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Zoneamento agrícola para o trigo

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A portaria número 4, do Ministério da Agricultura, publicada em 29/04/2001, que estabeleceu o zoneamento de plantio de trigo para o Estado do Paraná, acabou deixando de fora o mês de março, contrariando as recomendações do IAPAR, cujo trabalho de regionalização constitui-se na referência básica daquele ministério no estabelecimento do zoneamento de plantio de trigo no Estado. A Ocepar, através da OCB, encaminhou ofício ao secretário executivo da Comissão Especial de Recursos e ao Ministro da Agricultura, solicitando providências e chamando a atenção para os prejuízos que a referida portaria causou aos agricultores que plantaram trigo no mês de março. Esse agricultores ficaram sem crédito de custeio e cobertura do Proagro.

Parcerias e intercâmbio

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Existem em Cuba cerca de 1.200 cooperativas agropecuárias, crédito e serviços, responsáveis por 70% da produção de café, 90% da produção de fumo e 30% da produção de leite. Cerca de 20% das terras cultiváveis estão nas mãos da chamadas UBPC ? Unidades Básicas de Produção Cooperativa, criadas após a revolução de 59, onde o Estado repassou para cada agricultor 4 cavalerias de terra (cerca de 52 hectares) de forma gratuita para uso por tempo indeterminado. Segundo Diosdado, Cuba tem interesse na importação de alguns produtos agropecuários de cooperativas, como soja (farelo e grãos), leite, frango e da tecnologia utilizada para implantação de pequenas agroindústrias. Em contrapartida, oferece amplo conhecimento em biotecnologia, agricultura orgânica e genética animal. O jornalista manifestou ao presidente da Ocepar o desejo de que, em breve, ocorra um encontro entre cooperativistas paranaenses e cubanos para que possam dialogar e, quem sabe, firmar algumas parcerias.

Pendências ainda são três

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O restabelecimento do percentual de 7% nos tributos da Cesta Básica resolve o primeiro e mais importante de quatro problemas criados com a concessão de liminar à Adin movida pelo governo paulista. Ainda há, para resolver, as questões referentes à concessão de crédito presumido, regime especial e ao programa Paraná Mais Empregos, mecanismos instituídos pelo Estado para reduzir a carga tributária em algumas situações com o intuito de melhorar a competitividade das empresas paranaenses e gerar mais empregos. A solução dessas pendências é mais complexa e depende do julgamento de ação interposta por São Paulo Contra o Paraná e negociações que envolvem o Confaz.

A ?guerra fiscal? ainda sem solução

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Até o meio desta tarde, quando será realizada reunião das lideranças do cooperativismo, agronegócio e indústrias com o secretário Sciarra, da Indústria e Comércio, e com o diretor de Arrecadação da Secretaria da Fazenda, João Manoel Delgado Lucena, não havia nenhuma perspectiva de solução imediata para neutralizar os efeitos do Decreto 3774, assinado pelo governador e que anula os incentivos fiscais concedidos à agroindústria. A reunião com Sciarra e Lucena foi solicitada pelo presidente da Assembléia Legislativa, Hermas Brandão, em encontro que manteve com as lideranças do setor (Ocepar, Faep, Fiep, Sindileite, Sindicarne, APS, APCBRH, Avipar, Abupar e SPGCGL-PR). O grupo de dirigentes dessas instituições entregou documento ao presidente da Assembléia Legislativa solicitando sua interferência junto ao Governo do Estado, solicitando uma solução. No documento, as entidades apresentam sugestões, elaboradas pelo de assessores jurídicos reunidos na Ocepar, na tarde de ontem, para devolver às empresas paranaenses a mesma situação fiscal existentes antes da publicação do Decreto 3774.

Depois de receber o documento e discutir a problemática com os dirigentes, o deputado Hermas Brandão depois de tentar contatar o secretário da Fazenda Ingo Hübert, conservou com o diretor daquela secretaria João Lucena, que garantiu que o assunto estará solucionado até o final do mês, prazo não aceito pela comitiva. Após ouvir a justificativa do presidente da Ocepar, que relatou as repercussões econômicas do decreto assinado por Jaime Lerner, o diretor da Sefa concordou em realizar uma reunião no final da tarde de hoje, com o secretário Francisco Sciarra e os representantes do setor produtivo de alimentos e da indústria.

Solução e problemas

A primeira reunião para buscar solução ao problema ocorreu no último dia 29, quando o presidente da Ocepar se encontrou com os secretários Antonio Poloni, Francisco Sciarra, Ingo Hübert e com o representante da Secretaria do Planejamento, Antoninho Caron. Naquela reunião, o presidente da Ocepar deixou clara a preocupação do setor produtivo com a as conseqüências do Decreto 3774. Ontem, diante da iminência da publicação do decreto, as assessorias jurídicas das entidades do setor produtivo reuniram-se na Ocepar para buscar alternativas de solução, traduzidas no documento entregue hoje ao presidente da Assembléia Legislativa.

Ainda na manhã de hoje, em conseqüência da publicação do decreto, as cooperativas sentiram as primeiras conseqüências econômicas, com vários distribuidores devolvendo as mercadorias que não estivessem de acordo com as novas normas, ou solicitando a troca das notas fiscais. Para o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, a falta de tomada de decisão por parte das autoridades estaduais escancarra o mercado paranaense a produtos de outros Estados, que entrarão aqui 10 % mais baratos que os das empresas do Paraná, ?inviabilizando nossas indústrias e causando grandes transtornos na economia, gerando milhares de desempregados?. Koslovski, que voltou ontem de viagem ao interior, afirmou que as agências de renda já estavam exigindo o enquadramento das empresas ao novo decreto.

Apoio da Assembléia Legislativa

O presidente da Assembléia Legislativa, Hermas Brandão, deu todo apoio às reivindicações das lideranças, afirmando que vai travar a votação de outros assuntos de interesse do governo enquanto não se buscar uma solução ao problema da tributação. Brandão reconheceu que, se mantidas as condições do Decreto 3774, as empresas serão inviabilizadas rapidamente, pois a margem atual da maioria delas é muito inferior ao reajuste dos tributos. ?O problema vai estourar no setor rural?, frisou Koslovski.

Posse no BB

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Tomou posse na última sexta-feira a nova diretoria do Banco do Brasil, agora presidida por Eduardo Guimarães. Antonio Luiz Rios da Silva será diretor de varejo; Ênio Pereira Botelho, diretor de controle e relações com investidores; Luciano Corrêa Gomes, diretor de gestão de pessoas e crédito; Rossano Maranhão Pinto continuará na área internacional e Ricardo Conceição na de crédito rural.

Medicred distribui sobras

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A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais Médicos de Curitiba e Região Metropolitana (Medicred) realizou no último (29), a sua Assembléia Geral Ordinária. Fundada no ano de 98, a Medicred conta hoje com 362 cooperados e seu faturamento no ano foi de R$ 721.516,00, ficando à disposição da assembléia uma sobra de R$ 134.400,00. Desse valor, 50% foi destinado à capitalização e a outra metade distribuída entre os cooperados. A Ocepar se fez presente à AGO através Izaias Gonçalves, do Sescoop-PR.

CREDICOAMO

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A Cooperativa de Crédito Rural Coamo Ltda. (Credicoamo), anunciou anteontem os resultados apurados durante o ano 2000, apurando uma receita total de R$ 12,68 milhões. As sobras líquidas apuradas no exercício somaram R$ 3,27 milhões e estão sendo depositadas nas contas correntes dos mais de 3 mil associados. O ativo total da cooperativa atingiu, em 2000, R$ 94,06 milhões, com um Patrimônio Líquido de R$ 17,54 milhões. ?O grau de solidez da Credicoamo vem se concretizando a cada ano?, explica o diretor presidente da entidade, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini.

BANSICREDI

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Já o Bansicredi, que pela segunda vez foi apontado como a instituição de menor risco a médio e longo prazo, de acordo com análise feita pelo Riskbank, entrou com força total na era virtual com o lançamento do seu site e do Internet Banking, revolucionando suas relações com o mercado e levando o Sicredi e o Bansicredi para o dia-a-dia do seus associados e clientes. O banco conquistou o 1º lugar no Prêmio Internacional Felaban de Comunicação em Mercado Financeiro 2000. Outro avanço importantíssimo para o setor foi os convênios com as Unicreds, o sistema de crédito cooperativo dos médicos, dos Estados do Norte/Nordeste, Brasil Central, Santa Catarina e com a Alcred Central de São Paulo. No próximo dia 30 o Bansicredi realiza em Porto Alegre a sua Assembléia de prestação de contas. Também no próximo mês entra em operação o cartão do sistema, com a bandeira Visa, o que vai permitir melhorar significativamente a prestação de serviços aos clientes.

SICREDI-PR: BALANÇO

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Segundo o relatório apresentado, o Sistema de Crédito Cooperativo do Paraná obteve no ano de 2000 um aumento de 25% em seu quadro social (58.218), de 16% em seu patrimônio líquido (R$ 49 milhões), 65% dos depósitos à vista (R$ 48,9 milhões) e um aumento de 47% nos depósitos a prazo (R$ 85,7 milhões). Uma das grandes conquistas do sistema no ano passado foi a instituição do ACNB ? Atendimento ao Cooperado em Nome do Bansicredi, que permite que qualquer pessoa, física ou jurídica, possa realizar movimentação no banco. ?Esta possibilidade está proporcionando às nossas cooperativas uma grande expansão. Terminamos o ano de 2000 com 28 cooperativas filiadas, 168 pontos de atendimento e mais de 58 mil associados ou clientes?, afirmou o presidente Seno Lunkes.

SICREDI-PR: CRESCIMENTO

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O Sistema de Crédito Cooperativo realizou, na manhã de hoje, no auditório da Ocepar, sua assembléia geral de prestação de contas de 2000 e apresentação do plano de trabalho deste ano. O presidente da Ocepar e um expressivo número de dirigentes das 28 cooperativas de crédito do Paraná compareceram à AGO. Na opinião do presidente do Sicredi-Central, Seno Cláudio Lunkes, ?o ano iniciou com a implantação de muitos projetos, dando uma prévia das grandes realizações que marcariam 2000 para os associados do sistema. Tivemos uma expansão muito grande, um amadurecimento de nossas lideranças, o que nos permitiu consolidar metas e ocupar espaços importantes em todo o Estado do Paraná?.

ANDAMENTO DO RECOOP I

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O Comitê Executivo do Programa de Revitalização das Cooperativas de Produção Agropecuária reuniu-se na última quarta-feira (21.03) para avaliar o processo de contratação das operações de crédito amparadas pelo Recoop. Sob a coordenação de José Gerardo Fontelles, do Ministério da Fazenda, o comitê, fez a apreciação da ata da reunião anterior, analisou o pleito da Copermota, as pendências do Recoop com relação aos Fundos Constitucionais, INSS, liberação de recursos pelo Tesouro e a situação geral do programa. As modificações da Medida Provisória, que define as situações de assunção de risco e a utilização das fontes de recursos pelos agentes financeiros nas áreas de abrangência dos Fundos Constitucionais, pleiteadas pela Exposição de Motivos encaminhada em novembro pelo Comitê à Casa Civil, até o momento não foram procedidas. O Comitê decidiu por um novo contato com aquela casa, ficando o coordenador de agendar audiência com os srs. Silvano e Coutinho, visando o encaminhamento ao assunto, rumo a uma solução definitiva.

GASOLINA

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Acredite se quiser. O preço da gasolina nas bombas poderá cair cerca de 4,6% a partir do dia 6 de abril, data do primeiro reajuste automático programado pelo Ministério da Fazenda. Esta estimativa foi feita pelo BBV Banco, que espera com isso um alívio de 0,2% na inflação. A queda poderia ser maior se não tivesse havido as sucessivas desvalorizações cambiais ocorridas recentemente.

BALANÇO DO PRONAF

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A Câmara Técnica de Crédito Rural reúne-se, hoje (22) a partir das 14h30, no auditório Alberto Passos Guimarães (Ed. Palácio do Desenvolvimento - SBN), em Brasília para fazer um balanço das operações do Pronaf - Planta Brasil, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

INFORME CONUNTURAL

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A Gerência Técnica e Econômica da Ocepar acaba de publicar o Informe Conjuntural, edição de março. O informe aborda a evolução da economia brasileira no mês de fevereiro e anteriores, nos seguintes temas macroeconômicos: setor externo, mercado financeiro, nível de atividade, inflação e indicadores econômicos. Tem como fonte, entre outras, o BNDES e o Ipea.

INDENIZAÇÕES NÃO PAGAS

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Muitos agricultores que fizeram seguro agrícola com a Cosesp (Companhia de Seguros do Estado de São Paulo) continuam sem o dinheiro da indenização das lavouras de trigo, milho e café destruídas em julho do ano passado. Passados oito meses desde que as geadas provocaram a quebra da safra desses produtos no Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, apenas R$ 80 milhões foram pagos aos produtores rurais, de um total de indenizações de aproximadamente R$ 140 milhões. Para efetivar as indenizações a Cosesp espera que o IRB (Instituto de Resseguro Rural), do governo federal, deposite o restante dos recursos financeiros na conta da companhia, cobrindo assim o rombo provocado pelas geadas na seguradora. Não há um prazo para que isso ocorra.

CHINA QUER AUMENTAR PIB

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O governo chinês anunciou nesta semana que pretende dobrar o seu Produto Interno Bruto (PIB) até 2010, com uma expansão de 8% ao ano. Mesmo vivendo um período conturbado em sua economia, o governo chinês irá manter, com pesados investimentos, um crescimento suficiente para gerar empregos para milhões de trabalhadores demitidos. Este aquecimento na economia chinesa deverá gerar aumento no consumo, o que é altamente positivo para o Brasil, que tem a China como importante comprador de grãos, principalmente a soja.

REUNIÃO DO CONESA

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Acontece nesta segunda-feira, dia 5, na sede da Faep, reunião de avaliação do Desempenho do Programa Conjunto de Aplicação de Crédito Rural em Regime de Integração dos Agentes do Agronegócio no Estado do Paraná ? Programa Paraná Pecuário, do qual participam a Ocepar, Faep, Seab, Emater-PR e Sebrae.

VITÓRIA CONTRA PIS/COFINS

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O presidente da Corol, Eliseu de Paulo, e sua Assessoria Jurídica informam da decisão do juiz da 1ª Vara da Justiça Federal de Londrina, que reconheceu a não incidência do PIS/Cofins sobre o Ato Cooperativo. As teses da Credicorol e da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Funcionários da Corol foram acatadas, surgindo mais uma sentença a favor do cooperativismo. A luta da Ocepar em ver reconhecido, não só no âmbito do Judiciário, mas também do executivo, está produzindo frutos. Assim, a Credicorol e Cooperativa de Crédito Mútuo da Corol estão livres da cobrança do Pis/Cofins. A Assessoria Jurídica da Ocepar salienta que esta é uma decisão de primeira instância e ainda será analisada pelo tribunal em Porto Alegre. No entanto, a Ocepar espera que os juízes reconheçam a ilegalidade da cobrança do PIS/Cofins.

SICREDI MODERNIZA LOGOMARCA

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O Sistema de Crédito Cooperativo(Sicredi) apresenta, neste mês de março, sua nova logomarca. Presente nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Sicredi possui hoje 107 Cooperativas de Crédito, com 640 pontos de atendimento e aproximadamente 400 mil associados. Ao colocar sua nova identidade visual no mercado, o Sicredi atualiza sua marca, acompanhando a evolução do próprio Sistema de Crédito Cooperativo e buscando maior proximidade com seu público, com cores mais vivas, letreiro mais moderno e dinamismo nas formas. O símbolo da instituição, o cata-vento, permanece intocado, lembrando a origem do sistema aliado a conceitos atuais de fonte renovável de energia e preservação ecológica. Já as novas cores das letras ? tons de verde-escuro e amarelo-ouro ? representam nossas riquezas e suas fontes geradoras. Para o Sistema de Crédito Cooperativo, uma marca deve evoluir de acordo com a exigência do mercado e, principalmente, no sentido de manter a fidelidade e a confiança de seu público, fazendo da mesma um patrimônio que se constrói para o futuro.

SICREDI COOPERVALE

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"A Sicredi Vale está participando de maneira expressiva na economia regional tendo, no ano passado, repassado mais de R$ 13 milhões para o financiamento da agricultura, pecuária de corte e leite, suinocultura e para a construção de açudes e aviários. Esse número representa um crescimento de 88% em relação ao volume aplicado em 1999. A avaliação do desempenho da cooperativa de crédito foi mostrada pelo presidente, Jaime Basso, no sábado passado, durante assembléia que reuniu 299 associados em Palotina. No ano passado o patrimônio líquido da Sicredi Vale cresceu 27% em relação a 1999, totalizando R$ 2,6 milhões, enquanto o volume total de recursos administrados pela instituição passou de R$ 13 milhões em 1999 para R$ 16,1 milhões no ano passado, registrando uma variação de 23%. As sobras líquidas da Sicredi no último exercício financeiro foram de R$ 403 mil, com uma rentabilidade de quase 20% sobre o patrimônio líquido no período. Por decisão da assembléia, as sobras foram integralizadas à conta capital dos cooperados.