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ADAPAR: Garantir alimentos seguros para a população é o nosso foco, afirma Kroetz

O diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Afonso Kroetz, esteve, na manhã desta terça-feira (03/07), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, em visita ao presidente da organização, João Paulo Koslovski. Kroetz estava acompanhado do chefe de gabinete Silmar Burer. A reunião também contou com a presença do assessor da diretoria da Ocepar, Wilson Thiesen. A nova diretoria da Adapar foi empossada no dia 07 de maio. A autarquia foi criada em dezembro de 2011 para executar serviços de fiscalização e inspeção da sanidade agropecuária no Estado, visando modernizar o sistema de defesa sanitária estadual.

Qualidade dos alimentos - De acordo com Kroetz, al√©m de conquistar novos mercados, a Ag√™ncia visa assegurar alimentos seguros e com qualidade aos consumidores internos. ‚ÄúN√≥s n√£o podemos pensar na sanidade visando apenas a exporta√ß√£o. O produtor e a ind√ļstria tem por obriga√ß√£o assegurar a qualidade dos produtos que vendem. Cabe ao Estado verificar se eles est√£o cumprindo essa exig√™ncia e se est√£o adotando as boas pr√°ticas de produ√ß√£o e de fabrica√ß√£o e analisar se √© poss√≠vel conceder a certifica√ß√£o ou n√£o‚ÄĚ, afirmou. ‚ÄúTemos que desmistificar essa ideia de que s√≥ deve ter qualidade o produto que vai ser exportado ou comercializado para longe. Todos os alimentos colocados √† venda, seja no munic√≠pio, na regi√£o, no Estado, no pa√≠s ou no exterior, devem ter a mesma qualidade. O alimento seguro para o consumidor brasileiro e paranaense √© o nosso foco. Se n√£o √© bom para exportar, n√£o √© bom para consumir internamente. N√≥s temos muita clareza sobre essa quest√£o e vamos exigir isso‚ÄĚ, acrescentou.

Aftosa ‚Äď Kroetz tamb√©m falou sobre o objetivo do Paran√° alcan√ßar a condi√ß√£o de √°rea livre de febre aftosa, sem vacina√ß√£o. Para ele, isso pode acontecer num futuro pr√≥ximo, mas depende de um conjunto de fatores.   ‚ÄúEsse foi um dos desafios apresentados na cria√ß√£o da ag√™ncia. Hoje, a vacina√ß√£o √© extremamente importante e √© obrigat√≥ria em todos os estados, menos Santa Catarina que j√° conseguiu a libera√ß√£o. Quando as garantias dadas pela defesa em fun√ß√£o dos desafios do ambiente externo e interno n√£o permitem abolir a vacina√ß√£o, ent√£o √© melhor que o Estado continue com ela. Para que se alcance o status de √°rea livre sem vacina√ß√£o √© preciso considerar, em primeiro lugar, a robustez da defesa sanit√°ria existente no Estado. Ainda, a qualidade da sua capacidade em gerenciar o risco sem a vacina√ß√£o. Tamb√©m √© importante saber se isso √© economicamente interessante e estrategicamente oportuno. Quando isso acontecer, o Paran√° ficar√° livre da febre aftosa, sem vacina√ß√£o‚ÄĚ, disse. ‚Äú√Č um futuro que n√£o est√° muito distante porque j√° estamos h√° muitos anos na condi√ß√£o de √°rea livre da febre aftosa, com vacina√ß√£o. Mas, no momento oportuno, mudaremos de patamar‚ÄĚ, acrescentou.

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