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Na opinião dos integrantes do grupo de trabalho, os bancos não estão colaborando com o processo, muito pelo contrário, a cada dia aumentam as exigências para contratarem os projetos das cooperativas. Com isto, no lugar de revitalizar as cooperativas agropecuárias, o Recoop está servindo para solucionar os problemas do sistema financeiro, pois os recursos deferidos para o alongamento de dívidas (Pesa e Cotas Partes) é superior aos recursos alocados para a revitalização.
Flexibilização - Segundo o vice-presidente da Ocepar e representante do ramo agropecuário no Conselho da OCB, Luiz Roberto Baggio, muitos entraves estão inibindo a efetiva realização do Recoop e, por isso, o grupo de trabalho está fazendo um redesenho do atual projeto para apresentar uma proposta que flexibilize mais a execução do Recoop em todo o país. "Entre os principais pontos que dificultam estas negociações com os bancos podemos relacionar as garantias exigidas, apresentação de certidões negativas em decorrência das dívidas junto ao INSS, laudos de avaliação com valores abaixo do preço de mercado, exigência do aval pessoal dos diretores, entre outros", lembra Baggio.
Comitê - Alguns integrantes do grupo de trabalho continuam reunidos nesta quarta-feira, para a elaboração do documento final que deverá ser apresentado na próxima reunião do Comitê do Recoop, no próximo dia 7 de agosto em Brasília. É este comitê que analisará a proposta do grupo de trabalho, integrado por Luiz Roberto Baggio e Ramon Belisário (OCB), Antonio Borges (OCG), Paulo Roberto da Silva (Ocergs), Yuri Costa (Ocesp), Luiz Carlos Colturato (Sescoop), e Gerson Lauermann e Juacir Wischneski (Ocepar/Sescoop-PR).
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Guarda-chuva - Rodrigues enfatizou que o cooperativismo é hoje um grande guarda-chuva, capaz de enfrentar o agressivo processo de globalização dos mercados, que defende o lucro a qualquer preço e tende a isolar os países mais pobres. "Essa guerra comercial é tão violenta e perniciosa que leva à exclusão social e à concentração de renda, o que significa uma ameaça à democracia e à paz social". Lembrou que o sistema cooperativista era considerado, no passado, como a terceira mão do desenvolvimento. "Com a globalização, os países mais fortes passaram a jogar como se o cooperativismo tivesse acabado". "Mas hoje - continua ele - percebe-se nitidamente que as cooperativas são a única força capaz de remar contra essa maré, pois têm o objetivo, justamente, de promover a união de pessoas, gerando bem estar e felicidade entre elas". Por isso, ao mesmo tempo em que países privilegiados como os EUA apregoam a globalização, por outro lado vai ganhando importância o que já está sendo chamado de a "segunda onda do cooperativismo".
Globalização -Rodrigues cita justamente os EUA como exemplo de nação interessada em aniquilar outros mercados. Segundo ele, tanto os americanos quanto os europeus cortejam o mercado brasileiro para despejar os seus produtos, e a Alca (Associação de Livre Comércio das Américas) é exemplo disso. Quanto a Alca, considera que o governo brasileiro vem atuando com lucidez e firmeza, não aceitando negociar enquanto perdurarem os generosos subsídios concedidos aos produtos agrícolas americanos. Por outro lado, o Congresso dos EUA pretende discutir, nos próximos meses, uma proposta para elevar ainda mais os subsídios ao campo, a partir de 2003. Em 11 anos seriam destinados US$ 180 bilhões em ajuda aos agricultores daquele país, mais de US$ 17 bilhões por ano. Isto garantiria uma ajuda de mais de US$ 12 por saca de 60 quilos para cada produtor de soja. "Comparando com o subsídio que se dá ao produtor brasileiro, que é zero, isto vai significar um desastre para nós", frisou Rodrigues, concluindo que está havendo uma grande reação internacional a essa proposta, inclusive por parte de países europeus.
Homenagem a Rodrigues - Durante a solenidade realizada na Cocamar, Roberto Rodrigues recebeu uma das mais importantes homenagens já prestadas pelo cooperativismo paranaense. As cooperativas Cocamar, Cocari, Coamo, Corol, Copagra, Coceal, Nova Produtiva, Unimed, Uniodonto e Coopcana entregaram ao presidente da ACI um troféu simbolizando as ações do cooperativismo. Coube aos presidentes da Cocamar, Luiz Lourenço, e da Ocepar, João Paulo Koslovski, proferirem discursos em homenagem a Rodrigues. Lourenço falou da importância de Rodrigues na defesa e valorização do sistema cooperativista. O presidente da Ocepar, por sua vez, destacou as funções ocupadas por Rodrigues e a sua dedicação pessoal direcionada ao desenvolvimento do sistema cooperativista. João Paulo Koslovski destacou os seguintes pontos de Rodrigues:
* Capacidade enorme de articulação e criação, sempre disposto a ajudar, jamais tendo se negado a participar de palestras e eventos para cooperados, jovens, mulheres e dirigentes.
* Como presidente da OCB, deixou marcas profundas, como o X Congresso Brasileiro do Cooperativismo; a abertura obtida junto ao Executivo e Legislativo; as conquistas obtidas na Constituição de 1988 e a profissionalização do sistema.
* Na ACI, realizou um trabalho fantástico junto aos governos de diversos países, demonstrando a importância do cooperativismo; inseriu a ACI na Organização Mundial do Comércio.
* Rodrigues é uma referência de competência, honestidade, profissionalismo e dedicação, sempre voltado ao bem comum. É reconhecido mundiamente como professor, agricultor, empresário, consultor e sobretudo como cooperativista. "No cooperativismo do Paraná nós nos orgulhamos muito em termos em nosso meio um cooperativista como o Roberto, pessoa maravilhosa como ser humano e como profissional".
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Unisol - Esses operários-patrões constituíram a Unisol (União e Solidariedade das Cooperativas do Estado de São Paulo) e agora se preparam para disputar, nos leilões judiciais, a propriedade definitiva das empresas que lhes foram provisoriamente arrendadas pelos síndicos das massas falidas. Localizada próxima ao centro de Diadema, numa área de 124 mil metros quadrados, a ex-Conforja já recuperou 60% da sua capacidade de produção, embora esteja trabalhando hoje com metade dos 600 empregados que restavam na época da falência (em 1976, a fábrica chegou a ter 1.800). Mas, a constituição da cooperativa não foi tarefa fácil, pois muitos empregados não sabiam como funcionaria a nova empresa e tinham medo do futuro. Essa rejeição foi superada graças à determinação das lideranças. A constituição de cooperativas para assumir esse e outros negócios surgiu como a melhor alternativa diante da fábrica que estava falindo. (Se desejar íntegra da reportagem, solicite:
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(Tabela)
Obs: a proposta aborda somente as tarifas ad valorem, ou seja, aquelas tarifas que consistem em percentagens aplicadas sobre o valor das mercadorias.
Em reunião realizada no Ministério da Agricultura, no último dia 17, o governo já havia solicitado que o setor produtivo do agronegócio apresentasse uma proposta, até o dia 30 de agosto, para elaborar documento único do Brasil a ser apresentada ao Mercosul no final de setembro. A reunião para que o Mercosul apresente sua proposta à U.E. está agendada para 30 de outubro e o prazo para que o agronegócio brasileiro analise e apresente suas propostas é extremamente curto. Por isso, durante a reunião do fórum, foi decidido criar um grupo de trabalho, com a participação da OCB, CNA e ABAG, para garantir a defesa dos interesses brasileiros. Ainda ontem as organizações de cooperativas começaram a mobilizar suas gerências técnicas para discutir esse assunto.
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História - Desde 1988 venho participando do Grupo de Jovens, que aconteciam bimestralmente. No final do ano acontecia o Encontro de Encerramento, com entrega de certificados, gincana, escolha da rainha e baile. Minha motivação aumentava por dois motivos: desenvolvimento das habilidades pessoais e intelectuais, e também o círculo de amizades, no qual desenvolvia relacionamento humano. Sendo importantíssimo para o meu "eu", convidei colegas para que também participassem, continuando a cada ano conhecendo pessoas diferentes, trocando experiências tanto sobre a propriedade, como a comunidade e amigos.
Apoio familiar - Com o passar do tempo percebi que a família me incentivava a participar, porque nos cursos aprendíamos sobre os valores sociais, humanos e familiares, ajudando no entendimento familiar. Fui percebendo cada vez mais a importância da família no meio em que vivo, pois ela é a base para qualquer ideal.
A confiança que os pais me depositavam fazia com que me responsabilizasse pelas atitudes e então valorizava cada vez mais a eles, e antes de tomar qualquer decisão, consultava-os para ver se estava no caminho certo. Estando em casa, convivendo com a família, estudando, gostando da "roça", sentava do lado do pai para aprender a fazer cálculos, por interesse e por perceber que o pai gostava que eu dava atenção a isso, que é fundamental numa propriedade. E ficava feliz em saber que meus pais gostavam do meu envolvimento e interesse de ver o desenvolvimento e o crescimento da atividade, pois normalmente os filhos de agricultores têm vergonha ou escondem que são filhos de agricultores. Um exemplo: Dois jovens se conhecem e o rapaz pergunta onde você mora. Ela responde: Tal comunidade. Ele pergunta: - O que você faz? Ela: - Nada. - Como nada? Tirar leite, varrer o pátio, limpar a casa é fazer nada?
Caminho na cooperativa - Como estava estudando, também fui vendo que podia participar ainda mais da cooperativa e dar minha contribuição. Participando com os jovens era importante e valioso para mim e, com o passar do tempo, me prontifiquei para a coordenação dos Jovens na Unidade durante dois anos. Após fui coordenadora dos jovens da cooperativa toda, que é dividida em Unidades e cada unidade tinha sua coordenação, onde tive oportunidade de participar de várias reuniões ordinárias do conselho de administração, naquela época estava fazendo faculdade e vi que as coisas na vida não são só acaso e nem difíceis. O que precisamos é sonhar, e sonhar muito, ser perseverantes, nos dedicar, empenhar, estudar e lutar pelo que queremos. Jamais desanimar e muito menos desistir, pois nem sempre está tudo bem. Por outro lado, se as coisas são conseguidas facilmente não damos valor. Um exemplo disso: se alguém te dá R$ 100,00, é capaz de você gastar em festa; e se você tiver que trabalhar para ganhar isso, você tem que comprar algo de valor, pelo esforço que fez para ter isso.
Motivação - Participando destas reuniões me motivei ainda mais, então conversei com meus pais, do interesse que tinha em me associar na cooperativa e fui me envolvendo cada vez mais, participando das reuniões com cooperados, me candidatei a secretária do Comitê Regional, ficando por dentro de todos os assuntos relacionados com a propriedade. No ano seguinte me candidatei ao Conselho Fiscal, onde fui secretária e vi que não é fácil, pois a vida é uma escola e nunca sabemos tudo. Mas era em equipe, onde ninguém era melhor que ninguém e continuamos junto com os jovens onde, se tinha algo que podia ajudar, estava disposta, afinal a base na Cooperativa são os jovens. Ali foi o início de tudo e, com o passar do ano vi que não era tão difícil e tínhamos cursos de formação de conselheiros. Chegando ao final do ano, os demais colegas me falaram que eu deveria tentar reeleição, pois acreditavam que eu teria capacidade para a coordenação. Ali me deparei comigo. Como é bom ganhar um elogio, reconhecimento pela sua dedicação. Então confiei e consegui e hoje sou coordenadora do Conselho Fiscal, do que me orgulho muito.
Conclusão - Acredite em você, faça o que gosta e se precisar até o que não gosta. Valorize sua família e acima dela Deus, pois a família é a base para o aprendizado na escola da vida, seguir uma religião, pois os caminhos são muitos para o mesmo Jesus Cristo, que é Deus. Ter um ideal na vida, lutar, prezar pelo que você deseja fazer e ser na vida.
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a) Desvinculação do teto de financiamento do milho da soja, permitindo-se o limite de até R$ 150 mil para a soja e mais até R$ 250 mil para milho;
b) Aumento do limite de R$ 200 para R$ 250 mil por produtor.
Além dessas propostas, o Ministério está trabalhando para que os Estados maiores produtores e consumidores, formalizem compromisso de apoiar a comercialização pagando aos produtores na colheita um preço considerado remunerador. O Ministério deverá reunir a cadeia do milho na próxima semana para ajustar os acordos setoriais, bem como definir o lançamento de contratos de opção para a safra 2001/02.
A título informativo repassamos na seqüência alguns quadros de oferta e demanda, preços e estoques de milho.
Em nível mundial, o quadro de oferta e demanda, abaixo, apresenta redução do estoque final de 156,382 para 141,953 milhões de toneladas, que o menor volume dos últimos cinco anos. A causa dessa redução está relacionada ao aumento do consumo que passou de 598,864 para 611,861 milhões de toneladas.
(Tabela)
Em termos de Brasil, de acordo com o quadro de oferta e demanda citado a seguir, a produção da safra 2000/01 deve atingir 41,009 milhões de toneladas, superior em quase 10 milhões de toneladas à produção obtida na safra anterior. Verifica-se também um aumento no consumo de 34,48 para 36,236 milhões de toneladas. Cabe destaque para as exportações de 3,0 milhões de toneladas. Quanto ao indicativo de estoque final de 3,083 milhões de toneladas é possível que esse valor venha a ser menor, devido ao aumento do interesse nas exportações.
(Tabela)
O quadro seguinte demonstra o balanço de oferta e demanda por Estado. Neste quadro, destaca-se o Paraná como maior produtor, consumidor e exportador.
(Tabela)
No quadro da demanda setorial, abaixo, o que se destaca é o crescimento do consumo da avicultura, que é o setor maior consumidor, seguido da suinocultura.
(Tabela)
No quadro de importações, abaixo, observa-se que mesmo nos períodos de colheita tem ocorrido importações elevadas, o que nos leva a concluir que o mercado usa desse expediente para balizar os preços internos.
Quanto as importações regionais, verifica-se a dependência do nordeste no milho importado, bem como a redução dos volumes importados nos dois últimos anos por aquela região, devido basicamente a concessão do PEP para levar milho do centro - oeste para o nordeste.
(Tabelas e Gráficos)
No quadro e gráfico seguintes, demonstramos a relação preço milho/soja, onde se constata que em termos médio a paridade é de 2:1, ou seja, o preço de 2 sacos de milho equivale ao preço de 1 saco de soja.
(Tabela) e (Gráfico)