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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5196 | 12 de Novembro de 2021

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 12 11 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (12/11), o Informe Semanal referente ao período de 08 a 12 de novembro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Precatórios - O boletim desta semana destaca que o plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 2º turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 23/2021), que define regras para o pagamento de precatórios. O texto altera critérios de cálculo do teto de gastos além de limitar os valores destinados ao pagamento de precatórios em R$ 40 bilhões, liberando, assim, orçamento para a viabilização de programas como o Auxílio Brasil, além da possibilidade de negociação da prorrogação da desoneração da folha de pagamento até 2023, conforme anunciado no dia 11 de novembro pelo governo federal. O tema da desoneração da folha consta na lista de prioridades da OCB e da Ocepar.

Autocontrole - O Informe Semanal ressalta ainda que o deputado federal Pedro Lupion assumiu a relatoria do PL 1.293/2021 na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. A proposta estabelece um novo modelo de fiscalização e defesa sanitária, baseado em mecanismos de autocontrole, com o intuito de conferir maior agilidade e menores custos ao setor produtivo, resguardando, contudo, o controle e a fiscalização agropecuária.

Normas trabalhistas infralegais - Também, que o governo federal publicou o Decreto nº 10.854/2021, que estabelece o marco regulatório trabalhista infralegal com o objetivo de atualizar e simplificar normas que regulamentam aspectos das relações de trabalho, tais como: anotações em CTPS, registro de jornada, programa de alimentação do trabalhador, aprendizagem, saúde e segurança do trabalho, além de atos fiscalizatórios.

Audiências públicas - Duas audiências públicas também são relatadas no boletim da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar: a realizada dia 8 de novembro, na CAPADR, que foi presidida pela deputada federal Aline Sleutjes e debateu modalidades de financiamento e crédito rural e sua importância no incentivo à implementação de técnicas de produção sustentáveis. A outra ocorreu no dia 10 de novembro, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), para discutir a instabilidade da energia elétrica no campo, com a participação de produtores rurais, representantes da Copel e do Secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara. A audiência foi acompanhada pelo coordenador de desenvolvimento técnico da Ocepar, Silvio Krinski.

Novos Projetos de Lei - Nesta semana começaram a tramitar na Alep os projetos de lei nos 624/2021 e 626/2021, que estabelecem, respectivamente, a obrigatoriedade do fornecimento, por escrito, das recusas de cobertura de procedimentos médicos e a vedação ao limite de consultas e sessões de tratamento do autismo e outras síndromes. Os projetos seguem para apreciação pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

COP26 - O boletim encerra informando que, na manhã desta sexta-feira (12/11), a gerente geral da OCB, Fabíola Nader Motta, participou de painel na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas – COP26, em Glasgow, destacando o papel do cooperativismo no desenvolvimento sustentável e na proteção do meio ambiente. Na oportunidade foram apresentadas as ações das cooperativas paranaenses Lar, Castrolanda, Copacol, C.Vale e Frísia, também destacadas no site dedicado ao tema www.cooperacaoambiental.coop.br.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COP26: Painel da OCB destaca força do coop em defesa da sustentabilidade; exemplos do PR estiveram entre os cases apresentados

Ações sustentáveis desenvolvidas pelas cooperativas paranaenses Lar, C. Vale, Castrolanda, Copacol e Frísia estiveram entre os cases selecionados pelo Sistema OCB para fazer parte da apresentação do cooperativismo brasileiro durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021, em Glasgow, na Escócia, a COP26. Na manhã desta sexta-feira (12/11), a gerente-geral Fabíola Nader Motta, participou de um painel realizado dentro da programação do evento, transmitido ao vivo, às 7h, pelo canal do Youtube do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Tema - Fabíola fez parte do painel com o tema “Cooperativismo como ferramenta para a economia de baixo carbono”. A apresentação foi feita dentro do tema Brasil Verde e mostrou cases do Paraná e de outros estados do país, dados e histórias que comprovam que é possível aliar produtividade e desenvolvimento com responsabilidade social, equilíbrio ambiental e viabilidade econômica. O convite para a participação da OCB foi feito pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, em função do importante papel que as cooperativas desempenham em prol da sustentabilidade e preservação ambiental.

Superação - Fabíola contou sobre a história de superação, as ações de cooperativismo e os resultados produtivos, econômicos e de sustentabilidade da cooperativa Camta (Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu) em um sistema agroflorestal no estado do Pará. “O cooperativismo se repete em todo o Brasil como um instrumento essencial de geração de renda e inclusão econômica e social de grande parte da nossa população, com quase 5 mil cooperativas e mais de 17 milhões de associados. O cooperativismo é melhor forma de disseminar boas práticas, tecnologia, inovação e capacitação, para os cooperados e conseguir o equilíbrio entre a geração de renda, inclusão social e preservação ambiental”, afirmou.

Mais exemplos - Ainda, mostrou mais exemplos de sustentabilidade do cooperativismo, como o Projeto MinasCoop, desenvolvido em parceria entre a OCB e Ocemg, com trinta cooperativas no estado de Minas Gerais, e o acordo Brasil (OCB) e Alemanha (DGRV) para iniciativa de geração de energia através de painéis fotovoltaicos. Também, o projeto desenvolvido com o poio da OCB e da Ocepar para a capacitação de cooperativas em novas tecnologias de tratamento de dejetos animais e de resíduos da agroindústria visando à redução de emissão de metano, produção de adubo orgânico e geração de energia limpa por meio da biomassa. Ela destacou os cases das cooperativas Castrolanda, Copacol, C.Vale, Frísia e Lar, com resultados de mitigação de 40 milhões de metros cúbicos de gás metano por ano e a produção de bioenergia de aproximadamente 50 a 100% da capacidade de produção das cooperativas.  

Manifesto - Por fim, ela apresentou o Manifesto “Cooperando com o Futuro”, com os desafios para a diminuição do avanço do aquecimento global e do combate da fome no mundo. “Nós temos a convicção de que as cooperativas podem ser protagonistas na diminuição do efeito desses dois grandes desafios”, ressaltou.

Íntegra - Para assistir na integra a participação do cooperativismo brasileiro na COP26, acesse o link no YouTube do MMA: http://youtube.com/mmeioambiente.

Mais - Para saber mais sobre os projetos de sustentabilidade das cooperativas com resultados sólidos e positivos, bem como o posicionamento do setor sobre a importância da preservação ambiental, acesse o site da OCB dedicado ao tema em www.cooperacaoambiental.coop.br(Com informações da OCB)

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PERDA: Sistema Ocepar lamenta morte da jornalista Cristiana Lôbo

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lamentou a morte prematura da jornalista Cristina Lôbo, comentarista da Globo News, nesta quinta-feira (11/11), em decorrência de um mieloma múltiplo, do qual se tratava havia alguns anos. A doença foi agravada por uma pneumonia contraída nos últimos dias. Com três décadas de atuação no jornalismo, Cristiana Lôbo iniciou fazendo coberturas na política no seu estado natal, Goiás, e, mais tarde, mudou-se para Brasília, onde atualmente residia.

Mieloma - O mieloma múltiplo que atingiu Cristiana Lôbo é um tipo de câncer de células da medula óssea chamadas de plasmócitos, responsáveis pela produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias. No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue.

Prêmio Ocepar - Ricken lembrou que a jornalista participou, como convidada, em julho de 2010, da entrega do Prêmio Ocepar de Jornalismo e foi uma das entrevistadas da revista Paraná Cooperativo na época. “Na ocasião, ela fez uma palestra sobre o momento político. Uma pessoa carismática, simples e objetiva e que fará falta na imprensa brasileira”, lamentou. O dirigente lembra que a jornalista ficou impressionada com a força do cooperativismo e afirmou que o setor deveria estar mais presente nas decisões nacionais, em especial no Congresso Nacional. “Se já pensávamos em ter um programa de educação política e assim contribuir para a eleição de pessoas comprometidas com o cooperativismo, o conselho dela contribuiu”, disse Ricken.

Entrevista - Na entrevista concedida à revista Paraná Cooperativo, julho de 2010, Cristiana Lôbo frisou a importância do setor ter uma representatividade maior na esfera nacional, sobretudo no Congresso. “É preciso estar representado sim, porque a política brasileira está sendo feita dessa forma. Antes, tudo ficava embaçado por conta do regime ditatorial e da inflação, agora não”, explica. Segundo a jornalista, depois da redemocratização, os setores passaram a “colocar para fora sua voz” e, nesse contexto as cooperativas precisam fortalecer sua representatividade para poder “sentar na mesma mesa” e participar do debate nacional. “É importante que o setor cooperativista tenha representantes para defender os interesses das cooperativas na próxima legislatura”, frisou a jornalista na época.

Revista PR Cooperativo - Para ler a entrevista da jornalista Cristiana Lôbo na íntegra, basta acessar o link: https://bit.ly/3qs9qs3.

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PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panoramacoop 12 11 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise econômica- A primeira análise econômica de novembro é especial e mostra como a China vem reconfigurando a economia mundial desde a década de 80. Em 2020, mesmo com a pandemia afetando produções mundo afora, o PIB chinês subiu, com o aumento de investimento externo e das exportações do país. A expectativa é que em 2030 a China se consolide como a primeira economia do mundo. E foi pensando nisso que o Sistema OCB elaborou esta edição, em parceria com a professora Tatiana Prazeres, contendo os números atualizados sobre a economia desse gigante asiático e sua relação com o restante do mundo. Confira como a China se encontra no cenário pós pandemia e porque compreender esse panorama é importante para o futuro da sua cooperativa!

Acesse a Análise Econômica

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OCB lança manifesto e site em defesa da sustentabilidade - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acredita que o Brasil tem vocação para ser protagonista na construção de uma economia de baixo carbono e que, unindo esforços com outros países, é possível deter o avanço do aquecimento global. Em manifesto divulgado na segunda-feira (8), a entidade compartilhou a visão e o posicionamento do cooperativismo brasileiro a respeito da sustentabilidade e preservação ambiental do planeta. A posição da OCB será reforçada em um painel na COP26, nesta sexta-feira (12/11), apresentado pela gerente-geral Fabíola Nader Motta.

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Com aposta em crescimento verde, Brasil se torna palco de investimento - Uma economia de baixa emissão de carbono, aliada a menos impactos ambiental e social. A transição para o chamado “crescimento verde” está na pauta global, em especial em encontros como a Cúpula do Clima, que ocorre desde o último dia 1º, em Glasgow, na Escócia. O evento conta com representantes brasileiros das esferas pública e privada, que mostram ao mundo iniciativas pelo desenvolvimento sustentável e oportunidades de investimento.

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Matriz energética brasileira vira case mundial na COP26 - Com um território continental, vastas riquezas naturais e condições climáticas e de fertilidade de solo favoráveis, o Brasil supera a demanda de energia total estimada para os próximos 30 anos. No entanto, há desafios em curso para se alcançar a neutralidade de carbono em 2050 — meta acordada no Acordo de Paris e reforçada em debates que ocorrem na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), que ocorre na cidade de escocesa de Glasgow. A ideia é manter o aumento da temperatura planetária a no máximo 1,5 Grau Celsius em relação aos níveis pré-industriais.

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OCB e Sescoop celebram cooperação com a Anoro - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a Associação Nacional do Ouro (Anoro) assinaram na Sede do Sistema OCB, em 10/11/2021, Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para implementar o Projeto Garimpo 4.0 nas cooperativas minerais situadas na Amazônia Legal, com foco na mineração responsável.

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CRCPR: Eleição de renovação de 2/3 do Conselho será realizada dias 23 e 24 de novembro

crc destaque 12 11 2021Nos dias 23 e 24 de novembro, será realizada a eleição para renovação de 2/3 dos conselheiros do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR), por meio de plataforma on-line, a exemplo dos processos eleitorais anteriores dos CRCs. O site com as principais informações já está no ar. Para acessar, clique em: https://www.eleicaocrc.org.br. O sistema eletrônico estará disponível para votação, ininterruptamente, no período das 8h do dia 23 de novembro até as 18h do dia 24 de novembro, conforme o horário oficial de Brasília (DF). A votação é obrigatória aos profissionais da contabilidade

Chapa única - Neste ano, apenas uma chapa registrou-se para candidatura e, atingindo todos os critérios de elegibilidade, foi habilitada a concorrer. Entre os membros da chapa está Devair Antônio Mem, coordenador na área tributária na Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, como conselheiro suplente.

Link - Para conhecer detalhes sobre a eleição e integrantes da Chapa 1 e ter acesso à documentação, acesse o link: https://www3.crcpr.org.br/crcpr/noticias/conheca-a-chapa-1-que-concorre-a-eleicao-do-crcpr-.

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C.VALE: Entre as maiores do Brasil

A C.Vale é a segunda maior cooperativa do Brasil. A classificação consta da edição de 2021 de Melhores e Maiores, publicada, em outubro, pela revista Exame. A cooperativa ganhou 16 posições e agora é a 57ª empresa nacional, com receita líquida de R$ 12,4 bilhões em 2020. A liderança é da Petrobras (R$ 272 bilhões). Na classificação por região, a C.Vale ficou em quinto lugar no Sul. No Paraná, a C.Vale aparece como a terceira maior empresa. (Imprensa C.Vale)

Classificação da C.Vale

2ª maior cooperativa do Brasil

57ª maior empresa do Brasil

5ª maior empresa do Sul

3ª maior do PR

*em receita líquida

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SICREDI: Modalidade de crédito com imóvel para garantir empréstimo cresce no Brasil

A crise provocada pela pandemia tem levado muitos empresários a recorrerem a linhas de crédito para manutenção dos negócios. Mesmo as pessoas físicas vêm encontrando nesses empréstimos uma maneira de saldar as dívidas. Diante do atual cenário econômico brasileiro, uma modalidade com nome em inglês tem ganhado espaço e, ao mesmo tempo, engorda estatísticas do Banco Central. Trata-se do Home Equity, que permite ao tomador do empréstimo dar um imóvel como garantia de pagamento. Embora ofereça juros menores, prazos maiores, esse tipo de crédito requer planejamento e disciplina para quitar a dívida e não perder o imóvel.

Valor contratado - De acordo com o Banco Central, no ano passado, o valor contratado no Home Equity em todo o Brasil foi de R$ 4,6 bilhões, 61% a mais que em 2019. No estado de São Paulo, o crescimento chegou a 32%. Ainda segundo o BC, as instituições financeiras que oferecem essa modalidade de empréstimo disponibilizam valores que variam entre R$ 30 mil e R$ 3 milhões.

Saúde dos negócios - “Por conta da pandemia e diante da necessidade de um fluxo de caixa para atravessar esse difícil período econômico, as empresas buscam essa linha de crédito justamente para manter a saúde dos negócios”, afirma o gerente de agência da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, Carlos Liberato. O especialista financeiro calcula em 20% o aumento da procura pelo Home Equity por parte das empresas na cooperativa que atua em Campinas e em cidades do interior paulista, Paraná e Santa Catarina.

Empresas - Em se tratando de empresas, no Sicredi, o crédito pode chegar a 80% do valor do imóvel. “Como primeiro passo, uma das empresas associadas da cooperativa faz a avaliação imobiliária. Só então definimos e concedemos o empréstimo”, diz. Liberato destaca a importância de orientar os associados sobre os valores das parcelas a serem quitadas. “O crédito não pode estrangular o orçamento do empresário nem colocar em risco o seu imóvel”, orienta.

Pessoas físicas - No caso de pessoa física, o Home Equity também vem se mostrando atraente. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), entre o início deste ano e o mês de agosto, o número de pessoas que usaram casas e apartamentos como garantia para conseguir empréstimos subiu 46% no país.

Total - Segundo a Confederação Nacional do Comércio, o total de pessoas com dívidas a quitar em setembro de 2021 chegou a 74%, com mais de 25% em atraso no pagamento de cheque especial, cartão de crédito, empréstimo pessoal, prestações de carro e de casa, e também de carnês de loja.

Cuidados - O gerente da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP reforça que, apesar dos prazos maiores para quitação do débito, dos juros menores e das prestações mais baixas, é fundamental tomar alguns cuidados.

Organização rigorosa das finanças - Para ele, não se deve optar pelo Home Equity sem uma organização rigorosa das finanças corporativas e domésticas. “Mês a mês, há uma dívida a ser paga”, lembra. O especialista recomenda ao tomador do empréstimo que faça um planejamento adequado, utilizando o dinheiro para impulsionar os negócios. No caso de pessoa física, o empréstimo precisa quitar dívidas ao mesmo tempo em que se deve mudar os hábitos a partir de uma educação financeira.

Bem valioso - “O empresário e mesmo a pessoa que passa por dificuldades financeiras precisam ter em mente que um imóvel é um bem valioso. Quando oferecido como garantia para contrair um empréstimo, torna-se ainda mais precioso, afirma Liberato. “Por isso, a melhor forma de preservá-lo é quitar rigorosamente em dia a dívida contraída por Home Equiry para não perdê-lo”, finaliza.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI UNIÃO PR/SP I: Bureau Verde traz novas oportunidades aos produtores rurais

sicredi uniao I 12 11 2021Recentemente anunciado pelo Banco Central, o Bureau Verde promete quebrar paradigmas no campo, com diretrizes que trarão critérios de sustentabilidade hoje exigidas pelo mercado interno e externo e grandes oportunidades para o produtor rural.

Agrobit Brasil - O tema foi discutido pelo gerente de Desenvolvimento do Agronegócio da Sicredi União PR/SP, Vitor Pasquini, e pela advogada especialista em crédito agro e operações de Barter Ticiane Figueiredo, dentro da programação do Agrobit Brasil Evolution, encerrada na última quarta-feira (10/11).

Diretrizes - A regulamentação traz diretrizes para o crédito rural, ferramenta essencial para o futuro do agro e que vem avançando atrelado a demandas de adequações socioambientais. 

Classificações - O bureau verde traz três classificações de empreendimentos, dentro dos critérios de sustentabilidade, que balizarão a concessão de crédito rural: os empreendimentos que não poderão ser financiados por ter problemas relacionados, por exemplo, a desmatamento ilegal ou trabalho análogo à escravidão; empreendimentos que poderão ser financiados com crédito rural, mas que configuram risco socioambiental, como imóveis com embargos de sobreposição; e empreendimentos financiados com crédito rural que poderão ser classificados de operação sustentável, como por exemplo, agricultura de baixo carbono, outorga de água e utilização de energia renovável.

Benefícios - Pasquini destacou os benefícios da nova regulamentação, apontando as oportunidades que o produtor terá para agregar valor ao seu trabalho. Segundo o gerente, com a nova ferramenta o produtor poderá regularizar sua propriedade e mostrar ao mundo que pratica uma agropecuária sustentável, quebrando a retórica de que desmata para produzir; haverá a possibilidade de o governo oferecer maior incentivo ao setor, com taxas diferenciadas; e ainda poderá oferecer um produto diferenciado ao mercado, que está cada vez mais de olho na rastreabilidade.

Moeda - “Mas não é só”, comentou Pasquini. Ele apontou ainda que o produtor com crédito de carbono em sua propriedade poderá comercializá-lo, tornando a preservação uma moeda. Outro benefício mencionado por ele atinge tanto os fornecedores de crédito como os que buscam crédito no mercado. “Além dos recursos controlados do governo, a instituição financeira poderá criar um título verde e com isso encontrar investidores interessados nesses papéis dentro e fora do país, possibilitando a busca de recursos mais baratos para financiar as operações do setor”, explicou.

Impacto - Para a advogada Ticiane Figueiredo, o tema discutido dentro da programação da Arena AgroFuturo do Agrobit Brasil Evolution 2021 é importante para a continuidade dos negócios. Ela considera que o Bureau Verde não afetará apenas o crédito rural, mas também o crédito privado devido à política de Open Banking.

Cooperativa está à frente - Segundo Vitor Pasquini, a maioria das validações ambientais que o Bureau Verde traz a Sicredi União PR/SP pratica há tempo. “Além de registrar todas as operações de crédito rural no Sicor - Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro -, nós temos ferramentas de Geocrédito interligadas com os órgãos competentes que acusam as áreas de reserva legal, áreas de embargos, unidades de conservação, terras indígenas, trabalho escravo. Identificando essas áreas, a solicitação de crédito não é atendida. Portanto vejo mais impactos positivos do que negativos com o Bureau, principalmente para os produtores que já tomam crédito rural com a cooperativa”, mencionou.

Sustentabilidade - Ele reforçou que o produtor rural precisa ficar de olho nas oportunidades, já que o mercado vem se movimentando, as grandes empresas estão cada vez mais olhando para a sustentabilidade dos seus negócios e o consumidor, na ponta, está cada vez mais interessado em saber a origem dos alimentos que estão consumindo. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Com oficinas e gibis, cooperativa ensina educação financeira

sicredi uniao II 12 11 2021Escolas, entidades, empresas e paróquias são alguns dos locais em que voluntários da Sicredi União PR/SP estão ministrando palestras sobre educação financeira em dezenas de ações em municípios do norte e noroeste do Paraná, centro e leste de São Paulo. Mais de 170 voluntários participam de oficinas e entregas de gibis durante a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), que começou no dia 8.

Programa - Os voluntários integram um programa da cooperativa, o Você Pode, e passaram por uma capacitação de educação financeira para que sejam disseminadores do conhecimento. O grupo já ministrou palestras e oficinas para estudantes, servidores públicos e funcionários de redes de supermercados, de calçados entre outras empresas, além de professores da rede pública de ensino – a programação continuará até o dia 16.

Linguagem acessível - Em uma linguagem acessível, os voluntários citam exemplos práticos de educação financeira, que envolve guardar parte da renda, pesquisar antes de comprar, comparar preços e evitar compras por impulso.

Oficina - Uma das oficinas foi ministrada na terça-feira (09/11) na Associação Norte Paranaense de Áudio Comunicação Infantil (Anpacin), escola para surdos que funciona na Universidade Estadual de Maringá. Ex-aluno da escola por 19 anos, colaborador e voluntário da Sicredi União PR/SP, Luiz Henrique Gongora ministrou a oficina, dando dicas para crianças e adolescentes. Ele destacou a importância do controle financeiro, de planejar o futuro, do uso consciente do cartão de crédito, entre outras dicas. “Fui aluno da Anapacin dos 2 aos 21 anos, quando sai para fazer faculdade. Há falta de referência linguística sobre educação financeira”, pontuou.

Importância - Professora da escola, Rosineide Aparecida de Souza gostou da palestra e pretende continuar a discussão de educação financeira com os alunos. “É importante ensiná-los para que aprendam a se organizar”, comenta.

Outra - No próximo domingo (14/11), a cooperativa vai realizar outra oficina de educação financeira às 15 horas, na Associação de Surdos de Maringá (Asumar). A programação da Sicredi União PR/SP integra a 8ª edição da Semana ENEF, cujo tema é ‘Planejamento, Poupança e Crédito Consciente: o PLA-POU-CRÉ e a sua Saúde Financeira’.

Distribuição - Outra ação da Sicredi União PR/SP é a distribuição de gibis da Turma da Mônica com dicas de educação financeira. O material foi produzido em parceria com a Mauricio de Sousa Produções e é distribuído por cooperativas do sistema Sicredi no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa leva show infantil ao Parque Vila Velha no domingo

O Parque Vila Velha recebe, neste domingo (14/11), o show Cantiga Animal da Banda Casa Cantante, projeto que tem o apoio e patrocínio da Unimed Ponta Grossa. O show é voltado para crianças e conta com repertório que aborda de forma lúdica os símbolos, lendas e animais do parque.

Fauna local - O público vai poder conhecer, de uma forma divertida e animada, os animais da fauna local, os atrativos do parque e a própria lenda de Vila Velha. A banda criou ainda uma música inédita que fala sobre as belezas naturais do parque.

Lendas - “Preparamos este show com muito carinho. Trabalhamos as lendas, inclusive a de Itaqueretaba, a 'cidade extinta de pedra', que é o título da canção que criamos especialmente para esta apresentação. Deixamos o nosso convite também àqueles que são de Ponta Grossa, para que visitem o parque e se divirtam com a banda”, convida a vocalista da banda, Juliani Ribeiro.

Consciência coletiva - Para Sandri Anderson, gerente de Marketing e Comunicação da cooperativa, a parceria da Unimed Ponta Grossa com o parque contribui com a geração de consciência ambiental coletiva. “É uma das formas de preservar este tesouro da nossa região. E nada melhor do que cultivar nas crianças, o cuidado e respeito ao meio ambiente. O projeto cultural Banda Casa Cantante é apoiado em outras apresentações pela cidade e o parque Vila Velha não poderia ficar de fora.", relata.

Apresentações - As apresentações acontecem das 10h às 15h durante os intervalos de saída de ônibus, tornando a experiência para as crianças ainda mais divertida e com surpresas. O show finaliza com o sucesso Superfantástico, em alusão ao voo no balão estacionário do parque.

Ingressos - Os ingressos para visitar o parque podem ser adquiridos pelo site oficial https://tickets.parquevilavelha.com.br/home ou diretamente na bilheteria física. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

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EMBRAPA: Novas tecnologias e fertilizantes biológicos serão tema de CBSOJA GoLive - Especial Relare

Na safra 2020/2021, o mercado de insumos biológicos no Brasil comercializou mais de 70 milhões de doses de inoculantes (fertilizantes biológicos). As inscrições para participar do debate sobre esse mercado em expansão seguem até o dia 14 de novembro no CBSOJA GoLive – Especial Relare (Reunião da Rede de Laboratórios para Recomendação, Padronização e Difusão de Tecnologias de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola), que será realizado no dia 17 de novembro, a partir das 14h, na plataforma CBSoja GoLive, com o tema Novas tecnologias e os produtos inoculantes disponíveis para o agricultor brasileiro.

Palestra inicial - A palestra inicial será sobre inoculantes com bactérias promotoras do crescimento vegetal para pastagens estabelecidas de braquiária e será ministrada pela pesquisadora Mariangela Hungria, da Embrapa Soja. A programação do evento contará ainda com o debate sobre a aplicação de Bacillus spp. em milho e soja: Efeitos na nutrição fosfatada, na promoção do crescimento e na produtividade das culturas. O tema será apresentado pela pesquisadora Christiane Paiva, da Embrapa Milho e Sorgo.

Tolerância ao estresse hídrico - Outro tema em destaque na programação é o uso de Bacillus aryabhattai para a promoção da tolerância ao estresse hídrico em culturas agrícolas, palestra que será ministrada pelo pesquisador Itamar Soares de Melo, da Embrapa Meio Ambiente. Além disso, a Relare contará com uma abordagem da indústria sobre demandas por novos inoculantes e tecnologias no mercado brasileiro, que será apresentada por José Roberto Castro, da Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII)

Plataforma CBSoja GoLive - O CBSoja GoLive é uma plataforma de conteúdo interativa criada especialmente para reunir os agentes envolvidos com a cadeia produtiva da soja para discutir importantes temáticas da cultura. É um espaço para se manter atualizado até a data do nosso encontro presencial no IX CBSoja e Mercosoja, em Foz do Iguaçu, entre 16 e 19 de maio de 2022. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

PROGRAMAÇÃO – CBSOJA GO LIVE / ESPECIAL RELARE

17 de Novembro de 2021 - Novas tecnologias e produtos inoculantes disponíveis para o agricultor brasileiro

Moderador: Fábio Bueno dos Reis

14h – 14h15 Abertura e boas-vindas

14h15 – 14h45 - Inoculantes com bactérias promotoras do crescimento vegetal para pastagens estabelecidas de braquiária

Mariangela Hungria (Embrapa Soja)

14h45 – 15h15 - Aplicação de Bacillus spp. em milho e soja: Efeitos na nutrição fosfatada, na promoção do crescimento e na produtividade das culturas

Christiane Paiva (Embrapa Milho e Sorgo)

15h15 – 15h45 - O uso de Bacillus aryabhattai para a promoção da tolerância ao estresse hídrico em culturas agrícolas

Itamar Soares de Melo (Embrapa Meio Ambiente)

15h45 – 16h15 - Percepção da indústria sobre demandas por novos inoculantes e tecnologias no mercado brasileiro

José Roberto Castro (ANPII)

16h15 – 17h Debate

 

embrapa 12 11 2021

 

AGROBIT: Evento antecipa o futuro do agro em tecnologia e inovação

Reunindo os principais protagonistas da área de tecnologia e inovação no agronegócio, o 4º AgroBIT Brasil Evolution 2021 encerrou com saldo positivo, superando as expectativas com mais de 3 mil visualizações, convidados presenciais e mais de 20 mil interações on-line, originadas de 11 países - Alemanha, Argentina, Canadá, Cingapura, Dinamarca, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Israel, Paraguai e Portugal - e ainda 20 estados brasileiros e Distrito Federal.

Palestras - Foram mais de 50 palestras distribuídas em quatro arenas simultâneas - AgroFuturo, AgroBIT Carreira, Agro Clima Global Summit e Smart Farm Mapa Conecta. Em formato híbrido, presencial e virtual experience, o evento ocorreu nos últimos dias 9 e 10.

Temas - Os temas das palestras foram os mais variados possíveis, mostrando a grande diversidade de assuntos que permeiam o mundo da inovação e tecnologia no agronegócio. Desde a evolução da edição genética por meio do sequenciamento do DNA ao cooperativismo de dados e tecnologias de gestão e de alimentos, além soluções agrícolas e créditos de carbono.

Mais atual - "O AgroBIT é uma grande oportunidade para que o participante esteja em contato com o que há de mais atual e sendo discutido e implementado no mundo da inovação no agro", afirma a coordenadora geral do AgroBIT, Daiana Bisogin, CEO da FB Group-Eventos, promotora do evento em parceria com a Sociedade Rural do Paraná (SRP), Sebrae e Agro Valley.

Avaliação positiva - O presidente da SRP, Antonio Sampaio, fez uma avaliação positiva do evento. "O nosso papel é apoiar a inovação para levar novos conhecimentos e tecnologia ao campo. E, deste ponto de vista, o evento cumpriu sua função, aproximando os players para que as inovações aconteçam e cheguem aos produtores", afirmou Sampaio.

Diversidade - Sendo um evento marcado pela diversidade de inovação e tecnologia, o AgroBIT contou com o Agro Clima Global Summit, arena que mostrou as principais projeções e tendências climáticas; a Smart Farm Mapa Conecta, que teve 13 startups participando dos pitches; as salas de networking e o AgroBIT Carreira, que contou com a presença virtual de acadêmicos e profissionais que buscam formas de atingir o sucesso no mercado de trabalho.

Ecotrace vence Smart Farm Mapa Conecta - A Smart Farm Mapa Conecta selecionou 13 startups na disputa do prêmio, que reconheceu as melhores soluções para o agronegócio. O primeiro lugar ficou com a Ecotrace, de Vinhedo (SP). O destaque em segundo lugar foi a startup BirdView, de São Manuel (SP), e, em terceiro lugar, duas startups empataram - a JetBov, de Joinville (SC) e Tarvos de Campinas (SP).

Avaliação - A Comissão Julgadora avaliou os pitches apresentados pelas participantes. Na fase final de seleção, as startups finalistas se apresentaram no encerramento do AgroBIT Brasil Evolution 2021. A startup Ecotrace oferece uma solução de rastreabilidade. Inicialmente, a solução era rastrear proteína animal, expandindo para qualquer produto produzido no campo até a mesa do consumidor.

Prêmio - As vencedoras receberam prêmio patrocinado pela GDM. Mais do que premiar, o Smart Farm abriu um espaço importante para networking entre as startups e investidores.

Nove agricultores levam o Prêmio Produtor Rural 4.0 - Com o objetivo de incentivar os produtores rurais que promovem a inovação no agro, a 4ª edição do AgroBIT Brasil Evolution lançou o Prêmio Produtor Rural 4.0. Entre os nove vencedores de várias regiões do Brasil, há duas mulheres. Uma delas é a produtora rural e pedagoga Tábata Ribeiro de Melo Stock, premiada em 3º lugar na categoria grande propriedade. Ela produz grãos, bezerros e madeira em duas propriedades no Paraná, no município de Santa Maria do Oeste, e em Guarapuava.

Vitória - Para Tábata, estar entre as finalistas deste prêmio representa não só o reconhecimento de um trabalho árduo de inovação que trouxe maior produtividade com respeito ao meio ambiente e menos custos, mas também uma vitória para todas as mulheres que, como ela, buscam um lugar de igualdade.

Gestão de pessoas - A principal inovação que ela fez nas propriedades foi na área da gestão de pessoas, tanto que é considerada pioneira na aplicação de técnicas pedagógicas para melhorar a performance da equipe para obter ganho na produtividade. "Como mulher e sucessora há 9 anos, eu me considero vitoriosa. Acredito que essa fase da minha vida representa não só vitórias minhas, mas de todas as mulheres que estão nessa inserção do agro", conclui Tábata, que também foi premiada há 10 dias em segundo lugar no Prêmio da Bayer de Mulheres do Agro.

Segundo lugar - A outra produtora premiada pelo AgroBIT 2021 é Rosana Aparecida Gabardo Pallu, que ficou em segundo lugar na categoria pequena propriedade. À frente do sítio São Francisco de Sales, na Colônia Retiro, em Mandirituba, no Paraná, a produtora rural vem demonstrando que é possível aumentar a produtividade e cuidar do meio ambiente.

Boas práticas - Rosana dedica-se ao cultivo de 20 mil pés de morango semi-hidropônico em uma área protegida de 2 mil metros quadrados. Entre as boas práticas agrícolas que utiliza na área para garantir a sustentabilidade, Rosana faz a captação da água da chuva e armazena em açude para a reutilização, na época da estiagem.

Modelo de sustentabilidade - O empresário e produtor rural, Jônadan Ma, ficou em 1º lugar na categoria grande propriedade. Sua propriedade, a Fazenda Boa Fé, na região de Conquista, em Minas Gerais, é modelo de sustentabilidade. Há cerca de 40 anos, Jônadan investe na diversificação da atividade, implantando sistemas integrados de produção, como Integração Lavoura Pecuária e Integração Lavoura Pecuária Floresta como forma de preservar os recursos naturais e aumentar a rentabilidade. Na produção de grãos, adota todos os princípios do Sistema Plantio Direto.

Surpresa - "Foi uma surpresa e sou muito grato por ter sido contemplado com esta premiação. A gente não preserva para ganhar prêmio, mas para valorizar nosso trabalho, o trabalho do produtor rural que tem a responsabilidade de produzir alimentos. Entendo minha responsabilidade como empresário rural, produtor rural e cidadão em todos os aspectos: sejam sociais, ambientais, tecnológicos e de governança. E isso nos motiva a prosseguir e avançar", afirmou Jônadan Ma.

Melhoria ambiental com redução de custos - O produtor rural Gleyciano Araujo Vasconcellos, que venceu o 3º lugar da categoria média propriedade, implementou a agricultura sustentável na Fazenda Pé de Cedro, no Mato Grosso do Sul, aliando melhoria ambiental com redução de custos de produção. São usados inoculantes de forma intensa e o controle de pragas e doenças é feito predominantemente por controle biológico."Recebemos como uma grata surpresa esta premiação. Indica que estamos no caminho certo, além de ser um grande incentivo a quem promove a inovação", avaliou Gleyciano.

Produção orgânica - O produtor José Amilcar Pastuch, do Sítio São José, foi premiado em terceiro lugar na categoria pequena propriedade. On-line, ele agradeceu o prêmio e destacou a importância da produção orgânica e do uso de controle biológico. "É uma honra receber esta premiação. Isso nos motiva muito a ser cada vez mais uma propriedade sustentável".

Biogás - O primeiro lugar da pequena propriedade ficou com a família de Paula, representada por Gilmar Marcelo de Paula, de Boa Esperança do Iguaçu, na região sudoeste do Paraná. A principal inovação que a família de Paula fez no negócio foi o desenvolvimento de uma planta de biogás a partir da cama de frango.

Geração de energia - Além de produzir aves e grãos, a família de Paula passou a gerar energia elétrica e térmica e também fertilizante orgânico líquido, adubo orgânico sólido, feno e pré-secado de grama JIGGS. Após a implantação do biogás, a família viu a produtividade anual aumentar em mais de 200% e o custo de aquecimento cair 70%.

Trabalho árduo- "Para nós da Família de Paula é muito importante poder participar do AgroBIT e estar entre os vencedores é fantástico porque premia um caminho que a gente fez ao longo de quatro anos com muita dedicação. O prêmio vem coroar um trabalho árduo que está só se iniciando", comemorou Gilmar.

Vendedor - O produtor rural Carlos Gasparotto Apoloni, do Grupo Boa Sorte, foi o vencedor do Prêmio Produtor Rural 4.0, na categoria média propriedade, pela gestão da fazenda Boa Sorte, em Quarto Centenário, no Paraná. Em 650 hectares, a família de produtores rurais é referência de boas práticas agrícolas. "Recebo com surpresa o prêmio. Vejo como um reconhecimento ao trabalho que busca sempre aplicar inovações e experimentar novas formas para melhorar a atividade agrícola. A gente procura se manter atualizado, usando tecnologias que possam agregar valor na fazenda", afirmou Gasparotto.

Referência - Faz parte do cardápio de boas práticas agrícolas da propriedade, a distribuição de insumos de uma forma correta, aquisição de máquinas que tenham maior precisão e práticas conservacionistas, como o Plantio Direto. "Nos tornamos referência no uso de tecnologias porque conseguimos extrair o máximo do que oferecem em plantios e pulverizações. Com isso, alcançamos economia de defensivos, por exemplo. Incorporamos outras ferramentas, como imagens de satélite para o acompanhamento da lavoura. O prêmio veio mais por essa insistência nossa em não só adquirir tecnologias, mas por tentar alcançar a alta performance", concluiu Gasparotto.

On-line, também receberam e agradeceram à premiação, os produtores José Bento Cavalcanti Germano e Maiquel Alberts, ambos de Arapoti/PR.

Grãos - José Bento Germano, da Fazenda Mutuca, foi premiado no segundo lugar na categoria grande propriedade. Ele produz grãos de soja, milho, feijão e trigo; sementes de soja e trigo; madeira e resina e também gado de corte. Segundo ele, a inovação que trouxe os melhores resultados foi o Plantio Direto, introduzido nos anos 80. O sistema reduziu a quantidade de fertilizantes, manteve altas produtividades em anos ruins e garantiu a sustentabilidade do negócio.

Incremento - Maiquel Alberts, da Agropecuária Alberts, ficou com o segundo lugar na categoria média propriedade. Além de fazer a gestão de várias propriedades rurais, ele cultiva 360 hectares de feijão, soja, milho segunda safra, sorgo segunda safra, trigo, aveias branca e preta, onde adota o Plantio Direto e a agricultura de precisão. As práticas trouxeram um incremento de produção, que resultou no aumento de produção com sustentabilidade.

Vencedores Pequena Propriedade

1º lugar - Gilmar Marcelo de Paula - Sítio De Paula - Boa Esperança do Iguaçu/PR

2º lugar - Rosana Aparecida Gabardo Pallu - São Francisco de Sales - Mandirituba/PR

3º lugar - José Amilcar Pastuch - Sítio São José- Prudentópolis/PR

Vencedores Média Propriedade

1º lugar - Carlos Gasparotto Apoloni - Fazenda Boa Sorte - Quarto Centenário/PR

2º lugar - Maiquel Alberts - Agropecuária Alberts - Arapoti/PR

3º lugar - Gleyciano Araújo Vasconcellos - Fazenda Pé de Cedro - Nova Alvorada do Sul/MS

Vencedores Grande Propriedade

1º lugar - Jônadan Ma - Fazenda Boa Fé - Conquista/MG

2º lugar - José Bento Germano - Fazenda Mutuca - Arapoti/PR

3º lugar - Tábata Ribeiro de Melo Stock - Fazenda Rio do Pedro - Santa Maria do Oeste/PR

As mulheres são destaques no AgroBIT Brasil Evolution - Elas fazem a gestão das fazendas, são lideranças e atuam no mercado financeiro. Dentro e fora da porteira são protagonistas. A história da participação feminina no universo rural foi destaque no AgroBIT Brasil Evolution 2021.

Livro - Roberta Paffaro, da CME Group (Bolsa de Chicago) é uma das coautoras do livro "Mulheres do Agro". Ela participou do Painel "Mulheres do Agro: Tecnologia, Inovações e Sororidade", juntamente com as demais autoras, Andrea Cordeiro, Mariely Biff e Ticiane Figueiredo.

Bate-papo - Logo após o painel, as autoras participaram de um bate-papo sobre os desafios da liderança feminina no agro. "No livro, nós trouxemos as histórias inspiradoras de mulheres que atuam no agro para mostrar o potencial e potencializar a voz dessas mulheres. Essas histórias servem de identificação não só para outras mulheres, mas também para os homens conseguirem compreender que, juntos, vão muito mais longe", ressaltou Roberta.

Histórias - A autora diz que o livro apresenta histórias de mulheres que não entendiam nada do meio rural ou que enfrentaram grandes adversidades na vida e tiveram que assumir a gestão das propriedades.

Espaço - Roberta concluiu dizendo que a mulher precisa conquistar ainda muito espaço no agro. "O IBGE aponta que 30% das funções de liderança no agro são exercidas por mulheres, o que revela que é um processo lento, existindo algumas barreiras invisíveis que não possibilitam explorar o potencial feminino". (Assessoria de Imprensa do evento)

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CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Com bom desenvolvimento, plantio da primeira safra de milho está encerrada no Paraná

conjuntura agropecuaria 12 11 2021As condições climáticas favoráveis possibilitaram que os produtores paranaenses de milho encerrassem o plantio da primeira safra 2021/22 nesta semana, com a lavoura apresentando bom desenvolvimento. Esse é um dos assuntos abordados no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente ao período de 05 a 11 de novembro. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Área estimada - A área estimada para a atual safra de milho, no Paraná, é de 423 mil hectares. A maioria do que foi plantado já está na fase de desenvolvimento vegetativo. O levantamento a campo mostra que 96% estão em condições boas, enquanto os 4% restantes apresentam situação mediana em termos de qualidade.

Expectativa - Se não houver alteração no cenário, a expectativa do Deral é que o Estado colha 4,1 milhões de toneladas, o que representa aumento de 32% em relação à primeira safra do ciclo anterior. Se os números forem confirmados, a produtividade ficará em 9,7 mil quilos por hectare, bem próximo do recorde da safra 2019/20, que foi de 10 mil quilos por hectare.

Previsão inicial - A previsão é iniciar a colheita em janeiro estendendo-se até abril. No mesmo mês em que deve começar a colheita da primeira safra, os produtores paranaenses iniciam o plantio da segunda. No entanto, a perspectiva é de que os custos de produção tenham crescimento ainda maior. Hoje, esses custos já estão, em média, 35% superiores ao praticado na safra passada.

Trigo e soja - Em relação ao trigo, o Paraná já colheu 93% da área. O predomínio de tempo seco nas duas últimas semanas possibilitou melhoria na qualidade, atendendo, na maior parte, às expectativas do mercado. É para ele que os olhos se voltam agora, pois há boas perspectivas de que os preços internacionais mantenham-se em alta.

Semeadura - Na soja, o documento registra a semeadura de 88% dos 5,52 milhões de hectares estimados para a safra, volume pouco superior ao que foi observado no mesmo período do ano passado. Esta cultura também apresenta 96% das áreas em condições boas de desenvolvimento, enquanto o restante tem situação mediana.

Batata e mandioca - A primeira safra de batata está com o plantio avançado no Paraná, alcançando 99% dos 15 mil hectares previstos. O levantamento de campo apresenta 93% das áreas em boas condições. A estimativa é de que sejam colhidas 460,2 mil toneladas, recuo de 1% em relação à safra passada.

Ritmo lento - Apesar das condições climáticas favoráveis nas últimas semanas, os trabalhos de colheita da mandioca ainda estão em ritmo lento. Até agora foram colhidas 73% da área, volume inferior à média de 85% neste período em outros anos. Isso se deve ao baixo rendimento de amido, à expectativa de preços mais altos nas próximas semanas e à prioridade para o plantio da nova safra.

Frutas e feijão - O boletim agropecuário traz ainda análise em relação à inflação e o que representa no setor de alimentos, particularmente, na fruticultura. A variação anual nacional para as principais frutas foi de 4,28% positivos. Mas, no Paraná, ficou em 2,74% negativos.

Plantio - A semeadura do feijão das águas atingiu 94% da área estimada de 139,2 mil hectares. Apesar de um decréscimo de 9% em área, a produção pode ter acréscimo de 7% em relação ao ano passado, chegando a 274,5 mil toneladas.

Pecuária, aves e mel - A variação no preço da arroba do boi gordo pago aos produtores também é destacada no documento. A análise é de que houve pequena queda, creditada, sobretudo, à paralisação das exportações para a China e à maior oferta de animais, em razão de as condições de pastagem terem melhorado.

Carne de frango -Os números de exportação de carne de frango, a partir dos dados Agrostat Brasil/Mapa, também fazem parte do boletim. Em nove meses de 2021, o acréscimo brasileiro foi de 21,1% em faturamento e de 8,4% em quantidade. O Paraná cresceu 9,4% em volume e 17,1% em faturamento e é o principal Estado exportador de carne de frango.

Total exportado - Em relação ao mel, igualmente são apresentados os números de exportação. As agroindústrias brasileiras de apicultura enviaram para o Exterior 40.596 toneladas entre janeiro e setembro. O Paraná é o terceiro maior Estado exportador, com 8.797 toneladas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

IBGE I: Abate de suínos e frangos cresce no 3º trimestre de 2021

ibge I 12 11 2021O abate de suínos aumentou 7,6% e o de frangos 1,2% no 3º trimestre de 2021, em relação ao mesmo período de 2020. Porém, o de bovinos recuou 11,1% nessa mesma comparação. Os dados são da Estatística da Produção Pecuária: Primeiros resultados, divulgada nessa quinta-feira (11/11) pelo IBGE.

Comparativo - No confronto contra o 2º trimestre deste ano, também houve redução no abate de bovinos, de 2,4%, enquanto o de suínos cresceu 5,1% e o de frangos 0,6%.

Carcaças - Já a produção de carcaças bovinas teve queda, de 9,4%, em relação ao mesmo trimestre de 2020, mas alta de 0,4% em relação ao trimestre anterior, com um total de 1,88 milhão de toneladas produzidas. Por outro lado, as carcaças de suínos e de frangos tiveram altas tanto na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (8,5% e 4,1%, respectivamente) quanto frente ao trimestre imediatamente anterior (4,5% e 0,8%), somando 1,27 milhão de toneladas e 3,63 milhões de toneladas, respectivamente.

Aquisição de leite tem redução de 5,1% em relação ao mesmo período de 2020 - A pesquisa também mostra que a aquisição de leite, de 6,19 bilhões de litros, teve uma queda de 5,1% em comparação ao 3º trimestre de 2020 e aumento de 6,4% em comparação 2º trimestre de 2021.

Retração - Além disso, os curtumes pesquisados mostraram uma retração de 15,4% em comparação ao 3° trimestre de 2020 e de 7,3% em relação ao trimestre anterior em relação à aquisição de couro, que ficou em 6,96 milhões de peças.

Ovos de galinha - Na outra ponta, a produção de ovos de galinha reduziu 2,5% em relação ao mesmo trimestre de 2020, porém aumentou 0,8% frente ao 2° trimestre de 2021, totalizando 994,0 milhões de dúzias.

Resultados consolidados - Os resultados consolidados das Estatísticas da Produção Pecuária, que trazem dados para as unidades da federação, serão divulgados em 8 de dezembro de 2021. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Ari Dias / AEN-PR

 

IBGE II: Capacidade de armazenagem agrícola sobe no primeiro semestre

ibge II 12 11 2021A capacidade disponível de armazenagem agrícola no Brasil atingiu 180,6 milhões de toneladas no primeiro semestre deste ano, volume 2,5% superior ao do período anterior. O número de estabelecimentos de armazenamento cresceu 2,5% em relação ao segundo semestre de 2020, e o maior número deles está no Rio Grande do Sul (2.112), seguido por Mato Grosso (1.363) e Paraná (1.334).

Maior capacidade - Com 44,4 milhões de toneladas, o estado de Mato Grosso é também o que tem a maior capacidade de armazenagem do país. O Rio Grande do Sul e o Paraná têm capacidade de 34,3 milhões de toneladas e 32,6 milhões de toneladas, respectivamente, e o silo é predominante nesses estados. Esses são dados da Pesquisa de Estoques, de janeiro a junho deste ano, divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estoque - O estoque de produtos agrícolas somou 59,2 milhões de toneladas, com elevação de 12% ante aos 52,9 milhões de toneladas de 30 de junho do ano passado. Entre janeiro e junho de 2021, o número de estabelecimentos aumentou nas regiões Sul (5,7%), Nordeste (3,8%) e Norte (1,7%) e caiu nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, 1,1% e 0,6%, respectivamente.

Produtos - Entre os cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, os estoques de soja são os que têm maior volume (36,7 milhões de toneladas), seguidos pelos de milho (11,4 milhões), arroz (5,5 milhões), trigo (2,4 milhões) e café (1,0 milhão). Na soja, o crescimento nos estoques, nos primeiros seis meses do ano, representou 19,3%; no de arroz, 33,8%; no de trigo, 29,3%; e no de café, 14% frente ao primeiro semestre de 2020. O estoque de milho, no entanto, caiu 14,2%.

Percentual - Esses produtos constituem 96,2% do total estocado entre os monitorados por esta pesquisa. Os 3,8% restantes são compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor e outros grãos e sementes.

Silos - O IBGE informou que os silos predominam no país, em relação à capacidade útil armazenável. No primeiro semestre, armazenaram 90,4 milhões de toneladas, o que equivale a 50,0% da capacidade útil total. Na comparação com o segundo semestre de 2020, a capacidade dos silos subiu 3,6%.

Graneleiros e granelizados - Os armazéns graneleiros e granelizados chegaram a 67,7 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável. Isso é 2,4% superior ao volume registrado no período anterior. Conforme o IBGE, este tipo de armazenagem é responsável por 37,5% do total zenagem nacional.

Convencionais, estruturais e infláveis - Já os armazéns convencionais, estruturais e infláveis, alcançaram 22,5 milhões de toneladas. O número é um recuo de 1,6% em relação ao segundo semestre de 2020. Segundo o órgão, esses estabelecimentos contribuem com 12,5% da capacidade total de armazenagem.

Regiões - Entre as regiões, o Sul predomina, sendo responsável por 62,7% da capacidade armazenadora da região e 50,3% da capacidade total de silos do país. No Centro-Oeste, com 54,0% da capacidade da região, os silos têm relação com os do tipo graneleiros e granelizados que aparecem com mais intensidade e 55,9% da capacidade total.

Maior parte - Já os armazéns convencionais, estruturais e infláveis estão em grande parte da Região Sul (34,9%), seguido pela Região Sudeste (31,5%). Juntas, as duas regiões correspondem a 66,4% da capacidade total deste tipo de armazéns no país.

Estabelecimentos - A pesquisa apontou alta de 2,5% no número de estabelecimentos ativos, que chegaram a 8.098 no primeiro semestre de 2021 em relação ao segundo semestre do ano passado.

Alta - As regiões Sul, Nordeste e Norte tiveram alta de 5,7%, 3,8% e 1,7%, respectivamente, no número de estabelecimentos. Em movimento contrário, as regiões Sudeste e Centro-Oeste registraram recuo de 1,1% e 0,6%. (Agência Brasil)

FOTO: Cláudio Neves / Portos do Paraná

 

PARANÁ I: Estado trabalha para reduzir deriva de agrotóxicos em culturas sensíveis

O Paraná intensificou, neste ano, as ações integradas para combate à deriva de defensivos agrícolas. Deriva é o desvio das gotas de agrotóxicos durante a aplicação, fazendo com que, pela força do vento, se espalhem para além do alvo. As culturas consideradas mais sensíveis à deriva são a sericultura, fruticultura - em especial a produção de uva; cultivos orgânicos e apicultura, em razão da coexistência no mesmo ambiente geográfico de lavouras como cana-de-açúcar, soja e milho.

Debate - Parte dos resultados, além de orientações e metas dessa iniciativa de combate foram discutidos no evento online Ação Integrada de Coexistência entre Agricultura, Apicultura, Meliponicultura e Sericicultura, realizado na quarta-feira (10/11). O debate teve a participação de representantes da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar- Emater (IDR-Paraná), Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), lideranças das principais entidades ligadas ao setor e produtores.

Atividades - O coordenador do Programa de Fiscalização do Comércio e do Uso de Agrotóxicos da Adapar, João Miguel Toledo Tosato, explica que a Agência tem várias atividades para combater a deriva. Além da fiscalização, são realizadas palestras, ações de comunicação e orientações. De acordo com ele, as denúncias envolvendo a deriva incluem contaminação, perda de produção, morte de abelhas e de bicho-da-seda, por exemplo. Apenas de 2012 a 2019, a Adapar registrou 236 autos de infração por deriva de agrotóxicos.

Produção estadual - O Paraná lidera a produção de mel no Brasil. Já a sericicultura envolve cerca de 170 municípios com cerca de 4 mil hectares de amoreira, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), e é destaque nacional na produção de fios de seda de alta qualidade. Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, é preciso que o setor tenha responsabilidade e sensibilidade para enfrentar o problema com estratégias adequadas e aproveitar as ferramentas da ciência agronômica

Movimentos salutares - “Felizmente estamos assistindo a movimentos salutares no nosso meio, um despertar da consciência para boas práticas no meio rural. Para ter sucesso, devemos fazer bom uso da ciência agronômica, observar as condições ambientais, a regulagem dos instrumentos de aplicação, e fazer de tudo para mitigar riscos”, disse.

Ações - Ortigara destacou que as ações do Estado, em parceria com entidades e setor privado, envolvem a criação de grupos de trabalho, fiscalização preventiva, capacitação de aplicadores, pesquisa, assistência técnica e extensão rural, orientação de produtores, georreferenciamento de culturas sensíveis.

Agenda - O coordenador de Sustentabilidade do IDR-Paraná, Benno Doetzer, explica que esse conjunto de atividades integra há anos a agenda do Estado, em linha com a legislação e o avanço no conhecimento científico. “A ação integrada entre instituições públicas e privadas é muito importante. A deriva ocorre por uso inadequado dos produtos. Promover o uso correto e seguro é fundamental. Com boas práticas se faz produção sustentável”, explica.

Sericicultura - O IDR-Paraná realiza uma ação concentrada de pesquisa, fiscalização, assistência técnica e extensão, com a iniciativa privada, em 37 municípios que concentram 60% da sericicultura no Estado. “As culturas sensíveis também são importantes dentro do contexto da produção agropecuária paranaense. E a gente luta para que essa diversidade exista”, completa Doetzer.

Trabalho integrado - Também fazem parte da parceria o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Sistema Faep/Senar-PR, Fetaep, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sistema Ocepar, Bratac, Associação Brasileira da Seda (Abraseda), Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar) e Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

Denúncias - Denúncias sobre deriva podem ser feitas pelo site https://www.adapar.pr.gov.br/Pagina/Fale-com-o-Ouvidor. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

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PARANÁ II: Com mais de R$ 15 bilhões de investimentos, industrialização avança nos pequenos municípios

parana II 12 11 2021Com incentivo do Estado, a industrialização avança a passos largos nos municípios menos populosos do Paraná. Um levantamento da Invest Paraná (braço do Governo responsável pela prospecção e atração de investimentos) e do Instituto Água e Terra (IAT) a partir das licenças emitidas revela que as cidades de menor porte atraíram pelo menos R$ 15,9 bilhões da iniciativa privada desde 2019, entre instalações e ampliações. Dentro deste pacote estão mais de 400 ações em localidades de porte médio (R$ 2 bilhões), pequeno (R$ 13,65 bilhões) e micro (R$ 256 milhões).

Vitrine - “A Invest é como a vitrine que mostra as potencialidades do Paraná aos investidores nacionais e estrangeiros. O sucesso alcançado reforça a relevância do Estado, que tem transparência, segurança jurídica e infraestrutura de qualidade para quem quer investir e gerar empregos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Reflexos - “Esses investimentos que estão transformando o Estado e ajudando o Paraná a se desenvolver são fruto do bom ambiente político que implantamos, das garantias e seguranças jurídicas e de programas de incentivo coordenados pela Invest Paraná. Mas também de ações que tomamos para divulgar o potencial do Paraná, como a participação na Expo Dubai e as seguidas edições do Paraná Day, nos Estados Unidos, Espanha, México, Brasília e também em Curitiba”, enfatiza Ratinho Junior.

Crescimento - Os números, planilhas e tabelas podem ser ilustrados por inúmeros exemplos recentes e ajudam a ampliar os números da indústria, que vem de crescimento de 13,3% no ano, e da geração de empregos no Paraná, com recordes históricos. Segundo a Invest, o valor universal pode ser até maior porque um grande número de pequenos investimentos não envolve participação direta da agência.

Maior investimento - O maior investimento de uma única empresa na história do Paraná, por exemplo, está em andamento em uma cidade classificada como de pequeno porte. São os R$ 9,4 bilhões da Klabin na ampliação da fábrica de Ortigueira (Unidade Puma), município dos Campos Gerais de 21,7 mil habitantes. Serão 1,5 mil vagas diretas depois do início da operação. Neste ano, a empresa anunciou aporte adicional de R$ 2,6 bilhões na região.

Bom momento - “Muitos estados estavam brigando por isso, mas a Klabin entendeu que o Paraná é um Estado que vive um bom momento, que consegue fazer planejamento a longo prazo”, destaca o governador.

Empanados - Pouco maior do que Ortigueira, Rolândia, na Região Norte, tem confirmado a aplicação de R$ 875 milhões, por parte da Seara, na abertura da maior fábrica de empanados do mundo. A cidade tem pouco mais de 68 mil moradores (porte médio), que serão beneficiados pelas 2,6 mil vagas de empregos oferecidas diretamente pela empresa.

Qualidades - “O Paraná tem uma série de qualidades, com DNA de produção agrícola, referência na produção de grãos e de frango, além de uma excelente mão de obra e logística. Tudo isso faz a diferença na hora de decidirmos onde fazer investimentos”, explica o diretor de negócios da companhia e responsável pela unidade de Rolândia, Darlan José Carvalho.

Frimesa - Na mesma linha, a Frimesa destinou R$ 750 milhões para abrir uma planta para abate, desossa e industrialização de derivados de carne suína em Assis Chateaubriand, no Oeste do Estado. O empreendimento, previsto para entrar em operação em 2022, será o maior da América Latina e deverá gerar mais de 5 mil empregos diretos na cidade de pequeno porte com 33 mil moradores.

Ração animal - O investimento mais robusto em micromunicípios vem da Grandfood em Porto Amazonas, nos Campos Gerais. A dona das marcas de ração animal Premier Pet e Golden destinou R$ 200 milhões para a construção da planta na cidade de 4,9 mil moradores – a estimativa aponta para a abertura de 220 vagas diretas. Há, ainda, investimentos em Virmond (Coprossel), Quatro Pontes (Becker's), Indianópolis (SW) e Espigão do Alto Iguaçu (União Nativa)

Mais anúncios - Com o avanço da vacinação e o consequente controle da pandemia da Covid-19, a economia paranaense confirmou o processo de retomada. Recuperação comprovada pelos anúncios de investimentos privados neste segundo semestre de 2021, impulsionados novamente pelos municípios de menor porte.

Soluções biotecnológicas - Com o apoio dos programas de incentivo do Estado, SuperBAC alocou R$ 100 milhões na nova planta, em Mandaguari, no Noroeste – o município de pequeno porte tem 34,6 mil habitantes. A empresa é especializada em soluções biotecnológicas de alta performance para os segmentos de agricultura, saneamento, óleo e gás e bens de consumo.

Soro de leite - Já Marechal Cândido Rondon, no Oeste, vai abrigar a maior planta de proteína de soro de leite da América Latina. A Sooro Renner, líder nacional no segmento, investiu R$ 120 milhões na construção do complexo de 8 mil metros quadrados, com a criação de 30 empregos diretos e 150 indiretos. A cidade tem 54 mil habitantes (porte médio).

Estratégia - "O Paraná tem uma estratégia de olhar o potencial das cidades. Trabalhamos em parceria com as empresas e as prefeituras para encontrar as melhores soluções para gerar desenvolvimento, novos empregos, e ampliar a inovação do Estado em diversas áreas. E não paramos esse processo mesmo com a pandemia. Os empresários confiam no Estado e o resultado desse processo é o emprego na ponta", afirma o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin. Segundo ele, em números globais o Estado já atraiu cerca de R$ 80 bilhões do setor privado desde 2019.

Laticínios - Dono da segunda maior bacia leiteira do País, o Paraná também vem ampliando o beneficiamento do leite, o que agrega valor ao produto final. Com investimento de R$ 152 milhões e a criação de 160 empregos diretos, a Tirol abriu a primeira unidade própria no Estado, em Ipiranga, nos Campos Gerais, município de porte pequeno com 15,3 mil pessoas. A expectativa da empresa é de chegar a 1,2 milhão de litros de leite por dia.

Parceria - “A instalação de uma empresa do porte da Tirol em Ipiranga é resultado de um trabalho de parceria, que contou muito com a colaboração do Governo do Estado. Para nós, que moramos na cidade, é motivo de grande orgulho e satisfação. Temos de agradecer pelos empregos que serão gerados”, diz o prefeito Douglas Cruz.

Nova unidade - Já a Piracanjuba, uma das quatro maiores indústrias do ramo no Brasil, destinou R$ 80 milhões para erguer a unidade de São Jorge D’Oeste, cidade da região Sudoeste com 9 mil moradores, também considerada pequena. A empresa está sendo instalada em um espaço de 48,74 hectares, com capacidade inicial de processamento de 1 milhão de litros de leite por dia, mas com potencial para alcançar até 2 milhões de litros diários.

Empregos - A expectativa da indústria de leite é de gerar 450 empregos diretos ao longo dos três primeiros anos de funcionamento da empresa. A obra terá início no primeiro semestre de 2022, com duração estimada em 24 meses.

Programa permanente - Uma das principais ferramentas da Invest Paraná nessa linha de atendimento aos pequenos municípios é o programa Invest Cidades, que tem como objetivo a transferência da metodologia utilizada para atração de investimentos utilizada pelo próprio Estado. O programa treina agentes municipais a se tornarem agentes de prospecção, com a utilização de técnicas de marketing e gestão estratégica da informação. Cerca de 30 municípios já foram orientados e alguns já estão colhendo frutos concretos, como Agudos do Sul (menos de 10 mil habitantes), que atraiu uma grande empresa de telemarketing.

Municípios organizados - "A ideia principal da metodologia repassada aos municípios é que eles estejam organizados e tenham todas as informações necessárias para dar uma pronta resposta aos investidores”, explica Gustavo Cejas, diretor de Mercado e Novos Negócios da Invest Paraná. "O plano de ação deve conter todas as respostas que os investidores buscam: as áreas disponíveis na cidade para a instalação de empreendimentos, as condições de infraestrutura, saneamento, energia, telefonia, mão de obra, possibilidade de oferecer qualificação, rapidez na resposta para a concessão de alvará e uma legislação afinada para o tipo de empresa que pode atrair, observando as questões ambientais, como as áreas de mananciais, por exemplo. É um modelo que está ajudando o desenvolvimento do Estado". (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

INFRAESTRUTURA: ANTT envia projeto da nova concessão de rodovias do Paraná ao Tribunal de Contas da União

infraestrutura 12 11 2021O novo plano de concessões das rodovias paranaenses avançou mais uma etapa do cronograma. Após a aprovação do edital pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na última semana, o órgão enviou o plano de outorga para análise do Tribunal de Contas da União (TCU) nessa quinta-feira (11/11). Esta é a última etapa prevista antes do projeto ir a leilão na Bolsa de Valores (B3).

Estudos - O documento encaminhado contempla os estudos de viabilidade técnica e econômica para a exploração dos serviços de infraestrutura e prestação de serviços de transporte terrestre de seis lotes.

Cronograma - Segundo o cronograma da ANTT, a previsão é lançar o edital de licitação no primeiro trimestre de 2022, seguindo para o leilão no segundo trimestre e assinatura do contrato pelas empresas vencedoras do certame no terceiro.

Modelo - Elaborado pelo Governo do Estado em parceria com o governo federal e a sociedade civil, o modelo de leilão escolhido é o de menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário — que será proporcional ao desconto tarifário apresentado no leilão. A concessão contempla 3,3 mil quilômetros de rodovias federais (65%) e estaduais (35%) para a iniciativa privada por 30 anos, prorrogáveis por mais cinco.

Investimentos - O projeto prevê investimentos de R$ 44 bilhões em obras, valor equivalente a 120 anos de orçamento federal para rodovias aplicado somente no Paraná. Serão duplicações, contornos, obras de arte especiais e outras melhorias. O pacote de concessões estima ainda outros R$ 32 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (OPEX).

Inovações - Também há inovações como Desconto de Usuário Frequente para moradores do entorno das praças de pedágio, mecanismos de mitigação de riscos e adoção da tecnologia em modelagem BIM.

Unanimidade - Na última quinta-feira (04/11), a ANTT aprovou por unanimidade o relatório final da Audiência Pública e o plano de outorga do programa. O órgão destacou a participação da sociedade civil no processo, que levou a um recorde de sugestões realizadas em uma audiência pública da instituição. Foram 4.349 contribuições enviadas após as duas sessões públicas, que aconteceram nos dias 24 e 25 de fevereiro. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o passo a passo do projeto AQUI.

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,40 e fecha no menor valor em 40 dias

cambio 12 11 2021Em dia de feriado nos Estados Unidos, o otimismo prevaleceu no mercado financeiro. O dólar caiu para o menor valor em 40 dias. A bolsa de valores fechou em alta pelo terceiro dia seguido e retomou o nível de 107 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (11/11) vendido a R$ 5,404, com recuo de R$ 0,096 (-1,74%). Na mínima do dia, por volta das 14h15, a cotação chegou a R$ 5,39. A moeda está no menor valor desde 1º de outubro, quando tinha fechado a R$ 5,369, e teve a maior queda diária desde 9 de setembro, quando caiu 1,85%.

Queda - Com o desempenho dessa quinta, a divisa acumula queda de 2,15% na semana e de 4,28% em novembro. Em 2021, o dólar sobe 4,14%.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 107.595 pontos, com alta de 1,54%. O indicador alcançou o maior nível desde 25 de outubro. A bolsa avança 2,64% nesta semana e 3,96% em novembro, mas acumula queda de 9,6% neste ano.

Expectativa - Sem o mercado norte-americano como referência, o dólar caiu com base na expectativa de que o Banco Central (BC) acelere a alta da taxa Selic em resposta ao repique da inflação oficial, que atingiu, em outubro, o maior nível para o mês desde 2002. Juros mais altos tendem a estimular a entrada de capitais externos em países de maior risco, como o Brasil.

Aprovação - Outro fator que contribuiu para o otimismo no mercado financeiro foi a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda o cálculo do teto de gastos. Apesar de a medida aumentar os gastos públicos no próximo ano, os analistas acreditam que a não aprovação da PEC levaria o governo a editar um decreto extraordinário de calamidade pública, que violaria definitivamente o teto, em vez de apenas fazer ajustes na fórmula. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Congresso aprova crédito de R$ 9,3 bi para pagar Auxílio Brasil neste ano

legislativo 12 11 2021O Congresso Nacional aprovou nessa quinta-feira (11/11) o projeto (PLN 26/21) que abre crédito especial de R$ 9,364 bilhões para pagar ainda neste ano o programa social Auxílio Brasil (MP 1061/21), que substituiu o Bolsa Família. Os recursos, previstos na proposta do Poder Executivo, serão remanejados das despesas primárias do programa anterior.

Deputados e senadores - O projeto foi aprovado por deputados e senadores. O Congresso também aprovou hoje o PLN 23/21, que adapta o Plano Plurianual (PPA) em vigor (Lei 13.971/19) ao Auxílio Brasil. O texto prevê gastos de R$ 76,4 bilhões, entre 2021 e 2023, com o novo programa assistencial. "Sem estes projetos, não há Auxílio Brasil", destacou o deputado Hildo Rocha (MDB-MA). Ele elogiou acordo com a oposição que permitiu a aprovação das propostas.

Combate à pobreza - O relator do PLN 26/21, deputado Danilo Forte (PSDB-CE), destacou a importância do combate à pobreza com os programas de renda mínima. "Vamos tirar da miséria e da aflição 17 milhões de brasileiros que hoje não têm a quem buscar um prato de comida para seus filhos. Somos um dos maiores produtores de comida do mundo e nos deparamos com tanta tristeza", afirmou.

Acordo - O deputado Claudio Cajado (PP-BA) agradeceu pelo acordo com a oposição que permitiu a aprovação das propostas em troca do agendamento de outra sessão do Congresso, na semana que vem, para analisar vetos presidenciais. "Votamos matérias importantíssimas. A partir da próxima semana, poderemos pagar o Auxílio Brasil de R$ 400 para 50 milhões de brasileiros", destacou.

Distribuição - O Auxílio Brasil tem como objetivo promover a cidadania com garantia de renda, visando à superação das vulnerabilidades sociais das famílias, além de estabelecer medidas de incentivo ao empreendedorismo, ao microcrédito e à autonomia das famílias beneficiárias, por meio da inclusão produtiva rural e urbana, com vistas à empregabilidade e à emancipação cidadã.

Distribuição - Os recursos do PLN 26/21 serão distribuídos da seguinte forma:

R$ 9,268 bilhões vão para transferência de renda com benefícios e auxílios para 14,695 milhões de famílias.

R$ 93,4 milhões se destinam ao apoio de municípios por meio do Índice de Gestão Descentralizada do Programa Auxílio Brasil.

R$ 2 milhões serão gastos com gestão e disseminação de informações para o público do programa.

Diretriz - O Auxílio Brasil, vinculado ao Ministério da Cidadania, tem como diretriz a promoção e defesa dos direitos humanos com foco no amparo à família. O objetivo é propiciar a redução da pobreza e extrema pobreza e a emancipação das famílias por meio da transferência de renda e da articulação de políticas públicas, visando à cidadania e à superação de vulnerabilidades sociais. A meta é atender a 100% das famílias elegíveis ao programa.

Bolsa Família - O PLN 23/21 não exclui ainda do PPA o programa Bolsa Família, cuja lei somente será revogada após a tramitação da MP 1061/21 no Congresso. No entanto, as correções de vinculação entre as programações orçamentárias e o novo programa – que resultarão da eventual aprovação do PLN 23/21 – devem desidratar o programa anterior.

Orçamento de 2022 - O projeto de lei orçamentária do ano que vem (PLN 19/21) prevê R$ 35,3 bilhões para o pagamento do Auxílio Brasil. Os recursos, porém, ainda dependem da complementação do valor proposto para viabilizar a elevação do tíquete médio e da cobertura do programa, bem como do alcance dos novos critérios de cálculo do benefício em relação aos praticados pelo Bolsa Família.

Utilização - A utilização parcial ou integral do dinheiro que venha a ser economizado com o parcelamento de precatórios ainda não está contemplada na proposta orçamentária.

Recursos - Atualmente, o projeto orçamentário mantém o patamar de recursos e a quantidade de famílias atendidas pelo Bolsa Família, enquanto o novo programa, segundo informações veiculadas na imprensa, deve pagar benefício médio maior (passando de R$ 189 para, pelo menos, R$ 300 por família) e ampliar o público-alvo (de 14,6 milhões para 17 milhões de famílias).

Nota técnica - Segundo nota técnica conjunta das consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado, nesses parâmetros, as despesas com o Auxílio Brasil subiriam para R$ 53 bilhões, sendo necessário adicionar R$ 18,3 bilhões somente no Orçamento para 2022. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 188 mortes por covid-19 nesta quinta-feira

O total de pessoas infectadas pela covid-19 desde o início da pandemia chegou a 21.924.598. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 15.300 novos diagnósticos positivos da doença. Na quarta-feira (10/11), o painel de dados do Ministério da Saúde totalizava 21.909.298 casos acumulados. Ainda há 183.992 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Óbitos - O número de pessoas que perderam a vida para a pandemia é 610.224. Entre quarta e quinta-feira (10 e 11/11) Secretarias de Saúde confirmaram 188 novas mortes. Na quarta, o total de óbitos apurados pelas autoridades estava em 610.036.

Investigação - Ainda há 2.903 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação ainda demanda exames e procedimentos. Até esta quinta-feira, 21.130.382 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nessa quinta-feira (11/11). O balanço é elaborado a partir das informações enviadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras por causa da redução de equipes que alimentam os dados sobre a doença. Após os fins de semana e feriados, em geral, há mais registros diários devido ao acúmulo de dados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, até o momento, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas é São Paulo (152.539), em seguida vem Rio de Janeiro (68.635), Minas Gerais (55.849), Paraná (40.688) e Rio Grande do Sul (35.756).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.994), Roraima (2.037), Tocantins (3.896) e Sergipe (6.034). Não houve novas mortes entre ontem e hoje no Acre.

Vacinação - No total, até o início da noite dessa quinta-feira (11/11) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 281,6 milhões de doses no Brasil, sendo 156,4 milhões da primeira dose e 125,1 milhões referentes à segunda dose e dose única.

Aplicação - Foram aplicados 10,4 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 349,9 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 338,2 milhões. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 1.291 novos casos e 35 óbitos pela Covid-19

saude II 12 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa quinta-feira (11/11) mais 1.291 casos confirmados e 35 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.560.845 casos confirmados e 40.466 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (560), outubro (420), setembro (119), agosto (60), julho (32), junho (45), maio (54) e março (1) de 2021. Os óbitos divulgados são de novembro (24), outubro (8), setembro (1) e março (2) de 2021.

Internados - 287 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 222 pacientes em leitos SUS (128 em UTIs e 94 em leitos clínicos/enfermarias) e 65 em leitos da rede particular (32 em UTIs e 33 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 883 pacientes internados, 520 em leitos de UTI e 363 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 35 pacientes. São 16 mulheres e 19 homens, com idades que variam de 30 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 de março e 10 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Terra Rica (4), Londrina (4), Curitiba (4), Ponta Grossa (3), Cascavel (3), Janiópolis (2) e Apucarana (2), Umuarama (1), São Carlos do Ivaí (1), Medianeira (1), Maringá (1), Loanda (1), Laranjeiras do Sul (1), Jataizinho (1), Itaperuçu (1), Guarapuava (1), Colombo (1), Cambé (1), Cafeara (1) e Arapongas (1).

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.224 casos de residentes de fora do Estado – 222 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Confira o relatório de ajustes e exclusões AQUI.

 

SAÚDE III: 86% dos municípios não registraram mortes por Covid-19 nos 10 primeiros dias de novembro

saude III 12 11 2921Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), realizado nessa quinta-feira (11/11), mostra que 344 municípios do Paraná não registraram óbitos em decorrência da Covid-19 em novembro. Os dados consideram os dez primeiros dias do mês e representam 86,2% do Estado.

Missão - “Nossa missão nesta pandemia sempre foi salvar vidas e cada vez mais com o avanço da vacinação, temos conseguido frear a disseminação do vírus e a evolução da doença no Paraná. A baixa na taxa de mortalidade sem dúvidas é reflexo da efetividade e segurança das vacinas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Dois meses - Ainda segundo a Secretaria, 168 cidades paranaenses não registram mortes pela Covid-19 há pelo menos dois meses e 92 municípios estão há 30 dias sem notificações de óbitos. Boa Esperança do Iguaçu é a única cidade que não registrou mortes pela doença desde o início da pandemia.

Comprovação - “Os números comprovam que vacinas salvam vidas. Então quem ainda não se vacinou, ou atrasou a segunda dose ou dose reforço, deve procurar uma Unidade de Saúde mais próxima, se informar com o município e realizar a imunização. Só iremos vencer essa doença com a população vacinada e protegida”, reforçou Preto.

Vacinação - Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná aplicou mais de 16,5 milhões de vacinas contra a Covid-19, sendo 8.733.296 primeiras doses (D1), 7.127.911 segundas aplicações (D2) ou doses únicas (DU), 46.701 doses adicionais (DA) e 600.858 doses reforço (DR).

Imunizados - Atualmente, o Estado possui 81,7% da população adulta (estimada em 8.720.953 pessoas) completamente imunizada com a D2 ou DU. Quando considerado a população em geral (11.597.484 pessoas), o Paraná é o 4º estado no ranking do consórcio de imprensa com duas doses ou dose única e o 2º com a primeira dose.

Esforço - “Os municípios têm vacinado de domingo a domingo desde janeiro e graças a esse esforço hoje o Paraná está entre os estados mais avançados na imunização e atingindo quase 82% da população adulta com as duas doses”, afirmou.

Adolescentes - A vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos também tem avançado no Estado. Desde que as primeiras doses para este público chegaram ao Paraná, no dia 24 de setembro, 596.927 vacinas foram aplicadas.

Avanço - De acordo com o Vacinômetro, 589.636 são D1, o que representa quase 63% dos adolescentes com pelo menos uma dose – seis pontos percentuais a mais do que o registro desta segunda-feira (08/11). A estimativa do Ministério da Saúde é que o Estado tenha 936.296 pessoas nesta faixa etária. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o levantamento da Secretaria de Saúde AQUI.

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 


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