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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5205 | 26 de Novembro de 2021

PARANA.COOP+10 I: Ocepar retoma ações do Programa de Educação Política do cooperativismo

educacao politica I 26 11 2021Para buscar mais representatividade política e fortalecer a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o Sistema Ocepar vai retomar as ações do Programa de Educação Política (parana.coop+10). Lançado no período anterior às eleições de 2018, o projeto segue as premissas do programa desenvolvido pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e tem por objetivo fomentar a consciência, o engajamento e a participação política dos cooperativistas paranaenses. Para 2022, já estão sendo preparadas novas estratégias de atuação político-institucional. O cronograma de atividades e as ações do programa foram debatidos, na manhã de quinta-feira (25/11), durante o Fórum de Educação Política 2022. O evento online reuniu mais de 100 lideranças do Paraná, da OCB e das organizações estaduais do cooperativismo de Santa Catarina e do Mato Grosso do Sul.

Perspectivas e cenários - Promovido pelo Sistema Ocepar, o Fórum debateu perspectivas para o próximo ano. O doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), Humberto Dantas, apresentou o cenário político nacional para 2022. Já o doutor em Teoria Econômica pela USP, Juan Jensen, e o economista graduado na PUC-SP e mestre em Macroeconomia e Finanças pela FGV-SP, Bruno Lavieri, palestraram sobre a conjuntura econômica global e do país. As ações projetadas dentro do Programa de Educação Política do Cooperativismo para 2022 foram apresentadas pela gerente técnica, econômica e de Relações Institucionais da OCB, Clara Pedroso Maffia, e pela coordenadora de Relações Parlamentares da Ocepar, Daniely Andressa da Silva. 

Voto consciente - A abertura do evento foi realizada pelos presidentes do Sistema Ocepar e OCB, respectivamente, José Roberto Ricken e Marcio Lopes de Freitas. Segundo Ricken, o Programa de Educação Política pretende repassar informações de qualidade para que os diferentes públicos do cooperativismo tenham acesso a dados corretos e checados, evitando a desinformação e as notícias fake news. “A Ocepar vai atuar em sintonia com a OCB, de forma coordenada e por meio de uma rede de contatos com os cooperativistas do Paraná. Vamos destacar as ações dos parlamentares que nos apoiam e identificar possíveis candidatos que tenham identificação com o cooperativismo e estejam dispostos a trabalhar em prol da defesa das demandas do setor. É um movimento pelo voto consciente, sem vinculação partidária, que busca o fortalecimento legítimo da representação política do cooperativismo”, afirmou.

Comunicação - Segundo Marcio Lopes de Freitas, o setor cooperativista precisa participar do ambiente de representação política, pois os espaços não ocupados acabam sendo preenchidos por outros segmentos. “Pretendemos espalhar por todo o país esse movimento de comunicação e educação política, utilizando para isso as ferramentas mais ágeis das redes sociais. O programa não tem posicionamento partidário ou ideológico, mas sim uma estratégia de defesa institucional do cooperativismo. Atuaremos de forma técnica, analisando o histórico e o perfil de cada candidato, consultando os líderes locais do cooperativismo, para destacar o trabalho de quem realmente tem compromisso com o setor”, explicou.

Ocesc - O presidente da Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina), Luiz Vicente Suzin, parabenizou a Ocepar pela realização do Fórum e afirmou que o cooperativismo catarinense também irá se engajar nas ações de educação política capitaneadas pela OCB. “A liderança cooperativista precisa assumir essa missão para fortalecer a representatividade política do setor. O programa desenvolvido pela OCB, implantado de forma exemplar pela Ocepar no Paraná, é uma oportunidade estruturada para trabalharmos por uma boa causa, ampliando nossa força política, algo que é merecido pela importância das cooperativas para o país”, disse.

OCB/MS - Na opinião do presidente da OCB/MS (Organização das Cooperativas do Estado de Mato Grosso do Sul), Celso Ramos Régis, é fundamental que o setor se organize para fortalecer sua representatividade política. “É uma ação de cidadania, por meio de um trabalho de educação, com o propósito de levar informações de qualidade ao público cooperativista. Precisamos fazer a defesa do cooperativismo de forma uníssona, para que tenhamos, no Congresso Nacional, muitos parlamentares com conhecimento e que reconheçam a importância do cooperativismo, e que façam a nossa defesa no legislativo”, ressaltou.

Links - Clique nos links abaixo para conferir as apresentações do Fórum.

Conjuntura política e perspectivas

Conjuntura econômica e perspectivas

 

PARANA.COOP+10 II: Programa de Educação Política terá ações articuladas com cooperativistas do Paraná

1educacao politica II 26 11 2021O Programa de Educação Política do Cooperativismo (parana.coop+10) tem como premissas a integridade e os princípios democráticos, o engajamento das cooperativas participantes, o intercâmbio de informações e a valorização de ações de representação em prol do setor. As atividades projetadas para 2022 foram apresentadas no Fórum de Educação Política, na manhã de quinta-feira (25/11), pela gerente técnica, econômica e de Relações Institucionais da OCB, Clara Pedroso Maffia, e pela coordenadora de Relações Parlamentares da Ocepar, Daniely Andressa da Silva. 

Cidadania - Segundo a gerente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), não se pode confundir neutralidade política com a não participação. “O cooperativismo busca a neutralidade, por isso é relevante destacar que o programa de educação política não tem foco partidário. O objetivo é a participação política do setor cooperativista, com uma visão de cidadania e representatividade. Quem está fora do jogo político não apenas deixa de ter voz ativa nas decisões, como também acaba tendo que submeter-se a decisões tomadas por outras pessoas. O cooperativismo precisa ser ouvido e ter posicionamento ativo nas discussões no legislativo e executivo”, enfatizou Clara Maffia.

Democracia - De acordo com a coordenadora da Ocepar, a ideia do parana.coop+10 é ampliar o envio de informações e a sensibilização do público cooperativista, fomentando o voto consciente e exercício da representação democrática. “A prioridade sempre vai ser o interesse do cooperativismo, as pautas que impactam o setor. É essencial que tenhamos pessoas que nos representem, porque elas falam por nós em assuntos extremamente importantes”, destaca Daniely Andressa da Silva. 

Redes sociais - Segundo ela, um dos pontos prioritários do programa é criar e manter canais de comunicação com o público cooperativista do Paraná. O parana.coop+10 vai ser estruturado com a participação das cooperativas, que vão indicar os coordenadores do comitê técnico do programa, pessoas que serão o elo com os demais participantes do projeto, colaboradores, gestores, lideranças femininas, jovens, cooperados e familiares. “Vamos utilizar as redes sociais, porque são canais dinâmicos, que permitem um maior e rápido alcance de pessoas. Faremos uma triagem a partir dos materiais produzidos pela OCB, identificando o que se aplica a nossa realidade, e os encaminhando aos coordenadores nas cooperativas. Por sua vez, estes agentes repassam estas informações aos demais cooperativistas nas diversas regionais e entrepostos, replicando e capilarizando estes dados entre a base cooperativista”, explicou Daniely.

Próximos passos - De acordo com a coordenadora, os próximos passos do programa serão consolidar o comitê técnico, elaborar ações de formação destes agentes e preparar materiais e estratégias contínuas de atuação. “Vamos trabalhar também na estruturação do canal de comunicação. As ações previstas serão apresentadas nas reuniões de pré-assembleias do Sistema Ocepar e a expectativa é que o programa esteja pronto para entrar em pleno funcionamento nos primeiros meses de 2022, dentro do calendário político que antecede as eleições”, concluiu. Em 2018, dos candidatos que participaram do Programa, 15 foram eleitos e passaram a representar as cooperativas do Paraná na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Naquele ano, o canal de comunicação do parana.coop+10 teve mais de 1 milhão de participantes.

Links – Clique nos links abaixo para conferir as apresentações do Fórum

OCB

Ocepar

 

RECURSOS HUMANOS: Fórum apresenta boas práticas de gestão de pessoas e trata sobre ESG no RH

recursos humanos 26 11 2021O Fórum dos Profissionais de RH das Cooperativas do Paraná foi realizado pelo Sistema Ocepar, na tarde dessa quinta-feira (25/10), das 13h30 às 17h30, pela plataforma Teams, com 95 participantes de 25 cooperativas dos ramos agropecuário, crédito e saúde. O evento contou com o apoio da Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Paraná (ABRH-PR), e dos Administradores de Recursos Humanos das Cooperativas (ARHCO).

Saudação - “Esse fórum é uma das inúmeras ações que o Sescoop/PR promove durante o ano, construídas para o nosso público, sempre com a preocupação em organizar eventos que atendam às demandas das nossas cooperativas. Tradicionalmente nós trazemos para o centro dos debates as boas práticas de RH, pois acreditamos que é essencial para a área de gestão de pessoas conhecer e compartilhar cases de outras empresas. E vamos ainda debater um tema que o Sescoop/PR vai trabalhar muito em 2022, o ESG, que está muito presente e próximo do RH”, afirmou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, ao saudar os participantes.

Adaptação e crescimento - Na sequência, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, destacou como o Sistema Ocepar e as cooperativas paranaenses se adaptaram rapidamente à nova realidade imposta pela pandemia de Covid-19, com muito aprendizado e crescimento, sempre contando com o suporte da área de RH. Ele lembrou que no ano passado, o setor alcançou mais de R$ 100 bilhões de faturamento, superando a meta financeira do Plano Paraná Cooperativo 100 (PRC100), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. “Tivemos um resultado fantástico e, em 2021, pelo que tudo sinaliza, vamos alcançar o mesmo crescimento de 2020. Isso demonstra que o cooperativismo evoluiu e acabou se adaptando muito bem às dificuldades e à essa situação de momento. E essa adaptabilidade do nosso cooperativismo está muito relacionada ao trabalho de vocês. Pois o que são as nossas cooperativas sem as pessoas? Não são nada, simplesmente não existiriam porque nós somos uma sociedade de pessoas. E o RH tem esse papel fundamental de estar atento, buscando a profissionalização de todo o nosso time e isso vem acontecendo de uma forma impressionante dentro do sistema cooperativo, fazendo com que a gente alcance esses resultados”, afirmou.

PRC200 - Boesche disse que, ainda em 2020, foi lançado um novo ciclo do planejamento estratégico das cooperativas do Paraná, o PRC200, cujo objetivo é dobrar o valor faturado no ano passado. E, para atingir esse propósito, o Sistema Ocepar, após consultar mais de mil lideranças do setor, entre presidentes e executivos de todos os ramos, definiu pela execução de 20 projetos estruturantes, entre os quais haverá um ligado diretamente à área de desenvolvimento humano, que necessitará do apoio dos profissionais de RH para ser implementado. O superintendente do Sescoop/PR também disse que um outro desafio é dar continuidade ao Programa de Inovação, que já conta com mais de mil pessoas treinadas. “Setenta cooperativas participaram ativamente desse programa. Precisamos agora criar bases sólidas para a estruturação dessa inovação de forma sistêmica para que o cooperativismo seja reconhecido como um setor inovador de fato”.

ESG - Ele finalizou ressaltando como o ESG tem ganhado relevância nos debates sobre a gestão das empresas, especialmente neste nesse último ano. “São indicadores ambientais, sociais e de governança, extremamente importantes para a sustentabilidade, não só das organizações, mas de toda a base, que acaba nos perneando e nós precisamos estar em sintonia com essa situação. E nós estamos lançando um programa de diagnóstico e formação, chamado ESG+Coop, para que nós possamos certificar as cooperativas. Vocês, com certeza, terão bastante informação sobre ele a partir do ano de 2022. É uma outra ação muito ligada à gestão e à governança das cooperativas. São vários os projetos que estamos extremamente debruçados com o objetivo de trazer soluções e resultados para as nossas cooperativas”, afirmou.

Painéis - Na abertura, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira, também deu boas-vindas aos participantes. A programação do Fórum prosseguiu com três painéis. No primeiro, o gerente de Recursos Humanos da empresa Tamarana Tecnologia Ambiental, uma indústria de reciclagem localizada em Tamarana, no Norte do Paraná, Maurício Carvalho, dividiu com os participantes as ações desenvolvidas na organização com o intuito de promover a felicidade no ambiente de trabalho. A empresa se destaca por inúmeras premiações conquistadas devido às iniciativas voltadas ao desenvolvimento humano, saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores. Em 2020, foi a vencedora do Prêmio Ser Humano, concedido pela ABRH, nas categorias Administração de Pessoal e Sustentabilidade. No segundo painel, especialista em RH pela Universidade de Michigan, diretora de Pessoas, Cultura e Transformação da Timenow e criadora da metodologia Elox Employee Experience, Fabiana Dutra, falou sobre “A experiência do empregado como vantagem competitiva”. “O RH como protagonista em tempos de Covid-19” foi o tema do terceiro painel, com a participação da gestora de capital humano do Condor Super Center e do Instituto Joacir Zonta, Charmoninks da Graça Heuer.

Palestra de encerramento - A palestra de encerramento ficou por conta do professor da FGV Management e coordenador da iniciativa Chapter Zero Brasil, com passagem pelas empresas Itau S/A, Drogasil, Eletrolux e Itautec, João Carlos Redondo. Ele discorreu a respeito da implantação da agenda ESG no RH.

Áudio - Ouça aqui o áudio sobre o evento produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 26 11 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (26/11), o Informe Semanal referente ao período de  22 a 26 de novembro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Seguro rural - O boletim começa destacando que, na terça-feira (23/11), foi sancionado o PLN 35/2021 com a publicação da Lei 14.246/2021, que garantiu a suplementação de R$ 77 milhões para o Prêmio Seguro Rural (PSR). Em complementação, o Mapa também negocia com o Ministério da Economia o acréscimo de R$ 298,8 milhões para o PSR, cuja liberação depende da análise pela Junta de Execução Orçamentária (JEO) do governo federal e da aprovação de um novo PLN pelo Congresso Nacional. O assunto tem sido acompanhado pela OCB e pela Ocepar.

Novo Marco Legal das Garantias - Já nessa quinta-feira (25/11), o Governo Federal formalizou projeto de lei para instituir o Novo Marco Legal de Garantias. O projeto tem como objetivo estimular o acesso de toda a população ao crédito, com a redução das taxas de juros em empréstimos, a partir da alteração e facilitação das medidas de garantia destas operações. A proposta segue para o Congresso Nacional.

Audiência pública sobre os pedágios - Em âmbito estadual, o Informe ressalta que, em atenção ao fim dos contratos de pedágio no Estado do Paraná, na terça-feira (23/11), a Assembleia Legislativa realizou audiência pública para debater os problemas, passivos estruturais e possíveis litígios das atuais concessões. Promovida pela Frente Parlamentar do Pedágio, contou com a participação de técnicos do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura da Universidade Federal do Paraná (ITTI/UFPR), que destacaram impactos dos contratos vigentes até então e soluções para o novo modelo de concessões.

Fórum de Educação Política - E, nesta quinta-feira (25/11), o Sistema Ocepar, em conjunto com a OCB, realizou o Fórum de Educação Política, com o objetivo de debater as perspectivas político-econômicas para 2022, dando início às atividades do Programa de Educação Política parana.coop+10, iniciativa do Sistema Ocepar lançada em 2018, cujo objetivo é sensibilizar o público cooperativista para o exercício do voto consciente. O evento contou com a participação dos presidentes da Ocepar, José Roberto Ricken, da OCB, Márcio Lopes de Freitas, da Ocesc, Luiz Vicente Suzin, e da OCB/MS, Celso Ramos Régis, além de lideranças do cooperativismo paranaense.

PL 5.149/2020 - O boletim encerra informando que a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou a proposta de prorrogação, até dezembro de 2026, da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para aquisição de veículos por taxistas, incluindo cooperativas. A isenção, prevista na lei 8.989/95, originalmente se encerra em 31 de dezembro de 2021. A proposta segue para análise pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

Áudio - Ouça aqui o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvado para a rádio Paraná Cooperativo. 

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

SEMINÁRIO: Evento vai debater a importância da tecnologia aplicada à auditoria interna, no dia 30 de novembro

Com o propósito de discutir a importância da tecnologia aplicada à auditoria interna e os seus impactos e benefícios nas atividades do auditor, o Sistema Ocepar promove um seminário, na próxima terça-feira (30/11), das 10h às 12h, por meio da plataforma Teams. Para discorrer sobre o tema foram convidados os especialistas Carlos Piazza e Adilson Martins.

Público e inscrições - O evento é destinado ao público cooperativista paranaense. Clique aqui para efetivar as inscrições. Um link de acesso será enviado por e-mail. Mais informações com Alfredo Benedito Kugeratski Souza (alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br).

 

seminario folder 26 11 2021

PRC200: Profissionais do Sistema Ocepar propõem desafio na área de inovação a universitários alemães

1prc 200 26 11 2021Nessa quinta-feira (25/11), o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, e a analista de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Carolina Bianca Teodoro, participaram de um evento com alunos e professores da Steinbeis University Berlin, a maior universidade particular da Alemanha. A atividade fez parte de um curso realizado em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), no qual os universitários trabalham durante uma semana para solucionar desafios propostos por empresas e instituições brasileiras.

PRC200 - Os representantes do Sistema Ocepar apresentaram o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, com enfoque para o projeto número 9, que trata de inovação. “Na oportunidade, foi proposto aos alunos que estruturem uma forma de incentivar o ecossistema de inovação das cooperativas, aumentando ainda mais os resultados do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense, que já formou quase de 1000 profissionais de diversas cooperativas no Estado. A devolutiva da universidade alemã será realizada no dia 2 de dezembro”, informou Macioski.

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G7: Presidente do Senado Federal participa de evento em Curitiba

g7 26 11 2021O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, estará em Curitiba na próxima segunda-feira (29/11), para participar de um encontro com empresários, líderes de entidades empresariais e autoridades, organizado pelo G7 (formado pela Faciap, Fecomércio, ACP, Fetranspar, Fecoopar, Fiep e Faep).

Temas - O senador falará sobre os temas: momento econômico do Brasil, projetos de lei que impactam o setor produtivo e reformas tributária e administrativa, para um público de cerca de 200 pessoas presenciais. Haverá, também, transmissão pelo canal do Youtube e pelo Facebook da Faciap, onde todo o sistema que compõe as entidades do G7 estará acompanhando.

Oportunidade - Para o coordenador do G7 e presidente da Faciap, Fernando Moraes, esta é uma oportunidade ímpar para sabermos o que podemos esperar de 2022, em se tratando das pautas de trabalho do Congresso Nacional e das reformas pendentes. (Assessoria de Imprensa da Faciap)

SERVIÇO:

O quê: Encontro com o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco

Quando: 29 de novembro (segunda-feira), 15h

Onde: Rua Almirante Gonçalves, 1966, Rebouças – Curitiba – PR.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/encontro-com-presidente-do-senado/1407642

- O evento será gratuito e presencial com limite de público

Canal do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=sRJmp23FFeI

Imprensa - Após o evento, o presidente do Senado receberá a imprensa. Para participar, os jornalistas deverão se inscrever no link a seguir: https://www.sympla.com.br/encontro-com-presidente-do-senado__1407642?token=957809aef2c10dc5f4d4a702d1337cef

Informações sobre o evento: (41) 99766-4544 / secretaria@faciap.org.br

Informações sobre a coletiva: Adilson Faxina: (41) 992064258

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

PANORAMA COOP: Boletim traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

panorama coop 26 11 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras. Veja abaixo os destaques desta semana.

Análise econômica - A Análise Econômica desta semana mostra como a agenda ESG tem se tornado cada vez mais indispensável para os negócios. Atualmente, a maior parte das organizações tem seus objetivos resumidos em três letras: ESG (enviroment, social and governance – meio ambiente, social e governança). De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), os investimentos em ativos globais ESG devem ultrapassar US$ 53 trilhões até 2025. No Brasil, 95% das organizações têm o tema como prioridade, segundo a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). E o cooperativismo, que já nasceu unindo desenvolvimento econômico e social, pode crescer ainda mais ao se alinhar aos pilares ESG! Confira nesta edição.

Acesse a Análise Econômica

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

Plenário da Câmara preserva ato cooperativo do setor de etanol - As cooperativas do setor de Etanol comemoraram nessa quinta-feira (25/11) a aprovação, pelo Plenário da Câmara dos Deputados, da Medida Provisória 1063/2021, que autoriza cooperativas, produtores e importadores de etanol hidratado (álcool combustível) a comercializarem o produto diretamente com os postos de combustíveis. O texto aprovado, relatado pelo deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE) acatou emenda apresentada pelo deputado Evair de Melo (PP-ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), para preservar o ato cooperativo.

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Lei garante recursos suplementares para o seguro rural - O governo federal sancionou nessa quinta-feira (25) a Lei 14.246/2021 que abre crédito suplementar de R$ 3,7 bilhões em favor de 12 ministérios, em especial, o Ministério da Agricultura (Mapa), com R$ 77 milhões adicionais para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

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Comissão aprova isenção do IPI para coops de táxi até 2026 - A proposta de prorrogação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para aquisição de veículos por taxistas, incluindo cooperativas, e pessoas com deficiência (PL 5149/2020, de autoria da senadora Mara Gabrilli - PSDB-SP) foi aprovada nessa quarta-feira (24), pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. O projeto estende o benefício até dezembro de 2026 e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

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Rodada de negócios impulsiona internacionalização coop - O Sistema OCB e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) iniciaram, esta semana, a primeira ação para a promoção de cooperativas no mercado internacional. A realização de uma rodada de negócios virtual durante a feira GreenRio, a primeira promovida entre as duas instituições, vai ajudar a difundir ainda mais a cultura exportadora no cooperativismo.

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COAMO: Cooperativa chega aos 51 anos com inovação e melhoria constante em prol do cooperados

1coamo 26 11 2021A Coamo Agroindustrial Cooperativa comemora, neste domingo (28/11), 51 anos de fundação. Buscando sempre melhorar a produtividade e renda dos mais de 30 mil cooperados, a cooperativa está atenta ao cenário atual para oferecer ao quadro social o que há de mais moderno para a produção agrícola, seja na agricultura ou pecuária.

Interesse dos cooperados - Neste panorama é significativo o grau de interesse dos cooperados, que, por sua vez, têm aumentado a participação na cooperativa, seja na entrega da produção, na aquisição de insumos, como também em eventos técnicos. Assim, pelo planejamento estratégico e apoio aos cooperados, a Coamo trabalha para a melhoria da produção e renda. “Com a atuação direta e eficaz de toda a equipe da cooperativa temos contribuído nesses 51 anos para o desenvolvimento eficaz e a conquista de bons resultados, por meio do incremento das produtividades e a utilização de tecnologias modernas nas propriedades rurais dos cooperados”, comemora Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

Conectada - A Coamo chega aos 51 anos mais conectada para acompanhar e realizar processos de inovação que atendam às exigências dos cooperados em um mundo moderno e veloz.     Exemplo deste processo de inovação foi o lançamento este ano do Aplicativo Coamo que, melhorou a interação do cooperado com a cooperativa.

Resultados positivos - O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, recorda que a cooperativa, ano após ano, registra resultados positivos e superando metas. “Este sucesso é fruto de um trabalho sério e focado, com participação expressiva dos cooperados, profissionalismo dos funcionários e uma administração com visão estratégica e de futuro”, assinala.

Reconhecimento - De acordo com ele, os nossos números, para orgulho e satisfação, são reconhecidos pelos cooperados - razão da existência da cooperativa, pelos funcionários e pela sociedade. “Números esses que colocam a Coamo como destaque, sendo a maior empresa do Estado do Paraná, e a 40ª maior empresa do Brasil, conforme ranking da revista Exame – Maiores e Melhores 2021. Este reconhecimento é motivo de orgulho, e mostra que estamos no caminho certo. Por isso, partilhamos esta performance com todos da família Coamo, pois juntos, somos uma grande família, com mais de 140 mil pessoas sendo beneficiadas diretamente pelo nosso cooperativismo”, assinala.

Nova logomarca - Neste ano, a Coamo lançou a nova logomarca e a utilização do slogan “A vida é a gente que transforma”, o qual está de acordo com os princípios, valores e missão da cooperativa. A nova identidade e o slogan traduzem os propósitos da cooperativa e os desafios de ir mais além, crescer e prosperar, e agregar valor à marca e os produtos da Coamo. “Parabéns, cooperados e funcionários pelos 51 anos de sucesso. Juntos, vencemos muitos desafios, mas todos puxando para o mesmo lado venceremos os desafios do presente e do futuro.” (Imprensa Coamo)

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AGRÁRIA: Seminário apresenta resultados de gestão de qualidade e discute importância de medidas segurança no ambiente de trabalho

Na manhã dessa quinta-feira (25/11), aconteceram as primeiras atividades presenciais do Seminário de Gestão da Cooperativa Agrária, que neste ano traz o tema Agregar: qual o meu papel? Para garantir o distanciamento social, o número de lugares disponíveis no auditório do Centro Cultural Mathias Leh foi limitado. Entretanto, toda programação foi transmitida ao vivo para que os colaboradores que permaneceram em seus postos de trabalho pudessem ter acesso aos conteúdos abordados.

Gestão da Qualidade - O setor de Gestão da Qualidade abriu a programação do dia, com uma apresentação sobre os CCQs (Círculos de Controle de Qualidade). Esses grupos reúnem colaboradores de uma ou mais áreas com o objetivo de promover melhorias através de projetos que contribuam para que a Agrária atinja suas metas.

Crescimento - Destaque para o crescimento no número de grupos no último ano: de 12 equipes em 2020 o programa passou a contar com 33 em 2021. Três deles apresentaram seus projetos e serão premiados ao final do evento.

Melhorias - As melhorias trazidas pela implantação da metodologia TPM (Total Productive Management), que está presente no Programa Dono de Área das unidades industriais da Cooperativa, também foram mostradas. A Agrária Nutrição Animal, o setor Florestal e a Agrária Sementes apresentaram seus cases de sucesso dentro da metodologia. “As pessoas passam um terço de suas vidas no trabalho, por isso a transformação do ambiente é necessário. Hoje podemos ver a manutenção e a produção trabalhando de mãos dadas”, afirmou Willy Cardoso, Consultor de Qualidade da Cooperativa.

Diversão e informação - O tradicional teatro encenado pelos colaboradores foi um dos momentos mais aguardados por quem participava do Seminário. A peça Minhas atitudes, nossas consequências: para onde eu vou? utilizou a analogia do julgamento do juízo final para retratar a importância das medidas de segurança dentro e fora do local de trabalho. Na história, um grupo de vítimas de um acidente era direcionado ao céu ou ao inferno, dependendo de como foi sua conduta com relação à segurança durante a vida.

Conversa sobre ética - Para encerrar a programação, aconteceu a palestra Ética e Integridade, com a presidente do Instituto Paranaense de Compliance, Letícia Sugai. Durante sua apresentação, Letícia falou sobre padrões de comportamento e tratou de conceitos referentes a assédio moral e conflito de interesses. “Fazer o que a legislação exige é o mínimo, precisamos ter um padrão ético. Estabelecer essa cultura é um grande desafio”, disse.

Continuidade - Nesta sexta-feira (26/11), as atividades do Seminário de Gestão 2021 começam às 14 horas, com o concurso de paródias. Na sequência, será realizada a palestra O que você vai ser quando crescer?, com Flavio Moura. (Imprensa Agrária)

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COOPAVEL: Dilvo participa de evento nacional on-line sobre gestão do agronegócio

coopavel 26 11 2021Quatro das principais autoridades em assuntos cooperativistas da atualidade brasileira vão participar de um evento especializado na tarde da próxima segunda-feira (29/11), com início de transmissão ao vivo às 11h40. É o CoopTalks Agro, organizado em sua segunda edição pela MundoCoop, uma das principais publicações nacionais sobre temas ligados ao mundo do cooperativismo e do agronegócio.

Tema - O assunto em pauta no painel Top Coopers será A gestão do agronegócio na perspectiva de representantes de algumas das maiores cooperativas brasileiras. Os convidados para o diálogo são Fernando Degobbi (Coopercitrus), Neivor Canton (Aurora Alimentos), Dilvo Grolli (Coopavel) e Jorge Possato (Veiling Holambra).

Mediação - A mediação será feita por um dos principais nomes do jornalismo especializado em agropecuária do País, o professor e consultor José Luiz Tejon. O evento será on-line e totalmente gratuito e poderá ser assistido no seguinte endereço www.cooptalks.com.br/agro. Inscreva-se e participe. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Concessionária promove encontro de alinhamento para finalizar 2021

cocamar I 26 11 2021Para tratar do fechamento do exercício 2021 e apresentar as metas para o próximo ano, a Cocamar Máquinas Concessionária John Deere promoveu na manhã do dia 13/11 a edição do Encontro de Alinhamento Fiscal Year (FY22) em um evento híbrido no qual os colaboradores de sua matriz foram reunidos na Associação Cocamar, em Maringá (PR), e os demais, que integram as equipes das lojas em 8 cidades do norte e noroeste do Paraná, participaram por meio de videoconferência.

Dever cumprido - Ao fazer a abertura, o presidente da Cocamar, Divanir Higino, destacou a importância de se celebrar os resultados e fazer o alinhamento já com vistas aos desafios de 2022. “Nosso sentimento é do dever cumprido e do trabalho bem-feito, a concessionária soube adaptar-se e inovar em um período difícil”, comentou, destacando a conquista do percentual de 93,4% de experiência do cliente, o que é um padrão de alta performance.

Sinceridade - Ao iniciar os trabalhos, o superintendente da concessionária, Arquimedes Alexandrino, comentou sobre o “Jeito Cocamar Máquinas de Encantar os Clientes”, crescendo mesmo em quase dois anos de pandemia, o que exigiu uma série de adaptações. “Fechamos com 93% de experiência do cliente e apenas 1,7% de problemas não resolvidos e isso só foi possível graças a uma equipe engajada e unida.”

Engajamento - Em pesquisa de clima organizacional da rede John Deere, aplicada pela Kincentric, a Cocamar Máquinas atingiu o índice de 90% de engajamento, o que a consolidou pelo segundo ano consecutivo como uma das melhores empresas para se trabalhar no mundo. “Para 2025, quando pretendemos estar faturando R$ 1 bilhão, queremos ser uma concessionária de classe mundial perante a John Deere”, salientou Arquimedes, acrescentando ainda que as oportunidades vão surgir e é preciso estar preparado.

Alimentos - Neste ano, em campanha de arrecadação de alimentos promovida pela John Deere junto às concessionárias pelo país, a Cocamar Máquinas registrou 66 mil quilos que foram distribuídos para 16 entidades da região.

Celebrar - Em participação por meio de vídeo, o diretor comercial da John Deere Brasil, Marcelo Lopes, disse ser preciso celebrar o bom momento no que se refere a negócios, falou sobre a importância de se avançar em agricultura de precisão, gerar valor aos clientes, agradeceu pela oportunidade de participar e reconheceu a qualidade do trabalho que a Cocamar Máquinas vem realizando. A propósito, o superintendente Arquimedes Alexandrino afirmou que a concessionária pretende ser referência em agricultura de precisão.

Destaque - Foi prestado um reconhecimento aos profissionais em diferentes setores, sendo que na soma de todos os indicadores, a loja de Cornélio Procópio foi considerada a destaque de 2021.

Avanços - Numa síntese das conquistas neste ano, entre outras, a Cocamar Máquinas obteve a primeira colocação no Hackathon organizado pela John Deere com a idealização de um novo aplicativo de atendimento, pesquisas e relacionamento com os clientes; foi a segunda colocada no ranking de efetividade de treinamentos CX & JDU; a segunda colocada na campanha de superação (lubrificantes); a terceira no ranking das concessionárias com maior adesão de clientes ao novo modelo de pesquisa; entre as cinco mais inovadoras do Pade 2021; a concessionária da D1 que mais cresceu em participação de mercado de tratores; entre as três concessionárias que mais venderam piloto automático no Brasil; referência em toda a rede com o evento no formato drive-in (cinema no pátio da concessionária, em tempos de pandemia, para levar informação aos clientes); entre as dez mais engajadas na campanha de arrecadação de alimentos; e, também, a concessionária com maior crescimento em faturamento.

Continuar crescendo - Ao fazer o encerramento, o vice-presidente de Negócios da Cocamar, José Cícero Aderaldo, falou sobre os 5 anos da concessionária dentro da Cocamar, “apresentando um salto muito grande de desenvolvimento”, lembrando que há um amplo horizonte para avançar e continuar crescendo. “O nosso trabalho é muito nobre, estamos contribuindo para a transformação da agricultura do Paraná”, disse ele, mencionando também que a cooperativa visa proporcionar mais renda ao cooperado. “O que assegura a sustentabilidade é o sucesso do cliente'', por isso “os treinamentos são muito importantes no sentido de seremos incansáveis na busca constante por melhorar a cada dia”. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Com o apoio da cooperativa jovem inova e impulsiona a fazenda

cocamar II 26 11 2021Se muitos filhos ainda não se motivaram em trabalhar com a família no campo, preferindo uma colocação na cidade, outros tantos já perceberam que a chance de construírem uma carreira profissional de sucesso está justamente ali.  

Marilândia do Sul - É o que se pode avaliar pelo histórico do jovem produtor Lucas Yamanaka, de 24 anos, que divide com o pai o comando de 90 alqueires (217,8 hectares) de produção de grãos no município de Marilândia do Sul, norte do Paraná, onde são atendidos pela unidade da Cocamar de Tamarana. O Rally Cocamar de Produtividade esteve lá, no dia 25/11, para conhecer a experiência dessa família.

Decidir - Acadêmico do curso de administração de empresas e trabalhando desde os 19 anos ao lado do pai Mário, de 63, Lucas conta que aos 17 anos deixou a casa dos pais, na propriedade, para estudar e decidir sobre qual profissão seguir.

Gestão - “Minha decisão foi a de voltar porque eu gosto da gestão”, disse ele, explicando o motivo pelo qual optou em ser administrador de empresa e não engenheiro agrônomo. “Se estudasse agronomia, meus conhecimentos ficariam limitados à parte técnica, enquanto a gestão envolve vários outros fatores. “Administrar uma fazenda é um grande desafio e isto me motiva”, afirmou.

Inovações - “Se ele gosta de tecnologia, vamos em frente”, disse o pai, que deu sinal verde ao filho para, a partir de um planejamento, implementar um programa de investimentos em inovações com o objetivo de extrair todo o potencial produtivo das terras.

Gerenciamento - “A tecnologia sai caro para quem não sabe usar”, avaliou Lucas, explicando que, a médio prazo, o investimento se paga e garante retorno, mas para isso é preciso, também, fazer um bom gerenciamento, para ter o controle dos custos.

Diferenciais - A respeito da Cocamar, da qual ele e o pai passaram a fazer parte como cooperados no ano passado, Lucas disse que um dos diferenciais é justamente esse fomento ao uso de tecnologias para a maior eficiência da atividade, o que ele disse não encontrar em outras cooperativas.

Maquinários - Os Yamanaka partiram para a aquisição de maquinários mais modernos, junto a Cocamar Máquinas (concessionária John Deere), como um trator e uma plantadeira com desligamento de linhas, que gera economia de sementes. Trabalhando com agricultura de precisão, eles contam com piloto automático e, entre vários outros recursos, uma pulverizadora com corte de seção.

Soja e milho - Nesta safra de verão 2021/22, a família adotou o mapeamento do plantio feito com drone e, do total de 90 alqueires, 60 são de lavouras de soja (destinadas à produção de sementes) e 30 de milho, fazendo a gestão financeira e operacional por aplicativos, ou seja, acompanhando tudo na palma da mão.

Mudança - “Investimos bastante no digital, o que, entre outros benefícios, facilita o controle, possibilita economizar, conhecer os gargalos, otimizar o operacional”, acrescentou Lucas. “Foi uma mudança muito grande e para muito melhor”, frisou o pai.  

Pés no chão - No seu planejamento, Lucas disse trabalhar com uma visão de futuro, mas de longo prazo “e com os pés no chão”, de maneira a subir um degrau de cada vez. Ele almeja chegar a uma média de 100 sacas de soja por hectare, o que equivale a 240 sacas/alqueire. Segundo Lucas, isto não é sonho, mas algo que pode ser alcançado nos próximos anos, em um crescimento sustentável, lembrando que na última safra sua média ficou em 70 sacas/hectare (168/alqueire).

Média - Já no milho verão, a produtividade média tem girado ao redor de 185,9 sacas por hectare (450/alqueire), mas neste ano, se o clima ajudar, a produtividade é estimada em 206 sacas por hectare (500/alqueire). “Hoje, o milho é uma cultura mais rentável que a soja”, completou.

Foco no verão - Diferente do que acontece com produtores de outras regiões, os Yamanaka não priorizam a safra de inverno, período em que a maior parte das terras é mantida com cobertura (aveia preta e uma mistura de nabo forrageiro, centeio e ervilhaca), para reestruturar o solo e produzir palhada para o plantio direto, o que favorece a cultura de verão e inibe o surgimento de ervas, sendo uma área menor cultivada com trigo (cuja média é de 72,7 sacas/hectare ou 160/alqueire).

Janela ideal - Segundo Lucas, o objetivo é centrar esforços no verão e fazer o plantio na janela ideal, sem riscos de atrasos em função da cultura anterior.

Exemplo - “Ao ver um exemplo de sucessão bem planejado, como dessa família, em que o filho retorna para a propriedade trazendo muita inovação, é gratificante saber que a Cocamar está participando do crescimento deles”, afirmou Fernando Stephano, gerente das unidades da Cocamar em Tamarana e Serrinha.

Desenvolvida - "É uma família muito desenvolvida tecnologicamente, com estandes de soja e milho bem estabelecidos. As lavouras se apresentam ainda melhores que na comparação com o ano passado”, disse Eduardo Barros Pires, engenheiro agrônomo Cocamar/Tamarana.

Referência - “Ver tudo o que eles estão fazendo aqui é incrível, pra nós é uma grande oportunidade. Ver o Lucas falando de todas as tecnologias que ele conseguiu implementar, com o apoio do pai dele, a propriedade deu um salto e, com certeza, eles estão se consolidando como referência”, pontuou Gustavo Peri, da Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, que acompanhou a viagem do Rally à Tamarana e Marilândia do Sul.

Sobre o Rally - Em sua sétima edição consecutiva, o Rally Cocamar de Produtividade conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

 

FRÍSIA I: 1ª edição do Frísia Open de Tênis acontece em dezembro

frisia I 26 11 2021Entre os dias 2 e 5 de dezembro será realizado o 1º Frísia Open de Tênis, torneio que irá mobilizar atletas da região dos Campos Gerais. O campeonato é dividido entre as categorias infantil, feminino e masculino, com as inscrições até sábado (27/11). A realização é da Frísia.

Incentivo - “Esse evento é realizado com o incentivo da cooperativa Frísia, uma organização que faz questão de prestigiar não só a região, mas também promover a prática esportiva, com incentivo a atividades que melhorem as condições de saúde da sua comunidade”, destaca o gerente de Estratégia e Inovação da Frísia, Auke Dijkstra.

Classes - Laertes Antônio de Freitas, árbitro geral, explica que o torneio é por classes, dividido pelo nível técnico de cada jogador, independentemente da idade. “O tênis promove a melhoria da condição física do atleta, mas também é um esporte que necessita muita concentração, coordenação motora e um pensamento rápido”, conta Freitas, que também é professor de tênis.

Individual - A competição é individual, separada por “Infantil Bola Laranja”, “Infantil Bola Verde”, “Feminino 1ª a 3ª Classes” e “Masculino de 1ª a 6ª Classes”. Além do troféu, entregue a todas as categorias, haverá premiação em dinheiro. O primeiro lugar da 1ª Classe Masculino e Feminino recebe R$ 1,5 mil e o segundo R$ 500. Já o primeiro lugar da 2ª Classe Masculino e Feminino fatura R$ 500, com o segundo R$ 250.

Patrocínio - O torneio é patrocinado pela Ademicon, Ágape Grill, Brandes, Calponta, XP Investimentos e Shalon Veículos.

SERVIÇO

1º Frísia Open de Tênis

Data: 2 e 5 de dezembro

Local: Clube Social de Carambeí

Inscrições: até 27 de dezembro

Valor da inscrição: R$ 100

Mais informações: (42) 9 9941-0429 (WhatsApp)

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

FRÍSIA II: Necessidade da mudança de hábito é o foco da 43ª Sipat

frisia II 26 11 2021A dinâmica e a valorização ainda maior das unidades da Frísia são atestadas pela 43ª Semana Interna de Prevenção de Acidente do Trabalho (Sipat). As atividades realizadas incentivam a pró-atividade dos quase 1,2 mil colaboradores com jogos, brincadeiras e palestras. A Sipat 2021 será encerrada dia 26 de novembro, junto com a festa de confraternização.

Segurança - “A rotina, às vezes, não nos traz segurança. Isso vale para a nossa saúde, para a qualidade de vida, e vale, principalmente, para a nossa segurança. Que de fato a gente possa parar, refletir e começar a olhar para esses hábitos e costumes ruins e substitui-los por boas práticas. Temos que também refletir para com os outros, ser exemplo para fazê-los mudarem, o que vale para o nosso colega de trabalho e também para os nossos familiares”, afirmou o superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Mario Dykstra, que esteve presente na abertura oficial da Sipat na unidade de Paraíso do Tocantins. Nos outros anos, a abertura era realizada em Carambeí (PR), onde está localizada a matriz.

Presenças - Além do superintendente, os gerentes de Gestão de Pessoas e Administrativo e Financeiro, Tatiana Kfouri Tigges e Nevair Mattos, respectivamente, também estiveram presentes no Tocantins.

Mudanças de comportamento - “Com a temática ‘Valorizando a Vida com a Mudança de Hábitos”, a edição deste ano da Sipat não foca apenas na saúde e qualidade de vida, mas também em mudanças de comportamentos relacionadas à segurança do trabalho, fomentando hábitos relacionados ao uso dos equipamentos de proteção individual (EPI), ao cumprimento de procedimentos e normas da cooperativa, a organização das áreas de trabalho e a importância da análise e percepção de riscos antes de realizar as atividades. Essa é a mudança de hábito que nós queremos e buscamos”, explica Gabriel Matheus de Souza, especialista em Saúde e Segurança do Trabalho da Frísia.

Fim de ano - Ao longo da semana, uma mescla de diversão, conscientização e atenção aos cuidados para um trabalho mais seguro será tratada com as ações. Serão jogos, como o de tabuleiro humano da segurança, perguntas e respostas e quiz online, além de palestras teatrais. No último dia (26/11), haverá o encerramento da Sipat, que neste ano foi somado à tradicional confraternização de fim de ano. Na ocasião, será realizada a palestra com o ex-jogador de futebol, Jackson Follmann, um dos sobreviventes do acidente de avião da Chapecoense, em 29 de novembro de 2016. Além disso, haverá o concurso de paródias, a premiação da InterCIPA e show com banda ao vivo.

Interação - A InterCIPA é uma interação entre as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas) e as outras áreas da cooperativa. Times são formados e tarefas são lançadas durante o ano para serem realizadas pelas equipes, acumulando pontos e, ao final da Sipat, serem premiados. As tarefas são voltadas a questões sociais (doação de alimentos, roupas e sangue, por exemplo) e de conscientização em segurança e saúde no trabalho.

Todas as unidades - “Diferentemente dos anos anteriores, em que as atividades eram focadas nas unidades maiores, este ano estamos com as ações em todas as unidades, com equipes realizando os jogos e as brincadeiras para trazer um conceito diferente de informação ao colaborador. Acreditamos que essas atividades dinâmicas agregam mais o conhecimento e a fixação desse conhecimento”, destaca Souza.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

SICOOB: Promoção reduz em até 20% as taxas do consórcio

sicoob 26 11 2021Após uma edição bem-sucedida da "Promo Week Crédito Consignado", o Sicoob reduziu suas taxas de consórcio por todo o Brasil. Na promoção, todas as taxas de administração estão 20% menores. A "Promo Week" segue até 30 de novembro.

Condições especiais - Durante a ação, que teve início no dia 23, cooperados e não cooperados podem aproveitar as condições especiais que estão sendo realizadas nos quatro cantos do país para alcançar sonhos como a compra de um automóvel ou até mesmo da casa própria. As possibilidades com os consórcios são imensas.

Projetos pessoais - "Pensamos nesta ação justamente para possibilitar a realização de projetos pessoais que requerem aportes financeiros consideráveis, seja por parte dos nossos cooperados ou por consumidores que ainda não estão inseridos no cooperativismo de crédito", diz Itamar Filho, gerente de consórcios do Banco Sicoob.

Benefícios - Os benefícios são grandes: se um cooperado busca um automóvel e quer pagar em um prazo de 86 meses, por exemplo, com uma taxa de 6%, é possível contar com parcelas a partir de R$ 400,00. Já no caso de um imóvel, com taxa de 7,2%, em 240 meses, a parcela inicia em a R$ 1.600,00.

Consulta - Para consultar os melhores grupos e condições, basta procurar uma cooperativa do Sicoob mais próxima ou baixar o App do Sicoob para abertura de sua conta digital.

SERVIÇO

Promo Week Consórcio do Sicoob

Redução de 20% nas taxas de administração dos consórcios

Até 30 de novembro de 2021

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,6 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 357 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.666 pontos de atendimento em 1.991 cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

INVESTIMENTO E INOVAÇÃO: Brasil lidera produtividade agropecuária entre 187 países, aponta estudo do USDA

mapa destaque 26 11 2021Desde os anos 2000, o Brasil tem liderado a produtividade agropecuária mundial entre 187 países. É o que mostra um estudo do Economic Research Service, órgão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), divulgado em outubro.

Produto - De acordo com a pesquisa, o produto da agricultura brasileira cresceu, no período de 1961 a 2019, 3,75% ao ano, abaixo apenas da China com 4,41% a.a. O produto inclui 162 lavouras, 30 tipos de produtos animais e insetos e oito produtos da aquicultura. Os insumos são terra, trabalho, capital e materiais.

Anos mais recentes - Quando a comparação é feita a partir dos anos mais recentes, 2000 a 2019, a produtividade da agropecuária brasileira aumentou 3,18% ao ano, a maior taxa entre os países selecionados.

Fatores - Diversos fatores explicam como o agro nacional chegou a tal patamar. De acordo com o coordenador-geral de Avaliação de Políticas e Informação, da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa, José Gasques, nos últimos anos, o Brasil fez várias reformas no sistema de financiamento, política de preços, corte dos subsídios, seguro rural e outras medidas que impactaram na produtividade agropecuária. “Entre elas, aumento de recursos, com ênfase no crédito de investimento, e várias linhas de financiamento foram criadas para a agricultura comercial e familiar”, explica o pesquisador, que analisou os dados do USDA.

Recursos - Entre 2000 e 2018, por exemplo, o volume de recursos para o crédito rural (custeio, investimento e comercialização) subiu 298% em valores reais, conforme o Banco Central.

Pesquisa - Investimentos em pesquisa, adoção de práticas da agricultura de baixa emissão de carbono, como plantio direto e sistemas de integração entre lavouras, pecuária e florestas, também impactaram no ganho de produtividade. Há pesquisas que apontam que o plantio direto pode aumentar a produtividade de uma lavoura de milho em até 30%. “Esses sistemas trouxeram acentuados ganhos de produtividade da agricultura”, conclui.

Participação - A análise teve a participação da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP), com uso de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

>> Leia aqui nota técnica sobre a produtividade da agropecuária

FOTO: iStock

 

mapa quadro 26 11 2021

 

GRÃOS: Safra de verão no Paraná pode chegar a 25,61 milhões de toneladas

graos 26 11 2021O volume de grãos produzidos pelo Paraná na safra de verão 2021/2022 deve chegar a 25,61 milhões de toneladas em uma área de 6,2 milhões de hectares, segundo relatório mensal divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Caso a expectativa se confirme, a produção será 10% superior à do ciclo 2020/21, em uma área 1% maior.

Avanço - As chuvas um pouco mais regulares na maior parte do Estado permitiram avanço da semeadura das principais culturas, chegando na reta final. Assim, a safra tem perspectivas positivas e grande parte das lavouras está com boas condições, de acordo com o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Aumento - “A expectativa de produção aumentou em quase 300 mil toneladas em relação ao que se esperava no mês de outubro”, afirma. Ainda que algumas regiões necessitem de mais chuva para o desenvolvimento das plantas, o cenário está favorável para a safra paranaense de maneira geral, principalmente se o clima colaborar.

Produção - O relatório do Deral sinaliza que o Paraná deve produzir 20,98 milhões de toneladas de soja, 6% a mais do que no ciclo anterior, enquanto a primeira safra de milho pode ter um aumento de 35% na produção, chegando a 4,2 milhões de toneladas.

Torcida - “Estamos na torcida para que a safra corra bem, que façamos a colheita na época certa e, com isso, o calendário permita uma boa instalação, especialmente da segunda safra de milho, importante para o abastecimento interno, para recompor estoques e manter custos sob controle”, diz Ortigara.

Milho primeira safra - Com o plantio praticamente encerrado, a primeira safra de milho tem uma boa perspectiva e pode recompor as perdas dos últimos ciclos. Hoje, a produtividade média esperada no Paraná é de 9.750 quilos por hectare, levemente abaixo do recorde de 10 mil quilos.

Estimativa - O relatório deste mês estima um volume de 4,2 milhões de toneladas, 35% a mais do que na safra anterior. Já a área está estimada em 430 mil hectares, alta de 15% sobre o ciclo 2020/21, segundo o analista do Deral, Edmar Gervásio.

Preços - Embora os preços tenham apresentado queda nos últimos meses, os valores ainda estão satisfatórios. Na última semana, os produtores de milho receberam, em média, R$ 76,00 pela saca de 60 kg, valor aproximadamente 12% superior ao recebido em novembro de 2020, e 61% maior do que a média do ano passado. Com uma oferta maior do produto, após cerca de seis meses de déficit que exigiram mais importação, o mercado tende a se ajustar e os preços das proteínas animais devem equalizar.

Soja - O ciclo 2021/22 apresenta boas condições neste período e, mesmo com o excesso de chuvas que castigou parte das lavouras no último mês, as expectativas para a safra são positivas. O levantamento de novembro apontou que já foram semeados 5,47 milhões de hectares, cerca de 97% dos 5,62 milhões estimados.

Projeção - Espera-se a produção de 20,98 milhões de toneladas de soja nesta safra, estimativa que, se confirmada, supera em 6% a do ano passado, em uma área 1% maior.

Condições - Das lavouras a campo, 95% estão em boas condições, e 5% se encontram em condições médias. Os números ainda serão reavaliados no decorrer da safra. Isso porque, devido à seca, neste ano algumas regiões produtoras como Oeste, Sudoeste e Norte precisaram fazer o replantio.

Comercialização - Até o mês de novembro foram comercializados cerca de 8% da produção (1,72 milhão de toneladas), índice bem menor do que no mesmo período do ano passado, quando os produtores paranaenses já haviam vendido 42% do total estimado para a safra à época. Segundo o economista do Deral, Marcelo Garrido, a expectativa dos produtores por patamares maiores de preço ajuda a explicar a retração na comercialização.

Valor - Na semana passada, a saca de 60 kg de soja foi comercializada, em média, por R$ 152,00, o que representa um aumento de 3% sobre o valor recebido em 2020, de R$ 147,00. Por outro lado, é um preço menor do que o praticado nos últimos meses. Em outubro de 2021, por exemplo, a saca era comercializada por R$ 155,00, em média.

Feijão primeira safra - Cerca de 99 % da área total de feijão, estimada em 140 mil hectares, está plantada. Do volume semeado, 82% apresentam boas condições e 18% condições médias. Já o volume produzido pode chegar a 276,1 mil toneladas, aumento de 7% em relação à safra anterior, enquanto a área é 8% menor.

Impacto - Segundo o agrônomo do Deral Carlos Alberto Salvador, o clima no mês de novembro, quando muitas áreas estão em fase de floração, impactou o desenvolvimento da safra, com precipitações reduzidas e temperatura elevada. “Na região de Francisco Beltrão, por exemplo, 60% das lavouras estão em condições médias. Agora, dependemos do clima para ter uma boa safra”, explica.

Preço médio - Na semana passada, o preço médio recebido pelos agricultores foi de R$ 253,37 pela saca de 60 kg do feijão tipo cores e R$ 225,48 para o tipo preto. Segundo Salvador, o Paraná registra redução desses valores comparativamente ao primeiro semestre, principalmente pela redução do consumo.

Arroz - As estimativas do Deral sinalizam que a produção de arroz no Paraná pode somar 150 mil toneladas de arroz na safra 2021/22. Segundo o economista Methodio Groxko, o abastecimento do mercado está normalizado, com o bom andamento da safra no Rio Grande do Sul, principal estado produtor.

Mandioca - As condições climáticas estão favorecendo as práticas de campo, tanto na colheita quanto no plantio da safra 2021/22, segundo Groxko. A oferta de mandioca para as indústrias de fécula e de farinha continua baixa e, por isso, a demanda é complementada com o produto de outros estados. A área para a safra 2021/2022 está estimada em 128,4 mil hectares. Já a produção deve somar 2,9 milhões de toneladas. Esta posição, se confirmada, será menor em 7% na área e 10% na produção em relação à safra anterior.

Satisfatórios - Na semana de 15 a 19 de novembro, os valores pagos aos produtores foram considerados satisfatórios. Eles receberam, em média, R$ 602,00 pela tonelada de mandioca posta na indústria. Este preço é cerca de 35% maior em relação a novembro de 2020. A saca de 25 kg de fécula foi comercializada a R$ 84,00 e a saca de 50 kg de farinha crua por R$ 128,00.

Fatores - A reduzida oferta de mandioca, a necessidade de reposição dos estoques de farinha e de fécula de final de ano, e a aproximação da entressafra alavancaram a subida dos preços em todos os segmentos da comercialização. Outro fator foi o aumento das vendas para o Exterior. Neste ano, houve crescimento de 50% das exportações de fécula paranaense, volume comprado principalmente pelos Estados Unidos e países do Mercosul. O Estado responde por 70% da produção nacional.

Cevada - Nesta semana, a cultura da cevada praticamente encerrou a colheita no Estado, já atingindo cerca de 98% da área estimada em 76 mil hectares. Na região de Guarapuava, principal produtora, 95% da área está colhida.

Redução - Segundo o agrônomo do Deral Rogério Nogueira, registrou-se neste relatório uma redução de 18% no potencial produtivo da região, especialmente por conta das geadas e chuvas, mas a produção chega a 193 mil toneladas e tem boa qualidade.

Ponta Grossa - No núcleo de Ponta Grossa, onde o plantio inicia em maio, a colheita já foi finalizada, e foram produzidas 88 mil toneladas de cevada. No entanto, conforme o Deral já indicava no relatório de outubro, metade desse volume não atingiu o padrão cervejeiro, devido ao excesso de chuvas durante a colheita, e deve ser destinado à ração animal.

Estado - A produção em todo o Estado está estimada em 311,2 mil toneladas de cevada, uma redução de 12% com relação ao potencial inicial, mas um volume 14% superior ao produzido no ano passado. Aproximadamente 62% da produção está comercializada. Os preços estão atraentes para os produtores. Na média de novembro, eles receberam R$ 105,00 pela saca de 60 kg, valor 23% superior ao registrado em novembro de 2020, de R$ 85,00.

Trigo - Na safra 2020/21, o Paraná produziu 3,2 milhões de toneladas de trigo, conforme já apontava o relatório de outubro. Esse volume é quase 20% inferior ao potencial estimado no início do ciclo, mas 1% superior ao produzido na safra anterior. A área de plantio é de 1,22 milhão de hectares, 7% superior ao ano passado.

Problemas - “Neste ano, tivemos mais problemas com seca e geadas comparativamente ao ano passado”, explica o agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho. Com este cenário, e se as estimativas para a safra do Rio Grande do Sul se confirmarem, o Paraná pode perder a liderança na produção nacional de trigo. Considerando os preços recebidos pelos produtores, que estão, em média, 20% melhores do que no ano passado, a safra deve fechar com um bom rendimento.

Indicadores - De acordo com Godinho, em dezembro serão divulgados dois indicadores importantes para a definição do futuro próximo da triticultura paranaense: a intenção de plantio de milho safrinha e a atualização dos custos de produção de trigo. “Este último tem sido fator de preocupação para os produtores de cereais do Paraná, principalmente em relação aos preços e disponibilidade de fertilizantes”, diz.

Boletim Agropecuário - O Deral também divulgou nessa quinta-feira (25/11) o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária. Além de informações sobre as principais culturas do Estado, o documento destaca a produção de banana no município de Guaratuba, no Litoral, principal produtor paranaense em 2020. Também há informações sobre batata, cujo volume de produção esperado pode alcançar 459,9 mil toneladas. O Boletim traz ainda dados sobre as cotações e perspectivas para a pecuária de leite, sobre a exportação de mel e os custos de produção da avicultura. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

CMN: Conselho remaneja recursos de ajuda a cafezais afetados por geadas

cmn 26 11 2021Um mês depois de destinar R$ 1,32 bilhão para ajudar cafezais afetados por geadas, o Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou cerca de metade dos recursos para outras linhas de crédito do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). A decisão ocorre porque os recursos não foram contratados pelos agricultores.

Total - Ao todo, foram remanejados R$ 664,1 milhões que sobraram da ajuda. Isso ocorreu após as instituições financeiras processarem todos pedidos dos cafeicultores que recorreram à linha especial de ajuda para recompor os cafezais afetados pelas geadas no último inverno.

Linhas - A maior parte, R$ 179,8 milhões, foi para linhas de comercialização de café. As linhas de financiamento para a compra do grão receberam reforço de R$ 162,4 milhões. As linhas de custeio ganharam R$ 130,5 milhões e as linhas de capital de giro receberam R$ 101,4 milhões.

Pedido - Em nota, o Ministério da Economia explicou que o remanejamento ocorreu a pedido do Ministério da Agricultura. A medida teve o objetivo de tornar mais eficiente a utilização dos recursos do Funcafé, destinando o dinheiro para onde a demanda é maior. (Agência Brasil)

 

ANEL DE INTEGRAÇÃO I: Com fim da concessão de rodovias, 14 praças de pedágio serão desativadas nesta sexta

anel integracao I 26 11 2021Quatorze praças de pedágio deixam de funcionar nesta sexta-feira (26/11), às 23h59min59s, marcando um dia histórico no Paraná: o fim da concessão de rodovias implementada em 1997. Com o novo projeto em fase de análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o governador Carlos Massa Ratinho Junior determinou que o modelo atual não se estendesse no Estado para além do previsto em contrato.

Cancelas liberadas - Com isso, metade das praças de pedágio do Anel de Integração liberam suas cancelas já nesta sexta-feira. Elas são referentes aos lotes 1, 2 e 3. A outra metade terá seus contratos encerrados no sábado (27/11), também às 23h59min59s, e são referentes aos lotes 4, 5 e 6.

Circulação livre - “Esse formato que fez tanto mal aos paranaenses não fica um segundo a mais no nosso Estado. A partir deste final de semana, nossos cidadãos podem circular livremente pelas rodovias do Anel de Integração, até que o novo modelo – com menor preço, garantia de obras e transparência na Bolsa de Valores – seja implementado”, afirmou o governador.

Sexta-feira - Os pedágios desativados nesta sexta são em Jacarezinho, Jataizinho e Sertaneja (relativos à Econorte); Arapongas, Mandaguari, Presidente Castelo Branco, Floresta, Campo Mourão e Corbélia (relativos à Viapar) e São Miguel do Iguaçu, Céu Azul, Cascavel, Laranjeiras do Sul e Candói (relativos à EcoCataratas).

Sábado - No sábado, são abertas as cancelas dos pedágios de Prudentópolis/Relógio, Irati, Porto Amazonas, Imbituva e Lapa (relativos à Caminhos do Paraná), Balsa Nova, Palmeira, Carambeí, Jaguariaíva, Tibagi, Imbaú e Ortigueira (relativos à Rodonorte) e de São José dos Pinhais (Ecovia).

Manutenção - Com o fim da atuação das concessionárias, a manutenção do pavimento e da faixa de domínio das rodovias federais retorna ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Já as rodovias estaduais ficam sob a administração do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), que promoveu um edital de licitação para conservação das estradas, dividido em cinco lotes.

Serviços - As empresas vencedoras vão prestar serviços rotineiros de conservação do pavimento (remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento) e serviços de conservação da faixa de domínio (controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e dispositivos de segurança viária).

Resultado final - O resultado final da licitação foi divulgado no último dia 18. O valor total dos cinco lotes ficou em R$ 93.491.447,26 para execução de serviços ao longo de 730 dias (dois anos). Como há perspectiva de lançamento do novo programa de concessões rodoviárias do governo federal no ano que vem, o valor executado pode ficar abaixo do total, devido à supressão dos serviços. Para estes casos, está prevista a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidades para as partes envolvidas.

Autorizações - Estado deixa de emitir autorizações especiais de trânsito para rodovias federais

Nova concessão - Atualmente o novo plano de concessões das rodovias paranaenses passa por uma análise do Tribunal de Contas da União (TCU), que avalia os estudos de viabilidade técnica e econômica para a exploração dos serviços de infraestrutura e prestação de serviços de transporte terrestre de seis lotes. Esta é a última etapa prevista antes do projeto ir a leilão na Bolsa de Valores (B3).

Cronograma - Segundo o cronograma da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a previsão é lançar o edital de licitação no primeiro trimestre de 2022, seguindo para o leilão no segundo trimestre e assinatura do contrato pelas empresas vencedoras do certame no terceiro.

Modelo - O novo modelo de concessão das rodovias é baseado na menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, que será proporcional ao desconto tarifário apresentado no leilão. Com ele, a nova tarifa poderá ser até 50% mais baixa que a atual. Seu desenho foi concebido em uma parceria entre Governo do Estado, Ministério da Infraestrutura, setor produtivo e sociedade civil. As concessões serão válidas por um prazo de 30 anos e abrangem 3.368 quilômetros de estradas estaduais (35%) e federais (65%).

Maior pacote - As obras previstas nos seis lotes formam o maior pacote de infraestrutura da América Latina, fazendo do Paraná um hub logístico para a região. O valor em investimentos, por exemplo, equivale a 120 anos de orçamento federal para rodovias aplicado somente no Paraná. Além dos R$ 44 bilhões em investimentos diretos (Capex), o pacote de concessões estima ainda outros R$ 35 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (OPEX). A maior parte dos recursos será destinada a rodovias estaduais.

Obras - Entre as principais obras previstas, estão 1.783 quilômetros de duplicação de vias, sendo que 90% do total deverá ser executado até o sétimo ano da concessão. As duplicações visam ampliar os principais corredores logísticos do Estado, criando vias mais seguras para o escoamento da produção do agronegócio até o Porto de Paranaguá. A elas somam-se ainda 253 quilômetros de faixas adicionais, 104 quilômetros de terceiras faixas e 260 quilômetros de vias marginais.

Lista - Confira abaixo todos pedágios que terão cancelas abertas a partir de sexta (26/11) e sábado (27/11):

26 de novembro às 23h59min59s

Lote 1 – Econorte

Jacarezinho – BR-369 – km 1,5

Jataizinho – BR-369 – km 126

Sertaneja – PR-323 – km 3,6

 

Lote 2 – Viapar

Marialva – BR-376 – km 200

Castelo Branco – BR-376 – km 148

Arapongas – BR-369 – km 178

Floresta – BR-317/369 – km 127

Campo Mourão – BR-369 – km 377

Corbélia – BR-369 – km 493

 

Lote 3 – Ecocataratas

Candói – BR-277 – km 388

Laranjeiras do Sul – BR-277 – km 464

Cascavel – BR-277 – km 568

Céu Azul – BR-277 – km 620

São Miguel do Iguaçu – BR-277 – km 704

 

27 de novembro às 23h59min59s

 

Lote 4 – Caminhos do Paraná

Porto Amazonas – BR-277 – km 158

Irati – BR-277 – km 249

Prudentópolis/Relógio – BR-277 – km 302

Imbituva – BR-373 – km 217

Lapa – BR-476 – km 191

 

Lote 5 – Rodonorte

São Luiz do Purunã – BR-277 – km 132

Ortigueira – BR-376 – km 321

Imbaú – BR-376 – km 377

Tibagi – BR-376 – km 455

Palmeira – BR-376 – km 537

Carambeí – PR-151 – km 304

Jaguariaíva – PR-151 – km 223

 

Lote 6 – Ecovia

São José dos Pinhais – BR-277 – km 60

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

anel integracao I mapa 26 11 2021

 

ANEL DE INTEGRAÇÃO II: Atendimentos emergenciais nas rodovias serão concentrados nos números 191, 193 e 198

anel integracao II 26 11 2021A partir deste final de semana, o atendimento emergencial a ocorrências nas rodovias do Anel de Integração será realizado em uma parceria das forças de segurança pública e de saúde do Paraná e da Polícia Rodoviária Federal. Para acessar os serviços em casos de acidentes, o usuário vai contar com números de telefone já disponíveis.

Direcionamento - O usuário deverá direcionar a chamada segundo sua ocorrência. Em caso de problemas na pista, interrupções de tráfego e situações semelhantes, usuários que estiverem em rodovias federais (BR) podem ligar diretamente para o número 191, atendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Já os usuários que circularem pelas rodovias estaduais (PR e PRC) poderão discar 198, que direciona para a Polícia Rodoviária Estadual.

Acidentes com vítimas - No caso de acidentes com vítimas, o usuário deve ligar para o número 193, do Corpo de Bombeiros, tanto em rodovia federal quanto em rodovia estadual. Os atendimentos serão realizados em parceria com a rede de Samu. Vale lembrar que o usuário deve buscar um local seguro para fazer a ligação.

Reforço - O comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira, reforça que as forças de segurança serão reforçadas nas estradas, com viaturas disponíveis para patrulhamento nas rodovias. Para isso, darão apoio à Polícia Rodoviária Federal um contingente de policiais militares, rodoviários e bombeiros, além do suporte de equipes da Saúde, Polícia Civil, Polícia Científica e da Defesa Civil.

Viaturas - “Teremos viaturas transitando e patrulhando as rodovias. Tendo o acionamento pelo usuário, as viaturas irão até o local da ocorrência para fazer a sinalização e o desvio do trânsito”, explicou o comandante. “Nós faremos o que o Estado precisa: prestar serviços de segurança pública para a coletividade. Vamos socorrer vítimas, tirar veículos de locais de risco, fazer levantamentos de acidentes”.

Exceção - As mudanças são válidas para as rodovias contidas nos lotes 2 e 3 a partir de sábado (27/11), e para os lotes 4, 5 e 6 a partir de domingo (28). As únicas rodovias que continuarão recebendo o atendimento da concessionária são as do Lote 1, cobertas pela Econorte. A exceção é consequência de um acordo firmado entre a empresa e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

Serviços - Com isso, a Econorte continuará realizando, nas rodovias que antes administrava, os serviços de guincho mecânico, de ambulâncias para atendimento pré-hospitalar, mantendo o centro de controle de operações e telefone para emergências 0800. A medida terá validade por 365 dias, devendo atender a todo o intervalo entre concessões.

Soluções - “O que buscamos foram soluções para garantir a realização de obras não concluídas ou sequer iniciadas e, como alternativa, a prestação do serviço ao usuário. São os guinchos que removem o carro com uma pane mecânica, ou que se envolveu em um acidente, e que garantem que o tráfego possa voltar ao normal o quanto antes. E ambulâncias, que ajudam a salvar vidas nas rodovias”, afirmou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Trechos - Os trechos administrados pela concessionária que continuam recebendo atendimento são: PR-323 (da divisa com São Paulo até Warta - 62 km), PR-445 (de Warta a Londrina - 14 km), BR-369 (da divisa com São Paulo até Cambé - 158,15 km), BR-153 (da divisa com São Paulo até o entroncamento com a PR-092 - 51,6 km), PR-090 (de Jataizinho até Assaí - 14,3 km), PR-862: Contorno Norte de Ibiporã - 12,65 km) e PR-090 (de Ibiporã até Sertanópolis).

Sem cobrança - Mesmo com o acordo, a concessionária deixará de cobrar qualquer tarifa de pedágio aos usuários a partir de 28 de novembro, medida que vale para todas as concessionárias do Anel de Integração.

Números de emergência - Para assistência nas rodovias sem concessão a partir de 28 de novembro, o usuário deverá ligar para os seguintes números:

191 - Polícia Rodoviária Federal (rodovias federais)

198 - Polícia Rodoviária Estadual (rodovias estaduais)

193 - Corpo de Bombeiros (acidentes)

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

IAE: Atividade econômica cresceu 2% em outubro, mostra novo indicador

iae 26 11 2021A atividade econômica cresceu 2% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. A estimativa consta do Indicador de Atividade Econômica (IAE), lançado nessa quinta-feira (25/11) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.

Expansão - A expansão foi puxada pelos serviços de informação, cuja atividade cresceu 8,4% em relação a outubro do ano passado. Em seguida, vieram os transportes, com expansão de 7,2%, e a categoria outros serviços, com alta de 6,5%. Em contrapartida, a indústria de transformação registrou contração de 4,9%, e o comércio encolheu 3,3% na mesma comparação.

Comparativo - Com a previsão de ser divulgado todos os meses, o IAE compara alguns dados econômicos divulgados diariamente para traçar uma estimativa de quanto a atividade cresceu ou contraiu em cinco setores da economia em relação ao mesmo mês do ano anterior. Entre os dados usados no indicador, estão os valores de notas fiscais da Receita Federal e das Receitas Estaduais, a variação do consumo de energia elétrica e estatísticas de mobilidade no trânsito urbano, em estradas e aeroportos.

Antecipação - De acordo com o Ministério da Economia, o indicador pretende antecipar, de um a dois meses, a divulgação de indicadores relacionados ao desempenho da economia. Até agora, o indicador mais confiável para traçar previsões para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) se baseava em pesquisas mensais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e só fornecia dados com três meses de defasagem.

Termômetro - Segundo a SPE, o indicador pretende fornecer um termômetro para o PIB, mas sem traçar previsões para o comportamento da economia. A ideia é apenas mostrar se a atividade econômica está crescendo ou encolhendo para basear a tomada de decisões pelo Ministério da Economia.

Segundo indicador oficial - O IAE será o segundo indicador oficial a fornecer dados sobre a atividade econômica. Desde 2003, o Banco Central divulga todos os meses o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que reúne dados de produção, de importações, de impostos e de subsídios sobre os produtos para estimar o desempenho mensal da agropecuária, da indústria e dos serviços. Para eliminar oscilações típicas na atividade econômica em determinadas épocas do ano, o IBC-Br tem ajuste sazonal dos dados. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,56 e fecha no menor valor em oito dias

cambio 26 11 2021Em dia de feriado nos Estados Unidos, o dólar voltou a cair e fechou no menor valor em oito dias. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida e alcançou o nível mais alto em duas semanas.

Cotação - O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (25/11) vendido a R$ 5,565, com queda de R$ 0,03 (0,53%). A cotação operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas caiu durante a tarde, em dia de poucos negócios por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Menor valor - Com o desempenho dessa quinta, o dólar está no menor valor desde o dia 17, quando fechou a R$ 5,52. A moeda norte-americana acumula queda de 1,43% em novembro. Em 2021, a divisa registra alta de 7,24%.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 105.811 pontos, com alta de 1,24%. O indicador atingiu o maior nível desde o dia 12.

Petrobras - As ações da Petrobras puxaram a alta, após a estatal divulgar o plano de negócios de 2022 a 2026. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 4,13%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram 4,41%.

Economia brasileira - Sem fatores internacionais, o mercado reagiu motivado pela economia brasileira. A divulgação de que a prévia da inflação oficial atingiu 1,17% em novembro, acima das expectativas, reforçou a pressão para que o Banco Central acelere o aumento da taxa Selic (juros básicos da economia). Taxas mais altas estimulam a aplicação de capitais internacionais no Brasil.

PEC - O fechamento de um acordo para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios na próxima terça-feira (30/11) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado também aliviou as pressões sobre o mercado. Apesar de a proposta liberar R$ 106,1 bilhões no Orçamento do próximo ano, os investidores acreditam que a PEC terá menos impacto que um eventual decreto de calamidade pública que permita gastos fora do teto. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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LEGISLATIVO I: Câmara aprova MP do programa Auxílio Brasil com ampliação de famílias beneficiadas

legislativo auxilio 26 11 2021A Câmara dos Deputados aprovou nessa quinta-feira (25/11) a Medida Provisória 1061/21, que troca o programa de distribuição de renda Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, fixando metas para redução da pobreza e extrema pobreza e criando incentivos adicionais ligados ao esporte, ao desempenho no estudo e à inserção produtiva. A MP será enviada ao Senado.

Texto do relator - A medida foi aprovada na forma do texto do relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), que colocou na lei os valores do benefício, estipulados pelo Decreto 10.852/21, além de aumentar os pisos para que a família possa ser enquadrada na linha de pobreza ou extrema pobreza para ter direito ao benefício. O texto original da MP remetia a fixação dos valores do benefício a um regulamento.

Renda familiar - Em vez de considerar como de extrema pobreza a renda familiar mensal per capita de até R$ 100, o texto passa para até R$ 105. Já a renda da situação de pobreza será de R$ 105,01 a R$ 210 contra os R$ 100,01 a R$ 200 do decreto.

Quatro benefícios - Com a nova estrutura do programa de transferência de renda, haverá quatro benefícios financeiros:

- Benefício Primeira Infância: no valor de R$ 130 mensais, destinado às famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que possuam em sua composição crianças com idade entre zero e 36 meses incompletos;

- Benefício Composição Familiar: no valor de R$ 65 mensais, destinado às famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que possuam gestantes, nutrizes ou pessoas com idade entre 3 e 21 meses incompletos;

- Benefício de Superação da Extrema Pobreza: destinado às famílias em situação de extrema pobreza, cuja renda familiar per capita mensal, mesmo somada aos dois benefícios anteriores eventualmente recebidos, seja igual ou inferior ao valor da linha de extrema pobreza; e

- Benefício Compensatório de Transição: concedido às famílias beneficiárias do Bolsa Família que tiverem redução no valor a ser recebido em decorrência do enquadramento na nova estrutura de benefícios.

Metas - O relator incorporou à MP metas para reduzir as taxas de pobreza no Brasil, “observada a condução sustentável da política fiscal, voltada para um ambiente macroeconômico estável compatível com a geração de empregos e de renda”.

Segundo o texto, nos três anos seguintes ao de publicação da futura lei as metas serão:

– taxa geral de pobreza inferior a 12%, 11% e 10%, respectivamente; e

– taxa de extrema pobreza inferior a 6%, 4% e 3%, respectivamente.

Anos seguintes - Para os anos seguintes a esses, o Executivo estabelecerá metas inferiores e decrescentes para a taxa de pobreza, que deverá ser apurada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Referências - Como referências, deverão ser usadas as linhas internacionais de pobreza (3,2 dólares) e de extrema pobreza de (1,9 dólar), ambas ajustadas pela paridade do poder de compra.

Não cumprimento - Caso as metas não sejam cumpridas, o Executivo federal divulgará às razões que levaram ao descumprimento e encaminhará documento público ao Congresso Nacional, contendo descrição detalhada das causas do descumprimento; providências para assegurar o cumprimento; e prazo no qual se espera que elas produzam efeito.

Condições - A manutenção da condição de família beneficiária dependerá, no mínimo, do cumprimento de condicionalidades relativas à realização do pré-natal, do calendário nacional de vacinação e acompanhamento do estado nutricional, e frequência escolar mínima. Entretanto, não há mais referência ao acompanhamento da saúde, como no Bolsa Família.

Pagamento - O pagamento do benefício de composição familiar quando o jovem tiver entre 18 e 21 anos poderá ocorrer apenas se eles estiverem matriculados na educação básica, nos termos do regulamento.

Negociações - Após as negociações com vários partidos, o relator retirou o limite de cinco benefícios recebíveis por família segundo a MP original. Outra mudança é o fim da chamada “fila” para receber o benefício. Assim, o texto determina que as dotações para o programa deverão ser suficientes para atender a todas as famílias elegíveis.

Permissão - Também caiu a permissão para o Executivo reavaliar os valores referenciais em razão da dinâmica socioeconômica do País e de estudos técnicos. Poderá haver apenas ampliação dos valores.

Crédito consignado - Marcelo Aro retirou ainda a permissão para os beneficiários de programas federais de assistência social ou de transferência de renda pedirem crédito consignado junto aos bancos no limite de 30% do benefício.

Auxílio creche - Se não houver vaga em creche pública ou privada conveniada próximas à residência ou ao endereço referencial de trabalho do responsável pela família com crianças de 0 a 48 meses, elas poderão contar com o Auxílio Criança Cidadã, a ser pago diretamente pelo governo local.

Semelhante - Esse auxílio é semelhante ao já existente no âmbito do Bolsa Família, que é extinto pela MP, mas os recursos já repassados aos estados e ainda não usados para financiar creches aos assistidos pelo programa poderão ser usados até o fim do ano seguinte.

Atividade remunerada - Essa nova ajuda poderá ser paga às famílias que receberem o Auxílio Brasil, mas o responsável deverá exercer atividade remunerada registrada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) por meio de atuação autônoma, como profissional liberal ou empreendedor individual. A família também deve estar inscrita na fila de vagas para creches do município.

Faixa etária - Pago diretamente a creches autorizadas, o auxílio sustentará crianças de zero a 48 meses nessas creches por tempo integral ou parcial, continuando mesmo que a família deixe de atender a algum desses critérios até a criança atingir a idade limite ou até o término do ano letivo.

Termo de adesão - Ato conjunto dos ministérios da Educação e da Cidadania definirá o termo de adesão das creches e os critérios e procedimentos mínimos. Segundo o texto, somente as creches de entidades comunitárias, confessionais e filantrópicas poderão aderir ao programa, que não caracteriza prestação de serviço diretamente à União e terá validade de cinco anos, prorrogáveis.

Direito - Cada família terá direito a um limite de três crianças por família recebendo esse tipo de auxílio. Se ocorrer o nascimento de gêmeos, serão consideradas as crianças nascidas em três gestações.

Orientação parental - O texto de Marcelo Aro incorpora novas exigências para o recebimento do auxílio de creche, como a participação dos responsáveis em atividades de orientação sobre parentalidade e cuidados com a primeira infância, a serem oferecidas pelo poder público municipal ou do Distrito Federal.

Valores - Já os valores serão fixados por ato conjunto dos ministros da Cidadania e da Educação, assim como critérios e procedimentos mínimos para o atendimento das crianças, as ações de articulação entre União, estados e municípios, e as formas de acompanhamento, monitoramento, fiscalização e controle dos valores repassados.

Fraude ou pagamento indevido - Na hipótese de fraude ou pagamento indevido comprovados, caberá à instituição de ensino recebedora e ao beneficiário, subsidiariamente, a responsabilidade pelo ressarcimento, devendo haver comunicação à Controladoria-Geral da União, à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

CadÚnico - Na votação dos destaques em Plenário, foi aprovada emenda do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) para incluir na lei referente ao CadÚnico o registro público eletrônico de informações socioeconômicas das famílias de baixa renda.

Rejeitados - Os demais destaques foram rejeitados. Confira:

- emenda da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) pretendia garantir o pagamento da parcela relativa à primeira infância às famílias com crianças até seis anos de idade, em vez dos três anos;

- destaque do PSL pretendia permitir a participação de outras creches privadas no âmbito do Auxílio Criança Cidadã, além das comunitárias, confessionais e filantrópicas;

- destaque do PDT pretendia retirar do texto a necessidade de agricultores familiares beneficiados pelo programa doarem parcela de sua produção ao programa de distribuição de alimentos Alimenta Brasil para poderem receber o Auxílio Inclusão Produtiva Rural;

- emenda do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG) pretendia exigir o ressarcimento em dobro de valores recebidos por fraude cadastral comprovada. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Segue para a Câmara projeto de incentivo à navegação de cabotagem

legislativo cabotagem 26 11 2021O Senado aprovou nessa quinta-feira (25/11) o projeto de lei que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar), que vem a ser a movimentação de cargas entre portos de um mesmo país. O projeto (PL 4.199/2020), cuja aprovação ainda neste ano é considerada prioritária pelo governo federal, retornará à apreciação da Câmara dos Deputados, onde teve origem.

Parecer - De autoria do Executivo, a proposta foi relatada pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que manteve o parecer aprovado em setembro na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Objetivo - O projeto tem o objetivo de incentivar a concorrência na prestação do serviço, ampliar a frota para a navegação de cabotagem, estimular o desenvolvimento da indústria naval do setor, incentivar a formação de marítimos nacionais e os investimentos decorrentes de operações de cabotagem em instalações portuárias, além de otimizar o emprego dos recursos oriundos da arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

EBN-i - O texto prevê a criação da Empresa Brasileira de Investimento na Navegação (EBN-i), que deve constituir frota e fretar as embarcações para as empresas brasileiras de navegação (EBNs) operarem, dispensando a necessidade de estas investirem em frota própria. Além disso, o programa modifica a destinação de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) — financiado, especialmente, pela arrecadação do AFRMM —, ampliando as hipóteses de uso pelo setor, com a inclusão, por exemplo, de manutenções preventivas nas embarcações.

Reporto - Outra iniciativa prevista no projeto é a prorrogação do prazo do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto) até 31 de dezembro de 2023. De acordo com o relator, a ausência desse incentivo, vigente entre 2004 e 2020, trouxe enormes prejuízos à logística e à indústria do país, que segundo ele está em um momento crucial de investimentos pelos setores portuário e ferroviário.

AFRMM - Outros pontos de destaque do projeto são a prorrogação da isenção do AFRMM até 2027, que permitiria à indústria salineira do Rio Grande do Norte enfrentar a concorrência com o sal do Chile; o reescalonamento de financiamentos viabilizados com recursos do FMM e celebrados antes da pandemia, desde que não ultrapassem os prazos máximos de 72 meses de carência e de até 24 anos de amortização; a garantia de mais empregos, com a exigência de que as embarcações estrangeiras na cabotagem tenham, no mínimo, um terço de tripulantes brasileiros já no início de suas operações no país. 

Embarcações estrangeiras - O texto estabelece ainda que as embarcações estrangeiras terão o direito de usufruir das mesmas condições comerciais para a prestação dos serviços de apoio portuário, e não mais dos serviços de praticagem (serviço de assessoria aos comandantes dos navios para navegação em águas restritas).

Recomendação - Em seu relatório, Nelsinho Trad recomendou a tramitação autônoma do Projeto de Lei do Senado (PLS) 422/2014, da senadora Kátia Abreu (PP-TO), que tramitava apensado ao PL 4.199/2020. O texto de Kátia Abreu propõe a modernização do controle de tráfego marítimo na área dos portos, por meio da alteração de uma série de dispositivos que interferem nos serviços de praticagem. Ao justificar sua decisão, o relator explicou que essa proposição, em seu entendimento, foge ao escopo da navegação de cabotagem. Com isso, o PLS 422/2014 deve retornar às seguintes comissões do Senado: Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

Discussão do projeto - A bancada do PT votou contra o PL 4.199/2020, seguindo orientação de seu líder, senador Paulo Rocha (PA). Ele reconheceu os pontos positivos da proposta, mas avaliou que a iniciativa prejudica a indústria naval brasileira. “Ela permite navios estrangeiros com tripulação estrangeira. Permite usar recursos destinados à construção de navios no país na manutenção dos navios estrangeiros. Não limita a quantidade de navios estrangeiros em operação”, criticou Paulo Rocha.

Modernização - O senador Carlos Viana (PSD-MG), por sua vez, disse que o projeto moderniza a navegação e favorece a atuação dos caminhoneiros ao ampliar a possibilidade do uso de caminhões em trechos menores e em novas regiões do Brasil.

Dificuldade - “A grande dificuldade que os motoristas enfrentam são o transporte de longa distância em estradas ruins e combustíveis caros. Agora que estamos abrindo os portos à chamada cabotagem, principalmente por investimentos estrangeiros, estamos retirando as reservas de mercado. Estamos entregando um projeto de cabotagem que vai fazer com que os portos brasileiros se diversifiquem e o transporte rodoviário em menor escala e dimensão aumente, oferecendo aos caminhoneiros mais fretes, mais bens pagos e com mais segurança”, afirmou Viana.

Trabalho profundo - Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ressaltou que Nelsinho Trad fez um trabalho profundo após debater o projeto com o governo, o setor naval e transportadores logísticos. “O relatório dele conseguiu agasalhar todas as contribuições e merece o reconhecimento da CNI [Confederação Nacional da Indústria], da CNT [Confederação Nacional do Transporte] e de todos os que têm interesse em que a cabotagem possa ser um importante modal de transporte no país. A cabotagem vai abrir a oportunidade de novos investimentos e de geração de muitos empregos para brasileiros que precisam de renda para manter as suas famílias”, afirmou Bezerra.

Consenso - O senador Eduardo Braga (MDB-AM) também saudou o relatório de Nelsinho Trad, que, segundo Braga, favoreceu a busca do consenso. Ele ressaltou ainda que a navegação de cabotagem favorece dezenas de estaleiros existentes na região amazônica.

Agradecimento - Após a discussão do projeto, Nelsinho Trad ocupou a tribuna e agradeceu o apoio das lideranças partidárias para a aprovação do texto, e também ao ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, que, ressaltou Nelsinho, "não mediu esforços" para exaurir as dúvidas dos senadores. “Consegui ouvir todos os setores envolvidos nessa questão. O projeto vai diminuir o Custo Brasil e vai alavancar a economia no setor. Temos 7.500 quilômetros de costa marítima, e já tinha passado da hora de chegar a este momento. Nós conseguimos chegar a um termo para tirar essa matéria de cima da mesa e fazê-la ser aprovada, para que o Brasil possa ganhar no seu desenvolvimento, na sua geração de emprego e renda, que esse setor com certeza vai proporcionar”, declarou o relator. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 303 mortes e 12.126 casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde do Brasil registraram até o momento que 613.642 pessoas morreram em decorrência da covid-19. Desde quarta-feira (24/11), as autoridades confirmaram 303 novas mortes por covid-19.

Investigação - Ainda há 2.837 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demandar procedimentos.

Novos casos - Também conforme as estatísticas das autoridades de saúde, a soma de pessoas infectadas pelo coronavírus durante a pandemia atingiu 22.055.238. Nas últimas 24 horas, foram registrados 12.126 novos casos da doença.

Acompanhamento - Ainda há 166.387 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Recuperadas - Até esta quinta-feira (25/11), 21.275.209 pessoas se recuperaram da doença.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quinta-feira (25/11). A atualização consolida informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (153.755), Rio de Janeiro (68.935), Minas Gerais (56.104), Paraná (40.763) e Rio Grande do Sul (36.034). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.846), Amapá (2.002), Roraima (2.050), Tocantins (3.914) e Sergipe (6.041).

Vacinação - No total, até o início da noite desta quinta-feira (25/11) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 306,9 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 158,5 milhões como primeira dose e 134,6 milhões como segunda dose e dose única. Foram aplicadas 13,2 milhões de doses de reforço.

Envio - Ainda conforme o painel do Ministério da Saúde, foram enviadas aos estados 372,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 26 11 2021

SAÚDE II: Estado registra 1.186 novos casos e 14 óbitos pela Covid-19

saude II 26 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa quinta-feira (25/11) mais 1.186 casos confirmados e 14 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.570.176 casos confirmados e 40.541 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (614), outubro (109), setembro (98), agosto (85), julho (66), junho (91) e maio (123) de 2021. Os óbitos divulgados são de novembro (13) e outubro (1) de 2021.

Internados - 177 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 117 pacientes em leitos SUS (69 em UTIs e 48 em leitos clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 817 pacientes internados, 469 em leitos de UTI e 348 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 14 pacientes. São 7 mulheres e 7 homens, com idades que variam de 10 a 105 anos. Os óbitos ocorreram entre 26 de outubro e 24 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (4), Curitiba (3), São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Palotina, Londrina, Cascavel, Cambé e Atalaia.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.237 casos de residentes de fora do Estado, 222 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Confira o relatório de exclusões e ajustes AQUI.

 

SAÚDE III: Média de ocupação de leitos de UTI Covid é a menor em 19 meses no Paraná

saude leitos 26 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registra neste mês de novembro a menor média de taxa de ocupação em leitos de UTI exclusivos para atendimento à Covid-19 desde maio de 2020. Segundo o levantamento da Regulação de Leitos do Paraná, diariamente cerca de 34% das unidades estavam ocupadas na média do dia 1º ao dia 24. Em maio de 2020, a menor taxa até então, a ocupação foi de 35%.

Clínicos - A diminuição também pode ser observada com relação aos leitos clínicos, de enfermaria, dos casos moderados. Neste mês, a média diária de ocupação não ultrapassou 24%. O Paraná não registrava números tão baixos desde junho do ano passado. Esse balanço leva em consideração também a variação na quantidade de leitos e o fechamento de alguns espaços.

Vacinação - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, disse que os números são reflexos expressivos da vacinação. “Para nós é motivo de alegria que estes leitos estejam cada vez menos ocupados, porque sabemos da angústia em precisar internar alguém sem saber se poderemos ver aquela pessoa novamente. Precisamos continuar vacinando e avançando, são as vacinas que diminuem a gravidade da doença, salvam vidas e nos dão esperança de que em breve sairemos desta pandemia”, afirmou.

Histórico - Desde a implantação dos leitos exclusivos, em 26 de março de 2020, mais de 115,6 mil pacientes foram atendidos nestas unidades. A estratégia de criação dessa rede ocorreu 14 dias depois da confirmação dos primeiros seis casos da doença no Estado, e teve por objetivo, separar os pacientes de outras doenças para evitar a disseminação do vírus responsável pela Covid-19, além de reforçar a rede hospitalar já existente com a criação de mais leitos.

Maio - Em maio deste ano, o Paraná chegou a ter mais de 4,7 mil leitos para atendimento à doença, sendo mais de 1,9 mil somente de UTI’s. Considerando que nos últimos 30 anos o Estado registrava 1.200 leitos de UTI gerais, com a implantação dos leitos exclusivos Covid, o Governo praticamente criou uma segunda rede hospitalar em menos de um ano.

Hospitais - Ainda para o enfrentamento à pandemia, o Governo do Estado adiantou a entrega de três hospitais próprios, localizados em Guarapuava, Ivaiporã e Telêmaco Borba, destinando as unidades para atendimento exclusivo da doença. Em Guarapuava foram abertos 40 leitos de UTI e 80 de enfermaria; em Telêmaco Borba, 23 UTI’s e 30 enfermarias; e em Ivaiporã, 20 UTI’s e 40 enfermarias.

Ampliação da rede - “A ordem expressa do governador Ratinho Junior era que não construíssemos hospitais provisórios, de lona, chamados de hospitais de campanha. A orientação era que ampliássemos a Rede própria, otimizando os recursos e investindo de maneira efetiva e permanente, com isso, dobramos o número de leitos disponíveis no Estado e não tenho dúvidas de que centenas de vidas foram poupadas com isso”, afirmou Beto Preto.

Retomada - Com o avanço da vacinação (65,41% da população imunizada com D2 ou dose única) e a diminuição nos índices de casos, óbitos e ocupações de leitos, o Governo do Estado, em conjunto com os gestores municipais e hospitalares, optou por desabilitar cerca de 2,5 mil leitos exclusivos para retomada de procedimentos cirúrgicos eletivos, além da disponibilidade de mais leitos para atendimentos de demandas gerais de urgência e emergência.

Desativação - A desativação programada destas unidades tem acontecido desde 8 de julho e até 1º de dezembro deve incluir pelo menos mais 795 leitos.

Confirmação - “Temos a confirmação de que pelo menos 1,7 mil leitos clínicos já retornaram para a rede, alguns foram transformados em UTI’s, outros destinados para atendimento geral, e aguardamos novas definições, em conjunto com o governo federal, para viabilizarmos a continuidade de custeio e manutenção dos demais leitos no Paraná”, explicou o secretário.

Dados - Há seis dias de terminar o mês, novembro registrou até agora, 9.847 casos e 294 óbitos em decorrência da Covid-19, segundo a Sesa. Os dados foram analisados até quarta-feira (24/11), e são 65% menores com relação aos casos e 62,2% em mortes, comparados com todo o mês de outubro. Os números baixaram pelo 4º mês consecutivo – foram mais de 5 mil óbitos em junho, por exemplo. Se comparado com o período mais crítico da pandemia (março de 2021), a diferença é de mais de 160 mil casos.

Municípios - Além disso, 295 municípios do Paraná (73,9% do Estado) não registraram óbitos por Covid-19 em novembro. Destes, 188 estão há, pelo menos, dois meses sem mortes.

Imunização - “Quanto mais avançamos na vacinação, mais reduzimos o número de casos e óbitos. Por este motivo precisamos confiar na segurança dos imunizantes e reforçar a necessidade da segunda dose e dose reforço, para que cada vez mais paranaenses sejam poupados desta doença que já vitimou mais de 40 mil paranaenses”, finalizou Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI a evolução de casos e óbitos por mês, desde março de 2020.

Confira AQUI a relação de municípios sem óbitos em novembro.

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: ANS divulga edição de novembro do Boletim Covid-19

saude IV 26 11 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, nesta quinta-feira (25/11), a edição de novembro do Boletim Covid-19, com dados sobre o comportamento do setor de planos de saúde durante a pandemia de Covid-19.

Leitos - Neste número, a publicação mostra que a quantidade de leitos alocados para atendimento a casos de Covid-19 mantém a queda iniciada em abril de 2021 e que o número de beneficiários segue em contínuo crescimento, destacando, mais uma vez, o interesse dos brasileiros no acesso à saúde suplementar. Dentre as informações econômico-financeiras, são informadas a sinistralidade no período e inadimplência. Quanto às demandas dos consumidores, observa-se queda no registro de reclamações relacionadas à Covid-19.

Beneficiários - A edição de novembro traz ainda uma prévia do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a outubro e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento. O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde nesse período, subsidiando análise qualificada da agência reguladora e prestando mais informações à sociedade.

Evolução - O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica relativo a outubro segue a tendência de crescimento observada desde julho de 2020. O total de 48.575.935 beneficiários representa aumento de 0,10% em relação a setembro. A taxa de adesão (entradas), considerando todos os tipos de contratações, é superior à taxa de cancelamento (saídas) nos planos médicos hospitalares. O tipo de contratação responsável por esta superioridade é o coletivo empresarial que se mantém, desde julho de 2020, com mais entradas do que saídas de beneficiários.

Tipo de contratação- Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação foi positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação ao longo dos meses de março de 2020 até outubro deste ano.

Informações assistenciais- A proporção de leitos alocados para atendimento à Covid-19 nos hospitais da amostra de operadoras segue a tendência de queda que vem se observando desde abril de 2021, atingindo patamar inferior ao observado em outubro de 2020, quando teve início a segunda onda da pandemia.

Taxa mensal- A taxa mensal geral de ocupação de leitos, que engloba tanto atendimento à Covid-19 como demais procedimentos, ficou em 72% em outubro, atingindo o mesmo patamar observado em outubro de 2019 (pré-pandemia). Já a ocupação de leitos comuns e de UTI para casos de Covid-19 apresentou queda significativa, enquanto a ocupação de leitos para demais procedimentos manteve estabilidade. A nova edição do Boletim destaca, ainda, que 7 operadoras da amostra informaram ter zerado os leitos alocados para Covid-19.

Exames e terapias- A busca por exames e terapias ficou 1,4% abaixo do observado para o mesmo mês em 2019, apontando para um retorno à normalidade na utilização desses serviços de saúde A retomada da realização de exames e terapias eletivas é esperada para que haja a continuidade do cuidado, detecção e tratamento precoces de doenças para o adequado acompanhamento de pacientes crônicos.

Exames - Dos dados sobre realização de exames de detecção de Covid-19, destaca-se que o número de exames RT-PCR realizados em julho/2021 sofreu redução de 23,8 % em relação ao mês anterior, retornando ao patamar de novembro/2020. No caso dos exames de pesquisa de anticorpos, a queda foi ainda maior, com redução de 42,81% entre junho e julho de 2021.

Informações econômico-financeiras- A prévia da sinistralidade do 4° trimestre de 2021 apresenta 6 pontos percentuais de elevação em relação ao mesmo trimestre de 2019. Porém, é composta somente por um mês (outubro de 2021). No final do ano, historicamente, temos sinistralidade inferior devido à sazonalidade. Além disso, a taxa de sinistralidade anual em 2021 (prévia do acumulado até outubro) mantém-se inferior à de 2019 (81% x 79%). A ANS permanecerá monitoramento a evolução desses dados no setor.

Pequeno aumento- Em outubro de 2021, observa-se um pequeno aumento no percentual de inadimplência de planos com preço preestabelecido se comparado com o mês anterior, assim como nos percentuais de inadimplência para planos individuais/familiares e para coletivos. Todos esses valores, porém, mantêm-se próximos aos seus patamares históricos.

Demandas dos consumidores- Os dados de outubro de 2021 mostram um aumento de, aproximadamente, 4,5% no total de reclamações que foram passíveis de intermediação pelo instrumento da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), em relação ao mês anterior. Quanto às demandas relacionadas à Covid-19, houve redução significativa. Em outubro de 2021, a Agência registrou 384 reclamações sobre o tema. Do total de queixas relacionadas ao coronavírus, 39% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento para a doença. A intermediação de conflitos feita pela ANS, entre consumidores e operadoras, tem resolvido mais de 90% dessas reclamações.

Portal - No portal da reguladora, é possível acessar o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Consulte o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Sobre os dados- Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 49 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 105 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e análise de inadimplência. Juntas, as operadoras respondentes para esses grupos de informação compreendem 74% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares. Adicionalmente, na construção do boletim, foram utilizados dados do Documento de Informações Periódicas (DIOPS), do Sistema de Informações de Fiscalização (SIF) e o Sistema de Informação de Beneficiários (SIB). (ANS)

 


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