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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5203 | 24 de Novembro de 2021

VISITA: Diretoria da Unicampo é recebida pelo Sistema Ocepar

Na manhã desta quarta-feira (24/11), os superintendentes Robson Mafioletti e Leonardo Boesche, da Ocepar e Sescoop/PR, respectivamente, receberam integrantes da diretoria da Unicampo, Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia que tem sua sede em Maringá. A finalidade do encontro foi tratar de possíveis parcerias da cooperativa com o Sistema Ocepar e outras entidades. Além do Sistema Ocepar, a diretoria da Unicampo tem reunião agendada no Sistema Faep/Senar. Participaram da reunião o presidente da Unicampo, Carlos Vilhegas, seu vice, Luciano Ferreira e o diretor Mariocélio Santos Lima.

Unicampo - A Unicampo foi constituída em 1992. Atualmente, possui 5.500 cooperados, dos quais 2.500 estão ativos. Composta por profissionais de ciências agrárias em nível superior: engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas, nível técnico: técnico agrícola e em agropecuária e outros profissionais ligados ao agronegócio. Prestam serviços autônomos para diversos clientes, desenvolvendo trabalhos em diversas áreas. Esses profissionais, capacitados, recebem treinamentos e especialização visando um aprimoramento cada vez maior para atender as expectativas dos nossos tomadores de serviço.

FÓRUM I: As soluções do Sistema Ocepar para as cooperativas de trabalho, produção de bens e serviços

Temas que interessam as cooperativas do Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) estiveram em pauta na manhã desta terça-feira (23/11), durante o Fórum promovido pelo Sistema Ocepar. Com mais de 8 mil cooperados no estado, essas cooperativas atuam com a prestação se serviços e produção de bens em áreas como turismo, educação, enfermagem, assistência técnica, gestão, treinamento e tecnologia da informação. No evento de ontem, estiveram presentes: Cooperativa de Enfermagem do Paraná (Cooenf-PR), Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento (Pluricoop), Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia (Unicampo), e Cooperativa dos Profissionais em Tecnologia da Informação (Ticoop). Os temas em discussão abrangeram a Lei Geral de Produção de Dados e adequações da Lei 12.690/2012, sendo que nesse último item a solicitação é que as cooperativas preencham um questionário com suas sugestões e enviem até 30 de novembro (link abaixo). O evento foi finalizado com palestra “O Profissional do Futuro”, ministrada pelo professor Adeildo Nascimento, economista com especialização em Liderança e Gestão de Times.

Apoio às emergentes - Ao saudar os participantes o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, fez um apanhado das ações planejadas para as cooperativas com esse perfil, na sua maioria, formadas por profissionais especializados e que se destinam a prestação de serviços e produção de bens de consumo. “No PRC 200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense que está em formatação, um dos 20 projetos selecionados trata das cooperativas emergentes. O objetivo é construir um plano de desenvolvimento para auxiliar as cooperativas em questões como inserção no mercado e governança. O Fórum de hoje, inclusive, é uma das ações desse plano, porque o objetivo de estarmos aqui é apresentar o que vem sendo trabalhado e as soluções que já estão à disposição desse público”, disse.

Soluções - Algumas dessas soluções, completou o analista técnico Jessé Rodrigues, são os Manuais Contábil e Tributário do Ramo TPBS. “É comum recebermos profissionais, inclusive, contadores, com dúvidas sobre a contabilidade e a tributação do modelo de sociedade cooperativa. Então, esses manuais vão ajudar bastante”, comentou. As duas publicações estão disponíveis para download ao final deste texto. Também está em processo de formatação um portfólio do ramo, com a finalidade de divulgar os serviços e produtos dessas cooperativas.

LGPD - Em relação a LGPD, a coordenadora de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, a advogada Daniely Andressa da Silva, contou que há duas ações voltadas ao tema. “Temos um programa de formação já lançado para o ramo transporte e que pode ser adaptado para as cooperativas do ramo TPBS, e um curso EAD que será lançado ainda neste ano. Se houver interesse, basta entrar em contato conosco que daremos encaminhamento”, disse. “O objetivo é auxiliar as cooperativas a fazer a governança. Vamos capacitar, orientar, esclarecer dúvidas para que elas próprias façam a gestão do uso de dados pessoais”, completou.

Importância - A advogada explicou que o Sistema Ocepar tem focado a LGPD em função da importância e abrangência do tema. “Nosso objetivo não é assustar, mas a lei 13.709/2018 é um caminho sem volta. É um desafio para as cooperativas, porque é necessário rever os processos e adequar-se à legislação. Mas também é uma oportunidade, porque é um diferencial no mercado. Os clientes vão direcionar muito o olhar para adequação à LGPD”, frisou. Segundo Daniely, o assunto ganhou ainda mais importância em outubro deste ano, com a aprovação da PEC 17/2019 que estabelece que a proteção de dados é um direito fundamental do cidadão. “Ou seja, a proteção de dados que até então se relacionava à privacidade, agora se tornou mais abrangente. É neste contexto que a LGPD ganha espaço, pois ela estabelece a obrigatoriedade das empresas informarem quais dados pessoais estão sendo coletados, por quê, por quanto, além de saber se a pessoa aceita e quer que seus dados sejam utilizados para os objetivos que a empresa se propõe”, explicou.

Lei 12.690/2012 - Outro assunto de interesse das cooperativas do ramo TPBS é a Lei 12.690/2012, criada com o objetivo de disciplinar a organização e funcionamento das cooperativas de trabalho para evitar que esse tipo de organização social seja utilizado para mascarar fraudes, ao evitar que empresas de um dono se utilizem do nome de cooperativa para deixar de pagar direitos sociais aos trabalhadores. “Em 2012, iniciamos um movimento, por solicitação da Unicampo, solicitando algumas adequações na lei.”, contou a advogada Milena Tawanny Gil Cesar. “Estamos acompanhando muito de perto esse tema, inclusive o Projeto de Lei 2595/2021, proposto pela deputada Tia Eron (BA), que também propõe adequações à essa lei”, completou a analista técnica Carla Bernardes de Souza.

Dê sua opinião - Segundo as representantes da OCB, um passo importante desse acompanhamento e mobilização em torno de adequações na Lei 12.690/2012 envolve o levantamento de informações junto as cooperativas, com o intuito de saber o que elas de fato pensam e querem. “As cooperativas do Paraná podem contribuir respondendo uma pesquisa enviada pela OCB. É muito importante que respondam para tenhamos um panorama nacional dessa questão”, reforçaram. O questionário deve ser respondido até dia 30. O link de acesso à pesquisa segue abaixo.  

Clique aqui para responder a pesquisa

Clique aqui para fazer o download dos Manuais do Ramo TPBS

 

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FÓRUM II: As competências do profissional do futuro

As cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços do Paraná se reuniram virtualmente na manhã desta terça-feira (23/11) para apresentar e discutir assuntos pertinentes ao ramo. Foi durante o Fórum das Cooperativas do Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços, realizado pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR. Além de discutir temas como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e conhecer alguns produtos que o sistema cooperativista formatou para auxiliar na gestão dos negócios, os participantes assistiram a palestra O Profissional do Futuro, ministrada pelo professor Adeildo Nascimento, economista com especialização em Liderança e Gestão de Times. “Saímos de um mundo linear para uma era cognitiva, de capital intelectual, em que máquinas pensam, em que temos que aprender diariamente, ter capacidade de flexibilidade e nos adaptar rápido. Este novo mundo exige novas competências do profissional, que são as soft skills, como se fala no mercado que basicamente trata do jeito que gente pensa, encara a vida e olha para a vida digital”, disse.  

Humildade - Segundo ele cada vez mais as empresas deixam de enxergar como valor coisas que as pessoas trazem do passado e começam a olhar com carinho para o que faz a diferença nessa nova realidade. “E o que faz a diferença são competências que não são expressas em diplomas e currículos, pois referem-se ao jeito de fazer as coisas. Se tivesse que resumir toda a minha fala em cinco minutos ou 30 segundos, colocaria só um slide que fala de humildade, a única virtude, competência capaz de quebrar o círculo do orgulho. Somos preparados para exaltar quem sabe tudo, quem tem a resposta, mas esse novo mundo não pensa mais assim. Temos que ter humildade para aceitar as mudanças, quebrar paradigmas, aceitar que o mundo já não é mais linear e que estamos num mundo em que a colaboração faz toda a diferença”, disse.

Clique aqui e ouça matéria de rádio sobre a palestra de Adeildo Nascimento

PARANA.COOP+10: Fórum de Educação Política é nesta quinta-feira (25/11)

O Sistema Ocepar promove, nesta quinta-feira (25/11), o Fórum de Educação Política, em conjunto com o Sistema OCB. De acordo com os organizadores, além de debater as perspectivas político-econômicas, considerando as eleições de 2022, o evento também marca o início das atividades do Programa de Educação Política parana.coop+10, iniciativa do Sistema Ocepar lançada em 2018, cujo objetivo é sensibilizar o público cooperativista para o exercício do voto consciente.

Programação - A programação será aberta às 10h, com a participação dos presidentes dos Sistemas Ocepar e OCB, respectivamente, José Roberto Ricken e Márcio Lopes de Freitas. Eles vão discorrer sobre o Programa de Educação Política do Cooperativismo e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Na sequência, o doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), Humberto Dantas, apresenta o cenário político nacional para 2022. Já o doutor em Teoria Econômica pela USP, Juan Jensen, juntamente com o economista graduado na PUC-SP e mestre em Macroeconomia e Finanças pela FGV-SP, Bruno Lavieri, vão tratar sobre a conjuntura econômica e as perspectivas para o ano que vem. As ações projetadas dentro do Programa de Educação Política do Cooperativismo para 2022 serão o último tema em pauta, com a gerente técnica, econômica e de Relações Institucionais da OCB, Clara Pedroso Maffia, e com a coordenadora de Relações Parlamentares da Ocepar, Daniely Andressa da Silva. O evento encerra às 12h.

Público e inscrições - O Fórum de Educação Política é dirigido a diretores, executivos, agentes das cooperativas do Paraná. Clique aqui para se inscrever. O link de acesso ao evento será enviado por e-mail.

 

parana coop folder 18 11 2021

GETEC: Informe Relação de Troca mostra quantas sacas de grãos são necessárias para aquisição de insumos e maquinários

getec informe relacao troca 24 11 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) publicou, nessa terça-feira (23/11), a edição número 3 do Informe de Relação de Troca. O boletim tem como objetivo demonstrar quantas sacas de soja, trigo e milho são necessárias para adquirir os insumos e maquinários destinados à produção, conforme os preços recebidos e pagos pelos produtores, de acordo com os dados divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nos meses de fevereiro, maio, agosto e novembro.

Série histórica - A série histórica apresentada neste Informe é referente ao período entre fevereiro de 2014 e agosto de 2021. Os cálculos foram realizados utilizando o preço pago pelo produtor de cada fator de produção, dividido pelo preço médio recebido pela saca de 60 kg de milho, soja e trigo.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Relação de Troca nº 3

Clique aqui e confira todos os informes publicados pela Getec

FOTO: Arquivo de imagens CNH

 

 

UNIMED CURITIBA: Cooperativa figura entre as 100 maiores do Paraná

A Unimed Curitiba, maior cooperativa de saúde do Paraná, alcançou a 28ª posição entre as 100 maiores do Paraná e a 67ª colocação entre as 500 Maiores Empresas do Sul, segundo o tradicional ranking divulgado pelo Grupo Amanhã e PwC Brasil. O levantamento de 2021 com os resultados das empresas sediadas no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – baseado nos balanços de 2020 – foi divulgado em evento online na noite do dia 18 de novembro e revelou o desempenho da cooperativa curitibana nesse que é o mais importante ranking da região Sul do Brasil.

Dever cumprido - “Estamos perto de encerrar 2021, um ano desafiador em que a cooperativa completou 50 anos, e alcançar essa conquista nesse momento traz uma sensação de dever cumprido. As posições que atingimos reforçam a confiança em nosso trabalho diário de cuidado da saúde, o qual fazemos com dedicação para assegurar o bem-estar e a segurança dos clientes, colaboradores e médicos cooperados em meio a uma pandemia. Esse resultado traz ânimo para seguirmos em frente e disposição para darmos continuidade à forma como temos trabalhado”, afirma Rached Hajar Traya, diretor presidente da Unimed Curitiba.

Ranking - A operadora de planos de saúde figura na lista com destaque na área de saúde e está no ranking ao lado de outras cooperativas que, em sua maior parte, atuam no setor agro. Entre as maiores do Paraná, por exemplo, estão Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Copacol, Agrária, Castrolanda, Integrada, Frísia, Frimesa, Coopavel, Unimed Curitiba, Coasul, Copagril, Capal, Credicoamo, Unimed Londrina e Unimed Maringá. (Imprensa Unimed Curitiba)

Confira o ranking completo clicando aqui.

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UNIMED PONTA GROSSA I: Cooperativa leva prêmios de Comunicação da Unimed Brasil

unimed ponta grossa I 24 11 2021A noite de segunda-feira (22/11) foi de conquistas para a Unimed Ponta Grossa, especialmente para a equipe de Marketing e Comunicação.

Prêmio - Em uma live transmitida para todas as Unimeds do país, a Unimed Brasil revelou os ganhadores da edição 2021 do Prêmio Nacional de Marketing e Comunicação. Entre as Unimed brasileiras de médio porte (até 100 mil beneficiários), a cooperativa ponta-grossense garantiu três prêmios.

Ouro - O ouro veio na categoria Ações com o Colaborador, com a campanha Heróis do Cuidado, voltada ao público interno. Iniciada em 2020 e encerrada recentemente, a campanha contou com várias ações coordenadas com foco no fortalecimento da gestão de pessoas. Teve o objetivo de suportar a cultura e o clima organizacional, garantindo aos colaboradores e cooperados condições físicas e mentais para o trabalho, primando pela informação, segurança, saúde, acolhimento e valorização.

Pandemia - Para Sandri Anderson Gonçalves, gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Ponta Grossa, a pandemia afetou duramente as rotinas internas, especialmente no Hospital Geral Unimed e Laboratório. “Para apoiar e integrar as ações de engajamento e valorização com colaboradores, criamos a "Heróis do Cuidado" para sustentar a gestão de crise do coronavírus, sendo fundamental para mantermos nossos colaboradores engajados, na sua principal missão: cuidar das pessoas”.

Bronze - A Unimed Ponta Grossa ainda garantiu dois bronzes. Na categoria ações com o Cliente e/ou Sociedade, o reconhecimento foi para o Mês do Cliente, realizado em 2019, que contou com um estande itinerante nas unidades de uma rede de supermercados parceira. O objetivo foi estimular a alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas. Ao todo, mais de 6.700 pessoas participaram da ação.

Campanha publicitária - Já na categoria Campanha Publicitária, a recente parceria da cooperativa com o Parque Vila Velha também foi contemplada.

Satisfação - “O Sistema Unimed produz projetos, ações e campanhas muito ricos do ponto de vista de comunicação, mobilização e humanização. E sermos agraciados com esses reconhecimentos, traz uma satisfação imensa para Unimed Ponta Grossa e a todo time de marketing e comunicação”, destaca Sandri.

Sobre o prêmio - A iniciativa da Unimed do Brasil tem a finalidade de reconhecer as boas práticas de Comunicação e Marketing das cooperativas, bem como compartilhar e disseminar as estratégias, possibilitando que sejam replicadas nacionalmente.

Critérios - Os critérios de avaliação envolvem aplicação correta das diretrizes de marca, conceito criativo, estratégia e contextualização e resultados alcançados. O corpo de jurados era composto por profissionais do mercado de marketing e comunicação e do sistema cooperativista. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

UNIMED PONTA GROSSA II: Primeira mensalidade é grátis na Green Friday

A Unimed Ponta Grossa promove, nos dias 25, 26 e 27 de novembro, a Green Friday. A promoção contempla a primeira mensalidade grátis, além de carência zero em consultas e exames laboratoriais, para todos os contratos que forem fechados durante esses três dias. As condições são válidas para todos os tipos de planos comercializados pela cooperativa médica, tanto os individuais e familiares, quanto os empresariais.

Horário especial - A equipe comercial da Unimed Ponta Grossa irá trabalhar em horário especial na quinta e na sexta até as 20h, na rua General Carneiro, 873. O plantão de vendas acontece também no sábado, no mesmo endereço, das 8h às 15h.

Consultores de vendas - “Serão 12 consultores de vendas preparados para prestar todas as informações e oferecer aos nossos clientes o produto que melhor se adequa às suas necessidades, com todas as vantagens de ser Unimed. Quem trabalha em horário comercial, poderá vir até à nossa sede no horário de almoço, no final da tarde, aproveitar o sábado ou ao longo do dia”, explica Glória Martins, gerente de Mercado.

Parceiras - Além dos consultores de vendas, as equipes comerciais parceiras, como ETH Representações e ACIPG, também estarão de plantão na sede da cooperativa para agilizar os processos de contratualização.

Suporte - Os clientes poderão contar com os times de suporte e realizar as entrevistas e declarações de saúde. O intuito é que já seja possível receber o cartão do plano no mesmo dia.

Outros benefícios - Glória reforça que o cliente pode contar com outros benefícios além do plano de saúde. “Todos os produtos comercializados pela Unimed Ponta Grossa oferecem seguro de vida e auxílio funeral e Unimed Fone, um serviço de orientação médica por telefone, que é gratuito, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana”. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

SERVIÇO

Green Friday Unimed Ponta Grossa

Data: 25, 26 e 27 de novembro

Endereço: Rua General Carneiro, 873 – Centro – Ponta Grossa

Horário: 8h às 20h (25 e 26/11) e 8h às 15h (27/11)

Site: unimedpg.com.br/greenfriday

SICREDI: Parceria internacional é realizada para financiar empreendimentos femininos

sicredi 24 11 2021O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de cinco milhões de associados e presença em 25 estados e no Distrito Federal - buscou recursos fora do país destinados a micro, pequenas e médias empresas brasileiras lideradas por mulheres. Com linha de crédito de US$ 80 milhões (cerca de R$ 438 milhões), a iniciativa inclui o fator gênero como critério para o uso dos recursos, assim como outros fatores sociais e ambientais.

DEG - O acordo de parceria foi firmado junto à DEG, Instituição de desenvolvimento financeiro alemã, subsidiária do Banco de Desenvolvimento Alemão (KFW), e à agência de fomento francesa Proparco subsidiária do Banco de Desenvolvimento Francês (AFD), instituições financeiras de desenvolvimento (DFIs sigla em inglês) que possuem o objetivo de prover financiamento e capital de longo prazo a empresas privadas em países emergentes e em desenvolvimento.

Destinação - O financiamento será destinado para aquelas empresas com faturamento anual de até R$ 6 milhões e que tenham mulheres como donas ou sócias detendo mais de 50% do capital social. Os recursos estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de novembro às associadas ao Sicredi.

Relevante - “Essa captação é muito relevante, pois, além de ser a primeira internacional com viés social realizada pelo Sicredi, inaugura a parceria com duas importantes instituições, que realizam um trabalho já reconhecido em fomentar o crescimento em países emergentes. A partir disso, aumentamos nossa capacidade de apoiar os pequenos e médios empreendimentos liderados por mulheres no Brasil”, contextualiza o superintendente de Tesouraria do Sicredi, Alexandre Barbosa.

Orgulho - “DEG e Proparco têm o prazer de trabalhar com um parceiro como o Sicredi. Nós, como DFIs europeias, estamos orgulhosos em concluir uma parceria ambiciosa com um importante ator do setor. Ao fornecer um instrumento direcionado ao impacto social a um renomado participante do mercado na maior e mais populosa economia da América Latina, DEG e Proparco demonstram seu compromisso em promover o financiamento voltado pequenas e médias empresas lideradas por mulheres, reduzindo a desigualdade de gênero, fomentando a economia inclusiva bem como a criação de mais e melhores empregos, e contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, comenta a diretora de Instituições Financeiras para a América Latina da DEG, Gudrun Busch.

Participação em desafio global - Por meio da parceria, o Sicredi também passou a contribuir com o 2X Challenge – Finance for Women, desafio global lançado pelas instituições financeiras de desenvolvimento do G7 e que possui o objetivo de destinar recursos à geração de oportunidades de empreendedorismo e liderança a mulheres em países emergentes. A linha de crédito da instituição financeira cooperativa foi aprovada como elegível ao desafio, que busca destinar mais de USD 15 bilhões em novos financiamentos para as mulheres empreendedoras entre 2021 e 2022.

ODS - Integrante do Pacto Global proposto pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU), o Sicredi é comprometido com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Na operação de fomento ao empreendedorismo feminino está sendo atendido o objetivo número 5, que trata sobre Igualdade de Gênero.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTO: Startup Stock Photos / Pixabay

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Cooperativa tem participação expressiva na Semana Enef

O Sicredi está conectado com as comunidades para a geração de desenvolvimento e renda. Por isso, é tão importante transmitir conhecimento com ações de educação financeira voltadas para todas as idades, que contam com a colaboração fundamental dos voluntários. Na Semana Enef, essa parceria teve a participação ativa de 314 colaboradores da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. Ao longo dos sete dias, foram eles que levaram conteúdos sobre o tema nas regiões noroeste e oeste do Paraná, na capital paulista e na região do ABCD, áreas de atuação da cooperativa, e impactaram, juntos, mais de 10 mil pessoas.

Oficinas - Nas cerca de 400 oficinas gratuitas sobre educação financeira, os voluntários trataram sobre planejamento do orçamento, controle de gastos e crédito consciente, com linguagem adaptada para cada perfil. Para isso, contaram com treinamento especializado oferecido pelo Sicredi, com base no programa Cooperação na Ponta do Lápis. Essas ações de educação financeira integram o que o Sicredi acredita ser um ciclo virtuoso do cooperativismo de crédito com benefícios diretos aos associados e para o fomento do desenvolvimento regional.

Bem para a alma - “Ser voluntário faz bem a nossa alma! Estar na escola que estudei durante a minha infância me fez voltar no tempo e, por alguns instantes, me vi ainda criança sentada naquelas cadeiras. Olhos se encheram de lágrimas e o coração de gratidão pela oportunidade de agora poder estar lá ensinando”, comenta Simone Angeli Salvetti, gerente de negócios de Ubiratã (PR).

Agregação de valores - Para os voluntários, participar da ação proporciona não somente transmitir conhecimento, mas também agregar valores. “A sensação da troca é incrível quando se trata da experiência de aprendizado entre pessoas. É muito gratificante passar um pouco do que sabemos sobre educação financeira e ainda aprender com a turma sobre o assunto”, destaca José Carlos Romão Filho, gerente de negócios da agência da Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

Propósito - Para o Sicredi, trabalhar diariamente para a fazer a diferença na vida das pessoas está alinhado ao propósito da instituição financeira cooperativa de construir uma sociedade mais próspera. “Essas ações voluntárias dos nossos colaboradores mostram protagonismo na sociedade e o quanto queremos proporcionar a diferenciação para os associados. Agradeço a todos pelo empenho e dedicação”, enaltece o diretor executivo, Moacir Niehues.

Alegria - O presidente, Jaime Basso, reforça a alegria em contar com a participação dos colaboradores. “Os voluntários levaram a cooperativa a estar entre as principais instituições financeiras a fazer esse trabalho, de forma criativa e lúdica de levar informação. Parabéns e que continuemos fazendo a diferença em tudo o que realizamos no dia a dia. Fazer o bem faz bem”.

Semana Enef - A 8ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), teve como tema “Planejamento, Poupança e Crédito Consciente: O PLA-POU-CRÉ e a sua saúde financeira” e foi realizada de 8 e 14 de novembro em todo o Brasil.

Mais - Para saber mais sobre as ações do Sicredi em todo o Brasil, acesse: www.sicredi.com.br/site/napontadolapis/

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 33 anos de história, mais de 173 mil associados e 96 espaços de atendimento. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados e no Distrito Federal, com mais de 2100 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Consórcio atrai produtores rurais

sicredi uniao 24 11 2021Máquinas e equipamentos agrícolas, carros, caminhões, tratores, embarcações, aviões, drones, equipamentos de energia sustentável, terrenos, imóveis e até serviços. Esses são alguns dos bens que podem ser adquiridos por meio do consórcio agro da Sicredi União PR/SP. A carteira agro da cooperativa soma R$ 250 milhões em créditos de consórcio, em mais de 3 mil cotas.

Trator- O associado César Luis Vellini, produtor rural no município de Jardim Olinda (PR), comprou um trator por meio do consórcio agro. O veículo, no valor de mais de R$ 170 mil, agilizou o plantio da soja. “Fomos sorteados neste ano, dois meses antes de começar o plantio da soja, então compramos mais um trator. Ajudou muito, pois conseguimos adiantar o plantio”, conta. “Todo mundo deveria fazer um consórcio agro. É como uma poupança, quando menos se espera, surge um crédito para realizar algo que está precisando na fazenda. E com taxas mais acessíveis do que financiamento”, acrescenta o produtor.

Economia - Como não tem juros, o consórcio é uma forma econômica de adquirir bens, explica a assessora de Consórcio, Tatiane Silva. “Há apenas uma taxa de administração que é dividida pelo prazo total do grupo que o associado escolher. Como não tem juros, ele se torna a maneira mais econômica para adquirir bens ou serviços, uma vez que a taxa de administração é bem menor e mais atrativa se comparada aos juros de um financiamento”, explica.

Taxa de administração - A taxa de administração varia com o produto escolhido e é referente ao período todo: em cinco anos, oito anos ou até 15 anos no caso de imóveis. Já o prazo de pagamento varia de 36 a 200 meses, de acordo com o bem adquirido.

Outros benefícios - Há, ainda, outros benefícios de fazer um consórcio agro. “Não precisa dar entrada, o parcelamento é integral. Outra vantagem é que existem diversas faixas de valores e prazos, de acordo com a necessidade de cada produtor. Sem contar que o consorciado tem o poder de compra à vista, porque ele vai ter o crédito na mão para comprar o bem e vai pagar a prazo. Além disso, o consorciado tem a liberdade de escolha do bem, e pode ser um bem novo ou usado (com até dez anos de uso)”, detalha.

Antecipação - Não é necessário só contar com a sorte. Existe a possibilidade de antecipar a contemplação por meio de lance. Na Sicredi União PR/SP é possível utilizar até 25% do valor da cota do consórcio para pagar o lance.

Espaço - O consórcio é um produto que tem ganhado mais espaço no mercado, segundo Tatiane. “É uma maneira econômica e tem tudo a ver com planejamento financeiro. O sistema de consórcio se fortaleceu ainda mais, porque a pandemia fez com que as pessoas se preocupassem com o futuro, com o planejamento financeiro, e o consórcio tem tudo a ver com isso”, acrescenta a assessora.

Preocupação - O gerente de desenvolvimento agro, Vitor Pasquini, reforça a preocupação da cooperativa com o agronegócio. “Nós, do Sicredi, estamos sempre preocupados com o desenvolvimento do associado e do agro, por isso, prestamos um serviço de consultoria para identificar a necessidade dos associados e oferecer as melhores soluções financeiras. É o Sicredi fazendo agro pelo Brasil”.

Produto cooperativo - O consórcio é um produto cooperativo, pois os consorciados pagam as parcelas para que, a cada mês, alguns sejam contemplados e antecipem a realização dos sonhos. Para saber mais, procure uma agência da cooperativa. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Decisão chinesa é primeiro passo para derrubar veto à carne brasileira

comercio exterior 24 11 2021A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse, nessa terça-feira (23/11), que a decisão das autoridades alfandegárias da China de liberar a entrada no país de carne bovina brasileira que tenha recebido o aval sanitário chinês antes de 4 de setembro é o “primeiro passo” para a retomada integral das exportações do produto brasileiro.

Próximo passo - “O próximo passo é liberarmos a suspensão da carne brasileira daqui para frente. Então, estamos em andamento neste processo e eu espero que isto aconteça ainda no próximo mês”, declarou Tereza a jornalistas que a aguardavam na entrada do ministério, em Brasília.

Anúncio - Mais cedo, a China anunciou que aceitará os pedidos de importação da carne bovina brasileira que tenham obtido os necessários certificados sanitários antes de 4 de setembro. A decisão permite que parte da carga retida em portos chineses devido à suspeita, já descartada, de contaminação do produto comece a ser liberadas pela alfândega.

Suspensão - O Brasil suspendeu suas exportações de carne bovina para a China em 4 de setembro, após detectar dois casos atípicos de doença da vaca louca. Os casos foram considerados "atípicos" por serem de um tipo espontâneo da doença, não transmitido no rebanho.

OIE - De acordo com a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês), casos "atípicos" não oferecem riscos à saúde humana e animal e, em geral, são detectados em bovinos mais velhos. Ainda assim, o produto que importadores chineses já tinham adquirido e que já estava embarcado, a caminho da China, continuou sendo exportado, ficando retido na alfândega chinesa.

Liberação - “Foram casos atípicos. Tanto é que a autoridade mundial [a OIE] concluiu o caso rapidamente, liberando o Brasil. Todos os países-membros da OIE liberaram a carne brasileira, com exceção da China, que tem um protocolo diferente, razão pela qual o Brasil teve que suspender suas exportações. Mas só a China teve este problema, que está sendo superado”, comentou a ministra, garantindo não haver motivos para os consumidores brasileiros ou internacionais se preocuparem.

Processo técnico - “[A decisão chinesa é fruto de] um processo técnico que caminhou passo a passo”, acrescentou Tereza Cristina ao admitir que as negociações demoraram mais que ela esperava inicialmente. “Mas isto já alivia um pouco os exportadores brasileiros, pois havia muitos contêineres que já estavam embarcados, em alto-mar, ou já em alguns portos da própria China [quando o país decidiu interromper as importações]”, comentou a ministra, alegando que a situação gerou contratempos e prejuízos à pecuária brasileira, mas que o setor produtivo foi capaz de encontrar alternativas.

Prejuízo - “Não temos este prejuízo [calculado], mas houve sim um prejuízo. O [preço da] arroba caiu e muitas indústrias tiveram que dar férias [para seus funcionários]. Realmente, houve um prejuízo inicial, mas, agora, a arroba do boi já voltou a subir, pois houve aberturas [para outros mercados]. O setor se movimentou rapidamente e passou a exportar [mais, para outros destinos]. As plantas [industriais] que estavam habilitadas a exportar para os EUA, por exemplo, exportaram mais – motivando uma reação [contrária] dos produtores norte-americanos", disse.

Rússia - A ministra acrescentou que a Rússia anunciou uma nova cota global de importações. "Não é uma cota só para o Brasil, mas a qual o país poderá ter acesso e, com certeza, será um acesso grande, pois somos um grande exportador e já temos plantas [industriais] habilitadas [para vender para a Rússia]. Então, o setor mostrou que é forte e vai continuar exportando”, concluiu a ministra. (Agência Brasil)

FOTO: José Cruz / Agência Brasil

 

RELAÇÕES INTERNACIONAIS: Brasil terá 12 novos adidos agrícolas junto às representações diplomáticas no exterior

relacoes internacionais destaque 24 11 2021Doze adidos agrícolas se preparam para tomar posse em missões diplomáticas brasileiras no exterior. Desses, 11 irão substituir adidos em postos que já estavam estabelecidos. A cidade de Berlim, na Alemanha, por sua vez, contará pela primeira vez com um adido agrícola.

Decreto - O decreto com a designação foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado no Diário Oficial da União no dia 8 de novembro.

Treinamento - Os adidos agrícolas designados participam nesta semana do 2º módulo de treinamento de início de missão, com programação nos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e das Relações Exteriores e na Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Total - Com a posse dos novos adidos, o Brasil contará com 28 adidos agrícolas brasileiros junto às representações diplomáticas no exterior, conforme o Decreto Nº 10.519.

Missões - Os adidos desempenham missões permanentes de assessoramento junto às representações diplomáticas brasileiras no exterior. Têm o papel de identificar oportunidades, desafios e possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro. Para isso, têm interlocução com representantes dos setores público e privado, assim como interagem com relevantes formadores de opinião, na sociedade civil, imprensa e academia.

Agentes - De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, os adidos agrícolas têm sido amplamente reconhecidos como agentes para maior inserção da agropecuária brasileira nos mercados onde estão inseridos. A atuação dos adidos agrícolas em postos estratégicos tem papel importante no desempenho favorável nas negociações de acordos internacionais de comércio, na superação de barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias ao comércio e na promoção do agro brasileiro nas missões oficiais.

Duração - A duração da missão de assessoramento em assuntos agrícolas poderá chegar a quatro anos consecutivos, não prorrogáveis, contados da data de apresentação do adido agrícola à representação diplomática para a qual tiver sido designado.

Seleção - O processo seletivo dos novos adidos iniciou em junho. Entre os requisitos para concorrer ao cargo estão: ser servidor do quadro de pessoal efetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e estar em exercício no Mapa ou em uma de suas entidades vinculadas. Também deve ter, no mínimo, quatro anos de exercício no Ministério ou em entidade vinculada ao órgão, nos últimos dez anos.

Mais requisitos - Além disso, o candidato deve ser brasileiro nato ou naturalizado e ser servidor público federal ou empregado do quadro permanente de empresa pública federal ou de sociedade de economia mista há no mínimo dez anos. Outros requisitos são: atestar proficiência em idioma estrangeiro, conforme o edital, e diploma de nível superior completo, no grau de bacharel ou equivalente, fornecido por instituição reconhecida pelo MEC.

Relação - Confira a relação dos novos adidos agrícolas:

ANA CAROLINA MIRANDA LAMY, na Embaixada do Brasil em Bangkok, Reino da Tailândia;

EDUARDO SAMPAIO MARQUES, na Embaixada do Brasil em Berlim, República Federal da Alemanha;

ANDREA CLAUDIA PARRILLA, na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, República Argentina;

ADRIANE REIS CRUVINEL, na Embaixada do Brasil na Cidade do México, Estados Unidos Mexicanos;

JULIANO VIEIRA, na Embaixada do Brasil em Hanói, República Socialista do Vietnã;

BRUNO CAVALHEIRO BREITENBACH, na Embaixada do Brasil em Jacarta, República da Indonésia;

ÂNGELO DE QUEIROZ MAURÍCIO, na Embaixada do Brasil em Nova Delhi, República da Índia;

CARLOS GOULART, na Embaixada do Brasil em Pequim, República Popular da China;

CARLOS VITOR MULLER, na Embaixada do Brasil em Pretória, República da África do Sul;

ADRIANO PERRELLI PESTANA DE CASTRO, na Embaixada do Brasil em Riade, Reino da Arábia Saudita;

RICARDO ZANATTA MACHADO, na Embaixada do Brasil em Seul, República da Coreia; e

MARCO AURÉLIO PAVARINO, na Embaixada do Brasil em Tóquio, Japão. (Mapa)

FOTO: iStock / Mapa

 

relacoes internacionai quadro 24 11 2021

 

LEGISLATIVO I: Comissão externa do Manual de Crédito Rural vai receber sugestões para relatório final

legislativo I 24 11 2021O coordenador da comissão externa da Câmara dos Deputados destinada à revisão do Manual de Crédito Rural (MCR), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), informou nessa terça-feira (23/11) que até o dia 6 de dezembro vai receber sugestões para o relatório final, que será colocado em votação no dia 15 seguinte.

Primeira versão - A primeira versão do relatório deverá ser divulgada até esta quarta (24/11). Poderão propor mudanças, além dos deputados, os setores ligados diretamente ao assunto, como o Ministério da Economia, Banco Central, associação de produtores rurais e entidades do sistema financeiro.

Propostas - Durante reunião da comissão, Goergen afirmou que o relatório condensa propostas apresentadas nas 13 reuniões técnicas organizadas pelo colegiado, que conta com 12 membros. “Tudo que está aqui [no relatório] chegou até a comissão a partir das reuniões”, disse.

Recomendações e propostas - O relatório deverá trazer recomendações para o Poder Executivo - responsável pela regulamentação do crédito rural - e propostas legislativas para serem votadas na Câmara e no Senado. A comissão externa foi criada a partir de proposta do deputado.

Complexidade - O MCR é o documento que consolida os diversos normativos sobre crédito rural aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Goergen alega que o manual foi ganhando complexidade ao longo dos anos, dificultando a concessão do crédito e reduzindo o interesse das instituições financeiras em operar financiamentos rurais.

Versão atual - A versão atual do MCR tem 292 páginas. O documento trata de assuntos como os agentes que podem contratar o crédito rural, os tipos de operação, os encargos financeiros e os instrumentos que podem ser utilizados para representar operações de crédito rural (como Cédulas de Crédito Rural e Cédulas de Crédito Bancário). Também traz normas sobre renegociação de débitos.

Contratos assinados - De acordo com o Banco Central, foram assinados no ano passado 1,9 milhão de contratos de crédito rural, que somaram R$ 205,9 bilhões. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Reila Maria / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Projeto que exclui tributos nos repasses de cooperativas de prestação de serviço está na pauta do Plenário

legislativo II 24 11 2021O Plenário do Senado pode votar nesta quinta-feira (25/11) projeto que permite que as cooperativas de prestação de serviços de representação comercial excluam da base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) os valores repassados aos seus cooperados em decorrência de serviços prestados em nome da cooperativa.

Segurança jurídica - A proposta (PL 4.726/2020), do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, visa conferir segurança jurídica às cooperativas de representação comercial, garantindo isonomia tributária com outras modalidades de cooperativas.

Tributação lesiva- Para Pacheco, a cobrança de PIS/Pasep e Cofins dos valores repassados aos cooperados pessoas físicas tem “histórico legislativo bastante complexo, além de uma jurisprudência instável”. O senador entende que essa tributação é lesiva à economia como um todo ao prejudicar a realização de negócios e a geração de postos de trabalho.

Energia - Também deve ser votado o projeto que institui o marco legal da microgeração e da minigeração distribuída, modalidade que permite aos consumidores produzirem a própria energia a partir de fontes renováveis, como solar fotovoltaica, eólica, centrais hidrelétricas e biomassa.

Sistema e programa - O PL 5829/2019, de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), também estabelece o Sistema de Compensação de Energia  Elétrica  (SCEE) e o Programa  de  Energia  Renovável  Social (Pers).

Substitutivo - Aprovado na Câmara dos Deputados no último dia 18, o texto é o substitutivo do relator, deputado Lafayette de Andrada (Republicanos–MG), e estipula uma transição para a cobrança de encargos e tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte dos micro e minigeradores de energia elétrica.

Pezinho - Outro item da pauta é o projeto que amplia o alcance do teste do pezinho (PL 3.681/2021). O texto modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069, de 1990), para incluir no rol do teste do pezinho doenças como distrofias musculares e outras enfermidades neuromusculares.

Autoria - O projeto é de autoria da senadora Mara Gabrili (PSDB-SP) e relatado pela senadora Nilda Gondim (MDB-PB). Mara aponta que é importante que os testes de rastreamento sejam realizados também para a detecção de distrofias musculares, como as de Duchenne e de Becker, bem como para outras doenças neuromusculares como a atrofia muscular espinhal, recentemente inserida no rastreamento. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

LEGISLATIVO III: Relator amplia em R$ 73 bi as receitas ao Orçamento 2022, mas alerta para aumento da inflação

legislativo III 24 11 2021O relator da receita do Orçamento Geral da União de 2022, senador Oriovisto Guimarães, apresentou relatório em que reestima as receitas, com um acréscimo de R$ 72,6 bilhões. Desse total, R$ 49 bilhões devem ficar com a União após a repartição constitucional e legal de receitas com estados e municípios. Com isso, a receita total sobe de 20,8% do PIB para 21,3% do PIB, e a receita líquida, de 17% do PIB para 17,2% do PIB. A Comissão Mista de Orçamento pode votar o parecer em reunião extraordinária nesta quarta-feira (24/11), às 14 horas.

Alerta - O relator da receita alerta para o aumento da inflação, que deve elevar as despesas indexadas pelo salário mínimo, incluindo benefícios assistenciais e previdenciários. O INPC de 2021, antes projetado em 6,2%, está sendo revisto para 10%. A inflação também tem impacto no teto de gastos. O IPCA de 2021, que define o tamanho das despesas sujeitas ao teto em 2022, subiu de 5,9%, na proposta orçamentária, para 9,7%, na última estimativa do Ministério da Economia.

Crescimento - Oriovisto Guimarães observa que os números não são definitivos, e a receita poderá ser reatualizada depois da aprovação dos relatórios setoriais do Orçamento, que, segundo o cronograma de tramitação, deve ocorrer até 2 de dezembro. O relator recomenda cautela na estimativa de receitas, porque as projeções de crescimento do PIB ainda podem mudar.

Redução - A expectativa de crescimento do PIB foi recentemente reduzida de 2,5% para 2,1% em 2022, segundo o Ministério da Economia. Já o mercado prevê um aumento de 0,93%.

Privatização e reforma - Além da alta da inflação e da frustração no crescimento do PIB esperado pelo governo, outros fatores podem provocar uma nova revisão das receitas, como os questionamentos na Justiça sobre a privatização da Eletrobrás. O senador recomenda que o projeto de lei orçamentária não utilize receitas de concessões esperadas com a privatização da Eletrobrás.

Imposto de Renda- Também está indefinida a votação no Senado da reforma do Imposto de Renda (PL 2337/21), que tem potencial de diminuir a arrecadação em R$ 42,6 bilhões para a União em 2022. O impacto já estava previsto no Orçamento do ano que vem.

Desoneração - O relatório ainda observa que a desoneração dos 17 setores que mais utilizam mão de obra (PL 2541/21), aprovada recentemente pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, pode gerar despesas que vão afetar o teto de gastos.

Precatórios - Além disso, o Senado Federal analisa a PEC dos Precatórios (PEC 23/21), que muda o cálculo de correção do teto de gastos e pode abrir espaço para aumentar as despesas discricionárias. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Depositphotos

 

LEGISLATIVO IV: Senado confirma medida que recriou o Ministério do Trabalho e Previdência

 

legislativo IV 23 11 2021O Plenário do Senado aprovou nessa terça-feira (23/11), em votação simbólica, o PLV 25/2021, projeto de lei de conversão da Medida Provisória (MP) 1.058/2021, que recriou o Ministério do Trabalho e Previdência. O Senado, onde o relator da matéria foi Chiquinho Feitosa (DEM-CE), aprovou o mesmo texto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados. O projeto segue agora para a sanção do presidente da República.

 

Emendas de mérito - “O PLV trouxe algumas emendas de mérito [apresentadas na Câmara], tais como: foi atribuído ao ministério definir as hipóteses de substituição de exame pericial presencial por exame remoto e as condições e limitações para sua realização; foi designada ao ministério a tarefa de fiscalizar a concessão de bolsas de qualificação profissional pelas empresas; foi prevista a redistribuição para o ministério dos servidores lotados no Conselho de Recursos do Seguro Social; foi alterada a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] para instituir o Domicílio Eletrônico Trabalhista, o qual permite a intimação eletrônica do empregador em processos administrativos de fiscalização do trabalho”, ressaltou Chiquinho Feitosa, que votou pela aprovação do texto que veio da Câmara.

 

Rejeitada - Uma emenda apresentada pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), que tinha o objetivo de recriar secretarias e conselhos do ministério não abrangidos pelo PLV, foi rejeitada por 55 votos a 11.

 

Editada - Essa medida provisória foi editada no final de julho pelo presidente Jair Bolsonaro para recriar o Ministério do Trabalho e Previdência. O ministro é Onyx Lorenzoni, nomeado na ocasião. Criado em 1930, o Ministério do Trabalho havia sido incorporado ao Ministério da Economia no começo do governo de Bolsonaro. A MP estabeleceu a transferência de determinadas competências e determinados órgãos da pasta chefiada por Paulo Guedes (o Ministério da Economia) para o novo Ministério do Trabalho e Previdência.

 

Transferência - O texto permitiu a transferência de pessoal para a nova pasta e a transformação de cargos em comissão e funções de confiança. O novo ministério é responsável por áreas como previdência; política e diretrizes para geração de emprego e renda; política salarial; e fiscalização do trabalho. Entre os órgãos que compõem a pasta, estão o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O FGTS reúne o patrimônio dos trabalhadores brasileiros e tem ativos de cerca de R$ 583 bilhões; e o FAT, que é responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial, conta com aproximadamente R$ 86 bilhões em caixa.

 

Previdência complementar - O Ministério do Trabalho e Previdência cuida ainda da previdência complementar. A partir da MP, o Executivo passou a contar com 17 ministérios na estrutura federal.

 

Modificada - Na Câmara dos Deputados, a MP 1.058/2021 foi modificada e, assim, transformada no PLV 25/2021, agora também aprovado pelos senadores. O PLV acrescentou a previsão de transferência da Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para a pasta do Turismo, além de outras mudanças.

 

Domicílio Eletrônico - Na Câmara, o relator foi o deputado federal José Nelto (Podemos-GO), que retomou um tema da antiga MP 905/2019, criando o Domicílio Eletrônico Trabalhista, para permitir ao Ministério do Trabalho notificar o empregador, por comunicação eletrônica, sobre atos administrativos, ações fiscais, intimações e avisos em geral. Com esse mecanismo, que dispensará a publicação no Diário Oficial e o envio por via postal, o empregador também poderá enviar documentação eletrônica exigida em ações fiscais ou apresentar defesa e recurso no âmbito de processos administrativos. Deverá ser usada certificação digital ou código de acesso com requisitos de validade.

 

Substituição - De acordo com o texto aprovado, caberá ao ministério a possibilidade de definir as hipóteses de substituição de exame pericial presencial por exame remoto, assim como as condições e as limitações para sua realização. Caberá ao presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) julgar processos administrativos disciplinares e aplicar penalidades de servidores vinculados à autarquia, inclusive nas hipóteses de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.

 

Carreiras - As carreiras de perito médico federal, perito médico da Previdência Social e supervisor médico-pericial voltarão também para a nova pasta. De acordo com o texto, até 31 de dezembro de 2022, outros órgãos não podem recusar requisições de servidores para o novo ministério. O PLV reincluiu no ministério servidores do antigo Conselho de Recursos do Seguro Social que atuavam nesse órgão até dezembro de 2018.

 

Seguro-desemprego - Outra mudança específica, na Lei do Seguro-Desemprego, que o novo ministério fiscalizará o pagamento, pelas empresas, da bolsa de qualificação profissional ao trabalhador que estiver com o contrato de trabalho suspenso para participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador. Essa bolsa é paga com recursos do FAT.

 

Sistema S - O PLV também determina que os serviços nacionais de aprendizagem (Sistema S) ou entidades qualificadas em formação técnico-profissional deverão prestar informações ao ministério sobre o pagamento da bolsa de qualificação, ainda que no âmbito de programas instituídos para promover a manutenção de empregos ou a qualificação de trabalhadores.

 

Cultura - Quanto à Secretaria Especial de Cultura, ela passará a fazer parte da estrutura do Ministério do Turismo, ao qual caberá definir a política nacional de cultura, regular direitos autorais, proteger o patrimônio histórico, artístico e cultural e formular políticas para o setor de museus, por exemplo. A pasta cuidará dos conselhos do setor e terá mais seis secretarias além daquelas já existentes.

 

Priorização - “A (re)criação do Ministério do Trabalho e Previdência veio no sentido de dar a necessária priorização de políticas públicas de geração de emprego e renda. Ao caminharmos para uma nova realidade proporcionada pelo controle da pandemia e a consequente normalização das nossas relações sociais e econômicas, a questão do emprego torna-se a principal preocupação da sociedade brasileira. No trimestre móvel encerrado em agosto, havia 13,2% de desemprego, o que corresponde a 13,7 milhões de pessoas da população economicamente ativa”, afirma Chiquinho Feitosa em seu relatório. 

 

Equívoco - O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que o governo Bolsonaro cometeu um equívoco no início de sua gestão ao extinguir o Ministério do Trabalho. “E que bom que voltou atrás. Para mim, devia voltar, inclusive, o Ministério da Indústria e Comércio, pela importância, porque são duas fontes geradoras de emprego. Que bom que o governo voltou atrás”, disse Paim, que reiterou a importância do Ministério do Trabalho e Previdência.

 

Outras instâncias - Por sua vez, o senador Paulo Rocha (PT-PA) defendeu a recriação de outras instâncias dentro do Ministério do Trabalho e Previdência, mas sua emenda foi rejeitada pelo relator e pelo Plenário do Senado. Apesar disso, Paulo Rocha votou a favor do PLV, destacando a grande importância da pasta recriada.

 

Recuperação - “É fundamental recuperar uma estrutura de Estado que, por equívocos, foi sendo desconsertada à medida que se vai juntando ministérios, com a justificativa de reduzir os custos operacionais de governo, mas que, na verdade, vai desorganizando a própria sociedade, ainda mais num momento em que o trabalho, cada vez mais, está sendo modificado com a modernização, com a tecnologia e, agora, com o trabalho virtual, além das relações que vão se construindo de produção, como as cooperativas, como a economia solidária. Tudo isso faz parte de um ministério que organiza, que fiscaliza, que direciona, que disciplina esse tipo de relação importante. Ainda bem que veio a medida provisória para recuperar o Ministério do Trabalho”, disse Paulo Rocha. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara de Notícias)

 

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

INFRAESTRUTURA: Governo solicita ao Ibama a Licença Prévia Ambiental da Nova Ferroeste

 

infraestrutura 24 11 2021Foram 11 meses de atividades em diversas frentes até reunir os dados contidos em um relatório com mais de 3 mil páginas. Nessa terça-feira (23/11), a Secretaria de Infraestrutura e Logística protocolou no site do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da Nova Ferroeste. Essa é uma das etapas do pedido de Licença Prévia do empreendimento.

 

Cerimônia - Durante uma breve cerimônia com representantes das secretarias envolvidas no Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário, o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, destacou a velocidade e qualidade do estudo. “Foi um grande desafio entregar esse EIA em menos de um ano. É mais um passo rumo à finalização do projeto”, disse.

 

Participantes - Participaram da reunião o superintendente do Paranacidade, Álvaro Cabrini, o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves, o gerente da Fiep, João Arthur Mohr, o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes, e o secretário João Carlos Ortega, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, que fez a contratação e gestão do contrato para a realização do EIA.

 

Marco - “Foi um contrato grande e complexo, ficamos felizes em poder contribuir para formação de um novo Paraná que vai surgir com essa estrada de ferro”, destacou Ortega. “Esse é um marco de divisão, teremos um outro Paraná com o ganho logístico a partir da nova ferrovia. O Estado será mais ágil no transporte dos nossos produtos e dessa maneira promover desenvolvimento”.

 

Estudo - O estudo foi conduzido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), contratada pelo governo estadual para executar as atividades. O licenciamento ambiental envolve órgãos federais como Ibama, Funai, Incra, Iphan e estaduais, como Instituto Água e Terra (IAT).

 

Levantamento - Uma equipe de 150 profissionais percorreu quase 1.280 quilômetros para levantar informações sobre a flora, os meios físicos e geológicos, e avaliar a qualidade da água nas bacias hidrográficas e do ar ao longo do traçado. Dados referentes a ruído, formação das cavernas, bem como a vida existente nestes lugares, foram catalogados. As condições sociais de boa parte das cidades impactadas pelos futuros trilhos também estão no estudo, assim como uma análise da comunidade quilombola em Guaíra (Oeste) e da Terra Indígena Rio das Cobras em Nova Laranjeiras (Centro-Sul).

 

Desafio - “A extensão do empreendimento foi um grande desafio para as equipes, porque tivemos que estudar uma quantidade de ambientes muito diversos tanto no Paraná, quanto no Mato Grosso do Sul. Tivemos desde a Serra do Mar, a planície litorânea e até um pedacinho de cerrado”, afirmou o coordenador geral do EIA/RIMA, Daniel Macedo Neto.

 

Fauna - Durante o estudo de fauna, os biólogos percorreram oito pontos do traçado onde há a maior cobertura verde. Nas quatro estações eles registraram e capturaram animais de inúmeras espécies, inclusive com o registro histórico de uma anta. Todos esses dados estão contidas no EIA. “A Serra do Mar se destacou nesse processo por ter uma cobertura vegetal muito bem conservada. As informações de cada uma das regiões vão ajudar a definir as medidas para evitar, mitigar ou compensar o impacto ambiental da construção dos trilhos”, explicou Neto.

 

Sustentabilidade - O Governo do Estado pretende promover o desenvolvimento sustentável, segundo Luiz Henrique Fagundes. "Por isso esse estudo é tão importante, para orientar diversas ações sociais e ambientais. Hoje iniciamos oficialmente o Licenciamento Ambiental da Nova Ferroeste. A meta é levar o projeto para o leilão com essa licença prévia já aprovada, dessa maneira conseguiremos atrair mais investidores porque isso agrega segurança jurídica para o empreendimento”, afirmou o coordenador do Plano Estadual Ferroviário.

 

Pré-análise - Agora, o Ibama fará uma pré-análise do estudo e deve abrir o prazo oficial para a chamada das audiências públicas que devem acontecer no início do próximo ano. Elas serão distribuídas ao longo do traçado para que a população possa participar, receber esclarecimentos sobre o empreendimento, tirar dúvidas, fazer críticas e trazer contribuições. Outra etapa será a vistoria, na qual técnicos do Ibama vão a campo em locais estratégicos para fazer a avaliação e finalizar a análise antes de publicar o parecer final.

 

Nova Ferroeste - A Nova Ferroeste vai ligar o Mato Grosso do Sul e o Litoral do Paraná por trilhos. A estrada de ferro vai ter 1.304 quilômetros de extensão, saindo de Maracaju (MS) com destino a Paranaguá. Um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel vai facilitar o escoamento de produtos vindos do Paraguai e da Argentina. “Para nos conectarmos com os outros países precisamos primeiro conectar o Paraná de ponta a ponta”, disse Sandro Alex.

 

Audiências públicas e leilão - A partir da conclusão do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica (EVTEA-J) e do Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) serão programadas as audiências públicas e a data do leilão, previsto para o segundo trimestre de 2022. A empresa ou consórcio vencedor vai executar a construção da Nova Ferroeste e explorar o trecho por 70 anos. O valor do investimento é de R$ 29,4 bilhões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

IPEA: Instituto revisa projeção da inflação medida pelo IPCA de 8,3% para 9,8% em 2021

 

ipea 24 11 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (24/11), a revisão da previsão para a inflação brasileira em 2021. A variação esperada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revista de 8,3% para 9,8%, enquanto a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) passou de 8,6% para 10,1%.

 

Bens livres e preços administrados - O aumento das projeções do IPCA veio de uma revisão mais intensa dos bens livres e dos preços administrados, com previsões que passaram de 7,9% e 12,9% para 10,3% e 15,6%, respectivamente. A inflação esperada para os alimentos e para os serviços livres também foram revisadas para cima, passando de 8,9% e 5,0% para 9,8% e 5,5%.

 

Mercado internacional

- O aumento expressivo dos preços das commodities no mercado internacional tem contribuído para a inflação no Brasil e em outras economias no mundo, mas há alguns fatores domésticos que explicam esta aceleração mais forte da inflação no país. Entre estes, está a estiagem verificada no país este ano, que gerou uma baixa histórica nos níveis dos reservatórios, levando a adoção da bandeira de escassez hídrica e de reajustes da bandeira vermelha para cobrir o custo mais elevado da energia produzida pelas termelétricas.

 

Fatores internos - Outros fatores internos que contribuíram para esta alta mais intensa foram a desvalorização cambial de 8,6% ao longo do ano e a contínua aceleração da inflação de bens industriais, mesmo em um contexto de deslocamento de parte da demanda de bens para os serviços.

 

2022 - Em relação às expectativas para o ano de 2022, mesmo diante de um cenário que prevê desaceleração da inflação em todos os segmentos, há uma perspectiva de que o descompasso entre a oferta e a demanda de matérias primas deva perdurar no primeiro trimestre. Além disso, é preciso considerar que o elevado nível da inflação corrente pode gerar algum tipo de inércia inflacionária nos reajustes do próximo ano. Com isso, as taxas projetadas para o IPCA e o INPC para 2022 foram revistas para cima, avançando de 4,1% e 3,9% para 4,9% e 4,6%, respectivamente.

 

Petróleo - Essa previsão de redução das taxas de inflação em 2022 está ancorada em estimativa de acomodação dos preços do petróleo, ainda que em patamar elevado, combinada ao aperto monetário em curso, com a elevação das taxas de juros, à baixa probabilidade de efeitos climáticos intensos e à projeção de um aumento de 7,8% da safra brasileira, que devem gerar uma pressão menor sobre combustíveis, energia elétrica e alimentos.

 

Riscos inflacionários - O texto ainda aponta que os riscos inflacionários para o ano que vem seguem associados a novos aumentos dos preços internacionais das commodities e à percepção de alguma fragilidade fiscal, além da instabilidade política, oriunda do processo eleitoral, com efeitos que podem desencadear um novo ciclo de desvalorização cambial no contexto interno. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

 

Leia a íntegra do estudo

 

CÂMBIO: Dólar encosta em R$ 5,61, pressionado por mercado externo

 

cambio 24 11 2021Pressionado pelo mercado externo, o dólar interrompeu a trégua e voltou a subir nessa terça-feira (23/11), encostando em R$ 5,61. A bolsa de valores recuperou-se das quedas recentes e fechou no maior nível em uma semana.

 

Cotação - O dólar comercial fechou esta terça-feira vendido a R$ 5,609, com valorização de R$ 0,015 (+0,27%). Exceto pelos primeiros minutos de negociação, a cotação operou em alta no resto da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 5,66, mas desacelerou durante a tarde, até fechar próxima da estabilidade.

 

Queda acumulada - Com o desempenho dessa terça, a moeda norte-americana acumula queda de 0,66% em novembro. No ano, a divisa tem valorização de 8,1%.

 

Ações - O mercado de ações teve um dia recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 103.654 pontos, com alta de 1,5%. O indicador foi impulsionado por ações de mineradoras, beneficiadas pela valorização do preço internacional do minério de ferro, e pela Petrobras. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 4,81% nesta terça. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 5,96%.

 

Contratos futuros - Apesar da decisão do governo norte-americano de queimar estoques para baratear a cotação internacional do petróleo, atualmente em torno de US$ 78 o barril, os contratos futuros registraram alta nessa terça-feira. Isso beneficiou as ações de petroleiras, como a Petrobras, que tem os papéis mais negociados na bolsa brasileira.

 

Maior alta diária - Em relação ao dólar, a moeda teve a maior alta diária em oito meses contra as principais divisas de países emergentes. A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) antecipe o aumento de juros por causa da recuperação da economia norte-americana pressionou as cotações em todo o planeta. As novas restrições contra a covid-19 postas em prática por diversos países europeus também contribuíram para piorar o clima no mercado internacional.

 

Desaceleração - No Brasil, o dólar só desacelerou nas horas finais de negociação após notícias de que o Senado está próximo de chegar a um acordo para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Apesar de o governo ter revisado para cima, de R$ 91,6 bilhões para R$ 106,1 bilhões, o impacto da PEC, os investidores consideram a proposta a saída menos ruim para aumentar os gastos públicos do que uma possível edição de um decreto de calamidade pública. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil tem 10,3 mil casos e 284 mortes em 24 horas

 

Em 24 horas, as autoridades brasileiras de saúde confirmaram 10.312 casos de covid-19 e 284 mortes decorrentes da doença. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nessa terça-feira (23/11).

 

Total - Com isso, o número de mortes provocadas pela pandemia chegou a 613.066. Ainda há 2.855 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

 

Casos - Com os novos casos registrados pelas autoridades, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia alcançou 22.030.182.

 

Acompanhamento - Ainda há 169.134 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até esta terça-feira, 21.247.982 pessoas se recuperaram da doença no país.

 

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

 

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (153.571), Rio de Janeiro (68.884), Minas Gerais (56.048), Paraná (40.754) e Rio Grande do Sul (35.983).

 

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.997), Roraima (2.042), Tocantins (3.912) e Sergipe (6.040). Não houve novas mortes desde segunda-feira (22/11) no Acre. (Agência Brasil)

 

 

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SAÚDE II: Paraná registra 994 novos casos e 29 óbitos pela Covid-19

 

saude II 24 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa terça-feira (23/11) mais 994 casos e 29 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.568.329 casos e 40.531 óbitos pela doença.

 

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (608), outubro (101), setembro, agosto (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de novembro (25) e outubro (1) de 2021; e dezembro (1), outubro (1) e agosto (1) de 2020.

 

Internados - 198 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 138 pacientes em leitos SUS (79 em UTI e 59 em leitos clínicos/enfermaria) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTI e 26 em leitos clínicos/enfermaria).

 

Exames - Há outros 803 pacientes internados, 470 em leitos UTI e 333 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 29 pacientes. São 14 mulheres e 15 homens, com idades que variam de 30 a 100 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de agosto de 2020 a 23 de novembro de 2021.

 

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (6), Ponta Grossa (3), Maringá (2), Londrina (2), Cascavel (2) e Apucarana (2).

 

Uma pessoa - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Ventania, Toledo, Santo Antônio do Paraíso, Santa Cruz de Monte Castelo, Salto do Lontra, Piraquara, Itambé, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Cafelândia e Almirante Tamandaré.

 

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.234 casos de residentes de fora do Estado, 223 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Confira o informe completo clicando AQUI.

 

Veja AQUI os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Estado distribui 474.345 doses de vacinas contra a Covid-19 para as 22 Regionais da Saúde

saude III 24 11 2021A Secretaria estadual da Saúde distribuiu, nessa terça-feira (23/11), mais 474.345 doses de vacinas contra a Covid-19 para as suas 22 Regionais no Estado. Os imunizantes contemplam adolescentes, trabalhadores da saúde, idosos e população em geral e são referentes a seis pautas de distribuição do Ministério da Saúde (da 63ª à 69ª). O envio está sendo feito por estradas.

Pfizer - Do total de doses, 465.876 são da Pfizer/BioNTech, das quais a maior parte – 317.340 doses – se destina à primeira aplicação em adolescentes de 12 a 17 anos. “Nesta nova distribuição, os adolescentes são os grandes beneficiados. São mais de 317 mil jovens que estão com a primeira dose já garantida, ajudando o Estado na redução da Covid-19”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

Reforço - Outras 10.344 doses são para reforço dos trabalhadores da saúde, 15.252 para reforço em idosos e 120.762 para segunda dose (D2) da população de 18 a 59 que iniciou o esquema vacinal nas remessas de números 42, 43, 48, 49, 50 e 51 (a partir de agosto). Complementam o quantitativo da Pfizer 2.178 para reposição de doses perdidas pelos municípios em função de variação da temperatura.

Mais - Na remessa que está sendo entregue há, também, 2.000 doses da vacina CoronaVac/Butantan, solicitadas pela 15ª Regional de Saúde (Maringá) para a segunda doses, e 7.405 vacinas da AstraZeneca para completar imunização.

Chegada - Os imunizantes desta nova distribuição chegaram ao Estado na sexta-feira (19/11) e nesta terça (23/11). Para o secretário Beto Preto, a agilidade no envio das remessas às Regionais ajuda os municípios a vacinarem mais rápido.

Vacinação - De acordo com os dados do Vacinômetro nacional, já foram aplicadas no Paraná 17.119.038 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.831.995 D1 e 7.489.837 D2 ou dose única. Além disso, o Estado também registra a aplicação de 54.035 doses adicionais (DA) e 743.171 doses de reforço (DR). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

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SAÚDE IV: Informe semanal da dengue registra 26 casos da doença no Paraná

saude IV 24 11 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa terça-feira (23/11) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 423 casos confirmados. São 26 casos a mais que o informe anterior. Os dados são do 14º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Registros - Até o momento, 77 municípios registraram casos da doença, sendo que 61 confirmaram casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.

Investigação - Há ainda 1.611 casos em investigação e 263 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 8.626 para 9.216. O Estado não registrou nenhum óbito neste período.

Dia Nacional - “No mês de novembro temos o Dia Nacional de Combate a Dengue, com o objetivo de mobilizar a população e o Poder Público para a realização de ações no combate ao vetor da doença. Mas esse cuidado deve ser feito em todo o ano, todos os dias. Dengue é uma doença febril grave, e que pode ser combatida com a ajuda de todos”, lembrou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Arquivo AEN

 


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