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COCAMAR I: Na região Norte, chuvas podem ser a salvação da lavoura

Percorrendo na quarta-feira (12/01) os municípios de Primeiro de Maio, Sertanópolis, Rancho Alegre e Uraí, na região Norte do Paraná, o Rally Cocamar de Produtividade constatou os estragos causados pela estiagem nas lavouras de soja e, também, que grande parte delas ainda apresenta bom potencial produtivo. Considerando que as chuvas vêm ocorrendo na fase em que a cultura mais necessita de água, a de enchimento de grãos, o ano pode não estar perdido para muitos produtores.

Variações - Em Primeiro de Maio, a 68km de Londrina, o engenheiro agrônomo Eduardo Fernandes, da unidade local da Cocamar, comentou que a região apresenta lavouras em diferentes situações.

Média - “Temos de 5 a 10% de áreas muito boas, que receberam maior volume de chuvas, mas metade das lavouras do município e região deve ter uma produtividade de 80 a 100 sacas por alqueire” (36 a 41 sacas/hectare), disse Fernandes, lembrando que em anos de clima favorável, a média geralmente fica em 120 a 130 sacas por alqueire (45,5 a 53,7/hectare). Uma parte da soja, no entanto, já bastante prejudicada, vai produzir menos ainda.

Expectativa - Em uma das propriedades visitadas, o Rally observou uma lavoura bem formada, em fase de enchimento de grãos e, segundo Fernandes, a expectativa é de uma boa produtividade, acima de 130 sacas por alqueire (53,7/hectare).

Mais chuvas- O gerente técnico Rafael Furlanetto, que acompanhou o Rally na viagem, observou: as plantas apresentam um bom número de vagens, mas precisam de mais chuvas neste momento. “Com este porte e essa quantidade de vagens, o potencial produtivo é bom. Continuando assim, vai dar uma boa colheita”, disse.

Animado - José Bruno Lingnau, produtor de Rancho Alegre, distante 55km de Londrina, comentou estar animado: “A chuva chegou numa boa hora e salvou um pouco”, explicando que sua lavoura foi semeada em 6 de outubro e espera ter uma colheita entre 110 e 120 sacas por alqueire (45,5 a 49,5/hectare). “Só se acontecer alguma coisa daqui para a frente, mas se continuar assim, está bom”, comentou.

Má-distribuição - Para Fábio Eliezer Faversani, da vizinha Uraí, a má-distribuição de chuvas, algo comum nesta safra, tem atrapalhado os planos de muitos produtores. “Eu tenho área onde choveu 100ml a mais que outra, não muito longe”, assinalou, afirmando que em sua região há áreas de safra praticamente normal e outras com padrão abaixo dos anos anteriores.

Não pode reclamar - “No geral, a região vai produzir menos que no ano passado”, frisando que quem colher 100 sacas por alqueire (45,5/hectare) não pode reclamar, ante as dificuldades enfrentadas. “Precisa chover mais, ainda, para granar bem a soja”, acrescentou Faversani, citando ter semeado uma parte das lavouras no começo de outubro e outra no início de novembro.

Menos perdas - Fazendo uma avaliação geral, o gerente técnico Rafael Furlanetto disse haver lavouras nesses municípios com grandes variações de produtividade, mas com índices de perdas bem inferiores ao de outras regiões.  

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sétima edição consecutiva, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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