 168,5 mil empregos criados em 2021

caged 27 10 2021O Paraná completou o nono mês consecutivo com saldo positivo na criação de empregos com carteira assinada. Levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nessa terça-feira (26/10) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, revelou que o Estado abriu 15.059 vagas formais em setembro. O resultado fez com que resultado de 2021 chegasse à marca de 168.597 contratações, o quarto melhor desempenho do País, atrás apenas de São Paulo (786.628), Minas Gerais (290.082) e Santa Catarina (176.789).

Bom momento - “Mesmo com o abalo causado pela pandemia da Covid-19 e pela pior crise hídrica da história, o Paraná vive um bom momento, com paz política, desenvolvimento e geração de emprego e renda. O desempenho positivo registrado pelo Caged de setembro só reforça que o Estado está no caminho certo e a retomada da economia está mesmo acontecendo”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Acumulado - No acumulado dos últimos 12 meses, entre outubro de 2020 e setembro de 2021, o número é ainda mais robusto, com 219.477 postos de trabalho, novamente o quarto principal resultado do Brasil. “São mais de R$ 50 bilhões confirmados em investimentos privados no Estado e tantos outros em negociação. Teremos um fim de ano muito positivo e a perspectiva de um 2022 ainda melhor, especialmente em razão do avanço da vacinação contra a Covid-19 em todo o Paraná e a consequente diminuição das medidas restritivas”, acrescentou Ratinho Junior.

Setembro - O quantitativo de setembro, sétimo melhor do País, foi puxado pelo setor de serviços, com a abertura de 7.102 vagas, praticamente a metade de tudo o que foi criado no mês passado (47%). Na sequência, destaque para o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4.633), indústria (3.336) e construção (434). “A retomada está ocorrendo em todos os setores, com destaque agora para serviços e comércio, bastante prejudicados durante toda a pandemia”, disse o governador.

Positivo - O saldo de empregos se manteve positivo durante todos os meses de 2021 no Paraná. Já com os ajustes mensais aplicados pelo Caged, foram 25.154 vagas abertas em janeiro, 41.388 em fevereiro, 10.549 em março, 9.697 em abril, 15.521 em maio, 15.478 em junho, 13.925 em julho, 21.826 em agosto e as 15.059 de setembro. “São números consistentes ao longo do ano e que mostram que as políticas de intermediação e capacitação do Estado dão resultados”, afirmou o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Municípios - Dos 399 municípios paranaenses, 284 tiveram números positivos na geração de empregos em setembro, 71% do total. Em 21 municípios o número de contratações foi o mesmo que de demissões e, nos outros 94, o saldo foi negativo. No acumulado do ano, o resultado nos municípios é ainda melhor: 93% deles (374), abriram mais vagas do que fecharam.

Liderança - Curitiba liderou a abertura de postos de trabalho formais em setembro, com um saldo de 2.911 vagas. Foi seguida por Maringá (1.014), Londrina (886), Foz do Iguaçu (719), Cascavel (676), São José dos Pinhais (562), Toledo (424), Francisco Beltrão 403, Fazenda Rio Grande (399), Colombo (398) e Guarapuava (397).

País - O saldo do emprego com carteira assinada em setembro de 2021 no País ficou positivo em 313.902 postos de trabalho. No acumulado de janeiro a setembro de 2021, o resultado também é positivo, com mais de 2,5 milhões de novas vagas.

Serviços - O setor de Serviços foi o grande destaque de setembro, com a geração de mais de 143 mil novos postos de trabalho formais, distribuídos, principalmente, nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (63.657). Destaque também para alojamento e alimentação (31.763), administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (18.141).

Outros - O segundo maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Indústria, com saldo de 76 mil novos postos de trabalho formais. O Comércio abriu mais de 60 mil postos. O setor de construção teve um saldo de 24,5 mil novas vagas formais de trabalho. No acumulado do ano, o País soma 2.512.977 postos formais de trabalho. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ZPE: Criação da primeira Zona Processamento de Exportação do Paraná avança mais uma etapa

zpe 27 10 2021A criação da primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Paraná, em Umuarama, no Noroeste do Estado, avança mais uma etapa e entra na fase de seleção da empresa que administrará os trabalhos do distrito industrial. A ZPE é uma área de livre comércio, um distrito industrial onde empresas operam com suspensão de impostos, liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), procedimentos administrativos simplificados, o que garante mais competitividade. O objetivo é gerar renda, emprego e movimentar a economia da região.

Decreto Federal - A ZPE precisa ser criada por Decreto Federal. A Zona de Processamento de Exportação de Umuarama está sendo viabilizada pelo Governo do Estado, por meio da Invest Paraná, em conjunto com a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) e a prefeitura de Umuarama. Assim que for selecionada a empresa que administrará o distrito, o Estado, o município e o administrador vencedor da licitação solicitarão da União o decreto formalização da ZPE.

Prospecção de negócios - A Invest Paraná, que está à frente do projeto, atua prospectando empreendimentos que queiram fazer parte do complexo industrial e, também, capacitando as empresas para atuarem no mercado internacional. O secretário Márcio Nunes, da Sedest, afirma que o espaço representará um avanço para o desenvolvimento sustentável e que dará condições para a movimentação logística em Umuarama, que está distante dos grandes polos consumidores, mas tem produtos a ofertar. “Estamos projetando o futuro. Vamos ter um dos programas mais importantes do Estado em Umuarama. Todos os produtos da região que forem para exportação terão o imposto diferenciado para trazer a competitividade para a cidade”, disse ele.

Total - Atualmente, existem no Brasil 24 ZPEs. O diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, destaca que a principal característica do projeto é a criação de uma zona de livre comércio que funciona como um condomínio de empresas, induzindo toda a região a receber capacitação para atuar com exportação.

Capacitação - “Quando falamos em ZPE, falamos em capacitação de empresas e colaboradores que vão para esse local para atuar no mercado internacional. É muito importante que as empresas tenham especificações e especialidades para lidar com exportação”, disse Bekin. A ZPE de Umuarama, diz ele, vem ao encontro da proposta do Governo do Estado de levar a marca do Paraná Sustentável ao mercado internacional. “Além de coordenar a proposta de criação da Zona de Processamento de Exportação, a Invest Paraná faz um trabalho voltado à promoção da ZPE de Umuarama como destino de investimentos”, diz a consultora de Relações Internacionais da instituição, Bruna Radaelli.

Como funciona - O perímetro da Zona de Processamento Exportação conta com uma área de livre circulação de pessoas e de veículos e uma outra restrita, controlada pela Receita Federal (recinto alfandegário). Os produtos que entram e saem da área de controle aduaneiro são fiscalizados para garantir o cumprimento da legislação de incentivos fiscais que beneficiam os empreendimentos industriais.

Equilíbrio - Para o chefe da Divisão de Indústria e Comércio e agente de desenvolvimento da prefeitura de Umuarama, Paulo Leon Baraniuk, atualmente a cidade importa mais do que exporta. Segundo ele, a ZPE permitirá o equilíbrio da balança comercial, com o aumento das exportações e também a difusão tecnológica nas empresas da região. “O sistema ajuda a diminuir o abismo socieconômico em relação às regiões mais desenvolvidas, acelerando o crescimento local”, explicou.

Exportação - Umuarama já chegou a exportar mais de US$ 100 milhões ao ano (açúcar e carne de aves, principalmente), mas hoje essa receita não vai além de US$ 12 milhões anuais. “A geração de empregos qualificados e de renda, através da interação entre indústrias instaladas na ZPE com a economia local, é outra expectativa que temos com o projeto”, acrescentou o secretário de Indústria, Comércio e Turismo do município, Marcelo Adriano.

Processo seletivo - O edital do processo seletivo para o projeto de criação da Zona de Processamento de Exportação de Umuarama foi aberto pela prefeitura de Umuarama, através da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo. Ele pode ser consultado no site www.umuarama.pr.gov.br.

Implantação - Após cumprir todos os passos, a empresa vencedora do certame ficará responsável por implantar e administrar a ZPE em área de sua propriedade. Podem participar pessoas jurídicas individuais ou consórcios, sob controle de capital privado.

Obras e aquisições - O administrador auxiliará as autoridades aduaneiras com obras e aquisições necessárias ao funcionamento, conforme as normas do edital. A abertura das propostas está prevista para 13 de janeiro de 2022, às 9h, na sala de licitações da prefeitura de Umuarama.

Edital - O edital poderá ser baixado do site da prefeitura, clicando sobre o banner específico. Também está disponível diretamente na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, localizada no piso superior do prédio da prefeitura (Av. Rio Branco, 3717, Centro Cívico).

Mais informações - Mais informações podem ser solicitadas pelo fone (44) 3621-4141, ramal 227, ou pelo e-mail indcom@umuarama.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Denis Ferreira Netto

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego recua para 13,2% no tri até agosto e atinge 13,7 milhões de pessoas

pnad 27 10 2021A taxa de desocupação recuou para 13,2% no trimestre encerrado em agosto, uma redução de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre até maio (14,6%). Apesar do recuo, isso ainda corresponde a 13,7 milhões de pessoas em busca de um trabalho no país. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (27/10) pelo IBGE.

Pessoas ocupadas - O número de pessoas ocupadas (90,2 milhões) avançou 4,0%, com mais 3,4 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu 2,0 pontos percentuais para 50,9%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. Em um ano, o contingente de ocupados avançou em 8,5 milhões de pessoas.

Impulso - A ocupação foi impulsionada pelo aumento de 1,1 milhão de trabalhadores (4,2%) com carteira assinada no setor privado (31,0 milhões). Os postos de trabalho informais também avançaram, com a manutenção da expansão do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira no setor privado. Inclusive, isso fez com que a taxa de informalidade subisse de 40,0% no trimestre encerrado em maio para 41,1%, no trimestre encerrado em agosto, totalizando 37,0 milhões de pessoas.

Informal - O trabalho informal inclui trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores familiares auxiliares.

Avanço - “Parte significativa da recuperação da ocupação deve-se ao avanço da informalidade. Em um ano a população ocupada total expandiu em 8,5 milhões de pessoas, sendo que desse contingente 6,0 milhões eram trabalhadores informais”, explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy. “Embora tenha havido um crescimento bastante acentuado no período, o número de trabalhadores informais ainda se encontra abaixo do nível pré-pandemia e do máximo registrado no trimestre fechado em outubro de 2019, quando tínhamos 38,8 milhões de pessoas na informalidade”, acrescenta.

Ocupação cresce, mas rendimento médio recua Apesar do crescimento da população ocupada no trimestre até agosto, o rendimento médio real dos trabalhadores recuou 4,3% frente ao trimestre encerrado em maio e reduziu 10,2% em relação ao mesmo trimestre de 2020, ficando em R$ 2.489. Foram as maiores quedas percentuais da série histórica, em ambas as comparações. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, ficou estável, atingindo R$ 219,2 bilhões.

Menor - “A queda no rendimento está mostrando que, embora haja um maior número de pessoas ocupadas, nas diversas formas de inserção no mercado e em diversas atividades, essa população ocupada está sendo remunerada com rendimentos menores. A ocupação cresce, mas com rendimento do trabalho em queda”, explica Beringuy.

Trabalho por conta própria e trabalho doméstico atingem recordes O trabalho por conta própria manteve a trajetória de crescimento e atingiu, novamente, o patamar recorde de 25,4 milhões de pessoas, um aumento de 4,3%, com mais 1,0 milhão de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o contingente avançou 3,9 milhões, alta de 18,1%.

Aumento - O trabalho doméstico aumentou 9,9%, somando 5,5 milhões pessoas. Frente ao mesmo período do ano anterior, cresceu 21,2%, um adicional de 965 mil pessoas. As expansões trimestral e anual foram as maiores em toda em toda a série histórica da ocupação dos trabalhadores domésticos.

Setor privado - O número de empregados no setor privado sem carteira (10,8 milhões) cresceu 10,1% na comparação com o trimestre móvel anterior. Em um ano, esse contingente subiu 23,3% ou 2,0 milhões de pessoas, as maiores variações da série histórica, em termos percentuais e absolutos.

Empregadores - Já a categoria dos empregadores (3,8 milhões) ficou estável nas duas comparações. Os empregados do setor público (11,6 milhões) tiveram uma redução de 3,1% frente ao trimestre anterior. Na comparação anual, ficou estável.

Seis das dez atividades econômicas tiveram crescimento O crescimento da ocupação no trimestre até agosto avançou na maioria dos agrupamentos de atividades econômicas, com destaque para o aumento de 1,2 milhão de trabalhadores no segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (7,8%) e de 578 mil na indústria geral (5,3%). A única redução ocorreu na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,2%).

Comparação- Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, esse crescimento foi ainda mais disseminado. Das 10 atividades, nove avançaram na ocupação, com destaque para comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (1,7 milhão), construção (1,3 milhão) e indústria (991 mil).

Subutilizados recuam, mas subocupados atingem recorde - O contingente de pessoas subutilizadas, aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, foi de 31,1 milhões, uma redução de 5,5% em relação ao trimestre anterior. A taxa composta de subutilização recuou 1,9 ponto percentual para 27,4%.

Número recorde- Já os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, aqueles que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar, atingiu o número recorde de 7,7 milhões de pessoas, um aumento de 4,7%, com mais 343 mil pessoas. Em relação ao ano anterior, o indicador subiu 29,2%, quando havia no país 6,0 milhões de pessoas subocupadas.

Desalentados - Os desalentados (5,3 milhões), pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, tiveram uma redução de 6,4% no trimestre fechado em agosto, em relação ao trimestre encerrado em maio. Em relação ao mesmo período do ano passado, esse contingente teve uma redução de 8,7%, quando havia no país 5,9 milhões de pessoas desalentadas no Brasil.

Mais sobre a PNAD Contínua - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e no Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE. As tabelas com os resultados completos estão disponíveis no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

pnad tabela 27 10 2021

 

ECONOMIA: Arrecadação federal cresce 12,9% e bate recorde em setembro

economia 27 10 2021Impulsionada pela recuperação da economia e pelo aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a arrecadação federal bateu recorde para o mês de setembro. Segundo dados divulgados nessa terça-feira (26/10) pela Receita Federal, o governo arrecadou R$ 149,102 bilhões no mês passado, com aumento de 12,87% acima da inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Maior da história para o mês - O valor é o maior da história para meses de setembro desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, em valores corrigidos pela inflação. Nos nove primeiros meses do ano, a arrecadação federal soma R$ 1,349 trilhão, com alta de 22,3% acima da inflação pelo IPCA, também recorde para o período.

Previsões - A arrecadação superou as previsões das instituições financeiras. No relatório Prisma Fiscal, pesquisa divulgada pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado estimavam que o valor arrecadado ficaria em R$ 138,758 bilhões em setembro, pelo critério da mediana (valor central em torno dos quais um dado oscila).

Recuperação - A recuperação da economia, que neste ano deve fechar com crescimento próximo de 5%, está impulsionando a arrecadação, com reforço de R$ 14,52 bilhões em setembro na comparação com setembro do ano passado em valores corrigidos pelo IPCA. No entanto, fatores atípicos e mudanças na legislação também contribuíram para a alta.

Aumento - O aumento do IOF, que entrou em vigor no fim de setembro para financiar o Auxílio Brasil, também ajudou a melhorar a arrecadação. De abril a dezembro do ano passado, o IOF sobre operações de crédito foi zerado para baratear as linhas de crédito emergenciais concedidas durante a pandemia. Juntos, os dois efeitos elevaram a arrecadação em R$ 3,34 bilhões no mês passado em relação a setembro de 2020.

Adiamentos - Os adiamentos de pagamento de tributos também ajudaram a impulsionar a arrecadação no mês passado. Isso porque diversas obrigações que tinham sido suspensas no início do ano, por causa da segunda onda da pandemia de covid-19, voltaram a ser pagas no segundo semestre. O pagamento de tributos diferidos (adiados) aumentou de R$ 1,81 bilhão em setembro do ano passado, para R$ 2,61 bilhões em setembro deste ano.

Recolhimento atípico - Também influiu na alta da arrecadação o recolhimento atípico (que não se repetirá em outros anos) de cerca de R$ 2 bilhões em setembro em Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por grandes empresas. Nos nove primeiros meses do ano, os recolhimentos atípicos somam R$ 31 bilhões, contra apenas R$ 5,3 bilhões no mesmo período de 2020.

Impulso - Ao longo de 2021, esses recolhimentos fora de época têm impulsionado a arrecadação por causa de empresas que registraram lucros maiores que o previsto e tiveram de pagar a diferença. Por causa do sigilo fiscal, a Receita não pode informar o nome e a atividade dessas grandes companhias.

Tributos - Na divisão por tributos, as maiores altas em setembro – em relação ao mesmo mês de 2020 – foram registradas na arrecadação do IRPJ e da CSLL, alta de R$ 3,5 bilhões (16,94%) acima da inflação pelo IPCA, impulsionados pelo recolhimento atípico de grandes empresas e pelo aumento do lucro das empresas. Em seguida vem o IOF, com crescimento de R$ 3,34 bilhões (352,2%) acima da inflação, por causa do fim da isenção que vigorou em 2020 e do aumento das alíquotas em 2021.

Previdência Social - Em terceiro lugar, estão as receitas da Previdência Social, que aumentou 7,89% acima da inflação, motivada pela recuperação do emprego formal. A arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), subiu 6,71% acima da inflação, influenciada pela recuperação das vendas e do setor de serviços, após a vacinação em massa contra a covid-19. Por incidir sobre o faturamento, a arrecadação de PIS/Cofins está atrelada ao consumo. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar desacelera e fecha em R$ 5,57 após discussão de PEC ser adiada

cambio 27 10 2021Depois de um dia de oscilações, o dólar reduziu a alta perto do fim das negociações e fechou praticamente estável, após a arrecadação federal bater recorde em setembro e a discussão da proposta de emenda à Constituição que parcela os precatórios e muda o teto de gastos ser adiada. A bolsa de valores caiu 2,11% e quase anulou os ganhos de segunda-feira (25/10), em meio à expectativa de que o Banco Central (BC) aumente o ritmo de reajuste da taxa Selic (juros básicos da economia).

Cotação - O dólar comercial encerrou essa terça-feira (26/10) vendido a R$ 5,573, com alta de R$ 0,018 (+0,32%). A cotação iniciou o dia com pequena queda e acelerou ainda pela manhã, chegando a R$ 5,60 na máxima do dia, por volta das 13h30. Em seguida, a alta perdeu força, após a divulgação do resultado da arrecadação federal no mês passado. A moeda passou a operar próxima da estabilidade após o anúncio de que a falta de acordo com partidos da oposição levou ao adiamento da discussão da PEC dos precatórios no Plenário da Câmara.

Alta acumulada - Com o desempenho dessa terça, o dólar acumula alta de 2,33% em outubro. Em 2021, a divisa acumula valorização de 7,4%.

Tensão - O mercado de ações teve um dia bem mais tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 106.420 pontos, com recuo de 2,11%. A divulgação de que a prévia da inflação fechou outubro em 1,2% e atingiu o maior nível para o mês desde 1995 derrubou os mercados.

Copom - Com a inflação em alta, aumentaram as expectativas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central seja mais agressivo nas elevações da taxa Selic, na reunião que começou nessa terça e termina nesta quarta-feira (27/10). Juros mais altos desestimulam a aplicação em ações, investimentos de alto risco, e incentivam investimentos em renda fixa, como títulos do Tesouro Nacional, tirando dinheiro da bolsa. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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LEGISLAÇÃO: Decisão sobre portaria de ferrovias vai a votação na quinta-feira

legislacao 27 10 2021O Plenário do Senado adiou para quinta-feira (28/10) a votação do PDL 826/2021, projeto de decreto legislativo que torna sem efeito uma portaria do Ministério da Infraestrutura sobre exploração de ferrovias. O adiamento foi solicitado pela liderança do governo no Senado, para que o ministério faça ajustes na portaria que permitam que ela seja mantida.

Medida provisória - Essa portaria regulamenta a medida provisória com o novo marco legal de exploração de ferrovias (MP 1.065/2021). Vários senadores criticaram essa medida provisória, por tratar do mesmo tema abordado em proposta que o Senado já estava em vias de aprovar. O prazo de validade dessa MP vence na quinta-feira, mas ainda pode ser prorrogado por mais 60 dias — a decisão cabe ao presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco.

Desempate - Por meio da portaria, o Ministério da Infraestrutura determinou como será o processo de desempate quando houver mais de um requerimento de autorização ferroviária para a mesma área e não for possível a realização conjunta dos empreendimentos: nesses casos, será priorizada “a outorga de autorização de acordo com a ordem de apresentação da documentação”.

Não prevista - O senador Jean Paul Prates (PT-RN), autor do PDL, aponta que essa solução não está prevista na MP, que determina aos requerentes que apresentem uma solução técnica para o conflito. O senador defende que a portaria, portanto, extrapola o poder regulamentar do Executivo.

Suspensão - Jean Paul propôs a suspensão de apenas dois dispositivos do documento, mas o senador José Aníbal (PSDB-SP), relator do PDL, preferiu recomendar a derrubada total da portaria. Para ele, o documento foi produzido “sem amadurecimento”. José Aníbal também avançou nas críticas sobre a MP, que ele considera “extemporânea”, e sobre o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas — que, de acordo com o senador, tem permitido autorizações sem critérios técnicos.

Autorizações - “Desde [a publicação da MP], o ministro já fez 22 autorizações. O procedimento usado é: quem chegou primeiro leva. É algo absolutamente inaceitável. É tão óbvio que essa portaria está errada, que é deletéria ao introduzir um critério que se sobrepõe à análise dos projetos, mas o ministro está autorizando”, criticou José Aníbal.

Revisão - O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse que ministro Tarcísio de Freitas está convencido da necessidade de rever os termos da portaria, e que o ministério vai redigir uma nova versão até quinta-feira.

Marco legal - Ao remarcar a votação do PDL, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que o projeto do Senado para o novo marco legal das ferrovias (PLS 261/2018) terá precedência sobre a medida provisória. Esse projeto está sob análise na Câmara dos Deputados. Pacheco não garantiu a prorrogação da MP.

Avaliação - “Mesmo com a existência de um projeto tramitando no Senado, houve a edição de uma medida provisória [sobre o mesmo assunto]. Deixamos claro que a opção do Senado Federal foi pelo encaminhamento e pela evolução de um projeto de lei de autoria do Senado, que agora está na Câmara dos Deputados. Vou avaliar o pleito quanto à prorrogação da medida provisória, muito embora a nossa opção, de todos os líderes, tenha sido a de dar validade ao projeto”, declarou Pacheco. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 13,4 mil casos e 442 mortes em 24 horas

saude I 27 10 2021Em 24 horas, as autoridades brasileiras de saúde registraram 13.424 novos casos de covid-19 e 442 mortes decorrentes de complicações associadas à doença. Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde dessa terça-feira (26/10).

Soma - Com os novos números, a soma de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 21.748.984.

Acompanhamento - Ainda há 198.651 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Vidas perdidas - Acrescidos os novos registros do balanço do Ministério da Saúde, o total de vidas perdidas para a covid-19 alcançou 606.246.

Recuperadas - Até essa terça-feira (25/10), 20.944.087 pessoas se recuperaram da covid-19.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana ou feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizados.

Vacinação - No total, até o início da noite desta terça-feira o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 270 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 153,8 milhões como primeira dose e 116,1 milhões como segunda dose e dose única.

Aplicadas - Foram aplicadas 6,1 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 320 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Paraná registra mais 1.655 casos e 68 óbitos pela Covid-19

saude II 27 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa terça-feira (26/10) mais 1.655 casos e 68 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.541.967 casos e 40.140 óbitos pela doença.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de outubro (1002), setembro (326), agosto (138), julho (62), junho (62), maio (54), abril (1), março (4), fevereiro (1) e janeiro (1) de 2021 e de novembro (2) e outubro (2) de 2020. Os óbitos são de outubro (45), setembro (4), agosto (1), junho (2), maio (1), abril (2), março (5) e fevereiro (2) de 2021 e de dezembro (2), novembro (2), setembro (1) e agosto (1) de 2020.

Internados - 389 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 313 em leitos SUS (192 em UTI e 121 em clínicos/enfermaria) e 76 em leitos da rede particular (41 em UTI e 35 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.035 pacientes internados, 601 em leitos UTI e 434 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 68 pacientes. São 29 mulheres e 39 homens, com idades que variam de 38 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 7 de agosto de 2020 e 25 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (16), Ponta Grossa (8), Londrina (7), Cambé (3), Tibagi (2), Marechal Cândido Rondon (2), Foz do Iguaçu (2), Colorado (2), Cascavel (2) e Assis Chateaubriand (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, São Miguel do Iguaçu, São José dos Pinhais, Santo Antônio do Caiuá, Santo Antônio da Platina, Salto do Lontra, Rolândia, Rebouças, Prudentópolis, Pontal do Paraná, Pato Branco, Palotina, Mandaguari, Jaguapitã, Ibiporã, Corbélia, Colombo, Campo Mourão, Campo Largo, Bandeirantes, Ampére e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.172 casos de não residentes – 217 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os relatórios de Exclusões e de Correções de municípios.

 

SAÚDE III: Informe semanal da dengue totaliza 301 casos da doença no Paraná

saude III 27 10 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa terça-feira (26/10) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 301 casos confirmados no Paraná. São 15 casos a mais que no boletim anterior. Os dados são do 10º Informe Epidemiológico da dengue, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Municípios - Os novos casos confirmados foram registrados em Londrina (6), Foz do Iguaçu (3), Colorado (2), Mandaguaçu (1), Paraíso do Norte (1), Pérola (1) e Roncador (1).

Investigação - Há ainda 1.785 casos em investigação, e 244 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 6.035 para 6.736. O Estado não registrou nenhuma morte neste período.

Ocorrência - “Estamos entrando no período da ocorrência de casos de dengue. Por isso, além das medidas já conhecidas para prevenção e evitar a proliferação, é importante que a população, ao ter sintomas como febre alta de início súbito, acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo, manchas avermelhadas pelo corpo, mal-estar, procure orientação médica”, alerta o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Pronto atendimento - Segundo ele, nos casos que evoluírem com dor abdominal forte, vômitos, tontura, sangramentos ou manchas roxas na pele, é preciso procurar serviços de pronto atendimento. “Importante evitar a automedicação, pois há remédios contraindicados em caso de dengue”, acrescentou.

Diagnóstico diferencial - “Como várias doenças possuem sintomas semelhantes, cabe aos serviços de saúde o diagnóstico diferencial entre elas, principalmente neste momento da ainda presente pandemia da Covid-19”, enfatizou o médico da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores, Eneas Cordeiro de Souza Filho. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

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