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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5195 | 11 de Novembro de 2021

ENCONTRO DE NÚCLEOS I: Reuniões regionais tiveram a participação de 460 lideranças de 84 cooperativas do Paraná

A 58ª edição do Encontro de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar foi encerrada, na manhã desta quinta-feira (11/11), com a reunião das lideranças cooperativista da região Oeste do Paraná. O evento teve 180 participantes, representando 22 cooperativas de seis ramos econômicos: agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, consumo e transporte. Ao todo, as quatro reuniões virtuais regionais reuniram 460 cooperativistas, representando 84 cooperativas. O encontro desta quinta-feira foi aberto pelo coordenador do Núcleo Oeste, Valter Pitol, presidente da Copacol, e pelo presidente da Lar e da Lar Credi, cooperativas anfitriãs desta reunião, Irineo da Costa Rodrigues. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou do encontro diretamente da sede da Lar, em Medianeira.

Fortalecimento - Valter Pitol deu boas-vindas aos participantes e destacou a importância da reunião como um espaço de debates e de comunicação do setor. “É uma oportunidade de diálogo que fortalece o cooperativismo da região oeste e de todo o Paraná”, disse. Na sequência, o presidente Irineo da Costa Rodrigues fez uma breve explanação sobre a Lar, ressaltando os avanços nos aspectos de sustentabilidade ambiental e social, capacitação, inovação e planejamento. Logo após, a superintendente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Tânia Zanella, abordou os diferentes desafios do setor, em especial em temas que exigem mobilização e ações na esfera política, destacando também a participação da entidade na Cop 26, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021, em Glasgow, na Escócia. Cases de cooperativas brasileiras serão apresentados aos participantes do evento internacional.

Debate - O presidente do Sistema Ocepar agradeceu a participação dos cooperativistas e lembrou da importância das discussões e debates regionais do setor. “Estamos concluindo esta rodada dos Encontros de Núcleo, evento que realizamos desde setembro de 1991. Há 30 anos, duas vezes ao ano, nos reunimos com cada região, prestamos contas e trazemos novidades para discussão e debate. Diria que nenhuma iniciativa da Ocepar avança sem passar antes pelo debate e discussão nas reuniões de núcleo. Esse é o nosso jeito de trabalhar”, afirmou Ricken. “Destaco a presença de diretorias reunidas, acompanhando em conjunto a reunião. É uma alegria ver esta presença e participação dos cooperativistas da região”, ressaltou.

Programação - Logo após a abertura, o professor da Universidade Mackenzie, Pedro Martins, ministrou palestra com o tema “Estratégia de Desenvolvimento no Cenário Global”. Na sequência, Cláudio Shimoyama, do grupo Datacenso, falou sobre a “Pesquisa de Imagem e Posicionamento das Marcas das Cooperativas do Paraná”. Depois houve apresentação de três projetos em andamento do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200). Por fim, houve espaço para a manifestação dos representantes das cooperativas da região.

Presenças - O encontro de núcleos oeste teve a presença do presidente da Frimesa e diretor da Ocepar, Valter Vanzella, do presidente da Coopavel e também diretor da Ocepar, Dilvo Grolli, da presidente do Conselho de Administração da Sicoob Meridional, Solange Pinzon, além dos cooperativistas Joberson de Lima e Silva, Aguinel Waclawosky, Hiroshi Nishitani e Marcos Roberto Bueno, conselheiros do Sescoop/PR. Também presente Lauro Soethe, conselheiro fiscal da Ocepar.

Apresentações - Clique nos links abaixo para acessar os materiais apresentados nos Encontros de Núcleos.

Pedro Martins

Cláudio Shimoyama

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ENCONTRO DE NÚCLEOS II: Projetos do PRC200 abrangem representação política, ESG e resolução de conflitos

Durante o Encontro de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar da região oeste, na manhã desta quinta-feira (11/11), representantes da entidade fizeram uma explanação sobre o andamento de três projetos do PRC200, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Foram abordados os trabalhos em desenvolvimento nos projetos de Representação Institucional, de Certificação de Cooperativas (ESG+Coop) e da Câmara de Mediação e Arbitragem. O evento do núcleo oeste reuniu 180 participantes, representando 22 cooperativas da região.

Representação - A coordenadora de relações parlamentares da Ocepar, Danielly Andressa da Silva, explicou aos líderes o andamento do projeto de Representação Institucional. “Os objetivos são aperfeiçoar o modelo de representação e defesa do cooperativismo, propondo políticas públicas de interesse do setor”, afirmou. Segundo a advogada, as principais ações necessárias envolvem o programa de educação política, visando a eleição de parlamentares da Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo), com uma atuação integrada entre o Sistema OCB, Ocepar e cooperativas. Outra frente é o acompanhamento do trabalho dos parlamentares do legislativo estadual.

Premissas - As premissas do projeto incluem o incentivo ao voto consciente, a transparência e prestação de contas, informação com diálogo junto à base cooperativista, e o fortalecimento da representação institucional do setor. “É um trabalho pautado na integridade e nos princípios democráticos. Para a realização efetiva do projeto, é imprescindível o engajamento das cooperativas, bem como uma ação articulada entre OCB e Ocepar, com troca constante de informações, valorizando as ações de representação em prol dos interesses do cooperativismo”, ressaltou Danielly.

Certificação - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, falou sobre o trabalho desenvolvido para a implantação do projeto de Certificação de Cooperativas (ESG+Coop). Segundo ele, a ideia vinha sendo discutida com lideranças do cooperativismo e foi formulada tendo por base a segurança e solidez do conjunto de dados e informações sobre o setor, obtidos nos últimos 30 anos, por meio das ações de monitoramento e acompanhamento financeiro do Programa de Autogestão das Cooperativas do Paraná. “Agregamos a esse conjunto de indicadores os conceitos de ESG (Ambiental, Social e Governança), que ganhou força no mercado nos últimos anos. Nos inspiramos em questões mercadológicas, mas contemplando a realidade do cooperativismo, para demonstrar à sociedade nossa cultura e identidade, os diferenciais do modelo cooperativista, que já agrega em seu DNA os conceitos de ESG”, disse.

Benefícios estratégicos - De acordo com Boesche, entre as premissas do projeto estão atender as exigências do mercado, por meio de um modelo aderente ao cooperativismo, preparando as cooperativas, e com ações que tenham credibilidade, preservem a individualidade de cada cooperativa e garantam a confidencialidade das informações. “A certificação que vamos desenvolver trará benefícios estratégicos, pois vai fortalecer nossa imagem cooperativista e aumentar a confiança do consumidor. O projeto está pautado em assegurar transparência, melhorar o desempenho financeiro, reduzir custo e desperdício, aprimorar a gestão de riscos e engajar e reter talentos”, enfatizou. 

Câmara - Coube ao gerente da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), Anderson Lechechem, tratar sobre o projeto da Câmara de Mediação e Arbitragem. O advogado explicou que a mediação é uma forma de atuar num conflito na qual uma pessoa com formação específica no tema em discussão, trabalha buscando o entendimento entre as partes. “O resultado da mediação pacífica o conflito, mas não impede que o mesmo possa voltar a ser discutido ou analisando em situação futura”, contextualizou.  

Objetivos - Conforme Lechechem, por sua vez, a arbitragem é uma forma de conflito onde um árbitro, um especialista, é escolhido para opinar sobre determinado assunto e decidir sobre um conflito. “A arbitragem tem regras claras, sigilo e confere celeridade à resolução das divergências, pois em seis meses o conflito precisa estar resolvido. Além disso, após a resolução do conflito, não há mais que se falar no mesmo, pois as decisões são definitivas”, concluiu. A Câmara de Mediação e Conflito para assuntos cooperativistas tem o objetivo de promover celeridade e redução de custos às cooperativas do Paraná.

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CREA-PR: Presidente do Sistema Ocepar é homenageado com a Medalha do Mérito

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, foi um dos homenageados com a Medalha do Mérito 2020, concedida pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR). A cerimônia ocorreu na noite dessa quarta-feira (10/11), em Foz do Iguaçu, quando a entidade premiou profissionais e empresas em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao Sistema Confea/Crea. Os homenageados foram indicados pelas Câmaras Especializadas e aprovados pela Comissão do Mérito e pelo Plenário do Conselho para receber a Medalha do Mérito (para profissionais), a Menção Honrosa (organizações) e a inscrição no Livro do Mérito do Crea-PR (profissionais in memoriam). Devido à pandemia, o evento deste ano contemplou as homenagens referentes aos anos de 2020 e 2021.

Formação e carreira - Ricken é graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Paraná e mestre executivo em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Iniciou seu trabalho em 1980 como responsável técnico pela produção de sementes na Cooperativa Agropecuária Vale do Piquiri, em Palotina (PR), hoje C.Vale. Teve passagens pela Acarpa/Emater-PR, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop), do Ministério da Agricultura. Foi superintendente do Sescoop/PR antes de assumir o cargo de presidente do Sistema Ocepar, onde cumpre seu segundo mandato até 2023.

 

Entrega - O chanceler da Comissão do Mérito do ano de 2020, engenheiro civil Francisco Ladaga, parabenizou todos e explicou que “esse é um prêmio já consolidado no Crea por diversas gestões e existe a Comissão do Mérito, que analisa as indicações após passarem pela Câmara Especializada. Então, essas homenagens são fruto de um trabalho de estudo, então sintam-se orgulhosos de terem sido homenageados ou de terem seus parentes homenageados, porque são homenagens justas e merecedoras”.

 

Satisfação - O chanceler da Comissão do Mérito de 2021, engenheiro eletricista Edson Luiz Dalla Vécchia, disse sentir “satisfação em receber todos para essa homenagem, em reconhecimento do trabalho justo, profícuo e exemplar dos nossos profissionais, empresas e entidades de classe hoje homenageadas. Então, é um prêmio importante porque são decisões realizadas após um longo caminho de análises. Desejo felicidades e peço que continuem dando seus exemplos como profissionais, para que tenhamos sempre orgulho e a oportunidade de conceder essas homenagens”.

 

Vencedores - O diretor geral da Mútua-PR, Julio Russi, disse que “todos devem se sentir homenageados porque o trabalho feito aqui pelo Crea-PR é muito sério, tudo feito com muito critério, e sabemos que esses prêmios são realmente para os vencedores, então, parabéns a todos”.

 

Importância notória- O chefe de Gabinete do Confea, engenheiro Luiz Rossafa, citando um Decreto do Brasil imperial, depois outros atos históricos, falou da notória importância dos engenheiros no desenvolvimento do país. “Neste momento, estamos diante de uma homenagem de suma importância, de profissionais que se dedicaram a um processo de humanização da sociedade, mas, acima de tudo, a uma condição de artistas, que deu dinâmica, que deu valor e desenvolvimento ao país. Para tudo isso é necessário o trabalho dos nossos engenheiros. Por isso, em nome do presidente do Confea, engenheiro civil Joel Krüger, quero deixar nossa gratidão e nosso reconhecimento, especialmente dos homenageados in memoriam porque foram construtores de virtudes, não somente para a engenharia, mas para a sociedade brasileira”, disse.

 

Agradecimento - O presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha, em nome dos chanceleres presentes, agradeceu “às Comissões que tiveram este trabalho árduo de análise e escolha, muitas vezes são excelentes profissionais indicados e é preciso escolher um entre cada categoria por modalidade, além das empresas, que são referências para nós. Fico feliz também em ver a diversidade de homenageados, empresas bastante reconhecidas, instituições e ensino. Aproveito a oportunidade para parabenizar todos os funcionários por realizar esse desafio dos eventos que iniciam neste momento”, destacou.

Homenageados 2020 - Os homenageados de 2020 com a Menção Honrosa foram: Companhia Cacique de Café Solúvel, Associação Paranaense de Engenheiros Eletricistas, Engemin Engenharia e Geologia Ltda e Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre). Já com o Livro do Mérito foram: Engenheiro Cartógrafo Mauricio Freire Brunetti, representado por Katia Brunetti e sua filha Drisana Bruneti, Engenheiro Químico Nei Hansen de Almeida, representado pelo filho Thiago Menegassi, Engenheiro Eletricista e Engenheiro Mecânico Rodrigo Luiz Teibel, representado por Marcia Gobetti Teibel, Engenheiro Civil Ibis Rodrigues Busse, representado pela engenheira Isis Busse e Engenheiro Agrônomo Francisco Justo Junior, representado pelo engenheiro Cesar Veronese. Com a Medalha do Mérito: Engenheiro Agrônomo José Roberto Ricken, Engenheiro de Segurança do Trabalho Vladimir Mendes, Engenheiro Químico Luiz Fernando de Lima Luz Junior, Engenheiro Mecânico João Arthur Mohr, Engenheiro Eletricista Victor Luiz Merlin e Engenheiro Civil Sérgio Renato Vialle.

2021 - Os homenageados de 2021 foram: Menção Honrosa: Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos de Cascavel (Areac), representada pelo engenheiro agrônomo Cesar Davi Veronese, Engefoto Engenharia e Aerolevantamentos S.A, representada por Roberto Costa, e Unidep – Centro Universitário de Pato Branco, representando pelo engenheiro eletricista Rafael Zamodzki, Carbonífera do Cambuí Ltda. Com o Livro do Mérito: Engenheiro Agrônomo Edson Battilani, representado por Izabel Aparecida Segura Battilani; Engenheiro Civil Rogério Pinto Pinheiro; Engenheiro Mecânico Eletricista Helio Irani da Motta e Camanducaia, representado por Adelaide Camanducaia, Engenheiro Mecânico José Augusto Rapcham, Engenheira Segurança do Trabalho e Engenheira Civil Dulcineia Dias de Moura, representada por Everton Claytom Rentz. Com a Medalha do Mérito: Engenheiro Agrônomo Natalino Avance de Souza, Engenheiro Civil Manfred Theodor Schmid, Engenheiro Eletricista Edson Mancini Filho, Engenheiro Cartógrafo Luis Augusto Koenig Veiga e Engenheiro Químico Carlos Itsuo Yamamoto. (Com informações e fotos do Crea-PR)

 

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CASTROLANDA: Cooperativa atinge marca histórica de R$ 5 bilhões em faturamento

 

castrolanda 11 11 2021A Cooperativa Castrolanda chegou, pela primeira vez na história, à marca de R$ 5 bilhões em faturamento. O valor foi alcançado no início de novembro, com pouco menos de 60 dias para o final de 2021. O recorde vem justamente no mês em que a cooperativa completará 70 anos de fundação. A duradoura parceria entre clientes, colaboradores, cooperados e comunidade tem gerado resultados expressivos, que colocam a Castrolanda entre as principais cooperativas do Brasil.

 

2020 - Durante o ano de 2020, a Castrolanda acumulou um faturamento de R$ 4,3 bilhões – valor que figurava até então como o recorde histórico da companhia. O faturamento líquido acumulado até o início de novembro de 2021 já ultrapassa o total do ano passado em 16,2%.

 

Crescimento exponencial - Este crescimento exponencial é reflexo de uma atuação fundamentada em valores, que permite que colaboradores, cooperados e todos os envolvidos na cadeia produtiva tenham suas demandas levadas à sério e tenham garantido o direito de pautar decisões coletivas. O resultado deste processo é o crescimento econômico da Castrolanda andando de mãos dadas com o desenvolvimento social, em uma relação em que todos ganham.

 

Positivo - Diretor Executivo da cooperativa, Seung Lee, considera positivos os resultados parciais de 2021 e aponta a diversificação das atividades de trabalho como ação primordial para que o recorde fosse alcançado. “Tem momentos que uma determinada atividade não vai muito bem, mas que outras estão melhores e acabam compensando este desempenho. Quando você diversifica as atividades, acaba diluindo os riscos”, conta.

 

Diluição de riscos - O diretor acredita que, quanto maior é uma empresa, mais é possível diluir os riscos do processo. “O crescimento não é só uma questão de ganhar escala para ganhar competitividade, mas também garantir sustentabilidade por meio da diversificação e, consequentemente, redução de riscos”, avalia.

 

Planejamento estratégico - O valor de R$ 5 bilhões em faturamento ultrapassa a meta estabelecida pela diretoria da Castrolanda desde o final do ano passado, quando foram definidos os objetivos e as diretrizes para 2021. “A Castrolanda tem alicerces sólidos nos valores institucionais. Com objetivos bem definidos, aliado ao suporte de colaboradores e cooperados, seguimos dia após dia em um caminho de sustentabilidade e estabilidade dos negócios”, explica.

 

Horizonte - Em 2019, o Horizonte – nome dado ao planejamento estratégico da cooperativa – preparou a companhia para se tornar ainda mais competitiva em sua área de atuação, apostando no redesenho de alguns processos que trouxeram mais agilidade a assertividade nas ações.

 

2022 - Para o ano de 2022, a expectativa é seguir trabalhando questões de eficiência operacional, ganho de produtividade e, por consequência, ganho de escala. Adicionalmente, a Castrolanda também colocará mais foco em processos de relacionamento com o cooperado.

 

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COOPAVEL: Agricultura familiar vai ter barracão próprio no 34º Show Rural Coopavel

coopavel 11 11 2021A agricultura familiar é historicamente uma das principais atrações do Show Rural Coopavel, que de 7 a 11 de fevereiro de 2022 terá a sua 34ª edição em Cascavel, no Oeste do Paraná. Um barracão com área de 500 metros quadrados, construído em área estratégica do parque, vai abrigar os produtores rurais que costumam participar do evento e mostrar as suas habilidades agroindustriais.

Anúncio oficial - O anúncio oficial da obra aconteceu durante a edição inaugural do Show Rural Coopavel de Inverno, em agosto de 2020. O ato contou com as presenças do secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, do presidente do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural), Natalino Avance de Souza, do presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e do coordenador geral do Show Rural, o agrônomo Rogério Rizzardi.

Intenção inicial - A intenção era colocar a estrutura em atividade em fevereiro de 2021, mas essa edição do Show Rural foi realizada virtualmente. “Estamos ansiosos com o início da 34ª edição, no dia 7 de fevereiro, porque essa será presencial e então esse novo ambiente será colocado à disposição de agricultores familiares de dezenas de municípios do Oeste e de outras regiões do Paraná. A agricultura familiar, criativa e pulsante, sempre teve o Show Rural Coopavel como parceiro e apoiador”, afirma Dilvo Grolli.

Comodidade e conforto - O presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural destaca que o novo pavilhão vai trazer mais comodidade e conforto aos pequenos produtores rurais e também aos visitantes. “Ali, cada um no seu estande, eles mostram o resultado de um trabalho de transformação importante que acontece na propriedade. Eles fabricam derivados das mais diferentes matérias-primas, embutidos, doces, geleias e também artesanato. Esses itens são comercializados e contribuem para injetar mais receita nessas propriedades, melhorando a qualidade de vida dessas famílias rurais. Só temos a agradecer à Coopavel pela parceria”, afirma Nataliano Avance de Souza.

Papel de destaque - A agricultura familiar tem papel de destaque no agronegócio, principalmente devido à sua versatilidade, qualidade do que produz e pelo que representa às famílias a ela integradas, ressalta o coordenador Rogério Rizzardi. “Em um ambiente apropriado, as famílias vão ter a oportunidade de divulgar de forma ainda mais intensa o seu trabalho. Estamos, dessa forma, valorizando as pequenas agroindústrias e contribuindo com um segmento relevante para o cotidiano de um grande percentual de famílias de agricultores”, complementa Rogério.

Tema - O tema da 34ª edição do Show Rural Coopavel, que é um dos três maiores eventos do mundo em disseminação de tecnologias e inovações para o campo, será “Nós somos a terra”. (Imprensa Coopavel)

 

SICOOB: Promo Week Crédito Consignado oferece taxas com até 37% de desconto

sicoob 11 11 2021De 11 a 19 de novembro, o Sicoob reduzirá suas taxas do crédito consignado em todo o Brasil. Batizada de "Promo Week", a promoção visa viabilizar crédito para realização de projetos, organização financeira e até mesmo planejamentos futuros dos brasileiros. A redução será de até 37% nas taxas, que já são uma das menores do mercado.

Condições especiais - Durante a ação, aposentados e pensionistas do INSS, empresa privada, servidores públicos municipais e estaduais ou Sistema Integrado de Administração Pessoal (Siape), podem aproveitar as condições especiais que serão realizadas pelos quatro cantos do país.

Oportunidade - "Sabemos que o consignado é uma oportunidade excelente para a regularização da vida financeira ou para tirar aquele plano dos sonhos do papel. Reformas, viagens, quitação de dívidas. São tantas oportunidades que nem conseguimos listar todas. Serão seis dias com condições especiais e estamos otimistas com o resultado", diz Francisco Reposse Junior, diretor comercial e de canais do Sicoob.

Condições - As condições oferecidas pelo Sicoob por meio da "Promo Week Crédito Consignado" variam de acordo com cada público e quantidade de prazo para pagamento. Para aposentados e pensionistas do INSS, por exemplo, a taxa por chegar até 0,75%. Veja a lista dos demais públicos:

• INSS: taxas de 0,75 a 1,11%, em parcelas de 6 a 84 meses;

• Siape: taxas de 0,75 a 1,16%, em parcelas de 6 a 96 meses;

• Empresas privadas: taxas de 0,82 a 0,95%, em parcelas de 6 a 36 meses;

• *Órgãos municipais: taxas de 0,73 a 1,15%, em parcelas de seis até 96 meses;

• *Órgãos estaduais: taxas de 0,79 a 1,29%, em parcelas de seis até 120 meses.

*Prazo sujeito a liberação do órgão

SERVIÇO

Promo Week Crédito Consignado

11 a 19 de novembro de 2021

Taxas com até 37% de desconto

Encontre a cooperativa mais próxima no site do Sicoob

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,3 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 360 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.563 pontos de atendimento em 1.952 cidades brasileiras. Acesse ao site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB UNICOOB: Primeiro sorteio da campanha “Vem comigo pro Sicoob” premiou três cooperados com R$ 2 mil cada

sicoob unicoob 11 11 2021Além de agora fazerem parte de um dos maiores sistemas financeiros cooperativos do Brasil e contarem com todas as vantagens dos produtos e serviços oferecidos, três sortudos garantiram um vale-poupança de R$ 2 mil como prêmio no primeiro sorteio da campanha “Vem comigo pro Sicoob”, promovida pelo Sicoob Unicoob.

Apuração - A apuração foi realizada no dia 6 de outubro com base na extração da Loteria Federal e os premiados abriram suas contas em agências do Sicoob Metropolitano, Sicoob Ouro Verde e Sicoob Três Fronteiras, nas cidades de Maringá (PR), Macapá (AP) e Matelândia (PR), respectivamente.

Cooperativismo - Para o diretor-presidente do Sicoob Central Unicoob, Márcio de Souza Gonçalves, quanto mais as pessoas conhecem o cooperativismo, mais elas se apaixonam e a campanha é apenas um incentivo para que elas experimentem a força desse movimento.

Justiça financeira - “Juntos podemos ir mais longe. No Sicoob, o propósito de conectar pessoas para promover a justiça financeira e prosperidade é realidade no dia a dia. Aqui fazemos mais que negócios, apoiamos a economia sustentável e desenvolvemos as comunidades em que estamos. Quando a gente cresce, o cooperado cresce também”, afirma.

Pessoas - E para que esse crescimento contribua para que o sistema seja grande, forte e competitivo, o diretor de Mercado do Sicoob Central Unicoob, Carlos Alessandro Schlick, explica que a cooperativa desenvolve suas ações e estratégias sempre priorizando as pessoas. “Para nós, esse desempenho só está completo quando também gera riquezas que impactam positivamente vidas, negócios e comunidades”, complementa.

Mais chances - Até o fim do ano serão mais dois sorteios. O próximo acontece em 1º de dezembro e vale para as contas abertas até 26 de novembro, que concorrem a três vales-poupança de R$ 2 mil cada. No último, em 8 de janeiro de 2022, as contas registradas até o dia 30 de dezembro podem ganhar dois vales-poupança de R$ 2 mil cada e uma Fiat Strada Endurance 0km.

Para participar - Na campanha “Vem comigo pro Sicoob”, quem se associar a uma das cooperativas do Sistema Unicoob, recebe vai receber um número da sorte para concorrer aos prêmios. Além disso, é possível garantir uma chance extra ao adquirir um ou mais produtos e serviços do Sicoob (poupança, seguros, consórcio, Sipag etc.) no ato da abertura da conta ou ainda, indicar possíveis cooperados e estes efetivarem a associação.

Mais - Para saber mais sobre a campanha, consultar o regulamento e o nome dos ganhadores, acesse www.vemcomigoprosicoob.com.br. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB HORIZONTE: Alunos apoiados pela cooperativa são premiados na etapa regional do Concurso Cultural do Instituto Sicoob

sicoob horizonte 11 11 2021Alunos da Escola Municipal Colônia Esperança de Arapongas (PR), apoiados pelo Sicoob Horizonte, participaram do Concurso Cultural do Instituto Sicoob, com o tema “Cooperativismo, uma forma de viver”.

Participação - Este ano, os estudantes dos 3º e 5º anos do Ensino Fundamental I de escolas convidadas das redes pública e privada e de cooperativas escolares de todo o Brasil puderam participar.

Cultura da cooperação - O objetivo do concurso foi envolver as escolas, alunos e comunidade, com o propósito de fortalecer a cultura da cooperação, incentivando os alunos a refletirem e debaterem sobre o cooperativismo.

Desenhos e textos - Os alunos mais novos puderam se expressar por meio de desenhos, enquanto os mais velhos escreveram textos narrativos de até 25 linhas. Ambos teriam que retratar o significado e importância do cooperativismo para a sociedade.

Premiados - Só na escola de Arapongas, participaram 30 crianças e seis foram premiados na etapa local. Agora, eles irão concorrer na etapa regional e, se ganharam, na nacional.

Aprendizado - A diretora da escola, Juliana Adriana Alves Couto, agradeceu a oportunidade de participar do concurso. “Os alunos aprenderam muito sobre como é importante o cooperativismo entre as pessoas para se ter uma sociedade melhor. Os alunos selecionados se emocionaram muito com a premiação”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Poupança Premiada tem ganhador em Jaguapitã

sicredi uniao 11 11 2021Um dos prêmios de R$ 5 mil da Poupança Premiada Sicredi saiu para o produtor rural Antônio Cláudio da Silva, o Toninho da Bandeirantes, como é conhecido o associado da agência de Jaguapitã (PR) da Sicredi União PR/SP. O prêmio chegou em boa hora, mas a surpresa feita pela equipe da agência, gerenciada por Tiago Bortolot Altino, foi o ponto alto do dia para o associado.

Alegria - “Eu cheguei na propriedade e eles estavam lá com um cheque de R$ 5 mil. Foi a melhor parte do dia, com muita alegria”, conta ele, que é associado da agência de Jaguapitã desde o primeiro dia que a cooperativa se instalou na cidade. E não só ele: também os filhos são associados e participam ativamente da cooperativa de crédito.

Aplicações - Além das transações rotineiras que faz na cooperativa, o seo Toninho também mantém aplicações, entre elas a poupança, onde deixa o dinheiro que vai precisar dali a poucos meses. Outro fato que leva o associado a colocar parte do seu dinheiro na poupança é saber que com esses recursos, a cooperativa ajuda a financiar o agronegócio.

Sorte - O produtor de soja e milho se considera um homem de sorte e não só por sempre ganhar prêmios em sorteios – já levou pra casa vários brindes – mas pela “graça de ter um casamento de 42 anos” e ter seus três filhos compartilhando com ele o trabalho no campo e os netos sempre por perto. “Sou muito grato. E agora ganhei esses R$ 5 mil que ficarão aplicados na minha poupança na cooperativa”, afirma ele.

Poupança premiada - A campanha “Poupança Premiada” é uma ação realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro e distribuirá, nesta edição, R$ 2,5 milhões em prêmios aos associados da instituição financeira cooperativa.

Sorteios - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro, com 200 sorteios semanais de R$ 5 mil. Todas as segundas-feiras são cinco ganhadores. A campanha também teve um prêmio especial de R$ 500 mil, que foi entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro. A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

PLANTIO DIRETO: Região Oeste do Paraná é modelo em agricultura conservacionista

plantio direto 11 11 2021O plantio direto é utilizado em 80% das propriedades produtoras de grãos no estado do Paraná. Contudo, as perdas de nutrientes são estimadas em 242 milhões de dólares por ano pela baixa adoção de práticas da agricultura conservacionista. A parceria entre a Embrapa e o Sistema OCB contou com a atualização da assistência técnica em agricultura conservacionista e fertilidade do solo, com resultados que estão chegando aos produtores rurais em todo o País. No Paraná, um dos exemplos está na região oeste do Estado, com a promoção da agricultura conservacionista através da atuação do departamento técnico da cooperativa C.Vale.

Evolução - Os trabalhos voltados à conservação de solos no Paraná evoluíram do plantio direto para o manejo de microbacias ainda na década de 1980. “O manejo de solo foi orientado pelas microbacias, desconsiderando a divisa das propriedades, pois a água não respeita cercas. O trabalho em microbacias permitiu o planejamento no uso do solo em toda a região com resultados mais efetivos”, conta o gerente do departamento técnico da CVale, Enoir Pelizzaro.

Tecnologia - Uma das tecnologias difundidas naquela época foi a construção de terraços em nível para conter o excedente de água das chuvas que não infiltravam no solo. Em Palotina, PR, o produtor Jonas Vendruscolo construiu 24 terraços nos 400 hectares de lavoura ainda na década de 1980. “Sempre achei que estava fazendo tudo certo, com curvas, terraços e rotação de culturas em benefício do solo. Fiquei surpreso quando o pessoal da C.Vale chegou e disse pra tirar todos os terraços, que estavam ali há mais de 30 anos”, lembra Jonas.

Adequação - Hoje, são apenas 7 terraços na propriedade, que foram reposicionados e redimensionados para melhor adequação às operações agrícolas: “Com as máquinas cada vez maiores, precisamos reduzir o trânsito na lavoura, otimizando as operações com menos entradas nas áreas e maior capacidade e agilidade nos equipamentos”, diz o produtor, destacando que o reposicionamento dos terraços aprimorou a contenção de enxurradas: “Logo que implantados, os novos terraços suportaram chuvas de 130 mm numa única noite”, lembrando que a contenção só foi possível com a ajuda da boa cobertura do solo deixada pela palhada na rotação de culturas como milho, trigo e aveia: “Não adianta ter terraços e não ter palha no solo. É preciso reduzir o volume e a velocidade da enxurrada e não apenas tentar conter o que a chuva levou”.

Determinantes - As práticas de agricultura conservacionista foram determinantes para manter a família Dazzi na atividade. Na década de 1970, a produção de grãos começou com uso intenso do arado e da grade e a erosão rapidamente tomou conta da fazenda, em Palotina, PR. “ Sofríamos com perdas na fertilidade do solo, grandes áreas com sulcos abertos pela erosão e consequente queda das produtividades. Foi preciso rever as ações e buscar ajuda na assistência técnica para continuar produzindo”, afirma o produtor Adir Dazzi. Com o manejo correto do solo, a família conseguiu triplicar a área da fazenda em menos de uma década, chegando a 1200 hectares nos municípios de Palotina e Iporã.

Ampliando a divulgação dos terraços - De acordo com estudos da Embrapa Trigo, os terraços previnem perdas de solo, água, corretivos, nutrientes, fertilizantes, restos culturais e matéria orgânica no solo que acabam sendo levados pela erosão. “A economia com fertilizantes pode chegar a 40%, além de preservar os atributos químicos e físicos do solo que impactam diretamente na produtividade de grãos”, alerta o pesquisador José Eloir Denardin. Ele lembra, ainda, a importância de conter o escoamento da chuva nas lavouras visando à preservação dos recursos hídricos: “Podemos rapidamente identificar como está o manejo de uma lavoura apenas observando a cor da água do rio mais próximo num dia chuvoso. Além da turbidez da água suja com o solo, análises químicas certamente vão mostrar a contaminação com resíduos de fertilizantes e defensivos. Ou seja, a erosão implica tanto em impactos econômicos quanto ambientais na produção agrícola”.

Baixa adoção - Apesar das inúmeras vantagens, o uso de terraços ainda tem baixa adoção no Paraná. Segundo o pesquisador Tiago Telles, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR/Iapar), vários fatores podem explicar a resistência dos produtores à construção de terraços agrícolas: “É difícil isolar qual fator é o mais impactante. Entre os motivos apresentados estão o uso de máquinas agrícolas cada vez maiores e o cultivo na direção do declive, buscando reduzir o tempo de operação e o consumo de combustível”. Outro fator que pode explicar a falta de uso ou mesmo a retirada dos terraços visa ampliar a área de cultivo: “A condição econômica da propriedade pode superar as necessidades topográficas durante a tomada de decisão quanto ao uso da terra. Ainda assim, verificamos que a probabilidade de uso dos terraços é 18% maior para os produtores cujas fazendas estão em declive e os terraços são 24% mais frequentes quando os produtores avaliam que seus solos não são férteis”, explica Telles.

Açudes - Na área de atuação da C.Vale no Paraná, a conservação do solo possibilitou o uso de áreas marginais para a implantação de açudes, estimulando uma nova fonte de renda com a criação de peixes destinados ao frigorífico da cooperativa. “Antigamente, a água da lavoura escoava para as estradas, que ficavam intransitáveis, contaminando todo tipo de recurso hídrico. Com o escoamento resolvido, os rios e açudes mantêm a água límpida e recebem apenas o reforço da chuva”, explica o engenheiro agrônomo Enoir Pelizzaro.

Quadro técnico - O quadro técnico da C.Vale conta com 263 agrônomos e veterinários para atender mais de 23 mil associados, com unidades no RS, SC, PR, MS, MT e no Paraguai. Profissionais do departamento técnico da CVale participaram do módulo de atualização em agricultura conservacionista e fertilidade do solo promovido na série de capacitações na parceria Embrapa e Sistema OCB, com o apoio da Ocepar. “O papel da pesquisa agropecuária é gerar informações para o campo, mas também transferir os conhecimentos para agentes multiplicadores, como a assistência técnica, que vai levar a pesquisa até o produtor. Esse é o caminho para promover, de modo efetivo, resultados no setor produtivo, com impactos em diversos segmentos da sociedade”, conclui o Chefe-Geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski. Segundo ele, após a qualificação de quase 200 profissionais do cooperativismo em seis anos de capacitações na cadeia produtiva de cereais de inverno, está sendo desenhado um novo projeto de parceria com o objetivo de ampliar ainda mais o alcance dos resultados gerados pela pesquisa agropecuária brasileira.

Mais - Conheça mais sobre o trabalho de agricultura conservacionista no Oeste do Paraná: https://www.youtube.com/watch?v=ducMimTkIvI. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Trigo)

FOTO: Joseani Antunes / Embrapa Trigo

 

CONAB: Clima favorece semeadura das culturas de 1ª safra e produção pode chegar a 289,8 milhões de toneladas

conab 11 11 2021Impulsionada pelos bons volumes de chuvas, a semeadura das culturas de primeira safra avança por todo o país. A segunda estimativa para o ciclo 2021/2022, divulgada nesta quinta-feira (11/11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que o Brasil deve produzir 289,8 milhões de toneladas de grãos, 14,7% ou 37 milhões de toneladas superior ao obtido em 2020/21.

Área cultivada - Com relação à área total cultivada no país, a estimativa para esta safra é de 71,8 milhões de hectares semeados, um crescimento de 4,1% em relação à safra anterior. Nesse total, estão incluídas as culturas de primeira safra, semeadas entre agosto e dezembro de 2021, as de segunda safra, semeadas entre janeiro e abril de 2022, e as culturas de terceira safra, semeadas entre meados de abril e junho de 2022.

Aumento na produção - O boletim destaca ainda os aumentos na produção de soja, com crescimento de 3,5% na área a ser cultivada, e de milho, sobretudo o de segunda safra, que foi severamente afetado pela situação climática adversa na safra anterior. No caso da oleaginosa, a produção estimada é de 142 milhões de toneladas, mantendo o país como o maior produtor e exportador mundial. Quanto ao milho, o volume total de produção deve chegar a 116,7 milhões de toneladas, com aumento de 2,5% na área a ser cultivada com a cultura de primeira safra.

Algodão - O algodão também apresenta aumento na produção. A ampliação de 9,3% na área a ser semeada, chegando a 1,49 milhão de hectares, influência para uma melhor produção, estimada atualmente em 2,65 milhões de toneladas de pluma. O arroz traz um crescimento de 0,3% na área a ser semeada e previsão de 11,5 milhões de toneladas. Já para o feijão, a estimativa é de 3,6% a mais na produção da primeira safra, totalizando um milhão de toneladas, somando-se os tipos cores, caupi e preto. A produção total da leguminosa no país, somando-se as três safras, é estimada em 3,1 milhões de toneladas. No caso do trigo, a safra 2021 ainda está sendo colhida, com um volume de produção previsto atualmente em 7,68 milhões de toneladas.

Método diferente - Devido às indefinições em relação à produtividade a ser obtida das culturas que ainda serão cultivadas, a Conab utilizou métodos estatísticos para o cálculo das estimativas das produtividades das diferentes culturas neste levantamento.

Mercado - Com relação ao mercado externo, o algodão em pluma e a soja seguem com cenário positivo. Neste levantamento, a Conab manteve estável em 2,1 milhões de toneladas a previsão do volume exportado da fibra na safra 2020/21. Já para a soja, a estimativa é que sejam embarcadas 84,42 milhões de toneladas, 1,74% a mais em relação ao último levantamento e 3,58% em relação a 2020.

Redução - Para o milho, foi reduzida a estimativa de 20 milhões de toneladas exportadas para o ano safra, que vai de fevereiro de 2021 a janeiro de 2022. Quanto ao trigo, a estimativa dos estoques de passagem é de 790 mil toneladas, uma queda de 27,6%, em função dos problemas que afetaram a produtividade. Embora tenha havido queda, a projeção é de recuperação dos estoques em relação ao último ano safra, finalizado em agosto deste ano.

Preços - Em relação aos preços recebidos pelos produtores nas principais praças, observou-se no levantamento realizado pela Conab as seguintes reduções no mês de outubro, em comparação com o mês de setembro: diminuição de 4,4% nas cotações do arroz no RS; de 6,04% no feijão cores em SP; de 6,63% no feijão preto no PR; de 3,04% no milho no PR; redução de 0,51% no preço do trigo no PR; e ainda de 3% para a soja em MT. Por outro lado, as elevações de preços para os produtores foram de 0,92% na soja do PR, de 2,8% do milho no MT e de 10,98% nos preços do algodão em MT.

Quadro de Oferta e Demanda - Neste levantamento de safra a Conab também divulgou os quadros de oferta e demanda da soja para as safras 2020/21 e 2021/22. Durante este intervalo, a Companhia promoveu ajustes metodológicos. Entre eles, a revisão da produção anunciada em agosto de 2020, quando ocorreu uma reavaliação dos dados primários, fato que indicou a necessidade de um ajuste na produtividade das safras 2013/14 a 2019/20. (Conab)

Clique aqui e acesse os arquivos com informações do 2º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022.

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

IBGE I: Primeira projeção prevê safra recorde de grãos em 2022 puxada pela recuperação do milho

ibge I 11 11 2021A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 270,7 milhões de toneladas em 2022, caso se confirme o primeiro prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (11/11) pelo IBGE. Este número significa um novo recorde na série histórica iniciada em 1975 e representa um aumento de 7,8% em relação às estimativas de 2021, ou 19,5 milhões de toneladas a mais.

Milho - A expectativa é que o milho seja o principal responsável por esse aumento. Após uma grande queda na produção em 2021, por conta do atraso do plantio da 2ª safra e da falta de chuvas nos principais estados produtores, a previsão para 2022 é de alta de 11,1% para a 1ª safra (ou 2,8 milhões de toneladas) e de 26,8% para 2ª safra (ou 16,2 milhões). “Espera-se um ano dentro da normalidade climática, o que pode propiciar a recuperação das lavouras”, afirma o gerente da pesquisa, Carlos Barradas.

Questão econômica - Outra razão para perspectiva de recorde diz respeito à questão econômica. Apesar do aumento dos custos de produção, os preços das commodities agrícolas como milho, trigo e soja estão altos, ajudados pela valorização do dólar. Fazendo o produtor aumentar o plantio e investir mais nessas lavouras", explica Barradas.

Aumentos - Também devem crescer as produções de soja (0,8% ou 1,1 milhão de toneladas), algodão herbáceo em caroço (2,4% ou 84,9 mil), sorgo (12,8% ou 302,4 mil), feijão 1ª safra (6,9% ou 80,9 mil) e feijão 2ª safra (9,8% ou 101 mil). A pesquisa ainda estima quedas nas produções do arroz (-3,9% ou 451,6 mil), do feijão 3ª safra (-0,9% ou 5,1 mil) e do trigo (-10,0% ou 785,8 mil).

Estimativa para safra de 2021 é 1,2% menor que a de 2020 - A pesquisa também divulgou a estimativa de outubro para a safra de 2021, com previsão de 251,2 milhões de toneladas, 1,2% menor (ou 3 milhões de toneladas) que a obtida em 2020 (254,1 milhões).

Área colhida- Em termos de área a ser colhida, a estimativa é de 68,5 milhões de hectares, apresentando crescimento de 4,6% frente à área colhida em 2020. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representam 92,5% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida.

Comparativo - No comparativo com o ano anterior, houve aumento de 6,4% na área do milho, sendo de 1,6% na 1ª safra e de 8,1% 2ª, além de alta de 0,3% na área do arroz e de 4,8% na área da soja. Já na área do algodão herbáceo (em caroço), houve queda de 15,9%.

Produção - Quando se leva em consideração a produção, o LSPA mostra um aumento de 10,3% para a soja e de 4,5% para o arroz em casca e queda para o algodão herbáceo (-17,5%) e para o milho (-16%), sendo redução de 2,8% na 1ª safra e de 20,6% no milho na 2ª.

Soja - Para a soja, a estimativa de produção foi de 134,1 milhões de toneladas, enquanto para o milho, a projeção foi de 86,7 milhões de toneladas, sendo 25,9 milhões de toneladas na 1ª safra e 60,9 milhões na 2ª. Já a produção do arroz foi estimada em 11,5 milhões de toneladas e, o algodão em caroço, em 5,8 milhões.

Seis estados somam 80% da produção nacional; Mato Grosso tem 29% - De acordo com o LSPA, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,5%, seguido pelo Rio Grande do Sul (15,0%), Paraná (13,2%), Goiás (9,2%), Mato Grosso do Sul (7,7%) e Minas Gerais (6,1%). Somados, os seis primeiros estados representaram 79,7% do total do país. No recorte regional, a liderança é do Centro-Oeste (45,7%), seguido pelo Sul (30,6%), Sudeste (10,0%), Nordeste (9,1%) e Norte (4,6%).

Capacidade dos estoques cresce 2,5% no 1º semestre de 2021 - Também divulgada nesta quinta-feira (11/11) pelo IBGE, a Pesquisa de Estoques mostrou alta de 2,5% no total de capacidade útil disponível para armazenamento no Brasil, no primeiro semestre de 2021 frente ao semestre anterior, chegando a 180,6 milhões de toneladas. O Mato Grosso continua possuindo a maior capacidade de armazenagem do país, com 44,4 milhões de toneladas. O Rio Grande do Sul e o Paraná aparecem logo depois, com 34,3 e 32,6 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente.

Tipos - Quanto aos tipos de armazenamento, a pesquisa mostrou que os silos seguem predominando, tendo alcançado 90,4 milhões de toneladas (50,0%) da capacidade útil total. Na sequência, aparecem os armazéns graneleiros e granelizados, que atingiram 67,7 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável, e armazéns convencionais, estruturais e infláveis, com 22,5 milhões de toneladas.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro.

Sobre a Pesquisa de Estoques - A pesquisa, que abrange todo o país, tem o objetivo de fornecer informações estatísticas sobre volume e distribuição espacial dos estoques de produtos agrícolas armazenáveis básicos, além das unidades onde são guardados. Os dados levantados pela Pesquisa de Estoques são essenciais para gestores públicos e privados e têm relação com questões de segurança alimentar. As informações são fornecidas pelo proprietário, funcionário capacitado ou contador do estabelecimento pesquisado e são respondidas de forma presencial, por telefone, e-mail ou por meio de questionário online. Os resultados são divulgados a cada semestre. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

IBGE II: Indústria paranaense avança 13,3% e fica entre os três melhores resultados do País

ibge 11 11 2021A produção industrial do Paraná foi a terceira que mais cresceu no País, com avanço de 13,3% entre janeiro e setembro, na comparação com os primeiros nove meses do ano passado. Dos 15 locais analisados pelo IBGE, apenas dez aumentaram a produção industrial no acumulado do ano, sendo que a indústria nacional avançou 7,5% no período. O Paraná ficou atrás apenas de Santa Catarina (18,1%) e de Minas Gerais (14,%).

Acumulado - Já no acumulado de 12 meses, os dois estados do Sul foram destaque, com Santa Catarina na liderança com o aumento de 16,4%. Além disso, o Paraná foi um dos poucos estados com avanço na atividade industrial especificamente em setembro de 2021, ante o mesmo mês do ano passado. O crescimento da indústria paranaense no período foi de 0,9%, superado apenas pelo Rio de Janeiro (5,3%), Minas Gerais (5%) e Santa Catarina (1,5%). Apenas os quatro estados apresentaram resultado positivo no período, sendo que, no País, a produção industrial recuou 3,9%.

Queda - Assim como a maioria das regiões pesquisadas pelo IBGE, houve queda na produção paranaense entre agosto e setembro deste ano, com redução de 0,4%, mesmo resultado da média nacional.

Setores - O aumento da indústria no Paraná no acumulado do ano foi puxado pela fabricação de máquinas e equipamentos, que teve evolução de 73,1% nos primeiros nove meses na comparação com o mesmo período de 2020. É seguida pela produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (44,3%) e de produtos de madeira (33,8%).

Avanço -Também avançaram a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (30%); produção de minerais não metálicos (20,1%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,6%); móveis (8,8%); bebidas (7,7%); produtos de borracha e de material não plástico (6,1%); outros produtos químicos (6%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%). Houve retrocesso na indústria de produtos alimentícios (-6,3) e de celulose, papel e produtos de papel (-1,7%).

Aumento - No acumulado dos últimos 12 meses, aumentaram a produção as fábricas de máquinas e equipamentos (61,7%); produtos de metal, não incluindo máquinas e equipamentos (33,7%); produtos de madeira (32%); veículos automotores, reboques e carrocerias (26,2%); produção de minerais não metálicos (22,2%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (14,8%); e de móveis (11,1%); bebidas (9,5%); produtos de borracha e de material não plástico (8,3%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,9%); e outros produtos químicos (2,6%). A queda foi na produção de produtos alimentícios (-2,6%) e de celulose, papel e produtos de papel (-1,7%).

Setembro - Já na comparação de setembro deste ano com setembro de 2020, houve avanço na fabricação de máquinas e equipamentos (35,9%); outros produtos químicos (7,1%); produção de minerais não metálicos (6,6%); produtos de madeira (4,2%); produtos de metal, não incluindo máquinas e equipamentos (11,7%).

Redução - Não houve variação na indústria automotiva de um ano a outro, enquanto que foram observadas quedas no período nas indústrias de móveis (-20,6%); produtos de borracha e de material não plástico (-8,8%); produtos alimentícios (-6,8%); bebidas (-5,2%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,6%); celulose, papel e produtos de papel (-2%); e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,4%). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ECONOMIA: Juros consomem quase 12% da renda das famílias, diz pesquisa

economia 11 11 2021Cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) semestral e 11,79% da renda das famílias ficaram comprometidos com pagamento de juros no primeiro semestre de 2021, aponta estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Foram R$ 233,5 bilhões no período. Em termos comparativos, o montante é equivalente a 73% do recurso injetado via auxílio emergencial no ano passado.

Segundo item - Altamiro Carvalho, assessor econômico da federação, disse nessa quarta-feira (10/11) que, depois do aluguel, o gasto com juros é o segundo item entre as maiores despesas dos brasileiros. “O juro é disseminado nas despesas de uma forma que as pessoas não têm consciência do volume que esse recurso representa no orçamento doméstico”, afirmou. O gasto com juros ultrapassa, por exemplo, os custos totais, por ano, com educação, serviços e vestuário.

Auxílio - A análise aponta, ainda, que “o auxílio distribuído pelo governo federal, que poderia incentivar ainda mais o consumo das famílias, beneficiando de maneira homogênea outros setores da economia, foi bastante comprometido com a quitação destas taxas, canalizadas pelo sistema financeiro”. O estudo quantifica o volume destinado ao pagamento de juros dos empréstimos obtidos em operações de crédito livre nos seis primeiros meses de 2019, 2020 e 2021.

Consumo das famílias - “Se metade disso [montante de juros] não tivesse sido pago, você injetaria na economia recursos para consumo das famílias, daria condições de consumo, de uma forma muito impactante que poderia, obviamente, estimular a produção, iria para a indústria, iria girar o nível da atividade econômica como um todo”, destacou Carvalho. Ele disse que o pagamento de juros, por sua vez, vai para as instituições financeiras e volta para o mercado também na forma de juros.

Quitação - No item pessoa jurídica, o estudo indica que as empresas utilizaram R$ 90,2 bilhões para quitação de juros. O valor é 8,2% acima do registrado em 2020. A soma representa 2% do PIB semestral. O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), por exemplo, liberou R$ 37,5 bilhões em recursos para mais de 500 mil negócios em 2020. Nesse sentido, o montante de juros pagos pelas pessoas jurídicas, no primeiro semestre deste ano, é quase 2,5 vezes maior que o volume destinado pelo programa.

Inadimplência - A FecomercioSP aponta, também, que a inadimplência entre as famílias está controlada. O valor dos empréstimos atrasados há mais de 90 dias teve queda de 14,4% no primeiro semestre de 2021, ficando em R$ 54,4 bilhões. A taxa de inadimplência era de 4,8% nos primeiros seis meses de 2019, 5,3% em 2020 e ficou em 4,1% de janeiro a junho de 2021.

Crédito - Em relação ao crédito neste ano, considerando o período analisado, “tanto as concessões quanto o saldo das operações de crédito para pessoa jurídica avançaram, no comparativo anual, 1,2% e 5,1%, respectivamente”, aponta em nota a federação.

Custo elevado - Para ela, “o crédito no Brasil impõe um custo elevado tanto para os lares como para as empresas, retirando da sociedade quase 8% do PIB semestral, a título de pagamento de juros”. A entidade acredita que o desequilíbrio nas contas públicas é o principal fator que explica os juros elevados. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar fecha estável com PEC dos Precatórios e dados de inflação

cambio 11 11 2021A aprovação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios e a alta da inflação em outubro fizeram o dólar fechar o dia estável, apesar das pressões do mercado internacional. A bolsa de valores desacelerou perto do fim da sessão, mas teve alta pelo segundo dia seguido.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa quarta-feira (10) vendido a R$ 5,50, com leve alta de 0,1%. A cotação passou a maior parte do dia em queda, chegando a R$ 5,43 na mínima do dia, por volta das 11h. No entanto, a alta da inflação nos Estados Unidos puxou a moeda para cima no fim das negociações.

Queda acumulada - A divisa acumula queda de 2,59% nos dez primeiros dias de novembro. No ano, a moeda norte-americana registra alta de 5,99%.

Ações - O mercado de ações teve um dia parecido, com as condições favoráveis que predominaram durante esta quarta-feira, perdendo força nas horas finais de negociação. O índice Ibovespa, da B3 (Bolsa de Valores), fechou aos 105.968 pontos, com alta de 0,41%. O indicador chegou 1,77% pouco antes das 14h, mas desacelerou com a queda dos preços internacionais do petróleo e com o desempenho negativo das bolsas norte-americanas.

Precatórios - A aprovação da PEC dos Precatórios, que agora passa a tramitar no Senado, foi bem recebida pelos investidores. Isso porque, embora o texto libere R$ 91,5 bilhões no Orçamento do próximo ano, o mercado considera que a rejeição da emenda poderia desencadear a edição de um decreto de calamidade pública com potencial de violar ainda mais o teto de gastos.

IPCA -Em relação à inflação, a aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 1,25% em outubro aumentou as expectativas de que o Banco Central mantenha ou aumente o ritmo de alta dos juros. Taxas mais altas no Brasil tornam o país mais atraente para recursos estrangeiros.

EUA - O dólar só não fechou em baixa porque a inflação nos Estados Unidos também veio alta, atingindo 6,2% no acumulado de 12 meses, na maior variação anual desde novembro de 1990, pouco antes da Guerra do Golfo. Isso aumenta as apostas de que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) antecipe os aumentos dos juros da maior economia do planeta. Taxas elevadas no exterior estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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LEGISLATIVO I: PEC dos Precatórios pode ser votada até o final de novembro pelo Senado

legislativo I 11 11 2021O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios deverá ser apreciado entres os dias 23 e 24 deste mês na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Se houver entendimento entre as lideranças partidárias, o texto a ser apresentado poderá ser votado na mesma semana em Plenário. Caso contrário, a matéria será apreciada no período do esforço concentrado, entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro.

Anúncio - O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10/11) pelo líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que foi designado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como relator da PEC dos Precatórios, aprovada na Câmara nesta terça (09/11).

Auxílio Brasil - Em entrevista à imprensa, Fernando Bezerra Coelho esclareceu que há uma dúvida entre os senadores se o espaço aberto fiscal aberto pela PEC dos Precatórios, no valor de R$ 91,6 bilhões, “é adequado, justo ou excessivo”.

Espaço fiscal- “Acredito que temos que trabalhar muito na disseminação da informação de como o espaço fiscal será utilizado. As informações que eu tenho são que, só para garantir o pagamento do Auxílio Brasil no valor mínimo de R$ 400 para 17 milhões de famílias, serão necessários, de forma adicional, R$ 50 bilhões. Já existem R$ 35 bilhões na proposta orçamentaria que foi encaminhada à Câmara, e nós teremos, portanto, nesse espaço de R$ 91,6 bilhões, [sendo] R$ 50 bilhões destinados ao programa Auxilio Brasil. Aproximadamente R$ 24 bilhões serão utilizados para a correção do salário mínimo e para o aumento das despesas previdenciárias, que são despesas obrigatórias”, afirmou.

Valor - O relator da PEC dos Precatórios disse ainda que aproximadamente R$ 6 bilhões serão consumidos na correção das despesas do Judiciário e Legislativo, entre outros.

Revisão do teto - “São as correções, em função da revisão do teto, das despesas dos demais Poderes, Poder Judiciário, Poder Legislativo, Ministério Público, Defensoria Pública, tem a correção do mínimo para a saúde e para a educação. Essas três áreas vão consumir R$ 6 bilhões de forma adicional. Com isso, nós alcançamos R$ 80 bilhões do espaço fiscal de R$ 91,6 bilhões. E aproximadamente R$ 11 ou R$ 12 bilhões serão destinados a reforçar rubricas de investimento no Orçamento que está sendo analisado. O Orçamento foi encaminhado prevendo pagamento integral dos precatórios, que totalizavam R$ 80 bilhões. Para caber esse espaço de R$ 89 bilhões, você reduziu muito a programação de investimentos, que são casas que estão sendo construídas e que não podem ser paralisadas, são rodovias que estão em construção que não podem ser paralisadas, são investimentos na área de recursos hídricos, para citar os mais importantes. Portanto, eu acredito muito que, disseminada a informação de como o espaço fiscal será utilizado, nós haveremos de obter a compreensão para que a matéria possa avançar e ser apoiada aqui no Senado Federal”, afirmou.

Compensação fiscal - Fernando Bezerra Coelho afirmou ainda que a decisão de desoneração da folha de pagamento de 17 setores, no valor aproximado de R$ 8 bilhões, não depende de espaço fiscal.

Consulta - “[Sobre] essa decisão eu falei hoje com o ministro [do TCU] Aroldo Cedraz. Existe uma consulta feita pelo presidente [do Senado] Rodrigo Pacheco, quando da votação da matéria do Refis, de que eu fui relator no Senado, que procura rever uma resolução do Tribunal de Contas da União. Que obriga, para a redução de multas, de juros ou para a continuidade de programas de desoneração e de incentivos fiscais, [que seja] oferecida uma compensação. Aí você teria que identificar espaço fiscal dentro do Orçamento. Mas já existe a manifestação da área técnica do TCU dizendo que não é necessário, nesses casos, haver a compensação. No caso dos 17 setores que estão desonerados, essa receita não está entrando nos cofres da União e, portanto, se houver a possibilidade de uma nova resolução do TCU, que se espera que seja votada na próxima semana, na quarta-feira, nós teremos criado aí as condições, do ponto de vista técnico, para que a gente possa avançar na apreciação dessa matéria na Câmara dos Deputados”, afirmou.

Prazos - Em relação aos prazos de pagamento do benefício, Fernando Bezerra Coelho disse que é preciso respeitar o “tempo político” do Senado para deliberar, mas ressaltou que mantém a expectativa de que até o final de dezembro seja iniciado o pagamento do valor revisto de R$ 400 aos beneficiários do Programa Auxílio Brasil.

Possibilidades - O relator ressaltou que o texto aprovado na Câmara prevê várias possibilidades de pagamento dos precatórios “fora do teto”, entre elas a quitação de dívidas tributárias, compra de ações de empresas públicas e pagamento com desconto de 40%, fora do subteto estabelecido de R$ 40 bilhões.

“Expectativa - “A expectativa nossa é que com esses instrumentos de excepcionalização que estão previstos na PEC não haverá fila [para pagamento dos precatórios]. Nós estamos na expectativa, prestados os esclarecimentos, sobretudo sobre como o espaço fiscal será utilizado. Eu tenho a impressão muito boa que seja aprovado, mantendo o texto da Câmara. Mas nós estamos abertos, se houver sugestões de aprimoramento que possam ainda mais valorizar a iniciativa do Senado e reforçar os objetivos da PEC”, afirmou.

Matérias prioritárias - Fernando Bezerra Coelho também apontou as matérias que o governo considera prioritários para aprovação ainda em 2021, entre eles o BR do Mar, que trata da navegação de  cabotagem (PL 4.199/2020), a privatização dos Correios (PL 591/2021) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a nova Lei do Câmbio (PL 5.387/2019) e o projeto que altera regras do Imposto de Renda (PL 2.337/2021), esta já aprovada na Câmara.

Correios - Quanto à privatização dos Correios, Fernando Bezerra Coelho reconheceu que existe uma resistência do Senado a essa proposta, mas afirmou que está trabalhando para construir o apoio necessário à aprovação do texto inicialmente na CAE.

Alternativas à PEC dos Precatórios - Também nesta quarta (10/11), o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) comunicou em Plenário que já coletou assinaturas para substituir a PEC dos Precatórios. O senador destacou que essa PEC é para estabelecer um auxílio de R$ 400 por mês, permanente e “não uma política de um governo”.

Possibilidade - “É possível estabelecer esse auxílio sem furar o teto de gastos, não há necessidade de mexer no teto de gastos, não precisamos alterar aquela data, que é de junho a julho, para janeiro a dezembro. Nada disso. Os recursos existem, é possível um auxílio permanente sem furar o teto de gastos”,  afirmou.

Fontes de recursos - Entre as fontes de recursos para o auxílio na PEC de sua autoria, Oriovisto citou R$ 34,7 bilhões, que já são do Bolsa-Família; R$ 8 bilhões, diante da previsão de todos os parlamentares abrirem mão de 50% das emendas impositivas; R$ 16 bilhões da exclusão dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do teto de gastos; R$ 15 bilhões da regulamentação da emenda do relator do Orçamento, que vai ser limitada a 0,5% da receita liquida da União.

Apresentação - O senador José Aníbal (PSDB-SP) registrou que também está apresentando uma PEC que discrimina recursos suficientes pagar o Auxílio Brasil. Para ele, é importante prover renda para os brasileiros que se encontram na miséria, mas sem “furar o teto nem para pedalada fiscal do tipo você dar calote em precatórios”.

Compromisso - “Acho muito importante que a gente deixe claro aos brasileiros o nosso compromisso com a urgência desse auxílio, desse amparo, a esses milhões de brasileiros, sobretudo num período tão cheio de festas, como é o Natal. Que não seja também festas de exclusão, que sejam festas de inclusão de pelo menos um benefício básico, para que todos os brasileiros tenham o que comemorar na entrada do Ano Novo. E que a gente possa manter esse benefício não só por um ano, mas de forma sustentável por quanto tempo esse benefício ainda for necessário. Está escrito, está detalhado e foi muito bem estudado fazer o Auxílio Brasil sem quebrar teto, sem deixar essas coisas obscuras continuarem acontecendo, dando transparência às emendas. E parece até um milagre, mas não é. Quando formos debater a PEC, quando mostrarmos números — eu fui professor de matemática por muitos anos e sou economista —, vocês vão ver que as coisas são muito claras e os recursos estão bem definidos”, afirmou José Aníbal.

Crítica - O senador Rogério Carvalho (PT-SE), por sua vez, considerou “um absurdo” a aprovação da PEC dos Precatórios na Câmara dos Deputados. Disse também que a PEC é um desmonte ao Bolsa Família, um programa de Estado que, se substituído, será por um programa temporário, já que o Auxílio Brasil tem previsão de acabar em dezembro de 2022. Rogério Carvalho afirmou que lutará no Senado Federal para derrubar a medida. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Com verba para Auxílio Brasil na pauta, Congresso se reúne nesta quinta-feira

legislativo 11 11 2021O Congresso Nacional tem reunião convocada para esta quinta-feira (11/11). Na pauta, estão cinco projetos abrindo créditos suplementares e especiais ao Judiciário e órgãos do Executivo e ainda o PLN 23/2021, que reserva R$ 76,4 bilhões para o programa Auxílio Brasil até o ano de 2023. 

Semipresencial - Por conta da pandemia, as sessões do Congresso continuam sendo realizadas de modo semipresencial e com votações separadas. Pela manhã, às 10h, os deputados se reúnem. À tarde, a partir das 16h, é a vez dos senadores. 

Programa assistencial - O Auxílio Brasil (MP 1.061/2021) é o programa assistencial criado pelo governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família. O PLN 23/2021 enviado pelo Executivo ao Congresso faz uma adaptação no Plano Plurianual em vigor para permitir a execução do auxílio. O texto prevê gastos de R$ 76,4 bilhões entre 2021, 2022 e 2023. 

Redução da pobreza - O governo alega que a intenção é propiciar a redução da pobreza e extrema pobreza e a emancipação das famílias, por meio da transferência de renda e da articulação de políticas públicas, visando à superação de vulnerabilidades sociais.

Benefícios acessórios - O novo programa social também contempla seis benefícios acessórios, que poderão ser somados ao valor recebido, desde que cumpridos determinados requisitos adicionais: Auxílio Esporte Escolar; Bolsa de Iniciação Científica Júnior; Auxílio Criança Cidadã; Auxílio Inclusão Produtiva Rural; Auxílio Inclusão Produtiva Urbana; e o Benefício Compensatório de Transição.

Bolsa Família - Por enquanto, o PLN 23 não exclui ainda do PPA o programa Bolsa Família, que será revogado somente após a tramitação da MP 1.061/2021 na Câmara e no Senado. 

Crédito especial - Outro projeto que trata do assunto e que também será analisado nesta quinta-feira é o PLN 26/2021, que abre crédito especial de R$ 9,364 bilhões em favor do Ministério da Cidadania para pagamento de parte do Auxílio Brasil.

Avaliação - Os deputados e senadores também vão avaliar os seguintes projetos com abertura de crédito: 

PLN 24/2021: Abre crédito especial no valor de R$ 23,3 milhões em favor da Justiça Federal. Os recursos serão usados para comprar os edifícios-sede da Subseção Judiciária de Mogi das Cruzes e de Botucatu, ambas no interior de São Paulo. 

PLN 17/2021: Abre crédito suplementar de R$ 4,1 bilhões em favor de diversos órgãos do Poder Executivo. Entre os beneficiados, Ministério da Defesa, INSS e Ministério da Economia. 

PLN 34/2021: Abre crédito especial de R$ 763,6 milhões em favor do Ministério do Desenvolvimento Regional. Entre outras destinações, a verba vai para a retomada obras com execução paralisada e novas contratações voltadas à produção habitacional subsidiada pelo Programa Casa Verde e Amarela.

PLN 35/2021: Abre crédito suplementar de R$ 3,06 bilhões a diversos órgãos do Executivo, entre eles, Codevasf, Dnocs, Incra, Embrapa, Ministérios da Educação, da Justiça e Segurança Pública, de Minas e Energia, das Relações Exteriores, da Infraestrutura, da Defesa, do Turismo e da Cidadania. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra mais de 610 mil mortes por covid-19

Com mais 280 óbitos em 24 horas, o Brasil superou a marca de 610 mil mortes em decorrência de complicações associadas à covid-19. Desde o início da pandemia, 610.036 morreram por causa da doença. Na terça-feira (09/11), o total de óbitos estava em 609.756.

Investigação - Ainda há 2.902 mortes em investigação. Isso ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa da morte ainda pode demandar exames e procedimentos posteriores.

Infectadas - O total de pessoas infectadas pela covid-19 desde o início da pandemia chegou a 21.909.298. Entre terça e quarta-feira (09 e 10/11), as secretarias estaduais de Saúde confirmaram 12.273 novos diagnósticos positivos da doença. Na terça, o painel de dados do Ministério da Saúde totalizava 21.897.025 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 181.855 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até esta quarta-feira (10/11), 21.117.407 pessoas tinham se recuperado da covid-19.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nesta quarta-feira (10/11). O balanço é elaborado a partir de informações enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras por causa da redução de equipes que alimentam os dados sobre a doença. Após os fins de semana e feriados, em geral, há mais registros diários devido ao acúmulo de dados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, até o momento, o estado que registra mais mortes por covid-19 é São Paulo (152.538), seguido por Rio de Janeiro (68.607), Minas Gerais (55.820), Paraná (40.674) e Rio Grande do Sul (35.726). Os estados com menor número de óbitos pela doença são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.036), Tocantins (3.893) e Sergipe (6.033).

Sem registro - Não houve registro de mortes por covid-19 entre terça e quarta nos estados do Acre, do Amapá e de Roraima.

Vacinação - Até o início da noite desta quarta-feira (10/11), o sistema do Ministério da Saúde registrava a aplicação de 280,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no Brasil. Destas, 156,3 milhões de aplicações eram da primeira dose e 124,6 milhões, da segunda ou dose única.

Reforço - Já foram aplicadas 10,1 milhões de doses de reforço.

Distribuição - No total, foram distribuídas 349,9 milhões de doses de imunizantes a estados e municípios, tendo sido entregues 338,2 milhões. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra mais 1.343 casos e 33 óbitos pela Covid-19

saude II 11 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (10/11) mais 1.343 casos confirmados e 33 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.559.829 casos confirmados e 40.452 mortos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (552), outubro (413), setembro (171), agosto (72), julho (47), junho (49), maio (36), março (1) e fevereiro (1) de 2021 e maio (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de novembro (21), outubro (2), setembro (1), agosto (2), junho (1), maio (2), março (3) e janeiro (1) de 2021; e julho (1) de 2020 e setembro (1) de 2020.

Internados - 281 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 231 pacientes em leitos SUS (145 em UTI e 86 em leitos clínicos/enfermaria) e 50 em leitos da rede particular (37 em UTI e 13 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 893 pacientes internados, 510 em leitos UTI e 383 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 33 pacientes. São 21 mulheres e 12 homens, com idades que variam de 39 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 6 de setembro de 2020 a 9 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (9), Umuarama (3), Foz do Iguaçu (3), Telêmaco Borba (2), Ponta Grossa (2), Florestópolis (2) e Cascavel (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Ventania, Presidente Castelo Branco, Medianeira, Lunardelli, Londrina, Jaguapitã, Cambé, Cafelândia, Braganey e Andirá.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.223 casos de residentes de fora do Estado, 222 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: País recebe mais 1,7 milhão de doses da vacina da Pfizer

saude pfizer 11 11 2021Na madrugada dessa quarta-feira (10/11), o Brasil recebeu a terceira remessa nesta semana de doses da vacina da Pzifer - ComiRNAty - contra covid-19. O voo com o novo lote do imunizante pousou em Campinas/SP, no Aeroporto Internacional de Viracopos. Entre domingo (07/11) e segunda-feira (08/11), a farmacêutica entregou outras 5,2 milhões de doses.

17º lote- O voo UC1502 vindo de Amsterdam com 1.721.070 doses da vacina trouxe o 17° lote referente ao segundo contrato da Pfizer com o Governo brasileiro, que prevê a entrega de 100 milhões de doses até o final do ano.

PNI - Segundo o Ministério da Saúde, as doses do imunizante serão disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) e distribuídas para todo o Brasil. Ao todo, já foram enviadas mais de 344 milhões de doses das vacinas contra a covid-19, na maior campanha de vacinação da história do país. A pasta pede que os cidadãos confiram o calendário de vacinação do seu município e completem o esquema vacinal. (Agência Brasil)

FOTO: Geovana Albuquerque / Agência Saúde/DF

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