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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5197 | 16 de Novembro de 2021

OCEPAR: Conselho Fiscal se reúne virtualmente nesta terça-feira

ocepar 16 11 2021Integrantes do Conselho Fiscal da Ocepar se reuniram na manhã desta terça-feira (16/11) durante o sétimo encontro ordinário de 2021 para avaliarem as demonstrações contábeis acumuladas até 31 de outubro; arrecadação cooperativista/autogestão 2021; Acordo Coletivo de Trabalho 2021/2022, projeto de demolição do prédio anexo e detalhes sobre a reforma e ampliação da sede do Sistema Ocepar.

Encontro Estadual - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, aproveitou para fazer um relato de todas as atividades realizadas pelo Sistema Ocepar no último mês. “Foi um ano de muitos desafios e estamos conseguindo chegar aqui com várias conquistas e realizações. Além do desafio que tivemos com a pandemia, o importante que estamos todos com saúde”, frisou. O dirigente formalizou ao conselho o convite para que divulguem junto aos cooperados e colaboradores o Encontro Estadual de Cooperativistas que acontecerá no dia 3 de dezembro de 2021, de forma virtual, em parceria com o BRDE e será transmitido ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, no canal do Sistema Ocepar no Youtube e pela TV Paraná Turismo.

Presenças - Participaram os conselheiros Popke Ferdinand Van Der Vinne (coordenador), Lauro Soethe, Dra. Wemilda Feltrin, Claudemir Cavalini Carvalho, Valdenir Romani e Paulo Pinto de Oliveira Filho. O encontro também contou a presença do superintendente, Robson Mafioletti, do coordenador administrativo financeiro, Claudiomiro Rodrigues e do analista administrativo e financeiro, Cristiano Michalovicz, da Ocepar.

 

FORMAÇÃO: Aberta a segunda turma da pós-graduação em Gestão Estratégica com Ênfase em Análise de Dados

Mais uma turma da pós-graduação em Gestão Estratégia com Ênfase em Análise de Dados começou a ser capacitada pelo Isae, em parceria com o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR. Foi na noite da última sexta-feira (12/11), quando ocorreu a aula inaugural do segundo grupo que inicia o curso neste ano, formado por 45 profissionais de cooperativas paranaenses dos ramos saúde, crédito e agropecuário.

Capacitação - Serão 18 meses dedicados a capacitar os participantes no mapeamento, desenvolvimento e implementação de projetos estratégicos voltados à superação dos principais gargalos existentes na gestão da estratégia das cooperativas, visando à melhoria do desempenho dessas organizações, por meio da orientação para resultados e do uso intensivo de análise de dados.

Necessidades - O coordenador técnico do curso, Leandro Macioski, ressalta que o Sescoop/PR está atento às necessidades das cooperativas em compreender os conceitos e as técnicas para a formação de estratégias de inteligência competitiva, gestão da performance corporativa e estratégias por meio da compreensão de modelos de gestão, aplicação de técnicas e ferramentas de análise de dados, com foco na melhoria do processo de tomada de decisão.

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GETEC: Informe nº 55 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 08 11 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta terça-feira (16/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da Getec

 

FENASBAC: Instituto lança Panorama da Inovação com Propósito no Cooperativismo Financeiro 2021

fenasbac 16 11 2021O Instituto Fenasbac acaba de lançar o “Panorama da Inovação com Propósito no Cooperativismo Financeiro 2021”. O relatório contém informações sobre o Sistema Cooperativista Nacional, com dados coletados durante pesquisa, informações cruzadas com dados atualizados do mercado e dados fornecidos pelo Banco Central do Brasil, alinhados aos princípios de ESG (Environmental, Social e Corporate Governance) e aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU. O material contém informações atualizadas, funcionando como referência para o mapeamento da gestão de inovação e evolução do Cooperativismo Financeiro no mercado nacional.

Pesquisa - Cooperativas Financeiras Singulares do Brasil, que responderam à pesquisa, colaboraram com o fornecimento de dados e o entendimento sobre a capacidade de inovação e de impacto social do setor. Além do material, a lista de cooperativas que participaram do Recip e são elegíveis para as menções honrosas do Reconhecimento Inovação com Propósito também está disponível no site.

Sobre o Reconhecimento Inovação com Propósito- O Recip foi criado para comunicar o valor do cooperativismo financeiro para a comunidade brasileira e aumentar as capacidades de gestão e inovação das cooperativas financeiras para expansão do setor, atentando-se aos propósitos do cooperativismo.

Desenvolvimento - O Recip visa contribuir efetivamente com o desenvolvimento do cooperativismo financeiro (respondendo à competição e à necessidade de expansão), além de comunicar o seu valor para a sociedade. Nesse sentido, o relatório lançado traz as seguintes contribuições: Modelo de Gestão para a Inovação com Propósito; Modelo de Maturidade para Inovar com Propósito; Avaliação da Maturidade das Cooperativas Financeiras Singulares para Inovar com Propósito; Recomendações para o desenvolvimento da Cooperativa para o nível seguinte da maturidade e Oito princípios norteadores para inovar com propósito.

Sistemas - A iniciativa reúne os grandes 7 sistemas de crédito do país, sendo eles, Ailos, CrediSIS, Cresol, Sicredi, Sicoob, Unicred e Uniprime, patrocínio do Bureau Veritas, Sistema OCB e FGCoop; parceria da MundoCoop e apoio formal do Banco Central do Brasil.

Método de pesquisa é validado pelo Congresso da Asociación Latino-Iberoamericana de Gestión Tecnológica y de la Innovación - A validação internacional demonstra que o trabalho possui qualidade e rigor científico. O método de pesquisa e as discussões realizadas com cientistas no Congresso da Altec geram projeção internacional para o material produzido.

Etapas - Ao longo do último ano, o Recip foi dividido em etapas: elaboração do instrumento de medida; coleta, verificação e análise dos dados; e atualmente está na terceira e última fase: a divulgação do Panorama Nacional a distribuição das menções honrosas para as cooperativas elegíveis.

Sobre o Instituto Fenasbac - O Instituto Fenasbac é uma extensão da Fenasbac (Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central), que multiplica e compartilha conhecimento especializado, oferecendo soluções de consultoria que promovem a transformação inovativa e a cultura evolutiva das organizações com um só foco: materializar propósitos. (OCB, com informações da assessoria de imprensa da Fenasbac)

 

SUSTENTABILIDADE: Cooperativas dão lição de sustentabilidade na COP26

sustentabilidade 16 11 2021O cooperativismo mostrou sua força e capacidade de inovar em Glasgow, na Escócia. Durante o painel sobre Negócios Sustentáveis na Amazônia — realizado na sexta-feira (12/11) no pavilhão brasileiro da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26) —, a gerente-geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader Motta, apresentou ao mundo um pouco do que as cooperativas brasileiras têm feito para aliar produtividade com preservação ambiental.

Participação - O painel contou com a participação do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que não estava prevista na programação oficial. “Fiz questão de vir aqui porque o cooperativismo é um caminho para a preservação de regiões como a Amazônia. Esse modelo de negócios traz uma nova oportunidade para quem vive lá, através de todo o suporte que a cooperativa dá aos produtores locais. Suporte tecnológico, de inovação, suporte de educação, suporte, financeiro. Vocês têm uma estrutura fantástica. Parabéns e obrigada”, disse Leite.

Brasil - Em sua fala, a gerente-geral da OCB lembrou que os olhos do mundo estão voltados para o Brasil. Ela ressaltou o papel protagonista que o cooperativismo pode ter para ajudar o país a cumprir as metas de diminuição do desmatamento ilegal e da emissão de gases do efeito estufa. Como exemplo disso, citou o trabalho desenvolvido por cooperativas como a Camta — Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu —, localizada no Pará.

Sistema de produção agroflorestal - Criada em 1931 por imigrantes japoneses, a Camta desenvolveu um sistema de produção agroflorestal que reúne, em um mesmo espaço, culturas como açaí, mandioca e pimenta do reino, além do extrativismo de óleos como a andiroba. “Os cooperados da Camta aprenderam com os ribeirinhos, que vivem às margens do Rio Amazonas, que, na floresta, as plantas não sobrevivem sozinhas, por isso, o ideal era diversificar a produção”, conta Fabíola.

Início - O novo sistema de produção agroflorestal começou a ser implantado na década de 70, depois que uma praga arruinou a monocultura de pimenta-do-reino — até então a principal fonte de renda dos cooperados, que exportavam o produto para outros países.

Ensinamentos - "Seguindo os ensinamentos dos ribeirinhos, os cooperados da Camta colocaram o açaí, o cacau, a mandioca e a pimenta-do-reino para conviverem juntos, em harmonia, com a floresta Amazônica. São 5 mil hectares de terra, onde as plantas de uma cultura servem de adubo para o crescimento e fortalecimento das outras. Isso mantém o solo úmido e fértil, respeitando o clima e a biodiversidade local. Imitando o ciclo natural da floresta, a produção da Camta não empobrece o solo, aumenta a produtividade e ainda ajuda a recuperar áreas da floresta que tinham sido degradadas", explicou a gerente-geral da OCB.

Mãos dada s- Desde que adotou um sistema agroflorestal de produção, a Camta só melhorou seus resultados. Hoje, ela produz 800 toneladas de cacau e 6 mil toneladas de polpa de fruta por ano. Parte desses produtos é exportada para países como Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Japão.

Embrapa - Além disso, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) comprovou que o modelo de produção da Camta reduz em 5 vezes a emissão de gases do efeito estufa na floresta. "É a prova de que produtividade e sustentabilidade podem andar de mãos dadas", elogiou Fabíola, acrescentando que a cooperativa tem recebido prêmios nacionais e internacionais de preservação ambiental. “É um exemplo que precisa ser reconhecido, valorizado e replicado, beneficiando diretamente mais de 10 mil pessoas na comunidade de Tomé Açu. Uma gente simples, que vive e precisa da Amazônia em pé".

Cooperando com o futuro - A gerente-geral da OCB também mostrou na COP26 o trabalho do cooperativismo brasileiro na produção de energia renovável: já são mais de 540 empreendimentos cooperativos com esse foco. E o fomento ao setor conta com a intercooperação com o cooperativismo alemão. Dentre os cases apresentados, Fabíola citou a geração de energia limpa por biomassa de cinco cooperativas brasileiras (Vale, Castrolanda, Lar, Copacol e Frisia) que evitam a emissão de 40 milhões de metros cúbicos de gás metano por ano.

Diálogo - Fabíola Nader Motta ainda elencou o trabalho de diálogo com o Congresso Nacional feito pela OCB para garantir a evolução, segurança jurídica e modernização da legislação ambiental. “Um dos nossos maiores desafios é colocar em pratica o pagamento por serviços ambientais e o mercado de carbono que podem potencializar ainda mais as ações de conservação do meio ambiente.”

Números - Coop em números:

O Brasil possui 4.868 cooperativas, que reúnem mais de 17,3 milhões de associados.

As cooperativas empregam diretamente 455 mil trabalhadores em todo o Brasil.

No campo, as cooperativas auxiliam pequenos e médios produtores rurais na transferência de tecnologia e no acesso a mercados internos e externos. Mercados aos quais eles não teriam acesso se estivessem trabalhando sozinhos.

Cerca de 5% do rendimento das cooperativas brasileiras é revertido para as comunidades próximas, inclusive para ações ambientais.

Mais da metade da safra brasileira conta com a participação direta das cooperativas brasileira. Com inovação e tecnologia, elas buscam equilibrar geração de renda e preservação ambiental.

Coop na COP 26 - O Sistema OCB lançou uma página com informações sobre a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021. Nela estão disponíveis cases inspiradores e o manifesto da instituição com a visão e o posicionamento do cooperativismo brasileiro a respeito da sustentabilidade e preservação ambiental do planeta. Acesse agora mesmo e confira: https://www.cooperacaoambiental.coop.br. (OCB)

FOTO: Daniela Luquini / Mapa

 

FRÍSIA: Citada como exemplo na COP26, cooperativa realiza ações para redução da emissão de dióxido de carbono

frisia 16 11 2021Os 12 dias da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que terminou no dia 12 de novembro, reforçaram a urgente necessidade da redução da emissão de CO² para manter a meta de não ultrapassar a temperatura global em 1,5 grau em relação ao século 19. Esse pacto evitaria uma catástrofe climática como calor extremo, ciclones tropicais e inundação por chuvas intensas, comprometendo, inclusive, a produção de alimentos. Entre as apresentações do Brasil em Glasgow, na Escócia, está o case da Frísia e de outras quatro cooperativas na geração de energia limpa.

OCB - Na 26ª edição da conferência, a COP26, foi mostrada a agricultura no País como sustentável, tecnológica e inovadora. Gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Fabíola Nader destacou a redução da emissão de metano pela geração de energia limpa por biomassa. A iniciativa das cooperativas tem evitado a emissão de 40 milhões de m³ de gás metano por ano.

Participação das cooperativas - Nader explanou sobre a participação das cooperativas brasileiras na construção do Plano de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que visa recuperação de pastagens, plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta, tratamento de dejetos, fixação biológica de nitrogênio e sistemas agroflorestais.

Sustentabilidade - De acordo com o Celso Moretti, presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o investimento na produtividade de soja, por exemplo, evita a ampliação de áreas. Além disso, destacou que a meta do Brasil em se tornar uma economia neutra em carbono até 2050 será atingida com a participação forte do agro brasileiro.

Frísia - Esse casamento entre produção e sustentabilidade tem como exemplo a Frísia, com sede em Carambeí (PR) e atuação nos Estados do Paraná e Tocantins. A cooperativa, que produz mais de 280 milhões de litros de leite, 28 mil toneladas de suínos e 830 mil toneladas de grãos, trabalha para a redução das emissões de CO² e no sequestro de carbono na atmosfera.

UPL - A Unidade Produtora de Leitões (UPL) representa esse equilíbrio. A queima do biogás gerado pelos biodigestores garante o aquecimento térmico de 12 mil leitões por mês, reduzindo o consumo de energia elétrica e, consequentemente, os gases de efeito estufa.

Biomassa - A Frísia também utiliza em suas operações 100% de biomassa provenientes de áreas de reflorestamento, garantindo a sustentabilidade do negócio florestal. São 300 hectares de florestas plantadas (próprias) com eucalipto que sequestram próximo de 40 mil toneladas de CO², além de 400 hectares de florestas nativas que sequestram cerca de 120 mil toneladas de CO².

Movimentação - Outro número positivo é que o setor florestal movimenta atualmente mais de 100.000 toneladas de madeira por ano, o que representa mais de 45 mil toneladas por ano de CO². São 30% na redução de dióxido de carbono devido a utilização de biomassa nas caldeiras, uma energia limpa e sustentável. Também são 60% de CO² estocados em produtos madeireiros (chapas, painéis, móveis etc.) dos clientes.

Foco - O coordenador ambiental de Frísia, Francis Bavoso, destaca que a cooperativa foca na redução do uso de insumos, maior eficiência das atividades, na preservação da água e do solo e no controle das emissões. “Todos os projetos e atividades exercidas pela Frísia passam por uma análise sobre a sustentabilidade e, pensando na COP26, nosso maior intuito está no projeto de energias renováveis e no incentivo e fomento da implantação de espécies nativas nas áreas dos cooperados para sequestro de carbono”, conclui.

Selo Clima Paraná - Essas ações da cooperativa renderam por dois anos consecutivos (2019 e 2020) o selo “Clima Paraná”, reconhecimento promovido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, voltado a organizações que realizam, voluntariamente, inventários sobre suas emissões de gases de efeito estufa e adotam medidas para reduzi-las, contribuindo na diminuição do aquecimento global e das mudanças climáticas.

Energia fotovoltaica - A cooperativa também fomenta aos cooperados o acesso à energia fotovoltaica, o que reduz os custos de aquisição e instalação dos equipamentos e aumenta a sustentabilidade da cooperativa com uma matriz renovável. Com os projetos já instalados e em andamento, serão economizados 570.830 quilos de CO² por ano e gerados 2.330 milhões de kWh.

Mudas - Somado a isso, em parceira com o Instituto Água e Terra (IAT) do Paraná, a cooperativa distribuiu 22.100 mudas de árvores nativas de várias espécies do bioma Mata Atlântica, que foram utilizadas para reflorestar aproximadamente 45 hectares na região dos Campos Gerais paranaense.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

CAPAL: Gestão eficiente e leite de qualidade; o exemplo da família do cooperado Marinus Teunis Hagen Filho

capal 16 11 2021Eficiência na gestão e excelência na qualidade do leite são características da propriedade do cooperado da Capal, Marinus Teunis Hagen Filho, de Arapoti (PR). Em agosto deste ano, Marinus foi reconhecido no prêmio Leite de Qualidade da cooperativa em primeiro lugar de sua categoria (4001 a 6000 L/dia) e com pontuação máxima. Quem vê o bom êxito, no entanto, não imagina que há cerca de sete anos o produtor teve de recomeçar. “Em 2010, tivemos a infelicidade de o rebanho contrair tuberculose. Tive de começar do zero. Foram dois anos de vazio sanitário e mais dois anos até os animais começarem a produzir”, conta. No entanto, a fatalidade não o impediu de continuar na atividade com o mesmo empenho de antes.

Bons resultados - E o olhar voltado para o futuro com determinação está produzindo bons resultados. Entre eles, os investimentos na propriedade, que antes usava somente o sistema free stall e, com a construção de um novo barracão, começou a usar também o compost barn. Além dos investimentos já feitos e dos que ainda vêm por aí, uma das metas também é aumentar o plantel. Atualmente, Marinus tem mais de 160 animais em lactação, com médias de produção que variam de 35 a 37 L/vaca/dia. O produtor conta que a instalação do novo sistema influenciou as médias de produção. “Desde ano passado, com o compost, as médias aumentaram. Principalmente no verão, o conforto animal é muito grande”, comenta.

Reconhecimento - Quando perguntado sobre o “segredo” para o sucesso na produção leiteira, Marinus afirma que o mais importante é ter dedicação e trabalhar em equipe. Na gestão dos funcionários, bem como em outras áreas, ele conta com o suporte da esposa, Patrícia: “A parte de bezerras e novilhas é com ela. Ela gosta muito, se uma bezerra nasce de madrugada, ela vai, prepara o colostro, não tem hora ruim. A parte de RH também, ela sabe lidar com as pessoas”, conta Marinus. Falando sobre Recursos Humanos, a motivação da equipe é uma das estratégias usadas para manter os bons índices de qualidade do leite. “Uma coisa que a gente trabalha bastante é com a premiação. Uma parte dos recursos que eu ganho com a qualidade do leite é repassada para os funcionários”, explica. Porém, ele reitera que somente o dinheiro não basta.

Rentável - Apesar de não ignorar algumas inconveniências, como os custos de manutenção com serragem e ventiladores, e questões de manejo que exigem atenção, ele atesta que o compost barn é rentável: “Os animais gostam muito. Se colocar na ponta do lápis, o lado positivo é maior que o negativo. Também implantei com o objetivo de aumentar a longevidade, assim, o custo é diluído no tempo que o animal permanecer”.

Capacitação - Para ter a dedicação esperada, é necessário gostar do que se faz. Além disso, a capacitação dos funcionários também é levada a sério na propriedade. Jéssica Quirino, supervisora de qualidade do leite na Capal, relata que promoveu treinamentos para a redução do uso de antibióticos. Com os cursos oferecidos, o objetivo foi alcançado: a equipe ganhou conhecimento e ferramentas adequados para evitar casos de mastite e reduzir o uso dos medicamentos, o que significa menos descarte de leite, menos impactos para o meio ambiente e menos gastos com antibióticos. Por último, mas não menos importante, Marinus aponta que é necessário ter fé: “sempre pedimos para Deus nos agraciar com sabedoria e saúde. Sem Deus, não somos nada.” (Imprensa Capal)

 

COCAMAR I: Cooperativa inaugura unidade em São Miguel do Iguaçu

Com a presença de um grupo de produtores convidados e autoridades, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial inaugurou, na manhã de sexta-feira (12/11), a sua unidade em São Miguel do Iguaçu, região oeste do Paraná. Situada às margens da BR-277 – na ligação entre Cascavel e Foz do Iguaçu -, a estrutura de atendimento tem 600 metros quadrados e vai comercializar toda a linha de insumos agropecuários e também de produtos industrializados da cooperativa.

Negócios - “Estamos sendo muito bem recebidos pelos produtores e autoridades, o que faz com que vejamos São Miguel do Iguaçu, da mesma forma, com muitos bons olhos”, comenta o superintendente de Relação com o Cooperado, Leandro Cezar Teixeira, destacando que a cooperativa deseja fazer do local uma referência em bons negócios.

Frutos - “Vamos oferecer produtos e serviços de ponta”, diz Teixeira, citando que a Cocamar possui um leque bastante diversificado. “Os produtores vêm demonstrando as melhores expectativas quanto à presença da Cocamar e ambos, com certeza, trabalhando juntos, iremos colher muitos frutos”, completa.

Equipe - A unidade tem como gerente Éder Frigato, que está à frente de uma equipe formada por 8 colaboradores.

Expansão - A chegada a São Miguel do Iguaçu faz parte do programa de expansão da Cocamar, presente com estruturas operacionais e lojas para a comercialização de insumos em 98 localidades dos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde oferece atendimento a mais de 16 mil associados. Em 2020, a cooperativa faturou mais de R$ 7 bilhões, com crescimento de 52% sobre o exercício anterior. A previsão para este ano é superar os R$ 9 bilhões. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Campanha Segurança em duas rodas conscientiza sobre a direção responsável no trânsito

A campanha Segurança em duas rodas que a Cocamar lançou neste mês de novembro com foco no quadro de colaboradores, tem como tema “Leve a consciência na garupa” e o objetivo de conscientizar os que se utilizam de motocicletas para uma direção responsável no trânsito.

Defensivo - O coordenador de Segurança do Trabalho e idealizador da iniciativa, Elvis Pavan Gomes, lembra que “para uma pilotagem segura, é preciso que o motociclista adquira um comportamento defensivo, como identificar os pontos cegos pelo caminho, desenvolver o hábito de fazer uma frenagem adequada, combinando freios dianteiro e traseiro, submeter sua motocicleta a uma manutenção preventiva e, sobretudo, respeitar as leis de trânsito”.

Capacitação - Elvis acrescenta que a Cocamar tem investido em capacitação de segurança para os colaboradores em atividades de risco e, na campanha, é defendida a necessidade de formação em pilotagem defensiva de motocicleta, o que está sendo disponibilizado gratuitamente para os colaboradores que se utilizam desse veículo.

Treinamento - O coordenador explica que a campanha prevê um treinamento sobre direção defensiva e inspeção preventiva da motocicleta, com total de 4 horas de teoria e 4 de prática. “São informações extremamente importantes para uma condução segura e sempre com o objetivo de reduzir acidentes”, ressalta.

Apelo - “Leve a consciência na garupa”, o apelo da campanha, segundo Elvis, é preciso ao dar a conotação da importância de o motociclista estar sempre atento à prevenção de riscos. (Imprensa Cocamar)

SICOOB: Diretor-presidente do Centro Cooperativo participará de bate-papo sobre o futuro e as oportunidades do modelo de negócio cooperativista

Referência dentro do Sistema Sicoob, o diretor-presidente do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Marco Aurelio Almada, vai bater um papo com cooperados e demais interessados no cooperativismo como um modelo de negócio economicamente viável, justo e perene.

Data - O bate-papo acontecerá nesta quarta-feira (17/11), às 19h30, transmitido pelo YouTube. Durante a programação haverá interação com os participantes e sorteio de kits com brindes exclusivos e Echo Dots. Para os interessados também haverá emissão de certificado com horas.

Presença - Segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), hoje o cooperativismo está presente em 100 países, gera mais de 250 milhões de empregos e tem uma em cada sete pessoas como associada a uma cooperativa. Por ser tão importante para a geração de renda e para o desenvolvimento dos seus sócios e comunidade é que este foi o tema escolhido para o último evento on-line, de sete, que foram promovidas pelo Sicoob entre os meses de agosto e novembro.

Sobre o evento - O #TôLigado, promovido pelo Sicoob em parceria com o Sescoop/PR, visa a construção conjunta de debates e reflexões importantes sobre o presente e o futuro do cooperativismo, em especial o de crédito. Cada um dos eventos foi segmentado para públicos específicos, entre eles mulheres, jovens e lideranças da cooperativa incluindo colaboradores, conselheiros e delegados.

Portfólio de ações - O ciclo de palestras integra o portfólio de ações do Sicoob para contribuir com a formação e desenvolvimento dos cooperados e comunidade por meio dos princípios da educação, formação e informação; e o interesse pela comunidade.

Convite - Esperamos você para somar forças ao movimento cooperativista, fique ligado e participe conosco! Link de acesso da transmissão: https://www.youtube.com/watch?v=EE49lQYYlac. (Imprensa Sicoob Unicoob)

sicoob 16 11 2021

SICREDI: 5º Summit Mulher destaca potencial feminino com presença de palestrantes nacionais e internacionais

Para refletir sobre o potencial feminino em diferentes áreas de atuação, na esfera familiar, profissional e na sociedade, a Central Sicredi PR/SP/RJ realizou, nos dias 10 e 11 de novembro, o 5º Summit Mulher. O evento on-line contou com a participação de associadas e integrantes dos Comitês Mulher desenvolvidos em 25 cooperativas que atuam nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Reflexão - Logo na abertura, o evento propôs uma reflexão sobre a importância de cada mulher reconhecer as histórias, potências e jornadas de sucesso para a liderança. Um dos principais incentivadores dos Comitês Mulher, o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, falou sobre o movimento He for She e o valor de fomentar lideranças femininas no cooperativismo de crédito. "Conseguimos perceber como estamos evoluindo no quadro interno de executivas, diretoras e mulheres que estão assumindo posições nos Conselhos de Administração e como coordenadoras de núcleo, e isso é resultado de um trabalho realizado há alguns anos e que vem se consolidando”, afirmou o presidente, convidando mais mulheres para integrarem as chapas nos processos eleitorais das cooperativas durante as assembleias.

Trajetórias e papéis múltiplos - Representando a potência de líderes mulheres no Sicredi e no cooperativismo de crédito, a diretora de Negócios da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Leila Grik e a diretora de Operações da cooperativa, Tilene Farina, contaram sobre as trajetórias profissionais e papéis múltiplos que desempenham no dia a dia. “A liderança é uma conquista pelo que você é, suas competências e pelo que você faz, a sua essência. É preciso também amar muito o que você faz para que os desafios enfrentados possam fluir normalmente", declarou Leila em sua mensagem para as participantes do evento.

Painel internacional - A presença feminina na alta liderança do cooperativismo de crédito mundial foi tratada no painel com a participação da presidente e CEO do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês), Elissa McCarter LaBorde e da diretora do Programa Global Women's Leadership Network (GWLN) do WOCCU, Eleni Giakoumopoulos.

Desafios e rede - Durante o bloco internacional mediado pela embaixadora do GWLN no Brasil, Gisele Gomes, as convidadas falaram sobre os desafios e a importância de uma rede conectando mulheres. A presidente do WOCCU também refletiu sobre o pioneirismo no cargo. “Acho que é importante celebrar essa realização, mas, simplesmente, para trazer a consciência de que ainda estamos pouco representadas na economia, na política e na vida social como líderes. E o desafio é saber como podemos utilizar as posições de poder, a voz que temos para podermos preparar o caminho e tornar normal as mulheres na liderança”, afirmou.

Potência feminina - Os avanços conquistados por iniciativas que buscam a equidade de gênero a partir do quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU também foram lembrados durante o evento. A fundadora da Verte Consulting e consultora da ONU Mulheres Brasil, Claudia Cavalcanti, apresentou um panorama sobre diversidade, liderança inclusiva e o potencial feminino no contexto global.

Cooperadas - Além da perspectiva mundial, o Summit trouxe, durante todo evento, o quadro "Mulheres que São”, com a perspectiva de associadas das cooperativas Sicredi e integrantes dos Comitês Mulher que vivem e atuam nas comunidades.

Histórias e pluralidade - Com objetivo de identificar histórias de mulheres inspiradoras no cotidiano, o segundo dia de evento começou com um desafio: refletir e reconhecer aquelas que foram referência e inspiração para cada uma das participantes em diferentes etapas da vida.

História - Após essa provocação, as associadas foram convidadas a conhecer a história da empreendedora Verônica Oliveira, ex-faxineira e dona do perfil @faxinaboa que transformou a limpeza em um negócio de sucesso.

Diferentes origens - Para reconhecer e discutir sobre a pluralidade feminina, o Summit Mulher ainda promoveu um bloco com a participação de mulheres com diferentes origens e áreas de atuação como a influenciadora, nutricionista e artista, We ‘e’ na Tikuna, a jornalista, mãe e fundadora do Papo de Empreendedora, Gabriela Anastácia e a fundadora da Transcendemos Consultoria, Gabriela Augusto.

Vivências - Com mediação da jornalista, ativista e palestrante Flávia Cintra, as convidadas contaram sobre suas vivências e se conectaram a partir das humanidades e similaridades entre as diferenças. “Quando falamos em inclusão não podemos falar de culpa, mas de responsabilidade, um papel de todos. Um primeiro passo é multiplicar essa ideia, como tantas que vimos aqui hoje. Assim a gente pode criar uma rede muito poderosa capaz de promover uma mudança e um mundo mais justo e igualitário”, analisou Gabriela Augusto.

Suzana Pires - A atriz, autora e fundadora do Instituto Donas de Si, Suzana Pires, fechou o segundo dia de evento trazendo um pouco sobre a sua história de trabalho na vida pública e o empreendedorismo nas artes. "Se você quer ser protagonista da sua vida, você pode e isso não quer dizer egoísmo, solidão ou que você não vai ter relacionamentos ou uma família. E para ser dona de si também não é preciso ter nascido em um lugar exato, ser uma mulher conhecida ou rica. Nós somos donas do nosso próprio caminho contanto que a gente faça escolhas”, refletiu.

Surpresa - A edição 2021 do Summit ainda preparou uma surpresa para as participantes, um momento cultural com a apresentação do musical Elza, que celebra a vida e obra da artista Elza Soares.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Ações de educação financeira impactam estudantes em Japurá e São Tomé

sicredi uniao 16 11 2021Por meio de dicas simples e práticas, estudantes de escolas públicas de Japurá e São Tomé, no Paraná, aprenderam sobre educação financeira. É que voluntários da Sicredi União PR/SP ministraram palestra sobre o assunto durante a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef).

Oficina - Na sexta-feira (12/11), foi a vez de estudantes do Ensino Médio do Colégio Estadual Rui Barbosa, de Japurá, participarem da oficina ministrada pelo assistente de negócios da agência de Japurá, Bruno Batista Zago. Ele falou sobre a importância de ter reserva financeira, de fazer uso consciente do cartão de crédito, de não fazer compras por impulso e de pesquisar antes de comprar. Um dos exemplos citados por Zago é que ao economizar R$ 20 de um lanche por mês, ao final de 20 anos o consumidor terá mais de R$ 6,6 mil, se aplicar o dinheiro na poupança. “É importante fazer uso consciente do crédito e entender a diferença entre o que se quer e o que se precisa”, completou.

Formação - A professora Natalia Helena Marega, que ministra aulas de educação financeira, disciplina que passou a integrar o currículo do ensino médio neste ano, destacou que a palestra foi “superinteressante e ‘casou’ com o que ela tem ensinado”. “A inclusão de educação financeira na grade escolar e no dia a dia dos estudantes vai contribuir para a formação de adultos que saibam se organizar financeiramente”. “A palestra reforça o conteúdo da escola. O projeto da Sicredi União PR/SP é maravilhoso”, completa a diretora do colégio, Dayane Bonette Andreta.

Gibis - Ainda no final de semana a cooperativa distribuiu, em Japurá e São Tomé, mil gibis da Turma da Mônica com dicas de educação financeira. O material foi produzido em parceria com a Mauricio de Sousa Produções para cooperativas do sistema Sicredi no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Voluntários - No total, a Sicredi União PR/SP conta com mais de 170 voluntários ministrando palestras sobre educação financeira em municípios do norte e noroeste do Paraná, centro e leste de São Paulo. Por meio do programa Você Pode, os voluntários passaram por uma capacitação de educação financeira para que sejam disseminadores do conhecimento.

Atividades - O grupo já ministrou palestras e oficinas para estudantes, professores da rede pública de ensino, servidores públicos e funcionários de redes de supermercados, de calçados, entre outras empresas. A programação segue até o dia 16 e integra a 8ª edição da Semana Enef, cujo tema é “Planejamento, Poupança e Crédito Consciente: o PLA-POU-CRÉ e a sua Saúde Financeira”. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED APUCARANA: Live Azul incentiva homens a cuidarem melhor da saúde

unimed apucarana II 16 11 2021Nesta terça-feira (16/11), às 19h30, será realizada a Live Azul da Unimed Apucarana com a temática “Cuidado não tem gênero, idade, vergonha ou restrição”, que busca derrubar preconceitos e reforçar a importância de se fazer o exame para detecção precoce do câncer de próstata. O evento contará com o médico coloproctologista Daniel Blanski e o médico urologista Bruno Toninello, e será realizado nas redes sociais da cooperativa.

Prevenção - Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimam até o momento mais de 65 mil novos casos de câncer de próstata no ano de 2020. O urologista Bruno Toninello, destaca que houve muitos avanços na detecção e tratamento do câncer de próstata, mas ainda não existem medidas efetivas para prevenção da doença. No entanto, para o especialista, a combinação de medo e preconceito levam muitos homens a adiarem o diagnóstico. Essa espera, segundo o especialista, é perigosa, pois, como ela tem uma evolução silenciosa, a maioria dos homens não apresentam sintomas até que a doença esteja em estado avançado.

Rastreamento - Atualmente, o rastreamento é feito com a dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico), realizada por meio de exame de sangue, em conjunto com o exame físico (toque retal). “Como é uma doença muito comum, a recomendação é que, a partir dos 50 anos, o homem procure o seu médico de referência, para que seja avaliado. No entanto, homens que têm histórico familiar de primeiro grau com câncer de próstata antes dos 65 anos, o rastreamento deve ser individualizado”, destaca.

Autocuidado - Para o especialista, vencer o preconceito e procurar acompanhamento médico, a fim de realizar o rastreamento da doença, não fere a masculinidade, pelo contrário, é um sinal de autocuidado, finaliza o urologista. (Imprensa Unimed Apucarana)

 

 

UNIMED COSTA OESTE: Registro da placenta reforça o vínculo entre mãe e bebê no HGU

A chegada de um bebê é repleta de emoções e o parto é um dos momentos mais marcantes da jornada. Para eternizá-lo fisicamente, a equipe de enfermagem da maternidade do Hospital Geral Unimed, da Unimed Costa Oeste, em Toledo (PR), presenteia os pais com uma lembrança: o registro ilustrativo da placenta.

Árvore da Vida - A arte é conhecida mundialmente como a Árvore da Vida, em alusão ao formato que a placenta fica ao ser pintada com tinta e carimbada em uma folha de papel ou em uma tela. “Esse órgão tem vasos sanguíneos no disco placentário parecidos com galhos ramificados e o cordão umbilical é semelhante ao tronco”, descreve a coordenadora do setor de Maternidade do HGU, Bruna Feitosa. Ela explica que a placenta possui importantes funções quando a criança se encontra em fase uterina, responsável pela nutrição e pelo crescimento do bebê. “Ela começa a se desenvolver nos primeiros dias da gravidez e se desprende minutos após o nascimento do bebê. Mas mais do que essa função vital, a placenta é a maior ligação entre a mãe e o bebê dentro do útero”, complementa.

Com amor e carinho- Em meio aos itens de enfermagem estão suportes com tintas coloridas, canetinhas, glitter, cola e adesivos. Materiais também necessários para que a equipe da maternidade do HGU possa deixar ainda mais linda a Árvore da Vida. “Ao pintar a placenta, carimbar ela no papel, usar elementos para decorá-la e escrever uma mensagem, expressamos nossa alegria e emoção de ter participado da vinda desse bebê”, descreve a enfermeira obstetra Barbara Schiapati, ao decorar a placenta que trouxe o pequeno Heitor. E a natureza é caprichosa em todos os detalhes: o nó do cordão umbilical, no carimbo, ficou no formato de um coração. “Essa arte é repleta de significados e uma delas é o amor envolvido nessa nova vida”, sinaliza.

Dados - Além da mensagem, as enfermeiras registram dados como a altura, peso e o dia em que o bebê nasceu.

Humanização e estrutura - O carimbo da placenta faz parte do conjunto de ações do HGU para oportunizar às mães a melhor experiência no nascimento de seus filhos. A infraestrutura moderna e equipada, aliada à equipe multidisciplinar capacitada para agir diante de qualquer intercorrência é referência em toda a região. O Hospital possui um quarto exclusivo para a realização de parto humanizado, com equipamentos que trazem conforto, privacidade e segurança à mamãe e ao bebê. “O conceito de parto humanizado abrange diversas etapas e nós estamos evoluindo dia a dia para aplicá-lo integralmente aos nossos pacientes, com equipe multidisciplinar disponível 24 horas”, ressalta Bruna.

Planejamento - “Tudo é planejado com muito carinho, desde o preparo e limpeza dos quartos, passando pelo acolhimento para os pais até toda a estrutura técnica e profissional. O nascimento é um momento ímpar na vida e queremos que os beneficiários tenham boas lembranças e que estejam 100% satisfeitos com os serviços prestados”, reforça Mateus Girardo da Rocha, gerente de Enfermagem do HGU. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

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FÓRUM INVEST IN BRASIL: Em Dubai, ministra destaca oportunidades de investimentos na agropecuária brasileira

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou, nessa segunda-feira (15/11), do Fórum Invest In Brasil, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Em painel sobre oportunidades de negócios no Brasil, a ministra destacou as possibilidades de investimentos na agropecuária brasileira, enfatizando a sustentabilidade e eficiência do setor, que é capaz de responder aos desafios da demanda mundial por alimentos e dar retorno financeiro.

Insegurança alimentar - “Nosso país é uma das melhores opções para ajudar o mundo a combater a insegurança alimentar. Segundo estimativas da FAO, a demanda global por alimentos crescerá pelo menos 60% até 2050. Se levarmos em conta que poucas nações terão capacidade de aumentar a própria produção de forma tão acentuada em curto período, os principais fornecedores, entre os quais o Brasil, precisarão encontrar formas ainda mais eficazes de plantio, colheita e distribuição. Nós já estamos nesse caminho”, disse.

Áreas - A ministra disse que há muitas áreas em que o Brasil pode trabalhar em conjunto com os Emirados Árabes Unidos, seja entre governos ou com os setores privados, especialmente na área de infraestrutura. Ela também citou a possibilidade de investimentos em títulos verdes e a Lei do Agro, que permite operações financeiras mais simples para investimentos no agronegócio brasileiro. “Com sucessivos recordes de produção agropecuária no Brasil, nossos excedentes aumentam e os mercados mundiais são seu destino natural. Por isso, temos que desburocratizar o ingresso de recursos externos no país e acertar aspectos tributários para não atrapalhar esse fluxo de capitais”, disse a ministra.

Embrapa - Além disso, ela citou que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deve assinar com a Autoridade de Segurança Alimentar de Abu Dhabi, um memorando de Entendimento que permitirá o desenvolvimento de projetos de cooperação científica em diversas áreas como horticultura, frutas e controle biológico de pragas e doenças.

O evento - O evento foi organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Dubai Chamber e Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. A ministra também participou da abertura do evento, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades do Brasil e dos Emirados Árabes. (Mapa)

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CONAB: Leilões para compra de 42,9 mil toneladas de milho serão realizados nesta quarta-feira

conab 16 11 2021Nesta quarta-feira (17/11), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará leilões públicos para a aquisição de cerca de 42,9 mil toneladas de milho. A compra do produto tem como objetivo abastecer o Milho Balcão. Além do cereal, a Companhia prevê a aquisição de 940,2 mil unidades de sacaria de polipropileno.

Destinação - A partir dos leilões, serão destinadas 26.480 toneladas de milho aos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. Outras 16.400 toneladas do grãos deverão ser entregues em municípios localizados nos estados de Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As operações terão início após a compra de sacaria de polipropileno e ocorrerão via Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab (Siscoe).

Participação - Podem participar dos leilões os produtores rurais, cooperativas e comerciantes cadastrados perante a Bolsa de Mercadorias por meio da qual pretendam realizar a operação, e registrados, na data da realização do leilão, no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais da Conab (Sican), além de estarem em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e demais exigências dos editais.

Auxílio - O reforço nos estoques públicos de milho vendido pela Conab vai auxiliar pequenos criadores de animais em todo o país, sobretudo aqueles situados em locais mais distantes dos grandes centros e das zonas de maior produção, e que utilizam o produto para a alimentação dos seus plantéis.

Medida Provisória - Estas operações de abastecimento do Milho Balcão estão inseridas no âmbito da Medida Provisória nº 1.064/2021, assinada pelo presidente da República, que autorizou a compra de até 200 mil toneladas anuais de milho para o programa. Também estão de acordo com a Portaria Interministerial Mapa/ME n° 20/2021.

Sacaria - O primeiro leilão, a ser realizado no dia 16/11, prevê a aquisição de 940,2 mil sacarias. A operação terá início às 9h e também ocorre via Siscoe. Cada unidade do produto a ser adquirido deverá ter o peso mínimo de 100g, com dimensão de 100cm x 60cm e capacidade para acondicionar 60kg de grãos.

Detalhes - Os detalhes dos regulamentos de cada um dos Editais de Avisos nºs 89, 90 e 91 estão publicados no site da Companhia. (Conab)


SERVIÇO:
Leilões para compra de milho e sacaria

Data: quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Horário: a partir de 9h

Aviso Nº 89/2021Aviso Nº 89/2021

Aviso Nº 90/2021Aviso Nº 90/2021

Aviso Nº 91/2021Aviso Nº 91/2021

Informações e comunicados no Portal da Conab

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 9,77%

focus 16 11 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 9,33% para 9,77% neste ano. É a 32ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (16/11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação ficou em 4,79%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,32% e 3,09%, respectivamente.

Aceleração - Em outubro, puxada pelo aumento de preços de combustíveis e alimentos, a inflação acelerou 1,25%, a maior para o mês desde 2002, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 8,24% no ano e de 10,67% nos últimos 12 meses.

Acima da meta - A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, no mês que vem, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais 1,5 ponto percentual.

Projeções - As projeções do BC para a inflação também estão ligeiramente acima da meta para 2022 e ao redor da meta para 2023. Isso reforça a decisão da autarquia de manter a política mais contracionista, com elevação dos juros, para manter o IPCA dentro do intervalo de tolerância definido pelo CMN.

Mercado financeiro - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 9,25% ao ano, mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 11% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 7,75% ao ano e 7% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução- Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,93% para 4,88%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 0,93%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2%, para ambos os anos.

Cotação - A expectativa para a cotação do dólar se manteve em R$ 5,50 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana também fique nesse mesmo patamar. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA I: Pix completa um ano com nova funcionalidade de devolução

economia 16 11 2021No aniversário de um ano, o Pix, sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), ganha nova funcionalidade. Entra em vigor, nesta terça-feira (16/11)), o Mecanismo Especial de Devolução, que agilizará o ressarcimento ao usuário vítima de fraude ou de falha operacional das instituições financeiras.

Regulamentação - O mecanismo está regulamentado por uma resolução editada pelo BC em junho. Desde então, as instituições financeiras estavam se adaptando aos procedimentos.

Procedimentos operacionais - Até agora, em uma eventual fraude ou falha operacional, as instituições envolvidas precisavam estabelecer procedimentos operacionais bilaterais para devolver o dinheiro. Segundo o BC, isso dificultava o processo e aumentava o tempo necessário para que o caso fosse analisado e finalizado. Com o Mecanismo Especial de Devolução, as regras e os procedimentos serão padronizados.

Novidades - Outras novidades para o Pix virão em breve. A partir do dia 29 estarão disponíveis o Pix Saque e o Pix Troco, que permitem o saque em espécie e a obtenção de troco em estabelecimentos comerciais e outros lugares de circulação pública.

Pix Saque - No Pix Saque, o cliente poderá fazer saques em qualquer ponto que ofertar o serviço, como comércios e caixas eletrônicos, tanto em terminais compartilhados quanto da própria instituição financeira. Nessa modalidade, o correntista apontará a câmera do celular para um código QR (versão avançada do código de barras), fará um Pix para o estabelecimento ou para a instituição financeira e retirará o dinheiro na boca do caixa.

Pix Troco - O Pix Troco permite o saque durante o pagamento de uma compra. O cliente fará um Pix equivalente à soma da compra e do saque e receberá a diferença como troco em espécie. O extrato do cliente especificará a parcela destinada à compra e a quantia sacada como troco.

Open banking - Ainda neste trimestre, o BC pretende estender o iniciador de pagamentos ao Pix. Por meio dessa ferramenta, existente para pagamentos por redes sociais e por aplicativos de compras e de mensagens, o cliente recebe um link com os dados da transação e confirma o pagamento.

Ampliação - Atualmente, o iniciador de pagamentos existe para compras com cartões de crédito e de débito. O BC pretende ampliar a ferramenta para o Pix, o que só será possível por causa da terceira fase do open banking (compartilhamento de dados entre instituições financeiras), que entrou em vigor no fim de outubro.

Transações - Com a troca de informações, o cliente poderá fazer transações Pix sem abrir o aplicativo da instituição financeira, como ocorre hoje. O usuário apenas clicará no link e informa a senha ou a biometria da conta corrente para concluir a transação. Tudo sem sair do site de compras, do aplicativo de entregas ou da rede social.

Estatísticas - Até o fim de outubro, segundo os dados mais recentes do BC, o Pix tinha 348,1 milhões de chaves cadastradas por 112,65 milhões de usuários. Desse total, 105,24 milhões são pessoas físicas e 7,41, pessoas jurídicas. Cada pessoa física pode cadastrar até cinco chaves Pix e cada pessoa jurídica, até 20. As chaves podem ser distribuídas em um ou mais bancos.

Salto - Em um ano de funcionamento, o volume de transações pelo Pix deu um salto. Em outubro, o sistema de pagamentos instantâneos movimentou R$ 502 bilhões, contra R$ 25,1 bilhões liquidados em novembro do ano passado. Segundo o Banco Central, 75% das transações do Pix em outubro ocorreram entre pessoas físicas, contra 87% no primeiro mês de funcionamento. Os pagamentos de pessoa física para empresa saltaram de 5% para 16% no mesmo período.

Empresas e governo - O aumento nos pagamentos a empresas decorre de funcionalidades adicionadas ao longo deste ano para estimular o recebimento de Pix por empresas e prestadores de serviço. Em maio, começou a funcionar o Pix Cobrança, que substitui o boleto bancário e permite o pagamento instantâneo por meio de um código QR (versão avançada do código de barras) fotografado com a câmera do celular.

Pix Agendado - Em julho, começou a ser ofertado o Pix Agendado, que permite o agendamento de cobranças, com a definição de uma data futura para a transação. Em setembro, o oferecimento da funcionalidade por todas as instituições financeiras passou a ser obrigatório.

Aumento - As transações entre pessoas físicas e o governo aumentaram de R$ 2,25 milhões em novembro de 2020 para R$ 409,83 milhões em outubro deste ano. Apesar de pequenas em relação ao total movimentado, essas operações estão subindo graças a medidas como o pagamento de alguns tributos por grandes, micro e pequenas empresas e à quitação de taxas federais por meio do Pix.

Segurança - O Pix completa um ano em meio a preocupações com a segurança do sistema. Por causa do aumento de sequestros-relâmpago e de fraudes relacionadas ao Pix, o BC limitou, em outubro, as transferências a R$ 1 mil entre as 20h e as 6h. Medidas adicionais de segurança foram adotadas, como o bloqueio, por até 72 horas, do recebimento de recursos por pessoas físicas em caso de suspeita de fraude.

Incidente - Em setembro, ocorreu o incidente mais sério com o Pix registrado até agora. Uma brecha de segurança no Banco Estadual de Sergipe permitiu o vazamento de 395 mil chaves Pix do tipo telefone. Na ocasião, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, valores movimentados e saldos nas contas, mas os números de telefone de clientes capturados por pessoas de fora da instituição, que foi punida pelo BC.

Punições - Se casos semelhantes ocorrerem, as próximas punições poderão ser mais duras. No fim da semana passada, o BC acelerou as notificações às instituições financeiras que violarem os regulamentos do Pix e diminuiu as situações em que as multas serão isentas. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: IGP-10 tem inflação de 1,19% em novembro

economia II 16 11 2021O Índice Geral de Preços- 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 1,19% em novembro. Em outubro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,31%.

Novembro - A taxa de novembro deste ano ficou, no entanto, abaixo dos 3,51% de novembro de 2020. Com o resultado, o IGP-10 acumula inflação de 17,47% no ano e de 19,78% em 12 meses.

Alta - A alta outubro para novembro foi puxada principalmente pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de uma deflação de 0,77% em outubro para uma inflação de 1,31% em novembro.

INCC - O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também teve alta ao subir de 0,53% em outubro para 0,95% em novembro.

IPC - Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve queda ao recuar de 1,26% em outubro para 0,79% em novembro. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

BENEFÍCIO: Caixa inicia pagamento do Auxílio Brasil

A Caixa Econômica Federal vai iniciar o pagamento do Auxílio Brasil a partir desta quarta-feira (17/11). O programa do Governo Federal, que substituirá o Bolsa Família, tem como público-alvo famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza.

Agente operador e pagador - O banco exercerá o papel de agente operador e pagador do benefício, disponibilizando os valores concedidos pelo Ministério da Cidadania às famílias beneficiadas. Os beneficiários do Bolsa Família migrarão automaticamente para o Auxílio Brasil, sem necessidade de realizar novo cadastramento.

Calendário - O Auxílio Brasil começará a ser pago no dia 17 de novembro, iniciando com os beneficiários que tenham NIS com final 1. As datas de pagamento para os beneficiários obedecerão ao seguinte calendário:

beneficio 16 11 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Cartões - Os cartões e senhas utilizados para saque do Bolsa Família continuarão válidos e poderão ser utilizados para o recebimento do Auxílio Brasil. As famílias que recebem o Bolsa Família pelo aplicativo Caixa Tem, em conta Poupança Digital, receberão o Auxílio Brasil na mesma modalidade de pagamento e poderão continuar movimentando seu benefício pelo aplicativo.

Canais - Os canais para saque dos benefícios e consulta de informações permanecem os mesmos: aplicativo Caixa Tem, terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa, que voltam ao horário normal de funcionamento no dia 23 de novembro.

Aplicativo - Também será lançado um aplicativo chamado Auxílio Brasil, que substituirá o aplicativo Bolsa Família. Assim, o beneficiário poderá consultar a disponibilidade do seu benefício pelo novo App Auxílio Brasil ou ligando para o Atendimento CAIXA ao Cidadão, no telefone 111.

Completo - O calendário completo de pagamento está disponível no endereço.

Programa Auxílio Brasil- O Auxílio Brasil integra, em um só programa, diferentes políticas públicas de assistência social, saúde, educação, emprego e renda. Fazem parte do Auxílio Brasil nove modalidades de benefícios, previstas na Medida Provisória 1.061-2021. (Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal)

LEGISLATIVO: Câmara pode votar MP que recria Ministério do Trabalho e projeto que regulamenta mercado de carbono

legislativo 16 11 2021Na semana de 16 a 18 de novembro, a Câmara dos Deputados pode votar a Medida Provisória 1058/21, que recria o Ministério do Trabalho e Previdência; e o Projeto de Lei 2148/15, que regulamenta o mercado de carbono no Brasil. O Plenário tem sessões de votação a partir desta terça-feira (16/11), às 13h55.

Transferência - Além de recriar o Ministério do Trabalho, a MP 1058 transfere a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para a pasta do Turismo.

Substitutivo - A matéria conta com um substitutivo do relator, deputado José Nelto (Pode-GO), que retomou tema da MP 905/19 criando o Domicílio Eletrônico Trabalhista para permitir ao Ministério do Trabalho notificar o empregador, por comunicação eletrônica, sobre atos administrativos, ações fiscais, intimações e avisos em geral.

Outros - Com esse mecanismo, que dispensará a publicação no Diário Oficial e o envio por via postal, o empregador também poderá enviar documentação eletrônica exigida em ações fiscais ou apresentar defesa e recurso no âmbito de processos administrativos. Deverá ser usada certificação digital ou código de acesso com requisitos de validade.

Seguro-Desemprego - Outra mudança proposta pelo relator especifica, na Lei do Seguro-Desemprego, que o novo ministério fiscalizará o pagamento, pelas empresas, da bolsa de qualificação profissional ao trabalhador que estiver com o contrato de trabalho suspenso para participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador.

Efeito estufa - Também na pauta consta o Projeto de Lei 2148/15, que estabelece parâmetros para o funcionamento de um mercado de carbono no Brasil, prevendo a emissão de títulos representativos da emissão de gases do efeito estufa e de sua captação da atmosfera ou redução.

Parecer preliminar - De acordo com o parecer preliminar da relatora, deputada Carla Zambelli (PSL-SP), haverá um mercado regulado de carbono com um sistema obrigatório de comércio dos direitos de emissões desses gases. Esse mercado será regulado pelo Sistema Brasileiro de Comércio de Direitos de Emissões (SBDE).

Regime compulsório - O regime será compulsório, mas ficam de fora dele as atividades agropecuárias, florestais ou empreendimentos relacionados ao uso alternativo do solo quando desenvolvidas no interior de propriedades rurais, exceto se as áreas forem propriedade de empresa vinculada à atividade industrial ou à produção de energia (com biomassa, por exemplo) regulados pelo SBDE.

Não obrigatório - Também não será obrigatório para micro e pequenas empresas e para setores regulados por outras políticas de precificação de emissões de gases do efeito estufa.

Regulamentação - A regulamentação do SBDE caberá ao Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima e Crescimento Verde, que terá dois anos para regulamentar a partir da ratificação, pelo Congresso Nacional, das regras, modalidades e procedimentos dos instrumentos de mercado ajustados no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Simples Nacional - Os deputados podem analisar ainda o Projeto de Lei Complementar (PLP) 147/19, do Senado Federal, que muda algumas regras do Simples Nacional, como a tributação de caminhoneiros autônomos inscritos como microempreendedor individual (MEI).

Limite de enquadramento - De acordo com o substitutivo preliminar da relatora, deputada Caroline de Toni (PSL-SC), o limite de enquadramento para esses caminhoneiros como MEI passa de R$ 81 mil anuais para R$ 251,6 mil anuais. Já a alíquota a pagar para a Previdência Social será de 12% sobre o salário mínimo.

Valores menores - O MEI pode pagar valores menores de tributos, com valores fixos de R$ 45,65 a título de contribuição social para o INSS; de R$ 1,00 a título de ICMS se for contribuinte desse imposto; e de R$ 5,00 a título de ISS se for contribuinte desse imposto. Além disso, o microempresário deverá contribuir com 5% sobre um salário mínimo para poder se aposentar por idade.

Integrantes - A proposta também aumenta o número de integrantes do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), incluindo um representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e uma das confederações nacionais de representação do segmento de micro e pequenas empresas. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Antônio Augusto / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 2.799 casos e 63 mortes em 24 horas

Em 24 horas, foram registrados 2.799 casos de covid-19 no Brasil e 63 mortes, segundo o boletim epidemiológico divulgado nessa segunda-feira (15/11) pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.960.776 casos e 611.346 óbitos pela doença.

Recuperados - Segundo o boletim, há 21.162.046 recuperados da doença, o que representa 96,4% dos casos. Também há 187.374 casos em acompanhamento e 2.889 mortes de síndrome respiratória aguda grave (Srag) em investigação.

Estados - No número de casos, São Paulo é a unidade da Federação com maior número de casos, com 4.422.590. Em seguida aparecem Minas Gerais (2.197.989) e Paraná (1.569.724). Os menores números de casos estão no Acre (88.110), Amapá (124.077) e Roraima (127.882).

Óbitos - São Paulo também lidera no número de óbitos por covid-19, com 153.066, seguido por Rio de Janeiro (68.732) e Minas Gerais (55.941). Os estados que tiveram o menor número de mortes são Acre (1.845), Amapá (1.995) e Roraima (2.038).

Vacinação - Segundo o Ministério da Saúde, foram aplicadas, no total, 285,2 milhões de doses, sendo 157,3 milhões de primeiras doses e 127,9 milhões de segundas doses e doses únicas. Também foram aplicadas 498.732 doses adicionais e 11,2 milhões de doses de reforço. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 16 11 2021

SAÚDE II: Sesa confirma mais 639 casos e dois óbitos pela Covid-19

saude II 16 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa segunda-feira (15/11) mais 639 casos confirmados e duas mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.563.495 casos confirmados e 40.484 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (233), outubro (178), setembro (73), agosto (49), julho (31), junho (34) e maio (41) de 2021. Os óbitos são de novembro (2) de 2021.

Internados - 281 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 221 pacientes em leitos SUS (129 em UTIs e 92 em leitos clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 832 pacientes internados, 499 em leitos de UTI e 333 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais dois pacientes: um homem e uma mulher, com 56 e 76 anos. Os óbitos ocorreram no dia 14 de novembro de 2021. Os pacientes que foram a óbito residiam em Toledo e Jacarezinho.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.229 casos de residentes de fora do Estado, 224 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

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Confira o relatório de ajustes e exclusões AQUI.

 

OPINIÃO: Intercooperação mostra ao Brasil o caminho do sucesso

opiniao 16 11 2021*Auke Dijkstra Neto

“A dificuldade é um severo instrutor.” A frase do filósofo irlandês Edmund Burke, que se referiu à Revolução Francesa, pode parecer banal e até um pouco “batida” para a realidade imediatista e tecnológica do século XXI. Mas, se a pandemia nos deu boas e duras lições, o aforismo de Burke nunca esteve tão atual para o momento de reavaliação de nossas vidas pessoais e profissionais.

A maior crise sanitária e humanitária de nossa geração trouxe barreiras para a Era da Comunicação sem limites e empecilhos nunca antes vividos por indivíduos que - por comodidade ou inaptidão - decidiram se enclausurar e não buscar no “outro” a solução para seus problemas.

Nisso, a intercooperação já nos mostrava, há décadas, o caminho para o sucesso, com seu modelo organizacional baseado em pessoas e na ajuda mútua, que trabalham em torno dos interesses em comum.

Vejamos o exemplo das cooperativas paranaenses Frísia, Capal e Castrolanda. Separadamente, as três não possuíam tamanho nem produção em escala para conseguir resultados nacionalmente. Com a criação da Unium, marca institucional que representa a intercooperação das companhias, hoje, unidas, as três são o segundo maior produtor de leite do país, com crescimento de 3,3% na produção em plena pandemia, totalizando 1,3 bilhão de litros de leite inseridos no mercado.

Mas, quais são os motivos desses números expressivos? Além da forte industrialização que surgiu com o nascimento da Unium em 2017, outros fatores também ajudaram no sucesso do projeto. O investimento em tecnologias, espaço maior no mercado, produtividade e valor agregado maior, assim como a qualidade já reconhecida dos produtos e uma estrutura de governança própria, constituída por um comitê misto, que auxilia na tomada de decisões e na unidade da gestão. Não foi fácil chegar até aqui, mas o caminho estava traçado desde a concepção.

Cada cooperativa faz o seu trabalho de casa ao oferecer insumos, serviços e lojas agropecuárias para seus associados. Mas a parte industrial é feita em conjunto, sem que a identidade de cada cooperativa seja perdida ao longo do caminho. Além disso, outros projetos em segmentos estratégicos da Unium também têm ganhado espaço e, muito em breve, devem auxiliar econômica e socialmente a região em que estão inseridos, ao gerar empregos e oportunidades nos Campos Gerais paranaenses.

Esses e muitos outros que não cabem em um artigo, são apenas alguns dos aprendizados que o setor de intercooperação pode oferecer à sociedade como um todo. Temos os exemplos e os caminhos para mostrar que a união faz, sim, a força, sem nenhum medo de cair no lugar-comum. Se a pandemia nos trouxe adversidades, conseguir superá-la nos mostrou que o caminho que percorremos até aqui foi acertado, mesmo com algumas pedras encontradas pela estrada.

*Auke Dijkstra Neto é gerente de Marketing da Unium

 


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