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SISTEMA OCB: Sescoop nacional adota marca do Jovemcoop para juventude cooperativista

A logomarca do Jovemcoop, desenvolvida por jovens do Paraná, foi adotada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para ser a marca oficial do novo programa de organização do quadro social (OQS) do Sistema OCB. Trata-se de um novo formato aplicado ao já conhecido pelas jovens lideranças cooperativistas, vinculando a atuação dos jovens à estratégia das cooperativas e garantir a sustentabilidade do movimento. O anúncio da adoção da marca paranaense foi feito pelo presidente da entidade, Márcio Lopes de Freitas durante abertura de uma Oficina de trabalho realizada em Brasília nos dias 4 e 5 de setembro.

Papel fundamental - Com a presença de 30 representantes de diversos estados, entre eles o gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop Paraná, Leonardo Boesche, Humberto Bridi e Guilherme Gonçalves e também de profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Lopes de Freitas destacou o papel fundamental a ser cumprido pelo Jovemcoop: “é um programa que vem ‘amarrar’ todos os outros trabalhos desenvolvidos pelo sistema OCB, por meio da integração entre as unidades estaduais do Sescoop e do nacional, cooperativas, cooperados, colaboradores, familiares e a comunidade em geral”, disse o dirigente.

Origem - Leonardo Boesche lembrou que a atual marca do Jovemcoop surgiu dos próprios jovens que integram o movimento no Paraná. “A primeira marca era do ano 2000, e já estava ultrapassada em seus conceitos de mensagem, então, durante o Jovemcoop de 2011, por ocasião da realização do vigésimo encontro da juventude cooperativista paranaense, foi apresentado pelos próprios jovens uma nova sugestão de logomarca, a qual foi aperfeiçoada por uma empresa de design e aprovada, a qual, para nosso orgulho passa a ser adotada em nível nacional pelo Sescoop”, disse. Boesche também frisou que a nova formatação à semelhança do que já vem ocorrendo no Paraná, busca oportunizar para que os jovens possam se destacar como lideranças dentro do sistema, preparando-os para dar continuidade ao que já vem sendo realizado. “Investir na juventude é também promover o enraizamento do cooperativismo, na longevidade das boas práticas da cooperação”, ressaltou.

Inclusão e mobilização - Com um escopo mais moderno e prático, a proposta é focada principalmente na questão da inclusão e da mobilização de cooperados, futuros cooperados e seus familiares, de modo a promover a sustentabilidade do cooperativismo. “O alcance do programa foi ampliado, tornando-se um programa de OQS, de forma que a juventude seja uma das alavancas propulsoras do movimento. para isso, contamos com uma articulação muito forte com as demais áreas finalísticas do Sescoop (promoção social e monitoramento) no sentido de aproveitar as informações por elas produzidas como subsídios para que o programa cumpra com seu objetivo”, comenta a gerente de formação e qualificação profissional do Sescoop, Andréa Sayar.

Mesmo foco - A intenção da oficina, segundo Andréa, foi demonstrar que, muitas vezes, os trabalhos realizados de forma independente pelas unidades estaduais, com nomes diferentes, têm, no fundo, o mesmo foco: motivar a juventude. “não estamos reinventando a roda. estamos trabalhando de uma forma sistêmica, com uma identidade sistêmica, com aquilo que já é desenvolvido pelos estados, estipulando padrões mínimos, porém flexíveis, sem amarrações, que atendam às necessidades das cooperativas e alcancem os resultados propostos”, resume.

Resultados qualitativos - De acordo com o gerente geral de desenvolvimento de cooperativas, Maurício Alves, foram adicionados ao programa resultados qualitativos que mensurem e justifiquem a sua execução, e a expectativa da equipe é que a reformulação propicie resultados concretos para as cooperativas e atratividade para os jovens, responsáveis pela sucessão nas entidades. “o que esperamos de fato é conseguir mobilizar jovens que se incluam nas cooperativas, dentro de uma visão de sustentabilidade e de longevidade dessas instituições”, emenda o gerente geral de desenvolvimento de cooperativas, Maurício Alves. Para ele, não há como se garantir a sustentabilidade de uma cooperativa sem pensar no jovem. “a mudança é natural, as pessoas vão indo embora, vão cansando, envelhecendo. é fundamental que haja motivação para que os mais novos se integrem e tenham vontade e interesse em assumir os trabalhos. quando falamos em OQS falamos de um trabalho intenso de integração que mexe com princípios, mudança de hábitos. os jovens têm um potencial muito grande de comunicação e poder de convencimento junto aos pais que são ferramentas importantes nesse processo”, pontua o gestor. (Com informações do Informativo da OCB)

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