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SANIDADE ANIMAL III: Reconhecimento internacional coloca produção do Paraná em patamar elevado de qualidade, diz Ratinho Junior

Segundo o governador Ratinho Junior, a certificação da OIE (Organização Mundial para a Saúde Animal) que reconhece o Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação coloca a produção agropecuária do estado num patamar elevado de referência de qualidade e sanidade. “Esse reconhecimento internacional é o mais importante acontecimento dos últimos 50 anos para a agropecuária paranaense”, afirmou.

Ação conjunta - Ratinho Junior participou, na manhã desta quinta-feira (27/05), de reunião virtual com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, governadores, parlamentares e representantes do setor produtivo. Acompanharam o encontro, o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, o diretor-presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná), Otamir Cesar Martins, o superintendente do Mapa no Paraná, Cleverson Freitas, e o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Oportunidades - Ratinho Junior lembrou que o primeiro grupo de trabalho para tornar o estado livre de febre aftosa foi formado em 1958. O governador destacou a importância da agropecuária para o desenvolvimento do Paraná. “É sem dúvida o principal alicerce da nossa economia. Temos a alegria de ser o estado que tem a maior produção de proteína animal do Brasil, representando 22% do total produzido no país. Somos líderes na produção de frango e peixes, e o segundo maior produtor de carne suína. Com a certificação, vamos acessar mercados bilionários, abrindo oportunidades para nossos produtores, com mais geração de empregos, aumento da tecnologia produtiva e investimentos em agroindústrias”, disse.

Cooperativas - O governador ressaltou os investimentos do setor produtivo, em específico das cooperativas paranaenses, que contribuem para o forte processo de transformação agroindustrial e agregação de valor aos produtos do estado. E ressaltou também o reconhecimento do estado como bloco isolado e livre de peste suína clássica. “É uma certificação que traz impactos positivos para a suinocultura. Acredito que toda a agropecuária paranaense se beneficia do reconhecimento internacional anunciado pela OIE, o que fará com que o Paraná possa ser um protagonista ainda maior na produção de alimentos de qualidade e com sustentabilidade”, concluiu.

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