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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5201 | 22 de Novembro de 2021

COOPERATIVISMO: 2º Seminário de Gestão reúne 96 profissionais e dirigentes de 25 cooperativas do PR

O 2º Seminário de Gestão, promovido pelo Sistema Ocepar na sexta-feira (19/11), reuniu 96 profissionais e dirigentes de 25 cooperativas paranaenses. O evento online teve por objetivo discutir conteúdos relacionados ao modelo de excelência da gestão, focando nos fundamentos de visão de futuro e adaptabilidade, necessários para manter a competitividade das cooperativas. O Seminário é uma das ações que buscam incentivar a adoção de boas práticas de gestão e governança no sistema cooperativista. A abertura do evento foi realizada pelo superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Leonardo Boesche.

Evolução -“O 2º Seminário de Gestão teve a missão de atuar como um direcionador, sinalizando os possíveis cenários para o próximo ano, buscando subsidiar os gestores das cooperativas. As ações voltadas às boas práticas em gestão e governança seguem sendo prioritárias no PRC200, o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo do Paraná”, afirmou Boesche. “A necessidade de evolução nas práticas de gestão e governança das cooperativas é fator essencial para a eficiência e competitividade do setor”, ressaltou. 

Adaptação - Com o tema “Cenários estratégicos e gestão: como estar preparado para 2022”, o palestrante Eugênio Mussak abordou várias questões que trarão impactos às estruturas organizacionais de cooperativas e empresas. Médico e professor, Mussak escreveu 13 livros sobre liderança e gestão de pessoas e comportamento humano. “O mundo evolui e precisamos nos adaptar e acompanhar as mudanças, seja no âmbito pessoal ou no trabalho, nas cooperativas e empresas. Não posso permanecer sendo o que era há dez anos: tenho que ter novas habilidades, conhecimentos e até mesmo comportamentos diferenciados. Ter essa percepção é uma característica dos bons gestores”, afirmou.  

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REVISTA AMANHÃ: Cooperativas do Paraná se destacam no ranking das 500 Maiores do Sul

revista amanha destaque 22 11 2021Cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, saúde e crédito marcam presença de destaque em mais um ranking. Desta vez, elas estão entre as 500 Maiores Empresas do Sul, levantamento feito pelo Grupo Amanhã em parceria com a PwC Brasil, com os resultados das empresas sediadas no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, baseados nos balanços de 2020. O anúncio ocorreu em evento on-line realizado na noite de quinta-feira (18/11). Figuram na lista a Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Copacol, Agrária, Castrolanda, Integrada, Frísia, Frimesa, Coopavel, Unimed Curitiba, Coasul, Copagril, Capal, Credicoamo, Unimed Londrina, Unimed Maringá, Unimed Cascavel, Coagro, Unimed Paraná, Unimed Ponta Grossa e Sicoob Ouro Verde.

100 maiores do Paraná- Na oportunidade, também foram premiadas as 100 maiores empresas por Estado e entre as maiores do Paraná estão as cooperativas Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Copacol, Agrária, Castrolanda, Integrada, Frísia, Frimesa, Coopavel, Unimed Curitiba, Coasul, Copagril, Capal, Credicoamo, Unimed Londrina e Unimed Maringá.

Desempenho - De acordo com os organizadores, apesar de tudo, as empresas do sul do país conseguiram elevar seus indicadores de desempenho no ano passado. Foram analisados mais de dois mil balanços. Juntas, as 500 empresas faturaram, em 2020, R$ 737,4 bilhões, valor 18,7% maior que o do exercício de 2019. A soma dos patrimônios das 500 alcançou no ano passado R$ 394,2 bilhões, um avanço de 22,2%. Também em 2020, o lucro líquido das 500 saltou 41,7%, para R$ 71,6 bilhões.

Paraná - Já o Paraná segue exibindo vantagem sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ainda que tenha perdido terreno em um dos principais indicadores de 500 Maiores do Sul. O ranking mostra que as 179 companhias paranaenses avaliadas nesta edição produziram cifras mais elevadas que as 185 gaúchas em vendas e em patrimônios (que são os três componentes do Valor Ponderado de Grandeza, principal indicador da lista). Assim como na edição anterior, a soma de receitas é o resultado mais vistoso das paranaenses: R$ 270,2 bilhões – valor 13,4% maior que a soma das representantes catarinenses (R$ 238,1 bilhões) e 17,9% maior que a das gaúchas (R$ 229,1 bilhões). Porém, as companhias paranaenses apresentaram soma de patrimônios inferior à das gaúchas.

Participação - Nesta edição de 500 Maiores do Sul, o Paraná foi superado pelo Rio Grande do Sul em número de empresas: 185 contra 179. Santa Catarina tem 136. Rio Grande do Sul e Santa Catarina contam com duas empresas a mais em cada estado, enquanto o Paraná perdeu quatro representantes comparativamente à edição anterior.

Raio X - "O ranking 500 Maiores do Sul, que a PwC realiza em parceria com o Grupo Amanhã há mais de três décadas, é um fiel raio-x da economia e do cenário corporativo na região Sul, servindo de base para diversas finalidades durante todo o ano. Nesta edição de 2020, ficou bastante claro como os apontamentos levantados no exercício de 2019, ou seja, antes da pandemia, se confirmaram, uma vez que a crise não foi capaz de afetar aquelas empresas que, resilientes, já estavam no caminho de um crescimento sustentável. O desafio das empresas agora é compreender o cenário pós-pandemia com todos os seus novos indicadores, como disrupções tecnológicas, divisões geopolíticas, mudanças climáticas, construindo confiança do mercado", afirma Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil.

Ocritério de classificação das empresas - Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a revista Amnhã e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%). (Com informações da revista Amanhã)

Clique aqui e confira o evento de premiação das 500 Maiores do Sul

Clique aqui e confira o resultado completo do ranking

 

revista amanha tabela I 22 11 2021

revsita amanha tabela II 22 11 2021

 

GETEC: Informe nº 56 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 22 11 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (22/11), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da Getec

 

SEMINÁRIO: Professor Marcos Assi ministra palestra sobre controles internos e gestão de riscos, na quinta-feira (25/11)

Mestre em Ciências Contábeis, o professor Marcos Assi vai discorrer sobre controles internos e gestão de riscos na quinta-feira (25/11), durante o seminário que o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), das 13h45 às 16h, pela plataforma Microsoft Teams. O evento tem por objetivo fornecer aos participantes uma visão geral sobre a importância da gestão de risco, controles internos e suas conexões, bem como seus impactos e benefícios nos negócios das cooperativas.

Inscrições – O seminário é destinado aos profissionais que atuam no cooperativismo paranaense. Clique aqui para se inscrever. O link de acesso será enviado por e-mail até o dia 24 de novembro. Mais informações com Tiago Fernandes Gomes (tiago.gomes@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 11480).

 

evento folder 22 11 2021

WORKSHOP: Evento vai debater as principais linhas de atuação do Projeto Mercado do PRC200

 

Diretores e executivos das áreas de mercado internacional, varejo e marketing que atuam nas cooperativas agropecuárias paranaenses estão sendo convidados pelo Sistema Ocepar a participar do Workshop de Mercado, na quarta-feira (24/11), a partir das 14h, pela plataforma Microsoft Teams. Um dos objetivos do evento é discutir as principais linhas de atuação do Projeto Mercado do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

 

Programação - A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Depois, o gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra, e sua equipe irão discorrer sobre o Projeto Mercado do PRC200. O professor da FEA/USP, Marcos Fava Neves, abordará o tema “Cenários e tendências de mercado para as cooperativas”. Neves também irá comandar uma oficina de ideias, juntamente com os profissionais da Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec), Alexandre Monteiro e Carolina Teodoro, e representantes das cooperativas.

 

Inscrições - As inscrições devem ser efetivadas pelo link https://cutt.ly/ZTgjGcbMais informações com Carolina Teodoro ( carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br / 41 99647-5522) e Alexandre Monteiro ( alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br / 41 99604-7007).

 

workshop folder 17 11 2021

COMÉRCIO EXTERIOR: Rodada de negócios impulsiona internacionalização coop

cooperativismo 22 11 2021O Sistema OCB e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) iniciaram, na semana passada, uma parceria para a promoção de cooperativas no mercado internacional. A realização de uma rodada de negócios virtual durante a feira GreenRio, a primeira promovida entre as duas instituições, vai ajudar a difundir ainda mais a cultura exportadora no cooperativismo.

Participantes - Participaram 10 cooperativas do setor de castanhas, frutas, mel e lácteos, com diferentes níveis de experiência na exportação, que se reunirão com compradores da Europa e Oriente Médio buscando ampliar sua rede de contatos, divulgar o seu portfólio de produtos e concretizar vendas.

Selecionadas - As coops selecionadas foram: Coplana - Cooperativa Agroindustrial; Cooperativa Vinícola Aurora; Cooperativa Agrícola Frutas de Ouro; Cooper-Reca; Conap; Bio+Açaí; Coana; Vinícola Garibaldi; Coacipar e Cemil.

Ferramenta - Para Fabíola Nader Motta, gerente-geral da OCB, a rodada é uma excelente ferramenta de networking e prospecção de novos negócios em um ambiente seguro. Além disso ela reforça a importância da parceria com a Apex-Brasil para abrir novas oportunidades de negócios para as cooperativas brasileiras em mercados internacionais. “A OCB assumiu o desafio de apoiar as cooperativas a abrirem novas oportunidades de negócios porque acredita que elas geram emprego, renda e ainda apoiam o desenvolvimento de seus cooperados e das comunidades nas quais estão inseridas. Nesse sentido, é uma alegria contar com a parceria da Apex-Brasil erealizarmos a nossa primeira ação conjunta de promoção comercial”, destacou Fabíola.  

Cooperação além das fronteiras - Em novembro de 2020, o Sistema OCB e a Apex-Brasil assinaram um acordo de cooperação técnica para ampliar a participação de cooperativas no mercado internacional por meio de intercâmbio de informações entre as instituições e ações de qualificação, e promoção comercial para as cooperativas.

Divulgação - Desde então, a parceria já rendeu a divulgação de dados das exportações brasileiras de cooperativas, que não era feita desde 2016, e a estruturação de um Núcleo Operacional do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) exclusivo para cooperativas.

Análise econômica - Quer saber mais sobre os números do coop exportador? Acesse a análise econômica sobre o assunto, clicando aqui.

E-books - Além disso, o Sistema OCB criou uma série de e-books que vão ajudar as cooperativas a ampliarem seus negócios. Acesse agora e conheça os caminhos para internacionalizar sua coop. Clique aqui e baixe agora os e-books Exportação para Cooperativas. (OCB)

FOTO: Pixabay

 

COCAMAR: Agrobit Brasil deixa saldo positivo para a Cocamar Máquinas

cocamar 22 11 2021Promovido nos dias 9 e 10 deste mês no Parque Internacional de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina (PR), o 4º Agrobit Brasil 2021 contou, entre as empresas participantes, com a presença da Cocamar Máquinas Concessionária John Deere.

Híbrido - Realizado em caráter híbrido, nas versões presencial e digital, o evento fortalece a região como um importante centro de inovações em tecnologias para o agro.

Participação - A concessionária apresentou em seu estande virtual os principais pacotes tecnológicos John Deere e, de forma presencial, foi representada pelo supervisor de Agricultura de Precisão, Bruno Trosdorf, para quem a Agrobit “é um dos melhores eventos para o setor hoje no Brasil, porque abrange todos os assuntos de agricultura digital”.

Enriquecedor - Ele destaca que a realização “abre os horizontes de quem participa, tanto no que se refere às empresas, quanto aos clientes". Para Bruno, além de “muito enriquecedor, o evento propicia um resultado comercial com a realização de negócios”.

Superou - De acordo com os organizadores, o Agrobit superou as expectativas com mais de 3 mil visualizações, convidados presenciais e mais de 20 mil interações on-line, originadas de 11 países – Alemanha, Argentina, Canadá, Cingapura, Dinamarca, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Israel, Paraguai e Portugal – e ainda 20 estados brasileiros e Distrito Federal. Foram mais de 50 palestras distribuídas em quatro arenas simultâneas – AgroFuturo, AgroBIT Carreira, Agro Clima Global Summit e Smart Farm Mapa Conecta. (Imprensa Cocamar)

 

UNIMED CASCAVEL: Desafio Virtual agita o Brasil inteiro com ações em nome da saúde

unimed cascavel 22 11 2021Quando a Unimed Cascavel se propôs a realizar uma ação de incentivo aos hábitos saudáveis, não imaginava conseguir movimentar o país inteiro (mesmo em meio à pandemia). O Desafio Virtual Agita Unimed terminou na terça-feira passada (16/11), com a participação de mil pessoas de várias partes do Brasil, a exemplo do Rio de Janeiro – RJ, Teixeira de Freitas – BA, Rondonópolis – MT e Maracanau – CE.

Ações - Ao longo de 12 dias, os inscritos usaram APPs de corrida e registraram fotos ou vídeos para comprovar a realização de atividades ligadas à prática de exercícios, à alimentação saudável e ao equilíbrio emocional. As imagens foram cadastradas na página oficial do evento na internet.

Movimento • Nesta modalidade, os participantes praticaram corrida em três distâncias: 3k, 6k ou 12k. Além disso, houve a possibilidade de atingir a meta de 10 mil passos em um dia (correndo ou caminhando). Outra opção foi a prática de 1h contínua de qualquer atividade física.

Alimentação • Neste caso, foi necessário comprovar a adoção de uma dieta saudável (incluindo frutas, legumes e verduras) nos dias do desafio.

Equilíbrio • A comprovação foi por meio de atividades que mostraram os participantes em busca do equilíbrio emocional, a exemplo de meditação, yoga, relaxamento, entre outros.

Público infantil - Além das três modalidades para adultos, o desafio também foi realizado para o público infantil, na categoria kids (2 e 3 anos, 4 e 5 anos, 6 e 7 anos ou 8 a 10 anos).

Reinvenção - “O ano de 2021 foi mesmo um período em que a gente teve que se reinventar também no que diz respeito à realização do projeto Agita e à Corrida Unimed. Realizávamos essas ações de forma presencial para trazer as ideias do Mude1Hábito e da promoção à saúde para engajar os nossos clientes e parceiros. Neste ano, ainda em meio à pandemia, a equipe de Marketing e Comunicação da Unimed Cascavel trouxe a proposta inovadora de uma ação virtual. A gente conseguiu, por meio de um gamefication, ou seja, de uma brincadeira com medalha, estimular o objetivo de uma vida saudável e, assim, trazer uma atividade diferente com um alcance acima do esperado. Juntamente com toda a equipe, a diretoria da Unimed Cascavel comprou essa ideia, e a gente chega ao fim do desafio muito contente com os resultados alcançados”, avalia o médico Erwin Soliva Junior, diretor de Mercado da Unimed Cascavel.

Caixa mágica - Cada participante inscrito recebeu em casa um kit composto por camiseta, uma máscara balaclava e uma “caixa mágica” com uma medalha de participação. Para abri-la era necessário um código - que só foi revelado ao participante após a conclusão do desafio.

Nota 100 - Lenir Mahl mora em Toledo e, depois de correr no desafio, abriu na quarta-feira (17/11) a caixa para ter acesso à medalha. “Os kits foram nota 100! Eu fiquei impressionada com a qualidade, com a organização, com o carinho, amor e cuidado para que recebêssemos esta caixinha, que nos proporcionaria muita emoção. Junto com este kit, acho que recebemos uma dose extra de energia”, elogiou a economista, que é participante assídua das atividades promovidas pela cooperativa de saúde. “Eu amo as ações que a Unimed Cascavel faz em nome do bem-estar dos beneficiários e dos simpatizantes das atividades físicas. Tive a oportunidade de participar da Corrida Noturna Unimed em 2018. Também havia me inscrito em 2019, mas não pude participar por causa de uma lesão na coluna. Neste ano, meus olhinhos brilharam quando vi a divulgação da ação virtual. Não tive dúvidas de que queria participar, tanto que convidei minha irmã e meu sobrinho de 9 anos para se inscreverem também. Foi a única prova da qual participamos em 2021. Esta pandemia veio para reforçar a importância de nos exercitarmos para mantermos a saúde física e mental.

Ação maravilhosa - Eva Aparecida dos Santos Moreira é professora do Ensino Fundamental. Acostumada a estar em turmas, participou do desafio com um grupo de amigas, todas com mais de 50 anos de idade. “Temos um grupo que corre todo domingo. Neste desafio, participamos em dez mulheres, além do nosso treinador. Foi uma ação maravilhosa, desde a entrega dos kits. Foi tudo muito bem organizado”, contou a participante, que também já havia estado nas duas ações presenciais que a Cooperativa realizou antes da pandemia. “Como sou professora, as atividades físicas têm me ajudado a buscar autoestima. Além disso, junto das minhas amigas, damos forças umas às outras e aprendemos que é preciso viver em movimento”, conclui

Novidades - Fique atento (a)! Novidades estão programadas para 2022, com ideias inovadoras para incentivar a sua saúde! (Imprensa Unimed Cascavel)

 

SICREDI: Crescimento de mais de 110% no financiamento para instalação de painéis de energia solar

Proprietário de dois aviários em Guairaçá, no Noroeste do Paraná, Hercules Edemir Cestaro instalou no primeiro semestre de 2021 painéis para a produção de energia solar em sua área rural. A principal motivação para a mudança foi a economia. “Normalmente, viria uma fatura [de energia] de mais ou menos R$ 7 mil. Agora não chega a R$ 500”, conta Cestaro, que ainda observa uma forte tendência pela mudança. “Aqui na região o pessoal está fazendo. Nos barracões há muito consumo de energia”.

Aumento - O aumento na procura por financiamento para aquisição de equipamentos de energia solar tem sido registrado pelo Sicredi. A carteira de crédito da instituição financeira cooperativa para essa modalidade já ultrapassa os R$ 3,5 bilhões, crescimento de mais 110% em um ano. Em 12 meses, a instituição financeira cooperativa registrou uma alta de 143% no número de associados atendidos com produtos de energia solar. Para associados Pessoa Física Agro o número de operações cresceu 165% em agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020. Somente no estado do Paraná, o Sicredi registrou, até agosto de 2021, a liberação de mais de R$ 256 milhões para energia solar, em mais de 5,3 mil operações, com um ticket médio de R$ 48 mil.

Diferenciais - “O Sicredi tem como um dos diferenciais o relacionamento próximo com o associado e um atendimento consultivo para oferecer soluções adequadas a cada necessidade. A energia solar tem se mostrado uma alternativa viável para muitas pessoas tanto pela sustentabilidade quanto pela economia gerada”, comenta o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Nogueira Farias.

Alternativas que cabem no orçamento - De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a geração de energia fotovoltaica distribuída no país deve crescer de 4,4 para 8,3 gigawatts em 2021. O associado do Sicredi Luiz Jabur fez as contas e verificou que valia a pena investir no financiamento para a compra dos equipamentos com objetivo de baixar o custo da energia na sua residência no Paraná. “Como financiei uma parte do capital, basicamente o que pago hoje, entre energia e financiamento, é o que pagaria de energia. Vale a pena. Tanto que estou querendo colocar na minha empresa agora e, certamente, a gente vai reforçar a parceria com o Sicredi para o financiamento”, afirma.

Captação histórica - Em 2021, visando atender à crescente demanda por crédito destinado à instalação de sistemas de energia fotovoltaica, o Sicredi firmou acordo de parceria para captação com a International Finance Corporation (IFC), membro do grupo Banco Mundial, e estimular projetos de energia solar. A linha de crédito internacional é de US$ 120 milhões (cerca de R$ 600 milhões) e tem como foco financiar projetos de energia solar dos associados da instituição em todo o Brasil. A operação foi a primeira realizada por uma instituição financeira cooperativa brasileira e que recebeu certificação emitida pela Climate Bonds Initiative (CBI).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Divulgação e Ulleo / Pixabay

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Ações da Semana de Educação Financeira beneficiam mais de 3 mil pessoas

Entre os dias 8 e 14 de novembro foi realizada a Semana Nacional de Educação Financeira (Enef), iniciativa de promoção de atividades educativas sobre finanças pessoais. O Sicredi participa da semana há vários anos por meio do programa Educação Financeira na Ponta do Lápis, que engloba cursos, treinamentos, palestras e outras ações a respeito do tema.

Atividades - Os colaboradores da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP promoveram atividades em escolas, empresas e instituições em toda a área da atuação da cooperativa. Ao longo da semana foram promovidas 69 ações que beneficiaram 3084 pessoas, sendo 2869 em atividades presenciais e 215 no formato online. A cooperativa atua no sudoeste do Paraná, oeste e meio-oeste de Santa Catarina e noroeste de São Paulo.

Orientações - As orientações tratam da importância do planejamento financeiro, do estabelecimento de metas, da criação de reservas, entre outros conceitos. O Sicredi acredita que o equilíbrio financeiro das famílias e empresas contribui com o desenvolvimento da comunidade, este que é um dos princípios do cooperativismo.

Gibis - Além de ações desenvolvidas pela cooperativa, o Sicredi também distribuiu mais de 1 milhão de gibis sobre educação financeira, em parceria com a Turma da Mônica, e lançou uma websérie elaborada a partir de conceitos propostos por Benjamin Franklin. Os vídeos estão disponíveis no canal da série: https://www.youtube.com/channel/UCJ5iDC9XI35qIGR7dewsqGA. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Com Árvore Solidária, cooperativa arrecada alimentos e outros itens

sicredi uniao 22 11 2021Com o desafio de arrecadar 150 toneladas, começou na semana passada a campanha Árvore Solidária nas 112 agências da Sicredi União PR/SP no norte e noroeste do Paraná, centro e leste de São Paulo. Até 10 de dezembro, os associados da cooperativa de crédito e a comunidade poderão doar alimentos não-perecíveis, produtos de higiene, fraldas geriátricas e brinquedos.

Decisão - Cada agência decide em conjunto com a entidade contemplada o tipo de produto arrecadado, mas a maioria será de alimentos. No ano passado as arrecadações equivaleram a mais de 8,5 mil cestas básicas, que foram destinadas a pessoas de baixa renda.

Árvore - Em vez de bolas e enfeites natalinos, as árvores são montadas com as próprias doações, como arroz, feijão, farinha, alimentos em conserva e panetones. Participam da campanha as 25 agências da Regional Maringá, 19 agências da Regional Noroeste, 19 da Regional Norte, 21 do centro-leste paulista e 19 do centro-paulista.

ODS - Esta será a 12ª edição da campanha, que começou em 2010 em Paranavaí e foi ampliada para todas as agências. No ano passado, foram arrecadadas 126 toneladas de alimentos destinadas a 220 instituições. A campanha, além de ajudar a comunidade, vai ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), do qual a Sicredi União PR/SP é signatária. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 10,12%

focus 22 11 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 9,77% para 10,12% neste ano. É a 33ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (22/11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação ficou em 4,96%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,42% e 3,1%, respectivamente.

Aceleração - Em outubro, puxada pelo aumento de preços de combustíveis e alimentos, a inflação acelerou 1,25%, a maior para o mês desde 2002, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 8,24% no ano e de 10,67%, nos últimos 12 meses.

Acima da meta - A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, no mês que vem, o Copom já sinalizou que pode elevar a Selic em mais 1,5 ponto percentual.

Projeções - As projeções do BC para a inflação também estão ligeiramente acima da meta para 2022 e ao redor da meta para 2023. Isso reforça a decisão da autarquia de manter a política mais contracionista, com elevação dos juros, para manter o IPCA dentro do intervalo de tolerância definido pelo CMN.

Mercado financeiro - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 9,25% ao ano, em linha com a sinalização do BC. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 11,25% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 7,75% ao ano e 7% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,88% para 4,8%. Para 2022, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 0,7%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2% para ambos os anos.

Cotação - A expectativa para a cotação do dólar se manteve em R$ 5,50 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana também fique nesse mesmo patamar. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

INFRAESTRUTURA: Terminais portuários terão R$ 700 milhões em investimentos

infraestrutura 22 11 2021A Petrobras foi a vencedora do leilão para concessão de terminais portuários com a oferta única de R$ 558.250.000,99 pela concessão da área STS08A no Porto de Santos, em São Paulo. O local é destinado à movimentação, armazenagem e distribuição de granéis líquidos (combustíveis). O tempo de concessão é de 25 anos. Havia ainda mais uma área, a STS08, mas a Petrobras não fez nenhuma oferta, alegando que STS08A já reunia todas as características estratégicas e necessárias para as operações da empresa.

Imbituva - A outra área de terminais disponível no leilão, no Complexo Portuário de Imbituba, em Santa Catarina, a IMB05, foi arrendada pela Fertilizantes Santa Catarina Ltda, por R$ 200 mil, sendo também a única empresa a fazer oferta. A área também é destinada para movimentação de granéis líquidos combustíveis ou químicos, proveniente principalmente de Maceió (AL), para abastecer empresas localizadas em toda a região Sul. O período de concessão é de dez anos.

Sem interessados - Segundo o secretário nacional de Portos, Diogo Pilone, a partir de agora será feita uma análise para entender porque não houve interessados na área STS08 em Santos e ao concluir esse estudo o leilão será relançado. “Vamos começar a estudar agora. O que temos notado em outros processos de concessão é que há uma questão de custo de insumos que tem aumentado bastante. É possível que tenhamos que fazer reavaliações sobre vocação do terminal, acesso ferroviário, entre outras coisas”.

Capacidade de movimentação - Pilone destacou que, com a concessão no Porto de Santos, é agregada mais capacidade de movimentação principalmente com os investimentos em dois berços de atracação. “Hoje esse é o principal gargalo do porto na cadeia de granéis líquidos e combustíveis. Além de reduzir a fila de embarcação e otimizar o fluxo de cargas, a concessão regularizará a precariedade dos contratos, trazendo segurança jurídica".

Diversificação - Com relação a Imbituba, a concessão capacitará o porto a diversificar o terminal a atender mais cadeias, sendo outro movimento importante para o país. "É um porto que tem, considerando todo o esforço da equipe de gestão, trabalhado paras que tenha dependência menor de contratos, que antes eram a principal fonte de receita.

Investimentos - De acordo com Pilone, a concessão das áreas dos dois portos resultará em investimentos que totalizam R$ 700 milhões. Já o balanço do ano contabiliza 12 leilões de arrendamentos portuários realizados, com R$1,7 bilhões de investimentos autorizados para os próximos três anos.

Outros investimentos - "Essas ações também se somam a outros investimentos que têm sido autorizados por meio de terminais de uso privado. Se considerarmos tudo o que foi autorizado em investimentos desde 2019 em arrendamentos dentro de portos organizados e terminais de uso privado estamos falando em algo em torno de R$15 bilhões", disse.

Transformação - O ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse que o Programa de Arrendamentos Portuários é um grande sucesso e está transformando o setor portuário brasileiro. " Quando somamos arrendamentos portuários e contratos de adesão para terminais privados já estamos batendo R$ 14 bilhões em investimentos no setor. Isso é interessante porque dinamiza o nosso setor portuário que fica cada vez mais eficiente, que responde às expectativas do mercado".

Preparação - Freitas ressaltou ainda que os investimentos atuais no Porto de Santos auxiliam na preparação da companhia para a privatização. "Em pouco tempo devemos ter uma deliberação do Tribunal de Contas da União (TCU) com esse projeto aprovado e leiloado no primeiro trimestre do ano que vem. Será a primeira privatização portuária de nossa história, que abre caminho para outras".

Mais privada - Segundo o ministro, o Brasil está caminhando para ter a estrutura mais privada do mundo, porque estará com todos os aeroportos da rede Infraero sob responsabilidade da iniciativa privada, está preparando a concessão de 12 mil quilômetros de rodovias, com a expectativa de totalizar 50 mil quilômetros concedidos em 2022. "Teremos as ferrovias e o saneamento básico privados. O setor de energia estará cada vez mais nas mãos da iniciativa privada principalmente com a venda da Eletrobras no ano que vem. Teremos leilões muito bem sucedidos". (Agência Brasil)

FOTO: Vinícius Rosa / Minfra

 

LEGISLATIVO I: Senado debate PEC dos Precatórios nesta segunda; entenda as propostas alternativas

legislativo I 22 11 2021O Senado promove nesta segunda-feira (22/11), às 15h, sessão temática para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, conhecida como PEC dos Precatórios. O debate faz parte do esforço dos senadores para chegar a uma solução de consenso que viabilize o pagamento do Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família, sem que haja adiamento do pagamento de precatórios ou alteração do teto de gastos, como temem os críticos do texto aprovado pela Câmara dos Deputados.

Requerimento - O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) é o primeiro signatário do requerimento para a realização da audiência, que também contou com as assinaturas de outros seis senadores e dois líderes de partidos e blocos parlamentares.

Presenças - Para a sessão, o requerimento propõe as presenças de representantes da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal; do Ministério da Economia; e das consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara dos Deputados. O senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou aditamento, aprovado pelo Plenário, incluindo na sessão Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Reuniões - Nos últimos dias, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que também é o relator da PEC, realizou uma série de reuniões com senadores para discutir possíveis aprimoramentos no texto a ser apreciado na Casa. Entre os interlocutores de Bezerra, estavam os senadores José Aníbal (PSDB-SP), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE), autores de PECs alternativas.

Emenda substitutiva - Da discussão surgiu a Emenda nº 3, substitutiva global à PEC 23, de autoria de Alessandro, Aníbal e Oriovisto, fundindo em um só texto as propostas alternativas dos três senadores.

Reconstrução conjunta - “A PEC dos Precatórios está sendo reconstruída em conjunto, chegando a uma solução clara, para conseguirmos manter o respeito pela responsabilidade fiscal. Com esse novo texto, estamos oferecendo a oportunidade de o governo criar o benefício de forma sustentável. Podemos ter responsabilidade social sem cometer nenhuma irresponsabilidade fiscal”, afirmou Oriovisto.

Novidade - A principal novidade da emenda é a retirada do teto de gastos previsto na Constituição, em caráter excepcional, de parte do pagamento de precatórios — dívidas que são fruto de sentenças transitadas em julgado contra União, estados ou municípios. Com isso, abre-se um "espaço fiscal" de R$ 89 bilhões, garantindo o pagamento do Auxílio Brasil.

Garantia - Com a mudança, segundo os autores da emenda substitutiva, garante-se um auxílio de R$ 400 mensais para 21 milhões de brasileiros sem que seja adiado o pagamento de qualquer precatório previsto para 2022.

Comemoração - “A proposta [substitutiva] garante o pagamento total dos precatórios previstos para 2022 e não altera a regra do teto de gastos”, comemorou José Aníbal.

Veto - O texto também veda as chamadas "emendas de relator", nome dado a emendas parlamentares que não explicitam o senador ou deputado responsável por sua inclusão no Orçamento. Além disso, a emenda cria mecanismos para facilitar a negociação dos passivos judiciais de União, estados e municípios, o que em tese reduzirá no futuro o peso dos precatórios no Orçamento da União.

Eliminação - A PEC 23 resolvia a questão do espaço fiscal parcelando o pagamento de parte dos precatórios e alterando o método de cálculo do teto de gastos. A emenda substitutiva elimina esses dois aspectos do texto — os mais criticados pelos opositores da PEC, por minar, segundo eles, a credibilidade da economia brasileira perante os investidores internacionais.

Advertência - Em seu Relatório de Acompanhamento Fiscal, publicado na última quarta-feira (17/11), a Instituição Fiscal Independente advertiu que "a mudança retroativa da forma de correção do teto de gastos seria, na prática, o fim da regra como concebida", e que, mesmo antes da votação da PEC no Senado, "os efeitos sobre o cenário macroeconômico já são sentidos", devido ao aumento da incerteza.

Renda básica - Há ainda outras emendas e propostas alternativas à PEC 23, entre elas mais uma PEC, a 42/2021, cujo primeiro signatário é o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Ela exclui do teto de gastos R$ 50 bilhões, em 2022 e 2023, para o pagamento da renda básica. Insere, além disso, o direito a esse tipo de renda entre as garantias constitucionais. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Comissões debatem regularização fundiária com Incra, agricultores e ambientalistas nesta terça

legislativo II 22 11 2021Projetos de lei que tratam da regularização fundiária serão tema de audiência pública no Senado, nesta terça-feira (23/11), a partir das 8h30. Será o terceiro debate promovido em conjunto pelas Comissões de Agricultura (CRA) e de Meio Ambiente (CMA), atendendo sugestão dos presidentes dos colegiados — respectivamente, Acir Gurgacz (PDT-RO) e Jaques Wagner (PT-BA) — e do senador Paulo Rocha (PT-PA).

Esclarecimento - A reunião é mais uma oportunidade para que os senadores esclareçam dúvidas em relação ao PL 2.633/2020, que tramita em conjunto com outro projeto sobre regularização fundiária — o PL 510/2021, do senador Irajá (PSD-TO).

Convidados - Para esta rodada de debates, foram convidados o diretor de programa do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Anaximandro Doudement Almeida; a pesquisadora do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Brenda Brito; o consultor jurídico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo de Oliveira Kaufmann; e a pesquisadora da PUC-Rio Cristina Lopes, representante da coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. 

Alterações - Desde setembro, as duas comissões discutem tanto a alteração nas regras para regularização fundiária quanto para o licenciamento ambiental. Esta será a sexta audiência pública conjunta para fechar o ciclo de debates aprovado para tratar sobre os dois temas.  

Regularização - De autoria do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), o PL 2.633/2020 facilita a regularização, sem vistoria prévia pelo Incra, de terras da União ocupadas, a partir da análise de documentos e de declaração do ocupante de que cumpre a legislação ambiental. O relator no Senado é Carlos Fávaro (PSD-MT). 

Como participar - O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal eCidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal eCidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis. (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

LEGISLATIVO III: Em audiência conjunta, projeto de lei geral do licenciamento ambiental segue sem consenso

legislativo III 22 11 2021A terceira e última audiência pública conjunta das Comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) para debater o projeto de lei que institui a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/2021) confirmou posições antagônicas quanto a questões relacionadas a proteção ambiental, sustentabilidade, possível aumento de judicialização no setor e recorrente preocupação internacional.

Regras gerais - O projeto de lei traz regras gerais que buscam simplificar e agilizar o processo licenciatório, mas que causam polêmica diante de questões como a dispensa de licenciamento em alguns casos. A matéria também trata de tipos licenciatórios, autodeclaração, prazos e responsabilidades, entre outras particularidades extensíveis a todos os entes da Federação.

Simplificar sem precarizar - Presidente da CMA, o senador Jaques Wagner (PT-BA) enfatizou que é “preciso simplificar sem precarizar”, para não facilitar eventual degradação do meio ambiente. “Temos que colocar pesos e contrapesos para garantir o equilíbrio entre preservação e sustentabilidade econômica, social e ambiental.”

Dependência - Para Luiz do Carmo (MDB-GO), “o Brasil não pode ficar dependendo de muita coisa para trabalhar e é preciso facilitar para as empresas movimentarem”. “Aqui em Goiás temos licenças ambientais que não saem há dois anos. (...) Acredito no profissional que fez o processo para a licença ambiental e temos de ter licenças dentro de um prazo, que se não for cumprido, deve tornar a licença automaticamente concedida”, disse o senador.

Previsibilidade - Subsecretária de Sustentabilidade do Ministério de Infraestrutura, Larissa Carolina Amorim dos Santos afirmou que é preciso haver uma lei uniforme, única para as três esferas, para evitar desgastes e os gargalos que existem atualmente. “Ter uma lei geral do licenciamento traz mais segurança técnica e mais previsibilidade para quem está licenciando.”

Tipologias - Larissa citou o fato de, em cada estado, cada órgão ambiental criar um nome para as tipologias de licenças, por exemplo, o que dificulta o licenciamento.

Impacto - Sobre o impacto do projeto na área de infraestrutura, Larissa lembrou que o PL 2.159 trata da dispensa de licenciamento para as obras de manutenção em rodovias, ponto considerado polêmico. “Esse é um grande gargalo. Já trabalhamos com orçamento enxuto, e essas são obras com impacto praticamente insignificante.”

LAC - Também sem consenso, a previsão de Licença por Adesão e Compromisso (LAC) já é praticada em muitos estados, segundo a subsecretária, que explicou que o órgão licenciador já tem conhecimento para definir quais medidas mitigadoras devem ser definidas em cada caso específico. “Enquanto governador, adotamos a LAC. Mas a questão é saber como utilizá-la — interveio Jaques Wagner, que já governou a Bahia.”

Dramaticidade - O senador Esperidião Amin (PP-SC) também se manifestou para destacar a dramaticidade de se contingenciar obras de manutenção e melhorias. “Obra nova é um capítulo, mas submeter a controvérsias uma obra dessas, de adequação, é uma perversidade com a vida humana, além das questões orçamentárias”, afirmou Amin.

Acessibilidade - Para a chefe da assessoria especial de Assuntos Socioambientais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Vanessa Prezotto Silveira, “a ideia é não precarizar”, mas também “não excluir, ser acessível”. “Isso a gente está falando no âmbito rural, no âmbito urbano, em qualquer atividade essencialmente passível de autorização ambiental, nos diferentes âmbitos qualitativos e de abrangência de potencial impacto.”

Empreendedor - Segundo Vanessa, ao empreendedor deve ser possível operar, atender, produzir e, ao mesmo tempo, mitigar os potenciais impactos negativos identificados no estudo ou no processo de licenciamento, em qualquer etapa da atividade — seja numa avaliação prévia, seja na fase de instalação do empreendimento e operação.

Benefícios - Vanessa ainda destacou que os benefícios desse processo de licenciamento são massivamente públicos, quando se retira o item de retorno financeiro para o empreendedor, no caso de uma atividade de licenciamento e autorização.

Base técnico-científica - Para a chefe da assessoria especial do ministério, a legislação a ser desenhada tem, sim, que ser baseada num projeto de base técnico-científica, que dê respaldo aos técnicos, ao produtor e ao empreendedor. “Eu acredito que a questão social também, e de alcance desses procedimentos, precisa ser muito bem trabalhada. Simplificar não quer dizer que ele vai deixar de fazer.”

Judicialização - Motivo frequente de judicialização, a definição do que é impacto ambiental significativo não é contemplada no PL 2.159, segundo o especialista em sustentabilidade, direitos humanos e mudanças climáticas Nilvo Silva.

Triagem - Um primeiro trabalho de triagem, para definir o que tem alto impacto ambiental significativo ou não, é primordial, segundo Silva, que define o projeto como uma “lei genérica, totalmente procedimental, que autoriza e estimula um grande retrocesso na prática do licenciamento ambiental no Brasil”. “A lei, no mínimo, deveria propor critérios como mudanças climáticas, segurança e saúde das comunidades.”

Competição - O projeto de lei, além de fragmentar, cria um conjunto enorme de regras, na opinião do especialista: desaparece o princípio da Federação, estimula-se muito mais a competição entre os estados, diferentemente do que deveria acontecer, e há aumento da discricionaridade dos órgãos licenciadores.

Procedimentos - “Esse projeto de lei trata somente de procedimentos, mas licenciamento é procedimentos e conteúdos. É impossível saber o impacto ambiental, por exemplo, só sabendo tipologias. A pavimentação de uma rodovia existente da Amazônia é uma coisa, em uma área urbanizada é outra, são coisas incomparáveis.”

“Mãe de todas as boiadas” - Ex-presidente do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e representante do Observatório do Clima, Suely Araújo demonstrou preocupação com o atual texto, que ela e o ex-deputado federal Fábio Feldmann (autor do projeto original apresentado na Câmara há quase 20 anos) declaram ser “a mãe de todas as boiadas”.

Implosão - “Como está, eu considero que o atual texto implode com o licenciamento ambiental. Destrói, na verdade, os processos de licenciamento, e retrocede 40 anos na história para uma época em que bebês nasciam com a anencefalia em Cubatão por contaminação por poluição, gerada por indústrias que não tinham licença.”

Problemas - São muitos os problemas do projeto, abarcado por pontos inconstitucionais, que seguramente gerarão judicialização, segundo Suely.

Primeiro entrave - O primeiro entrave seria o “cheque em branco” para os órgãos licenciadores fazerem o que quiserem em diferentes pontos, sem apresentar critérios e sem dar orientações, expôs a debatedora. O segundo seria a descrição de uma extensa lista de empreendimentos isentos de licenciamento.

Utilização - Suely destacou que a LAC deveria ser utilizada somente em empreendimentos de baixo impacto e risco, repetitivos, em territórios conhecidos, mas não é isso o que prevê o texto. Levantamento feito com as secretariais estaduais de meio ambiente apontou que cerca de 90% dos processos não terão análise pelo órgão licenciador, disse a especialista:

Conferência - “Como está no texto, a grande maioria dos processos vai ser um registro na internet que não vai ter conferência sequer da ficha do empreendimento. Está escrito que é por amostragem. Então, a regra a partir de como está a LAC no texto é a não licença; é um registro na internet que não vai dar segurança jurídica.”

Manifestação - Ela afirmou que, no procedimento de licenciamento ambiental, há necessidade de as autoridades envolvidas se manifestarem em empreendimentos em áreas protegidas, em torno de unidades de conservação, terras indígenas ou áreas tituladas a remanescentes de comunidades quilombolas. Mas o PL exclui essa vinculação, o que é inconstitucional, na opinião da debatedora. “Não adianta procurar afastar a oitiva dos órgãos, porque a lei e os procedimentos específicos vão ser judicializados.”

Marco temporal - Jaques Wagner completou, dizendo que o marco temporal é um para as terras indígenas (1988) e outro para as regularizações fundiárias, "para as quais se gostaria que o prazo viesse até anteontem". “Esse é o problema: dois pesos e duas medidas”, expôs o presidente da CMA.

Ausência - Também presente na 6ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26) em Glasgow, na Escócia, assim como o senador Jaques Wagner, a ambientalista criticou a completa ausência de referência ao clima no projeto em análise. “Em 2021, com o mundo em plena crise, o texto ignora a questão climática. (...) Não se exigem estudos nesse sentido, não se preveem condicionantes nesse sentido, não se fala sequer de forma genérica que o licenciamento tem que observar o Plano Nacional sobre Mudança do Clima ou o Plano Nacional de Adaptação.” (Agência Senado)

FOTO: Reprodução / TV Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 5.126 casos e 72 mortes em 24h

As secretarias municipais e estaduais de Saúde registraram, em 24 horas, 5.126 casos de covid-19 e 72 mortes resultantes de complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesse domingo (21/11).

Vidas perdidas - Com isso, o número de vidas perdidas para a pandemia chegou a 612.659. Ainda há 2.857 mortes em investigação, situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa demanda exames e procedimentos posteriores.

Casos - Com os novos casos registrados, o número de pessoas que contraíram covid-19 até esse domingo chegou a 22.017.276. Estão em acompanhamento 182.585 casos de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até este domingo, 21.222.032 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados por causa da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pela atualização do acúmulo de dados.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado com mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo (153.472), seguido por Rio de Janeiro (68.837), Minas Gerais (56.042), Paraná (40.750) e Rio Grande do Sul (35.943).

Menos - Os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.845), Amapá (1.996), Roraima (2.042), Tocantins (3.908) e Sergipe (6.040).

Vacinação - Até o início da noite desse domingo, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 297,96 milhões de doses no Brasil, sendo 157,3 milhões da primeira dose e 128,4 milhões da segunda e da dose única. Foram aplicados 11,5 milhões de doses de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa divulga mais 742 casos e três óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 22 11 2021A secretaria estadual da Saúde (Sesa) divulgou nesse domingo (21/11) mais 742 casos e três mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números incluem meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.566.762 casos e 40.527 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados neste domingo são de novembro (340), outubro (146), setembro (82), agosto (41), julho (32), junho (44) e maio (57) de 2021. Os óbitos são de novembro (1), agosto (1) e junho (1) de 2021.

Internados - O boletim relata que há 209 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 149 em leitos SUS (87 em UTI e 62 em enfermaria) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTI e 26 em leitos de enfermaria).

Exames - Há outros 884 pacientes internados, 552 em UTI e 332 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais três pacientes. São duas mulheres e um homem, com idades que variam de 53 a 62 anos. Os óbitos ocorreram entre 6 de junho a 17 de novembro de 2021. Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (2) e Paranaguá (1).

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.233 casos de residentes de fora do Estado, 223 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná) 

Confira o boletim completo

Confira relatórios de exclusões e correção de municípios.

 

SAÚDE III: Vacina doada pelos Estados Unidos chegou nesse domingo ao Brasil

saude III 22 11 2021O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesse domingo (21/11) a chegada de 2,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Os imunizantes da AstraZeneca foram doados pelo Estados Unidos e entregues nesta manhã no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

Agradecimento - Pelas redes sociais, o ministro agradeceu o governo norte-americano pela parceria, resultado de acordo bilateral para o combate ao coronavírus. “Chegaram agora pela manhã mais de 2 milhões de doses de vacina covid-19 doadas pelos Estados Unidos. Agradeço pela parceria. Juntos, vamos vencer esta pandemia!”, publicou Queiroga.

Vitalidade - Em nota, a Embaixada dos Estados Unidos declarou que a doação representa mais um exemplo da vitalidade das relações entre os dois países. “Os EUA têm estado ao lado do Brasil desde o início da pandemia. Para além das vacinas e outros medicamentos, o governo norte-americano já contribuiu com R$ 110 milhões em assistência direta, o setor privado dos EUA com mais de R$ 412 milhões. Os EUA também doaram mil ventiladores pulmonares, equipamentos de proteção, ofereceram cooperação técnica e muitos outros tipos de assistência ao Brasil”, diz a nota. (Agência Brasil)

FOTO: Breno Esaki / Agência Saúde-DF

 

METEOROLOGIA: Previsão climática do Inmet mostra como ficarão as chuvas e temperaturas até abril de 2022

meteorologia 22 11 2021O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apresentou na quinta-feira (17/11), pela primeira vez, a previsão climática com tendências de chuvas e temperaturas para os próximos seis meses. A previsão, que inicia no final de novembro de 2021 e se estende até abril de 2022, é baseada na observação de dados passados e no comportamento da atmosfera, sendo diferencial para a tomada de decisão do produtor rural, para o planejamento da geração hídrica e a viabilidade do transporte nas principais bacias hidrográficas do país.

Live - Os dados foram apresentados durante live de comemoração dos 112 anos do Inmet. "A previsão de seis meses dará ao produtor rural a possibilidade de se planejar, em termos de meteorologia, para todo um ciclo de safra. Isso pode garantir maior produtividade desde que se faça uma gestão climática da produção rural", explica o diretor do Inmet, Miguel Ivan Lacerda.

Fundamental - O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, disse que a previsão climática antecipada é fundamental para a agricultura, para a defesa civil e para toda a sociedade. “O que se está lançando hoje aqui é o sonho do agro, que se sente hoje absolutamente contemplado”, comentou.  

Aprimoramento - "As mudanças do clima estão aí e precisamos aprimorar os nossos avanços em previsões climáticas e meteorológicas para poder suportar o agronegócio brasileiro”, completou o secretário adjunto da SDI, Cléber Soares.

Três meses - Há mais de dez anos o Inmet já fornece a previsão climática de 3 meses com o Prognóstico Climático Trimestral.

Previsão de chuva para os próximos 6 meses - Novembro tem se mostrado um mês com muita chuva na faixa centro-norte do Brasil e, o resultado do modelo de previsão do Inmet indica que até o final do mês esse padrão será mantido. Além disso, são previstas chuvas abaixo da média para a Região Sul.

Dezembro - A previsão para dezembro indica chuvas abaixo da média (entre 10 e 50mm) no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, norte de Minas Gerais, Acre, sudoeste do Amazonas e em áreas do Matopiba (região que abrange áreas dos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Nas demais áreas, as chuvas deverão ficar próximas ou ligeiramente acima da média.

Janeiro - Em janeiro são previstas chuvas abaixo da média em Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Espírito Santo e no centro do Mato Grosso do Sul, sul e leste de Tocantins, sul do Piauí e na Bahia (exceto no leste do Estado). A Região Sul poderá ter chuvas ligeiramente acima da média, assim como o Estado de São Paulo e a faixa norte do Brasil.

Fevereiro - Fevereiro poderá ter chuvas irregulares em praticamente toda a região central e o Sul do País. Destaque para áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina onde o modelo indica, novamente, chuvas abaixo da climatologia (média).

Março e abril - No início do Outono (meses de março e abril), o modelo de previsão climática do Inmet indica chuvas abaixo da média na Região Sul e também no Mato Grosso do Sul e no sul do Mato Grosso. Em março de 2022, a tendência é de chuva acima da média no Amazonas, Roraima, Pará, Piauí e centro e sul do Ceará. Também há uma tendência de chuva acima da média no sul de Minas Gerais e norte de São Paulo, região de reservatórios importantes para o setor elétrico.

Temperatura média nos próximos 6 meses - De modo geral, as temperaturas deverão ficar acima da média (até 1°C) na área central do Brasil entre os meses de dezembro de 2021 e fevereiro de 2022. Na Região Sul, as temperaturas deverão ficar próximas à média durante esse mesmo período.

Normal a acima da média - Os resultados do modelo do Inmet para os meses de março e abril de 2022 indicam temperaturas de normal a acima da média para praticamente toda a Região Sul. Esse pode ser um sinal de que ainda não haja formação de geadas no início do outono.

Atualização mensal - Essas previsões são atualizadas mensalmente e que há um aprimoramento contínuo dos resultados.

História do Inmet - O Inmet completou 112 anos na quinta-feira (18/11). O Instituto foi criado pelo então presidente Nilo Peçanha, em 18 de novembro de 1909, com o nome de Diretoria de Meteorologia e Astronomia, vinculado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio.

Denominações - Ao longo de sua trajetória, o Instituto passou por várias denominações até chegar a Instituto Nacional de Meteorologia, órgão da administração direta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Rede própria - Atualmente, o Instituto conta com uma rede própria de mais de 750 estações automáticas e convencionais, sendo o principal órgão do país na cobertura de estações meteorológicas. (Mapa)

 


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