Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5187 | 29 de Outubro de 2021

ENCONTRO ESTADUAL: Evento de 2021 será realizado em parceria com o BRDE

encontro estadual 29 10 2021Nessa quinta-feira (28/10), durante audiência com o vice-governador Darci Piana, no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, entregou convite para que o governador Ratinho Junior e seu vice participem da abertura do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, que será realizado no dia 3 de dezembro.

Parceria - Pelo segundo ano consecutivo, este tradicional evento ocorrerá de forma on-line devido à pandemia da Covid-19 e será transmitido ao vivo pela internet e emissoras abertas de TV. A novidade é que ele acontecerá em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que neste ano completa 60 anos de existência e a Ocepar 50 anos.

BRDE - “O Sistema Ocepar e o BRDE sempre estiveram sintonizados em prol da causa cooperativista. Hoje, passadas seis décadas de história, o banco continua sendo a mola propulsora do desenvolvimento econômico da região sul do Brasil, em especial às cooperativas. Por isso, decidimos pela realização deste evento de encerramento de 2021 de forma conjunta, para mostramos o que essas duas entidades representam para o desenvolvimento do Paraná”, frisou. O evento será realizado no Palacete do Leões, espaço cultural localizado junto à sede do banco, em Curitiba, construído no ano de 1902 e que pertenceu à família Leão, formada por empresários de destaque do ciclo da erva-mate e fundadores da indústria Matte Leão.

Evento - O Encontro Estadual acontecerá das 9 às 11 horas do dia 3 de dezembro, de forma virtual e será transmitido ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, canal do Sistema Ocepar no Youtube. O evento contará com a presença da diretoria do Sistema Ocepar e do BRDE, do governador Ratinho Júnior e seu vice, Darci Piana, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano. Já o economista, professor, autor de vários livros, Eduardo Giannetti da Fonseca, apresentará uma palestra.

 

IBGE: Instituto realiza testes para o Censo 2022 em todos os estados; no Paraná será em Jardim Olinda

ibge 29 10 2021Dando continuidade aos preparativos do Censo 2022, que ocorrerá nos meses de junho a agosto do próximo ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará, durante todo o mês de novembro e parte do mês de dezembro, um teste nacional para verificar os sistemas de coleta, os equipamentos, a abordagem ao informante e os protocolos de prevenção à Covid-19 que serão utilizados no Censo 2022. Foram escolhidas localidades (bairros, distritos, municípios ou comunidades), nas 27 unidades da federação, que serão percorridas por cerca de 250 recenseadores.

Paraná - No Paraná, o teste será realizado em Jardim Olinda, noroeste do Estado, a 540 quilômetros da capital. O presidente do IBGE, Eduardo Rios Neto, participará do evento de lançamento do teste no município, no dia 4 de novembro, às 10 horas, na Câmara de Vereadores. Também estarão presentes o chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, além de autoridades locais e gerentes do IBGE no Estado. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, foi convidado a participar da solenidade.

Equipe - Em Jardim Olinda, serão 4 recenseadores percorrendo 4 setores censitários. Os testes incluem todas as etapas do Censo, desde o treinamento dos recenseadores, montagem do posto de coleta, pesquisa do entorno, modelo misto de coleta, mobilização dos moradores e comunicação com a mídia.

Coleta - Durante o teste nacional, haverá coleta tanto em bairros de capitais – como em Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Salvador (BA) – quanto em localidades mais afastadas – como a comunidade ribeirinha de Novo Remanso, a 200 km de Manaus (AM), ou o município de Tigrinhos, a nove horas de carro de Florianópolis (SC). Já em São Paulo, o teste será no bairro Prosperidade, no município de São Caetano do Sul, com a presença do diretor de Pesquisas, Cimar Azeredo.

Protocolos - Para garantir a segurança dos recenseadores e dos moradores durante os testes, as equipes do IBGE vão trabalhar seguindo todos os protocolos contra a Covid-19, como o uso de máscara e higienização das mãos e equipamentos com álcool em gel.

Uniformizados - Os recenseadores vão trabalhar uniformizados, com boné, colete e bolsa azuis com a logomarca do IBGE. No colete, há também o crachá de identificação, contendo a foto e os números de matrícula e identidade do entrevistador. Eles vão utilizar um DMC de cor azul, semelhante a um smartphone, para coleta das informações. Os moradores podem verificar a identidade de todos os entrevistadores do IBGE através do site respondendo.ibge.gov.br ou do telefone 0800 721 8181. Como ocorre em todas as pesquisas do IBGE, as informações prestadas pelos moradores aos recenseadores são confidenciais e o sigilo é garantido. (Com informações da Assessoria de Imprensa do IBGE)

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 29 10 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (29/10), o Informe Semanal referente ao período de 25 a 29 de outubro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

ICMS para produtos de cooperativas - Um dos destaques do boletim desta semana é a publicação do Decreto Estadual nº 9.207/2021, prorrogando até 31 de dezembro de 2024 a manutenção dos créditos presumidos do ICMS para itens produzidos pelas cooperativas. A medida, publicada atendendo ao pleito encaminhado pelo Sistema Ocepar ao governo do Estado, é um importante instrumento para a competitividade dos produtos de cooperativas

Visita técnica - O informativo destaca ainda que estão ocorrendo, entre os dias 27 e 29 de outubro, as visitas técnicas da Caravana do Leite nos municípios paranaenses de Carambeí, Tibagi, Castro, Arapoti e Piraí do Sul, com a participação de membros da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. Os parlamentares Aline Sleutjes, Celso Maldaner, Evair Viera de Melo e Nelson Barbudo estão coletando subsídios e informações sobre o setor leiteiro em propriedades e cooperativas da região. O Sistema Ocepar, representado pelo diretor Frans Borg, e pelo superintendente, Robson Mafioletti, tem acompanhado a programação.

Incentivo a serviços ambientais - O boletim traz ainda informações sobre a Portaria nº 487, de 26 de outubro de 2021, do Ministério do Meio Ambiente, que institui, no âmbito do Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais Floresta+, a modalidade Floresta+Agro, que prevê o pagamento por ações de conservação ambiental relacionadas às cadeias produtivas da agropecuária. De acordo com a proposta, produtores rurais poderão cadastrar projetos de melhoria, recuperação, monitoramento e conservação da vegetação nativa em áreas de reserva legal ou preservação permanente, em todos os biomas.

Mais - Também em destaque a aprovação, pelo plenário da Câmara dos Deputados, do PL 11.276/2018, que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, e do PL 3.128/2019, pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, que regulamenta o uso de madeira de árvores mortas ou naturalmente tombadas, condicionando o seu aproveitamento à aprovação de plano de manejo florestal sustentável (PMSF). Já no Senado Federal, foi constituída uma comissão temporária externa para analisar as causas e efeitos da atual crise hidroenergética do Brasil.

Paraná - Na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), começou a tramitar o projeto de lei que faculta o uso máscaras em ambientes abertos, sem aglomeração de pessoas, como vias públicas, parques, praças e outros ambientes a céu aberto. A proposta objetiva a flexibilização do uso de máscaras tendo em vista o avanço da vacinação e a queda no número de infectados no Estado.

Áudio - Ouça aqui o áudio sobre o Informe da Coordenação de Relações Parlamentares, produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio PR Cooperativo. 

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COMISSÃO GERAL: OCB defende que Brasil seja reconhecido por ações ambientais positivas

comissao geral 29 10 2021A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou, na terça-feira (26/10), de Comissão Geral realizada pela Câmara dos Deputados para debater e propor ações e estratégias para o governo brasileiro apresentar na 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26. O evento será realizado em Glasgow, na Escócia, de 1º a 12 de novembro.

Reconhecimento - Leonardo Papp, consultor ambiental que representou a OCB e a Comissão Ambiental do Instituto Pensar Agro (IPA) durante a Comissão Geral, defendeu que o Brasil admita que ainda tem deveres e compromissos a serem assumidos e concretizados de forma adequada, mas que o país também deve demandar um efetivo reconhecimento pelas ações positivas que vem desenvolvendo em prol do meio ambiente.

Bons exemplos - “Temos bons exemplos em andamento e, por isso, acreditamos que deva ser realmente levado em consideração o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Reconhecemos que é nosso papel assumir e nos comprometer com as demais nações, mas, ao mesmo tempo, demandar dos outros países, especialmente os desenvolvidos e que emitem gases causadores de mudanças do clima há mais tempo, que também façam o seu papel, não apenas no discurso, mas de maneira efetiva, inclusive com instrumentos de apoio a países como um todo”, afirmou Papp.

Exemplos - A matriz energética e o Programa ABC+ foram citados pelo consultor como exemplos de trabalhos positivos desenvolvidos pelo Brasil. “Em relação a outros países desenvolvidos, nossa matriz energética nos coloca em uma posição bastante privilegiada, fruto de um trabalho estrutura já há muitas décadas. É uma matriz mais limpa, um ativo que precisa ser reconhecido. Da mesma forma, a integração de instrumentos de financiamento agropecuário ou de crédito rural, com medidas de sustentabilidade oferecidos pelo Programa ABC+ também é são iniciativas que devem servir de exemplo para os demais países também”, destacou.

Deveres e compromissos - Ainda segundo o consultor, entre os deveres e compromissos que o Brasil precisa assumir desponta, principalmente, os que têm relação com o desmatamento ilegal. “Não é apenas uma questão de imagem, mas sim uma das nossas grandes missões. Precisamos, no entanto, fazer essa discussão de maneira abrangente e complexa como ela, de fato, o é. E, para isso, primeiro, é preciso reconhecer que medidas de comando e controle são indispensáveis e imprescindíveis”.

Transparência - Por outro lado, Papp ressaltou que aprofundar nas medidas de fiscalização e punição é apenas uma parte do encaminhamento do problema. Para ele, é necessário ter também mecanismos de maior transparência para destacar melhor o desmatamento legal, do irregular e do ilegal. “Essa é uma medida importante para que possamos destinar as medidas de comando e controle de maneira mais efetiva para aqueles que, na prática, adotam ações completamente contrárias à legislação”, acrescentou.

Titulação de terra - Mais um ponto destacado pelo consultor diz respeito às titulações de terra, uma vez que com a titularidade, é mais fácil identificar responsabilidades. Para ele, o desmatamento ilegal também precisa ser visto como um problema socioeconômico. “Trata-se de uma questão ambiental, mas também social, uma vez que há pessoas cujas necessidades e dignidade também devem ser consideradas, especialmente quando tratamos de medidas relacionadas ao combate do desmatamento ilegal”.

União - O deputado Zé Vitor (PL-MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), ressaltou que a COP-26 é um evento que deve ser considerado um momento de união. “Não podemos ir ao evento para atacar o governo, mas sim unidos a favor do Brasil. Iremos buscar de modo responsável atitudes que possam mudar a vida das pessoas e garantir um clima equilibrado. Somos uma potência verde e a COP tem tudo a ver com o Brasil”.

Importância - Já o deputado Zé Silva (SD-MG), também membro da Frencoop, pontuou que o Brasil precisa ter consciência que as conferências internacionais são importantes para negociar resultados e programas concretos para a obtenção de credibilidade junto ao resto do mundo. “Pela relevância que o Brasil possui, a cobrança é ainda mais rigorosa. Espera-se de nós uma produção de alimentos 40% maior para o futuro, com equilíbrio e sustentabilidade”, afirmou.

Momento importante - Coordenador do ramo crédito na Frencoop, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) disse que é fundamental destacar o momento importante que o setor produtivo brasileiro vive e a atuação do Parlamento em relação aos projetos aprovados que beneficiam o agro. “Quando conseguimos aprovar o pagamento por serviços ambientais (PSA) foi uma grande vitória e, agora, temos outro desafio que é pautar o PL 528/2021, que regulamenta o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE) que, sendo aprovado, poderá ser apresentado na COP-26”.

Posicionamento - ​O cooperativismo defende a proteção do meio ambiente e a produção sustentável. Nesse contexto, em seu posicionamento, a OCB se dispõe a indicar, acompanhar e contribuir no debate e implementação de temas cada vez mais estratégicos e necessários para a atuação do poder público brasileiro e dos organismos internacionais. Para tanto, a OCB propõe quatro eixos estratégicos para o Brasil na COP-26, sendo eles: posicionamento firme pelo desmatamento ilegal zero e pela economia de baixo carbono; fomento ao cooperativismo como arranjo produtivo sustentável; efetivação da Política de Pagamento por Serviços Ambientais e de Títulos Verdes; e imagem do agro sustentável e como ferramenta do combate à fome. (OCB)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 29 10 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise econômica- A análise econômica desta semana nos mostra como ações humanas são capazes de influenciar nas questões climáticas e ambientais. De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o aquecimento do planeta já atingiu 1,2 graus Celsius e projeta-se que esse valor ultrapasse 1,5 nos próximos 20 anos. As principais medidas a serem tomadas para reverter esse cenário serão debatidas pelos líderes mundiais entre os dias 31/10 e 12/11 na COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). E o cooperativismo, que sempre foi comprometido com as pautas ambientais, segue investido cada vez mais em sustentabilidade. Confira nesta edição os principais temas que serão abordados na COP26 e as iniciativas das coops alinhadas à promoção de um mundo mais sustentável!

Acesse a Análise Econômica

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

OCB defende que o país seja reconhecido por ações ambientais - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou, na terça-feira (26/10), de Comissão Geral realizada pela Câmara dos Deputados para debater e propor ações e estratégias para o governo brasileiro apresentar na 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26. O evento será realizado em Glasgow, na Escócia, de 1º a 12 de novembro.

Leia mais!

Comissão de Agricultura debate falta de fertilizantes - A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados promoveu, na sexta-feira passada (22/10), audiência pública para discutir a falta de insumos para o plantio da safra 2021/2022. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), além de representantes de outras entidades de classe do agronegócio, foram ouvidas durante o evento.

Confira!

Governo Federal lança o Programa Crescimento Verde - O governo brasileiro lançou, na segunda-feira (25/10), o Programa Nacional de Crescimento Verde. A ideia é oferecer financiamentos e subsídios para incentivar projetos e atividades econômicas sustentáveis, priorizar concessão de licenças ambientais e gerar os chamados empregos verdes. Com o pacote de incentivos, o objetivo é neutralizar a emissão de carbono pelo país até 2050.

Leia mais!

Clique aqui e confira o Panorama Coop em versão digital

 

SICOOB: Atuação entre o público infanto-juvenil é fortalecida

sicoob 29 10 2021Para ampliar o conhecimento sobre o cooperativismo nos quatro cantos do país e fortalecer conceitos de colaboração e união na juventude, o Sicoob conta com diversos projetos voltados para crianças e adolescentes, coordenados pelo Instituto Sicoob.

Cooperativa Mirim - Um deles chama-se Cooperativa Mirim, um programa que incentiva e apoia a formação de cooperativas em escolas públicas, privadas e demais instituições de atendimento a crianças e adolescentes na faixa etária entre 8 e 17 anos. Atualmente, são 24 cooperativas mirins em operação, somando 901 cooperados nos estados do Paraná, Espírito Santo e Pará.

Mensagens de solidariedade - "O grande objetivo é perpetuar as mensagens de solidariedade que o Sicoob tem como alicerces para esses jovens, ajudando na criação de cidadãos conscientes e responsáveis", diz Luiz Edson Feltrim, superintendente do Instituto Sicoob.

Empreendedorismo - Reconhecido e premiado por estimular o cooperativismo, o programa também incentiva o empreendedorismo e os integrantes passam a vivenciar na prática os benefícios do exercício dos princípios do cooperativismo.

Concurso Cultural - Para difundir ainda mais o conceito do cooperativismo, outro programa de destaque é o Concurso Cultural. Na edição deste ano, com o tema "Cooperativismo, uma forma de viver", mais de 77 mil estudantes dos 3º e 5º anos do Ensino Fundamental I de escolas convidadas das redes pública e privada e de cooperativas escolares de todo o Brasil foram inscritos no projeto, que tem como principal objetivo incentivar o debate sobre o cooperativismo e fortalecer o conceito de cooperação como lição de vida.

Live - Outros diversos eventos são realizados ao longo do ano para este público: nesta sexta-feira (29/10), por exemplo, o Sicoob faz uma live para apresentar o cooperativismo ao público infantil em comemoração ao Mês das Crianças. Participam da ação Jean Singel e Richard Rebelo, da Escola de Criatividade, e a Banda Mais Bonita da Cidade.

SERVIÇO

Live "Eventos dos Cooperados Mirins"

Sexta-feira (29/10), a partir das 16 horas

Canal oficial do Sicoob

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse o site oficial para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa promove encontro com cooperadas para falar sobre Outubro Rosa

Outubro é o mês de conscientização, que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e, mais recentemente, sobre o câncer de colo do útero.

Ações - Durante o mês, diversas instituições promovem ações para abordar o tema. No Sicoob Metropolitano não foi diferente. No último dia 22, a agência de Pitanga (PR) realizou um encontro com cooperadas, parceiras e representantes de entidades da região para debater o assunto.

Bate-papo - Com toda a segurança e medidas de saúde que o momento pede, a palestrante, Ana Paula Becher Veiga, que é enfermaria obstetra e atua na área da saúde da mulher há mais de 20 anos, falou às convidadas sobre a importância de cuidados com a saúde e prevenção da doença. Após o bate-papo, os presentes puderam tirar dúvidas.

Riqueza - “Aprendemos que nosso corpo é nossa maior riqueza. O simples ato da observação ao funcionamento do corpo pode salvar sua vida. Parabéns ao Sicoob pela iniciativa", afirma a cooperada, Reni Avanira de Souza Zampier.

Autoridades - Na ocasião, participaram também várias autoridades do município como a secretária de Saúde, Jessica Patricia Oliveira, e a diretora do Núcleo de Educação, Angela Maria Danilo Brandalise.

Espaço do Cooperado - Além da palestra, aproveitando o Outubro Rosa, a cooperativa disponibilizou o Espaço do Cooperado para duas associadas compartilharem produtos como lingerie e artes.

Violino - Para tornar o momento ainda mais especial, o colaborador da agência, de forma voluntária, emocionou as convidadas tocando violino. Adicionalmente, colaboradores falaram das oportunidades e vantagens dos produtos Seguro Vida Mulher e Consórcio de serviços para que as cooperadas se previnam e planejem sonhos. (Imprensa Sicoob Unicoob)

{vsig}2021/noticias/10/29/sicoob_metropolitano/{/vsig}

COMÉRCIO EXTERIOR: Volume de carga movimentada em contêineres aumenta 13% no Porto de Paranaguá em 2021

comercio exterior 29 10 2021O volume de produtos importados e exportados em contêineres cresceu 13% no Porto de Paranaguá neste ano. De janeiro a setembro de 2021, foram movimentadas 8.908.358 toneladas de carga em 704.474 TEUs (unidade do contêiner de 20 pés). No mesmo período do ano passado foram 7.861.213 toneladas em 675.808 TEUs.

Aumentos consecutivos - “Temos aqui no Porto de Paranaguá um terminal de contêineres que registra aumentos consecutivos, mês a mês”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Mais cargas e investimentos - Segundo o executivo, apesar das operações de contêineres serem privadas, a empresa pública atua alinhada com o objetivo de trazer mais cargas e investimentos à cidade e ao Porto de Paranaguá. “Esse trabalho conjunto faz com que os resultados sejam garantidos nos números que se apresentam”, completa.

Condições - A Portos do Paraná dá ao terminal todas as condições – seja na coordenação das operações, seja na infraestrutura, principalmente marítima, com a dragagem de manutenção permanente e a obra de derrocagem – para que tenham segurança em prospectar.

Protagonismo - “O aumento consecutivo no número de cargas movimentadas pelo terminal de contêineres mostra o protagonismo de Paranaguá no comércio exterior e é um reflexo do trabalho feito em conjunto entre a TCP e as autoridades portuárias para garantir a confiabilidade no embarque e desembarque, a disponibilidade de janelas de atracação e alta produtividade”, ressalta Thomas Lima, diretor Institucional e Comercial da TCP, que opera o terminal.

Números - Segundo o balanço até setembro, no sentido exportação foram 4.741.624.470 toneladas de carga movimentadas em contêineres. Na importação foram 3.999.533.128 toneladas.

Carne de aves - A carne de aves congeladas representa 36% de todo o volume de carga exportada em contêineres pelo Porto de Paranaguá. Também se destacam os volumes de madeira (709.137 toneladas, 17% do total), celulose (266.676 toneladas, 7%) e papel (234.937 toneladas, 6%).

Importações - Nas importações de cargas conteinerizadas, os fertilizantes respondem por 11% do total, com 345.642 toneladas, seguidos por plástico (266.493 toneladas, 9% do total), outros produtos químicos orgânicos (170.279 toneladas, 6%) e equipamentos elétricos (140.391 toneladas, 5%). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

SEAB/DERAL: Paraná deverá produzir 25,37 milhões de toneladas de grãos na safra de verão

seab deral 29 10 2021O Paraná produzirá 25,37 milhões de toneladas de grãos na safra de verão 2021/2022, em uma área de 6,2 milhões de hectares. Se as estimativas se confirmarem, o volume será 9% superior ao atingido na safra passada, enquanto a área é 1% maior. Os dados são do relatório mensal divulgado nessa quinta-feira (28/10) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Soja - Segundo o relatório, destaca-se o crescimento da área da soja, que deve ser de 5,62 milhões de hectares, 1% a mais do que no ciclo 2020/2021, quando foi de 5,59 milhões. A produção esperada é de 20,8 milhões de toneladas, 6% superior ao total colhido na safra 2020/2021. O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, avalia que, até o momento, a safra está correndo bem. “Temia-se pelo La Ninã, mas veio um regime de chuvas mais intenso durante o mês de outubro, e já temos mais de 60% da área de soja semeada, um índice satisfatório se comparado aos anos anteriores”.

Reta final - Tanto o milho quanto o feijão da primeira safra estão na reta final da semeadura, com respectivamente 93% e 88% da área plantada. As perspectivas para a primeira safra de feijão indicam redução de 9% na área de plantio na comparação com a safra 2020/2021. “Ainda assim, a produção deve crescer 7% e somar 274,5 mil toneladas”, analisa o chefe do Deral, Salatiel Turra.

Quadro satisfatório - De modo geral, a safra paranaense tem um quadro satisfatório para as condições atuais, na avaliação do secretário Ortigara. “Grande parte das lavouras se apresenta em boas condições, ainda que as adversidades climáticas da última semana tenham prejudicado algumas áreas, que terão que ser replantadas, infelizmente trazendo custos para os nossos produtores”, afirma.

Cereais de inverno - O relatório também traz informações sobre os cereais de inverno do ciclo 2020/2021. A estimativa de produção mostra uma perda de 289 mil toneladas de trigo em relação ao relatório do mês passado, que previa volume de 3,5 milhões de toneladas. Agora, estima-se uma produção de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas.

Milho primeira safra - O plantio da primeira safra de milho 2021/2022 praticamente encerrou nesta semana, chegando a 93% da área estimada em 423,7 mil hectares - 14% superior à do ciclo passado. A estimativa é de que sejam produzidas 4,1 milhões de toneladas. Se o número se confirmar, representa 33% a mais do que o colhido na safra anterior.

Preços - Os preços recebidos pelos produtores pela saca de 60 kg estão acima de R$ 83,00, valor 38% maior do que a média de outubro do ano passado. “Nos últimos 90 dias, observou-se uma queda constante nos preços. Entretanto, a tendência ainda é que os valores mantenham-se em patamares elevados, pois o dólar continua alto, a demanda pelo cereal continua aquecida e a produção nacional ainda tem certo grau de incerteza”, explica o analista de milho do Deral, Edmar Gervásio. Na somatória da primeira e segunda safra, o Departamento estima que o Paraná recupere a produção frustrada do ciclo anterior e produza entre 15 e 18 milhões de toneladas.

Plantio - O plantio da soja evoluiu de forma consistente e nesta semana chegou a 60% da área total, com 96% das lavouras em boas condições. Segundo o Deral, a produção de soja deve chegar a 20,8 milhões de toneladas na safra 2021/2022, 5% a mais do que no ciclo passado. Já a área é estimada em 5,6 milhões de hectares, 1% superior.

Rentabilidade - Destaca-se ainda a alta rentabilidade da cultura, segundo Edmar Gervásio. Nos últimos quatro anos, o aumento médio (anual) do preço recebido pelos produtores pela saca de 60kg de soja foi de 28,41%, enquanto os custos de produção subiram apenas 3,8%. A margem de lucro bruta, que era de 97% em 2018, saltou para 286% neste ano. “Do ponto de vista econômico, poucas atividades conseguiram tamanha rentabilidade”, diz o técnico.

Valor médio - Na última semana, os produtores receberam, em média, R$ 153,00 pela saca de 60 kg. Em outubro do ano passado, o preço médio era de R$ 141,00. Com expectativa de mais valorização dos preços, os produtores de soja frearam a comercialização, cujo índice é de 8% até o momento, bem abaixo da média para o período, de aproximadamente 40%.

Feijão primeira safra - Os dados do Deral para a safra das águas 2021/2022 no Paraná indicam uma área de 139,2 mil hectares, 9% inferior à da safra 2020/2021, e produção de 274,5 mil toneladas, 7% maior. A produtividade esperada é de 1.973 kg por hectare.

Umidade do solo - A umidade no solo favoreceu o plantio, que chegou, nesta semana, a 88% da área total. “No entanto, as chuvas constantes em praticamente todo o Estado em outubro, somadas à falta de precipitações em meses anteriores, reduziram um pouco a qualidade das lavouras”, explica o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Alberto Salvador. Neste momento, 91% da área plantada está em boas condições e 9% em condições médias. No mês passado, cerca de 98% estavam em boas condições.

Frutificação - Segundo Salvador, as lavouras nas regiões de Francisco Beltrão e Guarapuava estão em fase de frutificação, o que as coloca em vantagem na colheita. Não há relatos sistematizados de perdas nessa cultura até o momento devido às adversidades climáticas.

Aquisição - Na última semana, o preço médio recebido pelos produtores foi de R$ 261,21 pela saca de 60 kg para o feijão-cores e R$ 224,08 pelo feijão-preto. O recuo dos valores para o feijão tipo cores pode ser explicado pela expressiva queda da demanda varejista, levando o setor a ser mais cauteloso nas aquisições.

Arroz - A expectativa para a safra 2021/2022 é de que o Paraná produza 145,8 mil toneladas de arroz irrigado - volume 1% menor na comparação com a safra passada - em uma área de 19,4 mil hectares, 6% maior, segundo o economista do Deral, Methodio Groxko. A produção de arroz de sequeiro deve chegar a 5,1 mil toneladas, 1% menor, em uma área de 2,5 mil hectares - redução de 6% na comparação com o ciclo anterior.

Mandioca - De acordo com Groxko, a cultura da mandioca passou por um período de turbulência no ano passado. A seca atrasou a colheita da safra 2020/2021, e a pandemia afetou a comercialização da fécula, com as restrições impostas no processo produtivo. Agora, a flexibilização das restrições impactam positivamente a reação dos preços. A tonelada da fécula tem sido vendida, em média, por R$ 508,00, valor que dá boa rentabilidade ao agricultor.

Produção - Para a safra 2021/2022, estima-se a produção de 2,85 milhões de toneladas, 12% a menos do que na safra passada, quando foram produzidas 3,23 milhões de toneladas. A previsão é de uma área 10% menor, chegando a 124,7 mil hectares. De acordo com o economista do Deral, o aumento dos custos de produção da cultura é o principal responsável pela redução.

Trigo - A colheita do trigo chegou a 82% da área nesta semana. A seca levou à redução de 289 mil toneladas na estimativa de produção. Se no mês passado esperava-se que o Paraná produzisse 3,5 milhões de toneladas de trigo, o relatório de outubro aponta para uma produção de 3,2 milhões de toneladas. Em relação ao potencial inicial, a quebra é de 19%. Já a área deve ser 7% superior à do ciclo passado e somar 1,21 milhão de hectares.

Importação - “Isso significa que o Brasil terá que importar um volume maior para suprir suas necessidades, em um momento de alta volatilidade do dólar e de preços internacionais que se mantêm em patamares mais altos do que nos últimos sete anos”, diz o agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho. A comercialização atingiu o índice de 39%, contra 47% no mesmo período do ano passado.

Cevada - Cerca de 30% da área total de cevada no Estado está colhida nesta semana. Cerca de 79% das lavouras estão em boas condições, e 20% em condições medianas. A colheita na região de Guarapuava, principal produtora do Estado, atrasou um pouco devido às chuvas, e corresponde a 10% da área da região. A qualidade do grão, que ainda está satisfatória neste início de colheita, vai depender das condições climáticas nos próximos dias. Algumas áreas foram afetadas por chuvas e granizo no último mês, mas a produção estimada se mantém em 319,9 mil toneladas na safra 2020/2021 - 18% a mais do que o produzido na safra 2019/2021 -, em uma área de 76 mil toneladas, 19% superior ao ciclo anterior.

Campos Gerais - Na região de Ponta Grossa, 70% da área está colhida. Embora a produtividade tenha sido boa, a qualidade do grão caiu. Aproximadamente 50% da produção não atingiu a classificação para malte, segundo levantamento dos técnicos do Deral. “Esses grãos provavelmente vão virar ração, porque não estão no padrão cervejeiro. Com as chuvas das duas últimas semanas, a umidade foi muito alta”, explica o agrônomo do Deral, Rogério Nogueira.

Boletim Agropecuário - O Deral também divulgou nessa quinta-feira (28/10) mais um Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, relativo à semana de 22 a 28 de outubro. Além de destacar os números das principais culturas do Estado, o documento traz informações sobre apicultura. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Paraná é responsável por 15,2% da produção nacional. O boletim também informa sobre a produção de ovos, com números sobre o consumo per capita e exportações; e pecuária de corte - com análise das variações de preço da arroba bovina. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

SINAFLOR: Paraná é o estado com maior transparência de dados sobre produtos florestais, aponta Ibama

sinaflor 29 10 2021O Paraná é líder na utilização do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor). A constatação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) foi feita durante a live “Supressão Vegetal – Aspectos Legais” na noite de quarta-feira (27/10).

Controle da origem - O Sinaflor reúne o controle da origem da madeira, do carvão e de outros produtos ou subprodutos florestais, sob coordenação, fiscalização e regulamentação do Ibama. A liderança na utilização do sistema indica a transparência do Governo do Estado nas movimentações dos produtos florestais.

Licenciamentos - O Instituto Água e Terra (IAT) é o órgão gestor responsável pelos licenciamentos dos empreendimentos no Paraná. O diretor de Licenciamento e Outorga, José Volnei Bisognin, que representou o Estado no encontro virtual, afirmou que o sistema é bastante complexo e que para sua utilização todos os servidores passaram por capacitação.

Treinamentos - “Fizemos treinamento com o nosso próprio corpo técnico, consultores e agora estamos com os municípios para que saibam acessar e informar os dados dentro do sistema”, disse.

Objetivo - O objetivo do sistema é melhorar o nível de controle de origem, rastreando desde as autorizações de exploração até seu transporte, armazenamento, industrialização e exportação. Todos os estados do País devem usar o Sinaflor desde 2018, de maneira gradual, para emitir autorizações de exploração e comercialização desses produtos.

Modificações - O Paraná também contribuiu para modificações realizadas no sistema nacional, com a apresentação de 31 propostas para melhorar o cadastro das informações por parte dos técnicos do IAT e municípios.

Fundamental - Para o coordenador-geral do Uso da Biodiversidade e Comércio Exterior (CGMoc) do Ibama, Rafael Macedo, a utilização do Sinaflor é fundamental. “A liderança demonstra um engajamento tanto do órgão de controle do Paraná como dos requerentes no uso do sistema”, afirmou.

Sinaflor - O sistema foi criado para controle das atividades florestais, empreendimentos de base florestal e processos correlatos por parte do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

Informações - Ele integra informações de imóveis rurais (provenientes do Sistema de Cadastro Ambiental Rural - Sicar e Ato Declaratório Ambiental - ADA), de autorizações de exploração e de transporte e armazenamento de produtos florestais (Documento de Origem Florestal – DOF).

Cadastro - Devem ser cadastradas no sistema as solicitações de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), Uso Alternativo do Solo (UAS), Exploração de Floresta Plantada (EFP), Autorização de Supressão de Vegetação (ASV), Corte de Árvore Isolada (CAI), Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) e Reposição Florestal.

Declarações - De 2018 a 2020 existiam 1.998 declarações emitidas pelo Paraná. Neste ano foram 2.926 autorizações. Há 6.323 empreendimentos ativos no sistema.

Live - A Live “Supressão Vegetal – Aspectos Legais" foi promovida pela Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF). Também palestraram Alessandro Panasolo, da empresa De Paola & Panasolo Sociedade de Advogados, e Ramiro Martins Costa, do Ibama. É possível assistir novamente AQUI. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

SUSTENTABILIDADE: Brasil apresenta técnicas produtivas sustentáveis em conferência na Dinamarca

sustentabilidade 29 10 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participou, nessa quinta-feira (28/10), do seminário “A contribuição do Brasil e da Dinamarca para o Desafio da Oferta Alimentar Sustentável”, em Copenhague. O evento é organizado pela Embaixada do Brasil na Dinamarca, com o apoio da Apex-Brasil, do Danish Agriculture and Food Council e do Danish Grain and Feed e contou com a participação de autoridades, empresários, investidores e acadêmicos.

Boas práticas - O secretário de Inovação, Desenvolvimento Regional e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, destacou as boas práticas brasileiras voltadas para a sustentabilidade ambiental do setor agropecuário. Segundo ele, o mundo precisa frear o aumento da temperatura, mas conciliando com a produção de alimentos para os 2 bilhões a mais de pessoas que virão ao mundo até 2050.

Baixa emissão - “Precisamos fazer isso por meio de uma agricultura com baixíssima emissão de gases de efeito estufa, e a agricultura brasileira pode contribuir de modo decisivo para isso. O Brasil produz hoje 1 bilhão de toneladas em alimentos, fibras e bioenergia. Isso permite ao país contribuir com a alimentação de 1,5 bilhão de pessoas, enviando nossos produtos para exatos 193 países. Estamos fazendo isso com base em um processo produtivo que é descarbonizante”.

Descarbonização - Além de descarbonizar a agricultura, o Brasil tem espaço para expandi-la sobre áreas de pastagens degradadas, sem a necessidade de desmatar os principais biomas. Nos últimos 10 anos, foram revigorados 27 milhões de hectares de pastagens e para os próximos 10 anos a meta é recuperar mais 30 milhões.

ABC - Fernando Camargo apresentou os resultados do Plano de Agricultura de Baixo Carbono, o ABC, lançado há 10 anos, bem como as metas para a próxima década, com a inclusão de novas tecnologias como a utilização de novos bioinsumos, a utilização da irrigação e a terminação intensiva de animais.

Ciência - Ele lembrou que a agricultura brasileira é baseada em ciência e na adaptação ao calor tropical e disse que o Brasil fez uma revolução verde na produção de alimentos nos últimos 50 anos, superando seu problema de segurança alimentar e se tornando um grande provedor de alimentos ao mundo. “Nossa produtividade aumentou 456% e a área agrícola apenas 55% nos últimos 50 anos. Fizemos tudo isso, preservando 66% do território original brasileiro.

Inovação e inclusão - O presidente da Embrapa, Celso Moretti, também participou do seminário, falando sobre ciência e inovação para uma agricultura mais sustentável. Moretti apresentou dados para mostrar que, usando tecnologia, o Brasil pode dobrar a produção sem promover desmatamento.

Uso da área - O Brasil usa atualmente 7,6% de sua área para a produção agrícola e, com técnicas como o Plantio Direto, realiza até três safras ao ano. São 70 milhões de hectares de área cultivada e 90 milhões de hectares de pastagens degradadas, que estão basicamente no Nordeste e no Centro do país, fora do bioma Amazônico. “Usando tecnologia, vamos transformar essas áreas em terras cultiváveis. Podemos dobrar a produção de alimentos, fibras e bioenergia sem tocar em uma única árvore da Amazônia”

Trabalho - Moretti apresentou o trabalho da Embrapa ao longo dos anos e técnicas desenvolvidas pela empresa, como a carne e a soja carbono neutro. Segundo ele, a agricultura brasileira está pronta para contribuir com a meta de uma economia sem emissão de gases de efeito estufa até 2050.

Pilares - Já o assessor especial do Mapa Fernando Zelner falou sobre os principais pilares da atuação do Ministério da Agricultura, como regularização fundiária e ambiental, inclusão produtiva, inovação e produção sustentável. Ele disse que o governo federal está buscando regularizar a situação de famílias que há anos migraram para a Amazônia pois, com o título, elas podem ter acesso ao crédito, políticas públicas, assistência e melhores práticas de produção. “Se isso não for feito, processo completo, as ocupações irregulares de terras públicas continuam, um ciclo que não é interrompido”, destacou Zelner.

Agricultura familiar - A inclusão de produtores da agricultura familiar na economia formal, para que possam ter crédito e acesso a mercados globais e doméstico, também foi apresentada como uma das políticas prioritárias do Mapa. Zelner apresentou no seminário ferramentas como o cooperativismo, políticas públicas de aquisição de alimentos e participação desses produtos na merenda escolar e lembrou que, durante a pandemia, o governo manteve as compras para que os agricultores familiares não tivessem uma drástica perda de renda.

Caso de sucesso - O seminário contou com a participação de outros representantes governamentais de Brasil e Dinamarca, além de pesquisadores e membros da iniciativa privada. O embaixador do Brasil na Dinamarca, Rodrigo Azeredo dos Santos, disse que o objetivo do evento é promover a cooperação bilateral entre governo e empresas dos dois países, além de passar a mensagem de que a agricultura sustentável do Brasil é um caso de sucesso e contribui para a segurança alimentar do país e do mundo.

Contribuição - Segundo ele, o Brasil é um dos países que mais pode contribuir para cumprir o desafio de produzir mais alimentos nos próximos anos, sem necessidade de desmatamento para aumentar a produção agrícola. “Com alta produtividade e a disponibilidade de terras cultiváveis, o Brasil tem um papel muito importante para ajudar na segurança alimentar nas próximas décadas”, destacou o embaixador.

Liderança - A Dinamarca é uma liderança relevante nas discussões de sustentabilidade, tanto na União Europeia quanto em fóruns multilaterais importantes como a OMC e a OCDE. O país também é um parceiro estratégico para o Brasil, haja vista a disponibilidade de investimentos para projetos internacionais que atendam a rígidas exigências ambientais, sociais e de governança.

COP26 - Após o evento na Dinamarca, o grupo do Ministério da Agricultura se reúne aos demais integrantes da comitiva brasileira em Glasgow, na Escócia, onde acontece a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP26). O secretário Fernando Camargo representará o Ministério da Agricultura no evento. (Mapa)

 

LEGISLATIVO: Senadores defendem Plano Nacional de Fertilizantes e competitividade do agronegócio

legislativo 29 10 2021A necessidade de diminuir a dependência externa de insumos agrícolas e a ampliação da competitividade do agronegócio brasileiro foram defendidas em audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), nessa quinta-feira (28/10). Foi a preocupação com a possível falta de insumos para o plantio da safra 2021/2022 que levou o senador Zequinha Marinho (PSC-PA) a apresentar o requerimento para o ciclo de debates. A ideia, segundo ele, é montar um grupo de trabalho com especialistas para contribuir com o governo federal na implementação do Plano Nacional de Fertilizantes, que está em elaboração. A primeira reunião sobre o tema ocorreu no dia 21 de outubro, e a próxima está prevista para as 11h da próxima quinta-feira, 4 de novembro.

Autossuficiência - “Da envergadura que é, o Brasil não pode ficar em dependência nessa questão, mas precisa chegar à autossuficiência no tocante a esses insumos. Não só fertilizantes, mas herbicidas necessários aos cuidados com as plantas. O defensivo agrícola precisa estar na pauta, por ser indispensável à sobrevivência da planta”, observou Zequinha. 

União de esforços - O Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas. No entanto, precisa importar cerca de 80% dos fertilizantes que usa na produção de grãos, segundo o governo federal. Presidente da CRA, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) disse que a comissão reunirá todos os esforços para ajudar o país a “atravessar o momento delicado da falta de fertilizantes e alcançar a autossuficiência no setor”.

Política de Estado - O parlamentar defendeu uma política de Estado que incentive a oferta desses insumos, de modo a alinhá-la ao crescimento da produção de alimentos projetada para o Brasil. Gurgacz disse ainda que consultores do Senado já estão desenvolvendo estudos e sugestões legislativas nesse sentido. 

Reconhecimento - Ao elogiar o debate, o senador Esperidião Amin (PP-SC) declarou que não poderia deixar de assinalar seu reconhecimento a Zequinha Marinho pela iniciativa de estimular o Plano Nacional de Fertilizantes. “É muito importante para um setor que carrega boa parte dos nossos resultados comerciais positivos, que é o agronegócio. Não ter este plano e ficar à mercê de sanções que impedem a chegada de fertilizantes ao Brasil não resolve. Especialmente porque temos aqui produtos naturais que, devidamente processados, podem nos dar razoável eficiência”, asseverou. 

Sugestões - Mapear o território nacional sobre o potencial para os insumos agrícolas e a efetivação do plano de desenvolvimento da produção pelo Executivo foram sugestões do diretor-técnico adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Reginaldo Minaré. Segundo o debatedor, a maior dificuldade no Brasil é a baixa disponibilidade de fósforo amarelo, o que reduz a oferta dos produtos no mercado, eleva o preço e impacta diretamente a planilha de custos dos agricultores. 

Cenário preocupante - Para Reginaldo, o cenário é preocupante e não apresenta um quadro de soluções rápidas. O incentivo à produção nacional, segundo afirmou, não pode estar atrelado à taxação do fertilizante importado, já que isso elevaria o custo do cultivo e até inviabilizaria a agricultura em algumas regiões do país. 

Redução da carga tributária - “Entendemos que um incentivo à produção de fertilizantes deva ocorrer com redução da carga tributária, tanto na instalação das plantas de produção quanto no comércio delas nos próximos dez anos. O governo não contaria com a arrecadação desses possíveis tributos, porque seria uma atividade nova, mas teria ganho indireto ao viabilizar a produção nacional, mesmo zerando tributos. Isso porque além de todo o dinheiro que o produtor envia para fora do país ao comprar esses fertilizantes passar a ficar no Brasil, haveria geração de empregos, o que significa ganhos indiretos significativos.”

Competitividade - Presidente da CropLife Brasil, Christian Lohbauer disse ser imprescindível o estabelecimento de ações que promovam competitividade. Um trabalho que, na opinião dele, envolve questões tributárias, custo de trabalho, infraestrutura e escala. O debatedor sugeriu discussões, no Parlamento, sobre política industrial e defendeu a votação do Projeto de Lei 6.299/2002. O texto altera a lei que regula a produção e uso de agrotóxicos (Lei 7.802, de 1989) e está sob análise na Câmara dos Deputados. 

Baixa competitividade - “O Brasil tem fábricas de defensivos, mas que sofrem muito com a baixa competitividade da nossa economia, em relação a outros países. É um desafio grande, mas vamos ter de enfrentar nos próximos anos, porque a agricultura continua sendo o motor da nossa economia. E, para continuar pujante, ela precisa de insumos.”

Mapeamento - Já o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Pedro Colnago, afirmou que o órgão está colhendo informações e dando atenção especial à exploração de minerais estratégicos como cobre, cobalto, lítio, gratita e nióbio, além dos agrominerais, como fosfato e o potássio. O debatedor ressaltou, no entanto, que há deficiências no avanço de mapas com mais qualidade para apresentar essas ocorrências. 

Novas ideias - “É preciso criar novas ideias com impactos econômicos, mas estamos desenvolvendo dezenas de pesquisas, juntando os esforços com a academia, para unirmos essa energia e força, com vistas ao conhecimento.”

Proposições - Zequinha Marinho adiantou que vai recorrer novamente aos debatedores nos próximos dias, a fim de receber mais detalhes para os estudos que serão apresentados ao governo. O empenho, conforme reforçou o parlamentar, é para ajudar o Poder Executivo a “tirar do papel” e tornar realidade o Plano Nacional de Fertilizantes. 

Implementação - “Vamos continuar dependendo e precisando de informações como as colhidas na audiência de hoje. A situação não é fácil, nem para um lado nem para outro. Vamos ligar, fazer videoconferência, abordar a todos, obter suas contribuições porque, assim, a gente vai poder, junto à Secretaria de Assuntos Estratégicos, colocar de pé esse trabalho e implementar o plano”, informou. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

ECONOMIA: Governo Central tem primeiro superávit em setembro desde 2012

economia 29 10 2021O aumento da arrecadação e a diminuição de gastos relacionados à pandemia da covid-19 fizeram o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrar o primeiro superávit primário para meses de setembro em nove anos. No mês passado, o resultado ficou positivo em R$ 303 milhões.

Última vez - A última vez em que o Governo Central registrou superávit em setembro foi em 2012. Na ocasião, as contas federais obtiveram resultado positivo de R$ 1,07 bilhão. Em setembro do ano passado, quando os desembolsos para o combate à pandemia estavam no auge, o déficit primário atingiu R$ 76,144 bilhões, resultado negativo recorde para o mês.

Melhor que o previsto - O resultado de setembro veio bem melhor do que o previsto. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras projetavam saldo negativo primário de R$ 17,9 bilhões para setembro.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo sem considerar os juros da dívida pública. Com o desempenho de setembro, o Governo Central acumula saldo devedor primário de R$ 82,486 bilhões nos nove primeiros meses de 2021. Esse foi o quinto maior saldo negativo para o período, só perdendo para o ano passado e para o período de janeiro a setembro de 2017, 2016 e 2018, respectivamente.

Meta - Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece meta de déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central, mas o projeto de lei aprovado no fim de abril permite o abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos.

Pandemia - Os gastos que podem ser deduzidos da meta estão relacionados com o enfrentamento à pandemia de covid-19. Dos R$ 40 bilhões autorizados pelo Congresso, R$ 20 bilhões destinam-se à saúde, R$ 10 bilhões ao programa de redução de jornada e suspensão de contrato e R$ 10 bilhões ao Pronampe, programa que fornece crédito emergencial a micro e pequenas empresas.

Receitas e despesas - Um dos principais fatores que contribuíram para a redução do déficit primário em setembro foi a alta na arrecadação do governo, que bateu recorde para o mês. A receita líquida do Governo Central subiu 9,3% em setembro, acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), na comparação com o mesmo mês do ano passado. No mês, a receita soma R$ 128,146 bilhões.

Queda na arrecadação - Boa parte dessa alta deve-se à queda de arrecadação provocada pelo adiamento de diversos pagamentos, como o recolhimento da contribuição para a Previdência Social por empresas do Simples Nacional. No início do ano, o governo tinha postergado o pagamento, por causa da segunda onda da pandemia, mas as parcelas não pagas estão sendo recolhidas no segundo semestre.

Setembro - A arrecadação recorde de setembro, influenciada pela recuperação da economia, melhorou as receitas administradas (tributos) em R$ 17,4 bilhões. Também contribuíram para o caixa do governo o aumento no pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por grandes empresas e a restauração das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o crédito, que estava zerado no ano passado.

Despesas totais - As despesas totais caíram 36,4% na mesma comparação, também descontando a inflação pelo IPCA. Em setembro, elas somaram R$ 128,146 bilhões. No acumulado de 2021, as despesas totais somaram R$ 1,2 trilhão, com recuo de 25,8% pelos mesmos critérios em relação aos nove primeiros meses de 2020.

Teto de gastos - Em relação ao teto de gastos, o governo gastou, neste ano, 72,8% do limite de R$ 1,486 trilhão, numa conta que exclui cerca de R$ 30 bilhões em despesas fora do teto.

Relação - A queda das despesas totais está relacionada principalmente à redução dos gastos com o enfrentamento à pandemia. Em setembro, o volume de créditos extraordinários caiu R$ 40,9 bilhões em relação ao mesmo mês de 2020. Também não se repetiram os pagamentos de R$ 21,3 bilhões da ajuda da União a estados e municípios e de R$ 5,5 bilhões do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), que fornecia crédito para empresas afetadas pela pandemia não demitirem trabalhadores.

Investimentos - Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 4,084 bilhões em setembro, queda de 81,4% em relação ao mesmo mês de 2020, descontada a inflação pelo IPCA. Em 2021, os investimentos somam R$ 32,484 bilhões, queda de 59,1% na comparação com o período de janeiro a setembro do ano passado, também descontado o IPCA. O atraso na aprovação do Orçamento de 2021, sancionado apenas no fim de abril, explica parcialmente o recuo nos investimentos no acumulado do ano. (Agência Brasil)

FOTO: Palácio do Planalto

 

CÂMBIO: Dólar volta a ficar acima de R$ 5,60 com Copom e auxílio emergencial

cambio 26 10 2021Em meio à indefinição em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, o dólar teve forte alta e voltou a fechar acima de R$ 5,60. A bolsa caiu para abaixo dos 106 mil pontos e fechou no menor nível em quase um ano.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (28/10) vendido a R$ 5,625, com alta de R$ 0,07 (+1,26%). A cotação chegou a desacelerar para R$ 5,59 após a divulgação de que o governo teve superávit primário em setembro pela primeira vez desde 2012, mas voltou a subir perto do fim da sessão.

Alta acumulada - A moeda norte-americana acumula alta de 3,29% em outubro. No ano, a divisa valorizou-se 8,41%. Embora tenha caído contra o euro e as principais divisas do mundo, o dólar subiu perante o real, o peso mexicano e o rand sul-africano. A desvalorização do real, porém, foi mais intensa que a dos outros países emergentes.

Ações - O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 105.705 pontos, com queda de 0,62%. O indicador chegou a cair 1,02% por volta das 12h30, mas diminuiu o ritmo de queda após a divulgação de balanços de lucro em empresas que compõem o índice.

Menor nível - O Ibovespa está no menor nível desde 13 de novembro do ano passado. O índice acumula queda de 0,56% na semana, 4,75% no mês e 11,19% em 2021.

Fatores - Dois fatores contribuíram para a instabilidade no mercado financeiro. O primeiro foi a reação ao aumento, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, da taxa Selic, juros básicos da economia, de 6,25% para 7,75% ao ano. Apesar de esse ter sido o maior aperto monetário desde o fim de 2002, parte dos investidores considerou a alta tímida diante do avanço da inflação.

PEC - O segundo fator foi a possibilidade da edição de crédito extraordinário, fora do teto de gastos, para prorrogar o auxílio emergencial ou criar o Auxílio Brasil, caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda o cálculo do teto de gastos não seja aprovada. O adiamento da votação na Câmara para a próxima semana não diminuiu a incerteza em torno do tema. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 15.268 casos e 389 mortes em 24 horas

O total de pessoas que contraíram covid-19 durante a pandemia subiu para 21.781.436. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 15.268 novos casos de covid-19.

Acompanhamento - Ainda há 195.044 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Mortes - Desde o início da pandemia, 607.068 pessoas morreram da doença. De quarta para quinta-feira (27 e 28/10), foram confirmadas por secretarias de Saúde 389 mortes pela doença.

Investigação - Ainda há 2.956 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperadas - Até essa quinta-feira (28/10), 20.979.324 pessoas haviam se recuperado da covid-19.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nessa quinta-feira (28/10). A atualização consolida informações enviadas por secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes em cada Unidade da Federação.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (151.798), Rio de Janeiro (68.229), Minas Gerais (55.525), Paraná (40.460) e Rio Grande do Sul (35.423). Já os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.845), Amapá (1.991), Roraima (2.029), Tocantins (3.873) e Sergipe (6.027).

Vacinação - No total, até o início da noite dessa quinta-feira (28/10), o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 272,6 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 154,3 milhões da primeira dose e 118,2 milhões da segunda dose e dose única.

Aplicadas - Foram aplicadas 6,9 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 334,9 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 29 10 2021

SAÚDE II: Governo do Estado registra 1.572 novos casos e 60 óbitos pela Covid-19

saude II 29 10 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa quinta-feira (28/10) mais 1.572 casos e 60 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.544.975 casos confirmados e 40.242 óbitos pela doença.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de outubro (932), setembro (343), agosto (123), julho (54), junho (64), maio (43), abril (1), março (2) e janeiro (2) de 2021 e de dezembro (2), novembro (1), outubro (2), setembro (2) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de outubro (27), setembro (6), agosto (2), julho (1), maio (3), abril (2), março (3), fevereiro (1) e janeiro (3) de 2021 e de dezembro (2), novembro (1), outubro (3), agosto (2), julho (3) e maio (1) de 2020.

Internados - 362 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 292 em leitos SUS (176 em UTIs e 116 em clínicos/enfermarias) e 70 em leitos da rede particular (39 em UTIs e 31 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.042 pacientes internados, 577 em leitos de UTI e 465 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 60 pacientes. São 19 mulheres e 41 homens, com idades que variam de zero a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 21 de maio de 2020 e 27 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Ponta Grossa (12), Curitiba (9), Londrina (6), Foz do Iguaçu (5), Cascavel (4), Pato Branco (3), Arapongas (2) e Apucarana (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Terra Rica, São Manoel do Paraná, São José dos Pinhais, Sengés, Pinhais, Palotina, Paiçandu, Nova Esperança, Maringá, Marialva, Laranjeiras do Sul, Guarapuava, Francisco Alves, Fazenda Rio Grande, Carambeí, Cambé e Arapuã.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.183 casos de não residentes no Estado – 218 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os relatórios de exclusões e de correções de municípios.

 

SAÚDE III: Mais 193 mil vacinas contra a Covid-19 devem chegar ao Estado nesta sexta

saude III 29 10 2021O Ministério da Saúde confirmou, na tarde dessa quinta-feira (28/10), o envio de mais 193.300 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná. As 193.050 doses da Pfizer/BioNTech e as 250 da AstraZeneca/Fiocruz ainda aguardam a divulgação do informe técnico do governo federal, ou seja, ainda têm público-alvo indefinido.

Chegada - Os imunizantes devem chegar no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta sexta-feira (29/10) às 10h20, no voo G3 1115 e às 18h40, no voo G3 1108.

Cemepar - Na sequência, serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento até que sejam descentralizadas para as 22 Regionais de Saúde.

Vacinômetro - De acordo com os dados do Vacinômetro nacional, já são 15.607.716 vacinas contra a Covid-19 aplicadas no Paraná, sendo 8.546.891 D1 e 6.721.035 D2. Além disso, o Estado também registra a aplicação de 36.890 doses adicionais (DA) e 304.497 DR. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

ARTIGO: Saiba mais sobre o CDB (OU RDC)

artigo 29 10 2021*Juliana Olivieri Refundini

Já imaginou um investimento tão seguro quanto a Poupança, mas com um rendimento maior? Esse produto existe: nos bancos, chama-se CDB (ou Certificado de Depósito Bancário), enquanto nas cooperativas, o nome é RDC (ou Recibo de Depósito Cooperativo).

Já falamos sobre como o CDB/RDC funciona anteriormente, mas como este produto atualmente vem crescendo muito e ganhando mercado devido à grande procura por produtos de renda fixa – visto que o mercado vem sofrendo grande volatilidade –, vamos relembrar os aspectos mais importantes e como utilizá-lo no seu planejamento.

Um dos pontos fortes dessa categoria de investimento é a tranquilidade. Por possuir garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – no caso das cooperativas, o FGCOOP –, você fica coberto e pode dormir tranquilo sabendo que seu dinheiro está garantido.

Outra característica é que no CDB/RDC, é possível saber no ato da aplicação quanto seu dinheiro renderá, permitindo planejar o futuro com clareza. Se for pré-fixado, você já sabe a taxa e, mesmo que seja pós-fixado (o mais comum do mercado), você sabe em qual indicador ele se baseia e, com isso, consegue acompanhar as tendências de mercado.

Outro fator importante é a liquidez deste produto: comercializado, em geral, com maior liquidez, o CDB/RDC torna-se muito atrativo para colocar sua reserva de emergência, por exemplo. Fique atento, pois cada instituição tem uma política de remuneração e carências, e você deve escolher a que mais se adequa à sua realidade.

Não podemos deixar de lembrar que esse produto possui tributação regressiva, ou seja, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro aplicado, menor será a alíquota de IR que irá pagar.

Como você pode ver, o CDB/RDC é um produto de fácil investimento e com resgate bem descomplicado, além de apresentar ótimas rentabilidades! Atualmente, devido à volatilidade do mercado de renda variável frente às incertezas políticas e econômicas, o CDB/RDC tem se tornado ainda mais atrativo.

Lembre-se que investir não tem que ser complicado nem difícil de entender. Estamos aqui para ajudá-lo. Qualquer dúvida, escreva para: contato@uniprimebr.com.br

*Juliana Olivieri Refundini é colaboradora Uniprime e profissional com Certificação CFP®

 


Versão para impressão


RODAPE