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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5198 | 17 de Novembro de 2021

ENCONTRO ESTADUAL: Evento será realizado no dia 3 de dezembro; reserve a data

O tradicional Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido anualmente pelo Sistema Ocepar para celebrar os resultados do setor, será realizado no dia 3 de dezembro, das 9h às 11h, em formato virtual. A programação poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, no canal da entidade no Youtube, e por emissoras de canal aberto. Uma das novidades desta edição é que o evento ocorrerá em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que neste ano comemora 60 anos de existência. Já a Ocepar completou 50 anos de fundação no mês de abril.

Presenças - O Encontro contará com a presença das diretorias do Sistema Ocepar e do BRDE, do governador Ratinho Júnior e seu vice, Darci Piana, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano. Haverá ainda a apresentação de palestra, ministrada pelo economista, professor e autor de vários livros, Eduardo Giannetti da Fonseca.

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WORKSHOP: Encontro vai reunir diretores e executivos das cooperativas agro do PR para discutir o Projeto Mercado do PRC200

Diretores e executivos das áreas de mercado internacional, varejo e marketing que atuam nas cooperativas agropecuárias paranaenses estão sendo convidados pelo Sistema Ocepar a participar do Workshop de Mercado, no dia 24 de novembro, a partir das 14h, pela plataforma Microsoft Teams. Um dos objetivos do evento é discutir as principais linhas de atuação do Projeto Mercado do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

Programação - A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Depois, o gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra, e sua equipe irão discorrer sobre o Projeto Mercado do PRC200. O professor da FEA/USP, Marcos Fava Neves, abordará o tema “Cenários e tendências de mercado para as cooperativas”. Neves também irá comandar uma oficina de ideias, juntamente com os profissionais da Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec), Alexandre Monteiro e Carolina Teodoro, e representantes das cooperativas.

Inscrições - As inscrições devem ser efetivadas pelo link https://cutt.ly/ZTgjGcb. Mais informações com Carolina Teodoro (carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br / 41 99647-5522) e Alexandre Monteiro (alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br / 41 99604-7007).

 

workshop folder 17 11 2021

C.VALE: Cooperativa discute ampliação da Ferroeste

cvale 17 11 2021A ampliação da linha da Ferroeste para impulsionar o transporte de cargas foi tratada em reunião ocorrida na sede da Cooperativa C.Vale, em Palotina, Oeste do Paraná. O presidente da Ferroeste, André Gonçalves, o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagunes, e o assessor do grupo, Juliano Rodrigues, discutiram o tema com diretores e gerentes da C.Vale. A cooperativa esteve representada pelo presidente, Alfredo Lang, pelo diretor-secretário, Walter Dal’Boit, gerente da Divisão de Comercialização, Edio Schreiner, e pelo gerente da Divisão Industrial, Reni Girardi. A C.Vale é uma potencial cliente da Ferroeste através da exportação de grãos e carnes. O governo do Paraná pretende conceder à iniciativa privada a exploração da ferrovia ligando o Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá. (Imprensa C.Vale)

 

CREDICOAMO: Cooperativa completa 32 anos e lança nova identidade visual

No final da década de 1980, os associados da Coamo começaram a perceber que os recursos para financiamentos das lavouras estavam difíceis e insuficientes. Os valores eram depositados em bancos, mas nem sempre retornavam em forma de financiamento de custeio e de investimentos agrícolas. Então, eles se uniram e pensaram em uma solução, que foi fundar uma cooperativa do crédito, a Credicoamo, a cooperativa de crédito rural dos associados da Coamo, fundada em 17 de novembro de 1989 por 29 agricultores, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná.

Celebração - Para celebrar os 32 anos da Credicoamo, a diretoria programou várias atividades em evento virtual com a participação dos seus associados no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul com destaque para o lançamento da sua nova identidade visual e importante palestra sobre Educação Financeira, além de inaugurações de três novas agências nos municípios paranaenses de Iretama, Barboza Ferraz e Cruzmaltina.

Referência - A Credicoamo é uma cooperativa de crédito sólida e forte, sendo referência no segmento a nível nacional e orgulho de todos os seus mais de 22.400 associados. Desde a sua fundação, a cooperativa vem cumprindo os objetivos, disponibilizando produtos e serviços para o quadro social.

Assistência de qualidade - O presidente do Conselho de Administração da Credicoamo, José Aroldo Gallassini, ressalta que na cooperativa de crédito, os associados têm assistência financeira de qualidade que proporciona segurança, rentabilidade e agilidade nas operações com a cooperativa. “Eles investem melhor em seus negócios, contabilizam bons resultados e os recursos captados permanecem na própria comunidade. A Credicoamo atende as necessidades do seu associado, por meio de linhas exclusivas de produtos e serviços, assim como disponibiliza assistência financeira com o propósito de fomentar a produção, a produtividade e a comercialização da safra", ressalta, acrescentando que "A excelente participação do quadro social faz com que a Credicoamo seja cada vez mais forte, sólida e admirada.”

Propósito - “Desde a sua fundação, em 1989, com 29 cooperados da Coamo, nascemos com o propósito de financiar as necessidades dos associados com agregação de renda por meio de soluções financeiras sustentáveis. E, hoje, com mais de 22.400 associados, a Credicoamo está evoluindo constantemente para continuar crescendo. Com a nova identidade visual, moderna e marcante, demonstra a posição de visão do futuro”, afirma o presidente Executivo, Alcir José Goldoni.

Slogan - O slogan da Credicoamo, "Junto com você, sempre!”, define que a cooperativa quer estar sempre junto com os associados e seja transformada no seu domicílio financeiro. Desta maneira, quanto maior for a movimentação do associado na sua cooperativa de crédito, maior será sua participação nos resultados. (Imprensa Credicoamo)

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SICREDI: Com atendimento personalizado e mais próximo, cooperativismo de crédito bate recorde em gestão de investimentos

Considerado um modelo de negócio sustentável e colaborativo, o cooperativismo de crédito tem registrado crescimento superior ao restante do Sistema Financeiro Nacional (SFN), de acordo com o Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Com números positivos, o setor tem conquistado a preferência de cada vez mais brasileiros na escolha por diferentes serviços financeiros, como os investimentos. O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, tem se destacado nas classificações das agências como Fitch Ratings (AA), Moody’s (Aa1) e Standard and Poor’s (AAA). Apenas a Asset do Sicredi é responsável pela gestão de uma carteira que ultrapassa os R$ 56 bilhões.

Interesse - De acordo com a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, a instituição tem percebido um maior interesse dos associados por diferentes modalidades de investimentos, o que requer atenção para a escolha mais adequada a cada perfil. “O tema está deixando de ser um tabu ou algo restrito a pequenos grupos. Esse movimento é positivo, mas é necessário buscar orientações e informações confiáveis. Nossas cooperativas oferecem consultoria personalizada com as melhores opções, tanto para um associado mais conservador que procura segurança quanto para os mais arrojados que aceitam maior risco em suas carteiras em busca de uma rentabilidade maior no longo prazo”, explica.

Tendências - A especialista em finanças destaca ainda que a consultoria especializada ajuda a evitar ilusões, além de levar em conta tendências econômicas e do mercado. “A constante elevação da taxa básica de juros pelo Banco Central do Brasil, por exemplo, tem deixado mais atrativos alguns investimentos em renda fixa que acompanham o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Mas é sempre importante avaliar a finalidade dos investimentos, o nível de risco que o investidor está disposto a correr e claro, o prazo do investimento para definir a melhor estratégia”, analisa Adriana.

Retorno para o investidor e para a comunidade - Nos últimos anos, o Sicredi tem se destacado nas principais agências de classificação de risco, além de estar no Top 5 do Banco Central na previsibilidade de indicadores econômicos. Essa assertividade, de acordo com a Adriana, é outra grande vantagem de se associar e investir em uma instituição financeira cooperativa como o Sicredi, pois, além de amplo portfólio e orientação financeira de qualidade, o associado tem a segurança de contar com uma equipe com ampla experiência na gestão da sua carteira “Com mais de 50 fundos e carteiras geridas, nossa Asset é a 8ª maior gestora de Renda Fixa, a 16ª maior gestora do Brasil e possui o selo “forte” em qualidade de gestão de investimentos, atribuído pela Fitch Ratings”. Além disso, segundo a especialista, ao fazer parte do quadro social, ele pode participar dos resultados da cooperativa, gerados no final de cada ano. “Somado a isso está o fato de o cooperativismo promover o desenvolvimento das comunidades onde atua, uma vez que os recursos depositados são reinvestidos na região, fomentando a economia local e gerando um ciclo virtuoso que beneficia o investidor e a comunidade onde ele está inserido", finaliza Adriana.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br) (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Time de futsal Foz Cataratas, apoiado pela cooperativa, vence e avança para semifinal

No último domingo (14/11), o Foz Cataratas, time de futsal apoiado pelo Sicoob Três Fronteiras, jogou em casa contra o São José de São Paulo. O azulão venceu o jogo por 3 a 1 e garantiu uma vaga na semifinal da Liga Nacional de Futsal (LNF).

Empate - No duelo de ida, uma semana antes, os times empataram por 2 a 2 no ginásio do Tênis Clube de São José dos Campos (SP).

Sobre o Foz Cataratas - O time é patrocinado pelo Sicoob Três Fronteiras há três anos. A parceria surgiu devido ao relacionamento da cooperativa com o empreendimento Cataratas que é cooperado do Sicoob e idealizador do time. O patrocínio é uma forma de fortalecer a marca do Sicoob na região e em todo o Brasil, mas também tem como objetivo incentivar o esporte regional. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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EVENTO: Dairy Vision 2021

evento 17 11 2021Desde sua primeira edição, em 2015, o Dairy Vision se consolidou como o ponto de encontro da cadeia láctea, que tem no cooperativismo um importante pilar. Com grandes nomes nacionais e internacionais, o evento aborda tendências de mercado, consumo, inovação, mundo 4.0, novas tecnologias, sustentabilidade e estratégias competitivas.

Palestras - Serão 32 palestras ministradas por representantes 11 países: Brasil, Suíça, Suécia, Portugal, França, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Argentina, Dinamarca e Itália. As palestras estão distribuídas em cinco painéis temáticos, todos com um debate ao vivo. Confira:

O que temos à frente nas tendências de mercado? (17/11)

Por que e como inovar em um mundo de mudanças? (18/11)

Novos negócios da cadeia do leite (18/11)

Um olhar sobre o Brasil (23/11)

Explorando diferentes visões (novos modelos de negócio; mercados concorrentes; comunicação; sustentabilidade) (24/11)

Tradução - Todas as palestras terão tradução e ficarão disponíveis na plataforma por 60 dias após o evento, sendo possível rever quantas vezes quiser, e voltar aos conteúdos e discussões para finalizar os planos estratégicos. Além disso, a plataforma de transmissão é interativa e dinâmica, garantindo o networking. Além do programa do evento, será oferecido conteúdo exclusivo dos palestrantes e apoiadores do evento e certificado.

Desconto - Ficou interessado? As coops tem 20% de desconto na inscrição. Acesse: https://bit.ly/3C6NW6d. (OCB)

 

WEBINAR: Seminário debate liderança do Brasil no mercado mundial de soja

webinar 17 11 2021A 3ª edição do Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja será realizada nos dias 18 e 19 de novembro, em formato digital e gratuito, para debater as principais dificuldades para setor produtivo de soja brasileiro frente ao mercado internacional. O seminário é promovido pela Embrapa Soja, com o apoio da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), Acebra (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil), Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais), OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal).

Estratégias - De acordo com o pesquisador Marcelo Alvares de Oliveira, da Embrapa Soja, o evento irá debater as estratégias para manter o Brasil na condição de líder mundial no mercado de soja e derivados. “Vamos reunir diferentes elos do setor produtivo e acadêmico para avançarmos em discussões importantes e que tenham como objetivo preparar o setor para buscar, garantir e incrementar a competitividade da cadeia produtiva da soja brasileira”, diz o pesquisador.

Projeção - A Abiove, apoiadora do evento, projetou recentemente produção e embarque recordes de soja em grão pelo Brasil em 2022. A produção estimada em 144 milhões de toneladas, das quais mais de 90 milhões de toneladas exportadas, posicionam o País, mais uma vez, como líder global do mercado de soja. “Para mantermos esse protagonismo, é fundamental promover o debate técnico sobre a qualidade da soja brasileira”, disse Daniel Amaral, economista-chefe da Abiove. Esse é justamente o objetivo do Seminário. “Mais do que volume, ofertar um produto de qualidade à indústria brasileira e internacional de óleos e farelos é vital à competitividade do setor”, acrescenta Daniel

Conferência de abertura - A conferência de abertura no dia 18, a partir das 14h, será sobre as perspectivas para os mercados brasileiro e mundial para a soja alto teor de ácido oleico ou com alto conteúdo de proteínas. Na tarde do dia 18 serão debatidos ainda os seguintes temas: a qualidade da soja brasileira e como os defeitos em grãos de soja impactam na qualidade do óleo e do farelo de soja. No dia 19, serão promovidos painéis sobre as Boas Práticas Agrícolas, Rastreabilidade e Certificação de Soja e também sobre Farelo e Alimentação Animal.

Soja - A soja é a principal fonte de proteína, em nível mundial, usada em produtos industrializados e em ração animal. Em 2020, o Brasil produziu 128 milhões de toneladas de soja, em 37 milhões de hectares. O País é o maior produtor mundial de soja e essa cadeia produtiva tem impacto relevante na economia, seja na geração de divisas, emprego, renda e na melhoria qualidade de vida. Em 2020, o consumo interno (processamento) de soja em grão foi de aproximadamente 47 milhões de toneladas. As estimativas de exportações de janeiro a outubro são as seguintes:

-farelo: US$ 6,2 bilhões / 14,3 milhões de toneladas;

-óleo: US$ 1,6 bilhão/ 1,3 milhão de toneladas

-soja em grão: US$ 36 bilhões/ 80,8 milhões de toneladas

(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

PROGRAMAÇÃO

18.11 - 14h às 18h

14h | Abertura e Conferência -

Marcelo Alvares de Oliveira, pesquisador da Embrapa Soja (moderador)

14h15 - A soja alto oleico ou com alto conteúdo de proteínas: perspectivas para o mercado brasileiro e mundial

Maximiller Dal-Bianco Lamas Costa, prof. adjunto III, Programa de Melhoramento da Qualidade da Soja - Bioagro/UFV

 

15h45 | Painel A QUALIDADE DA SOJA BRASILEIRA

Nathan Levien Vanier, LabGrãos (Pelotas - RS) – (Moderador)

A qualidade da soja brasileira: visão do projeto Qualigrãos 2015-2018

Irineu Lorini, consultor PhD da IL Consultoria

Defeitos em grãos de soja: impacto na qualidade do óleo e do farelo de soja

Paula Municelli Rodrigues, mestre pela Esalq/USP

Evolução dos defeitos em grãos de soja e suas implicações na qualidade do óleo e das proteínas

Maurício de Oliveira, prof. da UFPel - Labgrãos

 

19.11.2021- 8h às 12h

8h | Painel BOAS PRÁTICAS, RASTREABILIDADE E CERTIFICAÇÃO

Fátima Chieppe Parizzi, engenheira agrônoma – (Moderador)

O programa Soja Baixo Carbono da Embrapa

Henrique Debiasi, pesquisador da Embrapa Soja

Soja RTRS: uma visão de agregação de valor na cultura da soja

Cid Sanches, consultor externo da RTRS no Brasil

Projeto de Lei do Autocontrole (PL 1293/2021): impactos na cadeia produtiva da soja

Márcio Rezende Evaristo Carlos, secretário adjunto da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e Glauco Bertoldo, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa (Dipov/Mapa)

 

10h15 | Painel FARELO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL

Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações (moderador)

Influência no teor de proteína do grão de soja na produção dos diferentes farelos e processos na indústria

Guilherme Mortoza, gerente industrial da Caramuru (GO)

Impacto da qualidade da soja na alimentação animal

Everton Luís Krabbe, pesquisador e chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves

III Seminário Desafios da Liderança Brasileira na Produção Mundial da Soja

Data: 18 e 19 de novembro

Inscreva-se para receber o link de transmissão: www.seminariodesafiosdasoja.com.br

Evento on-line e gratuito

 

ABRATES: Série Prosa Sementeira debate controle de qualidade de sementes olerícolas

abrates 17 11 2021A oitava edição da série Prosa Sementeira, promovida pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), vai colocar em pauta o controle de qualidade das sementes olerícolas, que engloba culturas folhosas, raízes, bulbos, tubérculos, frutos diversos e partes comestíveis de plantas. Entre os convidados para debater o tema estão o engenheiro agrônomo e professor Edvaldo Amaral da Silva, da Unesp de Botucatu, a engenheira agrônoma e consultora da Conqualy, Evelyn Koch, e o diretor-executivo da ABCSEM, Marcelo Rodrigues Pacotte. O evento on-line gratuito será transmitido pelo canal da Abrates nesta quarta-feira (17/11), a partir das 19 horas (veja link abaixo).

Crescimento - Segundo a apresentadora da Prosa Sementeira, a professora Maria Laene Moreira de Carvalho, segunda vice-presidente da Abrates, tanto o consumo como a produção de sementes de olerícolas tem apresentado um crescimento significativo no país e, atualmente, as sementes dessa categoria respondem por cerca de 23% das inscrições constantes no Registro Nacional de Cultivares, o que equivale a aproximadamente 9 mil registros. De acordo com Pacotte, atualmente o valor estimado de mercado praticado de sementes olerícolas junto ao agricultor ultrapassa R$ 1 bilhão, com área estimada em torno de 850 mil hectares.

Segmento regulado - “O segmento de sementes no Brasil é altamente regulado com normas balizadoras dos itens identidade e qualidade. Neste sentido, o trabalho de garantia da qualidade começa no investimento em pesquisa e desenvolvimento das empresas sementeiras, onde o processo dura cerca de dez anos para lançamento de uma nova cultivar adaptada às diferentes condições climáticas no Brasil, oferecendo frutos com resistência a pragas, firmeza, cor e muito saborosos, afirma Pacotte.

Hortaliças - O diretor-executivo da ABCSEM irá mostrar as características do segmento de hortaliças, sua importância e o seu desempenho durante os últimos dez anos. “O mercado de sementes de hortaliças é extremamente competitivo no Brasil. Nos últimos tempos, a população vem percebendo o valor de alimentar-se melhor, mas temos uma grande jornada a percorrer tendo em vista que a quantidade ingerida pela população brasileira está muito abaixo do que recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS)”, avalia Pacotte.

Potencial - Na avaliação de Laene Carvalho, o Brasil apresenta grande potencial para produção de sementes dessas espécies, tanto pelo potencial de exportação como pelos nichos de produção voltados para uma alimentação saudável, pois são ricas em vitaminas e sais minerais, nutrientes essenciais para o perfeito funcionamento do organismo.

Saúde - “Os consumidores, atualmente, estão interessados em ingredientes e sabores que proporcionam não apenas uma experiência de sabor agradável, mas também sensíveis benefícios de saúde e que sejam naturais. As sementes de olerícolas são importantes para permitir cultivos orgânicos, familiares e mesmo para as grandes empresas que precisam atender um mercado cada vez mais exigente em novos cultivares, com características próprias em termos de sabor, originalidade e produtividade”, conclui Laene.

Problemas - Os problemas relacionados ao controle de qualidade de sementes de olerícolas, como a falta de testes de vigor que permitam identificar lotes melhores de sementes para semeadura serão abordados pela engenheira agrônoma Evelyn Koch. “A questão da falta de testes de vigor que sejam apropriados para cada espécie dificulta identificar lotes melhores para diferentes segmentos deste mercado. Assim não conseguimos prever a real qualidade no momento da semeadura”, frisa Evelyn.

Vigor - O professor Edvaldo Amaral da Silva irá complementar o debate discorrendo sobre o vigor de sementes e como pode ser avaliado usando a expressão de genes relacionados com a formação de plântula. “As sementes de olerícolas são pequenas e existem em grande número de espécies. Os testes usados para sementes de espécies de grandes culturas nem sempre podem ser usados para olerícolas. Desta forma, os testes de envelhecimento em solução salina podem ser usados por limitar a hidratação das sementes durante o teste e permitir um resultado mais preciso”, comenta Edvaldo.

Pirataria - A pirataria também atinge as sementes olerícolas. Segundo Pacotte, tem ocorrido mais nas culturas de melão e melancia, nas regiões nordeste e sul do país.

Novas normas - Com vistas a simplificar e desburocratizar os processos e procedimentos para a inscrição da produção de sementes, assim como as exigências documentais durante o processo produtivo até a comercialização, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabeleceu novas normas para a produção e a comercialização de sementes e mudas de espécies olerícolas, condimentares, medicinais e aromáticas e os seus padrões de sementes, com validade em todo o território nacional.

IN 42 - As normas foram estabelecidas por meio da Instrução Normativa (IN) 42, publicada no Diário Oficial da União e a partir de 31 de março de 2020 ficou revogada a Portaria nº 457, que tratava desses produtos. As alterações e facilidades poderão contribuir para a organização e o crescimento do setor de sementes. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

VIII Prosa Sementeira – Controle de Qualidade de Sementes Olerícolas

Participantes: Edvaldo Amaral da Silva (Unesp Botucatu), Evelyn Fernandes de Araujo Koch (Conqualy) e Marcelo Rodrigues Pacote (ABCSEM)

Mediadora: Maria Laene Moreira de Carvalho

Quando: 17 de novembro de 2021

Horário: às 19 horas

Onde: YouTube Abrates

 

CONCURSO: Começa a prova de xícara do Café Qualidade Paraná

concurso 17 11 2021Começou nessa terça-feira (16/11) e vai até quinta-feira (18/11) a avaliação sensorial dos lotes inscritos na edição 2021 do concurso Café Qualidade Paraná. As provas acontecem em Londrina, no Laboratório de Qualidade do Café do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná). Os vencedores do certame serão divulgados no próximo dia 25.

Objetivos - Aberto a proprietários, meeiros, arrendatários e parceiros, o concurso tem como objetivos promover a bebida e valorizar o cafeicultor paranaense. O certame recebeu a inscrição de 74 lotes, provenientes de 24 municípios, abrangendo quase todas as regiões produtoras do Estado.

Quesitos - Depois de submetidos à avaliação física com base na Classificação Oficial Brasileira (COB), 61 lotes permanecem na disputa e seguem agora para a prova de xícara, em que são avaliados os quesitos aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida, segundo a metodologia da Specialty Coffee Association (SCA).

Natural - Competem na categoria natural os cafeicultores Adriana Oliveira (Iracema do Oeste), Adriana Santina da Silva Terracini (Grandes Rios), Ariele Miranda Afonso (Curiúva), Celina Aparecida Campana de Oliviera (Jesuítas), Claudeir Marcos de Souza (Tomazina), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eloir Inocência Nogueira de Souza (Tomazina), Euripes Geraldo Colombo (Jesuítas), Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro), Fátima Alves de Azevedo Canudo (Centenário do Sul), Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira), Janaina Assad da Rocha (Grandes Rios), Jarbas Cazaroto (Joaquim Távora), José Carlos Rosseto (Mandaguari), José Sendeski Neto (Iguaraçu), Loete do Carmo da Cruz (Joaquim Távora), Luzia Francini Luiz (Grandes Rios), Maria de Lourdes Camargo Palma (Figueira), Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina), Natan Miguel da Cruz Carvalho (Joaquim Távora), Orlando Brame (Califórnia), Rosa Maria Depeatriz Marçal Rocha (Grandes Rios), Silvana Santos Marcomini Favaro (Ivaiporã), Sirlei de Fátima da Cruz Carvalho (Joaquim Távora), Solange Aparecida de Araújo (Apucarana), Valdeci Navarro (Jandaia do Sul), Vanessa Aparecida Osete (Londrina) e Welinton Domingos da Cruz (Joaquim Távora).

Cereja descascado - Na categoria cereja descascado concorrem Claudinéia Salvi da Silva Rodrigues (Salto do Itararé), Donizetti Soares (São Jerônimo da Serra), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eliane Bacon Vieira (Pinhalão), Eloir Inocência Nogueira de Souza (Tomazina), Evilásio Shihugati Mori (Cambira), Fábio Dória Scatolin (Ribeirão Claro), Guilherme Henrique Fiorucci (Cambira), Jonas Aparecido da Silva (Pinhalão), José Sendeski Neto (Iguaraçu), Juarez Colatino de Barros (São Jerônimo da Serra), Julio Cesar de Barros (São Jerônimo da Serra), Loete do Carmo da Cruz (Joaquim Távora), Márcio Godoi (Tomazina), Maristela Fátima da Silva Souza (Tomazina), Natan Miguel da Cruz Carvalho (Siqueira Campos), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Pablo Ribeiro dos Santos (Congonhinhas), Rafaela Mazzottini Silva (Pinhalão), Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas), Sebastião Vieira Sobrinho (Pinhalão), Sirlei de Fátima da Cruz Carvalho (Joaquim Távora) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Fermentação induzida - Já na categoria fermentação induzida estão na disputa Dilcivano Ribeiro Rodrigues (Salto do Itararé), Evilásio Shihugati Mori (Cambira), Gutemberg dos Santos (Pinhalão), Helio Fumiati Mori (Cambira), Joelma Aparecida Domingues (Pinhalão), Lurdes Isabel Travalini Silva (Curiúva), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Paulo José Villela (Pinhalão), Tumoru Sera (Congonhinhas) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Prêmio - Em cada categoria, os finalistas classificados até o terceiro lugar têm garantida a compra de seu lote pela cotação da Bolsa de Valores do Brasil (B3) do dia 24 de novembro, acrescido de um ágio mínimo de 50%.

Sustentabilidade - Ao fazer a inscrição, o cafeicultor pode também optar por uma avaliação do quesito sustentabilidade da produção de seu lote. Os profissionais do IDR-Paraná fazem uma auditoria da propriedade e as três mais bem posicionadas são premiadas com um certificado de boas práticas.

Inscritos - Estão inscritos nessa avaliação Adriana Santina da Silva Terracini (Grandes Rios), Diva Aparecida Mioto de Souza (Arapongas), Donizetti Soares (São Jerônimo da Serra), Edson Messias de Carvalho (Joaquim Távora), Eliane Bacon Vieira (Pinhalão), Juarez Colatino de Barros (São Jerônimo da Serra), Lurdes Isabel Travalini Silva (Curiúva), Maria de Lourdes Camargo Palma (Figueira), Orlando von der Osten (Cornélio Procópio), Ricardo Batista dos Santos (Congonhinhas), Sebastião Vieira Sobrinho (Pinhalão) e Valdeir Luiz de Souza (Tomazina).

Patrocínio - O concurso Café Qualidade Paraná tem o patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Bratac, Federação de Agricultura do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Grupo Dois Irmãos, Integrada Cooperativa Agroindustrial, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) e Sistema Ocepar.

Realização - A realização é da Câmara Setorial do Café, junto com o IDR-Paraná, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab) e a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina, com o apoio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), Probat Leogap e Sociedade Rural do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: IDR

 

BRDE: Banco atinge mais de R$ 1 bilhão em contratos firmados no Paraná em 2021

brde 17 11 2021O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) atingiu, de janeiro até 31 de outubro, a marca de R$ 1,1 bilhão em contratos firmados no Paraná, chegando próximo ao valor estipulado como meta pela diretoria da região, que é contratar R$ 1,25 bilhão neste ano.

Maior volume - Foi o maior volume entre os três estados do Sul, região em que o banco atua. Em Santa Catarina, os contratos somaram R$ 905 milhões e no Rio Grande do Sul, R$ 858 milhões. No total, a meta é contratar R$ 3,4 bilhões até o final de 2021 – o banco atingiu até outubro R$ 2,8 bilhões.

Missão - “Nos foi dada a missão pela diretoria de superar os números do ano passado. E já superamos em 15%, mesmo sem ter terminado o ano”, afirma o superintendente do BRDE no Paraná, Paulo Cesar Starke Junior.

Regiões - Algumas regiões se destacaram para os bons resultados no Paraná. Segundo dados da agência na capital paranaense, uma das regiões é o Oeste, com R$ 311 milhões em contratos, e a outra é a de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, com R$ 182 milhões. Segundo o superintendente no Paraná, o Norte do Estado também teve boa participação.

Setores - Em relação aos setores, são destaques comércio/serviços e agropecuária. O primeiro representou 34,92% dos contratos firmados pelo BRDE no Paraná. Já o de agropecuária, 30,81%; indústria, 18,54%; e infraestrutura, 15,73%. “Como era de se esperar, o agro continua sendo um dos setores que mais gerou contratos para o BRDE. É um setor de financiamento muito importante para o banco”, destacou Starke.

Pequenas operações - Outro setor que teve bom rendimento em 2021 foi o de financiamento a bancos de outro piso de repasse, ou seja, para pequenas operações. Neste ano, o BRDE também firmou contrato com diversas agências e cooperativas de fomento para pequenas operações, impactando um outro público da sociedade.

Sociedade - “O BRDE deve caminhar com a sociedade. Desta forma, além de atuarmos em grandes indústrias e estarmos presentes em grandes processos de inovação, também podemos oferecer um apoio para os micro e pequenos empreendedores que ajudam a girar nossa economia e manter diversos empregos em funcionamento”, afirma o presidente do BRDE, Wilson Bley.

Para 2022 - Wilson Bley, que assumiu a presidência do BRDE no último dia 3 de novembro, diz que os planos de crescimento para 2022 continuam fortes. “Estamos mirando no futuro, buscando fundings e entrando com novas contratações. Vamos trazer novos desafios e tornar o BRDE o maior banco de desenvolvimento regional do Brasil. Sei que temos expertise suficiente para chegarmos lá”, afirma Bley.

Banco verde - Considerando os desafios climáticos do planeta elencados na COP 26 e o compromisso do banco com o desenvolvimento sustentável, o diretor-presidente pretende tornar o BRDE o primeiro banco verde do Brasil.

Iniciativas - “Pretendemos identificar iniciativas cujas matrizes permitam a verificação da emissão de gases de efeito estufa. Para aqueles que assumam, contratualmente, o compromisso de mitigar ou neutralizar suas emissões, o banco poderá apresentar um tratamento diferenciado”, explica.

Bons resultados - No Paraná, Starke também destaca os desafios para 2022. “Queremos voltar a ter bons resultados que conquistamos no início da década passada. Nos últimos anos muita coisa mudou, enfrentamos uma crise econômica e uma pandemia mundial. No entanto, estamos muito otimistas porque já começamos esta década com o pé direito e números ótimos”, declarou. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: BRDE

 

VBP: Valor Bruto da Produção Agropecuária de 2021 é estimado em R$ 1,119 trilhão

vbp destaque 17 11 2021O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2021 está estimado em R$ 1,119 trilhão, 9,9% maior em comparação ao do ano passado (R$ 1,019 trilhão). O valor foi calculado com base nas informações de outubro.

Percentuais - De acordo com levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, as lavouras cresceram 11% e a pecuária, 6,2%. As lavouras representam 68% do valor total e a pecuária, 32%.

Agricultura - Neste, os produtos com melhor desempenho são: algodão, arroz, café, cana de açúcar, milho e soja, que juntos somam 87% do VBP das lavouras.

Maior - “Um grupo de produtos composto por algodão, café, milho, soja e trigo, apresentam neste ano o maior valor do VBP desde 1989, 32 anos”, informa a nota técnica.

Queda - Já os produtos com queda são: amendoim, banana, batata-inglesa, feijão, laranja e mandioca.

Pecuária - Os setores de carne bovina e frango foram os que mais apresentaram crescimento, em razão dos bons resultados no mercado interno e nas exportações. Até outubro, as vendas externas de carne bovina resultaram em um faturamento de US$ 16,89 bilhões. E a carne de frango, US$ 6,2 bilhões.

Suínos e ovos - Suínos e ovos apresentaram redução do VBP.

Estados - Entre os estados, Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul lideram o VBP deste ano. Os cinco estados respondem 62,6% do VBP geral. Santa Catarina, Bahia e Pará também têm bom desempenho.

Prognóstico de 2022 - Em relação ao prognóstico de 2022, as regiões produtoras devem ter normalidade, clima favorável e preços atrativos. A estimativa é de R$ 1,169 trilhão, 4,4% acima do valor projetado para este ano. (Mapa)

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FOTO: Banco de imagens CNH

vbp quadro I 17 11 2021

vbp quadro II 17 11 2021

COMÉRCIO EXTERIOR I: Superávit da balança comercial sobe 30% e chega a US$ 58,72 bilhões no ano

comercio exterior I 17 11 2021A balança comercial fechou a segunda semana de novembro com superávit de US$ 58,72 bilhões no acumulado do ano, em alta de 30% pela média diária, na comparação com janeiro a novembro de 2020. A corrente de comércio subiu 36,9% no mesmo período, atingindo US$ 432,90 bilhões. No mês, o superávit é de US$ 219,2 milhões, diminuindo 78% em relação a novembro do ano passado, enquanto a corrente de comércio aumentou 53,7%, para US$ 19,79 bilhões. Os dados foram divulgados nessa terça-feira (16/11) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Crescimento - De acordo com a Secex, as exportações de janeiro até a segunda semana de novembro cresceram 36% e somaram US$ 245,81 bilhões. As importações nesse período aumentaram 38,1% e totalizaram US$ 187,09 bilhões. Só em novembro, até a segunda semana, as exportações subiram 44,2% e somaram US$ 10,01 bilhões. As importações totalizaram US$ 9,79 bilhões, em alta de 64,7%.

Exportações em alta- Neste mês, as exportações estão aumentando nos três setores. A alta é de 47,9% na Agropecuária, que somou US$ 1,61 bilhão; de 12,3% na Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,98 bilhão; e de 57% na Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,36 bilhões.

Agropecuária - Na Agropecuária, os destaques do mês até a segunda semana são os aumentos nas vendas de frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+28,5%), café não torrado (+26,7%) e soja (+266,2%). Na Indústria Extrativa, cresceram principalmente as exportações de pedra, areia e cascalho (+224,7%), outros minerais em bruto (+39,7%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+65,9%).

Indústria de Transformação - Já na Indústria de Transformação, as principais altas foram das saídas de açúcares e melaços (+36,3%), produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+298,7%) e produtos laminados planos de ferro ou aço não ligado, não folheados ou chapeados, ou revestidos (+19.209,7%).

Mais importações - A Secex também registrou aumento das importações nos três setores, em novembro, com altas de 74,2% na Agropecuária, que somou US$ 242,14 milhões; de 243,2% na Indústria Extrativa, com US$ 723 milhões; e de 52,4% na Indústria de Transformação, que alcançou US$ 8,41 bilhões.

Principais aumentos - Entre os produtos importados, os principais aumentos foram de trigo e centeio não moídos (+102,3%), cevada não moída (+454,7%) e milho não moído, exceto milho doce (+471,8%), na Agropecuária. Para a Indústria Extrativa, cresceram as compras de carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+208,5%), óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+139,9%) e gás natural, liquefeito ou não (+895,2%). Por sua vez, a Indústria de Transformação aumentou, principalmente, suas compras de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+255,7%), medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+117,3%) e adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+174,9%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Exportações do agro atingem valor recorde de US$ 8,84 bilhões para outubro

comercio exterior II 17 11 2021Exportações do agronegócio registraram valor recorde de US$ 8,84 bilhões para o mês de outubro, motivada pela alta dos preços internacionais das commodities. O valor é 10% superior aos US$ 8,036 bilhões exportados no mesmo mês de 2020.

Preços - Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a elevação dos preços médios de exportação foi determinante para o incremento das vendas externas, uma vez que cresceram 25,8% comparados a outubro de 2020. Já a quantidade vendida ao exterior apresentou recuo de 12,5% no período em análise (outubro de 2020 a outubro de 2021).

Importações - As importações de produtos do agronegócio subiram de US$ 1,2 bilhão, em outubro/2020, para US$ 1,4 bilhão, em outubro/2021 (+16,8%). Vários produtos importados apresentaram altas expressivas do preço médio, como trigo (+15,5%), óleo de palma (+68,7%) e azeite de oliva (+26,3%).

Destaques - De acordo com os analistas da SCRI, os principais destaques do mês foram soja em grão, carne suína e de frango e café.

Soja em grão - A soja em grão foi responsável por US$ 1,72 bilhão (+ 94,3%), correspondendo a 3,3 milhões de toneladas (+ 35,9%). O preço médio de exportação atingiu US$ 522 por tonelada, incremento de 42,9% na comparação com outubro de 2020.

Carne suína - Também houve recorde na quantidade e valor exportados de carne suína. As vendas externas chegaram a US$ 215,98 milhões (+ 8,9%), com expansão da quantidade exportada (+ 11,5%), mas queda no preço médio de exportação (- 2,3%).

Frango - As vendas externas de carne de frango foram de US$ 700,08 milhões (+ 60%), resultado tanto do aumento da quantidade exportada (+ 23,4%) quanto do preço médio de exportação (+ 29,6%).

Café - O setor cafeeiro registrou vendas de US$ 606,71 milhões (+ 18,9%), apesar do recuo de 15,9% do volume exportado, que compensada pela elevação dos preços médios de exportação (+ 41,5%).

China - A China se mantém como a principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro. De cada US$ 4 exportados, US$ 1 foi para o país asiático, o que significa exportação de US$ 2,25 bilhões para o mercado chinês em outubro/2021 (+ 6,2%). A China foi o destino de 80,8% da soja em grão brasileira exportada em volume (2,7 milhões de toneladas; +35%).

Importador - A China continua sendo o principal país importador de carne suína brasileira, embora as vendas do produto in natura tenham diminuído para US$ 78,18 milhões. O país asiático passa por um período de excesso de oferta interna do produto, resultado dos esforços para recuperação de seu rebanho. O mercado chinês também foi importante importador da carne de frango in natura brasileira, com US$ 110,88 milhões (+22,4%). (Mapa)

>> Nota à imprensa - outubro 2021

>> Balança Comercial do Agronegócio resumida - outubro 2021

>> AGROSTAT - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

FOTO: Arquivo Appa

 

COMÉRCIO EXTERIOR III: Movimentação pelo Porto de Antonina até outubro já ultrapassa volume fechado de 2020

comercio exterior II 17 11 2021Um total de 1.168.103 toneladas de produtos já passaram pelo Porto de Antonina neste ano, de janeiro a outubro. O volume já ultrapassa em 230.103 toneladas o total movimentado durante todo o ano de 2020: 938 mil toneladas. Considerando apenas os mesmos dez meses do ano passado, quando foram movimentadas 715 mil toneladas, o aumento registrado é de 63%.

Outubro - Levando em conta apenas a movimentação do último mês de outubro - 141.655 toneladas de carga, nos dois sentidos do comércio exterior – o aumento registrado na comparação com os mesmos 31 dias de 2020 (55.205 toneladas) é de 156%.

Volume - “O volume movimentado pelo terminal privado que opera no Porto de Antonina, neste ano, de janeiro a outubro, só não foi maior que a movimentação do ano fechado de 2016, quando passou de 1,3 milhão de toneladas”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Acumulado - Considerando os últimos cinco anos, segundo Garcia, o volume total de 1.168.103 toneladas acumulado nos dez meses já está maior que a movimentação anual registrada em 2017, 2018, 2019 e 2020.

Dez últimos meses - Pelo Porto de Paranaguá, no acumulado dos dez últimos meses, deste ano, foram movimentadas 47.336.770 toneladas de cargas. Juntos, os dois portos paranaenses movimentaram 48.504.873 toneladas de cargas de janeiro a outubro, neste ano. Desses, 4.043.841 toneladas somente no último mês.

Antonina - A empresa que opera no Porto de Antonina, é a TPPF (Porto Ponta do Félix). Pelo terminal, os principais produtos de exportação são farelo de soja (granel) e açúcar em saca. Na importação, os principais produtos seguem sendo os fertilizantes.

Outros produtos- “Nos dez meses deste ano, porém, por Antonina, foram movimentadas 172.218 toneladas de outros produtos, nos dois sentidos. Na exportação, destacamos os embarques inéditos que o terminal realizou de alimentos. Na importação, o sal, malte, cevada e trigo”, afirma Garcia.

Investimentos - Em relação a esses últimos produtos de importação, o diretor-presidente da Portos do Paraná destaca os recentes investimentos do terminal em infraestrutura de armazém, com a construção de novos silos para receber os produtos.

Infraestrutura marítima - “Além disso, seguimos com os investimentos públicos na infraestrutura marítima, principalmente com a dragagem de manutenção continuada, o que garante ainda mais movimento para o Porto de Antonina”, acrescenta.

Segmentos - De açúcar em saca, pelo Porto Ponta do Félix, nos dez últimos meses, foram exportadas 220.058 toneladas (sendo 8.404 apenas no mês de outubro). O volume é 201% maior que as 73.196 toneladas registradas em 2020.

Fertilizantes - De fertilizantes, neste ano, foram 719.972 toneladas importadas (107.247 toneladas só em outubro); 85% a mais que as 388.140 que foram desembarcadas no ano passado.

Queda - O único produto que registra queda na movimentação pelo Porto de Antonina é o farelo de soja. Neste ano, 55.855 toneladas foram exportadas pelo terminal. Em 2020, de janeiro a outubro, foram 253.664 toneladas.

Dados completos - Os dados completos do fechamento do período já estão disponíveis no site da Portos do Paraná – www.portosdoparana.pr.gov.br – na página Operacional. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

 

BC: Atividade econômica cai 0,27% em setembro, diz Banco Central

bc 17 11 2021A atividade econômica brasileira teve variação negativa em setembro deste ano, de acordo com dados divulgados nessa terça-feira (16/11) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,27% em setembro de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 138,56 pontos. Na comparação com setembro de 2020, houve crescimento de 1,52% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais).

Terceiro trimestre - No terceiro trimestre, comparado com os três meses anteriores, houve queda 0,14%. Já na comparação com o período de julho a setembro do ano passado, IBC-Br apresentou crescimento de 3,91%.

Alta - No ano, foi registrada alta de 5,88%. Em 12 meses encerrados em setembro, o indicador também ficou positivo, em 4,22%.

Evolução - O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 7,75% ao ano. O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

PIB - Entretanto, o indicador de atividade oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, último dado divulgado pelo órgão, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Estimativa - A última estimativa do Ministério da Economia para o indicador, divulgada em setembro, é de crescimento de 5,3% em 2021. Já a projeção do mercado financeiro para o PIB deste ano está em 4,88%.

Queda - Em 2020, em meio à pandemia de covid-19, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o indicador acumulou alta de 4,6%. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

PARANÁ: Salário mínimo regional será reajustado em 100% do INPC e deve partir de R$ 1,6 mil

parana 17 11 2021Representantes de empresários e das centrais sindicais que integram o Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda definiram que o piso regional do Paraná será reajustado em 100% do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2021. O acordo contou com a coordenação do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda, da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho.

Maior do país - Com a decisão, o Estado tende a seguir com o maior de piso regional do País. O valor exato será divulgado no começo de janeiro pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, mas, de acordo com projeções, deverá aumentar dos atuais R$ 1,4 mil para cerca de R$ 1,6 mil (primeira faixa do piso).

Integrantes - O Conselho é formado por representantes do Governo do Estado, de seis federações do setor patronal e seis principais centrais sindicais (representando os trabalhadores). A regra de reajuste foi definida por consenso.

Referência - “O salário mínimo regional é uma referência para a negociação das categorias sindicalizadas e uma garantia para as categorias que não têm sindicato ou acordos e convenções coletivas de trabalho”, afirmou o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Processo democrático - A chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo de Renda da Sejuf, Suelen Glinski, afirma que o processo adotado no Paraná é democrático. “A política de valorização do Piso Salarial no Estado do Paraná é definida de forma tripartite e democrática entre os representantes das centrais sindicais e federações patronais, com a mediação do Governo do Estado. Hoje o Paraná possui o maior piso regional do País e com a nova regra definida a previsão é a de que se mantenha como líder no ranking nacional. É uma conquista aos trabalhadores do nosso Estado que esta política seja definida por este colegiado desde 2011”, disse.

Acordo - Dos cinco estados brasileiros que adotam o mínimo regional (Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina), até o momento apenas o Paraná chegou a um acordo. “No Paraná, houve o reconhecimento das duas partes que o momento pede flexibilização. E os dois lados cederam um pouco”, explicou Julio Suzuki, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Social (Ipardes), que auxiliou nos estudos para a definição dos valores.

Esforço - “Os empresários entenderam que era preciso fazer um esforço para chegar a esse valor, mas que é justo para o trabalhador”, disse a advogada Juliana Bacarin, que representou a bancada patronal no Conselho.

Valorização - Desde 2006, ano da criação, o salário mínimo regional do Paraná sempre foi estabelecido em patamares superiores aos do salário mínimo nacional. O reajuste no Estado utiliza o mesmo índice aplicado nacionalmente, baseado na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Faixas - São quatro faixas salariais, que beneficiam técnicos de nível médio; trabalhadores de serviços administrativos do setor de serviços e vendedores do comércio em lojas e mercados; trabalhadores agropecuários, florestais, da caça e pesca; da produção de bens e serviços industriais; e de manutenção e reparo.

Sem convenção ou acordo coletivo - O piso regional garante aumento aos trabalhadores de categorias que não têm convenção ou acordo coletivos de trabalho ou cujo piso salarial não é definido em lei federal. Ele também traz uma base para garantir patamares mínimos para as negociações das categorias com convenção coletiva. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

CÂMBIO: Dólar volta a superar R$ 5,50 com dados econômicos nos EUA

cambio 17 11 2021Em um dia de tensões no mercado doméstico e externo, o dólar subiu e voltou a superar a barreira de R$ 5,50. A bolsa de valores caiu quase 2%, puxada pelo desempenho ruim do varejo e pela queda no preço internacional de algumas commodities (bens primários com cotação internacional).

Cotação - O dólar comercial encerrou essa terça-feira (16/11) vendido a R$ 5,50, com alta de R$ 0,043 (+0,78%). A cotação começou o dia em queda, chegando a ficar em R$ 5,43 por volta das 10h, mas inverteu o movimento após a divulgação de que as vendas no varejo nos Estados Unidos cresceram 1,7% em outubro, acima das expectativas, pressionando a moeda norte-americana para cima em todo o planeta.

Aumento dos juros - O aquecimento das vendas no mercado norte-americano reforçou as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) aumente os juros no início do próximo ano. Juros mais altos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. Apesar da alta de hoje, o dólar acumula queda de 2,59% em novembro. Em 2021, a divisa já se valoriza 5,99%.

Ações - O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 104.404 pontos, com recuo de 1,82%. Esta foi a segunda sessão consecutiva de queda no indicador, que tinha perdido 1,18% na sexta-feira (12/11).

Fatores - Dois fatores contribuíram para a queda da bolsa. O primeiro foi a divulgação de que a atividade econômica caiu 0,27% em setembro. O recuo na economia pressionou as ações de empresas varejistas, que começam a sentir a diminuição das vendas.

Minério de ferro - O segundo fator a reforçar as perdas na bolsa foi a queda no preço internacional do minério de ferro. Com a desaceleração da economia chinesa, as cotações do produto estão caindo em todo o planeta. Isso afeta as ações de mineradoras brasileiras, que têm o país asiático como o principal cliente. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

CÂMARA I: Aprovada MP que recria Ministério do Trabalho e Previdência

camara I 17 11 2021A Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira (16/11) a Medida Provisória 1058/21, que recria o Ministério do Trabalho e Previdência e transfere a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para a pasta do Turismo. A MP será enviada ao Senado.

Substitutivo - O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado José Nelto (Pode-GO), que retomou tema da MP 905/19 criando o Domicílio Eletrônico Trabalhista para permitir ao Ministério do Trabalho notificar o empregador, por comunicação eletrônica, sobre atos administrativos, ações fiscais, intimações e avisos em geral.

Mecanismo - Com esse mecanismo, que dispensará a publicação no Diário Oficial e o envio por via postal, o empregador também poderá enviar documentação eletrônica exigida em ações fiscais ou apresentar defesa e recurso no âmbito de processos administrativos. Deverá ser usada certificação digital ou código de acesso com requisitos de validade.

Atribuições - Antes a cargo do Ministério da Economia, as atribuições ligadas a trabalho e previdência passam para o novo ministério, que cuidará ainda de previdência complementar. A partir da MP, o Executivo passa a contar com 17 ministérios na estrutura federal.

Conselhos - Todos os conselhos também são transferidos para a pasta, como o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Patrimônio - O FGTS reúne o patrimônio dos trabalhadores brasileiros e tem ativos de R$ 583 bilhões; e o FAT, que é responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial, conta com R$ 86 bilhões em caixa.

Políticas - O Ministério do Trabalho e Previdência será o responsável por definir políticas sobre previdência, geração de emprego e renda, apoio ao trabalhador, fiscalização do trabalho, política salarial, segurança no trabalho e registro sindical, entre outras.

Regras de transição - A MP prevê regras de transição para a redistribuição de servidores, empregados públicos e do pessoal temporário; e autoriza, para fins de reestruturação, a alteração de quantitativos e a redistribuição de cargos em comissão e de funções comissionadas.

Substituição - Em seu parecer, o relator remete ao ministro a possibilidade de definir as hipóteses de substituição de exame pericial presencial por exame remoto, assim como as condições e as limitações para sua realização. “Quando acontece um acidente, leva de seis meses a um ano e meio até sair o auxílio-doença nesse novo INSS do ministro Paulo Guedes. Não há gente para trabalhar no INSS. É lamentável, e com a pandemia ficou pior ainda”, disse Nelto.

Servidores - Com a mudança, volta a ser competência do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) julgar processos administrativos disciplinares e aplicar penalidades de servidores vinculados à autarquia, inclusive nas hipóteses de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.

Carreiras - As carreiras de perito médico federal, perito médico da Previdência Social e supervisor médico-pericial voltam também para a nova pasta.

Recusa - De acordo com o texto, até 31 de dezembro de 2022, outros órgãos não poderão recusar requisições de servidores para o novo ministério.

Inclusão - Nelto acatou emenda do líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para incluir no ministério servidores do antigo Conselho de Recursos do Seguro Social que atuavam nesse órgão até dezembro de 2018.

Fiscalização - Outra mudança proposta pelo relator especifica, na Lei do Seguro-Desemprego, que o novo ministério fiscalizará o pagamento, pelas empresas, da bolsa de qualificação profissional ao trabalhador que estiver com o contrato de trabalho suspenso para participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador.

Recursos - Essa bolsa é paga com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Sistema S - De acordo com o substitutivo de José Nelto, os serviços nacionais de aprendizagem (Sistema S) ou entidades qualificadas em formação técnico-profissional deverão prestar informações ao ministério sobre o pagamento da bolsa de qualificação, ainda que no âmbito de programas instituídos para promover a manutenção de empregos ou a qualificação de trabalhadores.

Antes - Programas desse tipo foram incluídos anteriormente no projeto de lei de conversão da Medida Provisória 1045/21, mas seu texto não foi votado pelo Senado e a MP perdeu a vigência.

Cultura - Quanto à Secretaria Especial de Cultura, ela passará a fazer parte da estrutura do Ministério do Turismo, ao qual caberá então definir a política nacional de cultura, regular direitos autorais, proteger o patrimônio histórico, artístico e cultural e formular políticas para o setor de museus, por exemplo.

Secretarias - A pasta cuidará dos conselhos do setor e terá mais seis secretarias além daquelas já existentes.

Desenvolvimento - Do Ministério da Economia, a MP 1058/21 retira a atribuição de formular o planejamento estratégico nacional. A pasta deverá apenas elaborar subsídios para esse planejamento e para a formulação de políticas públicas de longo prazo destinadas ao desenvolvimento nacional.

Pontos rejeitados - O Plenário rejeitou todos os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do texto. Confira:

- emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) atribuía ao ministério a definição da política de erradicação do trabalho infantil e do trabalho análogo ao escravo e a política de imigração laboral, entre outras;

- emenda do deputado Carlos Veras (PT-PE) pretendia incluir nova secretaria na estrutura do ministério para cuidar da economia solidária;

- emenda do deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE) pretendia incluir atribuições semelhantes previstas nas emendas do PT, além de prever a proteção do trabalhador contra a automação;

- emenda da deputada Lídice da Mata (PSB-BA) pretendia incluir entre as atribuições do ministério a de monitorar e avaliar permanentemente os efeitos de novos itens tecnológicos nos contratos de trabalho;

- destaque do PT pretendia retirar do texto a atribuição dada ao presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para julgar processos administrativos disciplinares e aplicar penalidades de servidores vinculados à autarquia, inclusive de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade;

- destaque do MDB pretendia retirar do texto a criação do domicílio eletrônico trabalhista. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

 

CÂMARA II: Comissão debate atendimento de planos odontológicos

camara 17 11 2021A comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 7419/06, que trata dos planos e seguros privados de assistência à saúde, realiza audiência pública nesta quarta-feira (17/11) para discutir as adequações legais necessárias para os planos de saúde, em especial os odontológicos.

Beneficiários - A deputada Dra. Soraya Manato (PSL-ES), presidente do colegiado, afirma que, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as operadoras de planos de saúde exclusivamente odontológicos possuem cerca de 28 milhões de beneficiários. "Portanto, é de suma importância conhecer melhor a realidade destas operadoras, para que sejam entendidos os possíveis gargalos regulatórios e legais", disse.

Convidados - Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares, representantes da ANS, da Central Nacional das Cooperativas Odontológicas (Uniodonto) do Brasil, do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog), do Conselho Federal de Odontologia (CFO) e do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

Confira a lista completa de convidados

Horário e local- A audiência será realizada a partir das 14 horas, no plenário 11.

Ao vivo - Os interessados poderão acompanhar o debate, ao vivo, pelo portal e-Democracia, inclusive, enviando perguntas, críticas e sugestões aos convidados. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Bruno Concha / Secom-Salvador

 

SAÚDE I: Brasil tem 611,4 mil mortes e 21,96 milhões de casos

saude I 17 11 2021Desde o início da pandemia, 611.478 pessoas perderam a vida para a covid-19 no Brasil. Nas últimas 24 horas, autoridades de saúde registraram 132 novas mortes.

Investigação - Ainda há 2.893 óbitos em investigação - situação que ocorre porque, para saber se o paciente morreu de covid-19, são necessários exames e procedimentos posteriores.

Casos - A quantidade de pessoas que contraíram a doença no país, desde o início do surto sanitário, chegou a 21.965.684. Entre segunda e terça-feira (15 e 16/11), secretarias de Saúde confirmaram 4.918 novos diagnósticos positivos de covid-19. Na segunda, o painel de dados do Ministério da Saúde totalizava 21.960.766 casos acumulados.

Acompanhamento - Hoje, no Brasil, há 176.839 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Recuperadas - Até o momento, 21.177.367 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nessa terça-feira (16/11). O balanço é elaborado a partir das informações enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19. Não foram incluídos novos dados do Ceará.

Números - Os números, em geral, são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes municipais e estaduais para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, costuma-se ter mais registros diários, pelo acúmulo de dados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (153.067), Rio de Janeiro (68.753), Minas Gerais (55.942), Paraná (40.715) e Rio Grande do Sul (35.822).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.995), Roraima (2.038), Tocantins (3.900) e Sergipe (6.036). Não houve novas mortes de segunda para terça-feira no Acre e no Amapá.

Vacinação - No total, até o início da noite dessa terça-feira (16/11), o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 297,1 milhões de doses da vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 157,2 milhões da 1ª dose e 127,9 milhões da 2ª dose e dose única.

Aplicadas - Foram aplicados 11,3 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 356,6 milhões de doses a estados e municípios. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Paraná registra mais 608 casos e 16 mortes pela Covid-19

saude II 17 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa terça-feira (16/11) mais 608 casos confirmados e 16 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.563.813 casos confirmados e 40.490 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (279), outubro (141), setembro (63), agosto (43), julho (25), junho (28) e maio (29) de 2021. Os óbitos divulgados nesta data são de novembro (15) e outubro (1) de 2021.

Internados - 253 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 193 pacientes em leitos SUS (110 em UTIs e 83 em leitos clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 841 pacientes internados, 506 em leitos de UTI e 335 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 16 pacientes. São 5 mulheres e 11 homens, com idades que variam de 48 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 22 de outubro e 16 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Ponta Grossa (2), Londrina (2), Toledo, São Mateus do Sul, São José das Palmeiras, Sarandi, Palotina, Palmeira, Nova Esperança, Medianeira, Figueira, Curitiba, Colombo e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.228 casos de residentes de fora do Estado, 225 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja AQUI os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Ministério reduz intervalo de reforço e amplia público

saude III 17 11 2021O Ministério da Saúde anunciou, nessa terça-feira (16/11), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses. A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, que passa a contar com uma segunda dose - aplicada dois meses após a primeira - e a dose de reforço.

Autorização - “Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose - e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Estoque - Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional.

Distribuídas - Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista.

Faixa etária - Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas.

Efeitos - “Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes.

Aptas - “Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias.

Necessidade - “Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.”

Janssen - Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses.

Proteção adicional - “No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação.

Mega Vacinação - O ministro da Saúde participou da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, marcada para o período de 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa.

Importante - “Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença.

Objetivo - “Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”.

Cenário epidemiológico - “Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

SAÚDE IV: Com melhora dos indicadores, Governo do Estado suspende decretos com medidas restritivas

saude decreto 17 11 2021Com a melhora do panorama sanitário, o Governo do Estado não renovou o decreto que estabelecia medidas restritivas. A decisão é baseada em diversos indicadores positivos que apontam para um cenário estável no Paraná: com relação a duas semanas atrás, há uma queda de 54,6% nos casos diagnosticados e de 52,5% nos óbitos registrados. Com a suspensão das restrições estaduais, passam a valer apenas as decisões municipais, estabelecidas por cada prefeitura.

Limite - O Decreto 9.224/2021, em vigência até esta terça-feira (16/11), limitava a lotação de eventos em locais abertos a 80% da capacidade de público. Em locais fechados, a lotação máxima era de 70%. Em ambos os casos, o limite não poderia ultrapassar 15 mil pessoas. O quadro epidemiológico será avaliado diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde.

Máscara - Mesmo com o fim do decreto, o uso de máscara continua obrigatório em todos os espaços públicos. A medida é estabelecida pela lei estadual 20.189/2020, que institui multa em caso do descumprimento. Os valores variam entre R$ 106,60 (uma Unidade Padrão Fiscal do Paraná) a R$ 533,00 para pessoas físicas; e entre R$ 2.132,00 a R$ 10.660,00 para pessoas jurídicas.

Espaço de uso público - São considerados espaços de uso público ou de uso coletivo vias públicas; parques e praças; pontos de ônibus, terminais de transporte coletivo, rodoviárias, portos e aeroportos; veículos de transporte coletivo, de táxi e transporte por aplicativos; repartições públicas; estabelecimentos comerciais, industriais, bancários, empresas prestadoras de serviços e quaisquer estabelecimentos congêneres; e outros locais em que possa haver aglomeração de pessoas.

Queda nos óbitos - A suspensão das medidas restritivas vem com uma melhora de todos os indicadores relacionados à pandemia no Estado. Pela primeira vez desde 2020, o Paraná não registrou nenhum óbito por Covid-19. O marco aconteceu no domingo (14/11) e comprova a melhora da situação da pandemia no Estado.

Sem registro - Um levantamento da Secretaria estadual da Saúde já havia mostrado que, nos primeiros dez dias do mês de novembro, 86% dos municípios do Paraná não haviam registrado nenhuma morte em decorrência da doença.

Consequência direta - Os resultados são consequência direta do aumento do percentual de adultos imunizados em todo o Estado. Segundo o Vacinômetro do SUS, o Paraná já aplicou um total de 16.131.185 vacinas contra Covid-19. No total, mais de 80% da população paranaense está completamente imunizada. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

SAÚDE V: Informe semanal da dengue registra 36 novos casos da doença no Paraná

saude dengue 17 11 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa terça-feira (16/11) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 397 casos confirmados. São 36 casos a mais que o informe anterior. Os dados são do 13º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Registros - Até o momento 73 municípios registraram casos da doença, sendo que 59 confirmaram casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.

Investigação - Há ainda 1.704 casos em investigação e 255 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 7.948 para 8.626. O Estado não registrou nenhuma morte neste período.

Sem morte mas com aumento de casos - “Desde que iniciamos o novo período sazonal, não constatamos nenhuma morte, mas os casos aumentam todas as semanas, principalmente nesta época do ano. Com a flexibilização das medidas de combate à Covid-19, haverá mais circulação de pessoas, por isso precisamos reforçar os cuidados”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Pixabay

 


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