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GESTÃO III: O mundo exige que empresas adotem programas de integridade, diz Valdir Simão

‚Äú√Č discutindo abertamente √©tica e integridade nos neg√≥cios que vamos transformar esse pa√≠s. Pecado n√£o √© fazer neg√≥cios para ganhar dinheiro. Pecado √© fazer coisas erradas para ganhar dinheiro. Precisamos garantir que os resultados cheguem, mais cumprindo-se as regras. √Č disso que se trata o compliance‚ÄĚ. Foi assim que o ex-ministro do Planejamento, Or√ßamento e Gest√£o e ex-ministro chefe da Controladoria Geral da Uni√£o, Valdir Sim√£o, iniciou sua fala no lan√ßamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense, na tarde desta segunda-feira (29/04), no audit√≥rio do Sistema Ocepar, em Curitiba.

Entendendo o tema - Especialista no assunto, tendo, inclusive, colaborado com a regulamenta√ß√£o da Lei n¬ļ 12.846/13, a Lei Anticorrup√ß√£o, Sim√£o explicou em sua palestra o que √© compliance. ‚ÄúFui servidor p√ļblico durante 30 anos da minha vida, atuando na √°rea de controle, como auditor fiscal, e sei o quanto √© chato controlar e ser controlado. Ningu√©m gosta disso. Mas precisamos compreender exatamente do que estamos falando quando se trata de compliance‚ÄĚ, disse.  Citando alguns conceitos, afirmou que compliance pode ser entendido como um ‚Äúconjunto de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo √† den√ļncia de irregularidades e aplica√ß√£o efetiva de c√≥digos de √©tica e conduta, pol√≠ticas e diretrizes para detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos il√≠citos praticados contra a administra√ß√£o p√ļblica nacional e estrangeira‚ÄĚ.

Por que adotar - Falou tamb√©m do quanto a ado√ß√£o de programas de integridade s√£o importantes porque protegem a empresa contra a pr√°tica de atos lesivos e fraudes e atenuam a multa no caso de ocorr√™ncia de il√≠citos. ‚ÄúA Lei Anticorrup√ß√£o estabelece multa de at√© 20% do faturamento anual da empresa no caso de il√≠cito contra a administra√ß√£o p√ļblica, mesmo que praticado por terceiro em seu nome ou benef√≠cio‚ÄĚ, explicou.

Obriga√ß√£o - Segundo ele, o trabalho que est√° sendo iniciado pelo Sistema Ocepar, de fomentar a ado√ß√£o de pr√°ticas de compliance nas organiza√ß√Ķes cooperativas do estado, √© importante porque esse tema tornou-se uma exig√™ncia, n√£o s√≥ dos √≥rg√£os reguladores, mas em especial da sociedade, dos consumidores, e em qualquer lugar do mundo. ‚ÄúAs cooperativas atuam em v√°rios ramos de neg√≥cios, s√£o exportadores, produtores de bens e servi√ßos, prestam servi√ßo para fam√≠lias. E todos, sem exce√ß√£o, est√£o preocupados com isso, porque junto com a ideia de compliance vem a seguran√ßa de que eu estou consumindo um bom produto, que estou absorvendo e contratando bons servi√ßos, que eu tenho a garantia de que vou internalizar na minha empresa ou na minha fam√≠lia, algo de qualidade‚ÄĚ, disse.   

Ado√ß√£o - De acordo com Sim√£o, h√° cinco pilares b√°sicos para a ado√ß√£o de um programa de compliance. O primeiro √© o comprometimento da alta administra√ß√£o. ‚ÄúNenhum programa pode ser implementado se n√£o houver o patroc√≠nio de quem comanda‚ÄĚ, alertou.  Os demais pilares s√£o: defini√ß√£o de quem ser√£o os respons√°veis pela condu√ß√£o do programa; a an√°lise de perfil e riscos; o estabelecimento de regras e instrumentos; e por √ļltimo o monitoramento cont√≠nuo.

Entrevista - Clique aqui e confira a entrevista concedida por Valdir Sim√£o para a R√°dio Paran√° Cooperativo, em que ele detalha dos cinco princ√≠pios que norteiam os processos de ado√ß√£o de programas de integridade.

Clique aqui para conferir a apresentação de Valdir Simão no lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense

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