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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5191 | 05 de Novembro de 2021

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Eventos iniciam segunda-feira, com palestra sobre estratégia, divulgação de pesquisa e apresentação dos projetos do PRC200

Durante quatro dias seguidos, o Sistema Ocepar estará reunindo lideranças cooperativistas de todas as regiões do Estado para debater temas de interesse do setor. Será a partir de segunda-feira (08/11), nos Encontros de Núcleos Cooperativos, que se estenderão até quinta-feira (11/11), em formato on-line, sempre das 8h30 às 12h. Esta é a segunda rodada dos eventos promovida neste ano. A primeira ocorreu em março, junto com as pré-assembleias.

Agenda - No dia 8, o encontro vai reunir representantes do Centro-Sul e a Agrária será a anfitriã. Já no dia 9, ocorre com as cooperativas do Sudoeste, tendo a Coagro e Sicredi Fronteiras PR/SC/SP como anfitriãs; no dia 10, a Coamo e a Credicoamo serão as anfitriãs do evento com cooperativistas do Noroeste e Norte; e, no dia 11, haverá a participação de lideranças do Oeste, com a Lar e Lar Credi como anfitriãs.

Programação - Logo após a abertura, o professor da Universidade Mackenzie, Pedro Martins, vai ministrar palestra com o tema “Estratégia de Desenvolvimento no Cenário Global”. Na sequência, Cláudio Shimoyama, do grupo Datacenso, falará sobre a “Pesquisa de Imagem e Posicionamento das Marcas das Cooperativas do Paraná”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará uma apresentação sobre os projetos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Depois, haverá espaço para manifestação das cooperativas.

Inscrição e informações - Clique aqui para se inscrever. Os links de acesso às reuniões serão enviados por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira e Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br / 41 99278-0739 | 99151-2148).

Áudios – Clique nos links abaixo e confira os áudios sobre os Encontros de Núcleos produzidos pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Robson Mafioletti, superintendente da Ocepar

Cláudio Shimoyama, diretor executivo da Datacenso

 

encontros nucleos folder 01 11 2021

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 05 11 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (05/11), o Informe Semanal referente ao período de 01 a 05 de novembro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Precatórios - O boletim desta semana começa informando que o plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 1º turno a proposta de emenda à constituição – PEC 23/2021, que define regras para o pagamento de precatórios. O texto altera critérios de cálculo do teto de gastos além de limitar os valores destinados ao pagamento de precatórios em R$ 40 bilhões em 2022, liberando, assim, orçamento para a viabilização de programas como o Auxílio Brasil, além da possibilidade de acordo para a aprovação do PL 2.541/2021, que prorroga a desoneração da folha de pagamento até 2026. A PEC deve ser votada em 2º turno na próxima semana.

Autocontrole - Outro destaque é a aprovação, pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, do PL 1.293/2021, na forma do relatório substitutivo já aprovado pela CAPADR. A proposta estabelece um novo modelo de fiscalização e defesa sanitária, baseado em mecanismos de autocontrole, com o intuito de conferir maior agilidade e menores custos ao setor produtivo, resguardando, contudo, o controle e a fiscalização agropecuária. Com a aprovação, o projeto segue para apreciação pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Este PL consta na lista de prioridades da OCB e da Ocepar.

Concessão das rodovias do PR - O informe da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar ressalta ainda que a ANTT aprovou o plano de outorga e o relatório final da Audiência Pública nº 1/2021, sobre a concessão das rodovias do Paraná, pelo prazo de 30 anos, dividida em seis lotes, que serão leiloados separadamente. Com a aprovação, o modelo de concessão será encaminhado para análise e auditoria pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Alep - A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) recebeu notificação, no dia 3 de novembro, para cumprir a decisão do TSE, que anulou os votos do deputado Delegado Francischini pela divulgação de fake news em relação ao sistema eleitoral. A decisão gerou, ainda, a perda dos mandatos dos deputados Emerson Bacil, Do Carmo e Cassiano Caron. Na próxima semana, Adelino Ribeiro, Nereu Moura, Elio Rusch e Pedro Paulo Bazana assumem os mandatos.

Áudio Ouça aqui o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

 Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 08 10 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

CELEBRAÇÃO: 25 anos de cooperação Brasil-Alemanha no cooperativismo

celebracao 05 11 2021A OCB e a Confederação Alemã de Cooperativas - DGRV celebraram os 25 anos da cooperação técnica entre as duas organizações. O evento reuniu, na quarta-feira (03/11), dirigentes brasileiros e alemães em um seminário virtual. Iniciado em 1996, o projeto de cooperação propiciou o melhoramento e a profissionalização das cooperativas de crédito no Brasil. Atualmente, abrange também cooperativas agropecuárias, de infraestrutura e de trabalhadores, sendo essa a parceria internacional mais antiga do Sistema OCB.

Impacto - A superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, abriu o evento falando sobre o impacto da aliança no cooperativismo brasileiro. “O Brasil tem hoje um cooperativismo de crédito muito diferente do cenário encontrado em 1996, quando o projeto iniciou. A parceria Brasil-Alemanha fomentou o desenvolvimento de instrumentos arrojados de auditoria e regulação das cooperativas de crédito, possibilitando seu crescimento vigoroso”.

Continuidade - O diretor da DGRV, Eckhard Ott, ressaltou a importância da continuidade do projeto bilateral. Segundo disse, foram muitos desafios superados graças ao empenho das lideranças cooperativistas nos dois países. A cooperação técnica e a transferência de conhecimento só foram possíveis graças a um grande esforço coletivo dividido entre os dois países, relatou.

Participação - O seminário virtual contou, ainda, com a participação de dirigentes que foram chave para a cooperação bilateral: João Carlos Spenthoff (pioneiro na cooperação e presidente do FGCoop), Marco Aurélio Almada (coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Crédito) e Harold Espinola Filho (Banco Central do Brasil), relembraram as dificuldades encontradas no início do projeto. Hoje, as cooperativas financeiras brasileiras detêm um faturamento 150 vezes maior do que detinham 25 anos atrás.

Novos caminhos - Ao final, foram debatidos os novos caminhos da cooperação bilateral. OCB e DGRV trabalharão juntas para desenvolver competências e programas de sustentabilidade ambiental entre as cooperativas brasileiras. Também está prevista a expansão das ações junto a cooperativas urbanas no Brasil.

Sobre a DGRV - A DGRV é a principal organização de representação do cooperativismo alemão. Apenas as cooperativas de habitação não estão vinculadas à confederação alemã. No total, são 5.071 cooperativas, em todos os setores econômicos, que congregam 19,8 milhões de cooperados e geram 900 mil empregos diretos no país. Um em cada quatro alemães é membro de pelo menos uma cooperativa.

Representação - Fundada em 1972, a DGRV desenvolve um trabalho de representação dos interesses das cooperativas junto aos parlamentos alemão e europeu. Atuando fortemente na cooperação internacional, tem escritórios de projetos em mais de 30 países. O projeto de cooperação com a OCB é um dos mais antigos na América Latina. (OCB)

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 05 11 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise política - Nesta semana, os chefes de Estado de mais de cem países, entre eles, o Brasil, assinaram um acordo para proteção de florestas, que tem como principais metas diminuir o desmatamento e reduzir a emissão de gases do efeito estufa até 2030. O acordo foi negociado durante a COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Glasgow, na Escócia. A OCB tem atuado de forma bastante efetiva nos últimos meses para contribuir com as discussões da COP26. Inclusive, participaremos presencialmente da conferência com o painel “Cooperativismo como ferramenta para a economia de baixo carbono”. Confira os detalhes desta atuação e as propostas do cooperativismo na COP26!

Acesse a Análise Política

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

Senador Nelsinho Trad apoia a definição do Ato Cooperativo na Reforma Tributária - A importância da definição do ato cooperativo na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, que trata da Reforma Tributária, foi tema de reunião realizada na quarta-feira (03/11) entre os presidentes do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do Sistema OCB/MS, Celso Ramos Regis, e o líder do PSD, senador Nelsinho Trad (MS), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

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Aprovado o autocontrole para cadeia agroindustrial - Presidida pelo deputado Evair de Melo (PP-ES), a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (03/11), parecer favorável ao Projeto de Lei 1.293/21, que dispõe sobre o autocontrole nas atividades agropecuária e agroindustrial para desburocratizar, agilizar e tornar mais competitiva a indústria de alimentos e insumos no Brasil.

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25 anos de Cooperação Brasil-Alemanha no Cooperativismo A OCB e a Confederação Alemã de Cooperativas - DGRV celebraram os 25 anos da cooperação técnica entre as duas organizações. O evento reuniu dirigentes brasileiros e alemães em um seminário virtual. Iniciado em 1996, o projeto de cooperação propiciou o melhoramento e a profissionalização das cooperativas de crédito no Brasil. Atualmente, abrange também cooperativas agropecuárias, de infraestrutura e de trabalhadores, sendo essa a parceria internacional mais antiga do Sistema OCB.

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SICOOB: Presente na 8ª Semana Nacional de Educação Financeira

sicoob 05 11 2021Com o tema "Hábitos de valor para uma vida financeira saudável", o Sicoob estará presente na Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF). O principal objetivo é promover ações de educação financeira no país e a edição ocorrerá nos dias 8 a 14 de novembro.

Participação relevante - A partir de cursos, palestras e eventos on-line, o Sicoob terá uma participação bastante relevante na semana. "O mote da educação financeira é um grande pilar do cooperativismo financeiro. E no Sicoob, levamos isso muito a sério. Queremos espalhar este tema e proporcionar cidadãos mais conscientes e com uma relação mais saudável com seu dinheiro", diz Louize Oliveira, analista de Educação Financeira do Instituto Sicoob.

Iniciativas - O evento, que ocorre desde 2014, reúne diversas instituições do Brasil e até mesmo pessoas físicas em suas ações. Durante os sete dias, a Semana Enef promoverá iniciativas de educação financeira, previdenciária, securitária e fiscal.

Tema - Este ano, o Banco Central definiu como tema: "Planejamento, poupança e crédito: o PLA-POU-CRÉ e a saúde financeira". Serão promovidas palestras, cursos, oficinas e campanhas de divulgação voltadas ao público.

Participação do Sicoob - Por meio do Instituto Sicoob, a instituição terá presença em toda a Semana Enef. Dentre os destaques, está o evento on-line sobre "Necessidade X Desejo", na segunda-feira, 8, às 15h.

Conversa presencial - Na terça-feira, uma conversa presencial, dessa vez com tema "Dívidas! Causas, efeitos e soluções", no Paraná, às 14h. No mesmo dia, o Instituto Sicoob faz um treinamento on-line chamado " Planejamento com cooperação ", às 15h.

Coleção Financinhas - Já na quarta, o Sicoob apresenta a "Coleção Financinhas", on-line, em evento que deve durar praticamente o dia todo, com início às 8h30.

Workshop - Vale também acompanhar o "o "Workshop Se Liga Finanças", realizado de forma on-line na segunda e na sexta-feira, das 18h às 22h.

Inscrições - As pessoas físicas interessadas em participar da Semana Nacional de Educação Financeira podem acessar o site do evento e consultar as iniciativas que serão realizadas na aba "Agenda".

SERVIÇO

Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef)

8 e 14 de novembro de 2021

Hábitos de valor para uma vida financeira saudável

Ao longo das ações da Semana ENEF, o Sicoob também disponibiliza alguns materiais para download gratuito:

Cartilha de Educação Financeira

Glossário do Investidor

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Feira de negócios será realizada em Ibiporã

sicredi 06 11 2021A Sicredi união PR/SP, por meio da Agência de Ibiporã (PR), promove uma feira de negócios na segunda-feira (08/11), envolvendo associados de diversos setores.

Propósito - O grande objetivo do evento, como destaca o gerente Alan Diego Brindarolli de Lima, é fomentar o propósito da cooperativa, que é construir juntos uma sociedade mais próspera. “Aqui unimos parceiros, associados, entidades filantrópicas, Associação Comercial, Prefeitura, empresas dos ramos agrícolas e de energia solar; isso tudo para fomentar negócios, trazer prosperidade e fortalecer ainda mais o cooperativismo”, informa.

Ambiente - Serão expostos produtos e negócios de parceiros, proporcionando ambiente favorável para que possam gerar transações comerciais entre si.

Serviço - A feira de negócios acontecerá das 9 às 15 horas, na Praça Pio XII de Ibiporã (Praça Central), com a participação de 10 parceiros dos ramos agrícola, energia solar, reciclagem, entidades filantrópicas, e entidades municipais e associação comercial. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

COCAMAR: Dia de Campo sobre citros é o primeiro evento híbrido

O Dia de Campo sobre citricultura que a Cocamar promoveu, na manhã de 28 de outubro, em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) de Guairaçá, município da região de Paranavaí (PR), teve um formato híbrido e reduzido, conforme explica o gerente técnico, engenheiro agrônomo Rodrigo Sakurada. Foi a primeira realização, com tais características, da cooperativa.

Apoiar os produtores - O superintendente de Relação com o Cooperado, Leandro Cezar Teixeira, destacou na abertura o trabalho que vem sendo realizado pela Cocamar para apoiar os produtores de laranja e citar que, aos poucos, tomando todos os cuidados, vão sendo retomados os eventos presenciais.

Temas - Dois temas foram apresentados, em estações específicas: variedades de clones de copas e porta-enxertos mais produtivos e tolerantes a doenças, a cargo do consultor e viverista Ismael Lopes; e irrigação de pomares, com os engenheiros agrônomos Pedro Henrique Sambini e Felipe Morota, ambos da Cocamar (este último coordenador da UDT de Guairaçá). Esses assuntos, e mais o manejo da doença conhecida como pinta-preta, foram pautas para a edição especial do programa RIC Rural, da RIC TV/Record, que será exibida no dia 14 deste mês, a partir das 9h.

Prevenção - Segundo Sakurada, diante da forte redução das ocorrências de Covid-19 e a autorização das autoridades sanitárias para a realização de eventos, cerca de 60 produtores foram convidados para participarem do dia de campo, mas exigindo-se dos mesmos o protocolo de prevenção - uso de máscaras, higienização das mãos com álcool e distanciamento.

Além do suco - Os participantes foram recepcionados com um café em que tiveram a oportunidade de apreciar guloseimas preparadas por famílias de cooperados, tendo a laranja como matéria-prima, como suco, bolo e geleias. Elas fazem parte de um projeto que começa a ser estimulado pela Cocamar, denominado Além do suco, visando a proporcionar uma fonte adicional de renda com a comercialização de produtos. (Imprensa Cocamar)

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INFRAESTRUTURA I: ANTT aprova edital e documentos das novas concessões rodoviárias do Paraná

A diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou nessa quinta-feira (04/11), por unanimidade, o relatório final da Audiência Pública e o plano de outorga do novo programa de concessões rodoviárias do Paraná. Após esse trâmite, o processo retorna ao Ministério da Infraestrutura para então ser encaminhado para a análise do Tribunal de Contas da União (TCU), última etapa a ser cumprida para o projeto ir a leilão na Bolsa de Valores (B3).

Relator - Os três diretores da agência acompanharam o relator, diretor Davi Gomes Barreto, na aprovação do relatório e do encaminhamento, ao Ministério, do plano de outorga dos seis lotes de rodovias. Ao todo, serão concedidos 3,3 mil quilômetros de estradas, com a previsão de R$ 44 bilhões em investimentos, entre duplicações, contornos, obras de arte especiais e outras melhorias.

Participação social - A participação social foi um diferencial nesse processo, com recorde de sugestões feitas pela sociedade civil a uma audiência pública da ANTT, afirmou Barreto. O trâmite envolveu duas sessões públicas, que ocorreram nos dias 24 e 25 de fevereiro, e um prazo de cerca de um mês para o envio de contribuições, que chegaram 4.349 no total.

Interesse - “Isso demonstra um forte interesse social e a robustez da participação da sociedade nesse processo conduzido pela agência”, afirmou o relator. “Todas as contribuições recebidas foram analisadas e as aceitas foram incorporadas nas referentes minutas de edital, de contrato ou nos estudos de viabilidade. A audiência pública cumpriu o seu papel de oferecer à sociedade, aos agentes econômicos e aos usuários um ambiente propício para o encaminhamento de seus pleitos e sugestões”.

Plano de outorga - Já o plano de outorga encaminhado pela ANTT é composto pelos estudos de viabilidade técnica e econômica para a exploração dos serviços de infraestrutura e prestação de serviços de transporte terrestre. “Essa concessão pretende modernizar a malha e reduzir os custos e o tempo de viagem nas rodovias. Elas interligam grandes regiões do Paraná, que têm forte produção agrícola, ao Porto de Paranaguá e constituem também uma importante ligação com o Mercosul”, destacou Barreto.

Desafiador - O diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale Rodrigues, e os demais diretores da agência elogiaram a construção do projeto e a participação da sociedade civil no processo. “Certamente foi um dos projetos mais desafiadores que tivemos na agência. Temos certeza que estamos construindo um modelo melhor, mais eficiente e que vai entregar os resultados que se esperam na concessão de rodovias”, salientou o diretor Fábio de Almeida Carvalho.

Menor tarifa - A modelagem foi construída em conjunto pelo Governo do Estado e pelo governo federal, por meio do Ministério da Infraestrutura. O projeto foi elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e é o maior pacote de concessões rodoviárias já estruturado no País.

Modelo - Após amplo debate com a sociedade, foi definido o modelo de menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, que será proporcional ao desconto tarifário apresentado no leilão. Com isso, o preço do pedágio poderá ser em média 50% mais baixo que o atual.

Outras prioridades - Além disso, a modelagem atende também outras duas prioridades do governo estadual: maior transparência, com o leilão feito na Bolsa de Valores e aberto para participação de investidores de todo o mundo; e garantia de obras, que deverão ser executadas já nos primeiros anos de contrato. A previsão que 90% das obras sejam entregues até o sétimo ano do contrato. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

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INFRAESTRUTURA II: Portos do Paraná realiza 2ª audiência pública sobre o projeto Cais Leste, o Moegão

infraestrutura II 05 11 2021Nesta sexta-feira (05/11), a partir das 14 horas, a empresa pública Portos do Paraná dará continuidade à audiência pública para receber sugestões, contribuições e sugestões da comunidade para o Projeto Cais Leste, conhecido como Projeto Moegão.

Manifestação - O encontro será online, transmitido ao vivo pelo Canal da Portos do Paraná no YouTube. Os interessados em se manifestar devem se inscrever ou enviar suas contribuições (em texto, áudio ou vídeo) pelo whatsapp, no número (41) 9 9124-0258, até as 10 horas desta sexta (05/11). Apenas os inscritos poderão se manifestar durante a audiência pública.

Proposta - O Projeto Cais Leste (Moegão) propõe a centralização da descarga ferroviária em uma moega exclusiva, com reestruturação rodoferroviária dos acessos dos Terminais da Região Leste do Porto de Paranaguá, otimizando a capacidade de recepção de cargas em ambos os modais, rodo e ferroviário.

SERVIÇO:
Audiência pública Projeto Cais Leste (Moegão)
Data: 05/11, sexta-feira
Horário: 14h
Local: online, transmitida ao vivo pelo 
Canal da Portos do Paraná no Youtube
Não é necessário inscrição para assistir à audiência pública
Mais informações 
AQUI

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

PLANO SAFRA 2021/2022: Em quatro meses, contratações chegam a R$ 124,5 bilhões

safra 05 11 2021Nos quatro primeiros meses do Plano Safra 2021/2022 (julho a outubro), foram contratados R$ 124,5 bilhões por produtores rurais, cooperativas e agroindústria. O montante é 39% maior em comparação ao mesmo período da safra anterior, resultado de 843 mil operações (+2%). Os números estão no balanço do crédito rural divulgado, nessa quinta-feira (04/11), pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Investimentos - Os investimentos avançam em ritmo forte, com contratações superiores a 55% do volume em relação à safra passada. No balanço, o saldo para novas contratações de investimento é de 47% da programação inicial, ou seja, ainda restam R$ 34,3 bilhões distribuídos nos diferentes programas.

Programas - Até o final de outubro, os programas com maior comprometimento de recursos foram o Moderfrota (75%), Procap-Agro (61%), Proirriga (55%) e Inovagro (54%). Não menos intensas foram as contratações em linhas de financiamento de investimentos por meio de fontes não equalizadas, como Fundos Constitucionais, Poupança Rural e outras fontes livres, em que 62% já foram utilizados.

Destaque - O destaque desse período foi para o Inovagro, que conseguiu reagir em suas contratações, e neste momento, apresenta variação positiva de 12% em relação à safra passada. Os ajustes realizados nas normas deste programa, e também do Moderagro, devem ter contribuído para esse aumento.

Programa ABC - No Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono), as contratações até o momento correspondem a 43% dos recursos programados. Embora a maioria é para investimentos em sistemas de plantio direto na palha e em recuperação de pastagens degradadas, observa-se que o financiamento para plantio florestal mais que dobrou e à adequação/regularização ambiental aumentou em cerca de quatro vezes.

Recursos Obrigatórios - Além disso, a novidade verificada em outubro foi o início das contratações de investimentos, no âmbito do Programa ABC e PCA, com recursos provenientes da fonte Recursos Obrigatórios.

Total - No ABC, foram quatro contratos totalizando R$ 8 milhões, e no PCA, dois contratos num total de R$ 62,8 milhões.

Expectativa - O diretor do Departamento de Crédito e Informação do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, espera que operações similares se intensifiquem nos próximos meses.

Demais - No agregado, as fontes de recursos Obrigatórios (MCR 6-2), Poupança Rural (com subvenção Econômica), Poupança Rural Livre, LCA e BNDES (também com subvenção econômica) representaram 83% do montante contratado.

LCA - De acordo com a avaliação da SPA, a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) teve uma boa recuperação nas liberações de outubro, especialmente no custeio e comercialização, com aumento de 56% no número de contratos e 18% no valor contratado, comparativamente ao mesmo período da safra passada. (Mapa)

FOTO: Rosana Clara Victoria / Embrapa Florestas

 

RECURSOS: Bancos e cooperativas solicitam R$ 654,5 milhões de crédito destinado à recuperação de cafezais afetados pela geada

recursos destaque 05 11 2021Bancos e cooperativas apresentaram demanda de R$ 654,5 milhões da linha de crédito destinada para recuperação dos cafezais atingidos pela geada. Em agosto, o Governo Federal anunciou a reserva de R$ 1.318.582.400 do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para medidas de apoio aos produtores de Minas Gerais, São Paulo e Paraná que sofreram perdas econômicas com o evento climático adverso.

Percentual - O volume demandado, até o momento, representa 49% do total reservado, conforme levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Mapa. Dos 34 agentes financeiros que operam com o Funcafé, nove bancos comerciais solicitaram R$ 338,8 milhões; dois bancos cooperativos e dez cooperativas de crédito demandaram R$ 315,7 milhões para serem disponibilizados aos produtores.

Disponibilização - A partir da sistematização dessas demandas e assinatura dos contratos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os recursos estarão disponíveis para os agentes financeiros na próxima semana. Para essa linha de crédito, a taxa de juro está mantida em 7% ao ano. As condições para a concessão do crédito estão estabelecidas na Resolução CMN nº 4.954/2021.

Redistribuição - Os recursos que não foram demandados, cerca de R$ 665 milhões, serão, posteriormente, redistribuídos para as demais linhas de crédito do Funcafé (custeio, comercialização, aquisição de café e capital de giro). (Mapa)

>> Abaixo a distribuição dos recursos por agente financeiro:

recursos 05 11 2021

 

EVENTO: AgroBIT Brasil mostra como a tecnologia contribui para a sucessão familiar no agro

evento 05 11 2021A tecnologia vem transformando o campo não só com a extensa oferta de soluções inovadoras para o desenvolvimento do agronegócio, mas também por atrair as novas gerações para atuarem nas propriedades rurais.

Pesquisa - Segundo a última edição da Pesquisa Hábitos do Produtor Rural realizada pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), a idade média dos produtores brasileiros em 2017 era cerca de 46,5 anos, 3,1% menor do que o identificado no estudo anterior, realizado em 2013. O resultado foi impulsionado pelo aumento da presença de jovens entre 20 anos e 35 anos, que saltou de 15% para 27%. Uma tendência positiva que precisa ser ampliada já que, de acordo com uma estimativa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cerca de 40% dos produtores rurais devem deixar de atuar nas atividades até 2030.

Tema - A influência da tecnologia no processo de rejuvenescimento do campo via sucessão familiar é tema de Painel no AgroBIT Brasil Evolution 2021, que acontece nos próximos dias 9 e 10 de novembro. O Painel: "A tecnologia como aliada aos processos de sucessão familiar em propriedades rurais" será realizado no dia 9 de novembro, das 9h55 às 10h45.

Palestrante - A consultora em Sucessão Familiar para Produtores, Mariely Biff, é uma das palestrantes do evento que atuará também com moderadora do painel. O debate contará com a presença de Hugo Monteiro, consultor de Empresas Familiares no Agro, Francieli Cristina Grings, produtora rural (Sistema Faep/Senar PR) e Silvio Sugeta, da Semegrão Comercial Agrícola.

Ajuda - Para a consultora Mariely Biff, a tecnologia ajuda de forma expressiva o processo de sucessão e, em duas vertentes, pois atrai os jovens e também profissionaliza o negócio. "Com o avanço da tecnologia nas propriedades rurais, eu consigo inserir o jovem de uma maneira mais rápida, aumentando as chances de que o processo de sucessão tenha êxito. Antigamente, o campo era muito braçal, o que dificultava a inserção das novas gerações dentro do negócio. O segundo ponto que a tecnologia colabora é na questão de profissionalizar a empresa familiar rural. Às vezes ainda temos produtores que atuam de maneira mais tradicional e eles ainda não têm o que chamamos de virada de chave para se tornar um empresário rural e enxergar a propriedade como uma empresa. E a tecnologia colabora porque ela facilita a tomada de decisão com os números, os relatórios, os sistemas, tornando-a mais assertiva, além de mais célere, o que é importante, pois sabemos que o agro é muito dinâmico", explica Mariely.

Resultados - Ao profissionalizar a gestão do negócio rural com sistemas de controle, organização, administrativo e financeiro, alguns até linkados com o sistema tributário, obtém-se clareza de resultados, desde o processo de compras dos insumos até a comercialização das commodities.

Transparência - De acordo com Mariely, a tecnologia facilita ter uma transparência na prestação de contas, na tomada de crédito e de decisão. "Temos também os drones, a parte sensoriamento remoto e todas as questões que envolvem a melhoria dos processos, como análise de solo, combate a pragas, sensoriamento climático, tudo isso a tecnologia proporciona no campo. Essas inovações atraem os herdeiros. O campo está mais atrativo, mais dinâmico, o que favorece a inserção da nova geração e, além do que, hoje em dia você não precisa permanecer o tempo todo na propriedade, você pode conduzir a gestão do negócio do escritório da fazenda, que fica na cidade, na casa ou de qualquer lugar, porque temos a tecnologia no celular, no computador, o que facilita muito o processo", acrescenta Mariely.

Conflitos de gerações - O processo de sucessão familiar às vezes esbarra no conflito de gerações. E o que fazer nesta hora em que os pensamentos diferem entre pais e herdeiros? "Pensamentos diferentes entre as gerações sempre vão existir, porque cada uma vive em uma época diferente, isso é normal, o que não pode deixar é que os conflitos se tornem embates. Então é pensar sempre em dialogar, ter sempre uma gestão participativa, em trazer a nova geração para a mesa para colaborar com a tomada de decisão. As gerações diferentes não são rivais, elas podem se complementar. Pegar a experiência que o gestor mais antigo tem em momentos de crise e toda sua experiência da construção do legado e trazer, da geração que está entrando no negócio, todo este gás que eles têm de inovação, de tecnologia, de rapidez para fazer as coisas. Há sim possibilidade de equilibrar isso e minimizar os conflitos, com governança em estrutura, em processos, não em pessoas. O processo de profissionalização facilita muito a diminuição de conflitos", afirma a consultora.

Contratação - Quando não há herdeiros interessados em assumir o negócio, Mariely recomenda a contratação de um gestor do mercado, um CEO, que será o sucessor operacional. Neste caso, os herdeiros vão auditar a gestão do colaborador que está administrando o negócio, pode-se criar um comitê gestor ou um conselho de administração na estrutura da empresa.

Realidades diferentes - "São vários Brasis dentro do Brasil, a gente tem realidades diferentes, sucessão no Mato Grosso é uma, no Rio Grande do Sul é outra porque o tamanho da área difere, o grau de profissionalização do negócio, a cultura, o tradicionalismo das famílias também, em cada lugar tem uma realidade diferente. Eu sempre gosto de dizer que não é o tamanho da área, mas sim o grau de profissionalização da família e do negócio que vai fazer com que ele continue. Às vezes temos uma família que tem 5 mil hectares e que não tem organização nem profissionalização, mas também temos famílias que têm 50 hectares e sabem tudo na palma da mão, o filho já está participando do negócio, tem um controle financeiro, uma organização e sabe qual é o resultado real do negócio", finaliza Mariely. (Assessoria de Imprensa do evento)

SERVIÇO

Painel: A tecnologia como aliada aos processos de sucessão familiar em propriedades rurais

Quando: 9 de novembro de 2021

Horário: 9h55 às 10h45

Onde: site oficial do evento

Informações e inscrições: AgroBIT Brasil Evolution 2021

FOTO: Pixabay

 

SENADO I: Obrigatoriedade de comprovar período de descanso do solo segue ao Plenário

senado I 05 11 2021A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou, nessa quinta-feira (04/111), parecer favorável a uma proposta que obriga os produtores rurais a comprovarem o período de pousio, que é a interrupção temporária de atividades agrícolas e de pecuária para permitir a recuperação do solo. O PL 6.546/2019 será enviado para votação em Plenário.

Código Florestal - Originado na Câmara dos Deputados, o texto altera o Código Florestal (Lei 12.651, de 2012), que trata da proteção às vegetações nativas, para determinar aos produtores o registro do pousio no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Pelo código, o período de “repouso” do solo tem duração máxima de cinco anos.

Segurança jurídica - Para o relator da proposta, senador Irajá (PSD-TO), sem a obrigatoriedade de averbação no CAR, é impossível fiscalizar o cumprimento do pousio, o que fragiliza a proteção do solo. Ele defende a aprovação do projeto para dar mais segurança jurídica aos produtores rurais e facilitar a fiscalização ambiental pelo Estado.

Eficácia - "Entendemos que a aprovação do PL promoverá eficácia à utilização do conceito de pousio e produzirá maior segurança jurídica para os produtores rurais e também para a atuação da fiscalização ambiental do Estado", sustenta o senador no relatório. 

Leitura - Na ausência de Irajá, o relatório foi lido na reunião desta quinta-feira pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

SENADO II: Vai ao Plenário projeto que cria política nacional de incentivo à produção de mel

senado II 05 11 2021A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou, na manhã dessa quinta-feira (04/11), o Projeto de Lei (PL) 6.560/2019, que institui a Política Nacional de Incentivo à Produção Melífera e ao Desenvolvimento de Produtos e Serviços Apícolas e Meliponícolas de Qualidade.

Incentivo - A iniciativa visa incentivar a produção de mel de abelhas exóticas do gênero Apis e das abelhas sem ferrão nativas brasileiras. O projeto, que veio da Câmara dos Deputados, recebeu parecer favorável da relatora Soraya Thronicke (PSL–MS) e agora segue para análise do Plenário do Senado.

Organização - De acordo com o autor, o deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES), a organização da cadeia produtiva do setor no Brasil “ainda é muito precária”, principalmente devido à escassez de entrepostos e de casas de mel com equipamentos para a extração do produto e beneficiamento de cera, entre outros serviços necessários à produção apícola.

Outras restrições - Segundo ele, outras restrições enfrentadas pelo setor são a falta de assistência técnica e o desconhecimento por parte considerável da população acerca das propriedades e benefícios decorrentes do consumo dos produtos apícolas, assim como do papel desempenhado pelas abelhas na produção de alimentos vegetais e na conservação do meio ambiente.

Voto a favor - A relatora concordou com os argumentos do deputado e votou a favor do projeto, sem apresentar emendas. 

De acordo - “Estamos de acordo que a organização da cadeia produtiva da apicultura e meliponicultura ainda se mostra precária no país. Assim, a proposta deve ser apoiada, já que procura fomentar as condições indispensáveis para criação das bases que propiciem a plena exploração do imenso potencial da apicultura e da meliponicultura nacional. O projeto também apoia os pequenos produtores rurais a melhorarem seus rendimentos e suas condições de vida”, sustenta Soraya Thronicke em seu relatório. 

Crédito, pesquisa e assistência técnica - Entre os instrumentos utilizados pela política nacional, estão o crédito rural para produção, manejo, processamento e comercialização; incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico; assistência técnica e extensão rural; seguro rural; certificações de origem, social e ambiental; e instituição de selo de qualidade.

Parcerias - Os órgãos competentes deverão estabelecer parcerias com entidades públicas e privadas, considerar as reivindicações de representantes do setor e dos consumidores e apoiar o comércio interno e externo. Também deverão incentivar o uso de abelhas melíferas na polinização de pomares, fomentar o manejo adequado e o melhoramento genético de espécies e promover o uso de boas práticas na produção e no processamento dos produtos, além de apoiar a organização e a participação de produtores em entidades de classe, cooperativas e associações.

Apicultura e meliponicultora - Apicultura é a criação de abelhas com ferrão, de espécies vindas da África e introduzidas no Brasil no período colonial. Seus produtos são o mel, a cera, a própolis, o pólen, a geleia real e a apitoxina (veneno da abelha). O consumo desses produtos ocorre sob formas variadas: in natura, especialmente no caso do mel, ou após algum processamento pela indústria alimentícia, cosmética ou farmacêutica, a exemplo da cera, da geleia real, da própolis, do pólen e da apitoxina.

Sem ferrão - Já a meliponicultura é a criação de abelhas sem ferrão, especialmente das tribos meliponini e trigonini. Nela, as colmeias são organizadas em meliponários. Essa atividade era praticada há muito tempo pelos povos nativos da América Latina, em especial aqueles do Brasil e México.

Espécies - O Brasil conta com aproximadamente 250 espécies de abelhas pertencentes à tribo meliponini. Algumas destas espécies são criadas para a produção de mel, que tem sido cada vez mais valorizado na gastronomia.

Polinização - Essas abelhas cumprem um papel importante na polinização de plantas, cultivadas ou não, permitindo a produção de sementes de várias espécies, muitas das quais fundamentais para a alimentação humana. Sem a colaboração dessas abelhas, muitas plantas deixam de produzir frutos e sementes, podendo inclusive chegar à extinção. (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

SENADO III: Aprovada a MP que estimula crédito para micro e pequenas empresas

senado III 05 11 2021O Senado aprovou o projeto de lei de conversão (PLV 23/2021) da Medida Provisória (MP) 1.057/2021, que criou o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC), pelo qual os bancos fazem empréstimos, sob seu risco, em troca de créditos presumidos a serem usados para diminuir tributos. Foram 62 votos favoráveis e nenhum contrário. Como o relator no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), modificou trecho do texto e acatou uma emenda, o projeto volta à Câmara.

Impacto direto - “O primeiro impacto esperado da Medida Provisória é direto: a expansão do crédito para o segmento de microempreendedores e micro e pequenas empresas. Esse foi o setor mais prejudicado pelas medidas de contenção da pandemia de covid-19. Além desse impacto direto, deverá ocorrer também expansão do crédito em geral na economia brasileira, em razão da possibilidade mais ampla de apuração dos créditos presumidos que especifica, decorrentes de diferenças temporárias”, explicou o relator.

Beneficiários - De acordo com o PLV, poderão se beneficiar do crédito, com condições favorecidas, microempreendedores individuais; microempresas e empresas de pequeno porte; produtores rurais; e cooperativas e associações de pesca e marisqueiros. A receita bruta anual do beneficiário não poderá ser superior a R$ 4,8 milhões. O PEC não conta com recursos, subsídios ou garantias da União, registra o relator.

Limite - O prazo limite para contratação das operações de crédito é 31 de dezembro de 2021. Já o aproveitamento desses valores como crédito  presumido poderá ser feito até 31 de dezembro de 2026.

CMN - Caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a definição de condições, prazos e  regras para concessão dos créditos. Também terá competência para definir a distribuição dos créditos concedidos por segmentos ou áreas de atuação e faixas de porte das empresas e pessoas beneficiárias do PEC.

Supervisão - Ao Banco Central caberá supervisionar o PEC, fiscalizando o cumprimento, pelas instituições financeiras, das condições de adesão estabelecidas pelo CMN. O BC também vai acompanhar e avaliar os resultados do programa.

Recursos - Segundo informou o relator, o PLV determina que os recursos para as operações de crédito serão captados pelas instituições concedentes, que assumirão integralmente o risco das operações. Fernando Bezerra Coelho disse, ainda, que nenhum tipo de garantia será concedida pela União no âmbito do PEC. As instituições financeiras que voluntariamente participarem do programa poderão, como contrapartida, apurar crédito presumido até o limite do valor das operações de crédito que concederem, acrescentou. 

Recém-criadas - Nos casos de empresas recentemente criadas e que não tenham, até o momento da concessão do crédito, completado o período de apuração de 12 meses, poderão ser utilizados, proporcionalmente, as receitas brutas realizadas até então. Não são consideradas elegíveis como tomadoras de crédito no PEC as pessoas jurídicas que sejam controladoras, controladas, coligadas ou interligadas da instituição credora.

Alteração - O relator alterou trecho, já aprovado na Câmara, para eliminar possibilidade de responsabilização de agentes e autoridades não envolvidos diretamente na apuração da certeza e liquidez dos créditos.

Operacionalização - Operacionalizado por bancos e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BC, o PEC não pode ser utilizado por cooperativas de crédito e administradoras de consórcios. A apuração do crédito presumido poderá ser realizada a cada ano-calendário a partir de 2022.

Falência - No caso de falência ou liquidação extrajudicial da instituição financeira, o crédito presumido será igual ao total de créditos de diferenças temporárias existentes na data do fato.

Multa - Nas hipóteses em que a dedução ou o ressarcimento for obtido com falsidade no pedido, haverá multa de 20% sobre o valor deduzido ou ressarcido, além da obrigação de devolução do valor deduzido ou ressarcido indevidamente.

Emenda - Foi acatada emenda do senador Luiz do Carmo (MDB-GO) para prever que, no caso de haver falsidade no pedido de ressarcimento ou dedução do crédito presumido, serão aplicadas também sanções cíveis e penais cabíveis, além de multa e devolução já previstas no PLV.

Ressarcimento - Os créditos presumidos de que trata o PLV poderão ser objeto de ressarcimento, em espécie ou em títulos da dívida pública mobiliária federal, a critério do Ministro da Economia, que será precedido da dedução de ofício de valores de natureza tributária ou não tributária devidos à Fazenda Nacional pelas instituições titulares do direito.

Potencial - Fernando Bezerra Coelho disse, ainda, que o Ministério da Economia estima que a mudança tem potencial para ampliar a carteira de crédito dos bancos em aproximadamente R$ 480 bilhões. 

Crédito presumido - O PLV permite o uso do crédito presumido, inclusive com possibilidade de ressarcimento em espécie ou títulos da dívida pública, nos casos de prejuízo, falência e liquidação. Tal circunstância confere certeza a esses créditos, uma vez que, em qualquer das hipóteses (lucro, prejuízo, falência ou liquidação), mantém-se seu valor conforme apurado nos balanços das instituições, acrescentou Fernando Bezerra Coelho.

Relator - Na Câmara, o relator foi o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB). (Agência Senado)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

TECNOLOGIA: Claro, Vivo e TIM arrematam faixa de 3,5 GHz do leilão do 5G

tecnologia 05 11 2021As operadoras Claro, Vivo e TIM arremataram três lotes na faixa de 3,5 GHz, o principal do leilão da tecnologia móvel 5G, realizado nessa quinta-feira (04/11) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Winity II Telecom levou a frequência de 700 MHz, e como é uma empresa ainda não detentora de faixa de radiofrequência, o Brasil terá uma nova operadora móvel com abrangência nacional.

Análise - O leilão começou nesta quinta-feira (04/11) e deve terminar só nesta sexta-feira (05/11). Ainda serão analisadas as propostas para as faixas de 2,3 GHz e de 26 GHz.

Finalidades - As frequências têm finalidades específicas e em cada faixa as empresas dão os lances em lotes diferentes. Os lances vencedores na faixa de 3,5 GHz foram: R$ 338 milhões (ágio de 5,18%, valor acima do mínimo previsto no edital) da operadora Claro para o lote B1; R$ 420 milhões (ágio de 30,69%) da Vivo para o lote B2; e R$ 351 milhões (ágio de 9,22%) da TIM para o lote B3.

Quarto lote - O edital previa ainda um quarto lote na faixa de 3,5 GHz, com abrangência nacional, mas não houve lance. O direito de exploração das faixas será de até 20 anos.

Compromissos - As empresas vencedoras têm compromissos de investimento definidos pelo Ministério das Comunicações e aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Anatel. O objetivo das contrapartidas é sanar as deficiências de infraestrutura, modernizar as tecnologias de redes e massificar o acesso a serviços de telecomunicações do país.

Migração - Entre os compromissos estão migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G, arcando com os custos; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial, na Região Amazônica; levar fibra óptica para o interior do país; e disponibilizar o 5G em todos as capitais até julho de 2022.

Faixa de 700 MHz - A Winity II Telecom ofereceu o maior lance, R$ 1,427 bilhão na primeira faixa a ser leiloada, de 700 MHz, de abrangência nacional. O valor pago é 805% superior ao mínimo exigido.

Exploração - A operadora tem direito à exploração do serviço por 20 anos, que pode ser prorrogado, e prevê o cumprimento da obrigação de construir infraestrutura de cobertura 4G em 625 localidades do país que não têm acesso à internet e em 31 mil quilômetros de rodovias federais.

Velocidade - O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade, que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

Valor de arrecadação - O leilão tem valor de arrecadação total previsto de cerca de R$ 50 bilhões, caso todos os lotes sejam arrematados. Desse total, R$ 10 bilhões serão em outorgas para o governo e os outros R$ 40 bilhões serão utilizados pelas empresas nas obrigações estabelecidas. (Agência Brasil)

FOTO: José Cruz / Agência Brasil

 

IBGE: Censo 2022 terá 26 perguntas no questionário básico

ibge 05 11 2021A coleta do Censo Demográfico 2022 será realizada de junho a agosto de 2022, quando os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) visitarão cerca de 78 milhões de domicílios no país. Serão utilizados dois tipos de questionário: o básico e o da amostra.

Questões - O questionário básico da pesquisa conta com 26 questões e investiga as principais características do domicílio e dos moradores. Além disso, uma parcela dos domicílios é selecionada para responder ao questionário da amostra, que tem 77 perguntas. Esse questionário será aplicado em aproximadamente 11% dos lares, ou seja, cerca de 8,5 milhões de domicílios.

Temas - Segundo o IBGE, a investigação nos domicílios selecionados, efetuada por meio do questionário da amostra, inclui, além dos quesitos presentes no questionário básico, outros mais detalhados, bem como perguntas sobre temas específicos: características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, mortalidade e autismo.

Autismo - Entre as perguntas, está a que trata da presença de pessoas com autismo no domicílio, tema incluído no questionário do censo, conforme a Lei 13.861/2019.

Redução - De acordo com o instituto, em relação ao Censo de 2010, o número de perguntas dos questionários da pesquisa do próximo ano foi reduzido de 34 para 26 no básico, e de 102 para 77 no questionário da amostra.

Estratégia - O IBGE informou que nenhuma pergunta foi retirada “sem que haja uma estratégia para seu levantamento por fontes alternativas ou uma justificativa técnica robusta, de modo que o censo seja preservado em suas séries históricas e temáticas essenciais”.

Emigração - “Dados sobre emigração internacional, por exemplo, que foi o único tema integralmente retirado da operação, serão obtidos a partir de registros administrativos disponíveis no Ministério da Justiça e Segurança Pública”, disse o IBGE.

Amostras - Ainda segundo o instituto, informações detalhadas sobre características do domicílio, trabalho e rendimento serão levantadas por meio das pesquisas domiciliares amostrais regulares do IBGE, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Quesitos - “O mesmo se aplica a quesitos sobre deslocamento, que, além de serem investigados por pesquisas tradicionais, poderão ser objeto de estudos baseados em Big Data e mineração de dados, como já apontam algumas experiências internacionais bem-sucedidas”, completou o IBGE.

Inovações tecnológicas - Os testes vão avaliar, em campo, toda a infraestrutura tecnológica preparada para a operação, como os dispositivos móveis de coleta (DMC), semelhantes a um smartphone, na cor azul, e os sistemas de captação, transmissão e acompanhamento das informações coletadas.

Chips - Diferentemente do Censo 2010, os DMCs atuais têm chips com acesso à internet que permitem a transmissão das informações para o banco de dados do IBGE ao fim da coleta. Podem também fazer e receber chamadas dos moradores para realização das entrevistas.

Aplicativos - Os recenseadores podem, ainda, usar o equipamento para se comunicar com seus supervisores por aplicativos de mensagens, o que agiliza o esclarecimento de dúvidas. O próximo censo fará uso da tecnologia de armazenamento na nuvem para carregamento rápido de insumos, como mapas e coordenadas, nos DMCs.

Data centers - De acordo com o IBGE, os data centers do instituto, localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo, têm estrutura muito mais moderna e robusta para recebimento de grandes quantidades de informações, com performance de alto desempenho e capacidade de processar dados com mais velocidade, agilizando o manuseio das informações e a divulgação para a sociedade.

Envolvimento - “Mais de 200 mil pessoas estarão envolvidas na coleta dos dados em todos os cantos do país, enviando uma grande quantidade de informações para o IBGE. Com essas tecnologias, vamos fazer o acompanhamento e controle da coleta nos setores censitários de forma online e em tempo real. Para isso, todos esses equipamentos, sistemas de coleta, de gestão de pessoal e de acompanhamento gerencial, e os questionários precisam ser testados em campo”, disse, em nota, o coordenador dos Serviços de Informática do IBGE, José Luiz Thomaselli Nogueira.

Teste nacional até dezembro - O IBGE realiza, dessa quinta-feira (04/11) até meados de dezembro, o primeiro teste nacional do Censo 2022. Foram escolhidos municípios, bairros, distritos ou comunidades nas 27 unidades da federação, que serão percorridos por cerca de 250 recenseadores.

Etapas- Os testes incluem todas as etapas do censo, desde os sistemas e equipamentos de coleta até o treinamento dos recenseadores, além da pesquisa sobre as características do entorno dos domicílios e o modelo misto de entrevistas (presencial, pela internet ou por telefone).

Fases - O recenseamento de casa em casa, na maioria das localidades, vai até o fim de novembro. Após o recenseamento, vem a fase de supervisão e, depois, a pesquisa de pós-enumeração, que avalia a cobertura e a qualidade da coleta de dados do estudo censitário.

Segurança - Para garantir a segurança dos recenseadores e dos moradores durante os testes, as equipes do IBGE vão trabalhar seguindo protocolos sanitários de segurança contra a covid-19, com o uso de máscara, higienização das mãos e equipamentos com álcool em gel, além do distanciamento social.

Novo modelo- Os testes utilizarão o novo modelo misto de coleta em que, além da entrevista presencial, os moradores poderão optar pelo preenchimento do questionário pela internet ou responder por telefone. A Central de Apoio à Coleta dará suporte aos informantes que optarem pelo preenchimento dos questionários pela internet nos casos de dúvidas ou alguma dificuldade de acesso ao questionário.

Uniformizados - Os recenseadores vão trabalhar uniformizados, com boné, colete e bolsa azuis com a logomarca do IBGE. No colete, há também o crachá de identificação, com a foto e os números de matrícula e identidade do entrevistador. Os recenseadores usarão um dispositivo móvel de coleta de cor azul, semelhante a um smartphone.

Identidade - Os moradores podem verificar a identidade de todos os entrevistadores do IBGE por meio do site respondendo.ibge.gov.br ou do telefone 0800 721 8181. (Agência Brasil)

FOTO: Tânia Rêgo / Agência Brasil

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa fecha no menor nível em um ano com aprovação de PEC

mercado financeiro 05 11 2021A bolsa de valores teve forte queda e fechou no menor nível em quase um ano após a aprovação, em primeiro turno, do texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda a regra do teto de gastos. O dólar chegou a operar em queda durante a manhã e o início da tarde, mas fechou com pequena alta.

Pontos - O índice Ibovespa, da B3, encerrou essa quinta-feira (04/11) aos 103.412 pontos. O indicador está no nível mais baixo desde 12 de novembro do ano passado. A realização do leilão da frequência 5G não animou os investidores.

Opep - Além da reação à aprovação da PEC, a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de manter o ritmo de aumento da produção global fez os preços internacionais do produto cair, o que impactou as ações da Petrobras, os papéis mais negociados. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionista) caíram 2,95%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 3,17%.

Câmbio - O mercado de câmbio também teve um dia de volatilidade. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,606, com alta de R$ 0,016 (0,29%). A cotação chegou a cair para R$ 5,56 na mínima do dia, por volta das 11h30, mas voltou a subir por volta das 13h30 e fechou com leve alta.

Alta - No caso do dólar, a moeda subiu perante as principais divisas do mundo, após a divulgação de que os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram para o menor nível em 19 meses. Isso aumenta as apostas de que o Federal Reserve (FED, Banco Central norte-americano) antecipe a alta dos juros da maior economia do planeta, apesar de o presidente da instituição, Jerome Powell, ter afirmado na quarta-feira (03/11) que não pretende mexer nas taxas tão cedo.

PEC dos Precatórios - A tensão no mercado de câmbio foi agravada pela aprovação da PEC dos Precatórios, na madrugada dessa quinta-feira. Para os investidores, a proposta, que abre caminho para cerca de R$ 90 bilhões fora do teto de gastos no próximo ano, dificulta o controle da dívida pública e piora o cenário fiscal brasileiro. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil registra 13,3 mil casos e 436 mortes em 24 horas

Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 13.352 casos de covid-19. Também foram confirmadas 436 mortes em decorrência da doença. Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado nessa quinta-feira (04/11), consolidado a partir das informações enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Total - Com os novos casos, o total de pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia chegou a 21.849.137.

Acompanhamento - Ainda há 193.170 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Mortes - Com as novas mortes registradas pelas secretarias de saúde, a quantidade de pessoas que não resistiram à covid-19 alcançou 608.671.

Investigação - Ainda há 2.926 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperadas - Até essa quinta-feira, 21.047.296 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Números - Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana e feriados, como ocorreu nesta semana, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (152.222), Rio de Janeiro (68.409), Minas Gerais (55.670), Paraná (40.584) e Rio Grande do Sul (35.570).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.035), Tocantins (3.884) e Sergipe (6.032). Não houve novas mortes entre ontem e hoje no Acre e no Amapá.

Vacinação - No total, até o início da noite dessa quinta-feira (04/11) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 276,4 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 155,2 milhões da primeira dose e 121,1 milhões da segunda dose e dose única.

Reforço - Foram aplicadas 7,8 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 344,1 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra mais 1.113 novos casos e 42 óbitos pela Covid-19

saude II 05 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa quinta-feira (04/11) mais 1.113 casos confirmados e 42 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.553.471 casos confirmados e 40.366 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (393), outubro (377), setembro (171), agosto (52), julho (41), junho (38), maio (39) e março (1) de 2021 e outubro (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de novembro (14), outubro (23), setembro (2), julho (1), maio (1) e abril (1) de 2021.

Internados - 369 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 309 pacientes em leitos SUS (178 em UTI e 131 em leitos clínicos/enfermaria) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTI e 26 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 966 pacientes internados, 543 em leitos UTI e 423 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 42 pacientes. São 21 mulheres e 21 homens, com idades que variam de 23 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre 8 de abril a 04 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Londrina (12), Curitiba (5), Maringá (4), Telêmaco Borba (2), Ibiporã (2), Cambé (2) e Apucarana (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Virmond, Umuarama, Santo Antônio do Sudoeste, Santa Helena, Rolândia, Quatro Barras, Porto Rico, Palotina, Manoel Ribas, Laranjeiras do Sul, Fazenda Rio Grande, Cascavel e Campo Largo.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.205 casos de residentes de fora do Estado, 218 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

Veja os relatórios de exclusões e de correções de municípios.

 


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